MACROECONOMIA I LEC 201

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MACROECONOMIA I LEC 201"

Transcrição

1 ACROECONOIA I LEC odelo IS-L Outubro 2007, odelo IS-L odelo Keynesano smples (KS): equlíbro macroeconómco equlíbro no mercado de bens e servços (BS). odelo IS-L: equlíbro macroeconómco equlíbro smultâneo no BS e no mercado monetáro () (e, consequentemente, no mercado de títulos). A relação entre estes mercados é feta através da ntrodução de uma nova varável: a taxa de juro. or enquanto, estamos em economa fecada e a trabalar com preços fxos.

2 3.2. odelo IS-L odelo keynesano smples Equlíbro no mercado de B&S: e αap com Ap C cr I G X Q orém, Ap depende de váras varáves, entre as quas a taxa de juro Consderamos, agora, os resultados anterores como váldos, mas adconamos a possbldade da taxa de juro ser também uma varável endógena, afectando o nível de Ap (sto é, da despesa que não depende do nível de produto/rendmento) 3.2. odelo IS-L No âmbto do modelo IS/L, vamos analsar questões do tpo: O que é a taxa de juro ()? Como é determnado o valor de? Como é que é afectada pela polítca económca? Como nteragem e? O modelo IS-L permte descrever o comportamento de uma economa composta pelo mercado de bens e servços e pelo mercado monetáro-fnancero. Esta descrção é feta através da formalzação gráfca e analítca. A relação entre os dos mercados faz-se a partr das duas varáves endógenas: e. Os valores de equlíbro destas varáves são determnados em conjunto.

3 3.2.. Taxa de Juro, Consumo e Investmento Taxa de Juro, Consumo e Investmento a) Defnção de taxa de juro ara aforradores: as taxas de juro representam a recompensa por estes trocarem consumo presente por consumo futuro. ara quem pede emprestado ( borrowers ou devedores), as taxas de juro representam o custo de fnancamento ou custo de oportundade assocado ao nvestmento ou consumo. b) Funções da taxa de juro. ecansmo de ajustamento/equlíbro entre oferta de fundos (S) e procura de fundos (C, I). 2. ecansmo de afectação de recursos. 3. Instrumento de olítca Económca ( Ep ).

4 3.2.. Taxa de Juro, Consumo e Investmento ultplcdade de taxas de juro Taxas de juro bancáras sobre depóstos sobre empréstmos às famílas sobre empréstmos às empresas Es Grandes empresas Taxas de juro dos títulos de dívda Dívda públca (certfcados de aforro, OT, BT) Dívda das empresas (ex.: papel comercal, obrgações) Dívda das nsttuções fnanceras Curto prazo (até 3 meses) Taxas de juro de édo prazo (3 meses a ano) Longo prazo (superor a ano) Taxa de Juro, Consumo e Investmento Em resumo As taxas de juro podem ser classfcadas de acordo com: A natureza da operação (actvas vs passvas); A natureza do ntermedáro (Bancáras vs Fnanceras ); razo (curto prazo, médo prazo e longo prazo); Natureza do agente/rsco (sector prvado vs sector públco). deve ser nterpretada como uma méda ponderada das taxas de juro da economa

5 3.2.. Taxa de Juro, Consumo e Investmento Relação entre Ap e a taxa de juro (). Investmento e taxa de juro: Ip I ( ) Taxa de retorno Lna da Taxa de Retorno (gk) lucro 0 prejuízo Ip óptmo Ip Taxa de Juro, Consumo e Investmento Fazendo varar dervamos a segunte relação: (%) apel das Expectatvas: Ip ara uma dada taxa de juro ( 0 ) o nvestmento pode alterar-se devdo às expectatvas dos agentes

6 3.2.. Taxa de Juro, Consumo e Investmento Se os agentes se tornarem mas optmstas Taxa de retorno LTR LTR 0 Ip* Ip* 2 Ip Ip I b Função Investmento:, com b > Taxa de Juro, Consumo e Investmento Em resumo, O parâmetro b mede a sensbldade do nvestmento à taxa de juro, sendo b>0. O declve da função nvestmento é negatvo, reflectndo a exstênca de produtvdades margnas decrescentes. I pode ser nfluencado por alteração das expectatvas dos empresáros. 2

7 3.2.. Taxa de Juro, Consumo e Investmento 2. Consumo e taxa de juro: C C( ) Racocíno dêntco ao anteror, com a lna da taxa de retorno a reflectr UgC decrescentes (em vez de gk decrescentes) Função Consumo: C C cd a com a > 0 Ex.: expectatvas ercado de Bens e Servços e Função IS

8 Função despesa e determnantes da despesa autónoma Ep A p Ep Ap IS-L uma parte de Ep depende de : rocura planeada, ndependente de e de (varáves endógenas do modelo) Ap A Ap() rocura planeada que depende negatvamente de. 5 Ap A Ap() ( a b) A C c R I G X Q A Ap! "# $% & 6

9 '( )*, ( -. /0 (. #( # #(. Ep C Ip G X Q C cd a I b G X Q q A Ap( ) [ c( t) q] Ap Ep A Ap( ) Ep( ) Ep 4( 2. #(5 e Ep : A Ap( ) αap, (/ 6

10 Dervação gráfca da IS 2 2 Ap Ap 2 Ap 0 Ap e 2 Ap 2 e Ap e 0 Ap 0 7(#&.(# 8. # $! 6, "! 6 9(9"% 2

11 Ep A Ap( 2 ) E( ) Ep A Ap( ) E( ) > 2? :;< 7A / Alterações da função IS. osção da IS A posção da IS depende de A. Ou seja, uma varação de A mplca uma deslocação paralela da IS. Ap A Ap () A a b α ( a b) IS IS' A A0 A Ap 0

12 2.Declve da IS O declve da IS depende da sensbldade da procura autónoma à taxa de juro e do multplcador 2.. dap d Ap A Ap () A a b α ( a b) IS IS' A Ap α A 2.2. Efeto provocado por - c ou t ou q ( - ) α' < α 2 2 Ap A Ap() IS IS' Ap Ap 2 A Ap ' 2 2 ' Ap Ap 2 - Ap α Ap ; 2 α Ap 2 ; 2 - α Ap ' α'ap ; 2 ' α' Ap 2 ; ' 2 ' - ' α' Ap Como α' < α α' Ap < α Ap

13 - Ap Ep EBS - nv. stocks (Iu<0) rodução () a b (dap/d) c (α) t (α) d C Ep ( ) (2) ( ) q (α) Q - Ep ( ) - (3) ( ) Exemplos:. Quanto menor b (sensbldade do nvestmento à tx. de juro), menor o ajustamento (aumento) do produto necessáro ao restabelecmento do eqº no mercado de B&S (já que menor será o aumento de Ap); 2. Quanto maor a tx. de mposto (t), menor o ajustamento (aumento) do produto necessáro ao restabelecmento do eqº no mercado de B&S (já que menor será o aumento de d e de (2), consequentemente); 3. Quanto maor a sensbldade das mportações ao nível de rendmento (q), menor o ajustamento do produto (aumento) necessáro ao restabelecmento do eqº no mercado de B&S (já que - (3) será superor em valor absoluto); aor a nclnação da IS

