Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica

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1 Taxa de Juros e Desempenho da Agriculura Uma Análise Macroeconômica Humbero Francisco Silva Spolador Geraldo San Ana de Camargo Barros Resumo: Ese rabalho em como obeivo mensurar os efeios das axas de uros sobre o desempenho do seor agrícola ao longo das úlimas rês décadas, com ênfase no período subseqüene à implemenação do Plano Real, em nível de produo. O conexo macroeconômico da década de 99 eve, basicamene, rês caracerísicas básicas: () elevadas axas de uros; (2) esabilidade moneária e (3) baixo crescimeno econômico. O seor agrícola eve seu desempenho influenciado negaivamene pela conunura da economia, o que levou a um crescimeno susenado pela produividade, sendo o crescimeno em área praicamene nulo.. Inrodução O cenário econômico de insabilidade moneária durane a década de 98, gerado pelos desequilíbrios esruurais causados na década de 97, levou ao insucesso de seguidos planos de esabilização, e fez com que as auoridades moneárias percebessem que o sucesso da esabilização moneária exigiria medidas de resrição fiscal e moneária conugadas com conrole de preços e salários e, alvez, âncoras nominais (Freias, 994). A parir de 994, com a implemenação do Plano Real, a esabilidade moneária foi alcançada após quinze anos de desconrole de preços. O Plano Real eve como alicerces iniciais duas âncoras, uma moneária (axa de uros alos) e oura cambial (sisema de câmbio fixo). Aé 998, em face de desequilíbrios inernos e choques exernos, a manuenção da esabilidade de preços manida pelas âncoras moneária e cambial proporcionou alas axas de uros e défici em cona correne no balanço de pagamenos. Com a desvalorização da axa de câmbio em 999 iniciou-se uma reversão dos déficis comerciais, porém embora apresene uma endência de queda, as axas de uros se maniveram em paamares elevados. A figura mosra a evolução dos saldos comerciais a parir da implemenação do Plano Real aé os anos mais recenes Im porações Exporações Figura (). Imporações e Exporações - (FOB) - Anual - US$(milhões) 993/22

2 2 Fone: IPEA (www.ipea.gov.br) Com a mudança do regime cambial em 999 havia a percepção de que as axas de uros poderiam ser reduzidas para níveis muio menores do que os verificados durane aquela década. No enano, o desemprego crescene, défici público alo, maior endividameno público, e seor exerno caracerizado pelo baixo crescimeno das exporações e elevados déficis em cona correne impediram a execução menos resriiva da políica moneária (Pinheiro e al., 999). O cenário macroeconômico desfavorável não permiiu que a economia ivesse condições de maner axas de crescimeno do produo inerno com axas ao nível das verificadas em ouros períodos, de maior expansão. A figura (2) mosra a endência declinane da axa de crescimeno do PIB aé 998, com uma breve recuperação no biênio 999/2 e a esabilização ao nível inferior a 2% ao ano a parir de Figura (2). Taxa de Crescimeno do PIB (%) Preços de /22. Fone: IPEA (www.ipeadaa.gov.br) 2. Análise Macroeconômica do Seor Agrícola no Brasil 994/23 2. O Mecanismo de Transmissão Moneária de Taylor Taylor (995) sugere uma esruura de análise para o mecanismo de ransmissão moneária, ou sea, o processo aravés do qual as decisões de políica moneária que afeam a inflação e o produo real da economia. As variáveis de ineresse proposas pelo auor são axa de uros (de curo e longo prazo) e axa de câmbio. Assume-se, ambém, que exise alguma rigidez emporária de preços e salários. A lógica do modelo consise na ação da políica moneária, que ocorre com a mudança na axa de uros de curo prazo que, por sua vez, afea a axa de câmbio e a axa de uros de longo prazo. Para uma economia abera com um sisema de câmbio fixo, a axa de uros se move conforme a mobilidade de capiais. A naureza do sisema reduz a volailidade da axa de câmbio e das exporações que, conseqüenemene, reduzem a axa de variação ano da inflação como do produo.

