Rentabilidade e Concentração do Setor Bancário Brasileiro no Período

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Rentabilidade e Concentração do Setor Bancário Brasileiro no Período"

Transcrição

1 1 Retabilidade e Cocetação do Seto Bacáio Basileio o Peíodo Camilo aueto José uis Oeio RESUMO: O pocesso de eestutuação bacáia iiciado a metade dos aos 1990 com os pogamas popostos pelo Goveo Fedeal teve como coseqüêcia as fusões e aquisições (F&As) e cocetação do seto bacáio. O pesete atigo tem po objetivo aalisa se a tedêcia obsevada a década passada aida tem eflexos o seto ete 2002 e 2009, ou seja, se o seto bacáio cotiua se cocetado po meio das fusões e aquisições. Os esultados mostam que o pocesso de cocetação itesificou-se com os maioes bacos sedo os picipais agetes desse pocesso. Além disso, aalisa-se a coelação ete lucatividade e maket-shae o seto bacáio basileio. ABSTRACT: The pocess of cosolidatio of Bazilia bakig secto that begu i the 1990 s with the pogams poposed by the Fedeal Govemet had as its majo cosequece a huge cocetatio of the bakig secto i Bazil. The objective of the peset aticle is to aalyze if the ted obseved i the last decade still have impact ove the bakig secto i Bazil i the peiod , that is, to aalyze if the Bazilia bakig secto is still becomig moe cocetated by meas of Meges ad Acquisitios. The empiical fidigs show that the cocetatio level of Bazilia bakig secto was iceased i the peiod Besides that, it is also aalyzed the elatio betwee pofitability ad maket-shae i the Bazilia bakig secto. Palavas-Chave: Bacos, Cocetação e Pode de Mecado. Key-Wods: Baks, Cocetatio, Maket Powe. ABRI E Ecoomista e bolsista do IPEA-F. Pofesso do epatameto de Ecoomia da Uivesidade de Basília, Pesquisado Nível I do CNPq e ieto da Associação Keyesiaa Basileia.

2 2 1. Itodução Os bacos são itemediáios fiaceios que tem um papel fudametal a ecoomia. Eles são ciadoes ativos de moeda bacáia, ou seja, fiaciam a ecoomia ao estabelece a quatidade de cédito ofetado. O sistema fiaceio passou po iovações tecológicas e eestutuação a pati da década de 1960, o que geou gades impactos picipalmete as fimas bacáias. Com o aumeto da competição ete os bacos, as eceitas sobe as mages de juos dimiuíam geado impactos sobe a estutua bacáia. Paa ameiza essas pedas, os bacos tiveam que ealiza as fusões e aquisições (F&As) cotabalaceado as pedas com a ciação de ecoomias de escala e escopo. O seto bacáio basileio é o picipal epesetate do sistema fiaceio. Com isso, o goveo basileio, visado se adequa ao ovo ceáio iteacioal do sistema fiaceio, tomou medidas e elaboou pogamas de eestutuação do seto bacáio. Pimeiamete, houve a ciação dos bacos múltiplos em 1988 pelo Coselho Moetáio Nacioal. Na seqüêcia, o plao Real foi istituído tazedo a estabilização moetáia paa o país. Etetato, essa estabilização moetáia touxe peda de eceitas, picipalmete eceitas de floatig 1. Isso culmiou com a iteveção do goveo o mecado bacáio po meio da ciação do PROER, PROES e PROEF. Po fim, ocoeu a abetua do seto bacáio ao estabelecimeto de bacos estageios o país, bem como de compas de bacos acioais pelos mesmos. Essas medidas levaam a mudaças a estutua do mecado, ou seja, um pocesso de cocetação bacáia motivada pelas F&As. Este atigo tem po objetivo aalisa o desempeho e o maket-shae dos bacos basileios ete o peíodo de 2002 e O estudo foca medidas de cocetação e lucatividade do seto de foma agegada (cico categoias) e das cico maioes istituições segudo seu ativo o peíodo em aálise. O modelo teóico utilizado paa mosta de que foma a cocetação impacta sobe a lucatividade do seto bacáio é uma vesão do modelo Moti-Klei poposto po Feixas e Rochet (1997). O atigo esta estutuado em quato seções além desta itodução. A pimeia seção mosta a o pocesso de eestutuação do sistema fiaceio iteacioal a década de 1960 cofome o modelo de Moti-Klei. A seguda taz a aálise do seto bacáio acioal com os pogamas e medidas tomadas pelo goveo com o coseqüete impacto sobe o maket-shae dos bacos. A teceia seção aalisa o pocesso de cocetação e lucatividade do seto bacáio acioal o peíodo de 2002 a 2009 além da coelação ete luco e cocetação po meio do modelo poposto o atigo. A última seção é destiada à coclusão do tabalho. 2. Itemediação Fiaceia: o papel dos Bacos Segudo Feixas e Rochet (1997), os bacos podem se vistos como agetes que etêm títulos em seu pode. Eles fazem a captação de depósitos dos agetes e ealizam empéstimos paa os mesmos. Etetato, a fução dos bacos em geal é mais complexa po duas azões: os bacos têm que mate os cotatos em seu pode até que eles expiem e os bacos são tasfomadoes de cotatos fiaceios e títulos. Paa Fama (1980), os bacos ão são apeas itemediáios ete poupadoes e ivestidoes, e sim tasfomadoes de matuidades. Eles ajustam as ecessidades dos depositates com as dos tomadoes po meio da tasfomação de ativos de baixa liquidez e loga matuidade em ativos de alta liquidez e baixa matuidade. Nessa liha de aciocíio, se 1 Floatig iflacioáio são os juos eais egativos pagos pelo excedete dos depósitos à vista emitidos pelos bacos comeciais dividido pelo total dos ecaixes (depositados o Baco Cetal ou matidos as agêcias) (Cyse e Costa, 1996).

3 3 os bacos comeciais ão existissem, mas os mecados fossem eficietes, todos que cotaem empéstimos iicialmete ofeecidos pelos bacos podeiam adquii-los po uma etidade ão bacáia. Segudo a pespectiva de Keyes e dos pós-keyesiaos, os bacos ão são apeas itemediáios fiaceios passivos de ecusos, e sim ciadoes ativos de moeda bacáia. Os bacos, como uma fima com expectativas e motivações pópias, são capazes de cia cédito sem a existêcia pévia de depósitos. A poupaça ão detemia o ivestimeto, sedo que a pefeêcia pela liquidez dos bacos desempeha um papel impotate essa detemiação. As decisões dos bacos depedem de sua pefeêcia pela liquidez, que é depede das decisões descetalizadas e expectativas icetas em elação ao futuo. Os etoos espeados depedem da classe de ativos de acodo com a existêcia de aplicações de difeetes íveis de liquidez e etabilidade e que são combiados de divesas fomas. Potato, os bacos têm o papel de fiacia a ecoomia ao estabelece o volume de cédito ofetado. Moldado pela pefeêcia pela liquidez em decoêcia da iceteza que pemeia o mecado, os bacos escolhem ete cocede empéstimos ou mate a liquidez de seus ativos levado em cota a maximização de lucos sob a foma moetáia. (Paula, 2006). 2.1 Evolução da cocetação bacáia o mudo Até a década de 1970, o seto fiaceio ea pesadamete egulado em todas as ecoomias mudiais. O seto bacáio ea egulado paa evita a ocoêcia de cises sistêmicas 2. Já os outos setoes eam egulados paa aumeta a poteção de ivestidoes e ivestimetos. O caáte itevecioista das egulações depedia de egas pescitivas da supevisão fiaceia que ea a maioia das vezes subodiada ao estado (Cavalho, 2007). Esse sistema de egulação foi esposável pelo sistema fiaceio desde a década de O sistema fiaceio se mateve estável duate cico décadas, mas em cotapatida, o mesmo ea elativamete estagado, já que estava peso às egas do sistema egulatóio. A egulação pudecial ea aticompetitiva e cotibuiu paa o ão estímulo a compotametos iovadoes, mais aiscados, pelo seto bacáio (Cavalho, 2007). Etetato, esse sistema ão supotou a pessões desestabilizadoas que ocoeam a pati da década de As pessões são bem ilustadas a passagem de Cavalho (2005, p.12): Os itesos choques macoecoômicos sofidos a pati da aceleação da iflação ameicaa os aos 1960, como os aumetos de peços das matéias pimas (...) em 1973 e 1979, o colapso do sistema de taxas de câmbio fixas, mas ajustáveis de Betto Woods,ete 1971 e 1973, a adoção de políticas moetáias cotacioistas po paticamete todos os países idustializados o fial daquela década, e os movimetos de desegulação fiaceia doméstica e, posteiomete, de libealização de movimetos iteacioais de capitais, paticulamete o mudo desevolvido, tiveam como esultado o cescimeto damático da volatilidade de peços, taxas de câmbio e taxas de juos em paticamete todo o mudo. A iceteza que ceca tasações fiaceias cesceu de foma aguda foçado as istituições e mecados fiaceios a modificaem suas páticas de modo a pemiti sua adaptação à opeação este quado. Essas pessões desestabilizadoas foam esposáveis pelos movimetos de iovação fiaceia e mudaças a opeação do seto da seguite foma: 2 Etede-se como isco sistêmico como um choque em detemiado seto da ecoomia que veha a se espalha po toda ecoomia podedo leva a ecoomia a um colapso. Os bacos são empesas. As empesas fazem escolhas que esultem em gahos ou essas escolhas podem esulta em pedas (Cavalho, 2005).

4 4 Pocesso amplo de libealização e iovação fiaceia dos itemediáios fiaceios e bacos. esevolvimeto de ivestidoes istitucioais. Aumeto da volatilidade das vaiáveis elativas à atividade fiaceia como taxa de juos e taxa de câmbio. Pecepção do isco itíseco à atividade fiaceia. Um pocesso idepedete que beeficiou o sistema fiaceio foi o desevolvimeto tecológico, mais especificamete as comuicações e a ifomática. Isso touxe divesos gahos paa o sistema fiaceio: Baateameto de opeações, tais como cocessão de empéstimos e captação de depósitos. Ciação de ovas fimas de captação de ecusos que possibilitou ao ivestido divesifica sua cateia de aplicações. Ciação de podutos paa absove e admiista iscos. Ciação de cotatos e seviços específicos paa atede a demadas idividuais dos clietes. Expasão do mecado de títulos. Esses fatoes levaam a uma eestutuação do seto bacáio iicialmete os países desevolvidos, alteado a atueza das opeações bacáias. A maio evidêcia do cescimeto das F&As ocoeu os países desevolvidos com mais itesidade a década de Essa cosolidação bacáia levou à dimiuição do úmeo de istituições causado o pocesso de cocetação, dimiuição do úmeo de tabalhadoes, aumeto das eceitas ãojuos o total das eceitas e declíio das mages dos bacos (Molyeux, 2003). 2.2 Modelo de Baco Moopolista de Moti-Klei. O modelo de Moti-klei paa um baco moopolístico fomulado po Feixas e Rochet (1997) supõe que o ídice de ee 3 é igual ao iveso da elasticidade sob a codição de maximização de luco da fima bacáia. Isso sigifica que quato maio o pode de mecado dos bacos, meo seá a elasticidade de demada de empéstimos e ofeta de depósitos, ou seja, o ídice de ee teá um valo alto. Em cocoêcia pefeita, essas elasticidades seão ifiitas. e acodo com o modelo, o baco se defota com uma demada descedete po empéstimos e uma ofeta ascedete po depósitos. Po coveiêcia, o ), ou seja, as vaiáveis de decisão dos bacos são empéstimos () e depósitos (). Utiliza-se o suposto de que o capital do baco é dado e o luco é defiido pela difeeça ete empéstimos e depósitos, ou seja, o spead bacáio subtaído da fução de custo: modelo usa cuvas de demada e ofeta ivesas (,, 1 C, (1) Ode: 3 O Ídice de ee de Pode de Moopólio foi poposto po Abba ee em Em foma matemática, o ídice é P CMg P ode l vaia de zeo a um. Na empesa competitiva, P=CMg e =0. Quato maio o valo de, maio seá o gau de pode de moopólio.,

5 5 Taxa dada pelo baco cetal paa o mecado itebacáio (detemiada pelo mecado de capitais iteacioal) Coeficiete de depósitos compulsóios dividido pelos depósitos ecolhidos pelo Baco Cetal C, Custo de gestão dos empéstimos e depósitos Paa que os lucos sejam maximizados pela codição de pimeia odem, assumese que a fução luco é côcava. essa foma, temos: ' ' C, 0 e ' ' 1 C, 0 (2) As elasticidades po demada de empéstimos e ofeta de depósitos são da seguite foma: ' 0 e ' 0 (3) A solução ótima é: C ' 1 e 1 C ' 1 (4) essa foma, o lado esquedo da equação (4) é o ídice de ee e o lado dieito da mesma equação epeseta o iveso da elasticidade cofome discutido acima O modelo paa o caso de um oligopólio Uma caacteística impotate do modelo é que ele pode se adaptado paa o caso do mecado oligopolista com N fimas. Essa adaptação epeseta melho a ealidade dos bacos atuado a ecoomia. Maximizado a fução luco dos bacos pelos paâmetos de depósitos e empéstimos das N fimas, segudo um equilíbio de Couot, o esultado mosta que a úica difeeça paa o caso do mecado com apeas uma fima é que agoa as elasticidades ivesas são multiplicadas pelo úmeo de fimas. Segudo o modelo paa o caso do oligopólio, existem N bacos idexados de 1,..., N. Supõe-se que a fução custo dos bacos é a mesma, ou seja, liea paa facilita a aálise: C,, 1,..., N (5) Ode os custos magiais de itemediação são costates: ' C e ' C (6)