14 IS: (,) que garantem o equlíbro no mercado de B&S as, equlíbro no mercado de B&S é agora dferente de equlíbro macroeconómco já que temos mas uma varável endógena () as uma restrção de equlíbro ercado onetáro-fnancero Sstema Fnancero ercado onetáro-fnancero e Função L

15 8) * Lqudez moeda: permte transacconar B&S Rqueza Actvos Um actvo é tanto mas líqudo quanto mas fácl for a sua conversão em moeda Retorno títulos: permtem rentablzar as poupanças efectuadas oedarentabldade muto baxa ou mesmo nula Títulosmenos líqudos do que a moeda Na realdade exste uma multplcdade de actvos (moeda, títulos, terrenos, edfícos, etc.) e uma grande dversdade de títulos (acções, obrgações, OTs, BTs, etc.) 8) * Smplfcação: cada agente económco afecta a sua rqueza a apenas dos tpos de actvos, com funções dstntas oeda lqudez Títulos retorno Vamos anda assumr que os város tpos de títulos são substtutos perfetos (dêntco rsco e maturdade) Um únco título (obrgação)

16 8) * (( $((8 % BC, ( 96(( D(! E "..A F >6 G "( 6C($(( % H( # 3 8) * $ % I (.7 6"(. " 7 oeda vsta como uma 7($C% responsabldade/passvo "( ($%! (8 C6$!)(% 3"( (3 " (3 7!(((8)" "(".( 32 > 8

17 8) * 7 6C($"( (%(.A#"(( G )(2 ( ( L d d 33 8) * L ( ) L( ') ' > L d d f (,...) 9> ( ( 2. > (-8 6(( ($"(( % ( >!(.($9>%! ((. (.A 34

18 8) * L d d f (..., ) L(, ) L( ).A ". 9> J(( A (.A#"(.A6( ( 35 8) * >"(( L(, ) K&2 &* $* % K& ((6* L d & * 9> 36

19 8) * G(( 6C(D((.( "A&F (6(&( (F ( ( L( ( 6C((( $9( & %F ( (!(F.("(8 37 ( 8) * d f (,,...) d L L k L k L (# ( & ( -(# ( & 38

20 8) *!"# $% 7((..(. #6 6 " S L(, ) L k k L k 7(#&2.6(. # ((8$%( &' 39 8) S N 4. # ( (8 L(, ) 9> Nota: a quantdade de moeda oferecda na economa, s, é pré-determnada (é uma varável de polítca). Dado que, S também é pré-determnada. 40

21 8) * (66(!(#&.((8)" 8. #((.$"% ( "($ 9>%O($"%" ($*% 4 8) "* S L(, ) L L k k * k Declve * 2 42

22 8) * Alterações da função L. osção da L A posção da L depende de Exemplo:,, L 0/ / L 0 L 0 0 L( 0, ) / 0 8) * 2.Declve da L O declve da IS depende da sensbldade da procura real de moeda a varações de e 2.. dl d L L 0 L 0 k

23 8) * 2.2. dl d L 0 L L 0 L T E/EOT - preços dos títulos - L RV k (dl/d) (dl/d) 8) * G $% ( $% K(.( (#6 "(" #66(G L(((> >.6- #6 0 R R2 ( ) 2 Rn... ( ) n 46

24 G $"% 47 R R R R R R R R n n n ) ( lm )... ) ) ( ) (... ) ( ) * 4( >#6(3 G3;N3; > 3;9;3$(% (Q(- (Q3;963;;$;%R! ( (#;R ;;;R( >3;9;;;3Q 48 8) *

25 8) * ' ( K (A( " ($ A(( " ( (% 4.6 K3>2 *6 V s s 49 8) * 6* () " (! "(2F 6*((2! (- (#"( B *$2%3S ) *$%SF 9> (( ((2 V V

26 Equlíbro e Flutuações acroeconómcas :4. # &C( Equlíbro geral da economa: stuação de equlíbro em todos os mercados da economa. Equlíbro no B&S: combnações (,) na IS Equlíbro no (e no mercado de títulos): combnações (,) na L Equlíbro geral: (,) que resulta da ntersecção entre a IS e a L A economa está em equlíbro macroeconómco (sem qualquer pressão para alteração do produto e da taxa de juro) quando os mercados estão smultaneamente em equlíbro. 52

27 :4. # #)* 4 4. # 4 4. # 9> :;< 2N * 2 N N 4. # C( $)*% * 9> 2N 2 53 :4. # &C( N!!!)!*!)!* # 4. # C( $)*%!)!*! 2N 2 54

28 olítca onetára ;> 8$>%!, $ A( 6 6% (2 $ ) % $ > # A & -' $ A ( 6 $ B %

29 ;> 8$>% >((( (( * ( * *T ( ) *,, k, *T ( ',, k, ) ' > 2 Notas: a) ressupõe-se um aumento da oferta nomnal de moeda e establzação no novo nível, dentro do orzonte temporal do modelo. b) ressupõe-se que todas as restantes varáves prédetermnadas e os parâmetros comportamentas permanecem constantes olítca Orçamental, Défce e Dívda úblca

30 U> ( > ( $>% > (C(( ( 6 4 B $ (9A 6 6% 7 ) $ (9A 6 % V G$"D % G>E# T $ #C(%F $ (% U> ( 4 4 * B V T T 2 '/(( 2 2 T ( 232 T )2 3 B V O(#( )* (.(#!( 8)

31 U> ( 4 4 * B V( )* ( $ "# ". ( / 2 2 T 2 > 6* U> ( * &-./0%2* T 7( W6) X T 2 ( 66 C( ( )*! (. ( /

32 U> ( 7(#>(>"(. 3 * 4 4 T *T G L < G L ' T 2 2 T 2 ultplcadores

33 &66C(( C(("( A( &. >C( '( (#. #(8(8!) (9C6 ( 65 Funções de partda: C C cd a G G g R R T T t I I b X X Q Q q L L k Dedução da IS: Ep C I G X Q C c( T t R) a I b G g X Q q [ c( t) g q] C ct b) A [ c( t) g ] ( a A a b α ( a b) cr I G X Q ( a b) q

34 Dedução da L: k L k L k L L Equlíbro: L k b a b a k b a b a A k b a α α α α ) ( ) ( ) ( ultplcador da procura autónoma: L k b a b a k b a b a A k b a α α α ) ( ) ( ) ( Q X G I R c T c C A A k b a α ) ( ultplcador monetáro: b a k k b a b a k b a b a ) ( ) ( ) ( α α α

35 α A ( a b) k α 3# 3 / e α A 3 *-A - * -A e α A e α A ' /α F )*( ".-8 W6) 69 Efetos fortes e fracos das polítcas económcas

36 Objectvo da polítcas macroeconómca de establzação: anter próxmo de N Instrumentos essencas da polítca de establzação: ol. Orçamental: ol. onetára: G, R, t otvação: em que condções é que estas polítcas são mas ou menos efcazes em aproxmar de N?. olítca onetára Recordando k L : L IS : A a b α ( a b) k ( a b) α

