Modelo de avaliação de

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Modelo de avaliação de"

Transcrição

1 Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do brasil * Alvaro Luiz Neuefeldt Júior ** Julio Cezar Mairesse Siluk *** Melissa Noal Da Silveira **** * O presete artigo é resultado de um projeto de pesquisa ititulado Modelo para a avaliação de desempeho dos segmetos da fraquia do Brasil, realizado de fevereiro de 2011 a março de 2013 pela Uiversidade Federal de Sata Maria e fiaciada pela Coordeação de Aperfeiçoameto de Pessoal de Nível Superior (Capes). O artigo foi recebido em e aprovado em Citação sugerida: Neuefeldt, A.; Mairesse, J. y Da Silveira, M. (2013). Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do Brasil. Cuaderos de Admiistració, 26 (47), ** Mestre em egeharia de produção pela Uiversidade Federal de Sata Maria, Sata Maria, Brasil, 2013; Especialista de egeharia de produção pela Fudação Getúlio Vargas, Sata Maria, Brasil, 2011; Egeheiro mecâico pela Uiversidade Federal de Sata Maria, Sata Maria, Brasil, Pesquisador da Uiversidade Federal de Sata Maria, Sata Maria, Brasil, Membro do grupo de pesquisa Núcleo de iovação e competitividade. hotmail.com *** Doutor em egeharia de produção pela Uiversidade Federal de Sata Maria, Sata Maria, Brasil, 2007; Mestre em egeharia de produção pela Uiversidade Federal de Sata Maria, Sata Maria, Brasil, 2001; Admiistrador, Uiversidade Federal de Sata Maria, Sata Maria, Brasil, Coordeador do programa de pós-graduação em egeharia de produção, Uiversidade Federal de Sata Maria, Sata Maria, Brasil. Pertece ao grupo de pesquisa Núcleo de iovação e competitividade. **** Especialista pelo Programa Nacioal da Educação de Joves e Adultos (PROEJA), Uiversidade Federal do Rio Grade do Sul, Porto Alegre, Brasil, 2011; Liceciada em Letras Espahola, Uiversidade Federal de Sata Maria, Sata Maria, Brasil, Pesquisadora da Uiversidade Federal de Sata Maria, Sata Maria, Brasil. Pertece ao grupo de pesquisa Núcleo de iovação e competitividade

2 Alvaro Luiz Neuefeldt Júior, Julio Cezar Mairesse Siluk, Melissa Noal Da Silveira Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do Brasil Resumo O presete artigo tem por objetivo pricipal propor um sistema de mesuração do desempeho dos segmetos de fraquias existetes o Brasil, através da elaboração de idicadores relacioados aos fatores exteros cosiderados como críticos de sucesso ao setor, baseado-se em dados ecoômicos e ão ecoômicos dispoibilizados publicamete pela Associação Brasileira de Frachisig (ABF). Como resultados, foram desevolvidos cico idicadores para a modelagem em questão, além da aplicação destes em um segmeto específico detro do sistema de fraquias do Brasil, para fis de aálise das iformações obtidas e testagem da cofiabilidade dos parâmetros utilizados, que idetificam para ambos que o modelo é cofiável de acordo com os critérios de avaliação estabelecidos. Palavras-chave: Mesuração de desempeho, fraquias, competitividade. Classificação JEL: M10, L20, L89. Modelo de evaluació de desempeño para los sectores del sistema de fraquicias e Brasil Resume El presete artículo tiee por objetivo pricipal propoer u sistema de mesuració de desempeño de los segmetos de fraquicias existetes e Brasil, a través de la elaboració de idicadores relacioados a los factores exteros cosiderados como críticos, basádose e datos ecoómicos y o ecoómicos que quedaro dispoibles públicamete por la Associação Brasileira de Frachisig (ABF). Co los resultados, fuero desarrollados cico idicadores de desempeño para el sistema, además de la aplicació de ese modelo e u segmeto específico detro del sistema de fraquicias de Brasil, para fies de aálisis de las iformacioes obteidas y el test de la cofiabilidad de los parámetros utilizados, idetificado para ambos que el modelo es cofiable de acuerdo co los criterios de evaluació establecidos. Palabras clave: Evaluació de desempeño, fraquicias, competitividad. Clasificació JEL: M10, L20, L89. Performace evaluatio model beig addressed to Frachise System Sectors i Brazil Abstract The mai goal this paper seeks to achieve is to set forth a performace measurig system for frachise sectors curretly i place i Brazil, o the basis of a set of idicators beig desiged which are related with exteral factors beig deemed as critical, ad based upo ecoomic ad o-ecoomic data beig made available to the geeral public by the Associação Brasileira de Frachisig (ABF). Five performace idicators have bee desiged for the system together with their outcomes, ad the model shall be applied to a specific segmet withi the Brazilia frachise system, so as to eable the aalysis of data beig gathered, ad the reliability test of parameters beig used, thus allowig to esurig both sectors that the model is reliable vis-à-vis the evaluatio criteria beig desiged. Keywords: Performace evaluatio, frachises, competitiveess. JEL classificatio: M10, L20, L

3 Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do brasil Itrodução Atualmete a competição por mater e ampliar ovos mercados de atuação tora a gestão e o cotrole sistemáticos dos dados empresariais uma tarefa ecessária, apesar de ser cosiderada de alta complexidade, a qual a avaliação da posição em que ela está perate o seu meio se apreseta como um dos camihos corretos a seguir, por meio da trasformação de elemetos difusos e idepedetes em iformes precisos que demostrem a real situação do sistema (Kapla e Norto, 2008; Porter, 2009). Dessa maeira, a mesuração de desempeho visa ão só ser uma ferrameta crucial a elaboração das estratégias empresariais, mas também como parâmetro básico da sua correspodêcia quato ao cotexto holístico extero, e tora-se elemeto importate a admiistração do egócio. É compreesível que o diagóstico em relação a um ramo de atuação pode ser realizado por meio da verificação de diversos critérios, devidamete cotextualizados com a realidade do ambiete e das estratégias aplicadas pelas orgaizações evolvidas o ambiete em questão, a partir do pressuposto que haja um método bem defiido capaz de iformar ao pesquisador mais do que se sabia ates sobre o problema (Neely, 2005; Bititci et al., 2005; Slack et al., 2010; Hubbard et al., 2011). Com a crescete competitividade observada desde o último século, o iteresse a respeito das diâmicas que evolvem as orgaizações se faz presete, iclusive ao frachise, e está diretamete viculado a estudos de empreededorismo as relações etre fraqueados e fraqueadores, caracterizados pricipalmete por itermédio da taxa de mortalidade para ovos egócios, em que os fraqueados apresetam ídice 20% meor em comparação aos tradicioais formatos de empreedimeto (Lacombe e Heilbor, 2003; ABF, 2012). Nesse setido, a pesquisa objetiva propor uma modelagem capaz de cotemplar a mesuração de desempeho dos segmetos de fraquias do Brasil, por meio da elaboração de idicadores relacioados aos fatores exteros cosiderados como críticos de sucesso, para cotemplar a verificação dos resultados obtidos para cada ramo, a fim de idetificar poteciais de melhorias avaliado a solução aos cálculos propostos, sedo replicável idepedetemete das características itrísecas dos setores abordados. A fim de torar o estudo sobre as empresas mais completo, recomeda-se que a submissão dos dados seja realizada cotemplado, ao meos, o horizote temporal aual, visto a complexidade de atualização das iformações a uma periodicidade mais curta. A origialidade do mauscrito está baseada a relação de difereciação deste em relação a dois modelos de avaliação, o brasileiro Selo de Excelêcia em Frachise e o orteamericao Frachise 500, pois ambos ão priorizam a mesuração das fraquias a partir de uma fote de dados de livre acesso que se ecotra dispoível a qualquer pesquisador, admiistrador de egócios ou iteressado que esteja predisposto a visualizar o ível de evolução de um setor em relação aos de- 287

4 Alvaro Luiz Neuefeldt Júior, Julio Cezar Mairesse Siluk, Melissa Noal Da Silveira mais, de forma a torar-se um referecial do quato aquela está sedo atrativa ou ão para futuros ivestidores (ABF, 2013; Etrepreeur, 2013). Quato às questões acadêmico-cietíficas, por meio de pesquisas realizadas as bases Scopus, Scietific Direct e Capes, ão foi possível observar a existêcia de técicos que abordassem o tema da forma com que este é apresetado o artigo, o que o tora um dos potos-chave o que tage ao grau de origialidade da ivestigação proposta. É importate alertar que ão é o foco do trabalho recomedar, advertir ou vicular qualquer iformação a respeito da situação particular de qualquer uma das fraquias estudadas, e sim estudá-las de maeira cojuta, coforme a proposta do estudo. 1. Fudametação teórica A avaliação de desempeho é um processo ierete à atureza humaa, que evolve a iteração etre os diversos membros de uma orgaização, o qual estão predispostos a aalisar o cotexto de acordo com as suas percepções a cerca dos objetivos a serem mesurados (Kapla e Norto, 2008; Parmeter, 2010). Nas orgaizações pertecetes a um mercado em comum, esse pesameto é semelhate, de forma que a mesuração dos resultados obtidos cosideradas é cosiderada como poto-chave a codução das estratégias admiistrativas do egócio, em que a aálise se torou fudametal para a obteção de cohecimeto, o que possibilitou o foco a garatia da sobrevivêcia e crescimeto sustetável em logo prazo. Existem prováveis cosequêcias o caso da iexistêcia de medida empresarial, e obedece-se ao coseso do que ão é medido ão pode ser etedido (Olso e Slater, 2002; Chehall, 2005; Bititci et al., 2005). A elaboração dos idicadores e metas deve levar em cosideração as pricipais atividades relativas ao setor, visto o objetivo de aumetar o lucro as atividades realizadas, de modo a represetar o motate de estratégias elaboradas previamete e a capacidade de colocar os plaos defiidos para curto e logo prazo em ação, de forma eficiete e diâmica com as flutuações ieretes à diâmica do egócio (Fola e Browe, 2005; Marchad e Raymod, 2008). A avaliação deve estar em siergia com as estratégias das orgaizações evolvidas, de maeira a idicar se os objetivos propostos iicialmete estão relacioados corretamete com os resultados ao fial do período em questão (Bartz et al., 2011). Para tato, optou-se pela utilização da ferrameta Key Performace Idicator (KPI), pois cotemplam em sua estrutura métricas de atureza fiaceiras e ão fiaceiras, utilizadas para expressar a codição com que os Fatores Críticos de Sucesso (FCS) setoriais estão arrajados (Parmeter, 2010; Pavlov e Boure, 2011). Os KPIs são também uma ferrameta de mesuração da performace, capaz de auxiliar as orgaizações a avaliação do seu ível de sucesso com relação ao cotexto de uma atividade específica, ou o cojuto de pro- 288

