Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil

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1 Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produividade no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho Samuel de Abreu Pessôa Resumo Esse arigo consrói uma série de horas rabalhadas para a economia brasileira em frequência mensal desde 1982 e, analisa produividade do rabalho e a produividade oal dos faores (PTF) no Brasil no período de 1982 e Além disso, o arigo invesiga a fore redução da jornada de rabalho média da economia brasileira ocorrida na década de oiena que disorce os cálculos de produividade baseados no pessoal ocupado, subesimando a produividade do período. Os resulados indicam que a produividade do rabalho que eria crescido somene 14,8% enre 1982 e 2012 aumena 32,3% com base nas horas rabalhadas. A redução da produividade do rabalho na década de oiena ocorreu por cona da redução da jornada de rabalho (-1,2% a.a.) e não por culpa da produividade hora do rabalho que ficou esagnada (0,1% a.a.). Nessa mesma linha, a PTF sofre queda menos expressiva na década de 80 quando calculada com base nas horas rabalhadas. Por úlimo, a PTF que eria crescido 5,2% enre 1982 e 2012, apresena evolução de 14,5% ao longo de rina anos, resula ainda sim medíocre. Absrac This paper proposes a mehodology o consruc a monhly hour worked series from 1982 o dae and uses i o analyze labor produciviy and oal facor produciviy in Brazil in he period One of he main conribuions of his paper is he monhly hours worked series from 1982 o dae. I also repors he huge drop in worker weekly hours ha happened in he 80 s ha disors produciviy measures based on occupied populaion, underesimaing produciviy evoluion in Brazil. The resuls show ha labor produciviy was underesimaed by 32.3% in he period while TFP was underesimaed by 9.3%. In paricular, labor hour produciviy did no drop in he 80 s as usual repored. The labor produciviy drop was due o he weekly hour s reducion in he period. Beween 1982 and 2012, TFP measures using working hours as a labor inpu had grown 14.5%, a higher growh han he 5.2% measured using occupied people. Palavras- chave: crescimeno econômico, horas rabalhadas, produividade do rabalho, produividade oal dos faores Keywords: economic growh, worked hours, labor produciviy, oal facor produciviy Classificação JEL: O47, J24, J31.

2 1 Inrodução O presene rabalho conribui para a lieraura de rês formas disinas. Primeiramene, consruímos uma série mensal de horas rabalhadas para a economia brasileira desde Em segundo lugar, uilizando a série de horas consruída analisase as modificações na jornada de rabalho média da economia brasileira, com especial ênfase na redução da jornada de rabalho ocorrida após a consiuição de Por úlimo, levando-se em consideração a redução ocorrida na jornada de rabalho, ese arigo recalcula a evolução da produividade do rabalho e da produividade oal dos faores em função das novas esimaivas para a evolução da jornada de rabalho. Os resulados mosram que a queda na produividade do rabalho da década de oiena reporada na lieraura ocorreu em virude da redução da jornada de rabalho. A produividade hora do rabalho ficou esagnada no período (0,1% a.a.). Esse resulado é fruo da redução na frequência de rabalhadores com jornadas de rabalho superiores a 44 horas poserior a consiuição de O rabalho mosra ainda que a produividade do rabalho e a produividade oal dos faores foram maiores nas décadas de 80 e 90 uma vez que se conrole pela redução da jornada de rabalho. Na úlima década, esse resulado perde força em virude de uma jornada de rabalho mais esável no período, o que orna menores os erros de esimaivas que desconsideram a evolução da jornada de rabalho no período recene. Além desa inrodução, ese rabalho em mais quaro seções. A seção 2 apresena a base de dados uilizada no rabalho. A meodologia uilizada na análise, incluindo o procedimeno de consrução da série de horas rabalhadas é apresenada na seção 3. Ainda nesa seção, apresenamos as formas de calculo da produividade do rabalho (PT), da Produividade Toal dos Faores (PTF), e os méodos de decomposição do crescimeno do produo. A seção 4 apresena os resulados obidos e a seção 5 apresena as principais conclusões do arigo. 2 - Dados O presene arigo uiliza dados da nova e da aniga Pesquisa Mensal de Empregos (PME) e da Pesquisa Nacional por Amosra de Domicílios (PNAD), ambas do Insiuo Brasileiro de Geografia e Esaísica (IBGE) para consruir uma série mensal de horas de rabalho para a economia brasileira iniciada na década de oiena aé os dias auais. Apesar de o IBGE realizar as pesquisas PME e PNAD, os dados de horas rabalhadas de ambas as pesquisas não são iguais. O presene rabalho segue meodologia similar a uilizada em Barbosa Filho e Pessôa (2009) e supõe que os dados da PNAD são os mais fidedignos da economia no mês de Seembro. Logo, a série de horas rabalhadas consruída nese rabalho reproduz nos meses de Seembro o resulado da PNAD. Nese senido, a PNAD fornece a endência da série de horas e da série da população ocupada.