37 . olítca onetára (efetos fortes).. Efetos fortes da polítca monetára a) Quanto menos sensível for a procura de moeda a alterações da taxa de juro, mas efcaz a (L bastante nclnada) Caso Extremo: 0 L vertcal L L IS. olítca onetára (efetos fortes) Efeto da com baxo: Se é baxo é necessára uma descda muto acentuada de para absorver excesso de aumento sgnfcatvo de I (e C) aumento sgnfcatvo de No lmte (0), L não reage a e todo o excesso de será utlzado para transacconar B&S: (/) L() Efeto lqudez gera forte dmnução de aumento sgnfcatvo de Apaumento sgnfcatvo de (movmento descendente ao longo da IS)

38 . olítca onetára (efetos fortes) b) Teorcamente podemos cegar ao mesmo efeto sobre consderando uma IS orzontal: d IS orzontal: b (ou a) ou d IS 0 Implausível emprcamente c) Teorcamente podemos também afrmar que um k baxo aumenta a efcáca da. orém, este é também um caso emprcamente pouco plausível. Evdênca: k. olítca onetára (efetos fracos).2. Efetos fracos da polítca monetára a) Ap pouco sensível a alterações de (a e b baxos) dap d 0 b) rocura de moeda extremamente sensível à taxa de juro Casos economcamente pouco nteressantes: k muto elevado muto baxo

39 . olítca onetára (efetos fracos) a) Ap pouco sensível a alterações de Caso extremo: b a 0 L 0 L IS Aumento de gera dmnução de, mas esta não gera aumento de Ap (e, consequentemente, de ) (/) L() 0. olítca onetára (efetos fracos) b) rocura de moeda extremamente sensível à taxa de juro Neste caso, uma lgera dmnução de gera um forte e rápdo aumento de L: L() Evdênca: Quando a taxa de juro se encontra à partda a um nível bastante baxo L L IS

40 . olítca onetára (efetos fracos) Caso Extremo: Armadla da Lqudez IS L Nesta stuação o excesso de lqudez provocado por é absorvdo nstantaneamente, sem para tal ser necessáro -. Ou seja, como os agentes não estão dspostos a comprar mas títulos: L() 2. olítca Orçamental Recordando L : L IS : k A a b α ( a b) ( a b) k A α

41 2. olítca Orçamental (efetos fortes) 2.. Efetos fortes da polítca orçamental a) Quanto mas sensível for a procura de moeda a alterações da taxa de juro, mas efcaz a O (L pouco nclnada) L Efeto de crowdng-out fraco IS IS 2. olítca Orçamental (efetos fortes) Caso Extremo: L orzontal IS IS L Efeto de crowdng-out nulo Quando, α A Tal como no KS Coroláro: Armadla de Lqudez / Efcáca máxma da olítca Orçamental

42 2. olítca Orçamental (efetos fortes) b) Baxa sensbldade de Ap a alterações da taxa de juro (IS bastante nclnada) Caso extremo: a b 0 não exste efeto de crowdng-out IS IS L 2. olítca Orçamental (efetos fracos) 2.2. Efetos fracos da polítca orçamental Quanto menos sensível for a procura de moeda a alterações da taxa de juro, menos efcaz a O (L muto nclnada) Caso extremo (L vertcal): 0 L IS IS Crowdng-out total Evdênca: quando o nível da taxa de juro é já à partda muto elevado (custo de oportundade de deter moeda muto elevado: L() muto baxo)

43 Evdênca Crowdng-out parcal Crowdng-out evtável com polcy-mx O mpacto efectvo da polítca orçamental depende da resposta da polítca monetára Combnação ol. onetára e ol. Orçamental 3. Combnação ol. onetára e ol. Orçamental E 3 E L L L Efeto de crowdng-out E 2 : Acomodação onetára Total L L E 0 E 2 IS IS E 3 : Compensação onetára Total L L

O MODELO IS/LM: PEQUENA ECONOMIA ABERTA COM MOEDA PRÓPRIA

O MODELO IS/LM: PEQUENA ECONOMIA ABERTA COM MOEDA PRÓPRIA O MODELO IS/LM: PEQUENA ECONOMIA ABERTA COM MOEDA PRÓPRIA Vtor Manuel Carvalho 1G202 Macroeconoma I Ano lectvo 2008/09 Uma pequena economa aberta é uma economa para a qual o mercado externo, tanto a nível

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia CCSA - Centro de Cêncas Socas e Aplcadas Curso de Economa ECONOMIA REGIONAL E URBANA Prof. ladmr Fernandes Macel LISTA DE ESTUDO. Explque a lógca da teora da base econômca. A déa que sustenta a teora da

Leia mais

EFEITO SOBRE A EQUIDADE DE UM AUMENTO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO*

EFEITO SOBRE A EQUIDADE DE UM AUMENTO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO* Artgos Prmavera 2007 EFEITO SOBRE A EQUIDADE DE UM AUMENTO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO* Isabel Correa**. INTRODUÇÃO Apesar das reformas fscas serem um fenómeno recorrente nas últmas décadas em

Leia mais

MACROECONOMIA I ( ) João Correia da Silva

MACROECONOMIA I ( ) João Correia da Silva MACROECONOMIA I E20 (200-) 28-02-20 João Correa da Slva (joao@fep.up.pt) . A MACROECONOMIA NO CURTO RAZO 2 5% Taxa de juro das operações prncpas de refnancamento versus crescmento do IB na Zona Euro 4%

Leia mais

Modelo IS-LM com Economia Fechada. Prof. Antonio Carlos Assumpção

Modelo IS-LM com Economia Fechada. Prof. Antonio Carlos Assumpção Modelo IS-LM com Economa Fechada Prof. Antono Carlos Assumpção Introdução O modelo IS-LM nos mostra os efetos de curto prazo das polítcas fscal e monetára sobre uma sére de varáves macroeconômcas. Também

Leia mais

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 4.3. Decisão Intertemporal do Consumidor O Mercado de Capital

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 4.3. Decisão Intertemporal do Consumidor O Mercado de Capital Mcroeconoma II Cursos de Economa e de Matemátca Aplcada à Economa e Gestão AULA 4.3 Decsão Intertemporal do Consumdor O Mercado de Captal Isabel Mendes 2007-2008 4/17/2008 Isabel Mendes/MICRO II 1 3. EQUILÍBRIO

Leia mais

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 5.3. Afectação de Bens Públicos: a Condição de Samuelson

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 5.3. Afectação de Bens Públicos: a Condição de Samuelson Mcroeconoma II Cursos de Economa e de Matemátca Aplcada à Economa e Gestão AULA 5.3 Afectação de Bens Públcos: a Condção de Isabel Mendes 2007-2008 5/3/2008 Isabel Mendes/MICRO II 5.3 Afectação de Bens

Leia mais

O COMPORTAMENTO DOS BANCOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS NA CONCESSÃO DE CRÉDITO À HABITAÇÃO: UMA ANÁLISE COM BASE EM DADOS MICROECONÓMICOS*

