Como aposentadorias e pensões afetam a educação e o trabalho de jovens do domicílio 1

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1 Como aposentadoras e pensões afetam a educação e o trabalo de jovens do domcílo 1 Rodolfo Hoffmann 2 Resumo A questão central é saber como o valor da parcela do rendmento domclar formada por aposentadoras e pensões afeta a probabldade de jovens (15 a 21 anos de dade) desse domcílo não estarem estudando nem partcpando do mercado de trabalo. Combnando as possbldades de estar ou não freqüentando escola e estar ou não no mercado de trabalo, á 4 stuações, cujas probabldades foram analsadas por meo de um lógte multnomal. Usando dados da NAD de 2006 mostra-se que o rendmento de aposentadoras e pensões contrbu claramente para aumentar a probabldade de o jovem estudar e não partcpar do mercado de trabalo. Não á base para afrmar que aposentadoras e pensões contrbuem para aumentar a probabldade de que os jovens do domcílo não estudem nem partcpem do mercado de trabalo. alavra-cave: Aposentadoras; Jovens; Trabalo; Lógte multnomal. Abstract How pensons affect te scoolng and labor of te ouseold's youngsters Te central queston of ts paper s to determne weter te component of te ouseold ncome consttuted by pensons affects te probablty of te youngsters (15 to 21 years old) n te ouseold beng neter students nor labor supplers. Combnng te possbltes of attendng or not attendng scool and partcpatng or not n te labor market, tere are 4 stuatons wose probabltes are analyzed usng a multnomal logt model. Usng data from te 2006 Brazlan Natonal Houseold Sample Survey, t s sown tat te ncome of pensoners contrbutes substantally to ncrease te probablty of te ouseold s youngsters beng n scool and not partcpatng n te labor market. Tere s no evdence tat penson ncomes n a ouseold ncrease te probablty of ter youngsters beng smultaneously outsde scool and outsde te labor market. Key words: ensons; Youngsters; Labor; Multnomal logt. JEL C35, J22. Introdução Recente artgo de Res e Camargo (2007) analsa os mpactos de aposentadoras e pensões sobre a educação e a partcpação dos jovens na força de trabalo, usando dados da esqusa Naconal por Amostra de Domcílos (NAD) de Analsando os dados dessa mesma NAD e também os dados da NAD de 2006 fo possível confrmar as (1) Trabalo recebdo em março de 2009 e aprovado em março de Este texto fo submetdo para publcação em esqusa e lanejamento Econômco (E) em feverero de Em março de 2009 o autor recebeu comuncação de que o Corpo Edtoral da revsta tna decddo publcar apenas a nota que sau em E, v. 38, n. 3, p (2) rofessor do Insttuto de Economa da Unversdade Estadual de Campnas (IE/Uncamp), com apoo do CNq (Conselo Naconal de Desenvolvmento Centífco e Tecnológco), Campnas, S, Brasl. E-mal: Economa e Socedade, Campnas, v. 19, n. 1 (38), p , abr

2 Rodolfo Hoffmann prncpas conclusões desse artgo, excetuando-se a afrmatva de que aposentadoras e pensões levam a um aumento na probabldade de que os jovens não estejam estudando nem partcpando do mercado de trabalo. 3 Tudo ndca que se trata de um erro de nterpretação dos coefcentes estmados de um modelo de lógte multnomal. A questão é relevante para a avalação correta do efeto de aposentadoras e pensões nas decsões pessoas nas famílas e é nteressante como exemplo das dfculdades de nterpretação das estmatvas dos parâmetros em tal tpo de modelo. 