Palavras-chave: jovens no mercado de trabalho; modelo de seleção amostral; região Sul do Brasil.

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1 1 A INSERÇÃO E O RENDIMENTO DOS JOVENS NO MERCADO DE TRABALHO: UMA ANÁLISE PARA A REGIÃO SUL DO BRASIL Prscla Gomes de Castro 1 Felpe de Fgueredo Slva 2 João Eustáquo de Lma 3 Área temátca: 3 -Demografa e Mercado de Trabalho RESUMO: O aumento da taxa de desemprego entre os jovens e a precarzação das condções de trabalho são problemas persstentes em város países, nclusve no Brasl. Dante dsso, o objetvo geral desse trabalho é analsar os prncpas determnantes da nserção dos jovens de 16 a 25 anos no mercado de trabalho na regão Sul do país, assm como os fatores que nfluencam os rendmentos desse segmento populaconal. Os resultados de um modelo de seleção amostral, utlzando dados da PNAD, mostraram que fatores como os anos de educação, o gênero, a raça, a renda famlar do jovem, e a posção de chefe ou cônjuge que este jovem assume no domcílo, nfluencam na decsão de nserção no mercado de trabalho nesta regão do país. Ademas, os anos de estudo nfluencam postvamente os rendmentos dos jovens, enquanto o fato do jovem ser do sexo femnno dmnu o seu rendmento em relação aos rendmentos dos jovens do sexo masculno. Palavras-chave: jovens no mercado de trabalho; modelo de seleção amostral; regão Sul do Brasl. 1 Doutoranda em Economa Aplcada Unversdade Federal de Vçosa; 2 Doutorando em Economa Aplcada Unversdade Federal de Vçosa; 3 Professor Ttular do Departamento de Economa Rural Unversdade Federal de

2 2 INTRODUÇÃO Na atualdade, o mercado de trabalho urbano passa por uma reestruturação frente à maor compettvdade econômca e às mudanças provocadas pelo crescmento e dnamzação nos setores produtvos. O aumento da taxa de desemprego, a precarzação das relações de trabalho, a redução da renda méda da população são algumas característcas que assolam de forma dstnta os dferentes grupos populaconas neste mercado de trabalho (SOUZA et.al, 2003). Nesse sentdo, a dfculdade em relação ao crescmento da oferta de trabalho resulta em taxas de desemprego elevadas, prncpalmente entre os jovens. Como ntegrantes da população economcamente atva, os jovens apresentam característcas própras que lhes atrbu uma stuação mas adversa no mercado de trabalho. Prmeramente, esse grupo passa pelo processo de transção das atvdades educaconas para o trabalho, mutas vezes tendo que convver com essas duas atvdades que lhes mpõe exgêncas dstntas (BASTOS e MATOS, 2007). Também, a falta de experênca e a busca por tal expermentação, é uma característca que, pelo menos momentaneamente, pode dfcultar a obtenção de um emprego e ocasona rendmentos menores (LOURENÇO, 2002). Além dsso, a posção do jovem na esfera famlar, na maora das vezes não sendo o chefe de famíla, e sm um dependente, proporcona ou estmula uma nstabldade ocupaconal (ROCHA, 2008; SARRIERA et.al, 2000). Dante desse quadro, o problema de pesqusa desse trabalho consste justamente em entender quas varáves e em que ntensdade elas nfluencam a nserção dos jovens urbanos no mercado de trabalho, assm como os rendmentos desse grupo. No entanto, esse não é um problema exclusvamente braslero. Na Unão Europea a taxa de desemprego entre os jovens tem aumentado dante da crse do euro, estando na méda de 22%. As stuações mas crítcas são na Espanha, onde 50,5% dos jovens menores de 25 estão desempregados e na Gréca com 50,4% (EUROESTAT, 2012). No Brasl, entre os jovens de 16 a 25 anos a taxa de desemprego é de 16,04%, enquanto a méda da população geral é de 10% (IBGE, 2012). Apesar de serem menores que as taxas europeas, as taxas brasleras de desemprego entre os jovens revelam que é um dlema para o país a questão da exclusão socal dos jovens no mercado de trabalho. E este problema é anda acentuado pelas dspardades regonas brasleras. A regão Nordeste apresenta a maor taxa de desemprego entre os jovens brasleros de 16 a 25 anos, sendo 18,7%, seguda das regões Norte (16,6%) e Sudeste (16%). Já a regão Centro-Oeste apresenta uma taxa de desemprego entre os jovens de 16 a 25 anos menor que a méda