O COMPORTAMENTO DOS BANCOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS NA CONCESSÃO DE CRÉDITO À HABITAÇÃO: UMA ANÁLISE COM BASE EM DADOS MICROECONÓMICOS* O COMPORTAMENTO DOS BANCOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS NA CONCESSÃO DE CRÉDITO À HABITAÇÃO: UMA ANÁLISE COM BASE EM DADOS MICROECONÓMICOS* Sóna Costa** Luísa Farnha** 173 Artgos Resumo As nsttuções fnanceras

Leia mais

Capítulo 2 Taxas de Juro

Capítulo 2 Taxas de Juro Capítulo 2 Taxas de Juro 2.. EFINIÇÕE E EIA E TAXA E JURO 2... Valor Actualzado, Valor Futuro e Juros Compostos Valor Futuro FV (Future Value) É o valor, numa data futura, de um nvestmento feto no presente

Leia mais

Sistemas de Filas: Aula 5. Amedeo R. Odoni 22 de outubro de 2001

Sistemas de Filas: Aula 5. Amedeo R. Odoni 22 de outubro de 2001 Sstemas de Flas: Aula 5 Amedeo R. Odon 22 de outubro de 2001 Teste 1: 29 de outubro Com consulta, 85 mnutos (níco 10:30) Tópcos abordados: capítulo 4, tens 4.1 a 4.7; tem 4.9 (uma olhada rápda no tem 4.9.4)

Leia mais

CAP RATES, YIELDS E AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS pelo método do rendimento

CAP RATES, YIELDS E AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS pelo método do rendimento CAP RATES, YIELDS E AALIAÇÃO DE IMÓEIS pelo étodo do rendento Publcado no Confdencal Iobláro, Março de 2007 AMARO NAES LAIA Drector da Pós-Graduação de Gestão e Avalação Ioblára do ISEG. Docente das caderas

Leia mais

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado 64 Capítulo 7: Introdução ao Estudo de Mercados de Energa Elétrca 7.4 Precfcação dos Servços de Transmssão em Ambente Desregulamentado A re-estruturação da ndústra de energa elétrca que ocorreu nos últmos

Leia mais

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL. A FUNÇÃO DE PRODUÇÃO E SUPERMERCADOS NO BRASIL ALEX AIRES CUNHA (1) ; CLEYZER ADRIAN CUNHA (). 1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL;.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

Leia mais

Sinais Luminosos 2- CONCEITOS BÁSICOS PARA DIMENSIONAMENTO DE SINAIS LUMINOSOS.

Sinais Luminosos 2- CONCEITOS BÁSICOS PARA DIMENSIONAMENTO DE SINAIS LUMINOSOS. Snas Lumnosos 1-Os prmeros snas lumnosos Os snas lumnosos em cruzamentos surgem pela prmera vez em Londres (Westmnster), no ano de 1868, com um comando manual e com os semáforos a funconarem a gás. Só

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

RISCO. Investimento inicial $ $ Taxa de retorno anual Pessimista 13% 7% Mais provável 15% 15% Otimista 17% 23% Faixa 4% 16%

RISCO. Investimento inicial $ $ Taxa de retorno anual Pessimista 13% 7% Mais provável 15% 15% Otimista 17% 23% Faixa 4% 16% Análse de Rsco 1 RISCO Rsco possbldade de perda. Quanto maor a possbldade, maor o rsco. Exemplo: Empresa X va receber $ 1.000 de uros em 30 das com títulos do governo. A empresa Y pode receber entre $

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3259 RESOLVEU:

RESOLUÇÃO Nº 3259 RESOLVEU: Resolução nº 3259, de 28 de janero de 2005. RESOLUÇÃO Nº 3259 Altera o dreconamento de recursos captados em depóstos de poupança pelas entdades ntegrantes do Sstema Braslero de Poupança e Empréstmo (SBPE).

Leia mais

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos Despacho Econômco de Sstemas Termoelétrcos e Hdrotérmcos Apresentação Introdução Despacho econômco de sstemas termoelétrcos Despacho econômco de sstemas hdrotérmcos Despacho do sstema braslero Conclusões

Leia mais

Regressão e Correlação Linear

Regressão e Correlação Linear Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,

Leia mais

LQA - LEFQ - EQ -Química Analítica Complemantos Teóricos 04-05

LQA - LEFQ - EQ -Química Analítica Complemantos Teóricos 04-05 LQA - LEFQ - EQ -Químca Analítca Complemantos Teórcos 04-05 CONCEITO DE ERRO ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS Embora uma análse detalhada do erro em Químca Analítca esteja fora do âmbto desta cadera, sendo abordada

Leia mais

LOGÍSTICA. Capítulo - 8 Armazenamento. Mostrar como o armazenamento é importante no sistema logístico

LOGÍSTICA. Capítulo - 8 Armazenamento. Mostrar como o armazenamento é importante no sistema logístico O Papel da Logístca na Organzação Empresaral e na Economa LOGÍSTICA Capítulo - 8 Objectvos do Capítulo Mostrar como o armazenamento é mportante no sstema logístco Identfcação dos prncpas tpos de armazenamento

Leia mais

3. Take over: Termo do inglês que significa Adquirir. O termo indica a aquisição de uma companhia por outra mediante a assunção do controle acionário.

3. Take over: Termo do inglês que significa Adquirir. O termo indica a aquisição de uma companhia por outra mediante a assunção do controle acionário. 1. Tabela Prce: Tabela utlzada para a amortzação de dívda. As prestações calculadas dela têm um valor constante por todo o período de pagamento da dívda. 2. Tag along: Termo do nglês que sgnfca precfcar

Leia mais

IV - Descrição e Apresentação dos Dados. Prof. Herondino

IV - Descrição e Apresentação dos Dados. Prof. Herondino IV - Descrção e Apresentação dos Dados Prof. Herondno Dados A palavra "dados" é um termo relatvo, tratamento de dados comumente ocorre por etapas, e os "dados processados" a partr de uma etapa podem ser

Leia mais

Prof. Benjamin Cesar. Onde a(n, i) é o fator de valor atual de uma série de pagamentos. M: montante da renda na data do último depósito.

