BALANÇO HÍDRICO: UMA FERRAMENTA PARA GESTÃO INDUSTRIAL E OTIMIZAÇÃO AMBIENTAL.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BALANÇO HÍDRICO: UMA FERRAMENTA PARA GESTÃO INDUSTRIAL E OTIMIZAÇÃO AMBIENTAL."

Transcrição

1 BALANÇO HÍDRICO: UMA FERRAMENTA PARA GESTÃO INDUSTRIAL E OTIMIZAÇÃO AMBIENTAL. Leonardo Slva de Souza (1) Mestrando em Engenhara Químca(UFBA). Pesqusador da Rede Teclm. Bárbara Vrgína Damasceno Braga (1) Graduanda em Engenhara Químca (UFBA).Bolssta da Rede Teclm. Asher Kperstok (1) PhD em Engenhara Químca, Tecnologas Ambentas.Prof.Assocado da Escola Poltécnca/UFBA- Dept Eng.Ambental.Coordenador da Rede Teclm. Rcardo de Araújo Kald (1) Doutor em Engenhara Químca.Prof.Adjunto da Escola Poltecnca/UFBA-Dept Eng.Químca.Vcecoordenador da Rede Teclm. Emerson Andrade Sales (1) Doutor em Cêncas/Engenhara Químca.Prof.Assocado do Insttuto de Químca (UFBA).Pesqusador da Rede Teclm. Endereço (1) : Rua Arstdes Novs, 02 - Federação - Salvador - BA - CEP: Brasl - Tel: (71) (71) ste: RESUMO A necessdade de se atngr a sustentabldade no consumo dos recursos hídrcos, exge maor atenção nas formas de utlzação da água. Assm, é de fundamental mportânca para as ndústras a adoção de estratégas que busquem maneras de preservá-los para evtar uma stuação de escassez. O balanço hídrco é uma ferramenta computaconal que dentfca as vazões de entrada e saída de água em um determnado período de tempo, a partr do mapeamento das vazões e das qualdades de nformação dessas estmatvas e/ou medções, que representa o grau de ncerteza da medda ou estmatva. Essa ferramenta possblta uma melhor gestão do uso da água nas empresas. Com as atualzações fetas no Balanço Hídrco fo possível melhorar o conhecmento do fluxo de água em undades ndustras, permtndo, após a reconclação dos dados, tomar decsões mas confáves. PALAVRAS-CHAVE: Balanço Hídrco, Qualdade de Informação, Reconclação de Dados, Otmzação Ambental. INTRODUÇÃO Uma urgênca ambental vsível para as plantas ndustras é a necessdade de economa de água devdo à prevsão de sua futura escassez para consumo humano e para fns ndustras. Neste aspecto, há a concordânca de ações nos dversos setores da socedade em relação à busca de novos camnhos para redução do consumo da água e dmnução no desperdíco da mesma. Na stuação atual das ndústras petroquímcas, não é dado o devdo valor à questão do consumo da água devdo ao baxo custo, em conseqüênca dsso não há uma medção consstente dos dados de correntes aquosas (Kperstok et al, 2003) mpossbltando atrbur ncertezas consstentes aos dados e dfcultando sua gestão. Nas ndústras não há preocupação em medr as correntes aquosas, tendo bascamente uma medção de entrada e outra de saída. Assm faltam parâmetros que possbltem medr o grau de ncerteza em relação à medda. O uso da reconclação de dados em sstemas com pouca medção se torna nvável, sso devdo à mpossbldade de assocar à medda uma ncerteza padrão, como é exgdo na metodologa estabelecda (Narasmhan, 2000). Assm, para vablzar a reconclação dos dados no Balanço Hídrco fo desenvolvdo o conceto de Qualdade de Informação. O Balanço Hídrco fo desenvolvdo com o auxílo de técncas computaconas de baxo custo que proporcona o conhecmento mas geral do consumo de água na ndústra e reduz sgnfcatvamente os gastos com esse recurso. Junto à aplcação dos concetos de Produção Mas Lmpa (P+L) e de gerencamento de recursos ambentas, esse trabalho propõe-se a mostrar uma metodologa para o gerencamento dos recursos hídrcos ABES Assocação Braslera de Engenhara Santára e Ambental 1

2 em fábrcas e ndústras, no que se refere à redução do consumo de água e da geração de efluentes. Esse projeto fo desenvolvdo dentro da undade de tratamento de água numa ndústra petroquímca localzada no muncípo de Camaçar-Baha, com o ntuto de fornecer aos responsáves pelo gerencamento de recursos hídrcos uma ferramenta demonstratva dos dados de consumo de água, em curto espaço de tempo e com uma maor freqüênca, possbltando um melhor montoramento dos mesmos (Kperstok et al, 2003). Este trabalho está estruturado em sete seções ncluído esta Introdução. Na Fundamentação Teórca serão detalhados os concetos da reconclação de dados e da Qualdade de Informação (QI). Na tercera seção é apresentada a metodologa do Balanço Hídrco. Na seção Resultados e Dscussões estão apresentados e dscutdos os resultados da mplantação do Balanço Hídrco na undade de tratamento de água de uma empresa petroquímca. Na qunta seção estão apresentadas as conclusões obtdas. Nas duas últmas seções estão os agradecmentos e referêncas bblográfcas, respectvamente. FUNDAMENTAÇÃO TÉORICA QUALIDADE DE INFORMAÇÃO Incerteza é o parâmetro assocado ao resultado de uma medção, que caracterza a dspersão dos valores que podem ser razoavelmente atrbuídos ao mensurando, quantdade partcular submetda à medção. (Bch, 2007). Nas ndústras, a maora das ncertezas das meddas não é conhecda. Para tornar vável o uso dos resultados do Balanço Hídrco nas decsões gerencas da empresa fo necessáro desenvolver uma ferramenta que possbltasse a reconclação das meddas no Balanço Hídrco. Para sso fo desenvolvda a Qualdade de Informação ou QI, uma ferramenta que assocada ao valor de uma medda ndca a faxa de certeza na qual fo obtda. Dversas são as formas nas quas os dados de podem ser obtdos, como medções nstantâneas com equpamentos portátes, nformações de projetos e balanços de massa e energa. A esses dados fo assocado um grau de ncerteza de acordo a forma com a qual a nformação fo obtda. A escala de valores de Qualdade de Informação utlzada está mostrada na Fgura 1. Fgura 1. Valores de QI usados no Balanço Hídrco Uma das vantagens desta ferramenta é a possbldade de compor o balanço hídrco com os dados de vazões dsponíves, sem se preocupar, ncalmente, se essas correntes são retratos das condções operaconas. A partr do balanço hídrco montado com as vazões assocadas ao seu QI, a próxma etapa é a melhora de QI global através da dentfcação de pontos crítcos que necesstam de melhora de QI, ou seja, dentfcação dos pontos que precsam ser meddos e/ou terem seu nstrumento de medda calbrado ou substtuído por um de menor ncerteza, para se obter resultados mas confáves no Balanço Hídrco (Fontana, 2004). 2 ABES Assocação Braslera de Engenhara Santára e Ambental