3 3 naconal, sendo 14,8%. E por fm, a regão Sul apresenta o menor percentual de desemprego entre os jovens brasleros dessa faxa etára, 11,5% 4. Dessa forma, a regão Sul do país, que engloba os estados do Paraná, Santa Catarna e Ro Grande do Sul, fo escolhda como área de nvestgação, por ser uma das regões mas dnâmcas do país e possur os menores índces em termos de desemprego geral e entre os jovens nas regões brasleras. Pelos dados da PNAD (Pesqusa Naconal por Amostra de Domcílos), para o ano de 2011, a regão apresentava uma taxa méda de desemprego da população geral de 8,7%, abaxo da méda braslera que fo 10%. O desemprego entre os jovens de 16 a 25, anterormente relatado, 11,5%, também esteve abaxo da méda do país que fo 16,04%. No entanto, dentro da própra regão Sul exstem dspardades entre os estados, o que torna mas nstgante a análse da nserção dos jovens e seus rendmentos nesta regão. Em relação à delmtação da fase jovem, escolheu-se trabalhar com os lmtes de dade de 16 a 25 anos. De fato, na legslação trabalhsta braslera o ndvíduo estará apto ao trabalho a partr dos 16 anos, quando poderá ter cartera de trabalho, mesmo havendo a possbldade de aprendzes na faxa de 14 a 24 anos. Além dsso,trabalhar-se-á com os jovens urbanos, remetendo o problema da nserção no mercado de trabalho às cdades. Sendo assm, o objetvo geral desse trabalho é analsar os prncpas determnantes da nserção dos jovens urbanos de 16 a 25 anos no mercado de trabalho na regão sul do país, assm como os fatores que nfluencam os rendmentos do grupo. Os objetvos específcos são: a) verfcar a decsão de partcpação dos jovens urbanos no mercado de trabalho da regão sul do país; e b) verfcar os determnantes e a méda do rendmento dos jovens de 16 a 25 anos que trabalham na regão sul. A partr dessa ntrodução, esse estudo está dvddo em mas quatro seções. A prmera apresenta uma breve revsão da lteratura naconal sobre o tema da nserção dos jovens no mercado de trabalho naconal. A seção segunte dscute a metodologa do trabalho, apresentando os procedmentos econométrcos adotados, o modelo analítco e a fonte de dados. Posterormente, nos resultados e dscussão, há uma análse descrtva dos dados da PNAD de 2011 relatvos ao tema, e os resultados do modelo em questão. Na últma seção apresentam-se as conclusões do estudo. 4 Essas taxas foram calculadas pelos autores, a partr dos dados da PNAD (Pesqusa Naconal por Amostra de Domcílos) de 2011.

4 4 1 BREVE REVISÃO DA LITERATURA Na lteratura naconal, um dos trabalhos de referênca sobre o tema em questão é o de Pochmann (2000), que dscute a nserção dos jovens no mercado de trabalho braslero na década de A partr de uma análse dos dados da PNAD, o autor explca que houve uma deteroração da stuação dos jovens no mercado de trabalho nesse período. Isso tera ocorrdo em parte devdo a dmnução do emprego assalarado nesse grupo da população e o aumento do emprego por conta própra. Nesse sentdo, também ocorreu uma redução do número de jovens com cartera assnada no país, o que dmnuu a proteção socal aos mesmos. O trabalho de Flor (2003) analsa a estrutura do desemprego entre os jovens procurando dentfcar os motvos da taxa de desemprego dos jovens ser muto superor à dos adultos. Neste trabalho, a autora concluu que a causa do alto desemprego dos jovens não está na dfculdade em consegur o prmero emprego, mas sm na alta rotatvdade dos jovens no mercado de trabalho. Para as regões metropoltanas de Belo Horzonte e Salvador, Braga e Rodarte (2006), utlzando dados da PED (Pesqusa de Emprego e Desemprego) 5, mostraram que jovens pobres, negros e mulheres jovens apresentam maor dfculdade de nserção no mercado de trabalho, ou seja, a taxa de desemprego é maor. Dentre as causas do maor desemprego entre os jovens, os autores destacaram a falta de experênca em ocupações formas e as mudanças ocorrdas na estrutura do mercado de trabalho braslero. O trabalho de Slva e Kassouf (2002a) avala especfcamente a magntude e os determnantes do desemprego entre os jovens brasleros, utlzando dados da PNAD de Incalmente, as autoras buscaram dentfcar os determnantes da decsão de alocação do tempo dos jovens consderando ses possbldades: só trabalhar; só estudar; estudar e cudar de afazeres doméstcos; combnar trabalho e escola; só cudar de afazeres doméstcos; não realzar nenhuma dessas atvdades. Os resultados obtdos de um modelo logtmultnomal mostraram que a escolardade e dade do chefe de famíla, o número de pessoas na famíla com mas de 7 anos de dade e a renda famlar foram as varáves mas mportantes na decsão de os jovens estudarem, ndependente de trabalharem ou não. Por outro lado, o aumento da dade do jovem e o maor número de cranças na famíla contrbuíram para aumentar a probabldade dos jovens trabalharem. 5 Pesqusa de Emprego e Desemprego (PED) realzada nas regões metropoltanas de São Paulo, Belo Horzonte, Porto Alegre, Recfe, Salvador e Dstrto Federal.