Prof. Benjamin Cesar. Onde a(n, i) é o fator de valor atual de uma série de pagamentos. M: montante da renda na data do último depósito. Matemátca Fnancera Rendas Certas Prof. Benjamn Cesar Sére de Pagamentos Unforme e Peródca. Rendas Certas Anudades. É uma sequênca de n pagamentos de mesmo valor P, espaçados de um mesmo ntervalo de tempo

Leia mais

Covariância e Correlação Linear

Covariância e Correlação Linear TLF 00/ Cap. X Covarânca e correlação lnear Capítulo X Covarânca e Correlação Lnear 0.. Valor médo da grandeza (,) 0 0.. Covarânca na propagação de erros 03 0.3. Coecente de correlação lnear 05 Departamento

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES O Danel Slvera pedu para eu resolver mas questões do concurso da CEF. Vou usar como base a numeração do caderno foxtrot Vamos lá: 9) Se, ao descontar uma promssóra com valor de face de R$ 5.000,00, seu

Leia mais

MODELO DO MERCADO MONETÁRIO 6 Modelo Matemático

MODELO DO MERCADO MONETÁRIO 6 Modelo Matemático Auxílos vsuas para o ensno de acroeconoma e para o lvro: José Alfredo A Lete - ACROECONOIA - Edtora Atlas, São Paulo, 2000 ODELO DO ERCADO ONETÁRIO 6 odelo atemátco 1. ercado de oeda a) Defnção de oeda:

Leia mais

AULA 05: Modelo IS-LM

AULA 05: Modelo IS-LM AULA 05: Modelo IS-LM Olá caros(as) amgos(as), Na aula 03, nós vmos o modelo keynesano de determnação da renda. Naquele modelo, nós adotamos algumas smplfcações bastante rgorosas e dfíces de serem verfcadas

Leia mais

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento Análse Econômca da Aplcação de Motores de Alto Rendmento 1. Introdução Nesta apostla são abordados os prncpas aspectos relaconados com a análse econômca da aplcação de motores de alto rendmento. Incalmente

Leia mais

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Análse de Regressão Profa Alcone Mranda dos Santos Departamento de Saúde Públca UFMA Introdução Uma das preocupações estatístcas ao analsar dados, é a de crar modelos que explctem estruturas do fenômeno

Leia mais

Escolha do Consumidor sob condições de Risco e de Incerteza

Escolha do Consumidor sob condições de Risco e de Incerteza 9/04/06 Escolha do Consumdor sob condções de Rsco e de Incerteza (Capítulo 7 Snyder/Ncholson e Capítulo Varan) Turma do Prof. Déco Kadota Dstnção entre Rsco e Incerteza Na lteratura econômca, a prmera

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM MERCADO DE CAPITAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM MERCADO DE CAPITAIS UNIVESIDADE FEDEAL DO IO GANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTAÇÃO OGAMA DE ÓS-GADUAÇÃO EM ADMINISTAÇÃO ESECIALIZAÇÃO EM MECADO DE CAITAIS MODENA TEOIA DE CATEIAS: DESENVOLVIMENTO E ANÁLISE DE UM MODELO DE SELEÇÃO

Leia mais

Camila Spinassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Camila Spinassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Camla Spnassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Vtóra Agosto de 2013 Camla Spnassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Leia mais

Mecanismos de transmissão da política monetária: a visão das diferentes escolas de pensamento *

Mecanismos de transmissão da política monetária: a visão das diferentes escolas de pensamento * Mecansmos de transmssão da polítca monetára: a vsão das dferentes escolas de pensamento * Marcos Wagner da Fonseca ** Marcelo Luz Curado *** Doutor em Desenvolvmento Econômco pelo Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Princípios De Eletrônica Analógica Prof. Luiz Antonio Vargas Pinto Revisada em 22-03-2010 2007-2010

Princípios De Eletrônica Analógica Prof. Luiz Antonio Vargas Pinto Revisada em 22-03-2010 2007-2010 Prncípos e letrônca Analógca Prof. Luz Antono argas Pnto evsada em -3-7- Índce Introdução... 3 Fonte retfcadora ½ onda e fltro a capactor... 4 Fonte retfcadora de onda completa e fltro a capactor... 4

Leia mais

Universidade Salvador UNIFACS Cursos de Engenharia Cálculo IV Profa: Ilka Rebouças Freire. Integrais Múltiplas

Universidade Salvador UNIFACS Cursos de Engenharia Cálculo IV Profa: Ilka Rebouças Freire. Integrais Múltiplas Unversdade Salvador UNIFACS Cursos de Engenhara Cálculo IV Profa: Ilka ebouças Frere Integras Múltplas Texto 3: A Integral Dupla em Coordenadas Polares Coordenadas Polares Introduzremos agora um novo sstema

Leia mais

3.1. Conceitos de força e massa

3.1. Conceitos de força e massa CAPÍTULO 3 Les de Newton 3.1. Concetos de força e massa Uma força representa a acção de um corpo sobre outro,.e. a nteracção físca entre dos corpos. Como grandeza vectoral que é, só fca caracterzada pelo

Leia mais

Introdução e Organização de Dados Estatísticos

Introdução e Organização de Dados Estatísticos II INTRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 2.1 Defnção de Estatístca Uma coleção de métodos para planejar expermentos, obter dados e organzá-los, resum-los, analsá-los, nterpretá-los e deles extrar

Leia mais

Custo de Capital. O enfoque principal refere-se ao capital de longo prazo, pois este dá suporte aos investimentos nos ativos permanentes da empresa.

Custo de Capital. O enfoque principal refere-se ao capital de longo prazo, pois este dá suporte aos investimentos nos ativos permanentes da empresa. Custo e Captal 1 Custo e Captal Seguno Gtman (2010, p. 432) o custo e Captal é a taxa e retorno que uma empresa precsa obter sobre seus nvestmentos para manter o valor a ação nalterao. Ele também poe ser

Leia mais

1 Topologias Básicas de Conversores CC-CC não-isolados

1 Topologias Básicas de Conversores CC-CC não-isolados 1 opologas Báscas de Conversores CC-CC não-solados 1.1 Prncípos báscos As análses que se seguem consderam que os conversores não apresentam perdas de potênca (rendmento 100%). Os nterruptores (transstores

Leia mais

PROPOSTA DE METODOLOGIA PADRÃO PARA MENSURAÇÃO DE RISCOS DE MERCADO COM VISTAS À ALOCAÇÃO DE CAPITAL

PROPOSTA DE METODOLOGIA PADRÃO PARA MENSURAÇÃO DE RISCOS DE MERCADO COM VISTAS À ALOCAÇÃO DE CAPITAL PROPOSTA DE METODOLOGIA PADRÃO PARA MENSURAÇÃO DE RISCOS DE MERCADO COM VISTAS À ALOCAÇÃO DE CAPITAL RISCO DE TAXA DE JUROS 1. Introdução O rsco de taxas de juros é a exposção da condção fnancera de um

Leia mais

Elaboração: Novembro/2005

Elaboração: Novembro/2005 Elaboração: Novembro/2005 Últma atualzação: 18/07/2011 Apresentação E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo nformar aos usuáros a metodologa e os crtéros de precsão dos cálculos referentes às Cédulas

Leia mais

CQ110 : Princípios de FQ

CQ110 : Princípios de FQ CQ110 : Prncípos de FQ CQ 110 Prncípos de Físco Químca Curso: Farmáca Prof. Dr. Marco Vdott mvdott@ufpr.br Potencal químco, m potencal químco CQ110 : Prncípos de FQ Propredades termodnâmcas das soluções

Leia mais

F E ESTUDOS I. Cidadania, Instituição e Património. Economia e Desenvolvimento Regional. Finanças e Contabilidade. Gestão e Apoio à Decisão

