Processos participativos na estratégia para a redução da pobreza

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1 Processos partcpatvos na estratéga para a redução da pobreza Conteúdo J. Edgerton, K. McClean, C. Robb, P. Shah e S. Tkare Resumo 1. Introdução 1.1 Defnções 1.2 Que são abordagens partcpatvas? 1.3 Fundamento lógco para a partcpação 1.4 Tpologas de países 1.5 Obstáculos à partcpação 2. O ponto de partda: Preparação do DERP prelmnar 1.6 Compromssos, coordenação e facltação 1.7 Avalação da stuação atual 1.8 Determnação de prordades para a partcpação 1.9 Elaboração do Plano de Ação Partcpatva 3. A formulação da estratéga geral de redução da pobreza 1.10 Partcpação no âmbto do governo 1.11 Partcpação cvl em escala naconal 1.12 Partcpação cvl na comundade 1.13 Intercâmbo de nformação 1.14 Mecansmos de respostas às nformações 4. A nsttuconalzação da partcpação 1.15 O processo orçamentáro 1.16 Montoramento da prestação de servços e da despesa públca 1.17 Avalação do progresso da partcpação

2 Notas técncas NT1: Tpos de nterações partcpatvas NT2: Partcpação e abordagens convenconas: uma comparação NT3: Tpologas de países para a partcpação em estratégas de redução da pobreza NT4: Superação de obstáculos NT5: Exemplo de caso: a estratéga de redução da pobreza em Uganda (PEAP) NT6: O fator humano da partcpação NT7: Indagações útes para o plano de partcpação NT8: Avalação do estado atual de partcpação NT9: Realzação de uma análse das partes nteressadas NT10: Os processos partcpatvos devem nclur a mulher NT11: Cálculo dos custos do processo partcpatvo NT12: Desenvolvmento de capacdades NT13: Elaboração de um plano de partcpação NT14: Pontos de referênca para avalar o progresso da partcpação NT15: Trabalho com processos democrátcos e governamentas NT16: Incorporação das muncpaldades na formulação de uma ERP NT17: Partcpação do setor prvado no processo da ERP NT18: Metodologa de reunões técncas NT19: Aprovetamento dos atuas processos partcpatvos para envolver o setor cvl NT20: Sugestões para consultas à comundade local NT21: Métodos de consulta aos pobres NT22: Podem os pobres nfluencar o orçamento? O caso de Uganda NT23: Partcpação no processo orçamentáro NT24: Montoramento partcpatvo da prestação de servços e da despesa públca: exemplos de casos NT25: Implementação partcpatva de polítcas setoras NT26: Defnções Lsta de recursos Referêncas

3 Resumo Partcpação é um processo em que as partes nteressadas não só nfluencam, como controlam ncatvas de desenvolvmento e as decsões e recursos que os afetam. Entre os prncpas nteressados na redução da pobreza, estão os grupos pobres e vulneráves, o públco em geral, a socedade cvl organzada, o setor prvado, o governo, assembléas de representantes e doadores. Sua partcpação na formulação, na mplementação e no acompanhamento de estratégas de redução da pobreza pode gerar dversos benefícos. Pode ajudar a reforçar o empenho na redução da pobreza e o sentmento de propredade da nação na estratéga. A partcpação de dferentes nteressados e, em partcular, dos própros pobres no dagnóstco da pobreza leva a estratégas mas efcazes para a sua redução. O processo de partcpação pode ajudar a formar parceras baseadas na confança e no consenso entre o governo e todos os níves da socedade. Pode também ajudar a defnr permutas com outras prordades de desenvolvmento e a melhorar a transparênca do processo decsóro e da responsabldade perante os cdadãos. A partcpação não é um processo unforme. Em vez dsso, compreende, uma seqüênca de abordagens, desde a dvulgação de nformações, a colaboração, a coordenação, a consulta e a representação polítca, até a pesqusa partcpatva. As condções exstentes e as estruturas polítcas, socas e de governo em cada país determnarão as abordagens específcas usadas em cada nível e cada fase, desde a avalação ncal até a determnação do grau de êxto. A meta é alcançar o máxmo nível possível de partcpação em cada país. O processo aqu delneado tem quatro fases: avalação das condções predomnantes, esboço de um Documento de Estratéga para a Redução da Pobreza (DERP), formulação de uma estratéga de redução da pobreza e nsttuconalzação da partcpação em processos governamentas, especalmente os relaconados com a mplementação e o montoramento de ncatvas de redução da pobreza. Chegar à últma fase é a meta suprema das abordagens partcpatvas para a elaboração de estratégas redução da pobreza. Este capítulo concentra-se em grande parte no desenvolvmento de processos partcpatvos enquanto a estratéga de redução da pobreza estver sendo formulada ou reforçada. Ele destaca a partcpação das comundades no dagnóstco da pobreza, o fluxo de nformações e de consultas no âmbto do governo, a partcpação cvl em escala local e naconal e o ntercâmbo de nformação e reação entre os nteressados. O capítulo também consdera possíves entraves e obstáculos, como confabldade, expectatvas excessvamente altas, confltos de nteresse, dferenças de percepção a respeto do planejamento da pobreza, dfculdades em matéra de ntercâmbo de nformações e lmtações fnanceras. 1

