RESUMO. Palavras chaves: planejamento ecoturístico, demanda turística, valoração ambiental

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESUMO. Palavras chaves: planejamento ecoturístico, demanda turística, valoração ambiental"

Transcrição

1 1 Valoração econômca de recursos naturas como subsído ao planejamento ecoturístco: Um estudo de caso na Nascente do Ro Sucur Bonto/MS Slva, Lucana Ferrera 1 ; Leal Vanessa Tomonaga 2 ; Ferraz, Monka 2 RESUMO Este artgo teve como objetvo analsar a demanda turístca para a Nascente do Ro Sucur-Bonto/MS e estmar o valor econômco dos benefícos recreaconas auferdo aos seus vstantes. Para captar esse valor fo utlzado o Método do Custo de Vagem, que dentre a lteratura exstente é o mas ndcado para valorar atvdades de recreação. Os resultados provenentes da análse da demanda turístca e da valoração servrão como parâmetros para o planejamento ecoturístco do empreendmento em questão. Palavras chaves: planejamento ecoturístco, demanda turístca, valoração ambental 1. Introdução As profundas transformações econômcas, polítcas, socas e culturas vgentes na era da globalzação tem a todo nstante estmulado a socedade a repensar os paradgmas que envolvem as questões de desenvolvmento e conservação dos recursos naturas, o que tem mplcado na sua maor conscentzação em relação à escassez/esgotamento desses recursos. Dante dessa realdade, SACHS (1994) afrma que conferêncas como o Clube de Roma em 1972, a Declaração de Estocolmo no mesmo ano e a Conferênca do Ro de Janero em 1992 cujo produto fo a Agenda 21, abrram a perspectva de projetar e mplementar estratégas ambentalmente adequadas na promoção de um desenvolvmento socoeconômco eqütatvo ncalmente denomnado de Ecodesenvolvmento e posterormente defndo como Desenvolvmento Sustentável. Dessa forma, quando se coloca em dscussão todos esses aspectos, é mportante compreender o conceto de desenvolvmento sustentável, que tem sdo defndo, segundo BRUNDTLAND (1997) como o manejo do meo através de técncas preservaconstas, mpedndo o desperdíco e cudando para que seja satsfeta as necessdades da geração presente sem comprometer as gerações futuras, dada a dversdade dos meos naturas e dos contextos culturas. Esse conceto vem, nos 1 Docente da Unversdade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS. Doutoranda em Economa Aplcada - Uncamp. 2 Acadêmcas do curso de Tursmo UEMS. Bolsstas PIBIC

2 2 últmos anos e em dversos países agregando-se ao conceto de socedade sustentável, que segundo VIOLA (1997) é aquela que conserva uma parte sgnfcatva do estoque natural, e substtu-compensa a parte usada através do captal tecnológco, permtndo assm o desenvolvmento das gerações futuras. No entanto, város autores têm dscutdo o conceto de sustentabldade e para CONSTANZA (1997) esse conceto tem uma dmensão ecológca, o que não mplca condconar a atvdade econômca ao estado estaconáro mas sm manter constante a relação entre a taxa de crescmento da população e da produção de produtos manufaturados. Nessa lnha de racocíno, para CONSTANZA, op.ct. assegurar a sustentabldade dos sstemas econômcos e ecológcos dependera da nossa habldade para construr objetvos e ncentvos a curto prazo, respetando o crescmento econômco local e nteresses prvados, consstentemente com objetvos a longo prazo. Nesse contexto, o Governo Federal e o Estado do Mato Grosso do Sul, conscentes do papel de suma mportânca que é conferda ao setor turístco na economa braslera, têm nvestdo recursos no Estado do Pantanal através de programas como o PNMT, PDTUR, PRODETUR e o Programa Corredor Brasl Central do qual fazem parte Ceará, Goás, Paraná e Brasíla. O muncípo de Bonto, consderado um dos locas mas paradsíacos do planeta, por suas águas crstalnas repletos de pexes, grutas, cachoeras e aquáros naturas, fo o prmero muncípo do Estado a fazer parte do programa Corredor Brasl Central que tem como objetvo ncentvar o tursmo nestes estados. Consderando então, a fundamental mportânca da atvdade turístca para a economa do muncípo de Bonto - MS, o objeto de estudo da presente proposta será a Nascente do Ro Sucur, localzada a 18 Km do centro do muncípo e que possu em toda sua extensão nfra-estrutura para atvdades de lazer, como Trekkng, Mergulho autônomo, cavalgada, restaurante, além das famosas cachoeras tão comuns na regão da Baca do Ro Formoso que têm como grande atratvo as suas águas crstalnas resultante da grande quantdade de calcáro dssolvdo. Esta regão fo escolhda devdo ao aumento constante de sua projeção no que tange ao mercado naconal e nternaconal. A localzação do muncípo, a exstênca de lnha de crédto de baxo custo fnancero, a polítca de ncentvos do governo e as belezas naturas de Bonto, resultaram em um aumento sgnfcatvo de empreendmentos prvados que recebem um número de turstas mutas vezes superores à nfra-estrutura local, o que provoca uma exploração desordenada, que pode resultar

3 3 em graves problemas como o esgotamento dos recursos naturas, elemento, este, mprescndível para a manutenção do tursmo em Bonto. Surge então a mportânca de estudos dreconados para a avalação da demanda, ou seja, da relação funconal que traduz a quantdade a ser adqurda a preços dversos por determnada pessoa num dado período e local (ANDRADE,2000), com o ntuto de atender às necessdades dos turstas sem que os recursos naturas sofram um dano aquém de sua capacdade-suporte. Os resultados obtdos neste estudo nos dará o alcerce necessáro para o objetvo geral deste projeto que será a avalação dos benefícos econômcos de se manter o recurso da Nascente do Ro Sucur- Bonto/MS em condções ótmas de preservação alada a todas as atvdades turístcas desenvolvdas por esses empreendmentos. O termo valor econômco de um recurso ambental será entenddo nesse artgo como a expansão monetára dos benefícos obtdos de sua provsão, do ponto de vsta pessoal de cada ndvíduo (BELLUZZO,1995). Nesse contexto, valorar economcamente um recurso ambental sgnfca determnar quanto melhor ou por fcará o bem-estar das pessoas em função da mudança na quantdade e qualdade de bens ou servços. O valor econômco de um recurso natural, não mensurado pela teora econômca tradconal, assume papel mportante como medda proteconsta do uso sustentável dos recursos, como mecansmo de mensuração monetára das externaldades orundas de projetos de nvestmentos, como método de ndenzações judcas, como forma de defesa étca do meo-ambente e anda como função estratégca dos recursos naturas para o desenvolvmento dos países (MOTA,2000). Além da possbldade do estabelecmento de ndenzações para os danos ambentas, a valoração da Nascente do Ro Sucur servrá como um mecansmo de auxílo aos planos de manejo e de análse de custo-benefíco para as dferentes alternatvas de uso dessa área natural, e é nesse sentdo que a economa ecológca contrbu para a dentfcação do ponto de equlíbro entre o meo ambente e o desenvolvmento com enfoque ao desenvolvmento sustentável (ELOY,1976). Outro aspecto mportante a ser ressaltado é que estudos dessa natureza começam a apontar na lteratura braslera e o resultado desse poderá se tornar um modelo referencal de valoração de ecossstemas para polítcas regonas e para a economa das comundades locas dado o potencal turístco do Estado de Mato Grosso do Sul. 2. Caracterzação do local