F E ESTUDOS I. Cidadania, Instituição e Património. Economia e Desenvolvimento Regional. Finanças e Contabilidade. Gestão e Apoio à Decisão ESTUDOS I Cdadana, Insttução e Patrmóno Economa e Desenvolvmento Regonal Fnanças e Contabldade Gestão e Apoo à Decsão Modelos Aplcados à Economa e à Gestão A Faculdade de Economa da Unversdade do Algarve

Leia mais

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00)

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00) Bussab&Morettn Estatístca Básca Capítulo 4 Problema. (b) Grau de Instrução Procedênca º grau º grau Superor Total Interor 3 (,83) 7 (,94) (,) (,33) Captal 4 (,) (,39) (,) (,3) Outra (,39) (,7) (,) 3 (,3)

Leia mais

ESTATÍSTICA MULTIVARIADA 2º SEMESTRE 2010 / 11. EXERCÍCIOS PRÁTICOS - CADERNO 1 Revisões de Estatística

ESTATÍSTICA MULTIVARIADA 2º SEMESTRE 2010 / 11. EXERCÍCIOS PRÁTICOS - CADERNO 1 Revisões de Estatística ESTATÍSTICA MULTIVARIADA º SEMESTRE 010 / 11 EXERCÍCIOS PRÁTICOS - CADERNO 1 Revsões de Estatístca -0-11 1.1 1.1. (Varáves aleatóras: função de densdade e de dstrbução; Méda e Varânca enquanto expectatvas

Leia mais

ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COMÉRCIO EXTERNO

ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COMÉRCIO EXTERNO ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COÉRCIO ETERNO Nota préva: O texto que se segue tem por únco obectvo servr de apoo às aulas das dscplnas de Economa Internaconal na Faculdade de Economa da Unversdade do Porto.

Leia mais

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos CAPÍTULO 1 Exercícos Propostos Atenção: Na resolução dos exercícos consderar, salvo menção em contráro, ano comercal de das. 1. Qual é a taxa anual de juros smples obtda em uma aplcação de $1.0 que produz,

Leia mais

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado)

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado) 5 Aplcação Neste capítulo será apresentada a parte empírca do estudo no qual serão avalados os prncpas regressores, um Modelo de Índce de Dfusão com o resultado dos melhores regressores (aqu chamado de

Leia mais

DESENHO DE PATENTES. 1. Introdução. Bruno Pereira Jorge Oliveira Miguel Martins

DESENHO DE PATENTES. 1. Introdução. Bruno Pereira Jorge Oliveira Miguel Martins DESENHO DE PATENTES Por Bruno Perera Jorge Olvera Mguel Martns 1. Introdução A aqusção de uma patente é um passo crucal para o desenvolvmento de processos e para a compettvdade das empresas. Permte ao

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA *

ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA * ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA * 39 Danel A. Das ** Carlos Robalo Marques *** Fernando Martns **** Artgos Resumo Este artgo nvestga a forma

Leia mais

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF)

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF) PMR 40 - Mecânca Computaconal CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Fntos (MEF). Formulação Teórca - MEF em uma dmensão Consderemos a equação abao que representa a dstrbução de temperatura na barra

Leia mais

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO Professor Maurco Lutz 1 CORRELAÇÃO Em mutas stuações, torna-se nteressante e útl estabelecer uma relação entre duas ou mas varáves. A matemátca estabelece város tpos de relações entre varáves, por eemplo,

Leia mais

Associação de resistores em série

Associação de resistores em série Assocação de resstores em sére Fg.... Na Fg.. está representada uma assocação de resstores. Chamemos de I, B, C e D. as correntes que, num mesmo nstante, passam, respectvamente pelos pontos A, B, C e D.

Leia mais

Escola de Economia e Gestão. Evandra Estefânia Landim Martins Avaliação dinâmica do projecto de expansão do Aeroporto Internacional da Praia

Escola de Economia e Gestão. Evandra Estefânia Landim Martins Avaliação dinâmica do projecto de expansão do Aeroporto Internacional da Praia Escola de Economa e Gestão Evandra Estefâna Landm Martns Avalação dnâmca do projecto de expansão do Aeroporto Internaconal da raa Dezembro de 009 Escola de Economa e Gestão Evandra Estefâna Landm Martns

Leia mais

Sumário, aula 6. Curva da procura. Curva da procura. Curva da procura. Curva da procura

Sumário, aula 6. Curva da procura. Curva da procura. Curva da procura. Curva da procura Sumáro, aula 6 ) Mercado Curva da Procura Agregação das curvas ndvduas Equlíbro de mercado (concorrênca erfeta) Já sabemos que os agentes económcos são esecalzados Produzem muta quantdade de oucos BS Consomem

Leia mais

Hoje não tem vitamina, o liquidificador quebrou!

Hoje não tem vitamina, o liquidificador quebrou! A U A UL LA Hoje não tem vtamna, o lqudfcador quebrou! Essa fo a notíca dramátca dada por Crstana no café da manhã, lgeramente amenzada pela promessa de uma breve solução. - Seu pa dsse que arruma à note!

Leia mais

Planejamento e Controle de Estoques PUC. Prof. Dr. Marcos Georges. Adm. Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1

Planejamento e Controle de Estoques PUC. Prof. Dr. Marcos Georges. Adm. Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1 e Controle de Estoques PUC CAMPINAS Prof. Dr. Marcos Georges Adm. Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1 Fornecmento de produtos e servços Recursos da operação Planejamento e Controle de Estoque Compensação

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL,

ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, 1980/2000 2 1. INTRODUÇÃO 2 2. METODOLOGIA 3 3. ANÁLISE COMPARATIVA

Leia mais

Matemática Financeira

Matemática Financeira Cocetos Báscos de Matemátca Facera Uversdade do Porto Faculdade de Egehara Mestrado Itegrado em Egehara Electrotécca e de Computadores Ecooma e Gestão Na prátca As decsões faceras evolvem frequetemete

Leia mais

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação Mnstéro da Educação Insttuto Naconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera Cálculo do Conceto Prelmnar de Cursos de Graduação Nota Técnca Nesta nota técnca são descrtos os procedmentos utlzados

Leia mais

Núcleo de Pesquisas em Qualidade de Vida FCECA 4 MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR SOCIAL: ALTERNATIVA METODOLÓGICA E REQUERIMENTO DE DADOS

Núcleo de Pesquisas em Qualidade de Vida FCECA 4 MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR SOCIAL: ALTERNATIVA METODOLÓGICA E REQUERIMENTO DE DADOS Núcleo de Pesqusas em Qualdade de Vda FCECA 4 MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR SOCIAL: ALTERNATIVA METODOLÓGICA E REQUERIMENTO DE DADOS 1. Introdução A busca de uma base concetual para a obtenção de meddas de bem-estar

Leia mais

Software. Guia do professor. Como comprar sua moto. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

Software. Guia do professor. Como comprar sua moto. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação números e funções Gua do professor Software Como comprar sua moto Objetvos da undade 1. Aplcar o conceto de juros compostos; 2. Introduzr o conceto de empréstmo sob juros; 3. Mostrar aplcações de progressão

Leia mais

AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO

AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO Celestno Rodrgues Ruvo Área Departamental de Engenhara Mecânca, Escola Superor de Tecnologa da Unversdade do Algarve, 8000 Faro, Portugal

Leia mais

Sempre que surgir uma dúvida quanto à utilização de um instrumento ou componente, o aluno deverá consultar o professor para esclarecimentos.

