PROTEÇÕES COLETIVAS. Modelo de Dimensionamento de um Sistema de Guarda-Corpo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROTEÇÕES COLETIVAS. Modelo de Dimensionamento de um Sistema de Guarda-Corpo"

Transcrição

1 PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema de Guarda-Corpo

2 PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema de Guarda-Corpo

3 PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema de Guarda-Corpo Coordenação da Pequia Engº Artur Carlo Moreira Pequia Engº Artur Carlo Moreira Gracieli Scarpini Janaina Claen 2002

4 A revião da Norma Regulamentadora nº 18, publicada no Diário Oicial da União em 07/07/95, igniicou um enorme avanço em buca da melhoria da condiçõe de egurança na indútria da contrução, reduzindo o número de acidente de trabalho e doença proiionai e contribuindo para diminuir o agravo do quadro ocial coneqüente dee inortúnio. Do avanço encontrado na NR 18, pode-e detacar a exigência de proteçõe coletiva onde haja poibilidade de queda de altura, bem como a inerção do conceito do itema de guarda-corpo e rodapé, que deverá er uado em andaime, perieria da laje, laje, paarela, vão de elevadore, entre outra. Outro ponto detacável é em relação ao Programa obre Condiçõe e Meio Ambiente de Trabalho na Indútria da Contrução - PCMAT, que é integrado também pelo projeto da proteçõe coletiva em conormidade com a etapa da execução da obra. Dentre o objetivo principai deta publicação etá enatizar a real importância do correto dimenionamento da proteçõe coletiva e proporcionar à emprea e proiionai, metodologia para o cálculo de itema de guarda-corpo utilizado na indútria da contrução. Não e pretende com ete trabalho ubtituir a reponabilidade do proiional legalmente habilitado, como prevê a NR

5 combinação dete. Agradecemo dede já o auxílio da UFSC - Univeridade Federal de Santa Catarina, na peoa do proeor Carlo Alberto Szüc, da UNISUL - Univeridade do Sul de Santa Catarina e do go do PROESIC - Programa de Engenharia de Segurança na Indutria da Contrução da FUNDACENTRO.

6 1 INTRODUÇÃO METODOLOGIA PARA CÁLCULO DE PROTEÇÕES COLETIVAS DIMENSIONAMENTO DAS TRAVESSAS DIMENSIONAMENTO DOS MONTANTES DIMENSIONAMENTO DA MÃO FRANCESA EXEMPLO DE DIMENSIONAMENTO DE GUARDA-CORPO DADOS ESPECÍFICOS DA MADEIRA DIMENSIONAMENTO DAS TRAVESSAS INTERMEDIÁRIAS Carga Eorço Dimenionamento Seção 5,0 x 15,0cm DIMENSIONAMENTO DAS TRAVESSAS SUPERIORES Carga Eorço Dimenionamento Seção 5,0 x 15,0 cm DIMENSIONAMENTO DOS MONTANTES Carga Eorço Dimenionamento Seção 5,0 x 15,0 cm DIMENSIONAMENTO DA MÃO FRANCESA Carga Eorço...33

7 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva Dimenionamento Seção 5,0 x 15,0 cm RESULTADO FINAL DO DIMENSIONAMENTO BIBLIOGRAFIA...41

8 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 7 1 INTRODUÇÃO Divero proiionai já quetionaram quanto à exitência de padrõe para itema de guarda-corpo e rodapé alegando diiculdade quanto à metodologia para o cálculo dea proteçõe. Em unção deta demanda, entimo a neceidade de propor uma metodologia de cálculo para dimenionamento de itema de guarda-corpo. Nete primeiro momento, iremo trabalhar com o guardacorpo contruído com trê tipo dierente de madeira (Eucalipto, Pinu e Pinho). Em um egundo etudo a er publicado poteriormente, etudaremo o guarda-corpo metálico. No Capítulo 2 erá apreentada a metodologia utilizada para o dimenionamento, bem como a caracterítica do itema de guarda corpo utilizado. O Capítulo 3 contém um exemplo de dimenionamento dete itema de guarda corpo, utilizando como exemplo um determinado tipo de madeira com eçõe e ditância deinida. Como concluão dete etudo, pode-e obervar no Capítulo 4 o reultado inal do dimenionamento para divero tipo de madeira, ditância entre montante e eçõe utilizada no elemento que compõe o itema de guarda-corpo.

9 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 8 2 METODOLOGIA PARA CÁLCULO DE PROTEÇÕES COLETIVAS A metodologia para cálculo de um itema de guarda-corpo e rodapé erá aquela previta na Norma NBR da Aociação Braileira de Norma Técnica ABNT, que trata a madeira egundo a teoria cláica da reitência do materiai. O dimenionamento da etrutura erá eito pelo método da tenõe admiívei, que eguirá o eguinte roteiro: Determinação da tenão atuante ou tenão de erviço Determinação da tenão da admiível Veriicação do dimenionamento (a tenão de erviço deverá er menor que a tenão admiível). Para in de dimenionamento uaremo o dado da Norma NBR-6120 Açõe de Carga na Etrutura, que etabelece que o guardacorpo deve uportar a um eorço de 80 Kg/ m (oitenta quilograma- orça por metro linear). Quanto a caracterítica do itema guarda-corpo e rodapé é importante detacar: a) A altura do montante erá contante, no valor de 1,20m, conorme prevê a NR18; b) O cálculo erão realizado para (5) cinco ditância entre montante: 1,00m, 1,25m, 1,50m, 1,75m e 2,00m. c) Eta dimenõe poderão er vita no exemplo de cálculo do capítulo 3 e na tabela de dimenionamento do cálculo do capítulo 4. Divero ão o tipo de madeira e a dimenõe comerciai 1 encontrada na divera regiõe do Brail. Sugerimo então para o tipo de

10 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 9 madeira em etudo, alguma eçõe que poderão ou não er utilizada, dependendo da ditância entre montante a er coniderada. 1 A Norma NBR-7203 Madeira Serrada e Beneiciada, determina de orma muito vaga a epeura da tábua, poi trabalha em unção de aixa de valore, o que não atiaz noa neceidade.

11 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 10 De modo a acilitar a eqüência de cálculo, bem como eu entendimento, dividiremo o itema de guarda-corpo em elemento ditinto, conorme pode-e obervar na igura abaixo: Travea Superior Travea Intermediária Travea Superior Travea Superior Complementar Travea Intermediária Travea Montante Montante Rodapé Variável Figura 1 Elemento do Sitema de Guarda-Corpo Vita Frontal

12 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 11 Travea Superior Complementar Travea Intermediária Travea Superior Complementar Travea Superior Mão-Francea Francea Complementar Rodapé Rodapé Montante Montante Figura 2 Elemento do Sitema de Guarda-Corpo Perpectiva

13 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva DIMENSIONAMENTO DAS TRAVESSAS Flexão imple Tenão Normal (Tenão Normal à ibra da madeira) Tenão Atuante ou Tenão de Serviço M y I onde: M Momento Fletor y Centro de Gravidade da peça I Momento de Inércia da peça, ou eja, b h I 12 3 Tenão Admiível A NBR 7190 deine a tenão admiível como 15% da tenão média de tura da madeira. 0, 15 onde: Tenão limite de reitência da madeira

14 Veriicação de Dimenionamento Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 13 atuante < admiível Tenão de Cialhamento Tenão Atuante ou Tenão de Serviço τ V M b I 0 onde: V Eorço Cortante M Momento Etático da eção tranveral, relativo ao plano de cialhamento que etá endo analiado. b 0 Largura da eção tranveral contida no plano de cialhamento que etá endo analiado I Momento de Inércia, ou eja, b h I 12 3 Tenão Admiível τ 0, 10 ci onde: ci Tenão limite de reitência da madeira ao cialhamento

