Influência da Taxa de Câmbio e do Dólar sobre os Preços da Borracha Natural Brasileira

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Influência da Taxa de Câmbio e do Dólar sobre os Preços da Borracha Natural Brasileira"

Transcrição

1 INFLUÊNCIA DA TAXA DE CÂMBIO E DO DÓLAR SOBRE OS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL BRASILEIRA APRESENTACAO ORAL-Comercialização, Mercados e Preços NAISY SILVA SOARES; MÁRCIO LOPES DA SILVA; HEIKO ROSSMANN. UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA - MG - BRASIL. Influência da Taxa de Câmbio e do Dólar sobre os Preços da Borracha Naural Brasileira Grupo de Pesquisa: COMERCIALIZAÇÃO, MERCADOS E PREÇOS Resumo ESTE ESTUDO ANALISOU A INFLUENCIA DA TAXA DE CÂMBIO ADOTADA PELO BRASIL E DO DÓLAR, SOBRE OS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL EM MOEDA BRASILEIRA, DE JANEIRO DE 2 A DEZEMBRO DE 29. PARA ISSO, FEZ-SE USO DO MÉTODO SHIFT-SHARE. CONSIDERANDO OS RESULTADOS OBTIDOS, OBSERVOU-SE QUE AS VARIAÇÕES OCORRIDAS NOS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL EM MOEDA BRASILEIRA, SOFRERAM MAIOR INFLUÊNCIA DAS VARIAÇÕES DO DÓLAR QUE DAS VARIAÇÕES DA TAXA DE CÂMBIO, MOSTRANDO A IMPORTÂNCIA DOS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL NA MALÁSIA SOBRE O COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL NO BRASIL. Palavras-chaves: borracha naural, shif-share, câmbio, variação de preços. Absrac THIS STUDY ANALYZED THE INFLUENCE OF EXCHANGE RATE ADOPTED BY BRAZIL AND OF THE DOLLAR OVER THE NATURAL RUBBER PRICES IN BRAZILIAN CURRENCY, FROM JANUARY 23 TO DECEMBER 29. FOR THAT, THE SHIFT-SHARE METHOD WAS USED. CONSIDERING THE OBTAINED RESULTS, IT WAS OBSERVED THAT CHANGES IN PRICES OF NATURAL RUBBER IN BRAZILIAN CURRENCY WERE MORE INFLUENCED FOR CHANGES IN DOLLAR THAN VARIATIONS IN EXCHANGE RATE, SHOWING THE IMPORTANCE OF MALAYSIA PRICES OVER THE PERFORMANCE OF NATURAL RUBBER PRICES IN BRAZIL. Keywords: naural rubber, shif-share, exchange rae, price variaion. 1. INTRODUÇÃO A borracha naural em se apresenado como uma commodiy de grande imporância para os seores hospialar/farmacêuico, brinquedos, calçados, consrução civil, maquinário agrícola e indusrial e de auopeças (BORRACHA NATURAL, 29), pelo fao de possuir caracerísicas inrínsecas de ensão, solidez e resisência, limiando o grau de subsiuição pela borracha sinéica (MERA, 1977). Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 1

2 Por isso, a parir de 198 observou-se um aumeno da imporância relaiva da borracha naural em relação à sinéica nos seores supraciados (GAMEIRO e GAMEIRO, 22). No início do século XX, o Brasil deinha o monopólio da produção mundial da borracha naural, mas em 28 respondeu por apenas 1,2% desse mercado, não conseguindo suprir a demanda da indúsria consumidora insalada no país. Naquele ano, a produção nacional foi de 123,1 mil oneladas e o consumo 366,3 mil oneladas (peso seco). Dese modo, o país imporou 243,7 mil oneladas, o equivalene a 666,4 milhões de dólares, principalmene, da Tailândia (37,9%), Indonésia (34,2%) e Malásia (2,1%), os maiores produores e exporadores mundiais (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE, 29; MINISTÉRIO DO DESENOLVIMENTO INDÚSTRIA E COMÉRCIO - MDIC, 29). Se o Brasil conseguisse produzir o volume imporado de elasômero naural em 28, seriam gerados cerca de 42 mil empregos direos no meio rural, considerando apenas a aividade de sangria. A auo-suficiência no suprimeno de borracha naural no Brasil e a redução das imporações eriam, ainda, como resulados o aumeno da arrecadação de imposos e a redução das pressões sobre o balanço de pagamenos e ambém sobre o meio ambiene (BORRACHA NATURAL BRASILEIRA, 29, SOARES e al, 28 b). Como apresenado em FERNANDES (23), se for considerada a oalidade da cadeia de implemenação da heveiculura no Brasil, pode-se dizer que: a produção de mudas e manuenção de jardins clonais demandaria mais de 1 mil rabalhadores emporários e a aividade de planio, ouros 26 mil rabalhadores; a indúsria de sacolas para produção de mudas eria um aumeno nas vendas da ordem de 16 milhões de reais; o faurameno da indúsria de herbicidas seria em orno de 9 milhões de reais, que, somado ao de fungicidas e inseicidas, chegaria a mais de 33 milhões de reais; o seor de fornecimeno de adubos e calcário receberia mais de 23 milhões de reais na venda de seus produos; para implemenar 215 mil hecares, seriam necessários mais de 64 mil horas apenas no preparo do erreno, impulsionando o seor de produção de raores, implemenos agrícolas, pneus, ec; e após o início da safra, seriam gerados vários empregos. Denre os faores que há muio empo prejudica a produção da borracha naural no Brasil esá o sisema de produção exraivisa no culivo da seringueira, a ausência de subsídio governamenal à produção de borracha de culivo, poucas alernaivas de crédio para o invesimeno na heveiculura e o fao de o seringal enrar em produção a parir do séimo ano. Aé aingir ese eságio, o invesidor não erá receias, o que acaba prejudicando a expansão da culura no país. (BEGA, 24). Considerando-se que o preço inernacional de um produo em moeda nacional é obido pela muliplicação do preço inernacional em Dólar com a axa de câmbio real adoada pelo Brasil (R$/US$), conforme observaram Reis e Campos (1998), qualquer variação isolada, ou em conjuno, nesses faores pode afear os preços domésicos da borracha naural. Conudo, surge a seguine quesão: Qual variável em maior influência nos preços da borracha naural no Brasil: a axa de câmbio adoada no país ou o Dólar?. Assim, o presene rabalho eve como objeivo principal esudar a influência da axa de câmbio adoada pelo Brasil e do Dólar sobre os preços inernacionais da borracha naural em moeda nacional, verificando desse modo os seus efeios no mercado inerno. Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 2

