XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

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1 XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recfe - PE GRUPO - VI GRUPO DE ESTUDO DE COMERCIALIZAÇÃO, ECONOMIA E REGULAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - GCR COMPETIÇÃO ARTIFICIAL NOS LEILÕES DE ENERGIA NOVA Donato da Slva Flho Dyogenes Ros Mchel Nunes Itkes GRUPO EDP ENERGIAS DO BRASIL (*) RESUMO Os Lelões de Energa são os prncpas garantdores da expansão da oferta de energa elétrca. Para os projetos termoelétrcos, a competção é determnada parcalmente pela EPE, que calcula o custo esperado da usna e sua Garanta Físca. O objetvo deste artgo é analsar hstorcamente como os crtéros utlzados pela EPE foram se alterando, mostrando o mpacto destas alterações sobre a compettvdade das dversas fontes termoelétrcas. Fnalmente, sugerem-se alterações metodológcas para adequar a expansão defnda nos Lelões às reas necessdades do Sstema Interlgado Naconal (SIN). PALAVRAS-CHAVE Lelões de Energa Nova, CEC+COP, Plano Decenal, Índce Custo-Benefíco e Receta Fxa INTRODUÇÃO Os Lelões de Energa Nova prevstos no Art. 11 do Decreto 5.163/04 possuem o objetvo de garantr a expansão da oferta de energa elétrca, antevendo as necessdades futuras e crando condções de desenvolvmento de projetos de geração, evtando-se stuações de défct estrutural de energa, o que elevara a chance de um raconamento. Os lelões realzados com cnco anos de antecedênca em relação ao níco de suprmento são chamados de Lelões A-5, enquanto os lelões realzados com três anos de antecedênca são chamados de Lelões A-3. Para que estes lelões ocorra as dstrbudoras de energa elétrca declaram suas necessdades de compra de energa com a respectva antecedênca, e os empreendedores nteressados em desenvolver projetos nscrevem-se para partcpar dos Lelões. Os projetos nscrtos podem ser pequenas centras hdroelétrcas (PCHs), usnas eólcas ou usnas termoelétrcas das mas varadas fontes: bomassa, resíduos de processo, gás natural, carvão mneral, óleo desel, óleo combustível, etc. As usnas hdroelétrcas de maor porte, cujas concessões precsam ser lctadas, partcpam de uma etapa ncal dos lelões, concorrendo posterormente em gualdade com os outros projetos hdroelétrcos. Para que crtéros econômcos dreconem a expansão do sstema, os Lelões são formatados de modo que os empreendmentos vencedores são aqueles que ofertam energa ao menor preço possível. Além dsso, os Lelões prorzam o atendmento à demanda através da oferta hdroelétrca dsponível, dexando a demanda remanescente para ser atendda por usnas termoelétrcas. O volume de energa que cada usna pode vender, hdro ou termoelétrca, corresponde à Garanta Físca do empreendmento, calculada conforme metodologa estabelecda pelo Mnstéro de Mnas e Energa (MME) (1). As usnas hdroelétrcas vencedoras dos certames celebram contratos na modaldade de quantdade, frmando o compromsso de entrega do volume de energa ao preço ofertado no Lelão. Por outro lado, as usnas (*) Rua Bandera Paulsta, 530, Itam Bb, São Paulo SP, CEP Tel: (11) , Fax: (11) , emal: {donato.flho, dyogenes,

2 2 termoelétrcas vencedoras celebram contratos na modaldade de dsponbldade, frmando o compromsso de manterem-se dsponíves para o sstema a partr do recebmento de uma Receta Fxa (responsável pelo ressarcmento dos custos fxos, nclundo encargos e mpostos, além da remuneração do captal nvestdo) e de uma Receta Varável (responsável pelo reembolso do custo de operação e manutenção, nclundo combustível). Para as usnas hdroelétrcas, a competção é dreta, pos o preço de oferta no lelão (base do processo de competção) corresponde ao valor em R$/MWh que efetvamente será pago pelos consumdores fnas de energa. Para as usnas termoelétrcas, para que a competção ocorra smultaneamente entre todas as fontes, a sstemátca dos lelões basea-se em um Índce Custo Benefíco (ICB) que consdera as parcelas de nvestmento (Receta Fxa requerda pelo empreendedor), e Custo Esperado de Operação (COP) somado ao Custo Esperado das Exposções no Mercado de Curto Prazo (CEC) (4). O cálculo do COP+CEC é realzado a partr de cenáros futuros de operação do Sstema Interlgado Naconal (SIN), que possuem dentre suas váras premssas a expectatva de expansão do parque gerador atual. Dependendo destas premssas, uma usna termoelétrca pode ser mas ou menos despachada, tanto em valor absoluto quanto em relação às demas usnas partcpantes do Lelão, alterando assm seu valor de CEC+COP e sua compettvdade e correspondente chance de sucesso na realzação das vendas. O objetvo deste artgo é mostrar o mpacto que essas premssas exercem sobre a compettvdade dos Lelões, analsando os cenáros de expansão utlzados nos certames realzados até o momento. Depos de quantfcados os mpactos, algumas sugestões são apresentadas para soluconar o problema e assm contrbur para os aprmoramentos necessáros para os Lelões de Energa Nova. É mportante ressaltar que este artgo foca-se na competção entre as usnas termoelétrcas, uma vez que a análse da compettvdade está toda dreconada ao ICB. Para as usnas hdroelétrcas, a competção se dá de forma dreta, com ofertas de preço explíctas em R$/MWh, sendo este o preço com que os contratos de energa são frmados. Para atngr este objetvo, a Seção 2.0 apresenta o processo de partcpação de uma usna termoelétrca em um Lelão de Energa Nova. A Seção 3.0 apresenta o hstórco dos cenáros de expansão e de Custo Margnal de Operação (CMO) utlzado nos Lelões, quantfcando seus mpactos sobre o ICB. A Seção 4.0 apresenta sugestões de aprmoramento metodológco. E a Seção 5.0 apresenta as conclusões PARTICIPAÇÃO DE UM PROJETO TERMOELÉTRICO EM UM LEILÃO DE ENERGIA NOVA O processo formal de partcpação em um Lelão de Energa Nova nca-se com a publcação de uma Portara do Mnstéro de Mnas e Energa (MME) defnndo os prazos e a documentação necessára para habltação técnca dos agentes de geração e de dstrbução. Para uma empresa de dstrbução, a partcpação em um Lelão de Energa Nova corresponde bascamente à Declaração de Necessdade, ndcando os valores de energa e potênca necessáros para complementar os contratos já frmados, garantndo assm o pleno atendmento ao seu consumo de energa (nclundo perdas elétrcas de dstrbução e transmssão) a partr do ano de níco de suprmento. Para um projeto de geração termoelétrco, o cadastramento envolve uma sére de nformações técncas detalhadas na Seção 2.1. Posterormente, estas nformações servem para o cálculo da Garanta Físca do empreendmento, apresentado na Seção 2.2, e para o cálculo do Índce Custo Benefíco (ICB), apresentado na Seção 2.3. Fnalmente, o projeto partcpa do Processo de Competção, quando se sagram vencedores os projetos que ofertam o menor ICB para atendmento à demanda declarada pelas dstrbudoras. 2.1 Parâmetros Energétcos Um dos documentos necessáros para a partcpação de um projeto termoelétrco no Lelão é a Fcha de Dados da Empresa de Pesqusa Energétca (EPE), que demanda nformações sobre o local do projeto, os representantes legas, equpamentos de geração, conexão ao sstema de transmssão, dsponbldade de água, lcenças, etc. Dentre estas nformações, algumas nfluencam o Lelão de forma decsva: Combustível: o tpo de combustível utlzado pela planta determna o Preço de Referênca e a Regra de Atualzação deste preço para efeto de ressarcmento do custo ncorrdo quando a usna é despachada. Incompatbldades entre a Regra de Atualzação da EPE e a Regra de Atualzação efetva utlzada pelo contrato de combustível podem expor o projeto a rscos não-gerencáves que precsam ser quantfcados com relatva precsão, pos podem até nvablzá-lo. Potênca (Pot): corresponde à sua Potênca Nomnal total ou, no caso de amplação ou repotencação de empreendmento exstente, corresponde à Potênca Nomnal exstente. Assm o valor da Potênca Instalada deve ser sempre postvo e é base para o cálculo da Garanta Físca.

