EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1

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1 ISSN X EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1 Effec of cassava price variaion in Alagoas over producion gross value Manuel Albero Guiérrez CUENCA 2 José Henrique de Albuquerque RANGEL 3 Helber Rodrigues de ARAÚJO 4 RESUMO O objeivo do presene esudo foi deerminar a variação hisórica dos preços obidos pelos mandioculores alagoanos e avaliar o impaco de al variação sobre a Taxa de Variação Porcenual (TXV% do Valor Bruo da Produção (VBP em Alagoas, em cada biênio, no período oal, e em rês subperíodos enre 1977 e 29. Os dados do período de 1977 a 1989 foram coleados das Esaísicas Básicas (IBGE, 1997 e os do período de 199 a 29 foram obidos do SIDRA (IBGE, 211. Na decomposição das axas de variação do VBP em função do efeio dos faores área, produividade e preço, foi uilizado o modelo shif-share. Consaou-se que, enre 1977 e 29, os preços recebidos, a área colhida, a produção de raízes e o VBP da mandioca, decresceram 87%, 55%, 38% e 92% respecivamene. A produividade, no período analisado foi o único faor que apresenou crescimeno (37%, endo esse ganho amenizado a queda do VBP da mandioculura esadual. As médias dos preços e do VBP obidos pelos mandioculores alagoanos, enre 1977 e 29, foram de R$ 656,99/ e R$ 162,6 milhões respecivamene. O preço máximo de R$ 2.548,2/ ocorreu no ano de 1989 e o máximo do VBP de R$ 725,6 milhões aconeceu em Já o preço mínimo de R$ 138,45/ e mínimo do VBP de R$ 3,8 milhões aconeceram ambos no ano de 27. As variações do VBP da mandioca em Alagoas não foram, em odos os anos, na mesma direção e magniude das mudanças nos preços pagos aos produores, pois a oscilação do VBP é resulado da combinação da variação da área, dos preços e da produividade. Palavras-chave: Maniho esculena, agronegócio, agriculura alagoana. SUMMARY The aim of his sudy was o deermine he hisorical variaion in prices obained by Alagoas Cassava growers and o evaluae he impac of such variaion over he cassava PGV Percenage Variaion Tax (TXV% of Producion Gross Value (PGV in Alagoas in differen biennium, for he oal period, and in hree sub-periods beween 1977 and 29. Daa from 1977 o 1989 were colleced from Basic Saisic (IBGE, 1997, and of he period 199 o 29 from SIDRA (IBGE, 211. The shif share model was used for decomposiion of PGV variaion axes in funcion of he effecs of area, produciviy, and prices facors. 1 Recebido em: 8/3/212 Aprovado para publicação em: 8/4/213 2 Economisa. M. Sc. em Econ. Agrícola. Pesquisador da Embrapa Tabuleiros Coseiros. 3 Eng. Agrôn. PhD. em Agriculura Tropical. Pesquisador da Embrapa Tabuleiros Coseiros. 4 Bolsisa CNPq/PIBIC/Embrapa Tabuleiros Coseiros/UFS, Revisa Raízes e Amidos Tropicais, volume 9, n.1, p , 213.

