QUAIS OS FATORES SÃO DETERMINANTES PARA REDUZIR A DESIGUALDADE EM UM AMBIENTE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO E MENOS POBREZA? ÁREA TEMÁTICA: ECONOMIA SOCIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "QUAIS OS FATORES SÃO DETERMINANTES PARA REDUZIR A DESIGUALDADE EM UM AMBIENTE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO E MENOS POBREZA? ÁREA TEMÁTICA: ECONOMIA SOCIAL"

Transcrição

1 QUAIS OS FATORES SÃO DETERMINANTES PARA REDUZIR A DESIGUALDADE EM UM AMBIENTE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO E MENOS POBREZA? ÁREA TEMÁTICA: ECONOMIA SOCIAL Vito Hugo Mio Doutoado em Ecoomia (CAEN/UFC. Aalista de Políticas Públicas do Istituto de Pesquisa e Estatégia Ecoômica do Ceaá (IPECE e Pofesso do cuso de Ciêcias Ecoômicas da UNIFOR. Edeeço: Av. Geeal Afoso Albuqueque Lima, S/N, 2º ada, Edifício SEPLAG. Cambeba/Fotaleza/Ceaá. CEP: Foe: ( Daiel Ciilo Suliao Doutoado em Ecoomia (CAEN/UFC. Aalista de Políticas Públicas do Istituto de Pesquisa e Estatégia Ecoômica do Ceaá (IPECE e Pofesso do Depatameto de Ecoomia Aplicada da UFC. Edeeço: Av. Geeal Afoso Albuqueque Lima, S/N, 2º ada, Edifício SEPLAG. Cambeba/Fotaleza/Ceaá. CEP: Foe: ( Jimm Lima de Oliveia Douto em Ecoomia (CAEN/UFC. Aalista de Políticas Públicas do Istituto de Pesquisa e Estatégia Ecoômica do Ceaá (IPECE. Edeeço: Av. Geeal Afoso Albuqueque Lima, S/N, 2º ada, Edifício SEPLAG. Cambeba/Fotaleza/Ceaá. CEP: Foe: (

2 1 QUAIS OS FATORES SÃO DETERMINANTES PARA REDUZIR A DESIGUALDADE EM UM AMBIENTE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO E MENOS POBREZA? RESUMO Desde o sugimeto e dispoibilidade das bases de dados de pesquisas domiciliaes o Basil, e em paticula a base de dados da PNAD do IBGE, é fato que a pimeia década do século XXI epesetou um pocesso de cotíua e aceleada queda da desigualdade de eda o Basil. Neste tabalho pocuou-se idetifica e quatifica quais os picipais detemiates paa a edução da desigualdade a última década o estado do Ceaá, estado caacteizado como uma das picipais foças ecoômicas da egião Nodeste, e sedo esta também tadicioalmete caacteizada como detetoa de um dos pioes idicadoes sociais do país. Fazedo-se uso de simulações cotafactuais cosideou-se o peíodo peíodo de acetuado cescimeto ecoômico e caacteizado também po gahos substacialmete maioes em favo dos mais pobes a ecoomia ceaese. Os esultados mostam que apesa da eda ão deivada do tabalho epeseta apeas 1/3 da eda total, ceca de 48% do declíio da desigualdade é explicada po ela. Impotate também destaca o papel da melhoia o capital humao que foma a foça de tabalho assim como os fatoes demogáficos como mecaismo a edução da desigualdade o Ceaá. Palavas Chave: Desigualdade, Decomposição, Ceaá. ABSTRACT Sice the advet ad availabilit of databases of household suves i Bazil, ad i paticula the database of the IBGE PNAD, the it was obseved that the fist decade of this cetu expeieced a pocess of cotiuous ad apid declie i icome iequalit i Bazil. I this stud aims to idetif ad quatif what the mai detemiats fo the eductio of iequalit i the last decade i the state of Ceaá, which is chaacteized as a majo ecoomic foce i the Notheast egio, ad which is also taditioall chaacteized as havig oe of the wost idicatos of the cout. Usig of coutefactual simulatios, we cosideed the peiod a peiod of stog ecoomic gowth ad also chaacteized b substatiall geate gais i favo of the pooest i the ecoom of Ceaá. The esults show that although the icome ot deived fom labo ol epeset 1/3 of total icome, about 48% of the declie i iequalit is explaied b it. Impotat to highlight the ole of impovemet i huma capital so labofoce as well as demogaphic factos as a mechaisms to educe iequalit i Ceaá. Kewods: Iequalit, Decompositio, Ceaá. Jel Classificatio: I32 1. INTRODUÇÃO

3 O tema desigualdade sempe esteve em voga a liteatua ecoômica. De iício, as costuções teóicas cocetaam-se tato os coceitos de distibuição fucioal da eda como também a questão da distibuição pessoal da eda. A pimeia efee-se às fações da eda coespodetes aos divesos fatoes de podução ou, aida, quais os gupos sociais que são detetoes destes fatoes. Na distibuição pessoal de eda, o objeto de estudo ecai sobe os gahos dos agetes bem como quais são os mecaismos e vaiáveis que são esposáveis pelos seus detemiates. Essa busca pelo iteesse com elação aos difeeciais de eda é muito mais do que um meo coceito de justiça social. Em temos de países, as evidêcias mostam que maio desigualdade alimeta tesões sociais e fluxos migatóios em uma escala de difícil gestão tato paa ações icas como paa ações pobes [Faell (200]. Somado a isso, Aghio, Caoli e Peñaosa (1 agumetam que em uma ecoomia ode exista agetes heteogêeos a tedêcia é de uma meo ealização de atividades podutivas além de edução de opotuidades de ivestimeto. De fato, a escassez ou quase ausêcia de capital paa os mais pobes a tedêcia é uma podutividade magial elevada desse isumo de modo que a simples tasfeêcia de ativos ete agetes passaia a gea maioes opotuidades de ivestimeto e cescimeto ecoômico. Fajzlbe, Ledema e Loaza (18 também ecotam evidêcias de que uma elevada desigualdade eduz os custos moais de deliqüêcia dos idivíduos meos favoecidos geado efeitos advesos o cescimeto ecoômico. No Basil, o tema desigualdade é discutido de foma empíica a pati do tabalho de Calos Gealdo Lagoi fazedo-se lago uso de mecaismos micoecoométicos o livo Distibuição de Reda e Desevolvimeto Ecoômico o Basil publicado em 173. Usado dados dos Cesos de 160 e 170 e a Pesquisa Nacioal po Amosta de Domicílios (PNAD de 167, ambos do Istituto Basileio de Geogafia Estatística (IBGE, Lagoi aalisou a evolução e os detemiates da desigualdade de eda o Basil. Segudo Lagoi, a desigualdade ocoida ete 160 e 170 ão podia se atibuída a pedas de bem-esta já que esteve associada a um fote cescimeto ecoômico. Lagoi balizava-se a hipótese de Kuzets, segudo a qual a desigualdade aumetaia iicialmete, mas se eduziia posteiomete em estágios mais avaçados de desevolvimeto. Além disso, a ápida expasão ecoômica, associada a uma ofeta de mão-de-oba ielástica de cuto pazo, teve como coseqüêcia desequilíbios o mecado de tabalho em decoêcia de uma maio demada po maio mão-de-oba qualificada. Com base essas evidêcias, Lagoi agumetou que a educação seia a picipal vaiável a explicação da cocetação de eda o peíodo. Duate um peíodo de tempo substacial a idéias de Lagoi ão foam pioizadas o debate político e acadêmico, picipalmete poque a pati da década de 180 a ecoomia basileia passou po divesos desajustes macoecoômicos ocoidos desde década de 170. A questão fiscal, o déficit comecial e a iflação em alta foam algus destes poblemas o que veio a leva a gade massa de ecoomistas basileios em dieção as suas soluções deixado em segudo plao as questões da desigualdade de eda. Poucos foam os ecoomistas que este peíodo aida diecioavam esfoços a tetativa de amplia os esultados ecotados po Lagoi. Em boa pate deste peíodo pedomiou a costução de plaos ecoômicos a tetativa de doma o dagão iflacioáio. Ete os pesquisadoes que istigavam aida as questões coceetes à eda, mecado de tabalho, pobeza e desigualdade pode-se destaca o ecoomista Ricado Paes de Baos. Dete algus diagósticos ecotados po Paes de Baos coceetes a desigualdade a década de 180 pode-se eleca dois picipais. Em pimeio luga, o fote pocesso de aceleação iflacioáia este peíodo agavou mais aida a já combalida distibuição de edimetos o Basil. Aliado a isso, houve um leto pocesso de expasão da 2

4 educação cojugada com uma elevação dos etoos médios po ao de estudo. O esultado dessa cojução de fatoes foi um aumeto aida maio da desigualdade de eda familia pe capita e da desigualdade de edimetos laboais. A implatação e cosolidação do plao eal em 14 iauguou uma séie de mudaças a pespectiva macoecoômica e a distibuição fucioal de eda da ecoomia basileia. De fato, as evidêcias mostam que este foi o picipal fato paa a edução da pobeza a década de 0 [Rocha (2001]. Ressalte-se, cotudo, que o cescimeto populacioal estas últimas décadas, picipalmete a população mais pobe, ão pemitiu quedas maioes os íveis de pobeza o Basil [Ramos e Medoça (2005]. Po sua vez, tabalhos ecetes a liteatua ecoômica basileia, tedo ovamete como destaque os do ecoomista Paes de Baos, vem ecotado evidêcias obustas paa uma fote e cotíua queda da desigualdade de eda o Basil a pati de 2001 [Soaes (2006a, 2006b, Hoffma (2005, Baos et al. (2004, 2006a, 2006b, 2006c, 2007a, 2007b, 2007c, 2007d, 2007e, 2007f, 200, 2010, IPEA (2006, Feeia et al. (2006, 2007, Baos, Faco e Medoça (2007a, 2007b, 2007c, 2007d, 2007e, Hoffma (2006, Hoffma (2007, Ramos (2007a, 2007b, Soaes et al. (2007]. De fato, Baos et al. (2007a, 2007b, 200, po exemplo, mostam que a edução do gau de desigualdade o Basil em uma amosta de 74 países efeete ao coeficiete de Gii, em meos de 25% deles, houve edução semelhate e de mesma magitude. Ademais, ao aalisa as bases dispoíveis das pesquisas domiciliaes o Basil obseva-se que o gau de desigualdade em 2005, idepedetemete da medida de desigualdade utilizada, é um dos mais baixos os últimos 30 aos. Cofome agumeta Ramos (2007a, 2007b existe uma costatação que, desde o peíodo pós-eal, a desigualdade de edimetos do tabalho vem dimiuido de foma iequívoca, tato em temos de edimetos idividuais, como também em temos dos edimetos domiciliaes. Destaque-se também, de acodo com Soaes et al. (2007, que a desigualdade tem cotibuído paa eduzi a pobeza assim como a elevação das codições de vida dos mais pobes. Quais os fatoes são esposáveis pelas mudaças a desigualdade ecete? A expasão dos pogamas sociais paece se o cadidato ideal a medida em que a última década a magitude dos beefícios ofeecidos, seu gau de cobetua e o gau de atedimeto a população que mais ecessita deles expadiam-se lagamete. Todavia, de acodo com Hoffma (2005, ete 2002 e 2004 a maio pate da edução da desigualdade de edimeto domicilia pe capita o Basil esteve associada a edimetos de todos os tabalhos e ão a ampliação de pogamas oficiais de tasfeêcia de eda. Po outo lado, Baos et al. (2006a, 2006b, 2006c, 2007c, 2007d, 2010 efatizam que apesa de a eda ão-deivada do tabalho epeseta meos de ¼ da eda total e a eda do tabalho epeseta mais de ¾ do total de edimetos esta pimeia espode ete 1/3 e 50% pelo declíio da desigualdade e a seguda po meos da metade po esta edução. Essa edução a desigualdade é históica? No cotexto das pesquisas domiciliaes, ão é a úica. O fial dos 170 e o iício dos aos 10 foam também macados po acetuadas quedas de desigualdade. O que chama ateção paa este mometo, cofome visto acima, é o mix de fatoes que estão cofabulado paa o declíio da desigualdade ecete. Soaes et al. (2007 agumetam que os pogamas de tasfeêcia têm um papel elevate paa explica a queda a desigualdade obsevada. Já Hoffma (2007 mosta que a maio pate da edução está associada ao edimeto de todos os tabalhos. Cofome sugee Baos et al. (200 apeas com o uso de simulações cotafactuais é possível estima efetivamete a eal cotibuição de cada fato. É também impotate destaca que, deto do mecado de tabalho, os gaus de discimiação e segmetação, com algum gau de magitude, também deam sua cotibuição paa uma meo dispaidade de eda. De fato, deto de um efoque geal, Baos et al. 3

