Determinantes da adoção da tecnologia de despolpamento na cafeicultura: estudo de uma região produtora da Zona da Mata de Minas Gerais 1

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1 DETERMINANTES DA ADOÇÃO DA TECNOLOGIA DE DESPOLPAMENTO NA CAFEICULTURA: ESTUDO DE UMA REGIÃO PRODUTORA DA ZONA DA MATA DE MINAS GERAIS Apresentação Oral-Cênca, Pesqusa e Transferênca de Tecnologa GIOVANI BLASI MARTINO LANNA 1 ; ERLY CARDOSO TEIXEIRA 2 ; RICARDO PEREIRA REIS 3. 1.MESTRANDO EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS - UFLA, LAVRAS - MG - BRASIL; 2.PROFESSOR TITULAR DO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA - UFV, VIÇOSA - MG - BRASIL; 3.PROFESSOR TITULAR DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS - UFLA, LAVRAS - MG - BRASIL. Determnantes da adoção da tecnologa de despolpamento na cafecultura: estudo de uma regão produtora da Zona da Mata de Mnas Geras 1 Grupo de Pesqusa: Cênca, Pesqusa e Transferênca de Tecnologa Resumo O objetvo deste trabalho fo dentfcar os determnantes da adoção da tecnologa póscolheta de despolpamento pelos produtores ruras na atvdade cafeera de Vçosa, MG. Os cafecultores que despolpam o café foram consderados adotantes de tal tecnologa. Aplcou-se o modelo Logt para dentfcar os determnantes da adoção da despolpa do café. Os resultados apresentam as varáves assocatvsmo, captal própro, escolardade, rentabldade e trenamento como os fatores que determnam a adoção da tecnologa de despolpamento, sendo o trenamento e o assocatvsmos os fatores que mas contrbuem na adoção. Palavras-chave: café, adoção tecnológca, despolpamento. Abstract The objectve of ths paper was to dentfy the adopton determnants of the pulpng technology by the coffee producers from Vçosa, MG. The Logt model was appled to dentfy the adopton determnants of the pulpng technology. The results present the varables coop afflaton, own captal stock, years of school, proftablty and tranng as factors that determne the adopton of the pulpng technology. The tranng and the coop afflaton are the varables that most contrbute n the adopton. Key words: coffee, technology adopton, pulpng. 1 Os autores agradecem o Professor João Eustáquo de Lma pelos comentáros e sugestões a este trabalho. Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 1

2 1. INTRODUÇÃO Os avanços tecnológcos aplcados ao setor agrícola são responsáves por ganhos de produtvdade e efcênca para as undades produtoras. O advento da modernzação agrícola tem proporconado melhoras no processo produtvo que ocasonam melhor adequação da produção as exgêncas de mercado e aumento da compettvdade dos produtores. No Brasl, o processo de modernzação da agrcultura ocorreu a partr de meados dos anos 60, quando houve elevação dos patamares técncos da produção e do nível geral de monetarzação do setor. Esse processo teve como prncpas resultados em termos de produção, a reorentação do esforço produtvo no sentdo do aumento da produção exportável/agrondustralzável e a elevação da produtvdade (HOFFMAN, 1992). Conforme Alves e Contn (1992), fo a partr da década de 60 que o governo braslero passou a nvestr na geração de conhecmento e na dfusão tecnológca. Nesse período ncou o entendmento, a nível naconal, da mportânca do aumento da produtvdade da terra e da cênca para a conqusta da frontera agrícola. A dfusão e adoção de novas tecnologas na lteratura moderna da agrcultura, está comumente assocada a fatores relaconados a educação e a habldade dos produtores. Entretanto a smples dfusão das novas técncas não garante a sua adoção, haja vsta a exstênca de fatores lmtantes que, em parte, estão relaconados aos preços relatvos da técnca moderna que podem ser pouco vantajosos em relação aos da técnca tradconal. Dessa forma, a adoção de novas técncas ou novos nsumos pode ser justfcada pela expectatva de maores retornos, ou seja, a mudança tecnológca será efetva se os retornos esperados com a adoção da tecnologa moderna superar o custo de mudança (CONTADOR, 1975). De acordo com o modelo de Hayam e Ruttan (1988) as novações tecnológcas na agrcultura são nduzdas pela dsponbldade relatva de fatores na economa. Neste sentdo, as tecnologas podem ser desenvolvdas de modo a facltar a substtução de fatores relatvamente escassos, portanto dspendosos, por fatores relatvamente abundantes, e portanto baratos. Os autores destacam dos tpos de tecnologa na agrcultura: a tecnologa mecânca, poupadora de mão-de-obra e que vablza a utlzação de equpamentos mecâncos nduzdo pelo propósto de reduzr os custos com o fator trabalho; a tecnologa bológca e químca, poupadora de terra e nduzda, prncpalmente, para se aumentar a produção da cultura por undade de área ou para melhorar o rendmento de produtos de orgem anmal. Já Cavallo e Mundlak (1982) argumentam que a mudança tecnológca não ocorre em resposta apenas aos movmentos dos preços dos fatores de produção, mas também ao estoque de captal dsponível, pos a acumulação de captal na economa favorece a adoção da técnca moderna. Devdo a mportânca dos nsumos modernos para ganhos de produtvdade no processo produtvo e para a qualdade dos produtos, estudos têm buscado demonstrar quas são os fatores determnantes na adoção das tecnologas modernas na agrcultura. No estudo de Slva e Texera (2002) fo constatado que os prncpas determnantes da adoção da tecnologa planto dreto da soja em Goás são rentabldade, captal própro e trenamento. No tocante a tecnologa de pós-colheta, Monte e Texera (2006) salentam Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 2