5 5 Em outro trabalho com dados da PNAD, Slva e Kassouf (2002 b) estmaram um modelo logtmultnomal para as probabldades dos jovens brasleros se encontrarem, em um determnado nstante do tempo, em três stuações: natvo, atvo e empregado, ou atvo e desempregado. Os resultados mostraram que a probabldade de desemprego fo menor com o aumento da experênca do jovem no mercado de trabalho, para os homens e as mulheres resdentes em áreas urbanas. Também, as autoras encontraram ndícos de dscrmnação racal contra os negros na ocupação das vagas de trabalho. Além dsso, verfcaram que a probabldade de desemprego é maor para o jovem de renda famlar mas baxa. Especfcamente para a Regão Metropoltana de Porto Alegre (RMPA), Bastos e Matos (2007) estmaram, através de modelos logt e com dados da PED, os efetos de varáves demográfcas e socoeconômcas sobre a probabldade de um jovem estar ocupado na regão. Os resultados dos modelos mostraram que as varáves sexo, dade e escolardade tveram mpactos relevantes sobre a chance de um jovem estar trabalhando na RMPA. No que se refere especfcamente ao sexo, o resultado fo o de que os homens jovens possuem uma chance muto superor à das mulheres jovens de estarem ocupados. Sobre a renda domclar do jovem, os resultados mostraram que esta teve um mpacto dreto, mas de pequena magntude, na chance de o jovem estar ocupado. Por fm, a varável explcatva escolardade do chefe de domcílo, apresentou um mpacto negatvo sobre a chance de o jovem estar ocupado. Por essa breve revsão da lteratura naconal percebe-se que o tema da nserção dos jovens do mercado de trabalho braslero tem sdo estudado em dferentes dmensões e tem mostrado resultados de nteresse para o âmbto governamental. No entanto, o objetvo proposto neste estudo específco, que é verfcar conjuntamente a nserção dos jovens no mercado de trabalho e seus rendmentos na regão sul do país, anda não fo bem explorado nas pesqusas naconas. 2 METODOLOGIA 2.1 Procedmentos econométrcos e modelo analítco No ntuto de avalar a nserção dos jovens no mercado de trabalho e seus rendmentos na regão sul do país, utlzou-se o modelo Tobt II, também conhecdo como modelo de

6 6 seleção amostral. Uma forma comum de seleção amostral é o truncamento ocasonal (GREENE, 2003), que é usado neste trabalho. Para a determnação dos rendmentos, se o jovem estver trabalhando no momento da pesqusa, observa-se seu saláro. No entanto, para os jovens fora da força de trabalho, não se pode observar o seu rendmento. Dessa forma, o truncamento é ocasonal porque depende de outra varável, a nserção do jovem no mercado de trabalho, que por sua vez depende de uma sére de outras varáves. Assm, a abordagem econométrca desse modelo de seleção amostral consste em especfcar duas equações: uma para a varável de nteresse, que nesse caso é o rendmento dos jovens, e outra, denomnada equação de seleção envolvendo a nserção dos jovens no mercado de trabalho para explcar a ocorrênca da varável de nteresse. * Na equação de seleção, consderando Y como uma varável latente representatva da partcpação dos jovens no mercado de trabalho, tem-se que: Y * =1, 2, 3,...N (1) Z e observa-se Y Y 1 0 se se Y * Y * 0 0 Neste caso, Y é uma varável de escolha bnára que defne a nserção ou não do jovem no mercado de trabalho e Z denota o vetor de varáves exógenas que determnam a decsão de partcpar ou não da força de trabalho. Já é o termo de erro aleatóro. A partr dsso, a equação de rendmentos segue o modelo de regressão abaxo: W * ` X ' v =1,2,3,...n (2) e observa-se W W W 0 * se se Y Y * * 0 0 W * é uma varável latente que representa o rendmento do jovem. O vetor de varáves exógenas é X, que determna o nível de rendmento, e v é o termo de erro aleatóro. Como W é observada somente quando Y * for maor que zero, o seu valor esperado é defndo conforme segue: ` E( W Y 0) X (3) * v

7 7 em que ρ é o coefcente de correlação entre os erros dos modelos (1) e (2); v é o desvopadrão de v; e, a razão nversa de Mlls 6 ( ), sendo e as funções normas de densdade de probabldade e acumulada, respectvamente. O modelo de seleção amostral pode ser estmado pelo procedmento de Heckman ou por Máxma Verossmlhança (CAMERON e TRIVEDI, 2009). O método de Heckman consste em uma estmação de dos estágos, sendo que no prmero estma-se por máxma verossmlhança a equação de seleção e obtêm-se os α para o cálculo da razão nversa de Mlls. No segundo estágo estma-se por MQO a equação de nteresse, na qual Y * 0 e se obtém as estmatvas de β e v (GREENE, 2003). O método de máxma verossmlhança também é composto por duas partes, sendo que uma descreve a escolha bnára e determna a probabldade P(Y =1) ou P (Y =0) e a outra descreve a dstrbução de W a partr de Y =1. Consderadas as probabldades constró-se a função de verossmlhança, que quando maxmzada gera as estmatvas para os parâmetros β (equação 2) e α (equação 1). Neste estudo, empregou-se o método de máxma verossmlhança que produzu resultados mas robustos. A partr dessas consderações sobre o modelo de seleção amostral, parte-se para a descrção das varáves exógenas utlzadas na equação de seleção. Z = EDU + 3 LNRF + 4 GEN + 5 COR + 6 CHEFE + 7 UF2 + 8 UF3(4) em que, j (j = 1 a 8) são os parâmetros a serem estmados; EDU, expressa a educação do jovem em anos de estudo; LNRF é o logartmo natural da renda mensal total de todas as fontes de renda da famíla do jovem, menos os rendmentos dos jovens, em R$; GEN, é uma varável dummy que assume o valor um se o jovem for do sexo femnno e zero se for masculno; COR é uma dummy que assume o valor 1, se o jovem é de cor negra, parda amarela ou ndígena e 0 no caso de branco; CHEFE é uma varável bnára em que 1 representa os jovens que são chefes de famíla ou cônjuges e 0 caso contráro; UF2 e UF3 são dummes que expressam respectvamente o estado de Santa Catarna e Ro Grande do Sul. Sobre a educação, espera-se uma relação postva com a nserção dos jovens no mercado de trabalho, no sentdo que, quanto maor o tempo de estudo maor a chance de se nserr no mercado de trabalho, devdo à maor qualfcação. A varável renda famlar pode 6 É através dessa razão nversa de Mlls que se defne o vés de seleção amostral.

