A dinâmica do emprego formal na região Norte do estado do Rio de Janeiro, nas últimas duas décadas

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1 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas Helio Junior de Souza Crespo Insiuo Federal Fluminense-IFF Paulo Marcelo de Souza Universidade Esadual do Nore Fluminense - UENF RESUMO: o objeivo da pesquisa é analisar o processo de expansão econômica da região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas, omando-se, como proxy, o emprego formal. Com o uso do modelo esruural diferencial, fez-se uma análise da evolução do pessoal ocupado nas diversas aividades econômicas dessa região. A região, segundo os resulados, exibiu um comporameno econômico dinâmico em diversas aividades, que se refleiu no aumeno de sua paricipação no emprego oal do esado. A expansão da indúsria exraiva mineral, baseada no peróleo, ao propiciar as condições para a expansão de aividades direa ou indireamene relacionadas com ela, foi um dos principais faores a explicar o crescimeno econômico da região. Palavras-chave: economia regional; modelo esruural-diferencial; peróleo. ABSTRACT: he objecive of he research was o analyze he process of economic expansion of he Norh region of Rio de Janeiro sae, in las he wo decades. The formal job was used as proxy o describe he economic growh. To analyze he evoluion of employmen in he economic aciviies of his region, he differenial-srucural mehod was used. The region, according o he resuls, had a dynamic economic behavior in many aciviies and, as a consequence, is paricipaion in he oal employmen of he sae increased. The growh of he mineral exracion indusry, based in he oil, creaing he condiions for he expansion of oher aciviies associaed wih i, was one of he main facors o explain he economic growh of he region. Key-words: regional economy; shif-share analysis; oil. 1. INTRODUÇÃO A década de oiena, considerada a década perdida, foi marcada por políicas econômicas de conrole moneário, fiscal, inflacionário e de exporação e imporação de bens e serviços. Esas medidas repercuiram de forma negaiva na capacidade de invesimenos do seor produivo e, enre as conseqüências, houve queda da axa de

2 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas crescimeno do PIB, acenuada elevação da dívida exerna, redução do emprego e inensificação da inflação. Como desafios, ela legou à década seguine as preocupações com a quesão moneária e a reomada da rajeória de modernização e crescimeno (FERNANDES, 27). A década de 199 foi caracerizada por um aprofundameno desa políica nos primeiros anos. Esse período assinala a crise, iniciada na década anerior, do modelo de desenvolvimeno aé enão adoado pelo governo brasileiro, inrinsecamene vinculado à fore presença esaal nos invesimenos e no planejameno da economia. A redução da presença esaal e a maior aberura do mercado nacional à concorrência inernacional, especialmene a parir dos anos 9, evidenciaram a incapacidade da produção inerna de compeir com os produos esrangeiros, o que levou várias empresas, nacionais ou não, a se reesruurarem organizacional e produivamene. (ALMEIDA, 22). Conforme Barral Neo e Silva Neo (26), o esado do Rio de Janeiro foi um dos mais impacados por essas de mudanças. Num conexo de reforma do Esado, a economia fluminense resseniu-se da menor presença do Governo Federal, que auava como demandane de suas empresas. A esses evenos somaram-se ainda a aberura do mercado nacional à compeição com produos esrangeiros, expondo imporanes seores produivos, como o naval, o sucro-alcooleiro e o mealúrgico (Silva Neo, 26). A disparidade econômica enre as regiões do esado, caracerizada pela concenração das aividades econômicas e da geração de renda na região meropoliana, é um faor adicional a acirrar os efeios decorrenes das mudanças ciadas. A região meropoliana, conforme Sanos (23), responde praicamene por oda a economia fluminense, que não apresena ariculação fore enre as suas regiões. Segundo o auor, o Rio de Janeiro é o esado com maior concenração espacial em ermos de produo e de população. Diane da necessidade de reduzir essa concenração, vêm sendo adoadas medidas visando a ineriorização indusrial, mediane a criação de bases indusriais e sisemas de apoio ecnológico em diferenes ponos do erriório fluminense. Além de ser uma endência mundial, o processo de ineriorização indusrial esá relacionado, segundo Barral Neo e Silva Neo (26), aos novos papéis dos esados e dos municípios, surgidos ao final da década de 8. A parir da consiuição 1988, os governos esaduais e municipais ganharam mais auonomia, passando a não depender exclusivamene do planejameno Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN

3 Hélio Junior de Souza Crespo e Paulo Marcelo de Souza cenral para formular suas políicas econômicas. Uma das conseqüências dessa auonomia foi a chamada Guerra Fiscal enre os municípios que, na enaiva de arair maiores invesimenos exernos, passaram a reduzir imposos municipais para, com isso, arair novas empresas. Essas medidas conribuíram para arair invesimenos para as regiões periféricas, represenando, porano, um incenivo ao processo de ineriorização da economia fluminense. Ouro faor a impacar a dinâmica econômica do esado é a expansão da aividade perolífera. Tamanha em sido a influência desse seor que, segundo Silva Neo (26), as perspecivas de reomada do processo de crescimeno econômico do Esado relacionam-se, de forma esreia, com a indúsria do peróleo, siuada na Bacia de Campos. Tal fao, além disso, coloca a região nore fluminense, base desse processo, como um pólo de desaque econômico. 2. METODOLOGIA 2.1. Modelo esruural-diferencial A pesquisa pare da premissa de que vem ocorrendo um processo de desconcenração e ineriorização da economia fluminense, radicionalmene baseada na região meropoliana. Segundo várias análises, al processo de ineriorização em sido capianeado pela aividade perolífera, sediada na região Nore Fluminense. Parindo desses pressuposos, a pesquisa procura abordar a dinâmica das diversas aividades produivas da região Nore Fluminense, nas úlimas duas décadas, e verificar qual é sua conribuição no processo de ineriorização e desconcenração da economia do esado do Rio de Janeiro. Para analisar a dinâmica seorial da economia da região nore fluminense, foi empregado o modelo esruural-diferencial. Esse modelo, em sua forma original ou ampliada, em sido uilizado em vários esudos, como é o caso de Souza (27), Souza e al. (27), Sanos (2), Souza e Souza (24), Pereira e Campanile (1999). Na pesquisa, as diferenças no crescimeno do emprego, por seor, serão analisadas com base em seus efeios sobre o emprego formal. Ainda que dados sobre o valor da produção sejam mais adequados, a maior disponibilidade de dados sobre emprego, em nível regional, em feio com que, nos esudos empregando a abordagem esruuraldiferencial, esa úlima variável predomine. Há que se ressalar, porém, que o uso do emprego, como medida de crescimeno econômico, implica assumir que não há diferenças significaivas na produividade do rabalho nas diversas aividades de cada região. Caso Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p , ISSN

