Integração na criação de frangos de corte na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Integração na criação de frangos de corte na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco"

Transcrição

1 Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco Adelson Marins Figueiredo Pedro Anônio dos Sanos Robero Sanolin Brício dos Sanos Reis Resumo: Na microrregião de Viçosa MG, a criação de frango de core via conraos de inegração com a PIF-PAF S/A Indúsria e Comércio ornou-se fone adicional de renda para as propriedades rurais de pequeno e médio pore. Assim, ese rabalho visou verificar a viabilidade de conraos de inegração nessa região; especificamene, preendeu-se elaborar e analisar um projeo de implanação de um aviário, deerminar a renabilidade do invesimeno, mensurar os riscos da aividade sob o pono de visa do inegrado e auxiliar a omada de decisão. Para isso, calcularam-se indicadores de viabilidade econômica do projeo, como Valor Presene Líquido, Taxa Inerna de Reorno e Razão Benefício/Cuso; além disso, foi feia uma análise de sensibilidade para poserior análise de risco. Os resulados aponaram para a viabilidade econômica do projeo; ademais consaou-se que a sua lucraividade é mais sensível aos componenes da receia do que dos cusos, sendo o preço recebido por ave a variável de maior sensibilidade. Percebeu-se ambém que os conraos de inegração não eliminam oalmene o risco da aividade e que a inegradora ransfere pare do risco de preços ao produor. Douorando em Economia Aplicada pelo Deparameno de Economia Rural (DER) da UFV. Douorando em Engenharia Agrícola pelo Deparameno de Engenharia Agrícola (DEA) da UFV. Douorando em Economia pelo Cenro de Desenvolvimeno e Planejameno Regional (CEDEPLAR) da UFMG. Professor adjuno do Deparameno de Economia Rural da UFV,

2 714 Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco Palavras-chave: frango de core, inegração, risco, microrregião de Viçosa. Classificação JEL: O22, L22. Absrac: The chicken producion in Viçosa area is done by inegraion agreemen wih Pif Paf Company and i is an imporan opion for increasing he income of small farmers. The objecive of his paper is o check he viabiliy of inegraion agreemens. A projec of a plan for chicken producion was drawn and observed in order o deermine is profiabiliy and risks, wih he purpose of helping he decision making. The Ne Presen Value, Inernal Rae of Reurn, Cos/Benefi Raio, Risk Sensiiviy and Risk Analysis were calculaed. The resuls show ha he projec is feasible and he profiabiliy is more sensiive o changes in producion price han changes in producion coss. This sudy also poins ou ha he inegraion agreemen does no eliminae he risk of he producion, in oher words, he company ransfers par of he price risk o he producers. Key words: chicken producion, risk analysis, inegraion agreemen, Viçosa area. JEL Classificaion: O22, L Inrodução A parir de meados da década de 1980 houve redução dos recursos governamenais desinados à agriculura brasileira. Segundo Cunha (2002), os gasos com o crédio rural no Brasil caíram de R$ 29,8 bilhões em 1986 para R$ 8,65 bilhões em Esse ambiene de queda no volume de recursos esaais desinados às aividades agrícolas, associado à maior concorrência devido à aberura da economia, êm conduzido a um processo de ecnificação das aividades agrícolas, privilegiando as grandes propriedades agrícolas e, conseqüenemene, a agriculura comercial. Os impacos desse processo êm se expandido pelos municípios do inerior do Brasil, dificulando a manuenção de pequenas e médias pro-

3 Adelson Marins Figueiredo, Pedro Anônio dos Sanos, Robero Sanolin e Brício dos Sanos Reis 715 priedades rurais apenas com aividades de subsisência. Na microrregião de Viçosa, esse movimeno não em sido diferene. A alernaiva para os pequenos e médios agriculores dessa região em sido a busca de aividades que propiciem ouras rendas à propriedade e, conseqüenemene, a redução dos riscos inerenes às aividades produivas. Nos municípios da microrregião de Viçosa, a criação de frango de core é a aividade que em se desacado enre os produores, sendo, especificamene, moivada pelos conraos de inegração com a PIF-PAF S/A Indúsria e Comércio. Embora seja possível idenificar pelo menos rês sisemas de produção no seor avícola brasileiro como o inegrado, o cooperaivo e o independene o sisema que em se ornado mais presene ano no Brasil quano na microrregião de Viçosa é o de inegração. Isso ocorre porque a produção via conrao de inegração propicia benefícios ano ao inegrador quano ao inegrado. Para o primeiro as vanagens se relacionam à redução de imobilização de capial em insalações e equipamenos, além de eviar os encargos rabalhisas. Já para o inegrado as vanagens esão associadas à redução do risco da aividade, pois ese consegue crédio faciliado sem a necessidade de recorrer ao sisema bancário, além de receber assisência écnica especializada e a cereza de uma renda no final da criação, sendo esa úlima dependene apenas de sua eficiência no manejo de cada loe (COTTA, 2003). O sisema de inegração é usado pelos produores de frango de core, visando elevar a renda das propriedades; conseqüenemene, ornase um insrumeno que poencializa o crescimeno na microrregião de Viçosa. Para esa microrregião, o sisema de inegração orna-se ainda mais relevane, pelo fao de que nele o inegrador fornece a ração ao inegrado, sendo ese insumo o mais relevane para a criação de frango de core, uma vez que ele corresponde a, aproximadamene, 70% dos cusos de produção (COTTA, 2003). Isso se orna mais claro quando se considera a possibilidade de o próprio produor produzir a ração em sua propriedade, visando a redução de cusos, pois nessa microrregião há cera dificuldade de produção de grãos em grande escala, dadas as suas caracerísicas opográficas (região monanhosa), que não são propicias à mecanização, écnica agrícola imporane para produção de grãos. Assim, a produção em sisema independene possivelmene seria mais dispendiosa e arriscada do que no sisema de inegração.

4 716 Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco Por meio dos conraos de inegração, a indúsria inegradora, além de fornecer a ração, arca com os cusos da assisência écnica, fornece e ranspora os pinos de um dia, fornece medicamenos e ranspora as aves adulas da granja ao abaedouro. Ao produor inegrado cabem os cusos da consrução do galpão e da aquisição dos equipamenos, da mão-de-obra para o manejo, da energia para iluminação, do aquecimeno e venilação do aviário e da aquisição da cama para forrar o piso dos aviários. Denre as condições para realização da inegração esá a disponibilidade de recursos financeiros para o invesimeno inicial, sendo ese de ineresse da indúsria inegradora que visa reduzir a imobilização de capial; acesso à propriedade em qualquer época do ano; er mãode-obra permanene na propriedade; disponibilidade de água com boa qualidade e energia elérica. O sisema de inegração possibilia o emprego da mão-de-obra familiar e apresena baixo cuso de oporunidade. Além disso, de acordo com Lopes (1992), ese sisema reduz consideravelmene os riscos do inegrado. Enreano, seu rendimeno é condicionado a sua eficiência no processo produivo, cabendo ressalar que, em geral, o conhecimeno desses produores inegrados sobre a deerminação de quais variáveis que, ao longo da vida úil do invesimeno, mais oneram seus cusos é basane reduzido, principalmene no que se refere ao uso alernaivo de maérias-primas. Assim, orna-se necessário simular as condições reais desses produores na criação de frango de core via inegração, no inuio de idenificar quais variáveis mais pesam no seu orçameno e evenualmene melhor oriená-los sobre a viabilidade econômica, além de orienar possíveis produores ineressados em ingressar na aividade. Tendo em visa a rápida expansão da demanda de carnes de frango que, conforme Gomes e al. (2003), elevou o consumo per capia de 13,5 kg a.a. em 1990 para 29,5 kg a.a. em 2001, bem como o número de pequenas e médias propriedades rurais inegradas na microrregião de Viçosa, ese rabalho objeivou esudar a viabilidade econômica da criação de frango de core nessa microrregião, usando conraos de inegração. Especificamene, preendeu-se elaborar e analisar o projeo de implanação de um aviário, deerminar a renabilidade do invesimeno, mensurar os riscos da aividade sob o pono de visa do inegrado e auxiliar a omada de decisão.

