Modelagem matemática de kanbans em uma empresa de manufatura enxuta

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Modelagem matemática de kanbans em uma empresa de manufatura enxuta"

Transcrição

1 Modelagem matemátca de kanbans em uma empresa de manufatura enxuta João Flávo de Fretas Almeda RESUMO Este artgo apresenta a elaboração de um modelo matemátco de programação lnear era para determnar a quantdade ótma de kanbans em uma empresa fabrcante de medalhas, pns e chaveros que adoda a estratéga de gestão do fluxo de materal por meo de manufatura enxuta. O estudo fo motvado pelo sgnfcatvo aumento de peddos não entregues no prazo e pela escassez de publcações sobre modelagem matemátca de kanbans para problemas reas de produção. A empresa estudada adotava o kanbanna gestão do fluxo de materal por ser de baxo custo de mplantação e de fácl entendmento pela mão de obra presente. O plano de produção proposto pelo modelo apresenta desempenho superor se comparado à realdade atual da empresa. O atendmento da demanda dentro do prazo prevsto e a redução de custos de estoque e materal estão entre as prncpas vantagens apresentadas. Palavras-chave: Planejamento da produção, Kanban, Programação matemátca. Kanbans mathematcal modelng on a lean manufacturng company ABSTRACT Ths paper presents the development of a mathematcal eger lnear model to determne the optmum amount of kanbans of a manufacturer of medals, pns and key chans that adopt the strategy of managng ts materal flow through lean manufacturng. The study was motvated by the sgnfcant ncrease of not delvered orders and because of the lack of publcatons on kanbans mathematcal modelng on real problems. The company studed adopted kanban to ts materals flow management due to low cost of deployment and easy understandng by labors. The proposed developed producton plan shows superor performance compared to the current realty system based on ths technque has a better performance compared to the current realty of the company. Satsfyng the demand wthn the deadlne and reduce the cost of nventory and materals are among the man advantages presented. Keywords: Producton plannng, Kanban, Mathematcal programmng. 185 Revsta Eletrônca Produção & Engenhara, v. 2, n. 2, p , Jul./Dez. 2009

2 Modelagem matemátca de kanbans em uma empresa de manufatura enxuta 1. Introdução Sstemas de Manufatura Enxuta buscam melhorar a forma de organzar e gerencar os relaconamentos de uma empresa com seus clentes, cadea de fornecedores, desenvolvmento de produtos e operações de produção através da dmnução sstemátca de desperdícos. Para consegur esses objetvos, técncas como produção em pequenos lotes, redução de setup, redução de estoques e foco na qualdade devem ser utlzadas. A técnca de controle de fluxo de materal e organzação da produção mas conhecda em sstemas de produção puxada é o sstema kanban. Meddas de desempenho permtem vsualzar a performance dos processos que utlzam o kanban como estratéga de controle de fluxo de materal. Os ndcadores de desempenho utlzado nesses sstemas: () lead tme de produção, ou seja, o tempo necessáro para produzr uma ordem de produção. Nesse caso, o kanban permte determnar o momento que a ordem de produção fo ncada (o momento que o kanban fo colocado no posto); () o estoque em processo; () o número de produtos acabados; (v) o nível de servço; e (v) o tempo de resposta ao clente. Este estudo fo motvado pelo sstema de produção de medalhas, pns e chaveros em uma empresa de manufatura enxuta, onde o sgnfcatvo aumento da demanda e o crescmento desestruturado elevaram o percentual no número de peddos não entregues no prazo. Dessa forma, o kanban fo adotado pelo fato de apresentar baxo custo de mplantação e fácl entendmento pela mão de obra presente. A modelagem matemátca desse sstema fornece nformações precsas e de maor representatvdade, auxlando a redução global dos custos de produção. O objetvo do estudo fo demonstrar que técncas de programação matemátca aplcadas a um problema real de planejamento da produção reduzem o custo operaconal e garantem o atendmento da demanda. Essa ferramenta se torna estratégca para a empresa atngr o dferencal compettvo, pos esses produtos apresentam curto cclo de vda. Dessa forma, a necessdade de replanejamento (através da alteração do número de kanbans) e nserção de dferentes tpos de modelos na produção é vtal. Busca-se, então, encontrar não só uma solução que atenda às necessdades pura e smplesmente de atendmento de demanda, mas encontrar a quantdade de kanbans que mnmze o custo total de produção. O artgo está organzado na segue forma: na próxma seção, tem-se uma revsão do uso de kanbans para controle de fluxo de materal em ambente de manufatura enxuta. Em seguda, na seção 3 é dada a descrção do processo de produção e a metodologa utlzada para tratamento do problema. A modelagem do problema é proposta na seção 4. Na seção 5 são apresentados os resultados computaconas, sua análse e a comparação com a prátca atual. Fnalmente, na seção 6 encontraramse conclusões e recomendações para trabalhos futuros. 2. Uso de kanbans em sstemas enxutos de produção A técnca de controle de fluxo de materal por kanban em ambentes de manufatura enxuta tem sdo muto dfundda pelos países de todo o mundo após o sucesso da sua aplcabldade no sstema just n tme na Toyota, no Japão, permtndo que esta se tornasse, em mao de 2007, a maor montadora de automóves do mundo. Entretanto, a técnca adotada na Toyota ncorporava as condções ambentas do país. A presença de fornecedores e clentes próxmos à fábrca montadora e a necessdade de dmnur gastos com movmentação, transporte e lmpeza permtam que o sstema fosse adaptado com sucesso. Dessa forma, a dfusão da técnca de controle de fluxo de materal por kanban em outros países deve ser estudada vsando à sua adaptabldade às condções ambentas que cada empresa apresenta. Uma revsão sobre manufatura enxuta pode ser vsta em Godnho e Fernandes (2004), enquanto Berkley (1992) fez revsão do controle da produção por kanbans por dversas metodologas. Esse artgo apresenta elementos como determnação do número de kanbans, meddas de desempenho, frequêncas de manuseo de materal e nfluênca do tamanho do contaner. Segundo Berkley (1992), o elemento comum que dstngue o sstema kanban dos métodos convenconas de controle de fluxo de materal é a exstênca de estoque em processo fnto e, portanto, um sstema de bloqueo de estações de trabalho. Sstemas puxados não são baseados em prevsões. Cada estágo produz à taxa e quantdade que o estágo sucessor demanda. Isso evta a produção de tens extra e reduz a acumulação de Revsta Eletrônca Produção & Engenhara, v. 2, n. 2, p , Jul./Dez

3 João Flávo de Fretas Almeda estoques. O funconamento do kanban, em estações de trabalho, é apresentado em Monden (1983) e representado esquematcamente na Fgura 4. O sstema kanban funcona, em sua orgnaldade, na segue forma: perodcamente, o carregador de matera, remove todos os kanbans do posto de kanban de transporte da estação sucessora. O carregador de materal leva esses kanbans para o ponto de estoque da sua estação de trabalho. Assumndo que o materal correspondente aos kanbans de transporte está dsponível ao fnal da estação de trabalho, o carregador de materal descola o kanban de produção que estava colado nos contaneres cheos e o coloca no posto de recebmento. Os kanbans de produção são movdos e colocados no posto de kanban de ordem de produção da estação de trabalho. Para cada kanban descolado, o carregador de materal cola no lugar deste um kanban de transporte. O carregador retorna os contaneres cheos e seus kanbans de transporte para a ponto de entrada de materal da estação sucessora. No caso do estoque de materal de saída da estação de trabalho não for sufcente para satsfazer a demanda da estação sucessora, o carregador retra apenas os contaneres cheos. Os kanbans extras de transporte são retornados ao posto de kanban de transporte da estação orgnal. Assumndo que a estação sucessora esteja ocosa, que um kanban de produção esteja dsponível no posto de kanban de ordem de produção e um contaner cheo de materal esteja dsponível no ponto de entrada de materal, o trabalho é ncado. Quando sso acontece, o contaner cheo (com kanbans de transporte colado neles) é movdo do ponto de entrada de materal da estação sucessora para a estação de trabalho. Quando a estação sucessora enche um contaner de materal, é retrado o kanban de produção correspondente do posto de ordem de produção e este é colado no contaner que acabou de ser completado. O contaner cheo, com o kanban de produção neste, é então transportado para a fla de saída de materal, de manera tal que o carregador de materal que está na estação segue possa retrar o materal. Para pedr mas matérasprmas, a estação sucessora remove os kanbans de transporte dos contaneres que acabaram de fcar vazo e coloca os no posto de kanbans de transporte do ponto de estoque sucessor. Lage e Godnho (2005), após estudo sobre a evolução de pesqusas sobre o kanban, afrmaram que há desencontro entre o que é nvestgado e o que realmente eressa na prátca. Poucos autores focam seus estudos em formas de reduzr custos, dmnur estoques e aumentar a flexbldade da produção. Há também grande desconhecmento das vantagens e desvantagens por parte dos usuáros fnas do kanban e seu propósto dentro das necessdades e condções da empresa. Mutos fatores contrbuem para a confusão e dfculdade de entendmento dos resultados das pesqusas. Há consenso de que, em um sstema de dos cartões, a quantdade de kanbans de transporte deve ser gual à de kanbans de produção, entretanto não há, necessaramente, tal necessdade. A determnação do tempo exato de movmentação de kanbans e materal é outro questo pouco explorado na lteratura. Kanbans funconam como mecansmo de bloqueo. Se o estoque da estação subsequente está completo, então a estação deve fcar ocosa até que algum tem saa do estoque. Durante esse tempo, a estação é caracterzada como bloqueada. Quando não exste dstânca entre estações, o sstema de cartão únco é adotado e as estações são bloqueadas pelo tamanho total da fla (tens no supermercado), enquanto em sstema de dos cartões exste dstânca entre as estações, e um sstema de busca e manuseo de materal passa a ser necessáro. Segundo Berkley (apud MONDEN, 1983), sstemas de dos cartões podem adotar tanto a estratéga de quantdade fxa cclo de retrada rregular (o peddo de materal é feto quando o número de cartões atnge determnado ponto de ordem) quanto o cclo de retrada regular quantdade varada. Geralmente, o ponto de ordem é defndo como a quantdade de tens necessáros para abastecer a lnha de produção pelo tempo de reabastecmento de materal. O controle de produção por kanban pode ser resolvdo pela determnação do número de kanbans para alcançar o nível de servço desejado, porém o nível de servço mínmo é determnado, na prátca, por tentatva e erro, com aumento ou redução no número de kanbans. Esse problema é complexo por causa da erdependênca das estações causada pela capacdade fnta de estoque entre elas. Ao assumr tempos determnístcos de processamento, pode-se utlzar modelos multperíodo e multestágo para determnar o número ótmo de kanbans. O objetvo deste trabalho éfo determnar, por meo de programação matemátca, a quantdade de kanbans para os 187 Revsta Eletrônca Produção & Engenhara, v. 2, n. 2, p , Jul./Dez. 2009