3 3 No sisema de câmbio flexível o Banco Cenral maném a independência da políica moneária e sua auação é direcionada para reduzir a volailidade ano do produo como da inflação, sendo que um movimeno conrário ocorre com a axa de câmbio. 2.2 O Desempenho da Agriculura Homem de Melo (998) argumena que a agriculura brasileira enfrenou, durane a década de 99, um cenário econômico adverso, em que foram poucas as variáveis compensaórias. A valorização cambial, axas de uros elevadas, baixas arifas de imporação, e imporação financiada de alguns produos agrícolas foram dos faores desfavoráveis à agriculura naquela década. As variáveis compensaórias eriam sido os aumenos de preços inernacionais durane 994/97, redução dos preços dos insumos e pelo aumeno da produividade agrícola. Conforme a figura (3), o a axa de crescimeno do PIB da agropecuária decresceu aé 997, sendo que, no período subseqüene, alcançou níveis bem mais elevados Figura (3). Variação real PIB da Agropecuária - valor adicionado (% aa) preços básicos 994/22. Fone: IPEA (www.ipeadaa.gov.br) A sobrevalorização cambial afeou negaivamene a agriculura em dois aspecos: () reduziu a compeiividade dos produos nacionais no mercado inernacional; (2) diminuiu os preços dos produos agrícolas imporados, que pode er proporcionado uma redução da renabilidade dos agriculores; essa siuação se agravou pelas disorções ribuárias sob as quais a agriculura esá submeida. Com axas de uros elevadas, o cuso de omada de crédio por pare dos agriculores se eleva sobremaneira, principalmene fora do Sisema Nacional de Crédio Rural (SNCR). A axa de uros cobrada pelo SNCR é bem inferior às axas observadas no mercado financeiro, porém, o volume de recursos oficiais para o crédio rural eve vigorosa redução, se comparada aos anos aneriores, na década de 99. Ouro faor a se desacar é o cuso de oporunidade que o produor de defrona ao verificar que a renabilidade da Causada pela valorização cambial e por reduções arifárias de defensivos, máquinas e ferilizanes.

4 4 agriculura é uma das menores verificadas na economia, principalmene se comparada a ouras aplicações financeiras. A figura (4) coném a evolução da média dos índices de preços pagos (lavoura) e recebidos pelos agriculores, a parir de 994. O maior aumeno do índice de preços pagos ao longo dos anos analisados mosra o enfraquecimeno da siuação financeira dos produores rurais. Gasques e al. (23) consaaram que a agriculura brasileira eve um crescimeno anual médio de 3,28% de 975 a 22. Na década de 99 o aumeno do produo, segundo os auores, foi em larga medida influenciado pelo aumeno da produividade oal dos faores. O crescimeno em área foi praicamene inexisene * IPR - Lavoura IPP Figura (4). Evolução da Média do Índice de Preços Pagos (IPP) e Índice de Preços Recebidos (IPR-lavoura) pelos agriculores Base: Ago. 994 = 994/23*. Fone: Insiuo de Economia Agrícola * Valores do IPR aé abril, e IPP de aneiro. A políica moneária execuada ao longo dos úlimos anos, com a finalidade de garanir a esabilidade moneária, produziu uma axa de uros nominal basane elevada. A axa de uros referencial da economia é a Selic, que represena a média dos uros pagos pelo Governo aos bancos pelos emprésimos omados. Na figura (5) esão as médias anuais da axa Selic enre 995 a 23. Na maior pare do período os valores esiveram sempre acima de 2%.

5 5,6,5,4,3,2, Taxa Selic - Média anual Figura (5). Taxa Selic Média Anual 995/23 Fone: Apesar da conunura macroeconômica desfavorável em boa pare do úlimo decênio a agriculura brasileira maneve sua compeiividade no mercado inernacional, e a quanidade oal produzida aumenou. Conforme Gasques e al. (23) o aumeno da produividade, que proporcionou o desempenho favorável da agriculura, foi condicionado aos gasos em pesquisa que permiiram o desenvolvimeno de ecnologias que permiem não apenas o uso mais eficiene dos faores de produção, mas a exploração de áreas aneriormene inviáveis. Gasques e al. (23) ainda consideram os efeios do crédio e da relação de roca como deerminanes da produividade. Segundo as esimaivas dos auores, as variáveis consideradas (gasos em pesquisa, crédio e relação de rocas) passam a er efeios mais expressivos sobre a produividade agrícola com uma defasagem de 2 a 3 anos. 3. Meodologia Esa seção é oda baseada no rabalho de Barros & Spolador (23). As duas séries de ineresse são: () a média anual da axa Selic em valores reais, (2) variação do PIB da agropecuária a preços básicos. Ambas as séries esão na forma logarímica. Apesar do período de ineresse para análise sea de 994 a 23, para efeio dos procedimenos economéricos, os valores de ambas as séries são considerados de 974 a Tese de Raiz Uniária A realização de eses de raiz uniária visa idenificar se as séries em quesão são esacionárias, ou sea, com média e variâncias consanes ao longo do empo. O procedimeno seguido nese rabalho é o sugerido por Enders (995) que em, como base, o ese de Dickey-Fuller. O procedimeno seqüencial de Enders (995) é:. Esimar um modelo auo-regressivo com defasagens deerminadas pelos criérios de Akaike e Schwarz, na forma geral expresso pela equação (). x p + λi x i + = α + β + γ x ε ()

