UTILIZAÇÃO DA PESQUISA-AÇÃO PARA ENTENDIMENTO DO NEGÓCIO SOCIAL E SUA CADEIA DE ABASTECIMENTO

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1 XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturdade e desafos da Engenhara de Produção: compettvdade das empresas, condções de trabalho, meo ambente. São Carlos, SP, Brasl, 12 a15 de outubro de UTILIZAÇÃO DA PESQUISA-AÇÃO PARA ENTENDIMENTO DO NEGÓCIO SOCIAL E SUA CADEIA DE ABASTECIMENTO Dense Maellaro Ferrera (MACKENZIE) Roxana Mara Martnez Orrego (MACKENZIE) Este artgo demonstra os resultados alcançados com um pesqusa que estudou o negóco socal e suas relações com a otmzação logístca. Os objetvos da pesqusa foram analsar e compreender a estrutura de uma empresa socal, no âmbto da suua cadea de abastecmento, e contrbur para seu crescmento através da aplcação de um modelo de localzação de nstalação que forneceu o melhor posconamento para um centro de dstrbução. As metodologas empregadas ncluíram uma pesqusa exploratóra, para obtenção de maor conhecmento da empresa socal e de pontos crítcos em seu processo, e uma pesqusa ação para desenvolvmento do modelo junto à empresa. Os resultados obtdos na pesqusa exploratóra revelaram uma ausênca de estudos na área, e as característcas partculares de uma empresa socal. Já o modelo desenvolvdo na pesqusa-ação determnou a localzação do centro de dstrbução na regão de São Paulo próxmo de seus prncpas clentes. Uma das conclusões geradas fo a comprovação da efcáca da pesqusa-ação para unversdade e empresa, devdo a troca de conhecmentos e experêncas. Além dsso, o estudo da empresa demonstrou a vabldade deste tpo de modelo de negóco. Fnalmente, contatou-se que a melhora logístca tem grande relação com o negóco socal, que não possu lucro como prncpal meta, já que ela se torna uma mportante vantagem compettva, colaborando com sua saúde fnancera e com um bom nível de servço, que resulta em uma empresa habltada a competr no mercado junto às organzações tradconas. Palavras-chaves: Negóco Socal, Logístca de Dstrbução, Localzação de Instalações.

2 1. Introdução As relações socoeconômcas sofreram bruscas alterações nos últmos anos. Squera, Castro e Araújo (2003) argumentam que, especalmente com o advento da Tercera Revolução, as relações de negóco se estretaram fortemente e propcaram um rápdo crescmento do desenvolvmento tecnocentífco nunca antes vsto. Assm, uma sére de benefícos fo advnda dessas alterações. Caron (2003) aponta, por exemplo, para a democratzação da tecnologa e o aumento de produtvdade como algumas das vantagens que esse movmento global ofereceu. Contudo, ao lado dessas vantagens veo uma sére de graves conseqüêncas socoambentas, que foram gnoradas por mutos anos e hoje assumem uma condção de destaque na nossa socedade. Crescmento da pobreza e da desgualdade de renda e aumento da polução da água e do ar, são apenas duas das mlhares problemátcas que aflgem o mundo hoje (SIQUEIRA, CASTRO, ARAÚJO, 2003). Com o ntuto de contrapor essa stuação, Santos (2002) snalza para um movmento que vem se moldando por todo o mundo, da base para o topo da socedade, que o autor denomna de globalzação alternatva. Segundo o autor, a globalzação alternatva consste na reunão de redes e parceras entre pessoas, empresas, assocações e nsttuções que lutam contra os modelos econômcos tradconas causadores de desgualdades e males socoambentas. Contrbundo para esse pensamento, porém com uma abordagem dferente, surge o conceto de novação socal. Deglmeer, Phlls e Mller (2009) defnem novação socal como uma facltadora da cração de novas maneras de prvlegar o valor socal, trazendo benefícos para a socedade como um todo, e não somente para o setor prvado, ou para um restrto grupo de consumdores, empresáros ou nvestdores. Manzn (2008) reforça este ponto, afrmando que a novação socal é uma ferramenta para a cração de modelos de vda dferencados que promovem