INTEGRAÇÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTOS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM BASE NA SELEÇÃO DE FORNECEDORES

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1 INTEGRAÇÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTOS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM BASE NA SELEÇÃO DE FORNECEDORES Margaret Souza Schmidt Jobim (); Helvio Jobim Filho (); Valdeci Maciel (3) () Uiversidade Federal de Sata Maria, () Uiversidade Federal de Sata Maria, (3) Uiversidade Federal de Sata Maria, RESUMO A atividade de costrução civil é parte idissociável do desevolvimeto do país, gerado bes que, além de produzir a ifra-estrutura ecessária para diversas atividades ecoômicas, proporcioam bemestar e qualidade de vida à sociedade. Porém, segudo os coceitos mais recetes da ecoomia idustrial, ão é possível aalisar a idústria da costrução equato atividade fim isolada. Cosiderado um coceito iovador, a idéia de desevolvimeto de cadeias de suprimetos, também chamadas por diversos autores de cadeias produtivas ou cadeias de valor (Supply Chai) surgiu a década de 80, a Fraça e procura agrupar segmetos produtivos e estudar formas difereciadas de competição e de cooperação detro de um cojuto iterrelacioado. No presete trabalho, aalisou-se os materiais e compoetes da cesta básica do PBQP-H as suas respectivas cadeias produtivas, com o objetivo de tetar promover a itegração das diversas atividades de cada cadeia, através de discussões cojutas. Existe um certo grau de dificuldade o estudo, em fução das difereças de complexidade dos materiais e compoetes uma úica cadeia. É o caso, por exemplo, da cadeia da cerâmica e cal, que evolve desde a cal hidratada, blocos e telhas cerâmicas, até as louças saitárias e os vidros plaos. Costata-se que a seleção de forecedores, baseada os coceitos e métodos teóricos desevolvidos para o gereciameto das cadeias produtivas, pode coduzir à itegração forecedorcliete formado uma rede. Para tato, propõe-se ites para a seleção baseados a aálise criteriosa e devidamete avaliada. Além disso, a discussão dos critérios para avaliação e seleção de forecedores, através de reuiões de trabalho evolvedo todos os agetes das cadeias específicas, pode mostrar-se uma ferrameta eficaz para a itegração das cadeias produtivas da idústria da costrução. Palavra-chave: Cadeias de suprimetos, Supply chais, Cadeias produtivas. INTRODUÇÃO A gestão da cadeia de suprimetos represeta uma promissora froteira para as empresas que pretedem obter vatages competitivas de forma efetiva, podedo ser cosiderada, segudo PIRES (998), uma visão expadida, atualizada e sobretudo holística da admiistração de materiais tradicioal, abragedo a gestão de toda a cadeia produtiva de uma forma estratégica e itegrada. O autor efatiza a ecessidade das empresas defiirem suas estratégias competitivas e fucioais através de seus posicioametos detro das cadeias produtivas as quais se iserem. A defiição dos posicioametos exige, etretato, que a empresa idetifique perfeitamete seus forecedores e clietes. Desta forma, o escopo da gestão da cadeia de suprimetos abrage toda a cadeia produtiva, icluido a relação da empresa com seus clietes e ão apeas com seus forecedores. Itroduz, também, uma importate mudaça de paradigma competitivo, a medida em que cosidera que a competição o mercado ocorre, de fato, o ível das cadeias produtivas e ão apeas o ível das