4 1. Introdução Fguram neste capítulo dretrzes para ajudar os governos a avalar o estado atual da partcpação nos seus países, crar e empregar processos partcpatvos na formulação de uma estratéga para a redução da pobreza levando em conta as lmtações de recursos e de capacdades, e nclur a partcpação na mplementação e no montoramento da estratéga. O foco do capítulo é a partcpação nos níves naconal e local, e não a comundade (ver o capítulo sobre desenvolvmento mpeldo pela comundade). A parte prncpal do capítulo tem três seções: () () () A Seção 2 Como começar descreve como fazer um nventáro dos níves e processos atuas de partcpação; a cração de uma vsão do nível de partcpação desejável e vável no futuro; e a elaboração de um plano para ncorporar processos partcpatvos à formulação de uma estratéga para a redução da pobreza. A Seção 3 A formulação da estratéga para a de redução da pobreza nclu dretrzes e metodologas específcas de partcpação no âmbto do governo, partcpação cvl em escala naconal e local, dvulgação de nformações e mecansmos de resposta para a formulação de uma estratéga de redução da pobreza. A Seção 4 Insttuconalzação da partcpação examna a ncorporação da partcpação aos processos governamentas com vstas a mplementar, acompanhar e avalar a estratéga para a redução da pobreza no contexto dos sstemas polítcos e de governo. As notas técncas e os estudos de casos lustram os prncpas temas da partcpação. Uma lsta de recursos relacona os documentos essencas e a especalzação dsponível em mutos países para transformar a partcpação em realdade. 1.1 Defnções Partcpação é um processo medante o qual os nteressados nfluencam e controlam conjuntamente ncatvas de desenvolvmento e as decsões e recursos que os afetam (ver o Quadro 1, referente aos métodos e dmensões de partcpação; a Nota Técnca 1 resume os tpos de nterações partcpatvas). O processo provavelmente abrangerá um cclo de dálogo, análse, ações e reações partcpatvas no âmbto das estruturas, polítcas e de governo, a fm de ncorporar as opnões de todos os níves da socedade cvl, desde as comundades até os setores públco e prvado, na formulação de polítcas e na mplementação de programas governamentas, tanto em escala naconal como na base. Este conceto tem sdo utlzado prncpalmente no contexto de projetos e programas específcos de desenvolvmento. Mas, nos últmos anos, os processos partcpatvos tem sdo cada vez mas usados para ajudar a moldar e acompanhar polítcas e programas em escala naconal. A partcpação na formulação, na mplementação e no acompanhamento de estratégas para a redução da pobreza vsa a fortalecer esses processos, tanto em escala naconal como na base. A partcpação não é um processo unforme. Pelo contráro, abrange uma seqüênca de abordagens que vão desde a dvulgação de nformação, a colaboração, a coordenação, a consulta e a representação polítca até a pesqusa partcpatva. As condções e as estruturas polítca, socal e governamental em cada país determnarão as abordagens específcas utlzadas em cada nível e cada fase, da avalação ncal até a aferção do grau de êxto. A 2

5 meta é alcançar o máxmo nível de partcpação possível em cada país a partr da sua posção presente, e nsttuconalzar essa partcpação. Quadro 1. Tpos e dmensões de partcpação Ocorre partcpação de quatro formas dstntas, a saber: Intercâmbo de nformação: fluxos de nformação dreconados para o públco (por exemplo, tradução de documentos ofcas no doma local, dvulgação de materal escrto por meo de jornas, revstas e folhetos, dstrbução de documento por meo de governos locas, dscussões transmtdas por rádo ou televsão e campanhas de pôsteres); Consulta: Fluxo de nformação mútua entre os coordenadores da consulta e o públco (por exemplo, avalações partcpatvas, avalações de benefcáros, reunões de consulta, vstas de campo e entrevstas); Colaboração: controle conjunto do processo decsóro (por exemplo, planejamento partcpatvo, reunões técncas para determnar posções, prordades e funções; comssões conjuntas, grupos de trabalho e de atvdades conjuntas com representantes dos nteressados; trabalho conjunto com grupos de usuáros e grupos afns; atrbução da responsabldade de mplementação aos nteressados; reunões para soluconar dvergêncas, obter acordos e gerar propredade; análses públcas de projetos de documentos e sua revsão); Delegação de poderes: transferênca do controle do processo decsóro e dos recursos a todos os nteressados. 1.2 Que são abordagens partcpatvas? As abordagens partcpatvas aprovetam as estruturas polítcas/de governo exstentes, tas como parlamentos e assembléas de representantes, para fortalecer a partcpação e a representação dos pobres nos processos exstentes. Sua meta suprema é o aumento da responsabldade, da transparênca e da efcênca dessas estruturas de governo na promoção do desenvolvmento e na redução da pobreza. Estas abordagens partcpatvas podem ser adaptadas a estruturas polítcas e de governo exstentes nos níves local e naconal e aprovetar o trabalho já realzado. Por exemplo: no caso de um país com um sstema parlamentar partcpatvo bem desenvolvdo, a necessdade de processos partcpatvos exaustvos é algo menor e a ênfase podera ser reorentada para a redução da pobreza e o aumento das oportundades de partcpação no sstema polítco e a ntensfcação dos fluxos de nformação e retronformação. Dversdade entre países É mportante levar em conta que a partcpação não é um processo unforme. Ela será dferente em cada país, dependendo das estruturas polítcas e de governo exstentes, da stuação das estratégas de desenvolvmento naconal, da organzação e partcpação da socedade cvl e dos níves de governo, de abordagens partcpatvas prevamente utlzadas nos processos governamentas e da capacdade de organzar esses processos nos níves naconal e local. Portanto, a partcpação na formulação e mplementação de uma estratéga de redução da pobreza em cada país pode aprovetar processos e estruturas exstentes a fm de alcançar um nível de partcpação que seja vável e aproprado no caso do respectvo país. Com vstas a smplfcar a dversdade entre países, usam-se neste capítulo três tpologas de países (ver a Nota Técnca 2). Contudo, a dversdade é um processo dnâmco. 3

6 Este capítulo oferece orentação que os governos, se assm consderarem vantajoso, podem utlzar para (I) elaborar e aplcar processos partcpatvos na formulação, mplementação e acompanhamento da aplcação de uma estratéga para a redução da pobreza; e () preparar os documentos e do Documento de Estratéga de Redução da Pobreza (DERP), tanto na sua versão prelmnar como defntva. Este capítulo mostra que é possível alcançar um nível de partcpação vável, econômco e admnstrável em dferentes países, apesar do envolvmento de numerosos grupos de nteresse. Fundamento lógco da partcpação A partcpação na formulação e mplementação de estratégas de redução da pobreza resulta em polítcas mas efcentes e melhor desenvolvdas e, portanto, numa redução da pobreza (para uma comparação entre as abordagens partcpatva e convenconal, ver a Nota Técnca 2; para um exame dos prncípos geras de orentação, ver o Quadro 2). Em prmero lugar, a partcpação hablta os formuladores de polítcas a ncorporar as prordades dos pobres e as opnões de outros nteressados e a melhor entender a pobreza que, para os pobres, apresenta dmensões muto mas numerosas do que a smples falta de renda. Com esta vsão mas ampla da pobreza, surge a percepção de que a redução da pobreza requer provdêncas públcas ntersetoras ntegradas. Em segundo lugar, a partcpação pode gerar parceras, baseadas na confança e no consenso, entre o governo e todos os níves da socedade. A confança dá margem ao dálogo e o consenso hablta todos os nteressados a trabalhar em prol de uma meta comum. A nclusão e a contrbução de uma sére de nteressados promove o sentmento de propredade da estratéga pela nação e a delegação de poderes aos nteressados, prncpalmente nos níves comuntáros. Em tercero lugar, a partcpação pode ajudar a defnr as necessáras permutas com outras prordades de desenvolvmento e determnar os mecansmos de atendmento e as parceras mas efcentes para dar cobertura aos pobres. Fnalmente, a realmentação das nformações e a contínua melhora da mplementação e do acompanhamento promovem a transparênca e a responsabldade no processo decsóro, nas meddas públcas e nas despesas e melhoram a capacdade de sustentação das ncatvas no sentdo da redução da pobreza. 4