e dão suporte a conservação atual e futura do captal socoambental atual. Dentro da novação socal, encontram-se dversos segmentos que atuam em dferentes frontes para a solução destes problemas. Entre esses flamentos, destaca-se o negóco socal, que procura produzr oportundades que gerem não somente soluções socoambentas, mas também possbltem nclusão socal e econômca nos mas varadas camadas da socedade (ASHOKA EMPREENDEDORES SOCIAS & MCKINSEY & COMPANY, 2006). Porém, com os objetvos voltados para melhoras de problemas socoambentas e não para o lucro, como as empresas tradconas, o negóco socal apresenta uma sére de dfculdades fnanceras, que vão desde o nvestmento a manutenção do negóco. Um dos meos de aprmorar os custos da empresa se encontra na estruturação de seus processos de manera efcaz e estratégca, trabalhando em toda a cadea envolvda. Um dos mecansmos mas relevantes para atngr esta melhora é através do estudo da logístca. Ballou (2006) afrma que a logístca é uma forte alada na tomada de decsão das empresas, já que através dela é possível atngr a cração de valor para os clentes com uma adequada dsponblzação dos produtos, em tempo, quantdade e local certos. 2

3 Com sso, a melhora logístca da empresa deve ncorporar a estratéga do negóco, fato que deve ser gualmente mportante para uma empresa socal, ou até mas, já que neste modelo de negóco a logístca deve colaborar com a lmtação de recursos que a empresa apresenta em comparação com as grandes corporações do mercado. Contudo, apesar da mportânca do crescmento de modelos de negóco como esse, poucas pesqusas e colaborações centífcas que tratam desse assunto foram encontradas. Neste tópco, Fedato (2005) dá destaque a ausênca de nstrumentos e metodologas para acompanhamento e avalação de trabalhos lgados as responsabldades socas, demonstrando que uma melhora e evolução destas metodologas tera como conseqüênca um aprmoramento nas relações entre o setor prvado e questões da socedade, crando um vnculo entre as partes. Assm, este artgo apresenta os resultados de uma pesqusa que teve por objetvo estudar o conceto de negóco socal, especalmente no âmbto de sua cadea de abastecmento, realzando uma pesqusa-ação com uma empresa socal braslera e colaborando com seu desenvolvmento através da aplcação um modelo de localzação para determnar um local adequado para a abertura de um centro de dstrbução da empresa. 2. Revsão da Lteratura O ntuto desta revsão de lteratura é apresentar os prncpas concetos utlzados na elaboração da pesqusa e para analse e formulação das conclusões Cenáro Atual O dnamsmo do cenáro econômco atual provoca um ambente cada vez mas novador e mprevsível. O avanço tecnológco busca cada vez mas atender as necessdades lgadas as ambções humanas, traçando soluções cada vez mas nustadas e efcazes para atender qualquer tpo de necessdade de consumo da população. Ao mesmo tempo, a velocdade de crescmento de problemas lgados às questões ambentas e socoeconômcas cresce exponencal. Gacomn et al. (2004) argumenta que o aumento das problemátcas relaconadas aos segmentos socas e fatores ambentas gerou, nas últmas décadas, uma sére de ndagações envolvendo: desgualdade socal, volênca urbana, má dstrbução de renda, desmatamento florestal, polução das cdades, consumsmo entre outros. Corroborando a déa de que o estlo de vda atual e a ntensdade de consumo da população se tornaram ambentalmente nsustentável, Manzn (2008) afrma que a utlzação mprudente de recursos renováves e não renováves desde energa solar ao petróleo, além da emssão dreta de dversas substâncas no meo ambente, concomtantemente com o crescmento acelerado da população não permtrá atngr o desenvolvmento sustentável que é esperado por város segmentos da socedade. Surge então, uma grande demanda das pessoas, e mas recentemente das grandes organzações, por um mundo sustentável e socalmente responsável. No sentdo socoeconômco, mazelas socas como fome, volênca e saúde são temas não soluconados na maora das nações. A pobreza e desgualdade de renda anda são extremamente marcantes. Vale ressaltar que essas questões não são restrtas ao mundo em desenvolvmento, mesmo que a pobreza extrema seja ncomum nos países desenvolvdos, ela se faz presentes em todos os lugares do mundo, representando mutas vezes custos para todos os tpos de empresa (GRAYSON; HODGES, 2003). 3