3 Especificamene, preendeu-se decompor o preço da borracha naural em efeio câmbio e efeio Dólar para deerminar qual dessas variáveis exerce maior influencia sobre os preços do produo no país. Esudos dese ipo são exremamene imporanes, pois podem conribuir para o planejameno da produção, comercialização, previsão e formulação de políicas para o desenvolvimeno do segmeno da borracha naural no país e, conseqüenemene, para a redução das imporações brasileiras do produo. 2. MATERIAL E MÉTODO 2.1. Fone de dados Foram uilizados dados de séries emporais mensais, do período de janeiro de 2 a dezembro de 29. Não se rabalhou com um período maior porque alguns dados não esavam disponíveis e por enender que o período abrangido é represenaivo e capa a evolução do segmeno da borracha naural, permiindo aingir os objeivos do presene rabalho. Os preços da borracha naural no mercado inernacional referem-se aos preços da borracha naural SMR 1, em US$/kg, negociados na Malaysian Rubber Exchange (MRE) (MRE, 21). A axa de câmbio nominal do Brasil (R$/US$) é do Banco Cenral do Brasil e foi obida juno ao Insiuo de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEADATA, 29). O índice de preço por aacado (IPA) do Brasil, foi obido em Conjunura Econômica da Fundação Geúlio Vargas (FGV) e o dos Esados Unidos, do Bureau of Labor Saisics (BLS), no Insiuo de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). (IPEADATA, 29; FGV, vários anos) Méodo shif-share No presene rabalho, empregou-se o méodo shif-share ou diferencial-esruural. O esudo pioneiro desse insrumenal foi proposo por Curis (1972), para analisar as mudanças no emprego e na renda de economias rurais no Alabama, enre 196 e Tais alerações foram decomposas nos efeios crescimeno nacional, composição das aividades econômicas e diferenciação regional das aividades econômicas. Esse méodo em sido largamene adoado na lieraura econômica para explicar as alerações na composição da produção agrícola, por meio da decomposição dos efeios: (i) área culivada, que por sua vez, é decomposo em efeios escala e subsiuição; (ii) rendimeno por hecare; (iii) localização geográfica; e (iv) esruura de culivo. Esudos como de Parick (1975), Igreja e al. (1983), Yokoyama (1988), Moreira (1996), Curi (1997), Shikida e Alves (21), Souza e Lima (22), Almeida (23) e Felipe e Maximiano (28) adoaram esse modelo para avaliar as fones de crescimeno da produção mediane, a decomposição desses efeios supraciados. Parick (1975) analisou as fones de crescimeno de 23 produos agrícolas brasileiros no período de 1948 a Essa análise ambém foi realizada por Souza e Lima (22), para 19 culuras, durane o período de 1975 a 1995, buscando idenificar as mudanças na composição agrícola brasileira. Em ermos esaduais, Igreja e al. (1983) quanificaram as fones de crescimeno do seor agrícola paulisa, para o período enre 1966 e A análise das fones de Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 3

4 crescimeno da produção agrícola no Esado de São Paulo ambém foi objeivo do esudo de Felipe e Maximiano (28), para o período enre 199 e 25. Seguindo a mesmo procedimeno, o rabalho de Yokoyama (1988) analisou a evolução do seor agrícola do Esado de Goiás para o período de ; Moreira (1996) mensurou as fones de crescimeno do seor agrícola para o Esado do Rio Grande do Nore, durane o período compreendido enre 1981 a 1992; Curi (1997) aplicou esse modelo para o Esado de Minas Gerais; Shikida e Alves (21) para o Esado do Paraná de 1981 a 1998; e Almeida (23) se preocupou em verificar as fones de crescimeno da culura do arroz para o Esado de Mao Grosso de 198 a Na área floresal, há evidências do esudo de Carvalho (29), uilizando o modelo shif-share para decompor a produção de celulose no Brasil em efeio área e efeio produividade no período de 196 a 27. O auor consaou que no período analisado o principal faor que conribuiu para o crescimeno da produção de celulose no país foi a produividade, uilizada no rabalho como proxy para o avanço ecnológico. O modelo shif-share ambém pode ser empregado para explicar os efeios da variação cambial sobre os preços dos produos agrícolas, por meio da decomposição do efeio oal de variação do preço expresso em ermos nacionais, mediane o efeio Dólar, proveniene de mudanças no preço inernacional e o efeio câmbio, resulane de alerações na axa de câmbio, como é o caso dos rabalhos de Silva e Carvalho (1995) e Reis e Campos (1998). Tendo em visa que rabalhos desa naureza êm sido pouco explorados, principalmene conemplando produos floresais, e dada a sua imporância, buscou-se decompor a variação do preço inernacional da borracha naural em moeda nacional nos dois efeios supraciados. Ambos esudos, ano de Silva e Carvalho (1995) quano de Reis e Campos (1998), consideraram que o preço de um bem comercializado no mercado exerno, em moeda nacional, é obido a parir do preço em Dólar e da axa de câmbio nominal adoada pelo Brasil. Todavia, Silva e Carvalho (1995) deerminaram esses efeios considerando uma análise cross secion, e Reis e Campos (1998) considerando um horizone emporal. De acordo com Krugman e Obsfeld (25), a axa de câmbio nominal refere-se ao preço relaivo de duas moedas. Essa axa diferencia-se da axa de câmbio real, que consise no preço relaivo de duas cesas de produo. Maemaicamene, a axa de câmbio real pode ser expressa por (equação 1): * E = e P P (1) em que E represena a axa de câmbio real; e corresponde à axa de câmbio nominal; P* consise no índice de preços do mercado nacional, correspondene ao IPA do Brasil; e P diz respeio ao índice de preços do mercado exerno, correspondene ao IPA dos Esados Unidos. Com base nesse princípio, verifica-se que a variação do preço borracha naural, expresso em ermos reais, para um período, é dada pela equação (2): PR = PD. E (2) Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 4

5 em que: PR = preço da borracha naural, em Real; PD = preço da borracha naural, em Dólar; e E = axa de câmbio real do Brasil (R$/US$). Similarmene, para obenção da variação do preço da borracha naural no período inicial ( PR ), basa considerar o produo enre seu preço, em Dólar, nese período inicial ( PD ) e a axa de câmbio real do Brasil, referene a esse período inicial ( E ). A equação (3) represena a variação no preço da borracha naural, em Real, quando apenas o preço em Dólar se alera. PD PR = PD.E (3) Em conraparida, quando a axa de câmbio se modifica, coeeris paribus, obém-se a equação (4): E PR = PD. E (4) Para deerminar a variação no preço da borracha naural, em Real, enre o período inicial e o período, uiliza-se a equação (5): PD PD PR PR = PR PR ) + ( PR PR ) (5) ( O componene PR PR indica a variação oal do preço da borracha naural, expresso em ermos reais, e decompõe-se no efeio preço inernacional, em Dólar, e efeio câmbio, represenados, respecivamene, pelo primeiro e segundo ermo do lado direio da equação (5). Conforme Silva e Carvalho (1995), o efeio preço isola as variações no preço de um produo agrícola, expresso em Real, resulane de variações de seu preço no mercado exerno, expresso em Dólar e o efeio câmbio segue o mesmo procedimeno com a axa de câmbio. Esses efeios podem ser expressos individualmene na forma de axas de crescimeno. Após manipulações maemáicas da equação (5), obém-se que a axa média mensal de variação do preço da borracha naural, em Real, em ermos percenuais, é expressa pela equação (6): PR r = 1.1 (6) PR A equação (6) corresponde ao efeio oal, que é decomposo, respecivamene, em efeio preço inernacional em Dólar e efeio câmbio, conforme equação (7): PD PD ( PR PR ) ( PR PR ) r =. r +. r (7) ( PR PR ) ( PR PR ) Supõe-se que o período inicial "" seja o mesmo que o período -1 na deerminação da axa mensal enre dois períodos. Para complemenar a análise, foi calculado o coeficiene de variação (CV), para os preços da borracha naural em moeda nacional, bem como da axa de câmbio, com o inuio de analisar a insabilidade dos preços no período. O coeficiene de variação pode ser obido pela equação (8). σ CV = x x.1 (8) MED x Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 5