4 4 O Ro Sucur localza-se na fazenda São Geraldo a 18 Km do Muncípo de Bonto, Estado de Mato Grosso do Sul, sendo naconalmente conhecdo por seu atratvo natural - as águas crstalnas do ro Sucur -. O Ro Sucur tem recebdo um número sgnfcatvo de turstas, e para comportar essa demanda, é necessáro que se tenha um mínmo de nfra-estrutura, por sso o empreendmento possu em seu receptvo, além do passeo prncpal, um restaurante própro que comporta uma méda de 40 pessoas ao mesmo tempo; dos banheros - um masculno e outro femnno - sendo ambos equpados com chuvero elétrco; um loja de souvenr, pomar; pscnas, redáro; uma área aproprada para a exposção de máscaras de mergulho, snokel, salva vdas e um estábulo, já que um dos passeos dsponíves ao vstante é a cavalgada. 3. Objetvos Consderando a mportânca do Tursmo no PIB braslero, na projeção de Bonto no contexto do ecotursmo e no sgnfcatvo fluxo turístco na Nascente do Ro Sucur, a presente proposta tem como objetvo geral: 3.1. Objetvo Geral Estmar os benefícos gerados pela atvdade de recreação na Nascente do Ro Sucur/ Bonto MS como suporte à formulação de polítcas públcas Objetvos Específcos Estmar e avalar a demanda turístca para a Nascente do Ro Sucur Bonto- MS nos períodos de alta e baxa vstação; Estmar o valor de uso do recurso natural explorado pela atvdade de recreação da área em questão. 4. Metodologa Num enfoque econômco, váras técncas vêm sendo utlzadas por países desenvolvdos para assegurar um valor de benefícos proporconado pelas áreas protegdas. Para a valoração da Nascente do Ro Sucur no muncípo de Bonto, fo utlzado o Método do Custo de Vagem (The Travel Cost Method) (CLAWSON, 1966). Incalmente serão apresentadas sucntamente as prncpas característcas do Método do

5 5 Custo de Vagem e em seguda todas as etapas metodológcas que foram utlzadas para a operaconalzação dessa pesqusa O Método do Custo de Vagem (The Travel Cost Method) O método do Custo de Vagem (MCV) é um dos métodos ndretos utlzados para valorar as atvdades recreaconas. Conforme salentado por HANLEY (1993), o método fo proposto em 1947, quando o economsta Harold Hottelng sugeru ao dretor do Servço de Parques Naconas uma metodologa para medr os benefícos proporconados pelos locas de recreação ao ar lvre, mas somente fo ntroduzdo formalmente na lteratura pelos economstas Wood e Trce em 1958 e Clawson e Knetsch, em O objetvo do método do Custo de Vagem é estmar uma curva de demanda para a recreação, onde o número de vstas é função dos custos de vagem e demas varáves socoeconômcas. De acordo com a teora econômca neoclássca, essa curva de demanda representa o possível valor agregado à recreação, proporconado pelo recurso natural em questão. Além dsso, deve estmar a dsponbldade do usuáro a pagar para quantdades específcas de recreação (CLAWSON, 1994) Dessa forma, o método de Custo de Vagem busca, a partr dos custos efetvados pelos ndvíduos até o local de recreação, estmar os benefícos auferdos pela referda atvdade recreatva (TISDELL,1991). De acordo com FREEMAN (1979), alguns procedmentos devem ser adotados na utlzação do Método do Custo de Vagem. São eles: dvdem-se as áreas crcunvznhas ao local de recreação em zonas com o objetvo de estmar os custos de vagem de cada zona ao local de recreação; defne-se a taxa de vstação como das de vsta per capta ou freqüênca de vsta e calcula-se essa taxa para cada zona; calcula-se o custo de vagem de cada zona ao local de recreação; faz-se uma regressão múltpla da taxa de vstação com os custos de vagem e outras varáves socoeconômcas e fnalmente encontra-se o melhor modelo que ajuste os dados. De manera smplfcada, o método basea-se em entrevstas realzadas com os vstantes no local de recreação a fm de coletar nformações sobre os custos de vagem, freqüênca de vstas, característcas socoeconômcas, tempo de estada, tempo gasto com a vagem, etc. A partr desses dados é possível estmar a curva de demanda bem como calcular o excedente do consumdor2, que representa o valor econômco da área em questão. 2 Excedente do Consumdor: conforme Dxon & Sherman (1990) a estmatva do benefíco econômco total do consumo de um bem ou servço consste no seu preço de mercado e no excedente do consumdor. O

6 6 onde: Então para cada zona () estma-se uma função do tpo: TV = f ( R, CV, S, Vqa ) TV = taxa de vstação da zona R = renda méda da zona CV = custos de vagem da zona até o local de recreação S = as demas varáves socoeconômcas Vqa = varável de qualdade ambental atrbuída pelos vstantes da zona Segundo McConnell (1985), a partr da função de demanda por recreação, o valor econômco do local atrbuído pelos vstantes pode ser estmado pela segunte ntegral: onde: V uso = c * c n = 1 V ( R, C, S, Vqa ) dc c = o custo de vagem da -ésma zona ao local de recreação * c = o preço máxmo para o qual a demanda é nula Fases para o desenvolvmento da pesqusa 1º FASE (Revsão de lteratura/ Reconhecmento e caracterzação do local) ETAPA1 : A revsão de lteratura fo feta com bases de dados específcas (Web of Scence, Economc-Ecologc, Bologcal-Abstracts...) e levantamento de dados socoeconômcos, ambentas, hstórcos e arqueológcos bem como mapas, magens de satélte, fotos,etc exstente para a área em questão. Esse levantamento fo realzado em bblotecas locas, órgãos públcos como COMTUR, EMBRATUR entre outros. 2º FASE (Operaconalzação da pesqusa) excedente é meddo pela quanta máxma que o consumdor está dsposto a pagar além do valor de mercado daquele bem ou servço.

7 7 ETAPA 1: Elaboração do Instrumento de Pesqusa Os survey de pesqusa (BABBIE, 1999) foram elaborados vsando atender o Método do Custo de Vagem e a análse de demanda turístca. As questões focalzaram nformações referentes ao local de estada do vstante, dstânca vajada do tursta, cdade onde têm resdênca fxas, gastos totas, tempo de permanênca no local, meo de transporte utlzado, característcas sóco econômcos, meo de hospedagem, avalação das estruturas físcas do local e questões referentes a percepção ambental do tursta. ETAPA 2: Teste ploto Para a realzação do teste ploto os seguntes procedmentos foram adotados: Formação da Equpe de campo: uma equpe composta por 7 pessoas sendo 4 estagáros do 2o ano de Tursmo, 1 estagáro do curso de Letras, a autora e a orentadora da pesqusa. Trenamento da equpe: os grupos foram trenados durante 8 horas aula na segunda qunzena de feverero/02 smulando a aplcação do survey, sendo analsado e corrgdo o comportamento dos membros dos grupos e realzado teste de adequabldade do nstrumento. Aplcação do Survey: o teste ploto fo realzado no últmo fnal de semana de feverero com os vstantes na área de estudo. ETAPA 3: Aplcação dos survey e delmtação da amostra Os survey de pesqusa foram aplcados aos vstantes no própro local de recreação, conforme pressupõe o Método do Custo de Vagem, no ferado de Páscoa, no mês de abrl, representando período de alta vstação. A amostra fo delmtada com base nos dados fornecdos pela Secretara Muncpal de Tursmo a cerca da freqüênca mensal dos vstantes da área em questão. Fo calculada com uma confabldade de 95% e 5% de erro para as suas estmatvas, consderando-se uma população de usuáros naquele período. Utlzou-se a amostra estratfcada para o mês referdo acma. 3 o FASE: Análse de Resultados

8 8 ETAPA 1: Tabulação e Análse de dados Após a tragem crítca, foram descartados 10 questonáros dos 53 que foram aplcados, os survey foram processados no programa de estatístca SPSS versão 8.0 para Wndows. 5. Resultados O Ro Sucur recebe turstas de város Estados brasleros, nclusve de turstas estrangeros para a prátca da flutuação nas águas do Ro Sucur e a cavalgada no entorno do Ro. A Flutuação que dura aproxmadamente uma hora é pratcada daramente em grupos de oto pessoas num ntervalo de 30mn entre eles; o percurso até a Nascente é feto por veículo motorzado e posterormente a pé sendo acompanhado por um gua local credencado pela EMBRATUR. Para a avalação da demanda turístca no Ro Sucur, fo elaborados Survey de pesqusa subdvdo em quatro grandes blocos englobando assuntos dstntos e de nteresse para a pesqusa: percepção ambental; objetvos da vsta; avalação do local pelo tursta e aspectos sóco-econômco Percepção Ambental As questões do bloco 1 tveram por objetvo avalar a percepção do entrevstado em relação ao recurso natural que está sendo dsponblzado para a vstação. Todos os entrevstados afrmaram ser mportante a preservação do local, destes, 34,89% acham que o Ro Sucur tem de ser preservado pelo smples fato de preservar, de dexar este atvo em bom estado de conservação para as gerações futuras; outros 27% admtem que é fundamental a preservação do Ro para a manutenção do Tursmo; 11,63% afrmaram que o ser humano precsa da água para a sua sobrevvênca, 11,63% referram-se às belezas naturas exstentes no empreendmento; outros 25,58 dvdramse em menor escala entre patrmôno, fragldade da natureza, água, natureza, ecossstema e a peculardade do local.