3 RECONCILIAÇÃO DE DADOS. As nformações obtdas na planta ndustral nem sempre estão coerentes com a realdade. Isso acontece devdo à varabldade dos dados coletados, no desconhecmento de alguma nformação, má nterpretação dos dados ou nconsstêncas desses. As totalzações de entradas e saídas dos equpamentos de processo, consderando acumulações como tanques, estão sempre numa stuação de balanço matemátco, mas as meddas coletada não (Sexas et al., 2003). Essas nconsstêncas se devem aos nstrumentos descalbrados, leturas fetas fora da faxa do nstrumento, erro de transmssão dos snas, entre outros. Para evtar equívocos, é feta a reconclação de dados. O seu resultado trará as nformações com uma coerênca maor do que se fossem utlzados sem tratamento prévo. Essa parte do tratamento de dados é de suma mportânca, pos são esses dados que rão balzar as decsões da empresa. A reconclação de dados é um algortmo que permte ajustar valores conhecdos, em função da ncerteza e das restrções do sstema, baseando-se na mnmzação da função objetvo apresentada na Equação 1.. Para sso, as devdas restrções operaconas levantadas são nserdas para que o conjunto dos dados seja gerado com a devda coerênca com a realdade do sstema. Também são ncluídas, além das equações dos balanços (global e por undades de produção) e as restrções operaconas, as equações de dstrbução e consumo dos dversos tpos de água, vapores e condensados entre as undades. Fo N 1 Valor _ meddo Valor _ reconclado Incerteza 2 equação (1) A Equação 1, a função objetvo usada na reconclação (Sexas et al. 2003) é mnmzada usando métodos computaconas ou analítcos. Porém para reconclar não basta a mnmzação da função objetvo, as equações de restrção estabelecdas devem ser obedecdas. As restrções são de três tpos: balanço, que são as equações de balanço mássco; não-negatvdade, que garante que não haverá vazões negatvas; operaconas, expõem a realdade da operação, como vazões máxmas e mínmas de determnadas correntes. A dfculdade no uso da formulação típca de um problema de reconclação de dados está na necessdade de conhecer-se a varânca dos dados expermentas (Crowe 1986). Para contornar esse problema, a metodologa desenvolvda propõe o uso da formulação apresentada na Equação 2 como função objetvo a ser mnmzada, em que se consdera a QI com comportamento nverso à ncerteza. Assm, não sendo todas as vazões meddas, aquelas que não possuem meddas dretas são atrbuídos valores estmados, portanto todas as vazões são conhecdas ou mapeadas com dferentes graus de confança, baseados no conhecmento da planta e à forma de obtenção desse valor. N 2 2 QI mn VR VM V 2 R 1 VM equação (2) NE 1 V Rn V Rout 0 onde, VR e VM são as vazões reconcladas e mapeadas (meddas ou estmadas), respectvamente, referentes à corrente ; QI é a qualdade de nformação referente a cada corrente ; N é o número de correntes envolvdas. NE é o número de equpamentos, undades ou nós, nos quas serão aplcados as equações dos balanços de massa. O problema de otmzação, representado pela Equação 2, pode ser soluconado utlzando dferentes softwares exstentes, por exemplo, Solver do Excel e o Matlab. A análse da Equação 2 permte vsualzar a relação nversa do QI e a ncerteza, ou seja, menor a ncerteza da medda, maor a confança no seu valor e maor valor de QI dessa varável. METODOLOGIA ABES Assocação Braslera de Engenhara Santára e Ambental 3

4 A metodologa do Balanço Hídrco, desenvolvda juntamente com o conceto de QI-Qualdade de Informação, para superar a dfculdade de gerencamento dos sstemas de dstrbução de água e coleta de efluente na ndústra devdo à falta de medção. Ela permte um gradatvo avanço do nível de conhecmento necessáro para poder gerencar as nformações com um acompanhamento em relação a uma ncerteza padronzada. A cada uma das correntes é atrbuída uma QI entre 0,01 e 10. A nota 0,01 é atrbuída a uma nformação precára sobre uma corrente, o que raramente acontece ou pode ser superado faclmente. Para correntes dervadas de outras correntes o QI estmado é a méda ponderada dos QI s antecessores. A avalação do valor desse novo QI é calcular ponderando vazão e valor de QI das correntes conhecdas, de acordo com a Equação 3. QI ponderado N 1 N 1 QI.V V equação (3) onde, QI é qualdade de nformação da vazão ; V é o valor de vazão ; refere-se à corrente assocada ao dado de vazão; N é o número de correntes envolvdas. Outra possbldade para estmar a ncerteza de uma varável é através da le de propagação de ncertezas. O estudo dos fluxos de massa compostos por correntes aquosas na forma de água, vapor, condensado e efluente, fetos no Balanço Hídrco, permte traçar o perfl de consumo de água e uma melhor gestão desse recurso. Para tanto, os dados de vazão devem ser obtdos, preferencalmente, por meo de sstemas de medção calbrados. Quando sto não é possível, uma estmatva da vazão é obtda por meo de balanço de massa, dados de projeto, estmatvas teórcas, smulação ou nformações coletadas na undade através de entrevsta com as pessoas que convvem na área ndustral. Esses dados de vazão rão preencher a prmera planlha do Balanço, a Entrada de dados. A função dessa planlha é apenas receber os dados de vazão e qualdade de nformação (QI), nenhum cálculo é realzado nessa planlha, bem como, nformações e detalhes sobre os equpamentos, característcas da corrente que crcula no equpamento além da dentfcação do equpamento totalzador de medção da corrente, se assm exstr, para a corrente e o equpamento em estudo. O Balanço Hídrco é composto por outras três planlhas: o balanço hídrco avalado no volume de controle da undade em estudo, na qual cada corrente apresenta o seu valor de vazão correspondente; outra muto smlar a anteror cuja dferença está na célula que contém o valor de vazão que passará a conter a qualdade de nformação assocada a cada vazão e por últmo uma planlha relatóro contendo a descrção das correntes de entrada e saída das undades, com o valor de vazão reconcladas e brutas, e QI correspondentes. Como todos os dados foram vnculados com as planlhas contendo o fluxograma de vazão e o fluxograma de QI, as atualzações destes fluxogramas tornam-se automátcas, bastando atualzar a entrada de dados. Para facltar a atualzação dos dados fo nserda uma coluna denomnada fonte, na qual se especfca a orgem do dado. Caso ocorra alguma mudança no período de referênca dos dados ou então forem fetas melhoras na qualdade de nformação a atualzação desses dados será automátca, representando uma das prncpas vantagens do balanço hídrco. (Fontana, 2004). O Balanço Hídrco pode ser avalado através da planlha relatóro. Onde todas as correntes de entrada e saída de cada uma das undades ou áreas foram descrtas e assocadas aos seus respectvos valores de vazão e QI. A partr das nformações contdas na planlha relatóro é possível avalar quas as correntes do balanço, que melhorando o QI, acarretaram numa melhora sgnfcatva no balanço hídrco. Portanto, serve de referênca para a escolha de quas correntes devem ser prorzadas na etapa de melhora de QI, ou seja, é possível dentfcar as correntes que devem ser meddas de forma efcente e confável (Fontana, 2004). Todos os dados de vazão que compõem os Balanços Hídrcos são complados nas planlhas eletrôncas e representados na forma de dagrama de blocos. Cada bloco representa uma undade de produção ou mesmo cada equpamento (dentfcado através do seu códgo de dentfcação na empresa), cada lnha que conecta esses blocos ndca o fluxo de correntes aquosas que entram ou saem e as setas ndcam o sentdo desses fluxos. As lnhas são representadas dferentemente conforme o tpo de corrente, tracejadas, colordas sendo 4 ABES Assocação Braslera de Engenhara Santára e Ambental

5 dentfcadas conforme legenda. A Fgura 2 lustra o Balanço Hídrco na sua forma mas macro, enquanto na Fgura 3 ele apresentado de forma mcro, onde o detalhamento chega ao nível dos equpamentos. Fgura 2. Planlha eletrônca do Balanço Hídrco. Fgura 3. Planlha eletrônca do Balanço Hídrco por Undade. Uma forma de garantr que as nformações atendam as restrções determnado no processo, o desvo seja zero, e melhorar a dstrbução das ncertezas exstentes, consste na aplcação da reconclação de dados das vazões mapeadas. A partr dos dados de vazão assocados à sua qualdade QI, a reconclação de dados busca novos valores de vazão que possam satsfazer as equações de balanço de massa por meo de técncas de otmzação matemátca, as quas mnmzam a dferença entre os valores orgnas e os valores reconclados de vazão. ABES Assocação Braslera de Engenhara Santára e Ambental 5

