COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

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1 COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área de Disribuição e Comercialização Idenificação do Trabalho: BR-77 Maceió, Brasil, Agoso de 2005 METODOLOGIA DE MAPEAMENTO DE PERDAS E DETERMINAÇÃO DO PROGRAMA EFICIENTE DE COMBATE ÀS PERDAS NÃO-TÉCNICAS Tema 1.2: Perdas Não Técnicas Auores: SEBASTIÁN BUTTO (AUTOR RESPONSÁVEL) e FELIPE PERECMANIS (CO-AUTOR) Empresa ou Enidade: SIGLASUL CONSULTORIA LTDA. PALAVRAS-CHAVE: Perdas Não Técnicas Meodologia de Cálculo de Perdas Não-Técnicas Perfil de Carga de Perdas Não-Técnicas Mapeameno Elero-Geográfico Programa Eficiene de Combae a Perdas Modelo financeiro de avaliação de perdas DADOS DO AUTOR RESPONSÁVEL Nome: Sebasián Buo Cargo: Gerene de Projeos End: R. Visconde de Inhaúma, 58, grupo 1401, Cenro, Rio de Janeiro, RJ Tel: (21) Fax: (21) RESUMO O presene rabalho procura definir o que seria um programa eficiene de combae às perdas não-écnicas, endo em visa o horizone emporal relaivo ao período arifário da disribuidora para se aingir o percenual final de perdas a ele associado. A imporância dese ema se deve não só por moivos de gesão eficiene das empresas como ambém por quesões de adequação à regulação vigene. Nese senido, ao longo do exo busca-se apresenar as ferramenas necessárias para a deerminação dese programa eficiene. Inicialmene, são abordados os aspecos conceiuais envolvidos na definição das perdas eficienes, endo em cona os apores e a recuperação de receia envolvidos no programa para se aingir seu paamar. Em seguida, são levanados os esudos e os insrumenos que são necessários para se desenhar adequadamene um programa de combae às perdas não-écnicas. Por fim, é proposo um modelo de análise econômico-financeira dese ipo de programa, com visas a deerminar seu nível de eficiência.

2 1. INTRODUÇÃO Ese rabalho se refere ao enendimeno da SIGLASUL do que seria necessário para a definição de um programa eficiene de combae às perdas não-écnicas, endo em visa o horizone emporal relaivo ao período arifário da disribuidora para se aingir o percenual final de perdas a ele associado. A imporância dese ema se deve não só por moivos de gesão eficiene das empresas como ambém por quesões de naureza regulaória. Desa forma, enende-se que deva exisir um raameno específico na definição das perdas eficienes, que proporcione incenivos posiivos no esforço de redução do nível de perdas não-écnicas, beneficiando ano a concessionária quano seus consumidores. No capíulo 2, apresena-se os aspecos conceiuais envolvidos na deerminação das perdas não-écnicas eficienes, endo em cona os cusos e a recuperação de receia envolvidos. No 3º capíulo, são levanados os esudos e os insrumenos a eles associados que são necessários para se desenhar adequadamene o programa de combae às perdas. Por fim, no capíulo 4, é proposo um modelo de análise econômicofinanceira do programa de combae às perdas, com visas a deerminar seu nível de eficiência. que os recursos aporados no combae às perdas não superem o valor esperado de recuperação de receia (análise cuso x benefício), onerando a concessão. Desa maneira, no senido esriamene econômico, o paamar de perdas nãoécnicas assim definido implicaria na condição de equilíbrio em que o cuso marginal de combae seja igual à receia marginal recuperada o que equivale a um problema de minimização de cusos. Por um lado, há de se considerar os cusos de combae às perdas, que esão associados aos cusos operacionais e às anuidades dos invesimenos, ambos medidos por KWh recuperado, que são necessários ao plano de combae. Por ouro lado, em-se a perda de receia resulane do nível de perdas associado à implemenação do plano em análise. Observa-se no gráfico abaixo que, para se aingir percenuais de perdas mais baixos, é necessário maior dispêndio no seu combae, com axas crescenes de incremeno de cuso. Ese fao é explicado pela produividade decrescene dos planos de combae, na medida em que esraégias mais direas e menos dispendiosas (regularização de medidores, recadasrameno da base comercial, enre ouros) são implemenadas primeiramene para, em seguida, ouras ações serem escolhidas. R$/kWh 2. CRITÉRIO DE EFICIÊNCIA ASPECTOS CONCEITUAIS Enende-se que a meodologia para a definição dese programa de combae deveria respeiar o aspeco legal e regulaório de preservação do equilíbrio econômico-financeiro, baseando-se no princípio de eficiência econômica, de forma Perdas Não-Técnicas (%) Gráfico 1 - Cuso do Combae às Perdas

