ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL,"

Transcrição

1 ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, 1980/ INTRODUÇÃO 2 2. METODOLOGIA 3 3. ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO 6 4. ANÁLISE COMPARATIVA DOS COMPONENTES DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO Componente Estrutural Componente Dferencal Componente Alocatvo Análse Caso a Caso COMENTÁRIOS FINAIS 26 BIBLIOGRAFIA 27 1

2 ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, 1980/2000 FABIANA E. B. DA SILVEIRA 1 LUCIANO ALENCASTRO DELFINI 2 ADELAR FOCHEZATTO 3 RESUMO A produtvdade méda do trabalho vara bastante entre as dferentes regões brasleras. Assm, o obetvo deste trabalho é analsar as causas dessas dferenças e verfcar se está havendo convergênca da produtvdade do trabalho setoral entre os estados brasleros nos últmos anos. Para sso, decompõe-se o dferencal da produtvdade utlzando o método estrutural-dferencal modfcado. Os resultados ndcam que as dferenças de produtvdade decorrem especalmente do componente dferencal e que as dferenças aumentaram no período analsado. 1. INTRODUÇÃO Compreender e conhecer a mportânca da produtvdade no desenvolvmento e crescmento econômco é de suma mportânca para a admnstração publca. É a partr dela que tanto os setores públcos como prvados tomam suas decsões em relação a nvestmentos. No entanto, a produtvdade que cada regão apresenta é explcada por característcas específcas que varam ao longo de cada regão. Escolardade, competção, modernzação, concentração ndustral, qualfcação de mão-de-obra, composção da produção e outros fatores são expressões das estruturas produtvas do desenvolvmento de cada local. Portanto, as característcas regonas das estruturas da produção e do emprego nfluencam o desenvolvmento e os dferentes níves de produtvdade que cada regão possu. Os resultados do PIB (Produto Interno Bruto) em razão do emprego demonstram o nível de produtvdade do trabalho. Tendo em vsta que as produtvdades médas do trabalho, nas dferentes regões brasleras, são bem dstntas e sofreram alterações sgnfcatvas nas últmas duas décadas, o obetvo deste artgo é: 1 Mestre em Economa do Desenvolvmento pelo PPGE/PUCRS. 2 Mestrando em Economa do Desenvolvmento no PPGE/PUCRS. 3 Doutor em Economa pela UFRGS. Professor Ttular do PPGE/PUCRS. Pesqusador do CNPq. 2

3 () () () (v) analsar, através de um estudo teórco-empírco, as causas deste dferencal nas vnte e sete Undades da Federação e em sete setores agregados da economa; dentfcar a convergênca da produtvdade do trabalho dos estados e setores; decompor o dferencal da produtvdade utlzando o método estrutural-dferencal modfcado (shft-share); dentfcar estruturas produtvas e as respectvas às vantagens locaconas e à alocação dos recursos dsponíves. A decomposção do dferencal da produtvdade gera três componentes: componente estrutural, que mede a nfluênca do mx setoral, ou sea, da composção setoral da produção do estado; componente dferencal, que captura a defasagem no mesmo setor entre regões; e componente alocatvo, que é um resíduo dado pela nteração dos dos componentes anterores e capta a produtvdade relatva dada pelo componente estrutural e da especalzação dada pelo dferencal. É, portanto, a medda da efcênca alocatva dos recursos. Esta decomposção demonstra os pesos auferdos pelos mesmos, o que permtrá dentfcar o desempenho da produtvdade nos dferentes setores. Além dsso, snalzará o canal de transferênca destes resultados, ou sea: se é transferda a partr de uma realdade do mercado de trabalho ou de outros fatores que não seam os dretamente relaconados à mão-de-obra. A aplcação deste método consstrá em dentfcar, a nível naconal, a razão pela qual, determnados setores crescem ou decrescem mas rapdamente, sto é, dentfcar as varações de crescmento real dos setores nas regões/estados do Brasl. Além dsso, servrá como um conunto de opções para futuros nvestmentos, snalzando os setores dnâmcos capazes de absorver suas vantagens comparatvas. A desagregação da produtvdade traz os pesos que cada setor teve na sua estruturação produtva, no nível de compettvdade e na alocação dos recursos. Isso para os estados brasleros no período de 1980 até 2000, proporconando assm, um melhor entendmento de onde polítcas econômcas devem ser aplcadas para sanar mperfeções que em últma nstanca agrava a desgualdade socal no país. 2. METODOLOGIA A metodologa utlzada neste trabalho é a decomposção do dferencal de produtvdade do trabalho, através do método estrutural-dferencal modfcado ou amplado (shft-share). Este modelo será utlzado para dentfcar qual setor possu melhor desempenho, em que regão do Brasl se encontra e quas os setores apresentam-se nefcentes. A análse proposta é conduzda a partr dos resultados encontrados na aplcação deste método que desagrega a produtvdade do trabalho em três componentes 3

4 O método shft-share, orgnalmente proposto por Dunn em 1960 e reformulado por Esteban em 1972, decompôs o dferencal de produtvdade do trabalho em três componentes conforme ctados anterormente: estrutural ou proporconal, dferencal ou regonal e o alocatvo. O dferencal de produtvdade é dado por Esteban (1999) da segunte forma: Χ sendo que: Χ = µ + π + α µ = Σ ( P P ) X (componente estrutural) ( X X ( P P )( X X π = Σ P ) (componente dferencal) α = Σ ) (componente alocatvo) onde: X e X ndcam a produtvdade méda agregada do trabalho no Brasl e nos estados, respectvamente; = setor da economa; = estado braslero; P é a cota trabalho ou nível de emprego do setor exstente na regão ( Σ P = 1) ; P é a cota de trabalho no setor no Brasl ( ΣP = 1) ; X e X são os valores da produtvdade setoral do trabalho do setor regstrado no estado e a do setor no país, respectvamente. Os valores de X e X são calculados assm: X = Σ P X X = Σ P X Este modelo fo apresentado a partr da dervação apresentada por Estebam, conforme as equações abaxo, servndo como referenca para este trabalho. µ = ( P1 P1 ) X1 + ( P2 P2 ) X2; π = P1 ( X1 X1) + P2 ( X2 X2); α = ( P1 P1 )( X1 X1) + ( P2 P2 )( X2 X2); X X = µ + π + α = P1 X1 PX P2 X2 P2 X2 + PX 1 1 PX P2 X2 P2 X2 + P1 X1 PX 1 1 P1 X1 + PX P2 X2 P2 X2 P2 X2 + P2 X2 = ( P2 X2 P2 X2) + ( P1 X1 P1 X1) = Σ ( P X P X ) = X X A nterpretação dos componentes é feta da segunte forma. Prmero, o µ ( mx setoral ou estrutural) mede o dferencal da produtvdade resultante da sua estrutura e da composção setoral da produção do estado. Não sgnfca dferencal de produtvdade ntra-setoral, mas sm, uma análse da concentração entre os setores, sendo que µ assumrá o maor valor em comparação ao que prevalece no nível naconal, sto é, a especalzação de produtvdade do trabalho do estado. O efeto dele derva da composção setoral regonal, refletndo a exstênca ou não, de setores mas ou menos dnâmcos em relação ao conunto da economa e ao seu crescmento. Quando o snal for postvo, demonstra que a regão especalzou-se em setores dnâmcos com produtvdade do trabalho acma da méda naconal. Se 4

5 negatvo, demonstra uma taxa de crescmento estagnada e que a regão não possu em sua estrutura setores dnâmcos e que seus setores apresentam resultados abaxo da méda do país. Segundo, o π (dferencal ou regonal) ndca os valores da dferencação da produtvdade nos dferentes setores do estado. O efeto deste componente ndca quas setores crescem ou decrescem mas rapdamente em uma regão do que em outras, refletndo assm, vantagens locaconas. Os resultados podem, também, ser postvos ou negatvos. Se postvos, ndcam que o setor cresce mas nessa regão do que a méda, por ter vantagens em relação à sua localzação, dsponbldade de mão-de-obra qualfcada e, por sua produção gozar dessas vantagens. Se negatvo, ndca que o setor tem desvantagens locaconas e o setor cresce menos na regão do que em outras. Por fm, o α (alocatvo) soma os efetos dos valores da especalzação dada por µ e a produtvdade relatva dada por π, mostrando assm a efcênca do estado em alocar os recursos em dferentes atvdades econômcas. É o resíduo ou a parcela da produtvdade não explcada pelos outros dos componentes e seu efeto é o de analsar os componentes e crescmento de uma regão. O resultado será postvo se o setor tem alta partcpação na economa e alta produtvdade ou, baxa partcpação e baxa produtvdade (efcênca alocatva). Negatvo se o setor tem baxa partcpação e alta produtvdade ou, alta partcpação e baxa produtvdade (nefcênca alocatva). Para calcular o dferencal de produtvdade do trabalho as varáves utlzadas são os níves de emprego ou pessoal ocupado e o PIB a preços de mercado (2002), e os cálculos dos índces são dentfcados por: P P X X = L = L / L = PIB = PIB / L / L / L. onde: L = nível de emprego; e PIB = Produto Interno Bruto Os dados utlzados provêm dos Censos realzados pelo IBGE nos anos de 1980, 1991 e As varáves usadas são o PIB a preços de mercado, sto é, o produto nterno bruto em reas de 2002, e o pessoal ocupado representam pessoas com dez anos ou mas que trabalham no ano de referênca. Cabe salentar que tanto o PIB quanto o pessoal ocupado, sofreram certa modfcação em seus cálculos de coleta do IBGE em

6 Para realzar os cálculos do dferencal de produtvdade do trabalho, os setores da economa foram agregados 4 em sete: a) Agrcultura, composto da agrcultura, pecuára, slvcultura, exploração florestal e pesca; b) Indústra, composto da ndústra extratva, ndústra de transformação e dstrbução de eletrcdade, gás e água, construção cvl e outras atvdades ndustras; c) Transportes e Comuncações; d) Comérco, composto de comérco de mercadoras, reparação de veículos automotores, obetos pessoas e doméstcos, aloamento, almentação; e) Servços, composto de prestação de servços, atvdades socas, educação, saúde, ntermedação fnancera, servços doméstcos, alugués; f) Admnstração Públca, composto da admnstração públca, defesa e segurdade socal; e g) Outras Atvdades, composto de outras atvdades, outros servços, atvdades mal especfcadas. Para cada um desses setores estmou-se o pessoal ocupado e o PIB para 1980, 1991 e A produtvdade do trabalho deu-se pela razão entre o PIB a preço de mercado (em reas de 2002), e o pessoal ocupado, obtendo assm, a méda por estados e para os sete setores agregados da economa. A soma dos componentes µ, α e π resultaram na própra produtvdade méda agregada de cada estado e de cada setor. Conforme a especfcação da metodologa, os cálculos de decomposção foram fetos para comprovar que: P = 1 e P = 1; X X é o dferencal de produtvdade de cada setor e estado sendo, portanto Σ Σ equvalente a X X = µ + π + α, expressão á apresentada anterormente. Com os resultados obtdos, a próxma parte desse artgo tratará da análse dos mesmos e das constatações de quas setores foram mas dnâmcos, mas compettvos e mas efcentes em alocar seus recursos e, em quas estados exstu vantagens locaconas. 3. ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO A partr dos dados orundos do IBGE pode-se avalar a evolução da produtvdade do trabalho. Ao longo dos anos 80 e 90, a estrutura produtva dos estados brasleros modfcou-se de forma sgnfcatva, ocasonando índces de produção e produtvdade dstntos caracterzando uma ruptura no crescmento que o país vnha obtendo até a década de 70 (período do mlagre econômco ). Anda neste período o país apresentou um desempenho macroeconômco nsatsfatóro, se comparado ao crescmento entre Mudanças na polítca econômca formataram uma nova realdade. 4 A agregação fo atestada por um técnco do IBGE. 6

