Curso de extensão, MMQ IFUSP, fevereiro/2014. Alguns exercício básicos

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Curso de extensão, MMQ IFUSP, fevereiro/2014. Alguns exercício básicos"

Transcrição

1 Curso de extensão, MMQ IFUSP, feverero/4 Alguns exercíco báscos I Exercícos (MMQ) Uma grandeza cujo valor verdadero x é desconhecdo, fo medda três vezes, com procedmentos expermentas dêntcos e, portanto, mesmos desvos padrões, obtendo-se os dados x, x e x 3, sendo nulas as covarâncas entre eles Mostre que a méda artmétca smples é a estmatva dada pelo MMQ (MMQ) Para se estmar os valores de duas grandezas, a e b, elas foram meddas, obtendo-se os seguntes resultados: a 7 a a b 5 b 3 3 b a 9 Determne os valores a serem adotados para essas grandezas usando o MMQ R: 6,5 e 6,, respectvamente para a e b 3 (MMQ) Para conhecer o rendmento de um veículo (em ltros por qulômetro), medu-se o consumo em dferentes percursos (tabela abaxo) Determne os rendmentos urbano e rodováro desse veículo usando o MMQ Percursos fetos (em km) Consumo de combustível Rodováro Urbano (ltros) R: Urbano:, l/km; rodováro:,5 l/km 4- (MMQ e matrz de covarânca) Escreva a expressão de Q(a,b,c) para o ajuste dos parâmetros de uma parábola y=a +b x+c o x a dados expermentas (x,y, ), não covarantes A partr dela, obtenha as expressões para os parâmetros ajustados e para suas varâncas e covarâncas 5 (Méda de dados pelo MMQ) Escreva a expressão Q(a) para o ajuste do parâmetro a da função y=a a dados (y, ), =,, n Mostre que o valor ajustado ã, é a méda ponderada

2 y a ~ Mostre, também, que a varânca de ã é a ~ 6 (MMQ, ajuste sem nenhum grau de lberdade) Escreva a expressão explícta para ã e ~ b no caso do ajuste dos parâmetros de uma reta por dos pontos expermentas (x,y, ) e (x,y, ) Escreva a matrz de covarânca de ã e ~ b (Note de que não há qualquer lmtação nesse ajuste, apesar de o número de graus de lberdade, dferença entre o número de dados expermentas e de parâmetros a ajustar, ser nulo e a função ajustada passar pelos dos pontos expermentas) 7 (Mnmzar ncerteza) (a) Verfque que, se todos os desvos padrões no ajuste dos parâmetros de uma reta y=a+bx forem guas, a expressão para os valores ajustados é a ~ n x y ~, b x x x y onde todas as somatóras vão de a n, sendo n a quantdade de dados expermentas (b) No ajuste de uma reta, y=a+bx, por dos pontos expermentas, apenas o termo constante é relevante Suponha que em um expermento a dstânca entre os dos valores da abscssa, x -x =, é fxo Mostre que, se as ncertezas dos dos pontos forem guas, a maor precsão em ã é obtda quando x =- / e x = / 8 (MMQ, lneardade nos parâmetros) Ajuste os parâmetros a e b da expressão y a x b 3 x consderando os dados expermentas abaxo, sendo as ncertezas em y guas a, x y, 8,6 7,8 3,9 4, 4,7 4,9 4,4 3,8 9,6 R: =4,95(,6) e

3 II Exercícos (Varânca pela função probabldade) (a) Escreva a expressão para a varânca de uma grandeza y, que vara dscretamente e que obedece à função probabldade P(y ) R: y y y y p( y ), sendo que a soma se estende por todos os valores para os quas p(y ) não é nula (b) Mostre que na dstrbução bnomal, P(n)=(N!/(N-n)!n!) p n (-p) N-n a varânca é N p (-p) (Propagação de matrz de covarânca) Os lados de um retângulo são 3(5) e 4(8), sendo nula a covarânca entre eles Determnar a matrz de covarânca do perímetro desse retângulo e da dferença entre o lado maor e o lado menor R:,6 3, V O coefcente de correlação é,56 3,,89 3 (Desvo padrão da méda e o MMQ) Determne a varânca de x x x x n n, supondo que todos os dados x têm o mesmo desvo padrão e covarâncas nulas R: x n 4 (Covarânca, justfcatva) Mostre que no ajuste dos parâmetros de uma reta, y=a+bx, se todos os dados ndependentes x forem postvos, então a covarânca entre os valores ajustados ~ a e ~ b será negatva Encontre uma explcação qualtatva para a covarânca ser negatva> 5 (Coefcente de correlação) Duas grandezas y e y têm matrz de covarânca 3

4 V Mostre que para que a varânca de y + y seja postva ou nula para qualquer valor de, então 6 (MMQ e mínma varânca, um exemplo) A méda ponderada de duas grandezas x e x é dada por x x Mostre que se os desvos padrões de x e x são, respectvamente, e e a covarânca entre eles é nula, então a menor varânca da méda ponderada é obtda quando e 7 (Varânca pela fdp) Consdere a função densdade de probabldade f ( y) b a se a < y < b nos outros casos Mostre que y y ( a b) / e y b a 8 (Efeto do truncamento) Váras constantes fundamentas da natureza (como a carga elementar, a constante de Planck, a massa do elétron etc) são conhecdas com ncertezas menores do que, parte por mlhão Em outras palavras, são conhecdas com pelo menos 7 algarsmos sgnfcatvos Entretanto, um pesqusador resolveu fazer seus cálculos arredondando os valores para 4 algarsmos apenas, usando 6,66-34 J s,,6-9 C e 9,9-3 kg respectvamente para a constante de Planck, a carga elementar e a massa do elétron Consderando o resultado do exercíco anteror, como ele deve estmar a ncerteza desses valores? 4

5 9 (Incerteza na nterpolação) Mostre que no caso do ajuste dos parâmetros de uma reta, y=a+bx, o valor de y nterpolado com menor desvo padrão x ocorre em x III Exercícos (Covarânca entre erros) Mostre que se y y e e y y e, cujos índces ndcam os valores verdaderos, então y y ) cov( e ) cov( e - Determne a matrz de planejamento do ajuste de um únco valor a n dados expermentas correspondentes a meddas de uma mesma grandeza R: É um vetor coluna com n elementos guas a 3 (MMQ) Ângulos externos e nternos de um trângulo foram meddos com os mesmos desvos padrões guas a e de forma estatstcamente ndependentes Os resultados estão tabelados abaxo (em graus) Ângulo meddo resultado Ângulo meddo resultado t Sendo o vetor de parâmetros a ser ajustado A (,, 3 ), mostre que a matrz de planejamento é dada por X 5

6 Determne o valor dos ângulos ajustados bem como sua matrz de covarânca Faça um teste de qu-quadrado para avalar a qualdade desse ajuste R: Ângulos ajustados: 89, o, 59,6 o 3, o Matrz de covarânca:,8,8,5 V,8,38,8 Valor obtdo χ : 3,6,5,8,8 4 (MMQ com vínculo) Usando os valores ajustados para os três ângulos do exercíco anteror e a correspondente matrz de covarânca, obtenha novos valores dos ângulos e a correspondente matrz de covarânca com a condção que a soma deles seja 8º 5 (MMQ) Duas meddas de uma mesma grandeza apresentaram os resultados 37,(5) e 43,(), onde os valores entre parênteses são os respectvos desvos padrões em undades da últma casa Supondo os dados estatstcamente ndependentes, determne o valor a ser adotado e o seu desvo padrão R: 4,(,9) 6 (Consequênca de uma correlação alta) Escreva a matrz de covarânca de dos dados, () e 7(), correspondentes a meddas de uma mesma grandeza, sendo que o coefcente de correlação entre eles é =9 A segur, determne o valor a ser adotado, seu desvo padrão e o valor de ququadrado do ajuste, 8,9 R: V Valor ajustado (e ncerteza): 4,(,7) (A alta 8,9, correlação postva entre os dos dados,,9, é responsável pela pequena redução da ncerteza do valor ajustado em relação às ncertezas dos dados expermentas) Qu-quadrado:,5 7 (Efeto de correlação negatva) Determne a méda e o desvo padrão dos dados abaxo correspondentes a três meddas da mesma grandeza e calcule o 6