4 Ademas, além das questões socas, essa desgualdade provoca mensas desvantagens mercadológcas. Analsando dados do Relatóro das Organzações das Nações Undas nota-se que mas de 18 países em desenvolvmento apresentam cerca de 30 a 40% da população vvendo abaxo da lnha de pobreza (UNITED NATIONS DEVELOPMENT PROGRAM, ). O que ndca não só um alarmente número socoeconômco, mas também um grande mercado potencal que é mantdo fora da economa, solado da socedade. Anda assm, observa-se que no âmbto empresaral, que a grande parcela do mercado consumdor cobçado e estudado se concentra dentro do mercado dos países desenvolvdos, ou exclusvamente no topo da prâmde dos países em desenvolvmento. As estratégas de negóco e desenvolvmento são dreconadas ao consumo e necessdades deste seleto grupo, contrbundo para a perpetuação dos problemas socas em geral (GUIMARÃES, 2008). Desta forma, nfere-se que uma gama de vantagens econômcas estratégas e uma sére de oportundades em todos os âmbtos, encontram-se na cração de mecansmos de solução das questões apontadas, que promovam não só a melhora socoambental, mas também a nclusão socal deste grande grupo dexado a derva da socedade, formulando novos parâmetros, procedmentos e concetos de mercado que atendam este novo perfl de consumdor e que deverão levar a um desenvolvmento sustentável Negócos Socas Paralelo a estes acontecmentos, surge então um novo conceto de modelo de estruturação da economa, conhecdo por negóco socal. Muhamad Yunus (2008), um dos maores precursores do tema, defende o conceto da empresa socal, alegando que o foco deste tpo de organzação é a busca por soluções e produtos que permtam o desenvolvmento socoeconômco de pessoas e mercado locas, ou a melhora de qualdades ambentas. Apesar dsso, o autor aponta que neste modelo os resultados fnanceros também são mportantes já que são eles que deram vabldade e sustentabldade ao negóco. Os negócos socas estão profundamente lgados ao conceto de empreendedorsmo socal. Um empreendedor socal busca crar bens e servços que provoquem mudanças bruscas em problemas socoambentas, analsando portanto, as necessdades e os pontos fracos de determnado setor da socedade (NETO, FROES; 2002). Em debates promovdos pela Assocação Ashoka, empreendedores socas afrmaram que esta modaldade surgu como uma manera encontrada pelas organzações socas cvs de consegur mas uma fonte de renda e não depender exclusvamente de ajudas governamentas ou doações. Com o sucesso do modelo, essas organzações passaram a notar que além da segurança fnancera, era possível causar um cenáro de nclusão socal e dmnução do desemprego do seu públco alvo, ou seja, das comundades carentes (ASHOKA EMPREENDEDORES SOCIAS & MCKINSEY & COMPANY, 2006). Um dos pontos crítcos dos negócos socas é a gestão fnancera que deve ser extremamente bem realzada. Yunus (2008) aponta para a dfculdade de encontrar nvestdores para este tpo de empresa, já que elas não apresentam grande retorno fnancero. Ademas, o autor afrma que é necessáro sempre buscar a auto-sufcênca da empresa através do aprmoramento de seus processos e produtos. O negóco socal mas conhecdo na atualdade é o banco Grameen, que promove o mcrocrédto para os moradores de Bangladesh, lberando essas pessoas de agotas e permtndo com que elas possam ter certa lberdade fnancera que as permte empreender e 4

