Nº 20 Dezembro de A Evolução do PIB dos Estados e Regiões Brasileiras no Período Valores definitivos

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1 Nº 20 Dezembro de 2011 A Evolução do PIB dos Estados e Regões Brasleras no Período Valores defntvos

2 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cd Ferrera Gomes Governador Domngos Gomes de Aguar Flho Vce Governador SECRETARIO DO PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) Eduardo Dogo Secretáro INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) Flávo Atalba F. D. Barreto Dretor Geral Adrano Sarqus B. de Menezes Dretor de Estudos Econômcos IPECE Informe - nº 20 Dezembro de 2011 Elaboração Ana Crstna Lma Maa Mara Elosa Bezerra da Rocha Margarda Nascmento Ncolno Trompere Valdemar Rodrgues de Pnho Neto Revsão: Laura Carolna Gonçalves O Insttuto de Pesqusa e Estratéga Econômca do Ceará (IPECE) é uma autarqua vnculada à Secretara do Planejamento e Gestão do Estado do Ceará. Fundado em 14 de abrl de 2003, o IPECE é o órgão do Governo responsável pela geração de estudos, pesqusas e nformações socoeconômcas e geográfcas que permtem a avalação de programas e a elaboração de estratégas e polítcas públcas para o desenvolvmento do Estado do Ceará. Sobre o IPECE Informe A Sére IPECE Informe dsponblzada pelo Insttuto de Pesqusa e Estratéga Econômca do Ceará (IPECE) vsa dvulgar análses técncas sobre temas relevantes de forma objetva. Com esse documento, o Insttuto busca promover debates sobre assuntos de nteresse da socedade, de um modo geral, abrndo espaço para realzação de futuros estudos. Nesta Edção Este Informe basea-se no resultado das Contas Regonas de 2009, recentemente publcado pelo IBGE. O mesmo traz uma análse da evolução da economa cearense no período , medda pelo Produto Interno Bruto a preços de mercado, destacando os prncpas setores e atvdades da economa. O objetvo é fazer uma comparação da economa cearense com a economa braslera e nordestna. Os resultados mostraram que o Ceará, no período analsado, apresentou uma taxa méda anual de crescmento superor à taxa observada no Nordeste e no Brasl. Esse resultado fez com que a economa cearense amplasse sua partcpação no PIB naconal, passando de 1,96%, em 2002, para 2,03%, em O setor de Servços, prncpalmente a atvdade de Comérco, fo quem mas contrbuu para esse crescmento, segudo da Indústra e da Agropecuára. Destaca-se a necessdade de polítcas que vsem dnamzar a economa do Estado, fortalecendo a Indústra e que tornem a Agropecuára cearense menos vulnerável às condções clmátcas desfavoráves. Mssão Dsponblzar nformações geosocoeconomcas, elaborar estratégas e propor polítcas públcas que vablzem o desenvolvmento do Estado do Ceará. Valores Étca e transparênca; Rgor centífco; Competênca profssonal; Cooperação nternsttuconal e Compromsso com a socedade. Vsão Ser reconhecdo naconalmente como centro de excelênca na geração de conhecmento socoeconômco e geográfco até INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) Av. Gal. Afonso Albuquerque Lma, s/nº - Edfíco SEPLAG, 2º Andar Centro Admnstratvo Governador Vrgílo Távora Cambeba Tel. (85) CEP: Fortaleza-CE.

3 1. INTRODUÇÃO Esta edção do IPECE Informe evdenca a evolução da economa no período , medda pelo Produto Interno Bruto a preços de mercado, dscrmnando-o pelos prncpas setores e atvdades econômcas. O objetvo é fazer uma análse do desempenho da economa braslera, de suas regões e estados, destacando, a economa cearense nesse contexto. Destaca-se que a análse é feta para dos subperíodos de tempo, e O estudo fo baseado nos resultados das Contas Regonas de 2009, recentemente publcado pelo IBGE. A pesqusa é fruto de um projeto realzado desde 1996, sob a coordenação do IBGE, feta em parcera com órgãos estaduas das 27 undades da federação. No trabalho dentfcou-se que o Ceará, apesar da crse nternaconal de 2008/2009 e das condções clmátcas desfavoráves para a Agropecuára apresentou, em 2009, uma taxa méda anual de crescmento acma da méda do Nordeste e da méda da economa naconal. O Informe está dvddo em sete seções além desta Introdução. Na segunda apresenta-se um panorama geral dos resultados das Contas Regonas de 2009, para o Brasl, Regões e Estados, por meo do Produto Interno Bruto (PIB) e PIB per capta. Na tercera seção, destaca-se o crescmento acumulado e médo no período de A quarta traz a partcpação das regões e dos estados na economa naconal. Na qunta seção estão ressaltados as partcpações e crescmento por atvdades econômcas, destacadas nos três setores: Agropecuára, Indústra e Servços. Na sexta, encontram-se análses sobre outros ndcadores que reforçam ou explcam os resultados da economa cearense no período em estudo. Na sétma e últma seção são fetas as consderações geras sobre os resultados aqu apresentados, bem como são ctados os obstáculos de cunho natural e/ou estrutural que mpedem um crescmento mas sustentável da economa cearense, snalzando ações que podem contrbur nessa perspectva. No Apêndce encontram-se as Tabelas com as nformações completas utlzadas nesse trabalho. 2. PANORAMA GERAL DOS RESULTADOS DAS CONTAS REGIONAIS DE 2009 Os dados do IBGE, referentes às Contas Regonas de 2009, revelaram que a economa cearense regstrou um leve crescmento no Produto Interno Bruto (PIB) a preços de mercado, de 0,04%. No entanto, a taxa fcou, mas uma vez, acma da méda naconal, que apresentou uma queda de 0,33%. Vale ressaltar que o ano de 2009 teve seus resultados nfluencados pela crse fnancera que se nstalou a partr de meados de A Tabela 1 traz uma comparação da produção gerada pela economa braslera e suas regões, em valores correntes, para o período de Os resultados são representados pelo Produto Interno Bruto (PIB), que ndca a produção de todos os bens e servços destnada ao consumo fnal, ou seja, equvale a soma dos valores adconados pelas dversas atvdades econômcas acrescda dos mpostos, líqudos de subsídos, sobre produtos. Em 2009 a economa nordestna ocupou o 3º lugar no rankng das regões, gerando um PIB de R$ 437,7 blhões contra R$ 3,24 trlhões alcançados pela economa naconal. O maor Produto Interno Bruto fo verfcado na regão Sudeste, embora esta tenha apresentado o menor crescmento econômco, em termos nomnas, tanto no período 1