7 Abertura comercal e globalzação apresentaram-se de forma antagônca, pos de um lado houve o fechamento de empresas 2 com o aumento do desemprego e de outro o aumento da produtvdade. O país teve que se reorganzar modernzando seu parque ndustral para poder fazer frente à competção com os produtos estrangeros. Em síntese, nesse período, ocorreu uma reconversão ndustral ou reestruturação produtva para aumentar a efcênca na produção e a compettvdade. A década de 80 fo decepconante tratando-se das taxas de crescmento do produto real, além dsso, fo uma época de hpernflação, nstabldade macroeconômca e crse da dívda externa. Segundo Dnz e Crocco apud Sabóa (1999), ao mesmo tempo em que a ndústra se modernzava, ao longo das últmas décadas, houve um ntenso processo de mudanças locaconas, tanto ntra quanto nter regões. Anda em relação à dentfcação da evolução da produtvdade do trabalho para o período em questão, nota-se a partr dos gráfcos abaxo os comportamentos por regão e por setores agregados conforme a especfcação anterormente exposta. Gráfco 1 - Evolução da Produtvdade Gráfco 3 - Evolução da Produtvdade S etor 2 Brasl Centro-Oeste Sul Sudeste BRASIL CENTRO-OESTE SUL SUDESTE NORDESTE NORTE Nordeste Norte , , , , , , , , , , , Gráfco 4 -E vo lução da Produtvdade S eto r 3 BRASIL Gráfco 2 -Evolução da Produtvdade Setor 1 CENTRO -OESTE SU L BRASIL CENTRO-OESTE SUL SU DESTE NO RD ESTE NORTE SUDESTE NORDESTE NORTE , , , , , , , , , , , Mutos autores abordam a face destrutva da globalzação. Em especal, ver Salm (1996), Sabóa (1999) e Carvalho apud Sabóa (1999). 7

8 Gráfco 5 - Evolução da Produtvdade Setor 4 Gráfco 7 - Evolução da Produtvdade S eto r 6 BRASIL CEN TRO -O ESTE SUL SUD ESTE NORDESTE NORTE BRASIL CENTRO -OESTE SU L SU DESTE NO RD ESTE , , , ,00 NORTE , , , , ,00 Gráfco 6 - Evolução da Produtvdade S etor 5 BRASIL Gráfco 8 - Evolução da Produtvdade S etor 7 CENTRO -O ESTE SU L SU DESTE NORDESTE NORTE , , , ,00 BRASIL CENTRO -OESTE SU L SU DESTE NO RD ESTE NORTE , , , , ,00 A partr da analse dos gráfcos acma, podemos observar que o Brasl em 1980 apresentava um índce maor de produtvdade do trabalho daquele apresentado em 1991 e, em 2000, recupera seu valor. Ao fnal das duas décadas, as regões Nordeste, Sul e Centro- Oeste obtveram melhores resultados (se comparados ao níco da década), mas, as regões Norte e Sudeste dmnuíram seu índce, equlbrando assm, o valor total auferdo pelo país. Para o setor 1, o país apresentou uma queda de produtvdade em 1991, mas recuperou-se em Todas as regões acompanharam essa evolução, com exceção da regão Norte, onde em 1991, fo regstrado um crescmento do seu valor de produtvdade. O Centro- Oeste apresentou o maor crescmento frente às demas regões, no mesmo período. O setor 2 apresentou uma queda naconal em 1991, porém o país recuperou seu índce em 2000, ultrapassando o valor de As regões Norte, Sudeste e Centro-Oeste ustfcaram a stuação naconal. Nordeste e o Sul apresentam um crescmento nos três períodos. Todas as regões aumentaram seus índces em 2000, se comparados a O Sudeste por sua vez apresentou o maor crescmento. 8

9 9 O país apresentou queda de produtvdade em 1991 no setor 3. A regão Sul teve queda nos três períodos analsados. Norte, Nordeste e Centro-Oeste mantveram índces parecdos nos três anos. Sudeste e Norte tveram um decréscmo em 1991, mas recuperaram seus índces em 2000 aos mesmos patamares de Devdo a uma mudança na coleta de dados feta pelo IBGE, o setor 4 sofreu dferença nos índces de produtvdades apresentados. O Brasl reduzu seu índce, bem como todas as regões. A regão Sul fo a que apresentou uma maor dferença entre 1980 e Nota-se uma queda generalzada nos índces em 2000 para o setor 5. O Brasl aumentou em 1991, mas voltou a car em Todas as regões acompanharam essa tendênca com exceção da Nordeste que teve seu índce de 1991 levemente superor ao apresentado em Centro-Oeste teve a maor queda em termos proporconas. O Brasl sofreu um aumento brusco nos valores apresentados pelo setor 6, devdo também, à mudança realzada pelo IBGE na coleta de dados. Todas as regões acompanharam esse aumento, sendo o Centro-Oeste a que apresentou o maor índce em O setor 7 regstrou queda em 1991 e recuperação em 2000, para todo o Brasl e regões, porém a recuperação auferda fo muto menor aos índces de No Brasl, a produtvdade teve queda de 9,7% na prmera década e aumento de 8,3% na segunda, dexando um saldo de -2,2% no período. Desta forma conclu-se, que a década de 80 não trouxe ganhos de produtvdade do trabalho para o Brasl, devdo à stuação econômca que o país enfrentou. A relatva establzação econômca e polítca, dos anos 90 assocada às mudanças das estruturas produtvas permtram o país desenvolver melhores índces. Em relação ao emprego, durante os anos 80, houve um crescmento de 31% e, nos anos 90, 19%. Os melhores índces de ocupação da mão-de-obra fcaram com a regão Norte que alcançou um crescmento em torno de 147% no período todo. O destaque fo do estado de Rorama com aproxmadamente 353% de aumento. Ro de Janero apresentou o por índce 32,5%. O volume de emprego está relaconado também com o aumento da população que cresceu nas últmas décadas 42,5%. A regão que mas cresceu fo à mesma que mas emprego gerou, ou sea, a regão Norte. Já a regão Nordeste, benefcada pela desconcentração ndustral que o país sofreu nos anos 90, nstalando empresas na regão, obteve como 9

10 10 resultados, baxo crescmento populaconal e médo crescmento do emprego (51%), bons índces de produtvdade e aumentos no PIB. O PIB teve um crescmento de 18% na década de 80 e 28,5% na de 90. O destaque fo da regão Norte que cresceu 127% nas duas. A segunda regão, na colocação de maor crescmento, fo a Centro-Oeste que, com 98% de aumento, teve como seu maor propulsor o Dstrto Federal onde o índce fo de 127% nos dos períodos. O estado que menos cresceu fo São Paulo devdo também à nova ordem ndustral verfcada, dexando assm, a regão Sudeste no últmo lugar com 35% de aumento. Verfcou-se também que a regão Norte e Sudeste sofreram queda no crescmento da produtvdade. Isto ocorreu devdo ao aumento do emprego ter sdo superor ao aumento do PIB, para as demas regões este fenômeno não fo constatado. Para o total do país, verfcou-se um aumento de 51,8% no PIB e 55,3% do emprego, gerando a queda de 2,2% na produtvdade nos dos períodos. Os quadros a segur demonstram a stuação dos estados brasleros em três períodos, dentfcando o emprego em relação à produtvdade, o PIB em relação ao emprego e o PIB em relação à produtvdade. Os mesmos estão na forma de scatter-plot, onde cada quadrante há uma combnação de medda das varáves analsadas. No prmero quadrante (esquerdo/acma) estão os estados com alto emprego e baxa produtvdade; no segundo quadrante (esquerdo/abaxo) estão os com baxo emprego e baxa produtvdade; no tercero quadrante (dreto/acma) estão os com melhores índces, sto é, alto emprego e alta produtvdade e; quarto quadrante (dreto/abaxo) com baxo emprego e alta produtvdade. O cálculo da méda fo baseado no somatóro dos índces dvddos pelo número de estados partcpantes. Note que em 1980, Tocantns anda não consttuía um estado braslero. 10

11 11 Quadro 1 Classfcação dos Estados em Relação ao Emprego e Produtvdade Emprego CE, PE, BA, MG, PR RO, AC, RR, PA, AP, PA, MA, PI, RN, PB, AL, SE, ES, MS, MT Emprego CE, PE, BA, MG, PR RO, AC, RR, PA, TO, MA, PI, RN, PB, AL, SE, ES, SC, MS, MT, GO Emprego CE, PE, BA, MG, PR RO, AC, RR, PA, AP, TO, MA, PI, RN, PB, AL, SE, ES, MS, MT, GO RJ, SP, RS AM, SC, DF RJ, SP, RS AM, AP, DF RJ, SP, RS AM, DF, SC Produtvdade Produtvdade Produtvdade O emprego em combnação com a produtvdade demonstrou que ocorreram mudanças apenas nas stuações de baxa produtvdade/alto emprego e nas de alta produtvdade/baxo emprego (baseado na méda de produtvdade e emprego 4 ). Santa Catarna teve sua stuação modfcada em 1991, sando de uma stuação de alta produtvdade e baxo emprego para uma stuação de baxo emprego e produtvdade, porém, recuperando-se em 2000 e voltando ao quadrante ncal. O lugar dexado pelo estado, em 1991, fo ocupado pelo Amapá onde sua produtvdade esteve acma da méda, mas voltou à stuação abaxo da méda em Tocantns tornou-se um Estado em 1989 e entrou na por das colocações: baxo emprego e produtvdade. 4 O cálculo da méda fo baseado no somatóro dos índces dvddos pelo número de estados partcpantes. Note que em 1980, Tocantns anda não consttuía um estado braslero. 11

12 12 Quadro 2 - Classfcação dos Estados em Relação ao PIB e Emprego PIB RO, AC, AM, RR, PA, AP, MA, PI, RN, PB, AL, SE, ES, SC, MS, MT, GO, DF PIB DF RO, AC, AM, RR, PA, AP, MA, PI, RN, PB, AL, SE, ES, SC, MS, MT, GO PIB SC RO, AC, AM, RR, PA, AP, MA, PI, RN, PB, AL, SE, ES, MS, MT, GO, DF BA, MG, RJ, SP, PR, RS CE, PE BA, MG, RJ, SP, PR, RS CE, PE BA, MG, RJ, SP, PR, RS CE, PE Emprego Emprego Emprego Poucas foram as mudanças em relação ao PIB e ao emprego. Somente o Dstrto Federal e Santa Catarna saíram da por stuação (2º quadrante) para uma posção ntermedára (1º quadrante). Baha, Mnas Geras, Ro de Janero, São Paulo, Paraná e Ro Grande do Sul mantveram-se, durante as décadas, com stuações prvlegadas (3º quadrante) com alto emprego e PIB e Ceará e Pernambuco fcaram numa stuação ntermedára, de baxo PIB e alto emprego. Os demas permaneceram no 2º quadrante com baxo PIB e emprego. Mutos foram os estados que se mantveram nas suas posções orgnas durante o período. A produção em s não fo atngda de modo que proporconasse uma alteração (de aumento ou dmnução) para uma recolocação acma ou abaxo da méda. 12