6 6 O equilíbio de Couot paa o seto bacáio supõe que ao maximiza cada baco, tomado o volume de depósitos e empéstimos dos outos bacos como dados. essa foma, paa cada,,, esolve: m m m m C, 1 max (7) O equilíbio ocoe quado os bacos ajustam os empéstimos e depósitos: N e N (8) A codição de pimeia odem é: 0 i N e 0 1 ' N (9) As codições podem se escitas da seguite foma: 1 N e 1 1 N (10) essa foma, segudo a equação acima, a úica difeeça paa o modelo oigial é que as elasticidades são multiplicadas pelo úmeo de fimas. Quado N tede ao ifiito, o mecado é caacteizado po uma cocoêcia pefeita, equato que se N fo igual a um, o mecado seá moopolista. 2.3 Vaiáveis iflueciadas pela cocetação bacáia e acodo com o modelo de Moti-Klei paa o caso do oligopólio, a dimiuição do úmeo de fimas iá iduzi um aumeto da cocetação bacáia. Isso impacta de divesas maeias sobe a foma como os bacos e os agetes ião aloca seus ecusos. O aumeto do úmeo de fimas dimiui o ídice de ee causado impactos egativos sobe o pode de mecado dos bacos a detemiação das taxas de juos de demada de empéstimos e ofeta de depósitos. Uma seguda categoia de vaiáveis são as taxas de juos de demada po empéstimos e a taxa de juos da ofeta de depósitos. A difeeça ete o valo pago paa os depositáios meos valo ecebido pela cocessão de empéstimos é a magem de gaho dos bacos ou spead bacáio. Quato maio o pode de mecado dos bacos, ou seja, maio o ídice de ee, meo seá a elasticidade de demada po empéstimos e ofeta de depósitos de foma que os bacos podem aumeta suas mages, ou seja, seus lucos. Uma teceia vaiate é que se os mecados de empéstimos e depósitos fossem idepedetes, os efeitos sobe os empéstimos pela imposição de um limite máximo paa depósitos depedeão das popiedades da fução de custo dos bacos. Se essas fuções de custos são sepaadas paa depósitos e empéstimos, a fixação de peços paa empéstimos é idepedete dos tipos de depósitos. Etetato, se as fuções de custo foem depedetes, a

7 7 detemiação da taxa de empéstimo depedeá da detemiação das taxas paa depósitos e vice-vesa. Se os custos de gestão sofem aumeto, a escolha ótima de depósitos depedeá das caacteísticas do mecado de empéstimos e vice-vesa. Po último, a taxa de juos moetáia também pode explica o spead bacáio. Isso ocoe pelo fato da sesibilidade das taxas de empéstimos e depósitos seem detemiadas pelo úmeo de fimas o mecado e po essa taxa de juos moetáia. Etetato, essa taxa é exógea aos bacos, ou seja, ela é cosideada pelos mesmos como dada. O esposável po sua fixação é o Baco Cetal, o qual estabelece seu valo de acodo com suas estatégias de política moetáia. 3. esevolvimeto do sistema bacáio basileio ete 1988 e 2003 Em 1988, as esoluções e foam um maco a abetua do sistema fiaceio e cosideadas como uma vedadeia efoma istitucioal. Ete 1964 e 1988, as opeações dos bacos eam limitadas, mas com a itodução dessas esoluções em 1988, a autoidade moetáia autoizou a costituição de bacos múltiplos. essa foma, as istituições foam autoizadas a opea em todos os seviços fiaceios (Satos, 2006). uate a década de 1980 e iício da década de 1990, o país sofeu com istabilidades macoecoômicas que levaam a um baixo cescimeto ecoômico e pesistete iflação. Esses fatoes causaam desmoetização da ecoomia que culmiou com colapso do sistema fiaceio. Os bacos, até a itodução do plao eal, geavam uma pate cosideável de suas eceitas via gahos iflacioáios, ou seja, eceitas de floatig. Isso compometeu a cocessão de cédito pelos bacos já que o isco em cocede cédito ea maio do que o isco com a obteção de eceitas po floatig. Uma das coseqüêcias dessa estutua de fucioameto foi que os bacos deixaam em segudo plao questões elacioadas à estutua de custos e eficiêcia podutiva. Etetato, com a abetua ecoômica, em 1990, e a ciação do plao eal, em 1994, a iflação foi cotolada e isso geou uma maio estabilidade ecoômica. essa foma, foi ecessáia uma eestutuação do sistema bacáio po motivos como: emoetização da ecoomia que elevou o edimeto eal e a demada po cédito e, picipalmete, pela peda das eceitas iflacioáias como fote de eceita opeacioal. Cofome a tabela 3.1, as eceitas iflacioáias, que epesetaam 4% do PIB ete 1990 e 1993, chegaam a quase zeo em Tabela 3.1 Receita iflacioáia dos bacos (%) a 1995 Receitas iflacioáias em elação Receitas iflacioáias em elação à Ao ao PIB podução ,0 35, ,8 41, ,0 41, ,3 35, ,0 20, ,1 0,6 Fote: IBGE (1997:44-46) Ete 1994 e 1995, os bacos aumetaam a cocessão de cédito paa cosumo visado coquista mecado. Etetato, a cise Mexicaa o fial de 1994 e o desequilíbio o balaço de pagametos fizeam com que o goveo cotaísse a política moetáia. O ecolhimeto compulsóio paa cocessão de empéstimos pelos bacos foi elevado

8 8 jutamete com elevação da taxa básica de juos pela autoidade moetáia. Isso levou à cotação da atividade ecoômica e ao cescimeto da iadimplêcia bacáia pelo fato dos bacos teem,em um pimeio mometo, expadido a cocessão de cédito ao cosumido. A coseqüêcia dessa desestabilização foi a ocoêcia dos pimeios idícios de falêcias bacáias. (Feitas, 2008). Os pequeos bacos foam os pimeios a seem atigidos pela cise, o que causou o fechameto de váios deles, mas sem leva a isco sistêmico. Isso ocoeu, pois eles possuíam uma estutua de ativos meos divesificados e meoes mages paa absove o aumeto da iadimplêcia quato à cocessão de cédito. Etetato, as medidas paa cotola cédito e o cotole de isco tiveam coseqüêcia sobe o balaço de pagametos picipalmete dos bacos vaejistas. A pimeia medida do Baco Cetal foi tomada quado o baco Ecoômico e o baco Nacioal se defotaam com poblemas de liquidez e sofeam iteveção da autoidade moetáia. Essa medida povocou iseguaça quato à solidez do sistema bacáio, o que aumetou o isco. essa foma, os bacos deficitáios ecotaam poblemas paa obte fiaciameto em decoêcia do empoçameto pela liquidez 4 (Rocha, 2001). As istituições bacáias possuem a caacteística de seem fimas que ao faliem geam isco sistêmico e colapso a atividade ecoômica. essa foma, elas possuem gade apoio goveametal. O goveo, ao costata a emiete situação de isolvêcia de divesos bacos, cocluiu que a solução imediata paa o sistema fiaceio seia a liquidação e iteveção essas istituições poblemáticas. Com isso, o Coselho Moetáio Nacioal (CMN) e o Baco Cetal tomaam medidas (quado 3.1) o setido de fotalece e eestutua o sistema bacáio. Quado 3.1 Medidas povisóias e esoluções Medidas tomadas pelo Baco Cetal e Coselho Moetáio Nacioal (CMN) Medida Povisóia Ciam-se icetivos fiscais paa a icopoação de istituições fiaceias. Bacos isolvetes passam a se adquiidos po outas istituições. Medida Povisóia Amplia pode do BACEN as istituições com poblema de liquidez com ituito de toma ações pevetivas que saeiam o sistema fiaceio. Essa medida toou-se a lei de 1997: cabe ao BACEN desapopia ações de cotoladoes de istituições com poblemas de liquidez e efetua sua veda po ofeta pública, caso os cotoladoes ão aceitem suas ecomedações. Resolução Istitui o PROER. Resolução Regulameta o FGC. Resolução Aumeta o capital míimo paa abetua de ovos bacos. Os bacos estageios foam libeados da exigêcia de capital míimo maio ao se istalaem em teitóio acioal se compaados ao capital míimo paa a abetua de um baco acioal. Fote: Puga (1999) e Rocha (2001). 3.1 O PROER O PROER (Pogama de Estímulo à Reestutuação e ao Fotalecimeto do Sistema Fiaceio Nacioal) foi elaboado como a pimeia medida com impacto o seto bacáio após itodução do plao eal. O pogama se baseou em dois picípios geais: estabilidade do sistema de pagametos po meio de gaatia dos depósitos dos aplicadoes e pealização dos bacos geidos icoetamete (faudes, gestão isatisfatóia, ativos de baixa qualidade, etc) com a tasfeêcia acioáia dos mesmos ao seem ampaados pelo pogama. O PROER saeava os bacos com poblemas de liquidez paa em seguida faze a 4 Os bacos múltiplos pivados faziam uso de opeações itefiaceias compomissadas como caal impotate de aplicação. Etetato, com a iteveção do Baco Cetal citada acima, os bacos múltiplos deixaam de faze tasações de ecusos o itebacáio. essa foma, o saeameto de toca de esevas deto desse subseto ficou caacteizado como empoçameto pela liquidez (Paula et al., 2001).

9 9 tasfeêcia acioáia deles paa outas istituições fiaceias. essa foma, o pogama pesevava a exigibilidade dos depósitos bacáios a qualque tempo (ve quado 3.2). Quado 3.2 Fusões e aquisições com icetivo do PROER Istituição vedida Istituição compadoa Publicação o diáio oficial da uião Baco Nacioal Uibaco Baco Ecoômico Baco Excel Baco Mecatil Baco Rual Baco Baote Baco Badeiates Baco Matielli Baco Potual Baco Uited Baco Atôio de Queioz Baco Bameidus do Basil HSBC Fote: Puga (1999). Segudo Goçalves (2004), dete as caacteísticas do PROER destacam-se: A etada o pogama ocoia mediate estudo de caso a caso pelo Baco Cetal. Mauteção da exigibilidade dos depósitos com a tasfeêcia dos bacos poblemáticos paa o baco adquiete. Istituição do FGC (Fudo Gaatido de Cédito) e agêcia basileia de seguo de depósitos. Po fim, o PROER beeficiou de foma dieta as F&As. No plao eal, 104 istituições sofeam alguma foma de iteveção, sedo que váias delas com ecusos do pogama. Esses ecusos eam poveietes de esevas compulsóias matidas pelo Baco Cetal,ão causado impactos sobe o oçameto fiscal da uião. 3.2 O PROES O PROES (Pogama de Icetivo à Redução do Seto Público Estadual a Atividade Bacáia) tiha po objetivo eduzi a paticipação dos bacos estaduais o sistema bacáio. A idéia ea eduzi ao máximo a peseça de istituições fiaceias cotoladas po goveos estaduais. Esses bacos já sofiam poblemas de liquidez mesmo ates do fim das eceitas de floatig po cocedeem empéstimos a goveos estaduais. Esses empéstimos, muitas vezes, ocoiam sem qualque gaatia, o que toava esses bacos iadimpletes. Isso efaquecia os bacos estaduais e dimiuía a eficiêcia do cédito cocedido po eles. essa foma, ea impotate eduzi sua paticipação o sistema bacáio acioal deto de um cotexto de ajuste fiscal dos estados e eestutuação da dívida pública (Feitas, 2008). O pogama eta em vigo com o objetivo de saea o sistema fiaceio público e estadual po meio da Medida Povisóia o 1.514, de agosto de O goveo fedeal dispoibilizou o motate em títulos de 48 bilhões de dólaes paa saea as cotas dos bacos estaduais. esse motate, 26 bilhões foam paa paga dívidas do goveo de São Paulo cotaídas peate o Baespa. A Nossa Caixa ecebeu 8 bilhões, o Baestado 4 bilhões, o Bemge 1,5 bilhões e po fim, 6 bilhões paa o Baisul e Baej, metade paa cada um deles (Puga, 1999). O pogama estimulou a extição de ove bacos. Teze bacos foam pivatizados, dos quais seis foam pivatizados po goveos estaduais e sete foam fedealizados paa depois seem pivatizados. Outos cico bacos sofeam eestutuação de acodo com medidas estipuladas pelo Baco Cetal e apeas tês bacos ão paticipaam do pogama (Maques, 2002).