5 Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do brasil cessos ieretes a ela, refletidos pelos direcioadores estratégicos defiidos a partir das ecessidades idetificadas diate do mercado (Toor e Ogulaa, 2008; Bartz et al., 2011). Já os FCS são defiidos como elemetoschave que determiam o sucesso ou fracasso dos objetivos especificados alihado as características e capacidades das empresas uiformemete, a fim de propiciar ao usuário o feedback real do status dos processos, o que serve como base ão somete para o cotrole dos processos iteros e dos idivíduos evolvidos, mas também a reflexão do padrão de lideraça, alocação de recursos, cohecimeto e trabalho em equipe (Fola e Browe, 2005; Marchad e Raymod, 2008). Iseridas o cotexto do varejo de produtos, as fraquias eglobam a produção e distribuição de bes de cosumo estabelecidos sob o regime de cotratação firmada etre duas partes: o fraqueador, resposável pela marca, e o fraqueado, que sializa com a utilização de tecologias, logotipos, kowhow e direitos autorais das diversas maeiras de comercialização. Porém, em troca, o fraqueador recebe compesações moetárias por meio de diversas taxas, tais como: royalties, taxa de abertura, taxas de publicidade, propagada e promoção, fatos cosiderados majoritariamete egativos pelos ivestidores (Aaker, 2004; Ribas, 2006; Mauro, 2006; Silva e Azevedo, 2012). Muitos aos passaram até que o frachisig se cosolidasse comercialmete, dissemiado por itermédio de oportuidades oriudas o fial da Seguda grade Guerra, o que compesou a falta de emprego existete a época. Com o adveto desse tipo de egócio, grades empresas ecotraram ferrametas práticas para expadirem os seus empreedimetos com baixo capital ivestido, além da ampla descetralização do comado das lojas (Mauro, 2006; Silva e Azevedo, 2012). O sistema brasileiro de fraquias desevolveu-se iicialmete a partir da vida de marcas estrageiras, paralelamete à expasão dos shoppigs ceters os aos 1980, e difudiu-se durate os aos 1990 a médios e pequeos empreedimetos acioais. As fraquias que pertecem ao órgão regulador da categoria chamado de Associação Brasileira de Frachisig (ABF) alcaçaram em 2012 um faturameto aual de R$ ,00 bilhões, equivalete a 4,31% do Produto Itero Bruto (PIB) acioal, através de mais de fraqueadas distribuídas em um total de, aproximadamete, uidades fraqueadas espalhadas por todo o país, o que gerou ao todo empregos diretamete (Mauro, 2006; ABF, 2013). Devido ao sucesso alcaçado os últimos aos, o setor está em um processo de expasão mercadológica, o que resulta em um crescimeto médio de faturameto de 16% a.a. desde 2005 e em mais de 200% de 2001 a Algus potos são de fudametal relevâcia a evolução desse tipo de egócio, como: a seguraça em relação ao ivestimeto realizado cotra possibilidades de crise fiaceiras e recessões ecoômicas; aumeto da quatidade de pessoas que vivem em zoas urbaas e carêcia de serviços e produtos que atedam a demada exigida pela população (Cretella, 2003). 289

6 Alvaro Luiz Neuefeldt Júior, Julio Cezar Mairesse Siluk, Melissa Noal Da Silveira Por essa característica expasioista detectada, o frachisig é uma iovação gerecial que vem modificado radicalmete a visão do pequeo/médio empreededor, caracterizada pela estrutura de colaboração em rede, além de outros aspectos de sua arquitetura orgaizacioal, que exigem formas de gestão distitas daquelas presetes as pequeas e médias empresas tradicioais (Rodríguez et al., 2005; Gruhage e Mittelstaedt, 2005). Para melhor exprimir e cotrolar os resultados e a evolução das fraquias, a ABF determiou, coforme as suas características e os produtos/serviços comercializados, a classificação destas em doze categorias distitas: egócios, serviços e outros; alimetação; esporte, saúde, beleza e lazer; vestuário; educação e treiameto; acessórios pessoais e calçados; móveis, decoração e presetes; veículos; hotelaria e turismo; fotos, gráficas e sialização; iformática e eletrôicos; e limpeza e coservação (ABF, 2012). O percetual de mercado pode ser observado sob a ótica de três fatores prepoderates: a primeira quato ao úmero de fraquias existetes, de modo que o ramo de alimetação é o líder com aproximadamete 25% da parcela de atuação; o segudo referete à quatia de fraqueadores istalados pelo território acioal, com vatagem para o setor de egócios, serviços e outros (25% do total); por fim, levou-se em cosideração o faturameto bruto de 2012, sedo ovamete líder os egócios, serviços e outros, com 27% da hegemoia em comparação às outras. Cabe destacar também que 64% do faturameto bruto pertecem a apeas três segmetos: egócios (27%), serviços e varejo (20%) e alimetação e esportes, saúde, beleza e lazer (17%), de forma que o mercado brasileiro atualmete está fortemete polarizado a essas três áreas. Outro poto importate é a variação média do motate fiaceiro acumulado por período (figura 1), o qual cada um possui íveis e comportametos distitos de oscilação dos seus ídices. A aálise trieal realizada com as maiores categorias descreve que a melhor evolução absoluta, desde 2001, acotece para a Alimetação, ao superar em 39% a variação média ecotrada as fraquias brasileiras e em 62% os egócios, serviços e outros varejos, costatado ateriormete como maior parcela de atuação. Além disso, houve uma difereça a taxa de crescimeto observada para a Alimetação, de 2001 até 2012, superior a 500%, fato ão ecotrado os demais. 2. Metodologia Coforme mostra a figura 2, o processo de cocepção da modelagem foi direcioado a partir do cumprimeto de cico etapas metodológicas, de modo a cotemplar a costrução das métricas para mesuração de desempeho. Primeiramete, houve a ecessidade da fudametação teórica a respeito dos assutos abordados a temática; para isso, foram pesquisados livros técicos, periódicos, por meio dos portais Scietific Direct, Scopus, Capes e o Guia Oficial de Fraquias 2012, elaborado pela ABF. Quato ao equadrameto metodológico, para ateder as características do sistema, a pesquisa foi cosiderada como aplicada; uti- 290

7 Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do brasil Figura 1. Taxa de crescimeto por categoria os últimos três triêios 120% Taxa de crescimeto (por triêio) 100% 104% Crescimeto 80% 60% 40% 20% 0% 31% 27% 16% 7% 49% 46% 15% 72% % 42% 16% 51% 36% 35% 35% Negócios, serviços e outros varejos Esporte, saúde, beleza e lazer Alimetaçao Fraquias brasileiras Fote: baseado a ABF (2013). Figura 2. Etapas metodológicas da pesquisa Fudametação teórica Equadrameto metodológico Desevolvimeto do modelo Aplicação do modelo Coclusões Determiação fução objetivo Levatameto dos FCS Estructuração hierárquica Normalização dos KPIs Raqueameto dos KPIs Defiição dos KPIs Cofiabilidade dos resultados Fote: os autores. lizou-se, para isso, o método ituitivo. Por se tratar de uma aálise quatitativa, viabilizouse a utilização de técicas estatísticas para a diagramação dos testes, a fim de aumetar o cotrole sob as variáveis e evitar, assim, a produção de efeitos cofusos e descoexos à realidade (Stake, 2006; Gil, 2010; Miayo, 2010). O desevolvimeto do modelo cocebeu-se primordialmete pela proposta da fução global, defiida por estudo do cotexto atual dos segmetos de atuação das fraquias brasileiras, referete ao ao de 2012, o qual a determiação do idicador objetivo (Iobj) foi realizada por itermédio do agrupameto dos seus diversos 291

8 Alvaro Luiz Neuefeldt Júior, Julio Cezar Mairesse Siluk, Melissa Noal Da Silveira ramos, coforme as diretrizes descritas a Equação (1), Ir r 1 r Iobj (1) isso posto que a variável r {1, 2,..., } represete o úmero de ramos da aálise e Ir apota a situação dos ramos a partir da mesuração do desempeho das suas fraquias (Iemp), coforme mostra a Equação (2), Ir f Iemp 1 f (2) de modo que f {1, 2,..., } represeta as empresas existetes em cada categoria. A determiação do alvo a ser atigido pelo Iobj obedece ao critério em que a performace é satisfatória quado cotido etre dois parâmetros, um máximo (Iobj max ) e outro míimo (Iobj mi ), coerete à prospecção média de resultados esperados para o período estudado e as suas difereças, respectivamete, aos alvos γ e δ, de acordo com a Equação (3): γ * Iobjmax δ * Iobj Tobj Iobj + Iobj max mi mi (3) A defiição dos idicadores que compõem o cojuto Iemp foi realizada de modo a possibilitar que uma empresa aalise exteramete o status de outras do mesmo ramo, levado em cosideração que o sistema pode ser aalisado cotextualizadamete aos resultados operacioais e características proveietes das estratégias aplicadas, por itermédio de dados ão cofideciais dispoibilizados para visualização do público em geral, o que amplia a discussão sobre o tema baseado a relação da perspectiva cotratual, fucioal (marketig, fiaças, produção, cadeia de suprimetos e recursos humaos) e de propriedade da marca por meio das áreas operacioais, admiistrativos e fiaceiros (Hapoava e Al-Jibouri; 2009; Silva e Azevedo, 2012). Cotroles admiistrativos relacioados a questões operacioais estão direcioados a moitorar atividades e egajar pessoas direcioadas ao processo decisório, de forma a gerar iformações ecessárias para o cotrole dos fraqueados relacioados à marca, geérica ou especificadamete, o que sugere, assim, a utilização das mais prováveis práticas orgaizacioais de gestão top-dow (Frazer, 2001). A estratégia do fraqueador deve estar diretamete viculada aos fatores de etrada ao mercado, bem como da estabilização de potos atrativos que visam à proteção da qualidade dos produtos ou serviços oferecidos (Rothaermel et al., 2006). Cosidera-se também o status em que estão as relações etre o fraqueador e os fraqueados, mesmo empiricamete, de modo a desevolver o gereciameto dos dados, focado as atividades capazes de gerar boas soluções para ambos, a fim de gerar um seso de uidade e cooperação mútua (Johaso et al., 2001; Coroa, 2009). As bases ecoômicas estão viculadas ao possível lucro ou prejuízo operacioal que a istalação do egócio pode represetar aos 292

9 Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do brasil iteressados (Alo, 2006; Castrogiovai et al., 2006). Para tomar a decisão de ivestir ou ão, é ecessário cosiderar o valor de mercado dos ivestimetos, despesas e receitas ao logo do período cosiderado (Rauch et al., 2009). Para tato, o risco da operação escolhida está relacioado à retabilidade em comparação à expectativa de gaho prevista, de modo a estar diretamete viculado ao sistema cotratos de uso da imagem e direitos de comercialização da marca, e demostra a ecessidade de estudos prévios a respeito do fluxo de caixa e das obrigações por ambas as partes evolvidas com a marca (Brow et al., 2003; Sigué e Chitaguta, 2009). Portato, os riscos ecoômicos, cojutamete com as características ão fiaceiras dos ivestimetos em uma empresa, são fudametais para o ivestidor otar em até que poto ele está apto a arcar com as cosequêcias do risco assumido (Altiay, 2004; Lobato et al., 2009). Dessa forma, o estudo estratégico das duas diâmicas serve como base a determiação da situação das fraquias em relação às suas cocorretes diretas e idiretas. Para tato, além das referêcias já citadas, foram utilizadas pesquisas literárias desevolvidas por Shae e Maw-Der (1999), Dat e Kaufma (2003), Lafotaie e Shaw (2005), Alo (2006), Mauro (2006) e Silva e Azevedo (2012), que auxiliam a defiição dos idicadores. Diate dessa demada, foi proposta a utilização do modelo Fuctio Aalysis System Techique (FAST) para a idetificação e a compreesão geral do tema, por meio da estabilização da hierarquia das fuções determiadas em atividades que atedam coeretemete as ecessidades do pesquisador (Bartolomei e Smith, 2001; Bytheway, 2007; Suh, 2007; Mukhopadhyaya, 2012). Assim, estratificou-se a fução global em fatores (Cft) a cada ível da estrutura, sedo derivada em dois parâmetros, coforme os diagramas represetados pelas figuras 3 e 4, f {1, 2, 3} e t {1, 2,..., 17}, em que C1t está reservado à mesuração ão ecoômica (C11) e à ecoômica (C12), de maeira a possibilitar a defiição em outros dois mometos dos fatores base para a resolução do problema (C2t e C3t). Para C11 a estrutura foi subdividida em três partes, determiados desde C21 até C23, o que possibilitou a estratificação da estrutura o terceiro ível em doze partes, de C31 a C312, relacioadas idividualmete a cada um dos critérios elecados em C2t. Em C12 a estruturação do problema segue a mesma diretriz aterior, a partir da defiição de três elemetos o segudo ível (C24, C25 e C26) e cico o terceiro (de C313 a C317). Após a coclusão dessa etapa, houve a determiação dos cico KPIs (Id) para a mesuração de desempeho em questão. A utilização desse úmero de idicadores está pressuposta de maeira a exprimir mais claramete a realiade em que se ecotram as fraquias, e compreeder, assim, fatores primordiais acerca do cotexto. O primeiro, deomiado por tamaho do sistema de fraquias (I1), parte do pressuposto que a dispoibilidade dos produtos para a demada 293

