Equilíbrio Colusivo no Mercado Brasileiro de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)

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1 Unversdade de Brasíla Departamento de Economa Mestrado em Economa do Setor Públco Equlíbro Colusvo no Mercado Braslero de Gás Lquefeto de Petróleo (GLP) Orentador: Prof. Rodrgo Andrés de Souza Peñaloza Banca Examnadora: Prof. César Costa Alves de Mattos Profª. Mara Conceção Sampao de Souza Demétro Matos Tomázo Dssertação de Mestrado Março de 2006

2 RESUMO Este trabalho tem como objetvo apresentar uma análse do mercado braslero de dstrbução de gás lquefeto de petróleo (GLP). É dado especal destaque para alguns dos fatores de natureza regulatóra que levaram à atual confguração olgopolístca deste mercado. Também buscou-se, à luz da teora econômca, analsar o comportamento estratégco das frmas e suas conseqüêncas no que se refere a condutas que objetvem aumentar seus lucros e dmnur a probabldade da entrada de novos competdores. Utlzando o nstrumental teórco da Nova Economa Industral, tentou-se determnar se exstem ndícos de que as empresas brasleras dstrbudoras de GLP se comportaram de manera colusva de acordo com o modelo proposto por Lambson (1987). Os resultados da análse mostram que exstem ndícos de que exsta comportamento colusvo dentre os partcpantes desse mercado no período analsado. ABSTRACT The objectve of ths dssertaton s to present an analyss of the brazlan market of dstrbuton of lquefed petroleum gas (LPG). Specal attenton s gven to the current olgopolstc confguraton of ths market and ts consequences on the behavor of the frms as a form of ncreasng ts profts and dmnshng the probablty of entrance of new compettors. Usng theoretcal nstruments of the New Industral Economy, we are nterested n searchng for evdence of collusve behavor n ths market n accordance wth the model proposed by Lambson (1987). The results show that ndeed there s evdence of collusve behavor durng the analyzed perod. 1

3 SUMÁRIO 1. Introdução O Mercado Braslero de Dstrbução de Gás Lquefeto de Petróleo - GLP O GLP A Cadea Produtva do GLP Estrutura de Demanda do Mercado de GLP Possbldade de Exercíco do Poder de Mercado Algumas Consderações Prelmnares Colusões em Concorrênca Olgopolístca O Estudo das Estruturas de Mercado Olgopolístcas Teora dos Jogos em Concorrênca Olgopolístca O Modelo de Códgos Penas Ótmos proposto por Lambson Colusão no Mercado Braslero de Dstrbução de GLP: Teste da Teora Teste dos Dados Conclusão Referêncas

4 1. Introdução É amplamente consensual que o exercíco ndscrmnado de poder de monopólo geralmente resulta em alocação nefcente de recursos e que o estudo das estruturas de mercado olgopolzadas pode permtr a dentfcação de condutas antcompettvas e dessa forma vablzar a prevenção da monopolzação desses mercados, seja através de uma ntervenção, através da polítca anttruste, ou através do aperfeçoamento do arcabouço regulatóro. Esse problema adqure mportânca anda maor quando se analsa a realdade da economa braslera, marcada pela exstênca de um grande número de setores onde predomna a concorrênca olgopolístca agravado pelo pequeno grau de abertura de nossa economa. O presente trabalho tem como objetvo apresentar uma analse do mercado braslero de gás lquefeto de petróleo (GLP) e os prncpas fatores envolvdos no seu funconamento. É dado especal destaque para a atual confguração olgopolístca do mercado, partcularmente no que se refere a suas conseqüêncas no comportamento dos agentes de forma a aumentar seus lucros e dmnur a probabldade da entrada de novos competdores. Para que se possa entender o funconamento e a dnâmca desse mercado é necessáro responder a algumas questões prncpas de forma a dentfcar os motvos pelos quas o mercado braslero de GLP possu o formato atual. Dferentemente de outros mercados de dervados de petróleo, por que exstem tão poucos dstrbudores de GLP no Brasl? Até que ponto podera haver mas competdores nesse mercado? Atualmente exstem barreras à entrada nesse mercado? Para abordar essas questões, a estrutura deste trabalho fo dvda da segunte forma. O capítulo 2 traz uma descrção do mercado braslero de GLP. Prmeramente é caracterzado o produto GLP e, em seguda, são apresentados cada um dos ntegrantes da cadea produtva do GLP, com destaque para a dstrbução, que é o tema prncpal da análse deste trabalho. Pontos mportantes são ressaltados, 3

5 tas como as estruturas de demanda e oferta do mercado de GLP, de forma a mostrar que mesmo com a dfusão no uso do gás natural o mercado de GLP anda contnua sendo bastante mportante para grande parte da população braslera. Destacamos também a estrutura olgopolístca do mercado braslero de dstrbução de GLP, em que aproxmadamente 90% do mercado estava nas mãos de apenas 5 empresas, em Por fm são mostrados alguns dos motvos pelos quas o mercado de dstrbução de GLP adquru o formato e a dnâmca atual, com destaque para alguns fatores de natureza regulatóra, que facltam o exercíco de poder de mercado e dfcultam a entrada de novos competdores. No capítulo 3 são apresentados alguns mportantes desenvolvmentos na teora dos jogos que tem contrbuído para o desenvolvmento da teora de organzação ndustral. Neste capítulo procuramos analsar a lteratura dsponível de forma a dentfcar alguns fatores orundos da teora dos olgopólos que ajudem a explcar o funconamento do mercado braslero de dstrbução de GLP. Abordamos algumas questões referentes à entrada de novos competdores num mercado de produtos homogêneos e também ctamos alguns fatores que podem contrbur para a exstênca e sustentabldade de colusões em jogos nfntamente repetdos. Estudamos anda as condções sob as quas um comportamento colusvo entre as frmas pode ser sustentado como um equlíbro não cooperatvo através de estratégas apropradas de ameaças críves. Por fm, o capítulo 4 nova ao fazer uma analse do mercado de dstrbução de GLP nos Estados Brasleros utlzando um nstrumento teórco da Nova Economa Industral 1 (que se caracterza por utlzar uma sére de modelos de nteração estratégca) com o ntuto de tentar dentfcar se os resultados observados nesse mercado estão de acordo com um modelo de olgopólo formal. O modelo utlzado para a análse fo aquele proposto por Lambson (1987), que lda com a sustentabldade de colusões medante ameaças críves. Ao analsar se as prevsões do modelo realmente se materalzaram no mercado em estudo, podemos avalar se o comportamento das frmas pode ser realmente assumdo como colusvo e dessa forma subsdar decsões dos órgãos anttruste e sugerr 1 Mas detalhes em Trole (1993). 4