7 valor de qu-quadrado do ajuste Dados: 35,±,, 39,±, e 38,±, sendo o coefcente de correlação entre todos os dados guas a =-4 R: 35,3±,5 Note a grande redução na ncerteza da méda quando comparada com a ncerteza dos dados por causa das correlações negatvas Qu-quadrado:,5 8 (MMQ, mportânca de cada dado na estmatva de cada parâmetro) Consdere o ajuste dos parâmetros de uma reta, y=a +b x, sendo os valores da abcssa (,, 3, 4) e os valores da ordenada (y, y, y 3, y 4 ) com matrz de covarânca gual à dentdade Escreva explctamente a matrz (X` V - X) - X` V - Inspecone essa matrz para determnar qual dos valores de y tem maor peso na estmatva do parâmetro a Verfque que o valor y 3 tem peso nulo na determnação de ã Obtenha a matrz de covarâncas dos parâmetros ajustados Verfque que exclundo o dado que tem peso nulo na estmatva do parâmetro a, a varânca de ã não se altera IV Exercícos (MMQ) Ajustar os valores de a e b da expressão y=a e x + b e -x aos dados abaxo Consdere todos os desvos padrões das varáves dependentes (y) guas a e nulas as correlações entre os dados Consdere nulas as ncertezas das varáves ndependentes Indque os valores ajustados, suas ncertezas e a covarânca x y R: Valores ajustados e ncertezas: 3,5(,5), 5,8(,3) Covarânca entre os parâmetros: -, -4 (Fxar o valor de um parâmetro; vínculo) Depos de feto o expermento do exercíco anteror, fcou-se sabendo que o valor de b é exatamente 6, e não devera ter sdo ajustado Assm, a partr dos resultados obtdos para a e b, mponha a condção que b seja gual a 6, e determne o novo valor a ser adotado para a bem como sua ncerteza (Propredade de uma matrz de covarânca) Verfque que a matrz 7

8 , 7, 7, 7, 7, 7, 7 não pode ser uma matrz de covarânca, pos a varânca da soma das três varáves correspondentes a essa matrz sera negatva (Uma matrz de covarânca deve ser postva sem-defnda) 3 (Ajustando parâmetros em comum em função dferentes) Para medr a aceleração da gravdade em um local, um grupo de estudantes fez a segunte experênca que permta medr dstânca de queda e velocdade em uma queda lvre A posção na queda lvre fo medda nos nstantes t= s e t=3 s, obtendo os valores 5,6 m e 46,3 m A velocdade fo medda nos nstantes t= s e t=4 s, obtendo-se os resultados 9 m/s e 4, m/s, respectvamente (Despreze a resstênca do ar) Consdere a matrz de covarânca gual a uma matrz dentdade e suponha que a velocdade e a posção em t= s não sejam conhecdas Consderando d=d +v t+,5 g t e v=v +g t Determne os valores ajustados de d, v e g bem como a ncerteza na aceleração da gravdade R:,3 m,, m/s e,(6) m/s 4 (MMQ; novo ponto em um ajuste) O resultado do ajuste de uma reta por pontos expermentas levou ao resultado a ~ ~ b,45,33 e V,6,4,4,5 Inclua nesse ajuste um novo ponto expermental, x=3 e y=,3, com desvo padrão e não correlaconado com os dados anterormente usados (e, portanto, também não correlaconado com ~ a ou ~ b ), determnando novos valores para os parâmetros e para a matrz de covarânca ~ R: ~a, 7, b, 3, V,3,95,95,43 V - Exercícos 8

9 (MMQ é estmador não tendencoso com menor ncerteza) Consdere dos dados expermentas y e y correspondentes a meddas de uma mesma grandeza y, com mesmas ncertezas e não correlaconados Mostre que a méda ponderada y y y não é tendencosa, ou seja, y y Verfque que o desvo padrão da méda acma é maor que o desvo padrão da méda smples (Relação lnear entre parâmetros) Energas de três transções nucleares foram meddas, obtendo-se os resultados expermentas,73(,) kev, 98,44(,5) kev e 98,65(,4) kev, não correlaconadas entre s Sabe-se que a soma das duas prmeras transções deve ser gual à tercera Impondo esse vínculo, determne os novos valores a serem adotados para as energas das transções bem como a nova matrz de covarânca Explque porque essa matrz é sngular (Note que a matrz de planejamento, neste caso, é gual à matrz dentdade de ordem 3) R:,64(,); 98,3(,); 98,96(,6),4,8,9 3,8,485,377 V Ã,9,377,668 kev= 3 ev; ev=,6-9 J 9

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

Covariância e Correlação Linear

Covariância e Correlação Linear TLF 00/ Cap. X Covarânca e correlação lnear Capítulo X Covarânca e Correlação Lnear 0.. Valor médo da grandeza (,) 0 0.. Covarânca na propagação de erros 03 0.3. Coecente de correlação lnear 05 Departamento

Leia mais

1 a Lei de Kirchhoff ou Lei dos Nós: Num nó, a soma das intensidades de correntes que chegam é igual à soma das intensidades de correntes que saem.

1 a Lei de Kirchhoff ou Lei dos Nós: Num nó, a soma das intensidades de correntes que chegam é igual à soma das intensidades de correntes que saem. Les de Krchhoff Até aqu você aprendeu técncas para resolver crcutos não muto complexos. Bascamente todos os métodos foram baseados na 1 a Le de Ohm. Agora você va aprender as Les de Krchhoff. As Les de

Leia mais

Universidade Federal da Bahia Instituto de Física Departamento de Física da Terra e do Meio Ambiente TEXTOS DE LABORATÓRIO T E O R I A D E E R R O S

Universidade Federal da Bahia Instituto de Física Departamento de Física da Terra e do Meio Ambiente TEXTOS DE LABORATÓRIO T E O R I A D E E R R O S Unversdade Federal da Baha Insttuto de Físca Departamento de Físca da Terra e do Meo Ambente TEXTOS DE LABORATÓRIO T E O R I A D E E R R O S Físca I SALVADOR, BAHIA 013 1 Prefáco Esta apostla é destnada

Leia mais

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF)

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF) PMR 40 - Mecânca Computaconal CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Fntos (MEF). Formulação Teórca - MEF em uma dmensão Consderemos a equação abao que representa a dstrbução de temperatura na barra

Leia mais

ESTATÍSTICA MULTIVARIADA 2º SEMESTRE 2010 / 11. EXERCÍCIOS PRÁTICOS - CADERNO 1 Revisões de Estatística