10 Alvaro Luiz Neuefeldt Júior, Julio Cezar Mairesse Siluk, Melissa Noal Da Silveira está relacioado a sua camada de abragêcia, visto o objetivo de aumetar a exposição da marca perate o público-alvo, a fim de facilitar o acesso dos clietes aos produtos (Martí-Herrá et al., 2011). À medida que o empreedimeto possibilita a abertura de ovos potos de veda, cojutamete com a mauteção dos atuais fraqueados e uidades próprias, a tarefa de gereciameto do portfólio dos clietes é facilitada pelo grau de evolução da expasão do egócio (Zachary et al., 2011). Diate dessa situação, I1 e o seu respectivo alvo T1 são calculados a partir da quatidade total de uidades abertas o Brasil (U), por meio das Equações (4) e (5), coforme a relação do úmero de fraquias diretamete comadadas pela admiistração cetral e as empresas cujos direitos de comercialização foram cedidos a terceiros (u), z 1 ( U ) 10 u 1 u z 2 10 ( U ) 25 u 1 u I1 z z 3 25 ( U ) 50 u 1 u (4) z 4 50 ( U ) 150 u 1 u ( ) z 5 Uu 150 u 1 T1 ( KPI1 r 1 f 1 f ) r (5) u {1, 2,..., }, z como ídice determiate do idicador, calculado a partir de cico faixas de valores determiadas em aalogia a U, e expressa o poto de exigêcia do alvo (em uidades medidas absolutas), coforme o míimo cosiderado para ateder as exigêcias da pesquisa, o que defie o grau de rigorosidade esperado para o atigimeto da satisfação de evolução prospectada. Na Excelêcia da marca (I2), a tarefa de mesurar do ível de performace pode ser cosiderada de difícil acesso, pois muitas delas são de capital fechado e ão possuem por prática admiistrativa a divulgação dos seus resultados quatitativos. Para tato, foi buscada fotes alterativas de pesquisa que possibilitassem a comparação etre orgaizações, por itermédio da etrega de certificações por um órgão recohecido o sistema, sedo adotado para essa fialidade o Selo de Excelêcia em Frachisig, cocedido pela ABF, por meio da satisfação dos fraqueados e mesurado a partir da verificação do grau de seriedade, idoeidade e sucesso o qual os plaos de execução de tarefas são realizados (Lyo et al., 2000; ABF, 2012; Silva e Azevedo, 2012). Em cojuto, I2 cosidera também o ídice de crescimeto da fraquia desde sua abertura ao frachisig, por demostrar o ível de comprometimeto, a capacidade empreededora e a velocidade dos fraqueadores em mater e ampliar a expasão da rede em relação ao amadurecimeto da atividade o decorrer do período aalisado (Aisimova, 2010). 294

11 Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do brasil Figura 3. Estrutura dos fatores cosiderados de ifluêcia ão ecoômica para o sistema C31 Dispoibilizar produtos o mometo certo C21 Preseça da marca C32 Abrager o maior úmero de locais C33 Estimular o tamho da estrutura da fraquia C34 Marca recohecida iteracioalmete C11 Mesurar ão ecoomicamete AVALIAR O CONTEXTO ATUAL EXTERNO DAS FRANQUIAS C22 Estabilidade sistema fraqueador C35 Buscar o crescimeto cotíuo da marca C36 Possibilitar a exatidão as iformações dispoibilizadas C37 Qualidade dos serviços juto ao fraqueado C38 Relacioameto fraqueados-fraqueador C12 Mesurar ecoomicamete C1 C23 Nível de performace do serviço prestado C2 C39 Permitir a capacitação dos fucioários C310 Permitir a dassemiação da cultura da fraquia C311 Realizar o correto abastecimeto de isumos C312 Nível de satisfação do fraqueado Fote: os autores. C3 295

12 Alvaro Luiz Neuefeldt Júior, Julio Cezar Mairesse Siluk, Melissa Noal Da Silveira Figura 4. Estrutura dos fatores cosiderados de ifluêcia ecoômica para o sistema C313 C11 Mesurar ão ecoomicamete C24 Capital iicial ecessário Estimar o capital para istalaçao C314 Estimar o total de capital de giro ecessário AVALIAR O CONTEXTO ATUAL EXTERNO DAS FRANQUIAS C25 Prospectar o faturameto médio bruto C15 Quatificar a taxa de fraquia C12 Mesurar ecoomicamete C1 C26 Estimar o total de custos de capital em taxas C2 C316 Prever o total de royalties em relaçao ao futurameto bruto C317 Prever o total de taxas de publicidade Fote: os autores. C3 Outro poto observado foi a quatidade de serviços oferecidos pelo fraqueador ao fraqueado, ao decorrer da defiição de treze aspectos de apoio baseados as obras de Frazer (2001), Widsperger e Dat (2006) e ABF (2012), deomiados como: apoio jurídico, escolha das istalações/equipametos, orietações sobre métodos de trabalho, projeto de operação, projeto mercadológico, propagada e publicidade, treiametos, apoio para fiaciar o ivestimeto, material promocioal, projeto arquitetôico, projeto fiaceiro, seleção de potos e projeto orgaizacioal. A reuião de todas essas variáveis proporcioa o cálculo da Equação (6), jutamete com o alvo a Equação (7). I2 A1 +A2 + A3 (6) T2 I2 max I2 mi ( I2 r 1 f 1 f ) r (7) 296

13 Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do brasil Em que: A 3 fa 1( BFA) 1 * fa 1, 5 fa 1 0,5 fa 2 0,5 fa 3 0,5 DT 1,5 1, 0 1,5 DT 4 A2 1, 5 4 DT 6 2,0 6 DT 10 2,5 DT 10 0,5 ST 6 1, 0 6 ST 8 A3 1, 5 8 ST 10 2,0 10 ST 12 2,5 ST 12 PF + OF DT BY SF 13 s 1( ) ST t SM * s (8) (9) (10) (11) (12) (13) A1 mede a quatidade de prêmios de excelêcia coquistados, tal que fa 1 represeta a premiação de 2012, fa 2 a ocorrida em 2011 e fa 3 a de 2010, BFA determia se a fraquia atigiu a coquista para o ao base relacioado em fa, BFA {0,1}, cujo 0 sigifica que a premiação ão foi obtida e 1 que sim. φ retora o peso do período, de maeira a adotar um valor maior para o ao correte do estudo, por se cosiderar que a situação atual é mais relevate do que a série histórica de acotecimetos. Equato isso, A2 cotempla o cálculo do ídice de evolução da fraquia (DT), por meio do total de uidades próprias (PF) e terceirizadas (OF) abertas desde a participação da marca o sistema de frachisig (SF), em relação ao ao referêcia (BY), o caso BY Por fim, A3 mede o ídice de suporte prestado, em que SM eleca os tipos possíveis de apoios, s {1, 2,..., 13} é o úmero referêcia utilizado de cada e t {0, 1} determia se o apoio é cocedido pela fraqueadora, para t0 relativo ao resultado egativo da oferta e t1 afirmativo. A uidade de medida atribuída ao idicador é a absoluta e KPI2max e KPI2mi são, respectivamete, os maiores e os meores valores determiados pelo pesquisador como plausíveis de serem atigidos, e β é o ídice de rigorosidade esperado. Cohecida como a parcela de remueração do capital ivestido, a Retabilidade do ivestimeto (I3) da aquisição dos direitos de comercialização é um dos melhores coceitos existetes a gestão fiaceira para determiar, detre as diversas opções, qual a que possui horizote de crescimeto ecoômico superior, de modo a obter retoro sobre o capital ivestido mais rapidamete (Kaufma e Dat, 2001; Brow et al., 2003; 297

14 Alvaro Luiz Neuefeldt Júior, Julio Cezar Mairesse Siluk, Melissa Noal Da Silveira Fama e Frech, 2006). A partir do exposto, as Equações (14) e (15) foram determiadas cosoates às estimativas médias etre o faturameto esperado Pr e os ivestimetos iiciais máximos e míimos (ti max e ti mi ) prospectados a aquisição dos direitos de comercialização, TS *Pr I 3 T1 Pr (14) T1 T 3 µ * ti T1 Pr Pr max max + ti 2 + Pr 2 r 1 mi mi ( f I 3 1 f ) ti + ti r 0 (15) max mi (16) Pr + Pr 0 max mi (17) de vedas ou capital agregado do produto (Mougeot e Naegele, 2011). O idicador I4 também visa demostrar o seu ível de maturidade perate as cocorretes, sedo um critério de alta atração do ivestidor o mometo em que está por decidir o meio pelo qual irá realizar o ivestimeto, mesmo que muitas vezes determiada imprecisamete em relação a reais potecialidades de gahos esperados, fato que geralmete é ecotrado em iiciates que ão possuem uma estrutura de dados capaz de estimar com precisão o egócio (Greeley, 1995; Vázquez, 2005), coforme mostra a Equação (18). I4 g (18) T 4 r 1 ( I 4 f 1 f ) r τ (19) para TS relativo ao referecial temporal da verificação, Pr é o motate bruto médio prospectado por período, T1 é a média do ivestimeto iicial ecessário para a abertura do poto, o que descosidera questões relativas a custos com o poto comercial, que variam a partir da sua localização, e μ expressa o grau de exigêcia de I3 em comparação ao alvo, para todo e qualquer μ>0 se T3>0, em uidades de medidas moetárias ($). Quado: 4 g 1 Pr 6.5 *10 g *10 Pr 9.0 *10 g g *10 Pr 1.0 *10 g *10 Pr 1.5 *10 5 g 5 Pr 1.5 * (20) De maeira a desevolver um valor superior de mercado, o Faturameto bruto (I4) reflete o comportameto observado para o capital de giro, idepedetemete se, estrategicamete, leva-se em cota a rotatividade para g represetativo ao ídice de faturameto relativo ao valor ecotrado para Pr, em que quato maior a estimativa mais alta é a sua cotação, e τ é o regulador da rigorosidade é mesurado em I4, em medidas absolutas. 298

