Análise da competitividade do algodão e da soja de Mato Grosso entre 1990 e 2006

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1 189 Análise da compeiividade do algodão e da soja de Mao Grosso enre 1990 e 2006 Resumo Sonia Sueli Serafim de Souza e Sandra Crisina de Moura Bonjour Ese arigo eve como objeivo fazer uma análise da compeiividade dos produos algodão e soja do esado de Mao Grosso no período de 1990 a A análise foi feia aravés dos méodos Consan-Marke-Share (CMS) e Shif-Share e do índice de Posição Relaiva no Mercado. Os resulados aponaram que mesmo diane de uma siuação adversa do câmbio e do preço inernacional do algodão e da soja em grão, a quanidade exporada foi a variável que garaniu a receia dos exporadores no período. O algodão foi compeiivo para o Paquisão e Indonésia. A soja em grão foi compeiiva para a União Européia. Palavras-chave: Compeiividade; Consan-Marke-Share; Shif-Share. Absrac This aricle aimed o make an analysis of he compeiiveness of coon and soybean producs in he sae of Mao Grosso from 1990 o The analysis was performed by he mehods Consan-Marke- Share (CMS) and Shif-Share index and he posiion on markeing. The resuls showed ha even before a siuaion of adverse exchange and he inernaional price of coon and soybean grain he quaniy expored was he variable ha ensured he revenue of exporers in he period. The coon was compeiive for Pakisan and Indonesia. The soybean grains was compeiive for he European Union. Key-words: Compeiiveness; Consan-Marke-Share; Shif-Share.

2 190 INTRODUÇÃO O agronegócio é um segmeno imporane denro da economia brasileira, e o país é um dos maiores produores e exporadores de produos agropecuários no cenário mundial. Segundo o Minisério da Agriculura, Pecuária e Abasecimeno 2007, o Brasil é o primeiro produor e exporador de café, açúcar, álcool e sucos de fruas. É o segundo maior exporador de soja, primeiro em abaco, carne de frango, carne bovina, couro e calçados de couro, e em a 5ª posição de maior país produor de algodão, e o 6º lugar no ranking dos maiores exporadores de algodão. A inrodução da culura do algodão na região dos Cerrados foi deerminane para o aumeno da produção. Houve mudança na esruura de produção, pois anes era culivada por pequenos e médios produores de regiões radicionais como São Paulo e Paraná e passou a ser culivada por grandes empresários nos Cerrados brasileiros. A uilização de ecnologias no campo, do inicio ao fim da colheia, rouxe aumeno de produividade, gerando assim aumeno na produção e incremenando as exporações de algodão, principalmene a parir do ano de No que se refere à produção de soja no Brasil, se observa que a parir de 1997 houve aumeno considerável no volume produzido, sendo explicado pela criação da Lei Kandir que incenivou a produção agrícola desinada à exporação, pelo ganho de produividade obido a parir do uso de ecnologias no campo, pelos preços inernacionais que esiveram favoráveis aé o ano de O câmbio foi um faor que influenciou na compeiividade do algodão e da soja, onde a desvalorização do real em relação ao dólar ocorrida em 1999 incremenou as exporações. Diane do exposo sobre os produos, algodão e soja quesionam-se quais os faores que foram deerminanes para o incremeno das exporações desses produos mao-grossenses no período de 1990 a Para decompor os efeios do câmbio, do preço e da quanidade na receia de exporação, foi uilizado o méodo diferencial-esruural, ambém designado Shif-Share, dealhado na seção 2, para verificar a compeiividade dos produos adoouse o índice Consan-Marke-Share (CMS) e para verificar a posição do esado de Mao Grosso no cenário inernacional foi uilizado o índice de Posição Relaiva no Mercado (POS). A seguir é feio uma descrição do algodão e da soja em Mao Grosso. Na seção 2, em-se uma descrição dos modelos analíicos.