2 ISSN X Beween 1977 and 29 prices obained by growers, harvesed area, roo producion, and cassava PGV decreased respecively 87%, 55%, 38%, and 92%. In he sudied period he produciviy was he only facor of increasing (37%, conribuing in he reducion of he cassava PGV fall in Alagoas Sae. Means of prices and PGV obained by cassava growers beween 1977 and 29 were respecively R$ / and R$ million. The maximum price of R$ 2,548.2/ occurred in 1989 and he maximum PGV of R$ million a Minimum price and minimum PGV of respecively R$ / and R4 3.8 million occurred boh in 27. Variaions of cassava PGV in Alagoas were no always in he same direcion and magniude of changes observed in prices obained by growers, aking ino accouns ha PGV oscillaions is a resul of he combinaion beween he variaion of area, prices, and produciviy. Keywords: Maniho sculens, agrobussines, agriculure in Alagoas. 1. INTRODUÇÃO O Valor Bruo da Produção (VBP agrícola e o desenvolvimeno das aividades no seor primário esão direamene relacionados com os preços recebidos, a produividade agrícola e área colhida a cada safra. Trabalhos analisando séries hisóricas de preços, concluíram que as variações do VBP de alguns produos agrícolas foram consequência, principalmene, de variações no preço (MAGRINI e CANEVER, 23. O esado de Alagoas, em 29, com área culivada de 22.2 ha, ocupou o 2º lugar enre os esados planadores de mandioca no Brasil, sendo o 21º lugar em produção colhida, com um oal acima de oneladas. O culivo da mandioca no esado de Alagoas é muio imporane no quesio geração do VBP, a culura gerou em 29 um oal de R$ 52,8 milhões, que represenam 3,5% do oal gerado por odas as culuras no Esado (IBGE, 211. Pesquisas mosram que ainda são escassos os esudos sobre séries hisóricas de preços agropecuários no Brasil, principalmene rabalhos que segmenem a análise por produo e por Esado, pois não se podem generalizar, para odo o seor agropecuário, conclusões baseadas em dados agregados e genéricos (FARINA e NUNES, 24. O objeivo do presene esudo foi analisar a variação hisórica dos preços obidos pelos mandioculores alagoanos e avaliar o impaco de al variação sobre a Taxa de Variação Porcenual do VBP (TXV% do VBP da mandioca em Alagoas, em cada biênio, no período oal e em rês subperíodos: de 1977 a 1987, de 1987 a 1997 e de 1997 a MATERIAL E MÉTODOS Considerou-se a série hisórica da produividade, área colhida e preços obidos pelos mandioculores em Alagoas enre 1977 e 29. Os dados que abrangeram o período de 1977 a 1989 foram coleados das Esaísicas Básicas (IBGE, 1997 e os do período de 199 a 29 foram obidos do Sisema IBGE de recuperação auomáica, SIDRA (IBGE, 211. Com esses dados foram calculados os médios, máximos e mínimos dos preços e do VBP. Para aualizar os preços e o VBP, em valores equivalenes a dezembro de 21, uilizou-se o Índice Geral de Revisa Raízes e Amidos Tropicais, volume 9, n.1, p , 213.

3 ISSN X 2 2 Preços, calculado pela Fundação Geulio Vargas (FGV, 211. A parir do comporameno anual do preço e do VBP, calculou-se as TXV% do VBP da mandioca e o efeio do faor Preço (Efeio Preço % sobre o VBP. O efeio-preço reflee as mudanças no VBP em razão de variações nos preços recebidos pelos produores, supondo que a produividade e a permanecem consanes. Para decompor o VBP da mandioca em Pernambuco em axas anuais de variação, foi uilizado o modelo maemáico shif-share. O modelo maemáico uilizado nese rabalho baseou-se na meodologia uilizada em ouros esudos, com desaque para: ARAÚJO e al. (1998, IGREJA e al. (1983, SANTANA e al. (1995, MAGRINI & CANEVER (23 e SANTOS e al. (25. Ese modelo mede a variação enre dois ponos, normalmene em base anual, quinquenal, ec., sendo o inicio do período denominado ano zero e o final ano. O valor da produção da mandioca foi obido por: Período inicial ( V = P x R x A (1 Período final ( V = P x R x A (2 Onde: V = Valor bruo da produção da mandioca (R$; A = Área colhida com mandioca (ha; R = Produividade da mandioca ( ha-1; P = Preço médio pago ao produor de mandioca (R$/. Considerando-se uma aleração apenas na área colhida no período o valor da produção é expresso como: VA = A x R x P (3 Se a variação no período ocorresse na área e na produividade, manendo-se consane o preço, o valor da produção é calculado por: VAR = A x R x P (4 A variação oal no valor da produção enre os dois períodos e será: V - V = (P x R x A (P x R x A (5 Subsiuindo em (5 emos: V - V= (V -V+(V A,R-VA + (V-VA,R (6 Sendo, V - V = variação oal no valor da produção; VA - V = efeio-área; VAR - VA = efeio-rendimeno; V - VAR = efeio-preço. Para represenar esses rês efeios na forma de axas anuais de crescimeno, calculamse inicialmene os efeios relaivos dividindo cada efeio pela variação do Valor Bruo da Produção (V - V, resulando a soma das divisões igual a 1: 1 = A AR A V V + + AR (7 O cálculo da axa de crescimeno enre dois períodos é feio uilizando a seguine fórmula maemáica: = ( V / 1. V 1 r (8 sendo r a axa de variação (crescimeno ou decréscimo enre dois períodos expressa em percenagem. Muliplicando ambos os lados da equação de (7 pela axa de variação r de (8 são obidos os efeios área, rendimeno e preço expressos em percenagem por ano, conforme a fórmula a seguir: r = A AR A V V r + r + AR ( V V r (9 Revisa Raízes e Amidos Tropicais, volume 9, n.1, p , 213.