6 RESULTADOS E DISCUSSÃO O prncpal resultado do trabalho é a ferramenta computaconal que auxla a construção e o gerencamento do balanço hídrco da empresa e executa a reconclação de dados das vazões usando, no lugar do desvo padrão, a qualdade de nformação. O uso da qualdade de nformação vablzou a mplementação da reconclação de dados no balanço hídrco, um sstema que se caracterza por não ter mutas medções. A qualdade de nformação permtu aplcar os concetos de tecnologa lmpa na área ndustral, servndo como um nstrumento para a popularzação dos concetos acadêmcos no meo ndustral, desde operadores até engenheros. O uso dessa ferramenta pela empresa permtu a redução do consumo de água e geração de efluentes. Essa redução fo conseguda devdo às mudanças nos aspectos culturas onde houve uma grande nteração com a empresa permtndo redscutr técncas e prátcas operaconas, no aspecto tecnológco, com o desenvolvmento de uma ferramenta computaconal que auxla numa melhor gestão da água. Essas mudanças refletram numa redução de custos para a empresa, já que houve um aumento de 16% na produção de petroquímcos enquanto a geração de efluentes dmnu em 40% e o consumo de água reduzu em 2,5% desde a mplantação do Balanço Hídrco. A construção do Balanço Hídrco na undade de tratamento de água de uma ndústra petroquímca possbltou um melhor conhecmento do sstema no que se refere à topologa e como conseqüênca exgu também uma melhor análse das vazões exstentes e da forma que elas são meddas. Para o desenvolvmento da tabela com a qualdade de nformação fo necessáro que as pessoas que são responsáves pelo funconamento da planta dscutssem cada ponto do sstema. De acordo com os valores de QI mostrados na Fgura 1, estão classfcadas as 58 correntes dentfcadas no Balanço Hídrco de uma undade de tratamento de água (UTA) de uma undade ndustral. Na Fgura 4 está apresentada a dvsão das correntes dentfcadas segundo a sua qualdade de nformação. Fgura 4. Dstrbução das correntes dentfcadas em relação às suas qualdades de nformações Como é possível perceber na Fgura 5 menos da metade das correntes da undade de tratamento são meddas por equpamentos calbrados. Assm, sem o auxílo da ferramenta Balanço Hídrco não sera possível traçar o perfl de consumo de água nem se a forma que ela está sendo utlzada é a mas adequada, aquela que gera menos efluente e desperdícos. A qualdade de nformação é de suma mportânca pra reconclação, pos sem ela tornara mas dfícl devdo a falta de medção do sstema de água e a conseqüente falta de uma ncerteza de medção (KIPERSTOK et al, 2003). Durante o levantamento das correntes não fo possível obter as ncertezas das poucas medções exstentes - para reconclar os dados pela metodologa tradconal é necessáro conhecer as ncertezas das medções. Para tornar a reconclação vável surge o conceto de QI que possblta que quasquer correntes, com ou sem medções, sejam usadas no Balanço Hídrco. Aquelas que apresentam menor QI podem ser obtdas por meo de balanço, valores de projetos, por exemplo. 6 ABES Assocação Braslera de Engenhara Santára e Ambental

7 Com todos os dados de vazão de água, entradas e saídas, da UTA e QI das correntes contablzadas no Balanço Hídrco fo possível traçar o perfl de consumo e geração de efluentes. O passo segunte fo a reconclação dos dados do Balanço Hídrco da UTA. O resultado da reconclação do Balanço Hídrco da undade de tratamento, como está apresentado na Fgura 5. Fgura 5.Comparação entre as vazões não-reconcladas e reconcladas. A dferença entre os resultados antes e depos da reconclação ndca que alguns meddores estão com um mau funconamento ou que há vazamento em alguma parte do sstema. Além de dentfcar na undade de tratamento qual processo que estava consumndo mas quantdade de água. Pode-se também, a partr desses resultados, conclur que a otmzação no processo de tratamento de água sera mas sgnfcatva na redução do consumo e geração de efluentes do que a dentfcação dos vazamentos e/ou mau funconamento dos meddores. A utlzação dessa ferramenta para gerencar o consumo de água na undade anda está sendo mplementada para utlzação por engenheros e operadores. A ntegração das planlhas do Balanço Hídrco com o sstema de obtenção de dados usado pela empresa, o PIMS (Process Informaton Management System) torna a reconclação dos em tempo real e possblta a tomada de decsões mas segura, pos está baseada em dados atuas e confáves. O Balanço Hídrco é uma ferramenta smples, dnâmca e bastante útl. Mudanças na operação da undade não mplcam no seu desuso, pos essas podem ser ncorporadas ao Balanço sem maores comprometmentos. CONCLUSÃO Essa ferramenta permte a obtenção de nformações de forma rápda e coerente. Permte que decsões sejam tomadas a partr de um maor conhecmento do sstema, portanto possblta uma maor assertvdade nas mesmas. Evdenca a possbldade de geração de ações que dmnuam o consumo de água na ndústra, reduzndo assm o mpacto ambental. Além de tornar vável a reconclação de dados em sstemas em que há poucas medções e/ou meddas pouco confáves. O Balanço Hídrco permte, anda, orentar uma polítca de melhora gradatva da qualdade da nformação referente aos fluxos de água na empresa, sendo que os dados dos balanços hídrcos são submetdos a técncas de reconclação de dados para melhorar a dstrbução das ncertezas exstentes. AGRADECIMENTOS Ao CNPq, FINEP e a UFBA pelo apoo e ncentvo à construção desse trabalho. ABES Assocação Braslera de Engenhara Santára e Ambental 7

8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. BICH, W. Uma ntrodução ao gua para expressão da Incerteza de Medção (GUM). Duque de Caxas: INMETRO, CROWE, C. M., Reconclaton of Process Flow Rates by Matrx Projecton. AIchE Journal, v. 32 n 4 p , abrl KIPERSTOK,A; KALID,R.; SALES,E.; ESQUERRE,K.; SOUZA,L; MATOS,M.C.; CARVALHO,E; TEIXEIRA,L.;BRAGA,B;ASSIS,B.;SILVA,S.;MENDES,C.;PIRES,V.M.;MOCOCAIN,F.;HORTÉLIO, S.; ANDRADE,S. Metodologa Teclm e o Projeto Ecobraskem: Otmzação Ambental do Uso da Água e Geração de Efluentes.TECBAHIA, v.23, n.1-3,jan-dez FONTANA. D., KALID, R., SARTORI, I., KIPERSTOK. A., SILVA. M., SALES. E.A., PACHECO FILHO. J.G., OLIVEIRA. S., PERAZZO. C. Balanço hídrco Uma nova sstemátca. In: II CONGRESSO BRASILEIRO DE TERMODINÂMICA APLICADA, Curtba, Brasl, KIPERSTOK, A., SILVA, M., KALID, R. A., SALES, E. PACHECO FILHO, J. G., OLIVEIRA, S., PERAZZO, C., FONTANA D. Mnmzação do uso da água na ndústra através da parcera entre unversdade e empresas: o Projeto Braskem - Água. Baha Análse e Dados, v. 13, p Baha, Brasl, MARQUES, José Antôno. Reconclação de dados na dentfcação e caracterzação de balanços hídrcos em plantas ndustras. Unversdade Federal do Ro de Janero/COPPE. Dssertação de Mestrado. Ro de Janero,Ro de Janero, Brasl,abrl NARASIMHAN, S., JORDACHE, C. Data reconclaton & gross error detecton. An Intellgent use of process data. 8. SEIXAS, C., SZUSTER, M. Programação Concorrente em ambente WNT: Uma vsão de automação, Edtora da UFMG, VUOLO, J. H., Fundamentos da teora dos Erros, Ed. Edgard Blucher Ltda, São Paulo, ABES Assocação Braslera de Engenhara Santára e Ambental