3 191 Na erceira seção esão os resulados e a discussão, seguida da seção 4, onde esão as considerações finais. Em Mao Grosso aé os anos 1980 a culura do algodão era resria a pequenas propriedades que uilizavam pouca ecnologia no campo, mas após os anos 1990, ocorre uma mudança na esruura de produção, e essa malvácea passa a ser culivada ambém por grandes empresários que uilizam écnicas modernas de agriculura em grandes volumes de área, com sisema de grande produção, com colheia mecanizada e um nível ecnológico avançado. A opção em culivar o algodão na região dos Cerrados foi uma alernaiva para a soja, devido a problemas de renabilidade apresenados por esa oleaginosa no final da década de oiena e início dos anos novena, bem como devido aos problemas fiossaniários decorrene da uilização conínua do solo (FREIRE, 1998 apud CARVALHO e al., 1999). Na Tabela 1 esão apresenados dados sobre a área colhida, produção e produividade do algodão no Brasil e no esado de Mao Grosso de 1990 a 2006, onde se noa que, desde o início do período esudado, a produção brasileira apresenou crescimeno em alguns anos e queda em ouros, e o maior índice foi no ano de 2004, quando eve uma produção de oneladas de algodão em caroço. Tabela 1 - Área colhida, produção e produividade do algodão em caroço no Brasil e no esado de Mao Grosso a 2006 Período Brasil Mao Grosso Área Colhida (ha.) Produção () Produivi dade (kg/ha) Área Colhida (ha.) Produção () Produivi dade (kg/ha)

4 192 Período Brasil Mao Grosso Área Colhida (ha.) Produção () Produivi dade (kg/ha) Área Colhida (ha.) Produção () Produivi dade (kg/ha) Fone de dados: IBGE (2007) Elaboração própria. Quano à área colhida, esa apresenou grandes oscilações ao longo do período analisado, ano para o Brasil como para o esado de Mao Grosso. Apesar do volume produzido er aumenado consideravelmene para o Brasil e para Mao Grosso a parir do ano de 1999, ese se deu pelo ganho de produividade e não em função de um incremeno de erras no sisema produivo Mao Grosso foi o maior produor brasileiro de algodão em 2006, com uma produção de oneladas de algodão em caroço. Percebe-se uma grande oscilação quano à produção de algodão nesse período analisado, sendo que no ano de 1990 a produção em Mao Grosso era de apenas oneladas, com pequenas variações nos anos seguines, começando a desponar uma maior produção no ano de Mao Grosso concenra 20 municípios dos 35 maiores produores de algodão do Brasil, sendo desaque o município de Campo Verde, ambém conhecido como a capial nacional do algodão, localizado na região Sul do esado, que produziu oneladas de algodão em O município é ambém o maior produor de algodão em pluma do país, conforme dados do Insiuo Brasileiro de Geografia e Esaísica, Aé a década de 80, o culivo da soja se concenrava apenas nos esados da Região Sul do Brasil, mas a parir daí, com o desenvolvimeno de culivares adapadas ao solo e ao clima das ouras regiões brasileiras, o culivo dessa oleaginosa chegou aos esados de Mao Grosso, Mao Grosso do Sul e Goiás, no Cenro- Oese, e nos esados da Bahia, Maranhão e Piauí na Região Nordese. Após a década de 80, o Cenro-Oese ornou-se expressivo no culivo dessa oleaginosa, viso que pode aproveiar a infraesruura consruída em orno de Brasília e o baixo valor das erras, em relação às da região Sul do país. Essa culura cresceu

5 193 significaivamene em odo o país, aravés da incorporação de novas erras ao culivo, áreas inexploradas e ambém subsiuição de ouras culuras. (BATISTA e LÍRIO, 2004). A Tabela 2 apresena os dados sobre a área colhida, produção e produividade de soja em grão para o Brasil e para o esado de Mao Grosso no período de 1990 a O incremeno de área ano a ano, no Brasil e ambém no esado de Mao Grosso no período analisado, foi devido à aberura da froneira agrícola, mais especificamene na região dos cerrados brasileiros. Tabela 2 - Área colhida, produção e produividade de soja em grão no Brasil e no esado de Mao Grosso a 2006 Período Brasil Mao Grosso Área Colhida (ha.) Produção () Produivi dade (kg/ha) Área Colhida (ha.) Produção () Produivi dade (kg/ha) Fone de dados: IBGE (2007) Elaboração própria. Observa-se que houve decrescimeno de área colhida no ano de 1999, ano para o país como para Mao Grosso, mas vindo a aumenar nos anos seguines, sendo que em 2006 aconece novamene uma queda na área colhida, isso em virude de que