6 em que: CV x = coeficiene de variação da variável x; σ x = desvio-padrão da variável x; MED x = média da variável x. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Anes de se iniciar a análise dos efeios do Dólar e do câmbio sobre os preços da borracha naural no Brasil, orna-se relevane analisar o comporameno dos preços e da axa de câmbio durane o período em esudo, o que foi feio a parir da Figura 1. A Figura 1 mosra que, durane o período em esudo, os preços inernacionais da borracha naural e a axa de câmbio apresenaram-se com oscilações. O mesmo aconeceu com os preços em moeda nacional (em Real), que sofreram grande influência dessas variações. 4, 3, Preço 2, 1,, jan/ nov/ se/1 jul/2 mai/3 mar/4 jan/5 nov/5 se/6 jul/7 mai/8 mar/9 Período (mês) Preço na Malásia (US$/kg) Preço em Moeda Nacional (R$/kg) Taxa de câmbio real Fone: Malaysian Rubber Exchange (29); IPEADATA (29). Figura 1 - Preços médios mensais da borracha naural e da axa média anual de câmbio real do Brasil, janeiro de 2 a dezembro de 29. Além disso, os preços da borracha naural em moeda nacional e na Malásia foram crescenes de janeiro de 2 a julho de 28. Após esse período apresenaram queda considerável aé julho de 29, devido à crise financeira mundial iniciada nos Esados Unidos (Figura 1). Mais precisamene, com a crise odos os subseores indusriais que uilizam a borracha naural reduziram sua produção, inclusive a indúsria pneumáica que é a maior consumidora mundial. Com o desaquecimeno do mercado auomobilísico, no final do ano de 28, houve subsancial redução na produção de pneus e, conseqüenemene, na demanda de borracha naural. Isso explica a queda observada nos preços naquele período. A parir de julho de 29, os preços começaram a aumenar novamene, mas, aé dezembro de 29 não inham aingido os mesmos níveis de meados de 28 (Figura 1). No Quadro 1, esão os resulados obidos na decomposição dos preços Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 6

7 inernacionais da borracha naural em moeda nacional, por meio do méodo shif-share. Quadro 1 - Decomposição da axa mensal de crescimeno do preço da borracha naural em moeda nacional, janeiro de 2 a dezembro de 29. Período E.T. E.D. E.C. Período E.T. E.D. E.C. Período E.T. E.D. E.C. jan/,,, mai/3-7,74-4,21-3,53 se/6-16,4-15,4-1, fev/ 5,58 6,21 -,63 jun/3 -,28,9 -,37 ou/6-3,98, -3,98 mar/ -1,6-9,63 -,96 jul/3 2,6 1,8,26 nov/6-1,2-11,24 1,4 abr/,46 -,97 1,43 ago/3 12,55 8,47 4,8 dez/6,95,82,13 mai/ -3,46-6,61 3,15 se/3 6,98 1,92-3,93 jan/7 15,82 17,96-2,13 jun/ -6,3-5,49 -,81 ou/3 18,1 2,44-2,43 fev/7 8,73 9,27 -,54 jul/ -5,37-2,9-3,28 nov/3 5,1 3,9 1,12 mar/7 -,33-1,34 1,1 ago/ 3,42 6,3-2,62 dez/3-6,91-6,99,8 abr/7 2,4 3,63-1,58 se/,13-1,76 1,89 jan/4-2,89 -,98-1,91 mai/7 2,4 3,82-1,42 ou/ 3,42 1,24 2,19 fev/4 5,33 3,45 1,88 jun/7-6,2-3,79-2,23 nov/ 2,19 -,74 2,93 mar/4 2,13 3,4-1,27 jul/7-7,43-5,32-2,11 dez/ 5,1 4,24,86 abr/4 -,64 -,28 -,35 ago/7 3,8 2,22,86 jan/1 -,53-2,41 1,88 mai/4 4,34-1,89 6,24 se/7-2,36 2,6-4,42 fev/1-3,57-3,77,21 jun/4-4,14-3,78 -,36 ou/7,4 5,86-5,82 mar/1-7,79-9,76 1,97 jul/4-7,82-3,87-3,95 nov/7 4,19 4,98 -,79 abr/1 6,59 2,58 4, ago/4-2,52 -,26-2,26 dez/7 2,2 3,43-1,23 mai/1 7,24 2,23 5, se/4-4,74 -,21-4,53 jan/8 3,95 4,36 -,41 jun/1 -,71-1,17,46 ou/4 5,14 5,56 -,42 fev/8 2,79 5,12-2,33 jul/1-4,83-5,8,25 nov/4-2,15,27-2,42 mar/8,27 -,56,83 ago/1 2,87 2,18,69 dez/4-7,71-4,2-3,52 abr/8 -,22,58 -,81 se/1 -,25-5,74 5,5 jan/5,96 1,5 -,55 mai/8 7,9 8,11-1,2 ou/1-2,64-1,6-1,58 fev/5 1,39 5,3-3,64 jun/8 5,15 8,18-3,3 nov/1-6,82 1,52-8,34 mar/5 3,1-1,21 4,32 jul/8,9 1,43 -,53 dez/1-1,97-2,98-7,98 abr/5-6,32-2,26-4,6 ago/8-9,4-8,2-1,1 jan/2 1,7 9,51 1,19 mai/5-4,9 -,53-4,37 se/8 5,97-3,63 9,6 fev/2 9,87 8,21 1,66 jun/5 4,82 5,7 -,88 ou/8-23,23-31,93 8,7 mar/2 11,41 13,52-2,1 jul/5 11,2 1,86,34 nov/8-12,84-12,5 -,79 abr/2-2,55-1,46-1,9 ago/5 2,4,69 1,35 dez/8-25,71-27,9 2,19 mai/2 5,72,15 5,57 se/5 1,3 9,69,34 jan/9 13,8 16,76-3,67 jun/2 3,67 22,31 8,36 ou/5 4,31 4,33 -,1 fev/9-3,35-2,79 -,56 jul/2 5,31 -,1 5,4 nov/5-7,89-4,31-3,57 mar/9 1,24,43,81 ago/2 4,94 2,7 2,87 dez/5 7,39 4,18 3,21 abr/9 6,92 11,37-4,45 se/2 13,27 8,79 4,48 jan/6 6,97 7,53 -,56 mai/9-1,26 4,53-5,8 Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 7

8 ou/2 2,58-5,15 7,73 fev/6 2,95 9,82-6,87 jun/9-2,81 -,27-2,55 nov/2-12,35,3-12,65 mar/6 -,4-1,,6 jul/9 2,1 3,16-1,6 dez/2-1,65,2-1,85 abr/6 2,5 2,11,39 ago/9 1,65 14,27-3,62 jan/3 -,62 5,21-5,83 mai/6 13,47 1,43 3,4 se/9 6,2 8,3-2,1 fev/3 9,33 4,7 4,63 jun/6 11,49 8,96 2,54 ou/9 4,86 9,24-4,39 mar/3-2,95,43-3,38 jul/6-3,91-1,57-2,34 nov/9 4,1 3,4,71 abr/3-17,62-5,96-11,66 ago/6-8,25-6,94-1,31 dez/9 19,78 17,54 2,23 Fone: Dados da Pesquisa. Noa: E. T. = Efeio Toal; E. D. = Efeio Dólar; E. C. = Efeio câmbio. O coeficiene de variação (CV) mosrou que os preços da borracha naural, em moeda nacional, apresenaram cera insabilidade (CV=19,47%). Essa variação decorreu, em maior proporção, em razão do efeio Dólar e, em menor proporção, ao efeio câmbio, pois o preço em Dólar apresenou maior variação (CV=34,11%) que a axa de câmbio (CV=21,8%). As variações ocorridas no preço em Dólar e na axa de câmbio jusificam a grande variação ocorrida no preço em moeda nacional. Com base nos resulados apresenados no Quadro 1, consaa-se que ocorreram grandes variações dos preços inernacionais da borracha naural em moeda nacional, quando se calculou as axas mensais de crescimeno (efeio oal). A maior variação ocorreu em junho de 22, quando o preço da borracha naural aumenou 3,67% em relação a maio do mesmo ano. Esse aumeno no preço em moeda nacional eve como principal conribuição o aumeno do preço em Dólar (efeio Dólar), que variou 22,31%, acompanhado de uma variação de 8,36% na axa de câmbio (efeio câmbio). Após esse período, houve um aumeno gradaivo na axa mensal de crescimeno do preço da borracha naural em moeda nacional, com oscilações de axas posiivas e negaivas. A maior redução ocorreu em dezembro de 28, chegando a -25,71%. Essa axa negaiva é composa pela soma do efeio Dólar de -27,9% e do efeio câmbio de 2,19% (Quadro 1). Observou-se nese esudo o predomínio do efeio Dólar, com o efeio câmbio relaivamene menor na decomposição dos preços em moeda nacional. Os efeios Dólar posiivos ocorridos em junho de 22, ouubro de 23, maio, 26, janeiro de 27, agoso de 29 e dezembro de 29, provocaram as maiores variações posiivas no preço em moeda nacional. Os efeios Dólar negaivos observados em abril de 23, seembro de 26, ouubro de 28 e dezembro de 28, puxaram os preços em moeda nacional para baixo, provocando as maiores variações negaivas. Os preços aqui praicados na maioria dos anos sob análise eve origem na Bolsa da Malásia. De ouro modo, as coações diárias da borracha naural na Malaysian Rubber Exchange eve reflexo direo no mercado inerno (SOARES, e al, 28 a), uma vez que se oma o preço da borracha naural na referida Bolsa e adicionam-se os cusos relaivos à imporação do produo para se ober o preço nacional (PIZZOL, 24; ROSSMANN e GAMEIRO, 26). Isso pode explicar o fao do efeio Dólar er sido maior que o efeio câmbio na decomposição dos preços nacionais. Porém, o efeio câmbio eve grande relevância em novembro de 22, abril de Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 8