6 mecansmos que ao dmnur o poder de mercado dessas empresas possam pelo menos trazer mas benefícos aos consumdores. 5

7 2. O Mercado Braslero de Dstrbução de Gás Lquefeto de Petróleo - GLP 2.1. O GLP O gás lquefeto de petróleo (GLP) é um combustível elaborado a partr do craqueamento do petróleo ou pelo processo de absorção das parcelas pesadas do gás natural úmdo. Uma de suas maores vantagens é seu elevado poder energétco, sendo largamente utlzado na cocção de almentos e por esse motvo é mas conhecdo, no Brasl, como "gás de coznha", onde é comercalzado prncpalmente através do botjão de 13kg (também conhecdo como P13). O GLP é normalmente comercalzado em botjões no estado líqudo tornando-se gasoso à pressão atmosférca e à temperatura ambente, na hora de sua utlzação. O GLP também é caracterzado por sua grande aplcabldade como combustível, graças à facldade de armazenamento e transporte a partr do seu engarrafamento em vaslhames (botjões, clndros ou tanques). O processo de desregulamentação e de abertura do setor do petróleo teve níco com a aprovação da Le do Petróleo, em agosto de Até 1998 o mercado de GLP anda era fortemente regulamentado pelo governo, no entanto a partr de julho desse ano os preços começaram a ser atrelados às cotações nternaconas como forma de proceder à desregulamentação progressva desse mercado. A partr 2002 a Petrobrás passou a ter total lberdade para formar os seus preços e qualquer outro produtor tera plena lberdade para atuar nesse mercado A Cadea Produtva do GLP O GLP, conforme especfcado pela Agênca Naconal de Petróleo, pode ser entenddo como uma mstura de hdrocarbonetos, onde predomnam as frações de propano (C3) e butano (C4). Em condções atmosfércas o produto se apresenta sob a forma gasosa, porém, com pequeno nível de compressão se lquefaz. Nos botjões, quando cheos, o produto encontra-se pressurzado com 12 6

8 kg/cm², na forma líquda e com uma pequena parcela na forma gasosa. Devdo a essa característca, o GLP é uma commodty de transporte relatvamente fácl e pode ser negocado em bases mundas, assm como o petróleo. O GLP quando comparado ao gás natural se destaca justamente devdo à sua fácl lquefação a pressões nfmamente nferores àquelas que deveram ser aplcadas ao gás natural. O gás natural, mesmo custando mas barato não é compettvo em mutos locas, pos requer altos nvestmentos em rede de transporte e dstrbução e, normalmente, é de uso predomnantemente regonal, pos seu transporte ntercontnental é muto caro. O transporte bem como o armazenamento do GLP, para que seja efcente, necessta que o produto seja mantdo sob a forma líquda, o que pode ser efetuado de duas maneras: pressurzado e refrgerado. A tancagem pressurzada pode ser efetuada em esferas ou clndros, que operam com pressão que vara de 5 kg/cm² a 15 kg/cm², a depender da composção do produto estocado. Quanto maor a partcpação de propano na mstura, maor o nível de pressão requerdo para manter o produto na fase líquda. Na tancagem refrgerada, o produto se mantém lquefeto a temperaturas próxmas a 16ºC. A comercalzação de GLP no Brasl se dá, regularmente, através de três segmentos: produtor/mportador, dstrbudor e revendedor. Cada um desses setores se mostra potencalmente compettvo. Entretanto, no caso braslero, somente a dstrbução e revenda podem se caracterzar efetvamente como mercados compettvos, uma vez que a Petrobrás anda produz ou mporta a quase totaldade do GLP consumdo no país. Dentro dessa cadea, o transporte do GLP é feto a granel das refnaras para as armazenadoras por meo de dutos ou através de transporte rodováro ou é repassado dretamente às dstrbudoras localzadas próxma às refnaras. O produto é envasado pelas própras dstrbudoras ou venddo a granel, segundo para o consumdor fnal por meo de dstrbução dreta ou va revendedores varejstas. O GLP mportado é transportado por dutos dos portos até as refnaras a partr de onde segue o camnho descrto. 7

9 Produção/Importação A produção de GLP, va de regra, se dá a partr de duas formas báscas: o refno de Petróleo e a partr do gás natural em Undades de Processamento de Gás Natural UPGN s. Algumas centras petroquímcas possuem capacdade de produção de GLP, porém com característcas margnas ou secundáras. Em 2002, a despeto de algumas autorzações conceddas pela ANP, nenhuma central petroquímca ofertou GLP nternamente. No Brasl é produzdo em 14 refnaras naconas e em 6 UPGNs não assocadas a qualquer refnara. Segundo dados da ANP, em 2002 foram comercalzados no Brasl, em méda, 561 ml toneladas por mês de GLP. Desse total 27% fo mportado pela Petrobrás e 73% fo produzdo nternamente. Do volume total produzdo no País, 15,3% tveram como orgem UPGNs e os 84,7% restantes foram produzdos em refnaras ou em UPGN s anexas. Numa separação por empresas, a Petrobrás fo responsável pela produção de 99,47% do total, enquanto que as refnaras prvadas ofertaram 0,53%. Mesmo com o fm do monopólo legal da Petrobrás, é mportante salentar que as dstrbudoras de GLP anda dependem dessa empresa como pratcamente o únco fornecedor. Isso ocorre, pos mesmo após a desregulamentação desse mercado, com quebra do monopólo de dreto, a Petrobras anda exerce monopólo de fato. A mportação consttu a únca possbldade de contestação desse mercado. No entanto por já contar com uma estrutura de termnas e dutos para nternalzação e dstrbução de dervados de petróleo, como resultado de seu longo período de monopólo, a Petrobrás atualmente é responsável por pratcamente 100% do volume total mportado de GLP. Fato esse que não deve ser faclmente modfcado, devdo às grandes economas de escala que a empresa possu na utlzação de sua vasta rede de dutos que se encontra ntegrada às suas refnaras, undades de armazenamento e aos termnas de mportação. 8