5 modfcar a stuação fnancera em vvem. O Banco Grameen, durante anos, já trou mlhares pessoas da pobreza e contnua hoje a amplar seu trabalho (YUNUS,2006). No Brasl, exstem váras aplcações de sucesso desta modaldade de negóco. Como exemplo, pode-se ctar a empresa socal Gastromotva, fundado pelo empreendedor Davd Hertz. A Gastromotva funcona como um espaço gastronômco que educa e capacta ndvíduos. Dentro desta organzação são promovdos cursos profssonalzantes em coznha, venda de produtos e mas um servço de bufê escola que atende os mas varados clentes. Este modelo torna possível promover a nclusão socal e econômca dessas pessoas, além de ser totalmente passível de reprodução em outras comundades (GASTROMOTIVA, 2010). Relevante ctar que se percebeu, através da mplantação do negóco socal, a possbldade de modfcar as causas dos problemas, atuando no contexto atual dessas pessoas, mas também em seus cenáros futuros, promovendo assm a nclusão socal desse grupo. Sendo assm, verfcou-se que alternatvas de desenvolvmento dferencadas, geração de emprego e renda, e, ncentvo ao empreendedorsmo da população excluída socalmente, foram os resultados mas destacados orgnados a partr da mplementação dessas novadoras organzações socas (ASHOKA EMPREENDEDORES SOCIAS & MCKINSEY & COMPANY, 2006) Logístca e Localzação de Instalações A logístca, termo largamente dfunddo no meo empresaral e acadêmco, sempre apresentou papel fundamental na hstóra da humandade. Ao longo do tempo todas as guerras foram crucalmente decddas pelo poder e capacdade logístca de seus partcpantes (CHIRSTOPHER, 2002). Apesar dsso durante muto tempo a logstca empresaral fo vsta somente como uma fonte gastos e não como um fator de compettvdade de mercado. Nas últmas décadas a procura por elevados níves de servço e a dssemnação de concetos como just-n-tme, cadea de abastecmento e melhora dos processos logístcos, fzeram com que os processos lgados a essa área ganhassem nova mportânca e se tornassem um forte alado para melhora dos processos e redução de custos da cadea (PIRES, 2009). Ballou (2006) argumenta que a logístca contempla desde a obtenção da matéra-prma até a conversão para produto acabado e conseqüente entrega ao clente, consderando todo fluxo de materas e nformação que é gerado dentro deste cclo. Por este motvo a busca pelo aprmoramento desta área é essencal a qualquer empresa. Deste modo percebe-se que é muto dfícl a perpetuação de um modelo de negóco se sua cadea de abastecmento não for bem estudada e estruturada. A organzação precsa ser efcaz em todos os processos que envolvem sua cadea de abastecmento (BALLOU, 2006), portanto, pode-se deduzr que um dos fatores do sucesso da vabldade do negóco socal, se encontra na melhora e otmzação de seus processos logístcos. Chrstopher (2002) afrma que o gerencamento logístco traz como oportundade uma vantagem compettva sobre os concorrentes, quando provoca uma dferencação entre empresas a partr de seus produtos ou servços. Partndo deste prncípo, pode-se nferr que um negóco socal com um efcaz gerencamento logístco pode se tornar tão compettvo quanto uma organzação tradconal, fato que sera essencal para a dssemnação de novos empreendedores dspostos a colocar em prátca este modelo de empresa. Nota-se, portanto, uma forte relação entre os temas logístca e negóco socal, já que o prmero é um fator chave para crescmento e expansão do segundo. Fgueredo e Eras (2007) atestam a relevânca da logístca, afrmando que qualquer empresa sofre nfluênca dreta da 5