3 A série de horas rabalhadas da PME com nova meodologia (a parir de Março de 2002) foi obida direamene do sie do IBGE 1. A série de horas rabalhadas obidas com base na meodologia aniga (enre janeiro 1991 e fevereiro de 2003) ambém foi obida juno ao IBGE. Para o período anerior a 1991, não enconramos uma série de horas rabalhadas. Desa forma, uilizamos a série de pessoal ocupado, obida no sie do Insiuo de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEADATA) que vai do período enre Maio de 1982 e Dezembro de Para o cálculo da produividade do rabalho e da produividade oal dos faores uilizamos as séries de PIB, Formação Brua de Capial Fixo, deflaor implício do PIB e da Formação Brua de Capial Fixo do IBGE enre 1982 e 2012, deflacionado odos os valores para o ano de Por úlimo, uilizamos a série do Nível de Uilização da Capacidade Insalada (NUCI) da Fundação Geulio Vargas (FGV) para o mesmo período. 3 Meodologia 3.1 Série de Horas Trabalhadas O presene arigo uiliza dados da nova e da aniga Pesquisa Mensal de Empregos (PME) e da Pesquisa Nacional por Amosra de Domicílios (PNAD), ambas do IBGE para consruir uma série mensal de horas de rabalho para a economia brasileira iniciada na década de oiena aé os dias auais. Nível da Série Apesar de o IBGE realizar as pesquisas PME e PNAD, os dados de horas rabalhadas de ambas as pesquisas não são iguais. O presene rabalho segue meodologia similar a uilizada em Barbosa Filho e Pessôa (2009) e supõe que os dados da PNAD são os mais fidedignos da economia no mês de Seembro. Logo, a série de horas rabalhadas consruída nese rabalho reproduz nos meses de Seembro o resulado da PNAD. Nese senido, a PNAD fornece o nível e a endência da série de horas. O oal de horas rabalhadas para os meses de Seembro de cada ano foram obidos da PNAD. Para ano, somamos o oal de horas rabalhadas de cada indivíduo e expandimos as mesmas pelo peso de cada observação (peso da pessoa). Com isso, foi obido o oal de horas rabalhados no Brasil no mês de Seembro do ano, da seguine forma: Horas PNAD N, 09 / = pi HTi (1) i= 1 onde pi é o peso do indivíduo na amosra e indivíduo em Seembro do ano. HT i é o oal de horas rabalhadas pelo 1 hp://www.ibge.gov.br/home/esaisica/indicadores/rabalhoerendimeno/pme_nova/defaul.shm.