2 uidades de egócios isoladas. A mudaça resulta em competição etre virtuais uidades de egócios, ou seja, etre cadeias produtivas. Atualmete, as mais efetivas práticas de gestão da cadeia de suprimetos procuram obter uma virtual uidade de egócio, provideciado, assim, muito dos beefícios da tradicioal itegração vertical, sem as desvatages em custo e perda de flexibilidade. O cojuto de uidades de egócios (várias empresas distitas) que compõe uma determiada cadeia produtiva, segudo PIRES (998), forma uma uidade virtual de egócios que pode participar de diversas virtuais uidades de egócios lideradas por grades motadoras (automobilísticas, metalmecâica, imobiliárias, etc.). O modelo proposto pelo autor efatiza que cada uidade virtual de egócios deve se preocupar com a competitividade do produto perate o cliete fial e com o desempeho da cadeia produtiva como um todo, acarretado uma gestão itegrada da cadeia produtiva através de um estreitameto as relações e a criação cojuta de competêcias distitas pelas empresas da mesma. Na idústria da costrução civil, algus etraves podem ser citados como justificativa para a dificuldade de visualizar, itegrar e gereciar as cadeias de suprimetos e, cosequetemete, elaborar critérios robustos para a seleção de forecedores: a) elevado úmero de ites evolvidos o processo produtivo; b) diversidade de materiais e compoetes, com características distitas, que compõem a cadeia da costrução civil; c) descohecimeto da totalidade de forecedores e clietes evolvidos em cada cadeia de suprimetos, dificultado a itegração e o gereciameto dos múltiplos processos chaves etre e através das empresas; d) ecessidade de adequação dos coceitos advidos das áreas de marketig e logística para a realidade da costrução civil; e) descohecimeto das ecessidades do cliete fial (usuário) e da importâcia dessas iformações ao logo da cadeia; f) dificuldade de uma visão itegrada, visto que a costrução civil, diferetemete das demais idústrias, aida ão pode ser cosiderada uma motadora. Neste artigo, aborda-se coceitos sobre cadeias de suprimetos e propõe-se formas de discussão com vistas à itegração destas, cosiderado os diversos íveis de forecedores e clietes e, em especial, o desempeho exigido pelo usuário fial.. CONCEITOS BÁSICOS Os coceitos de cadeia produtiva, cadeia de valor, cadeia de suprimetos, gereciameto da cadeia de suprimetos, logística e rede de valor são aalisados sob diferetes abordages pelos estudiosos do assuto ao logo dos últimos aos embora, em algus casos, persistam coceitos pouco elucidativos. De acordo com o Miistério do Desevolvimeto, Idústria e Comércio, cadeia produtiva é o cojuto de atividades ecoômicas que se articulam progressivamete, desde o iício da elaboração de um produto (iclui as matérias primas, máquias, equipametos, produtos itermediários) até o produto fial, a distribuição e comercialização. De forma semelhate, HAGUENAUER et al. (000) coceitua cadeia produtiva como o cojuto das atividades que participam das diversas etapas de processameto ou motagem que trasformam matérias-primas básicas em produtos fiais. Segudo o autor, os complexos idustriais costituem cojutos de cadeias produtivas que têm origem as mesmas atividades ou covergem para as mesmas idústrias e mercados, sedo que a extração de mierais ão metálicos deu origem ao complexo da costrução civil, jutamete com a atividade mobiliária, já que esta atividade aparece a matriz isumo-produto da madeira. Segudo LOPES (000), a cadeia de valor (Supply Chai) é formada por todas as atividades ligadas à empresa iiciadas com as prioridades dos atributos de futuro, detectadas pelas ecessidades dos clietes cosumidores até o estabelecimeto das competêcias esseciais (icluido as etapas dos colaboradores do sistema de distribuição dos produtos, admiistração da empresa e fabricação de seus produtos e seus forecedores de matéria-prima). Esse autor questioa a visão fragmetada da cadeia de valor e sugere uma visão ampla e itegrada.