9 9 7% 7% 12% 34% preservação tursmo vda depende da natureza belez 12% 12% 16% ecossstema água Fgura 01: A mportânca da preservação outros 74% dos turstas são favoráves a comercalzação dos recursos naturas desde que cause o mínmo de mpacto possível, 14% acham que os recursos naturas foram fetos para serem explorados e há aqueles 5% que acredtam que a utlzação dos recursos para o tursmo, prncpalmente em Bonto é uma forma de se projetar o Estado para outros lugares. 5% 5% 2% 74% 14% deve ser explorado explorado com o mínmo de mpacto dvulgar o estado desde que com planejamento contra a comercalzação Fgura 02: Opnão dos turstas a respeto da comercalzação dos recursos naturas Com relação ao planejamento ecoturístco do Ro Sucur, a grande maora 61% não fara qualquer mudança no local, porém 37% dos entrevstados faram melhoras na nfra-estrutura local ou regonal, nserram mas atvdades de lazer, passeos mas prolongados, maor nteratvdade, entre númeras outras propostas que se aplcadas resultaram num maor contentamento entre os vstantes.

10 10 97,67% dos entrevstados afrmaram não terem detectado nenhum tpo de problema ambental, os 2,33% restantes observaram que os pexes estavam sendo almentados de forma nadequada. 2% fara mudanças 37% não fara mudanças 61% nulo Fgura 03: se os turstas faram mudanças no Ro Sucur nfra-estrutura 6% 6% 19% 6% 6% 57% mas atvdades passeo mas prolongado maor nteratvdade mostras de vídeo outros Fgura 04: Mudanças os turstas assnalaram ser mportantes 5.2 Objetvos da Vsta O prncpal agente motvador da da do tursta ao Ro Sucur fo conhecer o local pelo smples fato de estar lá, segudo de maor contato com a natureza e ndcação de amgos ou parentes, todos com respectvamente 12%. O veículo mas utlzado para a dvulgação fo as agêncas de vagem com 34%, segudo de ndcação de amgos e/ou parentes (26%). Em menor escala aparecem a Internet com 7% e matéras jornalístcas com 14%. O tempo de permanênca do tursta no Ro Sucur dura em méda de 6 horas. O longo tempo é resultado de fatores como a capacdade de carga do passeo que lmta o número de pessoas ao mesmo tempo na flutuação.

11 11 39% 21% maor contato com natureza ndcação 28% Fgura 05: Motvo da vsta 12% apenas conhecer outros propaganda ndcação 34% 19% Internet 14% 7% 26% matéras jornalístcas agênca de vagens Fgura 06: Agente motvador da vsta 5.3 Avalação do local pelo Tursta Este bloco avalou as notas atrbuídas à nfra-estrutura local, bem como a prestação de servços e a conservação do Ro Sucur. Fo subdvdo em treze questos: estaconamento, conservação das margens do ro, quantdade e lmpeza de banheros, quantdade de lxeras, qualdade da água, flora e fauna, equpamento para prátca de mergulho, segurança (salva-vdas), guas, atendmento, estrutura do restaurante, almentação à qual recebeu do entrevstado uma nota que osclava entre 0 e 10. A pontuação atrbuída pelo tursta varou entre 7,85 e 9,88, a méda mas baxa fo regstrada na quantdade de lxeras, onde o tursta verfcou a carênca de lxeras, prncpalmente na área próxma à margem do ro. Com relação ao estaconamento a méda de 8,36 fo dada prncpalmente pela ausênca de árvores no local, alegando que estas se concentravam apenas nas áreas próxmas ao redáro. As melhores notas foram

12 12 atrbuídas à qualdade da água e conservação das margens do ro com as respectvas pontuações 9,88 e 9,74. 8,549,06 8,05 9,2 8,36 9,74 8,61 7,85 9,27 9,44 9,88 9,45 estaconamento quantdade e lmpeza de banheros qualdade da água emto para rátca esportva guas estrutura do restaurante organzação 9,41 conservação das margens d quantdade de lxeras flora e fauna segurança atendmento almentação Fgura 07: Notas atrbuídas a estrutura do empreendmento 5.4 Aspectos sóco-econômcos O Ro Sucur recebe tursta de város Estados brasleros, porém a grande maora é procedente de São Paulo representando uma demanda de 55,26% seguda de Mato Grosso do Sul, com 15,78%. Com menor freqüênca aparecem os Estados do Espírto Santo e Dstrto Federal, ambos com 2,63%. Fo regstrado a presença de turstas estrangeros do Paragua, representando 9,4% e a Nova Zelânda com 2,63%. 5% 5% 5% 5% 8% 56% 16% Fgura08: Estados emssores de turstas SP PR GO Outros MS MG RJ As cdades que mas emtem turstas para o Ro Sucur são Presdente Prudente, São Paulo e Campo Grande, com uma demanda de respectvamente 13,95%, 11,62% e 11,62%, provando assm, que o fluxo de turstas paulstas é realmente sgnfcatvo. Outra conclusão trada a partr da aplcação do survey fo com relação ao número de

13 13 turstas do muncípo de Bonto que fo pratcamente nula, ou seja, dexou evdente a exclusão da população Bontense no período em questão em passeos como a flutuação no Ro Sucur 36% 5% 5% 5% 5% 13% 7% 12% 12% Presdente Prudente São Paulo Campo Grande Assuncon Rberão Preto Ro de Janero Belo Horzonte Umuarama outros Fgura 09: Prncpas cdades emssoras de turstas Os entrevstados eram em sua maora do sexo masculno representando 67,44% da amostra, sendo 32,55% predomnantemente entre 21 e 30 anos. Isso representa na prâmde etára a parcela da população economcamente atva com saláros compreendendo uma méda de R$ 4637,00, ou seja, 76,19% dos turstas ganham acma de R$ 3000,00 O saláro acma da méda é resultado de uma população com elevado grau de escolardade, uma méda de 16anos. 2% 21% 9% 7% 33% 15 a a a 40 28% 41 a a 60 acma de 60 Fgura 10: Faxa etára dos vstantes A vagem em geral fo realzada com famlares e/ou amgos e o tempo de permanênca em Bonto fo por um período de aproxmadamente 3 das;. dada a dversdade de atratvos turístcos no muncípo. Percebe-se que de modo geral o tursta conhece o local superfcalmente. Com relação aos meos de hospedagens, o mas

14 14 utlzado é o Hotel/pousada com 88,36%, segudo pela casa de amgos (7%) e pela casa alugada e albergue, ambos com 2,32% 7% 2% 2% hotel/pousada casa de amgos casa alugada albergue 89% Fgura 11: Meos de hospedagem utlzado O meo de transporte mas utlzado fo o automóvel própro com 39%, segudo por ônbus de excursão (26%). Com menor ncdênca apareceram os que se utlzaram de avão e outros tpos de transportes e Van. A dstânca percorrda fo em méda de 990 qulômetros, sendo utlzado em ordem decrescente de tpologa de combustível, o óleo desel, 53%; a gasolna, 41% e o álcool, 4%. Dos veículos utlzados 12% tveram uma méda de gastos com revsão ou troca de óleo de R$ 94,40; 51% não tveram nenhum tpo de despesa com o automóvel e os 37% restantes não souberam nformar, já que seus deslocamento fo feto por empresa destnada ao transporte de passageros. 9% 5% ônbus 26% 9% autómovel própro avão e van avão e carro 12% avão e onbus 39% van Fgura 12: Tpo de transporte utlzado