13 13 Quadro 3 - Classfcação dos Estados em Relação ao PIB e Produtvdade PIB BA RO, AC, RR, PA, AP, MA, PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, MT, GO PIB BA, MG RO, AC, RR, PA, TO, MA, PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, MS, MT, GO PIB BA RO, AC, RR, PA, TO, MA, PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, MT, GO MG, RJ, SP, PR, RS AM, ES, SC, MS, DF RJ, SP, PR, RS, DF AM, AP, ES, SC MG, RJ, SP, PR, SC, RS AM, AP, ES, MS, DF Produtvdade Produtvdade Produtvdade O que se pode verfcar fo a mudança de Mnas Geras que, a partr de 1991, passou a fgurar entre os estados com produtvdade acma da méda. O Dstrto Federal e Santa Catarna modfcaram sua stuação em 1991, em relação ao seu PIB. Os demas estados mantveram-se em suas posções entre 1980 e 1991, salvo algumas modfcações ntermedáras no ano de 1991, tendo como destaque, na melhor posção (PIB e produtvdade acma da méda) os estados fortes da economa naconal: Ro de Janero, São Paulo, Paraná e Ro Grande do Sul. 4. ANÁLISE COMPARATIVA DOS COMPONENTES DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO A mportânca (ou o peso) que cada componente teve nas regões/estados brasleros fornece um panorama sobre a necessdade de polítcas públcas dreconadas e detecta sobre qual componente essas ações devem concentrar-se para equlbrar a produtvdade dos estados. A partr deste ponto, o termo dferencal de produtvdade e produtvdade será utlzado com o mesmo sgnfcado Os resultados da tabela 1, também podem ser nterpretados de forma bnára, ou sea: resultados postvos ou negatvos para seus respectvos componentes, sendo nterpretados da segunte forma: a) Componente Estrutural Postvo: a regão se especalzou em setores dnâmcos, com produtvdade acma da méda; b) Componente Estrutural Negatvo: a 13

14 14 regão tem partcpação acma da méda de setores com produtvdade abaxo da méda, por sso possu crescmento estagnado; c) Componente Dferencal Postvo: os setores crescem mas nessa regão do que em outras por gozar de vantagens locaconas e, possuem produtvdade acma da méda; d) Componente Dferencal Negatvo: os setores crescem menos nessa regão do que em outras e não tem provetos da localzação e, com produtvdade abaxo da méda; e) Componente Alocatvo Postvo: a regão possu alta partcpação de setores com alta produtvdade ou, possu baxa partcpação de setores com baxa produtvdade (efcênca alocatva); e f) Componente Alocatvo Negatvo: a regão possu alta partcpação de setores com baxa produtvdade ou, possu baxa partcpação de setores com alta produtvdade (nefcênca alocatva). A tabela 1 mostra o peso que cada componente teve em cada estado/regão braslera, para o total da economa. Os valores do dferencal de produtvdade do trabalho são explcados pelos três componentes. O peso que cada um tem na formação deste dferencal demonstra que, por exemplo, o valor para o ano de 1980 da regão Norte fo explcado por 56,6% pelo componente estrutural, 47,6% pelo dferencal e, -4,2% pelo alocatvo. A regão, então, teve o componente estrutural com maor peso que os demas na formação da baxa produtvdade auferda. É possível destacar algumas mudanças mas sgnfcatvas que ocorreram em alguns estados durante os três anos. Um exemplo fo o estado de São Paulo que, em 1980, tnha o componente estrutural explcando 42,8% da sua produtvdade e, em 2000, esse percentual hava caído para 17,6%. Essa mudança teve reflexos no componente dferencal que passou de 49,9% em 1980, para 90,8% em Outro exemplo fo o Ro Grande do Sul que, da mesma forma que São Paulo, auferu produtvdade acma da méda. O estado tnha em 1980, 21,3% sendo explcado pelo componente estrutural, 84,3% pelo dferencal e, -5,5% pelo alocatvo. Em 1991, os percentuas passaram para 4,7%, 82,1% e 13,2%, respectvamente e, em 2000, o estrutural explcava 20,2% da sua produtvdade, o dferencal 80,4% e o alocatvo 0,7%. Essas mudanças nos pesos dos componentes deveram-se às transformações econômcas que o país passou nessas duas décadas. A abertura comercal e a establzação monetára com a mplantação do Plano Real foram exemplos dessas transformações. 14

15 Componente Estrutural O componente estrutural, por medr a especalzação da regão em setores dnâmcos, demonstrou o peso que cada setor teve em cada estado analsado. O setor da Agrcultura apresentou-se como um setor dnâmco na maora dos estados e em quase todos os períodos. O que se verfcou fo que em estados, onde a Indústra é o prncpal setor econômco (SP e RJ), tveram no setor da Agrcultura, defcêncas e pouco dnamsmo. Já no Dstrto Federal, onde os Servços carregavam o maor percentual de partcpação do PIB, o setor da Agrcultura também fo defcente. O Ro Grande do Sul teve, em 1980, problemas nesse setor, mas com polítcas dreconadas sendo aplcadas nas décadas seguntes, melhorou seu desempenho. Goás fo um estado que teve grande partcpação no seu PIB advndo da Agrcultura, mas possuía, ao longo das décadas, pouco dnamsmo do setor, mesmo com seu desmembramento ocorrdo em 1989, o setor não atngu resultados satsfatóros em termos de dferencal de produtvdade do trabalho. O setor da Indústra, ao contráro da Agrcultura, teve a maora dos resultados negatvos. Esse setor, que abrange a maora das ndústras e a construção cvl, demonstrou melhor desempenho, prncpalmente, nos estados de maor expressão naconal dos mesmos. São Paulo, Ro de Janero e Mnas Geras tveram na sua estrutura produtva organzação e dnamsmo. Pode-se afrmar que eles especalzaram-se na produção ndustral muto mas do que em outros setores. São Paulo, que fo o estado que mas contrbuu para a produção naconal nos três períodos, auferu resultados postvos nos componentes que medram sua organzação produtva e em sua especalzação de áreas mas dnâmcas. 15

16 16 Tabela 1 - Decomposção da Produtvdade Setoral do Trabalho dos Estados brasleros: 1980, 1991 e 2000 (componentes em %). X - X* µι πι NORTE (5.271,74) (3.731,67) (6.012,75) 56,6 50,3 7,3 47,6 65,5 91,3-4,2-15,8 1,3 RO (8.118,44) (8.503,28) (7.829,91) 53,7 33,3 19,5 56,0 85,5 94,7-9,7-18,8-14,3 AC (9.214,05) (7.681,01) (8.746,35) 52,9 29,6-8,6 53,8 91,7 111,9-6,8-21,3-3,3 AM 1.203, , ,65-192,3-11,8 6,4 373,5 117,6 138,9-81,1-5,8-45,3 RR (6.265,67) (6.254,70) (8.791,95) 56,6-35,6-67,4 74,0 102,9 138,8-30,6 32,7 28,5 PA (7.120,28) (5.142,14) (8.731,92) 42,1 39,2 16,4 70,3 91,7 97,3-12,4-30,9-13,8 AP (7.251,53) 849,07 (3.378,89) -0,4 189,3-118,9 100,3-95,5 213,8 0,1 6,2 5,1 TO (12.220,31) (12.846,38) 30,0-3,4 92,6 102,3-22,7 1,0 NORDESTE (10.648,47) (8.565,86) (9.339,20) 39,6 30,5 20,9 72,4 77,9 84,9-12,0-8,4-5,8 MA (14.418,47) (12.697,74) (13.900,61) 53,5 40,7 30,0 71,4 81,2 87,7-24,9-21,9-17,7 PI (15.069,06) (12.954,79) (13.487,91) 44,0 31,7 16,5 82,0 87,5 93,5-26,0-19,2-10,0 CE (12.190,54) (9.537,06) (10.301,16) 26,3 19,3 13,7 84,8 89,3 90,1-11,1-8,6-3,8 RN (11.015,93) (8.450,75) (7.732,64) 29,2 9,5-1,0 81,5 94,5 97,7-10,7-4,0 3,3 PB (13.284,34) (10.380,72) (10.628,35) 35,0 22,1 9,7 83,4 90,6 97,0-18,4-12,7-6,7 PE (9.128,02) (5.967,65) (6.725,86) 25,1 21,1 18,8 81,1 83,7 88,5-6,3-4,8-7,3 AL (10.347,29) (9.192,96) (10.370,45) 50,1 33,5 17,8 65,0 76,8 86,6-15,1-10,3-4,4 SE (10.053,94) (5.556,71) (8.359,47) 34,6 27,6 7,2 78,8 73,2 93,0-13,3-0,8-0,2 BA (7.448,41) (6.801,92) (7.382,17) 53,8 44,8 34,0 49,0 57,7 66,9-2,8-2,4-0,9 SUDESTE 6.717, , ,33 44,9 37,6 14,9 52,3 63,0 83,1 2,8-0,6 1,9 MG (3.036,12) (2.914,34) (2.190,71) 36,5 14,2 19,3 68,5 86,5 79,4-5,0-0,6 1,3 ES (2.362,16) (2.759,21) (1.869,89) 58,5 29,5 48,3 55,5 65,5 41,2-14,1 5,0 10,5 RJ 8.620, , ,87 49,0 37,9 11,3 41,5 50,1 86,2 9,5 12,1 2,5 SP , , ,27 42,8 33,5 17,6 49,9 74,0 90,8 7,3-7,6-8,4 SUL (328,50) (288,64) 1.028,03 218,6 126,9 45,6-52,6 31,2 51,4-66,0-58,1 3,0 PR (2.526,74) (1.314,44) (614,61) 91,8 87,8 33,3 22,1-2,7 89,3-13,9 15,0-22,5 SC 255,40 (422,19) 928,71 106,1-57,5 163,1-113,4 167,3-49,0 107,3-9,8-14,1 RS 1.390,54 670, ,18 21,3 4,7 20,2 84,3 82,1 80,4-5,5 13,2-0,7 αι 16

17 17 CENTRO-OESTE (2.138,24) 2.821,57 (321,16) 61,0-4,6-222,1 109,9 51,4 537,3-70,8 53,2-215,3 MS (1.448,87) (4.673,49) (3.251,06) 99,3 20,2-2,1 126,1 99,0 105,7-125,4-19,2-3,6 MT (6.598,48) (6.693,62) (4.432,74) 41,3 9,3 18,9 83,4 95,2 108,5-24,7-4,4-27,4 GO (7.772,51) (6.928,56) (7.592,48) 30,4 4,8-5,5 88,2 97,1 97,8-18,6-1,9 7,6 DF , , ,30 17,9 4,0 15,6 28,1 66,0 31,7 54,0 30,0 52,7 Fonte: Cálculos dos autores a partr de dados do IBGE. * X X: valores em reas e consderados 100% 17