6 194 os produores rurais, diane dos baixos preços da soja e dos alos cusos para se produzir essa oleaginosa, oparam por diminuir a área culivada. Observa-se ainda que mesmo diane da diminuição da área colhida no Brasil no ano de 2006, a produção foi maior que a do ano anerior, o que pode ser explicado por um acréscimo na produividade nesse ano em relação ao ano anerior. Com relação à produividade da soja brasileira e maogrossense, esa apresenou oscilações ao longo do período analisado, sendo que o maior índice de produividade no Brasil aconeceu no ano de 2003, quando ficou em Kg/ha. Já o maior índice de produividade em Mao Groso ocorreu no ano de 2002, que foi de Kg/ha. A queda de produividade da soja pode ser explicada pelo baixo preço produo no mercado, pois desde o primeiro semesre de 2004, em-se observado a queda dos preços inernacionais, o que aingiu desfavoravelmene o seor. Em geral, variações bruscas dos preços agrícolas inernacionais, como a ocorrida em 2004, se dão após variações na produção mundial, uma vez que a produção de soja é muio concenrada em poucos países, e uma irregularidade climáica em um país produor provoca grandes variações na ofera mundial. Ouro faor que explica a queda na produividade é o problema da ferrugem asiáica que aingiu as lavouras brasileiras após o ano de 2002, aliado aos alos cusos para se produzir essa oleaginosa. METODOLOGIA A meodologia uilizada para o desenvolvimeno do presene rabalho esá respaldada por dois aspecos disinos, abordados nos modelos eórico e analíico, sendo que o modelo eórico esá baseado em conceios de mudança esruural e de compeiividade. Já o modelo analíico conemplará os méodos Consan-Marke-Share (CMS), o índice de Posição Relaiva no Mercado (POS) e o Modelo Shif-Share, para analisar a compeiividade dos produos soja e algodão no esado de Mao Grosso, frene ao mercado inernacional no período proposo. A escolha dos países foi feia a parir dos valores da comercialização deses com o esado de Mao Grosso. Assim, os países escolhidos para analisar as exporações de algodão de Mao Grosso foram: China, Paquisão, Indonésia e Tailândia Esados Unidos e China, e para as exporações de soja foram Esados Unidos,

7 195 China e União Européia. 2.1 Modelo eórico O presene esudo apresena uma caracerização sobre mudança esruural e sobre compeiividade Mudança esruural Ishikawa (1994) ciado por Bonjour (2003), argumena que a esruura refere-se à composição de seores da economia e esá associada a diversas relações ecnológicas ou de comporameno. Esse auor mosra com um significado amplo o ermo mudança esruural, definindo uma mudança na paricipação relaiva dos principais componenes dos indicadores agregados na economia. Afirma ainda que exise um conceio unificado sob vários aspecos que demonsra a abrangência enre os fenômenos que permiem ransformações na agriculura e nos processos de indusrialização, de urbanização, os quais são afeados por políicas macroeconômicas num processo de ransformação global da economia. Para Kilkenny e Oo (1994) as mudanças esruurais ocorrem ano no nível micro como no nível macro da economia, sendo que no nível micro aparecem as mudanças na organização da produção da firma, inensidade de faores, composição do produo, escala de operação e parcela de paricipação da firma na indúsria e nas formas de organização. Já no nível macro da aividade econômica, essas mudanças se relacionam direamene com o nível de emprego na economia, à localização das aividades e a paricipação dos seores no Produo Nacional Bruo. Andrade (1996) argumena que alerações esruurais esão relacionadas com a observação do comporameno do consumo, invesimeno e uso de insumos inermediários, sob a óica da demanda final, e com o comporameno da acumulação do capial físico e humano e uso de recursos naurais, sob a óica da ofera. A mudança esruural pode afear odo o mercado mundial, causando influência sobre a esruura produiva, e ambém na ofera de insumos uilizados na produção. Esa mudança em sido acompanhada ambém pela demanda de serviços, onde os produos processados exigem uma mão-de-obra diferenciada daquela usada na produção de primários (HERTEL e al apud BONJOUR, 2003).