5 Adelson Marins Figueiredo, Pedro Anônio dos Sanos, Robero Sanolin e Brício dos Sanos Reis Meodologia 2.1. Méodos de avaliação econômica de projeos Segundo Maos (2002), as decisões sobre a viabilidade econômica de projeos de invesimeno resulam da esimaiva e análise de indicadores de viabilidade. Denre esses indicadores podem-se desacar o Valor Presene Líquido (VPL), a Relação Benefício/Cuso (B/C), a Taxa Inerna de Reorno (TIR) e o Período de Payback (PP), sendo imporane salienar que a análise desses indicadores deve ser feia de maneira conjuna para auxiliar na omada de decisão. De acordo com Rezende e Oliveira (2001), o VPL é um dos indicadores mais uilizados na análise de viabilidade econômica de um projeo. Ele se desaca dos demais por considerar o efeio empo e pelo fao de que os fluxos líquidos inermediários são reinvesidos à mesma axa que represena o cuso de oporunidade do capial invesido pelo produor. De acordo com Noronha (1987), o VPL pode ser represenado pela seguine equação: VPL = n L ( ) = ρ e = 0,1,2,3... n (1) em que L é o fluxo líquido do projeo no horizone n; ρ é a Taxa de Descono (TD) relevane ou Taxa Mínima de Araividade (TMA); e represena a variável empo, medida em anos, ou, o horizone de planejameno, que para esse projeo foi de 10 anos, devido ao período de recuperação dos invesimenos na criação inegrada de frango de core, geralmene se efeivar enre o quino e décimo ano. Se o projeo apresenar um VPL > 0, deve-se aceiá-lo como viável, pois isso indica que o valor do projeo de invesimeno hoje é maior do que o valor do invesimeno inicial, considerando o cuso de oporunidade do produor. A TIR ambém é um indicador imporane, por permiir que o produor possa comparar a renabilidade do seu projeo com a de ouras aividades ligadas à agriculura ou com aividades do mercado financeiro, como invesimenos em íulos públicos e/ou fundos de renda fixa. Segundo Rezende e Oliveira (2001), a TIR pode ser definida como

6 718 Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco a axa de descono (I), real e não negaiva, para a qual o VPL se orna nulo, iso é: n VPL = = 0 L ( 1+ I) = 0 e = 0,1,2,3... n (2) em que (I) é a axa inerna de reorno. As demais variáveis já foram definidas. Se a TIR for maior que a TMA correspondene à axa de remuneração alernaiva do capial, o projeo será viável do pono de visa econômico. A razão B/C é ouro indicador uilizado. Ela pode ser mensurada pela razão enre o valor aual das enradas e o das saídas, sendo represenada pela equação (3): B / C n = 1 = n C 0 + B = 1 ( 1+ ρ) C ( 1+ ρ) (3) em que B são os fluxos de enrada desconados; C 0 é o invesimeno inicial; C são os fluxos de saídas desconados; e as demais variáveis já foram definidas. Se a razão B/C for superior a 1, conseqüenemene o projeo é viável, pois o fluxo de enradas desconado é maior do que o fluxo de saídas desconado considerando o cuso de oporunidade do capial, ou seja, o VPL é posiivo. Caso B/C seja inferior a 1, o projeo será inviável, ou seja, o VPL é negaivo (WOILER e MATHIAS, 1996). Segundo Rezende e Oliveira (2001), o período de payback é calculado com o inuio de verificar o espaço de empo necessário para que os recursos invesidos sejam recuperados. Não há uma definição previamene definida do empo necessário para que isso ocorra; quano mais rápido os recursos invesidos forem recuperados, mais conveniene ou mais viável economicamene é o projeo. Enreano, sabe-se que odo e qualquer projeo necessia de um período para recuperação do invesimeno inicial, sendo esse período variável de aividade para aividade. Ferreira Jr. e Bapisa (2003) argumenam que, considerando um horizone de k- perídos, pode-se ober o payback desconado de um projeo por:

7 Adelson Marins Figueiredo, Pedro Anônio dos Sanos, Robero Sanolin e Brício dos Sanos Reis 719 P k k-1 L L = k, al que 0 e = 0 = 0 < ( 1 ) + ρ ( 1+ ρ) 0 (4) Esse indicador pode ser ido como uma medida da liquidez e do nível de risco do projeo, uma vez que, quano maior o empo de recuperação do invesimeno, maior é o risco para o produor. Ouros indicadores podem ser usados para a análise e avaliação de projeos de invesimeno. Woiler e Mahias (1996) desacam que ouros indicadores, como de renabilidade, lucraividade e pono de equilíbrio, podem ser úeis para se verificar a viabilidade de um projeo. Considerando a incereza e os riscos nauralmene associados à implanação de um invesimeno, orna-se imporane reunir um conjuno de écnicas de análise e avaliação de projeos para auxiliar a omada de decisão; assim, écnicas mais sofisicadas, como análise do pono de equilíbrio, análises de sensibilidade e de risco, são sempre imporanes para a omada de decisão Análise de risco e incereza Dada a incapacidade de colear odas as informações perinenes à realização de um invesimeno, o risco passa a ser pare inegrane do processo de realização dese; por isso, as decisões devem ser omadas sob considerável grau de incereza. Segundo Woiler e Mahias (1996), o risco é inerene à própria vida, sendo, porano, impossível eliminá-lo por compleo. O risco em uma aividade ocorre quando há possibilidade de que ocorram variações no esado fuuro de variáveis relevanes (como preço do produo, preço e quanidade dos insumos de produção) que, conseqüenemene, afeem o reorno esperado do invesimeno. Enreano, diz-se que há risco em uma aividade quando são conhecidos os possíveis valores assumidos por cera variável relevane e suas respecivas probabilidades de ocorrência. Quando as probabilidades de ocorrência e/ou, esados fuuros da variável não são conhecidos, diz-se que há incereza. De acordo com Noronha (1987), a análise de risco é feia aravés da associação de probabilidades de ocorrência a uma ou mais variáveis do projeo, de maneira a esabelecer suas disribuições de probabilidades. Uma vez modelada a disribuição de probabilidade das variáveis rele-

8 720 Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco vanes do projeo, geralmene, idenificadas pela análise de sensibilidade, basa simular valores dessas variáveis e verificar seus impacos nos indicadores escolhidos (como o VPL, a TIR, a razão B/C, enre ouros). Esses resulados são imporanes para a omada de decisão. Em muios casos não se em uma série hisórica que permia formular uma abela de freqüência dos componenes do fluxo de caixa do projeo. Quando isso ocorre, podem-se usar diversas écnicas, como a Delphi e o painel de especialisas. Oura possibilidade é ober um valor mínimo, médio e máximo para a variável componene do fluxo de caixa, pois daí pode-se associar a disribuição dessa variável à função de disribuição riangular. Nesse projeo de criação de frango de core na microrregião de Viçosa (MG) foi possível fazer uma análise do risco associado às seguines variáveis: preço recebido por ave enregue à PIF-PAF S/A, preço da cama de frango e preço do insumo gás. As duas primeiras são componenes da receia do produor e a úlima é um componene dos cusos variáveis. Para odas as variáveis a disribuição de probabilidade uilizada foi a riangular. Os valores foram exraídos de Carneiro e al. (2004) e de noas de pagamenos da PIF-PAF S/A Fone dos dados Nas esimaivas dos cusos de consrução usou-se a lisa de preços dos maeriais de consrução obida no Deparameno de Engenharia Agrícola e Ambienal da Universidade Federal de Viçosa (UFV), na planilha Obras & Cusos de Os dados do orçameno dos equipamenos necessários foram obidos em Carneiro e al. (2004). Os dados referenes à remuneração dos inegrados foram obidos dos inegrados da microrregião de Viçosa MG. 3. Resulados e Discussão 3.1. Formação do fluxo de caixa Invesimeno inicial Depois de levanados odos os maeriais necessários para a consrução de dois galpões com amanho de 12 x 125 m, foram esima-

