velocidade inicial: v 0 ; ângulo de tiro com a horizontal: 0.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "velocidade inicial: v 0 ; ângulo de tiro com a horizontal: 0."

Transcrição

1 Um projéil é disparado com elocidade inicial iual a e formando um ânulo com a horizonal, sabendo-se que os ponos de disparo e o alo esão sobre o mesmo plano horizonal e desprezando-se a resisência do ar, deermine: a) A alura máima que o projéil aine; b) O empo necessário para ainir a alura máima; c) O empo de duração do moimeno oal; d) O alcance máimo horizonal do projéil; e) A equação da rajeória do moimeno oblíquo; f) O ânulo de iro que proporciona o máimo alcance; ) Mosre que iros com ânulos complemenares êm os mesmo alcance; h) A elocidade num pono qualquer da rajeória; i) As componenes da aceleração num pono qualquer da rajeória. Dados do problema elocidade inicial: ; ânulo de iro com a horizonal:. Esquema do problema Adoa-se um sisema de referência com o eio O aponando para a direia e O para cima, a aceleração da raidade esá aponada para baio e o pono de disparo esá na oriem do referencial (, ) = (, ), conforme a fiura. fiura O moimeno pode ser decomposo ao lono dos eios e, a elocidade inicial será decomposa ao lono desas direções como mosra a fiura. endo as componenes da elocidade dadas, em módulo, por (I) cos (II) sen Da decomposição do moimeno emos que na direção não há nenhuma aceleração aindo sobre o projéil, enão ele esá em Moimeno Reilíneo Uniforme (M.R.U.) e seu moimeno é reido pela equação. fiura como no moimeno uniforme é consane podemos subsiuir pelo alor de (I) e cos

2 cos (III) Na direção o projéil esá sob a ação da aceleração da raidade, porano esá em queda lire que é reido pelas equações subsiuindo pelo alor dado em (II) e sen sen sen (I) sen () (I) com consane (o sinal de neaio indica que a aceleração da raidade esa conra a orienação do referencial). Assim pela fiura 3 emos que no moimeno ao lono da direção emos que para ineralos de empos iuais emos ineralos de espaços iuais ( = = 3 = 4 = 5 = 6 ) Na direção emos que durane a subida para ineralos de empos iuais emos ineralos de espaços menores, pois a parícula esá sendo freada pela ação da raidade ( > > 3 ) aé que a elocidade zera e enão a raidade começa a puar a parícula de ola ao solo com elocidade acelerada, assim para ineralos de empos iuais emos ineralos de espaços cada ez maiores ( 4 < 5 < 6 ) fiura 3 olução a) Para enconrarmos a alura máima ( h má ) ainida pelo projéil basa analisarmos o moimeno ao lono da direção. Quando o projéil aine a alura máima sua elocidade se anula ( = ), assim usando a equação (I) emos sen sen h h má má

3 h má sen b) O empo de subida ( ) para ainir a alura máima será obido de () com a condição de que a elocidade se anula na máima alura ainida pelo projéil ( ), enão emos que sen sen sen c) O empo oal ( T ) do moimeno será a soma dos empos de subida ( ) e de descida ( D ), sendo que no moimeno de lançameno erical e queda lire os empos de subida e de descida são iuais, emos a condição T D com = D T usando o resulado para o empo de subida obido no iem anerior,emos T sen d) O empo calculado acima, para o projéil subir e descer, é ambém o empo que ele leará para ir da oriem aé o pono má ao lono do eio, enão subsiuindo a resposa do iem anerior na epressão (III), obemos mas, da rionomeria, emos que sen má má sen cos sen sen cos sen cos sen sen cos cos e subsiuindo esa relação na epressão acima, ficaremos com o alcance máimo na seuine forma má sen e) Para ober a forma da rajeória indicada na fiura emos que er com função de, ou f, usando as equações (III) e (I) para os moimenos em e e lembrando que, emos o sisema 3

4 cos sen isolando o empo na primeira equação emos cos subsiuindo ese alor na seunda equação obemos sen cos cos cos sen cos Fazendo a associação mosrada abaio com uma Equação do.º rau do ipo a b c emos que obiemos uma função do ipo f com o coeficiene a < o que indica que a nossa rajeória é uma parábola de boca para baio. f) A resposa obida no iem (d) para o alcance máimo ( má ) depende do ânulo inicial de lançameno, da rionomeria sabemos que a função seno aria de a, enão o alor máimo do alcance ocorre quando o seno cujo o arco ale é iual a 9º, assim sen arc sen ) Da rionomeria emos que ânulos complemenares são aqueles que somam sejam, enão, dois ânulos e complemenares 9 ou, (II) 4

5 Usando o resulado do iem (d) que nos dá o alcance máimo escreemos os alcances má e má para os ânulos acima má sen (III) má sen (IX) Escreendo de (II) em função de fiura 4 e subsiuindo em (IX), emos má má sen sen o seno nesa equação pode ser desenolido seundo a relação que nos dá o seno da diferença, sen sen cos sen cos má sen cos sen cos sendo sen, cos, emos má.cos sen má sen (X) porano comparando as epressões (III) e (X) Q.E.D má má obseração: Q.E.D. é a abreiação da epressão em laim quod era demosnrandum que sinifica como queríamos demonsrar. h) Num pono qualquer da rajeória o eor elocidade ( ) pode ser decomposo nas suas componenes ao lono dos eios e ( e ), como se ê na fiura 5-A, abaio. O eor elocidade será enão a soma eorial de suas componenes X Y fiura 5 5