15 15 Somando-se os gastos com revsão ou troca de óleo, a estada, mas os gastos com passeo méda de R$ 150,00, percebe-se que é relatvamente caro fazer tursmo em Bonto, resultando em uma demanda com poder aqustvo superor à méda naconal Análse da função de demanda por tursmo na Nascente do Ro Sucur Bonto/MS Serão apresentados neste tem os resultados referentes à estmatva e análse da função de demanda por tursmo na Nascente do Ro Sucur, bem como os benefícos da atvdade recreatva proporconada aos seus vstantes. Os resultados foram analsados consderando os dados agregados em anés, o que permte estmar, de manera smplfcada, os benefícos auferdos aos vstantes, a partr dos respectvos locas de procedênca delmtados pelas faxas de dstânca. O modelo que melhor ajustou os dados agrupados por anés fo o modelo loglog. O modelo estmado fo LNTV= -1,825 LNCPERCAP + 0,897 LNRENDA (-10,187) ( 6,426 ) onde: LNTV é o logartmo natural da taxa de vsta, LNCPERCAP é o logartmo natural do custo total per capta por vsta e LNRENDA é o logartmo natural do rendmento médo dos vstantes. Nesse modelo, nenhuma varável qualtatva fo sgnfcatva e a elastcdade custos snalza que para cada 10% de ncremento nos custos de vagem haverá um queda de 18,25% da densdade de vstas e para um acréscmo de 10% na renda méda dos vstantes haverá um ncremento de 8,97% na densdade de vstas. O benefíco anual ou excedente do consumdor, proporconado pela atvdade recreatva, representou o montante de R$ , Referêncas Bblográfcas ANDRADE,J. Fundamentos e dmensões, 8º Edção, São Paulo,Edtora Átca 2000 BABBIE,E.Métodos de pesqusa de surves, tradução Gulherme Cesarno, Belo Horzonte, Edtora UFMS, 1999

16 16 BELLUZZO, W. Valoração de bens públcos: o método de avalação contngente. São Paulo, p. Dssertação (M.S.) Faculdade de Economa, Admnstração e Contabldade, Unversdade de São Paulo. BRUNDTLAND, G, H. Nosso Futuro Comum: Comssão Mundal sobre o Meo Ambente e Desenvolvmento, 2º edção, Ro de Janero: Edtora da Fundação Getúlo Vargas,1991 CLAWSON, M. Methods of Measurng the Demand for and value of Outdoor Recreaton. In: OATES, W.E. The Economcs of the Envronment. Great Brtan: Elgar Crtcal Wrtngs Reader Seres, COSTANZA, R. Fronters n Ecologcal Economcs. Cheltenham, UK: Edward Elgar Publshng Lmted, FREEMAN, A M. The benefts of. Envronmental mprovement : teory and practce. Baltmore; Johns Hopkngs, p HANLEY, N.; SPASCH, C. L. Cost beneft analyss an the envronment. USA: Edward Company, LINDBERG,K.; HAWKINS,D.E. Ecotursmo-um gua para planejamento e gestão, São Paulo: Edtora Senac, p McCONNELL, K. E. The economs of. outdoor recreaton. In: KNEESE, A V.; SWEENEY, J. L. Handbook of. natural resource and energy economcs. Amsterdan: Elsever Scence, p MOTA, A. Valoração de atvos ambentas como subsído à decsão públca. Brasíla, p. Tese (Doutorado)- Centro de Desenvolvmento Sustentável UnB. SACHS, I. Estratégas de transção para o século XXI. P In: Para pensar o desenvolvmento sustentável. BURSZTYN, M. (org). São Paulo: Edtora Braslense, p. TISDELL, C. A Economcs of. envronmental conservaton: economcs for envronmental and ecologcal management. Amsterdam: Elsever Scense, p VIOLA, E. Reflexões sobre os dlemas do Brasl na segunda metade da década de 1990 e sobre uma agenda de polítcas públcas baseadas na democraca, na equdade, na efcênca e na sustentabldade. p In: Contrbução para um novo modelo de desenvolvmento. Goâna: Centro de Estudos Regonas da Unversdade Federal de Goás, 1997 Wcke, L.;WESKAMP, A.;Schultz, W.; BECHMANN, A. Valoração do Meo Ambente, Custos da Polução e Benefícos da Proteção Ambental. Curtba: Insttuto Ambental do Paraná, 1994.

Valoração Econômica de Benefícios Ambientais como Suporte a Formulação de Políticas Públicas: Um Estudo de Caso no Balneário Municipal de Bonito MS

Valoração Econômica de Benefícios Ambientais como Suporte a Formulação de Políticas Públicas: Um Estudo de Caso no Balneário Municipal de Bonito MS Valoração Econômca de Benefícos Ambentas como Suporte a Formulação de Polítcas Públcas: Um Estudo de Caso no Balneáro Muncpal de Bonto MS 1. INTRODUÇÃO SILVA 1, Lucana Ferrera; WEISS 2, Joseph O contínuo

Leia mais

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação Mnstéro da Educação Insttuto Naconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera Cálculo do Conceto Prelmnar de Cursos de Graduação Nota Técnca Nesta nota técnca são descrtos os procedmentos utlzados

Leia mais

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO - SEPLAG INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ - IPECE NOTA TÉCNICA Nº 29 PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS

Leia mais

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA ",, 1," ;,,," 1, C?5lMnstérO Públco do "':'1"') Trabalho PRT 23,! Superlntenrlenca RegonaJ do Ma:toGro$So!! (', ' \_ \ '1 j t t' 1 PROJETO: Qualfcação e Renserção Profssonal dos Resgatados do Trabalho

Leia mais

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel Estmatva da Incerteza de Medção da Vscosdade Cnemátca pelo Método Manual em Bodesel Roberta Quntno Frnhan Chmn 1, Gesamanda Pedrn Brandão 2, Eustáquo Vncus Rbero de Castro 3 1 LabPetro-DQUI-UFES, Vtóra-ES,

Leia mais

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823

Leia mais

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL. A FUNÇÃO DE PRODUÇÃO E SUPERMERCADOS NO BRASIL ALEX AIRES CUNHA (1) ; CLEYZER ADRIAN CUNHA (). 1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL;.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

Leia mais

Elaboração: Fevereiro/2008

Elaboração: Fevereiro/2008 Elaboração: Feverero/2008 Últma atualzação: 19/02/2008 E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo esclarecer aos usuáros a metodologa de cálculo e os crtéros de precsão utlzados na atualzação das Letras

Leia mais

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para Objetvos da aula Essa aula objetva fornecer algumas ferramentas descrtvas útes para escolha de uma forma funconal adequada. Por exemplo, qual sera a forma funconal adequada para estudar a relação entre

Leia mais

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento Análse Econômca da Aplcação de Motores de Alto Rendmento 1. Introdução Nesta apostla são abordados os prncpas aspectos relaconados com a análse econômca da aplcação de motores de alto rendmento. Incalmente

Leia mais

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos Despacho Econômco de Sstemas Termoelétrcos e Hdrotérmcos Apresentação Introdução Despacho econômco de sstemas termoelétrcos Despacho econômco de sstemas hdrotérmcos Despacho do sstema braslero Conclusões

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca nº 256/2009-SRE/ANEEL Brasíla, 29 de julho de 2009 METODOLOGIA E ÁLULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca n o 256/2009 SRE/ANEEL Em 29 de julho de 2009. Processo nº 48500.004295/2006-48

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 00 ODELOS ATEÁTICOS E CONSUO DE ENERGIA ELÉTRICA Clece de Cássa Franco Cdade Centro Unverstáro Francscano klleyce@hotmal.com Leandra Anversa Foreze Centro Unverstáro Francscano

Leia mais

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado Varabldade Espacal do Teor de Água de um Argssolo sob Planto Convenconal de Fejão Irrgado Elder Sânzo Aguar Cerquera 1 Nerlson Terra Santos 2 Cásso Pnho dos Res 3 1 Introdução O uso da água na rrgação

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia CCSA - Centro de Cêncas Socas e Aplcadas Curso de Economa ECONOMIA REGIONAL E URBANA Prof. ladmr Fernandes Macel LISTA DE ESTUDO. Explque a lógca da teora da base econômca. A déa que sustenta a teora da

Leia mais

Palavras-chave: jovens no mercado de trabalho; modelo de seleção amostral; região Sul do Brasil.