4 Modelagem matemátca de kanbans em uma empresa de manufatura enxuta produtos ao longo do período de planejamento, de forma a mnmzar o custo total de estoque no processo produtvo. Segundo Berkley (1992), exstem poucas pesqusas dedcadas ao estudo do tamanho de contaner e lotes de produção. O tamanho de lotes de produção é uma varável de decsão mportante porque afeta o lead tme de produção, o número de kanbans e o estoque em processo. Mutas pesqusas assumem que o tamanho do contaner é dado e o tamanho do lote, consderado como contaner. Estudos para determnar o número de kanbans podem ser vstos em Ardalan (1997) e Sarker e Balan (1996). Este últmo determnou o número de kanbans em um sstema de estágo únco entre duas estações de trabalho para um padrão de varação lnear de demanda, enquanto que Ardalan (1997) fez estudo de quatro varáves de polítca kanban e quatro crtéros de desempenho usando smulação para determnar como cclos de transporte, regras de prordade, status de kanbans de transporte e números de kanbans nfluencam o tempo médo de espera do clente, estoque total, número médo de estoque em processo e estoques ao fnal de cada estação. Choong e Lee (1997) analsaram a adoção de técncas JIT entre pequenas empresas manufatureras (menos de 300 operáros) na Corea, uma vez que há predomnânca desse tpo de empresa nesse país. Groenevelt e Karmarkar (1988) projetaram um sstema kanban dnâmco para pequena ndústra, cujo produto é feto em forno. A produção no nível do chão de fábrca comporta menos de 40 pessoas, o planejamento e controle da produção eram fetos por três pessoas; e recursos e processamento de dados na empresa eram muto escassos. Os estoques têm papel mportante na produção, em que estoques cíclcos são aí mantdos devdo ao trade off que há entre o custo de setup e o custo de manutenção de estoques; estoques de segurança são acumulados como forma de proteção às ncertezas. Dessa forma, no lugar de aumentar a acuráca das prevsões de demanda e lead tmes e desenvolver a manutenção preventva de processos, os gerentes geralmente preferem ncrementar os estoques de segurança. Btran e Chang (1987) apresentaram um modelo de programação matemátca para o sstema kanban numa confguração de produção em estrutura de montagem em formato de árvore, capactado, multestágos e determnístco. Motvados pelo artgo de Btran e Chang (1987), Moeenn e Chang (1990) desenvolveram uma heurístca de resolução smples para computar o número de kanbans em sstemas kanbans multestágos, não capactados com estruturas de árvore de montagem em que cada estação gera um produto por vez, enquanto Watanabe e Hrak (1995) propuseram um modelo de programação matemátca para sstema puxados em um sstema de: () produção, () armazenamento e () transporte multprodutos e multestágos com estrutura de árvore de montagem que leva em consderação a retrada de materal, a produção e a restrção de tempo de setup para lotes de produção. Este artgo apresenta o estudo de caso em uma pequena empresa de manufatura enxuta e consste na utlzação de método quanttatvo de coleta de nformações e descrção da operação em questão. Em seguda é desenvolvdo um estudo aprofundado através de uso de modelos matemátcos para proposção de estratéga de planejamento de produção mas ágl e melhoras na undade de produção. 3. O processo de produção A qualdade dos produtos da empresa e a acetação destes pelo mercado ocasonaram aumento médo de demanda de 36,39% nos períodos estudados de janero a abrl de 2008 em relação a esse mesmo período do ano de 2007, como pode ser vsto no Fgura 1. Entretanto, como consequênca do crescmento desestruturado da empresa houve redução no nível de servço dessa organzação com o aumento de 19,93% de peddos entregues em atraso em relação ao ano de No atual sstema exste a constante necessdade de renegocação, e esse não cumprmento de prazos gera perda de mercado e consequente redução de fdeldade dos clentes. O processo de negocação com o clente é defasado em função da falta de prevsbldade no processo de planejamento da produção. Os sstemas de nformação presentes na empresa não fazem qualquer tpo de cálculo para efetuar o planejamento da produção. O planejamento, dessa forma, é feto de forma empírca pelos gestores do processo. Os coordenadores do processo produtvo também são responsáves pelo recebmento de matéra-prma e despacho de produtos acabados para os clentes. Pouca atenção é dada à atvdade de controle de processo. Revsta Eletrônca Produção & Engenhara, v. 2, n. 2, p , Jul./Dez

5 João Flávo de Fretas Almeda Esse cenáro de produção motvou este estudo em razão da necessdade de mplantação de um sstema de fácl entendmento e gestão. Dessa forma, é necessára a mplantação de metodologa de planejamento e controle de produção levando em consderação a capacdade do processo e do fluxo de materal ao longo do processo produtvo. A estratéga de mapeamento do processo e de modelagem para dmensonamento de kanbans se adequa à real necessdade. A estratéga de modelagem matemátca para determnação do número ótmo de kanbans é uma melhora de planejamento vsando à otmzação do processo de planejamento através da determnação do número ótmo de kanbans necessáros para atender à demanda com o menor nível de estoque em processo. Faz-se necessáro o desenvolvmento de modelo de fácl replcabldade que permta o replanejamento ágl à medda que o cenáro de demanda é alterado. A empresa analsada dedca-se à produção de medalhas, chaveros e pns. Fo fundada em 1996 e possu, atualmente, 50 funconáros. Federações esportvas brasleras e ernaconas, empresas de dferentes atuações, assocações, entdades de classe e órgãos públcos estão entre os seus números clentes. A empresa também exporta seus produtos para países como Japão, Chle, Peru, Espanha, Estados Undos e Austrála. O tpo de produção é maketoordere estabelecda de acordo com as necessdades dos clentes. O tpo de processo de manufatura é do tpo flow shop, com produção de peças a uma varedade méda, em que cada produto compartlha as mesmas matéras-prmas e os mesmos recursos de produção. Os produtos fluem pelos segues processos produtvos: modelagem, fundção, lxamento, rolagem, banhos químcos e pura e embalagem. A Fgura 2 dá uma vsão esquemátca desse processo. Embora smples, o processo apresenta complexdade no que dz respeto à gestão de fluxo de materal, pos se trata de um sstema msto de processo químco e produção dscreta com presença ensa de mão de obra. Fgura 1 - Aumento de demanda relatva aos anos de 2007 e 2008 A dfculdade gerencal no controle da produção ocasona redução no número de peddos entregues no prazo. Na atual confguração do sstema de produção, os peddos tornam-se prordades de acordo com a mportânca do clente e a data de entrega estpulada. A falta de plano de produção gera processos não sncronzados e produção não alnhada. Este trabalho teve como objetvo demonstrar que uma nova estratéga de planejamento e controle da produção dentro do contexto de manufatura enxuta proporcona melhora no nível de servço de uma empresa e o consequente aumento de compettvdade. Fgura 2 - Esquema do processo produtvo O setor de arte da empresa fornece para a fábrca o clchê, que é o molde para a fabrcação das peças. Esse clchê passa por processos de acabamento (lxa, lma, morsa, gulhotna) para se transformar no produto-ploto. Essa peça é reproduzda até que se obtenha quantdade sufcente para preencher toda a área de slcone. O slcone formado é levado a uma prensa e processado por 52 mnutos. Com sso se obtém a matrz, que é levada à fundção para a posteror reprodução das peças. O modelador (Fgura 3) tem 189 Revsta Eletrônca Produção & Engenhara, v. 2, n. 2, p , Jul./Dez. 2009