6 Pela fiura 5-B emos que os eores formam um riânulo reânulo e o módulo da elocidade pode ser calculado aplicando-se o Teorema de Piáoras (XI) X Y Escreendo, e eremos da equação (I) cos cos (XII) e de (),oberemos sen sen sen sen (XIII) subsiuindo (XII) e (XIII) em (XI). cos.sen..sen... nos dois primeiros ermos do lado direio da iualdade amos colocar erceiro ermo colocaremos em eidência. cos sen sen em eidência e no (XI) o primeiro ermo enre parêneses é, pela rionomeria, cos sen, o seundo ermo enre parêneses pode ser obido da equação (III) acima escria como sen mas, finalmene (XI) pode ser escrio como i) A aceleração da raidade ( ) a que o projéil esá sujeio em qualquer pono da rajeória pode ser decomposa na aceleração anencial ( ) e na aceleração normal ( n ), que é perpendicular à rajeória no pono considerado (fiura 6-A). Da fiura 6-C emos; cos cos (X) n sen sen (XI) n 6

7 onde é ânulo enre a aceleração da raidade ( ) e sua componene anencial ( ) num pono qualquer da rajeória. Mas ese ânulo é o mesmo que emos enre a elocidade do projéil ( )e sua componene ao lono da direção, ( ) como se ê na fiura 6-B. Pela fiura 6-D emos que cos usando o resulado do iem anerior para o alor da elocidade, obemos fiura 6 cos.. subsiuindo ese alor do co-seno na epressão (X) a aceleração anencial será Da mesma forma a fiura 6-D nos dá que sen sen.. e subsiuindo em (XI) para a aceleração normal eremos. n.. 7

Mecânica da partícula

Mecânica da partícula -- Mecânica da parícula Moimenos sob a acção de uma força resulane consane Prof. Luís C. Perna LEI DA INÉRCIA OU ª LEI DE NEWTON LEI DA INÉRCIA Para que um corpo alere o seu esado de moimeno é necessário

Leia mais

Cinemática Vetorial Movimento Retilíneo. Movimento. Mecânica : relaciona força, matéria e movimento

Cinemática Vetorial Movimento Retilíneo. Movimento. Mecânica : relaciona força, matéria e movimento Fisica I - IO Cinemáica Veorial Moimeno Reilíneo Prof. Crisiano Olieira Ed. Basilio Jafe sala crislpo@if.usp.br Moimeno Mecânica : relaciona força, maéria e moimeno Cinemáica : Pare da mecânica que descree

Leia mais

F-128 Física Geral I. Aula exploratória-07 UNICAMP IFGW F128 2o Semestre de 2012

F-128 Física Geral I. Aula exploratória-07 UNICAMP IFGW F128 2o Semestre de 2012 F-18 Física Geral I Aula eploraória-07 UNICAMP IFGW username@ii.unicamp.br F18 o Semesre de 01 1 Energia Energia é um conceio que ai além da mecânica de Newon e permanece úil ambém na mecânica quânica,

Leia mais

velocidade inicial da bola: v 0; altura da borda do telhado: H,; ângulo de inclinação do telhado: θ.

velocidade inicial da bola: v 0; altura da borda do telhado: H,; ângulo de inclinação do telhado: θ. Uma bola rola sobre o telhado de uma casa até cair pela beirada com velocidade v 0. Sendo a altura do ponto de onde a bola cai iuala H e o ânulo de inclinação do telhado, com a vertical, iual a θ, calcule:

Leia mais

Física e Química A Ficha de trabalho nº 2: Unidade 1 Física 11.º Ano Movimentos na Terra e no Espaço

Física e Química A Ficha de trabalho nº 2: Unidade 1 Física 11.º Ano Movimentos na Terra e no Espaço Física e Química A Ficha de rabalho nº 2: Unidade 1 Física 11.º Ano Moimenos na Terra e no Espaço 1. Um corpo descree uma rajecória recilínea, sendo regisada a sua posição em sucessios insanes. Na abela

Leia mais

Física e Química A 11.º Ano N.º 2 - Movimentos

Física e Química A 11.º Ano N.º 2 - Movimentos Física e Química A 11.º Ano N.º 2 - Moimenos 1. Uma parícula P 1 descree uma rajecória circular, de raio 1,0 m, parindo da posição A no senido indicado na figura 1 (a). fig. 1 Uma oura parícula P 2 descree

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

F-128 Física Geral I. Aula exploratória-02 UNICAMP IFGW

F-128 Física Geral I. Aula exploratória-02 UNICAMP IFGW F-8 Física Geral I Aula eploraória- UNICAMP IFGW username@ifi.unicamp.br Velocidades média e insanânea Velocidade média enre e + Δ - - m Δ Δ ** Se Δ > m > (moimeno à direia, ou no senido de crescimeno

Leia mais

Física Fascículo 01 Eliana S. de Souza Braga

Física Fascículo 01 Eliana S. de Souza Braga Física Fascículo 01 Eliana S. de Souza raga Índice Cinemáica...1 Exercícios... Gabario...6 Cinemáica (Não se esqueça de adoar uma origem dos espaços, uma origem dos empos e orienar a rajeória) M.R.U. =

Leia mais

Professor: Danilo Dacar

Professor: Danilo Dacar Progressão Ariméica e Progressão Geomérica. (Pucrj 0) Os números a x, a x e a x esão em PA. A soma dos números é igual a: a) 8 b) c) 7 d) e) 0. (Fuves 0) Dadas as sequências an n n, n n cn an an b, e b

Leia mais

Prof. Anderson Coser Gaudio Departamento de Física Centro de Ciências Exatas Universidade Federal do Espírito Santo

Prof. Anderson Coser Gaudio Departamento de Física Centro de Ciências Exatas Universidade Federal do Espírito Santo PROBLEMAS RESOLVIDOS DE FÍSIA Prof. Anderson oser Gaudio Deparameno de Física enro de iências Eaas Universidade Federal do Espírio Sano hp://www.cce.ufes.br/anderson anderson@npd.ufes.br Úlima aualização:

Leia mais

Professor: Danilo Dacar

Professor: Danilo Dacar . (Pucrj 0) Os números a x, a x e a3 x 3 esão em PA. A soma dos 3 números é igual a: é igual a e o raio de cada semicírculo é igual à meade do semicírculo anerior, o comprimeno da espiral é igual a a)

Leia mais

ONDAS ELETROMAGNÉTICAS

ONDAS ELETROMAGNÉTICAS LTROMAGNTISMO II 3 ONDAS LTROMAGNÉTICAS A propagação de ondas eleromagnéicas ocorre quando um campo elérico variane no empo produ um campo magnéico ambém variane no empo, que por sua ve produ um campo

Leia mais

Instituto de Física USP. Física V - Aula 26. Professora: Mazé Bechara

Instituto de Física USP. Física V - Aula 26. Professora: Mazé Bechara Insiuo de Física USP Física V - Aula 6 Professora: Mazé Bechara Aula 6 Bases da Mecânica quânica e equações de Schroedinger. Aplicação e inerpreações. 1. Ouros posulados da inerpreação de Max-Born para

Leia mais

Movimento unidimensional 25 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL

Movimento unidimensional 25 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL Movimeno unidimensional 5 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL. Inrodução Denre os vários movimenos que iremos esudar, o movimeno unidimensional é o mais simples, já que odas as grandezas veoriais que descrevem o

Leia mais

Em primeiro lugar devemos converter a massa do corpo dada em gramas (g) para quilogramas (kg) usado no Sistema Internacional (S.I.

Em primeiro lugar devemos converter a massa do corpo dada em gramas (g) para quilogramas (kg) usado no Sistema Internacional (S.I. Um corpo de massa 100 g é abandonado no ponto sobre uma superfície cilíndrica, com abertura de 150 o, sem atrito, cujo o eixo é horizontal e normal ao plano da figura em O. Os pontos e O estão sobre o

Leia mais

2.6 - Conceitos de Correlação para Sinais Periódicos

2.6 - Conceitos de Correlação para Sinais Periódicos .6 - Conceios de Correlação para Sinais Periódicos O objeivo é o de comparar dois sinais x () e x () na variável empo! Exemplo : Considere os dados mosrados abaixo y 0 x Deseja-se ober a relação enre x

Leia mais

Considere-se a trajectória descrita por um projéctil que foi lançado do ponto O no plano xoy. y v v O

Considere-se a trajectória descrita por um projéctil que foi lançado do ponto O no plano xoy. y v v O Moimento de um projéctil Considere-se a trajectória descrita por um projéctil que foi lançado do ponto no plano. Após o lançamento e considerando a resistência do ar desprezáel, a resultante das forças

Leia mais

1. O movimento uniforme de uma partícula tem sua função horária representada no diagrama a seguir: e (m) t (s)

1. O movimento uniforme de uma partícula tem sua função horária representada no diagrama a seguir: e (m) t (s) . O moimeno uniforme de uma parícula em ua função horária repreenada no diagrama a eguir: e (m) - 6 7 - Deerminar: a) o epaço inicial e a elocidade ecalar; a função horária do epaço.. É dado o gráfico

Leia mais

GFI00157 - Física por Atividades. Caderno de Trabalhos de Casa

GFI00157 - Física por Atividades. Caderno de Trabalhos de Casa GFI00157 - Física por Aiidades Caderno de Trabalhos de Casa Coneúdo 1 Cinemáica 3 1.1 Velocidade.............................. 3 1.2 Represenações do moimeno................... 7 1.3 Aceleração em uma

Leia mais

Confiabilidade e Taxa de Falhas

Confiabilidade e Taxa de Falhas Prof. Lorí Viali, Dr. hp://www.pucrs.br/fama/viali/ viali@pucrs.br Definição A confiabilidade é a probabilidade de que de um sisema, equipameno ou componene desempenhe a função para o qual foi projeado

Leia mais

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares Equações Diferenciais Ordinárias Lineares 67 Noções gerais Equações diferenciais são equações que envolvem uma função incógnia e suas derivadas, além de variáveis independenes Aravés de equações diferenciais

Leia mais

Aula - 2 Movimento em uma dimensão

Aula - 2 Movimento em uma dimensão Aula - Moimeno em uma dimensão Física Geral I - F- 18 o semesre, 1 Ilusração dos Principia de Newon mosrando a ideia de inegral Moimeno 1-D Conceios: posição, moimeno, rajeória Velocidade média Velocidade

Leia mais

Física. Física Módulo 1

Física. Física Módulo 1 Física Módulo 1 Nesa aula... Movimeno em uma dimensão Aceleração e ouras coisinhas O cálculo de x() a parir de v() v( ) = dx( ) d e x( ) x v( ) d = A velocidade é obida derivando-se a posição em relação

Leia mais

5.1 Objectivos. Caracterizar os métodos de detecção de valor eficaz.

5.1 Objectivos. Caracterizar os métodos de detecção de valor eficaz. 5. PRINCÍPIOS DE MEDIÇÃO DE CORRENE, ENSÃO, POÊNCIA E ENERGIA 5. Objecivos Caracerizar os méodos de deecção de valor eficaz. Caracerizar os méodos de medição de poência e energia em correne conínua, correne

Leia mais

Cálculo Vetorial - Lista de Exercícios

Cálculo Vetorial - Lista de Exercícios álculo Veorial - Lisa de Exercícios (Organizada pela Profa. Ilka Rebouças). Esboçar o gráfico das curvas represenadas pelas seguines funções veoriais: a) a 4 i j, 0,. d) d i 4 j k,. b) b sen i 4 j cos

Leia mais

COMO CONHECER A DISTRIBUIÇÃO DE TEMPERATURA

COMO CONHECER A DISTRIBUIÇÃO DE TEMPERATURA ESUDO DA CONDUÇÃO DE CALOR OBJEIVOS - Deerminar a disribuição de emperaura em um meio - Calcular o fluo de calor usando a Lei de Fourier Aplicações: - Conhecer a ineridade esruural de um meio em aluns

