BLOCO 9 PROBLEMAS: PROBLEMA 1

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1 BLOCO 9 ASSUNTOS: Análise de Invesimenos Valor Acual Líquido (VAL) Taxa Inerna de Renabilidade (TIR) Rácio Benefício - Cuso (RBC) Tempo de Recuperação (TR) PROBLEMAS: PROBLEMA 1 Perane a previsão de prejuízos no longo prazo, o empresário do Mone da Ribeira preende subsiuir a produção de caprinos pela produção exensiva de bovinos de carne. Para omar essa decisão deverá adopar o plano de invesimeno que consa do quadro seguine e proceder a ajusamenos no plano de produção. Plano de Invesimeno Ano 0 Ano 1 Ano 10 Invesimeno inicial: 54750, ,00 0,00 Animais reproduores 49250, ,00 - Máquinas e equipamenos 5500, Desinvesimeno: 17276,67 0, ,16 Animais reproduores 16100, ,00 Máquinas e equipamenos 1176, ,16 Benfeiorias ,00 O plano de invesimeno prevê despesas de invesimeno inicial em máquinas e equipamenos (mangas e comedouros) e em animais reproduores (vacas gesanes, vacas não gesanes e ouros) e receias 119

2 iniciais provenienes do desinvesimeno no capial fixo de exploração específico da produção de caprinos (animais, equipameno de sala de ordenha e comedouros). O resane capial do aparelho de produção da exploração agrícola Mone da Ribeira permanece na empresa e ransia para a siuação de projeco com o valor acual de ,79. Dado o bom esado geral das máquinas e equipamenos, que enreano vão erminando a sua vida úil no decorrer do prazo de invesimeno, prevê-se o seu prolongameno aé ao final do horizone de planificação, sendo para esas siuações considerado um valor residual ou de desinvesimeno nulo, como aconece com os racores e com a ceifeira debulhadora. Tendo em cona esses dois pressuposos, a uilização do capial do aparelho de produção que ransiou da siuação anerior, origina na siuação com projeco, para além das despesas do invesimeno inicial, um cuso de amorização anual de 19199,14. Os ajusamenos no plano de produção incluem a subsiuição dos 47,37 ha de cereais de sequeiro por prados anuais de gramíneas e leguminosas, manendo-se os cereais de regadio e a pasagem naural sob-cobero de monado. 120

3 A acividade da empresa, nos quaro primeiros anos da siuação com projeco, é raduzida em ermos económicos pelos orçamenos INFORMAÇÕES GERAIS Exploração: Mone da Ribeira Localização: Évora Regime de Exploração: Arrendameno Área: 298 ha Ano: n+1 FORMATO GERAL Unidade moneária: Euros PROVEITOS (RENDIMENTO TOTAL) Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4-10 Vendas das acividades: 29749, , , ,41 Prémios e subsídios das acividades: 19536, , , ,10 Auo-consumo, oferas, variações de socks 0,00 0,00 0 0,00 TOTAL 49285, , , ,51 CUSTOS VARIÁVEIS Semenes 3049, , , ,23 Ferilizanes 3746, , , ,84 Fiofármacos 0,00 0,00 0,00 0,00 Combusíveis e lubrificanes: 2043, , , ,69 Reparações 0,00 0,00 0,00 0,00 Mão-de-obra evenual: 0,00 0,00 0,00 0,00 Aluguer de racção: 64,13 64,13 64,13 64,13 Água 0,00 0,00 0,00 0,00 Energia (rega) 746,13 746,13 746,13 746,13 Assisência veerinária 690,00 860, , ,00 Alimenos comprados 2155, , , ,00 Ouros encargos variáveis: Polvilhal 3145, , , ,60 Gasos gerais 469,22 474,32 494,96 494,96 Juros do capial circulane 644,39 651,40 679,74 679,74 TOTAL 16754, , , ,31 MARGEM BRUTA 32530, , , ,19 CUSTOS FIXOS Amorizações (benfeiorias e máquinas e equipamenos) 19565, , , ,81 Conservações (benfeiorias e máquinas e equipamenos) 8926, , , ,11 Mão-de-obra permanene 13593, , , ,34 Seguros, conribuições e imposos de bens fundiários e de capial fixo 0,00 0,00 0,00 0,00 Compra de animais de subsiuição 583,33 583,33 583,33 583,33 Renda 3000, , , ,00 Juros: Capial fundiário (benfeiorias) 276,30 276,30 276,30 276,30 Capial de exploração fixo 5130, , , ,31 Remuneração do rabalho direcivo 10000, , , ,00 Reserva para riscos 1435, , , ,24 TOTAL 62510, , , ,45 MARGEM LÍQUIDA , ,41-485, ,74 globais que se apresenam a seguir. A parir do quaro ano, os proveios e os cusos reais manêm-se ao mesmo nível aé ao final do horizone de planificação. a) Admiindo uma axa subjeciva de decisão ou de acualização de 6%, calcule os seguines indicadores de viabilidade financeira anes de financiameno: 121