Palavras-chave: jovens no mercado de trabalho; modelo de seleção amostral; região Sul do Brasil. 1 A INSERÇÃO E O RENDIMENTO DOS JOVENS NO MERCADO DE TRABALHO: UMA ANÁLISE PARA A REGIÃO SUL DO BRASIL Prscla Gomes de Castro 1 Felpe de Fgueredo Slva 2 João Eustáquo de Lma 3 Área temátca: 3 -Demografa

Leia mais

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial O mgrante de retorno na Regão Norte do Brasl: Uma aplcação de Regressão Logístca Multnomal 1. Introdução Olavo da Gama Santos 1 Marnalva Cardoso Macel 2 Obede Rodrgues Cardoso 3 Por mgrante de retorno,

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização Gestão de Obras Públcas Aula 2 Profa. Elsamara Godoy Montalvão Organzação da Aula Tópcos que serão abordados na aula Admnstração e Gestão Muncpal Problemas Admnstração e Gestão Muncpal Gestão do Conhecmento

Leia mais

Introdução e Organização de Dados Estatísticos

Introdução e Organização de Dados Estatísticos II INTRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 2.1 Defnção de Estatístca Uma coleção de métodos para planejar expermentos, obter dados e organzá-los, resum-los, analsá-los, nterpretá-los e deles extrar

Leia mais

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola Nota Técnca Médas do ENEM 2009 por Escola Crado em 1998, o Exame Naconal do Ensno Médo (ENEM) tem o objetvo de avalar o desempenho do estudante ao fm da escolardade básca. O Exame destna-se aos alunos

Leia mais

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica 1 a 5 de Agosto de 006 Belo Horzonte - MG Expressão da ncerteza de Medção para a Grandeza Energa Elétrca Eng. Carlos Alberto Montero Letão CEMG Dstrbução S.A caletao@cemg.com.br Eng. Sérgo Antôno dos Santos

Leia mais

Elaboração: Novembro/2005

Elaboração: Novembro/2005 Elaboração: Novembro/2005 Últma atualzação: 18/07/2011 Apresentação E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo nformar aos usuáros a metodologa e os crtéros de precsão dos cálculos referentes às Cédulas

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES O Danel Slvera pedu para eu resolver mas questões do concurso da CEF. Vou usar como base a numeração do caderno foxtrot Vamos lá: 9) Se, ao descontar uma promssóra com valor de face de R$ 5.000,00, seu

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnlesteMG Dscplna: Introdução à Intelgênca Artfcal Professor: Luz Carlos Fgueredo GUIA DE LABORATÓRIO LF. 01 Assunto: Lógca Fuzzy Objetvo: Apresentar o

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002 Regulamenta o estabelecdo na Resolução CNPE n 7, de 21 de agosto de 2002, aprovada pela Presdênca da Repúblca em 22

Leia mais

Sistemas de Filas: Aula 5. Amedeo R. Odoni 22 de outubro de 2001

Sistemas de Filas: Aula 5. Amedeo R. Odoni 22 de outubro de 2001 Sstemas de Flas: Aula 5 Amedeo R. Odon 22 de outubro de 2001 Teste 1: 29 de outubro Com consulta, 85 mnutos (níco 10:30) Tópcos abordados: capítulo 4, tens 4.1 a 4.7; tem 4.9 (uma olhada rápda no tem 4.9.4)

Leia mais

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 Rcardo Kuresk 2 Glson Martns 3 Rossana Lott Rodrgues 4 1 - INTRODUÇÃO 1 2 3 4 O nteresse analítco pelo agronegóco exportador

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1 Segundo Menezes-Filho (2001), brasileiros com ensino fundamental completo ganham, em média, três vezes

1 INTRODUÇÃO. 1 Segundo Menezes-Filho (2001), brasileiros com ensino fundamental completo ganham, em média, três vezes A amplação da jornada escolar melhora o desempenho acadêmco dos estudantes? Uma avalação do programa Escola de Tempo Integral da rede públca do Estado de São Paulo 1 INTRODUÇÃO O acesso à educação é uma

Leia mais

d o m i c i l i a r, d o m i c i l i o m i c i l i s o b r e s o b r e s o b r e a d

d o m i c i l i a r, d o m i c i l i o m i c i l i s o b r e s o b r e s o b r e a d s t a d o m c l a r, s o b r e c s t a d o m c l a r, s o b r e c s t a d o m c l a r, s o b r e c Marcos hstórcos: 1993 1996 2004 Objetvo da Pastoral da Pessoa Idosa A Pastoral da Pessoa Idosa tem por

Leia mais

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado)

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado) 5 Aplcação Neste capítulo será apresentada a parte empírca do estudo no qual serão avalados os prncpas regressores, um Modelo de Índce de Dfusão com o resultado dos melhores regressores (aqu chamado de

Leia mais

Análise logística da localização de um armazém para uma empresa do Sul Fluminense importadora de alho in natura

Análise logística da localização de um armazém para uma empresa do Sul Fluminense importadora de alho in natura Análse logístca da localzação de um armazém para uma empresa do Sul Flumnense mportadora de alho n natura Jader Ferrera Mendonça Patríca Res Cunha Ilton Curty Leal Junor Unversdade Federal Flumnense Unversdade

Leia mais

* Economista do Instituto Federal do Sertão Pernambucano na Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional PRODI.

* Economista do Instituto Federal do Sertão Pernambucano na Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional PRODI. O desempenho setoral dos muncípos que compõem o Sertão Pernambucano: uma análse regonal sob a ótca energétca. Carlos Fabano da Slva * Introdução Entre a publcação de Methods of Regonal Analyss de Walter

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL,

ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, 1980/2000 2 1. INTRODUÇÃO 2 2. METODOLOGIA 3 3. ANÁLISE COMPARATIVA

Leia mais

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção O Uso do Software Matlab Aplcado à Prevsão de Índces da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenhara de Produção VICENTE, S. A. S. Unversdade Presbterana Mackenze Rua da Consolação, 930 prédo

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DO FLUXO REVERSO DE PNEUS INSERVÍVEIS ATRAVÉS DE UM MODELO DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES: UM ESTUDO DE CASO

OTIMIZAÇÃO DO FLUXO REVERSO DE PNEUS INSERVÍVEIS ATRAVÉS DE UM MODELO DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES: UM ESTUDO DE CASO OTIMIZAÇÃO DO FLUXO REVERSO DE PNEUS INSERVÍVEIS ATRAVÉS DE UM MODELO DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES: UM ESTUDO DE CASO Felpe Mendonca Gurgel Bandera (UFERSA) felpembandera@hotmal.com Breno Barros Telles

Leia mais

Cálculo do Conceito ENADE

Cálculo do Conceito ENADE Insttuto aconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera IEP Mnstéro da Educação ME álculo do onceto EADE Para descrever o cálculo do onceto Enade, prmeramente é mportante defnr a undade de observação

Leia mais

TITLE: ANALYSIS OF THE ACADEMIC PERFORMANCE OF STUDENTS OF TOURISM COURSE OF A HIGHER EDUCATION INSTITUTION USING MULTIVARIATE TECHNIQUES

TITLE: ANALYSIS OF THE ACADEMIC PERFORMANCE OF STUDENTS OF TOURISM COURSE OF A HIGHER EDUCATION INSTITUTION USING MULTIVARIATE TECHNIQUES TITLE: ANALYSIS OF THE ACADEMIC PERFORMANCE OF STUDENTS OF TOURISM COURSE OF A HIGHER EDUCATION INSTITUTION USING MULTIVARIATE TECHNIQUES Teóflo Camara Mattozo (Unversdade Estadual do Ro Grande do Norte,

Leia mais

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que DESEMPREGO DE JOVENS NO BRASIL I. Introdução O desemprego é vsto por mutos como um grave problema socal que vem afetando tanto economas desenvolvdas como em desenvolvmento. Podemos dzer que os índces de

Leia mais

Trabalho apresentado ao GT Turismo e Recursos Naturais do V Seminário de Pesquisa em Turismo do MERCOSUL Caxias do Sul, 27 e 28 de junho de 2008.