8 8 apresentar uma relação ambígua com a nserção dos jovens no mercado de trabalho. Pode ser negatva ndcando que, quanto maor a renda da famíla menor a necessdade do jovem trabalhar cedo e assm poder se dedcar mas aos estudos. Porém, pode ser postva, na medda em que ao estudar mas o jovem se torna mas qualfcado, o que atng dretamente sua nserção no mercado de trabalho. No que dz respeto ao gênero, acredta-se que a dummy deva ter snal negatvo devdo à possível dscrmnação em relação à nserção das mulheres no mercado de trabalho. Por sua vez, a dummy em relação à raça busca verfcar a dscrmnação racal no mercado de trabalho, em relação a não brancos, por sso espera-se que seja negatva. A varável chefe deve ter uma relação postva com a nserção, uma vez que o jovem que é chefe de domcílo tem a necessdade de sustentar a famíla e buscar mas arduamente trabalho. As dummespara os estados UF2 e UF3 consderam como base o estado do Paraná e comparam se há dferença na nserção dos jovens entre os estados da regão sul. Acredta-se haver dferenças na nserção dos jovens nos estados da regão, e dessa forma, espera-se que as dummes sejam estatstcamente sgnfcatvas. A equação de nteresse é a equação de rendmentos expressa abaxo: lnw = EDU + 3 GEN + 4 COR v (5) em que, lnw é o logartmo natural do rendmento orundo de qualquer trabalho do jovem de 16 a 25 anos; j (j = 1 a5 ) são os parâmetros a serem estmados; é a razão nversa de Mlls; e v, o termo de erro aleatóro; sendo as demas varáves defndas conforme a equação de seleção anteror. Nessa equação de nteresse, espera-se que o rendmento aumente lnearmente com a escolardade do jovem, remetendo novamente à questão da maor qualfcação. Também, se nclu dummes de gênero e raça no ntuto de se verfcar uma possível dscrmnação em relação aos rendmentos dos jovens no mercado de trabalho. Novamente, para essas duas dummes espera-se encontrar os mesmos snas negatvos que na equação de seleção. Para os modelos analítcos, relatvos à nserção e rendmento dos jovens no mercado de trabalho na regão Sul, a estmação econométrca fo executada no software STATA Fonte de dados

9 9 A fonte de dados desse trabalho é o IBGE (Insttuto Braslero de Geografa e estatístca) que realza a Pesqusa Naconal por Amostra de Domcílos (PNAD). Essa pesqusa apresenta uma sére de dados sobre os padrões socoeconômcos dos ndvíduos brasleros. Por se tratar de mlhares de ndvduas, os dados da PNAD são denomnados mcrodados e englobam nformações dos mas dversos tpos, como: regão de domcílo, dade, raça, sexo, número de membros na famíla, rendmentos famlares, rendmento de trabalho, nível de escolardade, número de horas trabalhadas, entre outros. Para os objetvos do artgo, utlzou-se a PNAD de 2011 e foram seleconados os dados dos estados da regão Sul do país (Paraná, Santa Catarna e Ro Grande do Sul) e chegou-se a uma subamostra de observações para os jovens urbanos de 16 a 25 anos. Para essa amostra se ncorporou odesenho amostral complexo, em que há uma combnação de város métodos probablístcos de amostragem, e não apenas a aleatóra smples para a seleção de uma amostra representatva da população 7. 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO 3.1 Análse prelmnar dos dados Incalmente, apresentam-se na Tabela 1 algumas estatístcas descrtvas, relaconadas aos dados utlzados nos modelos, sobre as característcas dos jovens de 16 a 25 anos na Regão Sul do Brasl e nos dstntos estados que a compõem. Tabela 1 - Característcas dos jovens de 16 a 25 anos - Regão Sul, Brasl, No caso do desenho de amostragem complexa, a análse estatístca tradconal, baseada na amostragem aleatóra smples, pode produzr ncorreções tanto para as estmatvas médas como para as respectvas varâncas, comprometendo os resultados, os testes de hpóteses e as estmatvas (SZWARCWALD e DAMACENA, 2008).

