SIME Sistema de Incentivos à Modernização Empresarial

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1 SIME Sistema de Icetivos à Moderização Empresarial O presete documeto pretede fazer um resumo da Portaria.º 687/2000 de 31 de Agosto com as alterações itroduzidas pela Portaria.º 865-A/2002 de 22 de Julho, realçado os aspectos mais importates para o sector das Agêcias de Viages. No etato, dado a sua complexidade, ão se dispesa a leitura dos referidos diplomas. Âmbito O SIME apoia projectos de ivestimeto resultates de uma aálise estratégica da empresa, as suas diversas áreas fucioais, devedo icluir todos os ivestimetos corpóreos e icorpóreos idetificados como ecessários, agrupados pelas seguites compoetes de ivestimeto: a) Ivestimetos esseciais à actividade (criação, expasão ou moderização de empresas, icluido ivestimetos corpóreos e icorpóreos) b) Iteracioalização c) Iovação e tecologia d) Eficiêcia eergética e) Certificação da qualidade, seguraça e gestão ambietal f) Qualificação de recursos humaos Codições de elegibilidade: Idetificam-se, etre outras, as seguites codições de elegibilidade do promotor e do projecto....do promotor: cumprir as codições legais ecessárias ao exercício da actividade, omeadamete ter a situação regularizada em matéria de liceciameto. possuir a situação regularizada perate a Admiistração Fiscal, a Seguraça Social e o IFT apresetar uma situação ecoómico-fiaceira equilibrada o ao aterior ao da cadidatura, comprovada por um rácio de autoomia fiaceira superior a 25% (ver Aexo A) afectar o projecto à região e à actividade por um período míimo (ão iferior a 5 aos) a estabelecer o cotrato de cocessão de icetivos...do projecto: ter os projectos de arquitectura ou memórias descritivas aprovados, quado exigido cumprir as codições legais ecessárias ao exercício da actividade, omeadamete ter o projecto de istalação ou alteração aprovado. correspoder ao ivestimeto míimo elegível ter uma duração máxima de execução de 2 aos ser a respectiva cadidatura apresetada ates do iício da sua execução, excepto para os adiatametos e os estudos e projectos relacioados com o projecto ser adequadamete fiaciado por capitais próprios, isto é o ivestimeto elegível coberto por um míimo de 30% de capitais próprios (ver Aexo A). ser sustetado por uma aálise estratégica da empresa que idetifique as áreas de competitividade críticas para o egócio em que se isere; diagostique a situação da empresa estas áreas críticas; e fudamete as opções de ivestimeto cosideradas a cadidatura. Despesas elegíveis De etre as despesa elegíveis destacam-se as seguites: (a) costrução e obras de adaptação e remodelação; (b) aquisição de máquias e equipametos desigadamete as áreas de gestão, da produção, da comercialização e marketig, das comuicações, da logística, do desig, da qualidade; (c) aquisição e registo de patetes e liceças, marcas e alvarás; (d) assistêcia técica em matéria de plaeameto, cotrolo e gestão; (e) estudos, diagósticos, auditorias, projectos de arquitectura e egeharia; (f) despesas com ROC; (g) despesas com garatias bacárias; (h) despesas com trasportes, seguros, motagem e desmotagem de equipametos. 15/09/2003 1

2 Em projectos de iteracioalização são cosideradas elegíveis as despesas idicadas as alíeas e) a h) assim como: cotratação de estudos de mercado e de estratégia de iteracioalização; acções de prospecção e preseça em mercados exteros; acções de promoção e marketig iteracioal; aquisição e registo de marcas e alvarás, patetes e liceças; participações e aquisições de activos em sociedades o estrageiro. São também elegíveis despesas efectuadas o âmbito da eficiêcia eergética, certificação da qualidade e qualificação de recursos humaos. Não são elegíveis, etre outras, as seguites despesas: aquisição de terreos; compra de imóveis; trespasses e direitos de utilização de espaços; aquisição de mobiliário e outros equipametos ão directamete ligados às fuções esseciais da actividade; ivestimetos directos o estrageiro que visem a aquisição ou costituição de sociedades o estrageiro ligadas à criação ou fucioameto de redes de distribuição o exterior; fudo de maeio. Ivestimeto Os motates míimos de ivestimeto elegível são os seguites: Empresas PME Empresas ão PME Regra Geral Projectos com apeas ivestimetos icorpóreos Defiições de pequea e média empresas Pequea Empresa meos de 50 trabalhadores (as microempresas têm meos de 10 trabalhadores) volume egócios aual que ão exceda 7 milhões de Euros (cerca de 1,4 milhões de cotos) ou balaço total aual que ão exceda 5 milhões de Euros (cerca de 1 milhão de cotos) idepedete Média Empresa meos de 250 trabalhadores volume egócios aual que ão exceda 40 milhões de Euros (cerca de 8 milhões de cotos) ou balaço total aual que ão exceda 27 milhões de Euros (cerca de 5,4 milhões de cotos) idepedete Empresas idepedetes: Empresas que ão são propriedade, em 25% ou mais do capital ou dos direitos de voto, de uma empresa ou, cojutamete, de várias empresa que ão se equadrem a defiição de PME ou de pequea empresa, coforme seja o caso. 15/09/2003 2