18 18 O setor de Transportes e Comuncações, também teve, em sua maora, resultados negatvos e demonstrou efcênca em estados mas desenvolvdos e, em alguns deles, não regstrou índces satsfatóros no ano de A conclusão é de que com a abertura comercal ocorrda na década de 90, poucos foram os que conseguram manter o setor como dnâmco e especalzado, prncpalmente na área de comuncações, dada à concorrênca que passaram a ter. Estados como Mnas Geras, Espírto Santo e Ro Grande do Sul foram exemplos de como, com a entrada de novas empresas no setor, preudcaram as á exstentes, dexando o setor com carêncas a partr desta década. O setor de Comérco auferu mas resultados negatvos do que postvos. Aqu se verfcou que sendo o Comérco o prncpal componente desse setor agregado, ele somente destacouse em estados á desenvolvdos em outras áreas, tal como Indústra e Transportes e Comuncações. Sendo um setor que também pode produzr ndependentemente da correlação com os outros setores, alguns estados com menor mportânca partcpatva de produção, destacaram-se. Exemplos dsso foram os estados do Pará, Amapá e Mato Grosso do Sul que possuíam o setor de Comérco como um setor dnâmco e especalzado. O setor de Servços teve como resultados postvos os estados de Amapá, Mnas Geras, Espírto Santo, Ro de Janero, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goás e Dstrto Federal. A prestação de Servços, que esse setor compreende, fo superor aos demas estados, nos acma relaconados. O Dstrto Federal que possuía alta partcpação no PIB total advnda desse setor conseguu manter alta efcênca nas duas décadas. O Ro de Janero, segundo estado em que o setor fo o mas mportante para o cenáro naconal, também se mostrou especalzado nesta área. O setor da Admnstração Públca teve em seus resultados mas postvos do que negatvos e proporconou índces de especalzação na maora dos estados brasleros, as exceções, acma descrtas, foram formadas por estados muto desenvolvdos em outras áreas (MG, SP, RS) e por estados, sem muta expressão naconal. O que chama a atenção fo que eles partcparam com parcelas altas de outros setores, mas que não dnamzaram a Admnstração Públca, por motvos de dreconamento de polítcas nessas duas décadas. O setor de Outras Atvdades trouxe város estados com resultados postvos. Esse setor abrange outros servços não captados pelo setor de Servços e atvdades mal especfcadas. Um aprofundamento maor sobre quas seram essas atvdades, sera precso para 18

19 19 dreconar polítcas, a fm de sanar a estrutura produtva, pos, na maora dos estados, apresentou-se com snal negatvo. Dos que apresentaram snal postvo, somente São Paulo e Ro de Janero demonstraram efcênca nos três períodos Componente Dferencal O componente dferencal demonstrou as vantagens locaconas que alguns estados tveram e que mplcaram num crescmento maor dos setores. Alguns desses estados traram um melhor proveto de fatores geográfcos, de fatores lgados ao mercado ou à qualfcação da mão-de-obra do que outros que não assmlaram essas vantagens ou possuíram desvantagens, como é o caso de estados do extremo Norte e Nordeste. O que se verfcou fo que o setor da Agrcultura desfrutou das vantagens locaconas nas regões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Por vantagens locaconas, para esse setor, entende-se clma e solo fértl, bem como dsponbldade de uma varada gama de produção e fatores lgados ao mercado e a mão-de-obra. Os demas setores também possuíram uma assmlação maor dessas vantagens nessas três regões, sendo que no Sudeste e no Sul concentraram-se os melhores índces, porém, em alguns estados da regão Centro-Oeste, os setores não cresceram tanto quanto nos outros. Esse componente também demonstrou o crescmento ntra-regões, sto é, o estado que desfrutou de mas vantagens por causa da sua localzação e teve seus setores mas desenvolvdos do que em estados sem essas vantagens Componente Alocatvo O componente alocatvo demonstrou a efcênca e a nefcênca alocatva em aplcar os recursos dsponíves. Mesmo exstndo setores com índces negatvos nos outros dos componentes, os recursos utlzados e meddos por esse podem estar sendo aplcados de forma efcente ou não. Usando alguns exemplos, pode-se verfcar que algumas regões possuíram alta partcpação de alguns setores com alta produtvdade ou, baxa partcpação com baxa 19

20 20 produtvdade. Essa análse fcará mas clara quando, no subtem segunte, será demonstrado qual o setor de maor mportânca produtva que o estado possuu. Um prmero exemplo sera da Paraíba onde na maora dos setores o snal fo postvo, ndcando assm que ocorreu efcênca alocatva. O que é necessáro saber, é se esses setores foram mportantes (partcpação percentual) para o conunto total da sua economa. Com exceção do setor da Agrcultura, a regão Nordeste também apresentou, na sua maora, snas postvos em seus setores, demonstrando assm, que a regão alocou de forma correta o que de dsponível possuía. Na regão Sudeste, São Paulo fo um exemplo de boa alocação de recursos, bem como o Ro Grande do Sul na regão Sul. No Centro- Oeste, o Dstrto Federal fo efcente na maora dos seus setores e em quase todos os períodos. Em resumo, o componente estrutural demonstrou que o setor da Agrcultura fo o que auferu a maor quantdade de snas postvos nos três anos analsados, fcando o setor da Admnstração Públca em segunda colocação. Os setores de Transportes e Comuncações, de Comérco e o de Servços, mantveram-se em gual stuação (stuação ncal: 1980), e o setor de Outras Atvdades porou em 1991, mas, melhorou em Para o componente dferencal, os setores que se destacaram foram o da Agrcultura, em 1980, e o de Outras Atvdades em 1991 e 2000, segudos pelos setores da Admnstração Públca, Transportes e Comuncações e o de Comérco, respectvamente aos três anos. O setor da Agrcultura decau em quantdade de snas postvos em 1991 e 2000, o da Indústra, Transportes e Comuncações e o de Outras Atvdades melhoraram e depos caíram. O de Comérco e o de Servços tveram melhoras e o da Admnstração Públca uma pora. O alocatvo, que medu a efcênca alocatva, demonstrou que o setor mas efcente fo o de Servços, segudo pelo da Indústra. Os setores da Agrcultura, Indústra, Transportes e Comuncações, Comérco e Servços mantveram-se em gual stuação durante os períodos. O da Admnstração Públca baxou sua colocação em 1991 e em 2000 e, o de Outras Atvdades baxou em 1991 mas melhorou em Tendo como base os pesos dos componentes e seus respectvos snas auferdos, o próxmo subtem trás algumas sugestões de dreconamento de polítcas públcas em setores e estados que se apresentaram com defcêncas. 20

21 21 A análse, dos três anos, permtu anda observar quas os estados que se mantveram com stuações nalteradas, quas os que, mesmo com a segunda década melhorando a economa como um todo, não conseguram atngr melhores posções. Quadro 4 Classfcação dos Estados em Relação ao PIB e Dferencal de Produtvdade PIB BA, MG, PR RO, AC, RR, PA, AP, MA, PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, ES, MS, MT, GO PIB BA, MG, PR RO, AC, RR, PA, TO, MA, PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, ES, SC, MS, MT, GO PIB BA, MG, PR RO, AC, RR, PA, AP, TO, MA, PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, ES, MS, MT, GO RJ, SP, RS AM, SC, DF RJ, SP, RS, DF AM, AP RJ, SP, SC, RS AM, DF Dferencal de Produtvdade Dferencal de Produtvdade Dferencal de Produtvdade Os estados da Baha, Mnas Geras e Paraná mantveram-se no mesmo quadrante ao longo dos três anos, com stuações de alto PIB, mas baxa produtvdade. Ro de Janero, São Paulo e Ro Grande do Sul fcaram em melhor stuação, sendo partcpantes do quadrante onde o PIB e a produtvdade foram altos nos três anos. Santa Catarna estava em uma stuação ntermedára em 1980, com baxo PIB e alta produtvdade (untamente com o Amazonas e o Dstrto Federal). Em 1991 o estado porou sua stuação passando para o segundo quadrante, mas, recuperando-se em 2000, passando para o tercero e melhor quadrante. O Dstrto Federal chegou a fgurar entre os de melhor stuação em 1991, porém, retornou à sua condção ncal em O Amazonas fo outro estado que manteve em posção ntermedára durante os três períodos. Os demas estados permaneceram no segundo quadrante com setores pouco dnâmcos, com desvantagens locaconas sem uma boa alocação dos recursos. Resumndo: a regão que apresentou melhores índces de decomposção do dferencal de produtvdade do trabalho, fcando acma da méda e com snas postvos em seus componentes, fo a Sudeste; e os estados que apresentaram melhores condções foram: Ro de Janero, São Paulo, Ro Grande do Sul e Dstrto Federal. 21

22 22 Mutos aspectos podem explcar as condções desses estados em auferr essas posções, como por exemplo, as característcas regonas (nível de nstrução, compettvdade, especalzação, localzação, clma, estrutura produtva, entre outros). O que não deve ser esquecdo é que essa produtvdade advém de melhor desempenho de alguns setores que elevam o índce e, de desempenhos nefcentes de outros, que derrubam os valores de produção e produtvdade. Portanto, os estados que apresentaram melhores resultados em todos os componentes e em todos os anos, para o conunto dos setores, foram: Ro de Janero, São Paulo, Ro Grande do Sul e Dstrto Federal. Esses estados apresentaram-se com o dferencal de produtvdade acma da méda e com os snas dos componentes todos postvos em todos os períodos analsados. Como vsto anterormente, alguns estados destacaram-se mas que outros pelos seus resultados de decomposção do dferencal da produtvdade do trabalho. Esses resultados foram à combnação dos sete setores, devdamente agregados, da economa como um todo. Cada componente tem seu ndcador, postvo ou negatvo, formando os índces totas que deram uma vsão geral do dferencal Análse Caso a Caso A partr dos resultados apresentados, pode-se destacar os prncpas problemas em relação ao dferencal de produtvdade do trabalho de cada setor e de cada estado braslero, o que possblta o dreconamento de polítcas econômcas a fm de austar índces futuros. Em relação ao componente estrutural, as decsões polítcas podem ser dreconadas para alterar a estrutura produtva caso este se apresente com snas negatvos. Estando o componente dferencal negatvo ndca que polítcas de qualfcação de mão-de-obra se fazem necessáras para aumentar a compettvdade dos setores, bem como usar as característcas regonas com maor canalzação a fm de obter resultados postvos. O componente estrutural e o alocatvo podem ser nfluencados e trabalhados para que modfquem tanto a estrutura como a melhor alocação dos recursos dsponíves. Rondôna por exemplo, teve na Indústra o seu maor potencal. A produtvdade neste setor apresentou índces abaxo da méda, por sso, ações dreconadas para a Indústra, prncpalmente a extratva são necessáras. Nos outros dos períodos, o estado também não possuu índces acma da méda nos setores líderes (setores com maor partcpação 22

23 23 percentual no PIB). A estrutura produtva bem como o dnamsmo dos setores deve ser revsto para no futuro alcançar melhores colocações. O Acre atngu produtvdades acma da méda e estruturas produtvas compatíves nos setores predomnantes. O componente dferencal não apresentou snal postvo, na maora de seus setores, mostrando assm, que o estado não dspôs de vantagens locaconas. Sua maor produção vem da Indústra que apresentou defcêncas na produtvdade do trabalho. Amazonas teve como seu prncpal setor, nos três períodos, o da Indústra. A ntensfcação da Zona Franca de Manaus trouxe ao estado, nos anos 60, uma possbldade de crescmento maor. O estado anda possuu vantagens na sua posção geográfca, pos, o escoamento da sua produção era e é feto pela rodova Belém-Brasíla e por ter, na ndústra extratva, grande partcpação para o setor. Rorama tem uma ndústra pequena e destaca o setor da Admnstração Públca como o maor contrbudor para o PIB total do estado. Neste setor, ele obteve uma grande varânca do dferencal de produtvdade, porém, acma da méda. Somente em 2000, apresentou snal negatvo no componente dferencal, ndcando assm, que esse setor fo dnâmco, apesar da baxa contrbução naconal que o estado teve na produção total. O Pará também fo um estado pobre em relação à contrbução produtva naconal. Teve como seus prncpas setores a Indústra (1980), Agrcultura (1991) e, voltando para a Indústra em Somente na Agrcultura fo que apresentou índces satsfatóros de varação de produtvdade do trabalho. Os snas postvos obtdos no componente estrutural e dferencal demonstraram que os setores tveram bom dnamsmo, porém, contrbuíram muto pouco para o total produtvo do estado. O Amapá teve, em 1980, o setor mas mportante em termos de contrbução sendo o da Indústra, mas, apresentou snal negatvo nos componentes estrutural e dferencal. Em 1991, era o setor de Comérco, este sm, com snas postvos e, em 2000, passou para o setor da Admnstração Públca com snal postvo para o estrutural e negatvo para o dferencal. Tocantns fo crado em 1989 de um desmembramento de Goás, portanto, a análse desses dos estados fcou preudcada no ano de A partr de 1991, o setor da Admnstração Públca fo o de maor mportânca para Tocantns que auferu valores postvos, com exceção do dferencal, para o ano de