Trabalho apresentado ao GT Turismo e Recursos Naturais do V Seminário de Pesquisa em Turismo do MERCOSUL Caxias do Sul, 27 e 28 de junho de 2008. 1 Valoração Econômica das Cavernas da Microbacia do Rio Salobra, Bodoquena -MS como Subsídio ao Planejamento Ecoturístico 1 SILVA, Luciana Ferreira 2 ; CAMARGO, Rafael 3 2. Docente da Universidade Estadual

Leia mais

IV - Descrição e Apresentação dos Dados. Prof. Herondino

IV - Descrição e Apresentação dos Dados. Prof. Herondino IV - Descrção e Apresentação dos Dados Prof. Herondno Dados A palavra "dados" é um termo relatvo, tratamento de dados comumente ocorre por etapas, e os "dados processados" a partr de uma etapa podem ser

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é:

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é: UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI A REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS Ademr José Petenate Departamento de Estatístca - Mestrado em Qualdade Unversdade Estadual de Campnas Brasl 1. Introdução Qualdade é hoje

Leia mais

SALÁRIO DE RESERVA E DURAÇÃO DO DESEMPREGO NO BRASIL: UMA ANÁLISE COM DADOS DA PESQUISA DE PADRÃO DE VIDA DO IBGE

SALÁRIO DE RESERVA E DURAÇÃO DO DESEMPREGO NO BRASIL: UMA ANÁLISE COM DADOS DA PESQUISA DE PADRÃO DE VIDA DO IBGE SALÁRIO DE RESERVA E DURAÇÃO DO DESEMPREGO NO BRASIL: UMA ANÁLISE COM DADOS DA PESQUISA DE PADRÃO DE VIDA DO IBGE Vctor Hugo de Olvera José Ramundo Carvalho Resumo O objetvo do presente estudo é o de analsar

Leia mais

Modelo de distribuição de recursos para o transporte escolar rural a partir dos princípios da igualdade e da equidade

Modelo de distribuição de recursos para o transporte escolar rural a partir dos princípios da igualdade e da equidade Modelo de dstrbução de recursos para o transporte escolar rural a partr dos prncípos da gualdade e da equdade Alan Rcardo da Slva 1 ; Yaeko Yamashta 2 Resumo: O transporte escolar rural consttu um mportante

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recfe - PE GRUPO - VI GRUPO DE ESTUDO DE COMERCIALIZAÇÃO, ECONOMIA E REGULAÇÃO DE ENERGIA

Leia mais

E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL

E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL Clarssa Côrtes Pres Ernesto Cordero Marujo José Cechn Superntendente Executvo 1 Apresentação Este artgo examna se o rankng das Undades

Leia mais

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas Introdução à Análse de Dados nas meddas de grandezas físcas www.chem.wts.ac.za/chem0/ http://uregna.ca/~peresnep/ www.ph.ed.ac.uk/~td/p3lab/analss/ otas baseadas nos apontamentos Análse de Dados do Prof.

Leia mais

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA DA PRODUÇÃO DA UFRN: UMA ANÁLISE COMPARATIVA

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA DA PRODUÇÃO DA UFRN: UMA ANÁLISE COMPARATIVA PERCEPÇÃO AMBIETAL DOS ESTUDATES DE EGEHARIA DA PRODUÇÃO DA UFR: UMA AÁLISE COMPARATIVA Rose M. P. R. de Macêdo 1, Sayonara S. Rocha 1, Esmeraldo M. dos Santos 1, Marcus A. F. Melo 1 e Sérgo M. Júnor 1

Leia mais

Regressão e Correlação Linear

Regressão e Correlação Linear Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,

Leia mais

III. Consequências de um novo padrão de inserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na região metropolitana de São Paulo

III. Consequências de um novo padrão de inserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na região metropolitana de São Paulo CEPAL - SERIE Polítcas socales N 60 III. Consequêncas de um novo padrão de nserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na regão metropoltana de São Paulo A. Introdução Rcardo Paes de

Leia mais

Métodos de Monitoramento de Modelo Logit de Credit Scoring

Métodos de Monitoramento de Modelo Logit de Credit Scoring Métodos de Montoramento de Modelo Logt de Credt Scorng Autora: Armando Chnelatto Neto, Roberto Santos Felíco, Douglas Campos Resumo Este artgo dscute algumas técncas de montoramento de modelos de Credt

Leia mais

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PÓS-GRADUAÇÃO - I CICPG SUL BRASIL Florianópolis 2010

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PÓS-GRADUAÇÃO - I CICPG SUL BRASIL Florianópolis 2010 Floranópols 200 ANÁLISE COMPARATIVA DA INFLUÊNCIA DA NEBULOSIDADE E UMIDADE RELATIVA SOBRE A IRRADIAÇÃO SOLAR EM SUPERFÍCIE Eduardo Wede Luz * ; Nelson Jorge Schuch ; Fernando Ramos Martns 2 ; Marco Cecon

Leia mais

Influência dos Procedimentos de Ensaios e Tratamento de Dados em Análise Probabilística de Estrutura de Contenção

Influência dos Procedimentos de Ensaios e Tratamento de Dados em Análise Probabilística de Estrutura de Contenção Influênca dos Procedmentos de Ensaos e Tratamento de Dados em Análse Probablístca de Estrutura de Contenção Mara Fatma Mranda UENF, Campos dos Goytacazes, RJ, Brasl. Paulo César de Almeda Maa UENF, Campos

Leia mais

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Análse de Regressão Profa Alcone Mranda dos Santos Departamento de Saúde Públca UFMA Introdução Uma das preocupações estatístcas ao analsar dados, é a de crar modelos que explctem estruturas do fenômeno

Leia mais

ANÁLISE DA ECOEFICIÊNCIA DOS MODOS DE TRANSPORTE URBANO DE PASSAGEIROS COM ÊNFASE NO MODO AQUAVIÁRIO

ANÁLISE DA ECOEFICIÊNCIA DOS MODOS DE TRANSPORTE URBANO DE PASSAGEIROS COM ÊNFASE NO MODO AQUAVIÁRIO ANÁLISE DA ECOEFICIÊNCIA DOS MODOS DE TRANSPORTE URBANO DE PASSAGEIROS COM ÊNFASE NO MODO AQUAVIÁRIO Vanessa de Almeda Gumarães Ilton Curty Leal Junor Julana Pedroso de Sales Jullyanna da Costa Abade Fernanda

Leia mais

REGULAMENTO GERAL (Modalidades 1, 2, 3 e 4)

REGULAMENTO GERAL (Modalidades 1, 2, 3 e 4) REGULAMENTO GERAL (Modaldades 1, 2, 3 e 4) 1. PARTICIPAÇÃO 1.1 Podem concorrer ao 11º Prêmo FIEB de Desempenho Socoambental da Indústra Baana empresas do setor ndustral nas categoras MICRO E PEQUENO, MÉDIO

Leia mais

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO Roberta Montello Amaral (UNIFESO) amaralroberta@yahoo.com.br Crado em 1990, o Saeb é um sstema de avalação do MEC que, junto à

Leia mais

Equipas Educativas Para uma nova organização da escola. João Formosinho Joaquim Machado

Equipas Educativas Para uma nova organização da escola. João Formosinho Joaquim Machado Equpas Educatvas Para uma nova organzação da escola João Formosnho Joaqum Machado TRANSFORMAÇÕES NA ESCOLA BÁSICA TRANSFORMAÇÕES NA ESCOLA BÁSICA A expansão escolar e a mplementação das polítcas de nclusão

Leia mais

Situação Ocupacional dos Jovens das Comunidades de Baixa Renda da Cidade do Rio de Janeiro *

Situação Ocupacional dos Jovens das Comunidades de Baixa Renda da Cidade do Rio de Janeiro * Stuação Ocupaconal dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero * Alessandra da Rocha Santos Cínta C. M. Damasceno Dense Brtz do Nascmento Slva ' Mara Beatrz A. M. da Cunha Palavras-chave:

Leia mais

O SETOR DE TURISMO NA REGIÃO NORDESTE: MEDIDAS E IMPACTOS A PARTIR DA MATRIZ INSUMO- PRODUTO INTER-REGIONAL

O SETOR DE TURISMO NA REGIÃO NORDESTE: MEDIDAS E IMPACTOS A PARTIR DA MATRIZ INSUMO- PRODUTO INTER-REGIONAL O SETOR DE TURISMO NA REGIÃO NORDESTE: MEDIDAS E IMPACTOS A PARTIR DA MATRIZ INSUMO- PRODUTO INTER-REGIONAL Poema Iss Andrade de Souza * Joaqum José Martns Gulhoto ** Raul da Mota Slvera Neto *** RESUMO

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE)

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) IPECE ota Técnca GOVERO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLAEJAMETO E GESTÃO (SEPLAG) ISTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECOÔMICA DO CEARÁ (IPECE) OTA TÉCICA º 33 METODOLOGIA DE CÁLCULO DA OVA LEI DO ICMS

Leia mais

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica.

