Situação Ocupacional dos Jovens das Comunidades de Baixa Renda da Cidade do Rio de Janeiro *

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1 Stuação Ocupaconal dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero * Alessandra da Rocha Santos Cínta C. M. Damasceno Dense Brtz do Nascmento Slva ' Mara Beatrz A. M. da Cunha Palavras-chave: Stuação Ocupaconal; Comundades de baxa renda; Jovens; Modelo Multnomal Logístco Resumo A cdade do Ro de Janero enfrenta séros problemas na área socal e uma parcela sgnfcatva da sua população resde em favelas. Consderando-se que 28,% desta população de baxa renda é composta por jovens que estão sujetos aos males da volênca e do desemprego, decdu-se desenvolver um estudo que evdencasse a nserção destes no mercado de trabalho ou no sstema educaconal. A base de dados utlzada é provenente de uma pesqusa domclar realzada no período de pela Socedade Centífca da Escola Naconal de Cêncas Estatístcas, em parecera com a Secretara Muncpal do Trabalho, em 5 favelas da cdade. Este trabalho apresenta uma análse da stuação ocupaconal dos jovens resdentes nas favelas comparatvamente à stuação dos jovens da Regão Metropoltana do Ro de Janero (RMRJ). Observou-se que cerca de 9,7% dos jovens brasleros e da RMRJ nem trabalham nem estudam. Entretanto, analsando as favelas do Ro de Janero, este percentual sobe para 7,5%. O que é preocupante, uma vez que nessas áreas sabe-se que exste um alto índce de desemprego e que essas pessoas poderam estar ajudando a compor a renda da famíla, ou até mesmo estudando em busca de melhor qualdade de emprego e rendmentos. Sendo assm, buscando dentfcar fatores sóco-econômcos assocados à stuação ocupaconal destes jovens (defnda em 4 categoras: só trabalha, só estuda, trabalha e estuda ou não estuda nem trabalha) ajustou-se um modelo multnomal logístco onde nos ajudou conclur que as mulheres têm maores chances de não partcparem da força de trabalho e não estudarem, enquanto que os homens têm mas chance de só trabalharem ou trabalharem e estudarem. Concluu-se também que quanto maor o número de dependentes em relação ao número de não dependentes no domcílo do jovem maor é a probabldade das mulheres pertencerem à categora nem trabalha nem estuda, e que quanto maor a dade mas aumenta a chance do jovem só trabalhar ou trabalhar e estudar. * Trabalho apresentado no XIV Encontro Naconal de Estudos Populaconas, ABEP, realzado em Caxambú- MG Brasl, de de Setembro de IBGE/ENCE IBGE/ENCE IBGE/ENCE IBGE/ENCE

2 Stuação Ocupaconal dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero * Alessandra da Rocha Santos Cínta C. M. Damasceno Dense Brtz do Nascmento Slva ' Mara Beatrz A. M. da Cunha Introdução: Nos últmos anos ocorreu um desgaste da questão socal nas grandes metrópoles brasleras, o que resultou no aumento do número de favelas, bem como do número de pessoas que vvem nestas áreas. O Ro de Janero é uma cdade com grande número de favelas e, segundo o anuáro estatístco da cdade do Ro de Janero (998), cerca de 7,2% da população resda nestas áreas de construções rregulares no ano de 996. De acordo com a Pesqusa Naconal por Amostra de Domcílos (PNAD/IBGE/99), a população do Brasl era de habtantes. Em 999, de pessoas tnham dade entre 0 e 24 anos, o que representa cerca de 30% da população. Em vrtude da alta representatvdade dos jovens, achou-se necessáro a elaboração de um estudo que evdencasse a nserção destes no Mercado de Trabalho ou no sstema educaconal. A tabela abaxo aponta que pouco mas de 65% dos jovens do nosso país estão freqüentando escolas. Adconalmente, estma-se que mas de 6 mlhões destes são natvos, ou seja, nem trabalham nem estudam, representando 3,3% do total dos jovens. Tabela : Dstrbução Tabela : Dstrubução dos Jovens dos de Jovens 0 a 24 por anos Stuação por Stuação Ocupaconal Ocupaconal Stuação Brasl RMRJ Favelas Ocupaconal Total % Total % Total % Total , , ,0 Trabalhavam e estudavam , , ,9 Só trabalhavam , , ,7 Só estudavam , , ,9 Nem trabalham e nem estudam , , ,5 Ignorado ,0-0,0-0,0 Fonte: PNAD/99 e PCBR Na Regão Metropoltana do Ro de Janero (RMRJ) os jovens representam cerca de 25% da população, dos quas 65,7% deles estão freqüentando escola e 5% dos jovens nem trabalham e nem estudam. * Trabalho apresentado no XIV Encontro Naconal de Estudos Populaconas, ABEP, realzado em Caxambú- MG Brasl, de de Setembro de 2004 IBGE/ENCE IBGE/ENCE IBGE/ENCE IBGE/ENCE Fo usado como base os dados da PNAD/IBGE/99 ao nvés do Censo/00, pos a pesqusa das favelas (PCBR) fo realzada durante o período de