7 Quadro 2. Prncípos orentadores da partcpação na estratéga para a redução da pobreza Sentdo de propredade pela nação: o empenho e a lderança do governo e um amplosentdo de propredade pela naconal são mprescndíves para a efetva formulação e mplementação de estratégas de redução da pobreza. Transparênca: a transparênca do processo de consultas e seus resultados nos níves naconal e local de governo reforça a confança, o sentdo de propredade e o apoo da socedade cvl e de outros nteressados. Inclusão: o processo da ERP será mas efetvo se forem aprovetados o conhecmento e a experênca de uma sére de nteressados, entre os quas os grupos pobres e vulneráves e, em especal, as mulheres, e se suas perspectvas forem sstematcamente ncorporadas à elaboração e à mplementação da estratéga de redução da pobreza no país. Vabldade: é essencal que os processos partcpatvos aprovetem até onde for possível os sstemas polítcos e de governo exstentes. Sustentabldade: as probabldades de nsttuconalzação e sustentação são maores quando os processos partcpatvos aprovetam mecansmos exstentes. Da mesma forma, a probabldade de adoção de reformas polítcas é maor quando elas forem consubstancadas e condzentes com um entendmento comum da pobreza e das suas causas. Aperfeçoamento contínuo: o processo de ERP é um exercíco teratvo de partcpação, reação, planejamento, mplementação e avalação, fundamentado em metas e ndcadores estabelecdos. Processos partcpatvos peródcos podem desempenhar um papel fundamento no aperfeçoamento contínuo da formulação e mplementação de meddas públcas para reduzr a pobreza. Orentação por resultados: os processos partcpatvos para a elaboração da ERP podem ser concebdos e aplcados segundo um crtéro de resultados específcos (para preencher hatos crítcos de nformação ou envolver grupos específcos que anterormente não estavam em condções de contrbur). Isto propcará uma nformação mas focalzada para o planejamento e a mplementação de estratégas de redução da pobreza. 1.3 Estrutura para a partcpação A partcpação no nível de macroplanejamento e formulação de polítcas para a redução da pobreza abrange três elementos: grupos de nteressados, processos governamentas e abordagens partcpatvas que vnculem os nteressados e os processos governamentas (ver Fgura 1). A varação de contextos naconas mpede a exstênca de uma fórmula únca para a partcpação na estratéga de redução da pobreza; mas, de modo geral, o processo partcpatvo pode procurar: aprovetar e melhorar, em vez de substtur, processos exstentes de partcpação e representação. Isto evta a cração de estruturas paralelas e faz com que as opnões de assembléas locas e naconas eletas e os resultados de processos partcpatvos anterores façam parte da formulação da ERP; envolver os prncpas nteressados no processo decsóro (em vez de uma smples confrmação e dvulgação) ao máxmo possível no respectvo país; preparar um plano estruturado de partcpação, em lugar de exercícos ad hoc de confrmação num processo aberto; 5

8 abordar confltos de nteresse e questões de permuta, em vez de complar uma lsta de asprações para cada grupo de nteressados; e permtr a partcpação na mplementação e no montoramento de estratégas para a redução da pobreza, e não apenas na sua formulação. São processos essencas o traçado do perfl de pobreza, a fxação de prordades para a redução da pobreza ou a estratéga naconal de desenvolvmento, a preparação de meddas públcas, os processos de alocação de recursos/preparação do orçamento e o montoramento da pobreza, da despesa públca e da prestação de servços nos níves local e naconal. Dagrama 1: Partcpação em processos governamentas Grupos de nteresse Abordagens partcpatvas Processos governamentas Públco em geral Grupos pobres e vulneráves Socedade cvl organzada Setor prvado Governo Assembléas representatvas/ Parlamentos Doadores Formulação da ERP Avalação Desenho Implementação da ERP Revsões setoras Planejamento local Alocação de recursos Implementação de programas Montoramento da ERP Elementos dos processos partcpatvos Dvulgação de nformação Pesqusa partcpatva, ou seja, percepções dos pobres Consultas nformas e estruturadas Formação de comssões e grupos de trabalho Integração com processos polítcos de doadores Embora os aspectos específcos do processo varem em dferentes países, as fases essencas da estratéga de redução da pobreza são: um nventáro, ou aferção da stuação atual; a preparação de um DERP prelmnar; a formulação ou o fortalecmento de uma estratéga de redução da pobreza e a obtenção de sua aprovação por meo de mecansmos formas de governo; e a nsttuconalzação da partcpação. As próxmas seções deste capítulo consderarão cada uma dessas fases. 6

9 1.4 Tpologas de países Dferentes países estarão em dferentes fases de partcpação e cada um deles terá o seu própro ponto de partda e a sua combnação de abordagens partcpatvas. Para fns de clareza da dscussão que se segue, desenvolveram-se três tpologas de países, representatvas de categoras geras: Varável País Tpo 1 País Tpo 2 País Tpo 3 Processo naconal de desenvolvmento Enfoque de pobreza desenvolvdo Enfoque de pobreza lmtado ou nexstente Sentdo lmtado de propredade pela nação Socedade cvl Socedade cvl organzada Certa organzação da socedade cvl Organzação lmtada da socedade cvl Partcpação Partcpação frequente da nação nos processos de governo Partcpação naconal lmtada em áreas de enfoque Pouca experênca de partcpação Capacdade de organzar a partcpação Exste capacdade Exste capacdade, mas é subutlzada Capacdade lmtada Na Nota Técnca 3 consta uma tabela com maores detalhes sobre esta tpologa, com sugestões de métodos e possíves resultados em cada fase, para cada tpo de país. 1.5 Obstáculos à partcpação Embora o conceto de partcpação possa parecer smples, não é o que ocorre com sua aplcação prátca. É prudente reconhecer, desde o níco, alguns dos obstáculos que podem surgr, entre os quas: a cração de processos partcpatvos paralelos, não ntegrados com as estruturas socas e polítcas exstentes; lmtado grau de confança, confltos de nteresse e dferentes poderes de negocação entre grupos de nteressados, resultando na desorganzação do processo e em abusos de confança; dstntas percepções de dferentes nteressados a respeto do processo partcpatvo, da pobreza e da mportânca dos esforços para reduz-la; expectatvas exageradas de alguns nteressados a respeto dos resultados do processo partcpatvo; ntercâmbo de nformação nsufcente entre partcpantes do processo; processos de partcpação mal planejados, carentes de conclusão defnda e com orçamento pouco realsta, ou resultante de um esforço smbólco dos organzadores; falta de vontade polítca dos agentes de governo no sentdo de permtr uma partcpação ampla, motvada pelo temor de perder nfluênca ou poder; lmtação de tempo, capacdade e recursos; 7

