Das ideias ao sucesso

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Das ideias ao sucesso"

Transcrição

1 Das deas ao sucesso PwC Startup Portugal 1 mllon fund project Busness Plan FY 2014/2015

2 Crou recentemente uma empresa com forte capacdade de crescmento? Tem espírto empreendedor com deas novadoras? Tem uma empresa start up com potencal? 2 PwC Startup Portugal

3 Índce Enquadramento 3 Em que áreas podemos ntervr 4 Dúvdas que a PwC pode esclarecer 5 Quem se pode canddatar 6 Enquadramento O empreendedorsmo combna a novação, fnancamento, vsão de negóco e oportundade. No processo de nvestmento o empreendedor enfrenta um conjunto de dfculdades e dúvdas que atrasam o processo cratvo e de dnamzação do negóco, crucal numa fase ncal da empresa. Ser empreendedor mplca, mutas vezes, ldar com escassez de recursos, fnanceros, humanos e de conhecmento de negóco. Estas realdades podem levar a que oportundades de um negóco bem suceddo sejam perddas. O apoo dáro ao desenvolvmento da atvdade de uma empresa por uma empresa consultora, com valêncas multdscplnares e com acesso a uma rede nternaconal, é um custo acrescdo mutas vezes nacessível aos empreendedores. A capactação e o apoo ao empreendedorsmo permte que as empresas melhorem o seu plano de negóco, aumentem a sua efcênca, rentabldade e cresçam de forma mas rápda e sustentável. A PwC em Portugal através das suas entdades legas dspõe dos meos e competêncas para abordar estas questões e apoar as ncatvas de desenvolvmento do empreendedorsmo em Portugal. A ncatva 1 MILLION FUND PROJECT PwC STARTUP PORTUGAL, vsa reduzr o rsco de tal poder acontecer e pretende reforçar uma cultura empreendedora e novadora em Portugal. Acesso à rede de competêncas PwC Apoo às váras necessdades das empresas Startup de acordo com as áreas de ntervenção Mentorng Informação económca naconal e comuntára Experênca em dversas ndústras Para o efeto a PwC, rá apoar com 1 mlhão em servços pro bono o desenvolvmento de empresas e negócos que estejam numa fase de desenvolvmento ncal em ncubadoras de empresas ou entdades smlares. Podemos assm crescer em conjunto numa economa forte, novadora e empreendedora. Acesso a clentes e parceros do projeto Dsponblzação de estudos sobre o setor Informação sobre o fnancamento naconal/ comuntáro Das deas ao sucesso 3

4 Em que áreas podemos ntervr Partlha de experênca e do conhecmento. Apoo à dentfcação de potencas entdades ncubadoras. Clarfcação de dúvdas ao nível da contabldade e da fscaldade. Dsponblzação de estudos e nformação sobre o setor ou sobre mercados. Start up Acesso a uma network de potencas clentes e parceros de negócos. Orentação nos processos de fnancamento e ncentvos. Apoo na operaconalzação dos novos negócos. Orentação em contabldade, gestão fnancera e tópcos relaconados. Apoo no desenvolvmento das estratégas go to market. Orentação na elaboração de um busness plan. Apoo O apoo será prestado, preferencalmente, através de uma lnha telefónca dedcada aos benefcáros da ncatva, podendo gualmente ser prestado através de meos eletróncos de transmssão de dados e em reunões ou eventos especalmente organzados para o efeto. A cada uma das entdades benefcáras será atrbuído um número máxmo de horas de apoo, regra geral até 30 horas. O número máxmo de horas referdo no número anteror poderá ser alargado pela comssão de coordenação da ncatva após peddo da entdade benefcára. 4 PwC Startup Portugal

5 Dúvdas que a PwC pode esclarecer? Que empresa a consttur? Qual a estrutura que o nosso negóco deve ter? Que perfl de profssonas devemos recrutar? Devemos comprar ou alugar equpamentos /outros bens? Como podemos obter fnancamento aos nossos projetos? Como crar um plano de negóco? Qual o busness plan para o nosso negóco? Busness start up? Como se pode ldar com escassez de tesourara? Como se prepara uma fusão, aqusção ou alança? Como ser mas efcente fscalmente? Como entrar em novos mercados? Que ncentvos posso aceder? Young growng companes Quem se pode canddatar 1. Podem canddatar-se à ncatva 1 MILLION FUND PROJECT - PwC STARTUP : a) toda a pessoa coletva, legalmente consttuída como socedade comercal, cooperatva, assocação, fundação ou empresáro em nome ndvdual que esteja numa ncubadora de empresas ou entdades smlares e possam ser consderados elegíves; b) toda a pessoa coletva ou ndvdual detentora de um projeto novador adequado ao desenvolvmento e à cração de postos de trabalho, que se encontre anda em fase ncal de desenvolvmento de atvdade. Neste caso, caberá a comssão de coordenação avalar da razoabldade do peddo de apoo assente em crtéros de novação, cração de postos de trabalho, cratvdade e empreendedorsmo relaconado com o projeto/entdade. No caso de a empresa já exercer atvdade, só serão acetes as canddaturas, desde que esse exercíco não seja superor a 3 anos, nclusve. 2. A comssão de coordenação acompanhará todas as canddaturas a avalará os termos em que o apoo é solctado. Das deas ao sucesso 5