3 3 Fator de Capacdade Máxmo (FC máx): corresponde a um fator que, quando multplcado pela Potênca (Pot), fornece a potênca máxma contínua. Essa potênca contínua, quando multplcada pelas dsponbldades, fornece a potênca dsponível para fns de modelagem energétca. Essa nfluenca de forma dreta o cálculo da Garanta Físca e dos valores de CEC+COP. TEIF e IP: são as taxas de ndsponbldade forçada e de ndsponbldade programada máxmas que a planta poderá apresentar quando entrar em operação, mpactando o cálculo da Garanta Físca e também toda a vda do projeto, uma vez que desempenhos nferores podem determnar, em casos extremos, a rescsão contratual. Custo Varável de Operação e Manutenção (CO&M): corresponde à parcela do Custo Varável Untáro (CVU), em R$/MWh, vnculada aos demas custos varáves, nformada pelo agente à Empresa de Pesqusa Energétca (EPE). Custo do Combustível (Ccomb): corresponde à parcela vnculada ao custo do combustível destnado à geração de energa flexível em R$/MWh. Fator : relaconado com a parcela do Custo do Combustível (Ccomb). A determnação do Fator deve consderar, a crtéro do empreendedor, o preço do combustível e sua relação com o preço de referênca defndos pela EPE, a efcênca da geração da usna, custos das perdas, e outros demas fatores. A soma entre o Custo Varável de Combustível, determnado pelo Fator, e do Custo Varável de Operação e Manutenção, determna o Custo Varável Untáro (CVU) do projeto. Este fator será a base para o Operador Naconal do Sstema Elétrco (ONS) determnar o despacho da usna e, portanto, nfluenca sensvelmente o Cálculo da Garanta Físca, o Cálculo do CEC+COP e todo o Processo de Competção. 2.2 Cálculo da Garanta Físca A Garanta Físca é calculada como a contrbução energétca que o projeto proporcona ao SIN. Para tanto, são realzadas smulações computaconas com o Modelo NEWAVE, a partr de um cenáro de referênca, até que o Custo Margnal de Operação se guale ao Custo Margnal de Expansão e, além dsso, que o Rsco de Défct se apresente nferor a 5% em todos os subsstemas. Para as usnas termoelétrcas, a Garanta Físca (GF, em MWm) corresponde à méda ponderada entre sua geração mensal e o correspondente Custo Margnal de Operação (CMO), de modo que a GF seja um valor de energa que retrate o benefíco econômco que o empreendmento proporcona. Usnas termoelétrcas com geração nflexível (Inflex, em MWm) acabam por apresentar valores mas elevados de GF, uma vez que despacham energa ao longo de todo o período de smulação, em todos os cenáros de Energa Natural Afluente (ENA). 2.3 Cálculo do CEC+COP Para que o cálculo do CEC+COP possa ser realzado é necessára a defnção de váras séres de CMO, que são o reflexo da operação do SIN de acordo com dferentes séres de ENA, possundo anda como condção mplícta um cenáro de expansão do parque gerador e do consumo de energa elétrca. Nos últmos Lelões de Energa Nova, os CMOs foram defndos a partr de smulações do Plano Decenal de Energa (PDE). Ass dadas as expansões da oferta e da demanda prevstas no PDE, o modelo NEWAVE é executado de modo a obter os CMOs para 2000 séres de ENA ao longo de períodos ou de subperíodos do PDE. Para cada mês m de cada ano a do período de estudo, para cada sére de ENA, o cálculo do CEC e do COP é realzado de acordo com os seguntes passos: PASSO 1 Cálculo da Geração de Energa, G a,, em MWm: Se CMO a, CVU: G = FC ( 1 TEIF ) ( 1 IP) Pot a, máx ; Caso contráro: G a, m, = Inflex PASSO 2 Cálculo do PLD de cada Período, PLD a,, em R$/MWh: PLD = PLD PLD = PLD Se CMO a, > PLD máx: a, máx ; Se CMO a, < PLD mín: a mín PLD, = CMO, Caso contráro: a a, m, ; PASSO 3 Cálculo do Custo de Operação de cada Período, COP a,, em R$ e do Custo de Exposção ao Mercado de Curto Prazo em cada Período, CEC a,, em R$: = CVU ( Ga, Inflex) nha m e CEC a, = PLDa, ( GF Ga, ) nha, m COP a,,