10 Dstrbução A ação do dstrbudor compreende três etapas: a aqusção do GLP junto ao produtor/mportador; seu transporte para a base de envaslhamento/dstrbução e a venda ao revendedor. O dstrbudor também pode fornecer o GLP dretamente para o consumdor fnal, a granel ou envaslhado, sem a obrgatoredade de passar por um revendedor. No que se refere à dstrbução geográfca das dstrbudoras nos dferentes mercados consumdores dentro do país, convém ressaltar que ncalmente as companhas estavam confnadas a atuarem em áreas específcas, defndas pelo extnto Conselho Naconal de Petróleo CNP. Essas áreas eram usualmente delmtadas pela área de alguns Estados Brasleros. Atualmente não exste mas qualquer restrção quanto à área de operação, desde que a dstrbudora tenha meos para, dretamente ou através de sua rede de revendedores, fornecer assstênca técnca aos consumdores. Entretanto, a segmentação ncal do mercado em regões de atuação acabou por levar algumas dstrbudoras a consoldarem sua partcpação nestas áreas, mesmo após a lberação. Anda que algumas empresas venham amplando suas fronteras de atuação, observa-se uma tendênca de maor partcpação nas regões em que operavam quando exstam restrções. Atualmente encontram-se autorzadas para atuar no mercado braslero 20 dstrbudoras de 17 grupos empresaras. Desse total, 4 dstrbudoras operam apenas no segmento de vendas a granel, sem envaslhamento de botjões. A Tabela 2.1 abaxo mostra a partcpação de mercado das prncpas dstrbudoras de GLP do mercado braslero. Podemos observar que a partcpação de mercado das 6 maores empresas do setor equvale a 96% do volume comercalzado em O Capítulo 4 traz em mas detalhes a partcpação de mercado de cada empresa em cada um dos Estados Brasleros. 9

11 Tabela 2.1: Partcpação das Dstrbudoras nas Vendas Naconas de GLP em 2003 Dstrbudoras Partcpação (%) Grupo Ultragaz 24,43 Supergasbras + Mnasgás * 23,64 Agp 21,40 Grupo Naconal Gás 18,91 Copagaz 7,28 Fogás 1,45 Outros 2,90 Total 100. Fonte: ANP * Fazem parte do mesmo grupo Revenda A revenda de GLP é uma atvdade regulamentada através da Portara ANP n.º 297/03 e que defne: A atvdade de revenda de GLP, consderada de utldade públca, compreende a aqusção, o armazenamento, o transporte e a comercalzação em recpentes transportáves de capacdade de até 90 (noventa) qulogramas do referdo produto. Segundo a ANP um revendedor de GLP pode ser de dos tpos: () revendedor credencado, que é aquele vnculado a alguma dstrbudora de GLP e cadastrado na base de dados da ANP e () revendedor autorzado, que funcona através de autorzação dreta da ANP nos termos da Portara ANP n.º 297/03. Com relação ao cadastro de revendedores credencados pelas Dstrbudoras, anda que necesste ser sstematcamente atualzado junto à ANP, tal cadastramento não é objeto de fscalzação crterosa, razão pelo qual um grande número de estabelecmentos não autorzados encontra-se em operação no mercado. 10

12 O papel do revendedor no processo de comercalzação de GLP restrnge-se bascamente a receber o produto envaslhado da dstrbudora e efetuar a venda ao consumdor fnal, seja em seu estabelecmento, ou através de entregas domclares. Esse setor é caracterzado pela exstênca de um grande número de pequenos estabelecmentos que possuem pequena escala de venda. Hstorcamente não é permtda a comercalzação a granel por revendedores de GLP devdo a motvos de segurança, uma vez que as dstrbudoras teram um preparo técnco melhor. Em 2002 aproxmadamente 40% das vendas ocorreram dretamente por dstrbudores e 60% através de revendedores. Dentro da atuação dos revendedores destaca-se a partcpação dos chamados postnhos, que consstem em pequenos pontos de venda, mutas vezes assocados a outros estabelecmentos comercas como postos de gasolna e pequenos mercados, e que trabalham quase que exclusvamente na modaldade P-13. Em 2002 as vendas dos postnhos corresponderam a 70% das vendas dos revendedores. O presente trabalho consderará apenas a atvdade de dstrbução para efetos de análse de partcpação de mercado, uma vez que a atvdade de revenda atua de manera ntegrada e depende dretamente da atuação das empresas dstrbudoras e de sua capacdade produtva. A revenda acaba sendo um prolongamento das dstrbudoras, agregando pouco valor para a cadea do GLP Estrutura de Demanda do Mercado de GLP No Brasl o GLP é usado prmordalmente para fns de cocção de almento, utlzação essa que responde por mas de 90% do consumo braslero, sendo que o setor resdencal soznho responde por aproxmadamente 80% do consumo total de GLP do país. Uma parcela da produção de GLP é utlzada nas ndústras de vdros, cerâmca, agrícola e almentíca. Além do botjão de 13kg, o P-13, que é utlzado na cocção doméstca de almentos, o GLP é anda comercalzado em recpentes P-45 (resdêncas, hotés, 11

13 restaurantes, hosptas, e pequenas ndústras, utlzado em nstalações em sére ou bateras de clndros), P-90 (utlzado em ndústras de maor porte), P-20 (usado em emplhaderas, únco uso automotvo de GLP permtdo no país até então, uma vez que emtem poucos gases poluentes), P-2 e P-5 (vaslhames portátes para campng, por exemplo). A título de comparação, em ,5% do total consumdo no mercado naconal fo no formato P-13 e 28,5% em outras embalagens. A Tabela 2.2 mostra o consumo naconal de GLP em 2002 por Regão. Tabela 2.2: Consumo Naconal de GLP por Regão em 2002 Regão Qtd (em toneladas) Partcpação (%) Norte ,02 5,44 Nordeste ,20 25,17 Centro-Oeste ,76 9,03 Sudeste ,30 45,26 Sul ,59 15,10 Total ,87 100,00 Fonte: ANP O granel é usado em condomínos resdencas e por consumdores ndustras de maor porte, que recebem tanques das dstrbudoras de GLP, em regme de comodato, em troca de contrato de fornecmento do produto por um período préestpulado. O consumo a granel é o que vem apresentando as maores taxas de crescmento, apesar de anda corresponder a uma pequena fata da demanda. Em vrtude do baxo custo e da alta efcênca, tem grande potencaldade para substtur o óleo desel e óleo combustível (que são mas poluentes), possbltando às ndústras se adequarem melhor às legslações antpolução, prncpalmente nos grandes centros urbanos. Todava, esse é o mercado que sofre a maor concorrênca com a expansão das redes de gás natural e poderá perder sgnfcante parcela de mercado nos próxmos anos na medda em que a conversão do maqunáro para o gás natural não é complcada e seu custo é menor. Os dversos tpos de embalagem ou formatos de dstrbução a prncípo não competem entre s, uma vez que cada um é desgnado para um determnado 12