NOVA METODOLOGIA PARA RECONCILIAÇÃO DE DADOS: CONSTRUÇÃO DE BALANÇÃO HÍDRICOS EM INDÚSTRIA UTILIZANDO O EMSO

NOVA METODOLOGIA PARA RECONCILIAÇÃO DE DADOS: CONSTRUÇÃO DE BALANÇÃO HÍDRICOS EM INDÚSTRIA UTILIZANDO O EMSO I Congresso Baano de Engenhara Santára e Ambental - I COBESA NOVA METODOLOGIA PARA RECONCILIAÇÃO DE DADOS: CONSTRUÇÃO DE BALANÇÃO HÍDRICOS EM INDÚSTRIA UTILIZANDO O EMSO Marcos Vnícus Almeda Narcso (1)

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado Varabldade Espacal do Teor de Água de um Argssolo sob Planto Convenconal de Fejão Irrgado Elder Sânzo Aguar Cerquera 1 Nerlson Terra Santos 2 Cásso Pnho dos Res 3 1 Introdução O uso da água na rrgação

Leia mais

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823

Leia mais

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos Despacho Econômco de Sstemas Termoelétrcos e Hdrotérmcos Apresentação Introdução Despacho econômco de sstemas termoelétrcos Despacho econômco de sstemas hdrotérmcos Despacho do sstema braslero Conclusões

Leia mais

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica 1 a 5 de Agosto de 006 Belo Horzonte - MG Expressão da ncerteza de Medção para a Grandeza Energa Elétrca Eng. Carlos Alberto Montero Letão CEMG Dstrbução S.A caletao@cemg.com.br Eng. Sérgo Antôno dos Santos

Leia mais

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação Mnstéro da Educação Insttuto Naconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera Cálculo do Conceto Prelmnar de Cursos de Graduação Nota Técnca Nesta nota técnca são descrtos os procedmentos utlzados

Leia mais

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar?

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Sumáro Sstemas Robótcos Navegação Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Carlos Carreto Curso de Engenhara Informátca Ano lectvo 2003/2004 Escola Superor de Tecnologa e Gestão da Guarda

Leia mais

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel Estmatva da Incerteza de Medção da Vscosdade Cnemátca pelo Método Manual em Bodesel Roberta Quntno Frnhan Chmn 1, Gesamanda Pedrn Brandão 2, Eustáquo Vncus Rbero de Castro 3 1 LabPetro-DQUI-UFES, Vtóra-ES,

Leia mais

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO Professor Maurco Lutz 1 CORRELAÇÃO Em mutas stuações, torna-se nteressante e útl estabelecer uma relação entre duas ou mas varáves. A matemátca estabelece város tpos de relações entre varáves, por eemplo,

Leia mais

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA ",, 1," ;,,," 1, C?5lMnstérO Públco do "':'1"') Trabalho PRT 23,! Superlntenrlenca RegonaJ do Ma:toGro$So!! (', ' \_ \ '1 j t t' 1 PROJETO: Qualfcação e Renserção Profssonal dos Resgatados do Trabalho

Leia mais

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado)

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado) 5 Aplcação Neste capítulo será apresentada a parte empírca do estudo no qual serão avalados os prncpas regressores, um Modelo de Índce de Dfusão com o resultado dos melhores regressores (aqu chamado de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnlesteMG Dscplna: Introdução à Intelgênca Artfcal Professor: Luz Carlos Fgueredo GUIA DE LABORATÓRIO LF. 01 Assunto: Lógca Fuzzy Objetvo: Apresentar o

Leia mais

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF)

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF) PMR 40 - Mecânca Computaconal CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Fntos (MEF). Formulação Teórca - MEF em uma dmensão Consderemos a equação abao que representa a dstrbução de temperatura na barra

Leia mais

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO - SEPLAG INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ - IPECE NOTA TÉCNICA Nº 29 PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE QUESTIONÁRIOS NA ESTIMATIVA DA INCERTEZA EM RECONCILIAÇÃO DE DADOS DO BALANÇO HÍDRICO

UTILIZAÇÃO DE QUESTIONÁRIOS NA ESTIMATIVA DA INCERTEZA EM RECONCILIAÇÃO DE DADOS DO BALANÇO HÍDRICO UTILIZAÇÃO DE QUESTIONÁRIOS NA ESTIMATIVA DA INCERTEZA EM RECONCILIAÇÃO DE DADOS DO BALANÇO HÍDRICO 1,* Igor Rodrgues,,* Márco Martns,,* André Hartmann, 3,* Rcardo Kald ¹Bolssta ncação centífca PIBIC/CNPQ/UFBA,

Leia mais

BALANÇO HÍDRICO UMA NOVA SISTEMÁTICA

BALANÇO HÍDRICO UMA NOVA SISTEMÁTICA BALAÇO HÍDRICO UMA OA SISTEMÁTICA D. Fontana, R. Kald, I. Sartor, A.Kperstok, M. Slva, E. A. Sales, J.G. Pacheco Flho, S. Olvera, C. Perazzo. - Unversdade Federal da Baha UFBA Escola Poltécnca TECLIM Rua

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é:

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é: UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI A REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS Ademr José Petenate Departamento de Estatístca - Mestrado em Qualdade Unversdade Estadual de Campnas Brasl 1. Introdução Qualdade é hoje

Leia mais

Influência dos Procedimentos de Ensaios e Tratamento de Dados em Análise Probabilística de Estrutura de Contenção

Influência dos Procedimentos de Ensaios e Tratamento de Dados em Análise Probabilística de Estrutura de Contenção Influênca dos Procedmentos de Ensaos e Tratamento de Dados em Análse Probablístca de Estrutura de Contenção Mara Fatma Mranda UENF, Campos dos Goytacazes, RJ, Brasl. Paulo César de Almeda Maa UENF, Campos

Leia mais

PLANILHAS EXCEL/VBA PARA PROBLEMAS ENVOLVENDO EQUILÍBRIO LÍQUIDO-VAPOR EM SISTEMAS BINÁRIOS

PLANILHAS EXCEL/VBA PARA PROBLEMAS ENVOLVENDO EQUILÍBRIO LÍQUIDO-VAPOR EM SISTEMAS BINÁRIOS PLANILHAS EXCEL/VBA PARA PROBLEMAS ENVOLVENDO EQUILÍBRIO LÍQUIDO-VAPOR EM SISTEMAS BINÁRIOS L. G. Olvera, J. K. S. Negreros, S. P. Nascmento, J. A. Cavalcante, N. A. Costa Unversdade Federal da Paraíba,

Leia mais

1 a Lei de Kirchhoff ou Lei dos Nós: Num nó, a soma das intensidades de correntes que chegam é igual à soma das intensidades de correntes que saem.

1 a Lei de Kirchhoff ou Lei dos Nós: Num nó, a soma das intensidades de correntes que chegam é igual à soma das intensidades de correntes que saem. Les de Krchhoff Até aqu você aprendeu técncas para resolver crcutos não muto complexos. Bascamente todos os métodos foram baseados na 1 a Le de Ohm. Agora você va aprender as Les de Krchhoff. As Les de

Leia mais

Covariância e Correlação Linear

Covariância e Correlação Linear TLF 00/ Cap. X Covarânca e correlação lnear Capítulo X Covarânca e Correlação Lnear 0.. Valor médo da grandeza (,) 0 0.. Covarânca na propagação de erros 03 0.3. Coecente de correlação lnear 05 Departamento

Leia mais

Regressão e Correlação Linear

Regressão e Correlação Linear Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,

Leia mais

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção O Uso do Software Matlab Aplcado à Prevsão de Índces da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenhara de Produção VICENTE, S. A. S. Unversdade Presbterana Mackenze Rua da Consolação, 930 prédo

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NOVO MODELO PARA O CÁLCULO DE CARREGAMENTO DINÂMICO DE TRANSFORMADORES

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NOVO MODELO PARA O CÁLCULO DE CARREGAMENTO DINÂMICO DE TRANSFORMADORES XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recfe - PE GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS E TECNOLOGIAS