9 Adelson Marins Figueiredo, Pedro Anônio dos Sanos, Robero Sanolin e Brício dos Sanos Reis 721 dos os cusos dos maeriais, que somam um oal de aproximadamene 154,8 mil reais. Além disso, foram pesquisados ambém os cusos dos equipamenos necessários para criação de frango de core, como silos, comedouros, sisemas de aquecimeno e ouros. Esses equipamenos somaram um oal de 69,4 mil reais Composição da receia A formação da receia do projeo foi feia de acordo com as normas de pagameno da inegradora PIF-PAF S/A Ind. e Comércio. A média de preços pagos foi de R$ 0,22 por cabeça de frango produzido, ressalando que essa média é esipulada pela indúsria, de acordo com os resulados obidos do Índice de Eficiência de Produção. Para ese projeo, considerou-se que, das 300 mil cabeças criadas anualmene, são enregues cerca de 285 mil, esimando uma moralidade de 5%, o que equivale a uma viabilidade ou axa de sobrevivência de 95%. Desaca-se que, Carneiro e al. (2004) apresenam um índice de viabilidade de 96,5% como referência para análise da produção de frango de produores familiares do Paraná. Denre os principais índices uilizados para cálculos da receia dos inegrados da PIF-PAF S/A esão os de conversão alimenar (CA), de eficiência alimenar (EA), de ganho de peso médio diário (GPD) e a viabilidade ou axa de sobrevivência (TS). A parir desses índices podese calcular o índice de eficiência de produção (IEP), o qual é usado para remuneração do produor a cada loe de aves enregue à inegradora. O índice de conversão alimenar mosra a eficácia da ransformação de ração em peso vivo de frango, de maneira que esse indicador pode ser calculado pela seguine razão: A eficiência alimenar é definida como o inverso da conversão alimenar, podendo-se escrevê-la pela fórmula: O ganho de peso médio diário pode ser escrio como: (5) (6)

10 722 Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco Sabendo-se que a axa de sobrevivência é igual ao percenual de frangos vivos no final de cada loe, sendo obida da razão enre o número de aves enregue ao abaedouro e o número de pinos de um dia alojados nos galpões, no início da criação do loe, o índice de eficiência de produção pode ser calculado pela seguine fórmula: (8) Segundo Carneiro e al. (2004), esse indicador permie classificar a eficiência do inegrado conforme apresenado na Tabela 1. (7) Tabela 1 Classificação dos inegrados conforme a eficiência IEP< <IEP< <IEP< <IEP< <IEP<250 IEP>250 Péssimo Ruim Regular Bom Óimo Excelene Fone: Carneiro e al. (2004). De acordo com essas classificações, calculou-se a remuneração do inegrado. Assim, quano maior for sua eficiência, maior será o prêmio recebido por ele na enrega do loe à inegradora. A cama de frango ambém enra no fluxo de caixa como uma receia do inegrado, sendo sua comercialização realizada na própria região, juno aos produores de horifruigranjeiros, que usam-na como maéria orgânica para adubação. O preço médio é de aproximadamene R$ 65,00 por onelada Cusos variáveis Para o cálculo dos cusos operacionais do aviário, Carneiro e al. (2004) sugerem o uso dos valores da Tabela 2. Esa abela coném as parcelas dos principais cusos variáveis em relação aos cusos variáveis oais. Assim, basa que se conheçam os cusos variáveis oais para se esimar o percenual referene a cada insumo uilizado pelo inegrado.

11 Adelson Marins Figueiredo, Pedro Anônio dos Sanos, Robero Sanolin e Brício dos Sanos Reis 723 Tabela 2 Paricipação média dos principais insumos usados na criação de frango sobre os cusos variáveis oais Cama de frango mais ranspore... 20% Gás... 50% Energia elérica... 5% Diarisas (mão-de-obra conraada)... 15% INSS... 6% Ouros... 4% Fone: Carneiro e al. (2004) Depreciação anual No cálculo da depreciação dos galpões e dos equipamenos considerou-se a vida úil média de 30 anos para os galpões, por não haver madeiras em suas consruções, e a vida úil de 10 anos para os equipamenos. Assim, para um horizone de análise de 10 anos, o valor residual dos equipamenos é zero. Já para as consruções esimou-se um valor residual de, aproximadamene, 103,2 mil reais Taxa mínima de araividade (TMA) Para definir a TMA considerou-se como cuso do capial próprio a média da axa de juros básica da economia (Over Selic) enre os anos de 1999 e 2004, que foi de 18,5% a.a. Já para o cuso do capial de erceiros considerou-se a axa de juros média de 8% a.a., cobrada pelo Banco de Desenvolvimeno de Minas Gerais (BDMG) para emprésimos a produores rurais e pró-indúsria. Essa axa de mercado foi uilizada em subsiuição à axa cobrada por financiamenos juno à inegradora. Isso se jusifica pelo fao de que muios conraos de invesimeno em criação de frango da região em esudo, para pequenos e médios produores, são feios mediane financiameno da PIF-PAF S/A, embora não enha sido possível a obenção do cuso desse financiameno. Dessa maneira, considerando que, aproximadamene, 33% e 67% do invesimeno oal foram, respecivamene, as parcelas de capial próprio e de erceiros, calculou-se o cuso médio ponderado de 11,47% a.a., que foi efeivamene considerado como o cuso de oporunidade do projeo.

12 724 Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco Os demais resulados são apresenados na seguine seqüência: a) análise de indicadores considerando os valores do fluxo de caixa como ceros, sendo, porano, uma análise de naureza deerminisa; b) análise de sensibilidade e análise de risco considerando disribuição de probabilidade riangular Análise dos indicadores deerminísicos Considerando uma axa mínima de araividade de 11,47% a.a., calculou-se o VPL do projeo de invesimeno na produção de frango de core na microrregião de Viçosa, conforme formulação apresenada na equação (1). O VPL calculado foi posiivo e apresenou um valor de R$ ,57, indicando a viabilidade do invesimeno. Assim, pode-se dizer que, ainda que os fluxos líquidos de cada período fossem aplicados a uma axa de 11,47% a.a., o valor da empresa ainda seria aumenado em cerca de R$ 17,5 mil. Por meio da equação (2), calculou-se a TIR do projeo, que apresenou valor de 16,26% a.a., sendo, porano, maior que o cuso de oporunidade considerado, de 11,47% a.a. Assim, como o VPL, a TIR indica a viabilidade do projeo. Nese caso, comparando-se a axa de reorno do projeo com a axa de rendimeno da cadernea de poupança, que eseve enre 7% a.a. e 10% a.a. em 2004, o invesimeno proposo ceramene é mais araivo evenualmene, desconsiderando a preferência pela liquidez. Por sua vez, caso o inegrado ivesse que realizar odo o invesimeno inicial com capial próprio, a viabilidade dessa aividade seria quesionável uma vez que a TIR calculada em 16,26% a.a. é inferior à axa de juros básica da economia, a qual evenualmene foi considerada como cuso de oporunidade do capial próprio. Desaca-se ainda que, no caso do sisema de inegração, a firma inegradora realiza operações de financiameno ao inegrado, a inclusão do capial de erceiros na aividade é quase sempre cera, uma vez que, ao receber o financiameno da empresa inegradora, evenualmene, os riscos associados ao invesimeno caem, devido à cereza de que a inegradora cumprirá com sua pare no conrao. No enano, essa operação beneficia a inegradora, viso que esa ambém se apropria de pare dos rendimenos do produor inegrado, por meio da cobrança de juros sobre o financiameno.