4 quanto no período Por outro lado, o Centro-Oeste fo a regão que apresentou o maor crescmento, mas contnua, desde 2002, na 4ª colocação em termos de PIB. Tabela 1: Produto Interno Bruto (PIB) e crescmento nomnal Brasl e Regões 2002, 2006 e 2009 (valores correntes em R$ mlhões) Regões 2002 RK 2007 RK 2009 RK VARIAÇÃO % ( ) RK VARIAÇÃO % ( ) Brasl ,20-21,72 - Norte , ,18 3 Nordeste , ,85 2 Sudeste , ,38 5 Sul , ,97 4 Centro-Oeste , ,70 1 A Tabela 2 exbe as mesmas nformações da tabela anteror, porém a nível de Undades da Federação. Verfca-se que o Ceará em 2002 possuía um PIB de R$ 28,9 blhões e ocupava a 11ª colocação dentre os estados brasleros, passando para 12º em 2009, quando a economa cearense regstrou uma produção de R$ 65,7 blhões. Os estados que aprentaram maor Produto Interno Bruto foram, nessa ordem, São Paulo, Ro de Janero e Mnas Geras. No período o Estado que apresentou maor crescmento em termos nomnas fo Mato Grosso, enquanto que a menor varação ocorreu no Ro Grande do Sul. Tabela 2: Produto Interno Bruto (PIB) e crescmento nomnal Undades da Federação- 2002, 2006 e 2009 (valores correntes em R$ mlhões) Estados 2002 RK 2007 RK 2009 RK VARIAÇÃO % RK VARIAÇÃO % RK ( ) ( ) Rondôna , ,88 1 Acre , ,23 11 Amazonas , ,06 23 Rorama , ,18 4 Pará , ,97 24 Amapá , ,95 16 Tocantns , ,34 6 Maranhão , ,10 12 Pauí , ,64 2 Ceará , ,54 8 Ro Grande do Norte , ,72 18 Paraíba , ,35 9 Pernambuco , ,98 13 Alagoas , ,34 20 Sergpe , ,99 26 Baha , ,01 14 Mnas Geras , ,97 22 Espírto Santo , ,65 27 Ro de Janero , ,24 21 São Paulo , ,11 19 Paraná , ,58 25 Santa Catarna , ,07 15 Ro Grande do Sul , ,22 17 Mato Grosso do Sul , ,33 10 Mato Grosso , ,22 3 Goás , ,29 7 Dstrto Federal , ,56 5 RK 2

5 Para complementar essa análse, nvestgou-se o comportamento do PIB per capta, que representa a razão entre o valor corrente do PIB total e a população resdente. Neste contexto, observou-se que a regão Sudeste apresentou o maor PIB per capta em 2002, no entanto, passou a ocupar a 2ª colocação no rankng em 2009, com um valor de R$ No Nordeste se verfca o menor nível de PIB per capta desde 2002, no entanto, apresenta a segunda maor varação (21,03%) no período (Tabela 3). Tabela 3: Produto Interno Bruto (PIB) per capta e crescmento nomnal Brasl e Regões 2002, 2006 e 2009 (valores correntes em R$ mlhões) Regões 2002 RK 2007 RK 2009 RK VARIAÇÃO % RK ( ) RK VARIAÇÃO % ( ) Brasl ,93-16,96 - Norte , ,32 4 Nordeste , ,03 2 Sudeste , ,89 5 Sul , ,67 3 Centro-Oeste , ,33 1 Na Tabela 4 observa-se que o PIB per capta cearense passou, em valores correntes, de R$ 3.735, em 2002, para R$ 7.687, em 2009, sgnfcando um crescmento nomnal de 105,8% nesse período. Consderando o período o PIB per capta cearense cresceu 25%, sendo a sétma maor varação dentre os estados brasleros. O Dstrto Federal apresentou, em todos os anos analsados, o maor PIB per capta, chegando em 2009 a um valor de R$ Tabela 4: Produto Interno Bruto (PIB) per capta e crescmento nomnal Undades da Federação 2002, 2006 e 2009 (valores correntes em R$ mlhões) Estados 2002 RK 2007 RK 2009 RK VARIAÇÃO % RK ( ) RK VARIAÇÃO % ( ) Rondôna , ,38 1 Acre , ,59 11 Amazonas , ,10 26 Rorama , ,98 5 Pará , ,17 25 Amapá , ,24 19 Tocantns , ,42 4 Maranhão , ,18 13 Pauí , ,81 2 Ceará , ,01 7 Ro Grande do Norte , ,92 17 Paraíba , ,94 8 Pernambuco , ,33 12 Alagoas , ,85 21 Sergpe , ,35 24 Baha , ,25 14 Mnas Geras , ,45 22 Espírto Santo ,83 6 6,34 27 Ro de Janero , ,85 20 São Paulo , ,60 18 Paraná , ,16 23 Santa Catarna , ,96 15 Ro Grande do Sul , ,51 16 Mato Grosso do Sul , ,14 9 Mato Grosso , ,64 3 Goás , ,10 6 Dstrto Federal , ,

6 O Gráfco 1 faz a comparação relatva do PIB per capta cearense e naconal que, de certa forma, confrma o crescmento que a economa do estado vem obtendo acma da méda do país, prncpalmente após 2007, chegando a seu maor valor em 2009, quando o Ceará chegou a representar 45,44% do PIB per capta braslero. No Gráfco 2 observa-se a razão entre o PIB per capta do Ceará e do Nordeste. Gráfco 1: Evolução da razão (%) do PIB per capta cearense e naconal ,58 43,64 43,23 43,36 44,42 42,51 44, CE/BR 45,44 Gráfco 2: Evolução da razão (%) do PIB per capta cearense e nordestno ,00 95,17 94,34 91,94 93,48 91,11 94, CE/NE 3. CRESCIMENTO REAL, ACUMULADO E MÉDIO, DA ECONOMIA NO PERÍODO Nesta seção evdenca-se o crescmento real da economa braslera, das regões e dos estados. As varações acumuladas dos preços encontram-se expostos na Tabela A7, no Apêndce. Nesse sentdo, para o período o Nordeste apresentou a tercera maor taxa de crescmento acumulada, 32,8%, equvalente a uma méda de crescmento anual gual a 4,14 %. A regão Nordeste fo superada pelas regões Norte (4,85 %) e Centro-Oeste (4,65 %). Vale salentar que essas regões se consttuem em zona de expansão agrícola e, mas recentemente, estão recebendo usnas de benefcamento de cana-de-açúcar. A dsponbldade de terra para o desenvolvmento da agrcultura, exstente, nas duas regões, é um fator mportante para torná-las mas compettvas frentes às demas regões brasleras. 94,11 4