10 fatga de consulta. Na Nota Técnca 4 fgura uma orentação sobre como reconhecer e superar alguns desses obstáculos. 8

11 2. O Começo: como preparar um DERP prelmnar A pedra angular do desenvolvmento de uma estratéga para a redução da pobreza é a formulação de um DERP prelmnar, que nclu uma avalação da stuação atual em cada país e termna com a formulação de um Plano de Ação Partcpatva, a fm de contrbur para que a estratéga seja fnanceramente vável, gerencável e efetva (ver o Quadro segunte). A presente seção trata das atvdades nessa fase ncal. O desenvolvmento de um DERP prelmnar é um requsto do Banco Mundal e do FMI para empréstmos concessonas em todos os países que recebem Assstênca Internaconal de Desenvolvmento. Contudo, o processo decsóro referente à Estratéga para a Redução da Pobreza e à preparação do DERP cabe ao própro pas. Embora o processo de desenvolvmento do DERP-P vare de um país a outro, recomenda-se a realzação de algumas consultas com os nteressados prncpas com vstas a chegar a um consenso sobre os processos partcpatvos para o desenvolvmento da ERP ntegral e sobre o teor da DERP-P. Podem-se extrar exemplos das tpologas acma menconadas. Num País Tpo II em que o desenvolvmento de estratégas naconas de focalzação da pobreza seja lmtado e em que exsta um processo de partcpação ad hoc, o DERP-P pode nclur um exame das lmtações dos processos partcpatvos anterores e um plano para a sua revsão com marcos de referênca para o seu avanço. Num País Tpo III, o DERP-P pode dentfcar nteressados e processos partcpatvos váves, bem como refletr um entendmento comum da pobreza e da stuação atual. Antes de se começar a formular uma estratéga para a redução da pobreza, recomenda-se uma análse do segunte: () Quem são os nteressados prncpas e, em partcular, quas são os grupos organzados exstentes e que não representam a socedade cvl () Quas são, atualmente, o âmbto, a extensão, o nível e a qualdade da partcpação em processos anterores anda vgentes dos governos naconal e local? Exste uma assembléa de representantes em funconamento? () Qual é a capacdade atual para organzar processos partcpatvos? O propósto da avalação em cada país é: () Estabelecer o ponto de partda para a partcpação; e () Determnar um nível vável de partcpação a fm de elaborar um processo de partcpação gerencável e realsta. Três aspectos prncpas merecem toda atenção: prmero, é possível que alguns nteressados encarem com cetcsmo os processos partcpatvos. Para assegurar a legtmdade do empenho, talvez seja necessáro conscentzar autordades do governo, representantes da socedade cvl e o setor prvado, bem como os doadores (nclusve o Banco Mundal e o FMI) a respeto dos benefícos do sentmento depropredade de um processo partcpatvo pela nação. Segundo, é mportante crar um ambente propíco para a partcpação dentro do país. Tercero, é essencal organzar parceras entre o governo e a socedade cvl. 9

12 Elementos de partcpação essencas para um DERP prelmnar 1. Uma ndcação da consulta empreendda na formulação do DERP-P O deal sera que algumas consultas tvessem sdo realzadas a respeto do conteúdo do DERP-P ou que fosse dada uma ndcação a respeto dos recentes processos partcpatvos e de consenso em que se basea o DERP-P. Essas consultas podem ser especfcamente menconadas no documento prelmnar. 2. Uma descrção do estado atual da partcpação no país Essa descrção, acompanhada de exemplos específcos, pode ndcar a stuação real ou potencal da partcpação geral na formulação de estratégas naconas de desenvolvmento. Anexam-se ses perguntas essencas, consderadas útes por algumas equpes naconas. 3. Um plano de partcpação para a preparação do DERP ntegral Este plano geral do processo partcpatvo para o desenvolvmento do DERP ntegral pode basear-se no conhecmento da stuação atual da partcpação no país (ver Quadro 2, acma). O plano pode nclur os seguntes elementos essencas: (I) o rumo proposto para o processo partcpatvo; () os nteressados a serem ncluídos no processo; () a ndcação das metodologas; e (v) os pontos de referênca ndcatvos do progresso no processo partcpatvo. Estes marcos podem ser determnados pelo governo do país. 2.1 Empenho, coordenação e facltação Como prmero passo, é essencal assegurar o empenho do governo no processo e nos resultados da estratéga para a redução da pobreza. Isto pode ser feto medante a facltação, no âmbto do governo, de maor partcpação nas dscussões, a realzação de semnáros e sessões de trenamento para funconáros do governo, a apresentação da ncatva da Estratéga para a Redução da Pobreza de uma forma que aprovete as atuas estruturas polítcas e de governo, processos governamentas e abordagens partcpatvas no país, e a atrbução de ênfase à estratéga naconal, em vez da preparação de um documento. É provável que o empenho do governo seja essencal para a cração de um ambente propíco à partcpação da socedade cvl em processos governamentas. Uma cudadosa coordenação é essencal para o êxto das atvdades de elaboração e formulação da estratéga para a redução da pobreza. O deal sera que o processo fosse orentado, por exemplo, por um grupo de coordenação ou de trabalho, lderado pelo governo e consttuído por representantes governamentas e não-governamentas. A nclusão de uma sére de nteressados, nclusve de mulheres, no níco do processo, reforça o empenho na redução da pobreza e aumenta o sentdo de propredade pela nação. É ndspensável que esse grupo coordenador dsponha de um claro mandato e de atrbuções e responsabldades bem defndas. Esse grupo podera ser um mnstéro central ou estar subordnado a um órgão da lderança polítca, como o gabnete da presdênca. Em certos países, o gabnete ou uma comssão parlamentar pode supervsar a comssão de coordenação. Também é possível que a responsabldade de coordenação seja atrbuída a uma comssão já exstente, que partcpe de processos de redução da pobreza ou organzação da partcpação. Os ntegrantes do grupo de coordenação podem dferr em cada país. Por exemplo: em certos países (como no caso de um País Tpo 1), pode-se estabelecer uma comssão de coordenação 10