Leia mais

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Análse de Regressão Profa Alcone Mranda dos Santos Departamento de Saúde Públca UFMA Introdução Uma das preocupações estatístcas ao analsar dados, é a de crar modelos que explctem estruturas do fenômeno

Leia mais

LQA - LEFQ - EQ -Química Analítica Complemantos Teóricos 04-05

LQA - LEFQ - EQ -Química Analítica Complemantos Teóricos 04-05 LQA - LEFQ - EQ -Químca Analítca Complemantos Teórcos 04-05 CONCEITO DE ERRO ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS Embora uma análse detalhada do erro em Químca Analítca esteja fora do âmbto desta cadera, sendo abordada

Leia mais

7. Resolução Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias

7. Resolução Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias 7. Resolução Numérca de Equações Dferencas Ordnáras Fenômenos físcos em dversas áreas, tas como: mecânca dos fludos, fluo de calor, vbrações, crcutos elétrcos, reações químcas, dentre váras outras, podem

Leia mais

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas Introdução à Análse de Dados nas meddas de grandezas físcas www.chem.wts.ac.za/chem0/ http://uregna.ca/~peresnep/ www.ph.ed.ac.uk/~td/p3lab/analss/ otas baseadas nos apontamentos Análse de Dados do Prof.

Leia mais

Introdução e Organização de Dados Estatísticos

Introdução e Organização de Dados Estatísticos II INTRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 2.1 Defnção de Estatístca Uma coleção de métodos para planejar expermentos, obter dados e organzá-los, resum-los, analsá-los, nterpretá-los e deles extrar

Leia mais

Software para Furação e Rebitagem de Fuselagem de Aeronaves

Software para Furação e Rebitagem de Fuselagem de Aeronaves Anas do 14 O Encontro de Incação Centífca e Pós-Graduação do ITA XIV ENCITA / 2008 Insttuto Tecnológco de Aeronáutca São José dos Campos SP Brasl Outubro 20 a 23 2008. Software para Furação e Rebtagem

Leia mais

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado 64 Capítulo 7: Introdução ao Estudo de Mercados de Energa Elétrca 7.4 Precfcação dos Servços de Transmssão em Ambente Desregulamentado A re-estruturação da ndústra de energa elétrca que ocorreu nos últmos

Leia mais

METROLOGIA E ENSAIOS

METROLOGIA E ENSAIOS METROLOGIA E ENSAIOS Incerteza de Medção Prof. Aleandre Pedott pedott@producao.ufrgs.br Freqüênca de ocorrênca Incerteza da Medção Dstrbução de freqüênca das meddas Erro Sstemátco (Tendênca) Erro de Repettvdade

Leia mais

Revisão dos Métodos para o Aumento da Confiabilidade em Sistemas Elétricos de Distribuição

Revisão dos Métodos para o Aumento da Confiabilidade em Sistemas Elétricos de Distribuição CIDEL Argentna 2014 Internatonal Congress on Electrcty Dstrbuton Ttle Revsão dos Métodos para o Aumento da Confabldade em Sstemas Elétrcos de Dstrbução Regstraton Nº: (Abstract) Authors of the paper Name

Leia mais

ANALISADOR DE EVENTOS EM TEMPO QUASE-REAL

ANALISADOR DE EVENTOS EM TEMPO QUASE-REAL XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GPC.01 22 a 25 Novembro de 2009 Recfe - PE GRUPO -V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO, CONTROLE E AUTOMAÇÃO EM SISTEMAS

Leia mais

Estatística stica Descritiva

Estatística stica Descritiva AULA1-AULA5 AULA5 Estatístca stca Descrtva Prof. Vctor Hugo Lachos Davla oo que é a estatístca? Para mutos, a estatístca não passa de conjuntos de tabelas de dados numércos. Os estatístcos são pessoas

Leia mais

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola Nota Técnca Médas do ENEM 2009 por Escola Crado em 1998, o Exame Naconal do Ensno Médo (ENEM) tem o objetvo de avalar o desempenho do estudante ao fm da escolardade básca. O Exame destna-se aos alunos

Leia mais

IV - Descrição e Apresentação dos Dados. Prof. Herondino

IV - Descrição e Apresentação dos Dados. Prof. Herondino IV - Descrção e Apresentação dos Dados Prof. Herondno Dados A palavra "dados" é um termo relatvo, tratamento de dados comumente ocorre por etapas, e os "dados processados" a partr de uma etapa podem ser

Leia mais

3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Medidas Numéricas

3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Medidas Numéricas PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EGEHARIA DE TRASPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMETO DE EGEHARIA CIVIL ECV DISCIPLIA: TGT41006 FUDAMETOS DE ESTATÍSTICA 3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Meddas umércas

Leia mais

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca nº 256/2009-SRE/ANEEL Brasíla, 29 de julho de 2009 METODOLOGIA E ÁLULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca n o 256/2009 SRE/ANEEL Em 29 de julho de 2009. Processo nº 48500.004295/2006-48

Leia mais

IX CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIAS TÉRMICAS. 9th BRAZILIAN CONGRESS OF THERMAL ENGINEERING AND SCIENCES

IX CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIAS TÉRMICAS. 9th BRAZILIAN CONGRESS OF THERMAL ENGINEERING AND SCIENCES IX CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIAS TÉRMICAS 9th BRAZILIAN CONGRESS OF THERMAL ENGINEERING AND SCIENCES Paper CIT02-0026 METODOLOGIA PARA CORRELAÇÃO DE DADOS CINÉTICOS ENTRE AS TÉCNICAS DE

Leia mais

2 Incerteza de medição

2 Incerteza de medição 2 Incerteza de medção Toda medção envolve ensaos, ajustes, condconamentos e a observação de ndcações em um nstrumento. Este conhecmento é utlzado para obter o valor de uma grandeza (mensurando) a partr

Leia mais

1. CORRELAÇÃO E REGRESSÃO LINEAR

1. CORRELAÇÃO E REGRESSÃO LINEAR 1 CORRELAÇÃO E REGREÃO LINEAR Quando deseja-se estudar se exste relação entre duas varáves quanttatvas, pode-se utlzar a ferramenta estatístca da Correlação Lnear mples de Pearson Quando essa correlação

Leia mais

ALGORITMO E PROGRAMAÇÃO

ALGORITMO E PROGRAMAÇÃO ALGORITMO E PROGRAMAÇÃO 1 ALGORITMO É a descrção de um conjunto de ações que, obedecdas, resultam numa sucessão fnta de passos, atngndo um objetvo. 1.1 AÇÃO É um acontecmento que a partr de um estado ncal,

Leia mais

Informação. Nota: Tradução feita por Cláudio Afonso Kock e Sérgio Pinheiro de Oliveira.

Informação. Nota: Tradução feita por Cláudio Afonso Kock e Sérgio Pinheiro de Oliveira. Informação Esta publcação é uma tradução do Gua de Calbração EURAMET Gua para a Estmatva da Incerteza em Medções de Dureza (EURAMET/cg-16/v.01, July 007). Os dretos autoras do documento orgnal pertencem

Leia mais

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PÓS-GRADUAÇÃO - I CICPG SUL BRASIL Florianópolis 2010

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PÓS-GRADUAÇÃO - I CICPG SUL BRASIL Florianópolis 2010 Floranópols 200 ANÁLISE COMPARATIVA DA INFLUÊNCIA DA NEBULOSIDADE E UMIDADE RELATIVA SOBRE A IRRADIAÇÃO SOLAR EM SUPERFÍCIE Eduardo Wede Luz * ; Nelson Jorge Schuch ; Fernando Ramos Martns 2 ; Marco Cecon

Leia mais

Software. Guia do professor. Como comprar sua moto. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

Software. Guia do professor. Como comprar sua moto. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação números e funções Gua do professor Software Como comprar sua moto Objetvos da undade 1. Aplcar o conceto de juros compostos; 2. Introduzr o conceto de empréstmo sob juros; 3. Mostrar aplcações de progressão