7 Tabela 5: Taxa acumulada de crescmento real e méda anual (%) do PIB Brasl e regões Regões RK RK Acumulado Méda Acumulado Méda Brasl 27,52 3,53-11,21 3,61 - Norte 39,35 4,85 1 8,43 2,73 5 Nordeste 32,80 4, ,71 3,76 2 Sudeste 26,01 3, ,09 3,57 3 Sul 20,38 2,69 5 9,35 3,02 4 Centro-Oeste 37,46 4, ,15 5,12 1 De acordo com a Tabela 5, e comparando o Ceará com o Nordeste e com o Brasl (Tabela 6), verfca-se que a economa cearense apresentou o maor crescmento no período , com uma taxa méda anual de 3,9%, contra 3,76% ao ano da economa nordestna e 3,61% da braslera. Com os resultados de 2009 a economa cearense acumulou, no período , evolução postva de 32,90%, superando também os crescmentos acumulados do Nordeste (32,80%) e do Brasl (27,52%). No entanto, o Ceará fcou na quarta colocação dentre os nove estados nordestnos, perdendo para o Pauí (46,4%), Maranhão (43,43%) e Sergpe (37,07%). Para o período a maor varação méda anual do PIB fo verfcada em Tocantns (6,22%), já para o período destacou-se o estado de Mato Grosso (7,38%). Tabela 6: Taxa acumulada de crescmento real e méda anual (%) do PIB Undades da Federação Es tados RK RK Acumulado Méda Acumulado Méda Rondôna 45,64 5, ,42 5,20 3 Acre 45,74 5, ,22 4,84 6 Amazonas 39,80 4,90 9 6,97 2,27 25 Rorama 39,85 4, ,50 4,92 4 Pará 32,21 4, ,83 1,26 27 Amapá 47,39 5, ,49 4,00 13 Tocantns 52,57 6, ,27 4,85 5 Maranhão 43,43 5, ,91 3,82 15 Pauí 46,38 5, ,88 5,64 2 Ceará 32,90 4, ,16 3,90 14 Ro Grande do Norte 24,60 3, ,90 2,88 23 Paraíba 31,61 4, ,63 3,11 20 Pernambuco 29,24 3, ,09 4,49 10 Alagoas 25,75 3, ,64 3,43 16 Sergpe 37,07 4, ,83 4,41 11 Baha 32,70 4, ,10 3,26 17 Mnas Geras 23,66 3, ,67 2,18 26 Espírto Santo 30,32 3, ,40 2,72 24 Ro de Janero 20,21 2, ,02 3,23 18 São Paulo 28,40 3, ,85 4,11 12 Paraná 22,90 2, ,83 3,18 19 Santa Catarna 23,45 3, ,07 2,94 21 Ro Grande do Sul 16,50 2, ,06 2,93 22 Mato Grosso do Sul 31,86 4, ,25 4,54 9 Mato Grosso 50,41 6, ,82 7,38 1 Goás 35,43 4, ,96 4,76 7 Dstrto Federal 35,08 4, ,31 4,56 8 5

8 Essa trajetóra postva de crescmento acumulado da economa cearense, nesse período, fez com que o mesmo obtvesse ganhos de partcpação na economa naconal, nos últmos anos, como será explctado na seção segunte. 4. PARTICIPAÇÃO DAS REGIÕES E DOS ESTADOS NA ECONOMIA NACIONAL A Tabela 7 exbe as partcpações das regões brasleras no Produto Interno Bruto naconal. Observa-se que o Sudeste responde por mas da metade do PIB do País enquanto que a regão Norte ocupa a qunta posção, com sua maor partcpação regstrada no ano de 2009, quando a economa responda por 5,04% da produção naconal. O Sudeste é a regão que mas vem perdendo parcela no produto naconal desde o ano 2002, por outro lado, o Centro-Oeste, que é a quarta em termos de partcpação, é a regão que mas ganhou, tanto no período quanto no período Tabela 7: Partcpação (%) no Produto Interno Bruto (PIB) naconal- Regões- 2002, 2006 e 2009 Regões 2002 RK 2007 RK 2009 RK VARIAÇÃO % ( ) RK VARIAÇÃO % ( ) Norte 4,69 5 5,02 5 5,04 5 7,42 2 0,38 3 Nordeste 12, , ,51 3 4,23 3 3,40 2 Sudeste 56, , ,32 1-2,40 5-1,93 5 Sul 16, , ,54 2-2,11 4-0,62 4 Centro-Oeste 8,77 4 8,87 4 9,59 4 9,35 1 8,20 1 Analsando no âmbto dos estados verfca-se que São Paulo representa mas de 30% do PIB braslero e Ro de Janero responde por mas de 10% do total poduzdo naconalmente. Por outro lado os estados que apresentaram a menor partcpação em 2009 foram Rorama (0,17%), Acre (0,23%) e Amapá (0,23%), todos pertencentes à regão Norte. Consderando o período o Ceará fo o 17º estado que apresentou maor crescmento na sua partcpação na economa braslera, no entanto, consderando apenas o período o estado fcou em 8º no rankng.no período os estados que mas ganharam partcpação no PIB braslero foram, nessa ordem, Mato Grosso, Rondôna e Tocantns. Já no período , destacaram-se os estados de Rondôna, Pauí e mato Grosso (Tabela 8). RK 6

9 Tabela 8: Partcpação (%) no Produto Interno Bruto (PIB) naconal- Undades da Federação , 2006 e 2009 Estados 2002 RK 2007 RK 2009 RK VARIAÇÃO % ( ) RK VARIAÇÃO % ( ) Rondôna 0, , , , ,81 1 Acre 0, , , ,47 5 5,34 11 Amazonas 1, , , , ,00 23 Rorama 0, , , , ,24 4 Pará 1, , , , ,08 24 Amapá 0, , , , ,01 16 Tocantns 0, , , ,55 3 7,91 6 Maranhão 1, , , ,69 4 3,60 12 Pauí 0, , , , ,61 2 Ceará 1, , , , ,25 8 Ro Grande do Norte 0, , , , ,00 18 Paraíba 0, , , , ,27 9 Pernambuco 2, , , , ,50 13 Alagoas 0, , , , ,95 20 Sergpe 0, , , , ,88 26 Baha 4,11 6 4,12 6 4,23 6 3, ,70 14 Mnas Geras 8,65 3 9,07 3 8,86 3 2, ,26 22 Espírto Santo 1, , , ,83 7-9,10 27 Ro de Janero 11, , ,92 2-5, ,03 21 São Paulo 34, , ,47 1-3, ,32 19 Paraná 5,98 5 6,07 5 5,87 5-1, ,40 25 Santa Catarna 3,77 8 3,93 7 4,01 8 6, ,93 15 Ro Grande do Sul 7,14 4 6,64 4 6,66 4-6, ,41 17 Mato Grosso do Sul 1, , , ,49 9 6,25 10 Mato Grosso 1, , , , ,27 3 Goás 2,53 9 2,45 9 2,64 9 4, ,86 7 Dstrto Federal 3,80 7 3,76 8 4,06 7 6, ,08 5 O Ceará regstrou no ano de 2009 sua maor partcpação na economa do país, quando o passou a responder por 2,03% do PIB braslero. Em 2002 essa razão era de 1,96% e atngu seu menor valor em 2007, quando o PIB estadual represntava 1,89% do naconal (Gráfco 3). Gráfco 3: Partcpação (%) do PIB na economa braslera Ceará ,05 2,00 1,95 1,90 1,85 1,96 1,92 1,90 1,91 1,95 1,89 1,98 2,03 RK 1, CE/BR A partcpação do Ceará no PIB da regão Nordeste apresentou seu maor valor no ano de 2008, quando o estado responda por 15,12% da economa da regão. Sua menor partcpação (14,47%) fo regstrada no ano medatamente anteror, Verfca-se a 7