14 tpo de utlzação. A únca exceção dz respeto aos botjões de grande porte, P 45 e P 90 que competem o a dstrbução a granel. Apesar do aumento da oferta de gás natural no Brasl, especalmente nas regões Sudeste e Sul, o GLP anda contnuará sendo um produto mportante na matrz energétca braslera por bastante tempo. Atualmente o uso do gás natural está se frmando prncpalmente como combustível ndustral, onde substtu o óleo combustível, e como combustível automotvo, utlzações essas que não concorrem dretamente com o GLP. No caso da embalagem P-13, o gás natural anda não pode ser consderado um concorrente efetvo, uma vez que a nfraestrutura de dstrbução apresenta alto custo de mplantação e atualmente apenas uma pequena parte da população tem acesso a ela. Desse modo o GLP anda contnuará a ter grande mportânca uma vez que é o prncpal energétco usado macçamente para cocção no país, especalmente pelas camadas mas baxas da população, não possundo substtuto próxmo. Para efeto de análse, consderaremos dos mercados relevantes: o mercado de P-13 e o de outras embalagens devdo à dnâmca e partculardades de cada um deles, já que o P-13 é voltado para o uso doméstco enquanto que as embalagens maores e a granel são utlzadas por consumdores ndustras Dmensão Geográfca Como menconado anterormente, hoje não exste mas qualquer restrção de área geográfca de atuação, desde que a dstrbudora de GLP tenha meos para fornecer dretamente ou através de sua rede de revendedores o produto aos consumdores fnas. Entretanto a segmentação ncal do mercado em regões de atuação acabou resultando na consoldação da atuação das dstrbudoras, em âmbto estadual, após a lberação. Anda que algumas empresas venham amplando as suas fronteras de atuação, observa-se que anda exste uma tendênca de maor partcpação das empresas nas regões em que operavam quando anda exstam restrções. 13

15 Desse modo, devdo às suas característcas, a atvdade de dstrbução de GLP possu um caráter regonal. Ao retrar esses produtos de sua undade envasadora, a dstrbudora fornece o servço de levar o produto até a regão de consumo, o que somente pode fazer porque conta com uma gama de contatos comercas, que formam a rede de dstrbução (que deve ser razoavelmente caplarzada). Um fator relevante a ser consderado na delmtação do mercado geográfco de GLP refere-se ao custo de transporte. O GLP pode ser transportado pelas dstrbudoras em camnhão tanque ou já envasado em botjões P-13 ou maores. Isso ocorre devdo ao fato de que algumas regões, em função de seu grau de desenvolvmento, comportam a exstênca de uma base local de envaslhamento e outras não. O transporte de GLP em camnhão tanque é mas efcente, uma vez que tem a relação R$/Km menor, do que quando é transportado em botjões prontos para o consumo fnal. Tomando-se o caso da modaldade P-13, se o GLP for envasado em uma regão mas próxma do consumo o seu custo ao consumdor fnal será menor. O cálculo do rao máxmo de comercalzação deve levar em conta uma sére de fatores, tas como: poder aqustvo da população, número de competdores que atuam na regão, custo do transporte em relação ao preço fnal etc. Algumas regões não suportam a escala mínma necessára para a operação de uma envasadora, como é o caso do Estado do Tocantns, enquanto que outras suportam mas do que uma undade envasadora. Assm, em São Paulo, onde o mercado é mas desenvolvdo, o rao máxmo não ultrapassa 100 km enquanto que em outras regões mas dstantes e menos desenvolvdas o rao máxmo chega a atngr mas de km. Mesmo assm, a dstânca é apenas um dos fatores que deve ser levado em consderação, uma vez que competdores em potencal necesstaram ter uma rede local para ntermedar a dstrbução de seus botjões em outros mercados Concentração de Mercado na Dstrbução de GLP A concentração horzontal de mercado, dependendo da partcpação conjunta das empresas, bem como da estrutura dos mercados pode, possbltar tanto um 14

16 exercíco unlateral quanto exercíco coordenado de poder de mercado (formação de cartel). A Tabela 2.2 a segur mostra as estruturas desses mercados segundo os índces de concentração C4 2, HHI - Índce de Herfndhal-Hrshman e CE - competdores efetvos 3 em Tabela 2.3: Concentração de Mercado na Dstrbução de GLP Botjão de 13 Kg Outras Embalagens Estados Dual do Dual do C4 HHI CE C4 HHI HHI HHI CE AC 100% 0,605 0,697 1,65 100% 0,549 0,726 1,82 AL 92% 0,282 0,953 3,55 99% 0,403 0,933 2,48 AM 100% 0,545 0,727 1,83 100% 0,746 0,627 1,34 AP 100% 0,491 0,836 2,04 100% 0,622 0,793 1,61 BA 99% 0,304 0,957 3,94 100% 0,394 0,944 2,54 CE 99% 0,365 0,927 2,74 100% 0,499 0,900 2,00 DF 95% 0,274 0,961 3,66 86% 0,261 0,963 3,84 ES 85% 0,207 0,971 4,84 96% 0,289 0,959 3,47 GO 74% 0,188 0,973 5,32 84% 0,219 0,969 4,56 MA 96% 0,340 0,915 2,94 98% 0,391 0,902 2,56 MG 74% 0,175 0,981 5,73 85% 0,275 0,969 3,64 MS 87% 0,250 0,964 3,99 95% 0,343 0,951 2,91 MT 91% 0,229 0,971 4,37 98% 0,485 0,939 2,06 PA 100% 0,407 0,898 2,46 100% 0,394 0,902 2,54 PB 96% 0,381 0,924 2,62 92% 0,242 0,952 4,13 PE 93% 0,261 0,948 3,83 88% 0,250 0,950 3,99 PI 99% 0,369 0,926 2,71 100% 0,505 0,899 1,98 PR 77% 0,181 0,977 5,54 92% 0,233 0,974 4,29 RJ 87% 0,229 0,971 4,37 80% 0,179 0,978 5,59 RN 99% 0,345 0,931 2,90 99% 0,373 0,925 2,68 RO 100% 0,535 0,732 1,87 100% 0,529 0,736 1,89 RR 100% 0,735 0,633 1,36 100% 0,965 0,517 1,04 RS 82% 0,251 0,958 3,98 89% 0,233 0,967 4,29 SC 78% 0,196 0,975 5,09 91% 0,281 0,969 3,55 SE 95% 0,274 0,954 3,65 100% 0,530 0,912 1,89 SP 84% 0,212 0,979 4,71 82% 0,333 0,970 3,00 TO 90% 0,272 0,955 3,67 91% 0,276 0,954 3,63 Fonte: ANP 2 O C4 corresponde a soma da partcpação de mercado das quatro maores empresas de cada Estado. Segundo o Gua para Análse Econômca de Atos de Concentração do SBDC (Sstema Braslero de Defesa da Concorrênca), índces C4 superores a 75% ndcam a possbldade de exercíco coordenado de poder de mercado. 3 O índce de Herfndahl-Hrshman (HHI) é calculado como HHI = n =1 [ x / n =1x ] 2 e o número de competdores efetvos (CE) como CE = 1/HHI, onde x é a quantdade produzda pela frma. O HHI se aproxma de zero no caso de concorrênca perfeta e se guala a um em caso de monopólo. Os dos índces trazem a mesma nformação, no entanto o CE é mas ntutvo. Por exemplo, se exstem apenas duas empresas no mercado com market share de 50%, o HHI é gual a 0,5 (0, ,5 2 ) e o CE = 2, ou seja exstram dos competdores efetvos. Entretanto, se exstem três empresas com market shares de 50%, 25% e 25%, o HHI também é gual a 0,5 (0, , ,25 2 ) e o CE =2, ou seja, apesar de exstrem três empresas, o número de competdores efetvos sera gual a 2. Mercados são consderados muto concentrados quando o HHI é superor a 0,18 (ou CE nferor a 5,56). O Dual do HHI mostra o número de empresas em que a produção total está concentrada. Um Dual do HHI de 0,633 sgnfca que a produção está concentrada em aproxmadamente 63,3% das frmas. 4 Dados até setembro de