1 O modelo São consderados os jovens com dade de 15 a 21 anos, moradores de áreas urbanas, em domcílos com adultos com dade de 22 a 64 anos. 4 Esses jovens são classfcados em 4 categoras. ara smplfcar a defnção das 4 categoras, o termo trabala será usado para ndcar que a pessoa é economcamente atva 5 (trabala ou procura trabalo) e o termo estuda será usado para ndcar que o jovem freqüenta uma escola. As 4 categoras exaustvas e mutuamente exclusvas são: 1 Trabala e não estuda 2 Trabala e estuda 3 Estuda e não trabala 4 Não trabala nem estuda. Esses 4 eventos serão ndcados por E, com = 1, 2, 3 ou 4. A probabldade de o -ésmo jovem pertencer à categora é ndcada por. Deseja-se analsar como a probabldade depende das característcas do jovem (nclundo sua dade, escolardade, cor e sexo) e do seu domcílo (renda per capta, regão, etc.). Seja x o vetor-lna com os valores das varáves explanatóras para o -ésmo jovem e sejam β 2, β 3 e β 4 os vetores-coluna de parâmetros para as categoras 2, 3 e 4, respectvamente. O modelo de lógte multnomal para esse problema pode ser expresso pelas seguntes equações 6 : (3) Devera ser desnecessáro dzer que a afrmatva não pode ser negada por prncípo. Em tese, transferêncas de renda podem, sm, favorecer a ocosdade de pessoas dreta ou ndretamente benefcadas. ara saber se o fenômeno ocorre ou não é ndspensável a análse cudadosa das nformações dsponíves e/ou coleta de novos dados. (4) No artgo de Res e Camargo (2007) ocorre certa mprecsão na defnção das varáves. Faz-se referênca a jovens com dade entre 15 e 21 anos quando o correto sera jovens com dade de 15 a 21 anos. Na p. 225 defne-se adultos como pessoas com mas de 21 anos, mas na tabela 2 consta que adultos são pessoas de 22 a 64 anos. (5) É claro que a categora podera se lmtar aos jovens ocupados, mas optou-se por manter a defnção utlzada por Res e Camargo (2007), cujo objetvo era analsar o mpacto de aposentadoras e pensões na oferta de trabalo dos jovens, ou seja, na sua partcpação na força de trabalo. (6) Nas equações (3) do artgo de Res e Camargo, e também no parágrafo segunte, aparece ndevdamente um índce j na representação do vetor das varáves explanatóras. 202 Economa e Socedade, Campnas, v. 19, n. 1 (38), p , abr

3 Como aposentadoras e pensões afetam a educação e o trabalo de jovens do domcílo 1 e 1 = 4 1+ exp( x β j= 2 exp( x β ) = 4 1+ exp( x β j= 2 j j ) ) (1) para = 2, 3 ou 4 (2) Como se trata de 4 categoras exaustvas e mutuamente exclusvas, as 4 probabldades para uma mesma pessoa sempre somam 1. Uma das 4 probabldades pode ser obtda por dferença. Neste caso a categora 1 (trabala e não estuda) fo adotada como base. Greene (2000, p. 861) ressalta que é tentador assocar o vetor de parâmetros com o resultado E (ou com sua probabldade ), mas sso sera errôneo. Note-se, nas expressões (1) e (2), que as probabldades (com = 1,..., 4) dependem de todos os 3 vetores de parâmetros. É fácl verfcar, a partr de (1) e (2), que 1 = exp( x β ) para = 2, 3 ou 4 (3) De manera mas geral, defnndo β 1 como um vetor-coluna de zeros, e ndcando por e k duas categoras quasquer, tem-se k [ x ( β β )] = exp para, k = 1,..., 4 (4) k Os 4 eventos possíves são obvamente dependentes entre s, pos se trata de 4 categoras mutuamente exclusvas. Mas, como mostra a expressão (4), no modelo de lógte multnomal a relação entre as probabldades assocadas às categoras e k depende apenas dos vetores β e β, não sendo afetada por uma redefnção das outras categoras. Seja k X uma determnada varável do vetor x m e sejam β 2 m, β 3 m e β 4 m os respectvos parâmetros. Se, por exemplo, β 2 m > 0, pode-se conclur, de acordo com (3), que a relação 2 1 cresce em função de X. Mas, avendo mas de duas categoras, m sso não permte conclur que cresce em função de 2 X. É perfetamente possível que m a relação 2 1 cresça com os valores de e 2 se reduzndo, desde que a redução de 1 seja proporconalmente maor do que a redução de 1. 2 No caso do lógte bnomal, com apenas duas categoras, o crescmento da relação 2 1 sgnfca, obvamente, que 2 cresce e 1 dmnu, já que = β Economa e Socedade, Campnas, v. 19, n. 1 (38), p , abr