3 O problema agrava-se à medda que avalamos tal questão em áreas mas carentes e pobres. Ao concentrar esforços na análse da stuação ocupaconal de jovens das favelas da cdade do Ro de Janero, verfca-se que o percentual de jovens na escola deca para pouco mas de 56,3%, de acordo com a Pesqusa Sóco-Econômca das Comundades de Baxa Renda (PCBR) 2. Além dsso, o número de jovens que nem trabalham nem estudam cresce para 7,5%. Para fns de vsualzação, ao fnal do texto encontra-se um anexo contendo as tabelas, nas quas os dados ctados neste artgo são explctados. 2 Análse exploratóra dos dados Estma-se, a partr dos dados da PNAD/999, que mas de 2 mlhões e meo dos resdentes na Regão Metropoltana do Ro de Janero são jovens, sendo que 49,% deles homens e 50,9% mulheres. Essa dstrbução smlar ocorre nas Comundades de Baxa Renda. Ao comparar a dstrbução etára da Regão Metropoltana com as favelas, encontram-se também váras smlardades, 47,4% dos jovens na RMRJ têm entre 8 e 24 anos enquanto nas favelas, nessa faxa etára concentram-se 44,9% dos jovens. Em geral os jovens da Regão Metropoltana têm escolardade maor que os das comundades de baxa renda. Isso pode ser observado através no gráfco. Na RMRJ, os jovens tendem a contnuar seus estudos, enquanto nas favelas a grande maora (70,5%) nem completa o prmero grau. 80,0 Gráfco : Dstrbução dos jovens da Regão Metropoltana do Ro de Janero por escolardade 70,0 70,5 60,0 54,8 50,0 40,0 30,0 26,8 35,7 20,0 0,0 0,0 2,6 3,8 Sem nstrução grau ncompleto Fonte: Pnad/999 e PCBR/ Até a 4 sére grau,,3 grau completo RMRJ 2,9 2,3 8,3 5,7 2 grau ncompleto Favelas 2 grau completo 5,9 0,4 0,5 0,0 3 grau ncompleto ou mas NR Apresenta-se agora a análse exploratóra da stuação ocupaconal dos jovens moradores em Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero, segundo algumas característcas: sexo, dade e escolardade. 2 A PCBR fo realzada em 5 áreas atenddas pelo Programa Favela-Barro (programa mplementado no âmbto da Prefetura do Ro de Janero com o objetvo de ntegrar a cdade nformal/favela à cdade formal/barro através da mplantação de servços socas, equpamentos públcos e nfra-estrutura urbana) e elaborada pela Socedade Centífca da Escola Naconal de Cêncas Estatístcas-SCIENCE em parcera com a Secretara Muncpal do Trabalho, para conhecer as especfcdades locas exstentes, no tocante aos aspectos relaconados ao emprego, rendmento, assocatvsmo e cdadana dos moradores. 3

4 De acordo com a tabela 2 do anexo, observa-se que as categoras relaconadas a trabalho (Trabalha e estuda e só trabalha) são mas característcas para o sexo masculno, pos eles representam 62,9% e 62,5%, respectvamente. Em contrapartda na categora nem trabalha nem estuda as mulheres são predomnantes, representando 7,9%. Já no que dz respeto à categora dos que só estudam não há grande dferença entre os sexos, onde as mulheres representam 5,6% e os homens, 48,4%. Com relação à dade dos jovens (tabela 3 do anexo), pode-se dzer que ocorre o esperado, onde as categoras relaconadas a trabalho se caracterzam por jovens com dades um pouco mas avançadas, como é o caso dos que trabalham e estudam e dos que só trabalham em que os jovens com dade entre 8 e 24 anos representam 60,4% e 90,8%, respectvamente. E com relação à categora só estuda, percebe-se que ela é mas representada pelos mas jovens (0 a 4 anos) representando 64,5% desta categora. Porém, um fato nustado é que na categora nem trabalha nem estuda, mas da metade dos jovens (66,2%) têm dade entre 8 e 24 anos. Em relação à escolardade, percebe-se que ela é maor para os que partcpam do mercado de trabalho (trabalham e estudam e só trabalham), porém já fo dto anterormente que os jovens que só trabalham ou que trabalham e estudam são mas velhos que aqueles que estudam. Isso ocorre porque os jovens que freqüentam escola, devdo a pouca dade, não tveram tempo de segur mas adante na escola. Nas próxmas seções apresenta-se uma análse exploratóra mas detalhada para os jovens das Comundades de Baxa Renda desagregando para cada uma das categoras da varável de stuação ocupaconal: Nem trabalha nem estuda, Só trabalha, Trabalha e estuda, Só estuda. 2. Nem Trabalha nem Estuda A prmera categora da stuação ocupaconal se refere aos jovens que nem trabalham nem estudam. Eles representam 7,5% do total dos jovens. Este dado tornou-se peça fundamental para o estudo das pessoas que não estão freqüentando escola, nem trabalhando, pos se vu que um grande contngente dos nossos jovens poderam estar sendo atraídos pelo tráfco ou pela crmnaldade de um modo geral. O estudo constatou que 22,8% dos jovens dessa categora não têm nstrução. 59,7% não completaram o prmero grau, dentre eles 37,6% só estudaram até a quarta sére. A dstrbução dos jovens que nem trabalham nem estudam por gênero revela que 72,3% são mulheres, observa-se que a falta de trabalho e estudo é mas característca para as mulheres. Pela taxa de dependênca 3 pode-se verfcar, pelo gráfco abaxo, que conforme aumenta o número de dependentes a partcpação das mulheres na categora nem trabalha nem estuda é maor que a dos homens. 3 É a razão entre a população dependente (cranças de 0 a 4 anos de dade e dosos com 65 anos ou mas) e o restante da população 4