3 Fiaciameto dos projectos O fiaciameto dos projectos deverá ser repartido etre o promotor, o Programa Operacioal da Ecoomia (POE) e uma ou mais istituições de crédito subscritoras de protocolo de colaboração istitucioal com o POE, a saber: Grupo BES, Grupo TOTTA, Grupo BPI, Grupo BCP, Grupo CGD, BPN, Caixa Cetral de Crédito Agrícola Mútuo (CCCAM), Motepio Geral, Baco Comercial dos Açores, BNP Paribas e BANIF. A iterveção da istituição de crédito pode fazer-se sob a forma de fiaciameto e/ou de cocessão de garatia bacária. A estrutura de fiaciameto terá de garatir uma autoomia fiaceira míima de 30% de capitais próprios. Caso o promotor recorra a fiaciameto bacário, o icetivo reembolsável do POE, deverá ter o mesmo prazo e codições de remueração que os aplicáveis ao fiaciameto proposto pela istituição de crédito seleccioada pelo promotor, com excepção do que diz respeito ao período de carêcia. Icetivo a atribuir O apoio do POE assume a forma de icetivo reembolsável, com período de carêcia, e de prémio de realização, à excepção do apoio relativo à compoete de formação profissioal, que assume a forma de icetivo ão reembolsável. A taxa base de icetivo é de 30% podedo ser acrescida de majorações diversas em fução da localização, do tipo de empresa e promotor, do evolvimeto de etidades do SCTN (Sistema Cietifico e Tecológico Nacioal) e da tipologia das acções de formação e dos formados. O prémio a coceder cosiste a coversão em capital próprio de uma percetagem do capital em dívida. Os icetivos poderão ser complemetados com uma co-iterveção de capital de risco. Ver o Aexo C a metodologia para o cálculo do icetivo. Cadidatura, Selecção e Comprovação As cadidaturas deverão ser eviadas para o POE pela iteret através de formulário electróico dispoível em ou ser etregues, também em formato electróico, os gabietes dos ivestidores do ME. Simultaeamete, as cadidaturas devem ser apresetadas em formato electróico em uma ou várias das istituições de crédito protocoladas com o POE. Os promotores deverão orgaizar e mater a empresa, em dossier específico, todos os documetos susceptíveis de comprovar as iformações e declarações prestadas a cadidatura e de fudametar as opções de ivestimeto apresetadas. Os projectos serão seleccioados com base a Valia Ecoómica do projecto calculada segudo a metodologia defiida o Aexo B. A verificação fiaceira do projecto deverá ser comprovada através de Declaração de Despesa do ivestimeto apresetada pelo promotor, certificada por um Revisor Oficial de Cotas (ROC). A verificação física do projecto será efectuada pelos orgaismos gestores. 15/09/2003 3

4 Aexo A: Situação ecoómica e fiaceira equilibrada e cobertura do projecto por capitais próprios Para efeitos das codições de elegibilidade do promotor, cosidera-se que os promotores de projectos de ivestimeto possuem uma situação ecoómico-fiaceira equilibrada quado apresetem um rácio de autoomia fiaceira superior a 25% calculado através da seguite fórmula: AF = (CPe/ALe) x 100 CPe capitais próprios da empresa, icluido os suprimetos que ão excedam um terço daqueles, desde que veham a ser icorporados em capital próprio até à data de celebração do cotrato de cocessão de icetivos; ALe activo líquido da empresa; Para efeitos das codições de elegibilidade do projecto, cosideram-se adequadamete fiaciados com capitais próprios os projectos de ivestimeto cujo ivestimeto elegível seja coberto por um míimo de 30% de capitais próprios, calculado através de uma das fórmulas seguites: ((CPe + CPp)/(ALe + Ip)) x 100 ou (CPp/Ip) x 100 CPe - coforme defiido em cima; CPp - capitais próprios do projecto, icluido ovos suprimetos que ão excedam um terço daqueles, desde que veham a ser icorporados em capital próprio até à coclusão material e fiaceira do projecto; ALe - coforme defiido em cima; Ip - Motate do ivestimeto elegível do projecto. 15/09/2003 4