ESTATÍSTICA MULTIVARIADA 2º SEMESTRE 2010 / 11. EXERCÍCIOS PRÁTICOS - CADERNO 1 Revisões de Estatística ESTATÍSTICA MULTIVARIADA º SEMESTRE 010 / 11 EXERCÍCIOS PRÁTICOS - CADERNO 1 Revsões de Estatístca -0-11 1.1 1.1. (Varáves aleatóras: função de densdade e de dstrbução; Méda e Varânca enquanto expectatvas

Leia mais

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação Mnstéro da Educação Insttuto Naconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera Cálculo do Conceto Prelmnar de Cursos de Graduação Nota Técnca Nesta nota técnca são descrtos os procedmentos utlzados

Leia mais

Probabilidade e Estatística. Correlação e Regressão Linear

Probabilidade e Estatística. Correlação e Regressão Linear Probabldade e Estatístca Correlação e Regressão Lnear Correlação Este uma correlação entre duas varáves quando uma delas está, de alguma forma, relaconada com a outra. Gráfco ou Dagrama de Dspersão é o

Leia mais

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO Professor Maurco Lutz 1 CORRELAÇÃO Em mutas stuações, torna-se nteressante e útl estabelecer uma relação entre duas ou mas varáves. A matemátca estabelece város tpos de relações entre varáves, por eemplo,

Leia mais

3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Medidas Numéricas

3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Medidas Numéricas PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EGEHARIA DE TRASPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMETO DE EGEHARIA CIVIL ECV DISCIPLIA: TGT41006 FUDAMETOS DE ESTATÍSTICA 3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Meddas umércas

Leia mais

CQ110 : Princípios de FQ

CQ110 : Princípios de FQ CQ110 : Prncípos de FQ CQ 110 Prncípos de Físco Químca Curso: Farmáca Prof. Dr. Marco Vdott mvdott@ufpr.br Potencal químco, m potencal químco CQ110 : Prncípos de FQ Propredades termodnâmcas das soluções

Leia mais

Método de Monte Carlo Aplicado às Finanças 1. Introdução 2. O Método de Monte Carlo 3. Inversão da Função de Distribuição 4. Algumas Aplicações 5.

Método de Monte Carlo Aplicado às Finanças 1. Introdução 2. O Método de Monte Carlo 3. Inversão da Função de Distribuição 4. Algumas Aplicações 5. Método de Monte Carlo Aplcado às Fnanças 1. Introdução. O Método de Monte Carlo 3. Inversão da Função de Dstrbução 4. Algumas Aplcações 5. Prncípos Báscos do Método de Monte Carlo 5.1 Introdução 5. Formulação

Leia mais

Universidade Salvador UNIFACS Cursos de Engenharia Cálculo IV Profa: Ilka Rebouças Freire. Integrais Múltiplas

Universidade Salvador UNIFACS Cursos de Engenharia Cálculo IV Profa: Ilka Rebouças Freire. Integrais Múltiplas Unversdade Salvador UNIFACS Cursos de Engenhara Cálculo IV Profa: Ilka ebouças Frere Integras Múltplas Texto 3: A Integral Dupla em Coordenadas Polares Coordenadas Polares Introduzremos agora um novo sstema

Leia mais

CAPÍTULO 4 - Variáveis aleatórias e distribuições de probabilidade

CAPÍTULO 4 - Variáveis aleatórias e distribuições de probabilidade CAPÍTULO 4 - Varáves aleatóras e dstrbuções de probabldade Conceto de varável aleatóra Uma função cujo valor é um número real determnado por cada elemento em um espaço amostral é chamado uma varável aleatóra

Leia mais

Princípios do Cálculo de Incertezas O Método GUM

Princípios do Cálculo de Incertezas O Método GUM Prncípos do Cálculo de Incertezas O Método GUM João Alves e Sousa Laboratóro Regonal de Engenhara Cvl - LREC Rua Agostnho Perera de Olvera, 9000-64 Funchal, Portugal. E-mal: jasousa@lrec.pt Resumo Em anos

Leia mais

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00)

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00) Bussab&Morettn Estatístca Básca Capítulo 4 Problema. (b) Grau de Instrução Procedênca º grau º grau Superor Total Interor 3 (,83) 7 (,94) (,) (,33) Captal 4 (,) (,39) (,) (,3) Outra (,39) (,7) (,) 3 (,3)

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2013 DA UNICAMP-FASE 1. RESOLUÇÃO: PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA

PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2013 DA UNICAMP-FASE 1. RESOLUÇÃO: PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 03 DA UNICAMP-FASE. PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA QUESTÃO 37 A fgura abaxo exbe, em porcentagem, a prevsão da oferta de energa no Brasl em 030, segundo o Plano Naconal

Leia mais

1 Topologias Básicas de Conversores CC-CC não-isolados

1 Topologias Básicas de Conversores CC-CC não-isolados 1 opologas Báscas de Conversores CC-CC não-solados 1.1 Prncípos báscos As análses que se seguem consderam que os conversores não apresentam perdas de potênca (rendmento 100%). Os nterruptores (transstores

Leia mais

Caderno de Exercícios Resolvidos

Caderno de Exercícios Resolvidos Estatístca Descrtva Exercíco 1. Caderno de Exercícos Resolvdos A fgura segunte representa, através de um polígono ntegral, a dstrbução do rendmento nas famílas dos alunos de duas turmas. 1,,75 Turma B

Leia mais

Fast Multiresolution Image Querying

Fast Multiresolution Image Querying Fast Multresoluton Image Queryng Baseado no artgo proposto por: Charles E. Jacobs Adan Fnkelsten Davd H. Salesn Propõe um método para busca em um banco de dados de magem utlzando uma magem de consulta

Leia mais

RM 68 INCERTEZA DE MEDIÇÃO: GUIA PRÁTICO DO AVALIADOR DE LABORATÓRIOS SUMÁRIO 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA

RM 68 INCERTEZA DE MEDIÇÃO: GUIA PRÁTICO DO AVALIADOR DE LABORATÓRIOS SUMÁRIO 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA RM 68 INCERTEZA DE MEDIÇÃO: GUIA PRÁTICO DO AVALIADOR DE LABORATÓRIOS PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REVISÃO: 05 ABR/013 SUMÁRIO 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES

Leia mais

Estatística Experimental Medicina Veterinária. Faculadade de Ciências Agrárias e Veterinárias. Campus de Jaboticabal SP. Gener Tadeu Pereira

Estatística Experimental Medicina Veterinária. Faculadade de Ciências Agrárias e Veterinárias. Campus de Jaboticabal SP. Gener Tadeu Pereira MATERIAL DIDÁTICO Medcna Veternára Faculadade de Cêncas Agráras e Veternáras Campus de Jabotcabal SP Gener Tadeu Perera º SEMESTRE DE 04 ÍNDICE INTRODUÇÃO AO R AULA ESTATÍSTICA DESCRITIVA 3 º EXERCÍCIO

Leia mais

2 ANÁLISE ESPACIAL DE EVENTOS

2 ANÁLISE ESPACIAL DE EVENTOS ANÁLISE ESPACIAL DE EVENTOS Glberto Câmara Marla Sá Carvalho.1 INTRODUÇÃO Neste capítulo serão estudados os fenômenos expressos através de ocorrêncas dentfcadas como pontos localzados no espaço, denomnados

Leia mais

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS CCE DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA Curso de Especalzação Lato Sensu em Estatístca ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS Professor: Dr. Waldr Medr medr@uel.br Londrna/Pr Março de 011 ÍNDICE

Leia mais

Como aposentadorias e pensões afetam a educação e o trabalho de jovens do domicílio 1