5 4 (2010 mostam que, o Basil, os gaus de discimiação e segmetação explicam quase ¼ da queda a desigualdade em emueação do tabalho e pouco meos de 10% quado se cosidea a eda pe capita. Além disso, o âmbito da segmetação espacial, emboa a desigualdade ete os estados seja um dos picipais esposáveis pelas dispaidades de eda, seus difeeciais ão têm se eduzido de foma sigificativa. Assim, deto desse cotexto, seia elevate obseva quais os fatoes e como eles têm cotibuído ou ão cotibuído paa a edução da desigualdade em um âmbito ita-estadual. Paticulamete, este tabalho iá aalisa os fatoes detemiates da queda da desigualdade o Estado do Ceaá. Po se um dos estados da egião Nodeste, egião esta caacteizada po apeseta os pioes idicadoes sociais do país, a aálise dos esultados toma um gau de impotâcia elevate. De fato, dado o mometo em que são muitos os fatoes combiados que estão cotibuido paa a edução da desigualdade, esta sabe qual a impotâcia de cada um deles em um estado caacteizado pela caêcia de um mecado de tabalho mais diâmico, escasso ível de capital humao e qual o papel das tasfeêcias em áeas de maio icidêcia de pobeza. De acodo com Hoffma (2007, os efeitos das tasfeêcias são mais impotates o Nodeste chegado a cotibui com quase 87% paa edução da desigualdade depededo do peíodo de aálise. Vale fisa também que o Ceaá pode se cosideado um modelo ideal paa a aálise ita-estadual já que além de dete idicadoes sociais abaixo da média acioal apeseta-se com uma das picipais foças ecoômicas da egião Nodeste, jutamete com a Bahia e Peambuco. De maeia mais específica, pode-se também destaca que o pecetual de pobes o Ceaá é muito elevado quado compaado com o Basil (o caso da idigêcia, o pecetual chega a se o dobo 1. Deto desses agumetos, e com base o que foi obsevado em Baos et al. (2010, a aálise aqui pesete dos detemiates imediatos da queda ecete da desigualdade coceta-se-á os aos de 2003 e 200. Com efeito, apesa de que o Basil ete 2001 e 2003 apeas a eda familia pe capita dos pimeios dois décimos da distibuição tiveam cescimeto, ete 2003 e 2007 o cescimeto da eda paa os mais os pobes foi substacialmete maio em elação aos icos. Além disso, é pati de 2003 que ocoem as maioes eduções da pobeza e extema pobeza [ve, po exemplo, ete outos Baos et al. (200]. Paa toa a aálise mais completa, ao ivés do ao de 2007 usamos o ao de 200 (último ao dispoível da PNAD. Na seção seguite, é apesetada algumas estatísticas evideciado a ocoêcia ou ão de uma queda da desigualdade o Estado do Ceaá e o Basil. Em seguida, desceve-se a metodologia utilizada com base em aálises cota-factuais. A seção 4 apeseta os esultados ecotados e uma última seção cotém as picipais coclusões. 2. EVIDÊNCIAS DA QUEDA DA DESIGUALDADE NA ÚLTIMA DÉCADA Nesta seção, iemos aalisa a evolução da desigualdade de eda o Estado do Ceaá atavés de algus idicadoes que já são comumete usados a liteatua, picipalmete aos que seviam de ispiação paa o pesete estudo [ve Baos et al. (2006a, 2006b, 2006c, 2007a, 2007b, 2007c, 2007d, 2007e, 2007f, 200, 2010]. Apesa da fote queda da desigualdade se dá desde o iício do pimeio ao da década passada e a pesete aálise te como peíodo iicial o ao de 2003, algus idicadoes que se seguem iiciam-se a pati do ao de 15 e se estedem até o ao de 200. Visualmete, além de temos uma aálise mais abagete em temos de logo pazo, obsevado com mais pecisão as mudaças distibucioais, é fato que, a pati de 15, pimeio ao dispoível da PNAD logo após o plao eal, obseva-se uma edução tato o 1 Idicadoes Sociais do Ceaá (2008.

6 5 gau de pobeza quato o aumeto da eda média [Rocha (2001, 2007, Hoffma (2007, Soaes et al. (2007]. Além disso, é este ao também que se iicia um pocesso de fote estabilidade moetáia e é ele que ocoe uma cojução de mudaça de fatoes ligados à desigualdade de edimetos [ve Feeia et al. (2006, 2007]. Nesses temos, o gáfico 1 a segui é apesetado o ídice de Gii da eda domicilia pe capita tato paa o Estado do Ceaá como paa o Basil. Além de se um ídice de tadicioal mesuabilidade da desigualdade, ele está dietamete ligado a cuva de Loez de uma distibuição de eda (ve gáficos 5 e 6 a segui. O ídice de Gii tem gades vatages aalíticas. De fato, é um ídice ituitivo, simples e clao. Seu itevalo de vaiação ecota-se ete 0 e 1, ode zeo epeseta uma situação a qual todos detêm a mesma eda e 1 uma situação ode uma pessoa detêm toda a eda da distibuição. Logo, quato mais póximo de 1, maio a desigualdade de eda a sociedade. O Gii também tem a caacteística de se pouco sesível a vaiações os extemos da distibuição e bastate sesível a vaiações o meio dela. Como se pode obseva o gáfico, o Basil além de começa com um gau de desigualdade bem ifeio ao do Estado do Ceaá apeseta uma queda cotíua da desigualdade ao logo de quase todo o peíodo (a úica exceção é um leve aumeto da desigualdade o fial da década de 0. Além de apeseta fotes oscilações ao logo da séie, o Ceaá também apeseta gades declíios da desigualdade. Ressalte-se que apesa destas fotes oscilações e vaiações, além de uma desigualdade bem acima que a basileia, o Gii da eda domicilia pe capita ceaese, ao fial da séie, ecota-se em um patama igual ao Gii da eda domicilia pe capita basileia. Gáfico 1 Ídice de Gii da Reda Domicilia pe capita 15 a 200 Fote: Elaboado pelos autoes a pati dos micodados da PNAD. Nesta mesma pespectiva, o gáfico 2 a segui apeseta o gau de desigualdade de eda cosideado mais uma vez o Gii só que agoa paa os 27 estados basileios mais a uidade da fedeação o ao de 200. De acodo com o gáfico, o Distito Fedeal e o Ace são os que apesetam a maio desigualdade equato Sata Cataia e São Paulo são os de meo desigualdade. No caso deste último, além de o mesmo apeseta a seguda meo desigualdade aida detém 1/3 da iqueza do país em temos de paticipação elativa do PIB. Gáfico 2 Distibuição dos Estados Segudo o Nível de Desigualdade 200

7 6 Fote: Elaboado pelos autoes a pati dos micodados da PNAD. Existem mais evidêcias paa cotíua e acetuada queda da desigualdade o Ceaá. Os gáficos 3 e 4 a segui apesetam dois ídices ligados a acumulação de eda pelos pecetis da distibuição. No gáfico 3 é apesetado a azão ete a eda acumulada ete 10% mais icos e os 40% mais pobes, equato que o gáfico 4 é apesetado a azão ete a eda acumulada ete os 20% mais icos e os 20% mais pobes. Assim como o ídice de Gii, uma de suas vatages é a sua simplicidade. Po outo lado, ao cotáio do coeficiete de Gii, que é mais sesível a vaiações o ceto da distibuição, estes dois idicadoes apesetam gade sesibilidade a vaiações as caudas da distibuição, toado-os mais compatíveis com os idicadoes de pobeza. Apesa destas vatages, é bom destaca algumas de suas limitações como a ão obediêcia ao picípio das tasfeêcias 2. Aalisado o gáfico 3 a segui, obseva-se algumas semelhaças em temos compotametais em elação ao Gii: em pimeio luga, o Basil apeseta uma queda cotíua desde o iício da séie, equato que o Ceaá apeseta fotes oscilações ao logo de todo o peíodo. Ao fial, as duas azões apesetam valoes semelhates. Esse compotameto paa o caso do Ceaá, picipalmete a última década, paece sugei que o cescimeto da eda dos 40% mais pobes foi bem supeio que a dos 10% mais icos (ve também os gáficos e 10 a segui. Compotameto simila se dá o gáfico 4 efeete a azão da eda média ete os 20% mais icos e os 20% mais pobes. Gáfico 3 Razão ete a Reda Acumulada ete os 10% mais icos e os 40% mais pobes 15 a O picípio das tasfeêcias os diz que uma tasfeêcia de eda de um idivíduo mais ico paa um outo mais pobe deve eduzi o ídice.

8 7 Fote: Elaboado pelos autoes a pati dos micodados da PNAD. Gáfico 4 Razão ete a Reda Acumulada ete os 20% mais icos e os 20% mais pobes 15 a 200 Fote: Elaboado pelos autoes a pati dos micodados da PNAD. Paa assegua que a desigualdade o ao de 200 o Estado do Ceaá é a mais baixa do peíodo é peciso também compaa a cuva de Loez dos divesos aos. Nos gáficos 5 e 6 a segui elas são apesetadas paa os aos de 15, 2003 e 200. Ambos os gáficos idicam que a cuva paa o ao de 200 é semelhate a um evelope das cuvas paa os demais aos, mesmo que o gáfico 5 existam cuzametos. Já o gáfico 6, que cosidea apeas os 40 décimos da distibuição, a cuva de Loez de 200 apeseta-se como uma total evoltóia dos aos de 15 e Gáfico 5 Cuvas de Loez da Distibuição de Reda Ceaese 15, 2003 e 200

9 8 Fote: Elaboado pelos autoes a pati dos micodados da PNAD. Gáfico 6 Cuvas de Loez dos 40 pimeios Cetésimos da Distibuição de Reda Ceaese 15, 2003 e 200 Fote: Elaboado pelos autoes a pati dos micodados da PNAD. Com efeito, caso os mais pobes estejam se apopiado de uma fatia maio da eda total da sociedade isso sigifica uma edução a desigualdade. No caso da cuva de Loez dos dois gáficos ateioes, a edução a desigualdade sigifica um deslocameto dessa cuva a dieção da eta de pefeita igualdade. Assim, se a eda média dos mais pobes cesce mais do que a eda média total haveá uma edução da desigualdade. Nesse setido, seia iteessate obseva as taxas de cescimeto po decil da distibuição obsevado se o gaho médio da eda paa os mais pobes foi supeio ao gaho médio dos mais icos. Os gáficos e 10 a segui apesetam as taxas de cescimeto da eda domicilia po decil da distibuição paa o peíodo e , espectivamete. De acodo com o gáfico, este peíodo de quase 15 aos a taxa de cescimeto da eda dos 10% mais pobes foi mais que o dobo do cescimeto da média do estado. Além disso, a taxa de cescimeto média dos 10% mais icos foi meos de ¼ do cescimeto dos 10% mais pobes efletido, dessa foma, os gahos de bem-esta a favo deste último gupo. No gáfico 10, que etata o cescimeto do peíodo , obseva-se também o cescimeto a favo do pimeio decil dado que ele esteve bem acima da média estadual estado também 2% acima do decil mais ico da distibuição. Gáfico Taxa de Cescimeto da Reda Domicilia o Ceaá po Decil da Distibuição 15 a 200

10 Fote: Elaboado pelos autoes a pati dos micodados da PNAD. Gáfico 10 Taxa de Cescimeto da Reda Domicilia o Ceaá po Decil da Distibuição 2003 a 200 Fote: Elaboado pelos autoes a pati dos micodados da PNAD. Po fim, apesa de todos estes idicadoes de queda ecete, a desigualdade o Ceaá aida pemaece elevada. Como mosta o gáfico 7, a pacela da eda total apopiada pelos 1% mais icos é da mesma magitude pelos 50% mais pobes. Além disso, o estado do Ceaá, os 10% mais icos se apopiam de 50% da eda, equato os 50% mais pobes se apopiam de pouco mais de 10% da eda total. Gáfico 7 Evolução da Reda Apopiada pelos Cetésimos da Distibuição Ceaese 15 a 200 Fote: Elaboado pelos autoes a pati dos micodados da PNAD.