6 logístca sobre o desempenho do nível de servço oferecdo aos seus clentes e sobre os custos de operação, ou seja, a logístca mpacta dos pontos essencas para garantr a compettvdade de qualquer organzação. Dentro deste tópco, uma das mas mportantes decsões estratégcas é referente a localzação de nstalações de uma organzação. Ballou (2006) defende que a estruturação da rede de uma empresa é fortemente baseada nas decsões relaconadas à localzação, já que a flexbldade, custo e montante de nvestmento são arbtrados por essas escolhas. Para estabelecer a localzação de uma nstalação é essencal determnar as premssas e crtéros. Chopra e Mendl (2006) afrmam que esse tpo de decsão envolve altos nvestmentos e deve perdurar no longo prazo, nfluencando o desempenho logístco de uma empresa durante mutos anos. Ballou (2006) propõe cnco tpo de caracterzações que auxlam na escolha do modelo de localzação: a) Força dreconadora: é o fator fundamental de decsão, como custo, facldade de acesso, vsbldade do local etc; b) Número de nstalações: este fator afeta dretamente o método a ser escolhdo, pos localzar uma únca nstalação desconsdera fatores como dvsão de demanda, forças compettvas, etc; c) Descontnudade das escolhas: escolha de métodos contínuos ou dscretos; d) Grau de agregação de dados: determnação de quas nformações da rede logístca são mportantes para acuracdade do modelo; e) Horzonte de tempo: determnado método com tempo estátco ou dnâmco. Através da caracterzação por número de nstalações Ballou (2006) sugere a dvsão em duas classes: problemas de localzação de nstalação únca, e problemas de localzação de nstalação múltpla. As característcas desta pesqusa, apresentadas na próxma seção, levaram a escolha de um método de localzação de nstalação únca, denomnado Método do Centro da Gravdade, e por este motvo, somente esse método será apresentado nesta seção. Esta abordagem se trata de um modelo estátco de localzação contínua, ou seja, explora váras localzações possíves ao longo de um contnuum de espaço e de um certo período de tempo, escolhendo então a melhor de todas elas (BALLOU, 2006) A função objetvo é mnmzar a soma do volume em um ponto, multplcado pelas taxas de transporte e dstâncas requerdas para o deslocamento do produto até esse ponto. Sendo: TC = custo total do transporte V = volume do ponto R = taxa de transporte até o ponto Mín TC = d = dstânca até o ponto da nstalação a ser localzada V R d (1) 6

7 A localzação da nstalação é dada pelas equações 2 e 3 através das coordenadas do centro de gravdade exato: Sendo: X, Y coordenadas da nstalação localzada V R X X V R X X, coordenadas dos pontos de fonte e demanda Y / d (2) / d V RY / d (3) Y V RY / d A dstânca d é encontrada através do cálculo da dstânca entre dos pontos na superfíce da Terra. 3. Metodologa A realzação da pesqusa aqu relatada fo baseada nas metodologas da pesqusa exploratóra e da pesqusa-ação. Para dar suporte a essas metodologas, especalmente à pesqusa exploratóra, uma ampla pesqusa bblográfca fo realzada. Desta forma a pesqusa bblográfca teve como ntuto, no decorrer do trabalho, levantar nformações sobre os concetos centras: negóco socal, logístca, armazenagem e por fm, métodos de localzação; oferecendo suporte para análses e para o desenvolvmento da pesqusa. Segundo Olvera (1997) a utlzação desta metodologa é efcaz, pos permte conhecer o tema desejado de uma manera mas abrangente e detalhada. A partr do levantamento sobre negócos socas contatou-se uma ausênca de produções acadêmcas sobre o tema, especalmente sua dnâmca de funconamento, o que resultou na necessdade da realzação de uma pesqusa exploratóra com ntuto de mapear e conhecer os processos de uma empresa socal. Forza (2002) afrma que a pesqusa exploratóra é um mportante meo para formular conhecmentos prelmnares sobre o assunto. Corroborando com este pensamento, Colls e Hussey (2005) defendem que através dessa pesqusa cram-se hpóteses ou suposções sobre determnado assunto, aprofundando o conhecmento do mesmo. Como conseqüênca destas metodologas, a pesqusa-ação fo formulada como centro do trabalho aqu apresentado. O foco desta parte fo o acompanhamento de uma cadea de abastecmento de uma empresa socal, juntamente com a partcpação atva dos pesqusadores através da aplcação de um modelo de localzação de nstalações. Segundo Colls e Hussey defnem pesqusa-ação como sendo uma pesqusa aplcada