3 que os fatores rentabldade, assocatvsmo e trenamento são os mas relevantes na determnação da adoção da tecnologa de despolpamento 2, fundamental para a produção de um café de melhor qualdade, na atvdade cafeera do muncípo de Venda Nova do Imgrante, ES. Em relação ao café, a adoção de tecnologas modernas tem contrbuído sgnfcatvamente para obtenção de um produto de melhor qualdade. O café que por muto tempo fo comercalzado apenas em forma de commodte, atualmente ganha destaque com o surgmento de novos segmentos de mercados que prorzam a dferencação do produto e sua qualdade. Embora as exgêncas desses segmentos possuam padrões elevados, o cafecultor que atenda a esses padrões tem a possbldade de auferr maor lucratvdade e, consequentemente, ser mas compettvo. Conforme Perera (2004), a melhora nos atrbutos de qualdade do café requer a atenção com varáves de ordem tecnológca tanto na colheta como na pós-colheta. Hstorcamente, o café fo o prncpal fnancador do processo de ndustralzação do país, sendo responsável por geração de renda e emprego no campo. Em Mnas Geras, a cafecultura colaborou para o desenvolvmento econômco e socal de mutas regões como a Zona da Mata, esta na safra 2007/2008 em conjunto com as regões do Jequtnhonha, Mucur, Ro Doce, Central e Norte representaram 36,16% da produção total do estado com 5,6 mlhões de sacas de café de 60 kg (CONAB, 2009). Na Zona da Mata Mnera está localzado o muncípo de Vçosa, MG, que tem na cafecultura uma atvdade mportante para economa local, como geradora de emprego e renda. A estrutura agrára do muncípo é consttuída, em sua maora, por mnfúndos, sendo que 93,9% das propredades ruras com área nferor a 50 hectares, apresentando uma concentração expressva de pequenos produtores ruras. A área plantada de café possu 2000 hectares em produção e 700 hectares em formação (PRÓ-CAFÉ, 2003). Neste partcular, a Secretara Muncpal de Agrcultura e Meo Ambente (SEAMA) de Vçosa, MG, ao avalar a mportânca socoeconômca da cafecultura para o muncípo e para os seus produtores ruras, elaborou e lançou o Programa Muncpal de Fomento á Cafecultura Pró-Café. Este programa tem como prncpas objetvos a amplação do parque cafeero local, aumento de produtvdade das lavouras exstentes e em va de mplantação, proporconar capactação do produtor rural e do trabalhador e, por fm permtr assstênca técnca ndvdual e gratuta. Os objetvos propostos buscam a produção de cafés com qualdade de bebda cada vez melhores e com menores custos, aumentando a lucratvdade e compettvdade do produtor. Desta forma, para atngr as metas ncas propostas neste programa, a SEAMA buscou parceras com as empresas do Sstema Operaconal da Agropecuára do Estado de Mnas Geras (EPAMIG, EMATER, IMA, RURALMINAS), frmou convêno com a Empresa Júnor de Agronoma da Unversdade Federal de Vçosa, além de fazer gestão junto a Prefetura Muncpal (PRÓ- CAFÉ, 2003). Dada a mportânca da adoção de técncas agrícolas modernas para o desenvolvmento agrícola, e as ncatvas de fomento para a produção de cafés de qualdade em Vçosa, MG, torna-se atraente dentfcar os fatores que determnam à adoção da tecnologa de despolpamento, fundamental para aumentar a qualdade do café. Frente ao 2 O despolpamento consste na retrada da casca dos frutos maduros ou cerejas por meo de um descascador mecânco e posteror fermentação e lavagem dos grãos, elmnando-se a muclagem (EMBRAPA, 2008). Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 3