4 a.1) O Valor Acual Líquido (VAL); a.2) A Taxa Inerna de Renabilidade (TIR); a.3) O Rácio Benefício Cuso (RBC); a.4) O Tempo de Recuperação (TR). b) Com base nos resulados dos indicadores que calculou, jusifique se o empresário deverá execuar o projeco. RESOLUÇÃO a.1) O Valor Acual Líquido (VAL) de um Invesimeno é o somaório dos cash-flow (CF ) ocorridos em cada ano (), que caracerizam esse invesimeno, depois de acualizados a uma axa de acualização (i) convenienemene escolhida. VAL = n =0 CF (1+ i) Um invesimeno é um conjuno de quanias financeiras daadas, de acordo com o modo como se disribuem no empo, correspondenes aos cusos inerenes à criação dos bens de produção duradouros nele envolvidos, e aos cusos e benefícios anuais relaivos ao processo produivo resulanes da sua realização. O conceio de invesimeno ambém pode ser definido como a subsiuição de capiais presenes por capiais fuuros, que do pono de visa do invesidor, deverá conduzir a um aumeno do valor dos capiais subsiuídos

5 A avaliação do seu ineresse efecivo ou da sua renabilidade, iso é, da renabilidade dos capiais envolvidos, assena na comparação dos benefícios e dos cusos previsos num mesmo momeno no empo. O balanço enre os benefícios e os cusos consiui a renda financeira previsional do invesidor, que é usualmene designada por cash-flow (CF) ou benefício anual líquido. O CF é encarado na perspeciva das enradas que consiuem o fluxo de receias, rendimenos e benefícios que afluem à empresa e das saídas, que correspondem às despesas e encargos. O cálculo do seu valor obém-se reirando às enradas (R ) as despesas e os encargos correnes anuais (D ) e do invesimeno inicial (I ). Dos benefícios, receias e rendimenos devem consar o valor da produção (VP), ouros recebimenos da empresa (OR) e o valor residual do invesimeno (VR). O valor da produção inclui as vendas do produo, o auo-consumo, os pagamenos em géneros, as oferas e a variação da produção. Os ouros recebimenos devem incluir os subsídios correnes que não esão incluídos na formação dos preços dos produos e, no caso das empresas agrícolas familiares, ambém os rendimenos obidos fora da exploração. O valor residual do invesimeno consiui uma receia no final do horizone de planificação, correspondene ao valor dos bens de capial nesse momeno emporal. Os fluxos de despesas e encargos dizem respeio ao invesimeno inicial, aos encargos de exploração e à Remuneração do Trabalho Direcivo (RTD). As despesas de invesimeno incluem o invesimeno inicial e as despesas com invesimenos de subsiuição ao longo da vida úil do projeco. Os encargos de exploração correspondem aos cusos 123