10 10 Quado 3.3 Bacos estaduais pivatizados, liquidados ou fedealizados 1997 a 2002 Ao Pivatizado iquidado Cedieal (Badesco) - Baej - (Itaú) - Baco Meidioal do Basil - (Bozao Simose) - Bemge - Baco do Estado de Mias Geais (Itaú) - Badepe - Baco do Estado de Peambuco (ABN Amo) - Caixa Ecoômica do Estado de Goiás - Beo - Caixa Ecoômica do Estado de Mias Geais - Baeb - (Badesco) - Baco do Estado do Ace - Bae - Baap - Bemat - Baespa - (Satade) - Baestado - Baco do Estado do Rio Gade do Note Fedealizado e aida ão pivatizado - BEC - Baco do Estado de Sata Cataia - Baco do Estado do Piauí - BEG - (Itaú) Paaiba - (ABN Amo) - BEA - (Badesco) - Poduba - Baco do Estado de 2002 Alagoas BEM - (Badesco) Fote: Almeida (2007). O Bae teve sua cocessão paa fucioa cacelada em abil de 1999 O BEC foi pivatizado em dezembo de 2005, sedo o Badesco o vecedo do leilão. Obs: Os omes ete paêteses após o ome do baco pivatizado coespodem ao Baco vecedo do leilão de pivatização. Obs2: A data de liquidação coespode à data fial do pocesso, sedo a data da liquidação odiáia. Todos os bacos elacioados o quado tiveam suas liquidações judiciais iiciadas ateiomete à data explicitada. 3.3 Abetua do mecado acioal aos bacos estageios Em 1962, aplicava-se ao seto bacáio a lei da ecipocidade: os bacos estageios que se istalassem o Basil seiam egulados sob a lei do seu país de oigem. Já em 1964, os bacos estageios que quisessem se istala o país teiam que te autoização pévia do Baco Cetal. Em 1988, foi poibida a costituição de ovas agêcias de bacos estageios o país. Etetato, essa lei ea bastate flexível, já que ela ão valia paa acodos iteacioais e decisões de iteesse público (Puga, 1999). Apeas em 1995, a paticipação de bacos estageios o sistema fiaceio acioal foi pleamete autoizada. Isso foi outo fato impotate paa detemia a estutua de mecado acioal com a fomação das F&As o Basil. Esse igesso ocoeu po meio da exposição de motivos 311, apovada pelo Pesidete da República, sedo que as etadas eam aalisadas caso a caso pelo Baco Cetal. O ituito ea que a iteacioalização do sistema fiaceio levaia o país a se meos suscetível a cises iteacioais 5. O ceáio paa a etada de bacos estageios o país se toou aida mais favoável com a esolução Etetato, ates dessa esolução, os bacos estageios já eam icetivados a expadi seu mecado pelas atativas taxas de juos paticadas pelos países emegetes e pela dimiuição do úmeo de bacos estaduais o ceáio do seto fiaceio. Com a itodução da esolução, o goveo basileio passou a ão exigi mais que 5 A abetua do sistema fiaceio aos bacos estageios faia com que eles touxessem cosigo tecologias de geeciameto de ecusos e iovação de podutos ao mecado acioal. Isso levaia a maio eficiêcia opeacioal, ou seja, os custos bacáios dimiuiiam baateado a ofeta de cédito. Somado a isso, a iteacioalização levaia a um sistema fiaceio mais obusto e dimiuiia o isco de cise sistêmica.

11 11 os bacos estageios tivessem, o míimo, o dobo do capital dos bacos acioais paa igessa o mecado basileio. O goveo aceditava que isso iia aumeta a competição o seto, eficiêcia opeacioal e estimula iovações (Goçalves, 2004). Etetato, a etada dos bacos estageios o país tem que se aalisado com cautela. Em 1997 e 1998, os bacos acioais ajustaam os títulos em seu pode com pefeêcia paa títulos públicos e títulos imobiliáios paa se potegeem dos iscos geados pelas cises Asiática e Russa, espectivamete em 1997 e Eles também fizeam uma política de hedge cambial 6 paa se esguadaem cota uma desvaloização cambial e dimiuíam o volume de cédito cocedido. Essa cautela dos bacos fez com que eles geassem altos lucos, já que os juos estavam bem elevados. Isso popocioou aos bacos acioais passaem ilesos po essas cises, matedo-se hegemôicos o seto bacáio basileio. Tabela 3.2 Paticipação pecetual das categoias os ativos da áea bacáia (%) a 2003 Ao Cotole estageio Pivados acioais Públicos Caixa Ecoômica Fedeal (CEF) Baco do Basil ,39 39,16 21,9 16,4 13, , ,92 16,47 12, ,82 36,76 19,06 16,57 14, ,38 35,29 11,37 17,02 17, ,19 33,11 10,23 17,06 15, ,41 35,23 5,62 15,35 15, ,86 37,21 4,3 10,97 16, ,38 36,93 5,87 11,66 17, ,73 40,76 5,79 13,04 18,4 Fote: Paula e Maques (2006) com dados do BACEN. Não iclui a CEF e Baco do Basil. e acodo com a tabela 3.2, fica evidete o aumeto da paticipação dos bacos estageios ete 1995 e Em 1995, os bacos estageios epesetavam apeas 8,4% do total de ativos do seto bacáio basileio. Esse valo passou paa quase 30% em Essa dimiuição os aos seguites ocoe, pois o Itaú e o Badesco adquiiam algus bacos estageios de médio pote. A paticipação do Baco do Basil e CEF vaiou um pouco ao logo do peíodo pelo fato deles teem passado po um pocesso de eestutuação. Já os bacos pivados acioais pedeam mecado a década de 90, mas ecupeaam esse mecado ete 2000 e 2003, evideciado uma eação dessa categoia à etada dos bacos estageios o mecado acioal (Paula e Maques, 2006). 3.4 Cocetação dos bacos basileios segudo seus ativos O gau de cocetação pode se aalisado pelo tamaho dos ativos dos maioes coglomeados segudo a tabela 3.3. As cico maioes epesetam quase 56% do total de ativos do seto bacáio, se cosideados o BB e a CEF. O valo dos cico maioes coglomeados cai paa 40,83%, se excetuados as istituições BB e CEF. Computado os doze maioes bacos, se obtem um valo de quase 80% do valo total dos ativos do seto. 6 chama-se hedge ou cobetua o istumeto que visa potege opeações fiaceias cota o isco de gades vaiações de peço de detemiado ativo.

12 12 Tabela 3.3 Os doze maioes coglomeados bacáios (%) e 2003 Coglomeados (ativos totais) Baco do Basil (BB) 16,95 17,79 Caixa Ecoômica Fedeal (CEF) 16,88 12,36 Badesco+BCN+Cedieal+Baeb+Boavista+BBV+Fiasa+Baco Mecatil SP Cidade+Baco 12,93 15,01 Itaú+Bemge+Baestado+Baej+Beg+Fiat+Bco Itaú holdig 9,93 10,77 Satade+Baespa 6,2 5,45 Uibaco+Badeiate+Cedibaco+ibes+Fiivest 4,53 5,28 Ab-amo Real+ Badepe+Baco da Paaíba 3,1 4,32 Safa 2,1 2,59 Nossa Caixa 2,2 2,18 HSBC 2,63 2,1 Bak Bosto 2,3 1,93 CitiBak 1,29 1,83 Fote: Coutiho (2004) com dados do Baco Cetal. Segudo Rocha (2001), ete 1994 e 2000, houve uma edução de 58 bacos, totalizado um valo de 189 bacos em No peíodo, houve uma dimiuição de 50% os bacos públicos e 19,53% os bacos pivados. 71,8% das opeaçoes de F&As ocoeam ete 1197 e ete elas, destaca-se a compa do baco BCN pelo Badesco em Nesse peíodo, ocoeam cico pivatizações (Baespa, Bemge, Baestado, Baeb e Baej), duas icopoações de bacos estageios po acioais (Boavista Ite-Atlâtico pelo Badesco e Badeiates pelo Uibaco) e uma aquisição de um acioal po um estageio (Real pelo ABN Amo). Potato, fica clao a eação dos bacos pivados acioais à etada o mecado dos bacos estageios. 4. Os esultados do pocesso de cocetação do seto bacáio basileio ete o peíodo de Esse tópico tem po objetivo aalisa o desempeho e o maket-shae dos bacos dividido o seto bacáio em cico categoias ete o peíodo de 2002 e O estudo foca medidas de cocetação e lucatividade do seto de foma agegada (cico categoias) e das cico maioes istituições segudo seu ativo o peíodo em aálise. Po fim, coclui-se com a coelação ete lucatividade e cocetação paa as categoias e bacos citados acima. 4.1 Metodologia da pesquisa empíica, seleção e segmetação da amosta A fote dos dados utilizada a pesquisa empíica foi extaída dos balacetes dos bacos dispoíveis o site do BACEN ( o elatóio 50 maioes bacos e cosolidado do sistema fiaceio acioal. Os dados coespodem a setembo de cada ao e abagem o peíodo de 2002 a As vaiáveis cotábeis utilizadas a aálise foam: tipo de cotole, ativo total, patimôio líquido, luco líquido e esultado buto. A amosta coletada abage ceto e oveta e tês istituições fiaceias difeetes distibuídas ao logo dos oito

13 13 aos do peíodo aalisado. A amosta apeseta todas as istituições pesetes o balacete dispoibilizado pelo BACEN. Os bacos seão aalisados em cico categoias de acodo com a vaiável tipo de cotole estabelecida pelo BACEN. Eles seão divididos da seguite foma: público fedeal (PF), público estadual (PE), pivado com paticipação estageia (PPE), pivado com cotole estageio (PCE) e pivado acioal (PN). os ceto e oveta e tês bacos da amosta, ove estão iseidos a categoia público fedeal, ove o público estadual, seteta o pivado com cotole estageio, sete o pivado com paticipação estageia e oveta e oito o pivado acioal. Além disso, os cico maioes bacos segudo seu ativo o peíodo de 2002 até 2009 seão aalisados idividualmete cofome sua lucatividade e idicadoes de cocetação, com ituito de sabe o peso de sua impotâcia deto das categoias e o total da amosta. A fim de toa os valoes compaáveis ao logo do peíodo, os esultados da amosta foam calculados paa valoes pesetes de setembo de 2009, coigidos pelo Ídice Geal de Peços ispoibilidade Itea (IGP-I) da fudação Getúlio Vagas. Os esultados foam obtidos po meio do softwae estatístico SAS (Statistical Aalysis System). 4.2 Gau de cocetação dos bacos segudo seus ativos Uma foma de avalia o gau de cocetação do seto é po meio da paticipação do ativo de cada categoia o seto bacáio. e acodo com a tabela 4.1, os bacos públicos fedeais apesetam a maio popoção do ativo do seto bacáio ete 2002 e 2006 com uma média de 39,41% do ativo cota 29,43% da categoia pivado acioal. Essa categoia supea os bacos públicos fedeais em 2007 e 2008, com 34,39% em 2007 e 35,38% em Os bacos fedeais apesetaam taxa de 33,88% em 2007 e 32,14% em Em 2009, os bacos públicos fedeais passam a te ovamete a maio popoção do ativo com uma difeeça de 1,66% paa os bacos pivados acioais. Tabela 4.1 Paticipações pecetuais das categoias os ativos da áea bacáia deflacioados pelo IGP-I a 2009 Categoias Pivado Nacioal 24,87 29,44 30,00 29,82 33,00 34,39 35,38 38,49 Pivado com cotole estageio 25,39 19,51 19,64 21,30 19,87 22,44 23,22 19,68 Pivado com paticipação estageia 7,39 5,57 6,24 6,62 6,00 5,57 5,80 0,00 Público Estadual 3,42 3,67 3,73 3,71 3,72 3,73 3,46 1,69 Público Fedeal 38,92 41,81 40,38 38,55 37,41 33,88 32,14 40,15 Fote: Elaboação pópia com dados do BACEN. Já as outas tês categoiais, o peíodo ete 2002 e 2009, pedeam maketshae. Os bacos pivados com cotole estageio e públicos estaduais pedeam, espectivamete, 22,49% e 50,58% ete 2002 e 2009 a popoção de seus ativos. Em 2009, eles tiveam,espectivamete, popoções do ativo de 19,68% e 1,69%. Cabe essalta que os bacos públicos estaduais de 2002 são paticamete os mesmos de 2009, mas a queda a popoção do ativo justifica-se também pela veda da Nossa Caixa ao Baco do Basil, já que o mesmo epesetava, em 2008, 50,71% dos ativos da categoia. No caso dos bacos com paticipação estageia, a compa do Uibaco pelo Itaú o fial de 2008 fez com que essa categoia apesetasse valo paticamete ulo os balacetes do BACEN. Isso ocoeu já que o Uibaco e o Cocódia, em 2008, eam os úicos epesetates da categoia pivado com