11 10 3. ARCABOUÇO TEÓRICO E METODOLOGIA Cofome já agumetado, o objetivo deste estudo é isola os detemiates imediatos da queda a desigualdade de eda o estado do Ceaá o peíodo ecete. Dessa foma, a aálise evolve um cojuto de idetidades que defiem a eda familia pe capita em fução de seus detemiates imediatos. Toda a estutua aalítica aqui empegada é baseada em Baos et al. 2004, 2006a, 2006b, 2006c, 2007a, 2007b, 2007c, 2007d, 2007e, 2007f, 200, Os detemiates da queda a desigualdade Nesta subseção é apesetado o acabouço teóico que pemite elacioa a eda pe capita das famílias aos seus detemiates imediatos. Dete esses detemiates estão aspectos demogáficos (azão de depedêcia, a composição da eda familia de acodo com suas fotes (eda do tabalho e eda ão deivada do tabalho e a taxa de ocupação o mecado de tabalho. Como pimeio passo, defie-se a vaiável em aálise que é a eda familia pe capita de foma que sedo a eda do i-ésimo membo da família po i, etão, a eda pe capita,, de uma família com membos é dada po: 1 = i (1 i= Aspecto demogáfico A eda pe capita de uma família depede iicialmete de dois fatoes: o úmeo de membos e a dispoibilidade de ecusos. Supodo que apeas os adultos aufeem eda 3, deotado o cojuto de adultos a família po A e o úmeo de adultos a família po A, a eda pe capita pode se escita da seguite foma: 1 A 1 = = i i (2 i= 1 A i A A azão A epeseta a popoção de adultos a família e seá deotada po a. O 1 temo i epeseta a eda média po adulto a família e seá deotada po. A i A Cosideado estes fatoes, a eda familia pe capita da família pode se escita como o poduto da eda familia po adulto e a popoção de adultos essa mesma família da seguite foma: = a ( Icopoado as fotes de eda da família A eda da família e a eda dos adultos da família (assim como as vesões em temos pe capita, podem se apesetadas em temos de suas fotes. Assim, de foma geealizada, pode-se defii a eda como a soma de dois compoetes básicos: a eda deivada do tabalho e a eda ão deivada do tabalho. Deotado po a eda ão deivada do tabalho do i-ésimo membo da família, e po a eda do tabalho desse mesmo membo, pode-se eesceve a eda familia pe capita da seguite foma: t i o i 3 Semelhatemete a Baos et al 2004, caso um membo ão-adulto eceba alguma eda, esta foi ealocada ao chefe da família.

12 11 1 a A ( o = + i + ti a oi ti A i A A i A = i A 1 1 (4 Defiido 1 o = oi A i A e 1 t = t A i A i, tem-se: = a ( o + t ( Taxa de ocupação dos adultos e edimetos do tabalho Po sua vez, a eda do tabalho po adulto em uma família é detemiada pelo acesso de seus membos a postos de tabalho e pela podutividade daqueles que se ecotam ocupados. Cosideado estes dois detemiates, podemos esceve a eda do tabalho po adulto em fução da popoção de adultos da família ocupados (taxa de ocupação e da emueação do tabalho destes adultos ocupados. Deotado U como o cojuto de adultos a família que estão ocupados e o úmeo de adultos ocupados a família po U, a eda do tabalho po adulto, t, pode se escita da seguite foma: 1 U 1 t = t = i ti (6 A i A A U i A U Defiido u = como a taxa de ocupação ete os membos adultos da família e A w = 1 ti como a podutividade média do tabalho mesuada pela emueação média dos U i A adultos ocupados, a eda do tabalho pode se escita como t = u. w. Pelo desevolvimeto ealizado acima, a expessão da eda pe capita de cada família pode se escita em fução de quato detemiates imediatos da seguite foma: = a ( o + u. w (7 Essa expessão seá a base da aálise ealizada. A cotibuição de cada um destes detemiates paa a queda ecete a desigualdade de eda o Ceaá seá estimada avaliado como mudaças a distibuição destas vaiáveis podem afeta a distibuição de eda familia pe capita. A metodologia paa estimação destas cotibuições é descita a póxima seção Metodologia Nessa subseção seá apesetada a metodologia que pemite isola a cotibuição de mudaças a distibuição de cada um dos detemiates da eda domicilia pe capita a tajetóia de queda da desigualdade de eda o Ceaá ete 2003 e 200. Cosidee uma medida de desigualdade qualque, θ, defiida em fução da distibuição de eda F, dada como: θ = Θ( F (8 Como foi dada a expessão (3, a distibuição de eda pe capita é fução da distibuição cojuta de a e de, da seguite foma: = Φ ( ( F F a,

13 12 Pode-se expessa a distibuição cojuta de a e de, F a, Aa, como uma fução das duas distibuições magiais, F e F, e uma fução de associação da seguite foma: F a a, = ( Fa, F, Aa ψ (10 Assim, a distibuição de eda pe capita em temos das duas distibuições magiais e da fução de associação é: F = Φ ψ F F, A (11 ( ( a, a Seguido esta mesma lógica é possível esceve fuções de distibuição da eda familia pe capita seguido as estutuas defiidas as equações (5 e (7 que decompõem a eda média po adulto e a eda média do tabalho. De foma mais sitética a distibuição da eda média po adulto da família em temos de suas fotes básica é: F = Γ ψ F F, A (12 ( ( o, t o t Substituido (12 em (11, tem-se a seguite foma paa expessa a fução de distibuição de eda pe capita: F = Φ ψ F, Γ ψ F, F, A, A (13 ( ( a ( ( o t o t a Po sua vez, da equação (7 pode-se defii a distibuição da eda do tabalho em temos das distibuições magiais de u e w e da fução de associação ete estas duas vaiáveis, pode se usada paa esceve a fução de distibuição de como: F ( ( F, Γ( ψ ( F, Ψ( ψ ( F, F, A, A A = Φ ψ, (14 a o u w u w o t a Esta última expessão apeseta a distibuição da eda familia pe capita em fução das distibuições magiais de quato detemiates imediatos ( F a, Fo, Fu e Fw e de tês fuções de associação ( Aa, Ao t, Au w. Essa expessão é a foma básica paa que sejam avaliadas alteações a distibuição de a pati da mudaça de algum(s destes sete compoetes. Tomado a expessão da medida de desigualdade em (8 e substituido a expessão (14 tem-se: θ = Θ Φ ψ F, Γ ψ F, Ψ ψ F, F, A, A, A (15 ( ( ( ( ( ( ( a o A pati dessa expessão, é possível avalia a cotibuição de cada um dos fatoes cosideados (distibuições magiais e associações a mudaça de desigualdade de eda, etatada em θ, ete os aos de 2003 e 200 da seguite foma: 3 Δ = Θ F Θ (16 ( ( F 3 Ou simplesmete: Δ = θ θ ; ode o sobescito deota a situação fial (200 e o sobescito 3 a situação iicial ( A cotibuição dos fatoes demogáficos Pode-se costui uma ova distibuição de eda alteado a distibuição de qualque um de seus compoetes. Paa isola a cotibuição de alteações a distibuição da eda familia po adulto sobe a distibuição da eda familia pe capita ete 2003 e 200 podese costui uma ova distibuição de eda da seguite foma: u w u w o t a

14 F 3 ( ( F, F, A = Φ ψ (17 * a a Essa ova distibuição epeseta um cotafactual da distibuição de em 200 caso apeas a distibuição de ão tivesse se alteado desde Assim, paa obte a cotibuição de mudaças a distibuição de paa a edução a desigualdade de eda,, calcula-se: Δ 3 ( ( ( ( ( * Θ Φ ψ Fa, F, Aa = Θ F * θ = Θ F (18 Na sequêcia, paa obte a cotibuição de mudaças a distibuição da popoção de adultos paa a edução a desigualdade de eda, Δ a, pode-se costui a seguite distibuição: 3 3 F = Φ ψ F, F, A (1 E calcula: ( ( * a a a, a ( F Θ( F * Δ = Θ (20 * a, Po fim, a cotibuição de mudaças a associação ete a e, paa explica a queda a desigualdade pode se escita como: Δa = Θ Φ( ψ ( Fa, F, Aa Θ F (21 ( ( Note que o pimeio temo desta última difeeça é a pópia medida de desigualdade de eda familia pe capita obsevada em Tomado com poto de patida a distibuição da eda familia pe capita obsevada em 2003, a espectiva medida de desigualdade e empegado os cotafactuais das distibuições acima, pode-se estima a cotibuição magial de cada um dos detemiates. O Quado 1 apeseta uma sequêcia em que o cálculo das cotibuições pode se ealizado calculado valoes cotafactuais paa a pati da modificação a vaiável da qual se que isola o efeito. Quado 1 - Expessões paa cálculo da cotibuição dos fatoes detemiates da distibuição de eda familia pe capita Fato detemiate Expessões * a, 3 Aa Δa = θ Θ( F *, a F Δ a = Θ( F Θ( F * a * a, = Θ F * θ F ( Δ Δ 13 Note que somado as expessões paa o cálculo das cotibuições de cada fato detemiate obtém-se a medida da edução a desigualdade ete 2003 e 200: 3 A + Δ + Δ = θ θ a a A cotibuição da eda ão deivada e deivada do tabalho A pati das expessões (5 e (13, pode-se obte as cotibuições magiais de alteações as distibuições das edas do tabalho e ão deivadas do tabalho e da associação ete as duas sobe a queda a desigualdade. O cotafactual da distibuição da eda familia pe capita em 200, ou seja, caso apeas a distibuição da eda deivada do tabalho ão tivesse se alteado desde 2003, pode se escito como:

15 F 3 ( ( F, Γ( ( F, F, A, A = Φ ψ ψ (22 * a o t o t a t Assim, a cotibuição de mudaças em F t paa a queda a desigualdade de eda pe capita é calculada po: Δt = Θ F * θ (23 ( t Seguido um pocedimeto sequecial e defiido a cotibuição de mudaças a distibuição de o de maeia simila, a cotibuição da eda ão deivada do tabalho paa a queda a desigualdade de eda familia pe capita é obtida po: 3 3 Δ = Θ Φ ψ F, Γ ψ F, F, A, A Θ F o o ( ( ( a ( ( o t o t a ( * ( F Θ( F * Δ = Θ (24 * o, t t Fialmete, a cotibuição de mudaças a associação ete os dois tipos de eda paa a queda a desigualdade pode se expessa po: Δ = Θ Φ ψ F, Γψ F, F, A, A Θ F (25 o t ( ( ( a ( ( o t o t a ( A sequêcia de cálculo das cotibuições de cada um dos compoetes da eda po adulto pode se pode se visualizada o Quado 2. Quado 2 - Expessões paa cálculo da cotibuição dos fatoes detemiates da distibuição de eda Fato detemiate Expessões = Θ F Θ F Ao t Δo t ( * ( *, o t F Δ o = Θ( F Θ( F * o t * o, t t F ( Δ t = Θ F * θ t t * o, t 14 Opeacioalmete, o cálculo exige um ajuste a costução dos cotafactuais da distibuição de. A distibuição é costuída com base a seguite expessão simulada F * t * * * paa a eda familia pe capita t = a t = a ( o + t. * * * * A distibuição F *, po sua vez, é costuída com base em o,t o, t a o, t = a ( o + t * No etato, as duas distibuições destes temos ( * t e o, t =. são distitas da distibuição de. Assim, paa isola os efeitos de mudaças a distibuição de o e t deve-se cosidea a * * associação costate. Nesse caso, é ecessáio obte vaiáveis a pati de e que Aa teham a mesma odeação de A cotibuição da taxa de ocupação dos adultos e do edimeto do tabalho Na expessão (7 foi defiida a eda familia pe capita e a eda do tabalho po adulto ocoida em temos da taxa de ocupação e do edimeto obtido pelos adultos ocupados. Empegado distibuições cotafactuais paa u e w é possível avalia a cotibuição destes dois fatoes paa a queda a desigualdade. As distibuições de eda cotafactuais são as seguites: 3 F = Φ ψ F, Γ ψ F, Ψ ψ F, F, A, A, A (26 ( ( ( ( ( ( * a o u w u w o t a w t o,t