6 Condções de acesso e canddatura 1. Para aceder à ncatva 1 MILLION FUND PROJECT - PWC STARTUP PORTUGAL o nteressado(a) deverá preencher o formuláro que consta da págna da nternet da PwC e apresentar os seguntes requstos: a) Identfcação do proponente; b) Descrção do projeto; c) Questões geras, dentfcação da área para a qual pretende apoo; d) Declaração de adesão à ncatva nos termos do anexo I (constante do acordo de regulação que poderá ser obtda na págna de nternet da PwC. O preenchmento e submssão do formuláro não garante o acesso ao benefíco servndo apenas de canddatura para avalação pela comssão de coordenação. O canddato poderá, juntamente com o formuláro, fazer o upload no ste de qualquer outra documentação que entenda pertnente para a avalação da sua canddatura, até ao lmte de tamanho ndcado no ste. 2. O processo de canddatura é contínuo e ocorrerá durante todo o período da ncatva. A avalação das canddaturas será realzada pela comssão de coordenação, de acordo com os elementos apresentados, nomeadamente a descrção do projeto e o plano de negóco, valorzando o caráter novador e capacdade de desenvolvmento. Após a avalação realzada pela comssão de coordenação, as canddaturas consderadas elegíves serão objeto de resposta por parte da PwC que deverá ocorrer num prazo máxmo de 30 das. 3. O benefcáro usufrurá do apoo pelo prazo de um ano após a respetva dvulgação da concessão. Após o fm do prazo de apoo e verfcando-se a exstênca de horas não utlzadas, poderá ser requerdo pelo benefcáro à comssão de coordenação a utlzação das horas remanescentes no novo ano. Nota: A presente nformação não dspensa a consulta do respetvo acordo de regulação da ncatva dsponível na págna da PwC crada para o efeto. 6 PwC Startup Portugal

7 Sucesso Produção Resultado!!!!! Produto Processo Idea Web Méda Comundade Trabalho em equpa Das deas ao sucesso 7

8 Lsboa (sede) Paláco Sottomayor Rua Sousa Martns, 1-2º Lsboa Tel: Fax: Porto o Porto Bessa Lete Complex Rua Antóno Bessa Lete, º Porto Tel Fax Cabo Verde Edfíco BAI Center, Pso 2 Dreto Avenda Cdade de Lsboa C.P. 303 Cdade da Praa Repúblca de Cabo Verde Tel: (+238) Fax: (+238) Angola Edfíco Presdente Largo 17 de Setembro n.º 3 1º andar Sala 137 Luanda Repúblca de Angola Tel: (+244) / (+244) Fax: (+244) A capa deste documento é feta em papel de fbras de pura celulose vrgem ECF (Elementary Chlorne Free), certfcado com a ISO 9706 Long Lfe, sendo totalmente recclável e bodegradável e provenente de plantações em florestas com a gestão certfcada de acordo com o FSC. As págnas nterores foram mpressas em papel composto por 100% fbras reccladas post-consumo PrcewaterhouseCoopers & Assocados - Socedade de Revsores Ofcas de Contas, Lda. Todos os dretos reservados. PwC refere-se à PwC Portugal, consttuída por váras entdades legas, ou à rede PwC. Cada frma membro é uma entdade legal autónoma e ndependente. Para mas nformações consulte

Equipas Educativas Para uma nova organização da escola. João Formosinho Joaquim Machado

Equipas Educativas Para uma nova organização da escola. João Formosinho Joaquim Machado Equpas Educatvas Para uma nova organzação da escola João Formosnho Joaqum Machado TRANSFORMAÇÕES NA ESCOLA BÁSICA TRANSFORMAÇÕES NA ESCOLA BÁSICA A expansão escolar e a mplementação das polítcas de nclusão

Leia mais

REGULAMENTO GERAL (Modalidades 1, 2, 3 e 4)

REGULAMENTO GERAL (Modalidades 1, 2, 3 e 4) REGULAMENTO GERAL (Modaldades 1, 2, 3 e 4) 1. PARTICIPAÇÃO 1.1 Podem concorrer ao 11º Prêmo FIEB de Desempenho Socoambental da Indústra Baana empresas do setor ndustral nas categoras MICRO E PEQUENO, MÉDIO

Leia mais

ACORDO DE REGULAÇÃO 1 MILLION FUND PROJECT PWC STARTUP PORTUGAL

ACORDO DE REGULAÇÃO 1 MILLION FUND PROJECT PWC STARTUP PORTUGAL ACORDO DE REGULAÇÃO 1 MILLION FUND PROJECT PWC STARTUP PORTUGAL ACORDO DE REGULAÇÃO 1 MILLION FUND PROJECT PWC STARTUP PORTUGAL Considerando que: O empreendedorismo combina a inovação, financiamento, visão

Leia mais

Oportunidades e desafios no mundo do aquecimento o setor tem crescido a cada ano, é verdade, mas continuar nesse ritmo

Oportunidades e desafios no mundo do aquecimento o setor tem crescido a cada ano, é verdade, mas continuar nesse ritmo -. -. - - - -- - -. ~- -- MERCADO -- -=-- - - -=-=-= - ---=- =-= - ~ Oportundades e desafos no mundo do aquecmento o setor tem crescdo a cada ano, é verdade, mas contnuar nesse rtmo requer a superação

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO DIRETORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO DIRETORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA ANEXO l TERMO DE REFERÊNCIA (Ofíco n. 077/2013-GDJAFS) PISO LAMINADO - CARPETE DE MADEIRA 1. DOOBJETO O presente Termo tem por objetvo a aqusção e nstalação de pso lamnado do tpo carpete de madera numa

Leia mais

Boletim Informativo Eletrónico da EAPN Portugal abril 2011_2

Boletim Informativo Eletrónico da EAPN Portugal abril 2011_2 Boletm Informatvo Eletrónco da EAPN Portugal abrl 2011_2 E U R O P A A proposta de resolução aprovada pelo Parlamento Europeu, no da 09 de março, refere que a Unão Europea deve ntroduzr normas vnculatvas

Leia mais

Organismos. de Investimento Colectivo (OIC) O novo regime dos Organismos

Organismos. de Investimento Colectivo (OIC) O novo regime dos Organismos Organismos de Investimento Colectivo (OIC) O novo regime dos Organismos de Investimento Colectivo (OIC) representa uma oportunidade para planear novos investimentos e reaquacionar as actuais estruturas.