24 24 A regão Norte como um todo tem proetos para ncentvar o setor de Servços, com propostas para o tursmo. Esses proetos serão bem vndos, uma vez que esse setor apresentou-se com baxa produtvdade e pouca partcpação no PIB total da regão. Na regão Nordeste o prmero estado a ser analsado é o Maranhão. Seus setores líderes, durante os períodos, sempre apresentaram varânca de produtvdade abaxo da méda. O estado passou do setor da Agrcultura para o setor da Admnstração Públca como prncpal contrbudor do PIB. Maranhão e Pauí tnham o setor da Agrcultura como sendo o prncpal em 1980 e, nos anos seguntes, tveram o setor da Admnstração Públca como o líder. Esses dos estados tveram o dferencal de produtvdade abaxo da méda. Pauí teve melhor desempenho na composção estrutural produtva que o Maranhão, porém, os dos não traram proveto das vantagens locaconas. É posível agrupar os estados que possuíam o setor da Indústra, como sua prncpal fonte para o PIB. São eles: Ceará, Ro Grande do Norte, Pernambuco, Sergpe, Baha, Mnas Geras, Espírto Santo, Ro de Janero, São Paulo, Paraná, Santa Catarna e Ro Grande do Sul. Alguns desses apresentaram dferencal de produtvdade abaxo da méda. Fo o caso do Ceará, Ro Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergpe, Baha, Mnas Geras e Espírto Santo. O que também se pôde conclur, analsando o snal dos componentes, fo que todos os estados ntegrantes da regão Nordeste, possuíram problemas com a estrutura produtva, com dnamsmo escasso dos setores e com poucas vantagens locaconas. Já no caso de Mnas Geras, em 2000, a estrutura produtva melhorou, mas, não trou provetos da localzação. Espírto Santo teve problemas na estrutura e no dnamsmo produtvo, porém, apresentava em 1991, certa vantagem locaconal. O Ro de Janero tnha, somente em 2000, problemas estruturas, sendo os outros ndcadores postvos. São Paulo pode ser caracterzado como o estado que melhor stuação auferu durante os três períodos, tendo em vsta a Indústra como seu setor líder, ele obteve snas postvos em todos os componentes, demonstrando assm, efcênca alocatva e comprovando o título de ser a maor potênca ndustral produtva do país. O Paraná melhorou seu componente estrutural somente em 2000, porém, nesse mesmo ano, suas vantagens locaconas não foram mas absorvdas de forma efcente. Sua produtvdade melhorou nos dos últmos períodos, comparando-os ao ano de

25 25 Santa Catarna e o Ro Grande do Sul apresentaram stuações parecdas. Auferram boa estrutura produtva e dnamsmo no setor da Indústra, porém, com exceção do Ro Grande do Sul, para o ano de 1991, não captaram as vantagens locaconas para o progresso do setor. A dferença entre esses dos estados fo à osclação que Santa Catarna obteve em termos de produtvdade méda, fcando abaxo, acma, e voltando a fcar abaxo (da méda), nos anos de 1980, 1991 e 2000, respectvamente. O Mato Grosso do Sul fo um estado que teve a Agrcultura como sendo sua prncpal atvdade econômca e o seu dferencal de produtvdade neste setor sempre fo acma da méda. O estado, a exemplo de São Paulo, também auferu os melhores resultados possíves, meddos pelos componentes, para o seu setor prncpal. A dferença estava no setor líder de cada um. São Paulo fo o da Indústra e Mato Grosso do Sul fo o da Agrcultura. Mato Grosso mostrou que ter tdo a Agrcultura e depos a Admnstração Públca em 1980 e 1991 como setores líderes dexaram seus ndcadores com valores negatvos. Agrcultura, mesmo não sendo o maor contrbudor do PIB no estado em 1991, auferu valores postvos e efcênca em todos os anos. Goás é um estado que tnha sua economa mas centrada no setor da Agrcultura em Esse setor era dnâmco e trava proveto das vantagens de sua localzação. Porém, passou a centralzar sua economa, após seu desmembramento, no da Indústra, e neste, auferu valores de produtvdade abaxo da méda, sem vantagens locaconas. Somente em 2000, verfcou-se alguma melhora na estrutura produtva. O últmo estado a ser analsado é o Dstrto Federal. Na realdade, ele não se denomna estado, conforme á vsto, e sm uma Undade da Federação. O Dstrto Federal tem e tnha uma stuação atípca dos demas estados, por ter a maor renda per capta do país, ter o setor da Agrcultura com 1% ou menos de partcpação e por ser a regão onde há a maor concentração de servços públcos do Brasl. Sendo assm, a regão teve como prncpal setor o de Servços em 1980 e 1991 e o da Admnstração Públca em 2000, com alta produtvdade e com componentes postvos em todos os períodos. 25

26 26 5. COMENTÁRIOS FINAIS A estrutura produtva dos estados brasleros sofreu modfcações em termos de população, pessoal ocupado e PIB, ao longo dos anos 80 e 90. Essas modfcações refletram nessas varáves e elas compõem a prncpal análse deste trabalho: as mudanças no dferencal de produtvdade do trabalho, nas regões e estados brasleros, nos setores da economa, nas duas últmas décadas. A produtvdade do trabalho no Brasl teve uma sgnfcatva melhora na década de 90, se comparada à de 80, e sso se deveu, prncpalmente, ao aumento do produto do país. O emprego também teve um crescmento, porém, menor que o do PIB. A decomposção que esse trabalho fez da produtvdade permtu uma dentfcação de qual estado/regão e qual setor obteve melhores resultados, e anda, qual a atrbução desses resultados, se por causa de uma melhora da estrutura produtva, se por vantagens locaconas, ou se pela boa alocação dos recursos dsponíves. A estruturação da produção auferu mas snas postvos, ndcando ser a regão especalzada em setores dnâmcos e com produtvdade acma da méda, nos estados do Ro de Janero, São Paulo, Ro Grande do Sul e Dstrto Federal. Esses estados encabeçaram a lsta dos melhores colocados, no ano de 2000, nos termos meddos pelo componente estrutural. Quanto às vantagens locaconas, estados prvlegados que traram provetos dessas vantagens, encontraram-se na regão Sul e Sudeste, onde o escoamento da produção, melhor qualfcação da mão-de-obra e um maor desenvolvmento sóco-econômco proporconaram uma melhor stuação, medda pelo componente dferencal. Em termos de alocação de recursos, ndependentemente dos resultados dos outros componentes, houve efcênca em város setores e estados ao longo dessas duas décadas, porém, esse índce sendo postvo só é satsfatóro, se houver alguma vantagem locaconal e produtva. Tratando-se da mportânca que os estados e setores tveram para a economa do Brasl como um todo, far-se-a necessára uma aplcação mas dreta de polítcas públcas, nos 26

27 27 estados e setores a segur relaconados, por não terem auferdo bons resultados no ano de 2000 e, por serem mportantes para o PIB naconal: Paraíba/Indústra; Baha/Indústra; São Paulo/Admnstração Públca; Ro Grande do Sul/Servços e Admnstração Públca e Dstrto Federal/Comérco. A produtvdade do trabalho mostrou-se com bons resultados em setores mportantes da economa. Isso demonstrou que com o advento de novas tecnologas e formas de admnstração que a globalzação trouxe, proporconou ao país uma colocação melhor. O que também se pôde observar fo que as vantagens que o componente dferencal medu, comprovou um bom aprovetamento por parte de estados e regões mas desenvolvdas (em termos de percentual de PIB) e, que regões menos favorecdas são também as que menos contrbuíram para a produção naconal. BIBLIOGRAFIA BACHA, E., BONELLI, R. Crescmento e Produtvdade no Brasl: O que nos dz o Regstro de Longo Prazo. Versão Prelmnar. Mao/2001. Dsponível em: <www.pea.gov.br>. Acessado em 28/08/03. ESTEBAN, J. Regonal Convergence n Europe and the Industry Mx: a Shft-share Analsys. Regonal Scence and Urban Economcs , p SABÓIA, J., CARVALHO, P. G. M. Produtvdade na Indústra Braslera Questões Metodológcas e Análse Empírca. Texto para Dscussão número 504. IPEA, SABÓIA, J. Desconcentração Industral no Brasl nos Anos 90 um Enfoque Regonal. XXVII Encontro Naconal de Economa. 1999, V.II, p SALM, C., Sabóa, J., CARVALHO, P. G. M. Produtvdade na Indústra Braslera Uma Contrbução ao Debate. XXIV Encontro Naconal da ANPEC. 1996, p

* Economista do Instituto Federal do Sertão Pernambucano na Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional PRODI.

* Economista do Instituto Federal do Sertão Pernambucano na Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional PRODI. O desempenho setoral dos muncípos que compõem o Sertão Pernambucano: uma análse regonal sob a ótca energétca. Carlos Fabano da Slva * Introdução Entre a publcação de Methods of Regonal Analyss de Walter

Leia mais

Nº 20 Dezembro de 2011. A Evolução do PIB dos Estados e Regiões Brasileiras no Período 2002-2009 Valores definitivos

Nº 20 Dezembro de 2011. A Evolução do PIB dos Estados e Regiões Brasileiras no Período 2002-2009 Valores definitivos Nº 20 Dezembro de 2011 A Evolução do PIB dos Estados e Regões Brasleras no Período 2002-2009 Valores defntvos GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cd Ferrera Gomes Governador Domngos Gomes de Aguar Flho Vce Governador

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia CCSA - Centro de Cêncas Socas e Aplcadas Curso de Economa ECONOMIA REGIONAL E URBANA Prof. ladmr Fernandes Macel LISTA DE ESTUDO. Explque a lógca da teora da base econômca. A déa que sustenta a teora da

Leia mais

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL. A FUNÇÃO DE PRODUÇÃO E SUPERMERCADOS NO BRASIL ALEX AIRES CUNHA (1) ; CLEYZER ADRIAN CUNHA (). 1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL;.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

Leia mais

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação Mnstéro da Educação Insttuto Naconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera Cálculo do Conceto Prelmnar de Cursos de Graduação Nota Técnca Nesta nota técnca são descrtos os procedmentos utlzados

Leia mais

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado)

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado) 5 Aplcação Neste capítulo será apresentada a parte empírca do estudo no qual serão avalados os prncpas regressores, um Modelo de Índce de Dfusão com o resultado dos melhores regressores (aqu chamado de

Leia mais

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO - SEPLAG INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ - IPECE NOTA TÉCNICA Nº 29 PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COMÉRCIO EXTERNO

ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COMÉRCIO EXTERNO ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COÉRCIO ETERNO Nota préva: O texto que se segue tem por únco obectvo servr de apoo às aulas das dscplnas de Economa Internaconal na Faculdade de Economa da Unversdade do Porto.