4 ISSN X Para verificar o que aconeceu em cada subperíodo, nas oscilações das fones de crescimeno do VBP e na TXV % do VBP da mandioca, foram calculadas as TXV % em cada subperíodo. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Analisando os dados obidos do IBGE (1997 e 211, referenes à mandioculura alagoana consaou-se que, enre 1977 e 29, os preços recebidos, a área colhida e a produção de raízes de mandioca, decresceram 87%, 55% e 38% respecivamene, provocando queda de 92% no VBP. A produividade, no período analisado foi o único faor que apresenou crescimeno (37%, endo essa elevação amenizado a queda do VBP da mandioculura esadual. Os preços recebidos pelos produores e o VBP da mandioca em Alagoas apresenaram oscilações na maioria dos anos, enre 1977 e 1994, mosrando oscilações menos acenuadas a parir de 1995 aé 29 (Figura 1. Preços (R$/ VBP (Em Milhões de R$ de dez/21 Preços (R$/ VBP (Milhões de R$ - Figura 1. Evolução dos preços e do VBP da mandioca em Alagoas A parir de 1994 os preços da mandioca em Alagoas apresenaram maior esabilidade devida, em grande pare, ao Programa de Esabilização Econômica (Plano Real, que rompeu com a sucessão de curos ciclos de esabilidade que não conseguiam se susenar nos planos aneriores: Primeiro Plano Nacional de desenvolvimeno (I PND /74; II PND /79; III PND - 198/85; Plano Cruzado 1985/86, Plano de Conrole Macroeconômico 1987/91, Programa Econômico 1991/93. Todos esses planos que anecederam ao Plano Real provocavam desequilíbrio esruural das conas públicas que por sua vez originavam processos inflacionários. O Plano Real forneceu perspecivas de esabilização, pois considerando o cenário econômico mundial e suas possíveis repercussões sobre a economia brasileira, o governo aua como regulador sobre as axas de câmbio e de juro. As médias dos preços e do VBP obidos pelos mandioculores alagoanos, enre 1977 e 29, foram de R$ 656,99/ e R$ 162,6 milhões respecivamene. Revisa Raízes e Amidos Tropicais, volume 9, n.1, p , 213.