Leia mais

l. k. ESTADO DA PARAIBA GAB. DES. MANOEL SOARES MONTEIRO

l. k. ESTADO DA PARAIBA GAB. DES. MANOEL SOARES MONTEIRO -- --- r "' f344 l k = 2= r ; : / " IF9 AI!q : * ' "8 JIMMAI "'I 4 S rt t'' : ESTADO DA PARAIBA _ - : n'" PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA f' GAB DES MANOEL SOARES MONTEIRO ft!: :! ACÓRDÃO "I!':: ::

Leia mais

Apresentação Adelmir Araújo Santana

Apresentação Adelmir Araújo Santana A étca, como morada humana, não é algo pronto e construído de uma só vez. O ser humano está sempre tornando habtável a casa que construu para s. Étco sgnfca, portanto, tudo aqulo que ajuda a tornar melhor

Leia mais

Avaliação de Empresas

Avaliação de Empresas Avalação de Empresas Gestão Fnancera Gestão Fnancera e Fscal IESF 2009 1 Cândda Botelho 2 1. Introdução... 4 2. Avalação de uma empresa... 4 2.1 Prncpas defnções de valor... 5 2.2 Premssas fundamentas

Leia mais

Introdução e Organização de Dados Estatísticos

Introdução e Organização de Dados Estatísticos II INTRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 2.1 Defnção de Estatístca Uma coleção de métodos para planejar expermentos, obter dados e organzá-los, resum-los, analsá-los, nterpretá-los e deles extrar

Leia mais

Regulamento de Funcionamento e Avaliação do Mestrado em Gestão das Organizações

Regulamento de Funcionamento e Avaliação do Mestrado em Gestão das Organizações ASSOCIAÇÃO DE POLITÉCNICOS DO NORTE (APNOR) Insttuto Poltécnco de Bragança Insttuto Poltécnco do Cávado e do Ave Insttuto Poltécnco do Porto Insttuto Poltécnco de Vana do Castelo Regulamento de Funconamento

Leia mais

.- >. , '. expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino superior no âmbito I desta Universidade e;

.- >. , '. expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino superior no âmbito I desta Universidade e; , UNVERS Fundaçso nsttu(da RESOLUÇÃO NO.^&. >., '. nsttu normas para revaldação a) 7. c),) de dplomas de graduação t

Leia mais

Soluções que criam valor Cabo Verde

Soluções que criam valor Cabo Verde www.pwc.com/cv Soluções que criam valor Cabo Verde Os serviços da PwC em Cabo Verde Índice O que pode esperar de nós 3 Serviços de auditoria 4 Serviços de assessoria de gestão 5 Serviços de contabilidade

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3259 RESOLVEU:

RESOLUÇÃO Nº 3259 RESOLVEU: Resolução nº 3259, de 28 de janero de 2005. RESOLUÇÃO Nº 3259 Altera o dreconamento de recursos captados em depóstos de poupança pelas entdades ntegrantes do Sstema Braslero de Poupança e Empréstmo (SBPE).

Leia mais

Comunicação e Feedback

Comunicação e Feedback www.pwc.pt/academy Comunicação e Feedback How to communicate with impact? Academia da PwC Participe nesta formação, saiba qual a sua forma de comunicar e dar feedback e melhore o seu desempenho! Comunicação

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização Gestão de Obras Públcas Aula 2 Profa. Elsamara Godoy Montalvão Organzação da Aula Tópcos que serão abordados na aula Admnstração e Gestão Muncpal Problemas Admnstração e Gestão Muncpal Gestão do Conhecmento

Leia mais

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA Metodologa IHFA - Índce de Hedge Funds ANBIMA Versão Abrl 2011 Metodologa IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA 1. O Que é o IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA? O IHFA é um índce representatvo da ndústra de hedge

Leia mais

Orçamento de Estado 2013 Workshop O que muda!

Orçamento de Estado 2013 Workshop O que muda! www.pwc.pt/academy Orçamento de Estado 2013 Workshop O que muda! Lisboa, 6 de março de 2013 Academia da PwC 3ª Edição Eficiência e eficácia para a sua gestão fiscal e económica! Orçamento de Estado 2013

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS CICLOS DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE DA FCT- UNL. Normas Regulamentares PREÂMBULO

REGULAMENTO GERAL DOS CICLOS DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE DA FCT- UNL. Normas Regulamentares PREÂMBULO REGULAMENTO GERAL DOS CICLOS DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE DA FCT- UNL Normas Regulamentares PREÂMBULO O regulamento geral dos cclos de estudos conducentes ao grau de Mestre da FCT-UNL organza,

Leia mais

LOGÍSTICA. Capítulo - 8 Armazenamento. Mostrar como o armazenamento é importante no sistema logístico

LOGÍSTICA. Capítulo - 8 Armazenamento. Mostrar como o armazenamento é importante no sistema logístico O Papel da Logístca na Organzação Empresaral e na Economa LOGÍSTICA Capítulo - 8 Objectvos do Capítulo Mostrar como o armazenamento é mportante no sstema logístco Identfcação dos prncpas tpos de armazenamento

Leia mais

DOCUMENTO INFORMATIVO

DOCUMENTO INFORMATIVO DOCUMENTO INFORMATIVO Brazl 5yr Autocallable Notes a emtr pelo Esprto Santo Investment p.l.c. ao abrgo do seu 2,500,000,000 Euro Medum Term Note Programme ISIN : XS0468453666 PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES DO ISEG Nº 1 - VIGILÂNCIA/SEGURANÇA/ISEG/2009