10 partr do Gráfco 4 que não exste evdêncas claras de alguma tendênca de queda ou ganho de partcpação da economa cearense na economa da regão Nordeste. Gráfco 4: Partcpação (%) do PIB na economa nodestna Ceará ,20 15,12 15,08 15,00 15,00 14,92 14,88 14,80 15,01 14,60 14,40 14,20 14,59 14,47 14, CE/NE 5. PARTICIPAÇÃO E CRESCIMENTO DOS SETORES E ATIVIDADES ECONÔMICAS Partcpação Setoral A Tabela 9 apresenta a composção da economa cearense por setores e atvdades, no período de Como se observa, os Servços anda são o maor sustentáculo da economa estadual, com uma partcpação de 70,38%, segudo da Indústra, com 24,51% e da Agropecuára, com apenas 5,10%. No entanto, é váldo lembrar que apesar da Agropecuára ter uma partcpação menor, não dmnu sua mportâca como fornecedora de nsumos para outras atvdades, especalmente para as ndústras de Almentos e bebdas, bem como de produtos que compõem a pauta das exportações, o que retrata bem a estrutura econômca cearense. Tabela 9: Partcpação (%) do Valor Adconado a preços báscos, por setores e atvdades Ceará Atvdades Econômcas Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Agropecuára 7,15 8,39 7,08 6,01 7,26 6,19 7,06 5,10 Agrcultura, slvcultura e exploração florestal 4,78 5,81 4,74 3,76 5,06 4,04 5,13 3,22 Pecuára e pesca 2,36 2,58 2,34 2,26 2,20 2,16 1,93 1,89 Indústra 22,67 21,76 25,13 23,07 23,52 23,57 23,61 24,51 Indústra extratva mneral 0,62 0,65 0,64 0,70 0,77 0,59 0,63 0,42 Indústra de transformação 13,44 13,00 13,86 12,37 12,36 12,18 12,31 12,92 Construção 5,50 3,99 5,05 4,56 4,84 5,51 5,18 5,41 Produção e dstrbução de Eletrcdade e gás, água, esgoto e lm 3,10 4,12 5,59 5,44 5,55 5,28 5,49 5,77 Servços 70,18 69,85 67,79 70,92 69,22 70,24 69,33 70,38 Comérco e servços de manutenção e reparação 14,54 13,90 13,41 14,18 14,37 15,43 16,05 15,57 Servços de alojamento e almentação 1,86 2,23 2,02 2,17 2,15 2,47 2,45 2,22 Transportes, armazenagem e correo 3,81 4,23 4,13 4,21 4,03 3,93 3,45 4,04 Servços de nformação 3,20 3,29 3,10 3,43 3,16 3,37 2,65 2,43 Intermedação fnancera, seguros e prevdênca complementar 6,34 5,92 4,74 5,32 5,23 5,69 4,78 5,13 Servços prestados às famílas e assocatvos 2,85 2,73 2,78 2,83 2,28 2,05 1,90 2,03 Servços prestados às empresas 3,19 3,64 4,47 4,68 3,64 3,61 3,34 3,76 Atvdades mobláras e aluguel 9,38 9,01 8,92 8,91 8,63 7,72 8,26 7,80 Admnstração, saúde e educação públcas 20,96 20,81 19,69 20,31 21,15 21,32 22,14 22,81 Saúde e educação mercants 2,64 2,64 2,93 3,29 2,91 2,96 2,66 2,76 Servços doméstcos 1,41 1,45 1,61 1,60 1,68 1,69 1,66 1,83 Fonte: IBGE e IPECE. 8

11 Crescmento Setoral A taxa de crescmento médo anual do Valor Adconado, por setores e atvdades está apresentada em dos subperíodos, e , de acordo com a Tabela 10. Observa-se que o setor de Servços fo o que mas cresceu na méda anual nos dos períodos, com taxas de 4,36% e 4,63%, respectvamente. Na segunda posção vem a Indústra, que cresce, em méda, 3,51% de 2002 a 2009, e 3,14% de O Setor Agropecuáro cearense, detentor da menor partcpação na economa, regstrou um leve acréscmo no período de e uma taxa méda anual negatva nos anos de 2007 a Tabela 10: Taxa de crescmento médo anual (%) do Valor Adconado a preços báscos, por setores e atvdades Ceará e Setores e Atvdades Valor Adconado 3,96 3,60 Agrcultura 0,84-6,43 Indústra 3,51 3,14 Indústra Extratva Mneral -1,60-2,15 Indústra de Transformação 2,18 0,96 Construção Cvl 4,34 5,40 SIUP 6,81 6,28 Servços 4,36 4,63 Comérco 6,08 6,00 Alojamento e Almentação 5,16 3,66 Transportes 3,14 2,83 Servços de nformação 4,20 4,45 Servços prestados prncpalmente às famílas e assoca 5,13 6,30 Servços prestados às empresas 5,74 6,19 Intermedação fnancera, seguros e prevdênca comple 7,77 12,81 Atvdades moblára e aluguel 4,37 4,58 Saúde e Educação Mercats 1,81 2,63 Admnstração, saúde e educação públcas 2,59 2,12 Servços doméstcos 5,44 4,28 Fonte: IBGE e IPECE. Período Dentre as atvdades econômcas do setor de Servços que mas cresceram, destacam-se: Comérco (6,08%), Intermedação fnancera (7,77%), Servços prestados às empresas (5,74%), Alojamento e almentação (5,16%) e Servços prestados ás famílas (5,13%). Na Indústra, os maores crescmentos médos foram verfcados na Produção e dstrbução de energa e gás, água, esgoto e lmpeza urbana (6,81%) e na Construção cvl (4,34%). O setor Agropecuáro regstrou o menor crescmento médo anual, 0,84%. Vale lembrar que o comportamento desse setor anda é, em grande parte, nfluencado pelas condções clmátcas. Período Nesse período, novamente os Servços regstram a maor taxa de crescmento médo anual, 4,63%, valendo destacar que esta taxa fo superor a do período de (4,36%). O Setor depreendeu um esforço maor para manter a taxa geral da economa 9