5 Gráfco 2: Dstrbução da taxa de dependênca domclar dos jovens por sexo 70,0 60,0 50,0 % 40,0 30,0 Homens Mulheres 20,0 0,0 0,0 0 0 a 0,2 0,2 a 0,4 0,4 a 0,6 0,6 a a 2 2 ou mas Taxa de dependênca 2.2 Só trabalha Verfcou-se anterormente que 26,7% dos jovens das favelas apenas trabalham. Separando por classes de dade (tabela 4), observa-se que 90,8% desses jovens têm entre 8 e 24 anos, sendo que 56,6% deles são homens e 34,2% são mulheres. Apenas 8,5% dos jovens trabalhadores têm entre 5 e 7 anos e 0,8% têm entre 0 e 4 anos. Analsando os rendmentos dos jovens das favelas que só trabalham (tabela 5) verfca-se que 38,% ganham de a 2 saláros mínmos e 6,8% ganham de 2 a 3 saláros mínmos. Na faxa de 0 a 4 anos, a maora tem renda de até saláro mínmo (56,0%), enquanto que, 25,8% dos jovens nesta faxa etára têm o rendmento de a 2 saláros. Já nas classes de 5 a 7 anos e 8 a 24 anos, a maor parte ganha entre e 2 saláros mínmos (35,8% e 38,4%, respectvamente). A segunda maor partcpação na faxa de 5 a 7 anos é de jovens que ganham até saláro mínmo e na faxa de 8 a 24 anos é de 2 a 3 saláros mínmos. Dessa forma percebe-se que quando os jovens chegam à maordade tentem a ter uma renda um pouco maor. É mportante perceber que exstem jovens que trabalham sem receber saláros, representando 20,3% do total dos jovens trabalhadores das favelas. Nas dades de 0 e 4 anos, 5, % trabalham sem receber rendmento. Tal stuação se agrava na faxa de 5 a 7 anos onde o percentual de jovens deste grupo que trabalha sem receber saláros chega a 27,4%, e entre os jovens de 8 a 24 anos essa partcpação é de 9,7%. Como se sabe, o emprego sem cartera assnada é mas precáro que aquele com cartera assnada e, na maora das vezes, as condções de trabalho dos jovens das favelas são pores do que as condções dos trabalhadores adultos (acma de 25 anos). A faxa etára que sofre mas com condções precáras de trabalho é a de 0 a 4 anos, onde 74,4% dos jovens dessas dades que trabalham não têm cartera assnada. Esse percentual dmnu um pouco na próxma classe (5 a 7 anos) que chega a 54,%. Essa stuação só é nvertda quando os jovens já estão na maordade onde apenas 29% dos jovens trabalham sem cartera assnada contra 46,9% que trabalham com cartera assnada. 5

6 Estudando o ramo de atvdade e a posção na ocupação desses jovens, observou-se que a grande maora trabalha no setor de servços e são empregados. Em relação ao grau de nstrução dos jovens que só trabalham, verfca-se, na tabela 6 em anexo, que a maora dos jovens das favelas que apenas trabalham dexam de estudar no prmero grau. Na faxa de 0 a 4 anos, 59,% dos jovens apenas concluíram a quarta sére do prmero grau, 39,2% dos jovens das favelas com dades entre 5 e 7 anos concluíram a quarta sére do prmero grau e apenas 4,2% conseguram termnar o prmero grau. Já na classe de 8 a 24 anos, 23,9% param de estudar na quarta sére, porém 24% dos jovens trabalhadores das favelas conseguram termnar o prmero grau e 5,8% conseguram termnar o segundo grau. 2.3 Trabalha e estuda A menor parcela dos jovens encontra-se na categora dos que trabalham e estudam, correspondendo 7,9% dos moradores das favelas, onde 62,9% são do sexo masculno e 37,% do sexo femnno (tabela 7). A maor parte deles, 36,6% tem dade entre 8 e 24 anos e são do sexo masculno. Por outro lado, 2,2% têm dade entre 0 e 4 anos e são do sexo femnno. Quanto à escolardade (tabela 8), pode-se perceber que a maor parte dos jovens, 8,2% pára de estudar quando conclu a otava sére do prmero grau e sso ocorre ndependente do sexo. Observa-se também que apenas 5% conseguem termnar o segundo grau. Esse baxo nível de escolardade pode ser provenente da entrada precoce dos jovens na força de trabalho para ajudarem no orçamento famlar. Nota-se que 50,3% dos jovens com dade entre 0 e 4 anos só concluíram até a quarta sére do prmero grau, 22,4% dos jovens com 5 a 7 anos conseguram cursar até a otava sére e 7,4% dos jovens com 8 a 24 anos termnaram a segunda sére do segundo grau. Levando em consderação o sexo, 3,5% dos jovens do sexo masculno conseguram completar o segundo grau e 7,7% das mulheres chegaram até a. O atvdade mas freqüente é o de servços para ambos os sexos e classes de dade, correspondendo a 48,0% dos jovens. Em segundo lugar está o comérco, onde 64,3% dos trabalhadores são do sexo masculno e 35,7% do sexo femnno. Em relação à posção de ocupação, 73,% dos jovens são empregados e a maor parcela encontra-se entre os jovens com 5 anos ou mas. 4,8% dos jovens com 0 a 4 anos trabalham por conta própra e o trabalho doméstco é a segunda maor ocupação para as mulheres com 3,2%. Outro fato mportante a ser analsado é a cartera assnada. Observa-se que 53,9% dos jovens que souberam responder se possuem ou não cartera assnada, não a possuem. Isso quer dzer que mas da metade dos jovens trabalham sem nenhum vínculo empregatíco, ou seja, eles não têm dreto a féras, décmo tercero ou qualquer outro benefíco que lhes são conceddos por le. De acordo com a tabela 9 do anexo, a maora dos jovens, 64,3%, ganham até 2 saláros mínmos. Na faxa etára de 0 a 4 anos, 2,0% dos jovens que trabalham e estudam não recebem nenhum tpo de remuneração. Esse percentual também é alto para o grupo de 8 a 24 anos, onde 20,0% não recebem nada pelo seu trabalho. Nesta mesma faxa, 6,6% dos jovens recebem de 2 a 3 saláros mínmos. 2.4 Só Estuda Esta seção do trabalho trata dos jovens que apenas estudam. No conceto de favela, os jovens representam cerca de 40% da população com dade entre 0 e 24 anos. Uma análse mas apurada revela que pouco menos da metade dos jovens se classfcaram como estudantes. Os dados exbdos nesta seção encontram-se na Tabela 0. 6