CONCURSO PÚBLICO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES DO ISEG Nº 1 - VIGILÂNCIA/SEGURANÇA/ISEG/2009 CONCURSO ÚBLICO ARA RESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES DO ISEG Nº 1 - VIGILÂNCIA/SEGURANÇA/ISEG/2009 CONCURSO ÚBLICO ARA RESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES

Leia mais

Sistemas de Seguro Depósito: Sugestões para a reformulação do Fundo Garantidor de Créditos *

Sistemas de Seguro Depósito: Sugestões para a reformulação do Fundo Garantidor de Créditos * Sstemas de Seguro Depósto: Sugestões para a reformulação do Fundo Garantdor de Crédtos * Ana Carla Abrão Costa Resumo Sstemas explíctos de seguro depósto vêm sendo adotados por países de todo o mundo,

Leia mais

XLVI Pesquisa Operacional na Gestão da Segurança Pública

XLVI Pesquisa Operacional na Gestão da Segurança Pública AVALIAÇÃO MULTICRITÉRIO DE SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS PARA LATICÍNIOS DO AGRESTE PERNAMBUCANO Djur Tafnes Vera Unversdade Federal de Pernambuco UFPE - CAA Rodova BR-104, Km 59 - Nova Caruaru, Caruaru - PE,

Leia mais

17750 Diário da República, 2.ª série N.º 77 19 de Abril de 2011

17750 Diário da República, 2.ª série N.º 77 19 de Abril de 2011 17750 Dáro da Repúblca, 2.ª sére N.º 77 19 de Abrl de 2011 2) Consttuem anda recetas do Mestrado os valores arrecadados provenentes de compartcpações ou donatvos de nsttuções públcas ou prvadas destnadas

Leia mais

2º Ciclo de Estudos Mestrado em Engenharia Civil ramo de Estruturas e Geotecnia. Normas Regulamentares

2º Ciclo de Estudos Mestrado em Engenharia Civil ramo de Estruturas e Geotecnia. Normas Regulamentares 2º Cclo de Estudos Mestrado em Engenhara Cvl ramo de Estruturas e Geotecna Normas Regulamentares Artgo 1º Cração 1) A Unversdade Nova de Lsboa, através da Faculdade de Cêncas e Tecnologa, confere o grau

Leia mais

Análise logística da localização de um armazém para uma empresa do Sul Fluminense importadora de alho in natura

Análise logística da localização de um armazém para uma empresa do Sul Fluminense importadora de alho in natura Análse logístca da localzação de um armazém para uma empresa do Sul Flumnense mportadora de alho n natura Jader Ferrera Mendonça Patríca Res Cunha Ilton Curty Leal Junor Unversdade Federal Flumnense Unversdade

Leia mais

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial O mgrante de retorno na Regão Norte do Brasl: Uma aplcação de Regressão Logístca Multnomal 1. Introdução Olavo da Gama Santos 1 Marnalva Cardoso Macel 2 Obede Rodrgues Cardoso 3 Por mgrante de retorno,

Leia mais

Indice. Capa...pág. 1. Indice...pád. 2. Notas Introdutórias (por Carlos Carvalho)...pág. 3 e 4. Projecto LaciOS (por Fernando Couto)...pág.

Indice. Capa...pág. 1. Indice...pád. 2. Notas Introdutórias (por Carlos Carvalho)...pág. 3 e 4. Projecto LaciOS (por Fernando Couto)...pág. P r me r ae d ç ã o J a n e r od e2 0 1 4 No t í c a s d omu n d ol n u xn al í n g u ap o r t u g u e s a Indce Capa...pág. 1 Indce...pád. 2 Notas Introdutóras (por Carlos Carvalho)...pág. 3 e 4 Projecto

Leia mais

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 Rcardo Kuresk 2 Glson Martns 3 Rossana Lott Rodrgues 4 1 - INTRODUÇÃO 1 2 3 4 O nteresse analítco pelo agronegóco exportador

Leia mais

Palavras-chave: Índice de Sustentabilidade Empresarial, Q-Tobin e Valor de Mercado.

Palavras-chave: Índice de Sustentabilidade Empresarial, Q-Tobin e Valor de Mercado. ÁREA TEMÀTICA: Gestão Socoambental TÍTULO DO TRABALHO: Sustentabldade Empresaral versus Valor de Mercado: Uma Analse Empírca no Mercado de Captas Braslero AUTORES RONALD MARCELINO ABASTO MONTEIRO Faculdade

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL:

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: Núcleo Serasa de Inovação em Servços Fundação Dom Cabral SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: Parceras, Alanças e Inovações SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: Parceras, Alanças e Inovações Núcleo Serasa de Inovação

Leia mais

IFRS Update Newsletter

IFRS Update Newsletter www.pwc.pt Newsletter 10ª Edição dezembro 2015 César A. R. Gonçalves Presidente do Comité Técnico da PwC Portugal Quando olhamos em retrospetiva, não é possível definir o ano de 2014 como um ano plácido,

Leia mais

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é:

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é: UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI A REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS Ademr José Petenate Departamento de Estatístca - Mestrado em Qualdade Unversdade Estadual de Campnas Brasl 1. Introdução Qualdade é hoje

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnlesteMG Dscplna: Introdução à Intelgênca Artfcal Professor: Luz Carlos Fgueredo GUIA DE LABORATÓRIO LF. 01 Assunto: Lógca Fuzzy Objetvo: Apresentar o

Leia mais

Decisões de localização das instalações. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT

Decisões de localização das instalações. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Decsões de localzação das nstalações Professor: Leandro Zvrtes UDESC/CCT Introdução Localzar nstalações fxas ao longo da rede da cadea de suprmentos é um mportante problema de decsão que dá forma, estrutura