6 Modelagem matemátca de kanbans em uma empresa de manufatura enxuta a capacdade de fazer por da até cnco clchês e a respectva matrz. O processo de fundção recebe a matrz com o molde das peças a serem fabrcadas. O funddor precsa fazer canas no molde de slcone, os quas são fetos de acordo com o tamanho das peças. Uma lda de znco, alumíno, magnéso e cobre preenche os canas de saída. A matrz va para a centrífuga, onde recebe a lga e é, então, centrfugada, formado as peças. Esse processo é capaz de processar 150 kg de lga por da. Depos de prontas, as peças da fundção passam por um processo de acabamento e lxamento das lateras e seguem para um tambor onde juntamente com xampu e um materal plástco, são roladas e ganham brlho característco. Esse processo também prepara as peças para receberem os banhos químcos. Depos de roladas, as peças seguem para uma centrífuga, onde são secas e, então, levadas para o setor de banho. O rolamento tem capacdade para processar uma área total de ,27 cm² de peças. Fgura 3 - Molde onde as peças são dstrbuídas Fonte: Empresa pesqusada. processo também prepara as peças para receberem os banhos químcos. Depos de roladas, as peças seguem para uma centrífuga, onde são secas e, então, levadas para o setor de banho. O rolamento tem capacdade para processar uma área total de ,27 cm² de peças. As peças que saem do rolamento são amarradas em fos de cobre e levadas para um recpente com desengraxante. Em seguda, elas são mergulhadas em ácdo amorátco durante alguns segundos e, posterormente, levadas para um recpente com atvador. Após o atvador, o processo dvde-se para customzação. Em seguda, têm-se a pura e, ou, o processo de resnagem e, fnalmente, são embaladas. 4. Modelagem matemátca do problema O modelo consdera que cada estágo tem capacdade lmtada de produção em cada período. Uma consderação do modelo é que a proporção de tens é mantda e, assm, é necessáro um contener de produtos do processo predecessor para fazer um contener de produtos do processo sucessor. Uma smplfcação adotada fo atrbur um kanban a um produto; dessa forma, o contener não determna o lote múltplo de produção. Essa smplfcação não compromete a qualdade do planejamento nem a sua vabldade de mplantação prátca, no entanto permte agldade na solução computaconal e vablza o replanejamento em função de qualquer alteração de demanda. Apenas um tpo de kanban entra em crculação. Dos pontos de estoque entre dos estágos de produção possuem relação de proporconaldade. Os índces, parâmetros e varáves de decsão, assm como o modelo, são descrtos a segur: O processo de fundção recebe a matrz com o molde das peças a serem fabrcadas. O funddor Conjuntos: precsa fazer canas no molde de slcone, os quas n - Índce do estágo; n = 1,..., N; são fetos de acordo com o tamanho das peças. Uma t - Índce de períodos (das); t = 1,..., T; e lda de znco, alumíno, magnéso e cobre preenche - Tpos de produtos a serem produzdos; = 1,..., I. os canas de saída. A matrz va para a centrífuga, onde recebe a lga e é, então, centrfugada, formado Parâmetros: as peças. Esse processo é capaz de processar 150 kg de lga por da. Depos de prontas, as peças da C n - Custo por contener de estoque em processo fundção passam por um processo de acabamento e do tem no estágo n; lxamento das lateras e seguem para um tambor onde juntamente com xampu e um materal plástco, Dt - Demanda por produto fnal em termos de são roladas e ganham brlho característco. Esse números eros de conteneres cheos do tem no período t; e Revsta Eletrônca Produção & Engenhara, v. 2, n. 2, p , Jul./Dez

7 João Flávo de Fretas Almeda K n - Capacdade dsponível para produção do tem no estágo n; e An - Capacdade dsponível para armazenamento do tem no estágo n. Varáves de Decsão: U - Número de kanbans soltos preparados para dsparar a produção do produto no níco do tempo t no estágo n; U n0 é o número de kanbans nserdos no estágo n no níco do horzonte de planejamento. W - Número de contaneres cheos (com os respectvos kanbans) sobrando do produto no estágo n ao fnal do tempo t; Wn0 é o número de conteneres cheos de tens prontos no estágo n no níco do horzonte de planejamento. X - Número de kanbans que dsparam a produção para o tem no estágo n, no nstante t. Fgura 4 - Gestão do fluxo de materal por kanban Fonte: Elaboração própra. O modelo é descrto pela segue formulação: Mn N n= 1 Cn ( U n0 + Wn0 ) (0) s.t. Wn( t 1) + X Dt I}, n N}, t T} (1) Wn ( t 1) + Xn ( t 1) X }, I n N}, t T} (2) U U X + Wn ( t 1) X t T}, (3) = U n0 + W n0 n n}, I} n N}, t T}, I} (4) ; U + Z W + Z (5) + Z ; A restrção (1) garante que a demanda será atngda. A restrção (2) ndca que qualquer estágo pode produzr no máxmo a quantdade fornecda pelo seu estágo medatamente predecessor. Assm, a quantdade de matéra-prma do estágo predecessor é sempre maor que a quantdade de produtos no estágo sucessor. A restrção (3) lmta a produção de qualquer estágo quanto ao número de kanbans dsponíves no ponto de produção. Assm, a quantdade de kanbans dsponíves é sempre maor que a de kanbans que realmente atvam a produção. A equação (4) representa a conservação do fluxo e determna que o número total de kanbans descolados e de conteneres cheos para cada estágo permanece constante durante o horzonte de planejamento. A restrção (5) determna o domíno das varáves do modelo. O modelo de kanban orgnal proposto por Btran e Chang(1987) após lnearzado torna-se um modelo de fluxo mínmo no contexto de fluxo em redes. O programa ero assemelha-se ao de programação lnearpela egrdade dos dados de entrada e estrutura matrcal dada pela formulação matemátca. Restrções de capacdade determnam a vabldade ou não do modelo. Dessa forma, o tempo computaconal necessáro para resolver esse problema é muto curto. A consderação de lote múltplo (mas de um tem por contener) aumenta consderavelmente o tempo computaconal de resolução do problema. 5. Resultados computaconas O modelo de dmensonamento do número de kanbans nesse sstema de produção enxuta apresenta resolução rápda. Por questões de sglo de nformação, os dados relaconados a custos de produção e demanda foram multplcados por uma constante k, mantendo-se, assm, uma proporconaldade com os dados da empresa. O problema fo resolvdo em 1,8 segundo com os dados das Tabelas2 e 3, apresentando resultado ótmo em um Pentum 4 com processador Intel de 3,2 GHz e 2,00 GB de memóra RAM, no sstema operaconal Wndows XP Optou-se pelo uso do aplcatvo GLPK versão 4.9, utlzado para resolução de Problemas de Programação Lnear (PPL) e Problemas de Programação Intera Msta (PPIM). Esse aplcatvo é lvre, o que proporcona a aplcação do método nessa empresa de pequeno porte, que não pode arcar com altos custos de sstemas de nformação. 191 Revsta Eletrônca Produção & Engenhara, v. 2, n. 2, p , Jul./Dez. 2009

8 Modelagem matemátca de kanbans em uma empresa de manufatura enxuta Tabela 1 - Verfcação de consstênca do fluxo de kanbans para o período escolhdo (2) Produto Estáto Período Kanbans soltos Kanban contener cheo Verfcação conservação do fluxo Fonte: Elaboração própra. Tabela 2 - Custo por contener em estoque ao longo dos estágos de produção Produto Fundção Lxamento Rolamento B.químco Pura Embalagem Pn Medalha Chavero Fonte: Empresa. Tabela 3 - Demanda por produto fnal de conteneres cheos ao fnal do período Produto Segunda Terça Quarta Qua Sexta Pn Medalha Chavero Fonte: Empresa. A capacdade dára de produção para o pn, medalha e chavero por setor é de 1.000, 750 e tens respectvamente, enquanto a capacdade de armazenamento por setor é de 1.200, 800 e 1.600, respectvamente. Percebe-se, em função dos dados de demanda, que a restrção de capacdade produtva não é muto apertada, assm como a capacdade de armazenamento. Embora não sejam todos utlzados para produção, a quantdade de tens por processo se Revsta Eletrônca Produção & Engenhara, v. 2, n. 2, p , Jul./Dez