4 Adicionando as Variações Mensais A variação mensal da série de horas, por sua vez, será obida aravés da Pesquisa Mensal de Emprego. No enano, a PME sofreu uma modificação profunda em 2002, o que orna os dados não comparáveis com os obidos nas pesquisas aneriores. Desa forma, pare imporane desse rabalho reside em compaibilizar os diferenes meses da pesquisa de forma a gerar uma série de horas única. A série de horas da nova meodologia se inicia em Março de A série de horas da meodologia aniga foi obida enre Janeiro de 1991 e Fevereiro de Logo, a exensão da série de horas enre janeiro de 1991 e Março de 2002 é realizada aravés da incorporação da variação mensal ocorrida de forma anerior a Março de Logo, a série de horas é encadeada enre 1991 e 2013 conforme a equação abaixo: PMEaniga, Horas PME, = PMEnova,3 / 2002 (2) PME aniga,3 / 2002 A ausência de uma série de horas anerior a Janeiro de 1991 coloca uma dificuldade adicional na expansão da série de horas para um período anerior a Para solucionar esse problema uilizamos a série de pessoal ocupado que vai de Maio de 1982 a Dezembro de No enano, essa série possui clara desconinuidade enre Dezembro de 1990 e Janeiro de Nesse inervalo de um mês ocorre uma redução no oal de pessoal ocupado de 13%. Essa mudança é obviamene um pono fora da curva. Para corrigir esse problema avaliamos a variação que ocorreu enre Dezembro de um ano e Dezembro do ano seguine para os rês anos aneriores e os rês anos poseriores a A média dessa variação de 2,27% foi uilizada para corrigir a PO de Dezembro de Com essa correção realizada, a série de pessoal Ocupado ( PO ) é encadeada aé Maio de Em seguida, uiliza-se a série de Pessoal ocupado enre Maio de 1982 e Dezembro de 1990 ( PO ) para encadear a variação na série de horas rabalhadas ( Horas PME aniga, ), conforme a equação abaixo: POaniga, Horas PME, = Horas PME,1/1991 (3) PO Horas Toais Trabalhadas aniga,1/1991 aniga Com o cálculo do oal de horas rabalhadas no mês de Seembro de cada ano aravés da PNAD, emos o nível e a endência das horas rabalhadas a cada 12 meses no mês de Seembro. Em seguida, uilizando os dados da PME do oal de horas rabalhadas, consruímos um número índice do oal de horas rabalhadas com base em Maio de 1982, para capar a variação mês a mês do oal de horas rabalhadas. A equação (4) descreve ese índice.

5 H HTPME, m / I HTPME, m / = 100, (4) H em que HTPME,5 /1982 I HTPME, é o índice de horas rabalhadas no mês m ano, H HTPME m /, é o oal de horas rabalhadas no mês m do ano e H HTPME,5 / 1982 é o oal de horas rabalhadas em Maio de 1982, ano base uilizado. Em seguida, associa-se o índice de horas rabalhadas obido com base na PME, I HTPME, m /, para encadear uma série a parir das horas rabalhadas obidas na PNAD de 1982, H ~ PNAD, conforme a equação rês escria abaixo. ~ H ~ I HTPME, m / PNAD, m / = H PNAD,9 /1982. (5) I HTPME, m 1/ Em palavras, o número de horas rabalhadas no mês m do ano é obido aravés do número de horas rabalhadas no mês 1 muliplicada pela variação das horas I HRMPME, rabalhadas obidas aravés da razão do índice de horas. I HRMPME, 1 Enreano, como a PME e a PNAD não são compaíveis, observa-se uma diferença enre as observações da PNAD com variação mensal e as observações da PNAD. Ou seja, quando a variação da PME é aplicada ao dado da PNAD de deerminado ano, o oal de horas rabalhados nos ouros anos é disino ao enconrado na PNAD. A simples aplicação da variação do número de horas da PME nas horas oais da PNAD de um ano, por exemplo 2002, gera uma série onde o número de horas rabalhadas no mês de Seembro dos anos seguines difere do número de horas reporados na PNAD. Desa forma, para que as observações da PNAD sejam manidas deve-se adoar uma meodologia diferene, apresenada abaixo. Com a finalidade de compaibilizar a variação mensal da PME com o número de horas oais rabalhadas obidos na PNAD, calibra-se a variação do PME para o número de horas rabalhadas do mês de Seembro do ano ser o mesmo obido na PNAD do ano. Para ano, uiliza-se um ermo de correção que é a razão enre as horas da PNAD e as do mês de Seembro com variação da PME ( H ~ ) do ano, conforme a equação (4). C PNAD, RM, ~ H PNAD,9 / PNAD H = (6) Como ese ermo de correção varia com o empo para cada região meropoliana, pondera-se o número de horas oais rabalhadas da PME dando mais peso para o faor de correção mais próximo da observação conforme a equação (5) abaixo. ~ (09 / 1) ( / ) + m HTm / H PNAD, m / C 12 m / [09 /,09 / + 1] (09 / + 1) ( m / ) C 12 = RM, RM, + 1 (7)