Leia mais

CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA

CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA Inrodução Ese arigo raa de um dos assunos mais recorrenes nas provas do IME e do ITA nos úlimos anos, que é a Cinéica Química. Aqui raamos principalmene dos

Leia mais

Função Exponencial 2013

Função Exponencial 2013 Função Exponencial 1 1. (Uerj 1) Um imóvel perde 6% do valor de venda a cada dois anos. O valor V() desse imóvel em anos pode ser obido por meio da fórmula a seguir, na qual V corresponde ao seu valor

Leia mais

Noções de Espectro de Freqüência

Noções de Espectro de Freqüência MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - Campus São José Curso de Telecomunicações Noções de Especro de Freqüência Marcos Moecke São José - SC, 6 SUMÁRIO 3. ESPECTROS DE FREQÜÊNCIAS 3. ANÁLISE DE SINAIS NO DOMÍNIO DA

Leia mais

APLICAÇÕES NA DINÂMICA5

APLICAÇÕES NA DINÂMICA5 APLICAÇÕES NA DINÂMICA5 Gil da Costa Marques 5.1 Introdução 5. O Moimento uniforme 5.3 O moimento uniformemente ariado 5.4 O problema eral 5.5 Equações básicas do moimento 5.6 Trajetória do projétil 5.7

Leia mais

Física. Resolução das atividades complementares. F5 Cinemática vetorial

Física. Resolução das atividades complementares. F5 Cinemática vetorial Resolução das aiidades complemenares Física F Cinemáica eorial p. 9 (Uniau-SP) Dois objeos enconram-se em moimeno em relação a um obserador inercial O. s rajeórias são reilíneas de mesma direção e as elocidades

Leia mais

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Ciências Físico Químicas 9º ano Movimenos e Forças 1.º Período 1.º Unidade 2010 / 2011 Massa, Força Gravíica e Força de Ario 1 - A bordo de um vaivém espacial, segue um

Leia mais

Exercícios 5 Leis de Newton

Exercícios 5 Leis de Newton Exercícios 5 Leis de Newon 1) (UES) Um carro freia bruscamene e o passageiro bae com a cabeça no idro para-brisa. Três pessoas dão a seguine explicação sobre o fao: 1- O carro foi freado, mas o passageiro

Leia mais

v t Unidade de Medida: Como a aceleração é dada pela razão entre velocidade e tempo, dividi-se também suas unidades de medida.

v t Unidade de Medida: Como a aceleração é dada pela razão entre velocidade e tempo, dividi-se também suas unidades de medida. Diciplina de Fíica Aplicada A / Curo de Tecnólogo em Geão Ambienal Profeora M. Valéria Epíndola Lea. Aceleração Média Já imo que quando eamo andando de carro em muio momeno é neceário reduzir a elocidade,

Leia mais

CAPÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATICAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS

CAPÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATICAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS APÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATIAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS A- TORÇÃO PROBLEMAS ESTATIAMENTE INDETERMINADOS Vimos aé aqui que para calcularmos as ensões em

Leia mais

ESPELHOS ESFÉRICOS - INTERMEDIÁRIO

ESPELHOS ESFÉRICOS - INTERMEDIÁRIO ESPELHOS ESFÉRICOS - INTERMEDIÁRIO A Equipe SEI selecionou exercícios de concursos sobre espelhos esféricos, para que você possa aprimorar seus conhecimentos. Os exercícios selecionados são de nível intermediário.

Leia mais

LANÇAMENTO OBLÍQUO - INTERMEDIÁRIO EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

LANÇAMENTO OBLÍQUO - INTERMEDIÁRIO EXERCÍCIOS RESOLVIDOS LANÇAMENTO OBLÍQUO - INTERMEDIÁRIO EXERCÍCIOS RESOLVIDOS A Equipe SEI, pensando em você, preparou este artio com exercícios resolvidos sobre lançamento oblíquo. Bons estudos!. (AFA 9) Uma bola de basquete

Leia mais

Duas opções de trajetos para André e Bianca. Percurso 1( Sangiovanni tendo sorteado cara e os dois se encontrando no ponto C): P(A) =

Duas opções de trajetos para André e Bianca. Percurso 1( Sangiovanni tendo sorteado cara e os dois se encontrando no ponto C): P(A) = RESOLUÇÃO 1 A AVALIAÇÃO UNIDADE II -016 COLÉGIO ANCHIETA-BA PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA ELABORAÇÃO e PESQUISA: PROF. ADRIANO CARIBÉ e WALTER PORTO. QUESTÃO 01. Três saélies compleam suas respecivas

Leia mais

MICROELETRÔNICA LISTA DE EXERCÍCIOS UNIDADE 2

MICROELETRÔNICA LISTA DE EXERCÍCIOS UNIDADE 2 MICROELETRÔNIC LIT E EXERCÍCIO UNIE 2 Fernando Moraes 18/JNEIRO/2016 LÓGIC INÂMIC 1) Explique a operação de poras com lógica dinâmica uilizando o exemplo ao lado. esenhe ambém um diagrama de empos mosrando

Leia mais

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA MAEMÁICA 01 Um ourives possui uma esfera de ouro maciça que vai ser fundida para ser dividida em 8 (oio) esferas menores e de igual amanho. Seu objeivo é acondicionar cada esfera obida em uma caixa cúbica.