12 em 3,60%, em função do fraco desempenho da Agropecuára (-6,43%) e de menor crescmento da Indústra, 3,14%. Novamente o Comérco, surge como um dos prncpas alavancadores do setor de Servços, quando regstrou um crescmento médo de 6,00%, assm como as atvdades de Servços prestados às famílas (6,30%), Servços prestados às empresas (5,74%), e com maor taxa Intermedação fnancera (12,81%). Na Indústra, os maores crescmentos médos também foram verfcados na Produção e dstrbução de energa e gás, água, esgoto e lmpeza urbana (6,28%) e Construção cvl (5,40%). 6. ANÁLISE DE INDICADORES QUE INFLUENCIAM NO DESEMPENHO DA ECONOMIA CEARENSE Produção de Frutas e Grãos O ano de 2009 fo um dos mas dfíces para a Agropecuára cearense, tendo em vsta a ocorrênca de cheas nas zonas produtoras, sobretudo na época da colheta. A queda na produção de frutas e de grãos prejudcou as exportações e as ndústras de Almentos e bebdas do Ceará, sobretudo a queda na castanha de caju, como observado no Gráfco 5. Gráfco 5: Produção de frutas e grãos Ceará 2009 Abacax Fejão Mlho Mandoca Melão Castanha Melanca Arroz Manga Banana Coco-da-baa Cana-de-acúcar Tomate Mamão Maracujá -82,6% -48,6% -29,0% -25,1% -19,1% -13,7% -11,9% -4,5% 0,6% 1,5% 2,1% 2,3% 5,4% 5,5% 14,6% Fonte: IBGE. -100,0% -80,0% -60,0% -40,0% -20,0% 0,0% 20,0% Produção da Indústra A produção ndustral cearense contnuou em queda no ano de 2009, regstrando somente nos dos últmos meses do ano, novembro e dezembro, taxas postvas, mas nsufcentes para evtarem o declíno anual de 3,74% frente a um recuo maor da produção ndustral braslera, como pode ser observado na Tabela

13 Tabela 11: Produção ndustral Brasl e Ceará Local Brasl 6,02 3,06-7,31 Ceará 1,18 2,46-3,74 Fonte: IBGE. Dentre as atvdades ndustras pesqusadas pelo IBGE, quatro apresentaram-se negatvas, Metalurga básca (-29,1%); Almentos e bebdas (-16,1%); Máqunas, aparelhos e materas elétrcos (-19,3%); e Produtos de metal-exclusve máqunas/equpamentos (-1,8%). Vale lembrar que Almentos e bebdas é o ramo ndustral de maor peso da Indústra de Transformação, com partcpação de, aproxmadamente, 27% (Tabela 12). O desempenho anual da produção ndustral só não fo por em vrtude dos resultados postvos das seguntes atvdades: Calçados e artgos de couro (8,0%); Têxtl, (6,7%); Produtos Químcos (3,3%); Refno de petróleo e álcool (3,3%), para ctar os mas mportantes. É mportante salentar que a Indústra de Transformação, apesar do resultado negatvo, fo uma das atvdades da economa cearense que mas gerou emprego formal em 2009, quando foram crados postos de trabalho. Tabela 12: Produção ndustral por atvdade Ceará Atvdades Indústra de Transformação 1,2 2,5-3,7 Almentos e bebdas 5,3 11,5-16,1 Têxtl -3,1-8,6 6,7 Vestuáro e acessóros -8,1 5,2 0,8 Calçados e artgos de couro 7,9-3,8 8,0 Refno de petróleo e álcool -18,5-13,2 3,3 Produtos químcos 15,3 17,3 3,3 Mneras não metálcos 6,1 2,0 1,1 Metalurga básca 41,4 5,9-29,1 Produtos de metal - exclusve máq./equpamentos -23,2 17,5-1,8 Máqunas, aparelhos e materas elétrcos -19,4-4,4-19,3 Fonte: IBGE. Produção e Consumo de Cmento Vale salentar que a Construção Cvl, desde 2004, vem crescendo, em decorrênca de alguns fatores como os nvestmentos pratcados pelos governos Federal e Estadual, dreconados a habtação, bem como melhores condções de crédto para fnancar a aqusção de móves; Outro fator mportante é a recuperação que houve, nesses últmos anos, na renda pessoal, que nfluenca postvamente nas pequenas construções e reformas em resdêncas, que têm peso na Construção como um todo. É mportante lembrar que a Construção Cvl, com a crse nternaconal, fo uma das atvdades mas benefcadas com meddas dreconadas a habtação popular, destacando-se a senção de mposto (IPI) para materas de construção. Todos esses eventos contrbuíram para que o desempenho da Construção Cvl fosse postvo nesses anos, com destaque para o ano de 2009, por conta das polítcas adotadas para contrabalançar a crse nternaconal. O Gráfco 6 mostra a produção e consumo de cmento para os anos de 2007, 2008 e

14 Gráfco 6: Produção e Consumo de cmento Ceará Produção de cmento Consumo de cmento Fonte: SNIC. Vendas do Comérco Varejsta No que se refere ao Comérco, este vem regstrando expansão, desde 2004, no volume de vendas a varejo, nfluencado pela conjuntura favorável, como amplação de crédto, saláros com ganhos reas, uma polítca monetára flexível, com redução da taxa Selc. Também se benefcou das meddas ant-crse do Governo Federal, com redução de mpostos, que dreta ou ndretamente contrbuíram para alavancar as vendas do comérco. Foram decsvas para o desempenho do Comérco, as ações do Governo Estadual, por meo de redução de mpostos e outros ncentvos. Todos esses fatores colocaram o Ceará nas prmeras colocações no rankng das maores taxas anuas de crescmento das vendas varejstas, nas duas comparações evdencadas no Gráfco 8, sempre acma da méda naconal e dos dos maores estados nordestnos, Baha e Pernambuco (Gráfco 7). Gráfco 7: Taxas anuas de crescmento (%) do volume de vendas varejstas (smples e amplado*) Brasl 2009 Sergpe Pau Rorama Rondôna Ceará Alagoas São Paulo Baha Santa Catarna Amapá Acre Brasl Ro de Janero Pernambuco Paraná Goás Mnas Geras Amazonas Mato Grosso Ro G. do Norte Maranhão Pará Mato Grosso do Sul Ro Grande do Sul Dstrto Federal Paraíba Esprto Santo Tocantns -1,1-1,7 1,0 0,7 Smples (%) 13,3 13,3 11,3 10,7 9,5 8,3 7,3 7,0 6,8 6,3 6,1 5,9 5,7 5,4 5,2 5,1 4,7 4,4 4,3 4,2 3,8 3,6 3,4 3,0-5,0 0,0 5,0 10,0 15,0 Pau Sergpe Rorama Alagoas Ceará Tocantns Rondôna Acre São Paulo Pernambuco Baha Mato Grosso do Sul Brasl Maranhão Esprto Santo Mnas Geras Ro de Janero Paraná Mato Grosso Goás Santa Catarna Ro Grande do Sul Amapá Ro G. do Norte Paraíba Dstrto Federal Pará Amazonas -0,6 Amplado (%) 10,8 10,4 10,3 9,9 9,3 9,2 7,9 7,3 7,3 6,9 6,9 6,8 6,8 6,7 6,1 6,0 6,0 6,0 6,0 4,6 4,6 4,5 4,2 3,1 2,9 15,8 15,6-5,0 0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 Fonte: PMC/IBGE. * Corresponde ao índce quando são ncorporadas as vendas de materas de construção e Veículos, motos e peças. 12