15 Veriicação de Dimenionamento Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 14 τ atuante < τ admiível Flecha A lecha ocorre devido a deormação da viga, podendo er analiada ob o apecto da carga permanente e carga acidentai. Carga Acidentai (carga temporária) Carga Permanente (carga de longa duração e que etão permanentemente azendo parte da etrutura). Flecha Atuante a) Carga Permanente per 3 5 q E per L mv 4 I onde: q per carga permanente L comprimento do vão E mv Módulo de Elaticidade I Momento de Inércia

16 b) Carga Acidental Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 15 aci 5 q 384 E 4 aci L mv I onde: q aci carga acidental L comprimento do vão E mv Módulo de Elaticidade I Momento de Inércia A oma da parcela reerente ao carregamento permanente com a parcela reerente ao carregamento acidental, dará a lecha total atuante. Flecha Admiível adm L 350 onde: L Vão da peça Veriicação de Dimenionamento total < admiível ( per + aci ) < admiível

17 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 16 Como o valor da carga acidental é muito maior que a carga permanente, não utilizaremo eta última, por er deprezível. A veriicação do dimenionamento é eita para avaliar e o valore obtido atiazem ou não a condiçõe previta. Com a veriicação eita aberemo e a eção tranveral empregada reitirá ao eorço que a mema etá ubmetida. A epécie botânica da madeira também deverá er levada em conideração, poi cada epécie tem caracterítica mecânica na tura dierente. O dimenionamento ó erá eguro, e ea trê veriicaçõe (Tenão Normal à eção tranveral, Tenão de Cialhamento e Flecha) orem atendida.

18 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva DIMENSIONAMENTO DOS MONTANTES Flexão Tenão Atuante ou Tenão de Serviço M y I onde: M Momento Fletor y Centro de Gravidade da peça I Momento de Inércia da peça, ou eja, b h I 12 3 Tenão Admiível A NBR 7190 deine a tenão admiível como 15% da tenão média de tura da madeira. 0, 15 onde: Tenão limite de reitência da madeira Veriicação de Dimenionamento atuante < admiível

19 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva DIMENSIONAMENTO DA MÃO FRANCESA Em unção da ebeltez da peça, a NBR 7190, conidera trê ituaçõe de peça ubmetida à compreão paralela à ibra da madeira: Peça Curta (PC) 0 < λ 40 Peça Intermediária (PI) 40 λ λ 0 Peça Longa (PL) λ 0 λ 140 A ebeltez máxima permitida para peça de madeira é igual a 140. O procedimento para veriicação da ebeltez é o que egue: a) Índice de ebeltez da zona comprimida l λ l I, onde: I momento de inércia S área da eção tranveral l l comprimento de lambagem b) λ 0 λ 0 3π 2 E 8 cp E Módulo de elaticidade longitudinal da madeira cp tenão limite de reitência à compreão

20 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 19 Conhecido ete valore, pode-e determinar o intervalo em que a peça e encontra, e o proceder eu repectivo dimenionamento. Peça Curta (PC) Tenão Atuante ou Tenão de Serviço P cp onde P carga atuante na mão rancea F Carga atuante no montante área da eção tranveral da peça P F co45º, onde: Tenão Admiível cp τ 0, 20 onde: cp cp tenão limite de reitência à compreão Veriicação de Dimenionamento atuante < admiível

21 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 20 Peça Intermediária (PI) Tenão Atuante ou Tenão de Serviço P cp onde P carga atuante na mão rancea F Carga atuante no montante área da eção tranveral da peça P F co45º, onde: Tenão Admiível PI cp onde: cp λ λ cp tenão admiível do cao de PC Veriicação de Dimenionamento atuante < admiível

22 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 21 Peça Longa (PL) Tenão Atuante ou Tenão de Serviço P cp onde P carga atuante na mão rancea F Carga atuante no montante área da eção tranveral da peça P F co45 º, onde: Tenão Admiível PL cp 2 π E 2 4 λ onde : E Módulo de elaticidade longitudinal da madeira λ Índice de ebeltez Veriicação de Dimenionamento atuante < admiível

23 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva EXEMPLO DE DIMENSIONAMENTO DE GUARDA-CORPO Nete capítulo realizaremo um exemplo de dimenionamento de um itema de guarda-corpo, utilizando como material madeira de eucalipto. A ditância entre montante utilizada erá 1,50m e a eção de cada componente do itema de guarda-corpo (montante, travea, rodapé e mão-rancea) erá 5,0cm x 15,0cm DADOS ESPECÍFICOS DA MADEIRA MADEIRA: EUCALIPTO TERETICORNIS (PROCEDÊNCIA RIO CLARO SP) unidade dado Peo epecíico a 15% de umidade - ρ 15% g/cm 3 0,95 Módulo de Elaticidade Longitudinal - E mv MPa Tenão Limite de Reitência Compreão MPa 53 Paralelo - cp Tenão Limite de Reitência Tração Paralelo ou MPa 127 Flexão- tp Tenão Limite de Reitência Cialhamento - MPa 14 ci

24 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva DIMENSIONAMENTO DAS TRAVESSAS COMPRIMENTO : 1,50 m Carga De acordo com a Norma NBR 6120, tem-e que o itema de guarda-corpo deve uportar um eorço de 80 kg/m (carga acidental). Como a carga permanente da etrutura é praticamente deprezível (2 x 10-8 kg/m), o itema de guarda-corpo erá dimenionado em unção de um eorço de80 kg/m Eorço Momento Fletor (M) M 225 N.m Eorço Cortante (V) V 600 N Dimenionamento Seção 5,0 x 15,0cm Flexão imple Tenão Normal Tenão Atuante ou Tenão de Serviço

25 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 24 M y I (225 0,025) 3, , ,60MPa 6 Tenão Admiível 0, 15 0,15 ( ) 19, 05 MPa Veriicação de Dimenionamento atuante < admiível 3,60 MPa < 19,05 MPa Tenão de Cialhamento Tenão Atuante ou Tenão de Serviço τ τ τ V M b I (4,69 10 ) 6 0,075 (1, ) 6 0,24 10 Pa 0,24MPa

26 Tenão Admiível Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 25 τ 0, 10 ci τ 0,10 ( ) τ 1, 4 MPa Veriicação de Dimenionamento τ atuante < τ admiível 0,24MPa < 1,4 MPa Flecha E mv MPa Flecha Atuante 5 qtotal L 384 E I mv 4 5 (800) (1,5) ( ) (1, ) 2, m

27 Flecha Admiível adm L 350 1,5 adm adm 4,28 10 m Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 26 Veriicação de Dimenionamento atuante < admiível 2,53 x 10-3 < 4,28 x 10-3

28 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva DIMENSIONAMENTO DA TRAVESSA SUPERIOR COMPLEMENTAR COMPRIMENTO : 1,50 m Carga De acordo com a Norma NBR 6120, tem-e que o itema de guarda-corpo deve uportar um eorço de 80 kg/m (carga acidental). Como a carga permanente da etrutura é praticamente deprezível (2 x 10-8 kg/m), o itema de guarda-corpo erá dimenionado em unção de um eorço de80 kg/m Eorço Momento Fletor (M) M 225 N.m Eorço Cortante (V) V 600 N Dimenionamento Seção 5,0 x 15,0 cm Flexão imple Tenão Normal

29 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 28 Tenão Atuante ou Tenão de Serviço M y I (225 0,075) 6 14, , ,20 MPa Tenão Admiível 0, 15 0,15 ( ) 19, 05 MPa Veriicação de Dimenionamento atuante < admiível 1,20 MPa < 19,05 MPa Tenão de Cialhamento Tenão Atuante ou Tenão de Serviço τ V M b I 0