7 Observando as classes de dade separadamente, vê-se que dos estudantes resdentes em favelas têm dade entre 0 e 4 anos, este número va dmnundo à medda que a dade aumenta, cando para 9.40 na faxa dos 5 aos 7 anos e para 3.33 na faxa de 8 a 24 anos de dade. O que revela que em geral os jovens das favelas dexam de freqüentar escola muto cedo. A dstrbução por gênero dos jovens que só estudam, exbda no gráfco 7 acma, mostra que 49% são homens e conseqüentemente 5% são mulheres. Entretanto, é mportante ressaltar que, analsando as classes de dade separadamente, essa stuação se mantém, modfcando somente na faxa etára de 20 a 24 anos, onde os homens representam apenas 35% da população em questão, mostrando que os homens dexam de freqüentar escola mas cedo que as mulheres. Contnuando com a dscussão da escolardade dos jovens, O Gráfco 3 abaxo comprova que eles também se mostram pouco escolarzados, quase metade deles só tem escolardade até a 4ª sére do º grau, mostrando que eles apresentam certa defasagem escolar 4, uma vez que uma crança que entrou na escola na dade correta, não repetu nenhuma sére, nem dexou de estudar, quando chegasse à quarta sére esta crança tera 0 anos de dade. Como o objetvo deste estudo é avalar a escolardade de jovens com dades entre 0 e 24 anos de dade. Gráfco 3: Dstrbução dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero, que só Estudam, segundo Grau de Instrução e Sexo 0,2 0,5 0, 0,05 0 S nst Preesc s g 2s g 3s g 4s g 5s g 6s g 7s g 8s g s 2g 2s 2g 3s 2g 3g nc 3g com Escolardade Fonte: PCBR Homens Mulheres Também é mportante dzer que, se observarmos apenas as pessoas com até o 2º grau completo, a escolardade méda dos jovens que estão apenas estudando é de menos de 5 anos de estudo, ou seja, em méda eles completaram apenas o ensno básco. 4 Defasagem escolar é o atraso escolar meddo em anos. 7

8 3 O Modelo Multnomal Logístco - Metodologa Nas pesqusas socas é comum a nvestgação de característcas de nteresse que são representadas por varáves cuja resposta é poltômca, ou seja, assume mas de dos valores. O modelo multnomal logístco, uma generalzação do modelo logístco, é aproprado para analsar esse tpo de nformação. Sua teora é apresentada logo após uma breve revsão sobre o modelo logístco. O modelo logístco é utlzado para analsar dados bnáros ou dcotômcos, para os quas deseja-se estmar a probabldade de ocorrênca (π ) de um evento. Defne-se a varável aleatóra Y de tal forma que: seocorrer o evento Y = 0 senão ocorrer o evento Ou seja, Y ~ Bernoull ( π ) O modelo de regressão logístca relacona a vantagem a favor da ocorrênca do evento com varáves explcatvas através da função de lgação na forma: π r r η = logt ( π ) = ln = X ' β π () onde X r = ( X X,, X ) ' r = é o, 2 K k é o vetor de varáves explcatvas, β ( β,, β2 K, βk )' π vetor de parâmetros, k é o número de parâmetros e ln é a vantagens em favor da π ocorrênca do evento. A partr da equação (), verfca-se que: r r exp( X ' β ) π = r r + exp( X ' β ) Onde π é a probabldade de ocorrênca do evento para o -ésmo ndvíduo No caso do modelo multnomal logístco, consdera-se que a varável poltômca pode assumr J categoras, não exstndo ordenação entre elas, e sendo as categoras mutuamente exclusvas. Uma das J categoras é eleta como base e as demas são estmadas com relação à base. A fm de smplfcar a notação admte-se a J-ésma categora como base, então o modelo pode ser escrto da segunte forma: π j r r ηj = logt π j = ln = X ' β j π, j =, 2,..., J-, J =, 2,..., n r onde β ( ) ' j = β j0, β j,..., β jk é o vetor de parâmetros composto pelos coefcentes assocados a cada categora j. Então, a probabldade de ocorrênca da j-ésma categora é dada por: r r r r ( ) ( ) = exp X ' β j exp X ' β j π j = J r r + exp X ' β J r r exp X ' β j= ( j ) j= ( j ) Sendo β r = 0 e π =, então para a categora base, tem-se: J J j= j 8