Leia mais

Universidade Salvador UNIFACS Cursos de Engenharia Cálculo IV Profa: Ilka Rebouças Freire. Integrais Múltiplas

Universidade Salvador UNIFACS Cursos de Engenharia Cálculo IV Profa: Ilka Rebouças Freire. Integrais Múltiplas Unversdade Salvador UNIFACS Cursos de Engenhara Cálculo IV Profa: Ilka ebouças Frere Integras Múltplas Texto 3: A Integral Dupla em Coordenadas Polares Coordenadas Polares Introduzremos agora um novo sstema

Leia mais

Avaliação da Tendência de Precipitação Pluviométrica Anual no Estado de Sergipe. Evaluation of the Annual Rainfall Trend in the State of Sergipe

Avaliação da Tendência de Precipitação Pluviométrica Anual no Estado de Sergipe. Evaluation of the Annual Rainfall Trend in the State of Sergipe Avalação da Tendênca de Precptação Pluvométrca Anual no Estado de Sergpe Dandara de Olvera Félx, Inaá Francsco de Sousa 2, Pablo Jónata Santana da Slva Nascmento, Davd Noguera dos Santos 3 Graduandos em

Leia mais

ANÁLISE DE CONFIABILIDADE DO MODELO SCS-CN EM DIFERENTES ESCALAS ESPACIAIS NO SEMIÁRIDO

ANÁLISE DE CONFIABILIDADE DO MODELO SCS-CN EM DIFERENTES ESCALAS ESPACIAIS NO SEMIÁRIDO ANÁLISE DE CONFIABILIDADE DO MODELO SCS-CN EM DIFERENTES ESCALAS ESPACIAIS NO SEMIÁRIDO J. W. B. Lopes 1 ; E. A. R. Pnhero 2 ; J. R. de Araújo Neto 3 ; J. C. N. dos Santos 4 RESUMO: Esse estudo fo conduzdo

Leia mais

2 Máquinas de Vetor Suporte 2.1. Introdução

2 Máquinas de Vetor Suporte 2.1. Introdução Máqunas de Vetor Suporte.. Introdução Os fundamentos das Máqunas de Vetor Suporte (SVM) foram desenvolvdos por Vapnk e colaboradores [], [3], [4]. A formulação por ele apresentada se basea no prncípo de

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização Gestão de Obras Públcas Aula 2 Profa. Elsamara Godoy Montalvão Organzação da Aula Tópcos que serão abordados na aula Admnstração e Gestão Muncpal Problemas Admnstração e Gestão Muncpal Gestão do Conhecmento

Leia mais

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento Análse Econômca da Aplcação de Motores de Alto Rendmento 1. Introdução Nesta apostla são abordados os prncpas aspectos relaconados com a análse econômca da aplcação de motores de alto rendmento. Incalmente

Leia mais

1 Princípios da entropia e da energia

1 Princípios da entropia e da energia 1 Prncípos da entropa e da energa Das dscussões anterores vmos como o conceto de entropa fo dervado do conceto de temperatura. E esta últma uma conseqüênca da le zero da termodnâmca. Dentro da nossa descrção

Leia mais

MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL

MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL IT 90 Prncípos em Agrcultura de Precsão IT Departamento de Engenhara ÁREA DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL Carlos Alberto Alves Varella Para o mapeamento da varabldade espacal

Leia mais

INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DE ERROS NAS MEDIDAS DE GRANDEZAS FÍSICAS

INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DE ERROS NAS MEDIDAS DE GRANDEZAS FÍSICAS Físca Laboratoral Ano Lectvo 003/04 ITRODUÇÃO AO CÁLCULO DE ERROS AS MEDIDAS DE GRADEAS FÍSICAS. Introdução.... Erros de observação: erros sstemátcos e erros fortutos ou acdentas... 3. Precsão e rgor...3

Leia mais

Controlo Metrológico de Contadores de Gás

Controlo Metrológico de Contadores de Gás Controlo Metrológco de Contadores de Gás José Mendonça Das (jad@fct.unl.pt), Zulema Lopes Perera (zlp@fct.unl.pt) Departamento de Engenhara Mecânca e Industral, Faculdade de Cêncas e Tecnologa da Unversdade

Leia mais

LOCALIZAÇÃO ESPACIAL DA MÃO DO USUÁRIO UTILIZANDO WII REMOTE. Ricardo Silva Tavares 1 ; Roberto Scalco 2

LOCALIZAÇÃO ESPACIAL DA MÃO DO USUÁRIO UTILIZANDO WII REMOTE. Ricardo Silva Tavares 1 ; Roberto Scalco 2 LOCALIZAÇÃO ESPACIAL DA MÃO DO USUÁRIO UTILIZANDO WII REMOTE Rcardo Slva Tavares 1 ; Roberto Scalco 1 Aluno de Incação Centífca da Escola de Engenhara Mauá (EEM/CEUN-IMT); Professor da Escola de Engenhara

Leia mais

Termodinâmica e Termoquímica

Termodinâmica e Termoquímica Termodnâmca e Termoquímca Introdução A cênca que trata da energa e suas transformações é conhecda como termodnâmca. A termodnâmca fo a mola mestra para a revolução ndustral, portanto o estudo e compreensão

Leia mais

Princípios do Cálculo de Incertezas O Método GUM

Princípios do Cálculo de Incertezas O Método GUM Prncípos do Cálculo de Incertezas O Método GUM João Alves e Sousa Laboratóro Regonal de Engenhara Cvl - LREC Rua Agostnho Perera de Olvera, 9000-64 Funchal, Portugal. E-mal: jasousa@lrec.pt Resumo Em anos

Leia mais

Uso dos gráficos de controle da regressão no processo de poluição em uma interseção sinalizada

Uso dos gráficos de controle da regressão no processo de poluição em uma interseção sinalizada XXIII Encontro Nac. de Eng. de Produção - Ouro Preto, MG, Brasl, 1 a 4 de out de 003 Uso dos gráfcos de controle da regressão no processo de polução em uma nterseção snalzada Luz Delca Castllo Vllalobos

Leia mais

O Método de Redes Neurais com Função de Ativação de Base Radial para Classificação em Data Mining

O Método de Redes Neurais com Função de Ativação de Base Radial para Classificação em Data Mining O Método de Redes Neuras com Função de Atvação de Base Radal para Classfcação em Data Mnng Ana Paula Scott 1, Mersandra Côrtes de Matos 2, Prscyla Walesa T. A. Smões 2 1 Acadêmco do Curso de Cênca da Computação

Leia mais

Estimativa dos fluxos turbulentos de calor sensível, calor latente e CO 2, sobre cana-de-açúcar, pelo método do coespectro.

Estimativa dos fluxos turbulentos de calor sensível, calor latente e CO 2, sobre cana-de-açúcar, pelo método do coespectro. Estmatva dos fluxos turbulentos de calor sensível, calor latente e CO 2, sobre cana-de-açúcar, pelo método do coespectro. O. L. L. Moraes 1, H. R. da Rocha 2, M. A. Faus da Slva Das 2, O Cabral 3 1 Departamento

Leia mais

CQ110 : Princípios de FQ

CQ110 : Princípios de FQ CQ110 : Prncípos de FQ CQ 110 Prncípos de Físco Químca Curso: Farmáca Prof. Dr. Marco Vdott mvdott@ufpr.br Potencal químco, m potencal químco CQ110 : Prncípos de FQ Propredades termodnâmcas das soluções

Leia mais

Goal Programming como Ferramenta de Gestão

Goal Programming como Ferramenta de Gestão Resumo Goal Programmng como Ferramenta de Gestão Dmtr Pnhero SANTANNA Fláva Zóbol DALMÁCIO Lucene Laurett RANGEL Valcemro NOSSA O objetvo deste artgo é demonstrar como o gestor pode aplcar a técnca do