3 No gráfico seguine (curva em vermelho), observa-se que, na medida em que o percenual de perdas diminui, a perda de receia a ele associada diminui mais que linearmene, com axas decrescenes, frene à diminuição da perda não-écnica. Ese fao se deve ao comporameno racional dos clienes, os quais podem mudar seu padrão de consumo, diminuindo sua uilização perdulária, pois serão cobrados pelo serviço de fornecimeno de energia. Adicionalmene, uma parcela da energia faurada, que aneriormene era fraudada não se convere em receia, devido à inadimplência dos clienes agora regularizados. Ouro aspeco que conribui para que a relação enre perdas e receia associada não seja linear é a composição do mercado aingido, ou seja, o mix de consumidores e de diferenes arifas implica em diferenes níveis de reorno. A figura abaixo esquemaiza a associação enre percenual de perdas não-écnicas e perda de receia. R$/kWh A parir da soma do VPL dos cusos de combae (curva azul) com o VPL da perda de receia (curva vermelha), ambos associados a cada nível de perdas que se objeiva, consrói-se a curva de cusos oal (curva prea, do gráfico resulane). O pono de mínimo desa curva represena o percenual de perdas comerciais eficiene a se aingir no horizone emporal associado: R$/kWh Perda de Receia Cuso do Combae Cuso Toal Nível Esruural Nível Eficiene Perdas Não-Técnicas (%) Gráfico 3 - Nível Eficiene de Perdas Não-Técnicas: Minimização de Cusos 3. ESTUDOS E INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS Para implemenar a meodologia exposa, é necessário o desenvolvimeno de deerminados esudos específicos e a implemenação de ferramenas para sua execução, apresenados de forma esquemáica a seguir: Deerminação das Causas Perdas Não- Perdas Gerenciáveis Gerenciáveis Avaliação de Programas de Combae Nível Eficiene de Perdas Esudo Elero- Geográfico Esudo Sócio- Econômico Planos-Piloos Esudo Gesão Inerna As curvas indicadas nos dois gráficos aneriores, na realidade, expressam valores presenes líquidos VPLs dado que as mesmas envolvem cusos de planos de ação e perdas de receias associadas a um horizone emporal que permia aingir o nível de perdas correspondene. Perdas Não-Técnicas (%) Gráfico 2 - Perda de Receia

4 3.1 ESTUDO ELETRO-GEOGRÁFICO O objeo dese esudo consise em mapear e caracerizar as perdas por sub-regiões da área de concessão, aravés de: elaboração de BALANÇOS ENERGÉTICOS por áreas eléricas, permiindo idenificar os alimenadores e ransformadores com maiores perdas écnicas e não-écnicas; esimaiva do PERFIL DE CARGA DOS FRAUDADORES em poencial associados aos alimenadores e ransformadores com maiores níveis de perdas. Iso permiirá idenificar os principais ipos de consumo responsáveis pelas perdas não-écnicas, faciliando a objeividade na implemenação do programa de combae; idenificação, por áreas elerogeográficas, das PRINCIPAIS CAUSAS ASSOCIADAS ÀS PERDAS NÃO- TÉCNICAS (ipos de fraude, condições de medição ec). A fim de ser realizar ese esudo, é necessária a implemenação de uma série de insrumenos, denre os quais, desaca-se: Sisema geo-referenciado É necessário para se conhecer a efeiva localização dos aivos e clienes da empresa. O mesmo deverá ser implemenado por compleo, nas unidades consumidoras, nos ransformadores MT/BT, alimenadores MT, subesações, linhas de subransmissão e nos ponos de conexão com a Rede Básica. Base cadasral aualizada Necessária para complemenar o sisema geo-referenciado no senido de possibiliar a vinculação biunívoca dos clienes aos aivos da empresa (ransformador MT/BT, alimenador, subesação e linha de subransmissão). Sofware de perdas écnicas A aplicação dese sofware de cálculo das perdas écnicas é necessária na deerminação das perdas não-écnicas, objeo dese rabalho, por diferença enre as perdas oais e as perdas écnicas. O sofware deve ser desenhado com base nas caracerísicas écnicas do sisema elérico da empresa. Medição nos alimenadores e subesações Torna-se imprescindível a obenção de medições permanenes ano da oalidade dos alimenadores quano das subesações para a deerminação de perdas por grandes áreas eléricas BALANÇOS ENERGÉTICOS Em primeiro lugar, deve-se esimar a perda oal por alimenador e subesação, como a diferença enre a energia medida na enrada da subesação ou na saída do alimenador e o consumo lido dos clienes a eles vinculados, obidos aravés do sisema de faurameno. Em segundo lugar, para cada alimenador e subesação, desagrega-se as perdas oais em écnica e não-écnica aravés da uilização do sofware já ciado. Cabe alerar que a monagem do balanço energéico do alimenador somene é possível caso sua configuração elérica não se alere, ou seja, que permaneça aendendo os mesmos clienes. Caso conrário, o balanço se esenderá ao conjuno de