8 Compeiividade Andriolli (2003) argumena que a compeiividade ou livre concorrência é um dos princípios da economia liberal e eve como principais defensores Adam Smih e David Ricardo. Segundo a eoria de SMITH, procurando apenas um ganho pessoal, a pessoa rabalha, coincidenemene, para elevar ao máximo possível a renda anual da sociedade. Por uma mão invisível a pessoa esaria sendo miseriosamene levada a execuar um objeivo que jamais fez pare das suas inenções. De acordo com Farina (1999) a compeiividade não apresena uma definição mais precisa, pois, compreende anas faceas de um mesmo problema que se orna difícil esabelecer um conceio que seja ao mesmo empo abrangene e úil, e do pono de visa das eorias da concorrência, ela pode ser definida como a capacidade de sobrevivência por pare das empresas de forma susenável e ao mesmo empo crescer em mercados exisenes ou em novos mercados, e que haja a realização de lucros não negaivos. A parir dessa definição, em-se que a compeiividade é uma medida de desempenho das firmas individuais. No enano, esse desempenho depende de relações sisêmicas, já que as esraégias empresariais podem ser obsadas por gargalos de coordenação verical ou de logísica. Assim, a compeiividade é visa como função do desempenho e influencia o resulado dos diversos faores que compõem a capacidade produiva da empresa, sendo que considera ambém que a compeiividade é explicada por processos produivos, capacidade écnica, disposição de aender o mercado, capacidade de diferenciação e qualidade dos produos. 2.2 Modelo Analíico Para o desenvolvimeno do rabalho, foram uilizados o Modelo Consan-Marke-Share (CMS), o índice de Posição Relaiva no Mercado (POS) e o Modelo Shif-Share para analisar a compeiividade dos produos algodão e soja do esado de Mao Grosso, frene ao mercado inernacional no período proposo Modelo Consan-Marke-Share Para avaliar a compeiividade foi uilizado o modelo Consan-Marke-Share (CMS), o qual permie fazer a decomposição

9 197 das axas de crescimeno das exporações do algodão e da soja no referido período de esudo. Essa análise enfaiza o desempenho do mercado exporador em relação ao mercado imporador. Esse modelo aribui o crescimeno das exporações, favorável ou desfavorável ao seor exporador, ano na esruura das exporações do país quano em sua compeiividade. O modelo supõe que, manida a parcela de exporação do país, a variação verificada ocorre em função da compeiividade, sendo que a decomposição do crescimeno das exporações é feia de acordo com os seguines faores: a) crescimeno do comércio inernacional; b) composição da paua de exporações; c) desino das exporações; d) compeiividade, deerminada pelo resíduo das demais. Aribui-se ao resíduo negaivo o fracasso de manerse no comércio e ao resíduo posiivo o sucesso na ampliação da paricipação do comércio inernacional. O modelo pode ser assim descrio: V*.. V.. = rv.. + (V*.. V.. rv..) (1) (a) (b) Onde: V.. = valor oal das exporações no período 1 (inicial) V*.. = valor oal das exporações no período 2 (final) r = incremeno das exporações mundiais do período 1 para o período 2. A variação das exporações do país de um período a ouro esá associada à variação das exporações mundiais (a) e a um efeio residual aribuído à compeiividade (b). Como as exporações compõem-se de um conjuno diverso de produos, em-se para o i-ésimo produo uma expressão análoga à (1): V*i. Vi. = riv i. + (V*i. Vi - rivi.) (2) Onde: V i.. = valor oal das exporações do produo i no período 1; V*i = valor oal das exporações do produo i no período 2; ri = incremeno das exporações mundiais do produo i do período 1 para o período 2.

10 198 Esa expressão pode ser agrupada em: V*.. V.. = rivi. + (V*i. Vi - rivi.) V*.. V.. = (rv..) + (ri r)v i. + (V*i. V i - rivi.) (3) Por fim, se considerando a diferenciação das exporações por mercados de desino, chega-se à equação de CMS para o ipo paricular de produo e uma região paricular de desino: V*ij Vij = rijv ij + (V*ij Vij - rijvij) (4) (a) (b) Onde: Vij = valor oal das exporações do produo i para o país j no período 1; V*ij = valor oal das exporações do produo i para o país j no período 2; rij = incremeno das exporações mundiais do produo i para o país j do período 1 para o período 2. Assim esa equação pode ser agrupada em: Vijij*.. V..= rij Vij + (V*ij Vij - rijvij) Vijij*.. V..=rV..+ (ri - r)vi.+vv(rij - ri)vij+ (V*ij Vij - rijvij) (5) (a) (b) (c) (d) Os efeios (a) e (b) são relacionados a faores exernos e efeios (c) e (d), a faores inernos, onde: (a) É o efeio crescimeno do comércio mundial; incremeno observado se as exporações iverem crescido à mesma axa de crescimeno do comércio mundial; (b) É o efeio composição da paua de exporação; mudanças na esruura da paua com concenração em produo com crescimeno de demanda mais ou menos acelerado; (c) Represena o efeio desino das exporações; mudanças decorrenes de exporações de produos para mercados de crescimeno mais ou menos dinâmicos; e (d) É o efeio residual, que represena a compeiividade; refleindo a diferença enre o crescimeno aual e o crescimeno que eria ocorrido nas exporações, se sua parcela de exporações de cada bem para cada país ivesse sido manida.