que objetva a colaboração do pesqusador em determnadas etapas, de forma a propor mudanças e acompanhar seus resultados. Westbrook (1995) afrma que o prncpal ponto dela é a atvdade do pesqusador que dexa sua posção de observador para se tornar parte atva do processo. O autor também afrma que dentro do campo do gerencamento de produção e operações o uso desta pesqusa é essencal para resolução dos problemas dnâmcos e varáves, partculares de cada ambente de trabalho. Segundo Gummesson (2000) exstem quatro fatores que caracterzação a pesqusa-ação: a) Partcpação atva do pesqusador que va além da observação dos fatos; 7

8 b) Os dos prncpas objetvos são: soluconar um problema e contrbur para a cênca; c) A colaboração entre empresa e pesqusador é contínua e essencal ao sucesso da pesqusa; d) Os dados coletados podem ser tanto qualtatvos como quanttatvos. Pensando no processo percorrdo por este tpo de pesqusa, Westbrook (1995) propôs um modelo de sete etapas para aplcação da pesqusa ação, conforme mostrado a segur: Montoramento e feedback Decdr uma ampla área para nvestgação Fgura 1: Modelo de Evolução da Pesqusa-Ação no Gerencamento de Operações. Fonte: Adaptado de Westbrook (1995, p.11). Aplcando essa proposta, na pesqusa aqu relatada, surgram as seguntes fases: a) Decdr uma ampla área para nvestgação: escolha do tema negóco socal como gua para a pesqusa. Essa etapa fo auxlada pela pesqusa bblográfca. Neste ponto também fo ncado o contato com uma Assocação que apóa e fomenta a cração de negócos socas; b) Desenhar pesqusa escolhendo os métodos chave: com ajuda da Assocação chegou-se a empresa estudada. Assm, os processos foram mapeados e as dfculdades da empresa foram apontadas; c) Focar Defnr área de nvestgação, refnar método de pesqusa, coletar dados: com a ajuda do mapeamento se estabeleceu o foco do trabalho no estudo da aplcação de um modelo de localzação para stuar um novo centro de dstrbução da empresa. Nesta fase também se determnou o método, sempre com ajuda e montoramento da empresa; d) Desenvolver - Aplcar método de pesqusa e desenvolver teora: execução do modelo a partr das nformações coletadas e premssas estabelecdas; e) Aplcar - Mostrar a vabldade da teora, fnalzações do modelo: análse dos resultados e seus benefícos. Nesta etapa também são realzadas as revsões e correções; f) Avalação e Conclusões: a partr dos resultados fnas, estudos compatvos e conclusões foram estabelecdos, assm como possíves contrbuções futuras; g) Dssemnação dos Resultados: Dvulgação do resultado a empresa e a publcações centífcas. 4. Pesqusa-ação Desenhar pesqusa escolhendo os métodos chave Para melhor entendmento da pesqusa-ação serão apresentadas a caracterzação da empresa socal estudada será apresentada, bem como as premssas utlzadas para confecção do modelo. 4.1 Empresa Estudada FOCAR Defnr área de nvestgação, refnar método de pesqusa, coletar dados DESENVOLVER Aplcar método de pesqusa e desenvolver teora APLICAR Mostrar a vabldade da teora, fnalzações do modelo Avalação e Conclusões Dssemnação Dos Resultados A empresa socal estudada surgu em 2007 e é localzada no sul do país. Seu objetvo prncpal é crar, estabelecer e amplar redes artculadas com grupos produtores locas de 8

9 baxa renda, possbltando a comercalzação de seus produtos especalmente através de parceras e acordos comercas com redes varejstas. Nota-se que o dferencal desta organzação é o trabalho com a produção descentralzada, ou seja, cada produto comercalzado é localzado em uma comundade dferente, permtndo não só um varado portfólo, mas também um aumento do seu mpacto socal, já que na medda em que a empresa se expande, mas grupos são agregados em sua estrutura e maor é a pulverzação de renda. Outra característca relevante da empresa é sua preocupação com uma cadea de abastecmento sustentável. Cada produto possu uma dentfcação através de selos estampados. Esta certfcação