30 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 29 τ τ 600 (14, ,05 (14, ) 6 0, Pa 1,40MPa ) Tenão Admiível τ 0, 10 ci τ 0,10 ( ) τ 1, 4 MPa Veriicação de Dimenionamento τ atuante < τ admiível 0,120 MPa < 1,4 MPa Flecha E mv MPa

31 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 30 Flecha Atuante 5 qtotal L 384 E I mv 4 5 (800) (1,5) ( ) (14, , m 4 6 ) Flecha Admiível adm adm L 350 1, adm 4, m Veriicação de Dimenionamento atuante < admiível 0,282 x 10-3 < 4,286 x 10-3

32 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva DIMENSIONAMENTO DOS MONTANTES COMPRIMENTO : 1,50 m Carga De acordo com a NR 18 obre condiçõe e Meio Ambiente do Trabalho na Indútria da Contrução o andaime deverão ter traveão a 1,20m e outro intermediário a 0,70m e rodapé de 0,20m Eorço Momento Fletor (M) M 1440 N.m Dimenionamento Seção 5,0 x 15,0 cm Compreão Simple Tenão Atuante ou Tenão de Serviço M y I (1440 0,075) 6 14, ,68 MPa 7,

33 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 32 Tenão Admiível 0, 15 0,15 ( ) 19, 05 MPa Veriicação de Dimenionamento atuante < admiível 7,68 MPa < 19,05 MPa

34 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva DIMENSIONAMENTO DA MÃO FRANCESA COMPRIMENTO : 1,50 m Carga F 120 kg Eorço P P F co45º 120 co45º P 1697, 06 N Dimenionamento Seção 5,0 x 15,0 cm Índice de ebeltez da zona comprimida λ l l I, onde: I momento de inércia 1,562 x 10-6 m 4 S área da eção tranveral 0,0075 m 2 l l comprimento de lambagem 1,70 m

35 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 34 λ 1,70 6 1, ,8 0,0075 3π 2 E λ0 30,5 8 cp Como λ λ 140, temo Peça Longa. 0 Tenão Atuante ou Tenão de Serviço P cp 1697,06 cp 0,0075 cp 6 2 0, N / m cp 0,2263 MPa Tenão Admiível PL cp 2 π E 2 4 λ PL cp (3,1415) 2 ( (117,8) 2 6 ) PL cp 2, MPa

36 Veriicação de Dimenionamento Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 35 atuante < admiível 0,2263 MPa < 2,37 MPa

37 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 36 4 RESULTADO FINAL DO DIMENSIONAMENTO Nete capítulo apreentaremo o dimenionamento inal realizado para algun tipo de madeira (Eucalipto, Pinu e Pinho), alguma ditância entre montante e vária eçõe utilizada para o componente do itema de guarda-corpo (montante, travea, rodapé e mão-rancea).

38 RESULTADO FINAL DO DIMENSIONAMENTO TRAVESSA SUPERIOR COMPLEMENTAR SEÇÕES RECOMENDADAS SEÇÕES (cm) EUCALIPTO TERETICORNIS PINUS ELIOTTI PINHO BRASILEIRO Ditância entre Montante (m) Ditância entre Montante (m) Ditância entre Montante 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 2,5 x 10,0 im im im im não im im Sim não não im im im im não 2,5 x 11,5 im im im im im im im Sim im não im im im im im 2,5 x 15,0 im im im im im im im Sim im im im im im im im 5 x 20,0 im im im im im im im Sim im im im im im im im 3,0 x 15,0 im im im im im im im Sim im im im im im im im 3,0 x 20,0 im im im im im im im Sim im im im im im im im 5,0 x 10,0 im im im im im im im Sim im im im im im im im 5,0 x 11,5 im im im im im im im Sim im im im im im im im 5,0 x 15,0 im im im im im im im Sim im im im im im im im 5,0 x 20,0 im im im im im im im Sim im im im im im im im 7,5 x 10,0 im im im im im im im Sim im im im im im im im 7,5 x 11,5 im im im im im im im Sim im im im im im im im 7,5 x 15,0 im im im im im im im Sim im im im im im im im 7,5 x 20,0 im im im im im im im Sim im im im im im im im

39 RESULTADO FINAL DO DIMENSIONAMENTO MONTANTES SEÇÕES RECOMENDADAS SEÇÕES (cm) EUCALIPTO TERETICORNIS PINUS ELIOTTI PINHO BRASILEIRO Ditância entre Montante (m) Ditância entre Montante (m) Ditância entre Montante 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 3,0 x 15,0 im im im im im não não não não não im im não não Não 3,0 x 20,0 im im im im im im im im não não im im im im Sim 5,0 x 10,0 im im im não não não não não não não não não não não Não 5,0 x 11,5 im im im im im não não não não não im não não não Não 5,0 x 15,0 im im im im im im im não não não im im im im Sim 5,0 x 20,0 im im im im im im im im im im im im im im Sim 7,5 x 10,0 im im im im im não não não não não im não não não Não 7,5 x 11,5 im im im im im im im não não não im im im im Não 7,5 x 15,0 im im im im im im im im im im im im im im Sim 7,5 x 20,0 im im im im im im im im im im im im im im Sim 8,0 x 8,0 im im im im não não não não não não im im não não Não 8,0 x 10,0 im im im im im im im não não não im im im im Não 10,0 x 10,0 im im im im im im im im im im im im im im Sim 12,0 x 12,0 im im im im im im im im im im im im im im Sim

40 RESULTADO FINAL DO DIMENSIONAMENTO MÃO FRANCESA SEÇÕES RECOMENDADAS 39 EUCALIPTO TERETICORNIS PINUS ELIOTTI PINHO BRASILEIRO SEÇÕES Ditância entre Montante (m) Ditância entre Montante (m) Ditância entre Montante (cm) 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 5,0 x 10,0 im im im im im im im im im im im im im im im 5,0 x 11,5 im im im im im im im im im im im im im im im 5,0 x 15,0 im im im im im im im im im im im im im im im 5,0 x 20,0 im im im im im im im im im im im im im im im 6,0 x 6,0 im im im im im im im im im im im im im im im 7,5 x 10,0 im im im im im im im im im im im im im im im 7,5 x 11,5 im im im im im im im im im im im im im im im 7,5 x 15,0 im im im im im im im im im im im im im im im 7,5 x 20,0 im im im im im im im im im im im im im im im 8,0 x 8,0 im im im im im im im im im im im im im im im 8,0 x 10,0 im im im im im im im im im im im im im im im 10,0 x 10,0 im im im im im im im im im im im im im im im 12,0 x 12,0 im im im im im im im im im im im im im im im

41 40 RESULTADO FINAL DO DIMENSIONAMENTO RODAPÉ SEÇÕES RECOMENDADAS SEÇÕES (cm) EUCALIPTO TERETICORNIS PINUS ELIOTTI PINHO BRASILEIRO Ditância entre Montante (m) Ditância entre Montante (m) Ditância entre Montante (m) 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 3,0 x 20,0 im não não não não não não não não não im não não não não 5,0 x 20,0 im im im im não im im im não não im im im im não 7,5 x 20,0 im im im im im im im im im im im im im im im

42 Dimenionamento de Proteçõe Coletiva 41 5 BIBLIOGRAFIA MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Volume 16. Ed. Atla. São Paulo p. MOLITERNO, Antônio. - Caderno de Projeto de Telhado em Etrutura de Madeira. 2 a Edição. Ed. Edgard Blücher Ltda. NBR-6120 Açõe de Carga na Etrutura NBR 7190 Açõe na Etrutura, Propriedade da Madeira e Dimenionamento no Etado Limite de Utilização. RTP 01 - RECOMENDAÇÃO TÉCNICA DE PROCEDIMENTOS, Medida de Proteção Contra Queda de Altura, FUNDACENTRO, SZÜCS, Carlo Alberto. A Madeira na Etrutura. Nota de Aula