4 4 PASSO 4 Cálculo do COP e do CEC, em R$/ano: COP = COP NS NA 12 a, = 1 a= 1 m= 1 NS NA CEC = CEC NS NA 12 a, = 1 a= 1 m= 1 NS NA Deste modo, o COP e o CEC correspondem a valores esperados do Custo de Operação e do Custo das Exposções ao Mercado de Curto Prazo do projeto. Quando a termoelétrca não é despachada, o custo de operação é dado pelo CEC, representando a compra de energa realzada no mercado de curto prazo. Quanto a termoelétrca é despachada, o custo de operação corresponde ao combustível, somado anda a uma receta advnda da geração superor à Garanta Físca que é vendda no mercado de curto prazo. Neste contexto, é mportante ressaltar o papel que o cenáro de expansão do PDE passa a desempenhar. Se a expansão prevsta determnar sobras estruturas de energa e oferta baseada em usnas hdroelétrcas, os CMOs resultantes serão baxos, de modo que na maor parte do tempo as usnas termoelétrcas não serão despachadas. Logo, os valores de COP e CEC serão pequenos, e sso dmnu a dferença entre o CEC+COP de usnas de alto e de baxo custo de operação. Por outro lado, se a expansão prevsta não determnar sobras estruturas e a oferta estver baseada em termoelétrcas de alto custo de operação, os CMOs serão relatvamente altos, resultando em despacho das usnas termoelétrcas em análse. Essas terão elevados valores de CEC+COP, e sso aumenta a dferença entre os valores de CEC+COP de usnas de alto e baxo custo de operação. Além do valor de CEC+COP ser elevado ou baxo, é nteressante observar a dferença entre as dversas tecnologas. Em um cenáro de CMOs elevados, uma usna termoelétrca de baxo custo de operação (CVU até R$120,00/MWh) é despachada freqüentemente, sempre que o CMO (ou PLD) é superor ou gual ao seu CVU; sto sgnfca que esta termoelétrca protege o consumdor fnal de todos os valores de PLD superores ao seu CVU, pos a partr do momento que ela é despachada, seu custo passa a ser o CVU, ndependentemente do PLD verfcado. Por outro lado, uma usna termoelétrca de elevado custo de operação (CVU até R$250,00/MWh) dexa o consumdor exposto a PLD para todos os valores menores que R$250,00/MWh, o que eleva seu CEC. 2.4 Cálculo do Índce Custo-Benefíco ICB O cálculo do ICB é realzado de acordo com a segunte equação: RF CEC + COP ICB[ R$ / MWh] = + QL GF Empreendedor Os parâmetros determnados pela EPE, GF e CEC+COP, foram detalhados nas seções anterores. Ass das duas parcelas que compõem o ICB, a relatva ao CEC+COP é totalmente calculada pela EPE com base nos parâmetros energétcos declarados pelo Empreendedor. Por outro lado, a prmera parcela da soma é determnada pelo Empreendedor durante o Lelão e refere-se à Quantdade de Lotes, QL em MW e à Receta Fxa, RF em R$/ano. A Receta Fxa, conforme dto anterormente, é a mesada que o Empreendedor va receber para manter a usna dsponível, remunerar o captal nvestdo e pagar todos os trbutos e encargos assocados aos custos fxos. 2.5 Processo de Competção BID pelo menor preço O Lelão de Energa Nova normalmente é dvddo em Rodadas Unformes e Rodada Dscrmnatóra. Nas Rodadas Unformes, o Leloero estabelece um ICB de Lance e os Empreendedores ofertam a Quantdade de Lotes de energa que estão dspostos a vender pelo valor ndcado. Este ICB de Lance é reduzdo a cada rodada, até que a oferta total dos Empreendedores seja menor que a Oferta de Referênca do Lelão (calculada com base na Demanda das dstrbudoras). Quando esta stuação ocorre, retorna-se à últma Rodada Unforme em que hava sobra de energa e nca-se a Rodada Dscrmnatóra. Nesta etapa, o