9 π J = J r r ( X ' β j ) + exp j= A estmação do modelo multnomal logístco é realzada através do método da máxma verossmlhança. Defne-se um conjunto de varáves dcotômcas, onde Y j = se o - ésmo ndvíduo for da categora j, e 0 caso contráro. Então a função de verossmlhança é dada por: L = n = π Y π Y 2 2 Kπ Y j J Calculando-se o logartmo, dervando-se e gualando a zero, obtém-se: n logl = [ k ( j )] = 0 X Y π j β jk = A solução do sstema de equações acma fornece os estmadores de máxma verossmlhança. A nterpretação dos parâmetros do modelo é elaborada a partr da razão de vantagens e das probabldades estmadas. A vantagem do -ésmo ndvíduo pertencer à categora j em relação à categora base J é dada por: π j r r Oj = = exp ( X ' β j ) π J A razão de vantagens é utlzada para medr a vantagem da categora j em relação a dos dferentes subgrupos da k-ésma varável ndependente. Então tem-se que: π j O j π π J j = = = exp [ X ( β j β j' )], j j' =,..., J O π j' j' π j' π categora j. categora j. J Se ( β β j' ) > 0 j Se ( β β j' ) < 0 j 4 Identfcação e especfcação do modelo, maor será a vantagem em favor do ndvíduo pertencer a, maor será a vantagem em favor do ndvíduo pertencer a Como o objetvo deste trabalho é nvestgar a stuação ocupaconal dos jovens moradores em comundades de baxa renda, a varável resposta de nteresse nesse estudo se caracterza por 4 possíves categoras mutuamente exclusvas: Nem trabalha nem estuda (Y=) Só trabalha (Y=2) Trabalha e estuda (Y=3) Só estuda (Y=4 (categora base)) Foram escolhdas algumas varáves supostamente relaconadas à varável resposta, tas como: 9

10 Característcas do jovem Sexo Idade - medda em anos Escolardade - medda em anos de estudo Escolardade da mãe - medda em anos Classe socal Razão de cômodos é a razão entre o número de cômodos que servem como dormtóro e o número total de cômodos do domcílo; Stuação ocupaconal do chefe do domcílo se o chefe está ocupado, desempregado, ou fora da força de trabalho; Característcas referentes ao domcílo ou a famíla no qual o jovem está nserdo Renda domclar per capta é a renda domclar dvdda pelo número de pessoas no domcílo; Taxa de dependênca é a razão entre a população dependente (cranças de 0 a 4 anos de dade e dosos com 65 anos ou mas) e o restante da população; Local do negóco local onde está stuado o negóco se alguma pessoa do domclo é empregador ou conta própra no trabalho prncpal (na comundade ou fora da comundade) O procedmento de ajustamento do modelo fo realzado utlzando-se o software SAS. Como a amostra é muto grande, o teste de Wald referente ao conjunto de parâmetros relatvos a uma dada característca de controle apresenta sempre resultados sgnfcatvos. Dessa forma, o modelo fnal fo seleconado pelos testes ndvduas dos parâmetros e pela magntude do efeto. O teste ndvdual segue abaxo: H H 0 : β : β jk jk = 0 0 β jk 0 t* = ~ t student( n p) Vˆ ( βˆ ) jk Onde Vˆ( βˆ ) é a varânca do estmador, n é o tamanho da amostra e p é o número de jk parâmetros. Assm, caso P(t*> t ) 0,05 então rejeta-se H 0. Caso contráro aceta-se H 0. De acordo com o teste fo seleconado um modelo com 7 varáves explcatvas, alé m do ntercepto. As varáves estão especfcadas no quadro abaxo: Quadro Varáves seleconadas Descrção Sexo (=masculno; 2=femnno) Idade Escolardade do jovem Stuação ocupaconal do chefe do domcílo (=ocupado; 2=desocupado; 3=fora da força de trabalho) Taxa de dependênca Local do negóco (=na comundade; 2=fora da comundade) Interação de Sexo com Taxa de dependênca Códgo Sexo Idade Anoest Ocupchef Taxa Loctrab Sexo*Taxa 0

11 Logo a função de regressão pode ser escrta da forma: πj ln β j0 β j * Sexo β j π = + + J β * Taxa + β * Loctrab + β j6 j7 2 j8 * Idade+ β j3 * Sexo* Taxa Em anexo, encontra-se o resumo das estmatvas. 5 Análse dos resultados * Anoest + β j4 * Ocupchef + β j5 * Ocupchef + A tabela 2 apresenta as estmatvas das vantagens. Observa-se que os homens têm maor vantagem em favor de pertencer às categoras só trabalha e trabalha e estuda do que à categora só estuda, enquanto que a vantagem das mulheres é maor na categora nem trabalha nem estuda em relação à categora só estuda. Com relação à dade pode-se conclur que o acréscmo de uma undade, mplca na redução da vantagem em favor do jovem só estudar, em relação às demas categoras ocupaconas. Tal redução é mas acentuada na categora só trabalha. Observa-se também que quanto maor a escolardade do jovem, maor a vantagem de apenas estudar. Quando o chefe do domcílo está ocupado, a vantagem em favor do jovem nem trabalhar nem estudar é gual à vantagem dele só estudar. Já a vantagem é maor para só trabalha e menor para trabalhar e estudar em relação a só estudar. Porém se o chefe do domcílo está desempregado, verfca-se uma maor vantagem em favor de só estudar do que não trabalhar nem estudar e só trabalhar é menor do que trabalhar e estudar. Quanto maor a taxa de dependênca, menor a vantagem do jovem só estudar, em relação a nem trabalhar nem estudar e só trabalhar. É mportante notar que este efeto torna-se mas ntenso para a categora nem trabalha nem estuda contra só trabalha. A vantagem em favor do jovem só estudar é menor quando pelo menos uma pessoa do domcílo tem algum negóco dentro da comundade em relação às demas. Porém a vantagem a favor de nem trabalhar nem estudar é pratcamente gual a de só estudar. Tabela 2: Estmatvas das Vantagens Nem trabalha nem estuda Só Trabalha Trabalha e Estuda Intercepto 0,00 0,00 0,00 Sexo 0,73,45,43 Idade 2,03 2,6,84 Anoest 0,65 0,75 0,93 Ocupchef ocupado,00 0,89,34 desempregado 0,9 0,94,22 Taxa 2,48,82 0,87 Loctrab,03,25,38 Taxa*Sexo 0,56,25,32 A Tabela 3 apresenta as razões de vantagens das varáves sexo e taxa de dependêncas e a nteração entre elas. Fxando o sexo para estudar o efeto sobre a taxa de dependênca, nota-se que a vantagem da jovem nem trabalhar nem estudar ou só trabalhar é maor do que ela só estudar, porém essa vantagem aumenta à medda que o número de dependentes no domcílo aumenta. Observa-se também que a vantagem dela nem trabalhar nem estudar é bem maor do que ela só trabalhar. Essa stuação se nverte um pouco quando fxamos o sexo masculno, vale salentar que a vantagem do jovem só trabalhar é maor que ele nem trabalhar nem estudar. 2