9 23, maio de 24, seembro de 24, março a maio de 25 e seembro de 28, quando suprimiu o efeio Dólar. Isso ocorreu em conseqüência das variações ocorridas na axa de câmbio nesses meses. Mesmo o Dólar apresenando uma influência maior sobre os preços inernacionais da borracha naural em moeda nacional, orna-se relevane considerar que as variações na axa de câmbio conribuíram com cera imporância para a variabilidade dos preços do produo em moeda nacional. Para Silva & Carvalho (1995), a variação real do câmbio ano pode elevar como reduzir a variabilidade dos preços em moeda nacional. Aumenará a variabilidade se, predominanemene, nos períodos em que a moeda esiver valorizada, os preços em Dólar esiverem em queda, e vice-versa. Se aconecer o inverso, a insabilidade será menor quando calculada sobre o preço em moeda nacional. Acrescena-se, ainda, que no caso específico da borracha naural, variações reais no câmbio somam-se aos efeios dos subsídios à produção de ouros países que, há longa daa, vêm provocando redução nos preços inernacionais do produo e, conseqüenemene, nos preços nacionais, com implicações sobre a produção e as imporações brasileiras, conforme observou Soares e al (28 b). Nauralmene, a produção não depende somene dos preços, mas ese é um imporane componene. 4. CONCLUSÕES Diane dos resulados obidos, pode-se concluir que o comporameno do preço da borracha naural em moeda nacional foi semelhane ao dos preços em Dólar no período analisado. Tal fao mosra que os preços em Dólar, ou seja, os preços na Malaysian Rubber Exchange iveram maior influência sobre os preços em Real que as axas de câmbio adoadas pelo Brasil no período sob análise. A inensidade do efeio Dólar na variabilidade dos preços da borracha naural em moeda nacional dependeu da inensidade da variação da axa de câmbio, mosrando que a variação no câmbio pode reduzir, anular ou poencializar o efeio da variação do Dólar nos preços. Porano, a adoção de uma axa de câmbio que valorize a moeda nacional pode apresenar conseqüências danosas para o segmeno produor de borracha naural no Brasil, não devendo ser desconsiderada na elaboração de políicas públicas para o desenvolvimeno do agronegócio da borracha naural no país, mesmo os preços na Malaysian Rubber Exchange sendo mais imporanes para explicar o comporameno dos preços do elasômero no Brasil. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGRIANUAL. Anuário esaísico da agriculura brasileira. São Paulo: FNP Consuloria e Comércio, 21. ALMEIDA, P. N. A. Fones de crescimeno e sisema produivo da oriziculura no Mao Grosso. Piracicaba: ESALQ/USP, p. Disseração (Mesrado em Ciências) Universidade de São Paulo, 23. BEGA, R. M. Heveiculura: alernaiva para o pequeno proprieário rural no noroese paulisa. Viçosa, MG: UFV, f. Monografia (Especialização em Gesão do Agronegócio) Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 9

10 BORRACHA NATURAL BRASILEIRA. Borracha Naural. Disponível em: <hp:// Acesso em: 12/12/29. CARVALHO, K. H. A. de. Efeio da área e da produividade na produção de celulose no Brasil. Viçosa, MG: UFV, f. Monografia (Graduação em Engenharia Floresal) Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. CURI, W. F. Eficiência e fones de crescimeno da agriculura mineira na dinâmica de ajusamenos da economia brasileira. Viçosa: UFV, p. Tese (Douorado em Economia Rural) Universidade Federal de Viçosa, CURTIS, W. C. Shif-share analysis as a echnique in rural developmen research. American Journal of Agriculural Economics, v.54, n.2, p.267-7, May FELIPE, F. I.; MAXIMIANO, M. L. Dinâmica da agriculura no Esado de São Paulo enre : uma análise aravés do modelo shif-share. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 46, 28. Anais... Rio Branco, AC: SOBER, 28. CD-ROM. FERNANDES, T. J. G. Conribuição dos cerificados de emissões reduzidas (CERs) na viabilidade econômica da heveiculura. Viçosa, MG: UFV, f. Disseração (Mesrado em Ciência Floresal) Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS - FGV. Indicadores e Esaísicas. Conjunura Econômica, RJ (vários anos). GAMEIRO, A. H.; GAMEIRO, M. B. P. Relação enre preço e consumo das borrachas naural e sinéica no mundo, período 1981 a 2. Informações Econômicas, São Paulo, v. 32, n.11, p. 7-15, nov. 22. IGREJA, A. C. M.; CARMO, M. S.; GALVÃO, C. A.; PELLEGRINI, R. M. P. Análise quaniaiva do desempenho da agriculura paulisa, Agriculura em São Paulo, São Paulo, v.3, n.1/2, p , INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA IPEA. IPEADATA. (29). Disponível em: hp:// Acesso em: 3/1/21. KRUGMAN, P. R.; OBSTFELD, M. Economia Inernacional: eoria e políica. São Paulo: Pearson Addison Wesley, p. MALAYSIAN RUBBER EXCHANGE. Monhly Average. Disponível em: <hp:// Acesso em: 3/1/21. Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 1