ICB máxmo está determnado como o ICB de Lance da penúltma Rodada Unforme e os Empreendedores realzam oferta de Receta Fxa, em R$/ano, de modo que o ICB resultante seja nferor ao ICB máxmo. As ofertas são classfcadas em ordem crescente de ICB, e os projetos de menor ICB e necessáros para o atendmento à Demanda são sagrados vencedores. É mportante observar que todos os projetos são comparados entre s com base no ICB, ou seja, a comparação é realzada com base na parcela determnada pelo Empreendedor (RF e QL) e na parcela calculada pela EPE (CEC+COP e GF). Ass a compettvdade entre os projetos depende da efcênca de cada Empreendedor (compra de terreno, compra de equpamentos, gerencamento da obra, etc) e dos cálculos realzados pela EPE (metodologa de Garanta Físca, cenáro de CMO para cálculo do CEC+COP, etc). Bascamente, durante as Rodadas Unformes, conforme o ICB determnado pelo Leloero va se reduzndo, como os valores de CEC+COP e GF mantêm-se constantes, o valor de RF para o Empreendedor se reduz até que seja encontrada a rentabldade mínma desejada e o projeto é então retrado do Lelão, realzando uma oferta nula de EPE

5 5 energa. A Tabela 1 lustra este processo de BID para dos projetos, um a Gás Natural e outro a Óleo Combustível. Todas as smulações foram realzadas com os valores de CMO (submercado Nordeste) e de Garanta Físca dos Lelões de Energa Nova realzados em Tabela 1 Processo de BID ao longo do Lelão. UTE Óleo Combustível UTE Gás Natural Cclo Combnado ICB CVU: R$240/MWh CVU: R$150/MWh R$/MWh CEC + COP, R$/MWh Receta Fxa, R$/MWh CEC + COP, R$/MWh Receta Fxa, R$/MWh 140,00 68,30 71,70 62,55 77,45 135,00 68,30 66,70 62,55 72,45 130,00 68,30 61,70 62,55 67,45 125,00 68,30 56,70 62,55 62,45 Ao longo do processo de BID, decréscmos de ICB determnam decréscmos de Receta Fxa de mesma magntude. No entanto, as dferentes tecnologas possuem nvestmentos muto dferentes e as parcelas de Receta Fxa são dstntas devdo aos dferentes valores de CEC+COP. Supondo que a mínma Receta Fxa do projeto a Óleo Combustível seja R$55,00/MWh e que a mínma Receta Fxa do projeto a Gás Natural seja R$67,00/MWh, o segundo projeto abandonara o Lelão antes, tal como lustrado na Fgura 1. 80,00 77,45 75,00 71,70 72,45 Receta Fxa (R$/MWh) 70,00 65,00 60,00 66,70 61,70 67,45 Preço de Saída UTE a Gás Natural R$67,00/MWh 62,45 56,70 55,00 Preço de Saída UTE a Óleo R$55,00/MWh 50,00 UTE Óleo Combustível CVU: R$240/MWh 140,00 135,00 130,00 125,00 UTE Gás Natural Cclo Combnado CVU: R$150/MWh ICB (R$/MWh) Preço Saída UTE Gás Natural Preço Saída UTE Óleo Combustível Fgura 1 - Relação entre RF e Preço de Saída de UTEs a Gás Natural e a Óleo Combustível Dante do exposto, conclu-se que quanto maor o valor de CEC+COP menor a compettvdade de um projeto termoelétrco, pos para o mesmo ICB percebdo pelos concorrentes em um Lelão, menor será a Receta Fxa correspondente HISTÓRICO DE CÁLCULO DO ÍNDICE CUSTO BENEFÍCIO 3.1 Cenáro de Despacho de Cada Lelão Desde o 1º Lelão de Energa Nova realzado em dezembro de 2005, os cenáros de CMO utlzados no cálculo do CEC+COP nunca seguram os mesmos crtéros, tal como pode ser constatado na Tabela 2. Incalmente os mesmos CMOs utlzados no cálculo da Garanta Físca foram utlzados no cálculo de CEC+COP. Posterormente, a partr do 2º Lelão de Energa Nova, os cenáros de smulação do Plano Decenal de Energa passaram a ser utlzados, porém mesmo nesse caso os crtéros vararam de acordo com os Lelões: utlzação de um ano, dos dez anos e de apenas oto anos de smulação. A alternânca de cenáros de CMO não sera um problema, não fossem tão varados os valores de CMO médo utlzados em cada Lelão. Quanto maor o CMO médo utlzado