15 Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do brasil A fim de prezar pelo equilíbrio a relação das partes do sistema, a projeção adequada das Taxas de remueração (I5) pode ser realizada em cocordâcia com o tipo de fraquia, cujo fraqueador cosidera os custos relativos ao desevolvimeto do plao estratégico e de implatação do frachisig até atigir o poto de equilíbrio, além de relacioar, idiretamete, questões ão ecoômicas que cotribuem a elaboração das taxas cobradas, tais como: reputação da empresa, grau de iovação do coceito orgaizacioal, cocorrêcia, tamaho do mercado e úmero de etrates poteciais (Mauro, 2006; Maruyama e Yamashita, 2010). A Equação (21) relacioa os custos de acompahameto ao fraqueado para aprimorameto dos egócios realizados a rede, e destaca pricipalmete a taxa de royalties (TR), cojutamete a taxa de divulgação da marca, produtos e coceitos da fraquia (TP), além do idicador deomiado por I4, que está relacioado ao capital comprometido com dívidas diretas do fraqueado relacioadas ao ivestimeto iicial médio (T1), o faturameto esperado (Pr) e o prazo de retoro sobre o ivestimeto estipulado (PB), I Tl I5 TR TP I 4 * q (21) PB Pr T 5 r 1 ( I5 f 1 f ) r σ (22) para q represetativo ao coeficiete regulador da importâcia de I4 em aalogia a TR e TP, caracterizado cosoate à exigêcia estabelecida pelo pesquisador, da mesma maeira que em σ, o qual regula a rigorosidade esperada, em uidades percetuais (%). A seguir a determiação de cada um dos KPIs, é ecessário idetificar quais deles possuem maior relevâcia a caracterização do problema, a partir das relações de importâcia etre os fatores durate os diversos íveis de detalhameto da estrutura. Para tato, a Aalytic Hierarchy Process (AHP) icorpora cosiderações quatitativas a respeito do problema, por meio de comparações paritárias, a fim de gerar pesos para ordear os idicadores e descrever como as mudaças das características os íveis mais altos se distribuem e afetam os subíveis, por itermédio das matrizes A * (a ij ), de modo que compreede a quatidade total de elemetos o ível cujo julgameto foi realizado (Saaty, 2008; Maris et al., 2010; Gomes e Gomes, 2012). Com a realização das combiações os diversos íveis existetes, houve a ecessidade de sitetizar as soluções, de forma a ordear os KPIs que são mais relevates o cojuto estudado, por meio das poderações realizadas em WId, coforme mostra a Equação (23), WId t 1 t 1 t 1 CtC 1 2tC3t (23) para d {1, 2,..., 5} correspode ao ídice relativo aos idicadores, viabilizada por meio da utilização do software free Web-Hipre, para os seguites resultados: WI10.229, WI20.233, WI30.253, WI e 299

16 Alvaro Luiz Neuefeldt Júior, Julio Cezar Mairesse Siluk, Melissa Noal Da Silveira WI50.092, que demostram a maior relevâcia distributiva de I3, bem como a potuação de I5 é a meos sigificativa, em um ceário o qual as variáveis ão ecoômicas e ecoômicas iflueciam equivaletemete o cotexto (C11C120,5). Coforme os pressupostos descritos por Saaty e Vargas (2012), é ecessário realizar a verificação da razão de cosistêcia (CM cft ) para as matrizes, a fim de assegurar o grau de cofiabilidade da modelagem. Ao realizar a formatação dos dados obtidos, percebeu-se que para 3 o valor de CM cft 0, sedo possível afirmar que a cofiaça dos julgametos realizados pode ser cosiderada máxima. Nas matrizes que estão além dessa codição, houve também o atigimeto da razão codicioal, de modo a certificar a cofiaça dos julgametos realizados. Em seguida é apresetada a ormalização dos KPIs, que visa à trasformação destes em uma uidade de medida padrão, fato ecessário, pois possuem diferetes aturezas de medidas características. Para tato, foi proposta a utilização do método aplicado ao software Performace Poit Server (2007), de modo a possibilitar o desevolvimeto de classificações gerais, com a fialidade de comparar os valores estabelecidos quato da defiição do objetivo da pesquisa em uidades percetuais (%). Cosequetemete, ocorre a verificação do ível de atuação de cada ramo e segmeto, com base a mesuração das empresas que as costituem, adequado à Equação (24), d Iemp 1 Iormd * WId (24) o que possibilita a realização do cálculo de Iobj defiido pela Equação (1) iicialmete. Em aalogia ao cotexto estudado e a possíveis alterações que possam iflueciar o perfil das soluções, foi proposta a verificação das variáveis utilizadas para demostrar a cofiabilidade do modelo. Dessa forma, houve a ecessidade da determiação da correlação etre os KPIs e os ramos (r), e verificou-se a itesidade da associação liear existete para as variáveis Id e o Iobj, a partir de dez variações de Tobj, desde Iobj mi 0% até Iobj max 100%, por meio do coeficiete de correlação de Pearso (ρκpid). 3. Aplicação do modelo Coerete aos dados apresetados pela ABF (2012) relativos à situação ecotrada para as fraquias etre abril de 2011 e abril de 2012, a aplicação prática se apreseta viculada ao estudo das fraquias associadas à categoria alimetação, devido à sua elevada classificação em relação ao faturameto bruto aual do Brasil (segudo lugar com 22% do mercado) e a mais elevada taxa de crescimeto ecotrada o último triêio (104%), o que compreede potos de veda caracterizados pela comercialização de produtos protos para o cosumo a varejo, cares, produtos aturais, comidas típicas especializadas proveietes de alguma cultura ou região geográfica específica, fast-foods, mercearias, dis- 300

17 Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do brasil tribuidores de bebidas, doces, detre outros, idepedetemete da posição geográfica das fraquias. A fim de arrajar as empresas semelhates em um mesmo grupo, a ABF separou a categoria em três segmetos distitos: alimetos em geral, bares/ restaurates/ pizzarias e bebidas/ cafés/ doces/ salgados, de modo que o iteresse específico esse mometo a verificação das codições do primeiro, por ser o maior (106 fraquias) em relação aos outros que possuem, respectivamete, 46 e 69 liceciadas, costituído de quatro ramos omeados respectivamete a sua deomiação. Prioritariamete, o estudo deve cotemplar a defiição dos limites e das faixas de valores que compõem a ormalização dos idicadores, mostradas a partir da Tabela 1. Tabela 1. Limites e faixas para a verificação Faixa LS k LI k Desempeho 1 30% 0% Isatisfatório 2 50% 31% Razoável 3 75% 51% Moderado 4 90% 76% Satisfatório 5 100% 91% Muito satisfatório Fote: os autores. É possível verificar que foram dimesioadas cico faixas, as quais a potuação bruta pode estar localizada etre os extremos LS 5 100% e LI 1 0%. Com isso, houve a elaboração dos cálculos para os cico KPIs cotidos a modelagem, com a fialidade de mostrar o efeito destes sobre o resultado total dos ramos (tabela 2). Coforme mostrado, o ramo de doces (61% dos potos atigidos) está elecado como de mais sucesso, determiado basicamete pela boa média obtida tato aos idicadores de atureza ão fiaceira (70%) quato fiaceira (53%), devido à predomiâcia ecotrada das suas potuações em comparação a quatro dos cico KPIs propostos, fato ão observado apeas para I5. Como potos-chave de sucesso tem-se o alto úmero absoluto de redes abertas o país (2.355 redes), pricipalmete devido aos produtos como chocolates, que geralmete possuem grade difusão de comercialização os shoppig ceters. O ramo de bebidas coquistou o segudo lugar (57% da potuação total atigida), devido basicamete a fatores de atureza ão fiaceira (I171% e I266%), os quais se destacam critérios como a quatidade média de redes abertas por fraquia (124), 58% superior ao segudo colocado (doces, com média de 79 empresas), além de registrar um ídice de crescimeto, até 2012, 22% maior do que os demais. É possível afirmar que esses dois potos diagosticados são capazes de remeter às características de empreedimetos que visam a uma forte preseça de mercado em relação aos cosumidores. O terceiro ramo de destaque é o de salgados (55% da potuação), o qual as soluções estão estabelecidas detro da média para as duas aturezas de idicadores propostas. Na última colocação estão os cafés, com 52% do total, apesar de relativamete a outros grupos possuir um alto valor em I5 (69%), mas que ão se replicou as prospecções que 301

18 Alvaro Luiz Neuefeldt Júior, Julio Cezar Mairesse Siluk, Melissa Noal Da Silveira Tabela 2. Resultados obtidos para cada ramo Ramo de Atuação Fraquias I1 I2 I3 I4 I5 Iram Bebidas 10 71% 66% 61% 22% 62% 57% Cafés 13 62% 51% 53% 32% 69% 52% Doces 30 72% 67% 70% 33% 58% 61% Salgados 16 60% 59% 66% 26% 68% 55% Fote: os autores. evolvem a iter-relação dos ivestimetos com faturameto bruto, o que impossibilita a prospecção de boas perspectivas de lucro a médio e logo prazos. De maeira geral, por meio do cálculo proposto pela Equação (1), para uma meta estabelecida como de 70%, pode-se observar que o segmeto de bebidas/ cafés/ doces/ salgados alcaçou 57% da potuação, 13% iferior ao estipulado míimo de cosolidação, o qual ehum dos seus quatro ramos formadores superou as expectativas de performace calculadas em Tobj. Cabe um destaque especial aos resultados ecotrados em I4 para todos os grupos, estabelecidos a partir de um valor médio igual a 29% do possível, decorrete da péssima associação existete as estimativas dos retoros fiaceiros brutos (média geral de R$ ,00/mês por fraquia), fato que deveria ser poto especial de ateção aos gestores o mometo da elaboração do plao de egócios dos associados, pricipalmete quado da comparação destes com o capital de ivestimeto proposto para abertura (média geral de R$ ,00), a fim de oferecer atrativos a mais aos ivestidores. Para a realização dos testes de cofiabilidade do modelo, iicialmete preparou-se a aálise da correlação dos valores Id com o Iobj, por meio da variação de Td em cada idicador, em uma faixa que cosidera desde situações otimistas, as quais o alvo pode ser descrito como de baixa exigêcia ao cumprimeto das expectativas, até a proposição pessimista, cujo ível é sigificativamete mais elevado ao aterior. A verificação cota com um total de dez amostras para cada KPI, sedo previamete verificado que todas possuem graus sigificativos de ormalidade, por itermédio do teste de Shapiro-Wilk realizado o software Statistica 7.0 (sigificâcia de 5%), a partir dos resultados descritos a tabela 3, tal que: 1) comidas típicas especializadas; 2) produtos aturais; 3) restaurates; 4) saduíches e grelhados e 5) variedades, coforme as cico variações obtidas para o Ir, desde Ir mi 30% até Ir max 100%. Tabela 3. Teste de ormalidade das variáveis r1 r2 r3 r4 r5 I1 0,72 0,65 0,65 0,79 0,71 I2 0,78 0,79 0,62 0,93 0,53 I3 0,79 0,88 0,80 0,92 0,96 Cotiúa 302