11 MERA, R. D. M. Análise economérica da esruura de mercado mundial de borracha naural. Viçosa, MG: UFV, f. Disseração (Mesrado em Economia Rural), Universidade Federal de Viçosa, MOREIRA, C. G. Fones de crescimeno das principais culuras do Rio Grande do Nore Piracicaba: ESALQ/USP, p. Disseração (Mesrado em Ciências) Universidade de São Paulo, PATRICK, G. F. Fones de crescimeno da agriculura brasileira: o seor de culuras. In: CONTADOR, C. R. Tecnologia e desenvolvimeno agrícola. Rio de Janeiro, IPEA/INPES, 1975, p (Série Monográfica, 17). PIZZOL, S. J. S. de. Mercado brasileiro de borracha naural em 23 e expecaiva para 24. Floresar Esaísico, v. 7, n. 16, p , jul./24. REIS, S. M.; CAMPOS, R. T. Efeios da axa de câmbio sobre os preços do cacau. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 36, Anais... Poços de Caldas, MG: SOBER, 1998, v. II, p ROSSMANN, H.; GAMEIRO, A. H. O Fuuro da Heveiculura Brasileira. Floresar Esaísico, v. 9, n. 18, p , nov./26. SHIKIDA, P. F. A.; ALVES, L. R. A. Panorama esruural, dinâmica de crescimeno e esraégias ecnológicas da agroindúsria canavieira paranaense. Nova Economia, Belo Horizone, v. 11, n.2, p , dez. 21. SILVA, C. R. L. da; CARVALHO, M. A. de.taxa de câmbio e preços de commodiies agrícolas. Informações Econômicas, São Paulo, v. 25, n.5, p.23-35, Maio SOARES, N. S.; SILVA, M. L. da; LIMA, J. E. de; ROSADO, P. L. Relação enre os Preços da Borracha Naural nos Mercados Domésico e Inernacional. Revisa de Políica Agrícola, Brasília, Ano XVII, n.3, jul./ago./se., p , 28 (a). SOARES, N. S.; SILVA, M. L. da; VALVERDE, S. R.; ALVES, R. R.; SANTOS, F. L. Análise Economérica da Demanda Brasileira de Imporação de Borracha Naural, de 1964 a 25. Revisa Árvore, Viçosa, v.32, p , 28 (b). SOUZA, P. M. de; LIMA, J. E. de. Mudanças na composição da produção agrícola no Brasil, Revisa Econômica do Nordese, Foraleza, v. 33, n.3, p , 22. YOKOYAMA, L. P. O crescimeno da produção e modernização das lavouras em Goiás no período Piracicaba: ESALQ/USP, p. Disseração (Mesrado em Ciências) Universidade de São Paulo, Sociedade Brasileira de Economia, Adminisração e Sociologia Rural 11

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Influência da taxa de câmbio e do dólar sobre os preços da... INFLUÊNCIA DA TAXA DE CÂMBIO E DO DÓLAR SOBRE OS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL BRASILEIRA 1

Influência da taxa de câmbio e do dólar sobre os preços da... INFLUÊNCIA DA TAXA DE CÂMBIO E DO DÓLAR SOBRE OS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL BRASILEIRA 1 Influência da axa de câmbio e do dólar sobre os preços da... 339 INFLUÊNCIA DA TAXA DE CÂMBIO E DO DÓLAR SOBRE OS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL BRASILEIRA 1 Naisy Silva Soares 2, Márcio Lopes da Silva 3 e

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1

EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1 ISSN 188-981X 18 18 EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1 Effec of cassava price variaion in Alagoas over producion gross value Manuel Albero Guiérrez CUENCA

Leia mais

Demanda Brasileira de Importação de Borracha Natural, 1965-2005

Demanda Brasileira de Importação de Borracha Natural, 1965-2005 DEMANDA BRASILEIRA DE IMPORTAÇÃO DE BORRACHA NATURAL, 1965-2005 NAISY SILVA SOARES; SEBASTIÃO RENATO VALVERDE; MÁRCIO LOPES DA SILVA; ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; MARCELO JOSÉ BRAGA. UNIVERSIDADE FEDERAL DE

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

Análise da competitividade do algodão e da soja de Mato Grosso entre 1990 e 2006

Análise da competitividade do algodão e da soja de Mato Grosso entre 1990 e 2006 189 Análise da compeiividade do algodão e da soja de Mao Grosso enre 1990 e 2006 Resumo Sonia Sueli Serafim de Souza e Sandra Crisina de Moura Bonjour Ese arigo eve como objeivo fazer uma análise da compeiividade

Leia mais

MUDANÇAS CAMBIAIS E O EFEITO DOS FATORES DE CRESCIMENTO DAS RECEITAS DE EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE SOJA 1 2

MUDANÇAS CAMBIAIS E O EFEITO DOS FATORES DE CRESCIMENTO DAS RECEITAS DE EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE SOJA 1 2 Sonia Sueli Serafim de Souza, Janice Alves Lamera, ISSN 1679-1614 Sandra Crisina de Moura Bonjour & Adriano Marcos Rodrigues Figueiredo MUDANÇAS CAMBIAIS E O EFEITO DOS FATORES DE CRESCIMENTO DAS RECEITAS

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produividade no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho Samuel de Abreu Pessôa Resumo Esse arigo consrói uma série de horas rabalhadas para a

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

Relações de troca, sazonalidade e margens de comercialização de carne de frango na Região Metropolitana de Belém no período 1997-2004

Relações de troca, sazonalidade e margens de comercialização de carne de frango na Região Metropolitana de Belém no período 1997-2004 RELAÇÕES DE TROCA, SAZONALIDADE E MARGENS DE COMERCIALIZAÇÃO DE CARNE DE FRANGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM NO PERÍODO 1997-2004 MARCOS ANTÔNIO SOUZA DOS SANTOS; FABRÍCIO KHOURY REBELLO; MARIA LÚCIA

Leia mais

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo?

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo? Boom nas vendas de auoveículos via crédio faro, preços baixos e confiança em ala: o caso de um ciclo? Fábio Auguso Reis Gomes * Fabio Maciel Ramos ** RESUMO - A proposa dese rabalho é conribuir para o

Leia mais

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica Taxa de Juros e Desempenho da Agriculura Uma Análise Macroeconômica Humbero Francisco Silva Spolador Geraldo San Ana de Camargo Barros Resumo: Ese rabalho em como obeivo mensurar os efeios das axas de

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

A dinâmica do emprego formal na região Norte do estado do Rio de Janeiro, nas últimas duas décadas

A dinâmica do emprego formal na região Norte do estado do Rio de Janeiro, nas últimas duas décadas A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas Helio Junior de Souza Crespo Insiuo Federal Fluminense-IFF E-mail: hjunior@iff.edu.br Paulo Marcelo de Souza

Leia mais

OS EFEITOS DO CRÉDITO RURAL E DA GERAÇÃO DE PATENTES SOBRE A PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA hfsspola@esalq.usp.br

OS EFEITOS DO CRÉDITO RURAL E DA GERAÇÃO DE PATENTES SOBRE A PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA hfsspola@esalq.usp.br OS EFEITOS DO CRÉDITO RURAL E DA GERAÇÃO DE PATENTES SOBRE A PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA hfsspola@esalq.usp.br Apresenação Oral-Ciência, Pesquisa e Transferência de Tecnologia HUMBERTO FRANCISCO SILVA

Leia mais

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS STC/ 08 17 à 22 de ouubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE

Leia mais

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012 1 Análise econômica dos benefícios advindos do uso de carões de crédio e débio Ouubro de 2012 Inrodução 2 Premissas do Esudo: Maior uso de carões aumena a formalização da economia; e Maior uso de carões

Leia mais

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010 AVALIAÇÃO ATUARIAL Daa da Avaliação: 3/2/200 Dados do Plano Nome do Plano: CEEEPREV CNPB: 20.020.04-56 Parocinadoras: Companhia Esadual de Geração e Transmissão de Energia Elérica CEEE-GT Companhia Esadual

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Peloas UFPEL Deparameno de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capíulo 6 Conabilidade Ambienal Nacional Peloas, 2010 6.1 Inrodução O lado moneário

Leia mais

4 Cenários de estresse

4 Cenários de estresse 4 Cenários de esresse Os cenários de esresse são simulações para avaliar a adequação de capial ao limie de Basiléia numa deerminada daa. Sua finalidade é medir a capacidade de o PR das insiuições bancárias

Leia mais

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB Revisa Fafibe On Line n.3 ago. 007 ISSN 808-6993 www.fafibe.br/revisaonline Faculdades Inegradas Fafibe Bebedouro SP Influência de Variáveis Meeorológicas sobre a Incidência de Meningie em Campina Grande

Leia mais

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE Luiz Carlos Takao Yamaguchi Pesquisador Embrapa Gado de Leie e Professor Adjuno da Faculdade de Economia do Insiuo Vianna Júnior.