10 10 Característcas Regão Sul Paraná Proporção de jovens desempregados Proporção de mulheres jovens desempregadas Proporção de jovens negros, pardos, amarelos ou ndígenas desempregados Proporção de jovens chefes de famíla desempregados Méda da renda pessoal do jovem Méda da renda famlar do jovem Méda dos anos de estudo dos jovens Fonte: Elaboração própra, a partr dos dados da PNAD, Santa Catarna Ro Grande do Sul 11,5% 12,41% 9,37% 12,96% 15,05% 16,45% 9,78% 16,89% 14,40% 13,16% 12,34% 17,93% 10,13% 11,55% 6,05% 11,33% R$ 799,00 R$ 779,00 R$ 913,00 R$ 747,00 R$ 2.018,00 R$ 2.007,00 R$ 2.214,00 R$ 1.900,00 11 anos 11,04 anos 11,89 anos 10,57 anos Em relação aos jovens desempregados, a taxa de desemprego méda da regão Sul é de 11,5%, sendo a maor taxa no Ro Grande do Sul (RS), 12,96%, e a menor em Santa Catarna (SC), 9,37%. Quando se analsa apenas as mulheres jovens desempregadas, a taxa de desemprego é maor 15,05%, e entre os estados novamente a maor é no RS 16,89%, seguda do Paraná (PR)16,45% e a menor em SC (9,78%). Por esses dados, há ndícos de uma maor dfculdade de nserção das mulheres jovens no mercado de trabalho da regão Sul, com exceção de Santa Catarna. Anda, sobre a proporção de desempregados, quando se verfca a taxa para o grupo de jovens negros, pardos, amarelos e índos, essa é maor que a taxa de desemprego geral para os jovens, tanto na méda da regão sul como em cada estado, sendo a maor dferença no RS. Ou seja, aparentemente, havera uma maor dfculdade de nserção desse grupo no mercado de trabalho dessa regão. Quando se observa os jovens que são chefes de famíla ou cônjuges, percebe-se que a taxa de desemprego do grupo é um pouco menor que a taxa geral para os jovens da regão sul. Exceção para o estado de SC, em que essa taxa é consderavelmente menor 6,05%. Sobre a renda pessoal dos jovens, a méda da regão sul é de R$799, sendo a maor em SC, R$913. Nos estados do PR e RS a méda dos rendmentos dos jovens fo R$ 779 no prmero e R$ 747 no segundo. A méda da renda famlar na regão é de R$2.018, e novamente SC apresenta a maor méda R$2.214, sendo no Paraná R$2.007 e no Ro Grande

11 11 do Sul, R$ No que dz respeto aos anos de estudo dos jovens, a méda da regão é 11 anos, com pequenas varações entre os estados. Assocado à renda pessoal, o gênero ocasona dstorções nos rendmentos entre os jovens, como pode ser vsto na Fgura 1. Dentre os jovens do sexo masculno, 25% recebam até um saláro mínmo, enquanto, entre os jovens do sexo femnno, essa partcpação era equvalente a 36%. Esse comportamento é percebdo também em faxas de renda superores, por exemplo, acma de três saláros mínmos. Para esta últma faxa, o percentual de jovens homens (8%) é duas vezes maor do que o percentual de mulheres jovens (4%). Gênero Faxa de Renda Até R$545 R$545-R$ R$1635 Homem 0,2538 0,6683 0,078 Mulher 0,3611 0,5996 0,0394 Total 0,3022 0,6373 0,0606 Fgura 1 Relação entre gênero e faxas de renda pessoal Regão Sul, Brasl, Fonte:Elaboração própra,a partr dos dados da PNAD, A educação também é vsta como determnante dos rendmentos. Essa assocação está representada na Fgura 2. Dentre os jovens que tnham até 8 anos de estudo, 99% recebam menos do que três saláros mínmos 8, com destaque para o percentual de jovens que recebam menos do que um saláro (43%). Esse quadro muda com o acréscmo de anos de estudo, ndcando uma relação postva entre educação e rendmentos dos jovens. Tal fato fca evdente quando analsados os jovens que detnham mas de 12 anos de estudo, uma vez que 16% desses jovens recebam mas de três saláros mínmos. Faxa de Anos de Estudo Faxa de Renda Até R$545 R$545-R$ R$1635 Até 8 anos 0,4306 0,5563 0, a 12 anos 0,3041 0,6541 0, anos 0,2004 0,6372 0,1625 Total 0,3022 0,6373 0,0606 Fgura 2 Relação entre faxas de anos de estudo e faxas de renda pessoal Regão Sul, Brasl, Fonte:Elaboração própra a partr dos dados da PNAD, Fo consderado o valor do saláro mínmo relatvo ao ano de 2011.