19 Modelo de avaliação de desempeho para o sistema de fraquias do brasil r1 r2 r3 r4 r5 I4 0,84 0,74 0,41 0,76 0,97 I5 0,82 0,96 0,81 0,84 0,71 Ir 0,84 0,84 0,88 0,89 0,85 Fote: os autores. Em cosequêcia, é possível costatar pela Tabela 4 que todas as variáveis depedetes, o caso os KPIs, estão correlacioados positiva e sigificativamete (ρ<0,05) com as suas respectivas variáveis idepedetes, em que ρκpi possui o maior grau de correlação positiva e o ρκpi está mais abaixo. Tabela 4. Resultados obtidos para cada ramo Idicador r1 r2 r3 r4 r5 I1 r(x,y) 0,99 0,99 0,97 0,99 0,99 t 50,6 38,3 13,5 43,9 68,5 r² 0,99 0,99 0,95 0,99 0,99 I2 r(x,y) 0,99 0,99 0,99 0,99 0,99 t 30,2 81,7 27,1 65,8 33,4 r² 0,99 0,99 0,98 0,99 0,99 I3 r(x,y) 0,99 0,99 0,99 0,99 0,99 t 47,5 34,4 40,4 47,8 43,1 r² 0,99 0,99 0,99 0,99 0,99 I4 r(x,y) 0,99 0,99 0,98 0,99 0,99 t 41,3 44,6 13,8 63,0 30,7 r² 0,99 0,99 0,96 0,99 0,99 I5 r(x,y) 0,99 0,99 0,99 0,99 0,99 Fote: os autores. t 47,9 31,0 34,1 47,7 33,5 r² 0,99 0,99 0,99 0,99 0,99 Detro das variações propostas, foi possível costatar uma forte tedêcia liear de variação, de modo que o sistema de idicadores resposável pela determiação do objetivo pode ter comportameto diretamete proporcioal aos resultados, além de íveis de sigificâcia (r²) localizados a faixa em toro de 99%, o que demostra o elevado grau de correlação das variáveis idepedetes e depedetes. Coclusões Como preocupação-chave para o desevolvimeto do modelo, houve a reflexão acerca da maeira que ocorre a iteração das empresas perate o cotexto em questão, fato que se acredita ter sido suprido coeretemete por meio da modelagem proposta. Outra preocupação foi a obteção dos dados aalisados, de modo que as métricas foram cocebidas a partir da verificação de quais iformações se ecotram de livre acesso ao público iteressado e visam à dissemiação dos resultados obtidos sem que haja limitações para o seu cálculo. Além disso, o uso de elemetos privados se toraria impraticável, visto que o acesso às iformações é restrito a uso itero das empresas, além do elevado úmero de fraquias existetes atualmete o país. Percebeu-se como cotribuição positiva da aplicação do modelo a possibilidade da visualização do potecial de crescimeto das empresas perate os seus cocorretes diretos e também idiretos, bem como da aálise detalhada do quato cada ramo, em relação 303

20 Alvaro Luiz Neuefeldt Júior, Julio Cezar Mairesse Siluk, Melissa Noal Da Silveira ao cotexto, está cotribuido positiva ou egativamete para a performace do segmeto. Portato, o presete trabalho se mostrou coerete com a proposta estabelecida iicialmete ao cotemplar a demada iicial de verificação da situação dos grupos de fraquias quato ao cotexto em que estas estão iseridas, sob a ótica extera da avaliação de desempeho orgaizacioal. Como limitações do modelo, foi diagosticado o ão foco de cotextualização dos idicadores para a implatação de uma fraquia em uma região demográfica em específico e as suas peculiaridades regioais, sejam culturais, geográficas ou de sazoalidade de cosumo, em cojuto com as relações sociais, pricipalmete do potecial público cosumidor, devido ao modelo tratar apeas da relação direta etre o fraqueador e o fraqueado, de forma a cosiderar esse tipo de dado apeas itrisecamete. Para estudos futuros, espera-se o desevolvimeto de mesurações baseadas em outros métodos, como a Data Evelopmet Aalysis (DEA) e escolas multicritério de apoio à tomada de decisão, o que ampliaria o horizote de cohecimeto possível de ser obtido. Referêcias Aaker, D. A. (2004). Leveragig the corporate brad. Califoria Maagemet Review, 46 (3), ABF (2012). Associação Brasileira de Fraquias. Auário de fraquias. Guia oficial de marcas associadas, 14, ABF (2013). Números do frachisig. Recuperado em 9 out. 2013, de umeros-do-frachisig/evolucaodo-setor-de-frachisig. Alo, I. (2006). Key Success Factors of Frachisig Systems i the Retailig Sector. SCMS Joural of Idia Maagemet, ja.-mar., Altiay, L. (2004). Implemetig iteratioal frachisig: the role of itrapreeurship. Iteratioal Joural of Service Idustry Maagemet, 15, Aisimova, T. (2010). Corporate brad: the compay-customer misaligmet ad its performace implicatios. Joural of Brad Maagemet, 17, Bartolomei, J. ad Smith, E. (2001). A system dyamic model of govermet egieerig support durig the developmet phase of a military acquisitio program. Iteratioal Coferece of The System Dyamics Society, 19, Bartz, T., Siluk, J. C. M. ad Barth, L. E. (2011). Importace of idustrial performace measuremet i idustry: a case study. Rebrae. Revista Brasileira de Estratégia, 4 (1), Bititci, U. S., Medibil, K., Martiez, V. ad Albores, P. (2005). Measurig ad maagig performace i exteded eterprises. Iteratioal Joural of Operatios & Productio Maagemet, 25, Brow, M., Sturma, M. ad Simmerig, M. (2003). Compesatio policy ad orgaizatioal performace: The efficiecy, operatioal, ad fiacial implicatios of pay levels ad pay structure. Academy of Maagemet Joural, 46 (6), Bytheway, C. W. (2007). Fast Creativity & Iovatio: Rapidly Improvig Processes, Product Developmet ad Solvig Complex Problems. Platatio: J. Ross Publishig. Castrogiovai, G., Combs, J. ad Justis, R. (2006). Resource Scarcity ad Agecy Theory Predic- 304

UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE

UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE Debora Jaesch Programa de Pós-Graduação em Egeharia de Produção

Leia mais

Carteiras de Mínimo VAR ( Value at Risk ) no Brasil

Carteiras de Mínimo VAR ( Value at Risk ) no Brasil Carteiras de Míimo VAR ( Value at Risk ) o Brasil Março de 2006 Itrodução Este texto tem dois objetivos pricipais. Por um lado, ele visa apresetar os fudametos do cálculo do Value at Risk, a versão paramétrica

Leia mais

SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO

SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO CAPÍTULO 08 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO Simplificação Admiistrativa Plaejameto da Simplificação Pré-requisitos da Simplificação Admiistrativa Elaboração do Plao de Trabalho Mapeameto do Processo Mapeameto

Leia mais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Ecoômica da Implatação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais Josiae Costa Durigo Uiversidade Regioal do Noroeste do Estado do Rio Grade do Sul - Departameto

Leia mais

Módulo 4 Matemática Financeira

Módulo 4 Matemática Financeira Módulo 4 Matemática Fiaceira I Coceitos Iiciais 1 Juros Juro é a remueração ou aluguel por um capital aplicado ou emprestado, o valor é obtido pela difereça etre dois pagametos, um em cada tempo, de modo

Leia mais

CAPÍTULO 8 - Noções de técnicas de amostragem

CAPÍTULO 8 - Noções de técnicas de amostragem INF 6 Estatística I JIRibeiro Júior CAPÍTULO 8 - Noções de técicas de amostragem Itrodução A Estatística costitui-se uma excelete ferrameta quado existem problemas de variabilidade a produção É uma ciêcia

Leia mais

APOSTILA MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS

APOSTILA MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS Miistério do Plaejameto, Orçameto e GestãoSecretaria de Plaejameto e Ivestimetos Estratégicos AJUSTE COMPLEMENTAR ENTRE O BRASIL E CEPAL/ILPES POLÍTICAS PARA GESTÃO DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS CURSO DE AVALIAÇÃO

Leia mais

Modelando o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Aprendizagem

Modelando o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Aprendizagem 1 Modelado o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Apredizagem RESUMO Este documeto aborda a modelagem do tempo de execução de tarefas em projetos, ode a tomada de decisão

Leia mais

LAYOUT CONSIDERAÇÕES GERAIS DEFINIÇÃO. Fabrício Quadros Borges*

LAYOUT CONSIDERAÇÕES GERAIS DEFINIÇÃO. Fabrício Quadros Borges* LAYOUT Fabrício Quadros Borges* RESUMO: O texto a seguir fala sobre os layouts que uma empresa pode usar para sua arrumação e por coseguite ajudar em solucioar problemas de produção, posicioameto de máquias,

Leia mais

5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempenho Atual

5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempenho Atual 49 5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempeho Atual O presete capítulo tem por objetivo elaborar uma proposta de melhoria para o atual sistema de medição de desempeho utilizado pela

Leia mais

Precificação orientada ao mercado: uma abordagem econométrica e de otimização

Precificação orientada ao mercado: uma abordagem econométrica e de otimização Precificação orietada ao mercado: uma abordagem ecoométrica e de otimização Rodrigo Araldo Scarpel (ITA) rodrigo@ita.br Resumo A estratégia de determiação do preço sedo customizada por marca, categoria,

Leia mais

O QUE NOS UNE NO TRANSPORTE É A SEGURANÇA

O QUE NOS UNE NO TRANSPORTE É A SEGURANÇA O QUE NOS UNE NO TRANSPORTE É A SEGURANÇA A SEGURANÇA FAZ PARTE DA ESSÊNCIA DA VOLVO Ao lado da qualidade e do respeito ao meio ambiete, a seguraça é um dos valores corporativos que orteiam todas as ações

Leia mais

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br A seguir, uma demostração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagia10.com.br Matemática comercial & fiaceira - 2 4 Juros Compostos Iiciamos o capítulo discorredo sobre como

Leia mais

Sistema Computacional para Medidas de Posição - FATEST

Sistema Computacional para Medidas de Posição - FATEST Sistema Computacioal para Medidas de Posição - FATEST Deise Deolido Silva, Mauricio Duarte, Reata Ueo Sales, Guilherme Maia da Silva Faculdade de Tecologia de Garça FATEC deisedeolido@hotmail.com, maur.duarte@gmail.com,

Leia mais

Tabela Price - verdades que incomodam Por Edson Rovina

Tabela Price - verdades que incomodam Por Edson Rovina Tabela Price - verdades que icomodam Por Edso Rovia matemático Mestrado em programação matemática pela UFPR (métodos uméricos de egeharia) Este texto aborda os seguites aspectos: A capitalização dos juros

Leia mais

ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO

ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO III SEMEAD ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO José Roberto Securato (*) Alexadre Noboru Chára (**) Maria Carlota Moradi Seger (**) RESUMO O artigo trata da dificuldade de

Leia mais

SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO FRANCÊS DESENVOLVIDO ATRAVÉS DA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA¹

SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO FRANCÊS DESENVOLVIDO ATRAVÉS DA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA¹ SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO FRANCÊS DESENVOLVIDO ATRAVÉS DA RESUMO LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA¹ Deis C. L. Costa² Edso C. Cruz Guilherme D. Silva Diogo Souza Robhyso Deys O presete artigo forece o ecadeameto

Leia mais

Uma Metodologia de Busca Otimizada de Transformadores de Distribuição Eficiente para qualquer Demanda

Uma Metodologia de Busca Otimizada de Transformadores de Distribuição Eficiente para qualquer Demanda 1 Uma Metodologia de Busca Otimizada de Trasformadores de Distribuição Eficiete para qualquer Demada A.F.Picaço (1), M.L.B.Martiez (), P.C.Rosa (), E.G. Costa (1), E.W.T.Neto () (1) Uiversidade Federal

Leia mais

O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li

O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li Média Aritmética Simples e Poderada Média Geométrica Média Harmôica Mediaa e Moda Fracisco Cavalcate(f_c_a@uol.com.br)

Leia mais

INTRODUÇÃO. Exemplos. Comparar três lojas quanto ao volume médio de vendas. ...