9 João Flávo de Fretas Almeda mantém, como prevsto na restrção (4), a uma quantdade de 511 tens, ao longo dos períodos e horzonte de planejamento. Como o processo produtvo apresenta ses etapas, têm-se por todos os setores. Comparado à realdade da empresa, essaeé uma quantdade muto boa, pos se apresenta nferor à méda de tens que se têm em processo. Em termos de gastos, a fábrca arca com um custo médo de R$16.000,00 de materal em processo, enquanto o modelo apresenta um custo total de R$10.268,41, com redução total de 36% dos custos para os tens de alta frequênca. É necessáro ressaltar a mportânca do planejamento para os tens de alta frequênca, mas não descartar a mportânca dos tens de baxa frequênca. Para esses, sugermos um sstema dferencado de planejamento por estoque de segurança estratégco das necessdades de clentes caracterzados como especas pelos gestores. consderação no cálculo do custo total de estoque em processo. Fgura 5 - Análse de kanbans preparados para dsparar a produção e kabans de contenerescheos Período 2 6. Conclusão e consderações fnas Este trabalho apresenta um estudo de caso do uso da técnca de otmzação para planejamento da produção, bem como uma contrbução à lteratura, por apresentar um modelo matemátco de otmzação combnatóra que determna o número ótmo de kanbans para um problema real de uma empresa de manufatura enxuta. Ganhos potencas são evdencados ao comparar os resultados do modelo com a realdade da empresa. A empresa mostra uma realdade de Fgura 6 - Análse de kanbans que realmente dsparam a planejamento smples, o que demanda smplcdade produção Período 2 no projeto da ferramenta de gestão do fluxo de materal e vabldade de mplantação de sua gestão A estratéga de modelagem matemátca pelos operadores presentes. O modelo matemátco apresenta-se de grande vala para a empresa, pos desenvolvdo consttu evolução e melhora do seus produtos possuem curto cclo de vda. Dessa processo de planejamento, o que permte que este forma, faz-se necessáro o constante replanejamento seja mplantado com a quantdade ótma de kanbans da produção em tempo hábl, com a nserção ou no processo, determnando a estratéga de menor exclusão de tpos dferentes de produtos. custo de produção e estoque ao longo do horzonte O estudo também apresenta contrbução à de planejamento. lteratura, ao desenvolver estratégas de adaptação O modelo matemátco de programação de um modelo matemátco monoproduto a um era msta determna a quantdade ótma de cenáro produtvo real multproduto em tempo kanbans por período e produto (Fguras 5 e 6). computaconal reduzdo. A estratéga de adaptação Além de determnação do nível de estoques para o de contener por produto permte a adaptação de um atendmento de demanda, o modelo determna a modelo de dfícl resolução computaconal para um confguração de custo mínmo, apresentando problema multproduto real com vabldade de redução de aproxmadamente 36%. É mportante mplantação em função da velocdade do ressaltar que tens não frequentes não são nserdos planejamento. no modelo porque apresentam pequena parcela, no Uma perspectva para pesqusas futuras sera entanto a exstênca deles deve ser levada em evolur no método de elaboração matemátca do 193 Revsta Eletrônca Produção & Engenhara, v. 2, n. 2, p , Jul./Dez. 2009

10 Modelagem matemátca de kanbans em uma empresa de manufatura enxuta modelo, usando novas formulações matemátcas através da reformulação do modelo ou da adção de restrções de lote múltplo, o que torna a modelagem anda mas próxma da realdade, porém de resolução mas demorada. Uma sugestão de desenvolvmento para este trabalho, vsando vablzar a mplantação do modelo de forma prátca, é o desenvolvmento de aplcatvo com erface amgável aos usuáros de forma a permtr, através de clques, o replanejamento otmzado da produção em função de alterações de demanda. 7. Referêncas ARDALAN, A. Analyss of local decson rules n a dual-kanban flow shop. Decson scences, v. 28, n. 1, p. 195, MONDEN, Y. Toyota producton system An egrated approach to just-n-tme. London: Chapman e Hall, SARKER, B. R.; BALAN, C. V.Operatons plannng for Kanbans between two adjacent workstatons. Computers nd. Engneerng., v. 31, n. 1/2, p.221-4, WATANABE, N.; HIRAKI, S.A mathematcal programmng model for a pull type orderng system ncludng lot producton processes. Internatonal Journal of Operatons e Producton Management, v. 15, n. 9, p , BERKLEY, B. J. A revew of the Kanban producton control research lterature. Producton and Operatons Management, v. 1, n. 4, BITRAN, G. R.; CHANG, L. Mathematcal programmng approach to a determnstc Kanbansystem. Management Scence, v.33, n. 4, p. 427, CHOONG, LEE JIT. Adopton by small manufactures n Korea.Journal of Small Busness Management, v.35, n. 3, p. 98, GODINHO F. M.; FERNANDES, F. C. F. Manufatura enxuta: uma revsão que classfca e analsa os trabalhos apontando perspectvas de pesqusas futuras. Gestão e Produção, v. 11, n. 1, p.1-19, Recebdo em 13/01/2010 Publcado em 29/01/2011 GROENEVELT, H.; KARMARKAR, U. S.A dynamc Kanban system case study. Producton and Inventory Management Journal, v. 29, n. 2, p. 46, LAGE J. M.; GODINHO, F. M. Estudo da evolução da pesqusa sobre Kanban por meo de uma análse crítca de revsões exstentes na lteratura. In: XII SIMPEP MOEENNI, F.; CHANG, Y. L.An approxmate soluton to fetermnstc Kanban systems. Decson Scences, v. l21, n. 3, p. 596, Revsta Eletrônca Produção & Engenhara, v. 2, n. 2, p , Jul./Dez

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos Despacho Econômco de Sstemas Termoelétrcos e Hdrotérmcos Apresentação Introdução Despacho econômco de sstemas termoelétrcos Despacho econômco de sstemas hdrotérmcos Despacho do sstema braslero Conclusões

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

Sistemas de Filas: Aula 5. Amedeo R. Odoni 22 de outubro de 2001

Sistemas de Filas: Aula 5. Amedeo R. Odoni 22 de outubro de 2001 Sstemas de Flas: Aula 5 Amedeo R. Odon 22 de outubro de 2001 Teste 1: 29 de outubro Com consulta, 85 mnutos (níco 10:30) Tópcos abordados: capítulo 4, tens 4.1 a 4.7; tem 4.9 (uma olhada rápda no tem 4.9.4)

Leia mais

CAPÍTULO I 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO I 1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO I INTRODUÇÃO No mundo globalzado e etremamente compettvo em que as empresas dsputam espaço, clentes, reconhecmento e acma de tudo, condções de permanecer compettvas e lucratvas no mercado, é fundamental

Leia mais

Planejamento e Controle de Estoques PUC. Prof. Dr. Marcos Georges. Adm. Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1

Planejamento e Controle de Estoques PUC. Prof. Dr. Marcos Georges. Adm. Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1 e Controle de Estoques PUC CAMPINAS Prof. Dr. Marcos Georges Adm. Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1 Fornecmento de produtos e servços Recursos da operação Planejamento e Controle de Estoque Compensação

Leia mais

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado)

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado) 5 Aplcação Neste capítulo será apresentada a parte empírca do estudo no qual serão avalados os prncpas regressores, um Modelo de Índce de Dfusão com o resultado dos melhores regressores (aqu chamado de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnlesteMG Dscplna: Introdução à Intelgênca Artfcal Professor: Luz Carlos Fgueredo GUIA DE LABORATÓRIO LF. 01 Assunto: Lógca Fuzzy Objetvo: Apresentar o

Leia mais

Elaboração: Fevereiro/2008

Elaboração: Fevereiro/2008 Elaboração: Feverero/2008 Últma atualzação: 19/02/2008 E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo esclarecer aos usuáros a metodologa de cálculo e os crtéros de precsão utlzados na atualzação das Letras

Leia mais

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO - SEPLAG INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ - IPECE NOTA TÉCNICA Nº 29 PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é:

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é: UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI A REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS Ademr José Petenate Departamento de Estatístca - Mestrado em Qualdade Unversdade Estadual de Campnas Brasl 1. Introdução Qualdade é hoje

Leia mais

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel Estmatva da Incerteza de Medção da Vscosdade Cnemátca pelo Método Manual em Bodesel Roberta Quntno Frnhan Chmn 1, Gesamanda Pedrn Brandão 2, Eustáquo Vncus Rbero de Castro 3 1 LabPetro-DQUI-UFES, Vtóra-ES,

Leia mais

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento Análse Econômca da Aplcação de Motores de Alto Rendmento 1. Introdução Nesta apostla são abordados os prncpas aspectos relaconados com a análse econômca da aplcação de motores de alto rendmento. Incalmente

Leia mais

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823

Leia mais

Suporte Básico para Sistemas de Tempo Real

Suporte Básico para Sistemas de Tempo Real Suporte Básco para Sstemas de Tempo Real Escalonamento e Comuncação Sldes elaborados por George Lma, com atualzações realzadas por Ramundo Macêdo Suporte Básco para Sstemas de Tempo-Real Escalonamento

Leia mais

TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIAS EM LINHAS DE PRODUÇÃO: MODELOS, RESULTADOS E DISCUSSÕES 1

TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIAS EM LINHAS DE PRODUÇÃO: MODELOS, RESULTADOS E DISCUSSÕES 1 XIV ELAVIO El Fuerte Snaloa Méxco 9-14 de agosto de 2009 TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIAS EM LINHAS DE PRODUÇÃO: MODELOS RESULTADOS E DISCUSSÕES 1 Mayron César de O. Morera Lana Mara R. Santos Alysson M.