4 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas conrário, dada região poderia apresenar um diferencial de crescimeno devido à maior produividade de sua mão-de-obra, e não por vanagens locacionais que, por hipóese, o modelo apona como razões para aquele diferencial (SOUZA e SOUZA, 24). Embora o méodo não permia inferir sobre as causas do maior dinamismo de deerminado seor ou das vanagens locacionais de deerminada região, ele represena, conforme Haddad (1989), um modelo analíico capaz de gerar informações imporanes para a realização de pesquisas adicionais sobre problemas de desenvolvimeno regional. Aravés desse modelo, espera-se poder comparar o crescimeno do pessoal ocupado, nas diversas aividades, bem como idenificar a presença de faores, em nível regional, que conribuem para explicar esse comporameno. Para analisar as mudanças no emprego enre dois períodos, com o uso do méodo esruural-diferencial, pare-se das marizes conendo dados sobre o emprego por seor de aividade, para cada unidade erriorial de análise e para o conjuno dessas unidades. Nesse méodo, cuja descrição baseia-se em Haddad e Andrade (1989), Pereira (1997) e Pereira e Campanile (1999), admie-se que o crescimeno de deerminado seor i, numa dada região j, pode ser decomposo num efeio esruural ou proporcional e num efeio diferencial ou regional. O efeio esruural reflee a composição seorial regional, indicando, quando posiivo, que a região se especializou em seores mais dinâmicos da economia, ou seja, de seores com axa de crescimeno maior do que a do conjuno da economia. Siuação conrária ocorre quando a região se especializa em seores mais esagnados, o que se manifesa por efeio esruural negaivo. Já o efeio diferencial ou regional indica, quando posiivo, que o seor que esá crescendo mais numa região do que em ouras, refleindo assim a presença de faores locais propiciadores desse diferencial de crescimeno, evidenciando que a região se apresena especialmene vanajosa para a produção desse seor, relaivamene ao país. De acordo com Sanos (2), aspecos como variação nos cusos dos ranspores, esímulos fiscais, diferenças de preços relaivos de insumos e faores de produção mais abundanes conribuem para conferir vanagens locacionais a deerminada região, o que se reflee em efeio diferencial posiivo. Sejam E e E o pessoal ocupado no seor i da região j nos períodos inicial e final, respecivamene. Assim, a variação real do pessoal ocupado enre esses períodos ( ) é equivalene a: E Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN

5 Hélio Junior de Souza Crespo e Paulo Marcelo de Souza E = E E (1) Admiindo como e a axa de crescimeno do pessoal ocupado no seor i da região j, enre os empos inicial e final, obida por E e = (2) E resula que o monane do pessoal ocupado no período final, no seor i da região j ( E ), pode ser expresso como o produo do pessoal ocupado inicialmene no seor i da região j ( E ) pela axa de crescimeno desse mesmo seor na mesma região ( e ), ou seja: E E = E = E e (3) E Subsiuindo a equação (3) na expressão da variação real do pessoal ocupado no seor i da região j enre os períodos inicial e final (1), obém-se E = E E = E e E = E (e 1) (4) Define-se a axa de crescimeno do pessoal ocupado no seor i no esado ( e i ) como a divisão enre o monane do pessoal ocupado no seor i do esado no período final ( E ) pelo monane inicialmene ocupado no seor i do esado ( E ), iso é, i E e i = (5) E i i Similarmene, a axa de crescimeno do pessoal ocupado no esado enre os insanes inicial e final como a divisão do oal do pessoal ocupado ao final do período ( E ) pelo pessoal ocupado no início ( E ), ou seja, i fazendo E e = (6) E Somando-se e subraindo-se essas axas de crescimeno na expressão (4), ou seja, E = E E = E (e 1+ e e + e e ) i i e, muliplicando e reagrupando os ermos, obém-se: E = E E = E (e 1) + E (e e) + E (e e ) (7) i i que é a expressão para a decomposição da variação do pessoal ocupado no seor i enre o período inicial e final, na região j. Nessa expressão: Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p , ISSN

6 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas E (e 1) corresponde à variação eórica do pessoal ocupado em nível regional, que seria obida caso a região crescesse à axa de crescimeno do emprego esadual; E (ei e) é a variação esruural ou proporcional que, se posiiva, represena uma siuação em que seor i cresce acima da média do esado; e, E (e ei ) represena o efeio diferencial ou regional, indicando a exisência ou não de vanagens locacionais, ou seja, de condições propícias crescimeno do seor. Se posiivo, indica que o seor i cresce mais na região j que em ouras. O efeio oal, ou variação líquida oal (VLT) é obido pela soma dos efeios esruural e diferencial, e mede a diferença enre o crescimeno real ou efeivo apresenado pelo esado e o crescimeno eórico, iso é, aquele que seria obido caso crescesse à axa do esado como um odo. Assim, reomando a expressão (7) e fazendo uso da equação (3), demonsra-se que o efeio oal corresponde a: E E (e 1) = E (e e) + E (e e ) = E (e e) (8) i Da expressão (8) pode-se concluir que os efeios oais posiivos correspondem a seores dinâmicos, que esariam crescendo, em ermos reais, mais do que cresceriam se esivem evoluindo à axa esadual. Uma das limiações do modelo, em sua formulação original, é a aplicação das axas de crescimeno ao pessoal ocupado no ano inicial (E ), o que implica não considerar possíveis mudanças na esruura do emprego no empo. Por essa razão, a proposa de Silwell (1969) é a de calcular o efeio proporcional mediane o emprego do final do período (E ), em vez daquele observado no início (E ), o que permie ober um novo efeio proporcional. Eseban-Marquillas (1972), por sua vez, adicionou aos efeios proporcional e diferencial, o efeio alocação. Para ano, esse auor elaborou a noção de emprego homoéico (Ê ), equivalene ao pessoal ocupado que o seor i da região j eria se a esruura de emprego fosse igual à do esado, al que: Ê = E j (E i / E ) (9) em que: Ê é o emprego homoéico do seor i da região j no ano inicial; E j o pessoal ocupado da região j no ano inicial; E i o pessoal ocupado no seor i do esado no ano inicial; e, E o pessoal ocupado do esado no ano inicial. Aravés do uso do emprego homoéico obém-se o efeio compeiivo (D' ), livre da influência do efeio proporcional: Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN i