6 Desa forma, a equação (5) calcula o oal de horas sendo capaz de compaibilizar a PME e a PNAD. 3.2 Jornada Média Com base na série de horas esimada e com o pessoal ocupado da PNAD, calculamos a jornada média de rabalho no Brasil, como sendo a razão enre o oal de horas rabalhadas em Seembro de cada ano pelo oal de pssoas ocupadas, conforme: JM H PNAD, = (8) PO Produividade O arigo uiliza a série de horas rabalhadas para esimar a produividade do Trabalho (PT) e a produividade oal dos faores (PTF). No enano, pare imporane desse rabalho reside em mosrar que devido à redução da jornada média de rabalho ao longo dos anos, a mensuração da PT e da PTF varia de forma subsancial caso se uilize o oal de horas rabalhadas ou o pessoal ocupado Produividade do Trabalho Calcula-se a produividade do rabalho (PT) de duas formas disinas nesse PIB rabalho. A PT com base no oal de horas rabalhadas (HT): PTTH = ou a PT HT com base no pessoal ocupado (PO): PIB PTPO =. PO Adicionalmene, podemos realizar uma decomposição do produo conforme a equação abaixo: PIB HT PIB = PO = PTHT JT HT PO (7) PO Em palavras, o PIB depende da produividade hora do rabalhador (PTHT), da jornada média de rabalho (JT) e do oal de pessoal ocupado (PO). Com isso, variação do PIB pode ser decomposa em variação da produividade hora do rabalho, variação da margem inensiva do rabalho e variação da margem exensiva do rabalho, conforme a equação abaixo: N N N + N 1 Y + ln N Y 1 PTHT + = ln N PTHT 1 JT + + ln N JT 1 PO + ln N PO, (9)

7 3.3.2 Produividade Toal dos Faores agregado, A função de produção é dada por Y A F( u K, L ) A é a produividade oal dos faores (PTF), produivos do capial uilizado na produção; =, em que é o produo u é o oal de serviços K u é o índice de uilização da capacidade insalada (NUCI), K é o esoque de capial físico disponível na economia, e L é o faor rabalho que pode ser represenado pelo número de horas por rabalhador ou pelo oal de pessoal ocupado. A função de produção uilizada nesse arigo é dada pela especificação Cobb-Douglas: Y = A u K L (10) α 1 α ( ) ( ) em que α é a elasicidade do produo em relação ao capial, a qual é igual à paricipação do capial na renda em equilíbrio compeiivo. Nesse arigo vamos supor α = 0,4, com base em Gomes, Pessôa e Veloso (2003). O esoque de capial físico é calculado com base no méodo do invenário perpéuo, dado por: K 1 δ K + I. (11) + = (1 ) em que K é o nível de capial inicial, K + 1 é o nível de capial do período seguine, δ é a axa de depreciação e I é o invesimeno. Para ober uma série de capial é necessário que se possua um nível de capial inicial, uma axa de depreciação e o invesimeno da economia para cada período. Para calcularmos o esoque de capial inicial, assumimos que a relação capial-produo em 1970 era de 2,36, com base em Gomes, Pessôa e Veloso (2003). Também uilizamos o valor da axa de depreciação do capial físico empregada nesse esudo, igual a 3,5%. Os dados de invesimeno foram obidos da série de Formação Brua de Capial Fixo a preços consanes do Sisema de Conas Nacionais (SCN) do IBGE. O esoque de capial foi ajusado pelo grau de uilização da capacidade, I, obido a parir de dados da Fundação Geulio Vargas (FGV). A PTF é obida por resíduo de (8), conforme: Y A (12) = α 1 α ( u K ) ( L ) Assim, como realizada na seção anerior, faz-se uma análise da imporância relaiva para enender como cada um dos faores de produção afea o produo. Assim, avalia-se como a PTF, capial físico, e rabalho, conribuíram para o crescimeno do produo em diversos inervalos de empo do período analisado. Porano, enamos idenificar qual é a conribuição quaniaiva de cada um dos componenes para o crescimeno do produo no Brasil. A decomposição do produo enre os insanes e +N pode ser decomposa da seguine forma: 1 Y + ln( N Y N 1 A + N 1 K+ N 1 L + N ) = ln( ) + α ln( ) + (1 α) ln( ), (13) N A N K N L Y