16 F 3 3 ( ( F, Γ( ψ ( F, Ψ( ( F, F, A, A, A * a o u w u w o t a u, w = Φ ψ ψ (27 Po fim, a cotibuição de mudaças a associação ete a taxa de ocupação e o edimeto do tabalho paa a queda a desigualdade deve leva em cosideação a seguite distibuição: F = Φ ψ F, Γ ψ F, Ψ ψ F, F, A, A, A (27 ( ( ( ( ( ( * a o u w u w o t a u w Novamete, deve-se cosidea a mauteção do odeameto as distibuições de e t. Assim, faz-se ecessáio ajusta a odeação das vaiáveis modificadas. As cotibuições de mudaças a distibuição da taxa de ocupação e do edimeto do tabalho paa a queda a desigualdade de eda pe capita podem se visualizadas o quado 3 que apeseta também a sequêcia de cálculo das cotibuições de cada um dos compoetes da eda do tabalho. Quado 3 - Expessões paa cálculo da cotibuição dos fatoes detemiates da distibuição de eda Fato detemiate Expessões Δ = Θ F Θ F Au w u w ( * ( u w F u Δ u = Θ( F * Θ( F *, w w u F ( w Δ t = Θ F * θ w * u, w RESULTADOS Nesta seção são apesetados e aalisados os chamados fatoes detemiates imediatos paa a edução da desigualdade de eda o Ceaá. Os esultados foam estimados com base em uma séie de simulações cotafactuais de acodo com a metodologia apesetada ateiomete. Ete 2003 e 200, o gau de desigualdade o Ceaá decliou 5% com o coeficiete de Gii passado de 0,56 paa 0,54. A cotibuição dos fatoes detemiates imediatos paa essa edução da desigualdade de eda pe capita são apesetadas e aalisadas as subseções abaixo agupado-os em fatoes demogáficos, fotes de eda (deivada e ão deivada do tabalho, mudaças o mecado de tabalho (taxa de ocupação e edimetos do tabalho além de suas associações A cotibuição dos fatoes demogáficos Cosideado a expessão (3 que detemia a eda familia pe capita como o poduto ete o pecetual de adultos a família e a eda po adulto, a edução a desigualdade é explicada po mudaças a distibuição da pocetagem de adultos a família, pela mudaça a distibuição de eda po adulto e pela associação ete estas distibuições. As cotibuições de cada um deles podem se veificadas a Tabela 1. De acodo com as estimativas, 2/3 da queda a desigualdade de eda esse peíodo podem se explicadas po mudaças a distibuição da eda po adulto. Na mesma tabela é possível visualiza que a mudaça a distibuição da pocetagem de adultos a família possui uma cotibuição de 21,8%. De fato, a popoção média de adultos aumetado eleva a quatidade de povedoes de eda as famílias e este fato se apeseta como um detemiate impotate o caso do Ceaá (o peíodo aalisado a pocetagem de adultos as famílias ceaeses teve um aumeto a odem de 5,6%. A associação ete a pocetagem de adultos e a eda po adulto também se mostou impotate tedo cotibuído com 12,6% paa explica a queda a desigualdade de eda.

17 16 Tabela 1 - Cotibuição da popoção de adultos, de eda familia po adulto e associações paa explica a edução o gau de desigualdade de eda pe capita o Ceaá ete 2003 e 200 (% Simulações Gau de desigualdade (Coeficiete de Gii Situação em ,7 Se as distibuições de eda familia po adulto e da pocetagem de adultos de 200 fossem iguais às de 2003 Se a distibuição de eda familia po adulto de 200 fosse igual a de 2003 Cotibuição paa a edução a desigualdade (% 56,4 12,6 55,8 21,8 Detemiates Associação ete a pocetagem de adultos e a eda po adulto Distibuição do pecetual de adultos Distibuição da eda familia po Situação em ,2 65,6 adulto Fote: Estimativas poduzidas com base a Pesquisa Nacioal po Amosta de Domicílios (PNAD de 2003 e A cotibuição da eda deivada do tabalho e da eda ão deivada do tabalho Da Tabela 1 obsevou-se que a maio pate da edução da desigualdade é explicada pela mudaça a distibuição de eda po adulto. Po sua vez, a eda po adulto é dada pela soma da eda deivada do tabalho e da eda ão deivada do tabalho. A paticipação elativa de cada uma destas fotes de eda os domicílios ceaeses sofeam leves alteações o peíodo ete 2003 e 200. Em 2003, a eda poveiete do tabalho epesetava, em média, 70% dos edimetos domiciliaes ceaeses equato que a eda poveiete de outas fotes epesetava os demais 30%. Em 200, a paticipação dos edimetos ão povidos pelo tabalho aumetou sua paticipação elativa paa apoximadamete 33%. De acodo com os esultados da tabela 2 a mudaça a distibuição da eda ão deivada do tabalho po adulto possuiu uma cotibuição estimada de 48,3% paa a queda da desigualdade de eda pe capita o Ceaá ete 2003 e 200. A associação ete a eda deivada e a ão deivada do tabalho também se mostou impotate paa explica a queda a desigualdade de eda pe capita ceaese o peíodo tedo cotibuído com uma pacela de 15%. No que se efee à eda do tabalho, a cotibuição estimada a pati da mudaça a distibuição dessa vaiável foi de apeas 2,2%. Tabela 2 - Cotibuição da eda do tabalho, da eda ão deivada do tabalho e associações paa explica a edução o gau de desigualdade de eda pe capita o Ceaá ete 2003 e 200 (% Simulações Gau de desigualdade (Coeficiete de Gii Cotibuição paa a edução a desigualdade (% Detemiates

18 17 Situação em Se as distibuições de eda familia po adulto e da pocetagem de adultos de 200 fossem iguais às de 2003 Se a distibuição de eda familia po adulto de 200 fosse igual a de 2003 Se as distibuições de eda do tabalho po adulto e eda ão tabalho po adulto de 200 fossem iguais as de 2003 Se a distibuição de eda do tabalho po adulto de 200 fosse igual a de Associação ete a pocetagem de adultos e a eda po adulto Distibuição do pecetual de adultos Associação ete eda deivada do tabalho po adulto e eda ão deivada do tabalho po adulto Distibuição da eda ão deivada do tabalho Distibuição da eda do tabalho Situação em po adulto Fote: Estimativas poduzidas com base a Pesquisa Nacioal po Amosta de Domicílios (PNAD de 2003 e A cotibuição da taxa de ocupação e dos edimetos do tabalho Nas estimativas da tabela 3 são apesetadas a cotibuição da eda deivada do tabalho po adulto em temos de taxa de ocupação dos membos adultos da família e a eda do tabalho po tabalhado. A mudaça a distibuição do pecetual de adultos ocupados cotibuiu com apeas 4,% a edução da desigualdade de eda pe capita. Po sua vez, a cotibuição da mudaça a distibuição da eda do tabalho po tabalhado a queda da desigualdade de eda pe capita o Ceaá ete 2003 e 200 foi de 12,4%. A associação ete as distibuições da taxa de ocupação e da eda do tabalho po tabalhado apesetou uma cotibuição egativa de 15,1%. Tabela 3 - Cotibuição da taxa de ocupação, da eda do tabalho po tabalhado e associações paa explica a edução o gau de desigualdade de eda pe capita o Ceaá ete 2003 e 200 (% Simulações Gau de desigualdade (Coeficiete de Gii Situação em Cotibuição paa a edução a desigualdade (% Detemiates

19 18 Se as distibuições de eda familia po adulto e da pocetagem de adultos de 200 fossem iguais às de 2003 Se a distibuição de eda familia po adulto de 200 fosse igual a de 2003 Se as distibuições de eda do tabalho po adulto e eda ão tabalho po adulto de 200 fossem iguais as de 2003 Se a distibuição de eda do tabalho po adulto de 200 fosse igual a de 2003 Se as distibuições de eda do tabalho po tabalhado e da pocetagem de adultos ocupados de 200 fossem iguais a de 2003 Se a distibuição de eda do tabalho po tabalhado de 200 fosse igual a de Associação ete a pocetagem de adultos e a eda po adulto Distibuição do pecetual de adultos Associação ete eda deivada do tabalho po adulto e eda ão deivada do tabalho po adulto Distibuição de eda ão deivada do tabalho Associação ete a pocetagem de adultos ocupados e a eda deivada do tabalho po tabalhado Distibuição do pecetual de adultos ocupados Distibuição da eda do tabalho Situação em po tabalhado Fote: Estimativas poduzidas com base a Pesquisa Nacioal po Amosta de Domicílios (PNAD de 2003 e CONSIDERAÇÕES FINAIS Desde o sugimeto e dispoibilidade das bases de dados de pesquisas domiciliaes o Basil, e em paticula a base de dados da PNAD do IBGE, é fato que a pimeia década do século XXI epesetou um pocesso de cotíua e aceleada queda da desigualdade de eda o Basil. Fatoes como o mecado de tabalho, demogafia e tasfeêcias goveametais estão ete os cadidatos esposáveis pela melho distibuição de eda o Basil. A pati de simulações cotafactuais e fazedo-se lago uso de uma metodologia apefeiçoada pelo ecoomista Ricado Paes de Baos e sua equipe, este tabalho pocuou idetifica e quatifica quais os picipais detemiates paa a edução da desigualdade a última década o estado do Ceaá, estado caacteizado como uma das picipais foças ecoômicas da egião Nodeste, e sedo esta também tadicioalmete caacteizada como detetoa de um dos pioes idicadoes sociais do país. O seso comum da liteatua é que o gau de desigualdade de eda o Basil começa a declia de foma sistemática e acetuada a pati de Este tabalho cosideou o peíodo (peíodo de acetuado cescimeto ecoômico e caacteizado também po gahos substacialmete maioes em favo dos mais pobes a ecoomia ceaese. Tês impotatíssimos esultados podem aqui se efatizados. Apesa da eda ão deivada do tabalho epeseta apeas 1/3 da eda total, ceca de 48% do declíio da desigualdade é explicada po ela. Em paticula, pode-se destaca o pogama Bolsa Família tedo em cota que o peíodo em aálise coicide-se com um aumeto o seu gau de cobetua, aumeto do beefício ofeecido bem como um maio gau de cocetação a população mais caete. Em segudo luga, mesmo que modesta quado compaada a eda ão deivada do tabalho, deve-se destaca a distibuição da eda do tabalho po tabalhado e a distibuição do pecetual de adultos ocupados. Jutos eles cotibuem com pouco mais de 17% paa a