13 Adelson Marins Figueiredo, Pedro Anônio dos Sanos, Robero Sanolin e Brício dos Sanos Reis 725 Uma oura maneira de verificar a viabilidade de um projeo é aravés da relação B/C, calculada por meio da equação (3). No caso desse empreendimeno, essa relação foi superior a 1 (um), indicando que, para cada R$ 1,00 invesido, o inegrado recebe R$ 1,30 ao longo da vida úil do projeo, evidenciando, nesse senido, a viabilidade econômica do invesimeno. O período de payback desconado foi esimado em 5,26 anos, indicando que o reorno do capial invesido se dá em aproximadamene 5 anos e 3 meses. Esse prazo corresponde ao empo que o aviculor em para liquidar o capial invesido e para alerá-lo sobre novas omadas de decisão. Noa-se que odos os criérios deerminísicos uilizados para avaliar esse projeo aponaram para sua viabilidade. Enreano, é bom lembrar que as margens de lucro desse ipo de aividade são pequenas; ademais, o volume de invesimenos é razoavelmene grande exigindo um alo invesimeno inicial. Por isso, a aividade não olera improvisações qualquer erro no manejo das aves pode levar a reduções consideráveis de lucraividade. A TIR enconrada (16,47%) é um dos objeivos a ser perseguido, pois ela esá enre a axa de rendimeno da poupança e a axa Over Selic. Assim, qualquer insabilidade financeira da indúsria inegradora e/ou uma simples queda de energia que eleve o índice de moralidade por loe de frango enregue e que, conseqüenemene, reduza o índice de eficiência IEP, poderá refleir negaivamene na renabilidade da aividade Análise de risco Foram feias análises de sensibilidade e idenificadas as variáveis que produzem maiores insabilidades sobre o VPL e a TIR. Denre esas variáveis foi possível fazer análise de risco sobre o preço do frango, o preço da cama de frango e os cusos do insumo gás. O preço recebido pelo produor inegrado é um iem de risco, pois esá sujeio à eficiência no manejo, bem como a faores climáicos e ambienais, de difícil moniorameno. O preço da cama de frango ambém é passível de risco, embora em menor inensidade, devido ao fao de que ela pode ser uilizada como adubo orgânico, quando não vendida para alimenação animal. Por sua vez, o preço do gás é imporane de ser analisado, uma vez que há oura maéria-prima de uso alernaivo: o carvão vegeal.

14 726 Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco Na Tabela 3 é apresenado um resumo dos resulados de variações do VPL e da TIR para 5 mil ierações, uilizando o 4.5 (PALISADE COPORATION, 2002). Para a enrada dos valores mínimos, médios e máximos na função de disribuição riangular, considerou-se que o consumo de gás aumenaria 15% no período mais frio do ano e reduziria 15% no período mais quene. Além disso, o repasse de 15% seria o mesmo para o cuso oal do insumo, que corresponde a R$ ,00; assim, o valor mínimo considerado foi de R$ ,00, e o máximo, de R$ ,00. Em se raando dos preços dos frangos, considerou-se o preço de R$ 0,18 por ave enregue à inegradora como sendo o valor mínimo, um valor médio de R$ 0,22 e o valor máximo de R$ 0,26; cabe desacar que eses valores esão em conformidade com os esimados para os conraos de inegração para os agriculores familiares do Paraná, conforme argumenam Carneiro e al. (2004). Tabela 3 Resulados da simulação dos possíveis valores do VPL e da TIR para a criação de frango de core na microrregião de Viçosa via inegração Indicadores Valor presene líquido Taxa inerna de reorno (VPL) TIR Resulado máximo 77628,25 0,3142 Resulado médio esperado 17508,48 0,1610 Resulado mínimo ,57-0,0351 Chance de resulado posiivo 79,10% 79,00% Chance de resulado negaivo 20,90% 21,00% Desvio-padrão 20982,27 0,0566 Simulações Ierações Erros 0 0 Fone: Resulados da pesquisa. Dos resulados apresenados, percebe-se que a análise de risco foi imporane, pois odos os indicadores aponavam inicialmene para a viabilidade do projeo. Todavia, considerando os resulados apresenados na Tabela 3, é possível perceber que há chances de insucesso na produção de frango de core na microrregião de Viçosa, com probabilidade simulada de 20,9% para um VPL negaivo. Cabe desacar que a probabilidade de sucesso da aividade é efeivamene maior que a de

15 Adelson Marins Figueiredo, Pedro Anônio dos Sanos, Robero Sanolin e Brício dos Sanos Reis 727 insucesso, sendo seu valor esimado em 79,10%, considerando-se os valores simulados do VPL, e 79,00% para a TIR. Os valores médios do VPL e da TIR foram esimados em R$17.508,48 e 16,10%, respecivamene. Dessa forma, esses resulados mosram que essa aividade não esá desassociada de risco, ainda que se enha um conrao de inegração. Para melhor ilusrar esses resulados, na Figura 1 é apresenada a disribuição de probabilidade acumulada do VPL, de maneira que se orna possível visualizar a área em que a função de disribuição apona probabilidades exaas de 20,9025% de chance de ocorrerem valores negaivos para o VPL. Assim, é possível inferir que o produor inegrado deve esar sempre aeno a sua eficiência, pois, caso conrário, há possibilidade de ocorrência de prejuízo, obviamene, em siuações de muia insabilidade. Coeficienes de correlações enre o VPL e as variáveis preço do frango, preço de venda da cama de frango e cuso do gás foram esimados em 0,923, 0,335 e -0,104, respecivamene, mosrando que há maior insabilidade do VPL para alerações nos componenes da receia do que para componenes dos cusos. Esse resulado era esperado devido ao conrao de inegração, que reduz consideravelmene os cusos do inegrado. Figura 1 Disribuição de probabilidade acumulada de ocorrência de possíveis valores do VPL, após 5 mil ierações usando o para o fluxo de caixa do projeo de produção de frango de core via inegração na microrregião de Viçosa MG. Disribuição do VPL 1 0,8 X <= % Média = 17508,48 X <=51 638,74 95% Probabilidades 0,6 0,4 0,2 Fone: Resulados da pesquisa Valores em mil reais

16 728 Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco A Figura 2 apresena a disribuição de probabilidade acumulada para a axa inerna de reorno. Essa figura é paricularmene ineressane, pois ela deixa claro que há uma probabilidade de 95% de que a TIR seja inferior a 25% a.a. Assim, desaca-se que, dependendo do perfil de risco do produor, ele em uma chance considerável de procurar uma oura aividade, caso queira maior reorno para o capial invesido. Os coeficienes de correlação enre a TIR e as variáveis preço do frango, preço da cama de frango e cuso do gás foram aproximadamene iguais aos esimados para o VPL, sendo, porano, desnecessária sua apresenação. Figura 2 Disribuição de probabilidade acumulada de ocorrência de possíveis valores para a TIR, após 5 mil ierações usando o para o fluxo de caixa do projeo de criação de frango de core em sisema de inegração na microrregião de Viçosa MG. Fone: Resulados da pesquisa. Os resulados permiem concluir que, apesar de o conrao de inegração reduzir os riscos associados ao fornecimeno de maéria-prima, ele não elimina aqueles associados ao preço e a faores ambienais. Dessa maneira, o produor esá sujeio a epidemias e falhas no manejo, que podem levar à perda de eficiência e, conseqüenemene, a reduções dos preços recebidos da inegradora.

17 Adelson Marins Figueiredo, Pedro Anônio dos Sanos, Robero Sanolin e Brício dos Sanos Reis Conclusões A produção de frango de core na microrregião de Viçosa é viável pelos criérios do VPL e da TIR, considerando uma axa de descono de 11,47% a.a. No enano, a renabilidade da aividade não é muio elevada: para cada real invesido, o produor em apenas R$ 1,30 de reorno; porano, o inegrado deve esar sempre aeno aos seus cusos e procurar minimizar as falhas de manejo. Os principais riscos associados a esse projeo concenraram-se nos preços recebidos da inegradora, por causa da sua associação à eficiência na produção. Por isso, mais do que analisar a viabilidade, o produor deve buscar o pleno conhecimeno da produção de frango, visando maximizar o índice de eficiência de produção. Nas análises de risco, consaou-se ainda que a aividade é passível de prejuízos. Porano, recomenda-se ao inegrado poencial que o financiameno seja feio juno à inegradora, como forma de redução de riscos, pois, quando isso ocorre, espera-se que haja maior incenivo por pare da inegradora para que a aividade seja bem sucedida, uma vez que algum recurso foi despendido para realização dos invesimenos iniciais, iso é, o compromeimeno confiável enre inegrado e inegradora é necessário para redução dos riscos do processo. Por ouro lado, com a inegração, a inegradora ceramene ransfere pare do risco de preços para o inegrado, reduzindo sua margem de lucraividade. Isso jusifica a correlação de 0,923 enre o VPL e o preço do frango enregue à inegradora. Assim, a renabilidade do inegrado fica de cera maneira condicionada aos ineresses da inegradora; por isso, não há alernaiva melhor do que ser o mais eficiene possível no processo de criação. Nesse senido, a redução de cusos com uso de maérias-primas alernaivas ambém fica compromeida, viso que a subsiuição deve ser feia de forma crieriosa, para não alerar a eficiência já alcançada. 5. Referências Bibliográficas CARNEIRO, S. L. e al. Redes de referências para agriculura familiar do esado do Paraná. Paraná: Londrina, [20 Jan. 2005]. (hp:// Redesrefer/RM_AviculuraCore_N.pdf).