Leia mais

GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA

GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA Concetos Báscos e Smbologa HP-12C Prof. Antono Sérgo A. do Nascmento asergo@lve.estaco.br GST0045 Matemátca Fnancera 2 Valor do dnhero no tempo q O dnhero cresce no tempo

Leia mais

Equilíbrio Colusivo no Mercado Brasileiro de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)

Equilíbrio Colusivo no Mercado Brasileiro de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) Unversdade de Brasíla Departamento de Economa Mestrado em Economa do Setor Públco Equlíbro Colusvo no Mercado Braslero de Gás Lquefeto de Petróleo (GLP) Orentador: Prof. Rodrgo Andrés de Souza Peñaloza

Leia mais

Controle de qualidade de produto cartográfico aplicado a imagem de alta resolução

Controle de qualidade de produto cartográfico aplicado a imagem de alta resolução Controle de qualdade de produto cartográfco aplcado a magem de alta resolução Nathála de Alcântara Rodrgues Alves¹ Mara Emanuella Frmno Barbosa¹ Sydney de Olvera Das¹ ¹ Insttuto Federal de Educação Cênca

Leia mais

Sinais Luminosos 2- CONCEITOS BÁSICOS PARA DIMENSIONAMENTO DE SINAIS LUMINOSOS.

Sinais Luminosos 2- CONCEITOS BÁSICOS PARA DIMENSIONAMENTO DE SINAIS LUMINOSOS. Snas Lumnosos 1-Os prmeros snas lumnosos Os snas lumnosos em cruzamentos surgem pela prmera vez em Londres (Westmnster), no ano de 1868, com um comando manual e com os semáforos a funconarem a gás. Só

Leia mais

Está na hora de criar normas para a sustentabilidade...

Está na hora de criar normas para a sustentabilidade... Está na hora de crar normas para a sustentabldade... E mostrar ao mercado quão ecológcos são os seus produtos. Apresentamos a UL Meo Ambente, uma nova fonte de valdação ndependente para alegações ecológcas,

Leia mais

Audiência Pública Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática Câmara dos Deputados

Audiência Pública Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática Câmara dos Deputados Audênca Públca Comssão de Cênca e Tecnologa, Comuncação e Informátca Câmara dos Deputados Superntendente de Servços Prvados Brasíla, 11 de julho de 2007 AGENDA 1 2 3 4 DEFINIÇÕES DA LGT REGULAMENTAÇÃO

Leia mais

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel Estmatva da Incerteza de Medção da Vscosdade Cnemátca pelo Método Manual em Bodesel Roberta Quntno Frnhan Chmn 1, Gesamanda Pedrn Brandão 2, Eustáquo Vncus Rbero de Castro 3 1 LabPetro-DQUI-UFES, Vtóra-ES,

Leia mais

Externalidade Positiva V.c Qualificação de Mão de Obra e Serviços

Externalidade Positiva V.c Qualificação de Mão de Obra e Serviços Externaldade Postva V.c Qualfcação de Mão de Obra e Servços BRASÍLIA, DF JULHO DE 2014 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 1 1 MODELO MENTAL... 2 2 ANÁLISE DE PERTINÊNCIA E EXPRESSIVIDADE... 3 2.1 Contextualzação

Leia mais

www.halten.com.br 21-3095-6006

www.halten.com.br 21-3095-6006 NÍVEL: BÁSCO www.halten.com.br 21-3095-6006 ASSUNTO:CUROSDADES SOBRE RAOS E PROTEÇÃO O QUE É O RAO? O RAO É UM FENÔMENO DA NATUREZA, ALEATÓRO E MPREVSÍVEL. É COMO SE FOSSE UM CURTO CRCUÍTO ENTRE A NUVEM

Leia mais

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar?

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Sumáro Sstemas Robótcos Navegação Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Carlos Carreto Curso de Engenhara Informátca Ano lectvo 2003/2004 Escola Superor de Tecnologa e Gestão da Guarda

Leia mais

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola Nota Técnca Médas do ENEM 2009 por Escola Crado em 1998, o Exame Naconal do Ensno Médo (ENEM) tem o objetvo de avalar o desempenho do estudante ao fm da escolardade básca. O Exame destna-se aos alunos

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1 Segundo Menezes-Filho (2001), brasileiros com ensino fundamental completo ganham, em média, três vezes

1 INTRODUÇÃO. 1 Segundo Menezes-Filho (2001), brasileiros com ensino fundamental completo ganham, em média, três vezes A amplação da jornada escolar melhora o desempenho acadêmco dos estudantes? Uma avalação do programa Escola de Tempo Integral da rede públca do Estado de São Paulo 1 INTRODUÇÃO O acesso à educação é uma

Leia mais

7. Resolução Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias

7. Resolução Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias 7. Resolução Numérca de Equações Dferencas Ordnáras Fenômenos físcos em dversas áreas, tas como: mecânca dos fludos, fluo de calor, vbrações, crcutos elétrcos, reações químcas, dentre váras outras, podem

Leia mais

O USO DA INTEGRAL DEFINIDA NO CÁLCULO DA ÁREA ALAGADA DA BARRAGEM DO RIO BONITO

O USO DA INTEGRAL DEFINIDA NO CÁLCULO DA ÁREA ALAGADA DA BARRAGEM DO RIO BONITO O USO DA INTEGRAL DEFINIDA NO CÁLCULO DA ÁREA ALAGADA DA BARRAGEM DO RIO BONITO Crstna Martns Paraol crstna@hotmal.com Insttuto Federal Catarnense Rua Prefeto Francsco Lummertz Júnor, 88 88960000 Sombro

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

"-~,,":":;.',~... ~.,..., t", '+. ~. t., -,~, "I. c. ~~, f J. t( "i " ~.,"'''''':!'" f ~ " '" 'li... 1.1