12 12 Como o contexto famlar é consderado um alcerce para o desenvolvmento do jovem, também sera um dos determnantes do nível educaconal dos mesmos. Portanto, é possível relaconar a faxa de renda famlar, representando o aporte fnancero da famíla, e a educação dos jovens (Fgura 3). É possível perceber que famílas com rendas superores estão assocadas aos jovens com maor nível educaconal. Esse comportamento é evdencado quando se comparam os jovens nserdos em famílas com renda nferor a um saláro mínmo e superor a três saláros o percentual de jovens com mas de 12 anos de estudo dobra, de 13,5% para 27%. Faxa de Renda Famlar Faxa de Anos de Estudo Até 8 anos 8 a 12 anos + 12 anos Até R$545 0,23 0,6244 0,1356 R$545-R$1635 0,1632 0,7193 0, R$1635 0,0803 0,6468 0,2698 Total 0,1392 0,6725 0,1884 Fgura 3 Relação entre faxas de renda famlar e faxas de anos de estudo Regão Sul, Brasl, Fonte:Elaboração própra, a partr dos dados da PNAD, Este últmo resultado dá suporte à hpótese de que a renda famlar afeta postvamente a nserção do jovem no mercado de trabalho, mesmo que ndretamente. Isso decorre do ncentvo ou da oportundade dada ao jovem de frequentar a escola ou qualquer outra nsttução de ensno por um maor período quando a famíla detém uma renda maor. 3.2 Determnantes da nserção e do rendmento dos jovens no mercado de trabalho Com base na Tabela 2, deve-se notar que, nos modelosrelatvos à nserção e rendmento dos jovens no mercado de trabalho na regão Sul, a maora das varáves fo estatstcamente sgnfcatva pelo menos a 5%, o que pode ndcar uma escolha adequada dos mesmos. Para reforçar tal fato, a estatístca F, que mostra a sgnfcânca global do modelo fo altamente sgnfcatva, demonstrando assm, uma possível adequação das varáves explcatvas ao modelo. Na Tabela 2, rho é o coefcente de correlação entre os erros dos dos modelos, e apresenta um valor alto e extremamente sgnfcatvo. O coefcente lambda é a estmatva do coefcente da varável λ na expressão 3, ou seja, a razão nversa de Mlls. Nota-se que

13 13 lambda é sgnfcatvo a 1% de probabldade, ndcando que a sua nclusão era necessára para se evtar o vés de seletvdade amostral 9. Tabela 2 - Determnantes da nserção e dos rendmentos dos jovens no mercado de trabalho - Regão Sul, Brasl, 2011 Modelo 1: Inserção dos jovens Varável Coefcentes D.P Z Valor p Efeto Margnal EDU 0, , ,73 0,000 0, *** GEN -0, , ,88 0,000-0, *** LNRF 0, , ,85 0,000 0, *** COR -0, , ,85 0,004-0, *** CHEFE 0, , ,13 0,000 0, *** UF2 0, , ,44 0,015 0, ** UF3-0, , ,49 0,626 - Constante 0, , ,28 0,000 - Modelo 2: Rendmento dos jovens Varável Coefcentes D.P t Valor p Efeto Margnal EDU 0, , ,76 0,000 0, *** GEN -0, , ,59 0,000-0, *** COR 0, , ,86 0,391 - Constante 6, , ,11 0,000 - rho -0, , ,4 0,000 lambda -1, , ,27 0,000 F(3, 705) = 37,21 Prob> F = 0,0000 Fonte: Resultado da pesqusa. Nota: ***estatstcamente sgnfcatvo a 1%; **sgnfcatvo a %5. Observa-se no prmero modelo, de nserção dos jovens no mercado de trabalho, que das sete varáves explcatvas, apenas UF3 não fo estatstcamente sgnfcatva. Como UF3 representa o estado do Ro Grande do Sul, sso sgnfca que a probabldade de nserção dos jovens no mercado de trabalho desse estado não sera dferentedo Paraná (estado base). Esse fato também remete às estatístcas descrtvas anterormente apresentadas, nas quas as taxas de desemprego entre os jovens nos dos estados eram bem semelhantes. Para analsar a nfluênca das demas varáves sobre a probabldade do jovem de 16 a 25 da regão Sul entrar para a força de trabalho, utlzaram-se os efetos margnas de cada uma das varáves em questão. A varável relatva à educação (EDU), expressa em anos de estudo, apresentou o snal postvo esperado. Seu efeto margnal ndca que, se aumentar um ano de estudo do jovem, em méda, a probabldade deste se nserr no mercado de trabalho 9 Se não fosse empregado o Modelo de Seleção Amostral, a equação de rendmentos dos jovens, ou seja, o modelo 2, apresentara problema de vés de seleçãoe as estmatvas seram vesadas e nconsstentes.