possu um códgo de rastreabldade que garante o uso matérasprmas sustentáves, e a transparênca no relaconamento com os produtores e com os clentes. Como resultado deste modelo, esta empresa socal vem crescendo exponencalmente com anda um forte potencal de expansão. Desta forma todas as operações da empresa tendem a se estruturar de manera mas profssonalzada. Dentro de sua operação, devdo a sua estrutura, a empresa apresenta hoje uma sére de dfculdades e desafos a serem ultrapassados, dentro desses destaca-se a falta de capacdade do armazém atual da empresa que é um fator lmtante para o crescmento do portfólo da mesma. Isso ocorre já que o depósto atual não apresenta possbldade de expansão e nem a estrutura necessára para realzação de um centro de dstrbução, ou seja, ele não será capaz de comportar o aumento de volume e movmentações resultantes dos planos de expansão da empresa. Pensando nsso essa pesqusa propôs a aplcação de um modelo que possa determnar a melhor localzação para a nstalação de um novo centro de dstrbução da empresa. 4.2 Premssas estabelecdas O modelo fo executado no Excel, software escolhdo pela usabldade e por ser altamente empregado e conhecdo em todas as empresas. A análse prvlegou como fator estratégco a questão do custo. Além dsso, foram consderadas as localzações atuas dos clentes e fornecedores, os volumes projetados, no período de um ano, a serem retrados dos fornecedores e a serem entregues aos clentes. Consderou-se também como taxa de transporte o quocente entre o custo de transporte a dstânca. O posconamento logístco contnuou consderando uma produção descentralzada e uma dstrbução centralzada no novo centro de dstrbução a ser determnado. Para adequar a dstânca ao modelo, d fo calculada através das coordenadas geográfcas da cdade e os resultados foram ajustados por um fator médo de correção de crcuto do Brasl de 1,28, calculado a partr das reas dstâncas entre as dez prncpas cdades brasleras em termos econômcos. 5. Resultados A partr da aplcação do modelo, foram necessáras 30 terações para chegar ao resultado esperado. A coordenada geográfcas fna encontradas tem uma lattude gual a -23,460 e uma longtude gual a -46,896. Através da ferramenta on-lne de localzação de mapas, denomnada Mapquest (MAPQUEST, 2010), fo possível localzar as coordenadas geográfcas no mapa mund e assm obter como produto uma localzação nas medações da 9

10 cdade de Santana de Parnaíba, no estado de São Paulo, sendo esta a localdade ótma para a nstalação do CD. O resultado obtdo pode ser observado no mapa a segur. Fgura 2 Localzação do centro de dstrbução proposta pelo modelo Fonte: Adaptado de Mapquest (2010, não pagnado) Através das coordenadas geográfcas do ponto ótmo para se ter um centro de dstrbução da Soldarum, fo possível calcular o custo total de transporte com auxílo da função objetvo apresentada na revsão da lteratura, obtendo assm um custo por volta de R$18.000,00. Ademas, estabeleceu-se uma análse comparatva com a localzação atual do armazém da empresa, que smulou a manutenção deste local com a projeção dos volumes e movmentações futuros. Como resultado o novo cenáro de localzação proposta apresentou custos de transporte 36% mas baxos. 6. Conclusões e sugestões para trabalhos futuros O panorama traçado pela pesqusa bblográfca realzada corrobora para com a percepção de que exste pouco materal, especalmente em publcações naconas, que nvestgue essa nova modaldade de negóco que é a empresa socal. Os materas encontrados se concentram nas defnções e concetos deste tpo de organzação, não detalhando característcas relevantes como seus mecansmos de funconamento e seus fatores de sucesso. Contudo, através do estudo da empresa e de sua trajetóra de crescmento, nota-se um grande potencal de expansão deste tpo de negóco, mostrando a acetação que a socedade está promovendo para alternatvas como essa. Este fato deve