Como aposentadorias e pensões afetam a educação e o trabalho de jovens do domicílio 1 Como aposentadoras e pensões afetam a educação e o trabalo de jovens do domcílo 1 Rodolfo Hoffmann 2 Resumo A questão central é saber como o valor da parcela do rendmento domclar formada por aposentadoras

Leia mais

TE210 FUNDAMENTOS PARA ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS

TE210 FUNDAMENTOS PARA ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS TE0 FUNDAMENTOS PARA ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS Números Complexos Introdução hstórca. Os números naturas, nteros, raconas, rraconas e reas. A necessdade dos números complexos. Sua relação com o mundo

Leia mais

Avaliação da Tendência de Precipitação Pluviométrica Anual no Estado de Sergipe. Evaluation of the Annual Rainfall Trend in the State of Sergipe

Avaliação da Tendência de Precipitação Pluviométrica Anual no Estado de Sergipe. Evaluation of the Annual Rainfall Trend in the State of Sergipe Avalação da Tendênca de Precptação Pluvométrca Anual no Estado de Sergpe Dandara de Olvera Félx, Inaá Francsco de Sousa 2, Pablo Jónata Santana da Slva Nascmento, Davd Noguera dos Santos 3 Graduandos em

Leia mais

LOCALIZAÇÃO ESPACIAL DA MÃO DO USUÁRIO UTILIZANDO WII REMOTE. Ricardo Silva Tavares 1 ; Roberto Scalco 2

LOCALIZAÇÃO ESPACIAL DA MÃO DO USUÁRIO UTILIZANDO WII REMOTE. Ricardo Silva Tavares 1 ; Roberto Scalco 2 LOCALIZAÇÃO ESPACIAL DA MÃO DO USUÁRIO UTILIZANDO WII REMOTE Rcardo Slva Tavares 1 ; Roberto Scalco 1 Aluno de Incação Centífca da Escola de Engenhara Mauá (EEM/CEUN-IMT); Professor da Escola de Engenhara

Leia mais

são os coeficientes desconhecidos e o termo ε (erro)

são os coeficientes desconhecidos e o termo ε (erro) Regressão Lnear Neste capítulo apresentamos um conjunto de técncas estatístcas, denomnadas análse de regressão lnear, onde se procura estabelecer a relação entre uma varável resposta e um conjunto de varáves

Leia mais

Escola Secundária Dr. Ângelo Augusto da Silva Matemática 12.º ano Números Complexos - Exercícios saídos em (Exames Nacionais 2000)

Escola Secundária Dr. Ângelo Augusto da Silva Matemática 12.º ano Números Complexos - Exercícios saídos em (Exames Nacionais 2000) Internet: http://rolvera.pt.to ou http://sm.page.vu Escola Secundára Dr. Ângelo Augusto da Slva Matemátca.º ano Números Complexos - Exercícos saídos em (Exames Naconas 000). Seja C o conjunto dos números

Leia mais

Informação. Nota: Tradução feita por Cláudio Afonso Kock e Sérgio Pinheiro de Oliveira.

Informação. Nota: Tradução feita por Cláudio Afonso Kock e Sérgio Pinheiro de Oliveira. Informação Esta publcação é uma tradução do Gua de Calbração EURAMET Gua para a Estmatva da Incerteza em Medções de Dureza (EURAMET/cg-16/v.01, July 007). Os dretos autoras do documento orgnal pertencem

Leia mais

III. Consequências de um novo padrão de inserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na região metropolitana de São Paulo

III. Consequências de um novo padrão de inserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na região metropolitana de São Paulo CEPAL - SERIE Polítcas socales N 60 III. Consequêncas de um novo padrão de nserção das mulheres no mercado de trabalho sobre o bem-estar na regão metropoltana de São Paulo A. Introdução Rcardo Paes de

Leia mais

MODELO DE FILA HIPERCUBO COM MÚLTIPLO DESPACHO E BACKUP PARCIAL PARA ANÁLISE DE SISTEMAS DE ATENDIMENTO MÉDICO EMERGENCIAIS EM RODOVIAS

MODELO DE FILA HIPERCUBO COM MÚLTIPLO DESPACHO E BACKUP PARCIAL PARA ANÁLISE DE SISTEMAS DE ATENDIMENTO MÉDICO EMERGENCIAIS EM RODOVIAS versão mpressa ISSN 00-7438 / versão onlne ISSN 678-542 MODELO DE FILA HIPERCUBO COM MÚLTIPLO DESPACHO E BACKUP PARCIAL PARA ANÁLISE DE SISTEMAS DE ATENDIMENTO MÉDICO EMERGENCIAIS EM RODOVIAS Ana Paula

Leia mais

PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS E OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS MISTOS

PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS E OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS MISTOS PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS E OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS MISTOS Smone P. Saramago e Valder Steffen Jr UFU, Unversdade Federal de Uberlânda, Curso de Engenhara Mecânca Av. João Naves de Ávla, 2160, Santa Mônca,

Leia mais

Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. NBR 6123. Forças devidas ao vento em edificações JUN 1988

Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. NBR 6123. Forças devidas ao vento em edificações JUN 1988 ABNT-Assocação Braslera de Normas Técncas Sede: Ro de Janero Av. Treze de Mao, 13-28º andar CEP 20003 - Caxa Postal 1680 Ro de Janero - RJ Tel.: PABX (021) 210-3122 Telex: (021) 34333 ABNT - BR Endereço

Leia mais

Variáveis dummy: especificações de modelos com parâmetros variáveis

Variáveis dummy: especificações de modelos com parâmetros variáveis Varáves dummy: especfcações de modelos com parâmetros varáves Fabríco Msso, Lucane Flores Jacob Curso de Cêncas Econômcas/Unversdade Estadual de Mato Grosso do Sul E-mal: fabrcomsso@gmal.com Departamento

Leia mais

MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL

MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL IT 90 Prncípos em Agrcultura de Precsão IT Departamento de Engenhara ÁREA DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL Carlos Alberto Alves Varella Para o mapeamento da varabldade espacal

Leia mais

Para quantificar a variabilidade de um conjunto de dados ou medidas é que se usam medidas de dispersão. Vamos estudar algumas delas nesta aula.

Para quantificar a variabilidade de um conjunto de dados ou medidas é que se usam medidas de dispersão. Vamos estudar algumas delas nesta aula. Probabldade e Etatítca I Antono Roque Aula Medda de Dperão A medda de tendênca central não ão ufcente para e caracterzar um conjunto de dado. O motvo é que ete varação na natureza, to é, dado que venham

Leia mais

ROGÉRIO ALVES SANTANA. AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS GEOESTATÍSTICAS NO INVENTÁRIO DE POVOAMENTOS DE Tectona grandis L.f.

ROGÉRIO ALVES SANTANA. AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS GEOESTATÍSTICAS NO INVENTÁRIO DE POVOAMENTOS DE Tectona grandis L.f. ROGÉRIO ALVES SANTANA AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS GEOESTATÍSTICAS NO INVENTÁRIO DE POVOAMENTOS DE Tectona grands L.f. Dssertação apresentada à Unversdade Federal de Vçosa, como parte das exgêncas do Programa

Leia mais

Índice de Oportunidades da Educação Brasileira

Índice de Oportunidades da Educação Brasileira Índce de Oportundades da Educação Braslera Centro de Lderança Públca - CLP Produto 2 METAS 13 de agosto de 2015 Sumáro Sumáro... 2 1. Introdução... 4 O Sstema de Educação Básca no Brasl... 4 2. Especfcação

Leia mais

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos CAPÍTULO 1 Exercícos Propostos Atenção: Na resolução dos exercícos consderar, salvo menção em contráro, ano comercal de das. 1. Qual é a taxa anual de juros smples obtda em uma aplcação de $1.0 que produz,

Leia mais

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica.