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FORÇA CORTANTE

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FORÇA CORTANTE P U C R S PONTIFÍCI UNIERSIDDE CTÓLIC DO RIO GRNDE DO SUL FCULDDE DE ENGENHRI CURSO DE ENGENHRI CIIL CONCRETO RMDO II FORÇ CORTNTE Pro. lmir Schäer PORTO LEGRE MRÇO DE 006 1 FORÇ CORTNTE 1- Notaçõe principai

Leia mais

31.1 Treliça de Mörsch

31.1 Treliça de Mörsch Univeridade Católica de Goiá - Departamento de Engenharia Etrutura de Concreto Armado I - Nota de Aula conteúdo 31 cialhamento 31.1 Treliça de Mörch O comportamento de peça fletida (fiurada) de concreto

Leia mais

1. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PARA A CONCEPÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DA SENSIBILIDADE ESTRUTURAL

1. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PARA A CONCEPÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DA SENSIBILIDADE ESTRUTURAL UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CCT CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL APOSTILA DE CONCRETO ARMADO I CAR I 2º emetre de 2011 Proa. Sandra Denie Kruger Alve

Leia mais

Professora FLORENCE. Resolução:

Professora FLORENCE. Resolução: 1. (FEI-SP) Qual o valor, em newton, da reultante da força que agem obre uma maa de 10 kg, abendo-e que a mema poui aceleração de 5 m/? Reolução: F m. a F 10. 5 F 50N. Uma força contante F é aplicada num

Leia mais

Resistência dos Materiais SUMÁRIO 1. TENSÕES DE CISALHAMENTO... 1 1.1 DIMENSIONAMENTO... 2 1.2 EXEMPLOS... 2

Resistência dos Materiais SUMÁRIO 1. TENSÕES DE CISALHAMENTO... 1 1.1 DIMENSIONAMENTO... 2 1.2 EXEMPLOS... 2 Reitência do Materiai SUMÁRIO 1. TESÕES DE CISLHMETO... 1 1.1 DIMESIOMETO... 1. EXEMPLOS... Cialhamento 0 Prof. Joé Carlo Morilla Reitência do Materiai 1. Tenõe de Cialhamento Quando dua força cortante

Leia mais

Aula 4 Modelagem de sistemas no domínio da frequência Prof. Marcio Kimpara

Aula 4 Modelagem de sistemas no domínio da frequência Prof. Marcio Kimpara FUDAMETOS DE COTROLE E AUTOMAÇÃO Aula 4 Modelagem de itema no domínio da requência Pro. Marcio impara Unieridade Federal de Mato Groo do Sul Sitema mecânico tranlação Elemento Força deloc. tempo Laplace

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL DE VIGAS DE CONCRETO ARMADO REFORÇADAS COM LÂMINAS DE CFRP TENSIONADAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL DE VIGAS DE CONCRETO ARMADO REFORÇADAS COM LÂMINAS DE CFRP TENSIONADAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL DE VIGAS DE CONCRETO ARMADO REFORÇADAS COM LÂMINAS DE CFRP TENSIONADAS CURITIBA 2003 CELCIO JOSÉ ESCOBAR AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

Leia mais

Considere as seguintes expressões que foram mostradas anteriormente:

Considere as seguintes expressões que foram mostradas anteriormente: Demontração de que a linha neutra paa pelo centro de gravidade Foi mencionado anteriormente que, no cao da flexão imple (em eforço normal), a linha neutra (linha com valore nulo de tenõe normai σ x ) paa

Leia mais

ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO E ANÁLISE PLÁSTICA DE VIGAS DE EDIFÍCIOS

ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO E ANÁLISE PLÁSTICA DE VIGAS DE EDIFÍCIOS Anai do 47º Congreo Braileiro do Concreto - CBC005 Setembro / 005 ISBN 85-98576-07-7 Volume XII - Projeto de Etrutura de Concreto Trabalho 47CBC06 - p. XII7-85 005 IBRACON. ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO

Leia mais

RESUMO 01: SEÇÃO RETANGULAR ARMADURA SIMPLES E DUPLA

RESUMO 01: SEÇÃO RETANGULAR ARMADURA SIMPLES E DUPLA 0851 CONSTRUÇÕES DE CONCRETO RDO II PROF. IBERÊ 1 / 8 0851 CONSTRUÇÕES DE CONCRETO RDO II RESUO 01: SEÇÃO RETNGULR RDUR SIPLES E DUPL TERIIS - ço y y 1,15 C 50 y 5000 g / m y 4348 g / m σ y tração Diagrama

Leia mais

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras Livro para a SBEA (material em contrução) Edmundo Rodrigue 9 4.1. Análie granulométrica Granulometria, graduação ou compoição granulométrica de um agregado é a ditribuição percentual do eu divero tamanho

Leia mais

Curso de Análise Matricial de Estruturas 1 I - INTRODUÇÃO

Curso de Análise Matricial de Estruturas 1 I - INTRODUÇÃO Curo de Análie Matricial de Etrutura 1 I - INTRODUÇÃO I.1 - Introdução O proceo de um projeto etrutural envolve a determinação de força interna e de ligaçõe e de delocamento de uma etrutura. Eta fae do

Leia mais

Quantas equações existem?

Quantas equações existem? www2.jatai.ufg.br/oj/index.php/matematica Quanta equaçõe exitem? Rogério Céar do Santo Profeor da UnB - FUP profeorrogeriocear@gmail.com Reumo O trabalho conite em denir a altura de uma equação polinomial

Leia mais

Palavras-chave: Tubo Evaporador; Modelo de Drift Flux; Escoamento Bifásico, Simulação Numérica. 1. INTRODUÇÃO

Palavras-chave: Tubo Evaporador; Modelo de Drift Flux; Escoamento Bifásico, Simulação Numérica. 1. INTRODUÇÃO IN 1984-818 Reolução da Equaçõe de Conervação da Maa, Eneria e Momento em Termo de Preão, Título Máico e Fração de Vazio para um Tubo Evaporador Utilizando o Modelo de Drit Flux Luí Henrique Gazeta de

Leia mais

Reconhece e aceita a diversidade de situações, gostos e preferências entre os seus colegas.

Reconhece e aceita a diversidade de situações, gostos e preferências entre os seus colegas. Ecola Báic a 2º º e 3º º Ciclo Tema 1 Viver com o outro Tema Conteúdo Competência Actividade Tema 1 Viver com o outro Valore Direito e Devere Noção de valor O valore como referenciai para a acção: - o

Leia mais

Competências/ Objetivos Especifica(o)s

Competências/ Objetivos Especifica(o)s Tema B- Terra em Tranformação Nº previta Materiai Contituição do mundo material Relacionar apecto do quotidiano com a Química. Reconhecer que é enorme a variedade de materiai que no rodeiam. Identificar

Leia mais

ESTUDOS EXPERIMENTAIS SOBRE A AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DE FLUIDOS DE PERFURAÇÃO EM MEIOS POROSOS ANISOTRÓPICOS

ESTUDOS EXPERIMENTAIS SOBRE A AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DE FLUIDOS DE PERFURAÇÃO EM MEIOS POROSOS ANISOTRÓPICOS 3 a 6 de outubro de 0 Univeridade Federal Rural do Rio de Janeiro Univeridade Severino Sombra aoura RJ ESTUDOS EXPERIMENTIS SOBRE LIÇÃO DS PROPRIEDDES DE FLUIDOS DE PERFURÇÃO EM MEIOS POROSOS NISOTRÓPICOS.