Leia mais

PROJECTO DO LAYOUT DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS

PROJECTO DO LAYOUT DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS 2 PROJECTO DO LAYOUT DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS Determnar a sequênca de operações de fabrco, quas e quantos recursos estão dsponíves para cada tpo de operação, como fluem os materas e as pessoas, qual

Leia mais

Estudo para Implementação de um Sistema de Roteirização e um Novo Centro de Distribuição para uma Empresa de Água Mineral do Sul de Minas Gerais

Estudo para Implementação de um Sistema de Roteirização e um Novo Centro de Distribuição para uma Empresa de Água Mineral do Sul de Minas Gerais Estudo para Implementação de um Sstema de Roterzação e um Novo Centro de Dstrbução para uma Empresa de Água Mneral do Sul de Mnas Geras Ilton Curty Leal Junor ltoncurty@gmal.com UFF Dego de Olvera Pexoto

Leia mais

RM 68 INCERTEZA DE MEDIÇÃO: GUIA PRÁTICO DO AVALIADOR DE LABORATÓRIOS SUMÁRIO 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA

RM 68 INCERTEZA DE MEDIÇÃO: GUIA PRÁTICO DO AVALIADOR DE LABORATÓRIOS SUMÁRIO 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA RM 68 INCERTEZA DE MEDIÇÃO: GUIA PRÁTICO DO AVALIADOR DE LABORATÓRIOS PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REVISÃO: 05 ABR/013 SUMÁRIO 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES

Leia mais

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis.

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis. EXERCICIOS AVALIATIVOS Dscplna: ECONOMETRIA Data lmte para entrega: da da 3ª prova Valor: 7 pontos INSTRUÇÕES: O trabalho é ndvdual. A dscussão das questões pode ser feta em grupo, mas cada aluno deve

Leia mais

Universidade Federal da Bahia Instituto de Física Departamento de Física da Terra e do Meio Ambiente TEXTOS DE LABORATÓRIO T E O R I A D E E R R O S

Universidade Federal da Bahia Instituto de Física Departamento de Física da Terra e do Meio Ambiente TEXTOS DE LABORATÓRIO T E O R I A D E E R R O S Unversdade Federal da Baha Insttuto de Físca Departamento de Físca da Terra e do Meo Ambente TEXTOS DE LABORATÓRIO T E O R I A D E E R R O S Físca I SALVADOR, BAHIA 013 1 Prefáco Esta apostla é destnada

Leia mais

INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE DADOS NAS MEDIDAS DE GRANDEZAS FÍSICAS

INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE DADOS NAS MEDIDAS DE GRANDEZAS FÍSICAS Físca Laboratoral Ano Lectvo 003/04 ITRODUÇÃO À AÁLISE DE DADOS AS MEDIDAS DE GRADEZAS FÍSICAS. Introdução.... Erros de observação: erros sstemátcos e erros fortutos ou acdentas... 3. Precsão e rgor...4

Leia mais

Estimativa da fração da vegetação a partir de dados AVHRR/NOAA

Estimativa da fração da vegetação a partir de dados AVHRR/NOAA Estmatva da fração da vegetação a partr de dados AVHRR/NOAA Fabane Regna Cunha Dantas 1, Céla Campos Braga, Soetâna Santos de Olvera 1, Tacana Lma Araújo 1 1 Doutoranda em Meteorologa pela Unversdade Federal

Leia mais

Física. Setor A. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 25 (pág. 86) AD TM TC. Aula 26 (pág. 86) AD TM TC. Aula 27 (pág.

Física. Setor A. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 25 (pág. 86) AD TM TC. Aula 26 (pág. 86) AD TM TC. Aula 27 (pág. Físca Setor Prof.: Índce-controle de studo ula 25 (pág. 86) D TM TC ula 26 (pág. 86) D TM TC ula 27 (pág. 87) D TM TC ula 28 (pág. 87) D TM TC ula 29 (pág. 90) D TM TC ula 30 (pág. 90) D TM TC ula 31 (pág.

Leia mais

CORRELAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE FASES DO SISTEMA MULTICOMPONENTE ÉSTERES ETÍLICOS DO ÓLEO DE MURUMURU/DIÓXIDO DE CARBONO COM A EQUAÇÃO SRK

CORRELAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE FASES DO SISTEMA MULTICOMPONENTE ÉSTERES ETÍLICOS DO ÓLEO DE MURUMURU/DIÓXIDO DE CARBONO COM A EQUAÇÃO SRK CORRELAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE FASES DO SISTEMA MULTICOMPONENTE ÉSTERES ETÍLICOS DO ÓLEO DE MURUMURU/DIÓXIDO DE CARBONO COM A EQUAÇÃO SRK Welsson de Araújo SILVA PRODERNA/ITEC/UFPA waslva89@hotmal.com Fernando

Leia mais

TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIAS EM LINHAS DE PRODUÇÃO: MODELOS, RESULTADOS E DISCUSSÕES 1

TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIAS EM LINHAS DE PRODUÇÃO: MODELOS, RESULTADOS E DISCUSSÕES 1 XIV ELAVIO El Fuerte Snaloa Méxco 9-14 de agosto de 2009 TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIAS EM LINHAS DE PRODUÇÃO: MODELOS RESULTADOS E DISCUSSÕES 1 Mayron César de O. Morera Lana Mara R. Santos Alysson M.

Leia mais

Controle de qualidade de produto cartográfico aplicado a imagem de alta resolução

Controle de qualidade de produto cartográfico aplicado a imagem de alta resolução Controle de qualdade de produto cartográfco aplcado a magem de alta resolução Nathála de Alcântara Rodrgues Alves¹ Mara Emanuella Frmno Barbosa¹ Sydney de Olvera Das¹ ¹ Insttuto Federal de Educação Cênca

Leia mais

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA Metodologa IHFA - Índce de Hedge Funds ANBIMA Versão Abrl 2011 Metodologa IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA 1. O Que é o IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA? O IHFA é um índce representatvo da ndústra de hedge

Leia mais

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para Objetvos da aula Essa aula objetva fornecer algumas ferramentas descrtvas útes para escolha de uma forma funconal adequada. Por exemplo, qual sera a forma funconal adequada para estudar a relação entre

Leia mais

Sempre que surgir uma dúvida quanto à utilização de um instrumento ou componente, o aluno deverá consultar o professor para esclarecimentos.

Sempre que surgir uma dúvida quanto à utilização de um instrumento ou componente, o aluno deverá consultar o professor para esclarecimentos. Insttuto de Físca de São Carlos Laboratóro de Eletrcdade e Magnetsmo: Transferênca de Potênca em Crcutos de Transferênca de Potênca em Crcutos de Nesse prátca, estudaremos a potênca dsspada numa resstênca

Leia mais

ALGORITMOS GENÉTICOS COMO FERRAMENTA AUXILIAR NA TOMADA DE DECISÃO EM ATIVIDADES DE GESTÃO AGROINDUSTRIAL

ALGORITMOS GENÉTICOS COMO FERRAMENTA AUXILIAR NA TOMADA DE DECISÃO EM ATIVIDADES DE GESTÃO AGROINDUSTRIAL ALGORITMOS GENÉTICOS COMO FERRAMENTA AUXILIAR NA TOMADA DE DECISÃO EM ATIVIDADES DE GESTÃO AGROINDUSTRIAL Danlo Augusto Hereda VIEIRA 1 Celso Correa de SOUZA 2 José Francsco dos REIS NETO 3 Resumo. As

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 00 ODELOS ATEÁTICOS E CONSUO DE ENERGIA ELÉTRICA Clece de Cássa Franco Cdade Centro Unverstáro Francscano klleyce@hotmal.com Leandra Anversa Foreze Centro Unverstáro Francscano

Leia mais

Figura 8.1: Distribuição uniforme de pontos em uma malha uni-dimensional. A notação empregada neste capítulo para avaliação da derivada de uma

Figura 8.1: Distribuição uniforme de pontos em uma malha uni-dimensional. A notação empregada neste capítulo para avaliação da derivada de uma Capítulo 8 Dferencação Numérca Quase todos os métodos numércos utlzados atualmente para obtenção de soluções de equações erencas ordnáras e parcas utlzam algum tpo de aproxmação para as dervadas contínuas

Leia mais

Metodologia para Eficientizar as Auditorias de SST em serviços contratados Estudo de caso em uma empresa do setor elétrico.