15 As vendas do varejo, meddas pelas comparações de volume smples, sem contablzar as atvdades de Veículos, motos e peças, e Materal de Construção, alcançaram, em 2009, uma varação postva de 9,5% sobre Quando se acrescentam essas atvdades, formando o chamado do Índce Amplado, o volume de vendas varejsta cearense regstra uma varação maor, 10,3%. Nos dos índces a maora das atvdades acusou taxas postvas (Tabela 10). Destacaram-se, ao longo do ano, as vendas de Veículos, motos e peças (14,7%), Hpermercados/superm./prod. Almentícos, bebdas e fumo (14,4%) e Combustíves e lubrfcantes (10,1%), em decorrênca, prncpalmente, da amplação da frota de veículos (Tabela 13). Tabela 13: Evolução do volume de vendas varejstas (%) Ceará Atvdades Combustíves e lubrfcantes 12,7 17,8 10,1 Hpermercados/superm./prod. almentícos, bebdas e fumo 3,1 1,8 14,4 Hpermercados e supermercados 4,1 1,8 14,6 Tecdos, vestuáro e calçados 11,5 4,1-0,3 Móves e eletrodoméstcos 15,1 10,3 9,9 Art. Farmac./médcos/ortopédcos, de perfum. e cosmétcos 8,3 5,9 4,5 Lvros, jornas, revstas e papelara 2,1 14,4 7,7 Equpamentos/mat. p/escrtóro, nformátca/comuncação 77,4 39,8 8,2 Outros artgos de uso pessoal e doméstco 17,3 13,1 10,7 Veículos/motos e peças 21,3 18,4 14,7 Materas de construção 23,5 15,2-4,6 Índce de volume smples 10,6 8,0 9,5 Índce de volume amplado 14,3 11,5 10,3 Fonte: PMC/IBGE. * Corresponde ao índce quando são ncorporadas as vendas de materas de construção e Veículos, motos e peças. Mercado de Trabalho O bom desempenho econômco do Ceará, nos últmos tempos, repercutu postvamente no mercado de trabalho. O estado regstrou um saldo de 64,4 ml empregos com cartera assnada, acumulando de 2007 a 2009, um saldo de 145,6 vagas. O resultado de 2009 é consderado muto postvo para um período de crse (Gráfco 8). Gráfco 8: Geração de emprego formal (Saldo Líqudo) * Brasl e Nordeste Brasl Nordeste Baha Ceará Pernambuco Paraíba Pauí Sergpe Alagoas Ro G. do Norte Maranhão Fonte: CAGED/MTE. * Dferença entre os Admtdos e Deslgados. 13

16 O maor destaque de 2009, na geração de emprego formal, fo o Setor de Servços, com a oferta de 21,4 ml empregos formas, segudos da Indústra de Transformação, com 21,1 ml vagas cradas, e pelo Comérco, com 12,6 ml vagas. Dentre as atvdades que compõem os Servços, o destaque coube a atvdade de Alojamento e Almentação, com a cração de 7,5 ml postos de trabalho. Quanto a Indústra de Transformação, embora tenha regstrado resultado negatvo, em sua produção, durante quase todo ano de 2009, anda como conseqüênca da crse nternaconal, nos dos últmos meses esboçou snas de recuperação. Este comportamento fo fruto da amplação na produção de Calçados e Vestuáro; Têxtl e Produtos Químcos, corroborando com as amplações de empregos formas regstrados pelo CAGED (Tabela 14). Na verdade, a Indústra de Transformação do Ceará, voltou sua produção mas para o mercado nterno, em função da retração do externo. Também fo fator de ncentvo às ndústras, a contnudade da polítca de redução de alguns mpostos, como o IPI. Vale ressaltar que parte desses resultados, de produção e emprego formal, é fruto dos nvestmentos ndustras que o governo Estadual vem ncentvando e que estão dstrbuídos por dversas atvdades, com destaque para Calçados; Almentos e Bebdas; Vestuáro; Têxtl e outros. Tabela 14: Geração de emprego formal (Saldo Líqudo)* por atvdades Ceará Setores/Atvdades Geral Indústra Extratva mneral Indústra de Transformação Indústra metalúrgca Têxtl/vestuáro Indústra de calçados Almentos e bebdas Construção Cvl Comérco Varejsta Atacadsta Servços Comérco e admnstração de móves, servços técncos Servços de alojamento e almentação, reparação e manutenção Agropecuára Fonte: CAGED/MTE. * Dferença entre os Admtdos e Deslgados. 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS Este documento analsou o desempenho da economa cearense em relação à economa braslera e nordestna, subdvdda nos período de 2002 a 2009 e , de acordo com os últmos dados publcados pelo IBGE, relatvos a 2009, em parcera com as 27 undades da federação. Na comparação com o Brasl, observa-se que o Ceará apresentou crescmento acma da méda do País, o que favoreceu a amplação de sua partcpação no PIB naconal, passando de 1,96%, no níco da sére, 2002, para 2,03%, em Esse fato também contrbuu para que houvesse uma melhora na relação do PIB per capta cearense sobre o PIB per capta do Brasl, embora em termos de posção o estado contnue na 23 a colocação. Observando-se a sére, , no seu níco, em 2002, o 14