nas smulações, maor o despacho das usnas termoelétrcas. Nesses casos há uma nítda vantagem para as usnas termoelétrcas de baxo custo de operação, pos quando elas são ncorporadas aos cenáros de smulação, o consumdor passa a pagar seu CVU ao nvés de se submeter ao CMO ou PLD de elevado valor. Por outro lado, quanto menor o CMO médo utlzado nas smulações, menor o despacho das usnas termoelétrcas, sgnfcando que pouca dferença faz se uma usna termoelétrca possu alto ou baxo custo de operação (CVU), uma vez que ela va manter-se deslgada a maor parte do tempo. Nesses casos, eleva-se a

6 6 compettvdade de usnas pouco efcentes (elevado CVU e baxo nvestmento), pos os baxos nvestmentos assocados permtem que estes projetos se sujetem a um baxo ICB, correspondente a uma baxa Receta Fxa. Lelão Tabela 2 Cenáros de CMO utlzados nos Lelões. Ano do Lelão Tpo Iníco de Suprmento Deck CEC+COP Período utlzado do DECK CMO Nordeste R$/MWh 1º Lelão de Energa Nova 2005 A , 2009 e 2010 Deck 511' (5 anos) 2004 até ,27 2º Lelão de Energa Nova 2006 A PDE ,45 3º Lelão de Energa Nova 2006 A PDE ,56 4º Lelão de Energa Nova 2007 A PDE ,56 5º Lelão de Energa Nova 2007 A PDE ,56 6º Lelão de Energa Nova 2008 A PDE ,04 7º Lelão de Energa Nova 2008 A PDE ,04 De forma genérca, estes dferentes CMOs utlzados em cada Lelão explcam o sucesso das usnas a bomassa no 1º Lelão de Energa Nova e o sucesso das usnas a Óleo Combustível a partr do 4º Lelão de Energa Nova. 3.2 Dstorções Detectadas Para lustrar as prncpas dstorções detectadas recorre-se à Fgura 2. Nesta Fgura, foram calculados os valores de CEC+COP para quatro usnas termoelétrcas com CVUs guas a R$100,00/MWh, R$150,00/MWh, R$200,00/MWh e R$240,00/MWh, correspondentes aproxmadamente a usnas a Carvão Mneral Importado, Gás Natural com Cclo Fechado e Óleo Combustível, respectvamente. Os valores de CEC+COP foram calculados de acordo com o conjunto de CMOs utlzados nos quatro dferentes Lelões ndcados na fgura ,37 96,22 102,51 CEC + COP (R$/MWh) ,63 53,91 62,43 67,01 69,60 53,30 61,64 66,18 68,75 52,90 60,48 65,57 68,93 55,24 62,55 65,92 68, Lelão A-5 Lelão A-3 Lelão A-5 Lelões A-3 e A-5 Lelões A-3 e A Carvão CVU: R$100,00/MWh Gás CVU: R$150,00/MWh Óleo CVU:R$200,00/MWh Óleo CVU:R$240,00/MWh Fgura 2 Valores de CEC+COP para as mesmas usnas em dferentes Lelões. Analsando a Fgura 2, observa-se que estes quatro projetos apresentaram CEC+COP muto dferentes no 1º Lelão de Energa Nova. A dferença entre os valores de CEC+COP das usnas de CVU = R$240,00/MWh e CVU = R$100,00/MWh sera R$33,88/MWh. A mplcação dreta desta dferença é a Receta Fxa que cada empreendedor estara obtendo durante o Lelão: ICB = R$140,00/MWh Carvão Mneral com RF = R$140,00/MWh R$68,63/MWh = R$71,37/MWh. ICB = R$140,00/MWh Óleo Combustível com RF = R$140,00/MWh R$102,51/MWh = R$37,49/MWh. Esta grande dferença entre as Recetas Fxa (quase 100%) traz grande compettvdade ao Carvão Mneral, refletndo que para o cenáro de CMO relatvamente elevado é melhor nvestr em usnas de baxo custo de operação. Para todos os CMOs superores a R$100,00/MWh, a usna a Carvão Mneral será despachada e o consumdor dexará de estar exposto a CMO através do pagamento do Custo Varável da Usna. Para os demas Lelões esta dferença marcante entre os valores de CEC+COP das usnas pratcamente desaparece. Por exemplo, para os Lelões A-3 e A-5 de 2008, a dferença entre os valores de CEC+COP da usna mas cara (CVU = R$240,00/MWh) e da usna mas barata (CVU = R$100,00/MWh) reduz-se a R$13,06/MWh. Isto sgnfca que para esses Lelões de 2008 o despacho esperado da usna era baxo, traduzndo-se em usnas termoelétrcas que permaneceram deslgadas a maor parte do tempo.