6 6 2. Uilizando a esaísica τ τ, proposa por Dickey & Fuller (98), esa-se a hipóese de que γ =. No caso dessa hipóese ser reeiada, uiliza-se a esaísica τ βτ para esar a hipóese de β = que, no caso de ser reeiada, leva ao ese de γ =, novamene, mas considerando-se a disribuição normal. 3. Se não for reeiada a hipóese de β =, assume-se um novo modelo sem endência, mas com inercepo, conforme a equação (2): x p + λi x i + = α + γ x ε (2) 4. Da auo-regressão de (2), esa-se a hipóese de γ = uilizando-se a esaísica τ µ. A não reeição dessa hipóese leva ao ese de que α =, considerando-se a esaísica τ αµ sendo que, dada mais uma reeição da hipóese, esa-se γ = com a disribuição normal. 5. Em caso de não se reeiar a hipóese de α =, esima-se um modelo auo-regressivo sem inercepo e endência, conforme a equação (3): x p + λi x i + = γ x ε (3) 6. Enão esa-se a hipóese de que γ = com base na esaísica τ. Se for aceia essa hipóese, conclui-se que o processo gerador da série possui raiz uniária, e a série será rabalhada nas diferenças e não em nível. 3.2 Tese de Causalidade Granger (969) esabeleceu que uma deerminada variável X causa a variável Y se Y pode ser melhor previso uilizando-se os valores passados não só de Y, como ambém de X (nesse caso, os coeficienes das defasagens de X são esaisicamene significanes). Em noação algébrica emos que: J = = J Y α Y + β X + u (4) = J Y = α Y + u (5) = A hipóese nula do ese a ser feio é: X não Granger-causa Y, ou sea, β = β 2 =... = β =. O ese de hipóese é feio comparando-se as somas dos quadrados dos resíduos obidas da esimaiva das equações (4) e (5), SQR (4) e SQR (5), respecivamene: ( n 2 J) SQR ( 5) SQR ( 4) F = J SQR ( 4) Se F > F, n 2 J enão a hipóese nula deverá ser reeiada. 3.3 Elasicidade de Transmissão

7 7 Após serem realizados os eses de causalidade, é possível idenificar raar da ransmissão, ao longo do empo, de choques enre as variáveis envolvidas. Para as variáveis de ineresse desse rabalho, produo agrícola e axa de uros, a equação relevane é: prod T + α prod + β = α uros (6) Definidas a equação para o cálculo da elasicidade de ransmissão, o procedimeno padrão é esar o número de defasagens (T), que é feio aravés do ese F ao nível de 5% de significância. Ao se definir a forma final das equações, os valores obidos para a variável β será a elasicidade de ransmissão esimada. 4. Análise dos Resulados A abela coném os resulados obidos nos eses de raiz uniária para as variáveis uros e PIB da agropecuária, na forma logarímica, para o período compreendido enre 974 a 23, seguindo o procedimeno sugerido por Enders (995). Observa-se que a série PIB da agropecuária é esacionária em nível devendo-se, porém, considerar a presença de inercepo. A série de axa de uros, por sua vez, ornou-se esacionária apenas na primeira diferença sendo, porano, inegrada de ordem. Tabela. Resulados dos eses de raiz uniária de Dickey-Fuller para as séries de uros e PIB da agropecuária na forma logarímica (lnselic e lnpibag respecivamene) 974/23. Variávei Valor de Modelo * Modelo2** s p- τ τ τ βτ τ µ τ αµ τ τ Lnselic # Lnpibag # # Fone: Dados da pesquisa # Significaivo ao nível de % de significância [valores críicos em Fuller (976) e Dickey-Fuller (98)]. p * Modelo x = α + β + γ x + λi x i + inercepo e sem endência, e, na ausência de ambos. p ** Modelo 2 2 x = γ x + λi x i + ermos deerminisas. ε ε i, nas versões com inercepo e endência, com, definido após os eses comprovarem a ausência de O resulado de esacionariedade para axa de uros reflee uma aleração do nível de uros reais na economia brasileira que ocorreu a parir da década de 99. Aravés da figura (6) observa-se que em ermos reais os uros maniveram-se em níveis exremamene elevados, chegando a 33,4% em 995, o maior valor para aquela década e para odo o período em quesão.