Leia mais

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF)

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF) PMR 40 - Mecânca Computaconal CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Fntos (MEF). Formulação Teórca - MEF em uma dmensão Consderemos a equação abao que representa a dstrbução de temperatura na barra

Leia mais

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE DE MUDANÇA DE ESTRATÉGIA DE GESTÃO DA DEMANDA DE MAKE-TO-ORDER PARA ASSEMBLY-TO-ORDER.

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE DE MUDANÇA DE ESTRATÉGIA DE GESTÃO DA DEMANDA DE MAKE-TO-ORDER PARA ASSEMBLY-TO-ORDER. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE DE MUDANÇA DE ESTRATÉGIA DE GESTÃO DA DEMANDA DE MAKE-TO-ORDER PARA ASSEMBLY-TO-ORDER. Rcardo Ferrar Pacheco Pontfíca Unversdade Católca do Paraná Programa de Pós-graduação

Leia mais

Goal Programming como Ferramenta de Gestão

Goal Programming como Ferramenta de Gestão Resumo Goal Programmng como Ferramenta de Gestão Dmtr Pnhero SANTANNA Fláva Zóbol DALMÁCIO Lucene Laurett RANGEL Valcemro NOSSA O objetvo deste artgo é demonstrar como o gestor pode aplcar a técnca do

Leia mais

PLANEJAMENTO AGREGADO DA PRODUÇÃO: MODELAGEM E SOLUÇÃO VIA PLANILHA EXCEL & SOLVER.

PLANEJAMENTO AGREGADO DA PRODUÇÃO: MODELAGEM E SOLUÇÃO VIA PLANILHA EXCEL & SOLVER. PLANEJAMENTO AGREGADO DA PRODUÇÃO: MODELAGEM E SOLUÇÃO VIA PLANILHA EXCEL & SOLVER. AGGREGATE PRODUCTION PLANNING: MODELING AND SOLVING BY EXCEL SPREADSHEET & SOLVER. Oscar S. Slva Flho Centro de Tecnologa

Leia mais

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar?

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Sumáro Sstemas Robótcos Navegação Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Carlos Carreto Curso de Engenhara Informátca Ano lectvo 2003/2004 Escola Superor de Tecnologa e Gestão da Guarda

Leia mais

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL; 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL. A FUNÇÃO DE PRODUÇÃO E SUPERMERCADOS NO BRASIL ALEX AIRES CUNHA (1) ; CLEYZER ADRIAN CUNHA (). 1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, VIÇOSA, MG, BRASIL;.UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, GOIANIA, GO, BRASIL.

Leia mais

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação Mnstéro da Educação Insttuto Naconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera Cálculo do Conceto Prelmnar de Cursos de Graduação Nota Técnca Nesta nota técnca são descrtos os procedmentos utlzados

Leia mais

BALANÇO HÍDRICO: UMA FERRAMENTA PARA GESTÃO INDUSTRIAL E OTIMIZAÇÃO AMBIENTAL.

BALANÇO HÍDRICO: UMA FERRAMENTA PARA GESTÃO INDUSTRIAL E OTIMIZAÇÃO AMBIENTAL. BALANÇO HÍDRICO: UMA FERRAMENTA PARA GESTÃO INDUSTRIAL E OTIMIZAÇÃO AMBIENTAL. Leonardo Slva de Souza (1) Mestrando em Engenhara Químca(UFBA). Pesqusador da Rede Teclm. Bárbara Vrgína Damasceno Braga (1)

Leia mais

8 Indicadores de desempenho na cadeia de suprimentos

8 Indicadores de desempenho na cadeia de suprimentos 8 Indcadores de desempenho na cadea de suprmentos 8.1 O desafo da mensuração O estabelecmento de ndcadores de desempenho do supply chan management está sueto à estrutura da cadea, seus elos e partcpantes

Leia mais

Introdução e Organização de Dados Estatísticos

Introdução e Organização de Dados Estatísticos II INTRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 2.1 Defnção de Estatístca Uma coleção de métodos para planejar expermentos, obter dados e organzá-los, resum-los, analsá-los, nterpretá-los e deles extrar

Leia mais

UM MODELO DE ALOCAÇÃO DINÂMICA DE CAMINHÕES VISANDO AO ATENDIMENTO DE METAS DE PRODUÇÃO E QUALIDADE

UM MODELO DE ALOCAÇÃO DINÂMICA DE CAMINHÕES VISANDO AO ATENDIMENTO DE METAS DE PRODUÇÃO E QUALIDADE UM MODELO DE ALOCAÇÃO DINÂMICA DE CAMINHÕES VISANDO AO ATENDIMENTO DE METAS DE PRODUÇÃO E QUALIDADE RESUMO Felppe Perera da Costa, PPGEM/UFOP, Mestrando. felppe@mneral.em.ufop.br Marcone Jamlson Fretas

Leia mais

LOGÍSTICA. Capítulo - 8 Armazenamento. Mostrar como o armazenamento é importante no sistema logístico

LOGÍSTICA. Capítulo - 8 Armazenamento. Mostrar como o armazenamento é importante no sistema logístico O Papel da Logístca na Organzação Empresaral e na Economa LOGÍSTICA Capítulo - 8 Objectvos do Capítulo Mostrar como o armazenamento é mportante no sstema logístco Identfcação dos prncpas tpos de armazenamento

Leia mais

Regressão e Correlação Linear

Regressão e Correlação Linear Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROBLEMA DE COLETA DE RESÍDUOS DE BIOMASSA DE MADEIRA PARA FINS ENERGÉTICOS

MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROBLEMA DE COLETA DE RESÍDUOS DE BIOMASSA DE MADEIRA PARA FINS ENERGÉTICOS MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROBLEMA DE COLETA DE RESÍDUOS DE BIOMASSA DE MADEIRA PARA FINS ENERGÉTICOS Flávo de Almeda Galvão Jr. Programa de Mestrado em Engenhara de Sstemas Logístcos Escola Poltécnca da

Leia mais

Elaboração: Novembro/2005

Elaboração: Novembro/2005 Elaboração: Novembro/2005 Últma atualzação: 18/07/2011 Apresentação E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo nformar aos usuáros a metodologa e os crtéros de precsão dos cálculos referentes às Cédulas

Leia mais

Controlo Metrológico de Contadores de Gás

Controlo Metrológico de Contadores de Gás Controlo Metrológco de Contadores de Gás José Mendonça Das (jad@fct.unl.pt), Zulema Lopes Perera (zlp@fct.unl.pt) Departamento de Engenhara Mecânca e Industral, Faculdade de Cêncas e Tecnologa da Unversdade

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROCESSO DE EVAPORAÇÃO MULTI-EFEITO NA INDÚSTRIA DE PAPEL E CELULOSE

MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROCESSO DE EVAPORAÇÃO MULTI-EFEITO NA INDÚSTRIA DE PAPEL E CELULOSE MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROCESSO DE EVAPORAÇÃO MULTI-EFEITO NA INDÚSTRIA DE PAPEL E CELULOSE R. L. S. CANEVESI 1, C. L. DIEL 2, K. A. SANTOS 1, C. E. BORBA 1, F. PALÚ 1, E. A. DA SILVA 1 1 Unversdade Estadual

Leia mais

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado Varabldade Espacal do Teor de Água de um Argssolo sob Planto Convenconal de Fejão Irrgado Elder Sânzo Aguar Cerquera 1 Nerlson Terra Santos 2 Cásso Pnho dos Res 3 1 Introdução O uso da água na rrgação

Leia mais

O setor de telecomunicações está em constante desenvolvimento, permitindo que novas tecnologias possam surgir no mercado, proporcionando assim, uma

O setor de telecomunicações está em constante desenvolvimento, permitindo que novas tecnologias possam surgir no mercado, proporcionando assim, uma Contratação de Servços de Telecomuncações: Competção entre Provedores, Confgurações de Rede e Custos Modelagem com Dados Imprecsos de Demanda e Tarfa Bruno Qurno De Olvera Departamento de Engenhara ENG,

Leia mais

Motores síncronos. São motores com velocidade de rotação fixa velocidade de sincronismo.