20 1 edução da desigualdade. Tedo em cota que estes dois fatoes estão de maeia itíseca ligados a podutividade do tabalhado, pode-se afima que uma pacela impotate que explica a queda da desigualdade está associada a melhoias o capital humao que foma a foça de tabalho do Ceaá. Já a vaiação a distibuição do pecetual de adultos explica mais de 1/5 da queda da desigualdade. Po sua vez, a associação ete a pecetagem de adultos e a eda po adulto e o pecetual de adultos explicam mais 1/3 da queda ecete da desigualdade. Isso mosta o quão pode se impotate o impacto demogáfico paa expasão da ecoomia e, paticulamete, paa edução da desigualdade. Esses esultados mostam que as políticas públicas o Estado do Ceaá podem te um papel cetal paa uma sociedade mais igualitáia. De fato, o caso dos pogamas de tasfeêcias de eda, como o Bolsa Família, e cosideado a laga escassez de ecusos, a liteatua mosta se ele um istumeto muito mais eficaz e eficiete via-à-vis a outos istumetos, como aumeto de saláio míimo, caso os objetivos dos fomuladoes de política sejam uma maio edução da pobeza e da desigualdade [ve Baos (2007]. No caso da podutividade do tabalho, estudos clássicos já demostaam o gade fosso existete ete pogesso tecológico iteso e a leta expasão educacioal [Lagoi (173, Reis e Baos (11, Meezes-Filho (2001]. Sem dúvida, caso o Estado do Ceaá almeje uma maio equidade social é impescidível a busca pela mauteção da melhoa da qualidade de sua foça de tabalho. Aliado a isso, tem-se a maio ofeta de tabalho decoete do bôus demogáfico podedo se este também um fote mecaismo a edução da desigualdade o Ceaá. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGHION, P.; CAROLI, E.; PENALOSA G. Iequalit ad Ecoomic Gowth: The Pespective of the New Gowth Theoies. Joual of Ecoomic Liteatue, v.37,.4, p , dec., 1. BARROS, R. P. A Efetividade do Saláio Míimo em Compaação à do Pogama Bolsa Família como Istumeto de Redução da Pobeza e da Desigualdade. I: BARROS, R. P.;

21 20 FOGUEL, M. N.; ULYSSEA, G. (ORG. Desigualdade de Reda o Basil: uma aálise da queda ecete. Basília: Ipea, cap. 34, v.2. BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. Acesso ao Tabalho e Podutividade o Basil: implicações paa cescimeto, pobeza e desigualdade. Rio de Jaeio: Ipea, BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. Uma Aálise das Picipais Causas da Queda Recete a Desigualdade de Reda Basileia. Ecoômica, Rio de Jaeio, v.8,.1, p , ju. 2006a. BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. Coseqüêcias e Causas Imediatas da Queda Recete da Desigualdade de Reda Basileia. Rio de Jaeio: IPEA, jul. 2006b. (Texto paa Discussão, BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. Uma Aálise das Picipais Causas da Queda Recete a Desigualdade de Reda Basileia. Rio de Jaeio: IPEA, ago. 2006c. (Texto paa Discussão, BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. A Queda Recete da Desigualdade de Reda o Basil. I: BARROS, R. P.; FOGUEL, M. N.; ULYSSEA, G. (ORG. Desigualdade de Reda o Basil: uma aálise da queda ecete. Basília: Ipea, 2007a. cap. 2, v.1. BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. A Impotâcia da Queda Recete da Desigualdade a Redução da Pobeza. I: BARROS, R. P.; FOGUEL, M. N.; ULYSSEA, G. (ORG. Desigualdade de Reda o Basil: uma aálise da queda ecete. Basília: Ipea, 2007b. cap. 10, v.1. BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. Detemiates Imediatos da Queda da Desigualdade de Reda Basileia. I: BARROS, R. P.; FOGUEL, M. N.; ULYSSEA, G. (ORG. Desigualdade de Reda o Basil: uma aálise da queda ecete. Basília: Ipea, 2007c. cap. 12, v.1. BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. Detemiates Imediatos da Queda da Desigualdade de Reda Basileia. Rio de Jaeio: IPEA, ja. 2007d. (Texto paa Discussão, BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. A Impotâcia da Queda Recete da Desigualdade a Redução da Pobeza. Rio de Jaeio: IPEA, ja. 2007e. (Texto paa Discussão, BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. A Queda Recete da Desigualdade de Reda o Basil. Rio de Jaeio: IPEA, ja. 2007f. (Texto paa Discussão, BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. Detemiates da Queda a Desigualdade de Reda o Basil. I: CASTRO, J. A.; RIBEIRO, J. A. C. Situação Social Basileia Basília: Ipea, 200.

22 21 BARROS, R. P.; CARVALHO, M.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. Detemiates da Queda a Desigualdade de Reda o Basil. Rio de Jaeio: IPEA, ja (Texto paa Discussão, BARROS, R. P.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. Discimiação e Segmetação o Mecado de Tabalho e Desigualdade de Reda o Basil. Rio de Jaeio: IPEA, jul. 2007a. (Texto paa Discussão, BARROS, R. P.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. A Recete Queda da Desigualdade de Reda e o Aceleado Pogesso Educacioal Basileio da Última Década. Rio de Jaeio: IPEA, set. 2007b. (Texto paa Discussão, BARROS, R. P.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. O Papel das Tasfeêcias Públicas a Queda Recete da Desigualdade de Reda Basileia. I: BARROS, R. P.; FOGUEL, M. N.; ULYSSEA, G. (ORG. Desigualdade de Reda o Basil: uma aálise da queda ecete. Basília: Ipea, 2007c. cap. 16, v.2. BARROS, R. P.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. A Recete Queda da Desigualdade de Reda e o Aceleado Pogesso Educacioal Basileio da Última Década. I: BARROS, R. P.; FOGUEL, M. N.; ULYSSEA, G. (ORG. Desigualdade de Reda o Basil: uma aálise da queda ecete. Basília: Ipea, 2007d. cap. 26, v.2. BARROS, R. P.; FRANCO, S.; MEDONÇA, R. Discimiação e Segmetação o Mecado de Tabalho e Desigualdade de Reda o Basil. I: BARROS, R. P.; FOGUEL, M. N.; ULYSSEA, G. (ORG. Desigualdade de Reda o Basil: uma aálise da queda ecete. Basília: Ipea, 2007e. cap. 28, v.2. BARROS, R. P.; HENRIQUES, R.; MEDONÇA, R. Desigualdade e Pobeza o Basil. Revista Basileia de Ciêcias Sociais, v.15,.42, p , ja., CAMARGO, J. M.; GIAMBIAGI, F. (ORG. Distibuição de Reda o Basil. Rio de Jaeio: Paz e Tea, FARRELL, D. O Impeativo da Podutividade. Lisboa: Actual Editoa, 200. FAJNZYLBER, P.; LEDERMAN, D.; LOAYZA, N. Detemiats of Cime Rates i Lati Ameica ad the Wold. The Wold Bak, 18. FERREIRA, F. H. G.; LEITE, P. G.; LITCHFIELD, J.; ULYSSEA, G. A. Ascesão e Queda da Desigualdade de Reda o Basil. Ecoômica, Rio de Jaeio, v.8,.1, p , ju., FERREIRA, F. H. G.; LEITE, P. G.; LITCHFIELD, J.; ULYSSEA, G. A. Ascesão e Queda da Desigualdade de Reda o Basil: uma atualização paa I: BARROS, R. P.; FOGUEL, M. N.; ULYSSEA, G. (ORG. Desigualdade de Reda o Basil: uma aálise da queda ecete. Basília: Ipea, cap. 11, v.1. HOFFMANN, R. As Tasfeêcias ão são a Causa Picipal da Redução da Desigualdade. Ecoômica, Rio de Jaeio, v.7,.2, p , dez., HOFFMANN, R. Tasfeêcias de Reda e a Redução da Desigualdade o Basil e cico Regiões ete 17 e Ecoômica, Rio de Jaeio, v.8,.1, p.55-81, ju., 2006.

23 22 HOFFMANN, R. Tasfeêcias de Reda e Redução da Desigualdade o Basil e em Cico Regiões, ete 17 e I: BARROS, R. P.; FOGUEL, M. N.; ULYSSEA, G. (ORG. Desigualdade de Reda o Basil: uma aálise da queda ecete. Basília: Ipea, cap. 15, v.2. IPECE. Sítese de Idicadoes Sociais INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA (IPEA. Sobe a Recete Queda da Desigualdade o Basil. Nota Técica: ago., LANGONI, C. G. Distibuição de Reda e Desevolvimeto Ecoômico o Basil. Rio de Jaeio: FGV, 2005 (1ª Edição em 173. MENEZES-FILHO, N. A. Educação e Desigualdade. I: MENEZES-FILHO, N.; LISBOA, M. (ORG. Micoecoomia e Sociedade o Basil. Rio de Jaeio: EPGE-FGV, 2001b. RAMOS, L.; MENDONÇA, R. Pobeza e Desigualdade de Reda o Basil. I: GIAMBIAGI, F.; CASTRO L. B.; VILLELA A (ORG. Ecoomia Basileia Cotempoâea ( Rio de Jaeio: Campus, RAMOS, L. A Desigualdade de Redimetos do Tabalho o Peíodo Pós-Real: O Papel da Escolaidade e do Desempego. Ecoomia Aplicada, São Paulo, v.11,.2, p , abju., RAMOS, L. Desigualdade de Redimetos do Tabalho, de 15 a I: BARROS, R. P.; FOGUEL, M. N.; ULYSSEA, G. (ORG. Desigualdade de Reda o Basil: uma aálise da queda ecete. Basília: Ipea, cap. 24, v.2. REIS, J.; BARROS, R. Wage Iequalit ad Distibutio of Educatio. Joual of Developmet Ecoomics, v.36,.1, p , jul., 11. ROCHA, S. Pobeza o Basil. Afial, de que se Tata? Rio de Jaeio: FGV, SILVEIRA NETO R. M.; GONÇALVES, M. B. C. Mecado de Tabalho, Tasfeêcias de Reda e Evolução da Desigualdade de Reda o Nodeste do Basil ete 15 e Aais, Ecoto Regioal de Ecoomia, 12, Fotaleza, SOARES, F. V.; SOARES, S. S. D.; MEDEIROS, M.; OSÓRIO. R. G. Pogamas de Tasfeêcia de Reda o Basil: Impactos sobe a Desigualdade. I: BARROS, R. P.; FOGUEL, M. N.; ULYSSEA, G. (ORG. Desigualdade de Reda o Basil: uma aálise da queda ecete. Basília: Ipea, cap. 17, v.2. SOARES, S. S. D. Distibuição de Reda o Basil de 176 a 2004 com Êfase o Peíodo ete 2001 e Basília: IPEA, fev., 2006a. (Texto paa Discussão, SOARES, S. S. D. Aálise do Bem-Esta e Decomposição po Fatoes da Queda a Desigualdade ete 15 e Ecoômica, Rio de Jaeio, v.8,.1, p , ju., 2006b.

Capítulo I Erros e Aritmética Computacional

Capítulo I Erros e Aritmética Computacional C. Balsa e A. Satos Capítulo I Eos e Aitmética Computacioal. Itodução aos Métodos Numéicos O objectivo da disciplia de Métodos Numéicos é o estudo, desevolvimeto e avaliação de algoitmos computacioais

Leia mais

Departamento de Informática. Modelagem Analítica. Desempenho de Sistemas de Computação. Arranjos: Amostras Ordenadas. Exemplo

Departamento de Informática. Modelagem Analítica. Desempenho de Sistemas de Computação. Arranjos: Amostras Ordenadas. Exemplo Depatameto de Ifomática Disciplia: Modelagem Aalítica do Desempeho de Sistemas de Computação Elemetos de Aálise Combiatóia Pof. Ségio Colche colche@if.puc-io.b Teoema: Elemetos de Aálise Combiatóia Modelagem

Leia mais

Prof. Daniel I. De Souza, Jr., Ph.D.