14 14 paticipação estageia e o ativo do segudo epesetava 0,005% dos ativos do seto bacáio. Tabela 4.2 Paticipações dos cico maioes bacos os ativos do total do seto bacáio e das categoias deflacioados pelo IGP-I (%) 2002 a 2009 Catego Popoção Istituição ia do ativo BRAESCO Categoia 39,41 37,89 34,78 34,80 32,45 32,35 33,85 32,03 Total 9,80 11,15 10,43 10,38 10,71 11,12 11,98 12,33 PN Categoia 30,46 30,85 30,66 29,75 33,38 36,06 37,15 44,27 ITAU Total 7,58 9,08 9,20 8,87 11,02 12,40 13,15 17,04 PCE SANTANER Categoia ,86 - Total ,88 - BB Categoia 42,43 41,28 41,44 40,61 41,21 42,91 45,37 47,96 Total 16,51 17,26 16,74 15,66 15,41 14,54 14,58 19,25 PF BNES Categoia 29,23 27,68 28,42 26,79 26,43 24,00-25,81 Total 11,38 11,57 11,48 10,33 9,89 8,13-10,36 CEF Categoia 24,54 27,08 26,37 29,01 29,15 30,01 28,17 24,48 Total 9,55 11,32 10,65 11,18 10,90 10,17 9,05 9,83 Fote: Elaboação pópia com dados do BACEN. PN: Pivado Nacioal / PCE: Pivado com cotole estageio / PF: Público Fedeal. Outa peculiaidade da tabela 4.1 é o salto de 8,01% ete 2008 e 2009 a popoção do ativo dos bacos públicos fedeais e de 3,11% paa os bacos pivados acioais. No caso dos pivados acioais, o cescimeto do ativo foi em pate pela compa do Uibaco pelo Itaú. Nesse peíodo, o Itaú teve um cescimeto de 7,12% (tabela 4.2) o ativo em elação aos ativos de sua categoia e de 3,89% (tabela 4.2) o cescimeto do ativo em elação ao total do seto bacáio. Ete 2008 e 2009, a categoia bacos fedeais teve cescimeto expessivo a popoção do ativo. Um dos fatoes paa o cescimeto foi a compa da Nossa Caixa pelo Baco do Basil. e acodo com tabela 4.2, ete 2008 e 2009, o Baco do Basil teve um aumeto do ativo po categoia de 2,69% e aumeto do ativo pelo total do seto bacáio de 4,67%. essa foma, do cescimeto de 8,01% do ativo em elação à categoia, o Baco do Basil cotibuiu com 4,67%, ou seja, uma cotibuição de 58,3% do aumeto do ativo pela categoia. O aumeto do ativo do Baco do Basil ete 2008 e 2009 foi tão expessivo que a CEF teve dimiuição do ativo po categoia, mas aumeto do mesmo em elação ao ativo total do seto bacáio de espectivamete 3,69% e 0,78%. Ete 2008 e 2009, a categoia de bacos pivados acioais seguiu a mesma tedêcia dos bacos fedeais. O baco Badesco dimiuiu sua popoção do ativo po categoia, mas teve aumeto do ativo em elação a todo o seto bacáio. Os valoes são espectivamete 1,83% e 0,35%, ou seja, o baco Itaú cesceu mais do que o Badesco. essa foma, isso pova o maket-shae dos maioes bacos em atividade o Basil, picipalmete o Baco do Basil e Itaú, que vêm aumetado seus tamahos pela aquisição de outas istituições. 4.3 idicadoes de cocetação po coglomeados Uma seguda medida de cocetação bacáia é a aálise das istituições, quado a amosta é limitada pelo tamaho dos bacos. Nesse caso, o estudo se baseia em dividi os bacos em cico gupos segudo o tamaho de seus ativos. O pimeio gupo da amosta tem os dois maioes bacos, o segudo tem os cico maioes e assim po diate até a amosta cote os vite maioes bacos segudo seus ativos.

15 15 e acodo com tabela 4.3, o seto bacáio vem aumetado seu gau de cocetação ete 2002 e No pimeio ao, os dois maioes bacos (RC2) e os vite maioes (RC20) epesetavam 27,89% e 87,58% espectivamete dos ativos do seto bacáio. Em 2009, esse valo aumetou paa 36,29% e 92,05%, ou seja, um aumeto a cocetação de 30,12% o RC2 e 5,1% o RC20. Com isso, dos 137 bacos existetes em 2009, 92,05% dos ativos estão cocetados os vite maioes bacos. Já em 2002, dos 149 bacos existetes, 87,58% dos ativos eam dos vite maioes bacos. Uma caacteística dos dois maioes bacos do peíodo em estudo é que os bacos de 2002 até 2005 peteciam à categoia bacos públicos fedeais com o baco do Basil sedo o maio baco em todos os aos. Ete 2002 e 2004, o segudo maio baco foi o BNES e em 2005 foi a CEF. A pati de 2006, a categoia dos bacos pivados acioais passou a igessa o RC2 com o Itaú sedo o segudo maio baco a pati desse peíodo. Isso também se deve ao fato do Itaú te compado o BakBosto. Já os bacos estaduais possuem epesetates ete os maioes bacos apeas o RC10 com o baco Nossa Caixa em Em 2009, a categoia bacos com paticipação estageia deixou de igessa o bloco com os dez maioes bacos pelo fato do Uibaco te sido vedido ao gupo Itaú. Tabela 4.3 Idicadoes de cocetação bacáia: ativos totais po categoias (%) deflacioados pelo IGP-I a 2009 Ao RC2 RC5 RC10 RC15 RC ,89 54,82 73,46 82,41 87, ,83 60,39 77,59 85,67 89, ,21 58,50 77,94 86,45 90, ,84 56,42 77,16 86,21 89, ,43 57,93 78,92 87,26 90, ,94 56,36 79,42 86,97 89, ,73 59,64 81,87 87,81 90, ,29 68,80 87,06 90,15 92,05 Fote: Elaboação pópia com dados do BACEN. essa foma, fica evidete a hegemoia das categoias pivado acioal, pivado com cotole estageio e público fedeal ete os maioes bacos segudo seus ativos. Mesmo com a etada da Nossa caixa (ete 2002 e 2008) e Baisul (a pati de 2006) o RC15, apeas o baco Nossa Caixa supeou a maca do RC10 em apeas um ao do peíodo estudado. Além disso, os cico maioes bacos ete 2002 e 2009 foam os mesmos, exceto paa o ao de Ao aalisa os dez maioes bacos ao logo do peíodo, pode-se coclui que a difeeça ete a paticipação o ativo dos bacos fedeais é muito supeio se compaada às outas categoias. A tabela 4.4 mosta as médias das paticipações popocioais dos bacos ete 2002 e 2009 que paticipaam, pelo meos uma vez ao logo do peíodo, o RC10. Os tês bacos públicos fedeais da tabela epesetaam em média 46,45% do ativo do RC10 o peíodo. A soma de todos os outos bacos epesetou uma paticipação em média de 41,56% dos ativos do RC10. Ao soma a paticipação dos pivados acioais com os públicos fedeais, esse valo em média é de 80,53% dos ativos do RC10. Potato, ete 2002 e 2009, o pocesso de cocetação bacáio itesificou-se.

16 16 Tabela 4.4 Idicadoes de cocetação bacáia: média da popoção dos ativos dos bacos o peíodo de 2002 a 2009 (%) deflacioados pelo IGP-I Categoia Pivado com cotole estageio Público Fedeal Istituição Paticipação o Paticipação o RC2 RC5 BANKBOSTON - - 3,72 ABN AMRO - - 5,71 CITIBANK - - 2,38 HSBC - - 3,97 SANTANER - 18,24 10,21 Paticipação o RC10 SANTANER BANESPA - - 6,18 CEF 41,67 17,57 13,09 BB 56,83 27,49 20,53 BNES 40,54 17,77 12,83 BRAESCO - 18,60 13,86 Pivado Nacioal ITAU 45,52 18,52 13,82 SAFRA - - 3,04 VOTORANTIM - - 3,36 Público Estadual NOSSA CAIXA - - 2,49 Pivado com paticipação UNIBANCO estageia - - 6,90 Fote: Elaboação pópia com dados do BACEN. Cabe mecioa que das quize istituições que vieam a petece ao RC10 ao logo do peíodo, duas delas são a mesma istituição desde 2000, ou seja, o gupo Satade, que compou o baco estadual de São Paulo, o Baespa. Após a compa pelo Satade em 2000, a fusão completa só ocoeu em 2005 com o ome Baespa sedo excluído um ao mais tade. Etetato, o Satade Baespa foi extito dos balacetes do BACEN apeas em Além desse caso, existe a compa do BakBosto e Uibaco pelo Itaú em 2006 e 2008, espectivamete. Em 2007, o ABN Amo foi compado pelo Satade, o que levou o mesmo a se o quato maio baco, tiado o BNES do coglomeado dos cico maioes bacos segudo seus ativos em O ABN Amo deixou de costa os balacetes do BACEN a pati de Um último caso foi a extição da Nossa Caixa ao se adquiida pelo Baco do Basil em A pati de 2009, a Nossa Caixa ão costa mais os balacetes do BACEN. Existem outas aquisições impotates dos cico maioes bacos que ão estão a tabela acima po ão peteceem ao RC10, tais como: a veda do BBA-Ceditastalt ao Itaú em 2002, a veda dos bacos Mecatil, Zogbi e BBVA ao Badesco, espectivamete em 2002, 2003 e 2003, a veda da filial dos loyds paa o HSBC em 2003 e, po último, a veda do Sudameis ao ABN Amo em essa foma, cotata-se que dos quize bacos existetes ao logo do peíodo em aálise estaam apeas oze em 2009 com paticipação o RC10 o peíodo mecioado. Além disso, dos bacos citados acima, apeas o HSBC aida ão foi adquiido po ehum dos cico maioes bacos até Fica evidete que o pocesso de cocetação bacáia cotiua em adameto, sedo que os maioes bacos são os picipais agetes desse pocesso. 4.4 ucatividade do seto bacáio acioal O ROA (taxa de etoo do ativo) e ROE (taxa de etoo do capital pópio) são medidas paa o cálculo da lucatividade. Nesse caso, o ROA é o luco líquido sobe o ativo da istituição ou categoia. A difeeça dele paa o ROE é que o deomiado epeseta

17 17 patimôio líquido ao ivés de ativo. A tabela 4.5 apeseta o ROA e ROE do seto bacáio po categoia paa o peíodo de 2002 a e acodo com a tabela 4.5, o ROA dos bacos pivados acioais, dos pivados com cotole estageio e dos pivados com paticipação estageia decliaam, equato que dos bacos fedeais e estaduais aumetaam o peíodo em aálise. Os bacos fedeais tiveam cescimeto póximo de 200% em ambos os idicadoes ete 2002 e Já os bacos estaduais cesceam 66,67% o ROA e dimiuíam 7,78% o ROE paa o peíodo da amosta. No caso dos bacos pivados acioais e pivados com cotole estageio, suas taxas decaíam espectivamete em 30,19% e 90,83% o ROA e 22,16% e 93,74% o ROE. Essa queda se deve ao cescimeto do ativo, o caso do ROA, e do patimôio líquido, o caso do ROE, além de se itesificada pela queda do luco líquido dessas categoias. Tabela 4.5 Ídices de lucatividade ROA e ROE dos bacos po categoia deflacioados pelo IGP-I a 2009 (%) Categoias Ídice PN ROA 0,53 0,56 0,62 0,76 0,44 0,66 0,47 0,37 ROE 5,01 5,02 5,70 6,51 3,74 5,87 4,85 3,90 PCE ROA 1,20 0,46 0,11 0,30 0,39 0,47 0,15 0,11 ROE 12,12 3,33 0,88 2,68 3,77 5,41 1,26 0,88 PPE ROA 0,58 0,46 0,40 0,49 0,19 0,92 0,39 0,04 ROE 6,25 4,16 4,05 5,21 1,97 10,26 5,29 0,08 PE ROA 0,33 0,42 0,29 0,47 0,45 0,15 0,28 0,55 ROE 5,01 4,91 3,33 5,00 4,82 1,56 3,19 4,62 PF ROA 0,13 0,33 0,39 0,41 0,58 0,55 0,38 0,38 ROE 2,24 5,57 5,76 5,70 7,65 6,86 5,36 6,92 Fote: Elaboação pópia com dados do BACEN Ete 2002 e 2009, todas as categoias tiveam cescimeto eal segudo ativo e patimôio líquido, exceto os bacos pivados com paticipação estageia com cescimeto egativo em ambas as vaiáveis e os públicos estaduais que dimiuíam seus ativos. O cescimeto eal mais expessivo segudo o ativo e patimôio líquido foi da categoia pivado acioal com taxas de 149,69% e 122,2%, espectivamete. A categoia com melho desempeho o luco líquido foi dos bacos fedeais que cesceam 404,22% ete 2002 e Os bacos estaduais, se compaado com as outas categoias, tiveam cescimeto egativo do ativo (-20,5%) e positivo do patimôio líquido (43,7%) e luco líquido (32,7%). Os esultados acima ocoeam, pois os bacos estaduais tiveam cescimeto do patimôio maio do que o ativo, o que pova o cescimeto positivo do ROA e egativo do ROE ete 2002 e Os bacos fedeais apesetaam gade cescimeto do luco líquido, o que acaetou em elevação do ROA e ROE, equato os bacos pivados acioais tiveam queda dos mesmos pelo cescimeto maio do ativo e patimôio líquido em elação ao luco líquido. Já os bacos pivados com cotole estageio apesetaam taxa egativa de cescimeto do luco líquido (-88,06%) ete 2002 e 2009, o que justifica a queda dos idicadoes em apoximadamete 90%. Po fim, os bacos pivados com paticipação estageia apesetaam taxas egativas paa as tês vaiáveis pelo fato dessa categoia, em 2009, apeseta apeas baco em seu balaço e pelo Uibaco te deixado a mesma ao se adquiido pelo Itaú o fial de 2008.