5 Aexo B Metodologia para a Determiação da Valia Ecoómica Os projectos são seleccioados tedo em cosideração o plao fiaceiro detalhado apresetado pelo promotor, de acordo com a Valia Ecoómica, calculada do seguite modo: IR = (1+r) -t x [RG*(t) + RF*(t) - RG(0) - RF(0)] t=1 [RG*(k) + RF*(k) - RG(0) - RF(0)] + (1+r) -t x DE*(t) r x (1+r) x (1+r) -t x DE*(t) t=1 t=1 (1+) X 100 RG costitui uma medida do cotributo do projecto para o redimeto itero da ecoomia, cosistido a soma dos custos com pessoal, resultado ates de impostos, assim como os juros pagos a istituições fiaceiras; RF cosiste o valor previsto para o resultado tributável em matéria de IRC, calculado após a itrodução de todas as correcções à matéria colectável previstas a lei. RG (k) = RF (k) = RG (t) t=m - m RF (t) t=m - m RG (t) - costitui o valor de RG para a empresa promotora o ao t RF (t) - costitui o valor de RF para a empresa promotora o ao t RG (0) - costitui o valor de RG para a empresa promotora o ao aterior ao projecto RF (0) - costitui o valor de RF para a empresa promotora o ao aterior ao projecto DE (t) - costitui o valor da Despesa Elegível para o ao t t - é um ídice relativo ao ao - represeta o ao cruzeiro do projecto m - é igual a -3 para projectos com duração máxima de 5 aos e -4 para projectos com duração superior a 5 aos sedo que m > 1 r - represeta a taxa Euribor a um ao * represeta o idicador de valor estimado O cálculo do RG e RF deverá ser efectuado com exclusão dos resultados extraordiários. O valor míimo do ídice de redimeto (IR) para as Agêcias de Viages (CAE 633) é /09/2003 5

6 Aexo C Metodologia para cálculo do icetivo Icetivo a atribuir O apoio a coceder assume a forma de icetivo reembolsável, com período de carêcia, e de prémio de realização, à excepção do apoio relativo à compoete da formação profissioal, que assume a forma de icetivo ão reembolsável. A taxa base do icetivo a atribuir é de 30% e poderá ser acrescida de majorações que variam cosoate o grupo de despesas elegíveis. O prazo do fiaciameto do POE deverá situar-se etre 4 e 7 aos, podedo ser estedido a 12 aos o caso dos projectos equadrados o sector do turismo (geralmete aplica-se apeas a projectos com uma forte compoete de costrução civil). Será cocedido um período de carêcia de capital e juros de dois aos, se o prazo do fiaciameto do POE for iferior ou igual a sete aos, ou de três aos, se o prazo do fiaciameto do POE for superior a sete aos. Majorações e limite de icetivo Grupo de despesas elegíveis Para efeitos de cálculo de majorações e limite do icetivo a coceder, as despesas elegíveis das várias compoetes dos projectos, serão agrupadas da seguite forma: Grupo I: Grupo II: Grupo III: Ivestimetos Corpóreos realizados em território acioal: terreos, edifícios e equipametos; trasferêcia de tecologia (patetes, liceças de exploração e aquisição de cohecimetos técicos) Ivestimetos Icorpóreos tais como estudos, projectos de arquitectura e egeharia; despesas com ROC; despesas com garatias bacárias, etre outros. Iclui também formação profissioal, iovação e tecologia. Ivestimetos produtivos o estrageiro (omeadamete participações e aquisições de activos de sociedades o estrageiro) Grupo I Ivestimetos Corpóreos Grupo II Ivestimetos Icorpóreos Taxa base 30% Majoração Limite Limite Global Regioal Zoa II: 10% (1) PME: 10% ou 15% (jovem empreededor) Mais Valia Ambietal 5% (2) (4) ou 25% das despesas elegíveis (o mais favorável) Regioal - fora de LVT: 5% PME: 15% Formação (apeas para a compoete de ivest. em formação): 25% em projectos de visem o esio ão vocacioado e 10% em projectos que visem trabalhadores desfavorecidos Grupo III Ivestimetos produtivos o estrageiro (2) Pequea Empresa: 30% ou Média Empresa: 10% Não PME: ou 25% do ivestimeto elegível (o mais favorável) A soma dos icetivos expressos em ESB relativos a todos os grupos (I, II e II) ão podem ultrapassar 50% o caso de projectos promovidos por PME ou 45% os restates casos (1) Zoa II: Norte - Alto Trás-os-Motes, Douro, Miho Lima e Tâmega; Cetro - Beira Iterior Norte, Beira Iterior Sul, Serra da Estrela, Cova da Beira, Dão Lafões, Pihal Iterior Norte e Pihal Iterior Sul; LVT - Médio Tejo e Lezíria do Tejo; Aletejo; Algarve; R.A. Madeira; R.A. Açores. (2) Não se aplica a ão PME localizadas a região da Grade Lisboa (3) Icetivos a projectos promovidos por ão PME ficam depedetes de aprovação prévia da UE (4) Em projectos que icluam mais de um estabelecimeto o limite máximo ascede a /09/2003 6

