Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo?

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1 Boom nas vendas de auoveículos via crédio faro, preços baixos e confiança em ala: o caso de um ciclo? Fábio Auguso Reis Gomes * Fabio Maciel Ramos ** RESUMO - A proposa dese rabalho é conribuir para o debae acera dos primeiros efeios da crise de crédio mundial na economia brasileira. Seus primeiros efeios já podem ser observados nos números de ouubro referenes a vendas de veículos, crédio ao consumidor e expecaivas para o fuuro próximo. Para esa análise, lançou-se mão da ferramena dos Veores Auo-Regressivos (VAR) de forma a esimar os impacos de uma ala (ou queda) do crédio, dos preços e da confiança nas vendas de auomóveis. A conclusão é de que as variáveis escolhidas são relevanes, sobreudo o volume de crédio. Ese escasseando, as vendas de auomóveis não só devem, como já esão, de fao, em fase de conração. Palavras-chave: Indúsria auomobilísica. Vendas de veículos. Crédio pessoas-físicas. Confiança do consumidor. Confiança do empresário. 1 INTRODUÇÃO A crise econômica é uma realidade. Suas causas foram amplamene discuidas. Resa saber suas conseqüências. Mais especificamene, queremos saber como a economia brasileira reagirá à crise. Obviamene esa é uma quesão muio ambiciosa e, como um exercício preliminar, examinaremos a evolução da venda de auomóveis. A relevância desa variável pode ser explicada por sua imporância econômica: a indúsria auomobilísica responde por ¼ do produo indusrial e pouco mais de 5% do produo oal, considerados apenas os impacos direos 1. O seor é considerado um bom ermômero da economia por cona de suas ligações com ouras aividades, sejam os seus insumos como ambém os serviços derivados (mealurgia, auopeças, revendas, manuenção, ec.). Ou seja: por seus links para rás e para frene, seguindo a lieraura clássica dos encadeamenos seoriais 2 (Hirschman, 1958). Anes de proceder à compra de um bem durável, em geral de valor uniário razoavelmene elevado, o consumidor analisa muias variáveis. Sua renda presene e suas expecaivas para o fuuro. Analisa ambém o preço do bem desejado não apenas * Douor em Economia pela Escola de Pós-Graduação de Economia da Fundação Geúlio Vargas/RJ. Professor em empo inegral do IBMEC São Paulo. Endereço Elerônico: ** Economisa. Analisa da Ques Invesimenos. Endereço Elerônico: 1 IBGE Conas Nacionais 27 e Anfavea. 2 O IBGE divulgou recenemene uma nova Mariz de Insumo-Produo (2-5), na qual é possível depreender índices de ligação enre seores e a imporância da auomobilísica. 9

2 individualmene, mas em comparação com ouros bens. E, analisa ambém as condições de crédio. Enão podemos omar algumas medidas para esudar esas conexões. As expecaivas do consumidor com respeio ao fuuro podem ser medidas, em princípio, por um índice de confiança. Se a confiança do consumidor é elevada, ele esá mais propenso a se endividar. Do conrário, pode haver uma reração na demanda. Como expecaiva é uma variável foward-looking, o volume negociado de carros ende a anecipar movimenos fuuros da economia. O volume de crédio empresado é ambém fundamenal, pois além de possibiliar a compra de bens mais caros, ele reflee ambém as expecaivas das insiuições financeiras. Se uma insiuição anecipa pioras na economia e, por conseguine, espera uma axa de inadimplência maior, a decisão mais conservadora é reduzir o crédio, elevando o seu cuso ou mesmo por meio de esabelecimeno de coas. Por fim, o preço ambém deve ser imporane. O IPCA reflee as variações no cuso de vida do consumidor, levando em cona uma cesa ampla de produos. Porém, é possível uilizar um de seus subiens: auomóvel novo. A demanda por auomóveis frene a ouros bens duráveis ou não deve ser inversamene relacionada ao preço relaivo auomóveis/ipca. 2 A EVOLUÇÃO DAS VENDAS DE AUTOVEÍCULOS E SEUS DETERMINANTES de auoveículos 3 A evolução das vendas foi analisada por meio da série de unidades comercializadas de origem nacional e imporada. A série é disponibilizada ano pela ANFAVEA como pela FENABRAVE. O volume de crédio para pessoas físicas, em milhões de reais, em como fone o Banco Cenral. Com relação aos preços, o IPCA e o subiem Auomóvel Novo êm como base dezembro de As séries foram obidas para o período dezembro de 1994 a ouubro de 28. Todas esas variáveis foram coleadas juno ao IBGE (serviço SIDRA), Banco Cenral e IPEADATA. Por fim, o índice de confiança é calculado rimesralmene pela FGV e foi mensalizada pelos auores. Foram esadas séries mensais de ouras insiuições (CNI, Fecomércio/SP), porém esas padeceram da limiação do número de observações e/ou guardam ouros problemas meodológicos. Opou-se pela série de expecaivas do empresário 3 Auomóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. 1