Prof. Daniel I. De Souza, Jr., Ph.D. CONAMET/SAM 26 TESTE DE VIDA SEQÜENCIAL APLICADO A UM TESTE DE VIDA ACELERADO COM UMA DISTRIBUIÇÃO DE AMOSTRAGEM WEIBULL DE TRÊS PARÂMETROS - UMA ABORDAGEM UTILIZANDO-SE O MÉTODO DO MAXIMUM LIKELIHOOD

Leia mais

2 - Circuitos espelho de corrente com performance melhorada:

2 - Circuitos espelho de corrente com performance melhorada: Electóica 0/3 - Cicuitos espelho de coete com pefomace melhoada: Po ezes é ecessáio aumeta a pefomace dos cicuitos espelho de coete, tato do poto de ista da pecisão da taxa de tasfeêcia de coete como da

Leia mais

TRABALHO E POTENCIAL ELETROSTÁTICO

TRABALHO E POTENCIAL ELETROSTÁTICO LTOMAGNTISMO I 5 TABALHO POTNCIAL LTOSTÁTICO Nos capítulos ateioes ós ivestigamos o campo elético devido a divesas cofiguações de cagas (potuais, distibuição liea, supefície de cagas e distibuição volumética

Leia mais

ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS

ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS ARITMÉTICA DE PONTO FLUTUANTE/ERROS EM OPERAÇÕES NUMÉRICAS. Intodução O conjunto dos númeos epesentáveis em uma máquina (computadoes, calculadoas,...) é finito, e potanto disceto, ou seja não é possível

Leia mais

GERADORES. Figura 5.1 (a) Gerador não ideal. (b) Gerador não ideal com a resistência interna r explicita no diagrama.

GERADORES. Figura 5.1 (a) Gerador não ideal. (b) Gerador não ideal com a resistência interna r explicita no diagrama. ELEICIDADE CAPÍULO 5 GEADOES Cofome visto o Capítulo, o geado é uma máquia elética capaz de estabelece uma difeeça de potecial elético (ddp) costate (ou fime) ete os extemos de um coduto elético, de maeia

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Estáticos

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Estáticos Aálise de Projectos ESAPL / IPVC Critérios de Valorização e Selecção de Ivestimetos. Métodos Estáticos Como escolher ivestimetos? Desde sempre que o homem teve ecessidade de ecotrar métodos racioais para

Leia mais

- B - - Esse ponto fica à esquerda das cargas nos esquemas a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) III e IV. b. F. a. F

- B - - Esse ponto fica à esquerda das cargas nos esquemas a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) III e IV. b. F. a. F LIST 03 LTROSTÁTIC PROSSOR MÁRCIO 01 (URJ) Duas patículas eleticamente caegadas estão sepaadas po uma distância. O gáfico que melho expessa a vaiação do módulo da foça eletostática ente elas, em função

Leia mais

Termodinâmica 1 - FMT 159 Noturno, segundo semestre de 2009

Termodinâmica 1 - FMT 159 Noturno, segundo semestre de 2009 Temodinâmica - FMT 59 Notuno segundo semeste de 2009 Execícios em classe: máquinas témicas 30/0/2009 Há divesos tipos de motoes témicos que funcionam tanfeindo calo ente esevatóios témicos e ealizando

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ÁLGEBRA LINERAR Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru CAPÍTULO 2 ESPAÇOS VETORIAIS

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ÁLGEBRA LINERAR Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru CAPÍTULO 2 ESPAÇOS VETORIAIS Luiz Facisco da Cuz Depatameto de Matática Uesp/Bauu CAPÍTULO ESPAÇOS VETORIAIS 1 Históico Sabe-se que, até pelo meos o fial do século XIX, ão havia ehuma teoia ou cojuto de egas b defiidas a que se pudesse

Leia mais

digitar cuidados computador internet contas Assistir vídeos. Digitar trabalhos escolares. Brincar com jogos. Entre outras... ATIVIDADES - CAPÍTULO 1

digitar cuidados computador internet contas Assistir vídeos. Digitar trabalhos escolares. Brincar com jogos. Entre outras... ATIVIDADES - CAPÍTULO 1 ATIVIDADES - CAPÍTULO 1 1 COMPLETE AS FASES USANDO AS PALAVAS DO QUADO: CUIDADOS INTENET CONTAS DIGITA TAEFAS COMPUTADO A COM O COMPUTADO É POSSÍVEL DE TEXTO B O COMPUTADO FACILITA AS tarefas digitar VÁIOS

Leia mais

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário Unidade 13 Noções de atemática Financeia Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto acional ou eal Desconto comecial ou bancáio Intodução A atemática Financeia teve seu início exatamente

Leia mais

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br A seguir, uma demostração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagia10.com.br Matemática comercial & fiaceira - 2 4 Juros Compostos Iiciamos o capítulo discorredo sobre como

Leia mais

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu Programação Diâmica Aula 3: Programação Diâmica Programação Diâmica Determiística; e Programação Diâmica Probabilística. Programação Diâmica O que é a Programação Diâmica? A Programação Diâmica é uma técica

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Pé Vemelho Ensino Pofissionalizante SS LTDA Nome Fantasia: BIT Company Data de fundação: 23/05/2009

Leia mais

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 05. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 05. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação Aula 5 Pof. D. Maco Antonio Leonel Caetano Guia de Estudo paa Aula 5 Poduto Vetoial - Intepetação do poduto vetoial Compaação com as funções

Leia mais

Análise de Correlação e medidas de associação

Análise de Correlação e medidas de associação Análise de Coelação e medidas de associação Pof. Paulo Ricado B. Guimaães 1. Intodução Muitas vezes pecisamos avalia o gau de elacionamento ente duas ou mais vaiáveis. É possível descobi com pecisão, o

Leia mais

1.4- Técnicas de Amostragem

1.4- Técnicas de Amostragem 1.4- Técicas de Amostragem É a parte da Teoria Estatística que defie os procedimetos para os plaejametos amostrais e as técicas de estimação utilizadas. As técicas de amostragem, tal como o plaejameto

Leia mais

O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li

O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li Média Aritmética Simples e Poderada Média Geométrica Média Harmôica Mediaa e Moda Fracisco Cavalcate(f_c_a@uol.com.br)

Leia mais

VII Equações Diferenciais Ordinárias de Primeira Ordem

VII Equações Diferenciais Ordinárias de Primeira Ordem VII Equações Difereciais Ordiárias de Primeira Ordem Itrodução As equações difereciais ordiárias são istrumetos esseciais para a modelação de muitos feómeos proveietes de várias áreas como a física, química,

Leia mais

Análise do Efeito do Solo em Canal de Propagação Outdoor 3-D Usando o Método B-FDTD

Análise do Efeito do Solo em Canal de Propagação Outdoor 3-D Usando o Método B-FDTD IEEE LATIN AMERICA TRANSACTIONS, VOL. 5, NO. 3, JUNE 7 65 Aálise do Efeito do Solo em Caal de Popagação Outdoo 3-D Usado o Método B-FDTD Rodigo M. S. de Oliveia, Waldi H. B. J e Calos L. S. S. Sobiho (Membo

Leia mais

De Kepler a Newton. (através da algebra geométrica) 2008 DEEC IST Prof. Carlos R. Paiva

De Kepler a Newton. (através da algebra geométrica) 2008 DEEC IST Prof. Carlos R. Paiva De Keple a Newton (atavés da algeba geomética) 008 DEEC IST Pof. Calos R. Paiva De Keple a Newton (atavés da álgeba geomética) 1 De Keple a Newton Vamos aqui mosta como, a pati das tês leis de Keple sobe

Leia mais

1 - CORRELAÇÃO LINEAR SIMPLES rxy

1 - CORRELAÇÃO LINEAR SIMPLES rxy 1 - CORRELAÇÃO LINEAR IMPLE Em pesquisas, feqüetemete, pocua-se veifica se existe elação ete duas ou mais vaiáveis, isto é, sabe se as alteações sofidas po uma das vaiáveis são acompahadas po alteações

Leia mais

Capitulo 6 Resolução de Exercícios

Capitulo 6 Resolução de Exercícios FORMULÁRIO Cojutos Equivaletes o Regime de Juros Simples./Vecimeto Comum. Descoto Racioal ou Por Detro C1 C2 Cm C1 C2 C...... 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 2 m 1 2 m C Ck 1 i 1 i k1 Descoto Por Fora ou Comercial

Leia mais

IV SEMEAD TÍTULO SINTÉTICO REPRESENTATIVO DE UM FUNDO DE INVESTIMENTOS. José Roberto Securato 1 RESUMO

IV SEMEAD TÍTULO SINTÉTICO REPRESENTATIVO DE UM FUNDO DE INVESTIMENTOS. José Roberto Securato 1 RESUMO IV SEMEAD TÍTULO SINTÉTIO EPESENTATIVO DE UM FUNDO DE INVESTIMENTOS José obeto Secuato ESUMO O atigo tata da possibilidade de obtemos um título sintético que seja uma mímica em temos de isco e etono de

Leia mais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim O erro da pesquisa é de 3% - o que sigifica isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim Itrodução Sempre que se aproxima uma eleição,

Leia mais

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y.

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y. DEPARTAMENTO...: ENGENHARIA CURSO...: PRODUÇÃO DISCIPLINA...: ENGENHARIA ECONÔMICA / MATEMÁTICA FINANCEIRA PROFESSORES...: WILLIAM FRANCINI PERÍODO...: NOITE SEMESTRE/ANO: 2º/2008 Aula 7 CONTEÚDO RESUMIDO

Leia mais

Escola Secundária com 3º Ciclo do E. B. de Pinhal Novo Física e Química A 10ºAno MEDIÇÃO EM QUÍMICA

Escola Secundária com 3º Ciclo do E. B. de Pinhal Novo Física e Química A 10ºAno MEDIÇÃO EM QUÍMICA Escola Secundáia com 3º Ciclo do E. B. de Pinhal Novo Física e Química A 10ºAno MEDIÇÃO EM QUÍMICA Medi - é compaa uma gandeza com outa da mesma espécie, que se toma paa unidade. Medição de uma gandeza

Leia mais

APOSTILA MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS

APOSTILA MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS Miistério do Plaejameto, Orçameto e GestãoSecretaria de Plaejameto e Ivestimetos Estratégicos AJUSTE COMPLEMENTAR ENTRE O BRASIL E CEPAL/ILPES POLÍTICAS PARA GESTÃO DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS CURSO DE AVALIAÇÃO

Leia mais

Análise de Estratégias de Controle de Erros para Redes de Sensores com Modulação OQPSK e GFSK

Análise de Estratégias de Controle de Erros para Redes de Sensores com Modulação OQPSK e GFSK XXV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES SBT 7, 3-6 DE SETEMBRO DE 7, RECIFE, PE Aálise de Estatégias de Cotole de Eos paa Redes de Sesoes com Modulação OQPSK e GFSK João. Kleischmidt e Walte C. Boelli

Leia mais

Capitulo 10 Resolução de Exercícios

Capitulo 10 Resolução de Exercícios FORMULÁRIO Ivestimetos com Cláusulas de Correção Moetária, com pricipal e juros simples corrigidos S C i I Ivestimetos com Cláusulas de Correção Moetária, com apeas o pricipal corrigido e juros simples.

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Infotec Cusos Pofissionalizantes Ltda. Nome Fantasia: CEBRAC Cento Basileio de Cusos Data de fundação:

Leia mais

Os juros compostos são conhecidos, popularmente, como juros sobre juros.

Os juros compostos são conhecidos, popularmente, como juros sobre juros. Módulo 4 JUROS COMPOSTOS Os juros compostos são cohecidos, popularmete, como juros sobre juros. 1. Itrodução Etedemos por juros compostos quado o fial de cada período de capitalização, os redimetos são

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO Notas de aulas Gereciameto do Empreedimeto de Egeharia Egeharia Ecoômica e Aálise de Empreedimetos Prof. Márcio Belluomii Moraes, MsC CONCEITOS BÁSICOS

Leia mais

Caro cursista, Todas as dúvidas deste curso podem ser esclarecidas através do nosso plantão de atendimento ao cursista.