8 Com base na decomposição acima, é possível ober a imporância relaiva de cada um dos faores, conforme apresenado nas abelas que seguem. 4 Resulados 4.1 Horas rabalhadas A consrução da série de horas rabalhadas possibilia uma análise do pessoal ocupado, do oal de horas rabalhadas e da jornada de rabalho. A Figura 1, abaixo, mosra que o pessoal ocupado (PNAD) cresceu em rimo mais elevado do que o oal de horas rabalhadas. Isso mosra que a uilização do pessoal ocupado no cálculo de produividade, seja do rabalho ou PTF, poencialmene gera um erro nas medidas. Figura 1: Evoluação do Pessoal Ocupado e das Horas Trabalhadas 210,0 190,0 170,0 150,0 PO HT 130,0 110,0 90, A maior elevação do pessoal ocupado em relação ao oal de horas rabalhadas indica que a jornada de rabalho média esá caindo no Brasil ao longo das úlimas décadas. A figura 2 que mosra a jornada média de rabalho ao longo dos úlimos anos mosra esse fenômeno de forma clara.

9 47 Figura 2: Evoluação da Jornada de Trabalho Os dados da figura 2 mosram que a jornada de rabalho caiu de forma gradaiva enre 1982 e Esse resulado é consisene com a lieraura inernacional que repora uma queda na jornada de rabalho nos esados unidos ao longo do úlimo século 2. No enano, nos anos seguines a aprovação da consiuição de 1988 observa-se uma redução mais profunda da jornada de rabalho que cai mais de 8% enre 1988 (44,2 horas) e 1992 (40,5 horas). Dessa forma, a uilização do oal de pessoal ocupada para análise de produividade na década de oiena ocasiona problemas ainda mais fores do que nas décadas mais recenes onde a queda é mais suave. A Tabela 1 mosra de forma clara o impaco da consiuição de 1988 na redução da jornada de rabalho. Apesar da jornada média de rabalho de 1988 (44,2 horas) se siuar próxima da deerminação de uma jornada máxima de 44 horas de rabalho houve necessidade de ajuse nas horas rabalhadas na economia brasileira. Esse ajuse pode ser observado na redução do percenual de pessoal ocupado que rabalhava jornadas superiores a 44 horas enre 1988 e os anos seguines. Em 1988, 47,98% do pessoal ocupado rabalhavam jornadas acima de 44 horas semanais. A parir de 1989, essa parcela do pessoal ocupado se reduz para 39,62%. 2 Coleman e Pencavel (1993ª, 1993b) mosram redução da jornada para os Esados Unidos. Owen (1988)ambém repora redução da jornada de rabalho nos Esados Unidos para indivíduos do gênero masculino que não esudam.