5 alimenadores para os quais a configuração se manenha inalerada. Poseriormene e com base nas perdas esimadas, são selecionados aqueles alimenadores com maiores níveis de perdas não-écnicas sobre os quais se desenvolverá um esudo mais dealhado, buscando conhecer: A desagregação das perdas não-écnicas deses alimenadores em média e baixa ensão. Idenificar os ransformadores MT/BT associado a eses alimenadores, responsáveis por maior pare das perdas não-écnicas na baixa ensão. Para ese fim, deverão ser medidos, de forma simulânea, odos os ransformadores vinculados a cada alimenador selecionado, o no mínimo uma amosra alamene significaiva. A soma das energias regisradas em odos os ransformadores de um mesmo alimenador possibilia esipular, o monane de energia passane para a baixa ensão. A perda oal no nivel de MT, de cada alimenado, é calculada como a diferença enre a energia medida na saída do alimenador e a soma de: consumo lido dos clienes em MT a ele vinculado; e energia oal dos ransformadores MT/BT a ele ligados; Por ouro lado, calcula-se a perda em BT do alimenador como a diferença enre a soma das energias dos seus ransformadores MT/BT e o oal do consumo lido dos clienes em BT ligados a ese alimenador. Finalmene, procede-se à esimaiva da perda por ransformador, comparando sua medição com o somaório dos consumos lidos dos clienes a ele conecados. Novamene, aplica-se o sofware de deerminação de perdas écnicas para se ober, a parir da perda oal, a parcela nãoécnica em MT e BT e por ransformador. Desaca-se a necessidade de realizar a medição dos alimenadores e ransformadores MT/BT por um período mínimo al que expurgue o problema de não simulaneidade desas medições em relação à medição comercial dos clienes. Iso decorre do fao de se conar com um componene sazonal no consumo dos clienes e que a leiura comercial dos clienes não é simulânea enre eles. Finalizada a eapa dos balanços energéicos e no inuio de idenificar o perfil de carga das perdas não-écnicas e os ipos de consumidores poencialmene responsáveis, orna-se necessária a realização de uma campanha de medição dos clienes da empresa PERFIL DE CARGA DOS POTENCIAIS FRAUDADORES O objeivo desa pare do esudo consise em deduzir da curva de carga do ransformador, ou do alimenador medido, a curva de carga represenaiva dos clienes a ele vinculado, para assim deerminar: O perfil de carga das perdas nãoécnicas de cada alimenador ou ransformador MT/BT; A responsabilidade dos diferenes ipos de consumo nas perdas não-écnicas dese aivo.