Leia mais

Estando o capacitor inicialmente descarregado, o gráfico que representa a corrente i no circuito após o fechamento da chave S é:

Estando o capacitor inicialmente descarregado, o gráfico que representa a corrente i no circuito após o fechamento da chave S é: PROCESSO SELETIVO 27 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 31. Considere o circuio mosrado na figura abaixo: S V R C Esando o capacior inicialmene descarregado, o gráfico que represena a correne

Leia mais

Treinamento para Olimpíadas de Física

Treinamento para Olimpíadas de Física www.cursoanglo.com.br Treinameno para Olimpíadas de Física 1ª- /2 ª- série EM AULA 1 CINEMÁTICA ESCALAR 1. INTRODUÇÃO Mecânica: Esudo do moimeno CINEMÁTICA: descrição do moimeno DINÂMICA: causas do moimeno

Leia mais

Escola Secundária Dom Manuel Martins

Escola Secundária Dom Manuel Martins Escola Secundária Dom Manuel Marins Seúbal Prof. Carlos Cunha 1ª Ficha de Avaliação FÍSICO QUÍMICA A ANO LECTIVO 2006 / 2007 ANO II N. º NOME: TURMA: C CLASSIFICAÇÃO Grisson e a sua equipa são chamados

Leia mais

3. Representaç ão de Fourier dos Sinais

3. Representaç ão de Fourier dos Sinais Sinais e Sisemas - 3. Represenaç ão de Fourier dos Sinais Nese capíulo consideramos a represenação dos sinais como uma soma pesada de exponenciais complexas. Dese modo faz-se uma passagem do domínio do

Leia mais

GGE RESPONDE - VESTIBULAR ITA 2011 (FÍSICA)

GGE RESPONDE - VESTIBULAR ITA 2011 (FÍSICA) GGE ESPONDE - ESIUA IA (FÍSIA) FÍSIA - // aso necessário, use os seuines aos: Aceleração a raiae = m/s elociae e som o ar = m/s Densiae a áua =, /cm omprimeno e ona méio a luz = 57 nm. Um problema clássico

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2006/2 UNIFAL 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45

PROCESSO SELETIVO 2006/2 UNIFAL 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 OCEO EEIVO 006/ UNIF O DI GIO 1 13 FÍIC QUEÕE DE 31 45 31. Uma parícula é sola com elocidade inicial nula a uma alura de 500 cm em relação ao solo. No mesmo insane de empo uma oura parícula é lançada do

Leia mais

Resumo. Sinais e Sistemas Sinais e Sistemas. Sinal em Tempo Contínuo. Sinal Acústico

Resumo. Sinais e Sistemas Sinais e Sistemas. Sinal em Tempo Contínuo. Sinal Acústico Resumo Sinais e Sisemas Sinais e Sisemas lco@is.ul.p Sinais de empo conínuo e discreo Transformações da variável independene Sinais básicos: impulso, escalão e exponencial. Sisemas conínuos e discreos

Leia mais

Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 11º Ano de Matemática A Tema I Geometria no Plano e no Espaço II. Ficha de trabalho nº 3.

Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 11º Ano de Matemática A Tema I Geometria no Plano e no Espaço II. Ficha de trabalho nº 3. Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 11º Ano de Matemática A Tema I Geometria no Plano e no Espaço II Ficha de trabalho nº 3 1. Resolver, da página 80 do seu manual, 1.1. as alíneas a), c) e e) dos

Leia mais

RESSALTO HIDRÁULICO Nome: nº

RESSALTO HIDRÁULICO Nome: nº RESSALTO HIDRÁULICO Nome: nº O ressalo hidráulico é um dos fenômenos imporanes no campo da hidráulica. Ele foi primeiramene descrio por Leonardo da Vinci e o primeiro esudo experimenal foi crediado a Bidone

Leia mais

Mecânica de Sistemas de Partículas Prof. Lúcio Fassarella * 2013 *

Mecânica de Sistemas de Partículas Prof. Lúcio Fassarella * 2013 * Mecânica e Sisemas e Parículas Prof. Lúcio Fassarella * 2013 * 1. A velociae e escape e um planea ou esrela é e nia como seno a menor velociae requeria na superfície o objeo para que uma parícula escape

Leia mais

Movimento Uniforme Variado (MUV)

Movimento Uniforme Variado (MUV) Moimeno Uniforme Variado (MUV) Oberamo aneriormene que um corpo com elocidade conane (MU) apreena comporameno bem peculiare. Em noo dia-a-dia é muio comum raarmo de um ouro ipo de problema: o que enole

Leia mais

Matemática. Funções polinomiais. Ensino Profissional. Caro estudante. Maria Augusta Neves Albino Pereira António Leite Luís Guerreiro M.

Matemática. Funções polinomiais. Ensino Profissional. Caro estudante. Maria Augusta Neves Albino Pereira António Leite Luís Guerreiro M. Ensino Profissional Maria Augusa Neves Albino Pereira Anónio Leie Luís Guerreiro M. Carlos Silva Maemáica Funções polinomiais Revisão cienífica Professor Douor Jorge Nuno Silva Faculdade de Ciências da

Leia mais

Prof. A.F.Guimarães Questões Cinemática 7 Lançamentos Questão 2

Prof. A.F.Guimarães Questões Cinemática 7 Lançamentos Questão 2 Questão Prof. A.F.Guimarães Questões Cinemática 7 Lançamentos Questão (UFCE) A fiura a seuir mostra a trajetória da bola lançada pelo oleiro Dida, no tiro de meta. Desprezando o efeito do ar, um estudante

Leia mais

Função definida por várias sentenças

Função definida por várias sentenças Ese caderno didáico em por objeivo o esudo de função definida por várias senenças. Nese maerial você erá disponível: Uma siuação que descreve várias senenças maemáicas que compõem a função. Diversas aividades

Leia mais

NOTA TÉCNICA. Nota Sobre Evolução da Produtividade no Brasil. Fernando de Holanda Barbosa Filho

NOTA TÉCNICA. Nota Sobre Evolução da Produtividade no Brasil. Fernando de Holanda Barbosa Filho NOTA TÉCNICA Noa Sobre Evolução da Produividade no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho Fevereiro de 2014 1 Essa noa calcula a evolução da produividade no Brasil enre 2002 e 2013. Para ano uiliza duas