Leia mais

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial O mgrante de retorno na Regão Norte do Brasl: Uma aplcação de Regressão Logístca Multnomal 1. Introdução Olavo da Gama Santos 1 Marnalva Cardoso Macel 2 Obede Rodrgues Cardoso 3 Por mgrante de retorno,

Leia mais

ANÁLISE DA POSIÇÃO COMPETITIVA DO BRASIL NO MERCADO INTERNACIONAL DE CARNE BOVINA: UMA APLICAÇÃO DO MÉTODO CONSTANT-MARKET-SHARE (CMS)

ANÁLISE DA POSIÇÃO COMPETITIVA DO BRASIL NO MERCADO INTERNACIONAL DE CARNE BOVINA: UMA APLICAÇÃO DO MÉTODO CONSTANT-MARKET-SHARE (CMS) ANÁLISE DA POSIÇÃO COMPETITIVA DO BRASIL NO MERCADO INTERNACIONAL DE CARNE BOVINA: UMA APLICAÇÃO DO MÉTODO CONSTANT-MARKET-SHARE (CMS) Lenlma Vera Nunes Machado CPF: 425.454.202-04 Economsta do Banco da

Leia mais

DECOMPOSIÇÃO HIERÁRQUICA DA DESIGUALDADE DE RENDA BRASILEIRA 1

DECOMPOSIÇÃO HIERÁRQUICA DA DESIGUALDADE DE RENDA BRASILEIRA 1 DECOMPOSIÇÃO HIERÁRQUICA DA DESIGUALDADE DE RENDA BRASILEIRA 1 ópco: Dspardades regonas - estudos comparados de desenvolvmento e gestão terrtoral Márco Antôno Salvato 2 Paola Fara Lucas de Souza 3 Resumo:

Leia mais

DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL.

DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL. DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL. 1 APRESENTAÇÃO Nos anos 90, o país assstu a vultosas entradas de capal estrangero tanto de curto

Leia mais

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00)

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00) Bussab&Morettn Estatístca Básca Capítulo 4 Problema. (b) Grau de Instrução Procedênca º grau º grau Superor Total Interor 3 (,83) 7 (,94) (,) (,33) Captal 4 (,) (,39) (,) (,3) Outra (,39) (,7) (,) 3 (,3)

Leia mais

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que DESEMPREGO DE JOVENS NO BRASIL I. Introdução O desemprego é vsto por mutos como um grave problema socal que vem afetando tanto economas desenvolvdas como em desenvolvmento. Podemos dzer que os índces de

Leia mais

TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL. PALAVRAS CHAVES: Crescimento, Transferências, Dinâmica, Convergência e Governo.

TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL. PALAVRAS CHAVES: Crescimento, Transferências, Dinâmica, Convergência e Governo. TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL PALAVRAS CHAVES: Crescmento, Transferêncas, Dnâmca, Convergênca e Governo. PEDRO JUCÁ MACIEL Analsta de Fnanças da STN/Mnstéro da Fazenda Mestre

Leia mais

Palavras-chave: jovens no mercado de trabalho; modelo de seleção amostral; região Sul do Brasil.

Palavras-chave: jovens no mercado de trabalho; modelo de seleção amostral; região Sul do Brasil. 1 A INSERÇÃO E O RENDIMENTO DOS JOVENS NO MERCADO DE TRABALHO: UMA ANÁLISE PARA A REGIÃO SUL DO BRASIL Prscla Gomes de Castro 1 Felpe de Fgueredo Slva 2 João Eustáquo de Lma 3 Área temátca: 3 -Demografa

Leia mais

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA ",, 1," ;,,," 1, C?5lMnstérO Públco do "':'1"') Trabalho PRT 23,! Superlntenrlenca RegonaJ do Ma:toGro$So!! (', ' \_ \ '1 j t t' 1 PROJETO: Qualfcação e Renserção Profssonal dos Resgatados do Trabalho

Leia mais

Keywords: regional economics, cross-section econometrics and multivariate analysis.

Keywords: regional economics, cross-section econometrics and multivariate analysis. Julho/04 A Localzação da Indústra de Transformação Braslera nas Últmas Três Décadas Autor: Flpe Lage de Sousa (BNDES) Resumo O propósto desse artgo é avalar, numa perspectva geográfca, os setores ndustras

Leia mais

Contas Regionais do Brasil 2010

Contas Regionais do Brasil 2010 Diretoria de Pesquisas Contas Regionais do Brasil 2010 Coordenação de Contas Nacionais frederico.cunha@ibge.gov.br alessandra.poca@ibge.gov.br Rio, 23/11/2012 Contas Regionais do Brasil Projeto de Contas

Leia mais

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823

Leia mais

Determinantes da Desigualdade de Renda em Áreas Rurais do Nordeste.

Determinantes da Desigualdade de Renda em Áreas Rurais do Nordeste. Determnantes da Desgualdade de Renda em Áreas Ruras do Nordeste. Autores FLÁVIO ATALIBA BARRETO DÉBORA GASPAR JAIR ANDRADE ARAÚJO Ensao Sobre Pobreza Nº 18 Março de 2009 CAEN - UFC Determnantes da Desgualdade

Leia mais

Fast Multiresolution Image Querying

Fast Multiresolution Image Querying Fast Multresoluton Image Queryng Baseado no artgo proposto por: Charles E. Jacobs Adan Fnkelsten Davd H. Salesn Propõe um método para busca em um banco de dados de magem utlzando uma magem de consulta

Leia mais

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 Rcardo Kuresk 2 Glson Martns 3 Rossana Lott Rodrgues 4 1 - INTRODUÇÃO 1 2 3 4 O nteresse analítco pelo agronegóco exportador

Leia mais

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado Varabldade Espacal do Teor de Água de um Argssolo sob Planto Convenconal de Fejão Irrgado Elder Sânzo Aguar Cerquera 1 Nerlson Terra Santos 2 Cásso Pnho dos Res 3 1 Introdução O uso da água na rrgação

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO CAFÉ EM MINAS GERAIS: UMA ANÁLISE ESPACIAL

PRODUTIVIDADE DO CAFÉ EM MINAS GERAIS: UMA ANÁLISE ESPACIAL PRODUTIVIDADE DO CAFÉ EM MINAS GERAIS: UMA ANÁLISE ESPACIAL EDUARDO SIMÕES DE ALMEIDA; GISLENE DE OLIVEIRA PACHECO; ANA PAULA BENTO PATROCÍNIO; SIMONE MOURA DIAS; FEA/UFJF JUIZ DE FORA - MG - BRASIL edu_smoes@hotmal.com

Leia mais

reducing income disparities in Brazil and the Northeast and Southeast regions of the country, showing that the fight against social inequalities

reducing income disparities in Brazil and the Northeast and Southeast regions of the country, showing that the fight against social inequalities A Importânca da Educação para a Recente Queda da Desgualdade de Renda Salaral no Brasl: Uma análse de decomposção para as regões Nordeste e Sudeste Valdemar Rodrgues de Pnho Neto Técnco de pesqusa do Insttuto

Leia mais

Elaboração: Fevereiro/2008

Elaboração: Fevereiro/2008 Elaboração: Feverero/2008 Últma atualzação: 19/02/2008 E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo esclarecer aos usuáros a metodologa de cálculo e os crtéros de precsão utlzados na atualzação das Letras

Leia mais

Área Temática: Economia e Relações Internacionais O INTERCÂMBIO COMERCIAL RIO GRANDE DO SUL - CHINA: CONCENTRAÇÃO, DESEMPENHO E PERSPECTIVAS

Área Temática: Economia e Relações Internacionais O INTERCÂMBIO COMERCIAL RIO GRANDE DO SUL - CHINA: CONCENTRAÇÃO, DESEMPENHO E PERSPECTIVAS Área Temátca: Economa e Relações Internaconas O INTERCÂMBIO COMERCIAL RIO GRANDE DO SUL - CHINA: CONCENTRAÇÃO, DESEMPENHO E PERSPECTIVAS Paulo Rcardo Festel¹ Slva Zanoso Mssagga² Resumo:O objetvo deste

Leia mais

EFEITOS REDISTRIBUTIVOS DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA E REDUÇÃO TRIBUTÁRIA NOS SETORES AGROPECUÁRIO E AGROINDUSTRIAL

EFEITOS REDISTRIBUTIVOS DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA E REDUÇÃO TRIBUTÁRIA NOS SETORES AGROPECUÁRIO E AGROINDUSTRIAL Vladmr Fara dos Santos, Wlson da Cruz Vera & Bríco dos ISSN Santos Res 1679-1614 EFEITOS REDISTRIBUTIVOS DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA E REDUÇÃO TRIBUTÁRIA NOS SETORES AGROPECUÁRIO E AGROINDUSTRIAL Vladmr

Leia mais

QUOTAS DE MERCADO DAS EXPORTAÇÕES PORTUGUESAS: UMA ANÁLISE NOS PRINCIPAIS MERCADOS DE EXPORTAÇÃO*

QUOTAS DE MERCADO DAS EXPORTAÇÕES PORTUGUESAS: UMA ANÁLISE NOS PRINCIPAIS MERCADOS DE EXPORTAÇÃO* Artgos Verão 2006 QUOTAS DE MERCADO DAS EXPORTAÇÕES PORTUGUESAS: UMA ANÁLISE NOS PRINCIPAIS MERCADOS DE EXPORTAÇÃO* Sóna Cabral** Paulo Soares Esteves** 1. INTRODUÇÃO As quotas de mercado das exportações

Leia mais

1 a Lei de Kirchhoff ou Lei dos Nós: Num nó, a soma das intensidades de correntes que chegam é igual à soma das intensidades de correntes que saem.