13 que nclua representantes dos governos naconal e local, do setor prvado, da socedade cvl, de assembléas de representantes e de doadores a fm de fortalecer a exstente estratéga destnada a reduzr a pobreza (a Nota Técnca 5 examna a estratéga para a redução da pobreza em Uganda). Em outros países (do Tpo 3), um pequeno grupo de trabalho, consttuído prncpalmente por representantes do governo, podera começar a avalação e a defnr o camnho. A segur, este grupo podera ser amplado com a nclusão de maor representação governamental e de doadores, grupos patrocnados pelo Governo, acadêmcos, e personaldades públcas emnentes. A facltação das atvdades no processo partcpatvo também requer os servços ndvduas de homens e mulheres, que são mutas vezes essencas para o êxto. Sugere-se que uma equpe que nclua destacadas autordades do governo, bem como facltadores mparcas e experentes, comprometdos com o processo, supervsone os eventos e atvdades prncpas. É mportante que os representantes dos prncpas grupos de nteressados não só estejam ncluídos nas atvdades partcpatvas, como também contrbuam para as mesmas. Uma equpe de facltação assm organzada poderá dentfcar e convdar nteressados, sabendo quas são os grupos que podem e não podem trabalhar juntos; motvar partcpantes; demonstrar empenho no processo(concentrar as dscussões e permtr que todas opnões sejam externadas; e formar consenso). A Nota Técnca 6 examna esses fatores humanos, mportantes para o êxto da partcpação. 2.2 Inventáro da stuação Antes de se começar a formular uma estratéga de redução da pobreza, é necessáro fazer um levantamento da stuação. São necessáras nformações em três áreas prncpas: Quas são o âmbto, a extensão, o nível e a qualdade da partcpação nos processos dos governos naconal e local? Vde o quadro abaxo. Exste uma assembléa de representantes em funconamento? Quas são os nteressados prncpas e, em partcular, os grupos organzados e não representantes da socedade cvl? Qual é a capacdade para organzar processos partcpatvos? Quadro 3: as dmensões da partcpação Âmbto: a dversdade de processos governamentas de que partcpam dferentes grupos de nteressados Extensão: a dversdade de partcpação dos grupos de nteressados Nível: o nível de operações do governo naconal ou local Qualdade: a ampltude e dversdade das opnões expressas, sua ncorporação na formulação da estratéga, a obtenção de consenso, a formação de parceras para a aplcação da estratéga e o ntercâmbo de nformações entre grupos de nteressados. O grupo de coordenação pode assumr a responsabldade pela condução desse levantamento, possvelmente por meo de um grupo de trabalho ou medante a delegação da tarefa a uma equpe local. É mportante obter a partcpação de uma sére de grupos nteressados governamentas e não-governamentas, a fm de formar consenso quanto ao ponto de partda, ao nível desejado de partcpação vável e ao Plano de Ação Partcpatva ou, pelo menos, verfcar seus resultados. 11

14 O ponto de partda do levantamento vara de um país a outro. Num País Tpo 1, que já dsponha de uma estratéga naconal para a de redução da pobreza e de partcpação em escala naconal, a avalação poderá concentrar-se na partcpação nos níves locas, no fluxo de nformação e nos mecansmos de reação a essas nformações e na partcpação nas atvdades de redução da pobreza. Num País Tpo 3, em que o desenvolvmento de estratégas com vstas a crar um sentdo de propredade e da partcpação pela nação seja lmtado, o levantamento pode concentrar-se na dentfcação de possíves nteressados e de processos váves de partcpação, bem como no fluxo de nformação e nas necessdades de capactação em escala naconal. Avalação do estado atual da partcpação A partcpação nas atvdades de redução da pobreza em um país pode requerer grande número de grupos nteressados nteragndo para nfluencar uma ampla gama de processos governamentas. Nem todas essas nterações são gualmente mportantes ou váves, dadas as lmtações de recursos, de capacdade e, mutas vezes, de tempo dsponível para preparar uma estratéga com vstas à redução da pobreza. Uma avalação da stuação atual de um país ajuda a dentfcar o âmbto, a extensão e o nível de partcpação que poderam estar envolvdos na formulação ou no fortalecmento de uma estratéga de redução da pobreza. Portanto, um ponto de partda consste em responder à segunte pergunta: onde nos encontramos agora?, no que se refere à partcpação em processos governamentas já exstentes no país. Cada país vara quanto à sua stuação de partcpação atual. As dferenças prncpas são exemplfcadas nas tpologas de países (Nota Técnca 2), que ncluem: () A exstênca de planos naconas de desenvolvmento e/ou de estratégas de redução da pobreza () A organzação de grupos da socedade cvl () A extensão, o âmbto, o nível e a qualdade da partcpação em processos governamentas (v) A capacdade exstente de organzar processos partcpatvos. Portanto, pode-se efetuar um levantamento dos processos partcpatvos atuas, do envolvmento de nteressados e da capacdade exstente de organzar processos partcpatvos, a fm de elaborar o processo partcpatvo para a formulação ou o fortalecmento de uma estratéga para a redução da pobreza. A Comssão de Coordenação pode realzar uma avalação, possvelmente por meo de um grupo de trabalho ou da delegação da tarefa a uma equpe local. O envolvmento ou pelo menos a verfcação dos resultados por uma sére de nteressados nos setores governamental e não-governamental é mportante para formar consenso em relação ao ponto de partda, ao nível vável de partcpação desejado e ao Plano de Ação Partcpatva. 12