Motores síncronos. São motores com velocidade de rotação fixa velocidade de sincronismo. Motores síncronos Prncípo de funconamento ão motores com velocdade de rotação fxa velocdade de sncronsmo. O seu prncípo de funconamento está esquematzado na fgura 1.1 um motor com 2 pólos. Uma corrente

Leia mais

Software para Furação e Rebitagem de Fuselagem de Aeronaves

Software para Furação e Rebitagem de Fuselagem de Aeronaves Anas do 14 O Encontro de Incação Centífca e Pós-Graduação do ITA XIV ENCITA / 2008 Insttuto Tecnológco de Aeronáutca São José dos Campos SP Brasl Outubro 20 a 23 2008. Software para Furação e Rebtagem

Leia mais

Estudo para Implementação de um Sistema de Roteirização e um Novo Centro de Distribuição para uma Empresa de Água Mineral do Sul de Minas Gerais

Estudo para Implementação de um Sistema de Roteirização e um Novo Centro de Distribuição para uma Empresa de Água Mineral do Sul de Minas Gerais Estudo para Implementação de um Sstema de Roterzação e um Novo Centro de Dstrbução para uma Empresa de Água Mneral do Sul de Mnas Geras Ilton Curty Leal Junor ltoncurty@gmal.com UFF Dego de Olvera Pexoto

Leia mais

PROJECTO DO LAYOUT DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS

PROJECTO DO LAYOUT DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS 2 PROJECTO DO LAYOUT DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS Determnar a sequênca de operações de fabrco, quas e quantos recursos estão dsponíves para cada tpo de operação, como fluem os materas e as pessoas, qual

Leia mais

Associação de resistores em série

Associação de resistores em série Assocação de resstores em sére Fg.... Na Fg.. está representada uma assocação de resstores. Chamemos de I, B, C e D. as correntes que, num mesmo nstante, passam, respectvamente pelos pontos A, B, C e D.

Leia mais

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica 1 a 5 de Agosto de 006 Belo Horzonte - MG Expressão da ncerteza de Medção para a Grandeza Energa Elétrca Eng. Carlos Alberto Montero Letão CEMG Dstrbução S.A caletao@cemg.com.br Eng. Sérgo Antôno dos Santos

Leia mais

7 - Distribuição de Freqüências

7 - Distribuição de Freqüências 7 - Dstrbução de Freqüêncas 7.1 Introdução Em mutas áreas há uma grande quantdade de nformações numércas que precsam ser dvulgadas de forma resumda. O método mas comum de resumr estes dados numércos consste

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DIÁRIA DE IMAGENS DE UM SATÉLITE DE OBSERVAÇÃO: UMA FORMULAÇÃO REDUZIDA

PROGRAMAÇÃO DIÁRIA DE IMAGENS DE UM SATÉLITE DE OBSERVAÇÃO: UMA FORMULAÇÃO REDUZIDA PROGRAMAÇÃO DIÁRIA DE IMAGENS DE UM SATÉLITE DE OBSERVAÇÃO: UMA FORMULAÇÃO REDUZIDA Glaydston Mattos Rbero 1,2 e Luz Antono Noguera Lorena 2 1 Departamento de Cênca da Computação e Informátca Faculdade

Leia mais

ALGORITMO E PROGRAMAÇÃO

ALGORITMO E PROGRAMAÇÃO ALGORITMO E PROGRAMAÇÃO 1 ALGORITMO É a descrção de um conjunto de ações que, obedecdas, resultam numa sucessão fnta de passos, atngndo um objetvo. 1.1 AÇÃO É um acontecmento que a partr de um estado ncal,

Leia mais

Programação de tarefas em sistemas de produção puxada

Programação de tarefas em sistemas de produção puxada XI Smpep Bauru, SP, Brasl, 08 a 0 de novembro de 004 Programação de tarefas em sstemas de produção puxada Patríca Prado Belfore (USP) patrca.belfore@pol.usp.br Cro Corrêa Lete (USP) crocorrea@maua.br Resumo

Leia mais

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA Metodologa IHFA - Índce de Hedge Funds ANBIMA Versão Abrl 2011 Metodologa IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA 1. O Que é o IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA? O IHFA é um índce representatvo da ndústra de hedge

Leia mais

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas Introdução à Análse de Dados nas meddas de grandezas físcas www.chem.wts.ac.za/chem0/ http://uregna.ca/~peresnep/ www.ph.ed.ac.uk/~td/p3lab/analss/ otas baseadas nos apontamentos Análse de Dados do Prof.

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES O Danel Slvera pedu para eu resolver mas questões do concurso da CEF. Vou usar como base a numeração do caderno foxtrot Vamos lá: 9) Se, ao descontar uma promssóra com valor de face de R$ 5.000,00, seu

Leia mais

Probabilidade e Estatística. Correlação e Regressão Linear

Probabilidade e Estatística. Correlação e Regressão Linear Probabldade e Estatístca Correlação e Regressão Lnear Correlação Este uma correlação entre duas varáves quando uma delas está, de alguma forma, relaconada com a outra. Gráfco ou Dagrama de Dspersão é o

Leia mais

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PÓS-GRADUAÇÃO - I CICPG SUL BRASIL Florianópolis 2010

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PÓS-GRADUAÇÃO - I CICPG SUL BRASIL Florianópolis 2010 Floranópols 200 ANÁLISE COMPARATIVA DA INFLUÊNCIA DA NEBULOSIDADE E UMIDADE RELATIVA SOBRE A IRRADIAÇÃO SOLAR EM SUPERFÍCIE Eduardo Wede Luz * ; Nelson Jorge Schuch ; Fernando Ramos Martns 2 ; Marco Cecon

Leia mais

UMA REVISÃO DE LITERATURA SOBRE PROBLEMAS DE REABASTECIMENTO DE VEÍCULOS TRANSPORTADORES DE CARGAS

UMA REVISÃO DE LITERATURA SOBRE PROBLEMAS DE REABASTECIMENTO DE VEÍCULOS TRANSPORTADORES DE CARGAS UMA REVISÃO DE LITERATURA SOBRE PROBLEMAS DE REABASTECIMENTO DE VEÍCULOS TRANSPORTADORES DE CARGAS Henrque Lugon Ferrera Slva Marta Montero da Costa Cruz UMA REVISÃO DE LITERATURA SOBRE PROBLEMAS DE REABASTECIMENTO

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização Gestão de Obras Públcas Aula 2 Profa. Elsamara Godoy Montalvão Organzação da Aula Tópcos que serão abordados na aula Admnstração e Gestão Muncpal Problemas Admnstração e Gestão Muncpal Gestão do Conhecmento

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia CCSA - Centro de Cêncas Socas e Aplcadas Curso de Economa ECONOMIA REGIONAL E URBANA Prof. ladmr Fernandes Macel LISTA DE ESTUDO. Explque a lógca da teora da base econômca. A déa que sustenta a teora da

Leia mais

PLANILHAS EXCEL/VBA PARA PROBLEMAS ENVOLVENDO EQUILÍBRIO LÍQUIDO-VAPOR EM SISTEMAS BINÁRIOS

PLANILHAS EXCEL/VBA PARA PROBLEMAS ENVOLVENDO EQUILÍBRIO LÍQUIDO-VAPOR EM SISTEMAS BINÁRIOS PLANILHAS EXCEL/VBA PARA PROBLEMAS ENVOLVENDO EQUILÍBRIO LÍQUIDO-VAPOR EM SISTEMAS BINÁRIOS L. G. Olvera, J. K. S. Negreros, S. P. Nascmento, J. A. Cavalcante, N. A. Costa Unversdade Federal da Paraíba,

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NOVO MODELO PARA O CÁLCULO DE CARREGAMENTO DINÂMICO DE TRANSFORMADORES

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NOVO MODELO PARA O CÁLCULO DE CARREGAMENTO DINÂMICO DE TRANSFORMADORES XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recfe - PE GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS E TECNOLOGIAS

Leia mais

APOSTILA PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

APOSTILA PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO Horas de Capacdade APOSTILA DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO 90 80 70 60 50 40 30 0 10 1 3 4 5 6 Semanas Prof.: Wllam Morán UFPI /Planejamento e Controle da Produção Prof. Wllam Morán UFPI /Planejamento

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recfe - PE GRUPO - VI GRUPO DE ESTUDO DE COMERCIALIZAÇÃO, ECONOMIA E REGULAÇÃO DE ENERGIA

Leia mais

3 Formulação da Metodologia

3 Formulação da Metodologia 54 3 Formulação da Metodologa 3.1. Resumo das Prncpas Heurístcas de Solução A maora das heurístcas de solução para o ELSP aborda o problema na sua forma clássca, sto é, quando os tempos e custos de setup