18 18 Tabela 4.6 Ídices de lucatividade ROA e ROE dos cico maioes bacos o peíodo de 2002 a 2009 deflacioados de IGP-I (%) Categoia Istituição Ídice PN BRAESCO ROA 0,34 0,41 0,57 0,88 0,10 0,69 0,53 0,42 ROE 3,88 4,35 5,65 7,83 0,91 6,13 5,54 4,63 ITAU ROA 0,59 0,69 1,00 1,05 0,82 0,83 0,47 0,38 ROE 4,77 5,91 8,76 8,50 6,41 8,10 5,62 4,56 PCE SANTANER ROA ,15 - ROE ,01 - BB ROA 0,28 0,31 0,35 0,59 0,32 0,40 0,42 0,30 ROE 7,19 5,69 6,05 8,55 4,49 5,91 6,69 5,88 PF BNES ROA 0,03 0,32 0,52 0,39 1,33 1,49-0,65 ROE 0,39 4,50 5,53 4,05 12,37 10,70-8,89 CEF ROA 0,37 0,35 0,29 0,17 0,30 0,03 0,26 0,25 ROE 10,03 8,68 6,84 4,05 6,57 0,60 5,92 7,05 Fote: Elaboação pópia com dados do BACEN. Ao aalisa o ROA e ROE dos cico maioes bacos ete 2002 e 2009 (tabela 4.6), costata-se que o melho idicado de lucatividade foi do BNES 7 com cescimeto do ROA e ROE de apoximadamete 2000%. Outo baco que cesceu em ambos os idicadoes foi o Badesco o ROA em 23,53% e o ROE em 19,33%. A CEF e o Itaú tiveam cescimeto egativo em ambos os idicadoes ROA e ROE de espectivamete 32,43% e 29,71% a CEF e 35,59% e 4,4% o Itaú. Po último, o baco do Basil cesceu em 7,14% o idicado ROA e decesceu em 18,22% o idicado ROE. Nas tabelas 4.7 e 4.8, estão as mages de itemediação fiaceia das categoias e dos cico maioes bacos paa o peíodo ete 2002 e Os esultados mostam que as mages líquidas de juos das categoias pivado acioal e público estadual foam as que apesetaam os melhoes esultados em Os bacos com cotole estageio apesetaam declíio, equato que os bacos fedeais tiveam pequea elevação em sua magem o peíodo do estudo. Os valoes dos bacos com paticipação estageia são viesados a pati de 2008, já que esta categoia apeseta apeas um baco em sua amosta. Tabela 4.7 Magem de itemediação fiaceia do seto bacáio po categoias o peíodo de 2002 a 2009 (%) deflacioados pelo IGP-I Categoias PN 0,752 1,581 1,584 1,869 1,465 1,261 0,571 1,128 PPE 2,031 1,833 1,349 1,392 1,651 1,146 0,359 0,787 PCE -0,783 1,367 1,442 1,430 1,658 1,581 0,204 1,780 PE 2,847 2,550 2,332 2,566 2,216 1,835 1,610 2,001 PF 0,593 1,108 0,952 1,092 1,120 0,993 0,886 0,638 Fote: Elaboação pópia com dados do BACEN. Na tabela abaixo, cotata-se que apeas o BNES e BB apesetaam cescimeto positivo da magem o peíodo em aálise. O Badesco e o Itaú apesetaam mages paticamete costates ao logo do peíodo, mas com os melhoes idicadoes ete os cico maioes bacos em essa foma, os dois bacos pivados acioais tiveam, o peíodo estudado, o desempeho mais expessivo a magem de juos líquido, ou seja, o spead bacáio. 7 O BNES deve se tatado como um caso especial pelo fato de se um baco de fometo.

19 19 Tabela 4.8 Magem de itemediação fiaceia dos cico maioes bacos do seto o peíodo de 2002 a 2009 (%) deflacioados pelo IGP-I Categoias Istituições PN BRAESCO 1,109 1,314 1,693 2,049 1,415 1,370 0,463 1,105 ITAU 0,209 1,619 1,858 2,097 1,552 1,139 0,222 1,259 PCE SANTANER ,087 - BB 0,499 1,377 0,991 1,456 0,900 1,130 0,805 0,696 PF BNES -0,072 0,306 0,517 0,180 1,078 0,993 0,354 CEF 1,180 1,400 1,250 1,319 1,436 0,757 1,110 0,778 Fote: Elaboação pópia com dados do BACEN. O gade desempeho dos idicadoes de lucatividade do BNES ete 2002 e 2009 ocoeu, pois ele apesetou cescimeto meo do ativo (46,92%) e patimôio (26,86%), se compaado com o alto cescimeto do luco líquido (2825,23%). Apesa disso, todos os cico maioes bacos apesetaam cescimeto positivo paa essas tês vaiáveis com destaque paa o Itaú, que teve cescimeto acima de 130% essas vaiáveis ete 2002 e Assim como o Itaú, o Badesco também apesetou cescimeto acima de 100%, equato que o Baco do Basil teve cescimeto acima desse patama apeas paa o patimôio líquido. 4.5 Coelações ete cocetação e lucatividade do seto bacáio acioal ete 2002 e 2009 e acodo com o modelo de Moti-klei desevolvido po Feixas e Rochet (1997), o ídice de ee é igual ao iveso da elasticidade sob a codição de maximização da fima bacáia. essa foma, quato maio o maket-shae dos bacos, meo seá a elasticidade da demada de empéstimos e ofeta de depósitos, ou seja, um ídice de ee alto. esse modo, os bacos coseguem estabelece maioes taxas de empéstimos e meoes taxas de depósitos de foma a maximiza o spead bacáio, ou seja, obte taxas de luco positivas. Como o mecado bacáio acioal é caacteizado po um oligopólio, o modelo acima é ajustado de foma que a elasticidade é multiplicada pelo úmeo de fimas em fucioameto o seto, como visto o tópico 1. Com isso, é possível faze uma aálise do seto bacáio da seguite foma: estuda o seto po categoias e pelos cico maioes bacos segudo seus ativos, coelacioado o luco líquido e spead com os ativos dos mesmos. O esultado seá compaado com o modelo acima paa costata se o aumeto do pode de mecado dos bacos é positivamete coelacioado com seus lucos. e acodo com tabela 4.9, ete o peíodo de 2002 até 2009, apeas os bacos com cotole estageio apesetaam ídices de coelação egativos, ou seja, o aumeto do ativo desses bacos tem impacto egativo sobe o luco líquido e sobe o spead bacáio. Como os limites ifeio e supeio da fução de coelação são, espectivamete, -1 e 1, as categoias pivado acioal, público fedeal e público fedeal apesetaam coelação positiva com valoes espectivamete de 0,56, 0,4 e 0,36. essa foma, o aumeto do maket-shae teve gade impacto sobe o aumeto dos lucos dessas categoias. A categoia pivado com paticipação estageia apesetou ídice póximo de zeo, ou seja, coelação faca. Etetato, essa categoia apeseta valoes paticamete ulos em 2009.

1 - CORRELAÇÃO LINEAR SIMPLES rxy

1 - CORRELAÇÃO LINEAR SIMPLES rxy 1 - CORRELAÇÃO LINEAR IMPLE Em pesquisas, feqüetemete, pocua-se veifica se existe elação ete duas ou mais vaiáveis, isto é, sabe se as alteações sofidas po uma das vaiáveis são acompahadas po alteações

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS COIMBRA 12º ANO DE ESCOLARIDADE MATEMÁTICA A. Tarefa nº 7 do plano de trabalho nº 1

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS COIMBRA 12º ANO DE ESCOLARIDADE MATEMÁTICA A. Tarefa nº 7 do plano de trabalho nº 1 ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS COIMBRA º ANO DE ESCOLARIDADE MATEMÁTICA A Taefa º 7 do plao de tabalho º. Comece po esolve o execício 3 da págia 0.. Muitas das geealizações feitas as divesas ciêcias,

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ÁLGEBRA LINERAR Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru CAPÍTULO 2 ESPAÇOS VETORIAIS

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ÁLGEBRA LINERAR Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru CAPÍTULO 2 ESPAÇOS VETORIAIS Luiz Facisco da Cuz Depatameto de Matemática Uesp/Bauu CAPÍTULO ESPAÇOS VETORIAIS 1 Históico Sabe-se que, até pelo meos o fial do século XIX, ão havia ehuma teoia ou cojuto de egas bem defiidas a que se

Leia mais

AULA 23 FATORES DE FORMA DE RADIAÇÃO TÉRMICA

AULA 23 FATORES DE FORMA DE RADIAÇÃO TÉRMICA Notas de aula de PME 336 Pocessos de Tasfeêcia de Calo e Massa 98 AULA 3 ATORES DE ORMA DE RADIAÇÃO TÉRMICA Cosidee o caso de duas supefícies egas quaisque que tocam calo po adiação témica ete si. Supoha

Leia mais

Capítulo 4 Variáveis Aleatórias Discretas. Prof. Fabrício Maciel Gomes

Capítulo 4 Variáveis Aleatórias Discretas. Prof. Fabrício Maciel Gomes Capítulo 4 Vaiáveis Aleatóias Discetas Pof. Fabício Maciel Gomes Picipais Distibuições de Pobabilidade Discetas Equipovável Beoulli Biomial Poisso Geomética Pascal Hipegeomética Distibuição Equipovável

Leia mais

Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (Política Monetária)

Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (Política Monetária) Fedeal Univesity of Roaima, Bazil Fom the SelectedWoks of Elói Matins Senhoas Winte Januay 1, 2008 Cuso de Extensão: Noções de Macoeconomia paa RI (Política Monetáia) Eloi Matins Senhoas Available at:

Leia mais

Campo Gravítico da Terra

Campo Gravítico da Terra 5. Campo Gavítico ómalo elação ete o potecial gavítico e o potecial omal é dada po: W ( x, y, z = U( x, y,z + ( x, y,z O campo gavítico aómalo ou petubado é etão defiido pela difeeça do campo gavítico

Leia mais

é a variação no custo total dada a variação na quantidade

é a variação no custo total dada a variação na quantidade TP043 Micoeconomia 21/10/2009 AULA 15 Bibliogafia: PINDYCK - CAPÍTULO 7 Custos fixos e vaiáveis: Custos fixos não dependem do nível de podução, enquanto que custos vaiáveis dependem do nível de podução.

Leia mais

ECONOMIA MODELO DE MUNDELL FLEMING LADO REAL: DESLOCAMENTO DA CURVA IS EM ECONOMIA ABERTA = C + I + G + X M A cuva IS pode se deslocada po: Mudanças nos Gastos do Goveno (G) Mudanças nas Tibutos (T) Mudanças

Leia mais

FEA RP USP. Noções sobre Descontos. Prof. Dr. Daphnis Theodoro da Silva Jr. Daphnis Theodoro da Silva Jr 1

FEA RP USP. Noções sobre Descontos. Prof. Dr. Daphnis Theodoro da Silva Jr. Daphnis Theodoro da Silva Jr 1 EA RP USP oções sobe escotos Pof.. aphis Theodoo da Silva J. aphis Theodoo da Silva J 1 escoto de títulos: vocabuláio A opeação de se liquida um título ates do seu vecimeto evolve gealmete uma ecompesa,

Leia mais

Capítulo I Erros e Aritmética Computacional

Capítulo I Erros e Aritmética Computacional C. Balsa e A. Satos Capítulo I Eos e Aitmética Computacioal. Itodução aos Métodos Numéicos O objectivo da disciplia de Métodos Numéicos é o estudo, desevolvimeto e avaliação de algoitmos computacioais

Leia mais

QUAIS OS FATORES SÃO DETERMINANTES PARA REDUZIR A DESIGUALDADE EM UM AMBIENTE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO E MENOS POBREZA? ÁREA TEMÁTICA: ECONOMIA SOCIAL

QUAIS OS FATORES SÃO DETERMINANTES PARA REDUZIR A DESIGUALDADE EM UM AMBIENTE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO E MENOS POBREZA? ÁREA TEMÁTICA: ECONOMIA SOCIAL QUAIS OS FATORES SÃO DETERMINANTES PARA REDUZIR A DESIGUALDADE EM UM AMBIENTE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO E MENOS POBREZA? ÁREA TEMÁTICA: ECONOMIA SOCIAL Vito Hugo Mio Doutoado em Ecoomia (CAEN/UFC. Aalista

Leia mais

Critérios para a tomada de decisão em obras rodoviárias sustentáveis

Critérios para a tomada de decisão em obras rodoviárias sustentáveis Citéios paa a tomada de decisão em obas odoviáias sustetáveis Citeia fo decisio makig i sustaiable oad woks Feado Silva Albuqueque Washito Pees Núñez Feado Silva Albuqueque Ceto de Ciêcias Exatas e Tecologia,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA DISCIPLINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS NO CURSO TÉCNICO EM COMÉRCIO PROEJA DO IFMT CAMPUS CONFRESA 1

A IMPORTÂNCIA DA DISCIPLINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS NO CURSO TÉCNICO EM COMÉRCIO PROEJA DO IFMT CAMPUS CONFRESA 1 A IMPORTÂNCIA DA DISCIPLINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS NO CURSO TÉCNICO EM COMÉRCIO PROEJA DO IFMT CAMPUS CONFRESA 1 Maa Maia Duta; Thiago Beiigo Lopes; Macelo Fanco Leão Mesta em Ciências Ambientais; Meste

Leia mais

Esquemas simétricos de cifra

Esquemas simétricos de cifra Esquemas siméticos de cifa Notas paa a UC de Seguaça Ifomática Iveo de 12/13 Pedo Félix (pedofelix em cc.isel.ipl.pt) Istituto Supeio de Egehaia de Lisboa Sumáio Pimitivas de cifa em bloco Pimitivas iteadas

Leia mais

A Informalidade no Mercado de Trabalho e o Impacto das Instituições: Uma Análise sob a Ótica da Teoria dos Jogos

A Informalidade no Mercado de Trabalho e o Impacto das Instituições: Uma Análise sob a Ótica da Teoria dos Jogos A Ifomalidade o Mecado de Tabalho e o Impacto das Istituições: Uma Aálise sob a Ótica da Teoia dos Jogos Feado B. Meegui Mauício S. Bugai Ispe Wokig Pape WPE: 5/2008 Copyight Ispe. Todos os dieitos esevados.