-~,,::;.',~... ~.,..., t, '+. ~. t., -,~, I. c. ~~, f J. t( i  ~.,'''''':!' f ~  ' 'li... 1.1 ..... _... _.-.t... (.v. \.J QUNTA-CÚPULA 1'; - ' 1 C.!)' ~'BERO'AMERCANA ~'... }JJ'RLO~~E..r..t.'Y.~ ARGENTNA.95. ;. t 1~.! ' L.. ~f;'=~ '.f. ' '. -. ~t'hl.~ ;-11.~~? ~o. t.~f'~7 ~~~. ~'+>.\1 '~f \ ~h~~.\~lt~lt~

Leia mais

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento Análse Econômca da Aplcação de Motores de Alto Rendmento 1. Introdução Nesta apostla são abordados os prncpas aspectos relaconados com a análse econômca da aplcação de motores de alto rendmento. Incalmente

Leia mais

A Criação de Caititus (Tayassu tajacu) como alternativa de diversificação de produção e renda na região Cacaueira da Bahia, Brasil

A Criação de Caititus (Tayassu tajacu) como alternativa de diversificação de produção e renda na região Cacaueira da Bahia, Brasil A Cração de Cattus (Tayassu tajacu) como alternatva de dversfcação de produção e renda na regão Cacauera da Baha, Brasl Dmas Olvera Santos 1, Alcester Mendes 2,Selene Squera da Cunha Noguera 3, Sérgo Luz

Leia mais

Gestão de Projetos Informáticos -- INSTRUÇÕES --

Gestão de Projetos Informáticos -- INSTRUÇÕES -- Mnstéro da Cênca, Tecnologa e Ensno Superor U.C. 21062 Gestão de Proetos Informátcos Época Normal -- INSTRUÇÕES -- O tempo de duração da prova de exame é de 2 horas, acrescda de 30 mnutos de tolerânca.

Leia mais

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que DESEMPREGO DE JOVENS NO BRASIL I. Introdução O desemprego é vsto por mutos como um grave problema socal que vem afetando tanto economas desenvolvdas como em desenvolvmento. Podemos dzer que os índces de

Leia mais

UM MODELO DE ALOCAÇÃO DINÂMICA DE CAMINHÕES VISANDO AO ATENDIMENTO DE METAS DE PRODUÇÃO E QUALIDADE

UM MODELO DE ALOCAÇÃO DINÂMICA DE CAMINHÕES VISANDO AO ATENDIMENTO DE METAS DE PRODUÇÃO E QUALIDADE UM MODELO DE ALOCAÇÃO DINÂMICA DE CAMINHÕES VISANDO AO ATENDIMENTO DE METAS DE PRODUÇÃO E QUALIDADE RESUMO Felppe Perera da Costa, PPGEM/UFOP, Mestrando. felppe@mneral.em.ufop.br Marcone Jamlson Fretas

Leia mais

Estratégia de Financiamento do Ensino Superior

Estratégia de Financiamento do Ensino Superior REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Estratéga de Fnancamento do Ensno Superor Junho de 203 0 Índce SUMÁRIO EXECUTIVO... 2 I. Introdução... 6 II. Stuação Actual... 9 III. Estratéga de Fnancamento

Leia mais

3. Take over: Termo do inglês que significa Adquirir. O termo indica a aquisição de uma companhia por outra mediante a assunção do controle acionário.

3. Take over: Termo do inglês que significa Adquirir. O termo indica a aquisição de uma companhia por outra mediante a assunção do controle acionário. 1. Tabela Prce: Tabela utlzada para a amortzação de dívda. As prestações calculadas dela têm um valor constante por todo o período de pagamento da dívda. 2. Tag along: Termo do nglês que sgnfca precfcar

Leia mais

Modelo de distribuição de recursos para o transporte escolar rural a partir dos princípios da igualdade e da equidade

Modelo de distribuição de recursos para o transporte escolar rural a partir dos princípios da igualdade e da equidade Modelo de dstrbução de recursos para o transporte escolar rural a partr dos prncípos da gualdade e da equdade Alan Rcardo da Slva 1 ; Yaeko Yamashta 2 Resumo: O transporte escolar rural consttu um mportante

Leia mais

Distribuição de Massa Molar

Distribuição de Massa Molar Químca de Polímeros Prof a. Dr a. Carla Dalmoln carla.dalmoln@udesc.br Dstrbução de Massa Molar Materas Polmércos Polímero = 1 macromolécula com undades químcas repetdas ou Materal composto por númeras

Leia mais

Controle de Ponto Eletrônico. Belo Horizonte

Controle de Ponto Eletrônico. Belo Horizonte Controle de Ponto Eletrônco da Câmara Muncpal de Belo Horzonte Instrutor: André Mafa Latn DIVPES agosto de 2010 Objetvo Informar sobre o preenchmento da folha de frequênca; Facltar o trabalho das chefas;

Leia mais

Calendário fiscal 2015

Calendário fiscal 2015 www.pwc.pt/tax Uma compilação das principais obrigações fiscais e parafiscais de periodicidade regular das pessoas coletivas e das pessoas singulares A PwC Os conteúdos aqui apresentados são de natureza

Leia mais

CQ110 : Princípios de FQ

CQ110 : Princípios de FQ CQ110 : Prncípos de FQ CQ 110 Prncípos de Físco Químca Curso: Farmáca Prof. Dr. Marco Vdott mvdott@ufpr.br Potencal químco, m potencal químco CQ110 : Prncípos de FQ Propredades termodnâmcas das soluções

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA - INECV E A AUTORIDADE REGULADORA DAS AQUISIÇÕES PÚBLICAS - ARAP PREÂMBULO