17 PIB per capta, era de R$ e, em 2009, atngu o valor de R$ 7.687, que representou 0,45% do PIB per capta braslero. Em termos do desempenho setoral percebeu-se que o setor de Servços fo o que mas contrbuu para o crescmento econômco do estado, tendo como prncpas atvdades: Comérco, Intermedação fnancera, Servços prestados às famílas, Servços prestados às empresas, Atvdades Imobláras e aluguel, Alojamento e almentação. Em segundo lugar destacou-se a Indústra, nfluencada prncpalmente pela Produção e dstrbução de energa e gás, água, esgoto e lmpeza urbana e pela Construção cvl. A Agropecuára, devdo ao seu comportamento osclante e por ser o setor de menor partcpação no Valor Adconado, não apresentou resultado sgnfcatvo para o crescmento acumulado ao longo da sére. Medante esses resultados pode-se pensar em polítcas que fortaleçam as atvdades do Comérco e Alojamento e almentação, onde o Ceará tem potencaldades, com o ntuto de manter o bom desempenho desses segmentos e, conseqüentemente, da economa cearense. Quanto ao setor Industral, destaca-se sua mportânca para a dnâmca da economa, necesstando, portanto, de ncentvos que possam estmular outras atvdades econômcas. Atenções maores devem ser dreconadas às atvdades ndustras de Almentos e bebdas, Calçados e artgos de couro, Vestuáro e confecções e Têxtl, por serem segmentos mportantes dentro do setor Industral, vem sofrendo dante dos problemas de compettvdade, sobretudo externa. No entanto, ncentvos a outras atvdades ndustras, de maor dnamsmo, não podem dexar de exstr, como uma perspectva de sustentabldade da economa cearense. A Agropecuára deve ser vsta como um setor mportante da economa, mesmo sendo o de menor partcpação na economa estadual, por estar na base da cadea de produção de váras atvdades. Entretanto, observa-se grande osclação na produção desse segmento, devdo prncpalmente aos efetos clmátcos, própros de sua nserção geográfca no sem-árdo nordestno, que ora se manfesta por ausênca de chuvas, ora por excesso de chuvas, causando, nos dos casos, perdas sgnfcatvas para o setor Agropecuáro cearense. Nesse sentdo, é mportante propor cada vez mas polítcas públcas que possam amenzar os efetos de tas flutuações, tendo em vsta que grande parte da população carente anda vve no meo rural, onde predomna a atvdade agrícola. Por últmo, deve-se ressaltar a necessdade constante de ncentvos à educação formal e à técnca, sobretudo para a população carente em dade atva, com promoção de ações que possam amplar as oportundades de trabalho e com sso reduzr a exclusão socal, que anda persste no Ceará. Não esquecendo que os novos nvestmentos que estão sendo nstalados no estado necesstam de mão-de-obra com maor qualfcação. 15

18 APÊNDICE Tabela A1: Produto Interno Bruto (PIB) a preços de mercado Brasl e Regões 2002/ 2009 (valores correntes em R$ mlhões) Regões BRASIL NORTE NORDESTE SUDESTE SUL CENTRO-OESTE Tabela A2: Produto Interno Bruto (PIB) a preços de mercado Brasl e Regões 2002/ 2009 (valores correntes em R$ mlhões) Estados Rondôna Acre Amazonas Rorama Pará Amapá Tocantns Maranhão Pauí Ceará Ro Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergpe Baha Mnas Geras Espírto Santo Ro de Janero São Paulo Paraná Santa Catarna Ro Grande do Sul Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goás Dstrto Federal Tabela A3: Produto Interno Bruto (PIB) per capta a preços de mercado Brasl e Regões 2002/ 2009 (valores correntes em R$ mlhões) Regões e Estados BRASIL NORTE NORDESTE SUDESTE SUL CENTRO-OESTE Fonte: IBGE, Insttuções de Pesqusa e Secretaras de Planejamento Estaduas 16

19 Tabela A4: Produto Interno Bruto (PIB) per capta a preços de mercado Undades da Federação 2002/ 2009 (valores correntes em R$ mlhões) Regões e Estados Rondôna 5.362, , , , , , , ,56 Acre 4.707, , , , , , , ,45 Amazonas 7.252, , , , , , , ,94 Rorama 6.513, , , , , , , ,47 Pará 3.917, , , , , , , ,19 Amapá 6.199, , , , , , , ,60 Tocantns 4.576, , , , , , , ,70 Maranhão 2.636, , , , , , , ,43 Pauí 2.544, , , , , , , ,10 Ceará 3.735, , , , , , , ,62 Ro Grande do Norte 4.234, , , , , , , ,90 Paraíba 3.538, , , , , , , ,71 Pernambuco 4.327, , , , , , , ,93 Alagoas 3.370, , , , , , , ,21 Sergpe 5.059, , , , , , , ,25 Baha 4.524, , , , , , , ,71 Mnas Geras 6.903, , , , , , , ,62 Espírto Santo 8.258, , , , , , , ,17 Ro de Janero , , , , , , , ,98 São Paulo , , , , , , , ,22 Paraná 8.944, , , , , , , ,11 Santa Catarna 9.969, , , , , , , ,53 Ro Grande do Sul , , , , , , , ,39 Mato Grosso do Sul 7.004, , , , , , , ,96 Mato Grosso 7.928, , , , , , , ,30 Goás 7.078, , , , , , , ,68 Dstrto Federal , , , , , , , ,46 Tabela A5: Partcpação das Grandes Regões no Produto Interno Bruto (PIB) naconal 2002/2009 (valores correntes em R$ mlhões) Regões NORTE 4,69 4,78 4,95 4,96 5,06 5,02 5,10 5,04 NORDESTE 12,96 12,77 12,72 13,07 13,13 13,07 13,11 13,51 SUDESTE 56,68 55,75 55,83 56,53 56,79 56,41 56,02 55,32 SUL 16,89 17,70 17,39 16,59 16,32 16,64 16,56 16,54 CENTRO-OESTE 8,77 9,01 9,11 8,86 8,71 8,87 9,21 9,59 17