Metodologia para Eficientizar as Auditorias de SST em serviços contratados Estudo de caso em uma empresa do setor elétrico. Metodologa para Efcentzar as Audtoras de SST em servços contratados Estudo de caso em uma empresa do setor elétrco. Autores MARIA CLAUDIA SOUSA DA COSTA METHODIO VAREJÃO DE GODOY CHESF COMPANHIA HIDRO

Leia mais

Cálculo do Conceito ENADE

Cálculo do Conceito ENADE Insttuto aconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera IEP Mnstéro da Educação ME álculo do onceto EADE Para descrever o cálculo do onceto Enade, prmeramente é mportante defnr a undade de observação

Leia mais

MODELO RECEPTOR MODELO RECEPTOR MODELO RECEPTOR. Princípio do modelo:

MODELO RECEPTOR MODELO RECEPTOR MODELO RECEPTOR. Princípio do modelo: MODELO RECEPTOR Não modela a dspersão do contamnante. MODELO RECEPTOR Prncípo do modelo: Atacar o problema de dentfcação da contrbução da fonte em ordem nversa, partndo da concentração do contamnante no

Leia mais

Métodos de Monitoramento de Modelo Logit de Credit Scoring

Métodos de Monitoramento de Modelo Logit de Credit Scoring Métodos de Montoramento de Modelo Logt de Credt Scorng Autora: Armando Chnelatto Neto, Roberto Santos Felíco, Douglas Campos Resumo Este artgo dscute algumas técncas de montoramento de modelos de Credt

Leia mais

Experiência V (aulas 08 e 09) Curvas características

Experiência V (aulas 08 e 09) Curvas características Experênca (aulas 08 e 09) Curvas característcas 1. Objetvos 2. Introdução 3. Procedmento expermental 4. Análse de dados 5. Referêncas 1. Objetvos Como no expermento anteror, remos estudar a adequação de

Leia mais

Camila Spinassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Camila Spinassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Camla Spnassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Vtóra Agosto de 2013 Camla Spnassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Leia mais

AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO

AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO Celestno Rodrgues Ruvo Área Departamental de Engenhara Mecânca, Escola Superor de Tecnologa da Unversdade do Algarve, 8000 Faro, Portugal

Leia mais

Modelo de distribuição de recursos para o transporte escolar rural a partir dos princípios da igualdade e da equidade

Modelo de distribuição de recursos para o transporte escolar rural a partir dos princípios da igualdade e da equidade Modelo de dstrbução de recursos para o transporte escolar rural a partr dos prncípos da gualdade e da equdade Alan Rcardo da Slva 1 ; Yaeko Yamashta 2 Resumo: O transporte escolar rural consttu um mportante

Leia mais

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 Rcardo Kuresk 2 Glson Martns 3 Rossana Lott Rodrgues 4 1 - INTRODUÇÃO 1 2 3 4 O nteresse analítco pelo agronegóco exportador

Leia mais

Palavras-chaves detector infravermelho, transmissão atmosférica, atenuação. I. INTRODUÇÃO

Palavras-chaves detector infravermelho, transmissão atmosférica, atenuação. I. INTRODUÇÃO Atenuação atmosférca da Radação Infravermelha: Influênca de elevados níves hgrométrcos no desempenho operaconal de mísses ar-ar. André Gustavo de Souza Curtyba, Rcardo A. Tavares Santos, Fabo Durante P.

Leia mais

PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS E OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS MISTOS

PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS E OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS MISTOS PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS E OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS MISTOS Smone P. Saramago e Valder Steffen Jr UFU, Unversdade Federal de Uberlânda, Curso de Engenhara Mecânca Av. João Naves de Ávla, 2160, Santa Mônca,

Leia mais

MODELO DE FILA HIPERCUBO COM MÚLTIPLO DESPACHO E BACKUP PARCIAL PARA ANÁLISE DE SISTEMAS DE ATENDIMENTO MÉDICO EMERGENCIAIS EM RODOVIAS

MODELO DE FILA HIPERCUBO COM MÚLTIPLO DESPACHO E BACKUP PARCIAL PARA ANÁLISE DE SISTEMAS DE ATENDIMENTO MÉDICO EMERGENCIAIS EM RODOVIAS versão mpressa ISSN 00-7438 / versão onlne ISSN 678-542 MODELO DE FILA HIPERCUBO COM MÚLTIPLO DESPACHO E BACKUP PARCIAL PARA ANÁLISE DE SISTEMAS DE ATENDIMENTO MÉDICO EMERGENCIAIS EM RODOVIAS Ana Paula

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO MODAL DE PLATAFORMA OFFSHORE ATRAVÉS DE PROVA DE CARGA DINÂMICA

CARACTERIZAÇÃO MODAL DE PLATAFORMA OFFSHORE ATRAVÉS DE PROVA DE CARGA DINÂMICA CARACTERIZAÇÃO MODAL DE PLATAFORMA OFFSHORE ATRAVÉS DE PROVA DE CARGA DINÂMICA Cláudo José Martns a, Tago A. Soares b e Alberto Ortgão b a Federal Centre for Technologcal Educaton of Mnas Geras, Department

Leia mais

UMA ABORDAGEM ALTERNATIVA PARA O ENSINO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS NO NÍVEL MÉDIO E INÍCIO DO CURSO SUPERIOR

UMA ABORDAGEM ALTERNATIVA PARA O ENSINO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS NO NÍVEL MÉDIO E INÍCIO DO CURSO SUPERIOR UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EATAS DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA UMA ABORDAGEM ALTERNATIVA PARA O ENSINO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS NO NÍVEL MÉDIO E INÍCIO DO CURSO SUPERIOR

Leia mais

METODOLOGIA PARA O CÁLCULO DE VAZÃO DE UMA SEÇÃO TRANSVERSAL A UM CANAL FLUVIAL. Iran Carlos Stalliviere Corrêa RESUMO

METODOLOGIA PARA O CÁLCULO DE VAZÃO DE UMA SEÇÃO TRANSVERSAL A UM CANAL FLUVIAL. Iran Carlos Stalliviere Corrêa RESUMO Semnáro Anual de Pesqusas Geodéscas na UFRGS, 2. 2007. UFRGS METODOLOGIA PARA O CÁLCULO DE VAZÃO DE UMA SEÇÃO TRANSVERSAL A UM CANAL FLUVIAL Iran Carlos Stallvere Corrêa Insttuto de Geocêncas UFRGS Departamento

Leia mais

Algarismos Significativos Propagação de Erros ou Desvios

Algarismos Significativos Propagação de Erros ou Desvios Algarsmos Sgnfcatvos Propagação de Erros ou Desvos L1 = 1,35 cm; L = 1,3 cm; L3 = 1,30 cm L4 = 1,4 cm; L5 = 1,7 cm. Qual destas meddas está correta? Qual apresenta algarsmos com sgnfcado? O nstrumento

Leia mais

Palavras-chaves: Gráficos de controle, ambiente R, análise estatística multivariada

Palavras-chaves: Gráficos de controle, ambiente R, análise estatística multivariada A ntegração de cadeas produtvas com a abordagem da manufatura sustentável. Ro de Janero, RJ, Brasl, 13 a 16 de outubro de 2008 O DESENVOLVIMENTO DE GRÁFICOS DE CONTROLE MCUSUM E MEWMA EM AMBIENTE R COMO

Leia mais

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL. A FUNÇÃO DE PRODUÇÃO E SUPERMERCADOS NO BRASIL ALEX AIRES CUNHA (1) ; CLEYZER ADRIAN CUNHA (). 1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL;.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

Leia mais