Leia mais

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

Variabilidade e pass-through da taxa de câmbio: o caso do Brasil

Variabilidade e pass-through da taxa de câmbio: o caso do Brasil Variabilidade e pass-hrough da axa de câmbio: o caso do Brasil André Minella Banco Cenral do Brasil VI Seminário de Meas para a Inflação Agoso 005 Disclaimer: Esa apresenação é de responsabilidade do auor,

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.383. I - Abordagem do Indicador Básico; II - Abordagem Padronizada Alternativa; III - Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada.

CIRCULAR Nº 3.383. I - Abordagem do Indicador Básico; II - Abordagem Padronizada Alternativa; III - Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada. TÍTULO : DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS 29 Página 1 de 7 CIRCULAR Nº.8 Esabelece os procedimenos para o cálculo da parcela do Parimônio de Referência Exigido (PRE) referene ao risco operacional (P OPR ), de

Leia mais

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias **

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** Resumo O inuio é invesigar como e em que grau um choque de produividade ocorrido

Leia mais

Perspectivas para a inflação

Perspectivas para a inflação Perspecivas para a inflação 6 Ese capíulo do Relaório de Inflação apresena a avaliação feia pelo Copom sobre o comporameno da economia brasileira e do cenário inernacional desde a divulgação do Relaório

Leia mais

Dinâmica de interação da praga da cana-de-açúcar com seu parasitóide Trichogramma galloi

Dinâmica de interação da praga da cana-de-açúcar com seu parasitóide Trichogramma galloi Dinâmica de ineração da praga da cana-de-açúcar com seu parasióide Trichogramma galloi Elizabeh de Holanda Limeira 1, Mara Rafikov 2 1 Universidade Federal do ABC - UFABC, Sano André, Brasil, behmacampinas@yahoo.com.br

Leia mais

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA.

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA. UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA Área: ECONOMIA COELHO JUNIOR, Juarez da Silva PONTILI, Rosangela Maria

Leia mais

COMPORTAMENTO DO PREÇO NO COMPLEXO SOJA: UMA ANÁLISE DE COINTEGRAÇÃO E DE CAUSALIDADE

COMPORTAMENTO DO PREÇO NO COMPLEXO SOJA: UMA ANÁLISE DE COINTEGRAÇÃO E DE CAUSALIDADE COMPORTAMENTO DO PREÇO NO COMPLEXO SOJA: UMA ANÁLISE DE COINTEGRAÇÃO E DE CAUSALIDADE RESUMO Ese rabalho objeiva esudar o comporameno recene dos preços dos segmenos do complexo soja, em paricular, a ransmissão

Leia mais

Working Paper Impacto do investimento estrangeiro direto sobre renda, emprego, finanças públicas e balanço de pagamentos

Working Paper Impacto do investimento estrangeiro direto sobre renda, emprego, finanças públicas e balanço de pagamentos econsor www.econsor.eu Der Open-Access-Publikaionsserver der ZBW Leibniz-Informaionszenrum Wirscaf Te Open Access Publicaion Server of e ZBW Leibniz Informaion Cenre for Economics Gonçalves, Reinaldo Working

Leia mais

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000)

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) José Ronaldo de Casro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) Belo Horizone, MG UFMG/CEDEPLAR 2002 José Ronaldo de Casro Souza Júnior

Leia mais

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México A axa de câmbio consiui variável fundamenal em economias aberas, pois represena imporane componene do preço relaivo de bens, serviços e aivos, ou

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013 CIRCULAR Nº.640, DE 4 DE MARÇO DE 20 Esabelece os procedimenos para o cálculo da parcela dos aivos ponderados pelo risco (RWA), relaiva ao cálculo do capial requerido para o risco operacional mediane abordagem

Leia mais

Jovens no mercado de trabalho formal brasileiro: o que há de novo no ingresso dos ocupados? 1

Jovens no mercado de trabalho formal brasileiro: o que há de novo no ingresso dos ocupados? 1 Jovens no mercado de rabalho formal brasileiro: o que há de novo no ingresso dos ocupados? 1 Luís Abel da Silva Filho 2 Fábio José Ferreira da Silva 3 Silvana Nunes de Queiroz 4 Resumo: Nos anos 1990,

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO 78 EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL Pâmela Amado Trisão¹ Kelmara Mendes Vieira² Paulo Sergio Cerea³ Reisoli

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO ANÁLISE DO DESEMPENHO DA BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ESTIMAÇÕES DAS ELASTICIDADES DAS FUNÇÕES DA

Leia mais

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 IV SEMEAD METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 RESUMO Uma das ferramenas de gesão do risco de mercado

Leia mais

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS VIEIRA, Douglas Tadeu. TCC, Ciências Econômicas, Fecilcam, vieira.douglas@gmail.com PONTILI,

Leia mais

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo Uma avaliação da poupança em cona correne do governo Manoel Carlos de Casro Pires * Inrodução O insrumeno de políica fiscal em vários ojeivos e não é surpreendene que, ao se deerminar uma mea de superávi

Leia mais

Integração na criação de frangos de corte na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco

Integração na criação de frangos de corte na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco Adelson Marins Figueiredo Pedro Anônio dos Sanos Robero Sanolin Brício dos Sanos Reis Resumo:

Leia mais

Análise de séries de tempo: modelos de decomposição

Análise de séries de tempo: modelos de decomposição Análise de séries de empo: modelos de decomposição Profa. Dra. Liane Werner Séries de emporais - Inrodução Uma série emporal é qualquer conjuno de observações ordenadas no empo. Dados adminisraivos, econômicos,

Leia mais

2 Fluxos de capitais, integração financeira e crescimento econômico.

2 Fluxos de capitais, integração financeira e crescimento econômico. 2 Fluxos de capiais, inegração financeira e crescimeno econômico. O objeivo dese capíulo é apresenar em dealhes as variáveis fundamenais enconradas na lieraura que deerminam o crescimeno de longo prazo

Leia mais

Palavras-chave: Posição Relativa do Mercado; Vantagem Comparativa; Constant-Market-Share; Competitividade.

Palavras-chave: Posição Relativa do Mercado; Vantagem Comparativa; Constant-Market-Share; Competitividade. O desempenho das exporações brasileiras de amêndoas de casanha-de-cau enre os anos de 2007 e 2011 The performance of cashew-nus expors from Brazil beween 2007 and 2011 Renao Drogue Macedo Universidade

Leia mais

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Composição Óima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Brasília 2011 MINISTRO DA FAZENDA Guido Manega SECRETÁRIO-EXECUTIVO Nelson Henrique Barbosa Filho SECRETÁRIO DO TESOURO

Leia mais

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa?

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa? 3 O impaco de choques exernos sobre a inflação e o produo dos países em desenvolvimeno: o grau de aberura comercial impora? 3.1.Inrodução Todas as economias esão sujeias a choques exernos. Enreano, a presença

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

A Produtividade do Capital no Brasil de 1950 a 2002

A Produtividade do Capital no Brasil de 1950 a 2002 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Insiuo de Ciências Humanas Deparameno de Economia DOUTORADO EM ECONOMIA A Produividade do Capial no Brasil de 1950 a 2002 Aumara Feu Orienador: Prof. Maurício Baraa de Paula Pino

Leia mais

Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos testes de sustentabilidade da política fiscal.

Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos testes de sustentabilidade da política fiscal. IPES Texo para Discussão Publicação do Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos eses de susenabilidade da políica fiscal. Luís Anônio Sleimann

Leia mais

2. Referencial Teórico

2. Referencial Teórico 15 2. Referencial Teórico Se os mercados fossem eficienes e não houvesse imperfeições, iso é, se os mercados fossem eficienes na hora de difundir informações novas e fossem livres de impedimenos, índices

Leia mais

Pobreza e Desigualdade de Renda no Brasil Rural: Uma Análise da Queda Recente 1

Pobreza e Desigualdade de Renda no Brasil Rural: Uma Análise da Queda Recente 1 POBREZA E DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL RURAL: UMA ANÁLISE DA QUEDA RECENTE seven.helfand@ucr.edu Apresenação Oral-Evolução e esruura da agropecuária no Brasil STEVEN M. HELFAND 1 ; RUDI ROCHA 2 ; HENRIQUE

Leia mais

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 Paulo J. Körbes 2 Marcelo Marins Paganoi 3 RESUMO O objeivo dese esudo foi verificar se exise influência de evenos de vencimeno de conraos de opções sobre

Leia mais

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001 O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 970-200 Ricardo Candéa Sá Barreo * Ahmad Saeed Khan ** SINOPSE Ese rabalho em como objeivo analisar o impaco dos invesimenos na economia cearense

Leia mais

O impacto de requerimentos de capital na oferta de crédito bancário no Brasil

O impacto de requerimentos de capital na oferta de crédito bancário no Brasil O impaco de requerimenos de capial na ofera de crédio bancário no Brasil Denis Blum Rais e Silva Tendências Márcio I. Nakane Depep II Seminário Anual sobre Riscos, Esabilidade Financeira e Economia Bancária

Leia mais

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA 0 Capíulo 5: Inrodução às Séries emporais e aos odelos ARIA Nese capíulo faremos uma inrodução às séries emporais. O nosso objeivo aqui é puramene operacional e esaremos mais preocupados com as definições

Leia mais

O mercado brasileiro da soja: um estudo de transmissão, causalidade e cointegração de preços entre 2001 e 2009

O mercado brasileiro da soja: um estudo de transmissão, causalidade e cointegração de preços entre 2001 e 2009 Sinop, MT, Brasil, 18 a 22 de ouubro de 2010. O mercado brasileiro da soja: um esudo de ransmissão, causalidade e coinegração de preços enre 2001 e 2009 Gilbero Siso Fernández (UNEMAT) gilbsis@gmail.com

Leia mais

Função definida por várias sentenças

Função definida por várias sentenças Ese caderno didáico em por objeivo o esudo de função definida por várias senenças. Nese maerial você erá disponível: Uma siuação que descreve várias senenças maemáicas que compõem a função. Diversas aividades

Leia mais

BLOCO 9 PROBLEMAS: PROBLEMA 1

BLOCO 9 PROBLEMAS: PROBLEMA 1 BLOCO 9 ASSUNTOS: Análise de Invesimenos Valor Acual Líquido (VAL) Taxa Inerna de Renabilidade (TIR) Rácio Benefício - Cuso (RBC) Tempo de Recuperação (TR) PROBLEMAS: PROBLEMA 1 Perane a previsão de prejuízos

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas Departamento de Economia Contabilidade Social Professor Rodrigo Nobre Fernandez Lista de Exercícios I - Gabarito

Universidade Federal de Pelotas Departamento de Economia Contabilidade Social Professor Rodrigo Nobre Fernandez Lista de Exercícios I - Gabarito 1 Universidade Federal de Peloas Deparameno de Economia Conabilidade Social Professor Rodrigo Nobre Fernandez Lisa de Exercícios I - Gabario 1. Idenifique na lisa abaixo quais variáveis são e fluxo e quais

Leia mais

CRESCIMENTO E PRODUTIVIDADE NO BRASIL: O QUE NOS DIZ O REGISTRO DE LONGO PRAZO

CRESCIMENTO E PRODUTIVIDADE NO BRASIL: O QUE NOS DIZ O REGISTRO DE LONGO PRAZO CRESCIMENTO E PRODUTIVIDADE NO BRASIL: O QUE NOS DIZ O REGISTRO DE LONGO PRAZO (Maio de 2001) (Versão preliminar. Somene para comenários. Favor não ciar) Inrodução 3 E. Bacha 1 R. Bonelli 2 Após duas décadas

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO SÃO PAULO 2007 Livros Gráis hp://www.livrosgrais.com.br

Leia mais

2 Relação entre câmbio real e preços de commodities

2 Relação entre câmbio real e preços de commodities 18 2 Relação enre câmbio real e preços de commodiies Na exensa lieraura sobre o cálculo da axa de câmbio de longo prazo, grande pare dos modelos economéricos esimados incluem os ermos de roca como um dos

Leia mais

BEM-ESTAR ECONÔMICO: APLICAÇÃO DE INDICADOR SINTÉTICO PARA OS ESTADOS BRASILEIROS

BEM-ESTAR ECONÔMICO: APLICAÇÃO DE INDICADOR SINTÉTICO PARA OS ESTADOS BRASILEIROS BEM-ESTAR ECONÔMICO: APLICAÇÃO DE INDICADOR SINTÉTICO PARA OS ESTADOS BRASILEIROS Cláudia Bueno Rocha Vidigal 1, Ana Lúcia Kassouf 2, Vinícius Gonçalves Vidigal 3 RESUMO Amplamene relacionado à forma com

Leia mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO PREÇO DA SÉRIE DE CANA-DE-AÇÚCAR

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO PREÇO DA SÉRIE DE CANA-DE-AÇÚCAR ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO PREÇO DA SÉRIE DE CANA-DE-AÇÚCAR RESUMO O presene rabalho em como objeivo esudar o comporameno das fluuações de preço da série da cana-de-açúcar. Traa-se de um esudo de caso

Leia mais

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro Análise do preço e produção de peróleo sobre a lucraividade das empresas perolíferas Luciano Jorge de Carvalho Junior Rosemarie Bröker Bone Eduardo Ponual Ribeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro

Leia mais

AJUSTES NOS MERCADOS DE ÁLCOOL E GASOLINA NO PROCESSO DE DESREGULAMENTAÇÃO

AJUSTES NOS MERCADOS DE ÁLCOOL E GASOLINA NO PROCESSO DE DESREGULAMENTAÇÃO AJUSTES NOS MERCADOS DE ÁLCOOL E GASOLINA NO PROCESSO DE DESREGULAMENTAÇÃO MARTA CRISTINA MARJOTTA-MAISTRO Tese apresenada à Escola Superior de Agriculura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo, para

Leia mais

A EFICÁCIA DO CRÉDITO COMO CANAL DE TRANSMISSÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL: ESTRATÉGIA DE IDENTIFICAÇÃO DA OFERTA E DEMANDA DE CRÉDITO

A EFICÁCIA DO CRÉDITO COMO CANAL DE TRANSMISSÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL: ESTRATÉGIA DE IDENTIFICAÇÃO DA OFERTA E DEMANDA DE CRÉDITO A EFICÁCIA DO CRÉDITO COMO CANAL DE TRANSMISSÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL: ESTRATÉGIA DE IDENTIFICAÇÃO DA OFERTA E DEMANDA DE CRÉDITO Thamirys Figueredo Evangelisa 1 Eliane Crisina de Araújo Sbardellai

Leia mais

Centro Federal de EducaçãoTecnológica 28/11/2012

Centro Federal de EducaçãoTecnológica 28/11/2012 Análise da Dinâmica da Volailidade dos Preços a visa do Café Arábica: Aplicação dos Modelos Heeroscedásicos Carlos Albero Gonçalves da Silva Luciano Moraes Cenro Federal de EducaçãoTecnológica 8//0 Objevos