INTRODUÇÃO. Exemplos. Comparar três lojas quanto ao volume médio de vendas. ... INTRODUÇÃO Exemplos Para curar uma certa doeça existem quatro tratametos possíveis: A, B, C e D. Pretede-se saber se existem difereças sigificativas os tratametos o que diz respeito ao tempo ecessário

Leia mais

Aplicação de geomarketing em uma cidade de médio porte

Aplicação de geomarketing em uma cidade de médio porte Aplicação de geomarketig em uma cidade de médio porte Guilherme Marcodes da Silva Vilma Mayumi Tachibaa Itrodução Geomarketig, segudo Chasco-Yrigoye (003), é uma poderosa metodologia cietífica, desevolvida

Leia mais

PROTÓTIPO DE MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE ESTOQUE

PROTÓTIPO DE MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE ESTOQUE ROTÓTIO DE MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE ESTOQUE Marcel Muk E/COE/UFRJ - Cetro de Tecologia, sala F-18, Ilha Uiversitária Rio de Jaeiro, RJ - 21945-97 - Telefax: (21) 59-4144 Roberto Citra Martis, D. Sc.

Leia mais

UM ESTUDO DO MODELO ARBITRAGE PRICING THEORY (APT) APLICADO NA DETERMINAÇÃO DA TAXA DE DESCONTOS

UM ESTUDO DO MODELO ARBITRAGE PRICING THEORY (APT) APLICADO NA DETERMINAÇÃO DA TAXA DE DESCONTOS UM ESTUDO DO MODELO ARBITRAGE PRICING THEORY (APT) APLICADO NA DETERMINAÇÃO DA TAXA DE DESCONTOS Viícius Atoio Motgomery de Mirada e-mail: vmotgomery@hotmail.com Edso Oliveira Pamploa e-mail: pamploa@iem.efei.rmg.br

Leia mais

Problema de Fluxo de Custo Mínimo

Problema de Fluxo de Custo Mínimo Problema de Fluo de Custo Míimo The Miimum Cost Flow Problem Ferado Nogueira Fluo de Custo Míimo O Problema de Fluo de Custo Míimo (The Miimum Cost Flow Problem) Este problema possui papel pricipal etre

Leia mais

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y.

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y. DEPARTAMENTO...: ENGENHARIA CURSO...: PRODUÇÃO DISCIPLINA...: ENGENHARIA ECONÔMICA / MATEMÁTICA FINANCEIRA PROFESSORES...: WILLIAM FRANCINI PERÍODO...: NOITE SEMESTRE/ANO: 2º/2008 Aula 7 CONTEÚDO RESUMIDO

Leia mais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim O erro da pesquisa é de 3% - o que sigifica isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim Itrodução Sempre que se aproxima uma eleição,

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA Prof. Gilmar Boratto Material de apoio para o curso de Admiistração. ÍNDICE CONCEITOS BÁSICOS...- 2-1- CONCEITO DE FLUXO DE CAIXA...- 2-2-A MATEMÁTICA FINANCEIRA E SEUS OBJETIVOS...-

Leia mais

1.4- Técnicas de Amostragem

1.4- Técnicas de Amostragem 1.4- Técicas de Amostragem É a parte da Teoria Estatística que defie os procedimetos para os plaejametos amostrais e as técicas de estimação utilizadas. As técicas de amostragem, tal como o plaejameto

Leia mais

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA Edso Talamii CEPAN, Uiversidade Federal do Rio Grade do Sul, Av. João Pessoa, 3,

Leia mais

PLANEJAMENTO DE CENTRAIS DE DISTRIBUIÇÃO A PARTIR DA ANÁLISE DO NÍVEL DE SERVIÇO E DA CAPACIDADE PRODUTIVA

PLANEJAMENTO DE CENTRAIS DE DISTRIBUIÇÃO A PARTIR DA ANÁLISE DO NÍVEL DE SERVIÇO E DA CAPACIDADE PRODUTIVA PLANEJAMENTO DE CENTRAIS DE DISTRIBUIÇÃO A PARTIR DA ANÁLISE DO NÍVEL DE SERVIÇO E DA CAPACIDADE PRODUTIVA Taylor Motedo Machado Uiversidade de Brasília/Mestrado em Trasportes Campus Uiversitário - SG-12,

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ECV

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ECV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ECV DISCIPLINA: TGT410026 FUNDAMENTOS DE ESTATÍSTICA 8ª AULA: ESTIMAÇÃO POR INTERVALO

Leia mais

Os juros compostos são conhecidos, popularmente, como juros sobre juros.

Os juros compostos são conhecidos, popularmente, como juros sobre juros. Módulo 4 JUROS COMPOSTOS Os juros compostos são cohecidos, popularmete, como juros sobre juros. 1. Itrodução Etedemos por juros compostos quado o fial de cada período de capitalização, os redimetos são

Leia mais

Revista Árvore ISSN: 0100-6762 r.arvore@ufv.br Universidade Federal de Viçosa Brasil

Revista Árvore ISSN: 0100-6762 r.arvore@ufv.br Universidade Federal de Viçosa Brasil Revista Árvore ISSN: 000-6762 r.arvore@ufv.br Uiversidade Federal de Viçosa Brasil Noce, Rommel; Carvalho Mirada Armod, Rosa Maria; Soares, Thelma Shirle; Silva Lopes da, Márcio Desempeho do Brasil as

Leia mais

INTEGRAÇÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTOS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM BASE NA SELEÇÃO DE FORNECEDORES

INTEGRAÇÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTOS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM BASE NA SELEÇÃO DE FORNECEDORES INTEGRAÇÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTOS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM BASE NA SELEÇÃO DE FORNECEDORES Margaret Souza Schmidt Jobim (); Helvio Jobim Filho (); Valdeci Maciel (3) () Uiversidade Federal

Leia mais

(1) Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (2) E. J. Robba Consultoria & Cia. Ltda.

(1) Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (2) E. J. Robba Consultoria & Cia. Ltda. Otimização da Qualidade de Forecimeto pela Localização de Dispositivos de Proteção e Seccioameto em Redes de Distribuição Nelso Kaga () Herá Prieto Schmidt () Carlos C. Barioi de Oliveira () Eresto J.

Leia mais

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu Programação Diâmica Aula 3: Programação Diâmica Programação Diâmica Determiística; e Programação Diâmica Probabilística. Programação Diâmica O que é a Programação Diâmica? A Programação Diâmica é uma técica

Leia mais

Anexo VI Técnicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Manutenção na Gestão de Activos Físicos

Anexo VI Técnicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Manutenção na Gestão de Activos Físicos Aexo VI Técicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Mauteção a Gestão de Activos Físicos LIDEL, 1 Rui Assis rassis@rassis.com http://www.rassis.com ANEXO VI Técicas Básicas de Simulação Simular

Leia mais

A AUTO-AVALIAÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: UMA IMPORTANTE CONTRIBUIÇÃO PARA A GESTÃO EDUCACIONAL

A AUTO-AVALIAÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: UMA IMPORTANTE CONTRIBUIÇÃO PARA A GESTÃO EDUCACIONAL A AUTO-AVALIAÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: UMA IMPORTANTE CONTRIBUIÇÃO PARA A GESTÃO EDUCACIONAL Adré Luís Policai Freitas Uiversidade Estadual do Norte Flumiese, Brasil. INTRODUÇÃO Os úmeros

Leia mais

Pesquisa Operacional

Pesquisa Operacional Faculdade de Egeharia - Campus de Guaratiguetá esquisa Operacioal Livro: Itrodução à esquisa Operacioal Capítulo 6 Teoria de Filas Ferado Maris fmaris@feg.uesp.br Departameto de rodução umário Itrodução

Leia mais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Biodigestores em Propriedades Rurais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Biodigestores em Propriedades Rurais Aais do CNMAC v.2 ISSN 1984-820X Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Ecoômica da Implatação de Biodigestores em Propriedades Rurais Eliaa Walker Depto de Física, Estatística e Matemática, DEFEM,

Leia mais

SIME Sistema de Incentivos à Modernização Empresarial

SIME Sistema de Incentivos à Modernização Empresarial SIME Sistema de Icetivos à Moderização Empresarial O presete documeto pretede fazer um resumo da Portaria.º 687/2000 de 31 de Agosto com as alterações itroduzidas pela Portaria.º 865-A/2002 de 22 de Julho,

Leia mais

Rejane Corrrea da Rocha. Matemática Financeira

Rejane Corrrea da Rocha. Matemática Financeira Rejae Corrrea da Rocha Matemática Fiaceira Uiversidade Federal de São João del-rei 0 Capítulo 5 Matemática Fiaceira Neste capítulo, os coceitos básicos de Matemática Fiaceira e algumas aplicações, dos

Leia mais

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA 5. INTRODUÇÃO É freqüete ecotrarmos problemas estatísticos do seguite tipo : temos um grade úmero de objetos (população) tais que se fossem tomadas as medidas

Leia mais

ALOCAÇÃO DE VAGAS NO VESTIBULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

ALOCAÇÃO DE VAGAS NO VESTIBULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR ALOCAÇÃO DE VAGAS NO VESTIBULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR Alexadre Stamford da Silva Programa de Pós-Graduação em Egeharia de Produção PPGEP / UFPE Uiversidade Federal

Leia mais

Otimização e complexidade de algoritmos: problematizando o cálculo do mínimo múltiplo comum

Otimização e complexidade de algoritmos: problematizando o cálculo do mínimo múltiplo comum Otimização e complexidade de algoritmos: problematizado o cálculo do míimo múltiplo comum Custódio Gastão da Silva Júior 1 1 Faculdade de Iformática PUCRS 90619-900 Porto Alegre RS Brasil gastaojuior@gmail.com

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA DE MARKETING PARA A DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE APREÇAMENTO DE BENS E SERVIÇOS

CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA DE MARKETING PARA A DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE APREÇAMENTO DE BENS E SERVIÇOS Af-Revista 03 Completa 4 cores:layout 1 10/9/09 4:09 PM Page 28 CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA DE MARKETING PARA A DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE APREÇAMENTO DE BENS E SERVIÇOS CONTRIBUTION OF MARKETING RESEARCH

Leia mais

Estudo de um fluxo interno de materiais baseado na filosofia Lean Manufacturing

Estudo de um fluxo interno de materiais baseado na filosofia Lean Manufacturing Productio, xx(x), xx-xx http://dx.doi.org/0.590/003-653.232 Estudo de um fluxo itero de materiais baseado a filosofia Lea Maufacturig Alvaro Luiz Neuefeldt Júior a *, Julio Cezar Mairesse Siluk a, Elpidio

Leia mais

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK. José Ignácio Jaeger Neto jaeger@via-rs.net Fernanda Schmidt Bocoli fernanda-bocoli@procergs.rs.gov.