10 Tabela 1: Parcela da População Ocupado por jornada de Trabalho (em %) Jornada Média Inferior a 36 horas 17,28 19,28 19,37 19,66 20,23 26,21 Enre 36 e 40 horas 24,01 23,1 22,87 27,58 27,89 23,68 Enre 40 e 44 horas 4,84 5,79 9,78 13,14 12,14 10,74 Enre 44 e 48 horas 27,6 26,33 22,78 17,31 17,22 17,12 Maior que 48 horas 26,26 25,50 25,20 22,31 22,53 22,25 Fone: PNAD. 4.2 Produividade do Trabalho Com base nas informações das Figuras 1 e 2, a análise da produividade com base no oal de horas rabalhadas ganha imporância. Mais, os erros de uilizar o pessoal ocupado endem a ser maiores na década de oiena. A grande queda na jornada de rabalho enre 1982 e 1992 e a pequena redução ocorrida nas décadas seguines fez com que dividíssemos a análise em rês períodos disinos: , e A Tabela 2 repora os resulados do cálculo da produividade do rabalho com pessoal ocupado e com horas rabalhadas. Os dados mosram que no período enre 1982 e 1992 a diferença enre a produividade do rabalho com base no pessoal ocupado (PTPO) e a baseada no oal de horas rabalhadas (PTHT) foi de mais de 11,3 ponos, com essa diferença aumenando somene 2,4 ponos enre 1992 e 2002 e ocorrendo ouro pequeno avanço de 3,8 para uma diferença de 17,5 ponos. Esses resulados indicam que a perda de produividade durane a década perdida, somene ocorreu com a uilização do pessoal ocupado, não sendo consaada queda na produividade hora do rabalho. Tabela 1: Produividade do Trabalho no Brasil PTPO PTHT PTPO PTHT ,0 100, ,4 114, ,0 96, ,3 112, ,7 98, ,9 112, ,4 100, ,6 111, ,5 104, ,4 112, ,5 104, ,3 109, ,1 103, ,3 111, ,1 105, ,4 111, ,2 101, ,8 114, ,8 99, ,4 119, ,2 100, ,9 123, ,8 101, ,2 122, ,5 106, ,7 129, ,5 107, ,3 132, ,9 111, ,8 132, ,3 115,1 Fone: Elaboração Própria.

11 Seguindo essa linha de análise realiza-se uma decomposição do crescimeno do produo conforme a equação (9). A produividade do rabalho baseada no pessoal ocupado (PTPO) pode ser decomposa em dois componenes: produividade hora do rabalho (PTHT) e jornada média 3. A Tabela 3 mosra que na década perdida ( ) a produividade do rabalho eria caído 1,1% ao ano quando calculada com base no pessoal ocupado. No enano, essa queda é fruo da redução da jornada de rabalho que caiu 1,2% a.a. enquano que a produividade hora do rabalho subiu 0,1% a.a. Dessa forma, o crescimeno do produo foi aribuído a expansão do pessoal ocupado de 3,1% no período. Tabela 3: Decomposição do Crescimeno PIB PTPO PTHT Jornada Média Pessoal Ocupado 2,0% -1,1% 0,1% -1,2% 3,1% (-57,8%) (2,8%) (-60,6%) (157,8%) 2,8% 1,0% 1,1% -0,1% 1,8% (34,9%) (38,8%) (-3,9%) (65,1%) 3,5% 1,5% 1,7% -0,1% 2,0% (44,1%) (47,3%) (-3,2%) (55,9%) 2,8% 0,5% 0,9% -0,5% 2,3% (16,7%) (33,8%) (-17,1%) (83,3%) Fone: Elaboração Própria. Na década seguine, a produividade hora do rabalho acelerou a sua axa de crescimeno para 1,2% a.a. enquano que a redução da jornada de rabalho foi de somene 0,1% ao ano. A menor expansão do pessoal ocupado (1,8% a.a.) reduziu a imporância do mesmo no período que, mesmo assim, coninuo sendo o componene que mais explicou o crescimeno período. A aceleração da produividade enre 2002 e 2012 foi fruo de ganho de produividade dos rabalhadores com somene uma pequena pare sendo perdida com a redução da jornada de rabalho. Nesse período o ganho de produividade chega a explicar mais de 40% do crescimeno do produo com a expansão do pessoal ocupado explicando 55%. No período como um odo, pare subsancial dos ganhos de produividade por hora de rabalho (0,9% a.a.) foi perdido com a redução da jornada de rabalho (-0,5% a.a.) gerando um ganho de produividade do rabalho de somene 0,5% a.a. Dessa forma, o ganho de produividade explicou somene 16,7% do crescimeno com a expansão do faor rabalho explicando 83,3% do crescimeno do produo. 4.3 Produividade Toal dos Faores 3 A produividade do rabalho baseada no pessoal ocupado pode ser escria da seguine forma: PIB PIB HT = JT. PHPO = = PTHT PO HT PO