3 para a demanda inerna. Para maiores dealhes sobre o cálculo das séries, em ermos reais, dessazonalizadas e/ou mensalizadas, veja o apêndice. Após o boom inicial pós-plano real, as vendas de veículos decresceram com a crise mexicana em 1995 e, após uma ligeira recuperação em 1996, esas declinaram aé o final de 1998 em decorrência das sucessivas crises exernas: coreana, russa e, finalmene, a brasileira. No começo de 1999 houve a mudança do regime cambial, porém, apenas a parir de 2 a economia brasileira experimenou oura fase de expansão nas vendas (e da economia como um odo). O crescimeno verificado em 2 não perdurou e surgiu a expressão do Brasil e seus vôos de galinha. Em 21 houve o racionameno energéico e, pouco depois, o esouro da bolha da Inerne (NASDAQ) e os aenados errorisas nos EUA. O ano de 22 promeera algum aleno, porém a primeira candidaura do aual presidene ocorreu com grande desconfiança e, daí, resrições na ofera de crédio e nas vendas de veículos (somados a ouros problemas como câmbio em depreciação e inflação em ala). Enão, com a 1ª eleição do presidene Lula e bom comporameno dos mercados inernacionais, recuperação da confiança na economia e melhora nos ermos de roca do comércio exerior brasileiro, as vendas passam a se expandir coninuamene. O movimeno ganha fôlego renovado a parir de 26, com a inensificação da ala das commodiies exporáveis, apreciação cambial, inflação baixa e melhora dos salários reais e do perfil do emprego. O comporameno do nível das vendas, em milhares de unidades, pode ser verificada pelo Gráfico 1, que apresena a série efeiva e ajusada para sazonalidade. GRÁFICO 1 - VENDAS DE AUTOVEÍCULOS (MILHARES UNIDADES/MÊS - AJUSTE SAZONAL E FILTRO) Dec-94 Dec-96 Dec-98 Dec- Dec-2 Dec-4 Dec-6 Dec-8 FONTE: Anfavea. Elaboração dos auores. 11

4 Uma variável-chave para a explicação da expansão das vendas é a ofera de crédio disponível e omado para e pelas pessoas físicas. A ofera de crédio é reduzida em momenos de crise (1997/98, 21/2) e expandida em momenos de boom (final de 1995, 2, 24/8). E aqui enra um pono muio relevane: aé que pono a aual crise de liquidez pode conrair o crédio da economia e implicar, no caso das famílias, em menor consumo de veículos novos. Os auais feirões de auomóveis com o expressivo número de peças publiciárias veiculadas sugerem que o efeio negaivo nas vendas exise. Em ouubro especificamene, as vendas declinaram 1% na margem. A relação enre as vendas e o crédio real pode ser acompanhada pelo Gráfico 2. A primeira impressão que se em é a de precedência emporal das vendas em relação ao crédio. É necessário lembrar, conudo, que emos aqui o volume oal de crédio, ou seja, um esoque. Ese inclui, por exemplo, refinanciamenos. Uma melhor medida seriam as novas concessões. Porém, esa série esá disponível apenas a parir de meados de 2. Ainda pelo gráfico 2, depreendemos uma perda de rimo ao final do 3º rimesre dese ano. Aé o momeno da confecção dese rabalho os números de crédio com referência a ouubro não esavam disponibilizados. Ainda assim, a inferência que se em é a de brusco arrefecimeno. GRÁFICO 2 - VENDAS DE AUTOMÓVEIS E VOLUME DE CRÉDITO ÀS PESSOAS FÍSICAS*. VARIAÇÃO MENSAL INTERANUAL (%) Vendas Crédio Real (PF) - eixo direio Oc-96 Oc-98 Oc- Oc-2 Oc-4 Oc-6 Oc-8 FONTE: IBGE, BCB e Anfavea. Elaboração dos auores. (*) Volume oal às pessoas físicas. Números dessazonalizados e deflacionados (ou/8 - IPCA). Oura variável analisada é a da confiança ou expecaivas dos consumidores. Por cona de diversos problemas meodológicos descrios no apêndice, usamos como variável proxy a confiança do empresário quano a demanda domésica, indicador cuja colea pela FGV já é radicional e remona ao final da década de