11 2.2.2 Índice de Posição Relaiva no Mercado (POS) 199 O índice, que foi sugerido por Lafay (1999), deermina a posição do país i no mercado mundial do produo k, pela divisão do saldo comercial do país i, no produo k, pelo comércio mundial W do produo k (exporações mais imporações mundiais do produo k), em deerminado período de empo n. Algebricamene emos: n POS ik = 100* X n ik M W n k n ik n Onde, POS ik é a posição do país i no mercado mundial do produo k, em deerminado ano n; Xik, valor das exporações do produo k, do país i; Mik, valor das imporações do produo k, do n país i; e W k, valor das exporações mais as imporações mundiais do produo k, em deerminado ano n. Esse indicador pode apresenar resulados ano posiivos como negaivos. Os países que apresenarem resulados posiivos erão posicionameno relaivo superaviário no comercio inernacional e aqueles que apresenarem resulados negaivos erão posicionameno relaivo deficiário no comércio inernacional do produo. De acordo com Lafay (1999), ese indicador de compeição inernacional é influenciado por variáveis macroeconômicas, pelo peso da economia do país em relação ao mundo, pelas caracerísicas esruurais do consumo e da produção do bem e pelas disorções que podem ser inroduzidas pelo poder público, ais como subvenção às exporações e, ou, geração de barreiras ao processo de imporação Modelo Shif-Share A análise das variações na receia de exporação maogrossense de algodão e soja em grão foi feia pelo méodo shifshare. Os efeios esudados foram decomposos em efeio-preço, efeio-câmbio e efeio-quanidade, conforme dealhes a seguir: A receia obida pela exporação de uma deerminada

12 200 commodiy é o resulado do produo do preço pela quanidade vendida, ou seja, R = Q. PR$ (1) Onde R é a receia em real decorrene da exporação do produo, Q é a quanidade do produo exporado, e PR$ é o preço em reais recebido pelo exporador brasileiro. E como o preço do algodão e da soja são definidos no mercado inernacional, a conversão para preço em reais é obida pelo produo da axa de câmbio real pelo preço em dólares: PR$ = λ. PUS$ (2) Onde PUS$ é o preço em dólar recebido pelo exporador brasileiro, e λ a axa de câmbio real (R$/US$). Subsiuindo (2) em (1), em-se que a receia da exporação do algodão e da soja são resulanes das quanidades exporadas, da axa de câmbio e do preço inernacional das commodiies, ou seja: R = Q. (λ. PUS$) (3) A análise será anual, ou seja, será obida a axa anual de crescimeno ou decrescimeno da receia das exporações dos produos algodão e soja, resulane da variação ocorrida enre o ano analisado () e o ano anerior (0). A axa de câmbio real foi obida a parir de axas médias anuais para o período de 1990 a 2006, deflacionadas pelo criério da paridade do poder de compra da moeda, conforme a expressão (4), considerando a inflação domésica e a inflação inernacional: P * λ = e (4) p As expressões (5) e (6) apresenam a variação da receia de exporação dos produos algodão e soja (grão, farelo e óleo) em reais, respecivamene, para o período inicial 0, e o período final :