12 Em resumo pode-se dzer que a taxa de dependênca é fator condconante para os jovens não estarem na categora só estuda, os homens tendem mas a só trabalhar enquanto as mulheres fcam mas em casa. Tabela 3: Razão de Vantagem das varáves sexo e taxa Nem trabalha nem estuda Só Trabalha Trabalha e Estuda vj (sexo;taxa) (2;0,5),57562, ,93244 (2;) 2,48258,8243 0,86945 Razão de vantagem 0, ,74037,07245 (2;0,5),57562, ,93244 (2;2) 6,6322 3, ,75593 Razão de vantagem 0, ,40584,23349 (;0,5),525,9609,32930 (;),8394 2,64878,23949 Razão de vantagem 0, ,74037,07245 (;0,5),525,9609,32930 (;2) 4, ,8329,07767 Razão de vantagem 0, ,40584,23349 (;2) 4, ,8329,07767 (2;2) 6,6322 3, ,75593 Razão de vantagem 0,73067,4594,4256 O gráfco 4 (em anexo) vsa uma análse que acompanha a varação dos anos de estudo entre 0, 4 e 8, respectvamente para os jovens das comundades de baxa renda da Cdade do Ro de Janero cujo chefe do domcílo é ocupado, a taxa de dependênca é 2 (dos dependentes para cada um não dependente) e o local do negóco de pelo menos uma pessoa do domcílo ser na comundade. Percebe-se que a probabldade dos homens estarem nserdos no mercado de trabalho cresce de acordo com a dade, porém não vara com a escolardade. Para as mulheres essa probabldade também aumenta, no entanto é menor que a dos homens, e à medda que se aumenta a escolardade, aproxma-se da probabldade dos homens. O contráro ocorre com aqueles que só estudam, onde a probabldade é mas alta para as dades menores decrescendo fortemente. A probabldade de o jovem pertencer à categora nem trabalha nem estuda aumenta até aproxmadamente 7 anos, dmnundo para as dades maores. Vale salentar que a probabldade das mulheres nem trabalharem nem estudarem é sempre maor que a dos homens e, quanto maor a escolardade essa probabldade va dmnundo para ambos os sexos. Para os que trabalham e estudam, observa-se que a probabldade é pequena não apresentando dferencal de sexo prncpalmente para dades mas avançadas. Alterando agora a taxa de dependênca para 0,5, ou seja, um dependente para cada dos não dependentes, verfca-se no gráfco 5 (em anexo) que as formas das curvas pouco se alteram. À medda que aumenta a escolardade, a probabldade dos jovens só estudarem aumenta, já para os que nem trabalham nem estudam ocorre o contráro, a probabldade dmnu com a dade e a dstânca entre os homens e as mulheres va dmnundo. 6 Conclusão O presente trabalho analsou a stuação ocupaconal dos jovens de 0 a 24 anos de dade, resdentes nas Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero, que se dvdem em quatro categoras: nem trabalha nem estuda, só trabalha, trabalha e estuda e só estuda. 2

13 Nas 5 favelas estudadas exstem jovens com dade entre 0 e 24 anos. A maor parte deles, 47,9% só estudam, 26,7% só trabalham, 7,9% trabalham e estudam e o que mas chamou a atenção fo o fato de que 7,5% nem trabalham nem estudam. Na dstrbução por gênero, notou-se que as mulheres têm mas chance de não partcparem da força de trabalho e não estudarem, enquanto que os homens têm mas chance de só trabalharem e trabalharem e estudarem. Esse fato pode ser ratfcado na análse exploratóra, onde constatou-se que 62,5% dos homens apenas trabalhavam e 62,9% trabalhavam e estudavam enquanto que 7,9% das mulheres nem trabalhavam nem estudavam. Pela taxa de dependênca confrmou-se que quanto maor o número de dependentes em relação ao número de não dependentes, maor é a probabldade do jovem do sexo femnno pertencer à categora nem trabalha nem estuda. Isso ocorre devdo à necessdade delas fcarem em casa cudando das cranças menores que 4 anos ou dos dosos maores que 65 anos. Com relação à dade conclu-se que quanto maor a dade mas aumenta a chance do jovem só trabalhar ou trabalhar e estudar. E quanto maor a escolardade menor a chance dele pertencer à categora nem trabalha nem estuda. 7 Bblografa AGRESTI, A. Categorcal Data Analyss. Nova Iorque: John Wley CUNHA, Mara Beatrz, Perfl Sóco Econômco das Favelas da Cdades do Ro de Janero. Ro de Janero, POWERS, Danel; XIE, Yu. Statstcal Methods for Categorcal Analyss. Academy Press PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICÍLIOS 999. Brasl. Ro de Janero: IBGE, v. 2, 999. CARUSI, Danelle. Jovens no mercado de trabalho do Ro de Janero. Ro de Janero Trabalho e Socedade, Ro de Janero, v., 200. SILVA, Jaílson; FONTES, Adrana. Decfra-me ou nos devoramos: Consderações sobre a juventude no/do Ro de Janero. Ro de Janero Trabalho e Socedade, Ro de Janero, v., 200. RIO DE JANEIRO TRABALHO E SOCIEDADE. Ro de Janero: IETS, 200. Quadrmestral PIZZINGA, Adran. Modelos de regressão para Varáves Dependentes Nomnas. Orentado por Brtz do Nascmento Slva. Ro de Janero: ENCE, PINTO, Alexandre. Mobldade Ocupaconal e Raça: Orgens, Destnos e Rscos dos Afro- Brasleros. Orentado por Dense Brtz do Nascmento Slva e Marcelo Ner. Ro de Janero: ENCE, LEITE, Phllppe George Perera Gumarães. Análse da Stuação Ocupaconal de Cranças e Adolescentes nas Regões Sudeste e Nordeste do Brasl utlzando nformações da PNAD999. Orentado por Dense Brtz do Nascmento Slva. Ro de Janero: ENCE,