5 GRÁFICO 3 - VENDAS DE AUTOVEÍCULOS E ÍNDICE DE CONFIANÇA* (TAXA MENSAL INTER- ANO E ÍNDICE FILTRADO) Auoveículos Confiança (eixo direio) Oc-98 Oc- Oc-2 Oc-4 Oc-6 Oc-8 FONTE: Anfavea e FGV. Elaboração dos auores. (*) Ajuse sazonal X-12 RegARIMA. Séries filradas para sazonalidade e irregularidades. Índice de Confiança do Empresário sobre a Demanda Inerna Fuura. Séries 'Aniga' e 'Nova' encadeadas e mensalizadas. Com dados aé ouubro, depreendemos do Gráfico 3 que não apenas as vendas de auomóveis (e provavelmene o crédio de ouubro), mas ambém a confiança do empresário (e decero do consumidor) esão em baixa. É mais uma sugesão de que a boa fase dos úlimos anos pode esar se encerrando. Pela velocidade das variáveis analisadas, alvez de forma dramáica. Por fim, oura variável que deve esar relacionada ao mercado de auomóveis é o preço relaivo auomóveis conra IPCA. A sugesão é a de que preços relaivos menores de auomóveis esão ligados a maiores vendas. No Gráfico 4 apresenamos a evolução desa variável. Exceção feia aos períodos de grande depreciação cambial e aumeno dos preços radables como auomóveis -, o preço auomóvel/ipca caiu quase coninuamene desde 1996, sobreudo a parir do final de 24. Não deve ser à oa que simulaneamene ao aumeno das vendas, expansão do produo e aumeno dos ermos de roca da economia, ocorreu apreciação cambial e queda nos preços dos bens duráveis. A suposição é a de relação inversa enre esa variável e as vendas. E, mais uma vez, a julgar pelo movimeno aual de queda nas commodiies e depreciação cambial, um grande momeno da economia brasileira pode esar se encerrando 4. 4 Nos 12 meses aé ouubro os preços dos auomóveis na pona do consumidor sobem cerca de 4%, um ano abaixo do pouco mais de 6% do IPCA. Conudo, há 12 meses, havia deflação da ordem de 3% no segmeno. 13