4 Rodolfo Hoffmann 2 Varáves explanatóras e dados utlzados Segue-se a lsta das varáves explanatóras consderadas. a) Idade do jovem e o quadrado dessa dade. b) Sexo, assumndo valor 1 para femnno e 0 para masculno. c) 4 varáves bnáras para cor ou raça (ndígena, branco, preto, pardo e amarelo, adotando branco como base). d) 3 varáves bnáras para dstngur 4 níves de escolardade (nula, 1 a 8 anos, 9 ou 10 e 11 anos ou mas), adotando como base a escolardade nula. Também foram fetos ajustamentos utlzando 15 varáves bnáras para dstngur 16 níves de escolardade, sem que sso alterasse substancalmente os resultados. e) 5 varáves bnáras para dstngur regões do país, adotando o Nordeste como base e destacando S do Sudeste. f) Número de cranças com até 5 anos no domcílo. g) Número de cranças com 6 a 10 anos no domcílo. ) Número de moradores com 11 a 14 anos. ) Número de jovens com 15 a 21 anos, exclundo o jovem cuja categora é a varável dependente. j) Rendmento domclar per capta corrgdo, exclundo do rendmento domclar os rendmentos de aposentadoras e pensões e o eventual rendmento de trabalo do jovem consderado na defnção da varável dependente, em centenas de reas correntes. k) Escolardade méda dos adultos (com 22 a 64 anos) do domcílo. l) Uma varável bnára que ndca a presença de aposentadora e/ou pensão no rendmento domclar ou, alternatvamente, o valor per capta de aposentadoras e pensões, em centenas de reas correntes. Verfca-se que foram utlzadas 22 varáves explanatóras. Inclundo as constantes, o modelo de lógte multnomal, com 4 categoras, fca com 3 23 = 69 parâmetros. Cabe ressaltar que na contagem do número de moradores do domcílo foram sempre excluídas as pessoas cuja condção no domcílo é de pensonsta, empregado doméstco ou parente de empregado doméstco. Foram consderados apenas domcílos partculares, exclundo todos os que tvessem valor não declarado para alguma varável relevante para a análse. Todas as análses estatístcas foram fetas com ponderação pelo fator de expansão fornecdo pelo IBGE nos mcrodados da NAD. Utlzando os dados da NAD de 2003 (sem as varáves do questonáro suplementar), foram obtdos resultados qualtatvamente equvalentes aos apresentados por Res e Camargo (2007). As dferenças numércas se devem, provavelmente, ao fato de não serem usados exatamente os mesmos fltros nos dados ou a uma eventual dferença na manera de defnr alguma varável a partr das nformações dsponíves nos mcrodados. 204 Economa e Socedade, Campnas, v. 19, n. 1 (38), p , abr

5 Como aposentadoras e pensões afetam a educação e o trabalo de jovens do domcílo Optou-se por apresentar aqu apenas alguns dos resultados obtdos com a NAD de Resultados para 2006 Nos mcrodados da NAD de 2006 são encontrados, na amostra, jovens com dade de 15 a 21 anos, em domcílos partculares com pelo menos um adulto com dade de 22 a 64 anos, exclundo os domcílos onde ouvesse pessoa com falta de nformação sobre alguma das varáves a serem utlzadas na análse (rendmento, escolardade, dade, freqüênca à escola, cor e ser ou não economcamente atva). Esses jovens estão em domcílos, correspondendo, na população, a jovens em domcílos. A Tabela 1 mostra a dstrbução da população de jovens nas 4 categoras analsadas. Tabela 1 Dstrbução dos jovens com dade de 15 a 21 anos pelas 4 categoras, no Brasl, conforme dados da NAD de 2006 Categora N o na amostra opulação N o (1000) % 1 Trabala e não estuda ,2 2 Trabala e estuda ,6 3 Estuda e não trabala ,2 4 Não trabala nem estuda ,0 Total ,0 