14 8 Anexos Tabela 2: Dstrbução dos jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero, por stuação ocupaconal e Sexo Stuação ocupaconal Total masculno femnno Total % Total % Total % Total Trabalhavam e estudavam Só trabalhavam Só estudavam Nem trabalhavam nem estudavam Tabela 3: Dstrbução dos jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero, por stuação ocupaconal e dade Total 0 a 4 5 a 7 8 a 24 Stuação ocupaconal Total % Total % Total % Total % Total Trabalhavam e estudavam Só trabalhavam Só estudavam Nem trabalhavam nem estudavam Tabela 4: Dstrbução dos jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero, que Só Trabalham, segundo Sexo e Classe de Idade Idade Total Masculno Femnno Total , , ,5 0 a 4 anos 59 0,8 05 0,5 54 0,3 5 a 7 anos.76 8,5.09 5, , 8 a 24 anos , , ,2 Total , , ,5 Fonte: PCBR Tabela 5: Dstrbução dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero que Só Trabalham, segundo Classes de Idade e Classes de Rendmento Sexo / Total 0 a 4 anos 5 a 7 anos 8 a 24 anos Rendmento Total % Total % Total % Total % Total , , , ,0 Sem rendmento ,3 24 5, , ,7 Até s.m , , ,4 2.47,7 De a 2 s.m , 4 25, , ,4 De 2 a 3 s.m ,8 2,3 90 5, ,0 De 3 a 4 s.m..37 6,8 3,9 3, ,3 De 4 a 5 s.m ,6 0 0,0 7 0, ,9 De 5 a 0 s.m. 342,7 0 0,0 0, 34,9 De 0 a 5 s.m. 38 0,2 0 0,0 0 0,0 38 0,2 Mas de 5 s.m. 8 0, 0 0,0 0 0,0 8 0, Fonte: PCBR 4

15 Tabela 6: Dstrbução dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero, que só trabalham, segundo Classes de Idade e Grau de Instrução Grau de Instrução Total 0 a 4 anos 5 a 7 anos 8 a 24 anos Total % Total % Total % Total % Total , , , ,0 Sem nstrução 795 9,4 2 3,2 56 3,3 78 3,9 grau ncompleto , , , ,6 Até a 4 sére grau , , , ,9 grau completo ,0 0 0,0 64 4, ,3 2 grau ncompleto 328 0, 0 0,0 79 4, ,8 2 grau completo , 0 0,0 35 2, ,8 3 grau ncompleto 27 0,0 0 0,0 0 0,0 27 0, 3 grau ou mas 35 0,7 0 0,0 0 0,0 35 0,2 Fonte: PCBR Tabela 7: Dstrbução dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero, que Trabalham e Estudam, segundo Classes de Idade e Sexo Classes de Total Masculno Femnno Idade Total % Total % Total % Total , , , 0 a 4 anos 452 7,5 36 5,2 35 2,2 5 a 7 anos , , 669, 8 a 24 anos , , ,8 Fonte: PCBR 5

16 Tabela 8: Dstrbução dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero, que Trabalham e Estudam, segundo Classes de Idade, Grau de Instrução e Sexo SEXO / GRAU DE Total 0 a 4 anos 5 a 7 anos 8 a 24 anos INSTRUÇÃO Total % Total % Total % Total % Total , , , ,0 Sem nstrução 30 0,5 0,2 0 0,5 9 0,5 grau ncompleto , , , ,4 Até a 4 sére grau 836 3, , , ,4 grau completo.099 8,2 3 2, ,4 65 7,8 2 grau ncompleto ,3 0 0, , , 2 grau completo 305 5,0 0 0,0 34,7 27 7,4 3 grau ncompleto 30 2,2 0 0,0 0 0,0 30 3,6 3 grau ou mas 5 0, 0 0,0 0 0,0 5 0, NR 0,0 0 0,0 0 0,0 0,0 Masculno , , , ,0 Sem nstrução 22 0,6 0,3 6 0,5 5 0,7 grau ncompleto , , , 909 4, Até a 4 sére grau 658 7,3 93 6, ,6 24 0,9 grau completo 654 7,2 0 0, , 385 7,4 2 grau ncompleto ,6 0 0,0 76 3, ,9 2 grau completo 33 3,5 0 0,0 7 0,5 26 5,7 3 grau ncompleto 93 2,4 0 0,0 0 0,0 93 4,2 3 grau ou mas 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 NR 0,0 0 0,0 0 0,0 0,0 Femnno , , , ,0 Sem nstrução 8 0,4 0 0,0 4 0,6 4 0,3 grau ncompleto , , , ,7 Até a 4 sére grau 78 7, , 44 6,5 00 7,0 grau completo 445 9,8 3 9, , ,4 2 grau ncompleto ,5 0 0, , ,5 2 grau completo 72 7,7 0 0,0 27 4,0 45 0, 3 grau ncompleto 38,7 0 0,0 0 0,0 38 2,6 3 grau ou mas 5 0,2 0 0,0 0 0,0 5 0,3 NR 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 Fonte: PCBR Tabela 9: Dstrbução dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero, que Trabalham e Estudam, segundo Classes de Idade e Rendmento Sexo / Classe de Total 0 a 4 anos 5 a 7 anos 8 a 24 anos Rendmento Total % Total % Total % Total % Total , , , ,0 Sem rendmento 025 6,9 95 2,0 99 0, ,0 Até s.m , , , ,3 De a 2 s.m ,8 3 25, , ,5 De 2 a 3 s.m. 692,4 6,3 80 4, 606 6,6 De 3 a 5 s.m , 8,8 0 0, ,5 Mas de 5 s.m. 79,3 0 0,0 5 0,3 74 2,0 Fonte: PCBR 6