6 Nese senido, deve ser realizada uma Campanha de Medição dos clienes em MT e BT, com o objeivo de esimar seus padrões de consumo caracerísicos (curvas de carga), omando como base as medições realizadas sobre uma amosra esaisicamene represenaiva do oal. Cluserização obenção de ipologias Com base nas curvas de carga dos clienes obidas na Campanha de Medição, procedese à esimação das ipologias represenaivas de seu consumo clienes-ipo. Para al fim, deve-se empregar algum ipo de sofware de agrupameno ou cluserização (por exemplo, o Demand Cluser Program 1 ), aplicado ao resulado obido da campanha de medição. Ese sofware permie agrupar curvas de carga, segundo sua semelhança, em curvas de cargas represenaivas de um conjuno (clusers), onde os clusers obidos sineizam as ipologias de consumo dos clienes da disribuidora. Finalmene, obém-se os perfis de carga do fraudadores aravés da vinculação do perfil de carga de perdas não-écnicas de cada ransformador ou alimenador aos perfis de carga ípicos dos clienes a eles vinculados. Ese perfis ípicos são obidos aravés do processo de cluserização acima mencionado. Vinculação Cliene-Perdas A vinculação permie calcular a paricipação de cada cliene-ipo na composição da curva de perdas não-écnicas. O procedimeno consise em combinar as curvas de carga dos clienes-ipo para reconsiuir esa úlima. A vinculação pode ser enfocada como um problema de programação linear, onde as variáveis a deerminar são os coeficienes de paricipação de cada curva de cliene na curva de perdas. A função objeivo a minimizar é o erro oal de ajuse, definido como a soma da disância quadráica enre a curva de perdas nãoécnicas e a curva esimada como combinação linear das curvas dos clienesipo PRINCIPAIS CAUSAS ASSOCIADAS ÀS PERDAS NÃO- TÉCNICAS Ese úlima eapa do esudo elerogeográfico em por objeo esimar a paricipação das possíveis fones de perdas não-écnicas. Nese senido, para se realizar uma sólida pesquisa de campo, deve-se fazer o levanameno populacional das condições de medição (clienes com ligação direa, medidores inernos, ec.),além de um levanameno amosral das causas das perdas, mediane processos de fiscalização. 3.2 ESTUDO SÓCIO-ECONÔMICO Permie idenificar as variáveis sócioeconômicas explicaivas das perdas nãoécnicas aravés de diagnósicos qualiaivos e esudos economéricos. São analisadas as principais caracerísicas da área de concessão, em comparação com as ouras disribuidoras, e sua correlação com as perdas para, finalmene, por meio de um esudo economérico, se esimar, quaniaivamene, a parcela de responsabilidade de cada causa no percenual oal das perdas não-écnicas. 1 Desenvolvido pela Siglasul Consuloria

7 O objeivo final dese esudo é classificar, conceiualmene, as perdas não-écnicas em gerenciáveis e não-gerenciáveis, endo em visa a capacidade da empresa de combaêlas: Perdas Não-Gerenciáveis: perdas cuja eliminação das causas depende da ação de ouras insâncias (governo, judiciário, polícia ec). Perdas Gerenciáveis: perdas que são passíveis de combae por pare da disribuidora. Caracerizam-se pelo fao de que, mediane deerminado nível de invesimenos e gasos operacionais em planos de combae, consegue-se, no médio prazo, reduzir, ou aé mesmo eliminá-las. A íulo de exemplificação, uilizando como variáveis explicaivas o IDH, o Índice de Criminalidade e dois ouros aspecos hipoéicos (Aspeco 3 e 4), em ermos gráficos, espera-se a seguine classificação resulane: ,00% ESTUDO DA GESTÃO INTERNA Parcela Gerenciável DAS PERDAS 5,40% 12,00% Para idenificar Perda Não- os faores gerenciáveis inrínsecos Técnica Toal às perdas 2,40% adminisraivas, a 8,00% da Empresa Parcela empresa deverá levanar 1,50% 15,10% e diagnosicar Não-Gerenciável os 2,10% sisemas e processos envolvidos nas 4,00% aividades de Leiura, 3,70% Faurameno e Envio das fauras. 0,00% Perdas Nâo-Técnicas Classificados por Causa 3.4 PLANOS PILOTOS IDH Criminalidade Aspeco 3 Aspeco 4 Gesão Disribuidora Uma vez deerminar as perdas não-écnicas gerenciáveis, deve-se esimar a parcela de elas que é economómicamene viavel de ser combaida. Porano, e uma vez compleados eses esudos, é imporane implemenar Planos Piloos de combae às perdas, os quais irão fornecer informações imprescindíveis quano aos seguines aspecos: consumo recuperado por ação e axa de inadimplência deses novos clienes. cusos de combae; axa de reincidência de clienes fraudulenos; Ressala-se que esas informações são viais na análise de viabilidade econômicofinanceira dos programas de combae. 4. PROGRAMA EFICIENTE DE COMBATE ÀS PERDAS Com base nos Planos Piloos e nos resulados dos esudos anes dios, formulase os programas de combae, associando invesimenos e cusos necessários, bem como a recuperação de receia esperada. Em seguida, elabora-se um ranking dos programas de combae às perdas, escolhendo aqueles com uma relação benefício x cuso posiiva a raves de um modelo econômico financeiro. Com base nos programas escolhidos pode-se definir, para o período arifário, os seguines aspecos:

8 O paamar eficiene de perdas a aingir ao final do período. a rajeória de perdas; a receia a se recuperar; o plano de invesimenos (Capex); os cusos associados (Opex); 4.1 Modelo da Análise Econômico- Financeira do Combae às Perdas Na monagem dese modelo, devem ser elaborados diferenes cenários de combae às perdas não-écnicas no inuio de proceder à análise de sensibilidade dos resulados. A al fim, foi monado um mesmo modelo de fluxo de caixa para proceder à avaliação econômico-financeira de sua implemenação Inicialmene, é necessária a apresenação de um breve glossário, com algumas definições uilizadas ao longo do exo: GLOSSÁRIO Novas Fraudes e Reincidências: reflee o comporameno dos consumidores da área de concessão no que diz respeio às fraudes de energia. Configura-se como uma espécie de perda inercial, ou seja, é o volume de energia que, a cada ano, caso não houvesse ações de inspeção e regularização, converer-se-iam em novas perdas nãoécnicas. Nese senido, diz respeio, ano às novas fraudes que, a cada ano são originadas no mercado da concessionária, quano à reincidência daquelas já regularizadas no período anerior. Recuperação de Perdas: é o monane oal de energia que se consegue recuperar por meio dos planos de combae implemenados. A fim de esimar a energia recuperada, por cada ipo de ação de combae, precisa-se maner uma base de regisros com os monanes recuperados nos programas piloos. A Recuperação de perdas, porano, é a soma do monane em MWh recuperado por cona da neuralização de Novas Fraudes e Reincidências (que apenas maném o percenual de perdas nãoécnicas) com o monane relaivo à Redução de Perdas Não-Técnicas. Redução de Perdas Não-Técnicas: monane (em MWh) de energia responsável por redução líquida do percenual de perdas não-écnicas da empresa. Resumidamene, é a diferença enre o volume anual de Energia Recuperada e aquele relaivo a Novas fraudes e Reincidências. Mercado Aendido: mercado caivo + suprimeno regulado + livre + recuperação de perdas comerciais (ou seja, novo mercado faurado advindo da recuperação de perdas). O fluxo de caixa modelado para o presene esudo compreende as seguines variáveis de enrada: Recuperação de Receia Para cada cenário, ese iem é calculado com base na Redução de perdas comerciais anual (em MWh), valorada pela arifa média ponderada do mercado agregado que deve ser corrigida anualmene pelo Faor X e, finalmene, desconando-se a inadimplência do consumo enrane. Para o cálculo da Receia Recuperada, uiliza-se os resulados obidos nos Planos- Piloos e nos esudos já ciados no capíulo anerior Cuseio Eviado Pela Manuenção Represena o cuso que se evia ao realizar o combae à fraude, objeivando a manuenção do índice de perdas não-écnicas. Ese parâmero é quanificado com base monane físico relaivo às Novas Fraudes e