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica. Análse do Retorno da Edcação na Regão Norte em 2007: Um Estdo à Lz da Regressão Qantílca. 1 Introdcão Almr Rogéro A. de Soza 1 Jâno Macel da Slva 2 Marnalva Cardoso Macel 3 O debate sobre o relaconamento

Leia mais

ANÁLISE DE CONFIABILIDADE DO MODELO SCS-CN EM DIFERENTES ESCALAS ESPACIAIS NO SEMIÁRIDO

ANÁLISE DE CONFIABILIDADE DO MODELO SCS-CN EM DIFERENTES ESCALAS ESPACIAIS NO SEMIÁRIDO ANÁLISE DE CONFIABILIDADE DO MODELO SCS-CN EM DIFERENTES ESCALAS ESPACIAIS NO SEMIÁRIDO J. W. B. Lopes 1 ; E. A. R. Pnhero 2 ; J. R. de Araújo Neto 3 ; J. C. N. dos Santos 4 RESUMO: Esse estudo fo conduzdo

Leia mais

Texto 03: Campos Escalares e Vetoriais. Gradiente. Rotacional. Divergência. Campos Conservativos.

Texto 03: Campos Escalares e Vetoriais. Gradiente. Rotacional. Divergência. Campos Conservativos. 1 Unversdade Salvador UNIFACS Crsos de Engenhara Cálclo IV Profa: Ila Reboças Frere Cálclo Vetoral Teto 03: Campos Escalares e Vetoras. Gradente. Rotaconal. Dvergênca. Campos Conservatvos. Campos Escalares

Leia mais

Abstract. Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN, e-mail: fabriciopleite@ufrnet.br. 1

Abstract. Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN, e-mail: fabriciopleite@ufrnet.br. 1 COMO O GRAU DE DESIGUALDADE AFETA A PROPENSÃO MARGINAL A CONSUMIR? DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E CONSUMO DAS FAMÍLIAS NO BRASIL A PARTIR DOS DADOS DAS POF 2002-2003 E 2008-2009 ÁREA: CRESCIMENTO E DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

Prof. Antônio Carlos Fontes dos Santos. Aula 1: Divisores de tensão e Resistência interna de uma fonte de tensão

Prof. Antônio Carlos Fontes dos Santos. Aula 1: Divisores de tensão e Resistência interna de uma fonte de tensão IF-UFRJ Elementos de Eletrônca Analógca Prof. Antôno Carlos Fontes dos Santos FIW362 Mestrado Profssonal em Ensno de Físca Aula 1: Dvsores de tensão e Resstênca nterna de uma fonte de tensão Este materal

Leia mais

Faculdade de Ciências e Tecnologia. Programa de Pós-Graduação em Ciências Cartográficas JAQUELINE VICENTE

Faculdade de Ciências e Tecnologia. Programa de Pós-Graduação em Ciências Cartográficas JAQUELINE VICENTE unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Cêncas e Tecnologa Programa de Pós-Graduação em Cêncas Cartográfcas JAQUELINE VICENTE ESTUDO COMPARATIVO DE MÉTODOS GEOESTATÍSTICOS APLICADOS EM AGRICULTURA

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DA UFBA VESTIBULAR 2010 2 a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

PROVA DE MATEMÁTICA DA UFBA VESTIBULAR 2010 2 a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia. PROVA DE MATEMÁTICA DA UFBA VESTIBUAR a Fase RESOUÇÃO: Proa Mara Antôna Gouvea Questão Um quadrado mágco é uma matr quadrada de ordem maor ou gual a cujas somas dos termos de cada lnha de cada coluna da

Leia mais

A ESTIMATIVA DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO PELOS MÉTODOS DO ISO GUM 95 E DE SIMULAÇÃO DE MONTE CARLO

A ESTIMATIVA DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO PELOS MÉTODOS DO ISO GUM 95 E DE SIMULAÇÃO DE MONTE CARLO A ESTIMATIVA DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO PELOS MÉTODOS DO ISO GUM 95 E DE SIMULAÇÃO DE MONTE CARLO Paulo Roberto Gumarães Couto INMETRO-DIMCI-DIMEC-LAPRE prcouto@nmetro.gov.br INTRODUÇÃO 3 ISO GUM 95 4. Estmatva

Leia mais

Clause Fátima de Brum Piana

Clause Fátima de Brum Piana UNIDADE II - Estatístca Descrtva Tabela. Meddas relatvas a automóves modelos 978-79 no mercado norte-amercano. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Estatístca Básca Para

Leia mais

reducing income disparities in Brazil and the Northeast and Southeast regions of the country, showing that the fight against social inequalities

reducing income disparities in Brazil and the Northeast and Southeast regions of the country, showing that the fight against social inequalities A Importânca da Educação para a Recente Queda da Desgualdade de Renda Salaral no Brasl: Uma análse de decomposção para as regões Nordeste e Sudeste Valdemar Rodrgues de Pnho Neto Técnco de pesqusa do Insttuto

Leia mais

AMENIDADES LOCAIS VERSUS OPORTUNIDADES ECONÔMICAS: UM RANKING DA QUALIDADE DAS AMENIDADES PARA AS REGIÕES METROPOLITANAS DO BRASIL

AMENIDADES LOCAIS VERSUS OPORTUNIDADES ECONÔMICAS: UM RANKING DA QUALIDADE DAS AMENIDADES PARA AS REGIÕES METROPOLITANAS DO BRASIL AMENIDADES LOCAIS VERSUS OPORTUNIDADES ECONÔMICAS: UM RANKING DA QUALIDADE DAS AMENIDADES PARA AS REGIÕES METROPOLITANAS DO BRASIL Roberta de Moraes Rocha Doutoranda em Economa da Unversdade Federal de

Leia mais

Propagação da incerteza do MDA no cálculo de classes de declive.

Propagação da incerteza do MDA no cálculo de classes de declive. Propagação da ncertea do MDA no cálculo de classes de declve. Gonçalves, Gl; Santos, Jorge Resumo Em dversas áreas de aplcação dos Sstemas de Informação Geográfca (SIG) é necessáro classfcar a superfíce

Leia mais

JOANNE MEDEIROS FERREIRA ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA: UMA VISÃO DE RISCO COMPORTAMENTAL NA UTILIZAÇÃO DE CARTÃO DE CRÉDITO.

JOANNE MEDEIROS FERREIRA ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA: UMA VISÃO DE RISCO COMPORTAMENTAL NA UTILIZAÇÃO DE CARTÃO DE CRÉDITO. JOANNE MEDEIROS FERREIRA ANÁLISE DE SOBREVIVÊNCIA: UMA VISÃO DE RISCO COMPORTAMENTAL NA UTILIZAÇÃO DE CARTÃO DE CRÉDITO. RECIFE-PE, 007 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA

Leia mais

Conteúdo 4 - Impulsos elétricos e fenômenos biológicos

Conteúdo 4 - Impulsos elétricos e fenômenos biológicos Conteúdo 4 - Impulsos elétrcos e fenômenos bológcos 4.1 Introdução Os seres vvos, em sua grande maora, são compostos majortaramente por água. A água é uma materal que na presença de certos sas se comporta

Leia mais

50 Calcule a resistência equivalente entre os pontos A e B das seguintes associações:

50 Calcule a resistência equivalente entre os pontos A e B das seguintes associações: p. 4 50 alcule a resstênca equvalente entre os pontos e das seguntes assocações: a) c) 3 5 5 5 0 b) d) 6 3 3 9 0 6 7 a) 5 5 5,5 6,5 0 b) 6 5 9 3 3 0 0 3 6 5 c) 5 3 5 3 3 d) 3 3 6 6 3 7 7 3 6 7 0 5 (FG-SP)

Leia mais

Trabalho e Energia. Definimos o trabalho W realizado pela força sobre uma partícula como o produto escalar da força pelo deslocamento.