6 GRÁFICO 4 - PREÇO RELATIVO: AUTOMÓVEL NOVO / IPCA* (ÍNDICE - BASE 25 = 1) Oc-96 Oc-98 Oc- Oc-2 Oc-4 Oc-6 Oc-8 FONTE: IBGE. Elaboração dos auores. (*) Ajuse sazonal X-12 RegARIMA. 3 MODELO ECONOMÉTRICO Para examinar o impaco das expecaivas, volume de crédio e preço relaivo de carros sobre as vendas foi lançado mão de um modelo de veores auo-regressivos (VAR). Para maiores dealhes sobre a consrução dese modelo, veja apêndice. Basicamene, foi uilizado o modelo VAR, pois ele consegue medir como a variável venda de auomóveis responde a choques nas variáveis explicaivas crédio às pessoas físicas, preço relaivo auomóveis-ipca e e expecaivas de demanda inerna. Esa análise é chamada de função resposa a impulso (FRI). A figura 1 apresena a FRI acumulada da venda de carros às demais variáveis. Dos gráficos abaixo se depreende alguns resulados ineressanes e, de cera forma, inuiivos. Ouro, com cera reicência. Primeiro, deve-se lembrar que o eixo horizonal é o empo decorrido, em meses, após o choque inicial. No eixo verical, é a resposa da variável vendas em desvios-padrão. Um choque posiivo no crédio real ou na confiança gera resposa posiiva nas vendas 5. É o resulado esperado. No caso do crédio, a resposa se dá com rapidez. Em cerca de 6 meses quase odo o choque é absorvido pela variável-resposa (vendas). Finalmene, o preço-relaivo não é esaisicamene significaivo. Ressale-se que o resulado é similar sob erros-padrão analíicos (assinóicos) ou esimados por simulações de Mone-Carlo. Anes da conclusão de que o preço relaivo não é relevane para a explicação das vendas, o que decero é precipiado, 5 Observe que em alguns períodos o inervalo de confiança da FRI de choques no crédio real ou na confiança não coném o valor zero. Daí a conclusão que ambos em impaco posiivo sobre as vendas. 14

7 deve-se considerar o problema da medida no IPCA (no passado apurado por abelas de preços), além da dificuldade da avaliação não hedônica 6. FIGURA 1 RESPOSTA Resposa DAS VENDAS das Vendas A UM a um CHOQUE Choque (RESPOSTA- IMPULSOS GENERALIZADOS) (Resposa-Impulsos Generalizados) Choque de +1 desvio-padrão no Crédio Real Choque de +1 desvio-padrão na Confiança Choque de +1 desvio-padrão no Preço Relaivo FONTE: Elaboração própria Se ao invés de uilizarmos a FRI de um choque orogonal de magniude igual ao desvio-padrão, lançarmos mão dos choques simples de um pono-percenual (limiados economericamene, porém com resulados mais inuiivos), obemos resulados semelhanes, apresenados na Figura 2 abaixo. Um choque de um pono percenual no crédio gera uma resposa de cerca de 1,5 pono percenual nas vendas de veículos. Já um aumeno da confiança de 1 pono percenual esá associado a um aumeno de aproximadamene,5 pono percenual nas vendas de veículos. 6 Ao conrário do BLS-CPI dos EUA, o IBGE prefere não efeuar ajuses de qualidade e funcionalidade do produo na colea do subiem auomóvel novo. A aualização se dá apenas nos modelos de auomóveis. 15

8 Resposa das Vendas de Veículos FIGURA 2 RESPOSTA DAS VENDAS a Choques DE VEÍCULOS de 1 pp nas A CHOQUES Variáveis DE 1 PP NAS VARIÁVEIS (RESPOSTA EM PONTOS- (resposa PERCENTUAIS) em ponos-percenuais) 3 2 Resposa a um choque de 1 pp no Crédio Real Resposa a um choque de 1 pp na Confiança Resposa a um aumeno de 1 pp no preço-relaivo FONTE: Elaboração própria. 4 CONCLUSÕES Nese rabalho procurou-se conribuir para o debae sobre os efeios da aual crise mundial de crédio na economia domésica. Como os efeios devem ser amplos e difusos enre os diversos planos da economia (produção, consumo, poupança, comércio exerior, ec), foi escolhido um seor em específico: o das vendas de auomóveis. Como era esperado, indicadores como confiança e crédio oferado são imporanes drivers na explicação das vendas. Esperava-se que o preço-relaivo auomóveis/ouros preços ambém fosse imporane, porém não foi enconrada uma relação significaiva. O crédio se mosrou uma variável-chave na explicação vendas. Se somarmos as primeiras informações sobre a conração dese, a fore reração das vendas verificada em ouubro úlimo e a imporância do seor auomobilísico na economia, emos fores evidências do fim de um ciclo de longa expansão alvez o maior de um dos seores da economia brasileira desde o final dos anos 7. Uma primeira sugesão para avanços na área esá na incorporação das informações sobre a esruura do mercado de rabalho formalização da ocupação via números do MTE- RAIS/CAGED ou PME e, ambém, salário médio real ou massa de salários reais. O 16