6 anuais de funcionameno, onde, normalmene, esão incluídos odos cusos de exploração reais, com excepção das amorizações se o seu valor já esiver conabilizado nas despesas do invesimeno inicial. A RTD ambém poderá ser considerada um cuso do projeco. As enradas reiram-se direcamene das rubricas de proveios dos orçamenos globais da empresa apresenados para a siuação de projeco, sendo necessário adicionar o VR do invesimeno no úlimo ano do horizone de planificação. VP R = VP + OR + VR e = vendas + auo - consumo + paga. em géneros + oferas + produção receias são: Por exemplo, para os Anos 1 e 10 do horizone de planificação as VP 1 = 29749,01 ; OR 1 = 19536, 10 R 1 = VP1 + OR1 = 29749, ,10 = 49285,11 VP 10 = 56499,41; OR 10 = 34536, 10 ; VR 10 = 68224, 16 R 10 = VP10 + OR 10 + VR 10 R 10 = 56499, , ,16 = ,66 As saídas anuais ambém se podem ober a parir dos orçamenos globais da empresa para a siuação de projeco. 124

7 D = Cusos variáveis - juros do capial circulane + Conservações + Mão - de - obra + Seguros, conrib. e imposos de bens fund.e de capial fixo + Compra de animais de subs. + Renda + Amoriz.de bens que ransiam da siuação anerior + RTD permanene Por exemplo, para o Ano 1 a D é: D 1 = 16754,22-644, , ,34 + 0, , , , ,00 D = 71411,76 As despesas de invesimeno ocorrem no Ano 0 ( 54750,00) e no Ano 1 ( 41750,00). Para o Ano 0 e para o Ano 1 o oal de saídas é: I 0 + D 0 = 54750,00 I 1 + D1 = ,76 = ,76 Conhecendo os fluxos de enradas e de saídas de capiais, esá-se em condições de deerminar o CF em cada período do horizone de planificação. CF = R - D - I Uma vez calculado o CF, para se ober o VAL em de se somar os seus valores acualizados à axa de acualização i=6%. Esa axa, ambém designada por axa subjeciva de decisão, é a axa de rendimeno 125

8 esperada pelo invesidor e deverá reflecir os cusos dos capiais envolvidos no invesimeno, incluindo o risco. Traa-se porano, da axa mínima de rendimeno que o empresário esá disposo a aceiar para decidir realizar o invesimeno. Na página seguine apresena-se o orçameno plurianual ou cash-flow, anes do financiameno. 126

9 Orçameno plurianual ou cash-flow anes de financiameno Ano 0 Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Ano 9 Ano 10 Enradas: Valor da produção , , , , , , , , , ,41 Ouros recebimenos , , , , , , , , , ,10 Valor residual ,16 Toal de enradas 0, , , , , , , , , , ,66 Saídas: Invesimenos 54750, , Encargos correnes , , , , , , , , , ,50 Toal de saídas 54750, , , , , , , , , , ,50 Cash-flow , , , , , , , , , , ,16 Facor de acualização 1,00 0,94 0,89 0,84 0,79 0,75 0,70 0,67 0,63 0,59 0,56 Cash-flow acualizado , , , , , , , , , , ,34 127

10 Para proceder à acualização dos fluxos financeiros basa muliplicar o CF pelo facor de acualização ( 1+ i) -. VAL 6% = ,00 1, ,61 1, ,01 1, ,01 1, ,65 1, ,01 1, ,01 1, ,16 1, ,35 1, ,01 1, ,01 1,06-8 VAL 6% = 14720,04 O VAL obido indica que os benefícios gerados durane o horizone de planificação, são, não só, suficienes para recuperar os capiais aplicados na sua realização, como permiem ainda ober um benefício líquido de 14720,04. a.2) A Taxa Inerna de Renabilidade (TIR) é a axa de acualização para a qual o VAL do invesimeno é nulo. A esa axa são iguais os valores acualizados dos cusos (de invesimeno e de exploração) e dos benefícios. A TIR mede a axa de juro anual efecivamene proporcionada, pelo conjuno de capiais aplicados num invesimeno durane o seu período de vida úil. Também se pode definir, como o rendimeno anual produzido por unidade de capial aplicado durane o período de vida úil do invesimeno, depois de recuperados os respecivos cusos (de invesimeno e de exploração). O cálculo da TIR é efecuado por aproximações sucessivas, ensaiando diversas axas de acualização aé se ober a que anula o VAL. O processo consise em calcular o VAL para axas de acualização sucessivamene superiores aé se ober um VAL nulo, o que raramene aconece, ou um VAL negaivo. Nese caso, por inerpolação linear enre 128