Leia mais

FORMULÁRIO ELABORAÇÃO ITENS/QUESTÕES

FORMULÁRIO ELABORAÇÃO ITENS/QUESTÕES CÓDIGOFO 7.5./0 REVISÃO 0 PÁGINA de CONCURSO DOCENTES EFETIVOS DO COLÉGIO PEDRO II DATA//0 CARGO/ARÉA MATEMÁTICÁ CONTEÚDO PROGRAMÁTICOSISTEMAS LINEARES/ VETORES NO R /GEOMETRIA ANALÍTICA EMR. NÍVEL DE

Leia mais

4 Análise de refletores circularmente simétricos alimentados por diagramas com dependência azimutal n=0 4.1 Introdução

4 Análise de refletores circularmente simétricos alimentados por diagramas com dependência azimutal n=0 4.1 Introdução 59 4 Aálise de efletoes ciculamete siméticos alimetados po diagamas com depedêcia aimutal = 4.1 Itodução Diagamas omidiecioais veticalmete polaiados podem se geados po ateas efletoas ciculamete siméticas

Leia mais

Prof. Daniel I. De Souza, Jr., Ph.D.

Prof. Daniel I. De Souza, Jr., Ph.D. CONAMET/SAM 26 TESTE DE VIDA SEQÜENCIAL APLICADO A UM TESTE DE VIDA ACELERADO COM UMA DISTRIBUIÇÃO DE AMOSTRAGEM WEIBULL DE TRÊS PARÂMETROS - UMA ABORDAGEM UTILIZANDO-SE O MÉTODO DO MAXIMUM LIKELIHOOD

Leia mais

TRABALHO E POTENCIAL ELETROSTÁTICO

TRABALHO E POTENCIAL ELETROSTÁTICO LTOMAGNTISMO I 5 TABALHO POTNCIAL LTOSTÁTICO Nos capítulos ateioes ós ivestigamos o campo elético devido a divesas cofiguações de cagas (potuais, distibuição liea, supefície de cagas e distibuição volumética

Leia mais

Aluno(a): Professor: Chiquinho

Aluno(a): Professor: Chiquinho Aluo(a): Pofesso: Chquho Estatístca Básca É a cêca que tem po objetvo oeta a coleta, o esumo, a apesetação, a aálse e a tepetação de dados. População e amosta - População é um cojuto de sees com uma dada

Leia mais

Soluções Composição qualitativa

Soluções Composição qualitativa Soluções oposição qualitativa As soluções são istuas de difeetes substâcias. Ua solução te dois tipos de copoetes: o solvete a substâcia ode se dissolve o soluto e os solutos as substâcias que se dissolve.

Leia mais

CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA MATEMÁTICA FINANCEIRA

CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA MATEMÁTICA FINANCEIRA CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA MATEMÁTICA FINANCEIRA Coceito de taxa de juros Taxa de juro é a relação etre o valor dos juros pagos (ou recebidos) o fial de um determiado período de tempo e o valor do capital

Leia mais

APÊNDICE. Revisão de Trigonometria

APÊNDICE. Revisão de Trigonometria E APÊNDICE Revisão de Tigonometia FUNÇÕES E IDENTIDADES TRIGONOMÉTRICAS ÂNGULOS Os ângulos em um plano podem se geados pela otação de um aio (semi-eta) em tono de sua etemidade. A posição inicial do aio

Leia mais

9: GREMAUD, TONETO JR. E VASCONCELLOS

9: GREMAUD, TONETO JR. E VASCONCELLOS Capítulo 9: GREMAUD, TONETO JR. E VASCONCELLOS (2002) Política Monetáia POLÍTICA MONETÁRIA o Afeta o poduto de foma indieta. Atavés da política monetáia o Banco Cental define as condições de liquidez da

Leia mais

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário Unidade 13 Noções de atemática Financeia Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto acional ou eal Desconto comecial ou bancáio Intodução A atemática Financeia teve seu início exatamente

Leia mais

INQUÉRITO ÀS AGÊNCIAS DE VIAGENS

INQUÉRITO ÀS AGÊNCIAS DE VIAGENS INQUÉRITO ÀS AGÊNCIAS DE VIAGENS Goveno da Região Administativa Especial de Macau Diecção dos Seviços de Estatística e Censos 21 - Em 21 as eceitas das agências de viagens cifaam-se em 6, mil milhões de

Leia mais

CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA

CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA Itrodução CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA A Ciética Química estuda a velocidade com a qual as reações acotecem e os fatores que são capazes de realizar ifluêcia sobre ela. A medida mais

Leia mais

CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO

CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO Capítulo 4 - Cinemática Invesa de Posição 4 CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO 4.1 INTRODUÇÃO No capítulo anteio foi visto como detemina a posição e a oientação do ógão teminal em temos das vaiáveis

Leia mais

CÁLCULO DO ÍNDICE DO CUSTO DA CESTA BÁSICA EM ANÁPOLIS, NO PERÍODO DE SETEMBRO DE 2008 A AGOSTO DE 2009

CÁLCULO DO ÍNDICE DO CUSTO DA CESTA BÁSICA EM ANÁPOLIS, NO PERÍODO DE SETEMBRO DE 2008 A AGOSTO DE 2009 CÁLCULO DO ÍNDICE DO CUSTO DA CESTA BÁSICA EM ANÁOLIS, NO ERÍODO DE SETEMBRO DE 2008 A AGOSTO DE 2009 Walquiria Cardoso de Brito 1 ;Reato Lopes dos Satos 2 ; Eliezer da Silva Freitas 2 ; Luís Ferado Barbosa

Leia mais

Exercícios e outras práticas sobre as aplicações da Termodinâmica Química 1 a parte

Exercícios e outras práticas sobre as aplicações da Termodinâmica Química 1 a parte 5 Capítulo Capítulo Execícios e outas páticas sobe as aplicações da emodinâmica Química 1 a pate Só queo sabe do que pode da ceto Não tenho tempo a pede. (leta da música Go Back, cantada pelo gupo itãs.

Leia mais

OAB PREV Síntese de Jan de fevereiro de 2016

OAB PREV Síntese de Jan de fevereiro de 2016 OAB PREV Sítese de Ja-2016 17 de fevereiro de 2016 O mudo se adequado ao ovo ritmo de crescimeto Chiês... Em que pese o mercado iteracioal ter apresetado muita volatilidade o mês de jaeiro, demostrado

Leia mais

O PAPEL DAS APRENDIZAGENS IMPLÍCITAS E EXPLÍCITAS. Juliana Chioca Ipolito Mestre em Educação Universidade Federal do Tocantins

O PAPEL DAS APRENDIZAGENS IMPLÍCITAS E EXPLÍCITAS. Juliana Chioca Ipolito Mestre em Educação Universidade Federal do Tocantins O PAPEL DAS APRENDIZAGENS IMPLÍCITAS E EXPLÍCITAS Juliana Chioca Ipolito Meste em Educação Univesidade Fedeal do Tocantins Este atigo é esultado de pate dos estudos ealizados na disciplina Linguagem escita,

Leia mais

Elvira Aparecida Simões Araujo³ Doutora em Educação Unitau Universidade de Taubaté, Resumo

Elvira Aparecida Simões Araujo³ Doutora em Educação Unitau Universidade de Taubaté, Resumo POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: acesso e pemanência no ensino supeio 1 Maia Claudia Lima Sousa² Meste em Gestão e Desenvolvimento Regional Devy- FACIMP Faculdade de Impeatiz, maiaclaudia-lima@hotmail.com

Leia mais

PERCEPÇÕES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MUNDO DO TRABALHO COMPETITIVO

PERCEPÇÕES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MUNDO DO TRABALHO COMPETITIVO PERCEPÇÕES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MUNDO DO TRABALHO COMPETITIVO Thelma Helena Costa Chahini (1); Maia da Piedade Resende (2) Dª em Educação; Dª em Psicologia Univesidade Fedeal

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Welbe Teinamentos S/C LTDA Nome Fantasia: Micolins Data de fundação: 25/01/2002 Númeo de funcionáios:

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE TEÓFILO OTONI CNPJ /

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE TEÓFILO OTONI CNPJ / REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO DELIBERATIVO DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE TEOFILO OTONI RELATÓRIO TRIMESTRAL DE RENTABILIDADE E RISCOS DOS INVESTIMENTOS RELATIVO

Leia mais

A OFERTA DO ENSINO MÉDIO NAS REGIÕES DE INTEGRAÇÃO DO MARAJÓ E METROPOLITANA DE BELÉM/PA¹

A OFERTA DO ENSINO MÉDIO NAS REGIÕES DE INTEGRAÇÃO DO MARAJÓ E METROPOLITANA DE BELÉM/PA¹ A OFERTA DO ENSINO MÉDIO NAS REGIÕES DE INTEGRAÇÃO DO MARAJÓ E METROPOLITANA DE BELÉM/PA¹ Gean Feeia de Noonha Gaduando de Pedagogia Univesidade Fedeal do Paá. gean.noonha@hotmail.com Layza Amanda Silva

Leia mais

Fato gerador Base de cálculo Alíquota Contribuinte Lançamento. Valor aduaneiro / da arrematação. cf. TEC (NCM)

Fato gerador Base de cálculo Alíquota Contribuinte Lançamento. Valor aduaneiro / da arrematação. cf. TEC (NCM) União Fedeal Imposto de Impotação Imposto de Expotação Imposto sobe a Renda e Poventos de Qualque Natueza Imposto sobe Podutos Industializados Imposto sobe Opeações de Cédito, Câmbio, Seguos e TVM Imposto

Leia mais

Forma Integral das Equações Básicas para Volume de Controle (cont.)

Forma Integral das Equações Básicas para Volume de Controle (cont.) EOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS Núcleo de Egehaia Témica e Fluidos Foma Itegal das Equações Básicas paa Volume de Cotole (cot.) Teoema do Taspote de Reyolds: elação geal ete a taxa de vaiação de qq. popiedade

Leia mais

4.4 Mais da geometria analítica de retas e planos

4.4 Mais da geometria analítica de retas e planos 07 4.4 Mais da geometia analítica de etas e planos Equações da eta na foma simética Lembemos que uma eta, no planos casos acima, a foma simética é um caso paticula da equação na eta na foma geal ou no

Leia mais

ESTADO DO ACRE MENSAGEM N 901 DE 22 DE JUNHO DE 2015

ESTADO DO ACRE MENSAGEM N 901 DE 22 DE JUNHO DE 2015 ESTADO DO ACRE MENSAGEM N 901 DE 22 DE JUNHO DE 2015 Senho Pesidente, Submeto a essa Augusta Assembleia Legislativa, po intemédio de Vossa Excelência, paa fins de apeciação e apovação, atendidos os dispositivos

Leia mais

5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO

5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO 5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO 5.1 INTRODUÇÃO Um sistema é defiido como todo o cojuto de compoetes itercoectados, previamete determiados, de forma a realizar um cojuto

Leia mais

Análise da eficiência de energia de esquemas de retransmissão em redes de sensores IEEE

Análise da eficiência de energia de esquemas de retransmissão em redes de sensores IEEE Aálise da eiciêcia de eegia de esquemas de etasmissão em edes de sesoes IEEE 82.5.4 João. Kleischmidt e Walte C. Boelli Depatameto de Telemática - DT Faculdade de Egehaia Elética e de Computação - FEEC

Leia mais

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E 7. Potencial Eléctico Tópicos do Capítulo 7.1. Difeença de Potencial e Potencial Eléctico 7.2. Difeenças de Potencial num Campo Eléctico Unifome 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas

Leia mais

GERADORES. Figura 5.1 (a) Gerador não ideal. (b) Gerador não ideal com a resistência interna r explicita no diagrama.