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica. Análse do Retorno da Edcação na Regão Norte em 2007: Um Estdo à Lz da Regressão Qantílca. 1 Introdcão Almr Rogéro A. de Soza 1 Jâno Macel da Slva 2 Marnalva Cardoso Macel 3 O debate sobre o relaconamento

Leia mais

Aplicando o método de mínimos quadrados ordinários, você encontrou o seguinte resultado: 1,2

Aplicando o método de mínimos quadrados ordinários, você encontrou o seguinte resultado: 1,2 Econometra - Lsta 3 - Regressão Lnear Múltpla Professores: Hedbert Lopes, Prscla Rbero e Sérgo Martns Montores: Gustavo Amarante e João Marcos Nusdeo QUESTÃO 1. Você trabalha na consultora Fazemos Qualquer

Leia mais

ESTIMATIVA DOS BENEFÍCIOS AMBIENTAIS DO LITORAL DE ILHÉUS - BAHIA: ALTA ESTAÇÃO DE 2006.

ESTIMATIVA DOS BENEFÍCIOS AMBIENTAIS DO LITORAL DE ILHÉUS - BAHIA: ALTA ESTAÇÃO DE 2006. ESTIMATIVA DOS BENEFÍCIOS AMBIENTAIS DO LITORAL DE ILHÉUS - BAHIA: ALTA ESTAÇÃO DE 200. CARLA REGINA FERREIRA FREIRE GUIMARAES () ; CRISTIANE APARECIDA DE CERQUEIRA (2) ; FRANCISCO CASIMIRO FILHO (3) ;

Leia mais

Estatística stica Descritiva

Estatística stica Descritiva AULA1-AULA5 AULA5 Estatístca stca Descrtva Prof. Vctor Hugo Lachos Davla oo que é a estatístca? Para mutos, a estatístca não passa de conjuntos de tabelas de dados numércos. Os estatístcos são pessoas

Leia mais

AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP

AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP º. Autor Patríca Lopes Rosado: Economsta, Mestre em Economa Rural e Doutoranda em Economa Aplcada pelo Departamento

Leia mais

AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO

AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO Celestno Rodrgues Ruvo Área Departamental de Engenhara Mecânca, Escola Superor de Tecnologa da Unversdade do Algarve, 8000 Faro, Portugal

Leia mais

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos CAPÍTULO 1 Exercícos Propostos Atenção: Na resolução dos exercícos consderar, salvo menção em contráro, ano comercal de das. 1. Qual é a taxa anual de juros smples obtda em uma aplcação de $1.0 que produz,

Leia mais

Nº 20 Dezembro de 2011. A Evolução do PIB dos Estados e Regiões Brasileiras no Período 2002-2009 Valores definitivos

Nº 20 Dezembro de 2011. A Evolução do PIB dos Estados e Regiões Brasileiras no Período 2002-2009 Valores definitivos Nº 20 Dezembro de 2011 A Evolução do PIB dos Estados e Regões Brasleras no Período 2002-2009 Valores defntvos GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cd Ferrera Gomes Governador Domngos Gomes de Aguar Flho Vce Governador

Leia mais

Testando um Mito de Investimento : Eficácia da Estratégia de Investimento em Ações de Crescimento.

Testando um Mito de Investimento : Eficácia da Estratégia de Investimento em Ações de Crescimento. Testando um Mto de Investmento : Efcáca da Estratéga de Investmento em Ações de Crescmento. Autora: Perre Lucena Rabon, Odlon Saturnno Slva Neto, Valera Louse de Araújo Maranhão, Luz Fernando Correa de

Leia mais

Processos participativos na estratégia para a redução da pobreza

Processos participativos na estratégia para a redução da pobreza Processos partcpatvos na estratéga para a redução da pobreza Conteúdo J. Edgerton, K. McClean, C. Robb, P. Shah e S. Tkare Resumo 1. Introdução 1.1 Defnções 1.2 Que são abordagens partcpatvas? 1.3 Fundamento

Leia mais

CQ110 : Princípios de FQ

CQ110 : Princípios de FQ CQ110 : Prncípos de FQ CQ 110 Prncípos de Físco Químca Curso: Farmáca Prof. Dr. Marco Vdott mvdott@ufpr.br Potencal químco, m potencal químco CQ110 : Prncípos de FQ Propredades termodnâmcas das soluções

Leia mais

Prof. Benjamin Cesar. Onde a(n, i) é o fator de valor atual de uma série de pagamentos. M: montante da renda na data do último depósito.

Prof. Benjamin Cesar. Onde a(n, i) é o fator de valor atual de uma série de pagamentos. M: montante da renda na data do último depósito. Matemátca Fnancera Rendas Certas Prof. Benjamn Cesar Sére de Pagamentos Unforme e Peródca. Rendas Certas Anudades. É uma sequênca de n pagamentos de mesmo valor P, espaçados de um mesmo ntervalo de tempo

Leia mais

IX PRÊMIO SEAE 2014 CLASSIFICAÇÃO: 1º LUGAR

IX PRÊMIO SEAE 2014 CLASSIFICAÇÃO: 1º LUGAR IX PRÊMIO SEAE 2014 Tema 2. Regulação da Atvdade Econômca Inscrção: 17 CLASSIFICAÇÃO: 1º LUGAR Título da Monografa: A Estrutura Concorrencal do Mercado de Redes de Transporte de Telecomuncações e os Impactos

Leia mais

Caderno de Exercícios Resolvidos

Caderno de Exercícios Resolvidos Estatístca Descrtva Exercíco 1. Caderno de Exercícos Resolvdos A fgura segunte representa, através de um polígono ntegral, a dstrbução do rendmento nas famílas dos alunos de duas turmas. 1,,75 Turma B

Leia mais

Palavras-chaves detector infravermelho, transmissão atmosférica, atenuação. I. INTRODUÇÃO

Palavras-chaves detector infravermelho, transmissão atmosférica, atenuação. I. INTRODUÇÃO Atenuação atmosférca da Radação Infravermelha: Influênca de elevados níves hgrométrcos no desempenho operaconal de mísses ar-ar. André Gustavo de Souza Curtyba, Rcardo A. Tavares Santos, Fabo Durante P.

Leia mais

Hansard OnLine. Guia Unit Fund Centre

Hansard OnLine. Guia Unit Fund Centre Hansard OnLne Gua Unt Fund Centre Índce Págna Introdução ao Unt Fund Centre (UFC) 3 Usando fltros do fundo 4-5 Trabalhando com os resultados do fltro 6 Trabalhando com os resultados do fltro Preços 7 Trabalhando

Leia mais

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado 64 Capítulo 7: Introdução ao Estudo de Mercados de Energa Elétrca 7.4 Precfcação dos Servços de Transmssão em Ambente Desregulamentado A re-estruturação da ndústra de energa elétrca que ocorreu nos últmos

Leia mais

Controlo Metrológico de Contadores de Gás

Controlo Metrológico de Contadores de Gás Controlo Metrológco de Contadores de Gás José Mendonça Das (jad@fct.unl.pt), Zulema Lopes Perera (zlp@fct.unl.pt) Departamento de Engenhara Mecânca e Industral, Faculdade de Cêncas e Tecnologa da Unversdade

Leia mais

Controle de Ponto Eletrônico. Belo Horizonte

Controle de Ponto Eletrônico. Belo Horizonte Controle de Ponto Eletrônco da Câmara Muncpal de Belo Horzonte Instrutor: André Mafa Latn DIVPES agosto de 2010 Objetvo Informar sobre o preenchmento da folha de frequênca; Facltar o trabalho das chefas;