Leia mais

3.1.1. Influência do Trabalho a Frio nas Propriedades Mecânicas do Aço

3.1.1. Influência do Trabalho a Frio nas Propriedades Mecânicas do Aço 3 Projeto do Peril 3.1. ntrodução Este capítulo descreve o processo de avaliação da resistência estrutural de seções compostas por chapas de aço dobradas a rio, considerando as características apresentadas

Leia mais

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY 27 A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY 1 RESUMO: A tecnologia da informação e comunicação - TIC ampliam o epaço para comunicação e interação na

Leia mais

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático coniderando o efeito do atrito dinâmico Antonio C. Valdiero, Carla S. Ritter, Luiz A. Raia Depto de Ciência Exata e Engenharia, DCEEng,

Leia mais

EFEITOS DO COEFICIENTE DE POISSON E ANÁLISE DE ERRO DE TENSÕES EM TECTÔNICA DE SAL

EFEITOS DO COEFICIENTE DE POISSON E ANÁLISE DE ERRO DE TENSÕES EM TECTÔNICA DE SAL Copright 004, Intituto Braileiro de Petróleo e Gá - IBP Ete Trabalho Técnico Científico foi preparado para apreentação no 3 Congreo Braileiro de P&D em Petróleo e Gá, a er realizado no período de a 5 de

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE REFORÇO À FLEXÃO E AO CORTE COM FRP SEGUNDO AS RECOMENDAÇÕES DO ACI 440 Joaquim Barros Report 04-DEC/E-12

DIMENSIONAMENTO DE REFORÇO À FLEXÃO E AO CORTE COM FRP SEGUNDO AS RECOMENDAÇÕES DO ACI 440 Joaquim Barros Report 04-DEC/E-12 DIMENSIONAMENTO DE REFORÇO À FLEXÃO E AO CORTE COM FRP SEGUNDO AS RECOMENDAÇÕES DO ACI 440 Joaquim Barro Report 04-DEC/E-1 O autor agradece a bola SFRH/BSAB/91/00-POCTI concedida pela FCT e FSE no âmbito

Leia mais

Programa de Formação Técnica Continuada. Categoria de Emprego para Motores CA / CC

Programa de Formação Técnica Continuada. Categoria de Emprego para Motores CA / CC Programa de Formação Técnica Continuada Categoria de Emprego para Motore CA / CC Índice.Introdução.... Chave manuai etrela triângulo.... O motore.... Motore de indução tipo gaiola.... Motore de indução

Leia mais

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA Benjamin Mariotti Feldmann Mie Yu Hong Chiang Marco Antonio Brinati Univeridade de São Paulo Ecola Politécnica da

Leia mais

Um exemplo de Análise de Covariância. Um exemplo de Análise de Covariância (cont.)

Um exemplo de Análise de Covariância. Um exemplo de Análise de Covariância (cont.) Um exemplo de Análie de Covariância A Regreão Linear e a Análie de Variância etudada até aqui, ão cao particulare do Modelo Linear, que inclui também a Análie de Covariância Em qualquer deta trê ituaçõe

Leia mais

Simplified method for calculation of solid slabs supported on flexible beams: validation through the non-linear analysis

Simplified method for calculation of solid slabs supported on flexible beams: validation through the non-linear analysis Teoria e Prática na Engenharia Civil, n.14, p.71-81, Outubro, 2009 Método implificado para cálculo de laje maciça apoiada em viga fleívei: validação por meio da análie não linear Simplified method for

Leia mais

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos CAPÍTULO 10 Modelagem e repota de itema dicreto 10.1 Introdução O itema dicreto podem er repreentado, do memo modo que o itema contínuo, no domínio do tempo atravé de uma tranformação, nete cao a tranformada

Leia mais

Capítulo I Tensões. Seja um corpo sob a ação de esforços externos em equilíbrio, como mostra a figura I-1:

Capítulo I Tensões. Seja um corpo sob a ação de esforços externos em equilíbrio, como mostra a figura I-1: apítuo I Seja um corpo ob a ação de eforço externo em equiíbrio, como motra a figura I-1: Figura I-3 Eforço que atuam na eção para equiibrar o corpo Tome-e, agora, uma pequena área que contém o ponto,

Leia mais

ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO

ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO Thale Cainã do Santo Barbalho 1 ; Álvaro Daniel Tele Pinheiro 2 ; Izabelly Laria Luna

Leia mais

No campo da eletrcidade podemos sintetizar 03 elementos fundamentais passivos e são eles: resisores, capacitores e indutores.

No campo da eletrcidade podemos sintetizar 03 elementos fundamentais passivos e são eles: resisores, capacitores e indutores. SIMULAÇÃO MODELAGEM DE SISTEMAS POR LAPLACE Pro. Luí Calda Simulação de Proceo em Eng. de Materiai Diiciplina - MR070 A modelagem matemática de um itema é empre uma tarea muito complexa para o engenheiro

Leia mais

CAPÍTULO 6 - Testes de significância

CAPÍTULO 6 - Testes de significância INF 16 CAPÍTULO 6 - Tete de ignificância Introdução Tete de ignificância (também conhecido como Tete de Hipótee) correpondem a uma regra deciória que no permite rejeitar ou não rejeitar uma hipótee etatítica

Leia mais

1.1 Conceitos fundamentais... 19 1.2 Vantagens e desvantagens do concreto armado... 21. 1.6.1 Concreto fresco...30

1.1 Conceitos fundamentais... 19 1.2 Vantagens e desvantagens do concreto armado... 21. 1.6.1 Concreto fresco...30 Sumário Prefácio à quarta edição... 13 Prefácio à segunda edição... 15 Prefácio à primeira edição... 17 Capítulo 1 Introdução ao estudo das estruturas de concreto armado... 19 1.1 Conceitos fundamentais...

Leia mais

CAPÍTULO 5: CISALHAMENTO

CAPÍTULO 5: CISALHAMENTO Curo de Engenaria Civil Univeridade Eadual de Maringá Cenro de Tecnologia Deparameno de Engenaria Civil CAPÍTULO 5: CSALHAMENTO 5. Tenõe de Cialameno em iga o Flexão Hipóee Báica: a) A enõe de cialameno

Leia mais

AULA 02 POTÊNCIA MECÂNICA. = τ. P ot

AULA 02 POTÊNCIA MECÂNICA. = τ. P ot AULA 0 POTÊNCIA MECÂNICA 1- POTÊNCIA Uma força pode realizar um memo trabalho em intervalo de tempo diferente. Quando colocamo um corpo de maa m obre uma mea de altura H num local onde a aceleração da

Leia mais

EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA

EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL,ARQUITETURA E URBANISMO Departamento de Estruturas EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA RAFAEL SIGRIST PONTES MARTINS,BRUNO FAZENDEIRO DONADON

Leia mais

Inclusão Social dos Jovens nos Assentamentos Rurais de Areia com ênfase no trabalho da Tutoria e recursos das novas TIC s

Inclusão Social dos Jovens nos Assentamentos Rurais de Areia com ênfase no trabalho da Tutoria e recursos das novas TIC s Incluão Social do Joven no Aentamento Rurai de Areia com ênfae no trabalho da Tutoria e recuro da nova TIC MIRANDA 1, Márcia C.V.; SILVA 2, Fátima do S.; FÉLIX 3, Jânio 1 Profeora orientadora e coordenadora

Leia mais

Exercícios Resolvidos de Biofísica

Exercícios Resolvidos de Biofísica Exercício Reolvido de Biofíica Faculdade de Medicina da Univeridade de oimbra Exercício Reolvido de Biofíica Metrado ntegrado em Medicina MEMBRNS HOMOGÉNES Exercício 1. Numa experiência com uma membrana

Leia mais

ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO I PROGRAMA

ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO I PROGRAMA PROGRAMA 1.Introdução ao betão armado 2.Bae de Projecto e Acçõe 3.Propriedade do materiai: betão e aço 4.Durabilidade 5.Etado limite último de reitência à tracção e à compreão 6.Etado limite último de

Leia mais

Pescando direitos. Medidas Provisórias nºs 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre as MP's 664 e 665 de 2014:

Pescando direitos. Medidas Provisórias nºs 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre as MP's 664 e 665 de 2014: Pecando direito Boletim Jurídico do CPP/ Abril de 2015. 1ª edição. Medida Proviória nº 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre a MP' 664 e 665 de 2014: Em 30 dezembro de 2014 foram promulgada a Medida

Leia mais

Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade

Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade Enterprie Quality Management [EQM] Excelência em Getão da Qualidade A Getão da Qualidade Total, do inglê Total Quality Management - TQM é uma etratégia de adminitração completa que tem como objetivo principal

Leia mais

UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CCT CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CCT CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CCT CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL APOSTILA DE CONCRETO ARMADO I CAR1001 º emetre de 014 Verão baeada na NBR 6118/014

Leia mais

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física etibular 203 2 a fae Gabarito Fíica Quetão 0 (alor: 5 ponto) Cálculo da variação da quantidade de movimento A velocidade inicial no momento do impacto erá a velocidade final da queda Aplicando conervação

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Introdução ao Concreto

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Introdução ao Concreto DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO Índice : ii 1 INTRODUÇÃO...1 1.1 Introdução ao Concreto... 1 1.2 Hitória do Concreto... 2 1.3 Vantagen e Devantagen do Concreto Armado... 4 1.3.1 Vantagen

Leia mais

Calcular os pilares, a viga intermediária e a viga baldrame do muro de arrimo misto indicado na figura 40. Dados:

Calcular os pilares, a viga intermediária e a viga baldrame do muro de arrimo misto indicado na figura 40. Dados: 8.. uro e arrimo mito Calcular o pilare, a viga intermeiária e a viga balrame o muro e arrimo mito inicao na figura 4. Dao: Peo epecífico aparente o olo: 3 γ 18 kn/m ; Angulo e atrito natural o olo: j

Leia mais

PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Votos e Contribuição

PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Votos e Contribuição PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Voto e Contribuição Reponável pelo PM: Acompanhamento do Mercado CONTROLE DE ALTERAÇÕES Verão Data Decrição da Alteração Elaborada por Aprovada por PM AM.04 - Cálculo

Leia mais

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque Motore de indução Arranque São motore robuto e barato (fabricado em maa), embora tendo o inconveniente de não erem regulávei. Conequentemente, uma vez definido um binário e uma corrente, ete apena dependem

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS DE UM MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA

IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS DE UM MOTOR DE CORRENTE ALTERNADA Anai do 12 O Encontro de Iniciação Científica e Pó-Graduação do ITA XII ENCITA / 26 Intituto Tecnológico de Aeronáutica São Joé do Campo SP Brail Outubro 16 a 19 26 IDENTIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÉTRICOS

Leia mais

INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT

INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ETUDANTE ERAMU OUT Dede já, agradecemo a ua participação neta nova etapa do Projecto de Tutoria a Etudante ERAMU verão OUT. Com ete inquérito, pretendemo dar a conhecer

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CEFET-SP ÁREA INDUSTRIAL Disciplina: Mecânica dos Fluidos Aplicada Exercícios Resolvidos 1 a lista.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CEFET-SP ÁREA INDUSTRIAL Disciplina: Mecânica dos Fluidos Aplicada Exercícios Resolvidos 1 a lista. ÁREA INDUSTRIAL Diciplina: Mecânica do Fluido Aplicada Exercício Reolvido 1 a lita Profeor: 1 de 7 Data: /03/008 Caruo Em todo o problema, ão upoto conhecido: água =1000kgm 3 e g= 9,80665m 1. Motrar que

Leia mais

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação Confrontando Reultado Experimentai e de Simulação Jorge A. W. Gut Departamento de Engenharia Química Ecola Politécnica da Univeridade de São Paulo E mail: jorgewgut@up.br Um modelo de imulação é uma repreentação

Leia mais

Avaliação de Ações. Mercado de Capitais. Luiz Brandão. Ações. Mercado de Ações

Avaliação de Ações. Mercado de Capitais. Luiz Brandão. Ações. Mercado de Ações Mercado de Capitai Avaliação de Açõe Luiz Brandão O título negociado no mercado podem de renda fixa ou de renda variável. Título de Renda Fixa: Conhece-e de antemão qual a remuneração a er recebida. odem

Leia mais

Marés, fases principais da Lua e bebês

Marés, fases principais da Lua e bebês Maré, fae principai da ua e bebê CADERNO BRASIEIRO DE ENSINO DE FÍSICA, FORIANÓPOIS, V.0, N. 1: P.10-9, ABR. 003 Fernando ang da Silveira Univeridade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Intituto de Fíica

Leia mais

Capítulo 5: Análise através de volume de controle

Capítulo 5: Análise através de volume de controle Capítulo 5: Análie atravé de volume de controle Volume de controle Conervação de maa Introdução Exite um fluxo de maa da ubtância de trabalho em cada equipamento deta uina, ou eja, na bomba, caldeira,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONA E MUCURI DIAMANTINA MG ESTUDO DIRIGIDO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONA E MUCURI DIAMANTINA MG ESTUDO DIRIGIDO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONA E MUCURI DIAMANTINA MG ESTUDO DIRIGIDO Disciplina: Construções Rurais 2011/1 Código: AGR006/AGR007 Curso (s): Agronomia e Zootecnia

Leia mais

O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES

O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES P A N Ó P T I C A O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES Daniel Pitzer Zippinotti Univeridade Federal do Epírito Santo - UFES 1. INTRODUÇÃO O preente trabalho procura apreentar

Leia mais

6.2.1 Prescrições gerais

6.2.1 Prescrições gerais CAPÍTULO 6.2 PRESCRIÇÕES RELATIVAS AO FABRICO E AOS ENSAIOS SOBRE OS RECIPIENTES SOB PRESSÃO, AEROSSÓIS, RECIPIENTES DE BAIXA CAPACIDADE CONTENDO GÁS (CARTUCHOS DE GÁS) E CARTUCHOS DE PILHAS DE COMBUSTÍVEL

Leia mais

Programa de Formação Técnica Continuada. Proteção contra descargas Atmosféricas

Programa de Formação Técnica Continuada. Proteção contra descargas Atmosféricas Programa de Formação Técnica Continuada Proteção contra decarga Atmoférica 1. Origem e formação da decarga atmoférica...2 Índice 2. O parâmetro do Raio...4 3. Claificação da intalaçõe...4 4. Técnica de

Leia mais

λ =? 300 m/ n = 3ventres nv = 3.300 = 2.6 2.6

λ =? 300 m/ n = 3ventres nv = 3.300 = 2.6 2.6 PROVA DE ÍSICA º ANO - 3ª MENSAL - 3º TRIMESTRE TIPO A 01) E relação ao que oi etudado obre ondulatória, ainale V (erdadeiro) ou (alo). (V) A elocidade de ua onda é igual ao produto do copriento de onda

Leia mais

= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B

= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B eolução Fíica FM.9 1. e Com bae na tabela, obervamo que o atleta etá com 5 kg acima do peo ideal. No gráfico, temo, para a meia maratona: 1 kg,7 min 5 kg x x,5 min. Na configuração apreentada, a força

Leia mais

Intruçõe Breve Verão 1 0 junho 2005 INSTRUÇÕES APENAS PARA PESSOAL QUALIFICADO APERTO DO CONJUNTO DE SUPORTES AVISO: O funcionamento da ua coluna como componente de um itema upeno pode potencialmente expor

Leia mais

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área;

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Reolução n 12/ 2013 Aprova a reformulação do Projeto Pedagógico do Curo de Graduação em Pedagogia