11 o valor negaivo do VAL e o úlimo dos seus valores posiivos, endo em cona as respecivas axas de acualização para que são obidos, é possível deerminar o valor aproximado da TIR. Quando a axa de acualização i é 6%, o VAL é 14720,04. Se aumenarmos o valor de i, o VAL irá diminuir progressivamene aé se anular ou se ornar negaivo. Para i = 7,5%: VAL 7,5% = ,00 1, ,61 1, ,01 1, ,01 1, ,65 1, ,01 1, ,01 1, ,16 1, ,01 1, ,35 1, ,01 1,075-8 VAL Para i = 8% vem: 8% = ,00 1, ,61 1,08 VAL 7,5% = ,01 1, ,01 1, , ,65 1, ,01 1, ,01 1, ,16 1,08 VAL 8% = , ,35 1, ,01 1, ,01 1,08 Para se proceder à inerpolação linear pode-se formular e resolver a seguine equação em ordem a TIR: i1-tir VAL 1-0 = TIR-i2 0-VAL 2 Subsiuindo pelas axas i1 = 7,5% e i 2 = 8% e pelos respecivos valores do VAL:

12 0,075 - TIR 2438,95-0 TIR - 0,08 = TIR = 7,83% 0 - (-1294,97) O faco da TIR (7,83%) ser superior à axa de acualização, significa que o invesimeno no projeco consegue uma remuneração dos capiais superior ao cuso médio desses capiais (6%). a.3) O Rácio Benefício - Cuso (RBC), como a própria designação indica, é a relação enre os benefícios e os cusos do invesimeno e é dado pelo quociene enre as enradas e as saídas do cash-flow. O mais correco é considerar os valores acualizados das enradas e das saídas. Ese indicador mede no momeno presene, o monane dos benefícios líquidos obidos durane a vida úil do invesimeno por unidade de capial invesido. Fornece, assim, uma medida de renabilidade relaiva de indiscuível uilidade para comparar invesimenos não muuamene exclusivos quano à sua realização, sendo de especial ineresse quando os fundos disponíveis são limiados. R (1+ i) - RBC = 49285,11 1, ,51 1, ,51 1,06 = n = ,66 1, R (1+ i) - n =0 ( I R ( 1+i) + D - )( 1+i) ,51 1, ,51 1, ,51 1,06 = , ,11 1, ,51 1, ,51 1,

13 (I +D )(1+i) - = 54750,00 1, ,50 1, ,50 1, ,50 1, (I - +D )(1+i) + 1, ,59 RBC = , ,76 1, ,50 1, ,50 1,06-10 = ,55 = 1, ,86 1, ,50 1, ,50 1, Sendo o valor uniário do RBC o limie inferior de renabilidade, ese resulado permie concluir que aumenos nos cusos de invesimeno e de funcionameno do projeco, ou diminuições nos proveios, superiores a 2,4% colocam em causa a renabilidade do invesimeno. a.4) O Tempo de Recuperação (TR) de um invesimeno é o número de anos de funcionameno do projeco necessários para que o VAL se orne posiivo. Traa-se de uma medida de renabilidade baseada apenas no facor empo, à qual se aponam algumas limiações, que se relacionam com o faco de não er em cona os CF proporcionados depois do TR, nem o modo como evoluem aé ao fim da vida úil do invesimeno. Para enconrar o TR de um invesimeno, calcula-se o VAL consecuivamene para odos os períodos, aé se ober um valor posiivo. VAL 1 = , ,99 = - VAL ,99 = , ,01= ,00 VAL 3 = , ,20 = ,80 VAL 4 = , ,84 = ,96 131