20 Tabela A6: Partcpação das undades da Federação no Produto Interno Bruto (PIB) naconal 2002/2009 (R$ mlhões) Estados Rondôna 0,53 0,57 0,58 0,60 0,55 0,56 0,59 0,62 Acre 0,19 0,19 0,20 0,21 0,20 0,22 0,22 0,23 Amazonas 1,47 1,47 1,56 1,55 1,65 1,58 1,54 1,53 Rorama 0,16 0,16 0,14 0,15 0,15 0,16 0,16 0,17 Pará 1,74 1,75 1,83 1,82 1,87 1,86 1,93 1,80 Amapá 0,22 0,20 0,20 0,20 0,22 0,23 0,22 0,23 Tocantns 0,38 0,43 0,43 0,42 0,41 0,42 0,43 0,45 Maranhão 1,05 1,09 1,11 1,18 1,21 1,19 1,27 1,23 Pauí 0,50 0,52 0,51 0,52 0,54 0,53 0,55 0,59 Ceará 1,96 1,92 1,90 1,91 1,95 1,89 1,98 2,03 Ro Grande do Norte 0,83 0,80 0,80 0,83 0,87 0,86 0,84 0,86 Paraíba 0,84 0,83 0,77 0,79 0,84 0,83 0,85 0,89 Pernambuco 2,39 2,31 2,27 2,32 2,34 2,34 2,32 2,42 Alagoas 0,66 0,66 0,66 0,66 0,66 0,67 0,64 0,66 Sergpe 0,64 0,64 0,63 0,63 0,64 0,63 0,64 0,61 Baha 4,11 4,01 4,07 4,23 4,07 4,12 4,01 4,23 Mnas Geras 8,65 8,75 9,13 8,97 9,06 9,07 9,32 8,86 Espírto Santo 1,81 1,83 2,07 2,20 2,23 2,27 2,30 2,06 Ro de Janero 11,60 11,06 11,48 11,50 11,62 11,15 11,32 10,92 São Paulo 34,63 34,11 33,14 33,86 33,87 33,92 33,08 33,47 Paraná 5,98 6,44 6,31 5,90 5,77 6,07 5,91 5,87 Santa Catarna 3,77 3,93 3,99 3,97 3,93 3,93 4,07 4,01 Ro Grande do Sul 7,14 7,33 7,10 6,72 6,62 6,64 6,58 6,66 Mato Grosso do Sul 1,03 1,13 1,09 1,01 1,03 1,06 1,09 1,12 Mato Grosso 1,42 1,64 1,90 1,74 1,49 1,60 1,76 1,77 Goás 2,53 2,52 2,47 2,35 2,41 2,45 2,48 2,64 Dstrto Federal 3,80 3,71 3,64 3,75 3,78 3,76 3,88 4,06 Tabela A7: Varação Acumulada de Preços Brasl, Regões e Undades da Federação Regões/Undades da Federação NORTE 100,00 110,72 120,37 125,74 135,57 145,54 160,85 171,88 Rondôna 100,00 118,05 124,75 136,83 133,96 147,30 172,49 183,72 Acre 100,00 110,26 122,40 129,97 132,74 150,16 165,29 179,76 Amazonas 100,00 110,58 118,98 121,23 140,30 142,43 148,54 165,91 Rorama 100,00 115,10 111,18 120,28 130,50 144,34 158,29 173,53 Pará 100,00 108,82 122,45 128,38 135,89 148,72 168,75 173,46 Amapá 100,00 96,40 99,65 106,31 121,54 132,80 145,23 152,25 Tocantns 100,00 117,02 125,40 127,47 131,40 146,32 163,55 177,65 NORDESTE 100,00 111,45 118,54 128,80 136,10 146,17 158,65 174,80 Maranhão 100,00 115,70 122,45 132,80 142,44 144,29 169,75 180,58 Pauí 100,00 112,55 118,70 128,17 138,97 151,11 165,22 177,65 Ceará 100,00 111,13 119,87 130,47 135,45 143,20 157,95 174,09 Ro Grande do Norte 100,00 108,87 120,92 134,17 146,81 160,79 170,96 185,79 Paraíba 100,00 108,47 111,87 121,06 135,04 147,74 162,61 179,76 Pernambuco 100,00 112,70 120,43 130,53 138,34 147,37 158,37 172,50 Alagoas 100,00 114,63 126,04 132,27 140,81 153,05 160,84 172,47 Sergpe 100,00 112,28 118,53 123,38 133,72 141,74 160,53 155,60 Baha 100,00 110,11 115,56 126,96 130,83 143,44 151,32 174,90 SUDESTE 100,00 113,94 122,11 132,83 142,12 149,40 158,76 171,88 Mnas Geras 100,00 115,43 130,98 135,35 146,56 156,00 173,42 185,33 Espírto Santo 100,00 112,75 136,44 152,85 160,68 169,84 181,32 190,14 Ro de Janero 100,00 111,97 123,19 134,70 145,65 151,24 168,93 171,95 São Paulo 100,00 114,29 118,69 130,52 138,84 146,00 150,56 167,45 SUL 100,00 117,95 126,19 133,19 140,55 151,94 165,49 180,08 Paraná 100,00 119,74 127,26 131,41 139,01 154,55 162,25 177,18 Santa Catarna 100,00 118,54 128,64 138,11 147,57 156,28 178,45 189,51 Ro Grande do Sul 100,00 116,09 123,96 132,10 138,08 147,32 161,26 177,54 CENTRO-OESTE 100,00 113,47 123,82 126,89 134,37 144,87 160,65 175,91 Mato Grosso do Sul 100,00 116,68 128,63 126,31 135,18 146,49 161,43 180,85 Mato Grosso 100,00 128,51 147,51 142,03 138,77 152,56 177,45 187,52 Goás 100,00 108,82 117,72 118,71 129,92 141,06 150,04 170,46 Dstrto Federal 100,00 110,04 117,39 126,84 135,59 144,17 161,05 173,98 BRASIL 100,00 114,10 122,42 131,45 140,02 148,80 160,19 174,07 18

21 NOTAS METODOLÓGICAS A estmatva do PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB), por Undade da Federação, é realzada anualmente pelos nsttutos de pesqusas e estatístcas estaduas, sob a coordenação do Insttuto Braslero de Geografa e Estatístca (IBGE), desde Esse cálculo contempla os mesmos procedmentos adotados para o cálculo das Contas Naconas e de dversos países, baseado nas orentações de organsmos nternaconas, como: as Nações Undas, o Fundo Monetáro Internaconal, a Comssão das Comundades Européas, a Organzação para a Cooperação e Desenvolvmento Econômco e o Banco Mundal, contdas no Manual de Contas Naconas System of Natonal Accounts (SNA), guardadas as devdas partculardades do País e das regões. Para um melhor entendmento são ctados, a segur, alguns concetos báscos contdos nas Contas Regonas: Atvdade Econômca - Conjunto de undades de produção caracterzado pelo produto produzdo, classfcado conforme sua produção prncpal. Deflator - Varação méda dos preços do período em relação à méda dos preços do período anteror. Impostos sobre a produção e de mportação - Impostos, taxas e contrbuções pagos pelas undades de produção e que ncdem sobre a produção, a comercalzação, a mportação e a exportação de bens e servços e sobre a utlzação dos fatores de produção. Impostos sobre produtos - Impostos, taxas e contrbuções que ncdem sobre os bens e servços quando são produzdos ou mportados, dstrbuídos, venddos, transferdos ou de outra forma dsponblzados pelos seus propretáros. Produto Interno Bruto - Total dos bens e servços produzdos pelas undades produtoras resdentes sendo, portanto, a soma dos valores adconados pelos dversos setores acrescda dos mpostos, líqudos de subsídos, sobre produtos não ncluídos na valoração da produção. Valor Bruto da Produção (VBP) compreenddo aqu como o valor de todos os bens produzdos e servços prestados em cada período analsado, avalados pelos preços dos produtos nos estabelecmentos dos produtores. Consumo Intermedáro (CI) consderado como a parcela da produção (bens e servços) consumda no processo produtvo durante cada período consderado, valorado a preços de consumdor, pos ncorpora os gastos de comercalzação e transporte dos nsumos às fábrcas e os mpostos que ncdem sobre os nsumos. Valor Adconado (VA) - Valor que a atvdade acrescenta aos bens e servços consumdos no seu processo produtvo. É a contrbução ao Produto Interno Bruto pelas dversas atvdades econômcas, obtda pela dferença entre o Valor de Produção e o Consumo Intermedáro absorvdo por essas atvdades. Índce de Volume (IV) consdera-se a razão entre a quantdade físca do produto no ano N1 vezes o P0 (ano-base) e a quantdade no ano N0 vezes o preço P0. (Fórmula de Laspeyres). Ou seja, representa a taxa de crescmento real do ano atual em relação ao ano medatamente anteror. Onde: P 0 = preço do produto no ano N 0. Σ p o x q 1 Iq = Σ p o x q o q 0 = quantdade do produto no ano N 0. q 1 = quantdade do produto no ano N 1. 19

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