17 A partr das tabelas 2.2 e 2.3, percebe-se que os mercados de dstrbução de GLP modaldades P-13 e outras embalagens apresentam-se altamente concentrados de acordo com os índces C4 e HHI. Percebe-se que os Estados que possuem maor concentração de mercado são alguns da Regão Norte (AC, AM e RR) onde exstem apenas duas empresas dstrbudoras enquanto que em alguns Estados da Regão Sudestes como ES e MG apresentam menor concentração de mercado. No entanto, deve-se levar em consderação que a mera observação de índces de concentração não é sufcente para nferr se um determnado mercado é compettvo ou não. Nesse sentdo, outros elementos devem ser levados em conta quando da análse do grau de concorrênca na dstrbução do GLP para se avalar a possbldade de exercíco de poder de mercado. A segur, serão dscutdas algumas das condções que podem tornar o exercíco de poder de mercado provável Possbldade de Exercíco do Poder de Mercado O controle, por uma empresa, de uma parcela de mercado sufcentemente alta é uma condção necessára, mas não sufcente, para que essa empresa possa exercer unlateralmente poder de mercado. A empresa decde elevar seus preços quando o efeto do aumento de preços sobre o seu lucro for maor que o efeto de redução das quantdades venddas (sto é, no caso em que a demanda seja sufcentemente nelástca aos preços). Nos casos em que o aumento de preços for lucratvo e possível para a empresa, o exercíco de poder de mercado será consderado provável. Do exposto até agora é possível conclur que algumas empresas desse mercado contaram com uma parcela do mercado sufcentemente elevada para tornar possível o exercíco do poder de mercado unlateral ou coordenado. A rvaldade vem a dmnur essa possbldade. A exstênca de rvaldade entre as empresas que atuam em um mercado depende de dversos fatores como o número de empresas atuantes, estrutura de mercado e o nvestmento necessáro para construr uma planta. Em mercados com poucas 16

18 frmas ou naqueles em que grande parcela das vendas está concentrada em um número reduzdo de empresas, como no caso da dstrbução de GLP, o grau de concorrênca tende a ser pequeno. Além dsso, exstem outras condções que podem reduzr o ncentvo para que as frmas concorram entre s e/ou atuem de manera coordenada. Esses fatores serão melhor examnados nas seções seguntes Barreras à Entrada Se não exstem barreras sgnfcatvas à entrada, anda que uma frma detenha market share elevado ou que o mercado seja concentrado, fca dfcultado o exercíco, unlateral ou coordenado, de poder de mercado, uma vez que esse mercado podera ser faclmente contestado por um competdor. No entanto não exstem razões para se acredtar que é esse o caso para o mercado de dstrbução de GLP, pelos motvos expressos a segur. Dentre as prncpas barreras à entrada exstentes no mercado de GLP, podemos destacar: (a) Custos Irrecuperáves (sunk costs) A atvdade de dstrbução de GLP possu grandes custos rrecuperáves, uma vez que os equpamentos para engarrafamento de botjões de GLP têm pequeno valor para qualquer empresa de outro setor, sendo seu valor de revenda baxo se comparado com o preço ncal de aqusção. O volume de nvestmentos necessáros para a formação de uma rede de dstrbução também desempenha um papel mportante nesse questo. Outro fator que deve ser consderado como uma mportante barrera à entrada dz respeto aos gastos necessáros para mplantar uma rede de dstrbução de GLP e o marketng necessáro para o lançamento de uma nova marca no mercado. Desse modo, o alto grau de concentração encontrado no mercado de dstrbução de GLP pode ser explcado dentre outros motvos pela exgênca de nvestmentos ncas elevados em uma planta de engarrafamento, tancagem, logístca de 17

19 dstrbução do produto para os postos de revenda e necessdade de aqusção de um número expressvo de botjões, uma vez que a legslação obrga cada empresa a engarrafar apenas botjões com a sua marca. A cração de capacdade produtva nova requer um nvestmento ncal cujo montante depende bastante das varáves relaconadas às tecnologas em uso (esses valores serão dscutdos mas adante). Some-se a sso o fato de que um entrante em potencal que não possua uma base de negócos sgnfcatva em outros setores enfrentará dfculdades para captar os recursos necessáros dado o elevado custo do captal no mercado braslero. (b) Barreras Legas ou Regulatóras São exgêncas cradas pelo governo ou por agêncas reguladoras para a nstalação e funconamento de uma empresa, tas como lcenças ambentas, comercas, permssões, autorzações, alvarás, dentre outros. As barreras legas podem representar, na prátca, um ncremento nos custos rrecuperáves, quando seus custos forem muto elevados. Nesse contexto, uma das grandes barreras à entrada nesse mercado resde na legslação vgente que obrga um dstrbudor a somente envaslhar botjões que possuam a sua marca. Desse modo, quando um dstrbudor recebe botjões de outras marcas, que não a sua, ele é obrgado a efetuar a troca em centros de destroca espalhados pelo país ou dretamente junto às demas dstrbudoras. Nesse sentdo uma pequena empresa dstrbudora podera ter dfculdades de operar nesse mercado, caso coloque seus botjões no mercado e não os receba de volta. Por outro lado, podera não havera grandes prejuízos para que uma dstrbudora de maor porte, caso possua capacdade produtva ocosa no curto prazo, retenha botjões de uma concorrente dfcultando sua operação. Outra grande barrera dz respeto ao controle feto pela ANP e pela Petrobrás na homologação das quantdades de gás GLP que cada empresa dstrbudora pode comprar. Esse controle se basea na análse do comportamento passado das dstrbudoras como forma de balzar o comportamento futuro e também será vsto com detalhes mas adante. 18