7 Prémio de Realização Os projectos serão objecto de avaliações itercalares e uma fial, a realizar após o ecerrameto de cotas relativo ao último exercício da empresa, ou grupo de empresas, do período de vigêcia do cotrato. As avaliações itercalares ocorrerão após o ecerrameto das cotas relativas aos seguites exercícios completos, cotados após a celebração do cotrato: Segudo exercício, o caso de projectos com quatro aos de prazo ou o fial do terceiro, tratado-se de um projecto com cico aos; Terceiro e quito exercícios, o caso de projectos com seis ou sete aos de prazo; Terceiro, quito e sétimo exercícios, o caso de projectos com mais de sete aos de prazo. Em cada uma dessas avaliações proceder-se-á ao cálculo do idicador de desempeho, medido da forma seguite: D = m (1+r) t x RG(t) + RF(t) t=1 m (1+r) t x RG*(t) + RF*(t) t=1 RG - coforme defiido o aexo B; RF - coforme defiido o aexo B; RG* - Valores previstos para esta variável o cotrato celebrado etre o promotor e o POE; RF* - Valores previstos para esta variável o cotrato celebrado etre o promotor e o POE; m - represeta o úmero de exercícios completos desde a data de celebração do cotrato; r - represeta a taxa EURIBOR a um ao; t - é um ídice relativo ao ao. Em cada período de avaliação terá lugar a determiação do evetual prémio a coceder ao promotor, o qual correspoderá a um perdão parcial do capital em dívida do icetivo reembolsável aida ão liquidado. Esse prémio será cotabilisticamete trasferido de passivo para reservas, as quais terão de ser obrigatoriamete covertidas em capital social da empresa, o prazo máximo de dois aos cotados a partir da data da atribuição de cada parcela do prémio de realização. Os prémios a coceder são calculados a partir do idicador P, defiido do modo seguite: P = 100%, se D > 2; P = 50% x D, se 1 < D < 2 P = 200% x D - 150%, se 0,75 < D < 1 P = 0, se D < 0,75. O prémio a coceder em cada avaliação itercalar cosiste a coversão em capital da percetagem em divida do capital (e juros capitalizados o caso da 1ª avaliação) correspodete à seguite percetagem do valor P: 30%, o caso de empréstimos sujeitos a uma úica avaliação itercalar; 25%, o caso de empréstimos sujeitos a duas avaliações itercalares; 20%, o caso de empréstimos sujeitos a três avaliações itercalares. Na avaliação fial a percetagem do capital em dívida, que será covertida em capital, correspoderá ao valor seguite: 70% do valor P, para empréstimos sujeitos a uma úica avaliação itercalar (até ao limite do capital em dívida mais juros); 50% do valor P, para empréstimos sujeitos a duas avaliações itercalares; 40% do valor P, para empréstimos sujeitos três avaliações itercalares. O prémio a atribuir a avaliação fial cosistirá a difereça etre o valor P (multiplicado por 100) e a percetagem que haja sido objecto de prémio as avaliações itercalares. 15/09/2003 7

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