18 730 Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco COTTA, T. Frangos de core: criação, abae e comercialização. Viçosa: Aprenda Fácil, p. CUNHA, A.R.A.A. Mudanças insiucionais e armadilhas meodológicas: uma análise comparaiva dos censos agropecuários de 1985 e 1995/96 para o Esado de Minas Gerais. In: SEMINÁRIO SOBRE ECO- NOMIA MINEIRA, , Diamanina. Anais... Belo Horizone, MG: CEDEPLAR, CD-ROM. FERREIRA JR, S.; BAPTISTA, A. J. M. S. Impacos do programa de fomeno à cafeiculura no pequeno produor do município de Viçosa MG: uma análise financeira sob condições de risco. Revisa de Economia e Agronegócio, Viçosa, v. 1, n. 4, p , Ou./Dez GOMES, M. T. M. e al. Decomposição dos preços de frango, suíno e bovino nos anos 80 e 90 no Brasil. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, Juiz de Fora. Anais... Brasília, DF: SOBER, CD-ROM. LOPES, J. E. P. Análise econômica de conraos de inegração usados no complexo agroindusrial avícola brasileiro. Viçosa, MG: UFV, f. Tese (Mesrado em Economia Rural) Universidade Federal de Viçosa, MATOS, C. M. Viabilidade e análise de risco de projeos de irrigação: esudo de caso do Projeo Jequiaí (MG). Viçosa, MG: UFV, f. Tese (Mesrado em Economia Aplicada) Universidade Federal de Viçosa, NORONHA, J.F. Projeos agropecuários: adminisração financeira, orçameno e viabilidade econômica. 2. ed. São Paulo: Ediora Alas S/A, p. PALISADE 4.5 for indusrial ediion. New York, REZENDE, J. L. P.; OLIVEIRA, A. D. Análise econômica e social de projeos floresais. Viçosa: Ediora UFV, p. WOILER, S.; MATHIAS, W. F. Projeos: planejameno, elaboração e análise. 1. ed. São Paulo: Alas S/A, p. Recebido em novembro de 2005 e reviso em junho de 2006.

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Peloas UFPEL Deparameno de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capíulo 6 Conabilidade Ambienal Nacional Peloas, 2010 6.1 Inrodução O lado moneário

Leia mais

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS STC/ 08 17 à 22 de ouubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE

Leia mais

VIABILIDADE ECONÔMICA DE CONTRATOS DE INTEGRAÇÃO NA CRIAÇÃO DE FRANGOS DE CORTE NA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA MG

VIABILIDADE ECONÔMICA DE CONTRATOS DE INTEGRAÇÃO NA CRIAÇÃO DE FRANGOS DE CORTE NA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA MG VIABILIDADE ECONÔMICA DE CONTRATOS DE INTEGRAÇÃO NA CRIAÇÃO DE FRANGOS DE CORTE NA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA MG ADELSON MARTINS FIGUEIREDO; PEDRO ANTÔNIO DOS SANTOS; ROBERTO SALVADOR SANTOLIN; BRÍCIO DOS

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

4 Cenários de estresse

4 Cenários de estresse 4 Cenários de esresse Os cenários de esresse são simulações para avaliar a adequação de capial ao limie de Basiléia numa deerminada daa. Sua finalidade é medir a capacidade de o PR das insiuições bancárias

Leia mais

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010 AVALIAÇÃO ATUARIAL Daa da Avaliação: 3/2/200 Dados do Plano Nome do Plano: CEEEPREV CNPB: 20.020.04-56 Parocinadoras: Companhia Esadual de Geração e Transmissão de Energia Elérica CEEE-GT Companhia Esadual

Leia mais

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica Taxa de Juros e Desempenho da Agriculura Uma Análise Macroeconômica Humbero Francisco Silva Spolador Geraldo San Ana de Camargo Barros Resumo: Ese rabalho em como obeivo mensurar os efeios das axas de

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.383. I - Abordagem do Indicador Básico; II - Abordagem Padronizada Alternativa; III - Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada.

CIRCULAR Nº 3.383. I - Abordagem do Indicador Básico; II - Abordagem Padronizada Alternativa; III - Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada. TÍTULO : DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS 29 Página 1 de 7 CIRCULAR Nº.8 Esabelece os procedimenos para o cálculo da parcela do Parimônio de Referência Exigido (PRE) referene ao risco operacional (P OPR ), de

Leia mais

110INFLUÊNCIA DA MECANIZAÇÃO DA COLHEITA NA VIABILIDADE LANNA, G. B. ECONÔMICO- FINANCEIRA DA CAFEICULTURA NO SUL DE MINAS GERAIS

110INFLUÊNCIA DA MECANIZAÇÃO DA COLHEITA NA VIABILIDADE LANNA, G. B. ECONÔMICO- FINANCEIRA DA CAFEICULTURA NO SUL DE MINAS GERAIS 110INFLUÊNCIA DA MECANIZAÇÃO DA COLHEITA NA VIABILIDADE LANNA, G. B. ECONÔMICO- M. & REIS, R. P. FINANCEIRA DA CAFEICULTURA NO SUL DE MINAS GERAIS Giovani Blasi Marino Lanna 1 ; Ricardo Pereira Reis 2

Leia mais

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013 CIRCULAR Nº.640, DE 4 DE MARÇO DE 20 Esabelece os procedimenos para o cálculo da parcela dos aivos ponderados pelo risco (RWA), relaiva ao cálculo do capial requerido para o risco operacional mediane abordagem

Leia mais

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 Paulo J. Körbes 2 Marcelo Marins Paganoi 3 RESUMO O objeivo dese esudo foi verificar se exise influência de evenos de vencimeno de conraos de opções sobre

Leia mais

Universidade Federal de Lavras

Universidade Federal de Lavras Universidade Federal de Lavras Deparameno de Ciências Exaas Prof. Daniel Furado Ferreira 8 a Lisa de Exercícios Disribuição de Amosragem 1) O empo de vida de uma lâmpada possui disribuição normal com média

Leia mais

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro Análise do preço e produção de peróleo sobre a lucraividade das empresas perolíferas Luciano Jorge de Carvalho Junior Rosemarie Bröker Bone Eduardo Ponual Ribeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro

Leia mais

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS VIEIRA, Douglas Tadeu. TCC, Ciências Econômicas, Fecilcam, vieira.douglas@gmail.com PONTILI,

Leia mais

EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1

EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1 ISSN 188-981X 18 18 EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1 Effec of cassava price variaion in Alagoas over producion gross value Manuel Albero Guiérrez CUENCA

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário Inrodução 5 Gerador de funções 6 Caracerísicas de geradores de funções 6 Tipos de sinal fornecidos 6 Faixa de freqüência 7 Tensão máxima de pico a pico na saída 7 Impedância de saída 7 Disposiivos

Leia mais

Relações de troca, sazonalidade e margens de comercialização de carne de frango na Região Metropolitana de Belém no período 1997-2004