Leia mais

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção O Uso do Software Matlab Aplcado à Prevsão de Índces da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenhara de Produção VICENTE, S. A. S. Unversdade Presbterana Mackenze Rua da Consolação, 930 prédo

Leia mais

Cálculo do Conceito ENADE

Cálculo do Conceito ENADE Insttuto aconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera IEP Mnstéro da Educação ME álculo do onceto EADE Para descrever o cálculo do onceto Enade, prmeramente é mportante defnr a undade de observação

Leia mais

LQA - LEFQ - EQ -Química Analítica Complemantos Teóricos 04-05

LQA - LEFQ - EQ -Química Analítica Complemantos Teóricos 04-05 LQA - LEFQ - EQ -Químca Analítca Complemantos Teórcos 04-05 CONCEITO DE ERRO ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS Embora uma análse detalhada do erro em Químca Analítca esteja fora do âmbto desta cadera, sendo abordada

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 00 ODELOS ATEÁTICOS E CONSUO DE ENERGIA ELÉTRICA Clece de Cássa Franco Cdade Centro Unverstáro Francscano klleyce@hotmal.com Leandra Anversa Foreze Centro Unverstáro Francscano

Leia mais

TRANSPORTE E ESTOCAGEM DE FUMO UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR USADO NA TOMADA DE DECISÃO

TRANSPORTE E ESTOCAGEM DE FUMO UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR USADO NA TOMADA DE DECISÃO TRANSPORTE E ESTOCAGEM DE FUMO UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR USADO NA TOMADA DE DECISÃO Janaína Poffo Possama janapoffo@gmal.com Unversdade Regonal de Blumenau Rua Antôno da Vega, 0 8902-900 - Blumenau

Leia mais

Análise do sistema logístico de descarga de cana inteira e picada de uma usina de cana de açúcar

Análise do sistema logístico de descarga de cana inteira e picada de uma usina de cana de açúcar Análse do sstema logístco de descarga de cana ntera e pcada de uma usna de cana de açúcar Abstract Ana Paula Iannon Renaldo Morabto Neto Unversdade Federal de São Carlos e-mal: pap@rs.ufscar.br Logstcs

Leia mais

Uso dos gráficos de controle da regressão no processo de poluição em uma interseção sinalizada

Uso dos gráficos de controle da regressão no processo de poluição em uma interseção sinalizada XXIII Encontro Nac. de Eng. de Produção - Ouro Preto, MG, Brasl, 1 a 4 de out de 003 Uso dos gráfcos de controle da regressão no processo de polução em uma nterseção snalzada Luz Delca Castllo Vllalobos

Leia mais

Maria Cristina Canavarro Teixeira

Maria Cristina Canavarro Teixeira Mara Crstna Canavarro Texera MESTRADO EM INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL 2002 Unão Europea Fundo Socal Europeu Abstract Resumo ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 1 2. DESCRIÇÃO DO PROBLEMA 2 2.1. Introdução 2 2.2. Defnção

Leia mais

Análise logística da localização de um armazém para uma empresa do Sul Fluminense importadora de alho in natura

Análise logística da localização de um armazém para uma empresa do Sul Fluminense importadora de alho in natura Análse logístca da localzação de um armazém para uma empresa do Sul Flumnense mportadora de alho n natura Jader Ferrera Mendonça Patríca Res Cunha Ilton Curty Leal Junor Unversdade Federal Flumnense Unversdade

Leia mais

Introdução aos Problemas de Roteirização e Programação de Veículos

Introdução aos Problemas de Roteirização e Programação de Veículos Introdução aos Problemas de Roterzação e Programação de Veículos PNV-2450 André Bergsten Mendes Problema de Programação de Veículos Problema de Programação de Veículos Premssas Os roteros ncam e termnam

Leia mais

Guia 11 Escalonamento de Mensagens

Guia 11 Escalonamento de Mensagens Até esta altura, temos abordado prncpalmente questões relaconadas com escalonamento de tarefas a serem executadas num únco processador. No entanto, é necessáro consderar o caso de sstemas tempo-real dstrbuídos,

Leia mais

AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO

AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA DOS CONSUMOS DE ENERGIA ASSOCIADOS À VENTILAÇÃO Celestno Rodrgues Ruvo Área Departamental de Engenhara Mecânca, Escola Superor de Tecnologa da Unversdade do Algarve, 8000 Faro, Portugal

Leia mais

2 ENERGIA FIRME DE SISTEMAS HIDRELÉTRICOS

2 ENERGIA FIRME DE SISTEMAS HIDRELÉTRICOS ENERGIA FIRME DE SISTEMAS HIDRELÉTRICOS 22 2 ENERGIA FIRME DE SISTEMAS HIDRELÉTRICOS Como vsto no capítulo 1, a energa frme de uma usna hdrelétrca corresponde à máxma demanda que pode ser suprda contnuamente

Leia mais

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis.

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis. EXERCICIOS AVALIATIVOS Dscplna: ECONOMETRIA Data lmte para entrega: da da 3ª prova Valor: 7 pontos INSTRUÇÕES: O trabalho é ndvdual. A dscussão das questões pode ser feta em grupo, mas cada aluno deve

Leia mais

Distribuição de Massa Molar

Distribuição de Massa Molar Químca de Polímeros Prof a. Dr a. Carla Dalmoln carla.dalmoln@udesc.br Dstrbução de Massa Molar Materas Polmércos Polímero = 1 macromolécula com undades químcas repetdas ou Materal composto por númeras

Leia mais

Caderno de Exercícios Resolvidos

Caderno de Exercícios Resolvidos Estatístca Descrtva Exercíco 1. Caderno de Exercícos Resolvdos A fgura segunte representa, através de um polígono ntegral, a dstrbução do rendmento nas famílas dos alunos de duas turmas. 1,,75 Turma B

Leia mais

ELEMENTOS DE CIRCUITOS

ELEMENTOS DE CIRCUITOS MINISTÉRIO D EDUCÇÃO SECRETRI DE EDUCÇÃO PROFISSIONL E TECNOLÓGIC INSTITUTO FEDERL DE EDUCÇÃO, CIÊNCI E TECNOLOGI DE SNT CTRIN CMPUS DE SÃO JOSÉ - ÁRE DE TELECOMUNICÇÕES CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICÇÕES

Leia mais

Análise Dinâmica de uma Viga de Euler-Bernoulli Submetida a Impacto no Centro após Queda Livre Através do Método de Diferenças Finitas

Análise Dinâmica de uma Viga de Euler-Bernoulli Submetida a Impacto no Centro após Queda Livre Através do Método de Diferenças Finitas Proceedng Seres of the Brazlan Socety of Appled and Computatonal Mathematcs, Vol. 4, N., 06. Trabalho apresentado no DINCON, Natal - RN, 05. Proceedng Seres of the Brazlan Socety of Computatonal and Appled

Leia mais

Software. Guia do professor. Como comprar sua moto. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

Software. Guia do professor. Como comprar sua moto. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação números e funções Gua do professor Software Como comprar sua moto Objetvos da undade 1. Aplcar o conceto de juros compostos; 2. Introduzr o conceto de empréstmo sob juros; 3. Mostrar aplcações de progressão

Leia mais

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Análse de Regressão Profa Alcone Mranda dos Santos Departamento de Saúde Públca UFMA Introdução Uma das preocupações estatístcas ao analsar dados, é a de crar modelos que explctem estruturas do fenômeno

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO Nº 488, DE 29 DE AGOSTO DE 2002 Regulamenta o estabelecdo na Resolução CNPE n 7, de 21 de agosto de 2002, aprovada pela Presdênca da Repúblca em 22

Leia mais

Gestão de operações logísticas num armazém usando modelos de apoio à decisão

Gestão de operações logísticas num armazém usando modelos de apoio à decisão IO 2009 14º Congresso da ADIO, 7 a 9 de Setembro de 2009 67 Gestão de operações logístcas num armazém usando modelos de apoo à decsão Carla Aleandra Soares Geraldes * Mara do Samero Carvalho Gulherme A.