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK. José Ignácio Jaeger Neto jaeger@via-rs.net Fernanda Schmidt Bocoli fernanda-bocoli@procergs.rs.gov. Gerêcia de Projetos de Software CMM & PMBOK José Igácio Jaeger Neto jaeger@via-rs.et Ferada Schmidt Bocoli ferada-bocoli@procergs.rs.gov.br CMM Capability Maturity Model http://www.sei.cmu.edu/ Prefácio

Leia mais

Gestão da cadeia de suprimentos a partir de um processo de internacionalização de empresa: a percepção dos gestores

Gestão da cadeia de suprimentos a partir de um processo de internacionalização de empresa: a percepção dos gestores Gestão da cadeia de suprimetos a partir de um processo de iteracioalização de empresa: a percepção dos gestores Guilherme Cuha Malafaia Alex Eckert 2 Fábio Eberhardt Teixeira 3 Resumo A gestão da cadeia

Leia mais

FORMULAÇÃO DE DIETA DE MÍNIMO CUSTO PARA A BOVINOCULTURA DE LEITE: ANIMAIS NOS DOIS ÚLTIMOS MESES DE GESTAÇÃO

FORMULAÇÃO DE DIETA DE MÍNIMO CUSTO PARA A BOVINOCULTURA DE LEITE: ANIMAIS NOS DOIS ÚLTIMOS MESES DE GESTAÇÃO FORMULAÇÃO DE DIETA DE MÍNIMO CUSTO PARA A BOVINOCULTURA DE LEITE: ANIMAIS NOS DOIS ÚLTIMOS MESES DE GESTAÇÃO Dayse Regia Batistus (UTFPR) batistus@utfpr.edu.br Marcelo Rosa (UTFPR) marcelorosa@aluos.utfpr.edu.br

Leia mais

M = 4320 CERTO. O montante será

M = 4320 CERTO. O montante será PROVA BANCO DO BRASIL / 008 CESPE Para a veda de otebooks, uma loja de iformática oferece vários plaos de fiaciameto e, em todos eles, a taxa básica de juros é de % compostos ao mês. Nessa situação, julgue

Leia mais

REGRESSÃO MÚLTIPLA: FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO NAS PESQUISAS MARKETING INSTITUCIONAL

REGRESSÃO MÚLTIPLA: FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO NAS PESQUISAS MARKETING INSTITUCIONAL REGRESSÃO MÚLTIPLA: FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO NAS PESQUISAS MARKETING INSTITUCIONAL CHARLES THIBES SARMENTO RESUMO Tecioa-se aalisar a regressão múltipla como auxílio às políticas istitucioais as pesquisas

Leia mais

Cálculo Financeiro Comercial e suas aplicações.

Cálculo Financeiro Comercial e suas aplicações. Matemática Fiaceira Uidade de Sorriso - SENAC M, Prof Rikey Felix Cálculo Fiaceiro Comercial e suas aplicações. Método Algébrico Parte 0 Professor Rikey Felix Edição 0/03 Matemática Fiaceira Uidade de

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS

CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS Profª. Drª. Vailde Bisogi UNIFRA vailde@uifra.br Prof. Rodrigo Fioravati Pereira UNIFRA prof.rodrigopereira@gmail.com

Leia mais

BASES DE DADOS I LTSI/2. Universidade da Beira Interior, Departamento de Informática Hugo Pedro Proença, 2010/2011

BASES DE DADOS I LTSI/2. Universidade da Beira Interior, Departamento de Informática Hugo Pedro Proença, 2010/2011 BASES DE DADOS I LTSI/2 Uiversidade da Beira Iterior, Departameto de Iformática Hugo Pedro Proeça, 200/20 Modelo Coceptual Modelo Coceptual de uma Base de Dados Esquematização dos dados ecessários para

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Estáticos

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Estáticos Aálise de Projectos ESAPL / IPVC Critérios de Valorização e Selecção de Ivestimetos. Métodos Estáticos Como escolher ivestimetos? Desde sempre que o homem teve ecessidade de ecotrar métodos racioais para

Leia mais

Capítulo 2 Análise Descritiva e Exploratória de Dados

Capítulo 2 Análise Descritiva e Exploratória de Dados UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS C E N T R O D E C I Ê N C I A S E X A T A S E D E T E C N O L O G I A D E P A R T A M E N T O D E E S T A T Í S T I C A INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO E ANÁLISE ESTATÍSTICA

Leia mais

O SETOR DE PESQUISAS DE MARKETING,OPINIÃO E MÍDIA NO BRASIL

O SETOR DE PESQUISAS DE MARKETING,OPINIÃO E MÍDIA NO BRASIL O SETOR DE PESQUISAS DE MARKETING,OPINIÃO E MÍDIA NO BRASIL THE SECTOR OF MARKETING RESEARCH,OPINION AND MEDIA IN BRAZIL RESUMO Com base em dados da ABEP, o artigo faz um relato da evolução do setor de

Leia mais

Guia do Professor. Matemática e Saúde. Experimentos

Guia do Professor. Matemática e Saúde. Experimentos Guia do Professor Matemática e Saúde Experimetos Coordeação Geral Elizabete dos Satos Autores Bárbara N. Palharii Alvim Sousa Karia Pessoa da Silva Lourdes Maria Werle de Almeida Luciaa Gastaldi S. Souza

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL 2 OBJETIVO Trasmitir ao participate as formas de evolução do diheiro com o tempo as aplicações e empréstimos e istrumetos para aálise de alterativas de ivestimetos,

Leia mais

Estatística stica para Metrologia

Estatística stica para Metrologia Estatística stica para Metrologia Aula Môica Barros, D.Sc. Juho de 28 Muitos problemas práticos exigem que a gete decida aceitar ou rejeitar alguma afirmação a respeito de um parâmetro de iteresse. Esta

Leia mais

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini Matemática Fiaceira Eresto Coutiho Puccii Sumário Uidade 1 Coceitos fudametais, juros simples e compostos 1.4 Objetivos... 1.5 Coceitos fudametais... 1.6 Agete ecoômico, Capital... 1.8 Operação fiaceira...

Leia mais

4 Teoria da Localização 4.1 Introdução à Localização

4 Teoria da Localização 4.1 Introdução à Localização 4 Teoria da Localização 4.1 Itrodução à Localização A localização de equipametos públicos pertece a uma relevate liha da pesquisa operacioal. O objetivo dos problemas de localização cosiste em determiar

Leia mais

DPS 1016 Engenharia Econômica

DPS 1016 Engenharia Econômica DPS Egeharia Ecoômica Material de Aula Departameto de Egeharia de Produção e Sistemas Cetro de Tecologia - Uiversidade Federal de Sata Maria - RS Egeharia Ecoômica Prof. Dr. Eg. Dipl. Wirt. Ig. Adreas

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA INTRODUÇÃO MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 1 1 Itrodução à Egeharia Ecoômica A egeharia, iserida detro do cotexto de escassez de recursos, pode aplicar

Leia mais

O poço de potencial infinito

O poço de potencial infinito O poço de potecial ifiito A U L A 14 Meta da aula Aplicar o formalismo quâtico ao caso de um potecial V(x) que tem a forma de um poço ifiito: o potecial é ifiito para x < a/ e para x > a/, e tem o valor

Leia mais

Esta Norma estabelece o procedimento para calibração de medidas materializadas de volume, de construção metálica, pelo método gravimétrico.

Esta Norma estabelece o procedimento para calibração de medidas materializadas de volume, de construção metálica, pelo método gravimétrico. CALIBRAÇÃO DE MEDIDAS MATERIALIZADAS DE VOLUME PELO MÉTODO GRAVIMÉTRICO NORMA N o 045 APROVADA EM AGO/03 N o 01/06 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Resposabilidade 4 Documetos Complemetes 5 Siglas

Leia mais

Conceito 31/10/2015. Módulo VI Séries ou Fluxos de Caixas Uniformes. SÉRIES OU FLUXOS DE CAIXAS UNIFORMES Fluxo de Caixa

Conceito 31/10/2015. Módulo VI Séries ou Fluxos de Caixas Uniformes. SÉRIES OU FLUXOS DE CAIXAS UNIFORMES Fluxo de Caixa Módulo VI Séries ou Fluxos de Caixas Uiformes Daillo Touriho S. da Silva, M.Sc. SÉRIES OU FLUXOS DE CAIXAS UNIFORMES Fluxo de Caixa Coceito A resolução de problemas de matemática fiaceira tora-se muito

Leia mais

A influência dos fatores humanos nos indicadores de O&M das usinas termelétricas.

A influência dos fatores humanos nos indicadores de O&M das usinas termelétricas. THE 9 th LATIN-AMERICAN CONGRESS ON ELECTRICITY GENERATION AND TRANSMISSION - CLAGTEE 2011 1 A ifluêcia dos fatores humaos os idicadores de O&M das usias termelétricas. Maria Alice Morato Ribeiro (1) (e-mail:

Leia mais

Características das Empresas Inovadoras no Brasil: Uma análise empírica a partir da PINTEC

Características das Empresas Inovadoras no Brasil: Uma análise empírica a partir da PINTEC Características das Empresas Iovadoras o Brasil: Uma aálise empírica a partir da PINTEC Itrodução O objetivo deste artigo é aalisar as características das empresas iovadoras. Esta aálise é coduzida a partir

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção

Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção Uiversidade Federal de Sata Cataria Programa de Pós-Graduação em Egeharia de Produção UMA METODOLOGIA PARA DETERMINAÇÃO DO PONTO ECONÔMICO DE SUBSTITUIÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE Adriao Araujo de

Leia mais

Análise no domínio dos tempos de sistemas representados no Espaço dos Estados

Análise no domínio dos tempos de sistemas representados no Espaço dos Estados MEEC Mestrado em Egeharia Electrotécica e de Computadores MCSDI Guião do trabalho laboratorial º 3 Aálise o domíio dos tempos de sistemas represetados o Espaço dos Estados Aálise o domíio dos tempos de

Leia mais

O impacto da incorporação da inflação na análise de projetos de investimentos

O impacto da incorporação da inflação na análise de projetos de investimentos Produção, v. 22,. 4, p. 709-717, set./dez. 2012 http://dx.doi.org/10.1590/s0103-65132012005000073 O impacto da icorporação da iflação a aálise de projetos de ivestimetos Joaa Siqueira de Souza a *, Fracisco

Leia mais

LEILLIMAR DOS REIS FREITAS COMPARAÇÃO DAS FUNÇÕES DE LIGAÇÃO LOGIT E PROBIT EM REGRESSÃO BINÁRIA CONSIDERANDO DIFERENTES TAMANHOS AMOSTRAIS

LEILLIMAR DOS REIS FREITAS COMPARAÇÃO DAS FUNÇÕES DE LIGAÇÃO LOGIT E PROBIT EM REGRESSÃO BINÁRIA CONSIDERANDO DIFERENTES TAMANHOS AMOSTRAIS LEILLIMAR DOS REIS FREITAS COMPARAÇÃO DAS FUNÇÕES DE LIGAÇÃO LOGIT E PROBIT EM REGRESSÃO BINÁRIA CONSIDERANDO DIFERENTES TAMANHOS AMOSTRAIS Dissertação apresetada à Uiversidade Federal de Viçosa, como

Leia mais

O TESTE DOS POSTOS ORDENADOS DE GALTON: UMA ABORDAGEM GEOMÉTRICA

O TESTE DOS POSTOS ORDENADOS DE GALTON: UMA ABORDAGEM GEOMÉTRICA O TESTE DOS POSTOS ORDENADOS DE GALTON: UMA ABORDAGEM GEOMÉTRICA Paulo César de Resede ANDRADE Lucas Moteiro CHAVES 2 Devail Jaques de SOUZA 2 RESUMO: Este trabalho apreseta a teoria do teste de Galto

Leia mais

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini 1 Matemática Fiaceira Eresto Coutiho Puccii 2 Copyright 2007. Todos os direitos desta edição reservados ao Sistema Uiversidade Aberta do Brasil. Nehuma parte deste material poderá ser reproduzida, trasmitida

Leia mais

XII PREMIO DO TESOURO NACIONAL TEMA 4: QUALIDADE DO GASTO PÚBLICO SUBTEMA 4.2: QUALIDADE DO INVESTIMENTO PÚBLICO TÍTULO:

XII PREMIO DO TESOURO NACIONAL TEMA 4: QUALIDADE DO GASTO PÚBLICO SUBTEMA 4.2: QUALIDADE DO INVESTIMENTO PÚBLICO TÍTULO: XII PREMIO DO TESOURO NACIONAL TEMA 4: QUALIDADE DO GASTO PÚBLICO SUBTEMA 4.2: QUALIDADE DO INVESTIMENTO PÚBLICO TÍTULO: INVESTIMENTO PÚBLICO OU PARCERIA PÚBLICO PRIVADA? PROPOSTA A REGRA DE DECISÃO COM

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA RESERVA LEGAL NA GERAÇÃO DE RENDA DOS PEQUENOS PRODUTORES RURAIS: ESTUDO DE CASO NO ESTADO DO ACRE, AMAZÔNIA

A IMPORTÂNCIA DA RESERVA LEGAL NA GERAÇÃO DE RENDA DOS PEQUENOS PRODUTORES RURAIS: ESTUDO DE CASO NO ESTADO DO ACRE, AMAZÔNIA A IMPORTÂNCIA DA RESERVA LEGAL NA GERAÇÃO DE RENDA DOS PEQUENOS PRODUTORES RURAIS: ESTUDO DE CASO NO ESTADO DO ACRE, AMAZÔNIA Roei Sat Aa de Meezes*, Aadalvo Juazeiro dos Satos**, Ricardo Berger** * Eg.