5 ISSN X O preço máximo de R$ 2.548,2/ ocorreu no ano de 1989 e o máximo do VBP de R$ 725,6 milhões aconeceu em Já o preço mínimo de R$ 138,45/ e mínimo do VBP de R$ 3,8 milhões aconeceram ambos no ano de 27. Analisando o comporameno dos preços e do VBP da mandioca em Alagoas da figura 1, em rês períodos ( , e e o período oal, consaou-se que, enre 1977 e 1987, os produores obiveram, em média, R$ 98,25/ e R$ 246,5 milhões respecivamene. Já enre 1987 e 1997, as médias dos preços e do VBP ficaram em R$ 923,19/ e R$ 173,9 milhões respecivamene. No período, enre 1997 a 29, as médias dos preços e do VBP caíram para R$ 276,18/ e R$ 86, milhões respecivamene. As variações do VBP da mandioca em Alagoas não foram, em odos os anos, na mesma direção e magniude das mudanças nos preços pagos aos produores, pois a oscilação do VBP é resulado da combinação da variação da área, dos preços e da produividade. Na Figura 2 são apresenadas as variações porcenuais dos preços e do VBP da mandioca em Alagoas. Esses porcenuais foram calculados a parir das variações absoluas dos preços recebidos pelos mandioculores e do VBP. 16% Variação (% do Preço Variação % do VBP 16% 13% 13% Variação (% do Preço 1% 7% 4% 1% -2% -5% 1977 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 2 2 a a a a a a a a a 29 1% 7% 4% 1% -2% -5% Variação (% do VBP -8% -8% Figura 2. Porcenagens de variação dos preços e do VBP da mandioca em Alagoas Consaou-se que em alguns biênios as diferenças das porcenagens de variação enre o preço e o VBP, como por exemplo, em 1982/83, o preço aumenou em 14% e o VBP diminuiu 16%; em 1993/94 o preço e o VBP caíram 42% e 4% respecivamene; em 22/3 quando o preço aumenou 36% e o VBP diminuiu 29%; ou como em 27/8 que embora com crescimeno de ambos indicadores o preço apresenou aumenos de apenas 4% enquano que o VBP cresceu 49%. Esse comporameno deve-se às variações na área colhida, na produividade ou em ambas, que anularam ou compensaram a variação apresenada pelos preços, modificando o possível impaco que esse faor eria sobre o VBP. Na Tabela 1 são apresenadas as axas bianuais de variação porcenual do VBP (TXV% do VBP da mandioca e o efeio do faor preço (Efeio preço % sobre o VBP. Observou-se que em alguns biênios, o efeio preço e a TXV% do VBP, não eve variação da mesma magniude e/ou na mesma direção. Houve 13 biênios nos quais ambos percenuais foram negaivos, nesse grupo houve só rês casos em que o efeio preço apresenou menor redução que a redução da TXV% do VBP. Nos 15 Revisa Raízes e Amidos Tropicais, volume 9, n.1, p , 213.

6 ISSN X casos em que o efeio preço e o VBP resularam posiivos, consaou-se que em oio desses biênios o percenual de variação do preço foi menor que o da TXV% do VBP. Esses percenuais de variação do preço e da TXV% do VBP demonsram que, nos diferenes períodos analisados, a mudança no preço da mandioca, nem sempre foi na mesma magniude da mudança na TXV% do VBP. A decomposição das fones de variação do VBP da mandioca em Alagoas em rês subperíodos e no período oal é mosrada na Tabela 2. Tabela 1. Efeio preço % e a TXV% do VBP da mandioculura em Alagoas 1977 e a a a a a a a a a a 1987 Ef. Preço (% 6,88 26,7 2,76-4,59-8,32-5,36-17,52 24,54-1,22-54,44 TXV % do VBP 1,8 37,95 15,56 4,68-5,22 8,4-15,55 27,34 -,59-52, a a a a a a a a a a a 1998 Ef. Preço (% -15,24-1,65 6,7 7,22-28,76 44,54 35,24-7,11-15,83-13,86 1,12 TXV % do VBP -12,83-2,79 4,89 14,36-28,61 27,3 2,2-7,97-13,75-7,47 3, a a 2 2 a a a a a a a a a 29 Ef. Preço (% -27,46 36,82 8,97 2,2-1,14,62 21,72 2,27 9,53-2,62-15,22 TXV % do VBP -22,93 33,19 7,78 5,9 15,81-22,9 23, 17,88 1,13-22,18-14,19 Tabela 2. Decomposição das fones de variação do Valor Bruo de Produção da Mandioca em Alagoas. Taxas médias anuais de variação para cada subperíodo e no período oal enre 1977 e 29. Taxa de Variação Toal (% Efeio Área (% Efeio Produividade (% Efeio Preço (% 1977 a ,17-1,81 -,84, a ,56 9,21 7,13-19, a 29-7,58-2,43 1,68-6, a 29-7,5-4,47 1,35-4,38 Observou-se que no primeiro subperíodo ( , apenas o efeio-preço apresenou variação negaiva, nesse subperíodo a TXV% do VBP apresenou a maior diminuição (-11,17, podendo-se afirmar que apesar do efeio preço ser posiivo ele foi anulado pela variação dos efeios área e produividade. No segundo ( a TXV% do VBP e o efeio preço apresenaram variações negaivas. Nesse subperíodo os efeios área e produividade não conseguiram anular o decréscimo 19,91% anual dos preços, apenas conseguiram compensar, em pare, o impaco que a variação dos preços eria sobre a TXV% do VBP que ainda caiu 3,56% anual nesse segundo subperíodo. No erceiro subperíodo ( o efeio preço e a TXV% do VBP volaram a ser negaivos (-6,84% e (-7,58% respecivamene, os efeios área e produividade, apresenaram variações muio similares, mas com sinais oposos, porano anulando-se muuamene, podendo-se afirmar que o efeio preço foi o principal responsável pela redução da TXV% do VBP naquele subperíodo. Enreano, no período oal ( o efeio negaivo do preço (-4,38% foi reforçado pela redução da área colhida (-4,47%, Revisa Raízes e Amidos Tropicais, volume 9, n.1, p , 213.