13 201 R0 = Q0. (PUS$0. λ0) (5) R = Q. (PUS$. λ) (6) Na expressão (7), êm-se o efeio-preço, que indica a variação na receia em reais ocorrida devido a variação no preço em dólares, na expressão (8) o efeio-câmbio, que capa o efeio da variação da axa de câmbio sobre a receia. Observe que ao calcular cada um dos efeios os demais serão sempre considerados consanes: R P = Q 0 (P US$. λ0 ) (7) λ R = Q0 (P US$. λ ) (8) O efeio oal, ou, a variação oal na receia das exporações dos produos algodão e soja, em reais, do período inicial para o final, é definido por: R P λ P λ ( R R ) + ( R R ) + ( R R ) R0 = 0 (9) P ( 0 Onde: R - R0 é a variação oal na receia em reais; R - R ) mede a conribuição do preço inernacional para a P variação da receia; ( R λ - ) mede a conribuição do efeio câmbio R λ e (R - R ) afere a conribuição da variação no volume exporado, ou seja, o efeio-quanidade represenando a variação da receia devido a variação do volume exporado. Diane da expressão (9), é possível observar cada um dos rês efeios individualmene ou somados, como a expressão apresena, sendo nese caso a axa anual de crescimeno da receia de exporação. Para descobrir a paricipação de cada um dos efeios na variação oal das receias de exporação, muliplica-se ambos os lados da expressão (9) por:1/ 1/( R - R 0 ), logo, em-se:

14 202 P λ P λ (R - R 0 ) (R - R ) (R - R ) 1 = + + (10) (R - R ) (R - R ) (R - R ) 0 0 Pode-se ainda, represenar cada um dos efeios esudados em percenual do efeio oal, realizando a muliplicação dos dois lados da idenidade (9) por i = ( R / R0 1). 100, e com = 1, êmse: i = [( R / R0 ) 1]. 100, onde i represena a axa média anual (em %) de variação da receia das exporações, ou seja, o efeio oal. Assim, os efeios que auam sobre a receia de exporação, em percenual, são dados por: 0 P λ P (R - R 0 ) (R - R ) (R i = i + i + (R - R ) (R - R ) (R R λ - R 0 ) ) (11) Onde os rês ermos a direia do sinal da igualdade represenam os rês efeios, em percenual, na mesma seqüência da expressão (9). RESULTADOS E DISCUSSÃO Nesa seção esão conemplados os resulados e as discussões acerca do esudo elaborado a parir dos índices Consan- Marke-Share, índice de Posição Relaiva no Mercado e o índice Shif-Share. O resulado do Consan-Marke-Share do algodão para a China mosrou que o efeio oal foi posiivo para o crescimeno do comércio mundial e do desino das exporações, assim como a paricipação no crescimeno que foi posiiva para esses dois efeios. Com relação ao efeio compeiividade, ese ficou posiivo somene no ano de 2004 onde o efeio compeiividade pode er sido influenciado pelo câmbio favorável às exporações. Quano aos resulados para o Paquisão, os dados mosraram que houve compeiividade para esse país, ficando negaivo apenas o efeio desino das exporações. O algodão de Mao Grosso foi compeiivo para a

15 203 Indonésia segundo a meodologia uilizada, mas não apresenou compeiividade para a Tailândia. Já para a China e Tailândia não houve compeiividade do algodão. De acordo com os resulados obidos pelo Índice de Posição Relaiva para o algodão de Mao Grosso, o esado apresenou na maioria dos anos analisados resulados posiivos, ou seja, eve saldos relaivos superaviários, sendo que eve saldo negaivo no ano de 1995, que foi de -0,56% e no ano 2000 que eve um saldo de -0,67%. A Figura 1 mosra os rês efeios do Shif-Share, preço, quanidade e câmbio para o algodão. Figura 1 - Decomposição da axa anual de crescimeno das receias de exporação de algodão a 2006 Fone: Dados da Pesquisa O ano de 2005 eve uma queda na receia em -28,05% e dessa vez as rês varáveis junamene foram as responsáveis por essa queda, onde o câmbio influenciou em -16,83%, o efeio preço foi de -9,82% e o efeio quanidade foi de -1,4%. Em 2006 o efeio quanidade paricipou negaivamene para a queda na receia, com -16,67% e o câmbio com -9,65%, sendo que o efeio preço nesse ano segurou um pouco a queda na receia, onde apresenou uma ligeira recuperação em relação ao ano anerior. Conforme pode ser observado na Tabela 3, no ano de 2003 o efeio oal na receia foi posiivo, 75,32%, e o efeio