Leia mais

PROPOSTA DE UM SISTEMA DE ANÁLISE DA CAPUTURA DE VALOR NOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO AO PLANEJAMENTO DE CANAIS

PROPOSTA DE UM SISTEMA DE ANÁLISE DA CAPUTURA DE VALOR NOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO AO PLANEJAMENTO DE CANAIS PROPOSTA DE UM SISTEMA DE ANÁLISE DA CAPUTURA DE VALOR NOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO AO PLANEJAMENTO DE CANAIS Nome:Matheus Alberto Cosoli E-mail: cosoli@usp.br Filiação: FEARP,

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA E ENGENHARIA ECONÔMICA: a teoria e a prática

MATEMÁTICA FINANCEIRA E ENGENHARIA ECONÔMICA: a teoria e a prática UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Roberta Torres MATEMÁTICA FINANCEIRA E ENGENHARIA ECONÔMICA: a teoria e a prática Trabalho de Coclusão de Curso submetido ao Curso de Matemática Habilitação Liceciatura

Leia mais

Proposta de ferramenta de diagnóstico socioambiental empresarial Proposal of a tool for socio-environmental diagnostic of a company

Proposta de ferramenta de diagnóstico socioambiental empresarial Proposal of a tool for socio-environmental diagnostic of a company Proposta de ferrameta de diagóstico socioambietal empresarial Proposal of a tool for socio-evirometal diagostic of a compay RESUMO O presete artigo apreseta os pricipais resultados de pesquisa que teve

Leia mais

Resumo. Palavras-chaves: Processo de Software, Melhoria de Processos, Tomada de Decisões, Qualidade de Software. Abstract

Resumo. Palavras-chaves: Processo de Software, Melhoria de Processos, Tomada de Decisões, Qualidade de Software. Abstract Cosequêcias e Características de um Processo de Desevolvimeto de Software de Qualidade e Aspectos que o iflueciam: uma avaliação de especialistas Jea M. Adrade, Adriao B. Albuquerque, Fábio B. Campos,

Leia mais

INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 05324 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA

INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 05324 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 534 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA 1. Aalise as situações descritas abaixo e decida se a pesquisa deve ser feita por

Leia mais

Calendário de inspecções em Manutenção Preventiva Condicionada com base na Fiabilidade

Calendário de inspecções em Manutenção Preventiva Condicionada com base na Fiabilidade Caledário de ispecções em Mauteção Prevetiva Codicioada com base a Fiabilidade Rui Assis Faculdade de Egeharia da Uiversidade Católica Portuguesa Rio de Mouro, Portugal rassis@rassis.com http://www.rassis.com

Leia mais

Curso MIX. Matemática Financeira. Juros compostos com testes resolvidos. 1.1 Conceito. 1.2 Período de Capitalização

Curso MIX. Matemática Financeira. Juros compostos com testes resolvidos. 1.1 Conceito. 1.2 Período de Capitalização Curso MI Matemática Fiaceira Professor: Pacífico Referêcia: 07//00 Juros compostos com testes resolvidos. Coceito Como vimos, o regime de capitalização composta o juro de cada período é calculado tomado

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE Instituto do Ambiente PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENTE

MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE Instituto do Ambiente PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENTE MINISÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENO DO ERRIÓRIO E AMBIENE Istituto do Ambiete PROCEDIMENOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENE Abril 2003 . Equadrameto O presete documeto descreve a metodologia a seguir

Leia mais

OS TRABALHOS DO SR. RICHARD PRICE * E O SISTEMA FRANCÊS DE AMORTIZAÇÃO UM RESUMO

OS TRABALHOS DO SR. RICHARD PRICE * E O SISTEMA FRANCÊS DE AMORTIZAÇÃO UM RESUMO OS TRABALHOS DO SR. RICHARD PRICE * E O SISTEMA FRANCÊS DE AMORTIZAÇÃO UM RESUMO Esta matéria comprova a afirmação do autor Thales Mello de Carvalho - Matemática Comercial e Fiaceira - falecido em 1961,

Leia mais

Construção de um modelo para o preço de venda de casas residenciais na cidade de Sorocaba-SP

Construção de um modelo para o preço de venda de casas residenciais na cidade de Sorocaba-SP Costrução de um modelo para o preço de veda de casas resideciais a cidade de Sorocaba-SP Recebido: 0/03/01 Aprovado: 5/09/01 Júlio César Pereira (UFSCar-SP/Brasil) - julio.pereira.ufscar@gmail.com, Rodovia

Leia mais

PROCESSO DECISÓRIO PARA AÇÕES DE PATROCÍNIO ESPORTIVO: ANÁLISE DESCRITIVA EM EMPRESAS PATROCINADORAS NO BRASIL

PROCESSO DECISÓRIO PARA AÇÕES DE PATROCÍNIO ESPORTIVO: ANÁLISE DESCRITIVA EM EMPRESAS PATROCINADORAS NO BRASIL Af-Revista :Layout 3/7/ :59 AM Page 39 PROCESSO DECISÓRIO PARA AÇÕES DE PATROCÍNIO ESPORTIVO: ANÁLISE DESCRITIVA EM EMPRESAS PATROCINADORAS NO BRASIL PROCESSO DECISÓRIO PARA AÇÕES DE PATROCÍNIO ESPORTIVO:

Leia mais

Lista 9 - Introdução à Probabilidade e Estatística

Lista 9 - Introdução à Probabilidade e Estatística UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC Lista 9 - Itrodução à Probabilidade e Estatística Desigualdades e Teoremas Limites 1 Um ariro apota a um alvo de 20 cm de raio. Seus disparos atigem o alvo, em média, a 5 cm

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO Notas de aulas Gereciameto do Empreedimeto de Egeharia Egeharia Ecoômica e Aálise de Empreedimetos Prof. Márcio Belluomii Moraes, MsC CONCEITOS BÁSICOS

Leia mais

PRESTAÇÃO = JUROS + AMORTIZAÇÃO

PRESTAÇÃO = JUROS + AMORTIZAÇÃO AMORTIZAÇÃO Amortizar sigifica pagar em parcelas. Como o pagameto do saldo devedor pricipal é feito de forma parcelada durate um prazo estabelecido, cada parcela, chamada PRESTAÇÃO, será formada por duas

Leia mais

SIMULAÇÃO DO SISTEMA DE ENERGIA DE UM VEÍCULO

SIMULAÇÃO DO SISTEMA DE ENERGIA DE UM VEÍCULO SMULAÇÃO DO SSTEMA DE ENEGA DE UM VEÍULO Luiz Gustavo Gusmão Soeiro Fiat Automóveis luiz.soeiro@fiat.com.br ESUMO O trabalho tem como objetivo viabilizar uma simulação computacioal para se determiar o

Leia mais

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo"

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo 4 e 5 de outubro de 03 Campo Grade-MS Uiversidade Federal do Mato Grosso do Sul RESUMO EXPANDIDO COMPARAÇÃO ENTRE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS E REGRESSÃO LINEAR MÚLTIPLA PARA PREVISÃO DE PREÇOS DE HORTALIÇAS

Leia mais

DINÂMICA DA CONCENTRAÇÃO DE MERCADO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA, 1996-2003

DINÂMICA DA CONCENTRAÇÃO DE MERCADO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA, 1996-2003 DINÂMICA DA CONCENTRAÇÃO DE MERCADO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA, 996-003 Frederico Rocha * Sálua Bueo ** Luiza Nassif Pires *** Resumo O objetivo desse trabalho é estudar a mudaça a cocetração dos mercados

Leia mais

Rentabilidade e risco de RENTABILIDADE investimento na produção... E RISCO DE INVESTIMENTO NA PRODUÇÃO DE PALMITO DE PUPUNHA (Bactris gasipaes Kunth.

Rentabilidade e risco de RENTABILIDADE investimento na produção... E RISCO DE INVESTIMENTO NA PRODUÇÃO DE PALMITO DE PUPUNHA (Bactris gasipaes Kunth. Retabilidade e risco de RENTABILIDADE ivestimeto a produção... E RISCO DE INVESTIMENTO NA PRODUÇÃO DE PALMITO DE PUPUNHA (Bactris gasipaes Kuth.) 53 Sidey Arauo Cordeiro, Márcio Lopes da Silva 2 (recebido:

Leia mais

1. INTRODUÇAO. 1. 1 Apresentação

1. INTRODUÇAO. 1. 1 Apresentação 1. Itrodução; 2. As fiaceiras - o modelo covecioal; 3. O modelo covecioal modificado e as caixas trasitórias; 4. Aproveitameto da caixa trasitória; 5. O modelo ótimo; 6. Implemetação do modelo de programação

Leia mais

METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DA APLICAÇÃO DE CHILLERS POR ABSORÇÃO EM PLANTAS REAIS.

METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DA APLICAÇÃO DE CHILLERS POR ABSORÇÃO EM PLANTAS REAIS. 16º POSMEC Uiversidade Federal de Uberlâdia Faculdade de Egeharia Mecâica METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DA APLICAÇÃO DE CHILLERS POR ABSORÇÃO EM PLANTAS REAIS. Gustavo Soares de Almeida Uiversidade

Leia mais

PROCEDIMENTOS ESTATÍSTICOS PARA SEGMENTA- ÇÃO DE BASE DE DADOS

PROCEDIMENTOS ESTATÍSTICOS PARA SEGMENTA- ÇÃO DE BASE DE DADOS FRANCISCO LOUZADA-NETO / CARLOS A. RIBEIRO DINIZ / CLOVIS CORREA DA COSTA / PAULO HENRIQUE F. DA SILVA / CAMILA R. DESTEFANI / ANA PAULA O. TEMPONI PROCEDIMENTOS ESTATÍSTICOS PARA SEGMENTA- ÇÃO DE BASE

Leia mais