20 Condções que podem Aumentar a Probabldade de Coordenação de Decsões entre as Empresas Além dos aspectos menconados no tem anteror exstem outros fatores que podem vr a aumentar a probabldade de que as empresas possam exercer coordenadamente o poder de mercado. Estes fatores melhoram as condções de coordenação de condutas e de supervsão de regras, favorecendo a mposção de sanções para os que se desvarem de acordos que possam ser estabelecdos entre as empresas. O Quadro 2.1 mostra de manera resumda alguns dos fatores facltadores de condutas coordenadas e que estão presentes no mercado de GLP. Quadro 2.1: Fatores Facltadores de Condutas Coordenadas e/ou Inbdores da Concorrênca no Mercado de GLP (a) Produto homogêneo; (b) Smetra entre as empresas; (c) Dsponbldade de nformações relevantes sobre os competdores; (d) Condções de demanda estáves; (e) Baxo poder de barganha dos compradores; (f) Baxa elastcdade da demanda e nexstênca de produtos substtutos; (g) Alta concentração de mercado; (h) Partcpação em jogos de repetção nfnta; () Condutas empresaras, ou governamentas, que embora não sejam necessaramente legas, restrngem a rvaldade das empresas. (a) Produto homogêneo O GLP é um produto homogêneo, sto é, suas característcas são constantes ndependente do fornecedor. O GLP, assm como qualquer outra commodty, não possu característcas que dferencem o produto oferecdo por uma dstrbudora do que é oferecdo por outra. A atração de clentes se deve, normalmente, à dsponbldade de cada tpo de recpente de armazenamento e aos preços, uma vez que os produtos concorrentes não possuem nenhuma dferencação. 19

21 Observa-se que, a despeto dos esforços de marketng e fdelzação de clentes, partcularmente no que se refere ao consumdor resdencal (P-13), as dferentes marcas guardam grande grau de substtutbldade entre s e a escolha do suprdor pelo consumdor reflete-se, em geral, na dsponbldade do produto em local convenente ao comprador e no menor preço. Quanto ao valor da marca, esta estara relaconada com requstos de garanta de segurança e dretos do consumdor no que se refere a qualdade do produto/servço, não se observando agregação de valor. (b) Smetra entre as empresas A possbldade de coordenação se mostra mas dfícl quando as frmas dferem sgnfcatvamente em seus custos. No caso da dstrbução de GLP, os custos das empresas tendem a ser semelhantes, na medda em que todas compram o GLP ao mesmo preço, e se observa uma smlardade na tecnologa empregada nos processos de armazenagem, envaslhamento e movmentação dos produtos. (c) Dsponbldade de nformações relevantes sobre os competdores A homogenedade do produto faclta a coordenação das empresas na medda em que faclta o montoramento dos preços dos rvas. Desse modo os partcpantes dessa ndústra podem faclmente montorar os preços que estão sendo cobrados por seus concorrentes e desse modo o preço cobrado podera se basear nas condções concorrencas do mercado e não nos seus custos. Como menconado, o GLP é claramente um produto homogêneo e dversas nformações a respeto desse mercado são dsponblzadas regularmente pela Agênca Naconal do Petróleo (ANP) nformações como volume comercalzado e estratfcação dos preços fnas médos ao consumdor por empresa em cada mercado. (d) Condções de demanda estáves 20

22 Quanto mas maduro e menos dnâmco um mercado, menor a possbldade de condutas coordenadas. Nesse sentdo, em mercados sujetos a choques repentnos de demanda e/ou a choques tecnológcos, a concorrênca tende a ser mas acrrada. Esse claramente não é o caso do GLP. Trata-se de um mercado tecnologcamente maduro, cuja demanda tende a crescer a taxas correlaconadas ao crescmento populaconal. Especfcamente para outras embalagens, o crescmento da demanda está relaconado com o nível de atvdade econômca (comérco e ndústra) podendo, a prncípo, ser vnculada ao comportamento do Produto Interno Bruto PIB. (e) Baxo poder de barganha dos compradores O poder de barganha dos compradores pode ser encarado como um fator capaz de contrabalançar o poder de mercado dos vendedores e reduzr a possbldade de colusão. Os revendedores tendem naturalmente a ter menor poder de barganha nas negocações com dstrbudores. (f) Elastcdade da demanda e exstênca de produtos substtutos O GLP P-13, dada a natureza de seu consumo, essencal para a cocção de almentos pelas famílas, apresenta baxa elastcdade de demanda, sem substtutos próxmos. A exceção sera o gás natural, com relatvamente poucos consumdores, concentrados, bascamente, nas redes de dstrbução do Ro de Janero e São Paulo. Para outras embalagens, a demanda é relatvamente mas elástca, amplando-se as possbldades de substtutos energétcos para os dervados de petróleo (óleo desel e óleo combustível), lenha e gás natural esse últmo restrto pelas condções físcas da nfra-estrutura de transporte e dstrbução. (g) Alta concentração de mercado O controle da oferta por um reduzdo número de agentes reduz os custos de montoramento e nferênca do comportamento dos concorrentes, facltando a 21

23 coordenação. Como vsto anterormente, o mercado de dstrbução de GLP apresenta um grau de concentração bastante elevado, conforme atestado pelos índces C4, HHI e CE. (h) Partcpação em jogos de repetção nfnta A ocorrênca de uma sére de processos teratvos entre os mesmos agentes possblta o acúmulo de conhecmento a respeto da natureza desses agentes, em partcular no que se refere ao seu comportamento, fruto da elaboração de estratégas, fundamentadas no conhecmento a respeto dos demas agentes, que objetvam a maxmzação dos resultados esperados (p.ex. lucro das frmas). Por sua vez, a ocorrênca de jogos repetdos de duração nfnta, estmula o comportamento cooperatvo entre os agentes na medda em que ameaças de punções a determnadas ações, que determnam pores resultados para as frmas, tornam-se mas críves. A não-prevsbldade quanto a etapa segunte da teração entre os agentes possblta a ocorrênca de uma ação puntva que não maxmze os resultados de um potencal agente não-cooperatvo. Nesse sentdo, espera-se que os cartés seram, em prncípo, sustentáves. () Condutas empresaras, ou governamentas, que embora não sejam necessaramente legas, restrngem a rvaldade das empresas. As condções para a coordenação explícta de decsões são maores em casos em que as empresas já se envolveram nesta classe de conduta ou já estveram subordnadas a polítcas públcas no passado recente que ncentvem esse tpo de comportamento, como por exemplo controle de preços. O mercado de GLP mostra-se anda bastante afetado por polítcas vgentes até pouco tempo atrás, na medda em que até 1990 o extnto Departamento Naconal de Combustíves (DNC) lmtava a área geográfca de atuação de cada empresa, garantndo uma espéce de "reserva de mercado". Além dsso, durante muto tempo o preço fo tabelado pelo governo, bem como os volumes comercalzados pelas companhas eram homologados pelo órgão regulador em reunões mensas que contavam com a presença de representantes dos produtores e dos dstrbudores. 22