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA - INECV E A AUTORIDADE REGULADORA DAS AQUISIÇÕES PÚBLICAS - ARAP PREÂMBULO PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA - INECV E A AUTORIDADE REGULADORA DAS AQUISIÇÕES PÚBLICAS - ARAP PREÂMBULO A produção e difusão das estatísticas oficiais são competências

Leia mais

E U R O. Boletim Informativo Electrónico da EAPN Portugal

E U R O. Boletim Informativo Electrónico da EAPN Portugal Boletm Informatvo Electrónco da EAPN Portugal julho _2011_4 E U R O P A O Comssáro dos Dretos Humanos do Conselho da Europa, Thomas Hammarberg, destaca o programa Acceder da Fundacon Secretarado Gtano

Leia mais

FICHA DE CURSO FINANÇAS PARA NÃO FINANCEIROS. Curso 02 Princípios de Análise Financeira

FICHA DE CURSO FINANÇAS PARA NÃO FINANCEIROS. Curso 02 Princípios de Análise Financeira FICHA DE CURSO FINANÇAS PARA NÃO FINANCEIROS Curso 02 Princípios de Análise Financeira DESCRIÇÃO DO CURSO Já sentiu necessidade de compreender melhor os conceitos financeiros que lhe permitem interpretar

Leia mais

A Matemática Financeira nos Financiamentos Habitacionais

A Matemática Financeira nos Financiamentos Habitacionais 2013: Trabalho de Conclusão de Curso do Mestrado Profssonal em Matemátca - PROFMAT Unversdade Federal de São João del-re - UFSJ Socedade Braslera de Matemátca - SBM A Matemátca Fnancera nos Fnancamentos

Leia mais

Processos participativos na estratégia para a redução da pobreza

Processos participativos na estratégia para a redução da pobreza Processos partcpatvos na estratéga para a redução da pobreza Conteúdo J. Edgerton, K. McClean, C. Robb, P. Shah e S. Tkare Resumo 1. Introdução 1.1 Defnções 1.2 Que são abordagens partcpatvas? 1.3 Fundamento

Leia mais

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração:

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração: EngIQ Programa de Doutoramento em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química Uma colaboração: Associação das Indústrias da Petroquímica, Química e Refinação (AIPQR) Universidade de Aveiro Universidade

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentas ao Investdor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um nvestmento responsável exge que conheça as suas mplcações e que esteja dsposto a acetá-las. Note Valorzação Portugal Abrl 2019 [ISIN

Leia mais

Aquisição de Equipamentos Informáticos e de Comunicação

Aquisição de Equipamentos Informáticos e de Comunicação Aqusção de Equpamentos Informátcos e de Comuncação Concurso úblco Nº 02/CCV/2016 ANÚNCIO DO CONCURSO UBLICO Nº 02/CCV/2016 Aqusção de Equpamentos Informátcos e de Comuncação 1. Entdade Adjudcante Correos

Leia mais

Basileia III e CRD IV - 2ª Edição

Basileia III e CRD IV - 2ª Edição www.pwc.pt/academy Basileia III e CRD IV - 2ª Edição Alterações e impactos para os Bancos e Sociedades Financeiras Lisboa, 26 de novembro Academia da PwC 2ª Edição Venha conhecer connosco as alterações

Leia mais

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para Objetvos da aula Essa aula objetva fornecer algumas ferramentas descrtvas útes para escolha de uma forma funconal adequada. Por exemplo, qual sera a forma funconal adequada para estudar a relação entre

Leia mais

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA ",, 1," ;,,," 1, C?5lMnstérO Públco do "':'1"') Trabalho PRT 23,! Superlntenrlenca RegonaJ do Ma:toGro$So!! (', ' \_ \ '1 j t t' 1 PROJETO: Qualfcação e Renserção Profssonal dos Resgatados do Trabalho

Leia mais

Avaliação de Empresas

Avaliação de Empresas Avalação de Empresas Gestão Fnancera Gestão Fnancera e Fscal IESF 2009 1 Cândda Botelho 2 1. Introdução... 4 2. Avalação de uma empresa... 4 2.1 Prncpas defnções de valor... 5 2.2 Premssas fundamentas

Leia mais

Universidade de Lisboa Faculdade de Ciências Departamento de Estatística e Investigação Operacional

Universidade de Lisboa Faculdade de Ciências Departamento de Estatística e Investigação Operacional Unversdade de Lsboa Faculdade de Cêncas Departamento de Estatístca e Investgação Operaconal Fundos/Planos de pensões em Portugal Slvana Gonçalves de Olvera Projeto Mestrado em Matemátca Aplcada a Economa

Leia mais

PPSS. Análise de Comportamentos para Função 27.05.2014. Este relatório é fornecido por:

PPSS. Análise de Comportamentos para Função 27.05.2014. Este relatório é fornecido por: PP Análse de omportamentos para Função Análse de omportamentos para Função Função: ontabldade argo: Gerente de contabldade epartamento: Operações Empresa: orporação TUV Referênca: Paula da lva.0.0 Este

Leia mais

MACROECONOMIA I LEC 201

MACROECONOMIA I LEC 201 ACROECONOIA I LEC 20 3.2. odelo IS-L Outubro 2007, sandras@fep.up.pt nesdrum@fep.up.pt 3.2. odelo IS-L odelo Keynesano smples (KS): equlíbro macroeconómco equlíbro no mercado de bens e servços (BS). odelo

Leia mais

Nota informativa. Internacionalização de PME com incentivos de 70 milhões Aviso nº 01/SI/2014

Nota informativa. Internacionalização de PME com incentivos de 70 milhões Aviso nº 01/SI/2014 Nota informativa Internacionalização de PME com incentivos de 70 milhões Aviso nº 01/SI/2014 Já se encontra republicado, com a alteração de 23 de janeiro de 2015, o Aviso nº 01/SI/2014, para apresentação

Leia mais

Novo Modelo Contabilístico

Novo Modelo Contabilístico www.pwcacademy.pt Novo Modelo Contabilístico Sistema de Normalização Contabilística (SNC) Academia da PwC Oportunidade única para apreender os principais aspectos do novo modelo de normalização contabilística.