4 exposto, o objetvo central deste trabalho é dentfcar os fatores que determnam a adoção da tecnologa pós-colheta de despolpamento pelos cafecultores do muncípo de Vçosa, MG. 2. METODOLOGIA 2.1. Fonte de dados e procedmentos analítcos Os dados coletados referem-se as safras agrícolas de 2002/2003 a 2006/2007, a pesqusa fo realzada no muncípo de Vçosa, MG, que está localzado na Zona da Mata Mnera e que possu uma área de 299 km². O muncípo stua-se a 225 km da captal do estado Belo Horzonte, 170 km de Juz de Fora e 395 km do Ro de Janero. Na determnação da amostra o modo utlzado fo o aleatóro smples, em que a escolha de um ndvíduo em uma determnada população tem a mesma probabldade de ocorrênca. Fo realzado um sorteo entre os elementos da população de cafecultores exstentes no muncípo para seleconar os produtores representantes da amostra. Para o cálculo da seleção de amostras da população fnta fo utlzado o método apresentado por Fonseca e Martns (1996), Expressão 1: 2 Z. p. q. N n = (1) 2 2 d ( N 1) + Z. p. q em que n é tamanho da amostra; Z, abscssa da curva normal padrão; p, estmatva da verdadera proporção de um dos níves da varável escolhda, expresso em decmas; q =1 p ; N, tamanho da população; e d, erro amostral admtdo, expresso em decmas. Segundo a Empresa de Assstênca Técnca e Extensão Rural do Estado de Mnas Geras (EMATER-MG) de Vçosa, MG, o muncípo possu aproxmadamente 450 produtores de café que representam o tamanho da população de cafecultores. Entretanto, devdo a nexstênca de documento contendo os dados (nome e localdade) de todos os cafecultores o sorteo fo realzado com 209 elementos, número de dados dsponíves. Para determnar o número de cafecultores a serem entrevstados utlzou-se um nível de confança de 90% ( Z =1,645), uma margem de erro de 10 % e um valor ( p ) de 50%, já que a proporção de cafecultores adotantes da tecnologa de despolpamento é desconhecda. Consequentemente, o valor (q) fo de 50%. Utlzando os dados prelmnares para o cálculo da amostra, fo encontrado um valor amostral (n) de 59, ou seja, o número da população total a ser entrevstada sera de 59 produtores de café, mas a população entrevstada para a realzação do trabalho fo de 61 produtores ruras. Para verfcar a nfluênca das varáves estudadas na probabldade de adoção da tecnologa despolpamento, fo especfcado o modelo em que a varável dependente admte valores dscretos, zero e um varável bnára. Assm, a probabldade de ocorrênca de cada resposta bnára é decorrente de um conjunto de atrbutos dos ndvíduos, tas como nível educaconal, renda, dade do agrcultor, sexo etc. (GUJARATI, 2000). Um dos prncpas objetvos dos modelos de resposta bnáras é calcular a probabldade de um ndvíduo, com determnado conjunto de atrbutos, tomar uma decsão sobre um dado evento. Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 4

5 O modelo Logt usa a função de dstrbução acumulada logístca, que é dada por: L ( X β ) β 1 = 1 + e X em que L representa a função de dstrbução logístca; X, vetor de varáves ndependentes; β, vetor de parâmetros; e e, base do logartmo natural. Na tomada de decsão sobre adotar ou não uma dada tecnologa, admte-se que o produtor avale as vantagens e as desvantagens da adoção. Como os parâmetros desta decsão não são observáves para cada propredade, pode-se defnr uma varável latente * ou não observada, Y, como: Y = β + µ * X * em que Y é varável dependente, = 1,..., n ; β, parâmetro; X, conjunto de varáves explcatvas, = 1,..., n ; e µ, erro aleatóro. A decsão de adoção pode ser descrta pela varável bnára, Y, tal que Y = 1, se o produtor adota tecnologa e Y = 0, se não adota. Esses valores observados de Y estão * relaconados com Y, como segue: Y = 1, se Y 0 ; e, Y = 0, se Y 0 Prob ( = 1) * > Y = Prob ( * > 0) Y = 0 = Prob ( * = 0) Prob ( ) Dado ( ) * = Y = Prob ( X β ) µ Y = Prob ( X β ) (2) (3) > (4) µ (5) F logístca, o modelo é estmado pelo Método de Máxma Verossmlhança, ou seja, L = e 1+ e X β X β j 1 1+ e X β j em que se refere aos cafecultores que adotam a tecnologa de despolpamento, e j, aos cafecultores que não adotam tal tecnologa. A probabldade de adoção da tecnologa de despolpamento é calculada da segunte forma: 1 P = 1 + e X β em que P é probabldade de adoção da tecnologa de despolpamento; X, varáves explcatvas do modelo; e β, coefcente das varáves explcatvas. A probabldade de não-adoção da tecnologa de despolpamento pode ser calculada pela expressão, (6) (7) Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 5