8 8 25,, -5, -2, , Figura 6. Taxa Selic em Valores Reais (%) 974/23. Fone: e elaboração dos auores. Uma vez que a série de uros mosrou-se inegrada de ordem, os eses de causalidade foram realizados com ambas as séries na primeira diferença. Os resulados consaam que apenas a axa selic apresena alguma influência sobre o PIB da agropecuária, com aé dois períodos de defasagem. As abelas 2 e 3 apresenam os resulados. Tabela 2. Resulado do ese de causalidade - Taxa Selic como variável dependene 974/23. Dependen Variable DSELIC - Esimaion by Leas Squares Cenered R** R Bar ** Sandard Error of Esimae Sum of Squared Residuals Regression F(3,23) Significance Level of F Durbin-Wason Saisic Q(6-) Significance Level of Q.2839 Variable Coeff Sd Error T-Sa Signif. Consan DPIBAG{} DPIBAG{2} DSELIC{} Null Hypohesis : The Following Coefficiens Are Zero DPIBAG Lag(s) o 2 F(2,23)= wih Significance Level Tabela 3. Resulado do ese de causalidade PIB da agropecuária como variável dependene 974/23. Dependen Variable DPIBAG - Esimaion by Leas Squares Uncenered R** T x R** Mean of Dependen Variable.966 Sandard Error of Esimae Sum of Squared Residuals Regression F(3,23).75 Significance Level of F.33 Durbin-Wason Saisic Q(6-) Significance Level of Q Variable Coeff Sd Error T-Sa Signif

9 9. Consan DSELIC{} DSELIC{2} DPIBAG{} Null Hypohesis : The Following Coefficiens Are Zero DSELIC Lag(s) o 2 F(2,23)= wih Significance Level Os resulados empíricos comprovam a hipóese inicial de que uma políica moneária resriiva, de uros alos, em um efeio negaivo sobre o seor produivo em geral e sobre o seor agrícola, em paricular. Esses efeios se manifesam ano pelo maior cuso na obenção de crédio para financiar a produção, como no cuso de oporunidade de se realizar os invesimenos no seor, face à possibilidade de se ober maiores reornos financeiros em ouras aividades mais renáveis. Na abela 4 esão os resulados do cálculo da elasicidade de ransmissão enre uros e o PIB da agropecuária. Tabela 4. Resulado do ese de ransmissão PIB da agropecuária como variável dependene - 974/23. Dependen Variable DPIBAG - Esimaion by Leas Squares Cenered R** R Bar ** Uncenered R** T x R** Sandard Error of Esimae Sum of Squared Residuals Regression F(4,22) 9.85 Significance Level of F.35 Durbin-Wason Saisic Q(6-) Significance Level of Q Variable Coeff Sd Error T-Sa Signif. Consan DSELIC DSELIC{} DSELIC{2} DPIBAG{} Null Hypohesis : The Following Coefficiens Are Zero DSELIC Lag(s) o F(2,22)= wih Significance Level Como o ese de ransmissão foi realizado a parir dos diferenciais das séries em forma logarímica, os resulados apresenam os efeios da axa de uros básica da economia sobre a axa de crescimeno do produo agrícola. A soma dos coeficienes da variação na axa de uros é de aproximadamene,54, indicando que cerca de 54% da variação da axa selic é, de alguma forma, repassada negaivamene para a produção agropecuária. Conclusão

10 O presene rabalho inha como hipóese básica a relação inversamene proporcional enre uma políica moneária resriiva e o desempenho da aividade agropecuária. Os eses empíricos sinalizam que os efeios de elevações da axa de uros básicas na economia são absorvidos pela agriculura na magniude de 54% aproximadamene. Embora a agriculura brasileira venha, nos úlimos anos, apresenando resulados basane expressivos, pode-se concluir que um cenário macroeconômico mais favorável será um faor adicional para a expansão do seor.

11 Referências Bibliográficas BARROS, G. S. C; SPOLADOR, H. F. S. Agriculura, Taxa de Câmbio e Inflação no Brasil. In: Anais do XLI Congresso Brasileiro de Economia e Sociologia Rural. Juiz de Fora, 27 a 3 de ulho de 23. ENDERS, W. Applied economeric ime series. New York : Wiley, 995. FREITAS, C. E. de Esabilização e Políica Moneária no Brasil.In: VELLOSO, J. P. R. (ED.), Inflação, Moeda e Desindexação, São Paulo, Livraria Nobel, 994, p GASQUES, J. G.; BASTOS, E. T.; BATI, M. R. P.; CONCEIÇÃO, J. C. P. R. Condicionanes da produividade da agropecuária brasileira. Brasília: IPEA, p. (Proeo BRA 973, Pesquisa 3 A/P) GRANGER, C. W. J. Invesigaing causal relaions by economeric models and cross specral mehods. Economerica, v. 37, n. 3, p , ul PINHEIRO, A. C.; GIAMBIAGI, F.; GOSTKORZEWICZ, J. O Desempenho Macroeconômico do Brasil nos Anos 9. In: GIAMBIAGI, F.; MOREIRA, M. M. A Economia Brasileira nos Anos 9, Rio de Janeiro, BNDES, 999, p. -4. HOMEM de MELO. F. B. Agriculura brasileira nos anos 9: o real e o fuuro. Economia Aplicada, v.2, n., p , 998. TAYLOR, J. B. The moneary ransmission mechanism: an empirical framework. Journal of Economic Perspecives, v. 9, n. 4, p.-26, 995.

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