1 a Lei de Kirchhoff ou Lei dos Nós: Num nó, a soma das intensidades de correntes que chegam é igual à soma das intensidades de correntes que saem. Les de Krchhoff Até aqu você aprendeu técncas para resolver crcutos não muto complexos. Bascamente todos os métodos foram baseados na 1 a Le de Ohm. Agora você va aprender as Les de Krchhoff. As Les de

Leia mais

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola Nota Técnca Médas do ENEM 2009 por Escola Crado em 1998, o Exame Naconal do Ensno Médo (ENEM) tem o objetvo de avalar o desempenho do estudante ao fm da escolardade básca. O Exame destna-se aos alunos

Leia mais

Cálculo do Conceito ENADE

Cálculo do Conceito ENADE Insttuto aconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera IEP Mnstéro da Educação ME álculo do onceto EADE Para descrever o cálculo do onceto Enade, prmeramente é mportante defnr a undade de observação

Leia mais

PRODUTIVIDADE E MUDANÇA ESTRUTURAL NA INDÚSTRIA BRASILEIRA, 1970-2001 +

PRODUTIVIDADE E MUDANÇA ESTRUTURAL NA INDÚSTRIA BRASILEIRA, 1970-2001 + RODUTIVIDADE E MUDANÇA ESTRUTURAL NA INDÚSTRIA BRASILEIRA, 1970-2001 + Frederco Rocha * Resumo Este trabalho tem como objetvo mensurar a contrbução da mudança estrutural da ndústra braslera para o ncremento

Leia mais

III. Consequências de um novo padrão de inserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na região metropolitana de São Paulo

III. Consequências de um novo padrão de inserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na região metropolitana de São Paulo CEPAL - SERIE Polítcas socales N 60 III. Consequêncas de um novo padrão de nserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na regão metropoltana de São Paulo A. Introdução Rcardo Paes de

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 00 ODELOS ATEÁTICOS E CONSUO DE ENERGIA ELÉTRICA Clece de Cássa Franco Cdade Centro Unverstáro Francscano klleyce@hotmal.com Leandra Anversa Foreze Centro Unverstáro Francscano

Leia mais

MACROECONOMIA I LEC 201

MACROECONOMIA I LEC 201 ACROECONOIA I LEC 20 3.2. odelo IS-L Outubro 2007, sandras@fep.up.pt nesdrum@fep.up.pt 3.2. odelo IS-L odelo Keynesano smples (KS): equlíbro macroeconómco equlíbro no mercado de bens e servços (BS). odelo

Leia mais

Termodinâmica e Termoquímica

Termodinâmica e Termoquímica Termodnâmca e Termoquímca Introdução A cênca que trata da energa e suas transformações é conhecda como termodnâmca. A termodnâmca fo a mola mestra para a revolução ndustral, portanto o estudo e compreensão

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1 Segundo Menezes-Filho (2001), brasileiros com ensino fundamental completo ganham, em média, três vezes

1 INTRODUÇÃO. 1 Segundo Menezes-Filho (2001), brasileiros com ensino fundamental completo ganham, em média, três vezes A amplação da jornada escolar melhora o desempenho acadêmco dos estudantes? Uma avalação do programa Escola de Tempo Integral da rede públca do Estado de São Paulo 1 INTRODUÇÃO O acesso à educação é uma

Leia mais

Análise Demográfica das Empresas da IBSS

Análise Demográfica das Empresas da IBSS CAPÍTULO 4 Análise Demográfica das Empresas da IBSS Apresentação A demografia de empresas investiga a estrutura do estoque de empresas em dado momento e a sua evolução, como os movimentos de crescimento,

Leia mais

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS Seminário POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS LEGISLAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E POLÍTICA DE SEGURANÇA Brasília DF 13 de setembro de 2012 Regulamentação da atividade de mototaxista Mesmo diante da ausência

Leia mais

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO Roberta Montello Amaral (UNIFESO) amaralroberta@yahoo.com.br Crado em 1990, o Saeb é um sstema de avalação do MEC que, junto à

Leia mais

Avaliação da Tendência de Precipitação Pluviométrica Anual no Estado de Sergipe. Evaluation of the Annual Rainfall Trend in the State of Sergipe

Avaliação da Tendência de Precipitação Pluviométrica Anual no Estado de Sergipe. Evaluation of the Annual Rainfall Trend in the State of Sergipe Avalação da Tendênca de Precptação Pluvométrca Anual no Estado de Sergpe Dandara de Olvera Félx, Inaá Francsco de Sousa 2, Pablo Jónata Santana da Slva Nascmento, Davd Noguera dos Santos 3 Graduandos em

Leia mais

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil Número 24 Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 29 de julho de 2009 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 2 1. Apresentação Este

Leia mais

Regressão e Correlação Linear

Regressão e Correlação Linear Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,

Leia mais

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO Professor Maurco Lutz 1 CORRELAÇÃO Em mutas stuações, torna-se nteressante e útl estabelecer uma relação entre duas ou mas varáves. A matemátca estabelece város tpos de relações entre varáves, por eemplo,

Leia mais

INTRODUÇÃO SISTEMAS. O que é sistema? O que é um sistema de controle? O aspecto importante de um sistema é a relação entre as entradas e a saída

INTRODUÇÃO SISTEMAS. O que é sistema? O que é um sistema de controle? O aspecto importante de um sistema é a relação entre as entradas e a saída INTRODUÇÃO O que é sstema? O que é um sstema de controle? SISTEMAS O aspecto mportante de um sstema é a relação entre as entradas e a saída Entrada Usna (a) Saída combustível eletrcdade Sstemas: a) uma

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

TÍTULO: O IMPACTO DO VAREJO MODERNO NA ECONOMIA CEARENSE

TÍTULO: O IMPACTO DO VAREJO MODERNO NA ECONOMIA CEARENSE TÍTULO: O IMPACTO DO VAREJO MODERNO NA ECONOMIA CEARENSE ÁREA: Estrutura Produtvo-Tecnológca avançada e regonalmente artculada: Teora Mcroeconômca, Organzação Industral e Economa Regonal. NOMES DOS AUTORES:

Leia mais

Desigualdade da distribuição da renda no Brasil: a contribuição de aposentadorias e pensões e de outras parcelas do rendimento domiciliar per capita 1

Desigualdade da distribuição da renda no Brasil: a contribuição de aposentadorias e pensões e de outras parcelas do rendimento domiciliar per capita 1 Desgualdade da dstrbução da renda no Brasl: a contrbução de aposentadoras e pensões e de outras parcelas do rendmento domclar per capta Rodolfo Hoffmann 2 Resumo Incalmente são dscutdos problemas metodológcos

Leia mais

Testando um Mito de Investimento : Eficácia da Estratégia de Investimento em Ações de Crescimento.

Testando um Mito de Investimento : Eficácia da Estratégia de Investimento em Ações de Crescimento. Testando um Mto de Investmento : Efcáca da Estratéga de Investmento em Ações de Crescmento. Autora: Perre Lucena Rabon, Odlon Saturnno Slva Neto, Valera Louse de Araújo Maranhão, Luz Fernando Correa de

Leia mais

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos CAPÍTULO 1 Exercícos Propostos Atenção: Na resolução dos exercícos consderar, salvo menção em contráro, ano comercal de das. 1. Qual é a taxa anual de juros smples obtda em uma aplcação de $1.0 que produz,

Leia mais

UM EXAME DA RELAÇÃO ENTRE A INDÚSTRIA DA MODA E VARIÁVEIS SÓCIO-ECONOMICAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO

UM EXAME DA RELAÇÃO ENTRE A INDÚSTRIA DA MODA E VARIÁVEIS SÓCIO-ECONOMICAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO UM EXAME DA RELAÇÃO ENTRE A INDÚSTRIA DA MODA E VARIÁVEIS SÓCIO-ECONOMICAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO MARIANA CAVALCANTI PINCOVSKY DE LIMA; ANDRÉ DE SOUZA MELO; RICARDO CHAVES LIMA; UFPE/PIMES RECIFE - PE

Leia mais

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Análse de Regressão Profa Alcone Mranda dos Santos Departamento de Saúde Públca UFMA Introdução Uma das preocupações estatístcas ao analsar dados, é a de crar modelos que explctem estruturas do fenômeno

Leia mais

TEXTO PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE MUDANÇA NO RATEIO DA COTA PARTE DO ICMS ENTRE OS MUNICÍPIOS CEARENSES

TEXTO PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE MUDANÇA NO RATEIO DA COTA PARTE DO ICMS ENTRE OS MUNICÍPIOS CEARENSES GOVERO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE PLAEJAMETO E GESTÃO (SEPLAG) Insttuto de Pesqusa e Estratéga Econômca do Ceará (IPECE) TEXTO PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE MUDAÇA O RATEIO DA COTA PARTE DO ICMS ETRE

Leia mais

Determinantes da adoção da tecnologia de despolpamento na cafeicultura: estudo de uma região produtora da Zona da Mata de Minas Gerais 1

Determinantes da adoção da tecnologia de despolpamento na cafeicultura: estudo de uma região produtora da Zona da Mata de Minas Gerais 1 DETERMINANTES DA ADOÇÃO DA TECNOLOGIA DE DESPOLPAMENTO NA CAFEICULTURA: ESTUDO DE UMA REGIÃO PRODUTORA DA ZONA DA MATA DE MINAS GERAIS govanblas@yahoo.com.br Apresentação Oral-Cênca, Pesqusa e Transferênca

Leia mais

UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE COMBATE AO ANALFABETISMO NO BRASIL

UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE COMBATE AO ANALFABETISMO NO BRASIL UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE COMBATE AO ANALFABETISMO NO BRASIL Área 11 - Economa Socal e Demografa Econômca Classfcação JEL: I28, H52, C35. André Olvera Ferrera Lourero Insttuto de Pesqusa

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002 Regulamenta o estabelecdo na Resolução CNPE n 7, de 21 de agosto de 2002, aprovada pela Presdênca da Repúblca em 22

Leia mais

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado 64 Capítulo 7: Introdução ao Estudo de Mercados de Energa Elétrca 7.4 Precfcação dos Servços de Transmssão em Ambente Desregulamentado A re-estruturação da ndústra de energa elétrca que ocorreu nos últmos

Leia mais

Determinantes da Adoção da Tecnologia de Despolpamento na Cafeicultura 1

Determinantes da Adoção da Tecnologia de Despolpamento na Cafeicultura 1 Determnantes da Adoção da Tecnologa de Despolpamento na Cafecultura 1 Edson Zambon Monte* Erly Cardoso Texera** Resumo: Os cafecultores de Venda Nova do Imgrante, ES, que em sua maora são agrcultores famlares,

Leia mais

Caderno de Exercícios Resolvidos

Caderno de Exercícios Resolvidos Estatístca Descrtva Exercíco 1. Caderno de Exercícos Resolvdos A fgura segunte representa, através de um polígono ntegral, a dstrbução do rendmento nas famílas dos alunos de duas turmas. 1,,75 Turma B

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES O Danel Slvera pedu para eu resolver mas questões do concurso da CEF. Vou usar como base a numeração do caderno foxtrot Vamos lá: 9) Se, ao descontar uma promssóra com valor de face de R$ 5.000,00, seu

Leia mais

O COMPORTAMENTO DA MÃO-DE-OBRA OCUPADA NO NORDESTE BRASILEIRO: UMA ANÁLISE PARA OS ANOS DE 1995 E 2003

O COMPORTAMENTO DA MÃO-DE-OBRA OCUPADA NO NORDESTE BRASILEIRO: UMA ANÁLISE PARA OS ANOS DE 1995 E 2003 O COMPORTAMENTO DA MÃO-DE-OBRA OCUPADA NO NORDESTE BRASILEIRO: UMA ANÁLISE PARA OS ANOS DE 1995 E 2003 NILSON MACHADO VIEIRA JUNIOR; FRANCISCO CASIMIRO FILHO; LÚCIA MARIA RAMOS SILVA; UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca nº 256/2009-SRE/ANEEL Brasíla, 29 de julho de 2009 METODOLOGIA E ÁLULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca n o 256/2009 SRE/ANEEL Em 29 de julho de 2009. Processo nº 48500.004295/2006-48

Leia mais

8 Indicadores de desempenho na cadeia de suprimentos

8 Indicadores de desempenho na cadeia de suprimentos 8 Indcadores de desempenho na cadea de suprmentos 8.1 O desafo da mensuração O estabelecmento de ndcadores de desempenho do supply chan management está sueto à estrutura da cadea, seus elos e partcpantes

Leia mais

Desemprego de Jovens no Brasil *

Desemprego de Jovens no Brasil * Desemprego de Jovens no Brasl * Prsclla Matas Flor Palavras-chave: desemprego; jovens; prmero emprego; Brasl. Resumo Este trabalho tem como objetvo analsar a estrutura do desemprego dos jovens no Brasl,

Leia mais

AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP

AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP º. Autor Patríca Lopes Rosado: Economsta, Mestre em Economa Rural e Doutoranda em Economa Aplcada pelo Departamento

Leia mais

AS RELAÇÕES COMERCIAIS DO BRASIL COM OS DEMAIS BRICs

AS RELAÇÕES COMERCIAIS DO BRASIL COM OS DEMAIS BRICs LC/BRS/R.221 Feverero de 2010 Orgnal: português CEPAL COMISSÃO ECONÔMICA PARA A AMÉRICA LATINA E O CARIBE Escrtóro no Brasl AS RELAÇÕES COMERCIAIS DO BRASIL COM OS DEMAIS BRICs Documento elaborado no âmbto

Leia mais

Estatística stica Descritiva

Estatística stica Descritiva AULA1-AULA5 AULA5 Estatístca stca Descrtva Prof. Vctor Hugo Lachos Davla oo que é a estatístca? Para mutos, a estatístca não passa de conjuntos de tabelas de dados numércos. Os estatístcos são pessoas

Leia mais

3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Medidas Numéricas

3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Medidas Numéricas PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EGEHARIA DE TRASPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMETO DE EGEHARIA CIVIL ECV DISCIPLIA: TGT41006 FUDAMETOS DE ESTATÍSTICA 3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Meddas umércas

Leia mais

CQ110 : Princípios de FQ

CQ110 : Princípios de FQ CQ110 : Prncípos de FQ CQ 110 Prncípos de Físco Químca Curso: Farmáca Prof. Dr. Marco Vdott mvdott@ufpr.br Potencal químco, m potencal químco CQ110 : Prncípos de FQ Propredades termodnâmcas das soluções

Leia mais

Metodologia para Eficientizar as Auditorias de SST em serviços contratados Estudo de caso em uma empresa do setor elétrico.