17 Tabela 0: Dstrbução dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero, que só Estudam, segundo Classes de Idade, Grau de Instrução e Sexo Sexo / Grau de Total 0 a 4 5 a 7 8 a 24 Instrução Total % Total % Total % Total % Total , , , ,00 Sem nstrução 589, , , ,83 grau ncompleto , , , ,95 Até a 4 sére grau , ,07.4 5, ,47 grau completo ,5 3, , ,4 2 grau ncompleto , , , ,32 2 grau completo 35 0,88 0 0,00 98, ,93 3 grau ncompleto 08 0,30 0 0,00 5 0, ,29 3 grau ou mas 7 0,05 0 0,00 0 0,00 7 0,54 NR 3 0,04 9 0,04 4 0,04 0 0,00 Masculno , , , ,00 Sem nstrução 322, ,64 6 0,36 0 0,00 grau ncompleto , , , ,34 Até a 4 sére grau , , , ,6 grau completo.030 5,9 0, , ,02 2 grau ncompleto.058 6,07 9 0,6 525, ,77 2 grau completo 02 0,59 0 0, , ,43 3 grau ncompleto 34 0,20 0 0,00 0 0, ,43 3 grau ou mas 4 0,08 0 0,00 0 0,00 4,00 NR 4 0,02 4 0,03 0 0,00 0 0,00 Femnno , , , ,00 Sem nstrução 267,45 225,92 6 0,32 26,50 grau ncompleto , , , ,80 Até a 4 sére grau , ,00 573,5 06 6, grau completo.535 8,33 200, , ,23 2 grau ncompleto.676 9, , , ,38 2 grau completo 23,6 0 0,00 58,6 55 8,93 3 grau ncompleto 74 0,40 0 0,00 5 0,0 69 3,98 3 grau ou mas 3 0,02 0 0,00 0 0,00 3 0,7 NR 9 0,05 5 0,04 4 0,08 0 0,00 Fonte: PCBR 7

18 Tabela : Análse das estmatvas do modelo Efetos Estmatva Erro-padrão Qu-quadrado P-valor Nem trabalha nem estuda Intercepto -0,2924 0, ,79 0,0000 Sexo -0,338 0, ,95 0,0000 Idade 0,7077 0,00 457,34 0,0000 Anoest -0,439 0,0 56,03 0,0000 Ocupchef ocupado -0,0035 0,0403 0,0 0,9300 desempregado -0,0900 0,040 5,03 0,0249 Taxa 0,9093 0,42 63,39 0,0000 Loctrab 0,0290 0,043 0,45 0,5006 Taxa*Sexo -0,5873 0,27 27,5 0,0000 Só Trabalha Intercepto -5,698 0, ,59 0,0000 Sexo 0,3729 0, ,33 0,0000 Idade 0,958 0, ,86 0,0000 Anoest -0,286 0, ,4 0,0000 Ocupchef ocupado -0,28 0,0457 7, 0,0076 desempregado -0,0669 0,0643,08 0,2977 Taxa 0,602 0, 29,27 0,0000 Loctrab 0,2207 0,04 28,79 0,0000 Taxa*Sexo 0,2208 0,09 4,0 0,0429 Trabalha e Estuda Intercepto -0,809 0, ,05 0,0000 Sexo 0,3546 0,0334 2,99 0,0000 Idade 0,64 0, ,72 0,0000 Anoest -0,0688 0,027 29,47 0,0000 Ocupchef ocupado 0,2953 0,0630 2,97 0,0000 desempregado 0,995 0,075 7,78 0,0053 Taxa -0,399 0,433 0,95 0,3287 Loctrab 0,3223 0, ,38 0,0000 Taxa*Sexo 0,2746 0,404 3,82 0,0506 8

19 Gráfco 4: Probabldades Estmadas com taxa de dependênca gual a 2 Escolardade = 0 anos de estudo Prob 0,8 0,6 0,4 0, Idade Escolardade = 4 anos de estudo Prob 0,8 0,6 0,4 0, Idade Escolardade = 8 anos de estudo Prob 0,8 0,6 0,4 0, Idade Legenda: Nem trabalha Trabalha e Homem nem estuda estuda Mulher Só trabalha Só estuda 9

20 Gráfco 5: Probabldades Estmadas com taxa de dependênca gual a 0,5 Escolardade = 0 anos de estudo Prob 0,8 0,6 0,4 0, Idade Escolardade = 4 anos de estudo Prob 0,8 0,6 0,4 0, Idade Escolardade = 8 anos de estudo Prob 0,8 0,6 0,4 0, Idade Legenda: Nem trabalha Trabalha e Homem nem estuda estuda Mulher Só trabalha Só estuda 20

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