GERADORES. Figura 5.1 (a) Gerador não ideal. (b) Gerador não ideal com a resistência interna r explicita no diagrama. ELEICIDADE CAPÍULO 5 GEADOES Cofome visto o Capítulo, o geado é uma máquia elética capaz de estabelece uma difeeça de potecial elético (ddp) costate (ou fime) ete os extemos de um coduto elético, de maeia

Leia mais

ENSINO DE EQUAÇÕES E FUNÇÕES DE PRIMEIRO E SEGUNDO GRAU COM O AUXÍLIO DOS JOGOS DIDÁTICOS

ENSINO DE EQUAÇÕES E FUNÇÕES DE PRIMEIRO E SEGUNDO GRAU COM O AUXÍLIO DOS JOGOS DIDÁTICOS ENSINO DE EQUAÇÕES E FUNÇÕES DE PRIMEIRO E SEGUNDO GRAU COM O AUXÍLIO DOS JOGOS DIDÁTICOS Atu Cuz de Sousa Acadêmico do 9º peíodo do cuso de Licenciatua em Matemática pela UFT. Bolsista do PIBID (Pogama

Leia mais

O perímetro da circunferência

O perímetro da circunferência Univesidade de Basília Depatamento de Matemática Cálculo 1 O peímeto da cicunfeência O peímeto de um polígono de n lados é a soma do compimento dos seus lados. Dado um polígono qualque, você pode sempe

Leia mais

IAG. Definições: O valor do dinheiro no tempo Representação: (100) 100. Visualização: Fluxo de Caixa B&A B&A

IAG. Definições: O valor do dinheiro no tempo Representação: (100) 100. Visualização: Fluxo de Caixa B&A B&A IAG Matemática Fiaceira Fluxo de Caixa O valor do diheiro o tempo Represetação: Saídas Etradas (100) 100 Prof. Luiz Bradão 2012 1 2 Visualização: Fluxo de Caixa 0 1 2 3 4 5 Defiições: Fluxo de Caixa VP

Leia mais

CIÊNCIA & TECNOLOGIA

CIÊNCIA & TECNOLOGIA Volume 6 Númeo 2 ezembo de 2006 ISSN 1519 8022 4 REVISTA E CIÊNCIA & TECNOOGIA A evista tecológica da UNIG FACUAE E CIÊNCIAS EXATAS E TECNOÓGICAS REVISTA E CIÊNCIA & TECNOOGIA A evista tecológica da UNIG

Leia mais

Módulo: Binômio de Newton e o Triângulo de Pascal. Somas de elementos em Linhas, Colunas e Diagonais do Triângulo de Pascal. 2 ano do E.M.

Módulo: Binômio de Newton e o Triângulo de Pascal. Somas de elementos em Linhas, Colunas e Diagonais do Triângulo de Pascal. 2 ano do E.M. Módulo: Bômo de Newto e o Tâgulo de Pascal Somas de elemetos em Lhas, Coluas e Dagoas do Tâgulo de Pascal ao do EM Módulo: Bômo de Newto e o Tâgulo de Pascal Somas de elemetos em Lhas, Coluas e Dagoas

Leia mais

Matemática do Ensino Médio vol.2

Matemática do Ensino Médio vol.2 Matemática do Ensino Médio vol.2 Cap.11 Soluções 1) a) = 10 1, = 9m = 9000 litos. b) A áea do fundo é 10 = 0m 2 e a áea das paedes é (10 + + 10 + ) 1, = 51,2m 2. Como a áea que seá ladilhada é 0 + 51,2

Leia mais

Reversão da Intensidade de Capital, Retorno das Técnicas e Indeterminação da

Reversão da Intensidade de Capital, Retorno das Técnicas e Indeterminação da evesão da Intensidade de Capital, etono das Técnicas e Indeteminação da Dotação de Capital : a Cítica Saffiana à Teoia Neoclássica. Fanklin Seano, IE-UFJ Vesão evista, Outubo 2005 I.Capital Homogêneo Suponha

Leia mais

PROJETO TOCAR: ORIENTAÇÃO MUSICAL PARA PROFESSORES REGENTES DO ENSINO INFANTIL, UTILIZANDO O VIOLÃO COMO FERRAMENTA DE ENSINO.

PROJETO TOCAR: ORIENTAÇÃO MUSICAL PARA PROFESSORES REGENTES DO ENSINO INFANTIL, UTILIZANDO O VIOLÃO COMO FERRAMENTA DE ENSINO. PROJETO TOCAR: ORIENTAÇÃO MUSICAL PARA PROFESSORES REGENTES DO ENSINO INFANTIL, UTILIZANDO O VIOLÃO COMO FERRAMENTA DE ENSINO. Kalla Gyzelle Rodigues de Oliveia Pofessoa de Música Secetaia Municipal de

Leia mais

Aline de Lima Vieira. Deposição de filmes de carbono amorfo hidrogenado por plasma de catodo oco

Aline de Lima Vieira. Deposição de filmes de carbono amorfo hidrogenado por plasma de catodo oco Alie de Lima Vieia Deposição de filmes de caboo amofo hidogeado po plasma de catodo oco Niteói 9 de setembo de 009 Alie de Lima Vieia Deposição de filmes de caboo amofo hidogeado po plasma de catodo oco

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS UFSCAR PROFMAT MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS UFSCAR PROFMAT MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS UFSCAR PROFMAT MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA EM REDE NACIONAL DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA CRIANDO MENSAGENS SECRETAS NA ESCOLA BÁSICA UTILIZANDO A CRIPTOGRAFIA RSA

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Escola de Engenharia de Lorena EEL

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Escola de Engenharia de Lorena EEL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Escola de Egehaia de Loea EEL LOB101 - FÍSICA IV Pof. D. Duval Rodigues Juio Depatameto de Egehaia de Mateiais (DEMAR) Escola de Egehaia de Loea (EEL) Uivesidade de São Paulo

Leia mais

Palavras-chave: Grau de Alavancagem Financeira. Análise Envoltória de Dados (DEA). Fronteira de Eficiência. Setor de Telecomunicações.

Palavras-chave: Grau de Alavancagem Financeira. Análise Envoltória de Dados (DEA). Fronteira de Eficiência. Setor de Telecomunicações. Estudo Exploatóio da Fonteia de Eficiência do Indicado de Alavancagem Financeia em Empesas do Seto de Telecomunicações a pati da Análise Envoltóia de Dados (DEA) Resumo O objetivo pincipal de qualque empesa

Leia mais

Elementos de Análise - Verão 2001

Elementos de Análise - Verão 2001 Elemetos de Aálise - Verão 00 Lista Thomas Robert Malthus, 766-834, foi professor de Ecoomia Política em East Idia College e em seu trabalho trouxe à luz os estudos sobre diâmica populacioal. Um de seus

Leia mais

Whats: PROGRESSÃO GEOMÉTRICA

Whats: PROGRESSÃO GEOMÉTRICA Questões Vídeos 1. As áreas dos quadrados a seguir estão em progressão geométrica de razão 2. Podemos afirmar que os lados dos quadrados estão em a) progressão aritmética de razão 2. b) progressão geométrica

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE FRUTAS: DIVERSIFICAÇÃO OU CONCENTRAÇÃO DE PRODUTOS E DESTINOS?

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE FRUTAS: DIVERSIFICAÇÃO OU CONCENTRAÇÃO DE PRODUTOS E DESTINOS? 1 EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE FRUTAS: DIVERSIFICAÇÃO OU CONCENTRAÇÃO DE PRODUTOS E DESTINOS? Miguel Herique da Cuha Filho Mestrado em Ecoomia Rural (UFC/DEA) Professor da Uiversidade do Estado do Rio Grade

Leia mais

NÚMEROS IRRACIONAIS E TRANSCENDENTES

NÚMEROS IRRACIONAIS E TRANSCENDENTES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UNIVERSIDADE VIRTUAL DO MARANHÃO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MATEMÁTICA NÚMEROS IRRACIONAIS E TRANSCENDENTES IMPERATRIZ 009 JULIMAR

Leia mais

O TRATAMENTO DA INFLAÇÃO NA AVALIAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO

O TRATAMENTO DA INFLAÇÃO NA AVALIAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO O TRATAMENTO DA INFLAÇÃO NA AVALIAÇÃO DO FLUXO Fluxos de caixa em moeda omial ou em moeda? Fracisco Cavalcate (fracisco@fcavalcate.com.br Sócio-Diretor da Cavalcate Associados, empresa especializada a

Leia mais

Departamento de Física - Universidade do Algarve FORÇA CENTRÍFUGA

Departamento de Física - Universidade do Algarve FORÇA CENTRÍFUGA FORÇA CENTRÍFUGA 1. Resumo Um copo desceve um movimento cicula unifome. Faz-se vaia a sua velocidade de otação e a distância ao eixo de otação, medindo-se a foça centífuga em função destes dois paâmetos..

Leia mais

Departamento de Informática. Modelagem Analítica. Desempenho de Sistemas de Computação. Arranjos: Amostras Ordenadas. Exemplo

Departamento de Informática. Modelagem Analítica. Desempenho de Sistemas de Computação. Arranjos: Amostras Ordenadas. Exemplo Depatameto de Ifomática Disciplia: Modelagem Aalítica do Desempeho de Sistemas de Computação Elemetos de Aálise Combiatóia Pof. Ségio Colche colche@if.puc-io.b Teoema: Elemetos de Aálise Combiatóia Modelagem

Leia mais

INDICADORES DE COMPETITIVIDADE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE SOJA EM GRÃO, 1986 A TALLES GIRARDI DE MENDONÇA; LUIZ EDUARDO VASCONCELOS ROCHA;

INDICADORES DE COMPETITIVIDADE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE SOJA EM GRÃO, 1986 A TALLES GIRARDI DE MENDONÇA; LUIZ EDUARDO VASCONCELOS ROCHA; INDICADORES DE COMPETITIVIDADE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE SOJA EM GRÃO, 1986 A 2004. TALLES GIRARDI DE MENDONÇA; LUIZ EDUARDO VASCONCELOS ROCHA; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA - MG - BRASIL

Leia mais

Cálculo II Sucessões de números reais revisões

Cálculo II Sucessões de números reais revisões Ídice 1 Defiição e exemplos Cálculo II Sucessões de úmeros reais revisões Mestrado Itegrado em Egeharia Aeroáutica Mestrado Itegrado em Egeharia Civil Atóio Beto beto@ubi.pt Departameto de Matemática Uiversidade

Leia mais

Fundamentos da Engenharia Econômica. Professor Ivan Faccinetto Böttger. Profº Ivan Faccinetto Böttger - 1 -

Fundamentos da Engenharia Econômica. Professor Ivan Faccinetto Böttger. Profº Ivan Faccinetto Böttger - 1 - Fudametos da Egeharia Ecoômica Professor Iva Faccietto Böttger Profº Iva Faccietto Böttger - 1-2012 Ouvimos costatemete frases como estas: Vou depositar meu diheiro a poupaça ou Vou aplicar meu diheiro

Leia mais

Nota Técnica n o 045/2007 SRE/ANEEL Em 23 de fevereiro de 2007.

Nota Técnica n o 045/2007 SRE/ANEEL Em 23 de fevereiro de 2007. Nota Técnica n o 045/2007 SRE/ANEEL Em 23 de feveeio de 2007. Pocesso nº 48500.001488/2006-65 Assunto: Metodologia e cálculo do custo de capital a se utilizado na definição da eceita teto das licitações

Leia mais

RESPOSTA À DECLARAÇÃO EM DEFESA DE UMA MATEMÁTICA FINANCEIRA:- SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO PRICE:- BREVE NOTA SOBRE CERTOS ENIGMAS.

RESPOSTA À DECLARAÇÃO EM DEFESA DE UMA MATEMÁTICA FINANCEIRA:- SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO PRICE:- BREVE NOTA SOBRE CERTOS ENIGMAS. RESPOSTA À DECLARAÇÃO EM DEFESA DE UMA MATEMÁTICA FINANCEIRA:- SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO PRICE:- BREVE NOTA SOBRE CERTOS ENIGMAS. No sistema de amortização Price, com as seguites hipóteses, ocorrerá cobraça

Leia mais

OMBRO-CABEÇA-OMBRO : TESTANDO A LUCRATIVIDADE DO PADRÃO GRÁFICO DE ANÁLISE TÉCNICA NO MERCADO DE AÇÕES BRASILEIRO

OMBRO-CABEÇA-OMBRO : TESTANDO A LUCRATIVIDADE DO PADRÃO GRÁFICO DE ANÁLISE TÉCNICA NO MERCADO DE AÇÕES BRASILEIRO Caro parecerista, Agradecemos as sugestões e críticas ao osso artigo, as quais procuramos observar a revisão do artigo. A seguir você ecotrará um relatório descrevedo todos os ajustes realizados, a ordem

Leia mais

SISTEMA DE COORDENADAS

SISTEMA DE COORDENADAS ELETROMAGNETISMO I 1 0 ANÁLISE VETORIAL Este capítulo ofeece uma ecapitulação aos conhecimentos de álgeba vetoial, já vistos em outos cusos. Estando po isto numeado com o eo, não fa pate de fato dos nossos

Leia mais

( ) 10 2 = = 505. = n3 + n P1 - MA Questão 1. Considere a sequência (a n ) n 1 definida como indicado abaixo:

( ) 10 2 = = 505. = n3 + n P1 - MA Questão 1. Considere a sequência (a n ) n 1 definida como indicado abaixo: P1 - MA 1-011 Questão 1 Considee a sequência (a n ) n 1 definida como indicado abaixo: a 1 = 1 a = + 3 a 3 = + 5 + 6 a = 7 + 8 + 9 + 10 (05) (a) O temo a 10 é a soma de 10 inteios consecutivos Qual é o

Leia mais

MATEMÁTICA 3 A SÉRIE - E. MÉDIO

MATEMÁTICA 3 A SÉRIE - E. MÉDIO 1 MTEMÁTIC 3 SÉRIE - E. MÉDIO Pof. Rogéio Rodigues ELEMENTOS PRIMITIVOS / ÂNGULOS NOME :... NÚMERO :... TURM :... 2 I) ELEMENTOS PRIMITIVOS ÂNGULOS Os elementos pimitivos da Geometia são O Ponto, eta e

Leia mais

DIFICULDADES DOS ALUNOS DO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM QUESTÕES DE PROBABILIDADE.