3 De acordo com a defiição promulgada pelo CLM (Coucil of Logistics Maagemet), logística é o processo de plaejameto, implemetação e cotrole do fluxo eficiete e ecoomicamete eficaz de matérias-primas, estoque em processo, produtos acabados e iformações relativas, desde o poto de origem até o poto de cosumo, com o propósito de ateder às exigêcias dos clietes (BALLOU, 00). De acordo com o autor, o gereciameto da logística empresarial é também popularmete chamado de gereciameto da cadeia de suprimetos. Da mesma forma MARTINS & ALT (00) afirmam que o gereciameto da cadeia de suprimetos, ou supply chai maagemet, ada mais é do que admiistrar o sistema de logística itegrada da empresa e o seu objetivo é satisfazer rapidamete o cliete, criado um diferecial com a cocorrêcia e miimizar os custos fiaceiros, pelo uso do capital de giro, e os custos operacioais, dimiuido desperdícios e evitado ao máximo atividades que ão agregam valor ao produto, tais como as esperas, armazeametos, trasportes e cotroles. Etretato, segudo LAMBERT & COOPER (000), recetemete vários autores apotam difereças sigificativas etre gereciameto das cadeias de suprimetos e gereciameto da logística, sedo a logística apeas a parte do processo da cadeia de suprimetos que plaeja, implemeta e cotrola de forma eficaz o fluxo efetivo e o estoque de bes, serviços e iformações equato o gereciameto da cadeia de suprimetos é a itegração dos processos chaves do egócio, a partir do usuário fial e através dos forecedores de produtos, serviços e iformações que agregam valor aos clietes e a todos os evolvidos direta e idiretamete. Percebe-se que algus autores aalisam as cadeias sob a perspectiva da logística, ou sob o efoque da iteração de compoetes iterdepedetes. Outras defiições focalizam a distribuição física ao logo da cadeia ou, aida, coceituam em dois íveis distitos: estratégico e tático. Possivelmete as divergêcias os coceitos sejam resultado das diferetes abordages, visto que estes coceitos emergiram do estudo da logística mas a literatura de marketig discute amplamete o assuto. Na visão de LONDON & KENLEY (000), os clietes e as orgaizações ecessitam eteder as cadeias produtivas dos materiais e compoetes, visto que, através deste etedimeto pode-se promover impactos positivos em cada etapa da cadeia, o projeto e fialmete o cliete. Segudo os autores, a atureza temporária e a icerteza as abordages teóricas sobre o assuto ecessitam ser discutidas. Para que se aplique os coceitos de cadeias de suprimetos ao macro-complexo da costrução civil, freqüetemete caracterizado como atrasado por grade úmero de aalistas das mais variadas áreas, pela sua fragmetação e baixa produtividade, é ecessário aalisar o gereciameto da cadeia sob uma perspectiva estratégica, valor ao cliete e efetiva ecoomia para a orgaização. Sob este efoque, os coceitos de gereciameto da cadeia de suprimetos e de Lea Productio são complemetares, quado aplicados à idústria da costrução. Segudo BANZATO (000), a produção exuta (Lea Productio) pode ser coceituada como um sistema altamete flexível que exige fluxos freqüetes e rápidos de iformação e de produtos ao logo da cadeia de suprimetos, o que é caro e complexo quado as atividades dessa cadeia estão geometricamete dispersas. Este coceito, de acordo com o autor, abrage a cooperação com forecedores as questões de qualidade e projeto para maufatura, com o objetivo de assegurar a facilidade de maufatura e qualidade e cofiabilidade de serviço. De acordo com RODRIGUES & PIRES (997), um dos objetivos básicos da gestão das cadeias de suprimetos é maximizar e torar realidade as poteciais siergias etre as partes da cadeia, de forma a ateder um cliete mais eficietemete. O autor propõe a reestruturação e cosolidação do úmero