Sempre que surgir uma dúvida quanto à utilização de um instrumento ou componente, o aluno deverá consultar o professor para esclarecimentos. Insttuto de Físca de São Carlos Laboratóro de Eletrcdade e Magnetsmo: Transferênca de Potênca em Crcutos de Transferênca de Potênca em Crcutos de Nesse prátca, estudaremos a potênca dsspada numa resstênca

Leia mais

DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL.

DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL. DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL. 1 APRESENTAÇÃO Nos anos 90, o país assstu a vultosas entradas de capal estrangero tanto de curto

Leia mais

O problema da superdispersão na análise de dados de contagens

O problema da superdispersão na análise de dados de contagens O problema da superdspersão na análse de dados de contagens 1 Uma das restrções mpostas pelas dstrbuções bnomal e Posson, aplcadas usualmente na análse de dados dscretos, é que o parâmetro de dspersão

Leia mais

Modelo de Mensuração da Rentabilidade do Crédito Comercial

Modelo de Mensuração da Rentabilidade do Crédito Comercial Modelo de Mensuração da Rentabldade do Crédto Comercal Autora: Dany Rogers, Pablo Rogers, Karem Crstna de Sousa Rbero Resumo A avalação para concessão de crédto, prncpalmente em empresas comercas, é tradconalmente

Leia mais

TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL. PALAVRAS CHAVES: Crescimento, Transferências, Dinâmica, Convergência e Governo.

TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL. PALAVRAS CHAVES: Crescimento, Transferências, Dinâmica, Convergência e Governo. TRANSFERÊNCIAS FISCAIS E CONVERGÊNCIA REGIONAL NO BRASIL PALAVRAS CHAVES: Crescmento, Transferêncas, Dnâmca, Convergênca e Governo. PEDRO JUCÁ MACIEL Analsta de Fnanças da STN/Mnstéro da Fazenda Mestre

Leia mais

Elaboração: Fevereiro/2008

Elaboração: Fevereiro/2008 Elaboração: Feverero/2008 Últma atualzação: 19/02/2008 E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo esclarecer aos usuáros a metodologa de cálculo e os crtéros de precsão utlzados na atualzação das Letras

Leia mais

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil BBR - Brazlan Busness Revew E-ISSN: 1807-734X bbronlne@bbronlne.com.br FUCAPE Busness School Brasl Slva, Dany Rogers; Sousa Rbero, Karem Crstna de; Hua Sheng, Hsa Mensuração da rentabldade do crédto comercal:

Leia mais

Avaliação de Empresas

Avaliação de Empresas Avalação de Empresas Gestão Fnancera Gestão Fnancera e Fscal IESF 2009 1 Cândda Botelho 2 1. Introdução... 4 2. Avalação de uma empresa... 4 2.1 Prncpas defnções de valor... 5 2.2 Premssas fundamentas

Leia mais

AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP

AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP AVALIAÇÃO CONTINGENTE DO RIO MEIA PONTE, GOIÂNIA-GO: UMA APLI- CAÇÃO DO REFERENDUM COM FOLLOW-UP º. Autor Patríca Lopes Rosado: Economsta, Mestre em Economa Rural e Doutoranda em Economa Aplcada pelo Departamento

Leia mais

1. ANÁLISE EXPLORATÓRIA E ESTATÍSTICA DESCRITIVA

1. ANÁLISE EXPLORATÓRIA E ESTATÍSTICA DESCRITIVA 1. ANÁLISE EXPLORATÓRIA E ESTATÍSTICA DESCRITIVA 014 Estatístca Descrtva e Análse Exploratóra Etapas ncas. Utlzadas para descrever e resumr os dados. A dsponbldade de uma grande quantdade de dados e de

Leia mais

INFLAÇÃO E DESIGUALDADE*

INFLAÇÃO E DESIGUALDADE* Artgos Outono 2009 INFLAÇÃO E DESIGUALDADE* Isabel H. orrea** 1. INTRODUÇÃO A baxa persstente da taxa de nflação é talvez a mudança de polítca maor, mas sustentada, e comum a um maor número de países desenvolvdos.

Leia mais

Testando um Mito de Investimento : Eficácia da Estratégia de Investimento em Ações de Crescimento.

Testando um Mito de Investimento : Eficácia da Estratégia de Investimento em Ações de Crescimento. Testando um Mto de Investmento : Efcáca da Estratéga de Investmento em Ações de Crescmento. Autora: Perre Lucena Rabon, Odlon Saturnno Slva Neto, Valera Louse de Araújo Maranhão, Luz Fernando Correa de

Leia mais

POLÍTICAS FISCAIS E CRESCIMENTO DISTRIBUTIVO NO BRASIL: SIMULAÇÕES COM UM MODELO APLICADO DE EQUILÍBRIO GERAL RESUMO

POLÍTICAS FISCAIS E CRESCIMENTO DISTRIBUTIVO NO BRASIL: SIMULAÇÕES COM UM MODELO APLICADO DE EQUILÍBRIO GERAL RESUMO POLÍTICAS FISCAIS E CRESCIMENTO DISTRIBUTIVO NO BRASIL: SIMULAÇÕES COM UM MODELO APLICADO DE EQUILÍBRIO GERAL Adelar Focezatto Izete Pengo Bagoln 2 RESUMO Este trabalo analsa os efetos de algumas opções

Leia mais

Estatística stica Descritiva

Estatística stica Descritiva AULA1-AULA5 AULA5 Estatístca stca Descrtva Prof. Vctor Hugo Lachos Davla oo que é a estatístca? Para mutos, a estatístca não passa de conjuntos de tabelas de dados numércos. Os estatístcos são pessoas

Leia mais

Caderno de Exercícios Resolvidos

Caderno de Exercícios Resolvidos Estatístca Descrtva Exercíco 1. Caderno de Exercícos Resolvdos A fgura segunte representa, através de um polígono ntegral, a dstrbução do rendmento nas famílas dos alunos de duas turmas. 1,,75 Turma B

Leia mais

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: Teoria Econômica e Métodos Quantitativos

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: Teoria Econômica e Métodos Quantitativos INFORMAÇÕES ASSIMÉTRICAS NO MERCADO DE CRÉDITO: UMA ABORDAGEM SOBRE O COMPORTAMENTO DOS BANCOS BRUNO FERREIRA FRASCAROLI Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Economa Unversdade Federal da Paraíba

Leia mais

Sistemas de Seguro Depósito: Sugestões para a reformulação do Fundo Garantidor de Créditos *

Sistemas de Seguro Depósito: Sugestões para a reformulação do Fundo Garantidor de Créditos * Sstemas de Seguro Depósto: Sugestões para a reformulação do Fundo Garantdor de Crédtos * Ana Carla Abrão Costa Resumo Sstemas explíctos de seguro depósto vêm sendo adotados por países de todo o mundo,