14 14 aumenta em 0,76 pontos percentuas (p.p). Oresultado confrma o esperado, quanto maor os anos de estudo, melhor deve ser a qualfcação, e dessa forma, maor a chance de entrar para o mercado de trabalho. Esse resultado remete ao trabalho de Bastos e Matos (2007), que também encontraram um efeto postvo da educação sobre a nserção dos jovens no mercado de trabalho na regão metropoltana de Porto Alegre. Em relação a varável de gênero, essa representa a nserção da mulher jovem no mercado de trabalho, e como esperado apresentou snal negatvo. Pelo efeto margnal, se o jovem for do sexo femnno, a chance de se nserr no mercado de trabalho dmnu em 8,28 pontos percentuas. Esse resultado é condzente com a estatístca descrtva que já apontava para uma maor dfculdade de nserção da mulher no mercado de trabalho em relação aos jovens do sexo masculno. Ou seja, há ndícos que na regão Sul do país há certa dferença de gênero quanto à partcpação no mercado de trabalho. Análogo a esse resultado, Bastos e Matos (2007) e Braga e Rodarte (2006) também encontraram em seus trabalhos a desvantagem femnna na nserção no mercado de trabalho, respectvamente na regão metropoltana de Porto Alegre e nas regões metropoltanas de Belo Horzonte e Salvador. A varável logartmo da renda famlar (LNRF) apresentou snal postvo em relação à nserção dos jovens no mercado de trabalho. De acordo com os resultados, o aumento em 1 % na renda famlar do jovem aumenta em 0,68 p.p a chance do jovem se nserr no mercado de trabalho. Esse resultado é condzente com a hpótese que quando a renda famlar aumenta, o jovem tem a oportundade de estudar por um período maor de tempo e assm, quando se apresenta ao mercado de trabalho sua chance de nserção é maor resultado também encontrado na análse prelmnar dos dados. Apesar de Bastos e Matos (2007) analsarem a renda domclar ao nvés da renda famlar, também encontram resultado semelhante ao deste trabalho, ou seja, um mpacto postvo, porém de pequena magntude, sobre a nserção do jovem no mercado de trabalho. A relação negatva da varável COR com a nserção no trabalho mostra que, se o jovem é negro, pardo, amarelo ou ndígena sua chance de nserção no mercado de trabalho é 4,2 p.p menor que a chance de um jovem branco. Ou seja, pelos resultados do modelo parece haver uma dstnção racal na nserção dos jovens no mercado de trabalho da regão sul do Brasl. Slva e Kassouf (2002b) e Braga e Rodarte (2006) também encontraram evdênca de dscrmnação racal para o Brasl e para as regões metropoltanas de Belo Horzonte e Salvador, respectvamente. Sobre a varável relatva ao jovem ser chefe de domcílo ou cônjuge, essa apresentou o snal postvo esperado em relação à partcpação do jovem no mercado de trabalho. Pelos

15 15 dados, o fato do jovem ser chefe ou cônjuge aumenta em méda 10 p.pa probabldade dele se nserr no mercado de trabalho - em comparação aos jovens que em um domcílo são flhos, agregados, outros parentes, etc. Isso pode se relaconar ao fato desses jovens, chefes ou cônjuges, apresentarem maor responsabldade em relação ao sustento do domcílo e assm maor empenho em partcpar do mercado de trabalho. Na análse prelmnar dos dados, na Tabela 1, esse resultado não estava tão evdente, com exceção para o estado de Santa Catarna. Os resultados ndcam também que há uma dferença em relação à nserção dos jovens no mercado de trabalho de Santa Catarna, ao se comparar com o Paraná e também com o Ro Grande do Sul. Pela varável UF2, se o jovem resdr no estado SC a sua probabldade de se nserr no mercado de trabalho é 3,77 p.p maor do que um jovem do PR e do RS. Ou seja, mesmo na regão Sul, exste dferenças entre os estados em termos da partcpação do jovem no mercado. Nas estatístcas descrtvas esse resultado é reforçado quando se observa as dferenças nas taxas de desemprego entre os jovens nos dstntos estados. Já em relação ao segundo modelo que avala os determnantes dos rendmentos dos jovens no mercado de trabalho, das três varáves explcatvas, apenas uma não fo estatstcamente sgnfcatva, e todas apresentaram os snas esperados. A varável COR não fo sgnfcatva, ou seja, não fo determnante dos rendmentos dos jovens. Isso pode ndcar que na regão Sul do país, apesar de haver uma dstnção racalna nserção dos jovens no mercado de trabalho, não há tal dferencação em termos dos rendmentos recebdos pelos jovens que já estão no mercado de trabalho (Tabela 2). Sobre os anos de estudo, a varável apresentou relação dreta com os rendmentos dos jovens. Pelos efetos margnas, se aumentar em um ano a nstrução do jovem, em méda, aumenta em 7,1% o rendmento do mesmo. Dessa forma, a educação é mportante tanto para a decsão de partcpação no mercado de trabalho quanto para o rendmento do jovem. Ou seja, a nstrução, a qualfcação, são fatores fundamentas no mercado de trabalho. Ademas, a varável para gênero (GEN) que smbolza, neste caso, o rendmento das mulheres em comparação ao rendmento dos homens, apresentou o snal negatvo. Pelos resultados, se o jovem é mulher, em méda os seus rendmentos são 29,6% menores do que os rendmentos dos homens. Novamente, os dados mostram que há dscrmnação de gênero no mercado de trabalho, tanto em relação à nserção da mulher jovem no mercado, quanto em relação aos seus rendmentos.