Verfca-se que 49,3% desses jovens são do sexo masculno e 54,8% fazem parte da EA (população economcamente atva). Entre os ml que fazem parte da EA, apenas 75,6% estão ocupados. O valor médo de renda domclar per capta desses jovens é R$ 457,30, sendo que 82,7% desse rendmento domclar correspondem a rendmento de trabalo, 8,2% provêm de aposentadoras e 5,0% corresponde a pensões. Elmnando os rendmentos de aposentadoras e pensões e o eventual rendmento do trabalo do jovem analsado, a méda desse rendmento domclar per capta corrgdo é R$ 359,41. anos. A escolardade méda dos adultos do domcílo assocado a cada jovem é 7,326 Analogamente ao que fzeram Res e Camargo (2007), pode-se ncar a análse com um modelo de lógte bnomal no qual a varável dependente é a probabldade de pertencer à EA (agregando as categoras 1 e 2 de um lado, e as categoras 3 e 4 de outro lado). Fo estmado um modelo com as varáves explanatóras lstadas na seção 2, consderando 4 níves de escolardade do jovem e uma varável bnára que ndca se o domcílo tem pessoa que recebe aposentadora e/ou pensão. A estmatva do coefcente dessa varável bnára é 0,1530 (e estmatva do respectvo desvo padrão gual a 0,0252), ndcando que a presença de um aposentado ou pensonsta no domcílo reduz a probabldade de o jovem partcpar da EA. Economa e Socedade, Campnas, v. 19, n. 1 (38), p , abr

6 Rodolfo Hoffmann A segur fo ajustado um modelo smlar, substtundo a varável bnára que ndca a presença de aposentado pelo valor per capta de aposentadoras e pensões (em centenas de reas). A estmatva do coefcente dessa varável é 0,0889 (e estmatva do respectvo desvo padrão gual a 0,0072), ndcando que a renda de aposentadoras e pensões contrbu de manera estatstcamente sgnfcatva para reduzr a probabldade de o jovem partcpar da EA. Interessante constatar que nesse mesmo modelo, a estmatva do coefcente do rendmento domclar per capta (também em centenas de reas) é 0,0417 (com estmatva do respectvo desvo padrão gual a 0,0028), mostrando que o efeto de um acréscmo na renda de aposentadoras e/ou pensões é cerca de duas vezes maor do que o efeto de um acréscmo de gual montante na renda de outras fontes. Ressalte-se que esses modelos ajustados aos dados da NAD de 2006 confrmam resultados obtdos por Res e Camargo para Havendo nteresse em verfcar se aposentadoras e pensões afetam a probabldade de o jovem não trabalar nem estudar (categora 4), é aproprado ajustar um modelo de lógte bnomal cuja varável dependente seja essa probabldade. ara um modelo com as mesmas varáves explanatóras do modelo anteror, a estmatva do coefcente do rendmento de aposentadoras e pensões per capta é 0,0137, com desvo padrão estmado em 0,0113. O teste da pótese de que o coefcente é gual a zero tem probabldade caudal gual a 22,5%, ndcando que não é razoável rejetar a pótese de nuldade. Um modelo gual ajustado aos dados da NAD de 2003 levou a uma estmatva do coefcente do rendmento de aposentadoras e/ou pensões que é negatva e estatstcamente sgnfcatva, contrarando a afrmatva de Res e Camargo assnalada na Introdução. A segur são apresentados os resultados obtdos com dos modelos de lógte multnomal. No prmero o efeto de aposentadoras e pensões sobre a probabldade de o jovem pertencer a uma das 4 categoras descrtas na seção 1 é captado por meo de uma varável bnára que é gual a 1 quando o rendmento domclar nclu aposentadoras e/ou pensões. A Tabela 2 apresenta as estmatvas dos parâmetros dessa varável e dos respectvos desvos padrões. Cabe lembrar que a categora 1 (trabala e não estuda) fo adotada como base. Tabela 2 Estmatvas dos parâmetros da varável bnára que ndca a presença de aposentado no domcílo do jovem. Brasl, 2006 Categora Estmatva do parâmetro (1) Estmatva do desvo padrão 2 Trabala e estuda 0,2944 0, Estuda e não trabala 0,4120 0, Não trabala nem estuda 0,1758 0,0419 (1) Todas as estmatvas são estatstcamente dferentes de zero ao nível de sgnfcânca de 0,1%. O fato de a estmatva do parâmetro relatvo à categora 4 (não trabala nem estuda) ser postvo e estatstcamente sgnfcatvo não sgnfca que a presença de um aposentado ou pensonsta no domcílo aumente a probabldade de o jovem pertencer à categora dos que não trabalam nem estudam. 