Relações de troca, sazonalidade e margens de comercialização de carne de frango na Região Metropolitana de Belém no período 1997-2004 RELAÇÕES DE TROCA, SAZONALIDADE E MARGENS DE COMERCIALIZAÇÃO DE CARNE DE FRANGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM NO PERÍODO 1997-2004 MARCOS ANTÔNIO SOUZA DOS SANTOS; FABRÍCIO KHOURY REBELLO; MARIA LÚCIA

Leia mais

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produividade no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho Samuel de Abreu Pessôa Resumo Esse arigo consrói uma série de horas rabalhadas para a

Leia mais

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA 0 Capíulo 5: Inrodução às Séries emporais e aos odelos ARIA Nese capíulo faremos uma inrodução às séries emporais. O nosso objeivo aqui é puramene operacional e esaremos mais preocupados com as definições

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO 78 EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL Pâmela Amado Trisão¹ Kelmara Mendes Vieira² Paulo Sergio Cerea³ Reisoli

Leia mais

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México A axa de câmbio consiui variável fundamenal em economias aberas, pois represena imporane componene do preço relaivo de bens, serviços e aivos, ou

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

OS EFEITOS DO CRÉDITO RURAL E DA GERAÇÃO DE PATENTES SOBRE A PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA hfsspola@esalq.usp.br

OS EFEITOS DO CRÉDITO RURAL E DA GERAÇÃO DE PATENTES SOBRE A PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA hfsspola@esalq.usp.br OS EFEITOS DO CRÉDITO RURAL E DA GERAÇÃO DE PATENTES SOBRE A PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA hfsspola@esalq.usp.br Apresenação Oral-Ciência, Pesquisa e Transferência de Tecnologia HUMBERTO FRANCISCO SILVA

Leia mais

Experimento. Guia do professor. O método de Monte Carlo. Governo Federal. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância

Experimento. Guia do professor. O método de Monte Carlo. Governo Federal. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância Análise de dados e probabilidade Guia do professor Experimeno O méodo de Mone Carlo Objeivos da unidade 1. Apresenar um méodo ineressane e simples que permie esimar a área de uma figura plana qualquer;.

Leia mais

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 IV SEMEAD METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 RESUMO Uma das ferramenas de gesão do risco de mercado

Leia mais

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000)

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) José Ronaldo de Casro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) Belo Horizone, MG UFMG/CEDEPLAR 2002 José Ronaldo de Casro Souza Júnior

Leia mais

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA.

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA. UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA Área: ECONOMIA COELHO JUNIOR, Juarez da Silva PONTILI, Rosangela Maria

Leia mais

2. Referencial Teórico

2. Referencial Teórico 15 2. Referencial Teórico Se os mercados fossem eficienes e não houvesse imperfeições, iso é, se os mercados fossem eficienes na hora de difundir informações novas e fossem livres de impedimenos, índices

Leia mais

Função definida por várias sentenças

Função definida por várias sentenças Ese caderno didáico em por objeivo o esudo de função definida por várias senenças. Nese maerial você erá disponível: Uma siuação que descreve várias senenças maemáicas que compõem a função. Diversas aividades

Leia mais

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Ciências Físico Químicas 9º ano Movimenos e Forças 1.º Período 1.º Unidade 2010 / 2011 Massa, Força Gravíica e Força de Ario 1 - A bordo de um vaivém espacial, segue um

Leia mais

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares Equações Diferenciais Ordinárias Lineares 67 Noções gerais Equações diferenciais são equações que envolvem uma função incógnia e suas derivadas, além de variáveis independenes Aravés de equações diferenciais

Leia mais

Cx. Postal 50, CEP 37.500-000 Itajubá, MG, Brasil E-mail: pamplona@iem.efei.br.

Cx. Postal 50, CEP 37.500-000 Itajubá, MG, Brasil E-mail: pamplona@iem.efei.br. CONDIÇÕES ECONÔMICAS NO PROCESSO DE USINAGEM: UMA ABORDAGEM PARA CONSIDERAÇÃO DOS CUSTOS Souza, Anônio Carlos de * Novaski, Olívio * Oliveira Pamplona, Edson de ** Baocchio, Anonio * * Faculdade de Engenharia

Leia mais

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov Insiuo de Tecnologia de Massachuses Deparameno de Engenharia Elérica e Ciência da Compuação 6.345 Reconhecimeno Auomáico da Voz Primavera, 23 Publicado: 7/3/3 Devolução: 9/3/3 Tarefa 5 Inrodução aos Modelos

Leia mais

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações:

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações: Aula 1 Para as quesões dessa aula, podem ser úeis as seguines relações: 1. E c = P = d = m. v E m V E P = m. g. h cos = sen = g = Aividades Z = V caeo adjacene hipoenusa caeo oposo hipoenusa caeo oposo

Leia mais

Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes Os See Hábios das Pessoas Alamene Eficazes Sephen Covey baseou seus fundamenos para o sucesso na Éica do Caráer aribuos como inegridade, humildade, fidelidade, emperança, coragem, jusiça, paciência, diligência,

Leia mais

Análise da produtividade das distribuidoras de energia elétrica utilizando Índice Malmquist e o método de bootstrap

Análise da produtividade das distribuidoras de energia elétrica utilizando Índice Malmquist e o método de bootstrap UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Análise da produividade das disribuidoras de energia elérica uilizando Índice Malmquis e o méodo de boosrap Fernando Elias

Leia mais

Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012

Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012 Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012 Fernando Siqueira dos Sanos Resumo: ese rabalho analisa a evolução do desemprego nos úlimos anos, com foco no período 1998 a 2012 devido à melhor disponibilidade

Leia mais

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012 1 Análise econômica dos benefícios advindos do uso de carões de crédio e débio Ouubro de 2012 Inrodução 2 Premissas do Esudo: Maior uso de carões aumena a formalização da economia; e Maior uso de carões

Leia mais

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE Luiz Carlos Takao Yamaguchi Pesquisador Embrapa Gado de Leie e Professor Adjuno da Faculdade de Economia do Insiuo Vianna Júnior.

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO SÃO PAULO 2007 Livros Gráis hp://www.livrosgrais.com.br

Leia mais

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO ALICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO OULACIONAL BRASILEIRO Adriano Luís Simonao (Faculdades Inegradas FAFIBE) Kenia Crisina Gallo (G- Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigüi/S) Resumo: Ese rabalho

Leia mais

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO Susan Schommer Risco de Crédio 1 RISCO DE CRÉDITO Definição: Risco de crédio é o risco de defaul ou de reduções no valor de mercado causada por rocas na qualidade do crédio do emissor ou conrapare. Modelagem:

Leia mais

2 Fluxos de capitais, integração financeira e crescimento econômico.

2 Fluxos de capitais, integração financeira e crescimento econômico. 2 Fluxos de capiais, inegração financeira e crescimeno econômico. O objeivo dese capíulo é apresenar em dealhes as variáveis fundamenais enconradas na lieraura que deerminam o crescimeno de longo prazo

Leia mais

1 Introdução. Onésio Assis Lobo 1 Waldemiro Alcântara da Silva Neto 2

1 Introdução. Onésio Assis Lobo 1 Waldemiro Alcântara da Silva Neto 2 Transmissão de preços enre o produor e varejo: evidências empíricas para o seor de carne bovina em Goiás Resumo: A economia goiana vem se desacado no conexo nacional. Seu PIB aingiu R$ 75 bilhões no ano

Leia mais

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo?