DIFICULDADES DOS ALUNOS DO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM QUESTÕES DE PROBABILIDADE. DIFICULDADES DOS ALUNOS DO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM QUESTÕES DE PROBABILIDADE. Iuy Feeia Gaspa Gaduando em Pedagogia, Univesidade Fedeal do Tocantins UFT, iuyfgaspa@gmail.com Andey Patick Monteio

Leia mais

APONTAMENTOS DE COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA

APONTAMENTOS DE COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA APONTAMENTOS DE COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA (CÁLCULO DIFERENCIAL EM ) ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL Cálculo Dieecial em Cálculo dieecial em

Leia mais

QUESTÕES OBJETIVAS ANTES DE MARCAR SUAS RESPOSTAS, ASSINALE, NO ESPAÇO PRÓPRIO DO CARTÃO-RESPOSTA, O NÚMERO DO SEU GABARITO.

QUESTÕES OBJETIVAS ANTES DE MARCAR SUAS RESPOSTAS, ASSINALE, NO ESPAÇO PRÓPRIO DO CARTÃO-RESPOSTA, O NÚMERO DO SEU GABARITO. QUESTÕES OBJETIS NTES DE MRCR SUS RESPOSTS, SSINLE, NO ESPÇO PRÓPRIO DO CRTÃO-RESPOST, O NÚMERO DO SEU GBRITO. " natueza colocou o gêneo humano sob o domínio de dois senhoes sobeanos: a do e o paze. Somente

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Infotec Cusos Pofissionalizantes Ltda. Nome Fantasia: CEBRAC Cento Basileio de Cusos Data de fundação:

Leia mais

ENSINO DE QUÍMICA: O USO DE SOFTWARE PARA O APRENDIZADO DE TABELA PERIÓDICA COM O AUXILIO DE TABLET E APARELHOS CELULARES

ENSINO DE QUÍMICA: O USO DE SOFTWARE PARA O APRENDIZADO DE TABELA PERIÓDICA COM O AUXILIO DE TABLET E APARELHOS CELULARES ENSINO DE QUÍMICA: O USO DE SOFTWARE PARA O APRENDIZADO DE TABELA PERIÓDICA COM O AUXILIO DE TABLET E APARELHOS CELULARES Jaqueline Mendes da Cunha (1); Géssica Gacia Ramos (1); Antônio Macos de Oliveia

Leia mais

Análise de Estratégias de Controle de Erros para Redes de Sensores com Modulação OQPSK e GFSK

Análise de Estratégias de Controle de Erros para Redes de Sensores com Modulação OQPSK e GFSK XXV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBT 7, 3-6 DE SETEMBRO DE 7, RECIFE, PE Aálise de Estatégias de Cotole de Eos paa Redes de Sesoes com Modulação OQPSK e GFSK João. Kleischmidt e Walte C. Boelli

Leia mais

Fundamentos de Análise Matemática Profª Ana Paula. Números reais

Fundamentos de Análise Matemática Profª Ana Paula. Números reais Fudametos de Aálise Matemática Profª Aa Paula Números reais 1,, 3, cojuto dos úmeros aturais 0,1,,3, cojuto dos úmeros iteiros p q /p e q cojuto dos úmeros racioais a, a 0 a 1 a a, a e a i 0, 1,, 3, 4,

Leia mais

TOBIN, DECISÃO DE INVESTIMENTO E A PREFERÊNCIA PELA LIQUIDEZ NO BRASIL TOBIN, INVESTMENT DECISION AND LIQUIDITY PREFERENCE IN BRAZIL

TOBIN, DECISÃO DE INVESTIMENTO E A PREFERÊNCIA PELA LIQUIDEZ NO BRASIL TOBIN, INVESTMENT DECISION AND LIQUIDITY PREFERENCE IN BRAZIL ecebido em 03/006 - apovado em 05/006 TOBIN, DECISÃO DE INVESTIMENTO E A PEFEÊNCIA PELA LIQUIDEZ NO BASIL TOBIN, INVESTMENT DECISION AND LIQUIDITY PEFEENCE IN BAZIL Alceu Salles CAMAGO JÚNIO Faculdade

Leia mais

DERIVADAS DE FUNÇÕES11

DERIVADAS DE FUNÇÕES11 DERIVADAS DE FUNÇÕES11 Gil da Costa Marques Fudametos de Matemática I 11.1 O cálculo diferecial 11. Difereças 11.3 Taxa de variação média 11.4 Taxa de variação istatâea e potual 11.5 Primeiros exemplos

Leia mais

Ativos sem Risco. Universidade Federal de Santa Catarina. From the SelectedWorks of Sergio Da Silva. Sergio Da Silva

Ativos sem Risco. Universidade Federal de Santa Catarina. From the SelectedWorks of Sergio Da Silva. Sergio Da Silva Univesidade Fedeal de Santa Cataina Fom the SelectedWoks of Segio Da Silva 29 tivos sem Risco Segio Da Silva vailable at: htt://woks.beess.com/segiodasilva/4/ tivos sem Risco Hal R. Vaian Intemediate Micoeconomics,

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNIFESP VESTIBULAR 2011 RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNIFESP VESTIBULAR 2011 RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia. PROVA DE MATEMÁTICA DA UNIFESP VESTIBULAR 0 Profa Maria Atôia Gouveia 6 A figura represeta um cabo de aço preso as etremidades de duas hastes de mesma altura h em relação a uma plataforma horizotal A represetação

Leia mais

Capítulo VII: Soluções Numéricas de Equações Diferenciais Ordinárias

Capítulo VII: Soluções Numéricas de Equações Diferenciais Ordinárias Capítulo VII: Soluções Numéricas de Equações Difereciais Ordiárias 0. Itrodução Muitos feómeos as áreas das ciêcias egearias ecoomia etc. são modelados por equações difereciais. Supoa-se que se quer determiar

Leia mais

M23 Ficha de Trabalho SUCESSÕES 2

M23 Ficha de Trabalho SUCESSÕES 2 M Ficha de Trabalho NOME: SUCESSÕES I PARTE Relativamete à sucessão a =, pode-se afirmar que: (A) É um ifiitamete grade positivo (B) É um ifiitésimo (C) É um ifiitamete grade egativo (D) É limitada Cosidere

Leia mais

Demonstrações Geométricas, Algébricas e Solução de Equações Discretas utilizando as Sequências de Números Figurados

Demonstrações Geométricas, Algébricas e Solução de Equações Discretas utilizando as Sequências de Números Figurados Demostações Geométicas, Algébicas e Solução de Equações Discetas utilizado as Sequêcias de Númeos Figuados José Atoio Salvado Depatameto de Matemática - CCET - Uivesidade Fedeal de São Calos 3565-905,

Leia mais

9ª Conferência Internacional da LARES REAL ESTATE E OS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA

9ª Conferência Internacional da LARES REAL ESTATE E OS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA 9ª Coferêcia Iteracioal da LARES REAL ESTATE E OS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA Aplicação do Grau de Homogeeidade da Reda e do Grau de Distribuição da Reda como idicadores da qualidade da capacidade de geração

Leia mais

TRABAJO. Empresa o Entidad Daimon Engenharia e Sistemas Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - COELBA

TRABAJO. Empresa o Entidad Daimon Engenharia e Sistemas Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia - COELBA Título Análise de Patida de Motoes de Indução em Redes de Distibuição Utilizando Cicuito Elético Equivalente Obtido po Algoitmo Evolutivo Nº de Registo (Resumen 134 Empesa o Entidad Daimon Engenhaia e

Leia mais

Capítulo 7: Entry, Exit, Lay-up and Scrapping. 2 Lay up, Reactivation and Scraping

Capítulo 7: Entry, Exit, Lay-up and Scrapping. 2 Lay up, Reactivation and Scraping apítulo 7: Enty, Exit, Lay-up and Scapping Lay up, eactivation and Scaping Além de abandona completamente a opeação, obigando-se a incoe no custo total I do investimento a cada etomada, um pojeto pode

Leia mais

COMUNICADO CETIP N.º 119

COMUNICADO CETIP N.º 119 COMUCADO CETIP N.º 9 Aos Participates do Sistema de Registro e de Liquidação Fiaceira de Títulos A Cetral de Custódia e de Liquidação Fiaceira de Títulos CETIP, tedo em vista o disposto as Resoluções 2904

Leia mais

EQUILÍBRIO COM PLENO EMPREGO E EQUILÍBRIO COM DESEMPREGO EM UM CONTEXTO DE PREÇOS E SALÁRIOS FLEXÍVEIS: o debate entre Keynes e os (neo) clássicos

EQUILÍBRIO COM PLENO EMPREGO E EQUILÍBRIO COM DESEMPREGO EM UM CONTEXTO DE PREÇOS E SALÁRIOS FLEXÍVEIS: o debate entre Keynes e os (neo) clássicos EQUIÍBRIO COM PENO EMPREGO E EQUIÍBRIO COM DESEMPREGO EM UM CONTEXTO DE PREÇOS E SAÁRIOS EXÍVEIS: o debate ente Keynes e os (neo) clássicos abício J. Missio * José uís Oeio ** Resumo: O pesente tabalho

Leia mais

Sequências Reais. Departamento de Matemática - UEL Ulysses Sodré. 1 Sequências de números reais 1

Sequências Reais. Departamento de Matemática - UEL Ulysses Sodré.  1 Sequências de números reais 1 Matemática Essecial Sequêcias Reais Departameto de Matemática - UEL - 200 Ulysses Sodré http://www.mat.uel.br/matessecial/ Coteúdo Sequêcias de úmeros reais 2 Médias usuais 6 3 Médias versus progressões

Leia mais

Resolução da Prova de Raciocínio Lógico

Resolução da Prova de Raciocínio Lógico ESAF/ANA/2009 da Pova de Raciocínio Lógico (Refeência: Pova Objetiva 1 comum a todos os cagos). Opus Pi. Rio de Janeio, maço de 2009. Opus Pi. opuspi@ymail.com 1 21 Um io pincipal tem, ao passa em deteminado

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Índice:

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Índice: ANEXO 4 ROTEIRO DE VERIFICAÇÃO DO CÁLCULO DO CUSTO DO CAPITAL Roteio de Veificação do Cálculo do Custo do Capital Índice: Índice: Conceitos Veificações 1 VISÃO GERAL... 3 1.1 O QUE É CUSTO DE CAPITAL...

Leia mais

Prova Escrita de Matemática A

Prova Escrita de Matemática A EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO DecetoLei n.º 39/0, de 5 de julho Pova Escita de Matemática A.º Ano de Escolaidade Pova 635/Época Especial Citéios de Classificação Páginas 03 COTAÇÕES GRUPO I. a 8....(8

Leia mais

Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas.

Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas. NOME: Nº Ensino Médio TURMA: Data: / DISCIPLINA: Física PROF. : Glênon Duta ASSUNTO: Gandezas Vetoiais e Gandezas Escalaes Em nossas aulas anteioes vimos que gandeza é tudo aquilo que pode se medido. As

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ SARAMAGO

ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ SARAMAGO ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ SARAMAGO FÍSICA e QUÍMICA A 11º ano /1.º Ano 3º este de Avaliação Sumativa Feveeio 007 vesão Nome nº uma Data / / Duação: 90 minutos Pof. I Paa que se possa entende a lei descobeta

Leia mais

Árvores Digitais. Fonte de consulta: Szwarcfiter, J.; Markezon, L. Estruturas de Dados e seus Algoritmos, 3a. ed. LTC. Capítulo11

Árvores Digitais. Fonte de consulta: Szwarcfiter, J.; Markezon, L. Estruturas de Dados e seus Algoritmos, 3a. ed. LTC. Capítulo11 Ávoes Digitais Fonte de consulta: Szwacfite, J.; Makezon, L. Estutuas de Dados e seus Algoitmos, 3a. ed. LTC. Capítulo Pemissas do que vimos até aqui } As chaves têm tamanho fixo } As chaves cabem em uma

Leia mais