Leia mais

CORRELAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE FASES DO SISTEMA MULTICOMPONENTE ÉSTERES ETÍLICOS DO ÓLEO DE MURUMURU/DIÓXIDO DE CARBONO COM A EQUAÇÃO SRK

CORRELAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE FASES DO SISTEMA MULTICOMPONENTE ÉSTERES ETÍLICOS DO ÓLEO DE MURUMURU/DIÓXIDO DE CARBONO COM A EQUAÇÃO SRK CORRELAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE FASES DO SISTEMA MULTICOMPONENTE ÉSTERES ETÍLICOS DO ÓLEO DE MURUMURU/DIÓXIDO DE CARBONO COM A EQUAÇÃO SRK Welsson de Araújo SILVA PRODERNA/ITEC/UFPA waslva89@hotmal.com Fernando

Leia mais

Problemas Associados a Cones de Segunda Ordem

Problemas Associados a Cones de Segunda Ordem Problemas Assocados a Cones de Segunda Ordem Dense S. Trevsol, Mara A. D. Ehrhardt, Insttuto de Matemátca, Estatístca e Computação Centífca, IMECC, UNICAMP, 1383-859, Campnas, SP E-mal: ra8477@me.uncamp.br,

Leia mais

O Método de Redes Neurais com Função de Ativação de Base Radial para Classificação em Data Mining

O Método de Redes Neurais com Função de Ativação de Base Radial para Classificação em Data Mining O Método de Redes Neuras com Função de Atvação de Base Radal para Classfcação em Data Mnng Ana Paula Scott 1, Mersandra Côrtes de Matos 2, Prscyla Walesa T. A. Smões 2 1 Acadêmco do Curso de Cênca da Computação

Leia mais

Sinais Luminosos 2- CONCEITOS BÁSICOS PARA DIMENSIONAMENTO DE SINAIS LUMINOSOS.

Sinais Luminosos 2- CONCEITOS BÁSICOS PARA DIMENSIONAMENTO DE SINAIS LUMINOSOS. Snas Lumnosos 1-Os prmeros snas lumnosos Os snas lumnosos em cruzamentos surgem pela prmera vez em Londres (Westmnster), no ano de 1868, com um comando manual e com os semáforos a funconarem a gás. Só

Leia mais

PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS E OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS MISTOS

PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS E OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS MISTOS PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS E OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS MISTOS Smone P. Saramago e Valder Steffen Jr UFU, Unversdade Federal de Uberlânda, Curso de Engenhara Mecânca Av. João Naves de Ávla, 2160, Santa Mônca,

Leia mais

IPEF: FILOSOFIA DE TRABALHO DE UMA ELITE DE EMPRESAS FLORESTAISBRASILEIRAS CIRCULAR TÉCNICA ~ 161 AGOSTO 1988

IPEF: FILOSOFIA DE TRABALHO DE UMA ELITE DE EMPRESAS FLORESTAISBRASILEIRAS CIRCULAR TÉCNICA ~ 161 AGOSTO 1988 PEF: FLOSOFA DE TRABALHO DE UMA ELTE DE EMPRESAS FLORESTASBRASLERAS.1 SSN 0100-3453 CRCULAR TÉCNCA ~ 161 AGOSTO 1988 NTRODUÇJlO CENTRO DE CONSERVAÇAo GENÉTCA E MELHORAMENTO DE PNHEROS TROPCAS * P. EDUARDO

Leia mais

14. Correntes Alternadas (baseado no Halliday, 4 a edição)

14. Correntes Alternadas (baseado no Halliday, 4 a edição) 14. orrentes Alternadas (baseado no Hallday, 4 a edção) Por que estudar orrentes Alternadas?.: a maora das casas, comérco, etc., são provdas de fação elétrca que conduz corrente alternada (A ou A em nglês):

Leia mais

CQ110 : Princípios de FQ

CQ110 : Princípios de FQ CQ110 : Prncípos de FQ CQ 110 Prncípos de Físco Químca Curso: Farmáca Prof. Dr. Marco Vdott mvdott@ufpr.br Potencal químco, m potencal químco CQ110 : Prncípos de FQ Propredades termodnâmcas das soluções

Leia mais

Instruções de Utilização. Actuador de motor via rádio 1187 00

Instruções de Utilização. Actuador de motor via rádio 1187 00 Instruções de Utlzação Actuador de motor va rádo 1187 00 Índce Relatvamente a estas nstruções... 2 Esquema do aparelho... 3 Montagem... 3 Desmontagem... 3 Tensão de almentação... 4 Colocar as plhas...

Leia mais

SEQÜENCIAMENTO DE TAREFAS COM MÁQUINAS PARALELAS, PERMITINDO ATRASOS E COM TEMPOS DE PREPARAÇÃO DE MÁQUINA DEPENDENTES DA SEQÜÊNCIA.

SEQÜENCIAMENTO DE TAREFAS COM MÁQUINAS PARALELAS, PERMITINDO ATRASOS E COM TEMPOS DE PREPARAÇÃO DE MÁQUINA DEPENDENTES DA SEQÜÊNCIA. A pesqusa Operaconal e os Recursos Renováves a 7 de novembro de, Natal-RN SEQÜENCIAMENTO DE TAREFAS COM MÁQUINAS PARALELAS, PERMITINDO ATRASOS E COM TEMPOS DE PREPARAÇÃO DE MÁQUINA DEPENDENTES DA SEQÜÊNCIA.

Leia mais

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que DESEMPREGO DE JOVENS NO BRASIL I. Introdução O desemprego é vsto por mutos como um grave problema socal que vem afetando tanto economas desenvolvdas como em desenvolvmento. Podemos dzer que os índces de

Leia mais

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO Roberta Montello Amaral (UNIFESO) amaralroberta@yahoo.com.br Crado em 1990, o Saeb é um sstema de avalação do MEC que, junto à

Leia mais

Revisão dos Métodos para o Aumento da Confiabilidade em Sistemas Elétricos de Distribuição

Revisão dos Métodos para o Aumento da Confiabilidade em Sistemas Elétricos de Distribuição CIDEL Argentna 2014 Internatonal Congress on Electrcty Dstrbuton Ttle Revsão dos Métodos para o Aumento da Confabldade em Sstemas Elétrcos de Dstrbução Regstraton Nº: (Abstract) Authors of the paper Name

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE UMA FROTA DE CAMINHÕES PARA TRANSPORTE DE CARVÃO VEGETAL POR MEIO DA PROGRAMAÇÃO LINEAR

DIMENSIONAMENTO DE UMA FROTA DE CAMINHÕES PARA TRANSPORTE DE CARVÃO VEGETAL POR MEIO DA PROGRAMAÇÃO LINEAR IPEF n.21, p.85-95, dez.1980 DIMENSIONAMENTO DE UMA FROTA DE CAMINHÕES PARA TRANSPORTE DE CARVÃO VEGETAL POR MEIO DA PROGRAMAÇÃO LINEAR O.D.C.377.45:867.5 SUMMARY Geraldo Galdno de Paula Junor * Aloíso

Leia mais

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para Objetvos da aula Essa aula objetva fornecer algumas ferramentas descrtvas útes para escolha de uma forma funconal adequada. Por exemplo, qual sera a forma funconal adequada para estudar a relação entre

Leia mais

Palavras-chaves: Gráficos de controle, ambiente R, análise estatística multivariada

Palavras-chaves: Gráficos de controle, ambiente R, análise estatística multivariada A ntegração de cadeas produtvas com a abordagem da manufatura sustentável. Ro de Janero, RJ, Brasl, 13 a 16 de outubro de 2008 O DESENVOLVIMENTO DE GRÁFICOS DE CONTROLE MCUSUM E MEWMA EM AMBIENTE R COMO

Leia mais

ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COMÉRCIO EXTERNO

ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COMÉRCIO EXTERNO ESTATÍSTICAS E INDICADORES DE COÉRCIO ETERNO Nota préva: O texto que se segue tem por únco obectvo servr de apoo às aulas das dscplnas de Economa Internaconal na Faculdade de Economa da Unversdade do Porto.

Leia mais

APLICAÇÃO DO QFD EM ETAPAS INICIAIS DO DESENVOLVIMENTO DE UM ODORIZADOR DE AUTOMÓVEIS

APLICAÇÃO DO QFD EM ETAPAS INICIAIS DO DESENVOLVIMENTO DE UM ODORIZADOR DE AUTOMÓVEIS APLICAÇÃO DO QFD EM ETAPAS INICIAIS DO DESENVOLVIMENTO DE UM ODORIZADOR DE AUTOMÓVEIS QUALITY FUNCTION DEPLOYMENT (QFD) IN THE INITIAL STAGES OF THE DEVELOPMENT OF A CAR ODORIZER Carlos Eduardo Appolo

Leia mais

Universidade Federal do Espírito Santo. Departamento de Engenharia Civil. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil. Mestrado em Transportes

Universidade Federal do Espírito Santo. Departamento de Engenharia Civil. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil. Mestrado em Transportes Unversdade Federal do Espírto Santo Departamento de Engenhara Cvl Programa de Pós-Graduação em Engenhara Cvl Mestrado em Transportes EDSON PIMENTEL PEREIRA MODELO MATEMÁTICO PARA PLANEJAMENTO DA CIRCULAÇÃO

Leia mais

UNIDADE I SISTEMAS DE ARMAZENAGEM E MANUSEIO

UNIDADE I SISTEMAS DE ARMAZENAGEM E MANUSEIO UNIDADE I SISTEMAS DE ARMAZENAGEM E MANUSEIO Ballou (1993) defne Armazenagem como à admnstração do espaço necessáro para manter estoques. Envolve váras vertentes adconas, tas como localzação, dmensonamento

Leia mais