15 Quadro 4. Indagações para orentar a avalação da stuação atual da partcpação 1. Partcpação na formulação de estratégas para a redução da pobreza ou de estratégas de desenvolvmento naconal: quas são a extensão, o âmbto, o nível e a qualdade dos processos partcpatvos envolvdos na formulação de estratégas prévas para a redução da pobreza ou de estratégas correlatas de desenvolvmento? 2. Partcpação em dagnóstcos da pobreza: exste colaboração na coleta e análse de dados sobre a pobreza? Os pobres partcpam expressando suas percepções, e esta nformação é usada para atualzar o perfl da pobreza e no processo decsóro relatvo à estratéga e às atvdades de redução da pobreza? 3. Partcpação no acompanhamento da pobreza: usam-se abordagens partcpatvas no acompanhamento da pobreza ou na avalação do mpacto de estratégas para a redução da pobreza ou de polítcas e programas correlatos? 4. Partcpação na alocação de recursos/preparação do orçamento: qual é o grau de partcpação na determnação de prordades, na alocação de recursos e no acompanhamento, tanto no governo (naconal e local) como fora dele (socedade cvl, setor prvado, doadores e o públco)? 5. Reconhecmento da partcpação: a partcpação está nsttuconalzada ou é freqüentemente empregada no desenvolvmento de polítcas, na elaboração e mplementação de programas e na alocação de recursos, em escala naconal ou local? 6. Informação sobre polítcas e programas de redução da pobreza: até que ponto e de que modo os membros do governo e da socedade são nformados sobre estratégas governamentas para a redução da pobreza ou polítcas e programas correlatos? Um nstrumento útl para resumr a partcpação atual de grupos de nteressados prncpas consta da Fgura 2, que mostra a partcpação de nteressados na formulação de um plano naconal de desenvolvmento prévo de um País Tpo 1. Para maores nformações sobre a aferção da partcpação atual de nteressados, ver a Nota Técnca 8. 13

16 Dagrama 2: Mapeamento da stuação dos processos partcpatvos Este dagrama mostra a partcpação utlzada por um País Tpo 1 na formulação de um plano naconal de desenvolvmento anteror. Grupos de nteressados em escala naconal Governo Formulação da ERP ou do Plano Naconal de Desenvolvmento Planejamento Determnação de Seleção de prordades meddas públcas Assembléas representantes Públco em geral de Grupos pobres e vulneráves Socedade cvl organzada Setor prvado Doadores e IFI Partcpação sgnfcatva Partcpação moderada a fraca Sem partcpação O aumento da partcpação no planejamento podera ser alcançado por grupos de trabalho nternsttuconas e de uma comssão coordenadora amplamente representatva. O envolvmento do setor prvado podera ser melhorado por meo de convtes para consultas regonas e naconas. As nformações ao públco comeram ser melhoradas. Fnalmente, o uso dos resultados das Avalações Partcpatvas da Pobreza (APPs) podera ntensfcar a ncorporação das perspectvas dos pobres ao processo. Identfcação dos nteressados prncpas A atualzação ou a realzação de uma nova análse de nteressados dentfcará os grupos prncpas que serão afetados pela estratéga para a redução da pobreza, bem como os que podem ser ncluídos na sua formulação. De modo geral, a análse de nteressados abrange três etapas: dentfcação dos grupos prncpas de nteressados, determnação da sua mportânca e nfluênca e seleção da sua representação (ver a Nota Técnca 9). A dentfcação dos nteressados pode começar com uma smples relação de grupos de nteressados exstentes (ver Quadro 5) e a verfcação da sua organzação em grupos ou da sua adequada representação por entdades exstentes. 14

17 Essa lsta pode então ser analsada, a fm de verfcar os nteressados que estão atualmente ncluídos em processos governamentas e os que estão excluídos dos mesmos. No que dz respeto aos grupos excluídos ou aos que estão tecncamente ncluídos mas não partcpam, talvez se justfque um exame dos obstáculos exstentes. (Por exemplo: em mutos países, é comum que as mulheres não partcpem nteramente de reunões públcas. Ver a Nota Técnca 10 e o capítulo sobre gênero). A Nota Técnca 9 nclu uma tabela que pode ser usada para ajudar a determnar a mportânca e a nfluênca de grupos de nteressados, de modo a reservar um lugar para os grupos aproprados no processo partcpatvo. Em geral, a nclusão de todos os grupos é nvável, sendo necessáro proceder a uma seleção baseada no seu possível âmbto. A escolha dos grupos pode varar de um país a outro. Pode ser útl para combnar áreas prortáras de redução da pobreza por exemplo, a saúde materno-nfantl com a especalzação e a atenção dos nteressados por exemplo, o Mnstéro da Saúde e organzações nãogovernamentas de prestação de servços de saúde. Outro método consste em concentrar-se em níves ou áreas em que ocorrem hatos de partcpação. Por exemplo: alguns países podem concentrar-se nos níves locas quando já exstrem processos partcpatvos naconas (por exemplo, Países Tpo 1), ao passo que, em outros países com lmtada experênca de partcpação, cumprra chegar a um acordo quanto aos nteressados prncpas em escala naconal (por exemplo, Países Tpo 3). Uma vez ncluídos e dentfcados os grupos, cumpre seleconar seus representantes de preferênca, por meo dos própros grupos nteressados. Na Nota Técnca 9 fguram sugestões sobre a seleção de representantes aproprados. Quadro 5. Grupos prncpas de nteressados Públco em geral: aqueles que são dreta ou ndretamente afetados por ncatvas de redução da pobreza (grupos de mulheres, ndvíduos e famílas, grupos ndígenas, grupos relgosos) Governo: funconáros públcos dos mnstéros centras, outros mnstéros, gabnetes Assembléas de representantes: órgãos governamentas eletos (parlamento, assembléas naconas e locas, assembléas dstrtas e muncpas, conselhos eletos, líderes comuntáros eletos) Organzações da socedade cvl: redes, ONG naconas e nternaconas, organzações de base, câmaras de comérco, nsttutos de pesqusa e desenvolvmento de polítcas, órgãos de mprensa, organzações comuntáras, sndcatos e assocações e nsttuções acadêmcas Setor prvado: federações representantes de grupos do setor prvado, assocações de profssonas Doadores e nsttuções fnanceras nternaconas Aferção da capacdade de partcpação Uma aferção da capacdade atual do país de organzar o processo partcpatvo para uma estratéga de redução da pobreza deve nclur necessaramente a consderação da capacdade humana e dos recursos fnanceros. Além da capacdade organzaconal, também é necessára a capacdade de manter um dálogo construtvo nos níves naconal e local. No nível de governo, talvez seja requerda a 15