de forecedores e clietes, costruido e aprofudado as relações de parceria com o cojuto de empresas com as quais se deseja estabelecer um relacioameto colaborativo e com resultado siérgico. Aida, segudo PIRES (998), a gestão da cadeia de suprimetos pressupõe que as empresas defiam suas estratégias competitivas e fucioais mediate seus posicioametos (tato como forecedores quato como clietes) detro das cadeias produtivas as quais se iserem e as práticas eficazes de gestão visam a simplificação e a obteção de cadeias mais eficietes e com resultados positivos. As redes de valor são defiidas como modelo de egócios que utiliza os coceitos da cadeia de suprimetos digital para obter a maior satisfação do cliete e a lucratividade da empresa (BOVET & MARTHA, 000). Os pricipais coceitos podem ser aalisados o quadro abaixo:

4 QUADRO - Coceitos Fudametais Cadeia Produtiva Cadeia de suprimeto Gestão ou gereciameto da cadeia de suprimetos (supply chai maagemet) Logística Cadeia de Valor Redes de valor É o cojuto de atividades ecoômicas que se articulam progressivamete, desde o iício da elaboração de um produto até o produto fial, a distribuição e comercialização. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO/00 É o cojuto das atividades que participam das diversas etapas de processameto ou motagem que trasformam matérias-primas básicas em produtos fiais. HAGUENAUER /000 É o cojuto de processos iter/itra-empresarial que produz e etrega bes e serviços aos clietes. Abrage atividades tais como obteção da matéria prima, programa de produção e o sistema de distribuição física, apoiados pelo fluxo de iformações. BOVET & MARTHA/000 São redes de empresas que se sucedem desde a extração dos recursos aturais, sua trasformação em materiais primários, fabricação de compoetes, subcojutos, cojutos, motages fiais, armazeagem e distribuição até a chegada do produto as mãos do cliete fial e que, após o seu ciclo de vida útil, se ocupam da sua reciclagem; resposáveis pelo fluxo iverso de materiais e iformações e pela redução dos custos de trasação a um míimo idispesável. MARTINS & ALT/00 Visão expadida, atualizada e sobretudo holística da admiistração de materiais tradicioal, abragedo a gestão de toda a cadeia produtiva de uma forma estratégica e itegrada. PIRES/998 É a itegração dos processos chaves do egócio, a partir do usuário fial e através dos forecedores de produtos, serviços e iformações que agregam valor aos clietes e a todos os evolvidos direta e idiretamete. LAMBERT & COOPER/000 É o cojuto de atividades fucioais que é repetido muitas vezes ao logo do caal de suprimetos, através do qual as matérias primas são covertidas em produtos acabados e o valor é adicioado aos olhos dos clietes. BALLOU/00 É a admiistração do sistema de logística itegrada da empresa. Seu objetivo é satisfazer rapidamete o cliete, criado um diferecial com a cocorrêcia e miimizar os custos fiaceiros, pelo uso do capital de giro, e os custos operacioais, dimiuido desperdícios e evitado ao máximo atividades que ão agregam valor ao produto, tais como as esperas, armazeametos, trasportes e cotroles. MARTINS & ALT/00 É o processo de plaejameto, implemetação e cotrole do fluxo eficiete e ecoomicamete eficaz de matérias-primas, estoque em processo, produtos acabados e iformações relativas, desde o poto de origem até o poto de cosumo, com o propósito de ateder às exigêcias dos clietes. COUNCIL OF LOGISTICS MANAGEMENT/998 É apeas a parte do processo da cadeia de suprimetos que plaeja, implemeta e cotrola de forma eficaz o fluxo efetivo e o estoque de bes, serviços e iformações. LAMBERT & COOPER/000 É o cojuto de atividades resposável pelo plaejameto, operação e cotrole de todo o fluxo de mercadorias e iformação, desde a fote