Leia mais

Determinantes da adoção da tecnologia de despolpamento na cafeicultura: estudo de uma região produtora da Zona da Mata de Minas Gerais 1

Determinantes da adoção da tecnologia de despolpamento na cafeicultura: estudo de uma região produtora da Zona da Mata de Minas Gerais 1 DETERMINANTES DA ADOÇÃO DA TECNOLOGIA DE DESPOLPAMENTO NA CAFEICULTURA: ESTUDO DE UMA REGIÃO PRODUTORA DA ZONA DA MATA DE MINAS GERAIS govanblas@yahoo.com.br Apresentação Oral-Cênca, Pesqusa e Transferênca

Leia mais

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO Professor Maurco Lutz 1 CORRELAÇÃO Em mutas stuações, torna-se nteressante e útl estabelecer uma relação entre duas ou mas varáves. A matemátca estabelece város tpos de relações entre varáves, por eemplo,

Leia mais

Estudo para Implementação de um Sistema de Roteirização e um Novo Centro de Distribuição para uma Empresa de Água Mineral do Sul de Minas Gerais

Estudo para Implementação de um Sistema de Roteirização e um Novo Centro de Distribuição para uma Empresa de Água Mineral do Sul de Minas Gerais Estudo para Implementação de um Sstema de Roterzação e um Novo Centro de Dstrbução para uma Empresa de Água Mneral do Sul de Mnas Geras Ilton Curty Leal Junor ltoncurty@gmal.com UFF Dego de Olvera Pexoto

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3259 RESOLVEU:

RESOLUÇÃO Nº 3259 RESOLVEU: Resolução nº 3259, de 28 de janero de 2005. RESOLUÇÃO Nº 3259 Altera o dreconamento de recursos captados em depóstos de poupança pelas entdades ntegrantes do Sstema Braslero de Poupança e Empréstmo (SBPE).

Leia mais

Determinantes da Adoção da Tecnologia de Despolpamento na Cafeicultura 1

Determinantes da Adoção da Tecnologia de Despolpamento na Cafeicultura 1 Determnantes da Adoção da Tecnologa de Despolpamento na Cafecultura 1 Edson Zambon Monte* Erly Cardoso Texera** Resumo: Os cafecultores de Venda Nova do Imgrante, ES, que em sua maora são agrcultores famlares,

Leia mais

Determinantes da Desigualdade de Renda em Áreas Rurais do Nordeste.

Determinantes da Desigualdade de Renda em Áreas Rurais do Nordeste. Determnantes da Desgualdade de Renda em Áreas Ruras do Nordeste. Autores FLÁVIO ATALIBA BARRETO DÉBORA GASPAR JAIR ANDRADE ARAÚJO Ensao Sobre Pobreza Nº 18 Março de 2009 CAEN - UFC Determnantes da Desgualdade

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA PESQUISA-AÇÃO PARA ENTENDIMENTO DO NEGÓCIO SOCIAL E SUA CADEIA DE ABASTECIMENTO

UTILIZAÇÃO DA PESQUISA-AÇÃO PARA ENTENDIMENTO DO NEGÓCIO SOCIAL E SUA CADEIA DE ABASTECIMENTO XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturdade e desafos da Engenhara de Produção: compettvdade das empresas, condções de trabalho, meo ambente. São Carlos, SP, Brasl, 12 a15 de outubro de 2010.

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GTL.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recfe - PE GRUPO -XV GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA

Leia mais

3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Medidas Numéricas

3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Medidas Numéricas PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EGEHARIA DE TRASPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMETO DE EGEHARIA CIVIL ECV DISCIPLIA: TGT41006 FUDAMETOS DE ESTATÍSTICA 3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Meddas umércas

Leia mais

Estimativa dos fluxos turbulentos de calor sensível, calor latente e CO 2, sobre cana-de-açúcar, pelo método do coespectro.

Estimativa dos fluxos turbulentos de calor sensível, calor latente e CO 2, sobre cana-de-açúcar, pelo método do coespectro. Estmatva dos fluxos turbulentos de calor sensível, calor latente e CO 2, sobre cana-de-açúcar, pelo método do coespectro. O. L. L. Moraes 1, H. R. da Rocha 2, M. A. Faus da Slva Das 2, O Cabral 3 1 Departamento

Leia mais

Metodologia para Eficientizar as Auditorias de SST em serviços contratados Estudo de caso em uma empresa do setor elétrico.

Metodologia para Eficientizar as Auditorias de SST em serviços contratados Estudo de caso em uma empresa do setor elétrico. Metodologa para Efcentzar as Audtoras de SST em servços contratados Estudo de caso em uma empresa do setor elétrco. Autores MARIA CLAUDIA SOUSA DA COSTA METHODIO VAREJÃO DE GODOY CHESF COMPANHIA HIDRO

Leia mais

Empreendimentos de economia solidária e discriminação de gênero: uma abordagem econométrica

Empreendimentos de economia solidária e discriminação de gênero: uma abordagem econométrica Empreendmentos de economa soldára e dscrmnação de gênero: uma abordagem econométrca Grazelle Isabele Crstna Slva Sucupra Marcelo José Braga RESUMO A realdade vvencada por mutas mulheres no mundo atual

Leia mais

Estudo quantitativo do processo de tomada de decisão de um projeto de melhoria da qualidade de ensino de graduação.

Estudo quantitativo do processo de tomada de decisão de um projeto de melhoria da qualidade de ensino de graduação. Estudo quanttatvo do processo de tomada de decsão de um projeto de melhora da qualdade de ensno de graduação. Rogéro de Melo Costa Pnto 1, Rafael Aparecdo Pres Espíndula 2, Arlndo José de Souza Júnor 1,

Leia mais

Equilíbrio Colusivo no Mercado Brasileiro de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)

Equilíbrio Colusivo no Mercado Brasileiro de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) Unversdade de Brasíla Departamento de Economa Mestrado em Economa do Setor Públco Equlíbro Colusvo no Mercado Braslero de Gás Lquefeto de Petróleo (GLP) Orentador: Prof. Rodrgo Andrés de Souza Peñaloza

Leia mais

Controle de qualidade de produto cartográfico aplicado a imagem de alta resolução

Controle de qualidade de produto cartográfico aplicado a imagem de alta resolução Controle de qualdade de produto cartográfco aplcado a magem de alta resolução Nathála de Alcântara Rodrgues Alves¹ Mara Emanuella Frmno Barbosa¹ Sydney de Olvera Das¹ ¹ Insttuto Federal de Educação Cênca

Leia mais

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar?

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Sumáro Sstemas Robótcos Navegação Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Carlos Carreto Curso de Engenhara Informátca Ano lectvo 2003/2004 Escola Superor de Tecnologa e Gestão da Guarda

Leia mais

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA Metodologa IHFA - Índce de Hedge Funds ANBIMA Versão Abrl 2011 Metodologa IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA 1. O Que é o IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA? O IHFA é um índce representatvo da ndústra de hedge

Leia mais

Nuevas Ideas en Informática Educativa TISE 2015

Nuevas Ideas en Informática Educativa TISE 2015 Nuevas Ideas en Informátca Educatva TISE 205 Avalação da qualdade de ambente vrtual de aprendzagem e da satsfação de deus usuáros: Teora dos conjuntos Fuzzy para tomada de decsão: Um estudo de caso Alfredo

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE A DESIGUALDADE NO ACESSO À SAÚDE NA REGIÃO SUL

UM ESTUDO SOBRE A DESIGUALDADE NO ACESSO À SAÚDE NA REGIÃO SUL 1 UM ESTUDO SOBRE A DESIGUALDADE NO ACESSO À SAÚDE NA REGIÃO SUL Área 4 - Desenvolvmento, Pobreza e Eqüdade Patríca Ullmann Palermo (Doutoranda PPGE/UFRGS) Marcelo Savno Portugal (Professor do PPGE/UFRGS)

Leia mais

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis.

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis. EXERCICIOS AVALIATIVOS Dscplna: ECONOMETRIA Data lmte para entrega: da da 3ª prova Valor: 7 pontos INSTRUÇÕES: O trabalho é ndvdual. A dscussão das questões pode ser feta em grupo, mas cada aluno deve

Leia mais