Leia mais

Biofísica II Turma de Biologia FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Biologia de Populações 2 Modelos não-lineares. Modelos Não-Lineares

Biofísica II Turma de Biologia FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Biologia de Populações 2 Modelos não-lineares. Modelos Não-Lineares Modelos Não-Lineares O modelo malhusiano prevê que o crescimeno populacional é exponencial. Enreano, essa predição não pode ser válida por um empo muio longo. As funções exponenciais crescem muio rapidamene

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema instrumentado para ensaios de filtração em batelada

Desenvolvimento de um sistema instrumentado para ensaios de filtração em batelada Desenvolvimeno de um sisema insrumenado para ensaios de ilração em baelada Pedro Tersiguel de Oliveira Bolsisa de Iniciação Cieníica, Engenharia ecânica, UFRJ Claudio L. Schneider Orienador, Engenheiro

Leia mais

A Teoria da Relatividade Especial. Prof. Edgard P. M. Amorim Disciplina: FEE º sem/2011.

A Teoria da Relatividade Especial. Prof. Edgard P. M. Amorim Disciplina: FEE º sem/2011. A Teoria da Relaiidade Espeial Prof. Edgard P. M. Amorim Disiplina: FEE º sem/. Inrodução Para definirmos o esado de um sisema físio preisamos: Sisema de referênia: em relação ao quê? Posições e deriadas

Leia mais

A Segunda Derivada: Análise da Variação de Uma Função

A Segunda Derivada: Análise da Variação de Uma Função A Segunda Derivada: Análise da Variação de Uma Função Suponhamos que a função y = f() possua derivada em um segmento [a, b] do eio-. Os valores da derivada f () também dependem de, ou seja, a derivada

Leia mais

GABARITO COMENTADO 9 VESTIBULAR FEPECS 2009 PROVA 2 2 DIA (11/01/2009 DOMINGO)

GABARITO COMENTADO 9 VESTIBULAR FEPECS 2009 PROVA 2 2 DIA (11/01/2009 DOMINGO) GABARITO COMENTADO 9 VESTIBULAR FEPECS 9 PROVA DIA (//9 DOMINGO) Equipe de elaboradores: Eduardo Ulisses, George Menezes, Márcia Verburg, Édio Gleiser, Daniel Barros, Domigos Dias, Thiago Rezende, Hara

Leia mais

Nome: N.º Turma: Suficiente (50% 69%) Bom (70% 89%)

Nome: N.º Turma: Suficiente (50% 69%) Bom (70% 89%) Escola E.B.,3 Eng. Nuno Mergulhão Porimão Ano Leivo 01/013 Tese de Avaliação Escria de Maemáica 9.º ano de escolaridade Duração do Tese: 90 minuos 16 de novembro de 01 Nome: N.º Turma: Classificação: Fraco

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

Adaptado de O Prisma e o Pêndulo as dez mais belas experiências científicas, p. 52, Crease, R. (2006)

Adaptado de O Prisma e o Pêndulo as dez mais belas experiências científicas, p. 52, Crease, R. (2006) PROVA MODELO GRUPO I Arisóeles inha examinado corpos em moimeno e inha concluído, pelo modo como os corpos caem denro de água, que a elocidade de um corpo em queda é uniforme, proporcional ao seu peso,

Leia mais

Integração por substituição (mudança de variável)

Integração por substituição (mudança de variável) M@plus Inegrais Inegrais Pare II IV. Técnicas de inegração Quando o inegral (definido ou indefinido) não é imediao ou quase imediao, recorremos a ouras écnicas de inegração. Inegração por subsiuição (mudança

Leia mais

CINÉTICA RADIOATIVA. Introdução. Tempo de meia-vida (t 1/2 ou P) Atividade Radioativa

CINÉTICA RADIOATIVA. Introdução. Tempo de meia-vida (t 1/2 ou P) Atividade Radioativa CIÉTIC RDIOTIV Inrodução Ese arigo em como objeivo analisar a velocidade dos diferenes processos radioaivos, no que chamamos de cinéica radioaiva. ão deixe de anes esudar o arigo anerior sobre radioaividade

Leia mais

É a parte da mecânica que descreve os movimentos, sem se preocupar com suas causas.

É a parte da mecânica que descreve os movimentos, sem se preocupar com suas causas. 1 INTRODUÇÃO E CONCEITOS INICIAIS 1.1 Mecânca É a pare da Físca que esuda os movmenos dos corpos. 1. -Cnemáca É a pare da mecânca que descreve os movmenos, sem se preocupar com suas causas. 1.3 - Pono

Leia mais

O potencial eléctrico de um condutor aumenta à medida que lhe fornecemos carga eléctrica. Estas duas grandezas são

O potencial eléctrico de um condutor aumenta à medida que lhe fornecemos carga eléctrica. Estas duas grandezas são O ondensador O poencial elécrico de um conduor aumena à medida que lhe fornecemos carga elécrica. Esas duas grandezas são direcamene proporcionais. No enano, para a mesma quanidade de carga, dois conduores

Leia mais

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações:

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações: Aula 1 Para as quesões dessa aula, podem ser úeis as seguines relações: 1. E c = P = d = m. v E m V E P = m. g. h cos = sen = g = Aividades Z = V caeo adjacene hipoenusa caeo oposo hipoenusa caeo oposo

Leia mais

S = S S 0 S>0 S<0 S 13 S 23. Mecânica é o ramo da Física que estuda os movimentos. Pode ser dividida em: S(m) 1. CINEMÁTICA ESCALAR.

S = S S 0 S>0 S<0 S 13 S 23. Mecânica é o ramo da Física que estuda os movimentos. Pode ser dividida em: S(m) 1. CINEMÁTICA ESCALAR. Mecânica é o ramo da Física que esuda os movimenos. Pode ser dividida em: Início Final (m) a) Cinemáica: Esuda os movimenos sem se preocupar com as suas causas. b) Dinâmica: Esuda as causas dos movimenos.