16 204 quanidade paricipou posiivamene com 42,93%, e no ano de 2004 o efeio oal ficou em 72,82%, sendo o responsável por esse efeio posiivo, o efeio quanidade, com 89,59%, sendo que esse resulado poderia er sido melhor não fosse a paricipação negaiva dos efeios câmbio com -10,19% e preço com -6,55%. No ano de 2002 o efeio quanidade foi imporane para o resulado posiivo do efeio oal, com 16,56% e o efeio câmbio ambém eve sua paricipação posiiva com 10,63%. Tabela 3 Decomposição da axa anual de crescimeno das receias de exporação de algodão (em %) a 2006 Período Efeio Preço Efeio Câmbio Efeio Quanidade Efeio Toal ,07-21,17 311,45 299, ,17 22,26 454,17 445, ,75 10,63 16,56 20, ,97-19,58 42,93 75, ,55-10,19 89,56 72, ,82-16,83-1,14-28, ,17-9,65-16,67-22,15 Fone: Dados da Pesquisa Houve predomínio do efeio preço apenas no ano de 2003, quando aingiu o paamar de 51,97%, e ese foi o período em que houve uma melhora nos preços recebidos pelos exporadores, US$ 1.239,64 a onelada, depois de dois anos seguidos de acenuada queda. Com relação à soja mao-grossense, os resulados do índice Consan-Marke-Share para os Esados Unidos mosraram que a mesma não foi compeiiva para esse país. Os resulados desse índice

17 205 para a União Européia mosraram que houve compeiividade da soja, embora sido um pequeno ganho, ou seja, de apenas 0,60% no crescimeno. Para a China os resulados do índice Consan-Marke- Share demonsraram que a soja em grão não foi compeiiva. O resulado do Índice de Posição Relaiva no Mercado (POS) mosrou que no período analisado não houve perda de posição de Mao Grosso no mercado inernacional, pois não apareceu resulado negaivo em nenhum dos anos analisados. De acordo com os resulados do Shif-Share para a soja, apresenados na Figura 2, noa-se que não eve predomínio de nenhum dos efeios por odo o período analisado, e como foram anos que apresenaram grandes variações na axa de câmbio, na quanidade exporada e ambém nos preços, houve variação de efeio dominane ano a ano. Figura 2 - Decomposição da axa anual de crescimeno das receias de exporação de soja em grão a 2006 Fone: Dados da Pesquisa Em 1999 o preço médio anual da onelada de soja no mercado inernacional foi de US$ 175, bem abaixo dos US$ 231 do ano anerior. O resulado foi uma receia de exporação de 38,8% superior a do ano anerior, em virude ambém da quanidade exporada ser de 29,49% maior que em 1998, conforme se observa na Tabela 4. Nos anos de 2000, 2001, 2002, e 2005 a quanidade exporada predominou, conribuindo para o efeio posiivo das

18 206 receias de exporação. Em 2004 foi o efeio posiivo do preço (27,28%) junamene com a quanidade exporada (4,49%) que asseguraram uma receia de 17,95% maior do que a do ano anerior aos exporadores Tabela 4 Decomposição da axa anual de crescimeno das receias de exporação de soja em grão (em %) a 2006 Período Efeio Preço Efeio Câmbio Efeio Quanidade Efeio Toal ,42-16,33-41,72-60, ,57 87,46 172,34 257, ,93-26,39-35,18-58, ,26-19,87 73,73 64, ,11-11,39-36,45-56, ,07 2,03 38,57 67, ,79 2,4 232,41 239, ,91 4,32-6,14-22, ,67 32,98 29,49 38, ,71-19,84 59,52 48, ,63 31,24 69,1 93, ,69 11,9 21,27 37, ,9-14,45-7,46-35, ,27-13,82 4,49 17, ,26-16,24 56,56 27, ,98-8,91 8,08-3,81 Fone: Dados da Pesquisa. Conforme o índice Shif-Share, observou-se que o efeio quanidade é que causou maior influência sobre o efeio oal, ora influenciando de forma posiiva, ora de forma negaiva. Porano, pode-se concluir que a quanidade exporada foi o que garaniu a receia dos exporadores de soja em grão no período esudado. CONSIDERAÇÕES FINAIS De acordo com os resulados do Índice Consan-Marke- Share o algodão mao-grossense não foi compeiivo para a China e nem para a Tailândia, mas apresenou compeiividade para o Paquisão e para a Indonésia.