6 X β e 1 P = (8) X β 1 + e sendo 1 P a probabldade de não-adoção da tecnologa de despolpamento; X, varáves explcatvas do modelo; e β, coefcente das varáves explcatvas. Para determnar o efeto margnal de cada varável sobre a probabldade de adoção de uma dada tecnologa, faz-se necessáro o uso de valores médos das varáves explcatvas. O efeto margnal da varável X 1 sobre a varável dependente é expresso da forma descrta pela equação 9: P X 1 = β 1+ e X β e 1+ e X β X β (9) consderando-se 1 P = 1 + e X β X β e e 1 P =. X β 1 + e Nota-se que o efeto margnal da cada varável explcatva sobre a probabldade não é constante, vsto que depende do efeto do valor em que cada varável é consderada, ou seja, o valor médo de cada varável X. A varável dependente para este estudo será a adoção da tecnologa de despolpamento na cafecultura de Vçosa, MG, para sso, busca-se dentfcar os fatores que determnam a adoção de tal tecnologa pelos produtores de café do muncípo, que vsam melhorar a qualdade do café produzdo na regão. Para analse da adoção das tecnologas despolpamento, fez-se a dvsão dos cafecultores em dos grupos: o prmero, consdera como adotantes da tecnologa aqueles que despolpam café e, os demas, como não adotantes. As varáves ndependentes são defndas a segur. a) Assocatvsmo (ASSO) A varável assocatvsmo é dada pela partcpação dos produtores de café de Vçosa, MG, em alguma assocação de produtores do muncípo, ou seja, faça parte da ARCA (Assocação Regonal de Cafecultores), ou da Assocação de Produtores de Café das Serra de Mnas, ou se é assstdo pelo PRÓ-CAFÉ (Programa Muncpal de Fomento a Cafecultura). A varável é bnára e admte valor um para os cafecultores assocados e zero para os não são assocados. O efeto margnal esperado para a varável assocatvsmo é postvo, pos a partcpação do produtor em assocação eleva o seu nível de nformação sobre a tecnologa de despolpamento, sendo maor a probabldade de adoção de tal tecnologa. b) Captal própro (KP) A varável captal própro é dada pelo captal própro do produtor em forma de benfetoras, máqunas ou equpamentos na propredade rural. Espera-se um efeto margnal postvo, ou seja, o produtor mas captalzado possu menor aversão ao rsco, aumentando probabldade de adoção da tecnologa de despolpamento. Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 6

7 c) Crédto (CRED) A varável crédto de custeo e de nvestmento ndca se o produtor utlzou de crédto para fnancar a atvdade cafeera nas safras agrícolas de 2002/2003 a 2006/2007. A varável é bnára e admte valor um para os cafecultores que utlzaram o crédto e zero para os que não utlzaram. O efeto margnal esperado para a varável crédto é postvo, ou seja, quando maor a utlzação de crédto para fnancar a atvdade cafeera, maor será a probabldade de adoção da tecnologa de despolpamento. d) Escolardade (ES) A varável escolardade é medda pelo total de anos que o produtor freqüentou a escola. Espera-se um efeto margnal postvo, ndcando que um nível escolar elevado faclta a absorção e compreensão de novas tecnologas, aumentando assm, a probabldade de adoção da tecnologa de despolpamento. e) Produtvdade (PROD) A varável produtvdade é dada pela produtvdade méda, em sacas por hectare, produzda nas safras agrícolas de 2002/2003 a 2006/2007. Acredta-se que uma maor produtvdade seja assocada a melhor utlzação dos recursos produtvos, sendo maor a probabldade de adoção da tecnologa de despolpamento. f) Rentabldade (R) A varável rentabldade é medda pelo preço médo da saca de café recebdo pelo produtor nas safras agrícolas de 2002/2003 a 2006/2007. O efeto margnal esperado é postvo, ou seja, quando maor a rentabldade oferecda pela tecnologa de despolpamento maor será a probabldade de adoção. g) Trenamento (T) A varável trenamento ndca o recebmento de trenamento ou assstênca técnca, por parte do produtor, referente à cafecultura. A varável é bnára e admte valor um para o produtor que já recebeu algum tpo de trenamento e zero para o que não recebeu. O resultado esperado no efeto margnal é postvo, ou seja, com efetvação de trenamento, aumenta a probabldade de adoção da tecnologa de despolpamento. 3. RESULTADOS E DISCUSSÕES 3.1. Característcas dos produtores e determnantes da adoção de despolpa de café Caracterzação dos cafecultores Dos cafecultores que partcparam da pesqusa, 32,79% despolpam café. Os que despolpam são consderados adotantes dessa tecnologa de pós-colheta, o despolpamento é vsto pela maora dos produtores como a tecnologa de pós-colheta mas mportante para obtenção de um café de melhor qualdade e maor preço. Com ntuto de melhorar a qualdade do café, os produtores que despolpam utlzam, em méda, oto operações póscolheta, sendo as mas comuns a colheta seletva, o uso do lavador, terrero secador revestdo e,ou, secador, máquna de benefcar, despolpador, armazenamento em coco na propredade e armazenamento em locas de terceros. Já os que não despolpam são Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 7