9 Reincidências, valorado pela diferença enre: a arifa de venda ponderada e corrigida, conforme apresenado no iem anerior e; a arifa media de compra de energia. Em relação às Novas fraudes e Reincidências, desaca-se que, sua projeção pode ser feia com base no percenual que seu monane físico represenou hisoricamene, em relação ao mercado aendido. No caso dos Cenários de redução significaivos de perdas, ese percenual ende a aumenar, uma vez que a enrada dese novo consumo faurado se raduz em clienes poencialmene fraudadores, deeriorando, assim, a composição do mercado da empresa Desembolso Anual (Capex + Opex) Em cada cenário, obém-se o Desembolso Anual, muliplicando-se a Recuperação de Perdas (MWh), já definida no glossário, pelo Cuso Marginal de Combae (CMg) do referido ano, calculado com base no hisórico de Energia Recuperada e Desembolsos associados, ambos em ermos anuais. Levando-se em cona que o Desembolso anual 2 necessário para proceder à Recuperação de Perdas compreende uma parcela de invesimeno anual (Capex) e oura de cusos operacionais (Opex).. Ressala-se que, assim como a receia recuperada, os valores de desembolso (e porano CMg de combaes) são obidos a 2 Tano o Desembolso quano a Energia Recuperada e ouros iens do fluxo de caixa são definidos para o ano arifário aravés do cálculo pro raa de seus valores nos anos calendários. parir dos Planos-Piloos e nos esudos implemenados Depreciação: calculada, anualmene, com base na BRR brua e com a axa de depreciação anual Base de Remuneração Regulaória brua (BRR brua) Para fins de cálculo da BRR brua, incorpora-se apenas uma parcela dos invesimenos (Capex) realizados, endo em visa que pare deses novos aivos irão simplesmene subsiuir aivos já exisenes (p. ex. insalação de medidor exerno e a implemenação de cabos muliplex nas redes) Tribuos Imposo de Renda: calculado com a alíquoa de 34% sobre o EBIT Base de Remuneração Regulaória Líquida A BRR líquida resulane deses invesimenos é incorporada no úlimo ano, como uma enrada do fluxo de caixa, endo em visa o enendimeno de que seria reconhecida pela ANEEL para o período arifário subseqüene. Desa forma, procedeu-se ao cálculo da BRR líquida como sendo a BRR brua do úlimo ano subraída da depreciação acumulada Resulados do Modelo Como resulado da implemenação desa meodologia de fluxo de caixa com as variáveis de enrada expliciadas nos iens aneriores e a axa de descono de 11,26%, referene ao WACC (depois de imposos) regulaório, obém-se, como resulado, valores presenes líquidos (VPLs) associados a cada cenário

10 A seguir, apresena-se a esquemaização gráfica do fluxo de caixa proposo: Fluxo de Caixa (R$) Ano-Tese Ano 2 Ano 3 Ano 4 RECUPERAÇÃO DE RECEITA (+) Rec1 (+) Rec2 (+) Rec3 (+) Rec4 Desembolso Anual (-) Des1 (-) Des2 (-) Des3 (-) Des4 Cuso Eviado pela Manuenção (+) Cev1 (+) Cev2 (+) Cev3 (+) Cev4 Depreciação dos Invesimenos de Combae (-) Dep1 (-) Dep2 (-) Dep3 (-) Dep4 EBIT Ebi1 Ebi2 Ebi3 Ebi4 Imposo sobre lucro (34%) (-) IR1 (-) IR2 (-) IR3 (-) IR4 Depreciação dos Invesimenos de Combae (+) Dep1 (+) Dep2 (+) Dep3 (+) Dep4 Invesimenos (-) Inv1 (-) Inv2 (-) Inv3 (-) Inv4 Recuperação da BRR Líquida de Perdas (+) BRRL FLUXO DE CAIXA VPL FC1 FC2 FC3 FC4 Analisando de forma analíica, em-se a seguine apresenação para o VPL do fluxo de caixa: 4 ( BRRL ) ( 1 ) + ( 1 ) VPL = FC 1+ Wacc 1+ Wacc onde 4 = 1 5. CONCLUSÃO Apresenou-se nese rabalho, uma meodologia para a definição do programa eficiene de combae às perdas não-écnicas, baseando-se no princípio de manuenção do equilíbrio econômico-financeiro da disribuidora. No capíulo 2, foram discuidos os aspecos conceiuais envolvidos na deerminação das perdas não-écnicas eficienes. No 3º capíulo, foram levanados os esudos e os insrumenos necessários para se desenhar adequadamene um programa de combae às perdas. Por fim, no capíulo 4, foi proposo um modelo de análise econômico-financeira de programas de combae às perdas, aravés do qual é deerminado o seu nível de eficiência. FC e = Ebi + Dep Inv IR Ebi = Re c Des + Cev Dep Enende-se como programas eficienes aqueles que inclui odos os projeos com VPL maior o igual a zero. O ulimo projeo a ser incluso no programa é aquele cujo VPL é zero, ou seja, onde a axa inerna de reorno (TIR) do fluxo de caixa se iguale ao WACC regulaório..

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