206 Economa e Socedade, Campnas, v. 19, n. 1 (38), p , abr

7 Como aposentadoras e pensões afetam a educação e o trabalo de jovens do domcílo Fxadas as demas característcas do jovem e do seu domcílo, pode-se usar o modelo estmado para calcular as probabldades assocadas às 4 categoras, consderando, alternatvamente, valores zero ou 1 para a varável bnára que ndca presença de aposentado. As Tabelas 3, 4 e 5 mostram os resultados obtdos para três stuações dstntas. Nos três casos observa-se que a presença de aposentado e/ou pensonsta no domcílo contrbu para reduzr a probabldade de trabalar e não estudar, aumentar substancalmente a probabldade de estudar e não trabalar e reduzr a probabldade de não trabalar nem estudar. Tabela 3 robabldades estmadas para as 4 categoras, na ausênca ou presença de aposentado, consderando um jovem do sexo masculno, com dade méda (17,982 anos), branco, com escolardade de 1 a 8 anos, em domcílo da regão MG+ES+RJ, com um outro jovem, com renda domclar per capta corrgda méda (R$ 359,41) e valor médo para escolardade dos adultos (7,326 anos) Categora Sem aposentado robabldades estmadas (%) Com aposentado 1 Trabala e não estuda 36,5 29,2 2 Trabala e estuda 28,8 31,0 3 Estuda e não trabala 25,9 31,4 4 Não trabala nem estuda 8,8 8,4 Total 100,0 100,0 Tabela 4 robabldades estmadas para as 4 categoras, na ausênca ou presença de aposentado, consderando um jovem com 16 anos de dade, do sexo masculno, branco, com escolardade de 1 a 8 anos, em domcílo da regão MG+ES+RJ, com um outro jovem, com renda domclar per capta corrgda de R$ 200,00 e escolardade méda dos adultos gual a 2 anos robabldades estmadas (%) Categora Sem aposentado Com aposentado 1 Trabala e não estuda 20,9 15,7 2 Trabala e estuda 31,7 32,1 3 Estuda e não trabala 39,9 45,4 4 Não trabala nem estuda 7,5 6,7 Total 100,0 100,0 Tabela 5 robabldades estmadas para as 4 categoras, na ausênca ou presença de aposentado, consderando um jovem do sexo femnno e demas característcas guas às da Tabela 4 Categora Sem aposentado robabldades estmadas (%) Com aposentado 1 Trabala e não estuda 11,9 8,8 2 Trabala e estuda 26,3 26,0 3 Estuda e não trabala 47,4 52,6 4 Não trabala nem estuda 14,4 12,6 Total 100,0 100,0 Economa e Socedade, Campnas, v. 19, n. 1 (38), p , abr

8 Rodolfo Hoffmann No outro modelo de lógte multnomal estmado, em lugar da varável bnára que ndca a presença de aposentado no domcílo, usa-se o valor do rendmento de aposentadoras e pensões per capta, em centenas de reas correntes. A Tabela 6 apresenta as estmatvas dos parâmetros dessa varável e dos respectvos desvos padrões. Tabela 6 Estmatvas dos parâmetros da varável rendmento de aposentadoras e pensões per capta (em centenas de reas) do domcílo do jovem. Brasl, 2006 Categora Estmatva do parâmetro (1) Estmatva do desvo padrão 2 Trabala e estuda 0,1864 0, Estuda e não trabala 0,2458 0, Não trabala nem estuda 0,1442 0,0161 (1) Todas as estmatvas são estatstcamente dferentes de zero ao nível de sgnfcânca de 0,1%. Novamente, o fato de a estmatva do parâmetro assocado à categora não trabala nem estuda ser postvo e estatstcamente sgnfcatvo não permte conclur