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo? Boom nas vendas de auoveículos via crédio faro, preços baixos e confiança em ala: o caso de um ciclo? Fábio Auguso Reis Gomes * Fabio Maciel Ramos ** RESUMO - A proposa dese rabalho é conribuir para o

Leia mais

Campo magnético variável

Campo magnético variável Campo magnéico variável Já vimos que a passagem de uma correne elécrica cria um campo magnéico em orno de um conduor aravés do qual a correne flui. Esa descobera de Orsed levou os cienisas a desejaram

Leia mais

BLOCO 9 PROBLEMAS: PROBLEMA 1

BLOCO 9 PROBLEMAS: PROBLEMA 1 BLOCO 9 ASSUNTOS: Análise de Invesimenos Valor Acual Líquido (VAL) Taxa Inerna de Renabilidade (TIR) Rácio Benefício - Cuso (RBC) Tempo de Recuperação (TR) PROBLEMAS: PROBLEMA 1 Perane a previsão de prejuízos

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS Caroline Poli Espanhol; Célia Mendes Carvalho Lopes Engenharia de Produção, Escola de Engenharia, Universidade Presbieriana Mackenzie

Leia mais

4. A procura do setor privado. 4. A procura do setor privado 4.1. Consumo 4.2. Investimento. Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 8

4. A procura do setor privado. 4. A procura do setor privado 4.1. Consumo 4.2. Investimento. Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 8 4. A procura do seor privado 4. A procura do seor privado 4.. Consumo 4.2. Invesimeno Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capíulo 8 4.2. Invesimeno - sock de capial óimo Conceios Inroduórios Capial - Bens de produção

Leia mais

Previsão de Demanda. Métodos de Previsão. Demanda: disposição ao consumo Demanda versus Vendas Fatores que afetam a Demanda (Vendas)

Previsão de Demanda. Métodos de Previsão. Demanda: disposição ao consumo Demanda versus Vendas Fatores que afetam a Demanda (Vendas) 2.1 Previsão de emanda Conceios básicos Méodos de Previsão iscussão Formulação do Problema emanda: disposição ao consumo emanda versus Vendas Faores que afeam a emanda (Vendas) Economia, Mercado, Preços,

Leia mais

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias **

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** Resumo O inuio é invesigar como e em que grau um choque de produividade ocorrido

Leia mais

Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elétrica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil

Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elétrica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elérica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil Resumo Ese rabalho propõe a aplicação do modelo ARX para projear o consumo residencial de energia elérica

Leia mais

FUSÃO DE EMPRESA CRIANDO VALOR AO ACIONISTA UMA ANÁLISE FACE AO RISCO NA INDÚSTRIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL

FUSÃO DE EMPRESA CRIANDO VALOR AO ACIONISTA UMA ANÁLISE FACE AO RISCO NA INDÚSTRIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL FUSÃO DE EMPRESA CRIANDO VALOR AO ACIONISTA UMA ANÁLISE FACE AO RISCO NA INDÚSTRIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL Taiana Barros Pinheiro de Oliveira Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Av.: Dos Economisas,

Leia mais

CONTRATO N.º 026/2.015

CONTRATO N.º 026/2.015 CLÁUSULA PRIMEIRA - DAS PARTES CONTRATO N.º 026/2.015 Insrumeno paricular de conrao que enre si fazem: de um lado, como conraane, a PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO QUENTE, e de ouro, como conraado, e a empresa

Leia mais

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa?

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa? 3 O impaco de choques exernos sobre a inflação e o produo dos países em desenvolvimeno: o grau de aberura comercial impora? 3.1.Inrodução Todas as economias esão sujeias a choques exernos. Enreano, a presença

Leia mais

Dinâmica de interação da praga da cana-de-açúcar com seu parasitóide Trichogramma galloi

Dinâmica de interação da praga da cana-de-açúcar com seu parasitóide Trichogramma galloi Dinâmica de ineração da praga da cana-de-açúcar com seu parasióide Trichogramma galloi Elizabeh de Holanda Limeira 1, Mara Rafikov 2 1 Universidade Federal do ABC - UFABC, Sano André, Brasil, behmacampinas@yahoo.com.br

Leia mais

Aula - 2 Movimento em uma dimensão

Aula - 2 Movimento em uma dimensão Aula - Moimeno em uma dimensão Física Geral I - F- 18 o semesre, 1 Ilusração dos Principia de Newon mosrando a ideia de inegral Moimeno 1-D Conceios: posição, moimeno, rajeória Velocidade média Velocidade

Leia mais

Guia de Recursos e Atividades

Guia de Recursos e Atividades Guia de Recursos e Aividades girls worldwide say World Associaion of Girl Guides and Girl Scous Associaion mondiale des Guides e des Eclaireuses Asociación Mundial de las Guías Scous Unir as Forças conra

Leia mais

ANÁLISE DO ARMAZENAMENTO DE MILHO NO BRASIL COM UM MODELO DINÂMICO DE EXPECTATIVAS RACIONAIS

ANÁLISE DO ARMAZENAMENTO DE MILHO NO BRASIL COM UM MODELO DINÂMICO DE EXPECTATIVAS RACIONAIS ANÁLISE DO ARMAZENAMENTO DE MILHO NO BRASIL COM UM MODELO DINÂMICO DE EXPECTATIVAS RACIONAIS VANIA DI ADDARIO GUIMARÃES Tese apresenada à Escola Superior de Agriculura Luiz de Queiroz, Universidade de

Leia mais

Working Paper Impacto do investimento estrangeiro direto sobre renda, emprego, finanças públicas e balanço de pagamentos

Working Paper Impacto do investimento estrangeiro direto sobre renda, emprego, finanças públicas e balanço de pagamentos econsor www.econsor.eu Der Open-Access-Publikaionsserver der ZBW Leibniz-Informaionszenrum Wirscaf Te Open Access Publicaion Server of e ZBW Leibniz Informaion Cenre for Economics Gonçalves, Reinaldo Working

Leia mais

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste 1 Modelos Economéricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Elericidade: Seor Residencial no Nordese M. L. Siqueira, H.H. Cordeiro Jr, H.R. Souza e F.S. Ramos UFPE e P. G. Rocha CHESF Resumo Ese

Leia mais

Influência da Taxa de Câmbio e do Dólar sobre os Preços da Borracha Natural Brasileira

Influência da Taxa de Câmbio e do Dólar sobre os Preços da Borracha Natural Brasileira INFLUÊNCIA DA TAXA DE CÂMBIO E DO DÓLAR SOBRE OS PREÇOS DA BORRACHA NATURAL BRASILEIRA naisysilva@yahoo.com.br APRESENTACAO ORAL-Comercialização, Mercados e Preços NAISY SILVA SOARES; MÁRCIO LOPES DA SILVA;

Leia mais

Ampliador com estágio de saída classe AB

Ampliador com estágio de saída classe AB Ampliador com eságio de saída classe AB - Inrodução Nese laboraório será esudado um ampliador com rês eságios empregando ransisores bipolares, com aplicação na faixa de áudio freqüência. O eságio de enrada

Leia mais

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS Naal/RN COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS André Assis de Salles Escola Poliécnica - Universidade Federal do Rio de Janeiro Cenro de Tecnologia Bloco F sala

Leia mais

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB Revisa Fafibe On Line n.3 ago. 007 ISSN 808-6993 www.fafibe.br/revisaonline Faculdades Inegradas Fafibe Bebedouro SP Influência de Variáveis Meeorológicas sobre a Incidência de Meningie em Campina Grande

Leia mais

3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES

3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES 3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES Os microconroladores selecionados para o presene rabalho foram os PICs 16F628-A da Microchip. Eses microconroladores êm as vanagens de serem facilmene enconrados no

Leia mais

Análise da competitividade do algodão e da soja de Mato Grosso entre 1990 e 2006

Análise da competitividade do algodão e da soja de Mato Grosso entre 1990 e 2006 189 Análise da compeiividade do algodão e da soja de Mao Grosso enre 1990 e 2006 Resumo Sonia Sueli Serafim de Souza e Sandra Crisina de Moura Bonjour Ese arigo eve como objeivo fazer uma análise da compeiividade

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 8 Inrodução a Cinemáica dos Fluidos Tópicos Abordados Nesa Aula Cinemáica dos Fluidos. Definição de Vazão Volumérica. Vazão em Massa e Vazão em Peso. Definição A cinemáica dos fluidos é a ramificação

Leia mais

UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PPGA CURSO DE MESTRADO

UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PPGA CURSO DE MESTRADO UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PPGA CURSO DE MESTRADO MODELO INTEGRADO PARA PREVISÃO DE VENDAS COMO UMA FERRAMENTA DE COMPETITIVIDADE: UM ESTUDO DE CASO EM UMA