Caro cursista, Todas as dúvidas deste curso podem ser esclarecidas através do nosso plantão de atendimento ao cursista. Cao cusista, Todas as dúvidas deste cuso podem se esclaecidas atavés do nosso plantão de atendimento ao cusista. Plantão de Atendimento Hoáio: quatas e quintas-feias das 14:00 às 15:30 MSN: lizado@if.uff.b

Leia mais

PARTE IV COORDENADAS POLARES

PARTE IV COORDENADAS POLARES PARTE IV CRDENADAS PLARES Existem váios sistemas de coodenadas planas e espaciais que, dependendo da áea de aplicação, podem ajuda a simplifica e esolve impotantes poblemas geométicos ou físicos. Nesta

Leia mais

Carteiras de Mínimo VAR ( Value at Risk ) no Brasil

Carteiras de Mínimo VAR ( Value at Risk ) no Brasil Carteiras de Míimo VAR ( Value at Risk ) o Brasil Março de 2006 Itrodução Este texto tem dois objetivos pricipais. Por um lado, ele visa apresetar os fudametos do cálculo do Value at Risk, a versão paramétrica

Leia mais

GEOMETRIA ESPACIAL. a) Encher a leiteira até a metade, pois ela tem um volume 20 vezes maior que o volume do copo.

GEOMETRIA ESPACIAL. a) Encher a leiteira até a metade, pois ela tem um volume 20 vezes maior que o volume do copo. GEOMETRIA ESPACIAL ) Uma metalúgica ecebeu uma encomenda paa fabica, em gande quantidade, uma peça com o fomato de um pisma eto com base tiangula, cujas dimensões da base são 6cm, 8cm e 0cm e cuja altua

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ÁLGEBRA LINERAR Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru CAPÍTULO 2 ESPAÇOS VETORIAIS

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ÁLGEBRA LINERAR Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru CAPÍTULO 2 ESPAÇOS VETORIAIS Luiz Facisco da Cuz Depatameto de Matemática Uesp/Bauu CAPÍTULO ESPAÇOS VETORIAIS 1 Históico Sabe-se que, até pelo meos o fial do século XIX, ão havia ehuma teoia ou cojuto de egas bem defiidas a que se

Leia mais

A Disposição a Pagar pelo Uso da Água na Bacia Hidrográfica do Rio Pardinho

A Disposição a Pagar pelo Uso da Água na Bacia Hidrográfica do Rio Pardinho A Disposição a Paga pelo Uso da Água na Bacia Hidogáfica do Rio Padinho Auto: Augusto Mussi Alvim (CPF: 564402430-04). Douto em Economia, Pofesso Adunto do Depatamento de Ciências Econômicas, PUCRS. Av.

Leia mais

física eletrodinâmica GERADORES

física eletrodinâmica GERADORES eletodinâmica GDOS 01. (Santa Casa) O gáfico abaixo epesenta um geado. Qual o endimento desse geado quando a intensidade da coente que o pecoe é de 1? 40 U(V) i() 0 4 Do gáfico, temos que = 40V (pois quando

Leia mais

somente um valor da variável y para cada valor de variável x.

somente um valor da variável y para cada valor de variável x. Notas de Aula: Revisão de fuções e geometria aalítica REVISÃO DE FUNÇÕES Fução como regra ou correspodêcia Defiição : Uma fução f é uma regra ou uma correspodêcia que faz associar um e somete um valor

Leia mais

Resposta no tempo de sistemas de primeira e de segunda ordem só com pólos

Resposta no tempo de sistemas de primeira e de segunda ordem só com pólos Resposa o empo de sisemas de pimeia e de seguda odem só com pólos Luís Boges de Almeida Maio de Iodução Esas oas apeseam, de foma sumáia, o esudo da esposa o empo dos sisemas de pimeia e de seguda odem

Leia mais

SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA FORÇA GRAVITACIONAL, PESO E NORMAL

SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA FORÇA GRAVITACIONAL, PESO E NORMAL SEUNDA LEI DE NEWON PARA FORÇA RAVIACIONAL, PESO E NORMAL Um copo de ssa m em queda live na ea está submetido a u aceleação de módulo g. Se despezamos os efeitos do a, a única foça que age sobe o copo

Leia mais

Tabela 1 Quantidade, valor e valor médio de aposentadoria e pensão por morte dos benefícios emitidos pelo RGPS.

Tabela 1 Quantidade, valor e valor médio de aposentadoria e pensão por morte dos benefícios emitidos pelo RGPS. 1 As alíuotas de cotibuição ao Regime Geal de Pevidêcia Social são suficietes? Um estudo atuaial aa a Aosetadoia o Temo de Cotibuição e a Pesão Po Mote Resumo Este estudo tem como objetivo calcula as alíuotasde

Leia mais

Movimentos de satélites geoestacionários: características e aplicações destes satélites

Movimentos de satélites geoestacionários: características e aplicações destes satélites OK Necessito de ee esta página... Necessito de apoio paa compeende esta página... Moimentos de satélites geoestacionáios: caacteísticas e aplicações destes satélites Um dos tipos de moimento mais impotantes

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema de captura e análise de movimentos baseado em técnicas de visão computacional

Desenvolvimento de um sistema de captura e análise de movimentos baseado em técnicas de visão computacional Uivesidade Fedeal de Ubelâdia Faculdade de Egehaia Elética Pós-gaduação em Egehaia Elética Desevolvimeto de um sistema de captua e aálise de movimetos baseado em técicas de visão computacioal Ala Petôio

Leia mais

EM423A Resistência dos Materiais

EM423A Resistência dos Materiais UNICAMP Univesidade Estadual de Campinas EM43A esistência dos Mateiais Pojeto Tação-Defomação via Medidas de esistência Pofesso: obeto de Toledo Assumpção Alunos: Daniel obson Pinto A: 070545 Gustavo de

Leia mais

a taxa de juros i está expressa na forma unitária; o período de tempo n e a taxa de juros i devem estar na mesma unidade de tempo.

a taxa de juros i está expressa na forma unitária; o período de tempo n e a taxa de juros i devem estar na mesma unidade de tempo. UFSC CFM DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MTM 5151 MATEMÁTICA FINACEIRA I PROF. FERNANDO GUERRA. UNIDADE 3 JUROS COMPOSTOS Capitalização composta. É aquela em que a taxa de juros icide sempre sobre o capital

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Sênio Dados da Empesa Razão Social: MF 1000 FRANQUIA DE COSMÉTICOS LTDA Nome Fantasia: VITA DERM DAY CLINIC Data de fundação: 12/03/1984

Leia mais

CAPÍTULO 8 - Noções de técnicas de amostragem

CAPÍTULO 8 - Noções de técnicas de amostragem INF 6 Estatística I JIRibeiro Júior CAPÍTULO 8 - Noções de técicas de amostragem Itrodução A Estatística costitui-se uma excelete ferrameta quado existem problemas de variabilidade a produção É uma ciêcia

Leia mais

INTRODUÇÃO. Exemplos. Comparar três lojas quanto ao volume médio de vendas. ...

INTRODUÇÃO. Exemplos. Comparar três lojas quanto ao volume médio de vendas. ... INTRODUÇÃO Exemplos Para curar uma certa doeça existem quatro tratametos possíveis: A, B, C e D. Pretede-se saber se existem difereças sigificativas os tratametos o que diz respeito ao tempo ecessário

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Fornecedor

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Fornecedor PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fonecedo Dados da Empesa Razão Social: Visa do Basil Empeendimentos Ltda. Nome Fantasia: Visa Data de Fundação: 08 de junho de 1987 Númeo

Leia mais

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N Estudaremos este capítulo as equações diereciais lieares de ordem, que são de suma importâcia como suporte matemático para vários ramos da egeharia e das ciêcias.

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueador Sênior PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Sênio Dados da Empesa Razão Social: Depyl Action Depilações Ltda-ME Nome Fantasia: Depyl Action - Especializada em Depilação Data

Leia mais

CIÊNCIA & TECNOLOGIA

CIÊNCIA & TECNOLOGIA Volume 6 Númeo 2 ezembo de 2006 ISSN 1519 8022 4 REVISTA E CIÊNCIA & TECNOOGIA A evista tecológica da UNIG FACUAE E CIÊNCIAS EXATAS E TECNOÓGICAS REVISTA E CIÊNCIA & TECNOOGIA A evista tecológica da UNIG

Leia mais

Anexo VI Técnicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Manutenção na Gestão de Activos Físicos

Anexo VI Técnicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Manutenção na Gestão de Activos Físicos Aexo VI Técicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Mauteção a Gestão de Activos Físicos LIDEL, 1 Rui Assis rassis@rassis.com http://www.rassis.com ANEXO VI Técicas Básicas de Simulação Simular

Leia mais

Credenciada e Autorizada pelo MEC, Portaria n. o. 644 de 28 de março de 2001 Publicado no D.O.U. em 02/04/2001

Credenciada e Autorizada pelo MEC, Portaria n. o. 644 de 28 de março de 2001 Publicado no D.O.U. em 02/04/2001 Ceecaa e Autozaa pelo MEC, Potaa. o. 644 e 8 e maço e 00 Publcao o D.O.U. em 0/04/00 ESTATÍSTICA Pelo Poesso Gealo Pacheco A Estatístca é uma pate a Matemátca Aplcaa que oece métoos paa coleta, ogazação,

Leia mais

Séries de Potências AULA LIVRO

Séries de Potências AULA LIVRO LIVRO Séries de Potêcias META Apresetar os coceitos e as pricipais propriedades de Séries de Potêcias. Além disso, itroduziremos as primeiras maeiras de escrever uma fução dada como uma série de potêcias.

Leia mais

Portanto, os juros podem induzir o adiamento do consumo, permitindo a formação de uma poupança.

Portanto, os juros podem induzir o adiamento do consumo, permitindo a formação de uma poupança. Matemática Fiaceira Deixar de cosumir hoje, visado comprar o futuro pode ser uma boa decisão, pois podemos, durate um período de tempo, ecoomizar uma certa quatia de diheiro para gahar os juros. Esses

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Cusos e Empeendimentos VER Ltda Nome Fantasia: Micolins Unidade Nova Lima Data de fundação: 09/03/2007

Leia mais

PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON

PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON Pofa Stela Maia de Cavalho Fenandes 1 PRINCÍPIOS DA DINÂMICA LEIS DE NEWTON Dinâmica estudo dos movimentos juntamente com as causas que os oiginam. As teoias da dinâmica são desenvolvidas com base no conceito

Leia mais

Estatística stica para Metrologia

Estatística stica para Metrologia Estatística stica para Metrologia Aula Môica Barros, D.Sc. Juho de 28 Muitos problemas práticos exigem que a gete decida aceitar ou rejeitar alguma afirmação a respeito de um parâmetro de iteresse. Esta

Leia mais

Módulo 4 Matemática Financeira

Módulo 4 Matemática Financeira Módulo 4 Matemática Fiaceira I Coceitos Iiciais 1 Juros Juro é a remueração ou aluguel por um capital aplicado ou emprestado, o valor é obtido pela difereça etre dois pagametos, um em cada tempo, de modo

Leia mais

Structural changes in employment in the economy: 1996 and 2002 compared

Structural changes in employment in the economy: 1996 and 2002 compared MPRA Munich Pesonal RePEc Achive Stuctual changes in employment in the economy: 1996 and 22 compaed Ichihaa, Silvio Massau; Guilhoto, Joaquim J.M. and Amoim, Mácio Guea 27 Online at http://mpa.ub.uni-muenchen.de/31514/

Leia mais

Ivan Correr (UNIMEP) ivcorrer@unimep.br. Ronaldo de Oliveira Martins (UNIMEP) romartin@unimep.br. Milton Vieira Junior (UNIMEP) mvieira@unimep.