24 Condções e Possbldade de Entrada de Novas Empresas A possbldade de entrada de novos competdores no mercado é um fator que pode nbr o exercíco de poder de mercado. Como vsto anterormente, a atvdade de dstrbução é caracterzada pela utlzação de atvos específcos (plantas de envaslhamento, tanques de armazenamento e vaslhames botjões) 5, e ganhos de escala decorrentes do tamanho da rede de dstrbução. A especfcdade dos atvos envolvdos nesse mercado resulta em grandes custos rrecuperáves (sunk costs), reduzndo assm as condções de saída do mercado, o que, a prncípo, nbra a entrada de potencas competdores. Os ganhos de escala decorrentes do tamanho da rede de dstrbução, por seu turno, ndcam a necessdade da conqusta de parcelas sgnfcatvas de mercado, em um curto espaço de tempo, demonstrando a relevânca de atvos ntangíves como, por exemplo, a cartera de clentes/rede de revendedores, franqueados e pontos de revenda. A maor parte dos custos necessáros para a mplantação de uma empresa dstrbudora de GLP dz respeto a custos rrecuperáves. Esses custos são relatvamente altos, uma vez que os equpamentos utlzados numa envasadora teram pequeno valor de revenda, comparado com seu custo ncal, pos não teram utldade alternatva em outra ndústra que não a de GLP. Em partcular, para a modaldade P-13, o estoque de botjões consttu varável compettva estratégca, e um dos prncpas tens do custo de entrada, na medda em que a legslação em vgor proíbe a utlzação de botjões por outras empresas que não seja aquela que possu seu nome estampado no botjão. Assm, uma empresa entrante ao colocar seus botjões no mercado, podera não recebê-los de volta e ncorrer em custos adconas para contnuar operando já que tera que comprar um estoque de botjões maor do que o ncalmente necessáro. Por outro lado, não havera grandes prejuízos para uma dstrbudora de maor porte, e que 5 Para a modaldade P-13, os botjões consttuem tem de custo fxo sgnfcatvo - sendo que a natureza específca de sua aplcação dfculta a recuperação do captal nvestdo pelas frmas, no caso de saída do mercado a alternatva exstente sera a alenação dos atvos para as empresas concorrentes. 23

25 possua capacdade ocosa, retenha botjões de uma concorrente mpedndo-a de operar. A prncpal justfcatva para esta norma que trata da vnculação dos botjões às empresas dstrbudoras de GLP, esta na necessdade de garanta de segurança ao consumdor. Uma vez que a empresa que possu seu nome estampado no botjão é a responsável pela segurança do mesmo. Esse problema podera ser faclmente soluconado caso a norma que obrga cada dstrbudora a encher botjões apenas com a sua marca fosse substtuída por uma outra nsttundo a cração de uma empresa especalzada manutenção de botjões, garantndo assm a segurança dos mesmos. Os ganhos para a concorrênca seram grandes e também haveram ganhos de escala na atvdade de manutenção, pos se antes cada empresa precsava ter uma ofcna própra para testar e fazer manutenção de seus botjões, agora esta atvdade sera concentrada em uma únca empresa que provavelmente tera custos menores por atender uma quantdade de botjões maor. A empresa de manutenção devera ser totalmente ndependente das empresas dstrbudoras de GLP para se evtar que haja algum tpo de favorecmento para o controlador, como por exemplo dscrmnação de preços. As escalas de efcênca mínmas para a operação de uma dstrbudora de GLP varam de acordo com a capacdade de produção e com a forma como o GLP é dstrbuído: envasado ou a granel. O valor estmado para a construção de uma dstrbudora que trabalhe com GLP tanto envasado quanto a granel sera de aproxmadamente R$ 30 mlhões. A dstrbudora pode vender GLP ao consumdor fnal de duas maneras alternatvas: () por meo de fornecmento dreto, prncpalmente do GLP a granel ou mesmo envaslhado, para o consumdor fnal sem a obrgatoredade de passar pelo revendedor ou () acessando redes de revendedores própros ou de terceros que efetuarão a venda ao consumdor fnal em seu estabelecmento ou através de entrega domclar. A partr da Portara ANP nº 297 de 18 de novembro de 2003, qualquer revendedor pode se cadastrar dretamente na ANP, sem a necessdade de ntermédo de uma dstrbudora, podendo nclusve vender produto de mas de um dstrbudor. Nesse contexto um entrante podera oferecer o seu produto 24

26 através de revendedores exstentes se o seu preço for sufcentemente baxo, no entanto devdo ao relatvo curto espaço de tempo de vgênca dessa le, anda não exste motvo para se supor que a estrutura de mercado será profundamente alterada e que uma grande parte dos revendedores rá realmente fornecer produtos de mas de um fornecedor. Nesse ponto vale ressaltar que um dos entraves à entrada de novos competdores e mesmo ao aumento de partcpação dos menores se deve a uma determnação da ANP, ncalmente temporáro e que depos fo acatada pela Petrobrás por tempo ndetermnado. Dado que parte do consumo naconal de GLP é suprdo pela produção naconal e parte por mportações, já que a Petrobras não possu capacdade produtva sufcente para atender a todo o mercado braslero, o custo do produto mportado é balzado pelo preço nternaconal do petróleo, enquanto que o custo da produção doméstca é dado pelos custos de produção doméstca da Petrobrás. Dessa forma fcou defndo que a produção doméstca, mas barata, sera destnada aos botjões venddos na modaldade P13 enquanto que o produto mportado, mas caro, sera destnado ao suprmento da demanda de GLP venddo a granel. Uma vez que a Petrobrás não tem como saber a pror qual a parcela das compras efetuadas por uma dstrbudora de GLP se destna a suas vendas no mercado P13 e a granel, o crtéro adotado pela Petrobras para defnr quanto de GLP sera venddo a cada dstrbudora por um preço menor (correspondente ao custo da produção doméstca) e por um preço maor (correspondente ao custo de mportação de GLP) tem como base a parcela de mercado, estmada pela ANP, que cada dstrbudora detêm nos mercados de botjão P13. Qualquer compra que se caracterze como sendo acma da partcpação de mercado da empresa na modaldade P13 é venddo por um preço mas alto. Dessa forma a Petrobrás vende uma maor quantdade de GLP por um preço reduzdo para as empresas dstrbudoras que detêm uma maor partcpação de mercado enquanto que as empresas menores devem pagar um preço mas alto caso desejem aumentar a sua oferta. Assm Petrobrás acaba por patrocnar uma conduta que perpetua o controle de mercado pelas grandes dstrbudoras, uma 25