Leia mais

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso:

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso: TEXTO COMPLEMENTAR MÉTODO MARSHALL ROTINA DE EXECUÇÃO (PROCEDIMENTOS) Suponhamos que se deseje dosar um concreo asfálico com os seguines maeriais: 1. Pedra 2. Areia 3. Cimeno Porland 4. CAP 85 100 amos

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇOS E SAZONALIDADE NO MERCADO DE FRETES RODOVIÁRIOS PARA PRODUTOS DO AGRONEGÓCIO NO ESTADO DO PARANÁ*

FORMAÇÃO DE PREÇOS E SAZONALIDADE NO MERCADO DE FRETES RODOVIÁRIOS PARA PRODUTOS DO AGRONEGÓCIO NO ESTADO DO PARANÁ* Ricardo S. Marins, Débora Silva Lobo e Maria da Piedade Araújo FORMAÇÃO DE PREÇOS E SAZONALIDADE NO MERCADO DE FRETES RODOVIÁRIOS PARA PRODUTOS DO AGRONEGÓCIO NO ESTADO DO PARANÁ* Ricardo Silveira Marins**

Leia mais

CUSTOS POTENCIAIS DA PRODUÇÃO E OS BENEFÍCIOS DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

CUSTOS POTENCIAIS DA PRODUÇÃO E OS BENEFÍCIOS DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO XXII Enconro Nacional de Engenharia de rodução Curiiba R, 23 a 25 de ouubro de 2002 CUSTOS OTENCIAIS DA RODUÇÃO E OS BENEFÍCIOS DO LANEJAMENTO E CONTROLE DA RODUÇÃO Valério Anonio amplona Salomon José

Leia mais

O Custo de Bem-Estar da Inflação: Cálculo Tentativo

O Custo de Bem-Estar da Inflação: Cálculo Tentativo O Cuso de Bem-Esar da Inflação: Cálculo Tenaivo com o Uso de um Modelo de Equilíbrio Geral José W. Rossi Resumo O cuso de bem-esar da inflação em sido calculado usando-se basicamene dois ipos de abordagem:

Leia mais

Autoria: Rafaela Módolo de Pinho, Fabio Moraes da Costa

Autoria: Rafaela Módolo de Pinho, Fabio Moraes da Costa Qualidade de Accruals e Persisência dos Lucros em Firmas Brasileiras Lisadas na Bovespa Auoria: Rafaela Módolo de Pinho, Fabio Moraes da Cosa Resumo Ese arigo objeiva invesigar a relação enre a qualidade

Leia mais

TIR Taxa Interna de Retorno LCF Economia de Recursos Florestais 2009

TIR Taxa Interna de Retorno LCF Economia de Recursos Florestais 2009 TIR Taxa Inerna de Reorno LCF 685-Economia de Recursos Floresais 2009 TIR: Taxa Inerna de Reorno AT Taxa Inerna de Reorno (TIR)de um projeo é aquela que orna o valor presene das receias menos o valor presene

Leia mais

ANÁLISE DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL LINEAR QUE CARACTERIZA A QUANTIDADE DE SAL EM UM RESERVATÓRIO USANDO DILUIÇÃO DE SOLUÇÃO

ANÁLISE DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL LINEAR QUE CARACTERIZA A QUANTIDADE DE SAL EM UM RESERVATÓRIO USANDO DILUIÇÃO DE SOLUÇÃO ANÁLSE DE UMA EQUAÇÃO DFERENCAL LNEAR QUE CARACTERZA A QUANTDADE DE SAL EM UM RESERATÓRO USANDO DLUÇÃO DE SOLUÇÃO Alessandro de Melo Omena Ricardo Ferreira Carlos de Amorim 2 RESUMO O presene arigo em

Leia mais

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase EA93 - Pro. Von Zuben Sisemas não-lineares de ª ordem Plano de Fase Inrodução o esudo de sisemas dinâmicos não-lineares de a ordem baseia-se principalmene na deerminação de rajeórias no plano de esados,

Leia mais

A Produtividade do Capital no Brasil de 1950 a 2002

A Produtividade do Capital no Brasil de 1950 a 2002 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Insiuo de Ciências Humanas Deparameno de Economia DOUTORADO EM ECONOMIA A Produividade do Capial no Brasil de 1950 a 2002 Aumara Feu Orienador: Prof. Maurício Baraa de Paula Pino

Leia mais

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo Uma avaliação da poupança em cona correne do governo Manoel Carlos de Casro Pires * Inrodução O insrumeno de políica fiscal em vários ojeivos e não é surpreendene que, ao se deerminar uma mea de superávi

Leia mais

UM MODELO DE OPÇÕES REAIS PARA AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTO EM NAVIOS PETROLEIROS. Mauro Rezende Filho

UM MODELO DE OPÇÕES REAIS PARA AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTO EM NAVIOS PETROLEIROS. Mauro Rezende Filho i UM MODELO DE OPÇÕES REAIS PARA AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTO EM NAVIOS PETROLEIROS Mauro Rezende Filho DISSERTAÇÃO SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA

Leia mais

ESTUDO DO POTENCIAL ENERGÉTICO PARA A COMPLEMENTAÇÃO POR PCH DA GERAÇÃO DA USINA HIDRELÉTRICA AMADOR AGUIAR I

ESTUDO DO POTENCIAL ENERGÉTICO PARA A COMPLEMENTAÇÃO POR PCH DA GERAÇÃO DA USINA HIDRELÉTRICA AMADOR AGUIAR I ESTUDO DO POTENCIAL ENERÉTICO PARA A COMPLEMENTAÇÃO POR PCH DA ERAÇÃO DA USINA HIDRELÉTRICA AMADOR AUIAR I Silva, F. B.; uimarães Jr., S. C.; Vanço, W. E.; Borges, D. T. S.; Cunha, M. J.; Alves, T. B.

Leia mais

S U P E R I N T E N D Ê N C I A D E R E G U L A Ç Ã O E C O N Ô M IC A. Nota Técnica nº 267/2010-SRE/ANEEL Brasília, 25 de Agosto de 2010

S U P E R I N T E N D Ê N C I A D E R E G U L A Ç Ã O E C O N Ô M IC A. Nota Técnica nº 267/2010-SRE/ANEEL Brasília, 25 de Agosto de 2010 S U P E R I N T E N Ê N C I A E R E G U L A Ç Ã O E C O N Ô M IC A Noa Técnica nº 267/2-SRE/ANEEL Brasília 25 de Agoso de 2 M E T O O L O G I A E C Á L C U L O O F A T O R X............................................

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA. Amanda Zani Dutra Silva

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA. Amanda Zani Dutra Silva UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Amanda Zani Dura Silva Gerenciameno de Manuenção de Equipamenos de um Hospial São Paulo 006 Amanda Zani Dura Silva Gerenciameno

Leia mais

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001 O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 970-200 Ricardo Candéa Sá Barreo * Ahmad Saeed Khan ** SINOPSE Ese rabalho em como objeivo analisar o impaco dos invesimenos na economia cearense

Leia mais

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS DODOS 1.JUÇÃO Os crisais semiconduores, ano do ipo como do ipo, não são bons conduores, mas ao ransferirmos energia a um deses ipos de crisal, uma pequena correne elérica aparece. A finalidade práica não

Leia mais

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS Disseração apresenada à Escola Poliécnica da Universidade de São Paulo para obenção do íulo de Mesre

Leia mais

CERNE ISSN: 0104-7760 cerne@dcf.ufla.br Universidade Federal de Lavras Brasil

CERNE ISSN: 0104-7760 cerne@dcf.ufla.br Universidade Federal de Lavras Brasil CERNE ISSN: 4-776 cerne@dcf.ufla.br Universidade Federal de Lavras Brasil Pereira Rezende, José Luiz; Túlio Jorge Padua, Cláudio; Donizee de Oliveira, Anônio; Soares Scolforo, José Robero Análise econômica

Leia mais