forecedora até o cliete. MARTINS & ALT/00 Formada por todas as atividades ligadas à empresa iiciadas com as prioridades dos atributos de futuro, detectadas pelas ecessidades dos clietes cosumidores até o estabelecimeto das competêcias esseciais. LOPES/000 É o modelo de egócios que utiliza os coceitos da cadeia de suprimetos digital para obter a maior satisfação do cliete e a lucratividade da empresa. BOVET & MARTHA/000 Coforme LAMBERT & COOPER (000), o gereciameto de todos os forecedores a partir do poto de origem e de todos os produtos/serviços a partir do poto de cosumo evolve um certo grau de complexidade. Aida, segudo os autores, os últimos 30 aos, muitas pesquisas em marketig igoraram dois potos críticos: primeiro, ão houve cotribuição pela iclusão de forecedores da

5 maufatura e, portato, foi egligeciada a importâcia da perspectiva de cadeia total de suprimetos; segudo, focou-se as atividades de marketig sem a percepção da ecessidade de itegrar e gereciar os múltiplos processos chaves etre e através das empresas. O estudo das cadeias evolve a idetificação dos forecedores e clietes os diferetes íveis, fuções e processos, cosiderado um foco. Neste artigo, o foco é a empresa costrutora e os íveis de forecedores e clietes são aalisados a partir desta, coforme a figura abaixo, proposta por LAMBERT & COOPER (000): Níveis de forecedores Níveis de clietes Forecedores primários Forecedores 3 3 Clietes Clietes fiais Empresa foco Membros da cadeia produtiva da empresa FIGURA Estrutura de rede da cadeia produtiva A figura abaixo ilustra a cadeia produtiva de um dos materiais da cesta básica do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade o Habitat PBQP-H, ode percebe-se a importâcia de focalizar uma empresa para a correta compreesão da rede de forecedores e clietes. Argila Retroalimetação Areia Olaria Distribuição Empresa Costrutora Produção Usuário fial Cadeia produtiva da cerâmica vermelha Forecedores Clietes Cadeia da olaria Cadeia da costrutora FIGURA Estrutura de rede da cadeia produtiva da cerâmica vermelha

6 Defie-se, aida, como membros primários da cadeia de suprimetos todas as empresas autôomas ou egócios estratégicos cujas atividades agregam valor (operacioal e/ou gerecial) o processo de egócio que produz um bem específico para um cliete particular ou para o mercado, e os membros suportes são as empresas que forecem recursos, cohecimeto, serviços ou bes para os membros primários. A defiição dos membros primários e membros suportes possibilita defiir o poto de origem e o poto de cosumo da cadeia de suprimetos. Todos os forecedores dos membros o poto de origem são suportes. O poto de cosumo é ode o produto é cosumido e ão há mais adição de valor. Desta forma, defiido-se a empresa costrutora como sedo a empresa focada para a aálise das cadeias de suprimetos, os membros da cadeia icluem todas as empresas com as quais a costrutora iterage direta ou idiretamete através dos forecedores ou clietes de diferetes íveis, desde o poto de origem até o poto de utilização. 3. PROPOSTA DE ANÁLISE DOS FLUXOS DOS MATERIAIS E COMPONENTES A estrutura coceptual de gereciameto da cadeia de suprimetos efatiza a atureza iterrelacioada da cadeia e a ecessidade de aalisar, através de rigorosos passos, o deseho da mesma. Etretato, vários são os aspectos que devem ser abordados ao logo de todas as etapas da cadeia, a partir da descrição e aálise dos fluxos, com fis de visibilidade. O modelo de aálise proposto, represetado a figura 3, cosidera os pricipais aspectos de ordem técica, ambietal, de mercado, social e legal. Proteção ambietal Desevolvimeto sustetável Gestão de resíduos reovação da matéria prima reciclagem com baixa eergia durabilidade vida útil baixa emissão dos produtos