19 207 Conforme os resulados do índice de Posição Relaiva no Mercado (POS) para o algodão de Mao Grosso, em-se que o esado eve saldos superaviários na maioria dos anos analisados. De acordo com a o índice Shif-Share, as receias de exporação de algodão de Mao Grosso no período esudado apresenaram um grande crescimeno a parir do ano de Esse crescimeno na receia de exporação decorreu do aumeno da produção de algodão, principalmene após o início dos anos 2000, em virude de incenivos à culura e exporação de algodão, ao aumeno da produividade e ambém da qualidade do algodão mao-grossense, assim como da desvalorização do Real ocorrida em 1999 que favoreceu as exporações. Com relação à soja em grão, os resulados do CMS mosraram que as exporações foram compeiivas para a União Européia, mas não foram compeiivas para os Esados Unidos e para a China. O índice de Posição Relaiva no Mercado (POS) mosrou que o esado não perdeu posição no mercado inernacional da soja em grão no período analisado. Porano, os resulados obidos a parir do índice Shif- Share para a soja, mosraram que o efeio quanidade é que causou maior influência sobre o efeio oal, de onde se pode inferir que a quanidade exporada foi a responsável pelos ganhos nas receias dos exporadores no período esudado, viso que a oscilação de preços e as mudanças cambiais prejudicaram o seor. Os resulados demonsraram que não houve compeiividade desses produos, algodão e soja, para alguns países analisados, e isso pode ser devido a problemas de infra-esruura. Mao Grosso, e o país como um odo, apresena uma infra-esruura precária de ranspores, o que acaba dificulando o acesso dos produos aé os disanes poros, enquano os seus maiores concorrenes no mercado inernacional apresenam uma melhor infra-esruura, como é o caso dos Esados Unidos que possui rios navegáveis, ornando assim os seus frees mais araivos e a Argenina, que assim como o Brasil ambém é banhada pelo Oceano Alânico, mas que produz próximo ao oceano, e por isso os seus produos podem ser mais compeiivos. Porano, seriam necessárias políicas públicas voladas para melhoria da infra-esruura de ranspore e de logísica para que os produos agrícolas produzidos pelo esado de Mao Grosso se ornassem ainda mais compeiivos no mercado inernacional.

20 208 Referências Bibliográficas ANDRADE, A. M. Mudanças esruurais e fones de crescimeno econômico da economia brasileira: uma análise se insumo produo para f. Disseração (Mesrado em Economia) Universidade Federal de Minas Gerais, ANDRIOLLI, A. I. Revisa Espaço Acadêmico. Ano II, nº. 23 Abr BATISTA, G. de F.; LÍRIO, V. S. Compeiividade Inernacional da Soja Brasileira: uma Avaliação Sisêmica. In: CONGRESSO NACIONAL DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL. 2004, Cuiabá. Anais... Cuiabá: SOBER, CD-ROM. BONJOUR, S. C. M. Impacos esruurais de mudanças na preferência inernacional de carne bovina Tese (Douorado em Economia Aplicada). Universidade Federal de Viçosa 2003, 114 p. CARVALHO, L. H; CHIAVEGATO, E. J. A culura do algodão no Brasil: faores que afeam a produividade. Piracicaba: Ediora Poafos 1999, 286 p. FARINA, E. M. M. Q. Compeiividade e coordenação de sisemas agroindusriais: um ensaio conceiual In: Gesão & Produção, v. 6, n. 3, pp , FREIRE, E. C. Algodão no cerrado. Campina Grande: EMBRAPA-CNPA, FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Sisema de recuperação auomáica (SIDRA). Disponível em: <hp:// Acesso em: 10 maio HERTEL, T.; GEHLHAR, M.; COYLE, W. Undersanding he Deerminans of Srucural change in World food markes Saff Paper 98-6, May ISHIKAWA, T. W. Srucural change. In: EATWELL, J. MILGATE, M., NEWMAN, P. The new palgrave: a dicionary of economics. London: Macmillan, 1994.v. 4, p KILKENNY, M. OTTO, D. A general equilibrium perspecive on sruural change in he rural economy. American Journal of Agriculural Economics, v. 76, n.5, p , 1994.

21 209 LAFAY, G. e al. Naions e mondialisaion. Paris: Econômica, p MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Agronegócio Brasileiro: Uma Oporunidade de Invesimenos. Disponível em: <hp://www.agriculura.gov.br> acesso em: 11 jul Sobre as auoras Recebido em: 22/10/2008 Aceio em: 09/11/2008 Sonia Sueli Serafim de Souza Mesre em Agronegócio e Desenvolvimeno Regional pela Universidade Federal do Mao Grosso (UFMT). Sandra Crisina de Moura Bonjour Douora em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Viçosa (UFV); Professora da Universidade Federal do Mao Grosso (UFMT)

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