16 16 4CONCLUSÃO O aumento da taxa de desemprego entre os jovens é um problema que vem se manfestando em város países desenvolvdos e em desenvolvmento. No Brasl os dados revelam que, anda é um grande dlema para o país a questão da exclusão socal dos jovens sobre a forma do desemprego. Frente a essa conjuntura, o objetvo geral desse trabalho fo analsar os prncpas determnantes da nserção dos jovens urbanos de 16 a 25 anos no mercado de trabalho na regão Sul do país, assm como os fatores que nfluencam os rendmentos do grupo. Os resultados mostraram que em termos da partcpação dos jovens de 16 a 25 anos no mercado de trabalho da regão sul do país, fatores como os anos de educação, o fato de o jovem ser chefe do domcílo ou cônjuge, a renda famlar, e o fato de resdr no estado de SC nfluencam postvamente a decsão de partcpação no mercado de trabalho. Por outro lado, o fato do jovem ser do sexo femnno dmnu a probabldade de nserção no mercado de trabalho, assm como o fato do jovem ser negro, pardo, índo ou amarelo. Anda, não se constatou dferenças sgnfcatvas entre a nserção dos jovens no mercado de trabalho nos estados do Ro Grande do Sul e do Paraná. Em termos dos rendmentos dos jovens da regão sul do país, a méda é de R$799, sendo omaor rendmento médo em SC, R$913. O modelo mostrou que os anos de estudo nfluencam postvamente os rendmentos dos jovens, enquanto o fato do jovem ser mulher dmnu o rendmento das mesmas em relação aos homens. Neste caso, a varável cor não fo estatstcamente sgnfcatva no modelo, revelando que a questão racal não é determnante dos rendmentos dos jovens na regão. Em geral, o que se percebe é que a educação nfluenca tanto a nserção no mercado de trabalho quanto os rendmentos dos jovens, mostrando o papel fundamental da qualfcação e da capactação para o grupo. Também, a questão de gênero se mostrou mportante no trabalho por revelar a dscrmnação das mulheres no mercado de trabalho, tanto em sua nserção quanto em seus rendmentos, se comparado aos homens. No mas, a questão racal se mostrou sgnfcatva na nserção dos jovens no mercado trabalho, mas não fo determnante dos rendmentos daqueles jovens já empregados. Ou seja, há ndícos de haver uma dstnção racal na hora de consegur o emprego, porém quando já empregado os saláros são os mesmos dos jovens brancos. Como a análse deste trabalho é feta para a regão sul, é mportante se observar as partculardades de cada estado, de forma a se promover polítcas públcas mas adequadas

17 17 para os jovens no mercado de trabalho específco. Para trabalhos futuros sera nteressante anda, comparar essas característcas da regão sul do país com as característcas das demas regões, de forma a se ter um panorama mas geral da nserção dos jovens e seus rendmentos no mercado de trabalho braslero. REFERÊNCIAS BASTOS, R. L. A; MATOS, J. D. A nserção ocupaconal dos jovens na Regão Metropoltana de Porto Alegre: prncpas característcas, mudanças e permanêncas. Porto Alegre: Fundação de Economa e Estatístca, nov (Texto para dscussão). BRAGA, T. S.; RODARTE, M. M. S. A nserção ocupaconal e o desemprego dos jovens: o caso das regões metropoltanas de salvador e Belo Horzonte. Pesqusa & Debate, v. 17, n. 1 (29), p , CAMERON, A. C.; TRIVEDI, P. K. McroeconometrcsusngStata. College Staton: Stata Press, 692p EUROSTAT EUROPEAN COMISSION STATISTCS.Statstcs Database 2012.Dsponível em: < Acesso em mao de FLORI, P. M. Desemprego de jovens: um estudo sobre a dnâmca do mercado de trabalho juvenl braslero f. Dssertação (Mestrado em Economa). Unversdade de São Paulo, São Paulo, SP, GREENE, W. H. Econometrc analyss. 5 ed. Upper Saddle Rver, New Jersey: Prentce Hall, IBGE INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Pesqusa Naconal de Amostra por Domcílos (PNAD) Ro de Janero: Dsponível em: <www.bge.gov.br>. Acesso em outubro de LOURENÇO, C. L. Característcas da nserção ocupaconal dos jovens no Brasl f. Dssertação (Mestrado em Economa Socal e do Trabalho). Unversdade Estadual de Campnas, Campnas, SP, POCHMANN, M. A batalha pelo prmero emprego. São Paulo: Publsher Brasl, ROCHA, S. A nserção dos jovens no mercado de trabalho. Salvador: Caderno CRH, v.21, n.54, p , SARRIERA, J. C.; CÂMARA, S. G.;BERLIM, C. S. Elaboração, desenvolvmento e avalação de um programa de nserção ocupaconal para jovens desempregados.pscologa: Reflexão e Crítca, v. 13, n.1, SILVA, N. D. V.; KASSOUF, A. L. A exclusão socal dos jovens no mercado de trabalho braslero. Revsta Braslera de Estudos de População, v. 19, n.2, jul-dez, 2002 a.

18 18 SILVA, N. D. V.; KASSOUF, A. L. O trabalho e a escolardade dos brasleros jovens. In: XIII Encontro Naconal de Estudos Populaconas, Ouro Preto, MG, 2002.Anas do XIII Encontro Naconal de Estudos Populaconas da ABEP, Ouro Preto, 2002 b. SOUZA, N.R; et.al. A nserção dos jovens no mercado de trabalho. 2 ed. Belo Horzonte : Fundação João Pnhero, Centro de estatístcas e nformações, SZWARCWALD, C. L.; DAMASCENA, G. M. Amostras complexas em nquértos populaconas: planejamento e mplcações na análse estatístca dos dados. Revsta Braslera de Epdemologa, v. 11, n.1, p.38-45, 2008.

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