7 Hélio Junior de Souza Crespo e Paulo Marcelo de Souza D' = Ê (e - e i ) (1) Para absorver o resíduo enre D e D', Eseban-Marquillas inroduziram no méodo o efeio alocação (A ), dado por: A = (E - Ê ) (e - e i ) (11) Com essas modificações, as parcelas consiuines da variação líquida oal (VLT) passam a ser os efeios proporcional, compeiivo e alocação. Na formulação de Eseban-Marquillas, Herzog e Olsen (1979) subsiuem o pessoal ocupado inicialmene (E ) pelo pessoal ocupado do final do período (E ), al como proposo por Silwell (1969). Inserindo a mudança do peso na composição do emprego (E - Ê ), obém-se um novo efeio alocação, cujos componenes são a composição do emprego no ano inicial, a do ano final e as respecivas axas de crescimeno. A = [(E - Ê ) - (E - Ê )] (e - e i ) (12) De acordo com os sinais do efeio alocação (A ) os seores, denro de deerminada região, podem ser classificados conforme o quadro seguine. Assim, uma deerminada região será especializada em dado seor se a variação do emprego efeivo for maior do que a variação do emprego esperado, e erá vanagem compeiiva nessa aividade se ela crescer, na região, acima da média esadual. Quadro 1 - Efeio alocação e componenes modificados Definição Desvanagem compeiiva Especializada Desvanagem compeiiva não especializada Vanagem compeiiva não especializada Vanagem compeiiva Especializada Fone: Herzog e Olsen (1979). Efeio locação Especialização (E -Ê )-(E -Ê ) Componenes Vanagem compeiiva (e - e i ) Conforme Souza e Souza (24), as áreas mais dinâmicas, para deerminado seor, são aquelas com vanagem compeiiva especializada, nas quais o seor orna-se mais represenaivo na esruura econômica regional do que na do esado, e cresce mais na região do que no oal do esado, o que se reflee em efeio alocação posiivo. Seor com axa de crescimeno superior à observada no esado, mas que, ainda assim, vem perdendo Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p , ISSN

8 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas imporância na esruura econômica regional, quando comparada à imporância que ocupa na economia do esado, caraceriza-se por vanagem compeiiva não especializada. Também resula em efeio alocação posiivo uma siuação em que o emprego num deerminado seor, que cresce menos na região do que na média do esado, orna-se ambém menos represenaivo nessa região do que no esado, caracerizando desvanagem compeiiva não especializada. Quando um seor, além de er menor axa de crescimeno na região do que no esado, eleva paricipação na economia regional, comparaivamene à imporância que ocupa no esado, raa-se de um caso de desvanagem compeiiva especializada. Com as mudanças inroduzidas no efeio alocação, o efeio compeiivo (D" ) será agora: E (e i - e) + Ê (e - e i ) + (E - Ê ) (e - e i ) = E (e i - e) + D" + [ E - Ê - (E - Ê )] (e - e i ) (13) Reordenando os ermos dessa equação, obém-se o efeio compeiivo (D" ), conforme Herzog e Olsen: D" = (2E - E + Ê - Ê ) (e - e i ) (14) Após as correções feias por Herzog e Olsen, a variação líquida oal será obida com base no efeio proporcional original (P ) mais o efeio compeiivo modificado e o efeio alocação modificado: VLT = P + D" + A = E (e i - e) + (2E - E + Ê - Ê )(e - e i ) + [(E - Ê ) - (E - Ê )] (e - e i ) (15) 2.2. Fone dos dados Para a análise, foram considerados os esoques de empregos formais em 31 de dezembro, de cada ano de ineresse, na mesorregião Nore fluminense e no esado como um odo, nos 26 (vine e seis) subseores de aividade econômicas definidos pelo IBGE. Visando capar os efeios das mudanças políicas e econômicas ocorridas nas úlimas duas décadas, a análise foi conduzida nos períodos , e Os vine e seis seores analisados são apresenados na Tabela 1. A numeração de cada seor, apresenada na abela, será considerada quando da apresenação gráfica dos resulados do esudo. Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN

9 Hélio Junior de Souza Crespo e Paulo Marcelo de Souza Tabela 1 - Relação dos seores da economia fluminense e numeração correspondene Seores Numeração Exraiva mineral 1 Ind. de prod. minerais não meálicos 2 Indúsria. Mealúrgica 3 Ind. Mecânica 4 Ind. do ma. elérico e de comunicação 5 Ind. do maerial de ranspore 6 Ind. da madeira e do mobiliário 7 Ind. do papel, ediorial e gráfica 8 Ind. da borracha, fumo, couros 9 Ind. quím. farm., veer., perfumaria 1 Ind. êxil ves. aref. de ecidos 11 Ind. de calçados 12 Ind. Alimenos, bebidas e álcool eílico 13 Serv. ind. de uilidade pública 14 Consrução civil 15 Comércio varejisa 16 Comércio aacadisa 17 Ins. de crédio, seg. capialização 18 Com. e admin. Imóveis 19 Transpores e comunicações 2 Serv de aloj., ali., reparação 21 Serv. médicos, odon. e veerinário 22 Ensino 23 Admin. públ. direa e auárquica 24 Agriculura e ouros 25 Ouros / ignorado 26 Fone: RAIS. Os dados sobre o pessoal ocupado são provenienes da Relação Anual de Informações Sociais - RAIS, do Minisério do Trabalho e Emprego. As informações provenienes dessa fone são mais adequadas a análises esruurais do mercado de rabalho formal, como é o caso da pesquisa, sendo, porano, mais recomendáveis do que as informações provenienes do Cadasro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED, indicadas para análises de conjunura do mercado de rabalho formal (BRASIL, 21). Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p , ISSN