12 Assim como realizado com a produividade do rabalho a produividade oal dos faores (PTF) será compuada com base no pessoal ocupado (PTF(PO)) e no oal de horas rabalhadas (PTF(HT)). Ese procedimeno é imporane, pois como viso aneriormene, a elevação do pessoal ocupado foi maior do que a das horas rabalhadas principalmene na década de oiena, o que afea a mensuração da PTF. A Tabela 4 apresena a PTF calculado enre 1982 e Os resulados mosram que exise uma diferença subsancial na PTF calculada com base no pessoal ocupado e nas horas oais em virude da fore redução da jornada de rabalho ocorrida na década de oiena. Logo, a PTF baseada no pessoal ocupado subesima a evolução da produividade no período. A Tabela 4 mosra que a PTF(HT) seria em ,7 ponos superior à observada com base no pessoal ocupado. Assim como ocorre com a produividade do rabalho, as diferenças de produividade nas décadas seguines são menores em virude da redução da jornada de rabalho no período ser mais suave. Mesmo assim, a diferença fica superior aos 9 ponos a parir de Tabela 4: Evolução da PTF no Brasil PTF-PO PTF-HT PTF-PO PTF-HT ,0 100, ,5 102, ,1 96, ,1 101, ,2 97, ,0 101, ,6 98, ,4 101, ,4 100, ,4 102, ,7 101, ,7 100, ,7 99, ,6 101, ,9 99, ,0 102, ,4 96, ,6 104, ,5 96, ,9 107, ,4 97, ,7 110, ,8 96, ,2 111, ,1 99, ,0 114, ,7 98, ,3 116, ,5 101, ,2 114, ,0 103,0 Fone: Elaboração Própria. A diferença de valores da produividade sugere que o peso dado à produividade na descrição dos problemas de desempenho da economia ao longo da década perdida foi maior do que a mesma eria caso correamene mensurada. A Tabela 5 mosra os resulados da decomposição do crescimeno conforme a equação (13). A decomposição do crescimeno mosra que enquano a PTF(PO) eria conribuído com -51,2% para o crescimeno enre 1982 e 2002 devido a uma queda de 1% ao ano na PTF, caso se uilize o oal de horas rabalhadas como fone para o faor rabalho, a PTF(HT) eria uma reração de somene 0,3% ao ano e eria conribuído para uma redução de 14,9% ao ano, resulado ainda ruim, porém menos dramáico.

13 A uilização das horas rabalhadas aumena, ambém, a imporância relaiva da acumulação de capial na década de oiena na explicação do crescimeno do produo, que passa a ser mais imporane do que o aumeno do faor rabalho. Tabela 5: Decomposição do Crescimeno PIB PTF (PO) Capial NUCI PO ,0% -1,0% 1,3% -0,2% 1,9% (-51,2%) (65,9%) (-9,4%) (94,7%) ,8% 0,4% 0,9% 0,4% 1,1% (15,5%) (32,0%) (13,4%) (39,1%) ,5% 1,1% 1,0% 0,2% 1,2% (30,7%) (29,7%) (6,0%) (33,6%) ,8% 0,2% 1,1% 0,1% 1,4% (6,1%) (39,1%) (4,8%) (50,0%) PIB PTF (HT) Capial NUCI HT ,0% -0,3% 1,3% -0,2% 1,1% (-14,9%) (65,9%) (-9,4%) (58,3%) ,8% 0,5% 0,9% 0,4% 1,0% (17,9%) (32,0%) (13,4%) (36,7%) ,5% 1,1% 1,0% 0,2% 1,1% (32,7%) (29,7%) (6,0%) (31,6%) ,8% 0,5% 1,1% 0,1% 1,1% (16,4%) (39,1%) (4,8%) (39,7%) Fone: Elaboração Própria. O mesmo fenômeno ocorre em menor grau para os períodos seguines. A produividade mosra recuperação enre 1992 e 2002 e enre 2002 e Em ambos os períodos, ocorre um pequeno ganho da imporância da produividade no cálculo com horas rabalhadas. A ampliação do faor rabalho é o que mais conribui para a elevação do produo nas décadas de novena e oiena. Porém, quano uilizado a ampliação das horas de rabalho, a magniude da conribuição do capial e do rabalho são similares e na casa dos 30%. No período como um odo, enre 1982 e 2012, observa-se que a produividade conribuiu com cerca de 6,1% do crescimeno, uilizando o pessoal ocupado, e com 16,4% uilizando o oal de horas rabalhadas. O crescimeno da produividade sala de 0,2% ao ano para 0,5% com a uilização do oal de horas rabalhadas, embora ainda seja um crescimeno medíocre. O rabalho mosra ainda que para o período enre 1982 e 2012, o crescimeno das horas rabalhadas conribui com 1,1% para o crescimeno do produo O crescimeno do capial por sua vez conribuiu para um máximo de 1,3% ao ano na década de oiena e 1,1% ao ano no período como um odo, o que represena uma acumulação média de capial de 2,7% ao ano. 5 Conclusão O presene arigo consruiu uma série de horas rabalhadas em frequência mensal a parir de 1982, uilizando dados de horas rabalhadas e pessoal ocupado das