Ivan Correr (UNIMEP) ivcorrer@unimep.br. Ronaldo de Oliveira Martins (UNIMEP) romartin@unimep.br. Milton Vieira Junior (UNIMEP) mvieira@unimep. X SMPEP Bauu, SP, Basil, 7 a 9 de ovembo de 2005 Avaliação do índice de utilização de máquinas feamentas CC em uma empesa de usinagem, po meio da análise da técnica de pé ajustagem de feamentas. - van

Leia mais

LISTA de GRAVITAÇÃO PROFESSOR ANDRÉ

LISTA de GRAVITAÇÃO PROFESSOR ANDRÉ LISA de GRAVIAÇÃO PROFESSOR ANDRÉ 1. (Ufgs 01) Em 6 de agosto de 01, o jipe Cuiosity" pousou em ate. Em um dos mais espetaculaes empeendimentos da ea espacial, o veículo foi colocado na supefície do planeta

Leia mais

Matemática / Física. Figura 1. Figura 2

Matemática / Física. Figura 1. Figura 2 Matemática / Fíica SÃO PAULO: CAPITAL DA VELOCIDADE Diveo título foam endo atibuído à cidade de São Paulo duante eu mai de 00 ano de fundação, como, po exemplo, A cidade que não pode paa, A capital da

Leia mais

TUKEY Para obtenção da d.m.s. pelo Teste de TUKEY, basta calcular:

TUKEY Para obtenção da d.m.s. pelo Teste de TUKEY, basta calcular: Compaação de Médias Quando a análise de vaiância de um expeimento nos mosta que as médias dos tatamentos avaliados não são estatisticamente iguais, passamos a ejeita a hipótese da nulidade h=0, e aceitamos

Leia mais

M = 4320 CERTO. O montante será

M = 4320 CERTO. O montante será PROVA BANCO DO BRASIL / 008 CESPE Para a veda de otebooks, uma loja de iformática oferece vários plaos de fiaciameto e, em todos eles, a taxa básica de juros é de % compostos ao mês. Nessa situação, julgue

Leia mais

UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL CÁLCULO VETORIAL

UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL CÁLCULO VETORIAL OBJETIVOS DO CURSO UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL CÁLCULO VETORIAL Fonece ao aluno as egas básicas do cálculo vetoial aplicadas a muitas gandezas na física e engenhaia (noção de

Leia mais

MATEMÁTICA APLICADA À GESTÃO I

MATEMÁTICA APLICADA À GESTÃO I 00 MATEMÁTICA APLICADA À GESTÃO I TEXTO DE APOIO MARIA ALICE FILIPE ÍNDICE NOTAS PRÉVIAS ALGUNS CONCEITOS SOBRE SÉRIES6 NOTAS PRÉVIAS As otas seguites referem-se ao maual adoptado: Cálculo, Vol I James

Leia mais

GERÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GERÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GERÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO FUNCEF/ DIATI / GETIF Enconto da Qualidade e Podutividade em Softwae EQPS Belo Hoizonte - 2008 Basília, 25 de Setembo de 2008 Agenda Sobe a FUNCEF Beve históico Objetivo

Leia mais

ANÁLISE DA FIABILIDADE DA REDE DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO

ANÁLISE DA FIABILIDADE DA REDE DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO NÁLIE D IBILIDDE D REDE DE TRNPORTE E DITRIBUIÇÃO. Maciel Babosa Janeio 03 nálise da iabilidade da Rede de Tanspote e Distibuição. Maciel Babosa nálise da iabilidade da Rede de Tanspote e Distibuição ÍNDICE

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE TORRES DE RESFRIAMENTO

OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE TORRES DE RESFRIAMENTO OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE TORRES DE RESFRIAMENTO Kelle Roberta de Souza (1) Egeheira Química pela UNIMEP, Especialista em Gestão Ambietal pela UFSCar, Mestre em Egeharia e Tecologia Ambietal pela Uiversidad

Leia mais

Objetivo Estudo do efeito de sistemas de forças não concorrentes.

Objetivo Estudo do efeito de sistemas de forças não concorrentes. Univesidade edeal de lagoas Cento de Tecnologia Cuso de Engenhaia Civil Disciplina: Mecânica dos Sólidos 1 Código: ECIV018 Pofesso: Eduado Nobe Lages Copos Rígidos: Sistemas Equivalentes de oças Maceió/L

Leia mais

J. A. M. Felippe de Souza 9 Diagramas de Bode

J. A. M. Felippe de Souza 9 Diagramas de Bode 9 Diagramas de Bode 9. Itrodução aos diagramas de Bode 3 9. A Fução de rasferêcia 4 9.3 Pólos e zeros da Fução de rasferêcia 8 Equação característica 8 Pólos da Fução de rasferêcia 8 Zeros da Fução de

Leia mais

Interbits SuperPro Web

Interbits SuperPro Web 1. (Unesp 2013) No dia 5 de junho de 2012, pôde-se obseva, de deteminadas egiões da Tea, o fenômeno celeste chamado tânsito de Vênus, cuja póxima ocoência se daá em 2117. Tal fenômeno só é possível poque

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Questão 3. alternativa C. alternativa E

Questão 1. Questão 2. Questão 3. alternativa C. alternativa E Questão 1 Dois pilotos iniciaam simultaneamente a disputa de uma pova de automobilismo numa pista cuja extensão total é de, km. Enquanto Máio leva 1,1 minuto paa da uma volta completa na pista, Júlio demoa

Leia mais

Sistema Computacional para Medidas de Posição - FATEST

Sistema Computacional para Medidas de Posição - FATEST Sistema Computacioal para Medidas de Posição - FATEST Deise Deolido Silva, Mauricio Duarte, Reata Ueo Sales, Guilherme Maia da Silva Faculdade de Tecologia de Garça FATEC deisedeolido@hotmail.com, maur.duarte@gmail.com,

Leia mais

Física Geral I - F 128 Aula 8: Energia Potencial e Conservação de Energia. 2 o Semestre 2012

Física Geral I - F 128 Aula 8: Energia Potencial e Conservação de Energia. 2 o Semestre 2012 Física Geal I - F 18 Aula 8: Enegia Potencial e Consevação de Enegia o Semeste 1 Q1: Tabalho e foça Analise a seguinte afimação sobe um copo, que patindo do epouso, move-se de acodo com a foça mostada

Leia mais

Tabela Price - verdades que incomodam Por Edson Rovina

Tabela Price - verdades que incomodam Por Edson Rovina Tabela Price - verdades que icomodam Por Edso Rovia matemático Mestrado em programação matemática pela UFPR (métodos uméricos de egeharia) Este texto aborda os seguites aspectos: A capitalização dos juros

Leia mais

5- CÁLCULO APROXIMADO DE INTEGRAIS 5.1- INTEGRAÇÃO NUMÉRICA

5- CÁLCULO APROXIMADO DE INTEGRAIS 5.1- INTEGRAÇÃO NUMÉRICA 5- CÁLCULO APROXIMADO DE INTEGRAIS 5.- INTEGRAÇÃO NUMÉRICA Itegrar umericamete uma fução y f() um dado itervalo [a, b] é itegrar um poliômio P () que aproime f() o dado itervalo. Em particular, se y f()

Leia mais

Fig. 2.1 - Componentes da força da gravidade.

Fig. 2.1 - Componentes da força da gravidade. FORMA E DIMENSÕES DA TERRA Iis eeia Escoba Uivesidade do Estado do Rio de Jaeio Depatameto de Egehaia Catogáfica Rua São Facisco Xavie, 54, 4º ada, sl 400B 0550-013 Rio de Jaeio RJ e-mail: iisescoba@tea.com.b

Leia mais

O poço de potencial infinito

O poço de potencial infinito O poço de potecial ifiito A U L A 14 Meta da aula Aplicar o formalismo quâtico ao caso de um potecial V(x) que tem a forma de um poço ifiito: o potecial é ifiito para x < a/ e para x > a/, e tem o valor

Leia mais

75$%$/+2(327(1&,$/ (/(75267È7,&2

75$%$/+2(327(1&,$/ (/(75267È7,&2 3 75$%$/+(37(&,$/ (/(7567È7,& Ao final deste capítulo você deveá se capa de: ½ Obte a epessão paa o tabalho ealiado Calcula o tabalho que é ealiado ao se movimenta uma caga elética em um campo elético

Leia mais

Veremos neste capítulo as distribuições na variável discreta: Distribuição Binomial e Distribuição de Poisson.

Veremos neste capítulo as distribuições na variável discreta: Distribuição Binomial e Distribuição de Poisson. CAPÍTULO 5 DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL E DISTRIBUIÇÃO DE POISSON Veemos este capítulo as distibuições a vaiável disceta: Distibuição Biomial e Distibuição de Poisso. 1. Pobabilidade de Beoulli Seja um expeimeto

Leia mais

Capitulo 9 Resolução de Exercícios

Capitulo 9 Resolução de Exercícios FORMULÁRIO Empréstimos a Curto Prazo (Juros Simples) Taxa efetiva liear i l i ; Taxa efetiva expoecial i Empréstimos a Logo Prazo Relações Básicas C k R k i k ; Sk i Sk i e i ; Sk Sk Rk ; Sk i Sk R k ;

Leia mais

EDITAL E NORMAS PARA O CONCURSO DE TREINAMENTO EM CIRURGIA GERAL PARA O ANO DE 2015

EDITAL E NORMAS PARA O CONCURSO DE TREINAMENTO EM CIRURGIA GERAL PARA O ANO DE 2015 SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO CENTRO DE TREINAMENTO EM CIRURGIA GERAL CREDENCIADO PELO COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES (CBC) EDITAL E NORMAS PARA O CONCURSO DE TREINAMENTO EM CIRURGIA

Leia mais

Otimização e complexidade de algoritmos: problematizando o cálculo do mínimo múltiplo comum

Otimização e complexidade de algoritmos: problematizando o cálculo do mínimo múltiplo comum Otimização e complexidade de algoritmos: problematizado o cálculo do míimo múltiplo comum Custódio Gastão da Silva Júior 1 1 Faculdade de Iformática PUCRS 90619-900 Porto Alegre RS Brasil gastaojuior@gmail.com

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA INTRODUÇÃO MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 1 1 Itrodução à Egeharia Ecoômica A egeharia, iserida detro do cotexto de escassez de recursos, pode aplicar

Leia mais

Estudo de um modelo do núcleo do deuterão

Estudo de um modelo do núcleo do deuterão Estudo de um modelo do úcleo do deuteão Goçalo Oliveia º 5789 Pedo Ricate º 578 Física Quâtica da Matéia Istituto Sueio Técico Maio, 8 Resumo Cosidea-se um modelo simles aa o úcleo do deuteão, ode a iteacção

Leia mais

EDITAL E NORMAS PARA O CONCURSO DE TREINAMENTO EM CIRURGIA GERAL PARA O ANO DE 2016

EDITAL E NORMAS PARA O CONCURSO DE TREINAMENTO EM CIRURGIA GERAL PARA O ANO DE 2016 IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO CENTRO DE TREINAMENTO EM CIRURGIA GERAL CREDENCIADO PELO COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES (CBC) EDITAL E NORMAS PARA O CONCURSO DE TREINAMENTO

Leia mais

João Eduardo de Souza Grossi

João Eduardo de Souza Grossi UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA MESTRADO PROFISSIONALIZANTE, MODELAGEM MATEMÁTICA EM FINANÇAS MODELO DISCRETO DE APREÇAMENTO

Leia mais

Vedação. Fig.1 Estrutura do comando linear modelo ST

Vedação. Fig.1 Estrutura do comando linear modelo ST 58-2BR Comando linea modelos, -B e I Gaiola de esfeas Esfea Eixo Castanha Vedação Fig.1 Estutua do comando linea modelo Estutua e caacteísticas O modelo possui uma gaiola de esfeas e esfeas incopoadas

Leia mais

CPV seu Pé Direito no INSPER

CPV seu Pé Direito no INSPER CPV seu Pé Direito o INSPE INSPE esolvida /ovembro/0 Prova A (Marrom) MATEMÁTICA 7. Cosidere o quadrilátero coveo ABCD mostrado a figura, em que AB = cm, AD = cm e m(^a) = 90º. 8. No plao cartesiao da

Leia mais

UFRGS 2007 - MATEMÁTICA

UFRGS 2007 - MATEMÁTICA - MATEMÁTICA 01) Em 2006, segudo otícias veiculadas a impresa, a dívida itera brasileira superou um trilhão de reais. Em otas de R$ 50, um trilhão de reais tem massa de 20.000 toeladas. Com base essas

Leia mais

defi departamento de física www.defi.isep.ipp.pt

defi departamento de física www.defi.isep.ipp.pt defi departameto de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt stituto Superior de Egeharia do Porto- Departameto de Física Rua Dr. Atóio Berardio de Almeida, 431 4200-072 Porto. T 228 340 500.

Leia mais