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL RECOMENDAÇÃO N.º 1/2015 APLICAÇÃO DA TARIFA SOCIAL NA ELETRICIDADE E NO GÁS NATURAL Julho de 2015 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso

Leia mais

Sustentabilidade do Setor Florestal

Sustentabilidade do Setor Florestal Sustentabilidade do Setor Florestal Quem somos o Somos o resultado da União de duas empresas brasileiras com forte presença no mercado global de produtos florestais renováveis. o Uma nova empresa com

Leia mais

2 Máquinas de Vetor Suporte 2.1. Introdução

2 Máquinas de Vetor Suporte 2.1. Introdução Máqunas de Vetor Suporte.. Introdução Os fundamentos das Máqunas de Vetor Suporte (SVM) foram desenvolvdos por Vapnk e colaboradores [], [3], [4]. A formulação por ele apresentada se basea no prncípo de

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recfe - PE GRUPO - VI GRUPO DE ESTUDO DE COMERCIALIZAÇÃO, ECONOMIA E REGULAÇÃO DE ENERGIA

Leia mais

TEXTO PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE MUDANÇA NO RATEIO DA COTA PARTE DO ICMS ENTRE OS MUNICÍPIOS CEARENSES

TEXTO PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE MUDANÇA NO RATEIO DA COTA PARTE DO ICMS ENTRE OS MUNICÍPIOS CEARENSES GOVERO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE PLAEJAMETO E GESTÃO (SEPLAG) Insttuto de Pesqusa e Estratéga Econômca do Ceará (IPECE) TEXTO PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE MUDAÇA O RATEIO DA COTA PARTE DO ICMS ETRE

Leia mais

O Uso de Indicadores de Desempenho Pelo Terceiro Setor

O Uso de Indicadores de Desempenho Pelo Terceiro Setor O Uso de Indcadores de Desempenho Pelo Tercero Setor Eduardo Sergo Ulrch Pace, Unversdade Presbterana Mackenze, Rua Maestro Chafarell, 252, CEP 01432-030, fone/fax 11-3887-0261, pace2@terra.com.br. Leonardo

Leia mais

E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL

E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL Clarssa Côrtes Pres Ernesto Cordero Marujo José Cechn Superntendente Executvo 1 Apresentação Este artgo examna se o rankng das Undades

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL Gabinete do Ministro

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL Gabinete do Ministro Parecer do Governo Português relativo ao Livro Verde Modernizar o direito do trabalho para enfrentar os desafios do sec. XXI Introdução O presente documento consubstancia o parecer do Governo Português

Leia mais

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado 64 Capítulo 7: Introdução ao Estudo de Mercados de Energa Elétrca 7.4 Precfcação dos Servços de Transmssão em Ambente Desregulamentado A re-estruturação da ndústra de energa elétrca que ocorreu nos últmos

Leia mais

Requirements Identification for an open innovation portal

Requirements Identification for an open innovation portal Sstemas & Gestão 11 (2016), pp 72-81 Identfcação de requstos para um portal de novação aberta Requrements Identfcaton for an open nnovaton portal Lndomar Subtl de Olvera a ; Jonatas O. Scherer b ; Manoel

Leia mais

Desempenho dos microempreendedores no Brasil Adriana Fontes 1 Valéria Pero 2. Resumo

Desempenho dos microempreendedores no Brasil Adriana Fontes 1 Valéria Pero 2. Resumo Resumo Desempenho dos mcroempreendedores no Brasl Adrana Fontes 1 Valéra Pero 2 Os mcroempreendedores formam um grupo muto heterogêneo no Brasl, mas sobre-representados na pobreza. Este artgo examna, com

Leia mais

Cálculo do Conceito ENADE

Cálculo do Conceito ENADE Insttuto aconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera IEP Mnstéro da Educação ME álculo do onceto EADE Para descrever o cálculo do onceto Enade, prmeramente é mportante defnr a undade de observação

Leia mais

www.pwc.pt/academy Workshop Guias de Transporte: implicações no Inventário Permanente

www.pwc.pt/academy Workshop Guias de Transporte: implicações no Inventário Permanente www.pwc.pt/academy Workshop Guias de Transporte: implicações no Inventário Permanente PwC s Academy 2013 Enquadramento No passado dia 1 de Julho entraram em vigor as novas regras para a emissão e comunicação

Leia mais

Madeira. Bens e serviços. Açores. Taxa Taxa intermédia. Observações / Legislação reduzida

Madeira. Bens e serviços. Açores. Taxa Taxa intermédia. Observações / Legislação reduzida F i s c a l i d a d e TOC 86 - Maio 2007 Para determinar a taxa aplicável nas operações relacionadas com as Regiões Autónomas são chamados os critérios constantes do artigo 6. do Código do IVA, por força

Leia mais

Exercícios de Física. Prof. Panosso. Fontes de campo magnético

Exercícios de Física. Prof. Panosso. Fontes de campo magnético 1) A fgura mostra um prego de ferro envolto por um fo fno de cobre esmaltado, enrolado mutas vezes ao seu redor. O conjunto pode ser consderado um eletroímã quando as extremdades do fo são conectadas aos

Leia mais

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca nº 256/2009-SRE/ANEEL Brasíla, 29 de julho de 2009 METODOLOGIA E ÁLULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca n o 256/2009 SRE/ANEEL Em 29 de julho de 2009. Processo nº 48500.004295/2006-48

Leia mais