9 problema principal será compaibilizar as bases de dados para períodos que remonam o começo do Plano Real. Oura sugesão é rabalhar com a série de novas concessões de crédio ao invés do volume de crédio oal. A limiação esará na base, que se iniciou apenas em meados de 2. REFERÊNCIAS HAMILTON, J. Time Series Analysis. Princeon Universiy Press, HIRSCHMAN, A. The sraegy of economic developmen. Yale Universiy Press, PESARAN, M.; SHIN, Y Generalized Impulse Response Analysis in Linear Mulivariae Models, Economics Leers, 58, P APÊNDICE BASE DE DADOS Vendas de auoveículos: soma de auomóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. A fone primária dos dados é a Anfavea (associação das monadoras) ou a Fenabrave (associação das concessionárias). Os números foram ajusados sazonalmene pelos auores, seguindo insruções do IBGE em sua Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), pelo méodo X- 12 RegArima Muliplicaivo Auomáico, com correções para Carnaval, Corpus-Chrisi e diasúeis. A fone secundária dos números é o IPEADATA ou BCB. Foi omada a série enre dez/93 e ou/8. Crédio Real: volume nominal de crédio às pessoas físicas na média dos dias úeis. A fone primária e secundária é o Banco Cenral (BCB). Os números foram deflacionados pelo IPCA ajusado sazonalmene (mesmo criério das vendas) e foram removidas irregularidades às quais o IPCA mensal esá sujeio. Confiança do Consumidor: apesar do objeivo ser a uilização da Confiança do Consumidor, na verdade foi uilizada a Confiança do Empresário quano a Demanda Domésica. Isso por cona da série original de consumidor ser cura (FGV e CNI) ou padecer de muias alerações meodológicas ou limiação de área de colea (Fecomércio/SP). Uilizamos, enão, os números da Sondagem Conjunural da FGV. Os números são rimesrais e foram mensalizados pelo méodo Denon. Depois, ajusados sazonalmene como as ouras variáveis. A série foi derivada da seguine operação: percenual dos empresários que 17

10 acrediam que a demanda esará maior, subraído do percenual daqueles que julgam que será menor e, por fim, dividiu-se ese número pelo percenual dos que julgavam a demanda fuura próxima igual. A série exise desde o final dos anos 7, porém uilizaram-se os números enre dez/93 e ou/8. Preço Relaivo Auomóveis/IPCA: a fone primária e secundária é o IBGE (serviço grauio SIDRA). Porém o subiem Auomóvel Novo (código ) foi exraído por eapas devido as alerações implanadas pelo IBGE em suas Pesquisas de Orçamenos Familiares (POFs). A base dos números índices foi ransformada para a média de 2. Os números foram ajusados sazonalmene al como as ouras séries. MODELO VAR O modelo VAR na forma esruural pode ser descrio do seguine modo: Ax B B x 1 1 B 2 x 2 B p x p Cz em que x é um veor de dimensão 4 1 com a axa de crescimeno das variáveis vendas, crédio, expecaivas do consumidor e preço relaivo de carros no período ; choques esruurais (orogonais) desas variáveis; z é o veor de são variáveis exógenas, no caso, uma dummy referene a primeira campanha presidencial de Lula, igual a 1 enre agoso de 22 a janeiro de 23 e zero nos demais meses. Também foram incluídas dummies para a mudança do regime cambial - Jan/99, Fev/99 e Mar/99 -, sendo a primeira dummy, removida após A B B B Bp C eses.,,,,,, 1 2 são marizes de coeficienes desconhecidos. Esimamos a forma reduzida x A B A B x A B x A A p p A escolha da ordem do VAR, p, foi feia com base nos criérios de informação e nos eses de diagnósico, em especial, o ese de correlação serial, uma vez que nese conexo al problema causa viés nas esimaivas dos coeficienes. Finalmene, Por fim, calculamos a função resposa a impulso, B x p 3. x /, por meio de função resposa a impulso generalizada de Pesaran e Shin (1998). Uma das vanagens dese méodo é que ele não depende da ordenação das variáveis no VAR, ao conrário da decomposição usual de Cholesky. Para maiores dealhes sobre modelos VAR ver Hamilon (1994). 18

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