10 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO 3.1. Período 1987 a 1992 Na Tabela 2 enconram-se os valores da variação líquida oal do emprego na região Nore Fluminense, bem como sua decomposição nos efeios proporcional, compeiivo e alocação, referene ao primeiro dos rês períodos analisados. Tabela 2 - Efeios proporcional, compeiivo, alocação e oal, por seor econômico, região Nore fluminense, Seores Efeios Proporcional Compeiivo Alocação Toal I. Exraiva mineral -572, ,26 223,8 1473,8 I. minerais não meálicos -336,42-343,73 49,88-63,27 I. mealúrgica -36,41-21,95-51,46-19,82 I. mecânica -254,77 17,32 4,63-232,82 I. ma. elérico/comunic. -3,34-73,53 787,71 53,83 I. maerial de ranspore -45,54-317,67 45,77 42,56 I. madeira e mobiliário -145,29-9,26 1,23-225,33 I. papel e gráfica -97,53-38,78 45,82-36,48 I. borracha, fumo, couro -32,48-22,2 27,58-26,92 I. química -48,53 9,84-18,94-57,63 I. êxil -322,42-4,14-12,9-375,46 I. calçados 1,35 9,53 2,41 13,29 I. produos alimenícios -79, ,32 623, ,4 Serviços uilidade pública 191,89 58,86 4,66 255,41 Consrução civil 226,9 433,41 81,48 741,79 Comércio varejisa -911,81-568,41 28,7-1451,52 Comércio aacadisa 63,71 144,25 34,89 242,85 Crédio, seguros. -247,14 99,72 25,26-122,15 Com e adminisração -53,85-456,41,15-51,11 Transpores/comunic. 165,31 262,9 12,44 44,65 S. alojam., alimenação -346,17 499,1 16,3 259,23 S. médicos, odonol. 45,3-412,92 56,95 94,5 Ensino 51,11 131,18 132,69 314,98 Adminisração pública -1141, ,72-34, ,7 Agriculura 1299,86-185,61-244,2 87,5 Ouros/ignorado 8789, ,98 554, ,8 Toal, -232,5, -232,5 Fone: resulados da pesquisa. Nesse período, cerca de meade dos seores analisados apresenou variação líquida oal posiiva, uma vez que cresceram a axas maiores do que o crescimeno eórico, que seria obido caso crescessem à axa do esado como um odo como. Essa siuação foi Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN

11 Hélio Junior de Souza Crespo e Paulo Marcelo de Souza verificada para os seores indúsria exraiva mineral, indúsria de maerial elérico e comunicação, indúsria de maerial de ranspore, indúsria de calçados, serviços de uilidade pública, consrução civil, comércio aacadisa, além dos serviços ranspores e comunicação, de alojameno e alimenação, médico e odonológico e ensino, além dos seores agriculura e ouros. São, porano, seores cujo crescimeno, na região, foi maior do que o observado na economia do esado do Rio de Janeiro. Os demais seores apresenaram variação líquida oal negaiva. Em ouras palavras, a axa de crescimeno do emprego nesses seores, na região Nore Fluminense, foi menor do que a observada para o conjuno da economia do esado. E, em conseqüência do menor dinamismo desses úlimos seores, o emprego oal dessa região exibiu um crescimeno menor do que o observado no esado, exibindo variação líquida oal negaiva. Esse resulado esá associado ao comporameno menos dinâmico, no esado, da maior pare dos seores, evidenciado pelo efeio proporcional negaivo. De fao, apenas os seores indúsria de calçados, serviços de uilidade pública, consrução civil, comércio aacadisa, ranspores e comunicação, serviços médicos e odonológicos, ensino, agriculura e ouros exibiram efeio proporcional posiivo no período, iso é, foram os que apresenaram um crescimeno superior ao crescimeno observado para o oal do emprego no esado do Rio de Janeiro. Porano, deve-se ao predomínio dos efeios compeiivo e alocação a presença de variação líquida oal posiiva para um significaivo número de seores. Observa-se que o efeio compeiivo foi posiivo para: indúsria exraiva mineral, indúsria mecânica, indúsria química, indúsria de calçados, serviços de uilidade pública, consrução civil, comércio aacadisa, crédio, seguros, ranspore e comunicações, serviços de alojameno, e ensino. Esses resulados evidenciam que, no período, a região ofereceu condições para que os seores mencionados exibissem um crescimeno superior ao observado no esado, para os mesmos seores, mosrando-se, porano, especialmene vanajosa para o desenvolvimeno dessas aividades. Há que se desacar ainda o efeio alocação que, com exceção dos seores indúsria mealúrgica, indúsria química, indúsria êxil, adminisração pública e agriculura, mosrou-se posiivo para odos os demais. A conribuição percenual dos efeios sobre a variação líquida oal, para cada um dos seores analisados, é exibida na Figura 1. Nesa figura, os seores, na abscissa, foram disposos em ordem crescene de variação líquida oal, e sua numeração é a mesma dada na Tabela 1, onde foram apresenados. Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p , ISSN

12 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas Na figura, pode-se observar que, a parir do seor número 12 (indúsria de calçados), odos os demais apresenam variação líquida posiiva, ou seja, apresenaram crescimeno superior ao ocorrido no esado, uma vez que os efeios posiivos superam os negaivos. Esse resulado deve-se, principalmene, à preponderância do efeio compeiivo, como ocorre nos seores 12 (indúsria de calçados), 17 (comércio aacadisa), 21 (alojameno e alimenação), 23 (ensino), 2 (ranspore e comunicações), 15 (consrução civil) e 1 ( exraiva mineral), e ambém ao efeio alocação, nos seores 6 (indúsria do maerial de ranspore) e 5 (indúsria do maerial elérico e de comunicação). Já os seores 22 (serviços médicos, odonológicos e veerinários), 14 (serviços indusriais de uilidade pública) e 25 (agriculura e ouros) são aqueles que apresenaram maior dinâmica no esado, razão pela qual, neses casos, o principal faor explicaivo da variação líquida posiiva foi o efeio proporcional. Figura 1 Paricipação percenual, na variação líquida oal, dos efeios proporcional, compeiivo e alocação, para os seores da região Nore fluminense, % 75% 5% Efeio (%) 25% % -25% -5% -75% -1% Seor Proporcional Compeiivo Alocação Fone: Dados da pesquisa A decomposição do efeio alocação nos componenes especialização e vanagem compeiiva permiiu classificar os diversos seores, conforme definições aneriormene apresenadas (Quadro 1). A classificação resulane, apresenada no Quadro 2, permie consaar que a região Nore Fluminense, nese primeiro período, vanagem compeiiva Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN

13 Hélio Junior de Souza Crespo e Paulo Marcelo de Souza especializada para 13 seores da economia, desvanagem compeiiva especializada para 5 seores, e desvanagem compeiiva não especializada para 8 (oio) seores. Quadro 2 Classificação das aividades econômicas da região Nore Fluminense, com base nos componenes do efeio alocação, período 1987 a 1992 Vanagem compeiiva Desvanagem compeiiva Especializada Não especializada Especializada Não especializada I. exraiva mineral I. mealúrgica I. minerais não meálicos I. mecânica I. química I. madeira e mobiliário I. ma. elérico/comunic. I. êxil I. papel e gráfica I. maerial de ranspore Adminisração pública I. produos alimenícios I. borracha, fumo, couro Agriculura Comércio varejisa I. calçados Com e adminisração Serviços uilidade pública Consrução civil Comércio aacadisa Crédio, seguros. Transpores/comunic. S. alojam., alimenação. Ensino Fone: Dados da pesquisa S. médicos, odonol. Ouros/ignorado 3.2. Período 1992 a 1999 Os resulados da decomposição da variação líquida oal do pessoal ocupado na região Nore Fluminense, no período de 1992 a 1999, nos efeios proporcional, compeiivo e alocação, enconram-se na Tabela 3. Observa-se, para esse período, variação líquida oal posiiva para um número significaivo de seores da região, com exceção da indúsria exraiva mineral, de maerial elérico comunicação, maerial de ranspore, de papel e gráfica, êxil, de calçados, produos alimenícios, serviços de uilidade pública, crédios, seguros, alojameno e alimenação, e ouros. Os seores ciados, oposamene aos demais, apresenaram variação líquida oal negaiva, uma vez que cresceram menos do que o crescimeno eórico, que seria obido caso crescessem à axa do esado como um odo. Tal resulado resula de um comporameno menos dinâmico, no esado, dos seores indúsria do maerial elérico e de comunicação, indúsria do maerial de ranspore, indúsria êxil, indúsria de calçados, serviços de alojameno, alimenação e reparos e, para os quais o efeio esruural negaivo foi preponderane. No caso dos seores indúsria exraiva mineral, indúsria de alimenos, serviços indusriais de uilidade pública, insiuições de crédio, seguros e capialização e Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p , ISSN

14 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas indúsria do papel, ediorial e gráfica, o efeio compeiivo foi negaivo, somando-se ao efeio proporcional no senido de reduzir o dinamismo dos mesmos. Tabela 3 - Efeios proporcional, compeiivo, alocação e oal, por seor econômico, região Nore Fluminense, Seores Efeios Proporcional Compeiivo Alocação Toal I. Exraiva mineral -2574, ,51 691,69-457,4 I. minerais não meálicos -337,8-3672,55 564, ,23 I. mealúrgica -1,32-499,76 573,86 972,77 I. mecânica -17,46 99,93 28,4 2,87 I. ma. elérico/comunic. -43,93 -,7 1,3-43,6 I. maerial de ranspore -85,42-3,4 18,17-7,28 I. madeira e mobiliário -93,41 91,25 17,16 15, I. papel e gráfica -187,28-524,75 19,42-521,61 I. borracha, fumo, couro -39,97-837,9 992,42 115,35 I. química -33,25 74,87 3,7 45,31 I. êxil -256,38 88,3 -,48-168,56 I. calçados -66,82 1,71 2,33-53,77 I. produos alimenícios -29,7-7622, , ,85 Serviços uilidade pública -243,74-484,26 149,84-578,16 Consrução civil -459,93 622,6-15,15 146,98 Comércio varejisa 355,4 2777,39 532, ,7 Comércio aacadisa 115,63 59,2 467,9 1172,92 Crédio, seguros. -375,35-39,8 7,32-614,11 Com e adminisração 1551, ,92-64,3 378,2 Transpores/comunic. 99,1-193,5 27,18 824,23 S. alojam., alimenação -179,68 375,65-5,69-754,72 S. médicos, odonol. 212,89 668,39 196, ,5 Ensino 158, ,78-51, ,63 Adminisração pública 647,18 288,9 4821, ,24 Agriculura 1858,53-176,82 276, ,49 Ouros/ignorado -5417,13-5,35-2, ,67 Toal, 1538,48, 1538,48 Fone: resulados da pesquisa Por ouro lado, a variação líquida oal posiiva, observada em vários seores, em causas diversas. Isso pode ser consaado a parir da Figura 2, que exibe a conribuição percenual dos efeios sobre a variação líquida oal, para cada um dos seores analisados. Essa figura foi obida segundo os mesmos princípios adoados para a obenção da Figura 1, descrios aneriormene. Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN

15 Hélio Junior de Souza Crespo e Paulo Marcelo de Souza Na figura, pode-se observar que, a parir do seor número 7 (indúsria da madeira e mobiliário), odos os demais apresenam variação líquida posiiva, ou seja, apresenaram crescimeno superior ao ocorrido no esado, uma vez que os efeios posiivos superam os negaivos. Esse resulado deve-se, principalmene, à predominância do efeio compeiivo, nos seores 7 (indúsria da madeira e do mobiliário), 4 (indúsria mecânica), 1 (indúsria química), 15 (consrução civil), 17 (comercio aacadisa) e 19 (comércio e adminisração de imóveis), e ao efeio alocação, nos seores 9 (indusria da borracha, fumo, couro), 3 (indúsria mealúrgica), 2 (indúsria de minerais não meálicos) e 25 (agriculura e ouros). Já nos seores 2 (ranspore e comunicação), 23 (ensino), 22 (serviços médicos) e 16 (comércio varejisa) predominou o efeio proporcional posiivo, por se raar de seores que, no esado como um odo, vêm exibindo axas de crescimeno superiores aos demais. Figura 2 Paricipação percenual, na variação líquida oal, dos efeios proporcional, compeiivo e alocação, para os seores da região Nore fluminense, % 75% 5% Efeio (%) 25% % -25% -5% -75% -1% Seor Proporcional Compeiivo Alocação Fone: Dados da pesquisa Por ouro lado, os seores que apresenaram menor crescimeno na região, com variação líquida oal negaiva, são, de modo geral, seores que, no esado como um odo, apresenaram comporameno menos dinâmico. Assim, a maior pare dos seores que apresenaram variação líquida negaiva caraceriza-se por efeio esruural negaivo, que predomina sobre os demais efeios. As exceções são os seores 13 (indúsria alimenos, Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p , ISSN