Trabalho e Energia. Definimos o trabalho W realizado pela força sobre uma partícula como o produto escalar da força pelo deslocamento. Trabalho e Energa Podemos denr trabalho como a capacdade de produzr energa. Se uma orça eecutou um trabalho sobre um corpo ele aumentou a energa desse corpo de. 1 OBS: Quando estudamos vetores vmos que

Leia mais

ESTRATÉGIAS PARA OFERTAS EM LEILÕES DE ENERGIA ELÉTRICA DE LONGO-PRAZO ATRAVÉS DE ALGO- SERGIO A. TROVÃO 1, OSVALDO R. SAAVEDRA 1

ESTRATÉGIAS PARA OFERTAS EM LEILÕES DE ENERGIA ELÉTRICA DE LONGO-PRAZO ATRAVÉS DE ALGO- SERGIO A. TROVÃO 1, OSVALDO R. SAAVEDRA 1 ESTRATÉGIAS PARA OFERTAS EM LEILÕES DE ENERGIA ELÉTRICA DE LONGO-PRAZO ATRAVÉS DE ALGO- RITMOS GENÉTICOS SERGIO A. TROVÃO 1, OSVALDO R. SAAVEDRA 1 1. Laboratóro de Sstemas de Potênca, Depto Eng a. Elétrca,

Leia mais

Elaboração: Novembro/2005

Elaboração: Novembro/2005 Elaboração: Novembro/2005 Últma atualzação: 18/07/2011 Apresentação E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo nformar aos usuáros a metodologa e os crtéros de precsão dos cálculos referentes às Cédulas

Leia mais

ANÁLISE DE RISCO E EFEITOS DA INCERTEZA NA CARTEIRA DE INVESTIMENTOS

ANÁLISE DE RISCO E EFEITOS DA INCERTEZA NA CARTEIRA DE INVESTIMENTOS ANÁLISE DE RISCO E EFEITOS DA INCERTEZA NA CARTEIRA DE INVESTIMENTOS Dogo Raael de Arruda RESUMO Constam, neste trabalho, concetos relaconados aos rscos e as ncertezas exstentes nas carteras de nvestmento

Leia mais

Probabilidade nas Ciências da Saúde

Probabilidade nas Ciências da Saúde UNIVERSIDDE ESTDUL DE GOIÁS Undade Unverstára de Cêncas Exatas e Tecnológcas Curso de Lcencatura em Matemátca robabldade nas Cêncas da Saúde Rafaela Fernandes da Slva Santos NÁOLIS 014 Rafaela Fernandes

Leia mais

Elaboração: Fevereiro/2008

Elaboração: Fevereiro/2008 Elaboração: Feverero/2008 Últma atualzação: 19/02/2008 E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo esclarecer aos usuáros a metodologa de cálculo e os crtéros de precsão utlzados na atualzação das Letras

Leia mais

Metrologia Experiência IV - Resistores Uso do Ohmímetro - Prof.: Dr. Cláudio S. Sartori INTRODUÇÃO: Forma Geral dos Relatórios.

Metrologia Experiência IV - Resistores Uso do Ohmímetro - Prof.: Dr. Cláudio S. Sartori INTRODUÇÃO: Forma Geral dos Relatórios. INTODUÇÃO: Forma Geral dos elatóros É muto desejável que seja um caderno grande (formato 4) pautada com folhas enumeradas ou com folhas enumeradas e quadrculadas, do tpo contabldade, de capa dura preta,

Leia mais

FELIPE RICARDO SANTOS DE GUSMÃO UMA ABORDAGEM BAYESIANA PARA DISTRIBUIÇÃO WEIBULL INVERSA GENERALIZADA

FELIPE RICARDO SANTOS DE GUSMÃO UMA ABORDAGEM BAYESIANA PARA DISTRIBUIÇÃO WEIBULL INVERSA GENERALIZADA FELIPE RICARDO SANTOS DE GUSMÃO UMA ABORDAGEM BAYESIANA PARA DISTRIBUIÇÃO WEIBULL INVERSA GENERALIZADA RECIFE-PE - DEZ/2008 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

O RISCO IDIOSSINCRÁTICO E O RISCO SISTEMÁTICO DE MERCADOS EMERGENTES: EVIDÊNCIAS ACERCA DO BLOCO BRIC

O RISCO IDIOSSINCRÁTICO E O RISCO SISTEMÁTICO DE MERCADOS EMERGENTES: EVIDÊNCIAS ACERCA DO BLOCO BRIC XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A Engenhara de Produção e o Desenvolvmento Sustentável: Integrando Tecnologa e Gestão. Salvador, BA, Brasl, 06 a 09 de outubro de 009 O RISCO IDIOSSINCRÁTICO

Leia mais

IMPACTO DO FINANCIAMENTO DO BNDES SOBRE A PRODUTIVIDADE DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO DO EFEITO QUANTÍLICO DE TRATAMENTO 1

IMPACTO DO FINANCIAMENTO DO BNDES SOBRE A PRODUTIVIDADE DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO DO EFEITO QUANTÍLICO DE TRATAMENTO 1 IMPACTO DO FINANCIAMENTO DO BNDES SOBRE A PRODUTIVIDADE DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO DO EFEITO QUANTÍLICO DE TRATAMENTO 1 Danlo Coelho Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada João Alberto De Negr (IPEA) Insttuto

Leia mais

Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 10. Curso de Teoria dos Números - Nível 2. Divisores. Prof. Samuel Feitosa

Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 10. Curso de Teoria dos Números - Nível 2. Divisores. Prof. Samuel Feitosa Polos Olímpcos de Trenamento Curso de Teora dos Números - Nível 2 Prof. Samuel Fetosa Aula 10 Dvsores Suponha que n = p α 1 2...pα é a fatoração em prmos do ntero n. Todos os dvsores de n são da forma

Leia mais

Carlos Sérgio Araújo dos Santos José Antonio Aleixo da Silva Gauss Moutinho Cordeiro Joseilme Fernandes Gouveia Alisson de Oliveira Silva

Carlos Sérgio Araújo dos Santos José Antonio Aleixo da Silva Gauss Moutinho Cordeiro Joseilme Fernandes Gouveia Alisson de Oliveira Silva Modelos Smétrcos Transformados não lneares com aplcação na estmatva volumétrca em Híbrdo de Eucalyptus teretcorns no Pólo Gessero do Ararpe - PE Carlos Sérgo Araújo dos Santos José Antono Alexo da Slva

Leia mais

Avaliação de imóveis: a importância dos vizinhos

Avaliação de imóveis: a importância dos vizinhos Avalação de móves: a mportânca dos vznhos no caso de Recfe* Rubens Alves Dantas André Matos Magalhães José Ramundo de Olvera Vergolno Resumo Tradconalmente, na avalação de móves, admte-se que as observações

Leia mais

Programa de reforma agrária Cédula da Terra: medindo a eficiência dos beneficiários

Programa de reforma agrária Cédula da Terra: medindo a eficiência dos beneficiários Programa de reforma agrára Cédula da Terra: medndo a efcênca dos benefcáros RESUMO Hldo Merelles de Souza Flho Mguel Rocha de Sousa Antôno Márco Buanan José Mara Slvera Marcelo Marques Magalhães Esse artgo

Leia mais

Planejamento e Controle de Estoques PUC. Prof. Dr. Marcos Georges. Adm. Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1

Planejamento e Controle de Estoques PUC. Prof. Dr. Marcos Georges. Adm. Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1 e Controle de Estoques PUC CAMPINAS Prof. Dr. Marcos Georges Adm. Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1 Fornecmento de produtos e servços Recursos da operação Planejamento e Controle de Estoque Compensação

Leia mais

DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL.

DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL. DESEMPENHO COMERCIAL DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL NA DÉCADA DE 90: UMA ANÁLISE DE DADOS EM PAINEL. 1 APRESENTAÇÃO Nos anos 90, o país assstu a vultosas entradas de capal estrangero tanto de curto

Leia mais

2. BACIA HIDROGRÁFICA

2. BACIA HIDROGRÁFICA . BACIA HIDROGRÁFICA.1. GENERALIDADES Embora a quantdade de água exstente no planeta seja constante e o cclo em nível global possa ser consderado fechado, os balanços hídrcos quase sempre se aplcam a undades

Leia mais

CORRENTE ELÉTRICA, RESISTÊNCIA, DDP, 1ª E 2ª LEIS DE OHM

CORRENTE ELÉTRICA, RESISTÊNCIA, DDP, 1ª E 2ª LEIS DE OHM FÍSICA COENTE ELÉTICA, ESISTÊNCIA, DDP, ª E ª LEIS DE OHM. CAGA ELÉTICA (Q) Observa-se, expermentalmente, na natureza da matéra, a exstênca de uma força com propredades semelhantes à força gravtaconal,

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS PODEM RESOLVER O PROBLEMA DAS CRIANÇAS DE RUA? UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO PROGRAMA CRIANÇA FORA DA RUA DENTRO DA ESCOLA RESUMO

POLÍTICAS PÚBLICAS PODEM RESOLVER O PROBLEMA DAS CRIANÇAS DE RUA? UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO PROGRAMA CRIANÇA FORA DA RUA DENTRO DA ESCOLA RESUMO POLÍTICAS PÚBLICAS PODEM RESOLVER O PROBLEMA DAS CRIANÇAS DE RUA? UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO PROGRAMA CRIANÇA FORA DA RUA DENTRO DA ESCOLA Jmmy Lma de Olvera - jmmy@pece.ce.gov.br Evelne Barbosa Slva

Leia mais

CURRICULUM VITAE - RESUMIDO

CURRICULUM VITAE - RESUMIDO A estatístca tem uma partculardade: pesqusamos para dzer algo sgnfcatvo sobre o unverso que elegemos, porém a pesqusa só será sgnfcatva se conhecermos sufcentemente o unverso para escolhermos adequadamente

Leia mais

Uso dos gráficos de controle da regressão no processo de poluição em uma interseção sinalizada

Uso dos gráficos de controle da regressão no processo de poluição em uma interseção sinalizada XXIII Encontro Nac. de Eng. de Produção - Ouro Preto, MG, Brasl, 1 a 4 de out de 003 Uso dos gráfcos de controle da regressão no processo de polução em uma nterseção snalzada Luz Delca Castllo Vllalobos

Leia mais

IX CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIAS TÉRMICAS. 9th BRAZILIAN CONGRESS OF THERMAL ENGINEERING AND SCIENCES

IX CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIAS TÉRMICAS. 9th BRAZILIAN CONGRESS OF THERMAL ENGINEERING AND SCIENCES IX CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIAS TÉRMICAS 9th BRAZILIAN CONGRESS OF THERMAL ENGINEERING AND SCIENCES Paper CIT02-0026 METODOLOGIA PARA CORRELAÇÃO DE DADOS CINÉTICOS ENTRE AS TÉCNICAS DE

Leia mais

PhD em Economia pela Universidade de Illinois, Diretor-Geral do IPECE e Professor do CAEN/UFC. E- mail: holanda@ipece.ce.gov.br. 2

PhD em Economia pela Universidade de Illinois, Diretor-Geral do IPECE e Professor do CAEN/UFC. E- mail: holanda@ipece.ce.gov.br. 2 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO (SEPLAN) Insttuto de Pesqusa e Estratéga Econômca do Ceará (IPECE) TEXTO PARA DISCUSSÃO Nº 4 EXISTIRIA UM TAMANHO IDEAL DE ESCOLA? Marcos

Leia mais

Hansard OnLine. Guia Unit Fund Centre

Hansard OnLine. Guia Unit Fund Centre Hansard OnLne Gua Unt Fund Centre Índce Págna Introdução ao Unt Fund Centre (UFC) 3 Usando fltros do fundo 4-5 Trabalhando com os resultados do fltro 6 Trabalhando com os resultados do fltro Preços 7 Trabalhando

Leia mais

RICOS? POBRES? UMA ANÁLISE DA POLARIZAÇÃO DA RENDA PARA O CASO BRASILEIRO

RICOS? POBRES? UMA ANÁLISE DA POLARIZAÇÃO DA RENDA PARA O CASO BRASILEIRO RICOS? POBRES? UMA ANÁLISE DA POLARIZAÇÃO DA RENDA PARA O CASO BRASILEIRO 1. Introdução Suel Aparecda Correa e Castro UEM Luz Gulherme Scorzafave FEA-RP/USP Na década de 80, dversos trabalhos analsaram

Leia mais

VULNERABILIDADE DE REDES COMPLEXAS

VULNERABILIDADE DE REDES COMPLEXAS VULNERABILIDADE DE REDES COMPLEXAS Alunos: Antono Rossano e João Pedro Mano Orentador: Cela Anteneodo Introdução Dado um conjunto de elementos dscretos nteragentes (por exemplo, ndvíduos, proteínas, computadores

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE UM SISTEMA DE BONUS-MALUS NA PRESENÇA DE OUTRAS VARIÁVEIS TARIFÁRIAS. Henda Mondlane Ferreira da Silva

CONSTRUÇÃO DE UM SISTEMA DE BONUS-MALUS NA PRESENÇA DE OUTRAS VARIÁVEIS TARIFÁRIAS. Henda Mondlane Ferreira da Silva MESTRADO EM: Cêncas Actuaras CONSTRUÇÃO DE UM SISTEMA DE BONUS-MALUS NA PRESENÇA DE OUTRAS VARIÁVEIS TARIFÁRIAS Henda Mondlane Ferrera da Slva Orentação: Doutor João Manuel de Sousa Andrade e Slva Júr:

Leia mais

AVALIAÇÃO DO VALOR DE IMÓVEIS POR ANALISE DE REGRESSÃO: UM ESTUDO DE CASO PARA A CIDADE DE JUIZ DE FORA. Túlio Alves Matta

AVALIAÇÃO DO VALOR DE IMÓVEIS POR ANALISE DE REGRESSÃO: UM ESTUDO DE CASO PARA A CIDADE DE JUIZ DE FORA. Túlio Alves Matta AVALIAÇÃO DO VALOR DE IMÓVEIS POR ANALISE DE REGRESSÃO: UM ESTUDO DE CASO PARA A CIDADE DE JUIZ DE FORA Túlo Alves Matta MONOGRAFIA SUBMETIDA À COORDENAÇÃO DE CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA UNIVERSIDADE