Leia mais

GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA

GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA Concetos Báscos e Smbologa HP-12C Prof. Antono Sérgo A. do Nascmento asergo@lve.estaco.br GST0045 Matemátca Fnancera 2 Valor do dnhero no tempo q O dnhero cresce no tempo

Leia mais

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca nº 256/2009-SRE/ANEEL Brasíla, 29 de julho de 2009 METODOLOGIA E ÁLULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca n o 256/2009 SRE/ANEEL Em 29 de julho de 2009. Processo nº 48500.004295/2006-48

Leia mais

Capítulo 16: Equilíbrio Geral e Eficiência Econômica

Capítulo 16: Equilíbrio Geral e Eficiência Econômica Capítulo 6: Equlíbro Geral e Efcênca Econômca Pndck & Rubnfeld, Capítulo 6, Equlíbro Geral::EXERCÍCIOS. Em uma análse de trocas entre duas pessoas, suponha que ambas possuam dêntcas preferêncas. A curva

Leia mais

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823

Leia mais

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas Introdução à Análse de Dados nas meddas de grandezas físcas www.chem.wts.ac.za/chem0/ http://uregna.ca/~peresnep/ www.ph.ed.ac.uk/~td/p3lab/analss/ otas baseadas nos apontamentos Análse de Dados do Prof.

Leia mais

Análise Fatorial F 1 F 2

Análise Fatorial F 1 F 2 Análse Fatoral Análse Fatoral: A Análse Fatoral tem como prncpal objetvo descrever um conjunto de varáves orgnas através da cração de um número menor de varáves (fatores). Os fatores são varáves hpotétcas

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 00 ODELOS ATEÁTICOS E CONSUO DE ENERGIA ELÉTRICA Clece de Cássa Franco Cdade Centro Unverstáro Francscano klleyce@hotmal.com Leandra Anversa Foreze Centro Unverstáro Francscano

Leia mais

RESOLUÇÃO NUMÉRICA DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

RESOLUÇÃO NUMÉRICA DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Defnções RESOLUÇÃO NUMÉRICA DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Problemas de Valor Incal PVI) Métodos de passo smples Método de Euler Métodos de sére de Talor Métodos de Runge-Kutta Equações de ordem superor Métodos

Leia mais

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar?

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Sumáro Sstemas Robótcos Navegação Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Carlos Carreto Curso de Engenhara Informátca Ano lectvo 2003/2004 Escola Superor de Tecnologa e Gestão da Guarda

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE RIBEIRÃO PRETO DEPARTAMENTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA JOSÉ RAFAEL PEREIRA

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE RIBEIRÃO PRETO DEPARTAMENTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA JOSÉ RAFAEL PEREIRA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LERAS DE RIBEIRÃO PREO DEPARAMENO DE FÍSICA E MAEMÁICA JOSÉ RAFAEL PEREIRA INERAÇÃO DE ESRAÉGIAS EM UM MERCADO DE OPÇÕES EUROPÉIAS: UMA ABORDAGEM

Leia mais

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica 1 a 5 de Agosto de 006 Belo Horzonte - MG Expressão da ncerteza de Medção para a Grandeza Energa Elétrca Eng. Carlos Alberto Montero Letão CEMG Dstrbução S.A caletao@cemg.com.br Eng. Sérgo Antôno dos Santos

Leia mais

Controlo Metrológico de Contadores de Gás

Controlo Metrológico de Contadores de Gás Controlo Metrológco de Contadores de Gás José Mendonça Das (jad@fct.unl.pt), Zulema Lopes Perera (zlp@fct.unl.pt) Departamento de Engenhara Mecânca e Industral, Faculdade de Cêncas e Tecnologa da Unversdade

Leia mais

Consideraremos agora, uma de cada vez, as equivalentes angulares das grandezas de posição, deslocamento, velocidade e aceleração.

Consideraremos agora, uma de cada vez, as equivalentes angulares das grandezas de posição, deslocamento, velocidade e aceleração. CAPÍTULO 5 77 5.1 Introdução A cnemátca dos corpos rígdos trata dos movmentos de translação e rotação. No movmento de translação pura todas as partes de um corpo sofrem o mesmo deslocamento lnear. Por

Leia mais

Cálculo e Instrumentos Financeiros (Parte 2) Pedro Cosme Vieira 1ª Aula

Cálculo e Instrumentos Financeiros (Parte 2) Pedro Cosme Vieira 1ª Aula Cálculo e Instrumentos Fnanceros (Parte 2) Pedro Cosme Vera 1ª Aula Faculdade de Economa da Unversdade do Porto 2013/2014 1 2 Introdução Rsco e sua dversfcação Quando alguém empresta um captal, tem como

Leia mais

DOCUMENTO INFORMATIVO

DOCUMENTO INFORMATIVO DOCUMENTO INFORMATIVO 5YR AUTOCALLABLE GAZPROM, NOKIA, DU PONT a emtr pelo Esprto Santo Investment p.l.c. ao abrgo do seu 2,500,000,000 Euro Medum Term Note Programme ISIN : XS0453041674 PRODUTO FINANCEIRO

Leia mais

Assimetria de Informações e Pagamento de Proventos em Dinheiro na Bovespa.

Assimetria de Informações e Pagamento de Proventos em Dinheiro na Bovespa. Assmetra de Informações e Pagamento de Proventos em Dnhero na Bovespa. Autora: Robert Aldo Iquapaza, Wagner Moura Lamouner, Hudson Fernandes Amaral Resumo: Nesta pesqusa avala-se o efeto da assmetra de

Leia mais

MODELO DE FILA HIPERCUBO COM MÚLTIPLO DESPACHO E BACKUP PARCIAL PARA ANÁLISE DE SISTEMAS DE ATENDIMENTO MÉDICO EMERGENCIAIS EM RODOVIAS

MODELO DE FILA HIPERCUBO COM MÚLTIPLO DESPACHO E BACKUP PARCIAL PARA ANÁLISE DE SISTEMAS DE ATENDIMENTO MÉDICO EMERGENCIAIS EM RODOVIAS versão mpressa ISSN 0101-7438 / versão onlne ISSN 1678-5142 MODELO DE FILA HIPERCUBO COM MÚLTIPLO DESPACHO E BACKUP PARCIAL PARA ANÁLISE DE SISTEMAS DE ATENDIMENTO MÉDICO EMERGENCIAIS EM RODOVIAS Ana Paula

Leia mais

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado Varabldade Espacal do Teor de Água de um Argssolo sob Planto Convenconal de Fejão Irrgado Elder Sânzo Aguar Cerquera 1 Nerlson Terra Santos 2 Cásso Pnho dos Res 3 1 Introdução O uso da água na rrgação

Leia mais

7 - Distribuição de Freqüências

7 - Distribuição de Freqüências 7 - Dstrbução de Freqüêncas 7.1 Introdução Em mutas áreas há uma grande quantdade de nformações numércas que precsam ser dvulgadas de forma resumda. O método mas comum de resumr estes dados numércos consste

Leia mais