8 consderados como não adotantes dessa tecnologa de pós-colheta, e utlzam em méda cnco operações, sendo as mas comuns a separação de café bóa e separação de café do chão, e o uso de terrero secador não revestdo, terrero secador revestdo e armazenamento em coco na propredade. A área méda das propredades ruras é de 40,9 hectares, com ampltude de 3 a 176 hectares. A méda das áreas destnadas à exploração cafeera é de 14,1 hectares, com ampltude de 0,35 a 70 hectares. A Fgura 1 demonstra como é consttuído o grupo dos produtores adotantes e o dos não adotantes, de acordo com segmentos de área. Consderando a área da propredade, no segmento de 1 a 10 hectares, 5% dos adotantes e 27% dos não adotantes possuem propredades nesse ntervalo. No segmento de 11 a 20 hectares, concentra-se 15% dos adotantes e 20% dos não adotantes. No ntervalo de 21 a 50 hectares, abrange 35% dos adotantes e 33% dos não adotantes. Em áreas maores acma de 51 hectares, dentre os adotantes há presença de 45% e 20% dentre os não adotantes. Esta segmentação demonstra que 80% dos cafecultores que despolpam têm propredades com mas de 21 hectares a a a a Acma 1 a a a a Acma Área da propredade (ha) Não Adotantes Área da propredade com Café (ha) Adotantes Fonte: Dados da pesqusa. Fgura 1 Consttução do grupo dos adotantes e dos não adotantes da tecnologa de despolpamento, em porcentagem por segmento de área (em hectares) No caso das áreas destnadas à cultura do café, a maora dos adotantes e não adotantes, 55% e 87% respectvamente, concentram-se em áreas de até 20 hectares. Nas lavouras maores que 21 hectares, dentre os adotantes há presença de 45%, enquanto apenas 12% dos não adotantes possuem áreas destnadas à cafecultura nessas dmensões. Nota-se que os adotantes da tecnologa de despolpamento possuem maores áreas destnadas à cafecultura e que parte sgnfcatva dos não adotantes possuem menos de dez hectares destnados à cultura. Quanto ao grau de escolardade dos cafecultores, a Fgura 2 apresenta os níves escolares dos adotantes e não adotantes da tecnologa de despolpamento. Nota-se que os cafecultores não adotantes têm menor grau escolar. Dos cafecultores que possuem até prmero grau completo, 89% são de não adotantes e 11% de adotantes. A nível de até segundo grau completo, exste gualdade entre os adotantes e não adotantes. Já a níves Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 8

9 superores de ensno, até o tercero grau completo, os adotantes representam 71% e os não adotantes 29%. Um maor grau de escolardade parece nfluencar na adoção do despolpamento pelos cafecultores de Vçosa, MG. Em relação ao surgmento de novas técncas de produção ou novo tpo de nsumo e maqunáro para o café, a sua adoção pelos cafecultores é cudadosa: 77% esperam os resultados das pesqusas e do uso feto por produtores novadores ou vznhos para depos adotar ou não essas novas tecnologas; cerca de 13% adotam-nas de acordo com o orçamento e planejamento; e somente 10% adotam esses novos recursos à prmera vsta grau completo 2 grau completo 3 grau completo Não adotantes Adotantes Fonte: Dados da pesqusa. Fgura 2 Escolardade dos cafecultores, em percentuas, de acordo com os adotantes e não adotantes da tecnologa de despolpamento A Tabela 1 apresenta os valores médos das varáves contínuas, escolardade (ES), captal própro (KP), produtvdade (PROD) e rentabldade (R). O teste de dferença de médas com confança de 5% fo estatcamente sgnfcatvo para ES, KP e PROD ndcando que as médas são dferentes, ou seja, não são orundas da mesma população. Já as médas da rentabldade para os produtores foram estatstcamente guas a 5% de confança, demonstrando que as médas para a rentabldade são provenentes da mesma população. Tabela 1 Valores médos das varáves contínuas determnantes da adoção da tecnologa de despolpamento Varáves Méda geral (1) Méda para os não adotantes (2) Méda para os adotantes (3) ES 9,03 6,20ª 14,85ª KP , ,22ª ,20ª PROD 25,24 22,58ª 30,69ª R 213,22 204,23 b 231,65 b Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 9

10 Fonte: Dados da pesqusa. Nota: 1) Nível de sgnfcânca estatístca das médas: 5% (a = estatstcamente sgnfcatvo, b = nãosgnfcatvo); 2) ES = escolardade do produtor medda em anos; KP = captal própro em forma de benfetoras, máqunas e equpamentos na undade produtora; e PROD = produtvdade (sacas/ha); R = preço médo da saca recebdo pelo produtor nas safras agrícolas de 2002/2003 a 2006/ Fatores que determnam à adoção da tecnologa de despolpamento Os fatores que determnam a adoção da tecnologa de despolpamento em Vçosa, MG, são apresentados na Tabela 2. Tabela 2 Coefcentes estmados do modelo Logt para os determnantes da adoção da tecnologa de despolpamento Varáves Coefcentes Erro-Padrão Valor de Z Prob. C ASSO ** CRED ns ES * KP 2.47E E *** PROD ns R * T * Probabldade (LR stat) Total de observações 61 Obs. Com varável dependente = 0 41 Obs. com varável dependente = E-08 Predções corretas 88,52% Fonte: Dados da pesqusa. Nota: 1) *** Sgnfcatvo a 1%, ** Sgnfcatvo a 5%, * Sgnfcatvo a 10%, ns Não sgnfcatvo a 10%; 2) C = constante; ASSO = assocatvsmo; CRED = utlzação de crédto para cafecultura; ES = escolardade do produtor; KP = captal própro em forma de benfetoras, máqunas e equpamentos na undade produtora; PROD = produtvdade (sc/ha); R = preço médo da saca recebdo pelo produtor nas safras agrícolas de 2002/2003 a 2006/2007; e T = trenamento (presença de trenamento e/ou assstênca técnca referente à cafecultura). O ajustamento do modelo Logt apresenta as varáves assocatvsmo (ASSO), escolardade (ES), captal própro (KP), rentabldade (R) e trenamento (T) como estatstcamente sgnfcatvas para determnar a adoção da despolpa do café. Essas varáves apresentaram os coefcentes estatstcamente dferentes de zero, com snas postvos, como esperado. Em relação às varáves crédto (CRED) e produtvdade (PROD), essas não se apresentaram estatcamente sgnfcatvas. Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 10