14 meodologias nova e aniga da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE e dados da Pesquisa Nacional por Amosra de Domicílios (PNAD). Os resulados mosram que a série de horas rabalhadas cresceu 13,2% a menos do que a série de pessoal ocupado da PNAD no período analisado, enre 1982 e A maior expansão da população ocupada em relação ao oal de horas rabalhadas é explicada pela redução da jornada média de rabalho, ocorrida em sua maior pare na década de oiena, quando a diferença enre as duas séries foi de 8,4%. O rabalho mosra que essa redução mais fore ocorreu após a consiuição de 1988 quando o percenual de rabalhadores com jornadas superiores a 44 horas reduziu sua paricipação no pessoal ocupado. As diferenças no crescimeno na série de pessoal ocupado e na série de horas rabalhadas ocasionam em esimaivas errôneas das produividades, do rabalho e oal dos faores, subesimando as mesmas. Dessa forma, ese rabalho calcula as produividades do rabalho e oal dos faores uilizando como dados para o faor rabalho ano a série de pessoal ocupado como a série de horas rabalhadas. Os resulados mosram que a produividade do rabalho aumenou 14,8% com base no pessoal ocupado e 32,3% com no oal de horas rabalhadas enre 1982 e 2012, uma diferença de 17,5 ponos percenuais. A maior pare dessa diferença (11,3 p.p.) surgiu enre 1982 e 1992, período no qual houve a maior redução da jornada de rabalho. Ou seja, enre 1982 e 2012 houve uma esagnação na produividade por hora rabalhada que cresceu 0,1% a.a., mas o ajuse na margem inensiva (jornada média de rabalho) conribuiu com uma redução de 1,2% ao ano na produividade do rabalho. A produividade oal dos faores calculado com base no pessoal ocupado (PTF(PO)) ambém é inferior a calculado com base no oal de horas rabalhadas (PTF(HT)) pessoal ocupado. Enre 1982 e 1992, a PTF(HT) é 6,7 p.p. superior a PTF(PO), com essa diferença aingindo 9,3 p.p. em Isso significa que, enquano a PTF(PO) explica somene 6,1% da expansão de renda enre 1982 e 2012, a PYF(HT) explica 16,4% do aumeno do PIB no período. Logo, ao analisar períodos mais longos as diferenças na forma de esimação da produividade implicam em diferenças significaivas na imporância dos faores que explicam o crescimeno econômico.

15 Referências Bibliográficas Barbosa Filho, Fernando e Samuel de Abreu Pessôa Série de Horas Mensais da Economia Brasileira, noa Técnica do IBRE. Coleman, Mary T. and John Pencavel 1993a. "Changes in Work Hours of Male Employees, " Indusrial and Labor Relaions Review 46, no. 2: Coleman, Mary T. and John Pencavel 1993b. "Trends in Marke Work Behavior of Women since 1940." Indusrial and Labor Relaions Review 46, no. 4: Gomes, Vicor, Samuel de Abreu Pessôa e Fernando Veloso Evolução da Produividade Toal dos Faores na Economia Brasileira: Uma Análise Comparaiva, Pesquisa e Planejameno Econômico 33 (3): Owen, John "Work-ime Reducion in he Unied Saes and Wesern Europe." Monhly Labor Review 111.

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