estmular novas pesqusas e contrbuções dentro do tema. No âmbto do estudo logístco, fo possível verfcar que algumas dferenças entre uma cadea de abastecmento tradconal e a cadea de abastecmento da empresa socal estudada. Dferenças essas estabelecdas pela falta de organzação formal de seus fornecedores, no caso as cooperatvas de regões carentes. Essa dferencação resulta em uma operação mas complexa já que é necessáro nstrur e acompanhar cada um desses grupos para obter êxto com a comercalzação de seus produtos. Contudo, após o estudo e a aplcação do modelo pode-se notar que assm como qualquer outro negóco a otmzação da logístca pode trazer 10

11 amplas contrbuções para melhora da estrutura de uma empresa como essa, se tornando uma ferramenta alada que permte benefícos como aprmoramento dos gastos operaconas e do nível de servço pratcado. No caso do modelo aplcado, nota-se que o resultado encontrado tende a manter o centro de dstrbução mas próxmo dos clentes, na regão Sudeste, o que não só permtrá uma melhora do nível de servço desses grandes varejstas, mas também possbltará uma posção estratégca, que oferece um atendmento prvlegado, na regão que é a maor potênca econômca do país. Recomenda-se como detalhamento e aprofundamento deste estudo, uma análse da mplantação do centro de dstrbução avalando recursos, capacdades, dmensonamento, ou até mesmo, analsando uma possível contratação de um operador logístco que otmze e melhore as operações da empresa, dexando a mesma fcar focada somente em seu core busness. Fnalmente, vale salentar as conclusões sobre a metodologa empregada. A pesqusa-ação se mostrou altamente efcente, pos não só permtu uma estruturação hábl e dferencada a pesqusa, como também, promoveu um trabalho de parcera entre unversdade e empresa, provocando uma smbose de conhecmento para ambas as partes, possbltando a empresa um estudo personalzado a seu problema e aos pesqusadores uma vsão mas prátca e realsta de uma nova modaldade de negóco com concetos pouco explorados e essencas na busca da melhora sustentável da socedade. Referêncas ASHOKA EMPREENDEDORES SOCIAS & MCKINSEY & COMPANY. Negócos Socas: estratégas novadoras para o desenvolvmento socal. 1ª Ed. São Paulo: Edtora Fundação Perópols, p. BALLOU, R. H. Gerencamento da Cadea de Suprmentos Logístca Empresaral. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, p. CARON, Antonnho. Inovações tecnológcas nas pequenas e médas empresas ndustras em tempos de globalzação: o caso do paraná Tese (Doutorado em Engenhara de Produção)-Unversdade Federal de Santa Catarna, Floranópols, CHRISTOPHER, Martn. Logístca e Gerencamento da Cadea de Suprmentos: Estratégas para a Redução de Custos e Melhora de Servços. Ponera, p. CHOPRA, Sunl; MEINDL, Peter. Gerencamento da Cadea de Suprmentos: estratéga, planejamento e operação. São Paulo: Pearson Prentce Hall, p. COLLIS, Jll; HUSSEY, Roger. Pesqusa em Admnstração. 2ª Ed. Porto Alegre: Bookman, p. DEIGLMEIER, K.; PHILLS, J. A. Jr.; MILLER, D. T. Redscoverng Socal Innovaton. Stanford Socal Innovaton Revew, Calforna, v. 6, n. 4, p , FEDATO, Mara C. L.. Responsabldade Socal Corporatva: Benefíco Socal ou Vantagem Compettva?: Um estudo das estratégas de atuação socal empresaral e sua avalação de resultados Dssertação (Mestrado em Admnstração)-Unversdade de São Paulo, São Paulo, FIGUEIREDO, R.; EIRAS, J.. Transporte Colaboratvo: concetuação, benefícos e prátcas. Insttuto de Logístca e Supply Chan, São Paulo, jul Dsponível em: <http://www.los.com.br/ste/ndex.php?opton=com_content&task=vew&d=683&itemd=7>. Acesso em: 25 ago FORZA, C. Survey research n operatons management: a process-based perspectve. Internatonal Journal of Operatons and Producton Management, vol. 22, n.2, GRASTOMOTIVA. Gastromotva. São Paulo: Gastromotva, Dsponível: <http://www.gastromotva.org/>. Acesso em: 10 abr

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