11 O acerto total do modelo fo de 88,52%, sto é, esse fo o percentual de acerto na classfcação, em adotantes e não adotantes, da adoção da tecnologa de despolpamento para os cafecultores, obtdo pelo modelo estmado. Esse percentual demonstra que há boa aderênca entre o fenômeno estudado e modelo utlzado. A varável assocatvsmo (ASSO) que ndca se o produtor partcpa de alguma assocação de produtores do muncípo, ARCA e Serra de Mnas, ou se é assstdo pelo PRÓ-CAFÉ, apresentou-se estatstcamente sgnfcatva. Com o assocatvsmo, há um fluxo maor de nformações e ncentvo à produção de um café de melhor qualdade. Em partcular, a ARCA possu uma central que despolpa o café para os cafecultores assocados. Essa ncatva oferece a possbldade de o assocado adotar a tecnologa de despolpamento e assm produzr um café de melhor qualdade. Além da despolpa do café, a ARCA também comercalza o café dos assocados e busca maor preço para o produto no mercado. A mportânca do assocatvsmo para adoção de novas tecnologas também fo dentfcada por Monte e Texera (2006), em seu estudo feto no muncípo de Venda Nova do Imgrante, ES. O estudo analsou os determnantes da adoção da tecnologa de pós-colheta na cultura do café, e o assocatvsmo fo o segundo fator mas mportante para os produtores na adoção da tecnologa de pós-colheta, neste caso a despolpa do café. Resultado semelhante fo encontrado por Burton et al. (1998) em estudo realzado no estado do Paraná, com ntuto de analsar a adoção de tecnologas sustentáves (orgâncas/bodnâmcas). Os autores observaram que os produtores aumentam a probabldade de adoção de tas tecnologas à medda que recebem nformações de alguma assocação de produtores. Em relação à varável crédto (CRED), dada pela utlzação de crédto de custeo ou nvestmento nas safras agrícolas de 2002/2003 a 2006/2007, esta se apresenta estatstcamente não sgnfcatva, ou seja, a utlzação do crédto não nfluenca o produtor na adoção da tecnologa de despolpamento. Apesar de o volume médo de crédto utlzado pelos adotantes ser gual a R$ ,17, esse valor representa apenas 13,6% do captal própro do produtor, logo a utlzação de crédto parece não ser tão mportante. A varável escolardade (ES) apresentou-se estatstcamente sgnfcatva. A escolardade do produtor é determnante para que ele adote tecnologas mas modernas. De acordo com Schuh (1975), a educação é altamente complementar à mudança técnca e é o meo de o produtor decodfcar as nformações necessáras à adoção da nova tecnologa. Ilha e Lma (1989) realzaram estudos sobre o mpacto da educação em pequena produção agrícola de Mnas Geras, e observaram que a educação aumenta a produção agrícola, prncpalmente pela melhora da habldade na tomada de decsão do agrcultor (efcênca alocatva). Quanto à varável captal própro (KP), que representa o captal própro na forma de benfetoras, máqunas e equpamentos na undade produtora fo estatstcamente sgnfcatva. O produtor que possu maor volume de captal convertdo em benfetoras, máqunas e equpamentos na propredade, tem mas chances de adotar a tecnologa de despolpamento. O nvestmento na propredade para despolpa do café requer um alto volume de captal e esse nvestmento advêm da busca de um produto de maor qualdade conjuntamente com maor preço. A varável produtvdade (PROD), correspondente a produtvdade méda nas safras agrícolas de 2002/2003 a 2006/2007, medda em sacas por hectares, fo estatstcamente Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 11