Leia mais

MÉTODOS ESTATÍSTICOS E DELINEAMENTO EXPERIMENTAL TESTES NÃO PARAMÉTRICOS. Armando Mateus Ferreira

MÉTODOS ESTATÍSTICOS E DELINEAMENTO EXPERIMENTAL TESTES NÃO PARAMÉTRICOS. Armando Mateus Ferreira MÉTODOS ESTATÍSTICOS E DELIEAMETO EXPERIMETAL TESTES ÃO PARAMÉTRICOS Armando Mateus Ferrera Índce Introdução... Testes de Aleatoredade... 3. Teste das sequêncas (runs)... 3 3 Testes de localzação... 7

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação Departamento de Comunicações

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação Departamento de Comunicações Unversdade Estadua de Campnas Facudade de Engenhara Eétrca e de Computação Departamento de Comuncações Soução Generazada para Técncas de Dversdade-Combnação Autor: Cáudo Rafae Cunha ontero da Sva Orentador:

Leia mais

ENFRENTANDO OBSTÁCULOS EPISTEMOLÓGICOS COM O GEOGEBRA

ENFRENTANDO OBSTÁCULOS EPISTEMOLÓGICOS COM O GEOGEBRA ENFRENTANDO OBSTÁCULOS EPISTEMOLÓGICOS COM O GEOGEBRA André Luz Souza Slva IFRJ Andrelsslva@globo.com Vlmar Gomes da Fonseca IFRJ vlmar.onseca@rj.edu.br Wallace Vallory Nunes IFRJ wallace.nunes@rj.edu.br

Leia mais

DISCUSSÃO DOS RETORNOS À ESCALA NOS CONTEXTOS DAS FUNÇÕES DE PRODUÇÃO E DE CUSTO 1

DISCUSSÃO DOS RETORNOS À ESCALA NOS CONTEXTOS DAS FUNÇÕES DE PRODUÇÃO E DE CUSTO 1 Elseu Alves ISSN 1679-1614 DISCUSSÃO DOS RETORNOS À ESCALA NOS CONTEXTOS DAS FUNÇÕES DE PRODUÇÃO E DE CUSTO 1 Elseu Alves 2 Resumo O objetvo deste artgo fo expor a teora de custo de produção de forma rgorosa,

Leia mais

1. Introdução 2. Misturas Gaussianas

1. Introdução 2. Misturas Gaussianas Ajuste de Msturas Gaussanas utlzando Algortmo de Maxmzação da Esperança e Crtéro de Comprmento de Descrção Mínmo para Modelagem de Tráfego VoIP Chela Mendes de Olvera Escola de Engenhara Elétrca e de Computação

Leia mais

Em 1887 Heinrich Hertz realizou

Em 1887 Heinrich Hertz realizou Marsa Almeda Cavalcante e Crstane R.C. Tavolaro Grupo de Pesqusa em Ensno de Físca da PUC/SP http://mesonp.cat.cbpf.br/marsa E-mal: marsac@pucsp.br Done Fagundes de Souza IFSC/USP/SP João Muznatt PUC/SP

Leia mais

3ULQFtSLRVGDGLIUDomRGHUDLRV;

3ULQFtSLRVGDGLIUDomRGHUDLRV; 6 ',)5$d '(5$,6;(0e7''(5,(79(/' Nas seções seguntes são apresentados os prncípos da dfração de raos X e do método de Retveld necessáros ao entendmento desta tese. A teora da dfração pode ser consultada

Leia mais

MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL

MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL MIGRAÇÃO INTERNA E SELETIVIDADE: UMA APLICAÇÃO PARA O BRASIL RESUMO Francel Tonet Macel 1 Ana Mara Hermeto Camlo de Olvera 2 O objetvo deste trabalho fo verfcar possíves fatores determnantes da decsão

Leia mais

Bruno Flora Sales. Dissertação de Mestrado 2006 FGV /EPGE - RJ

Bruno Flora Sales. Dissertação de Mestrado 2006 FGV /EPGE - RJ Bruno Flora Sales Dssertação de Mestrado 2006 FGV /EPGE - RJ DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA DE RATING BASEADO NO MODELO ORDERED PROBIT Bruno Flora Sales Dssertação apresentada à Banca Examnadora da Escola

Leia mais

Uma avaliação ex-ante dos impactos do Bolsa Família na redução do trabalho infantil

Uma avaliação ex-ante dos impactos do Bolsa Família na redução do trabalho infantil Uma avalação ex-ante dos mpactos do Bolsa Famíla na redução do trabalho nfantl EUCLIDES PEDROZO Mestre e Doutorando pela Fundação Getúlo Vargas de São Paulo EESP Resumo: Inúmeros programas de transferênca

Leia mais

Apostila De Estatística

Apostila De Estatística Apostla De Estatístca Professores: Wanderley Akra Shgut Valéra da S. C. Shgut Brasíla 006 INTRODUÇÃO 1.1. PANORAMA HISTÓRICO Toda Cênca tem suas raízes na hstóra do homem; A Matemátca que é consderada

Leia mais

Danilo Luís Damasceno DETERMINAÇÃO DE RATING DE CRÉDITO PARA EMPRESAS BRASILEIRAS ATRAVÉS DE INDICADORES CONTÁBEIS

Danilo Luís Damasceno DETERMINAÇÃO DE RATING DE CRÉDITO PARA EMPRESAS BRASILEIRAS ATRAVÉS DE INDICADORES CONTÁBEIS FACULDADE IBMEC SÃO PAULO Programa de Mestrado Profssonal em Economa Danlo Luís Damasceno DETERMINAÇÃO DE RATING DE CRÉDITO PARA EMPRESAS BRASILEIRAS ATRAVÉS DE INDICADORES CONTÁBEIS São Paulo 2007 Danlo

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA *

ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA * ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE CUSTOS SALARIAIS: EVIDÊNCIA MICROECONÓMICA COM INFORMAÇÃO QUALITATIVA * 39 Danel A. Das ** Carlos Robalo Marques *** Fernando Martns **** Artgos Resumo Este artgo nvestga a forma

Leia mais

Eletromagnetismo Indutores e Indutância

Eletromagnetismo Indutores e Indutância Eletromagnetsmo Indutores e Indutânca Eletromagnetsmo» Indutores e Indutânca Introdução Indutores são elementos muto útes, pos com eles podemos armazenar energa de natureza magnétca em um crcuto elétrco.

Leia mais

Cálculo e Instrumentos Financeiros (Parte 2) Pedro Cosme Vieira 1ª Aula

Cálculo e Instrumentos Financeiros (Parte 2) Pedro Cosme Vieira 1ª Aula Cálculo e Instrumentos Fnanceros (Parte 2) Pedro Cosme Vera 1ª Aula Faculdade de Economa da Unversdade do Porto 2013/2014 1 2 Introdução Rsco e sua dversfcação Quando alguém empresta um captal, tem como

Leia mais

RAE-eletrônica ISSN: 1676-5648 rae@fgv.br. Escola de Administração de Empresas de São Paulo. Brasil

RAE-eletrônica ISSN: 1676-5648 rae@fgv.br. Escola de Administração de Empresas de São Paulo. Brasil RAE-eletrônca ISSN: 676-5648 rae@fgv.br Escola de Admnstração de Empresas de São Paulo Brasl Gumarães, Ináco Andrusk; Chaves Neto, Anselmo RECONHECIMENTO DE PADRÕES: METODOLOGIAS ESTATÍSTICAS EM CRÉDITO

Leia mais