utilizados possibilidade de coserto fácil reciclagem embalages... Resposabilidade compartilhada Melhoria cotíua Garatia da qualidade qualidade do produto garatia da qualidade atedimeto às ormas cotrole tecológico padroização modularidade adequação ao uso... técica ambietal Aálise das cadeias de suprimeto social e legal preço codições de egociação limitações de produto limitações de mercado atedimeto assistêcia técica trasporte embalages logística... Competitividade Prosperidade Resultado ecoômico Relação cliete-forecedores mercado codições de seguraça codições de saúde o trabalho liberdade de associação direito de egociação coletiva carga de trabalho codições de remueração discrimiação... Direitos humaos Direitos dos trabalhadores Postura ética Digidade humaa FIGURA 3 Aspectos cosiderados o modelo proposto para aálise das cadeias

7 4. DESCRIÇÃO E ANÁLISE DOS FLUXOS Os coceitos de gereciameto da cadeia de suprimetos efatizam a atureza iterrelacioada da cadeia e a ecessidade de aalisar, através de rigorosos passos, o seu fluxo. Para tato, deve-se cosiderar que as cadeias são costituídas de todas as empresas e clietes que dela participam, desde a matéria prima até o cliete fial, em diferetes íveis. De acordo com LAMBERT & COOPER (000), se trabalharmos a cadeia como uma árvore, a questão é saber quatos galhos ecessitam ser gereciados. A forma como o relacioameto ocorre os diferetes potos da cadeia será diferete e em todas as coexões poderão ser coordeadas e itegradas. Segudo os autores, é importate possuir um cohecimeto e etedimeto de como é cofigurada a estrutura da cadeia e a sugestão é que a estrutura se costitua de três aspectos primários: os membros da cadeia, a dimesão estrutural e os diferetes tipos de processos que podem ser coectados através da cadeia. Sugere-se possíveis formas de itegrar as cadeias de suprimetos da idústria da costrução através da visibilidade dos fluxos dos processos, descrição e aálise, cosiderado-se os aspectos pricipais (técicos, ambietais, de mercado, sociais e legais) para aálise, coforme o modelo da figura 3. Etretato, o sucesso do gereciameto da cadeia de suprimetos requer a mudaça do gereciameto de fuções idividuais, para a itegração das atividades os processos chaves das cadeias de suprimetos e o etedimeto de que os clietes são o foco pricipal do processo. Além disto, a importâcia da cultura da corporação e sua compatibilidade ao logo das cadeias de suprimetos ão podem ser subestimadas. Segudo LAMBERT & COOPER (000), cotrolar a icerteza da demada, o processo de maufatura e o desempeho dos forecedores são ites críticos para o efetivo gereciameto da cadeia de suprimetos, mas o aspecto chave é cohecer os dados sobre as ecessidades dos clietes. O primeiro passo para a itegração o gereciameto da cadeia de suprimetos é idetificar os clietes chaves ou grupos de clietes alvo que a orgaização cosidera críticos para o egócio. Produtos e serviços agregam valor específico os íveis de desempeho estabelecidos pelos clietes. Por sua vez, o processo de gereciameto da demada deve balaçar os requisitos dos clietes com as potecialidades das empresas forecedoras. Costata-se, assim, a ecessidade de itegração etre a empresa costrutora e as empresas forecedoras de materiais e compoetes, distribuição e trasporte. Esta itegração, etretato, exige o cohecimeto dos fluxos, desde a fabricação até o uso do material ou compoete. Isto exige que o fluxo de iformações seja diâmico e costate etre clieteforecedor e forecedor-cliete, coforme a figura 4. Produção Distribuição Utilização Fluxo de iformações FIGURA 4 Fluxo geral das iformações A aálise dos fluxos, por sua vez, requer o cohecimeto dos pricipias processos das empresas forecedoras de isumos, das características do sistema de distribuição, dos processos de costrução e do uso dos materiais e compoetes. A figura 5 apreseta o exemplo do fluxo de uma cadeia de suprimetos, abordado os aspectos propostos o modelo citado ateriormete e, através de uma aálise prelimiar, idetifica-se algus dos aspectos relevates a abordagem do modelo, que cosidera os seguites aspectos:

8 FABRICAÇÃO Cerâmica vermelha INÍCIO DO PROCESSO EXTRAÇÃO argila areia TRANSPORTE ARMAZENAMENTO PROCESSO CONVERSÃO EMBALAGEM ARMAZENAMENTO Aspectos relevates Técicos Ambietais Sociais/legais Projeto do produto Seleção do material Modularidade Formas e dimesões Resistêcia à compressão Cosumo eergia Alteração do ecossistema Cosumo eergia Cosumo de eergia Reciclagem Geração de etulho Liceça de operação Impacto causado ao etoro Saúde e seguraça do trabalhador Ecoômicos/ mercado/ comerciais Necessidades do cliete Plaejameto Codições de oferta do mercado forecedor (cocorrêcia) Dimiuição de perdas DISTRIBUIÇÃO UTILIZAÇÃO INSPEÇÃO DE RECEBIMENTO ARMAZENAMENTO TRANSPORTE INTERNO PROCESSO CONVERSÃO RESÍDUOS REUTILIZAÇÃO Verificação visual (coloração e textura) Dimesões Geração de etulho Geração de etulho Reciclagem Reutilização Deposição Quatidade etregue FIGURA 5 Fluxo geral da cadeia de suprimetos da cerâmica vermelha a) Técicos os critérios de seleção de forecedores de materiais e compoetes baseados a aálise técica referem-se, em especial, à qualidade do produto. A exigêcia da garatia da qualidade e atedimeto às ormas, assim como o cotrole tecológico, a padroização, a modularidade e a adequação ao uso, são ites que iterferem a qualidade do produto fial. A certificação de produto e de sistema da qualidade das empresas forecedoras pode miimizar as exigêcias, mas ão exclui os critérios para a seleção, que devem orietar para a melhoria cotíua;

9 b) Ambietais de acordo com o Relatório CIB, publicação 37 (000), a idústria da costrução é grade cosumidora de produtos cuja fabricação utiliza itesamete a eergia e os aspectos ambietais diretamete relacioados à produção destes materiais deve ser preocupação dos que os produzem. Os assutos mais importates o que diz respeito à fabricação dos produtos referem-se à redução da quatidade de material e eergia cotidos os produtos (reovação da matéria prima, reciclagem com baixa eergia, aumeto da durabilidade e da expectativa de vida útil), baixa emissão dos produtos utilizados (revestimetos amigáveis ao ambiete, pré-tratameto) e possibilidade de coserto fácil (projeto visado o desmote e o coserto a fábrica) e de reciclagem (produtos feitos para serem devolvidos ao fabricate, após uso, provisioameto do produto). Aalise-se, aida, as questões ambietais relacioadas às embalages. De acordo com os autores, para alcaçar os objetivos diretamete relacioados a assutos ambietais, projetistas e fabricates de materiais e compoetes da costrução precisam atuar em estreita cooperação o desevolvimeto de ovos coceitos de costrução. Deve-se itroduzir, aida, uma classificação de ambiete com o propósito de idetificar fatores como expectativa de vida útil, eergia itríseca, composição e reciclabilidade. Os autores prevêem o aumeto da resposabilidade por parte dos fabricates, que acompaharão de perto seus produtos, da matéria prima até a etrega, aumetado a pressão para que os fabricates desevolvam ovos materiais (reciclados ou feitos de recursos reováveis), sistemas fáceis de serem desmotados e reutilizados, ormatização e modularidade dos compoetes, istrumetos mais otimizados para um melhor progóstico da vida útil dos sistemas e compoetes, uma ova logística objetivado um meor ciclo de reciclagem e sistemas de iformação sobre os produtos via Iteret (o lie); c) Sociais e legais a resposabilidade social, o respeito aos valores