16 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas bebidas e álcool eílico), 14 (serviços indusriais de uilidade pública) e 8 (indúsria do papel, ediorial e gráfica), nos quais o efeio compeiivo negaivo foi o mais relevane. No Quadro 3, que apresena a classificação resulane da decomposição do efeio alocação, pode-se inferir que, nese período, 19 seores, dos 26 analisados, apresenaram vanagem compeiiva na região. Denre eles, 14 se apresenaram vanagem compeiiva não especializada, e 5 com vanagem compeiiva especializada. Desvanagem compeiiva, em sua maior pare não especializada, foi a siuação enconrada para apenas 5 seores. Quadro 3 Classificação das aividades econômicas da região Nore Fluminense, com base nos componenes do efeio alocação, período 1992 a 1999 Vanagem compeiiva Desvanagem compeiiva Especializada Não especializada Especializada Não especializada I. minerais não meálicos I. êxil Ouros/ignorado I. Exraiva mineral I. mealúrgica Consrução civil I. papel e gráfica I. mecânica Com e adminisração I. produos alimenícios I. ma. elérico/comunic. S. alojam., alimenação Serviços uilidade pública I. maerial de ranspore Ensino Crédio, seguros. I. madeira e mobiliário Transpores/comunic. I. borracha, fumo, couro I. química I. calçados Comércio varejisa Comércio aacadisa S. médicos, odonol. Adminisração pública Agriculura Fone: Dados da pesquisa 3.3. Período 1999 a 29 A Tabela 4 exibe os resulados da decomposição da variação líquida oal do emprego na região Nore Fluminense, no período de 1999 a 29, nos respecivos efeios. Nese período, a variação líquida oal mosrou-se posiiva para a maior pare dos seores econômicos da região, ou seja, o emprego, na maior pare dos seores da região, exibiu crescimeno superior ao crescimeno do emprego no esado. As exceções ocorreram para os seores indúsrias de minerais não meálicos, de maerial elérico e comunicação, da madeira e do mobiliário, de borracha, fumo e couro, êxil e de calçados, além dos seores agriculura e ouros. Na maior pare dos casos, o menor crescimeno dos seores ciados deveu-se à predominância de efeio esruural Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN

17 Hélio Junior de Souza Crespo e Paulo Marcelo de Souza negaivo, iso é, raa-se de seores que apresenaram baixo dinamismo no esado como um odo. Isso ocorreu nos seores indúsria de produos minerais não meálicos, indúsria do maerial elérico e de comunicação, indúsria da madeira e do mobiliário, indúsria da borracha, fumo e couros e agriculura. Nos seores indúsria êxil e indúsria de calçados, o efeio compeiivo foi o principal responsável pelas menores axas de crescimeno. Tabela 4 - Efeios proporcional, compeiivo, alocação e oal, por seor econômico, região Nore fluminense, Seores Efeios Proporcional Compeiivo Alocação Toal I. Exraiva mineral 13341, ,13 256, ,94 I. minerais não meálicos -897,29 416,21 29,63-451,45 I. mealúrgica -161,93 918,83-29,5 547,39 I. mecânica 247, , , ,97 I. ma. elérico/comunic. -23,53 1,57,13-12,83 I. maerial de ranspore 233, , ,5 395,44 I. madeira e mobiliário -179,26-2,68,99-18,95 I. papel e gráfica -113,72 542,56-342,78 86,6 I. borracha, fumo, couro -87,32 32,39-2,48-75,41 I. química -95,3 1757, ,95 34,31 I. êxil -25,75-11,29 672,58-588,46 I. calçados -14,27-16,83 7,69-23,41 I. produos alimenícios -222, ,1 229,18 322,66 Serviços uilidade pública -191,7 778,93 627, ,86 Consrução civil 222,5-236,18 178, ,99 Comércio varejisa 155,4 158, ,8 1779,59 Comércio aacadisa 512,2-28,19 95,46 399,29 Crédio, seguros. -377, ,3-626,32 237,99 Com e adminisração 1787, ,38-674,1 8751,69 Transpores/comunic. -1,5 5335,66 181,5 4516,2 S. alojam., alimenação -671,98 836, , 4179,61 S. médicos, odonol. -784,51 32,29-41, ,86 Ensino 39, , , ,73 Adminisração pública -1211,9 1534, , ,57 Agriculura -265,1-137,5 329, ,1 Ouros/ignorado -1,46,, -1,46 Toal, 7819,9, 7819,9 Fone: resulados da pesquisa. Por ouro lado, os efeios compeiivo e alocação foram os principais responsáveis pelo dinamismo observado na maior pare dos seores, cujas axas de crescimeno foram maiores do que as observadas no esado. Embora o efeio proporcional enha sido posiivo nos seores indúsria exraiva mineral, indúsria do maerial de ranspore, consrução civil, Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p , ISSN

18 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas comércio varejisa, comércio aacadisa e comércio e adminisração de imóveis, apenas no penúlimo caso esse efeio conribuiu decisivamene para o maior dinamismo do emprego. A conribuição percenual dos efeios sobre a variação líquida oal, para cada um dos seores analisados, é descria na Figura 3. Nela, observa-se que, com exceção dos seores de 25 a 26, odos dos demais apresenam variação líquida oal posiiva, raandose, porano, de seores que, na região Nore, cresceram mais do que no esado. Pode-se concluir ainda que o efeio compeiivo foi a principal fone do crescimeno observado nesses seores, como se deu em 8 (indúsria do papel e gráfica), 18 (crédios e seguros), 1 (química), 6 (maerial de ranspore), 3 (indúsria mealúrgica), 14 (serviço de uilidade pública), 23 (ensino), 22 (serviços médicos), 21 (alojameno e alimenação), 2 (ranspore e comunicação), 19 (comercio e adminisração de imóveis), 24 (adminisração pública) e 16 (comércio varejisa). Em seguida vem o efeio alocação, para os seores 13 (indúsria de alimenos e bebidas), 4 (indúsria mecânica) e 15 (consrução civil). Por sua vez, o maior dinamismo do seor 17 (comercio aacadisa), na região, se explica pelo predomínio do efeio proporcional, iso é, pelo fao desse seor er sido, no período, um seor dinâmico em nível de esado. Figura 3 Paricipação percenual, na variação líquida oal, dos efeios proporcional, compeiivo e alocação, para os seores da região Nore fluminense, % 75% 5% Efeio (%) 25% % -25% -5% -75% -1% Seor Proporcional Compeiivo Alocação Fone: Dados da pesquisa Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN

19 Hélio Junior de Souza Crespo e Paulo Marcelo de Souza No Quadro 4 enconra-se a classificação dos seores, feia a parir da decomposição do efeio alocação nos componenes especialização e vanagem compeiiva. Aqui, pode-se consaar que o período maném as condições favoráveis da região ao desenvolvimeno de diversos seores, já manifesadas no período anerior. Nesse período, a região apresenou vanagem compeiiva para 2, dos 26 seores considerados, sendo oio deles vanagem especializada, e doze com vanagem não especializada. Somene para os seores indúsria da madeira e do mobiliário, indúsria êxil, indúsria de calçados, comércio aacadisa, agriculura e ouros, a região exibiu desvanagem compeiiva. Quadro 4 Classificação das aividades econômicas da região Nore Fluminense, com base nos componenes do efeio alocação, período 1999 a 29 Vanagem compeiiva Desvanagem compeiiva Especializada Não especializada Especializada Não especializada I. Exraiva mineral I. mealúrgica Ouros/ignorado I. madeira e mobiliário I. minerais não meálicos I. maerial de ranspore I. êxil I. mecânica I. papel e gráfica I. calçados I. ma. elérico/comunic. I. borracha, fumo, couro Comércio aacadisa I. produos alimenícios I. química Agriculura Serviços uilidade pública Comércio varejisa Consrução civil Crédio, seguros. Transpores/comunic. Com e adminisração S. alojam., alimenação S. médicos, odonol. Ensino Adminisração pública Fone: Dados da pesquisa Em sínese, a análise dos rês períodos revela que a região Nore Fluminense em apresenado condições para a expansão de diversas aividades, que, como viso, vêm exibindo axas de crescimeno, na região, superiores às observadas no esado. Em resulado dessa dinâmica, a paricipação da região Nore no emprego formal, que era de cerca 2,8% no ano de 1987, se eleva para 5,3% em 29, quase aingindo a imporância da segunda região empregadora, a Sul Fluminense. A expansão do emprego nessa região Nore foi impulsionada, principalmene, pelo crescimeno dos seores comércio varejisa, adminisração pública, indúsria exraiva mineral, comércio e adminisração de imóveis e consrução civil. Na Figura 4, pode-se Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p , ISSN

20 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas consaar que esses seores, em conjuno, responderam por mais de 7% do crescimeno no emprego formal verificado enre 1987 e 29. Além desses seores, desacam-se ainda os de ranspore e comunicação, serviços médicos e odonológicos, serviços de alojameno e alimenação e ensino. Figura 4 Paricipação de seores diversos no crescimeno oal do emprego formal ocorrido enre 1987 e ,9% 1,8% 6,9% 5,8% 4,9% 4,4% 6,% 13,8% 17,5% 17,9% Comércio varejisa Adminisraçao pública Exraiva mineral Com./admin. Imóveis Consruçao civil Transpore/comunic. Serv. médicos Serv. de alojam./alimenaçao Ensino Ouras Fone: Dados da pesquisa. No conexo da meodologia aqui empregada, seores crescem ou decrescem mais rapidamene em uma região do que em ouras em resposa a vanagens ou desvanagens daquela região relaivamene às demais. De acordo com Sanos (2), aspecos como variação nos cusos dos ranspores, esímulos fiscais, diferenças de preços relaivos de insumos e faores de produção mais abundanes conribuem para conferir vanagens locacionais a deerminada região. Sobre essa quesão, é preciso considerar que o deslocameno de aividades econômicas de regiões meropolianas para o inerior é, segundo Barral Neo e Silva Neo (26), reflexo de uma endência mundial. As indúsrias êm se afasado dos espaços meropolianos, direcionando-se para o inerior, em busca de exernalidades favoráveis, ais como incenivos fiscais, recursos mais baraos e sindicaos pouco organizados. Além disso, as mudanças inroduzidas na consiuição 1988 deram maior auonomia aos governos Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN

21 Hélio Junior de Souza Crespo e Paulo Marcelo de Souza esaduais e municipais. Nesse conexo, a redução de imposos municipais para arair maiores invesimenos exernos, na chamada Guerra fiscal, pode er incenivado o processo de crescimeno diferenciado da região Nore fluminense. Por ouro lado, devem ser considerados os efeios da expansão das aividades exraivas, foremene baseadas na exploração perolífera. A própria recuperação econômica do esado, a parir da segunda meade da década de 199, esá relacionada, segundo Silva (24), ao crescimeno da aividade perolífera. As aividades perolíferas êm sido a base da reesruuração econômica e produiva do esado, em paricular da região Nore Fluminense, por recuperar bases produivas, diar a dinâmica econômica e urbana de seus municípios, reomando o crescimeno econômico e elevando os orçamenos municipais, com a disribuição dos royalies (BARRAL NETO E SILVA NETO, 26). Como viso na Figura 4, a indúsria exraiva mineral eve grande impaco direo sobre o emprego formal na região, sem falar nos prováveis encadeamenos sobre seores como comércio varejisa, adminisração pública, indúsria exraiva mineral, comércio e adminisração de imóveis e consrução civil, com efeios sobre o emprego. A expansão dessa aividade apresena fore influência sobre a economia, seja pelos ganhos obidos direamene da aividade exraiva e pelo seu efeio muliplicador sobre as demais cadeias produivas (FERNANDES, 27). 4. Resumo e conclusões Os resulados obidos permiem inferir que a economia da região Nore do esado do Rio de Janeiro vem apresenando, nas úlimas duas décadas, um comporameno dinâmico, relaivamene às demais regiões do esado. A análise da evolução do emprego formal indica que a região em-se mosrado especialmene favorável à expansão de um número expressivo de seores, com desaque para comércio varejisa, adminisração pública, indúsria exraiva mineral, comércio e adminisração de imóveis e consrução civil, mas ambém ranspore e comunicação, serviços médicos e odonológicos, serviços de alojameno e alimenação e ensino. Em princípio, ais resulados são indícios de que a região apresena condições que favorecem a compeiividade dos seores mais dinâmicos, ais como localização, insumos mais baraos, disponibilidade de mão-de-obra, denre ouros. Oura possibilidade esá associada com a maior auonomia dos governos esaduais e municipais, advinda da consiuição de 1988, e com a chamada guerra fiscal que dela se originou. A hipóese é Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p , ISSN