7 7 De fato, analsando a Fgura 3, observa-se que o PDE utlzado como cenáro base para cálculo do CEC+COP dos Lelões de Energa Nova para 2008 prevê sobra de energa para pratcamente todos os anos. Em stuação de sobra, o despacho termoelétrco é realmente baxo, justfcando assm a dferença reduzda entre projetos termoelétrcos de baxo e de elevado custo de operação. Esta stuação traz benefícos compettvos às usnas de elevado custo de operação e baxo nvestmento, tas como as usnas a Óleo Combustível, pos é mas vantajoso construr uma usna deste tpo e dexá-la deslgada a construr uma usna a Carvão, que também não será despachada (3). GWm Hdráulcas sem Lctação Térmcas sem Lctação Térmcas Sstema Isolado Assegurada Termo (EE + EN) Assegurada Hdro (EE + EN) Consumo Sobras (62) Fgura 3 Balanço entre Garanta Físca e Consumo de Energa para o PDE É justamente a adoção de tal cenáro de sobras que traz artfcaldade ao Lelão, pos as sobras apresentadas na Fgura 3 não exstem de forma concreta. Estas sobras somente exstram se toda a expansão ndcada no PDE se verfcasse. Como a expansão se dá pelos Lelões de Energa Nova, acaba sendo um paradoxo utlzar uma stuação de sobra para smular o papel que as usnas termoelétrcas exercerão quando forem construídas SUGESTÕES DE APRIMORAMENTO METODOLÓGICO 4.1 Cenáros de Despacho O cálculo dos valores de CEC+COP precsa ser realzado de forma a refletr as necessdades energétcas do Sstema Interlgado Naconal (SIN). Para tanto, as seguntes meddas são sugerdas: Cálculo dos valores de CEC+COP utlzando cenáros que representem na oferta de energa somente as usnas já lctadas. Isto resultara em valores de CMO que ndcaram as reas necessdades de despacho das usnas termoelétrcas. CMOs elevados determnaram despacho termoelétrco na base, benefcando as usnas de baxo custo de operação; de forma oposta, CMOs baxos determnaram pouco despacho termoelétrco, benefcando as usnas de baxo custo de nvestmento. O mportante é snalzar ao consumdor o custo da energa que ele pagará no futuro, sem lud-lo com preços baxos de usnas termoelétrcas de alto custo de operação que serão despachadas na base. Adconalmente, os cenáros determnantes dos CMOs a serem utlzados no cálculo dos valores de CEC+COP precsam consderar os prncípos e as prátcas adotadas no Planejamento e na Operação do SIN. Todas estas prátcas, nclundo os Procedmentos Operatvos do ONS e a Curva de Aversão a Rsco (CAR), ndcam que as usnas termoelétrcas devem ser despachadas na base durante o período seco, de mao a novembro. Neste sentdo, os Lelões não podem gnorar estes fatos, pos a vablzação de termoelétrcas mprópras para este tpo de operação encarecerá de forma relevante os custos de operação a serem observados no futuro, quando tas prátcas e procedmentos forem necessáros. 4.2 Lelões por Fonte As adequações nos cenáros de despacho não garantem que os projetos vencedores corresponderão às necessdades de planejamento. Como fato concreto, pode-se ctar a alteração metodológca de Cálculo da Garanta Físca ocorrda em A nova metodologa estabelecda pela Portara MME nº 258/2008 reduzu sensvelmente a Garanta Físca das usnas termoelétrcas de alto custo de operação e mesmo assm estas usnas sagraram-se vencedoras dos certames.