Leia mais

4. A procura do setor privado. 4. A procura do setor privado 4.1. Consumo 4.2. Investimento. Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 8

4. A procura do setor privado. 4. A procura do setor privado 4.1. Consumo 4.2. Investimento. Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 8 4. A procura do seor privado 4. A procura do seor privado 4.. Consumo 4.2. Invesimeno Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capíulo 8 4.2. Invesimeno - sock de capial óimo Conceios Inroduórios Capial - Bens de produção

Leia mais

Câmbio de Equilíbrio

Câmbio de Equilíbrio Câmbio de Equilíbrio Seção 1 Meodologia do cálculo do câmbio...4 Seção 2 - Passivo Exerno... 11 Seção 3 Susenabilidade do Passivo Exerno... 15 Seção 4 - Esimaivas... 17 Seção 5 - Conclusão... 20 2 Inrodução

Leia mais

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Ciências Físico Químicas 9º ano Movimenos e Forças 1.º Período 1.º Unidade 2010 / 2011 Massa, Força Gravíica e Força de Ario 1 - A bordo de um vaivém espacial, segue um

Leia mais

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL FRANCISCO CARLOS CUNHA CASSUCE; CARLOS ANDRÉ DA SILVA MÜLLER; ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA

Leia mais

UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PPGA CURSO DE MESTRADO

UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PPGA CURSO DE MESTRADO UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PPGA CURSO DE MESTRADO MODELO INTEGRADO PARA PREVISÃO DE VENDAS COMO UMA FERRAMENTA DE COMPETITIVIDADE: UM ESTUDO DE CASO EM UMA

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário Inrodução 5 Gerador de funções 6 Caracerísicas de geradores de funções 6 Tipos de sinal fornecidos 6 Faixa de freqüência 7 Tensão máxima de pico a pico na saída 7 Impedância de saída 7 Disposiivos

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 8 Inrodução a Cinemáica dos Fluidos Tópicos Abordados Nesa Aula Cinemáica dos Fluidos. Definição de Vazão Volumérica. Vazão em Massa e Vazão em Peso. Definição A cinemáica dos fluidos é a ramificação

Leia mais

Boletim Económico Inverno 2006

Boletim Económico Inverno 2006 Boleim Económico Inverno 2006 Volume 12, Número 4 Disponível em www.bporugal.p Publicações BANCO DE PORTUGAL Deparameno de Esudos Económicos Av. Almirane Reis, 71-6.º andar 1150-012 Lisboa Disribuição

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO RESUMO

CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO RESUMO CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO VIVIANE SEDA BITTENCOURT (IBRE/FGV) E ANDREI GOMES SIMONASSI (CAEN/UFC) RESUMO O rabalho avalia a dinâmica

Leia mais

Funções de Exportação de Alimentos para o Brasil. Maria Auxiliadora de Carvalho Instituto de Economia Agrícola

Funções de Exportação de Alimentos para o Brasil. Maria Auxiliadora de Carvalho Instituto de Economia Agrícola Funções de Exporação de Alimenos para o Brasil Maria Auxiliadora de Carvalho Insiuo de Economia Agrícola César Robero Leie da Silva PUCSP e Insiuo de Economia Agrícola Resumo: A segurança alimenar é uma

Leia mais

Relações Comerciais e de Preços no Mercado Nacional de Combustíveis 1

Relações Comerciais e de Preços no Mercado Nacional de Combustíveis 1 1 Relações Comerciais e de Preços no Mercado Nacional de Combusíveis 1 Mara Crisina Marjoa-Maisro 2 Geraldo San Ana de Camargo Barros 3 Arigo elaborado em fevereiro/2002 Aprovado para o XL Congresso Brasileiro

Leia mais

Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elétrica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil

Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elétrica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elérica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil Resumo Ese rabalho propõe a aplicação do modelo ARX para projear o consumo residencial de energia elérica

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

O CÁLCULO DOS SALDOS AJUSTADOS DO CICLO NO BANCO DE PORTUGAL: UMA ACTUALIZAÇÃO*

O CÁLCULO DOS SALDOS AJUSTADOS DO CICLO NO BANCO DE PORTUGAL: UMA ACTUALIZAÇÃO* Arigos Inverno 2006 O CÁLCULO DOS SALDOS AJUSTADOS DO CICLO NO BANCO DE PORTUGAL: UMA ACTUALIZAÇÃO* Cláudia Rodrigues Braz** 1. INTRODUÇÃO 1 Nos úlimos anos, o saldo orçamenal ajusado do ciclo em ganho

Leia mais

Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012

Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012 Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012 Fernando Siqueira dos Sanos Resumo: ese rabalho analisa a evolução do desemprego nos úlimos anos, com foco no período 1998 a 2012 devido à melhor disponibilidade

Leia mais

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS Caroline Poli Espanhol; Célia Mendes Carvalho Lopes Engenharia de Produção, Escola de Engenharia, Universidade Presbieriana Mackenzie

Leia mais

Fatores de influência no preço do milho no Brasil

Fatores de influência no preço do milho no Brasil Faores de influência no preço do milho no Brasil Carlos Eduardo Caldarelli Professor adjuno da Universidade Esadual de Londrina UEL Mirian Rumenos Piedade Bacchi Professora associada do Deparameno de Economia,

Leia mais

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil*

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* REVISTA DO BNDES, RIO DE JANEIRO, V. 15, N. 30, P. 303-345, DEZ. 2008 303 Esruura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* SAMER SHOUSHA** RESUMO Exise uma relação muio próxima enre

Leia mais

1 Introdução. Onésio Assis Lobo 1 Waldemiro Alcântara da Silva Neto 2

1 Introdução. Onésio Assis Lobo 1 Waldemiro Alcântara da Silva Neto 2 Transmissão de preços enre o produor e varejo: evidências empíricas para o seor de carne bovina em Goiás Resumo: A economia goiana vem se desacado no conexo nacional. Seu PIB aingiu R$ 75 bilhões no ano

Leia mais

Uma análise de indicadores de sustentabilidade fiscal para o Brasil. Tema: Ajuste Fiscal e Equilíbrio Macroeconômico

Uma análise de indicadores de sustentabilidade fiscal para o Brasil. Tema: Ajuste Fiscal e Equilíbrio Macroeconômico Uma análise de indicadores de susenabilidade fiscal para o rasil Tema: Ajuse Fiscal e Equilíbrio Macroeconômico . INTRODUÇÃO Parece pouco discuível nos dias de hoje o fao de que o crescimeno econômico

Leia mais

Metodologia de Cálculo dos Valores Nominais Atualizados. Maio/08

Metodologia de Cálculo dos Valores Nominais Atualizados. Maio/08 eodologia de Cálculo dos Valores Nominais Aualizados aio/8 eodologia de Cálculo dos Valores Nominais Aualizados aio/8 A produção e difusão de informações esaísicas é uma imporane aividade desenvolvida

Leia mais

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi Insper Insiuo de Ensino e Pesquisa Programa de Mesrado Profissional em Economia Bruno Russi ANÁLISE DA ALOCAÇÃO ESTRATÉGICA DE LONGO PRAZO EM ATIVOS BRASILEIROS São Paulo 200 Bruno Russi Análise da alocação

Leia mais

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste 1 Modelos Economéricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Elericidade: Seor Residencial no Nordese M. L. Siqueira, H.H. Cordeiro Jr, H.R. Souza e F.S. Ramos UFPE e P. G. Rocha CHESF Resumo Ese

Leia mais

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA MAEMÁICA 01 Um ourives possui uma esfera de ouro maciça que vai ser fundida para ser dividida em 8 (oio) esferas menores e de igual amanho. Seu objeivo é acondicionar cada esfera obida em uma caixa cúbica.

Leia mais