éticos, às pessoas e à comuidade toraram-se fudametais para a estratégia das empresas que objetivam o sucesso em escala global. A orma SA 8000, baseada a ISO 900 e ISO 400 é uma orma social que tem por objetivo melhorar as codições de trabalho em escala mudial. Esta orma auditável está focada as questões relacioadas ao trabalho ifatil e escravo, ao trabalho forçado, às codições de seguraça e saúde o trabalho, à liberdade de associação e direito de egociação coletiva, à carga de trabalho e codições de remueração e à discrimiação em geral. As empresas ecessitam destacar-se por demostrar a preocupação com o trabalhador, o estabelecimeto de siergia com a comuidade e com o meio ambiete, a cosolidação e a mauteção da imagem e reputação da empresa como cidadã e resposável; d) Ecoômicos, de mercado ou comerciais - os critérios para a seleção de forecedores com base o mercado icluem o preço e as codições de egociação, as limitações de produto e de mercado, o atedimeto e os serviços de assistêcia técica, aspectos relacioados ao trasporte e às embalages, logística (JOBIM et Al., 00). 5. CONCLUSÕES Coclui-se que a itegração das cadeias de suprimetos exige, iicialmete, a reestruturação e cosolidação das relações etre forecedores e clietes, propiciado o fluxo diâmico das iformações e a itegração etre clietes e forecedores. Isto pode caracterizar o primeiro compoete a itegração das partes ou de toda a cadeia. Costata-se, aida, que o gereciameto das cadeias de suprimetos evolve a estrutura de rede da cadeia, o processo de egócio e o gereciameto dos seus compoetes, que são iter-relacioados. A estrutura das atividades/processos etre e através das empresas é vital para a criação de competitividade e eficiêcia superiores e requer a itegração dos processos de egócios etre os membros chaves da cadeia de suprimetos. É imprescidível para o gereciameto da cadeia a coordeação das atividades através da empresa foco, itegrado as demais empresas da cadeia. Fialmete, o objetivo do gereciameto da cadeia de suprimetos deve ser visto como uma forma de criar valor para a empresa, ão apeas para a empresa, mas ao logo de toda a rede da cadeia de suprimetos, icluido o cliete fial.

10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BALLOU, R.H., Gereciameto da cadeia de suprimetos: plaejameto, orgaização e logística empresarial. Bookma. Porto Alegre, 00. BANZATO, J.M. A produção exuta e a logística. Revista Qualidade. Baas. Julho de 000. Artigo. pg BOVET, D., MARTHA, J., Redes de valor. Negócio Editora. São Paulo, 00. CIB Ageda para a Costrução Sustetável. Relatório. Publicação 37. São Paulo, 000. HAGUENAUER, L., BAHIA, L.D., FURTADO, P. A evolução das cadeias produtivas brasileiras a década de 90. IN: Boletim de Política Idustrial. N O, Agosto de 000. JOBIM, M.S.S., JOBIM, H., Proposta de itegração das cadeias de suprimetos da idústria da costrução civil. IN: Aais do II SIBRAGEQ. Fortaleza, CE, 00. LAMBERT, M., COOPER,M.C., Issues i supply chai maagemet. Idustrial Marketig Maagemet, 9, pg , New York, 000. LONDON, K., KENLEY, R. Cliets role i costructio supply chais: a theoretical discussio. Paper. Austrália, 000. LOPES, L.S.F. Como torar sua empresa competitiva e globalizada. Makro Books, São Paulo, 000. MARTINS, P.G., ALT, P.R.C., Admiistração de materiais e recursos patrimoiais. Editora Saraiva. São Paulo, 00. PIRES, S. R. I., Gestão da cadeia de suprimetos e o modelo de cosórcio modular. Revista de Admiistração. São Paulo, v. 33,.3. p.5-5, julho/setembro 998. RODRIGUES, S.A., PIRES, S.R.I. Gestão da cadeia de suprimetos como um ovo modelo competitivo: um estudo empírico. IN: 7 O Ecotro Nacioal de Egeharia de Produção. ENEGEP 997. GRAMADO, RS.

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