14 VAL 5 = , ,62 = ,33 VAL 6 = , ,97 = ,37 VAL 7 = , ,18 = ,19 VAL 8 = , ,71 = ,48 VAL 9 = , ,18 = ,29 VAL 10 = , ,34 = 14720,04 O TR é de 10 anos, uma vez que é só no decorrer do Ano 10 que o VAL se orna posiivo. b) Os benefícios líquidos gerados pelo projeco no momeno presene excedem em os cusos oais do invesimeno, o RBC é superior à unidade e a TIR é superior à axa subjeciva de decisão. Com base nesses resulados, sem considerar os cusos de financiameno nem a viabilidade financeira do invesimeno e endo em cona apenas criérios de renabilidade empresarial, o empresário, na ausência de alernaivas mais viáveis, deverá execuar o invesimeno apesar do TR ser relaivamene longo. PROBLEMA 2 O empresário dispõe de 32276,67 de capial próprio, dos quais 17276,67 são provenienes de receias iniciais com o desinvesimeno no capial fixo de exploração específico da aniga acividade de produção de caprinos (animais, equipameno da sala de ordenha e comedouros) e poderá beneficiar de um subsídio ao invesimeno a fundo perdido de 132

15 20000, pago no primeiro ano de funcionameno do projeco. Para financiar o invesimeno inicial, o empresário ambém pode recorrer a emprésimos bancários por um prazo de 5 anos, com amorizações consanes de capial e com uma axa de juro nominal de 6,5%. Para assegurar a exequibilidade financeira, é sempre possível recorrer a emprésimos de curo prazo reembolsáveis no ano seguine à sua realização, à axa nominal de 8%. a) Deermine o cash-flow após financiameno. b) Calcule o VAL e a TIR após financiameno e comene os resulados obidos. RESOLUÇÃO a) Quando é necessário recorrer a capiais alheios para financiar o invesimeno, o CF deve reflecir os fluxos financeiros daí decorrenes, passando a designar-se cash-flow após financiameno (CFAF). A sua grande uilidade reside em aferir a viabilidade financeira do invesimeno. Para calcular o CFAF adiciona-se ao CF o valor anual do financiameno líquido (FL), que resula da diferença anual enre o financiameno (F) e o serviço de dívida (SD). CFAF = CF + FL e FL = F -SD O financiameno consiui uma enrada de capial na empresa e o serviço de dívida represena uma saída correspondene ao reembolso dos capiais empresados e ao pagameno dos respecivos juros. 133

16 O financiameno do invesimeno pode ser proveniene dos capiais próprios do empresário agrícola, dos subsídios ao capial, que em geral não êm de ser reembolsados, e dos capiais alheios, nomeadamene os emprésimos bancários. Os emprésimos de médio e longo prazo desinam-se a financiar bens de capial e os emprésimos de curo prazo a eviar rouras de financiameno. Um valor negaivo do CFAF significaria que o empresário não esaria a honrar os seus compromissos. Por isso, quando se faz o planeameno financeiro, em de se er cona que o CFAF nunca pode ser negaivo. No Ano 0 o empresário dispõe de 32276,67 de capial próprio. Os cusos de invesimeno relaivos à aquisição de capial de exploração fixo ascendem a Porano, o empresário erá de financiar o resane invesimeno com um emprésimo de médio e longo prazo de 22473,33 ( ,67), para que o CFAF não seja negaivo. Esse emprésimo dá origem, nos próximos 5 anos, ao seguine serviço de dívida composo por 5 reembolsos anuais consanes de capial (m k ) e pelos respecivos juros (j k ): m 1 =... = mk j 1 C0 =... = m5 = n 22473,33 = 5 = C0i = 22473,33 0,065 = 1460,77 j 2 = (C 0 - m k )i = (22473, ,67) 0,065 = = 4494,67 j 3 = (C0-2mk )i = (22473, ,67) 0,065 = 1168,61 876,46 j 4 = (C 0-3m k )i = (22473, ,67) 0,065 = 584,31 j 5 = (C0-4mk )i = (22473, ,67) 0,065 = 292,15 134