Leia mais

XLVI Pesquisa Operacional na Gestão da Segurança Pública

XLVI Pesquisa Operacional na Gestão da Segurança Pública PROBLEMA DE CORTE UNIDIMENSIONAL COM SOBRAS APROVEITÁVEIS: RESOLUÇÃO DE UM MODELO MATEMÁTICO Adriana Cherri Departamento de Matemática, Faculdade de Ciência, UNESP, Bauru adriana@fc.unep.br Karen Rocha

Leia mais

A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA

A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA 329 A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA BRAZILIAN EDUCATION IN LAST DECADES: BARRIERS AND GOALS INSIDE AND OUTSIDE SCHOOL 1 t r a v e i a e d. 1 0 i n

Leia mais

Figura 3.1 - Curva granulométrica por peneiramento e sedimentação de uma amostra de solo residual (Minas de calcáreo Caçapava do Sul)

Figura 3.1 - Curva granulométrica por peneiramento e sedimentação de uma amostra de solo residual (Minas de calcáreo Caçapava do Sul) Nota de Aula - Mecânica do Solo 23 UNIDADE 3 GRANULOMETRIA DOS SOLOS 3.1 Introdução Todo o olo, em ua fae ólida, contêm partícula de diferente tamanho em proporçõe a mai variada. A determinação do tamanho

Leia mais

Efeito do comportamento reológico do concreto

Efeito do comportamento reológico do concreto Efeito do comportamento reológico do concreto FLECHAS E ELEENTOS DE CONCRETO ARADO 1 - INTRODUÇÃO Todo o cálculo das deformações de barras, devidas à fleão, tem por base a clássica equação diferencial

Leia mais

COP Comunication on Progress EQÜIDADE DE GÊNERO

COP Comunication on Progress EQÜIDADE DE GÊNERO COP Comunication on Progre São Paulo, 28 de fevereiro de 2011 A Ferol Indútria e Comércio SA declara eu apoio contínuo ao Pacto Global. A Ferol acredita na diveridade e na pluralidade como ferramenta de

Leia mais

I Desafio Petzl Para Bombeiros Regulamento Campeonato Internacional de Técnicas Verticais e Resgate

I Desafio Petzl Para Bombeiros Regulamento Campeonato Internacional de Técnicas Verticais e Resgate ! I Deafio Petzl Para Bombeiro Regulamento Campeonato Internacional de Técnica Verticai e Regate A Spelaion, ditribuidor excluivo Petzl no Brail e o Corpo de Bombeiro de Goiá, etá organizando o Primeiro

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física

Imposto de Renda Pessoa Física Impoto de Renda Peoa Fíica 2006 Manual de Preenchimento Declaração de Ajute Anual Modelo Completo - Ano-calendário de 2005 Receita Federal Minitério da Fazenda GOVERNO FEDERAL Índice PÁG. ENTREGA DA DECLARAÇÃO

Leia mais

Lider. ança. para criar e gerir conhecimento. }A liderança é um fator essencial para se alcançar o sucesso também na gestão do conhecimento.

Lider. ança. para criar e gerir conhecimento. }A liderança é um fator essencial para se alcançar o sucesso também na gestão do conhecimento. Liderança para criar e gerir conhecimento Lider ança para criar e gerir conhecimento }A liderança é um fator eencial para e alcançar o uceo também na getão do conhecimento.~ 48 R e v i t a d a ES P M janeiro

Leia mais

Tensão Induzida por Fluxo Magnético Transformador

Tensão Induzida por Fluxo Magnético Transformador defi deartamento de fíica Laboratório de Fíica www.defi.ie.i.t Tenão Induzida or Fluxo Magnético Tranformador Intituto Suerior de Engenharia do Porto- Deartamento de Fíica Rua Dr. António Bernardino de

Leia mais

MODELAGEM DE TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS DE DISTRIBUIÇÃO PARA ESTUDOS DE FLUXO DE POTÊNCIA

MODELAGEM DE TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS DE DISTRIBUIÇÃO PARA ESTUDOS DE FLUXO DE POTÊNCIA MODELAGEM DE TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS DE DISTRIBUIÇÃO PARA ESTUDOS DE FLUXO DE POTÊNCIA FABRÍCIO LUIZ SILA DISSERTAÇÃO SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA

Leia mais

ALGORITMOS PARA A DESCOBERTA DE SERVIÇOS WEB DESCRITOS EM OWL-S: ORDENAÇÃO DE SERVIÇOS USANDO FILTRAGEM COLABORATIVA

ALGORITMOS PARA A DESCOBERTA DE SERVIÇOS WEB DESCRITOS EM OWL-S: ORDENAÇÃO DE SERVIÇOS USANDO FILTRAGEM COLABORATIVA Anai do XV Encontro de Iniciação Cientíica da PUC-Campina - 6 e 7 de otbro de 010 ALGORITMOS PARA A DESCOBERTA DE SERVIÇOS WEB DESCRITOS EM OWL-S: ORDENAÇÃO DE SERVIÇOS USANDO FILTRAGEM COLABORATIVA Gilherme

Leia mais

Projeto Visita Virtual e Videoconferência Judicial

Projeto Visita Virtual e Videoconferência Judicial Projeto Viita Virtual e Videoconferência Judicial Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) Minitério da Jutiça Ete projeto naceu de uma parceria entre o Departamento Penitenciário Nacional e a Defenoria

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas. Solicitações normais Cálculo no estado limite último

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas. Solicitações normais Cálculo no estado limite último Univeridade Etadal de Campina Faldade de Engenaria Civil Departamento de Etrtra Soliitaçõe normai Cállo no etado limite último Nota de ala da diiplina AU414 - Etrtra IV Conreto armado Prof. M. Liz Carlo

Leia mais

SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS Reumo Luca Franco de Ai¹ Marcelo Semenato² ¹Intituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia/Campu Jataí/Engenharia Elétrica/PIBIT-CNPQ lucafranco_jty@hotmail.com

Leia mais

Usos do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expressão de Subjetividade e de Identificação 1

Usos do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expressão de Subjetividade e de Identificação 1 Uo do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expreão de Subjetividade e de Identificação 1 Élida Fabiani Morai de CRISTO; Haroldo França REBOUÇAS Neto; Jacklene de Souza CARRÉRA; Keila Marina

Leia mais

Artigos. Comunicação organizacional e relações públicas: caminhos que se cruzam, entrecruzam ou sobrepõem?

Artigos. Comunicação organizacional e relações públicas: caminhos que se cruzam, entrecruzam ou sobrepõem? E t u d o17 Artigo Comunicação organizacional e relaçõe pública: caminho que e cruzam, entrecruzam ou obrepõem? IVONE DE LOUDES OLIVEIRA Metre em Ciência da Comunicação pela ECA-USP e doutora em Comunicação

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET SP

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET SP Diciplina: Mecânica do Fluido Aplicada Lita de Exercício Reolvido Profeor: 1 de 11 Data: 13/0/08 Caruo 1. Um menino, na tentativa de melhor conhecer o fundo do mar, pretende chegar a uma profundidade de

Leia mais

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA UNIVESIDADE FEDEAL DE CAMPINA GANDE CENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA E INFOMÁTICA DEPATAMENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA LABOATÓIO DE ELETÔNICA Experimento #4 Filtro analógico ativo EXPEIMENTO #4 Objetivo Gerai Eta

Leia mais

GABARITO NÍVEL III. Questão 1) As Leis de Kepler.

GABARITO NÍVEL III. Questão 1) As Leis de Kepler. SOCIEDADE ASTONÔMICA BASILEIA SAB IV Olimpíada Braileira de Atronomia IV OBA - 001 Gabarito da Prova de nível III (para aluno do enino médio) GABAITO NÍVEL III Quetão 1) A Lei de Kepler. Johanne Kepler,

Leia mais

3) Calcule o alongamento elástico da peça do esquema abaixo. Seu material tem módulo de elasticidade de 2x10 5 N/mm 2.