Metodologia para Eficientizar as Auditorias de SST em serviços contratados Estudo de caso em uma empresa do setor elétrico. Metodologa para Efcentzar as Audtoras de SST em servços contratados Estudo de caso em uma empresa do setor elétrco. Autores MARIA CLAUDIA SOUSA DA COSTA METHODIO VAREJÃO DE GODOY CHESF COMPANHIA HIDRO

Leia mais

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF)

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF) PMR 40 - Mecânca Computaconal CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Fntos (MEF). Formulação Teórca - MEF em uma dmensão Consderemos a equação abao que representa a dstrbução de temperatura na barra

Leia mais

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção O Uso do Software Matlab Aplcado à Prevsão de Índces da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenhara de Produção VICENTE, S. A. S. Unversdade Presbterana Mackenze Rua da Consolação, 930 prédo

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização Gestão de Obras Públcas Aula 2 Profa. Elsamara Godoy Montalvão Organzação da Aula Tópcos que serão abordados na aula Admnstração e Gestão Muncpal Problemas Admnstração e Gestão Muncpal Gestão do Conhecmento

Leia mais

IPEF: FILOSOFIA DE TRABALHO DE UMA ELITE DE EMPRESAS FLORESTAISBRASILEIRAS CIRCULAR TÉCNICA ~ 161 AGOSTO 1988

IPEF: FILOSOFIA DE TRABALHO DE UMA ELITE DE EMPRESAS FLORESTAISBRASILEIRAS CIRCULAR TÉCNICA ~ 161 AGOSTO 1988 PEF: FLOSOFA DE TRABALHO DE UMA ELTE DE EMPRESAS FLORESTASBRASLERAS.1 SSN 0100-3453 CRCULAR TÉCNCA ~ 161 AGOSTO 1988 NTRODUÇJlO CENTRO DE CONSERVAÇAo GENÉTCA E MELHORAMENTO DE PNHEROS TROPCAS * P. EDUARDO

Leia mais

Sinais Luminosos 2- CONCEITOS BÁSICOS PARA DIMENSIONAMENTO DE SINAIS LUMINOSOS.

Sinais Luminosos 2- CONCEITOS BÁSICOS PARA DIMENSIONAMENTO DE SINAIS LUMINOSOS. Snas Lumnosos 1-Os prmeros snas lumnosos Os snas lumnosos em cruzamentos surgem pela prmera vez em Londres (Westmnster), no ano de 1868, com um comando manual e com os semáforos a funconarem a gás. Só

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnlesteMG Dscplna: Introdução à Intelgênca Artfcal Professor: Luz Carlos Fgueredo GUIA DE LABORATÓRIO LF. 01 Assunto: Lógca Fuzzy Objetvo: Apresentar o

Leia mais

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica.

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica. Análse do Retorno da Edcação na Regão Norte em 2007: Um Estdo à Lz da Regressão Qantílca. 1 Introdcão Almr Rogéro A. de Soza 1 Jâno Macel da Slva 2 Marnalva Cardoso Macel 3 O debate sobre o relaconamento

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO ARROZ NO RIO GRANDE DO SUL: UMA ANÁLISE REGIONAL

PRODUTIVIDADE DO ARROZ NO RIO GRANDE DO SUL: UMA ANÁLISE REGIONAL PRODUTIVIDADE DO ARROZ NO RIO GRANDE DO SUL: UMA ANÁLISE REGIONAL Camla Krade Kretzmann Mestre em Teora Econômca pelo PCE/UEM Programa de Pós-Graduação em Economa Unversdade Estadual de Marngá Dego Fgueredo

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL 11/1/2010

ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL 11/1/2010 ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL PROFESSORES DAS REDES ESTADUAIS NO BRASIL A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO SINDICATO APEOC DE CONSTRUIR A ADEQUAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA DOS TRABALHADORES

Leia mais

A mobilidade ocupacional das trabalhadoras domésticas no Brasil

A mobilidade ocupacional das trabalhadoras domésticas no Brasil A mobldade ocupaconal das trabalhadoras doméstcas no Brasl Resumo Kata Sato Escola de Economa de São Paulo Fundação Getúlo Vargas EESP-FGV André Portela Souza Escola de Economa de São Paulo Fundação Getúlo

Leia mais

Elaboração: Novembro/2005

Elaboração: Novembro/2005 Elaboração: Novembro/2005 Últma atualzação: 18/07/2011 Apresentação E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo nformar aos usuáros a metodologa e os crtéros de precsão dos cálculos referentes às Cédulas

Leia mais

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos Despacho Econômco de Sstemas Termoelétrcos e Hdrotérmcos Apresentação Introdução Despacho econômco de sstemas termoelétrcos Despacho econômco de sstemas hdrotérmcos Despacho do sstema braslero Conclusões

Leia mais

Aplicando o método de mínimos quadrados ordinários, você encontrou o seguinte resultado: 1,2

Aplicando o método de mínimos quadrados ordinários, você encontrou o seguinte resultado: 1,2 Econometra - Lsta 3 - Regressão Lnear Múltpla Professores: Hedbert Lopes, Prscla Rbero e Sérgo Martns Montores: Gustavo Amarante e João Marcos Nusdeo QUESTÃO 1. Você trabalha na consultora Fazemos Qualquer

Leia mais

ENFRENTANDO OBSTÁCULOS EPISTEMOLÓGICOS COM O GEOGEBRA

ENFRENTANDO OBSTÁCULOS EPISTEMOLÓGICOS COM O GEOGEBRA ENFRENTANDO OBSTÁCULOS EPISTEMOLÓGICOS COM O GEOGEBRA André Luz Souza Slva IFRJ Andrelsslva@globo.com Vlmar Gomes da Fonseca IFRJ vlmar.onseca@rj.edu.br Wallace Vallory Nunes IFRJ wallace.nunes@rj.edu.br

Leia mais

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel Estmatva da Incerteza de Medção da Vscosdade Cnemátca pelo Método Manual em Bodesel Roberta Quntno Frnhan Chmn 1, Gesamanda Pedrn Brandão 2, Eustáquo Vncus Rbero de Castro 3 1 LabPetro-DQUI-UFES, Vtóra-ES,

Leia mais

MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL

MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL RESUMO Francel Tonet Macel 1 Ana Mara Hermeto Camlo de Olvera 2 O objetvo deste trabalho fo verfcar possíves fatores determnantes da decsão

Leia mais

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA Metodologa IHFA - Índce de Hedge Funds ANBIMA Versão Abrl 2011 Metodologa IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA 1. O Que é o IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA? O IHFA é um índce representatvo da ndústra de hedge

Leia mais

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social COMENTÁRIOS ACERCA DOS NÚMEROS FINAIS DO PIB DO RS E DAS DEMAIS UNIDADES DA FEDERAÇÃO EM 2010 Equipe

Leia mais

Empreendimentos de economia solidária e discriminação de gênero: uma abordagem econométrica

Empreendimentos de economia solidária e discriminação de gênero: uma abordagem econométrica Empreendmentos de economa soldára e dscrmnação de gênero: uma abordagem econométrca Grazelle Isabele Crstna Slva Sucupra Marcelo José Braga RESUMO A realdade vvencada por mutas mulheres no mundo atual

Leia mais

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para Objetvos da aula Essa aula objetva fornecer algumas ferramentas descrtvas útes para escolha de uma forma funconal adequada. Por exemplo, qual sera a forma funconal adequada para estudar a relação entre

Leia mais

Novas Forças de Atração nas Grandes Cidades *

Novas Forças de Atração nas Grandes Cidades * Novas Forças de Atração nas Grandes Cdades * Cro Bderman ** Resumo Este artgo procura explcar a atual desconcentração dos servços nas grandes áreas urbanas e o movmento paralelo de concentração para os

Leia mais

Salário mínimo, Bolsa Família e desempenho relativo recente da economia do Nordeste

Salário mínimo, Bolsa Família e desempenho relativo recente da economia do Nordeste Revsta de Economa Polítca, vol. 33, nº 1 (130), pp. 179-199, janero-março/2013 Saláro mínmo, Bolsa Famíla e desempenho relatvo recente da economa do Nordeste Alexandre Rands Barros Dloá Athas* Mnmum wages,

Leia mais

O COMPORTAMENTO DOS BANCOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS NA CONCESSÃO DE CRÉDITO À HABITAÇÃO: UMA ANÁLISE COM BASE EM DADOS MICROECONÓMICOS*

O COMPORTAMENTO DOS BANCOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS NA CONCESSÃO DE CRÉDITO À HABITAÇÃO: UMA ANÁLISE COM BASE EM DADOS MICROECONÓMICOS* O COMPORTAMENTO DOS BANCOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS NA CONCESSÃO DE CRÉDITO À HABITAÇÃO: UMA ANÁLISE COM BASE EM DADOS MICROECONÓMICOS* Sóna Costa** Luísa Farnha** 173 Artgos Resumo As nsttuções fnanceras

Leia mais

DETERMINANTES DA CRIMINALIDADE NO ESTADO DO PARANÁ fcccassuce@yahoo.com.br

DETERMINANTES DA CRIMINALIDADE NO ESTADO DO PARANÁ fcccassuce@yahoo.com.br DETERMINANTES DA CRIMINALIDADE NO ESTADO DO PARANÁ fcccassuce@yahoo.com.br Apresentação Oral-Desenvolvmento Rural, Terrtoral e regonal JONAS MAURÍCIO GONÇALVES; FRANCISCO CARLOS DA CUNHA CASSUCE; VALDIR

Leia mais

Introdução e Organização de Dados Estatísticos

Introdução e Organização de Dados Estatísticos II INTRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 2.1 Defnção de Estatístca Uma coleção de métodos para planejar expermentos, obter dados e organzá-los, resum-los, analsá-los, nterpretá-los e deles extrar

Leia mais

FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing

FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing Edson José de Lemos Júnior Ermeson Gomes da Silva Jardson Prado Coriolano da Silva Marcos Antonio Santos Marinho Rosinaldo Ferreira da Cunha RELATÓRIO GERENCIAL

Leia mais