17 No Ano 1, realiza-se um novo invesimeno em capial de exploração fixo de Uma pare desa despesa é financiada por um subsídio ao invesimeno concedido a fundo perdido, no valor de O resane em de ser financiado por novo um emprésimo de médio e longo prazo ( 21750), cujo serviço de dívida, al como no emprésimo do ano anerior, é dado por: C0 m1 =... = mk =... = m5 = e j ( ( ) k = Ck-1.i = C0 - m k k -1 )i. n No Ano 1 o CF anes de financiameno é ,65. Para além dese valor, é necessário financiar o serviço de dívida desse ano ( 5955,43), o que oaliza 69832,08. Dese monane, já esá assegurado o financiameno do invesimeno inicial ( 41750). O resane ( 28082,08), relaivo a despesas correnes e às obrigações do serviço de dívida, erá de ser financiado por um emprésimo de curo prazo. No Ano 2, o CF é ,35 e o serviço de dívida ascende a 41755,68, dos quais 4494,67 e 4350 são os reembolsos dos emprésimos de médio e longo prazo, 1168,61 e 1413,75 são os juros pagos desses emprésimos, 28082,08 é o reembolso do emprésimo de curo prazo conraído no ano anerior e 2246,57 é o pagameno dos respecivos juros ( 28082,08 0, 08 ). Porano, é necessário financiar a empresa novamene com um emprésimo de curo prazo no valor de 44595,03 (2839, ,68). 135

18 Orçameno plurianual ou cash-flow após financiameno Ano 0 Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Ano 9 Ano 10 Cash-flow anes de financiameno , , , , , , , , , , ,16 Financiameno: Capial próprio 32276, Subsídios , Emprésimos de L.P. (Ano 0) 22473, Emprésimos de L.P. (Ano 1) , Emprésimos de C.P , , , , , , , Sub-oal 54750, , , , , , , ,09 0,00 0,00 0,00 Serviço de dívida: Reemb. de emprésimos L.P.(Ano 0) , , , , , Juros de emprésimos L.P. (Ano 0) , ,61 876,46 584,31 292, Reembolso de emprésimos L.P.(Ano 1) , , , , , Juros de emprésimos L.P. (Ano 1) , ,00 848,25 565,50 282, Reembolso de emprésimos C.P , , , , , , , Juros de emprésimos C.P , , , , , , , Sub-oal 0, , , , , , , , ,90 0,00 0,00 Financiameno Líquido 54750, , , , , , , , ,90 0,00 0,00 Cash-flow após financiameno 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , , ,16 136

19 Os problemas de esouraria subsisem aé ao Ano 7 e, por conseguine, a necessidade de uilizar emprésimos de curo prazo. A parir do Ano 8 esá assegurada a viabilidade financeira do invesimeno, uma vez que os CFAF são posiivos aé ao final do horizone de planificação. b) O VAL após financiameno reflece os cusos de financiameno na viabilidade do invesimeno, obendo-se por essa via a remuneração dos capiais próprios invesidos. Anes de se proceder ao seu cálculo, é necessário corrigir o CF após financiameno, reirando-lhe o financiameno com os capiais próprios. VAL % = , ,11 1, ,01 1, ,16 1, 06 VAL 6% = 29064,28 O VAL de 29064,28 indica-nos a renabilidade dos capiais próprios invesidos para uma axa de acualização de 6%. O valor superior que se obém relaivamene aos 14720,04 anes de financiameno, permie concluir, anecipadamene, que a TIR dos capiais próprios siuarse-á acima dos 7,83% da TIR dos capiais oais invesidos. Por exemplo, se considerarmos as axas de acualização i = 13% e i = 13,5% obêm-se, respecivamene, os seguines VAL: VAL 13% = 592,51 e VAL 13,5% = - 792,10 Sendo a TIR: 0,13- TIR 592,51-0 TIR - 0,135 = 0 - (-792,1) TIR = 13,21% 137

20 Tendo em cona apenas os criérios de renabilidade empresarial do VAL e da TIR, pode concluir-se que o invesimeno coninua a ser renável após o financiameno. 138

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