que o rendmento de aposentadoras e pensões contrbu para aumentar a probabldade de o jovem pertencer a essa categora. Fxadas as demas característcas do jovem e do seu domcílo, pode-se usar o modelo estmado para calcular as probabldades assocadas às 4 categoras para qualquer valor do rendmento de aposentadoras e pensões. Isso fo feto para valores dessa varável de 0 a 10 (o que corresponde a valores de 0 a R$ desse rendmento per capta) e, com os valores estmados das probabldades, fo construído o Gráfco % Gráfco 1 Varação das probabldades de cada categora de atvdade do jovem em função do rendmento de aposentadoras e pensões per capta. Brasl, 2006 não trabala nem estuda 80% estuda e não trabala rob. (%) 60% 40% 20% trabala e estuda trabala e não estuda 0% Rendmento de aposentadoras e pensões per capta (em centenas de reas) 208 Economa e Socedade, Campnas, v. 19, n. 1 (38), p , abr

9 Como aposentadoras e pensões afetam a educação e o trabalo de jovens do domcílo Consderou-se um jovem do sexo masculno, com dade méda (17,982 anos), branco, com escolardade de 1 a 8 anos, resdente em domcílo da regão MG+ES+RJ, nclundo um outro jovem, com renda domclar per capta corrgda méda (R$ 359,41) e valor médo para escolardade dos adultos (7,326 anos). É notóra, no Gráfco 1, a redução da probabldade de trabalar e não estudar e o crescmento da probabldade de estudar e não trabalar, em função do rendmento de aposentadoras e pensões per capta. No gráfco, a probabldade de pertencer à categora não trabala nem estuda se mostra nsensível ao valor do rendmento de aposentadoras e pensões per capta (x). O exame dos valores calculados mostra que essa probabldade estmada é 8,65% para x = 0, sobe para 8,75% quando x = 1,5 (R$ 150) e depos va dmnundo, sendo gual a 6,55% quando x = 10 (R$ 1.000). É claro que esse tpo de análse pode ser repetdo consderando outros conjuntos de característcas báscas do jovem e do seu domcílo. Isso fo feto para alguns casos, sem que fosse observado algum tpo de comportamento muto dferente do observado no gráfco 1. Consderações fnas Confrmando resultados obtdos por Res e Camargo (2007), verfca-se que o rendmento de aposentadoras e pensões contrbu para reduzr a probabldade de o jovem trabalar e não estudar e para aumentar substancalmente a probabldade de ele estudar e não trabalar. A probabldade de o jovem não trabalar nem estudar é menos sensível ao nível daquele rendmento, mas os resultados obtdos ndcam que a presença de aposentados s no domcílo contrbu para reduzr essa probabldade. Como sera de se esperar, as aposentadoras e pensões têm efetos benéfcos sobre as famílas que as recebem, sendo usadas, nclusve, para nvestr na formação dos jovens, facltando sua dedcação aos estudos. É claro que cabe aprofundar a pesqusa e é bem provável que as aposentadoras e pensões, em algumas crcunstâncas mas específcas, promovam uma ocosdade socalmente ndesejável. O fato de aposentadoras e pensões terem efetos benéfcos sobre as famílas que as recebem não sgnfca, obvamente, que o sstema prevdencáro no Brasl não precse de reformas, tanto para garantr a sua sustentabldade como para elmnar as njustças do sstema apontadas por Ncolson (2007). Referêncas bblográfcas GREENE, W. H. Econometrc analyss. 4. ed. rentce-hall, NICHOLSON, B. A prevdênca njusta: como o fm dos prvlégos pode mudar o Brasl. São aulo: Geração Edtoral, REIS, M. C.; CAMARGO, J. M. Impactos de aposentadoras e pensões sobre a educação e a partcpação dos jovens na força de trabalo. esqusa e lanejamento Econômco, Ro de Janero, v. 37, n. 2, ago Economa e Socedade, Campnas, v. 19, n. 1 (38), p , abr

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