7 ISSN X provocando em conjuno o decréscimo de 7,5% anual da TXV% do VBP, pois o aumeno de 1,35% anual da produividade não foi suficiene para melhorar o desempenho do VBP no período compreendido nesse esudo. 3. CONCLUSÃO No Esado de Alagoas os preços pagos aos mandioculores, no período compreendido enre 1977 e 29, caíram 4,38% ao ano, a área apresenou redução de 4,47% anual. A produividade foi o único faor que apresenou evolução anual (1,35%, mas não suficiene para eviar a queda anual de 7,5% da TXV% do VBP no período analisado. Podendo-se afirmar que o efeio preço não foi o principal faor responsável pela redução de anual da TXV% do VBP da mandioculura alagoana nos úlimos 32 anos. 4. REFERÊNCIAS ARAÚJO, C. A.; CAMPOS, R. T. Análise da evolução do valor da produção de cacau no Esado da Bahia. Agronegócio brasileiro: desafios e perspecivas. Brasília: Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural, p. FARINA E. M. M. Q.; NUNES R. Para além da agriculura: o efeio readmill no sisema agroindusrial de alimenos no Brasil. Revisa Economia Aplicada, São Paulo, v. 8, n. 2, p , 24. FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Índice Geral de Preços: disponibilidade inerna: índice 2. Brasília, 211. Disponível em: <hp:// Acesso em: 18 maio 211. IBGE. Produção agrícola municipal Rio de Janeiro: Deparameno de agropecuária, p. (Esaísicas Básicas: séries rerospecivas, 7. IBGE. Produção Agrícola Municipal. Rio de Janeiro: Sisema IBGE de recuperação auomáica, fev. de 211. Disponível em: <hp://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 25 mar IGREJA, A. C. M.; CARMO, M. S.; GALVÃO, C. A.; PELLEGRINI, R. M. P. Análise quaniaiva do desempenho da agriculura paulisa, Agriculura em São Paulo, São Paulo, v.3, p , Tomo 1 e 2. MAGRINI, J. L.; CANEVER, M. D. O valor da produção da oriziculura gaúcha: componenes área, produividade e preço. Revisa Brasileira de Agrociência, Peloas, v. 9, n. 1, p , janmar, 23. SANTANA, A. C., SOUZA, R. F., ALENCAR, M. I. R. O comporameno do mercado da pimenado-reino no Brasil e no mundo. Belém: FCAP/BASA, p. (Esudos Seoriais, 2 SANTOS, M. A. S. dos; FILGUEIRAS, G. C.; ARAÚJO, M. S. P. Fones de crescimeno da dendeiculura no Esado do Pará: uma aplicação do modelo shif-share. Adconar, Belém, v. 6, p , 25. YAMAGUCHI, L. C. T.; ARAÚJO, L. F. de O. Dinâmica de mercado com ajusameno defasado. Revisa Elerônica de Economia, Peloas, n. 7, mar. 26. Disponível em: <hp://www.viannajr.edu.br/revisa/eco/doc/ arigo_75.pdf>. Acesso em: 18 maio 211. Revisa Raízes e Amidos Tropicais, volume 9, n.1, p , 213.

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