8 8 Para mnmzar a dferença entre a expansão desejada e a expansão resultante dos Lelões de Energa Nova sugere-se o desenvolvmento de metodologa que analse as necessdades sstêmcas com base em smulações e determne volumes de energa a serem contratados por cada tpo de fonte, em cada regão. Esta escolha deve ser feta com base nos recursos energétcos locas, nas capacdades de transmssão, no sstema exstente e em outros fatores. Por exemplo, com o decréscmo da capacdade de regularzação, ou se constró novas usnas hdroelétrcas com reservatóros de acumulação ou se constró usnas termoelétrcas de baxo custo de operação para operarem na base e manterem os reservatóros cheos. Estas usnas podem ser usnas a bomassa ou mesmo usnas a gás natural com cclo combnado. Conforme estas usnas forem se desenvolvendo, a segurança energétca determnará a necessdade de usnas termoelétrcas que atuarão como usnas de reserva, sendo despachadas poucas vezes, abrndo assm espaço para as usnas a óleo combustível. A escolha entre os tpos de usnas precsa ser realzada com base em crtéros de otmzação que vsem mnmzar o custo conjunto de operação e de nvestmentos. Fnalmente, observa-se que Lelões por Fonte já vêm sendo realzados no Brasl: prmero, os própros Lelões A-5 e A-3 separam a fonte hdroelétrca das demas fontes; além dsso, já houve lelão exclusvo para Fontes Alternatvas e para usnas a bomassa, havendo anda defnção de um Lelão para Fonte Eólca anda este ano CONCLUSÕES Este artgo apresentou de forma sucnta o processo de partcpação de um projeto termoelétrco em um Lelão de Energa Nova. Da forma como estão estruturados os Lelões, a competção de um projeto com os demas deve-se em parte à efcênca do Empreendedor e em parte às premssas utlzadas pela EPE no cálculo dos valores de CEC+COP e Garanta Físca. Desde o 2º Lelão de Energa Nova, os projetos de usnas termoelétrcas de elevado custo de operação têm se benefcado de cenáros de CMO que refletem pouca utlzação dessas usnas. Dentre as condções das smulações, muto dferentes da realdade, utlza-se um sstema exstente que já ncorpora toda a expansão ndcatva dos PDEs. Nas stuações smuladas, a real necessdade de despacho das usnas termoelétrcas ndcada, por exemplo, nos Procedmentos Operatvos do ONS é desprezada, dando às termoelétrcas de alto custo de operação uma compettvdade elevada (baxo valor de CEC+COP) e artfcal. Como forma de melhorar a aderênca dos Lelões à realdade da expansão necessára sugere-se a adoção de cenáros de expansão somente com usnas efetvamente lctadas, permtndo que os valores de CMO refltam a necessdade de despacho futuro das termoelétrcas que partcparão de um Lelão. Além dsso, para reduzr a chance de dstorções, sugere-se a defnção de metodologa que estratfque a demanda por fonte de energa, baseada em crtéros que mnmzem a soma entre custo esperado de operação e nvestmento. Ressalta-se que essa estratfcação já vem sendo realzada (lelões de usnas a bomassa, usnas eólcas, etc), porém anda não há crtéros econômcos defndos para a mesma REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (1) MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MME. Portara nº 258, de 28 de Julho de Brasl. (2) MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MME. Plano Decenal de Expansão de Energa Elétrca PDE 2006/2015. Brasl. (3) MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MME. Plano Decenal de Expansão de Energa Elétrca PDE 2007/2016. Brasl. (4) EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA EPE. Nota Técnca EPE-DEE-RE-023/2005-R2, de 06 de abrl de 2006, Índce de Custo Benefíco (ICB) de Empreendmentos de Geração Termelétrca. Brasl. (5) MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MME. Portara nº 42, de 01 de março de Brasl. (6) MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MME. Portara nº 46, de 09 de março de Brasl.

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