Leia mais

Universidade Federal de Lavras

Universidade Federal de Lavras Universidade Federal de Lavras Deparameno de Ciências Exaas Prof. Daniel Furado Ferreira 8 a Lisa de Exercícios Disribuição de Amosragem 1) O empo de vida de uma lâmpada possui disribuição normal com média

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração.

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: OBJETIVOS Explicar a diferença enre regressão espúria e coinegração. Jusificar, por meio de ese de hipóeses, se um conjuno de séries emporais

Leia mais

MOVIMENTO BIDIMENSIONAL

MOVIMENTO BIDIMENSIONAL Problemas esolvidos do Capítulo 3 MVIMENT BIDIMENSINAL Atenção Leia o assunto no livro-teto e nas notas de aula e reproduza os problemas resolvidos aqui. utros são deiados para v. treinar PBLEMA 1 Um projétil

Leia mais

Aula 07. ASSUNTOS: Gravitação; Movimento em um campo gravitacional uniforme; Movimento periódico; MHS; Sistema massa mola

Aula 07. ASSUNTOS: Gravitação; Movimento em um campo gravitacional uniforme; Movimento periódico; MHS; Sistema massa mola ASSUNTOS: Graitação; Moimento em um campo graitacional uniforme; Moimento periódico; MHS; Sistema massa mola 1. (UFC 7) Uma partícula de massa m moe-se sobre o eio, de modo que as equações horárias para

Leia mais

Campo magnético variável

Campo magnético variável Campo magnéico variável Já vimos que a passagem de uma correne elécrica cria um campo magnéico em orno de um conduor aravés do qual a correne flui. Esa descobera de Orsed levou os cienisas a desejaram

Leia mais

v A v : Componente y do vetor v na direção Oy. . Em seguida encontre a força resultante que atua no corpo A. cos cos cos

v A v : Componente y do vetor v na direção Oy. . Em seguida encontre a força resultante que atua no corpo A. cos cos cos Física Aula 1 Conceitos: Estática e Dinamica do corpo rígido,, ) ou F isica Objetios: Fornecer aos alunos os conhecimentos que o capacitem a compreender e manipular os conceitos da mecânica clássica, para

Leia mais

Secção 7. Sistemas de equações diferenciais.

Secção 7. Sistemas de equações diferenciais. 7. Sisemas de equações difereciais Secção 7. Sisemas de equações difereciais. (Farlow: Sec. 6., 6.4 e 6.6) No caso geral, um sisema de equações difereciais de primeira ordem pode ser represeado da seguie

Leia mais

Modelos de Previsão. 1. Introdução. 2. Séries Temporais. Modelagem e Simulação - Modelos de Previsão

Modelos de Previsão. 1. Introdução. 2. Séries Temporais. Modelagem e Simulação - Modelos de Previsão Modelos de Previsão Inrodução Em omada de decisão é basane comum raar problemas cujas decisões a serem omadas são funções de faos fuuros Assim, os dados descrevendo a siuação de decisão precisam ser represenaivos

Leia mais

DENOMINADORES: QUAIS SÃO? COMO SE CALCULAM?

DENOMINADORES: QUAIS SÃO? COMO SE CALCULAM? DENOMINADORES: QUAIS SÃO? COMO SE CALCULAM? POPULAÇÃO SOB OBSERVAÇÃO A idade e o sexo da população inscria nas lisas dos médicos paricipanes é conhecida. A composição dessas lisas é acualizada no final

Leia mais

Matemática A. Versão 2. Na sua folha de respostas, indique de forma legível a versão do teste. Teste Intermédio de Matemática A.

Matemática A. Versão 2. Na sua folha de respostas, indique de forma legível a versão do teste. Teste Intermédio de Matemática A. Teste Intermédio de Matemática A Versão 2 Teste Intermédio Matemática A Versão 2 Duração do Teste: 90 minutos 06.03.2013 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Na sua olha de

Leia mais

Aula 4b Física de Foguetes

Aula 4b Física de Foguetes Aula 4b Física de Foguees Profa. Jane Gregorio-Hee & Prof. Annibal Hee AGA51 Manobras Orbiais AGA51 - Aula 4b: Física de Foguees 1 FÍSICA DE FOGUETES AGA51 - Aula 4b: Física de Foguees Segunda Lei de Newon

Leia mais

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO ALICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO OULACIONAL BRASILEIRO Adriano Luís Simonao (Faculdades Inegradas FAFIBE) Kenia Crisina Gallo (G- Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigüi/S) Resumo: Ese rabalho

Leia mais

Índices Físicos ÍNDICES

Índices Físicos ÍNDICES Ínice Fíico ÍNDICES = volume oal a amora; = volume a fae ólia a amora; = volume a fae líquia; a = volume a fae aoa; v = volume e vazio a amora = a + ; = peo oal a amora ; a = peo a fae aoa a amora; = peo

Leia mais

EXPERIÊNCIA 7 CONSTANTE DE TEMPO EM CIRCUITOS RC

EXPERIÊNCIA 7 CONSTANTE DE TEMPO EM CIRCUITOS RC EXPERIÊNIA 7 ONSTANTE DE TEMPO EM IRUITOS R I - OBJETIVO: Medida da consane de empo em um circuio capaciivo. Medida da resisência inerna de um volímero e da capaciância de um circuio aravés da consane

Leia mais

18 GABARITO 1 2 O DIA PROCESSO SELETIVO/2005 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45

18 GABARITO 1 2 O DIA PROCESSO SELETIVO/2005 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 18 GABARITO 1 2 O DIA PROCESSO SELETIO/2005 ÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 31. O gálio é um meal cuja emperaura de fusão é aproximadamene o C. Um pequeno pedaço desse meal, a 0 o C, é colocado em um recipiene