22 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas que as isenções e facilidades resulanes dessa nova siuação conribuíram para arair empreendimenos para a região. Não desconsiderando o efeio dos faores ciados, o fao é que a expansão das aividades exraivisas em sido aponada como um faor chave na explicação da recuperação econômica e do aprofundameno da ineriorização da economia do esado, em paricular em direção à região Nore. O maior dinamismo da indúsria exraiva mineral, observado no esudo, é uma evidência de que a expansão dessa aividade, foremene calcada na exploração perolífera, em sido um faor primordial no processo de reomada do crescimeno econômico e da geração de empregos no esado. Os resulados aqui obidos são uma evidência do processo de ineriorização da economia fluminense, pelo menos no que diz respeio à região Nore. De odo modo, apesar do crescimeno observado, a região Meropoliana do esado ainda concenra mais de 8% do emprego formal. E, uma vez que al concenração apresena uma série de aspecos negaivos, são necessárias políicas voladas a maner e aprofundar o processo de ineriorização aqui verificado, inensificando o desenvolvimeno desa e das demais regiões do inerior do esado. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HERZOG, H.W.; OLSEN, R.J. Shif-share analysis revisied: he allocaion effec and he sabiliy of regional srucure, a reply. Journal of Regional Science, v.19, n.3, p , OLIVEIRA, Floriano Godinho de. Reesruuração produiva e regionalização da economia no erriório fluminense. São Paulo, p. Tese (Douorado) Geografia, Universidade de São Paulo (mimeo). ALMEIDA, S. V. A reesruuração produiva da indúsria brasileira na década de 199: uma analise dos seores êxil, calçadisa e auomobilísico. Rio de Janeiro: Insiuo Universiário de Pesquisa do Rio de Janeiro, p. (Disseração de Mesrado). BARRAL NETO, J., SILVA NETO, R.. Reesruuração produiva e ineriorização da economia no esado do Rio de Janeiro: uma nova dinâmica para a região nore fluminense. Enconro Nacional de Esudos Populacionais, ABEP, 15, Caxambu MG, 26. Anais... Campinas: ABEP, 26. BRASIL. Minisério do Trabalho e Emprego. Programa de Disseminação das Esaísicas Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN

23 Hélio Junior de Souza Crespo e Paulo Marcelo de Souza do Trabalho: regisros adminisraivos (PDET). Brasil: TEM. Disponível em: hp://www.me.gov.br/esudiosos Pesquisadores/PDET/ REGISTROS.asp (acessado em 3 de março de 21). DAMASCENO, A. O., ARAÚJO, R. D. Crescimeno econômico e reformas: a economia brasileira na década de 9 e perspecivas. Bahia Análise & Dados. Salvador, v. 13, n. 3, p , dez. 23. ESTEBAN-MARQUILLAS, J.M. A reinerpreaion of shif-hare analysis. Regional and Urban Economics, v. 2, n. 3, p , FERNANDES. C. F. A evolução da arrecadação de royalies do peróleo no Brasil e seu impaco sobre o desenvolvimeno econômico do esado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 27, 72p. (Trabalho de Conclusão de Curso). HADDAD, P. R., ANDRADE, T. A. Méodo de análise diferencial esruural. In: HADDAD, P. R. (org.). Economia Regional: eorias e méodos de análise. Foraleza: Banco do Nordese do Brasil, 1989, p PEREIRA, A. S. O méodo esruural-diferencial e suas reformulações. Teoria e Evidência Econômica, v. 5, n.9, p , Passo Fundo, mai PEREIRA, A. S., CAMPANILE, N. O Méodo esruural-modificado: uma aplicação para o esado do Rio de Janeiro enre 1986 e Teoria e Evidência Econômica, v. 7, n. 13, p , Passo Fundo, nov SANTOS, A. M. S. P. Economia, Espaço e Sociedade no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Ediora FGV, 23. SANTOS, S. R. O méodo esruural-diferencial ampliado: uma aplicação para a região sul frene à economia do rio grande do sul, enre 1986 e Teoria e Evidência Econômica, v. 8 n. 15 p novembro 2. SILVA NETO, R. Indúsria e desenvolvimeno na região Nore Fluminense: crescimeno econômico e o problema da exrema heerogenidade econômico-espacial no Esado do Rio de Janeiro. In. CARVALHO, Ailon Moa de; TOTTI, Maria Eugenia Ferreira (orgs). Formação hisórica e econômica do Nore Fluminense. Rio de Janeiro: Garamond, 26 p SILVA, R. D. S. Rio de Janeiro: Crescimeno, Transformações e sua Imporância para a Economia Nacional (193-2). Disseração de Mesrado. Insiuo de Economia da UNICAMP. Campinas. 24. SOUZA, M. A. A. Geração de emprego na pesca indusrial em rio grande: uma aplicação Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p , ISSN

24 A dinâmica do emprego formal na região Nore do esado do Rio de Janeiro, nas úlimas duas décadas do méodo esruural-diferencial. In: CONGRESSO DA SOBER, 45, 27, Londrina-PR. Anais... Brasília-DF: SOBER, 27, pag SOUZA, P. M. ; BRITO, M. N. ; MATA, H. T. C. ; PONCIANO, N. J. ; LOURENCO, B. S. Evolução da mão-de-obra ocupada na agriculura dos municípios das regiões nore e noroese do esado do Rio de Janeiro, 197 a Informe Gepec, v. 1, p , 27. SOUZA, N. J., SOUZA, R. B. L. Dinâmica esruural-diferencial da região meropoliana de poro alegre, 199/2. Economia, v. 3, n. 2 (28), p , jul./dez. 24. STIWELL, F.J.B. Regional growh and srucural adapaion. Urban Sudies, v.6, p , Agenda Social. V.4, nº3, se-dez / 21, p. 7-93, ISSN

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