18 capacdade de organzar e admnstrar o processo, bem como de negocar com grupos nteressados. No nível da socedade cvl e do setor prvado, talvez haja necessdade de aptdões para analsar as nformações dsponíves, dscutr e apresentar pontos de vsta de forma estratégca, dvulgar nformações e entender processos governamentas. Tal como ocorre com outras partes da avalação, esta análse revelará dferentes necessdades em dferentes países. Em alguns países (Tpo 1), pode exstr alta capacdade em escala naconal, mas pode ser necessáro fortalecer a capacdade local ou vncular os níves local e naconal. Em outros (Tpo 3), a capacdade pode ser lmtada e poderá exstr necessdade de assstênca externa até que a capacdade local seja formada. É possível dentfcar recursos fnanceros que possam ser dedcados ao processo partcpatvo. As possíves fontes ncluem: processos partcpatvos nternos exstentes, relaconados com a pobreza [o atual processo de formulação de estratégas de redução da pobreza, grupos de trabalho setoras, processos partcpatvos de estrutura de despesa a médo prazo (EDMP)]; processos exstentes fnancados com fundos externos (tas como o processo Vson 2025/2020 do PNUD e avalações de países da UNDGO); fundos governamentas; e doadores, fundações e fontes externas. 2.3 Determnação de prordades de partcpação Concluída a avalação ncal, o grupo coordenador pode usar as nformações para ajudar a formular o Plano de Ação Partcpatva e estabelecer prordades a fm de determnar os enfoques partcpatvos e o envolvmento dos nteressados. O objetvo é preparar um plano que assegure que as necessdades dos pobres estejam representadas e que os nteressados prncpas dsponham de um foro para expressar suas opnões num nível economcamente vável e exeqüível do cenáro nsttuconal exstente. Esta seção relacona as varáves que habltam a Comssão de Coordenação ou outros grupos a seleconar os processos partcpatvos essencas ou os vínculos a serem focalzados em cada fase da formulação da estratéga para a redução da pobreza; também proporcona orentação para o cálculo dos custos do processo. No processo de estabelecmento de prordades, lmtações fnanceras, de tempo e de capacdade forçarão a realzação de permutas. As perguntas acma ndcadas e as Notas Técncas 8 e 9 podem ajudar a orentar os responsáves pelo processo decsóro na escolha das abordagens partcpatvas adequadas. Varáves para o estabelecmento de prordades As varáves seguntes ajudam a defnr o âmbto, a extensão e o nível de uma partcpação vável: a extensão da partcpação nos esforços de redução da pobreza e da sua descentralzação (ver o Quadro 5) a compreensão da pobreza no nível de país (ver o capítulo sobre dagnóstco da pobreza) a extensão da partcpação no acompanhamento de meddas e dspêndos públcos 16

19 processo de formulação, mplementação e acompanhamento da estratéga de redução da pobreza em escala naconal atuas esforços de doadores, em matéra de redução da pobreza e partcpação. Quadro 6. Classfcação das prordades do processo de partcpação 1. Se houver poucos dados sobre a pobreza, a coleta de dados para sua defnção é essencal. Nesse caso, a consulta com os pobres consttura uma prordade. 2. Se exstr um perfl da pobreza, será necessáro compartlhar nformações e chegar a um consenso sobre a compreensão de pobreza. 3. Vem a segur a determnação das prordades para reduzr a pobreza. A partcpação neste exercíco reforça o empenho em reduzr a pobreza. 4. A prordade segunte é a formulação da estratéga de mplementação e montoramento para a redução da pobreza. 5. A fase fnal consste em nsttuconalzar a partcpação na mplementação, nas decsões em matéra de orçamento e no montoramento da redução da pobreza. Grau de partcpação na determnação de prordades e na formulação dos processos de mplementação e de alocação de recursos/preparação do orçamento. Isto nclu: Os enfoques partcpatvos usados no âmbto do governo (ntensdade e extensão) A ampltude da dvulgação de nformações e das consultas entre o governo e a socedade cvl (descentralzadas ou apenas em escala naconal) O grau em que o governo compartlha nformações com os cdadãos A receptvdade do governo às opnões dos cdadãos O tamanho do país e sua dversdade geográfca e socal O período prevsto para a formulação (6 a18 meses). Consderação de custos Os custos vnculados à partcpação dependem dos enfoques partcpatvos prevstos, da capacdade exstente para mplementar o processo e das fontes de fnancamento dsponíves. Na Nota Técnca 11 fguram nformações sobre partcpação nos custos e nclu os custos aproxmados de dferentes processos partcpatvos. A partcpação tem mplcações de custo nas seguntes áreas essencas: () Coordenação do processo () Avalação e formulação do processo () Abordagens partcpatvas conducentes a dagnóstcos mas abrangentes da pobreza e a consultas com os pobres (ver o capítulo sobre dagnóstco da pobreza) (v) Abordagens partcpatvas de nclusão da socedade cvl que propcam dscussões sobre determnação de prordades e opções de ação públca (p. ex., consultas e semnáros nos níves naconal e local e formação de consenso (v) Mecansmos para o ntercâmbo de nformações (ver as Seções 3.4 e 3.5) Os custos do processo partcpatvo serão dferentes em cada país. Por exemplo: é provável que num País Tpo 1, os custos adconas vnculados à formulação de uma estratéga para a redução da pobreza sejam relatvamente baxos, ao passo que os Países Tpo 3, com lmtada capacdade e experênca de partcpação, provavelmente verfcarão que os custos são maores. 17

20 Para mnmzar os custos, os organzadores podem trabalhar em estreta colaboração com redes exstentes (governo e socedade cvl) e com nsttuções acadêmcas e outras entdades para dentfcar a especalzação local (profssonal e nsttuconal), partcularmente no níco da formulação da ERP (ver a Lsta de Recursos). Os organzadores também podem aprovetar a especalzação e os recursos fnanceros de fundações e doadores externos. Sua nclusão na dscussão dos processos partcpatvos de formulação de uma estratéga para a redução da pobreza pode reduzr os custos para o governo. Por exemplo: se dos ou três doadores concordarem em trabalhar em conjunto com o governo, eles poderão compartlhar os custos e, possvelmente, amplar o âmbto do processo partcpatvo. 2.4 Elaboração de um plano de ação partcpatva O Plano de Ação Partcpatva detalha métodos específcos para fortalecer a partcpação medante um processo que evolu do ponto de partda para um nível vável de partcpação, meddo por marcos de progresso. O Plano vncula grupos específcos de nteressados a métodos específcos de partcpação numa seqüênca de ação que se desenvolve ao longo de determnado cronograma. O Quadro 7 mostra os elementos comuns de um Plano de Ação Partcpatva. Quando possível, a elaboração do Plano de Ação Partcpatva admte a partcpação de dferentes grupos de nteressados. Caso contráro, pode-se chegar, dentro do máxmo possível, a um consenso amplo sobre o Plano. Dependendo da stuação do país, a elaboração detalhada do processo de partcpação para a formulação ou o fortalecmento de uma estratéga para a redução da pobreza pode ser ncluída no DERP-P ou completada mas tarde, antes de se começar a formular ntegralmente a estratéga para a redução da pobreza. Este últmo caso provavelmente ocorrera num País Tpo 3, em que a partcpação não exsta como norma. 18