12 não sgnfcatva na determnação da adoção da tecnologa de despolpamento. Apesar de os cafecultores que despolpam café possuírem maor produtvdade em relação aos não adotantes, este fator parece não nfluencar na adoção da tecnologa. Resultado contráro fo encontrado por Monte e Texera (2006), que dentfcou a produtvdade como varável determnante para os cafecultores do muncípo de Venda Nova do Imgrante, ES, na adoção da tecnologa de despolpa do café. De acordo com o esperado, a varável trenamento (T) fo estatstcamente sgnfcatva. Essa varável apresenta-se como a mas mportante para determnar adoção da tecnologa de despolpamento. Com o trenamento sobre cafecultura o agrcultor se torna mas capactado em utlzar e aprender novas técncas. Em Vçosa, MG, os agrcultores são assstdos pela EMATER-MG, que proporcona assstênca técnca e realza cursos relaconados à extensão rural, pela Secretara de Agrcultura e Abastecmento de Vçosa (SEAMA) responsável pelo PRÓ-CAFÉ e pela ARCA, que promove palestras, semnáros e encontros entre seus assocados. Resultado semelhante fo encontrado por Olvera et al. (2005) em estudo que procurava dentfcar a adoção tecnológca e seus condconantes na banancultura no estado do Ceará. Os autores constataram que a assstênca técnca fo mportante para elevar a possbldade do produtor em adotar níves tecnológcos adequados na produção de banana. Em relação à varável rentabldade (R), dada pelo preço médo da saca recebdo pelo produtor nas safras agrícolas de 2002/2003 a 2006/2007, essa fo estatstcamente sgnfcatva. Slva e Texera (2002), em estudo realzado no estado de Goás, dentfcaram a rentabldade como um dos fatores determnantes da adoção da tecnologa planto dreto na cultura da soja. Segundo os autores, a rentabldade da cultura tem sdo fator determnante da modernzação agrícola, já que o produtor é motvado a realzar nvestmentos nas culturas que apresentam maor rentabldade. Vale ressaltar que a tecnologa de despolpamento corresponde a um nvestmento de valor sgnfcatvo, e o retorno do captal nvestdo é um atratvo para que o produtor nvsta em tal tecnologa. Em relação à adoção da tecnologa de despolpamento, é relevante destacar que a rentabldade da atvdade cafeera juntamente com o assocatvsmo e trenamento são fatores mportantes para a adoção tecnológca. Dos produtores adotantes de tal tecnologa, 85% são assocados, 95% receberam algum tpo de trenamento referente à cafecultura e anda apresentam uma rentabldade 13,43% maor que a dos não adotantes, logo a nteração dessas varáves parece ser fundamental para que o produtor adote novas tecnologas. Vale destacar que a adoção do despolpamento eleva os custos de produção da atvdade cafeera, portanto sua adoção necessta de um preço compensatóro para o café despolpado, de forma que ncentve o produtor a utlzar tal tecnologa. No entanto, é uma tecnologa que requer capactação por parte do produtor para que seja utlzada de forma adequada, o que ressalta a mportânca da presença de cursos e trenamento sobre novas tecnologas e rentabldade da atvdade Efetos margnas dos fatores determnantes da adoção da tecnologa de despolpamento O efeto margnal das varáves explcatvas sobre a probabldade de adoção da tecnologa de despolpamento não é refletdo nos seus coefcentes, que foram estmados pelo modelo Logt. Para defnr os efetos margnas de cada varável sobre a probabldade Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 12

13 de adoção, são utlzados os valores médos das varáves explcatvas contínuas, apresentados na Tabela 1, coluna 1, de acordo com a expressão 9. Os efetos margnas das varáves contínuas sgnfcatvas para adoção da tecnologa de despolpamento, escolardade (ES), captal própro (KP) e rentabldade (R), são apresentados na Tabela 3. Nota-se que o efeto margnal das varáves contínuas que determnam a adoção da tecnologa de despolpamento, ES, KP e R, são baxos. Portanto, quando o produtor não partcpa da assocação de produtores e não recebe trenamento, há prvamento de nformação referente à cafecultura e perda da capacdade de utlzação de novas tecnologas, exstndo pouco ncentvo para que ele adote tecnologas modernas. Tabela 3 Efetos margnas das varáves contínuas, pelo modelo Logt Varáves Efeto Margnal ES 0,0002 KP R Fonte: Dados da pesqusa. 3,219E-08 2,275E-05 Nota: 1) ES = escolardade do produtor; KP = captal própro em forma de benfetoras, máqunas e equpamentos na undade produtora; R = preço médo da saca recebdo pelo produtor nas safras agrícolas de 2002/2003 a 2006/2007. Em relação as varáves bnáras, assocatvsmo (ASSO) e trenamento (T), essas nfluencam o efeto margnal de acordo com sua ausênca ou presença, admtndo valores zero e um, respectvamente. A Fgura 4 apresenta os efetos margnas das varáves dscretas, assocatvsmo (ASSO) e trenamento (T), sgnfcatvas na probabldade de adoção. 0,3923 0,0013 0,0173 0,0415 ASSO = 0 T = 0 ASSO = 1 T = 0 ASSO = 0 T = 1 ASSO = 1 T = 1 Efeto Margnal Fonte: Dados da Pesqusa. Fgura 4 Efeto margnal das varáves assocatvsmo e trenamento, para dferentes stuações de assocatvsmo e trenamento, na cafecultura Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 13