Leia mais

CIRCUITO RC SÉRIE. max

CIRCUITO RC SÉRIE. max ELETRICIDADE 1 CAPÍTULO 8 CIRCUITO RC SÉRIE Ese capíulo em por finalidade inroduzir o esudo de circuios que apresenem correnes eléricas variáveis no empo. Para ano, esudaremos o caso de circuios os quais

Leia mais

MOVIMENTOS CIRCULARES EXERCÍCIOS AVANÇADOS RESOLVIDOS

MOVIMENTOS CIRCULARES EXERCÍCIOS AVANÇADOS RESOLVIDOS MOVIMENTOS CIRCULRES EXERCÍCIOS VNÇDOS RESOLVIDOS Equipe SEI, pensando em você, preparou este artio com exercícios resolvidos sobre movimentos circulares. ons estudos! 1. (F 009) Uma pessoa, brincando

Leia mais

CORREIOS. Prof. Sérgio Altenfelder

CORREIOS. Prof. Sérgio Altenfelder 15. Uma pessoa preende medir a alura de um edifício baseado no amanho de sua sombra projeada ao solo. Sabendo-se que a pessoa em 1,70m de alura e as sombras do edifício e da pessoa medem 20m e 20cm respecivamene,

Leia mais

4 O Papel das Reservas no Custo da Crise

4 O Papel das Reservas no Custo da Crise 4 O Papel das Reservas no Cuso da Crise Nese capíulo buscamos analisar empiricamene o papel das reservas em miigar o cuso da crise uma vez que esa ocorre. Acrediamos que o produo seja a variável ideal

Leia mais

Amplificadores de potência de RF

Amplificadores de potência de RF Amplificadores de poência de RF Objeivo: Amplificar sinais de RF em níveis suficienes para a sua ransmissão (geralmene aravés de uma anena) com bom rendimeno energéico. R g P e RF P CC Amplificador de

Leia mais

Física 2 aula 11 COMENTÁRIOS ATIVIDADES PARA SALA CINEMÁTICA IV. 4. (0,2s) movimento progressivo: 1. Como x 1

Física 2 aula 11 COMENTÁRIOS ATIVIDADES PARA SALA CINEMÁTICA IV. 4. (0,2s) movimento progressivo: 1. Como x 1 Física aula CIEMÁTICA IV 4. (,s) movimeno progressivo: COMETÁRIOS ATIVIDADES PARA SALA. Como x x é a diferença enre as posições dos auomóveis A e A em-se: o insane, os auomóveis A e A esão na mesma posição.

Leia mais

Resoluções dos exercícios propostos

Resoluções dos exercícios propostos da física Capítulo 7 Ondas P. Da definição de densidade linear (), em: m L 600 0 kg 00 0 kg/m 0, kg/m m elocidade de propagação do pulso na corda depende apenas da intensidade da força de tração ( ) e

Leia mais

1 Axiomatização das teorias matemáticas 30 2 Paralelismo e perpendicularidade de retas e planos 35 3 Medida 47

1 Axiomatização das teorias matemáticas 30 2 Paralelismo e perpendicularidade de retas e planos 35 3 Medida 47 ÍNDICE Números e operações Geometria e medida Relação de ordem em R 4 Intervalos de números reais 8 Valores aproimados de resultados de operações Eercícios resolvidos 6 Eercícios propostos 0 Eercícios

Leia mais

Um estudo de Cinemática

Um estudo de Cinemática Um esudo de Cinemáica Meu objeivo é expor uma ciência muio nova que raa de um ema muio anigo. Talvez nada na naureza seja mais anigo que o movimeno... Galileu Galilei 1. Inrodução Nese exo focaremos nossa

Leia mais

AULA PRÁTICA-TEÓRICA 01 ANÁLISE DE CIRCUITOS COM DIODOS

AULA PRÁTICA-TEÓRICA 01 ANÁLISE DE CIRCUITOS COM DIODOS PráicaTeórica 01 Análise de circuios com diodos INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETRÔNICA CURSO TÉCNICO DE ELETRÔNICA Elerônica I AULA PRÁTICATEÓRICA

Leia mais

Introdução à Física. 01 A ordem de grandeza do número de casas num tabuleiro de xadrez (8x8) é igual a: A) 10 B) 10 2 C) 10 3 D) E)

Introdução à Física. 01 A ordem de grandeza do número de casas num tabuleiro de xadrez (8x8) é igual a: A) 10 B) 10 2 C) 10 3 D) E) apíulo onhecimenos Básicos e Fundamenais 1 Inrodução à Física 1 ordem de grandeza do número de casas num abuleiro de xadrez (8x8) é igual a: ) 1 B) 1 2 ) 1 3 D) 1 4 E) 1 5 2 (UNIMONTES DPTD MOD ENEM H17)

Leia mais

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase EA93 - Pro. Von Zuben Sisemas não-lineares de ª ordem Plano de Fase Inrodução o esudo de sisemas dinâmicos não-lineares de a ordem baseia-se principalmene na deerminação de rajeórias no plano de esados,

Leia mais

Curso de Dinâmica das Estruturas 1

Curso de Dinâmica das Estruturas 1 Curso de Dinâica das Esruuras 1 I INTRODUÇÃO 1 O principal objeivo dese curso é apresenar eodologias para analisar ensões e deslocaenos desenvolvidos por u dado sisea esruural quando o eso esá sujeio à

Leia mais

Podemos, então, pensar em definir outra função g: C D, que a cada y em D associe o único elemento x em C que é o associado a y por f, ou seja:

Podemos, então, pensar em definir outra função g: C D, que a cada y em D associe o único elemento x em C que é o associado a y por f, ou seja: 0 No primeiro capíulo vimos que uma função é caracerizada pelo seu domínio, conradomínio e uma lei de formação que associa a cada elemeno do domínio um único elemeno do conradomínio. Ceras funções possuem

Leia mais