21 Quadro 7. Elementos comuns de um plano de ação partcpatva Os objetvos do processo partcpatvo no contexto da ERP e o ponto de partda no país (por exemplo, partcpação da socedade cvl em escala naconal e entendmento das opções prncpas de ação públca) Meddas nsttuconas para coordenar e facltar a formulação da ERP Os grupos prncpas de nteressados a serem chamados e o propósto da sua partcpação Enfoques partcpatvos, nclusve métodos específcos, a serem usados para envolver os nteressados Os pontos de referênca para a aferção do progresso de processos partcpatvos O desenvolvmento de capacdade requerdo para organzar e fortalecer o processo partcpatvo Implcações de custo Desenvolvmento de capacdade naconal e local Com base na aferção de capacdade acma ctada e nas abordagens partcpatvas essencas a serem adotadas, os organzadores podem dentfcar os mecansmos para o desenvolvmento de capacdades. A capacdade de organzar o processo e de possbltar a ocorrênca de um dálogo construtvo tanto nformado quanto nstruttvo é muto mportante. A capacdade é necessára tanto a curto prazo, para formular a estratéga para a redução da pobreza, como a prazo mas longo, para nsttuconalzar a partcpação. Teorcamente, o desenvolvmento de capacdade para as necessdades a curto prazo satsfara as demandas a prazo mas longo (ver a Nota Técnca 12). Em geral, a utlzação da especalzação local exstente e de redes para a partcpação em grupos de coordenação, para facltar a consulta local e naconal e para dvulgar nformações não só permte o desenvolvmento de capacdades n stu como também reduz os custos. As áreas geras de desenvolvmento de capacdade podem nclur uma avalação dos nteressados e da partcpação. A gestão de processos partcpatvos, moblzação e motvação; o uso de métodos partcpatvos para dagnóstcos da pobreza (ver o capítulo Dagnóstcos da Pobreza); a facltação (são necessáros facltadores de ambos os sexos); habldades de promoção; ntercâmbo de nformações; negocação; e capacdade de preparação de documentos Especfcação das atvdades partcpatvas Os organzadores podem seleconar métodos ou atvdades partcpatvas específcas para obter a partcpação de grupos de nteressados (ver a Seção Formulação da estratéga para a redução da pobreza ). Uma forma de dentfcar essas atvdades consste em relaconar grupos de nteressados e seleconar as atvdades que possam ser mas efetvas para nserr suas opnões no dálogo (ver a Nota Técnca 13). Países com pouca experênca em processos partcpatvos necesstarão de certa orentação externa. A revsão ou o 19

22 fortalecmento de uma estratéga para a redução da pobreza envolvera semnáros de consulta em escala naconal, a dvulgação de nformações, consultas no nível local e o uso das nformações obtdas medante consultas aos pobres. Países mas experentes terão menos necessdade de orentação externa. O Plano de Ação Partcpatva concentrar-se-a na facltação ncal proporconada pelo Banco Mundal e pelo FMI para promover o empenho no país; no estabelecmento de grupos de coordenação e de trabalho; no trenamento; numa aferção partcpatva da pobreza; e numa campanha de nformações ao públco. Estabelecmento de marcos de progresso Cada país pode estabelecer marcos ndcatvos de progresso para completar o Plano de Ação Partcpatva e fortalecer a partcpação. A Nota Técnca 14 refere-se a esses possíves pontos de referênca para cada um dos três tpos de países. 20

23 3. Formulação Integral da Estratéga para a Redução da Pobreza Esta seção focalza cnco áreas que podem ser essencas para processos partcpatvos de formulação de estratégas para a redução da pobreza: Intercâmbo de nformações e consultas no âmbto do governo; Partcpação da socedade cvl em escala naconal; Partcpação da socedade cvl no nível local; Intercâmbo de nformações com o públco em geral; e As nformações proporconadas por todos os nteressados. A seção concentra-se no propósto da partcpação, nos prováves nteressados prncpas, nos métodos de obtenção da partcpação e em possíves obstáculos à partcpação em cada área. Dá-se destaque à partcpação nos níves local e naconal. 3.1 Partcpação no âmbto do governo Os processos partcpatvos não ocorrem apenas entre o governo e seus cdadãos. O fluxo de nformações e a consulta nos níves local e naconal de governo, partcularmente a entdades representatvas dos cdadãos, são mportantes na formulação e, especalmente, na mplementação e no montoramento de uma estratéga para a redução da pobreza (ERP). Na maora dos países, há estruturas polítcas e de governo que ncluem a partcpação (ver o capítulo sobre governo e pobreza). Tas estruturas estendem-se desde o nível de governo local até os parlamentos naconas. Contudo, o grau de dscussão e debate a respeto de estratégas e planos de desenvolvmento nessas estruturas vara consderavelmente entre países, dependendo da receptvdade do governo às opnões dos seus cdadãos e da transparênca do processo de governo. Estratégas desenvolvdas por meo de um processo partcpatvo fortalecem os vínculos entre o governo e os cdadãos, promovem o compromsso governamental e geram uma ampla percepção de propredade dentro do país. Estes aspectos aumentam a possbldade de parceras na mplementação e a probabldade de êxto na obtenção dos resultados almejados. A fm de assegurar uma estreta ntegração entre o desenvolvmento de uma ERP e as estruturas polítcas e de governo, poder-se-am consderar os seguntes métodos de nclusão, e os obstáculos à mesma, nos níves local e naconal e entre os dos níves. Nível naconal A nformação e a consulta em escala naconal levam a um empenho dos prncpas mnstéros operaconas no sentdo de ncorporar a redução da pobreza no foco das polítcas e dos programas setoras. A falta de amplas consultas e de dvulgação da ERP pode nbr a mplementação e a consecução das metas. No Quêna, por exemplo, o Plano Naconal de Erradcação da Pobreza fo formulado no Gabnete da Presdênca e, dado o seu mínmo grau de consulta e dvulgação, mnstéros operaconas como o da saúde não se nteraram do Plano e a redução da pobreza não fo a prordade absoluta para o setor. Sugerem-se os seguntes mecansmos: 21

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação Mnstéro da Educação Insttuto Naconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera Cálculo do Conceto Prelmnar de Cursos de Graduação Nota Técnca Nesta nota técnca são descrtos os procedmentos utlzados

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