27 vez que caso uma dstrbudora que possua uma parcela de mercado menor resolva aumentar suas vendas de P13, ela terá que pagar um preço maor à Petrobrás do que as grandes pagam, acabando por dfcultar ou até mesmo nvablzar um aumento de partcpação nesse mercado por parte das empresas menores, uma vez que os seus custos de aqusção do GLP serão maores do que o das empresas já estabelecdas. Em prncípo, não há razão para se exclur qualquer uma das alternatvas de desenho do sstema de dstrbução de uma empresa entrante: vendas própras e dstrbução através de terceros. No entanto deve-se ressaltar que a cartera de clentes fnas, revendedores e franqueados é de dfícl precfcação e a sua conqusta se baseará prncpalmente no fator preço, uma vez que o GLP é um produto homogêneo. Alguns fatores ndcam que o mercado braslero de GLP pode encontrar-se atualmente num estágo maduro de desenvolvmento, no que dz respeto à evolução das vendas nos últmos anos. Entre 1993 e 2003 o crescmento das vendas das dstrbudoras de GLP fo de 2,5% 6 ao ano, taxa essa muto parecda com a taxa de crescmento do PIB nesse mesmo período que fo de 2,9% 7 sendo que em 2002 houve uma queda de 4,48% 8 nas vendas de GLP no país em comparação com o ano de Desse modo não exstem razões para acredtar que o mercado crescerá a altas taxas no futuro. O hstórco do setor traz outros ndícos de que a entrada de novos competdores no mercado de GLP é mprovável, uma vez que nos últmos anos não houve entrada de nenhum grande competdor. As entradas mas relevantes de novas frmas que ocorreram nos últmos anos Agp, 9 SHV 10, Shell 11 e BR 12 Dstrbudora por exemplo, consttuíram-se por meo da aqusção de empresas 6 Anuáro estatístco da ANP de Banco Central do Brasl. 8 Anuáro estatístco da ANP de Em 1981, a multnaconal talana AGIP lgada ao grupo ENI, adquru a empresa de atuação naconal Lqugás. 10 Grupo holandês, líder mundal do setor, que adquru partcpação aconára majortára nas empresas Supergasbras e Mnasgás em 1995 e Aqusção das empresas Petrogás (atuação regonal em São Paulo, Mnas Geras, Goás e Dstrto Federal) e Pampagás (atuação regonal no Ro grande do Sul e Santa Catarna) em Em 2004 a BR Dstrbudora, do Grupo Petrobras, adquru a Agp Lqugás. 26

28 pré-exstentes, demonstrando a relevânca de atvos fxos e da rede de dstrbução na estrutura compettva do mercado de GLP. Sendo assm conclu-se que a entrada de novas empresas é aparentemente mprovável, uma vez que a conqusta de clentes por um eventual entrante sera necessaramente através da captação de clentes anterormente pertencentes a outros concorrentes e não através da expansão do mercado. Essas nformações fazem supor que a entrada de uma nova dstrbudora de grande porte a partr do zero sera muto mprovável. Isso é confrmado pelo fato de que a entrada recente do Grupo Petrobrás, através da BR dstrbudora, no mercado de dstrbução de GLP, e que sera uma das úncas empresas em condções de entrar partndo do zero, optou por fazer entrar através da aqusção da Agp em Algumas Consderações Prelmnares A estrutura da cadea doméstca do GLP ndca a exstênca de mercados potencalmente compettvos (produção/mportação, dstrbução e revenda), porém sua estrutura de oferta, em geral, encontra-se concentrada em pequeno número de competdores efetvos. Em partcular no caso da dstrbução, são observados elevados índces de concentração C4 em város Estados Brasleros. O grau de concentração na atvdade de dstrbução de GLP P-13, que pode possbltar o exercíco unlateral ou coordenado de poder de mercado pelos agentes econômcos, agravado pelas restrções a entrada de novos competdores, ndca a necessdade de mplementação de polítcas públcas que aumentem o nível de concorrênca nessa atvdade. Tas como a desvnculação da marca do botjão da empresa dstrbudora e a possbldade de enchmento de botjões em postos de gasolna. 27

29 3. Colusões em Concorrênca Olgopolístca O capítulo anteror apresentou uma descrção do produto GLP, de sua cadea produtva, da estrutura de mercado da dstrbução e de alguns fatores que podem restrngr a concorrênca nesse mercado. Neste capítulo faremos uma breve revsão da lteratura através de uma análse da evolução e das característcas de algumas estruturas de mercado olgopolístcas O Estudo das Estruturas de Mercado Olgopolístcas Até a década de 60 as análses das estruturas de mercado fetas pela organzação ndustral estavam sujetas a duas lmtações, uma de natureza teórca e outra de natureza empírca. No prmero caso a análse freqüentemente se baseava no contexto de um modelo mcroeconômco e raramente o tpo de nterdependênca olgopolístca era explícto. A dferencação era colocada na descrção das estruturas de mercado e na relação dreta com o seu desempenho. Deste ponto de vsta, a organzação ndustral consttuía-se de um modelo no qual mudanças eram tratadas como uma varável exógena e onde varáves comportamentas e de desempenho eram determnadas estruturalmente. Tratavase também de um sstema estátco que não levava em conta que competção é um processo hstórco que envolve as possbldades de nteração entre desempenho e comportamento com as estruturas de mercado tornando-se endógenas. Do ponto de vsta empírco dos tpos de estudo caracterzaram a vsão tradconal: estudos de caso e estudos econométrcos. Estudos de caso, se prolferaram bastante na década de 60, possbltaram um melhor entendmento de algumas ndústras e de alguns mercados. A consderação de aspectos qualtatvos acabou por mostrar com mas clareza a complexdade da realdade ndustral, ao mesmo tempo em que varáves quanttatvas, tas como ndcadores de grau de concentração ou taxa de retorno, proporconava um smples resumo dos ndcadores da realdade observada. No entanto, os estudos de caso não 28

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