14 Observa-se, quando o produtor não partcpa da assocação de produtores e não recebe trenamento referente à cafecultura, tendo nfluênca das varáves contínuas ES, KP e R, em valores médos, a probabldade de adoção da tecnologa de despolpamento é de 0,0013. Na stuação em que o produtor é assocado e não recebe trenamento, o efeto margnal é de 0,0186, o que mplca um aumento de 1,73 pontos percentuas na probabldade de adoção. Já quando o produtor não é assocado e recebe trenamento, o efeto margnal é de 0,0428, mplcando aumento de 4,15 pontos percentuas. Por fm, quando o produtor é assocado e recebe trenamento, o efeto margnal é de 0,3936, sgnfcando aumento de 39,23 pontos percentuas na adoção da tecnologa de despolpamento. Nota-se, então, a mportânca das varáves assocatvsmo (ASSO) e trenamento (T): com a ausênca delas, ASSO = 0 e T = 0, a probabldade de adoção é de 0,0013, e, na presença, ASSO =1 e T = 1, essa probabldade é de 0, CONCLUSÕES O objeto deste trabalho fo dentfcar os determnantes da adoção da tecnologa pós-colheta de despolpamento na atvdade cafeera no muncípo de Vçosa, MG, uma vez que a despolpa do café é fundamental na obtenção de um café de melhor qualdade e, consequentemente, possblta ao produtor auferr melhor lucratvdade. Os resultados demonstram que as varáves assocatvsmo (ASSO), escolardade (ES), captal própro (KP), rentabldade (R) e trenamento (T) são determnantes na adoção de tal tecnologa pelos produtores, sendo o trenamento e o assocatvsmos os fatores que mas contrbuem na adoção. Vale ressaltar a mportânca das varáves trenamento (T) e assocatvsmo (ASSO) para o aumento consderável da probabldade de adoção do despolpamento pelos cafecultores. Com a presença de trenamento referente à cafecultura, o agrcultor se torna mas capactado em utlzar e aprender novas técncas, e o assocatvsmo contrbu para maor fluxo de nformações sobre as novas técncas, ncentvando a produção de um café de melhor qualdade. Os resultados obtdos são semelhantes aos verfcados por Monte e Texera (2006) em estudo que analsou os determnantes da adoção da tecnologa pós-colheta de despolpamento na cultura do café no muncípo de Venda Nova do Imgrante, ES. Os autores dentfcaram que as varáves rentabldade, assocatvsmo e trenamento foram as que mas contrbuíram para a adoção de tal tecnologa. Conclu-se que as tecnologas mas novadoras, como o despolpamento, requerem, para sua adoção, além da dsponbldade da tecnologa, prncpalmente: assocatvsmo, trenamento, estoque de captal e rentabldade. No caso da rentabldade, esta deve ser compensadora e estável no tempo, oferecendo aos tomadores de decsão confança no futuro da atvdade e capacdade de acumulação de captal. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES, E.; CONTINI, E. A modernzação da agrcultura braslera. In: BRANDÃO, A. S. P. Os prncpas problemas da Agrcultura braslera: análse e sugestões. 2 ed. Ro Janero: IPEA, p. Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 14

15 BURTON, M.; RIGBY, D.; YOUNG, T.; SOUZA FILHO, H. M. Adoção de tecnologas sustentáves no Paraná. Revsta de Economa e Socologa Rural, Brasíla, v.36, n. 04, p.71-87, CAVALLO, D.; MUNDLAK, Y. Agrculture and economc growth n an open economy: the case of Argentna. Washngton, D. C.: Internaconal Food Polcy Research Insttute, Research Report, n. 36, 1982, 162 p. CONAB COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO. Indcadores agropecuaros. Dsponível em: < Acesso em: fev CONTADOR, C. R. Tecnologa e rentabldade na agrcultura braslera. Ro de Janero: IPEA, p. EMBRAPA - EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Publcações sstemas de produção - café. Dsponível em: < Acesso em: jun. de FONSECA, J. S.; MARTINS, G. A. Curso de estatístca. São Paulo: 6ª ed. São Paulo: Atlas, p. GUJARATI, D. N. Econometra básca. São Paulo: Makron Books, 2000, 845 p. HAYAMI, Y.; RUTTAN, V. Desenvolvmento agrícola: teora e experêncas nternaconas. Brasíla: EMBRAPA, p. HOFFMAN, R. Dstrbução de renda na agrcultura. In: BRANDÃO, A. S. P. Os prncpas problemas da Agrcultura braslera: análse e sugestões. 2 ed. Ro Janero: IPEA, p. ILHA, A.S.; LIMA, J.E. Impacto da educação na pequena produção agrícola em Mnas Geras. Pesqusa e Planejamento Econômco, v 19. n. 1, p , abr MONTE, E. Z.; TEIXEIRA, E. C. Determnantes da adoção da tecnologa pós-colheta na cultura do café em Venda Nova do Imgrante, ES. Revsta de Economa e Socologa Rural, Brasíla, v.44, n. 02, p , abr./jun OLIVEIRA, M. A. S.; KHAN, A. S.; LIMA, P. V. P. S. Adoção tecnológca e seus condconantes: o caso da banancultura no agropolo Carr, CE. Revsta de Economa e Agronegóco, Vçosa, v.3, n. 3, p , PEREIRA, S. P.; BARTHOLO, G. F.; GUIMARÃES, P. T. G. Cafés especas: ncatvas brasleras e tendêncas de consumo. Sére Documentos. Belo Horzonte, MG. Ed. EPAMIG, p. Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 15

16 PRÓ-CAFÈ PROGRAMA MUNICIPAL DE FOMENTO À CAFEICULTURA. Dvulgação dos trabalhos do IV Encontro de avalação técnca, III Cclo de palestras e I Encontro regonal de cafecultores. Vçosa: UFV, p. SCHUH, G. E. A modernzação da agrcultura braslera: uma nterpretação. In: CONTADOR, C. R. Tecnologa e desenvolvmento agrícola. Ro de janero: IPEA/INPES, p. SILVA, S. P.; TEIXEIRA, E. C. Determnantes da adoção da tecnologa planto dreto na cultura da soja em Goás. Revsta de Economa e Socologa Rural, Brasíla, v. 40, n. 02, p , Socedade Braslera de Economa, Admnstração e Socologa Rural 16

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