3) Calcule o alongamento elástico da peça do esquema abaixo. Seu material tem módulo de elasticidade de 2x10 5 N/mm 2. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL CÂMPUS DE CHAPADÃO DO SUL DISCIPLINA: CONSTRUÇÕES RURAIS LISTA DE EXERCICIOS I RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS PROFESSOR: PAULO CARTERI CORADI 1) Calcule a deformação

Leia mais

TRANSMISSÃO DE CALOR II. Prof. Eduardo C. M. Loureiro, DSc.

TRANSMISSÃO DE CALOR II. Prof. Eduardo C. M. Loureiro, DSc. TRANSMISSÃO DE CAOR II Prof. Eduardo C. M. oureiro, DSc. MECANISMOS FÍSICOS T T at A condenação ocorre quando a temperatura de um vapor é reduzida a vaore inferiore ao de ua temperatura de aturação. Em

Leia mais

CATÁLOGO DE CURSOS SELECIONADOS

CATÁLOGO DE CURSOS SELECIONADOS CATÁLOGO DE CURSOS SELECIONADOS Laureate Network Product & Service Copyright 2013 Laureate Education, Inc. ÍNDICE C A T Á L O G O L N P S ÍCONE Nome do Curo Língua Duração Deenvolvimento do Corpo Acadêmico

Leia mais

Rentabilidade das Instituições Financeiras no Brasil: Mito ou Realidade? Autores JOSÉ ALVES DANTAS Centro Universitário Unieuro

Rentabilidade das Instituições Financeiras no Brasil: Mito ou Realidade? Autores JOSÉ ALVES DANTAS Centro Universitário Unieuro Rentabilidade da Intituiçõe Financeira no Brail: Mito ou Realidade? Autore JOSÉ ALVES DANTAS Centro Univeritário Unieuro PAULO ROBERTO BARBOSA LUSTOSA PMIRPGCC - UNB/UFPB/UFPE/UFRN Reumo A dicuão obre

Leia mais

PENSAMENTO SISTÊMICO APLICADO A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO. Leila Lage Humes lhumes@usp.br

PENSAMENTO SISTÊMICO APLICADO A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO. Leila Lage Humes lhumes@usp.br V I I S E M E A D E S T U D O D E C A S O M É T O D O S Q U A N T I T A T I V O S E I N F O R M Á T I C A PENSAMENTO SISTÊMICO APLICADO A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO Leila Lage Hume lhume@up.br

Leia mais

SOLUÇÕES PARA ANDAIMES DE ACESSO 2012/13

SOLUÇÕES PARA ANDAIMES DE ACESSO 2012/13 SOLUÇÕES PARA ANDAIMES DE ACESSO 2012/13 SH fôrmas Andaimes e Escoramentos soluções Para andaimes de acesso SoluçõES para ANDAImES DE ACESSo ESCADAS TubO EquIpADO SH MODEx SH fachadeiro SH soluções Para

Leia mais

3 Fuga de cérebros e investimentos em capital humano na economia de origem uma investigação empírica do brain effect 3.1.

3 Fuga de cérebros e investimentos em capital humano na economia de origem uma investigação empírica do brain effect 3.1. 3 Fuga de cérebro e invetimento em capital humano na economia de origem uma invetigação empírica do brain effect 3.1. Introdução Uma da vertente da literatura econômica que etuda imigração eteve empre

Leia mais

Nestas notas será analisado o comportamento deste motor em regime permanente.

Nestas notas será analisado o comportamento deste motor em regime permanente. MOTO DE INDUÇÃO TIFÁSICO 8/0/006 Ivan Camargo Introdução O motor de indução trifáico correponde a, aproximadamente, 5 % da carga elétrica do Brail, ou eja, 50 % da carga indutrial que, por ua vez, correponde

Leia mais

Revista Agroambiental - Dezembro/2011

Revista Agroambiental - Dezembro/2011 evita Agroambiental - Deembro/211 Avaliação da correção gravimétrica do terreno calculada a partir de Modelo Digitai de Elevação e aociado ao Sitema Geodéico Braileiro e ao EGM28 Karoline Pae Jamur Univeridade

Leia mais

s Rede Locais s Shielded Twisted Pair (STP); s Unshielded Twisted Pair (UTP); s Patch Panels; s Cabo Coaxial; s Fibra Óptica;

s Rede Locais s Shielded Twisted Pair (STP); s Unshielded Twisted Pair (UTP); s Patch Panels; s Cabo Coaxial; s Fibra Óptica; Rede de Computadore Rede Locai Shielded Twited Pair (STP); Unhielded Twited Pair (UTP); Patch Panel; Cabo Coaxial; Fibra Óptica; 2 2010 Airton Junior. All right reerved. Rede de Computadore É um conjunto

Leia mais

MANUAL TÉCNICO. (Proteção Periférica Primária e Secundária)

MANUAL TÉCNICO. (Proteção Periférica Primária e Secundária) MANUAL TÉCNICO (Proteção Periférica Primária e Secundária). 2 SUMÁRIO Proteção Periférica Primária e Secundária...03 Descrição Técnica...04 Sistema de Ancoragem...06 Norma Regulamentadora NR-18...07 Atualização

Leia mais

Resolução Física. Atividades 2. FM.09 1. e Após abandonar a mão do jogador, a bola só sofre a ação exclusiva da força peso. FM.10 1.

Resolução Física. Atividades 2. FM.09 1. e Após abandonar a mão do jogador, a bola só sofre a ação exclusiva da força peso. FM.10 1. eolução Fíica FM.09. e pó abandonar a mão do jogador, a bola ó ofre a ação excluia da força peo.. c Como a força formam 90 entre i e têm o memo módulo (), temo: F Como ele dece em MU, a força reultante

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Verão.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife PE GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC GAT

Leia mais

JÚLIO VÍTOR KUNZLER JÚNIOR ANÁLISES TEÓRICA E EXPERIMENTAL DO GERADOR ASSÍNCRONO DE DUPLA ALIMENTAÇÃO O GEADA, E CONTRIBUIÇÃO À SUA OPERAÇÃO

JÚLIO VÍTOR KUNZLER JÚNIOR ANÁLISES TEÓRICA E EXPERIMENTAL DO GERADOR ASSÍNCRONO DE DUPLA ALIMENTAÇÃO O GEADA, E CONTRIBUIÇÃO À SUA OPERAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA JÚLIO VÍTOR KUNZLER JÚNIOR ANÁLISES TEÓRICA E EXPERIMENTAL DO GERADOR ASSÍNCRONO DE DUPLA ALIMENTAÇÃO

Leia mais

CONSTRUÇÕES RURAIS: FUNDAMENTOS DE RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS. Vandoir Holtz 1

CONSTRUÇÕES RURAIS: FUNDAMENTOS DE RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS. Vandoir Holtz 1 Vandoir Holtz 1 DIMENSIONAMENTO DE ELEMENTOS TRACIONADOS: Nos cálculos de resistência à tração, devem ser considerados todos os enfraquecimentos na seção transversal, provocados por orifícios de rebites,

Leia mais

Módulo 5 Lajes: Estados Limites Últimos Estados Limites de Serviço Detalhamento Exemplo. Dimensionamento de Lajes à Punção

Módulo 5 Lajes: Estados Limites Últimos Estados Limites de Serviço Detalhamento Exemplo. Dimensionamento de Lajes à Punção NBR 6118 : Estados Limites Últimos Estados Limites de Serviço Detalhamento P R O M O Ç Ã O Conteúdo ELU e ELS Força Cortante em Dimensionamento de à Punção - Detalhamento - - Conclusões Estado Limite Último

Leia mais

Segtreinne 5.0 - PROTEÇÃO LATERAL:

Segtreinne 5.0 - PROTEÇÃO LATERAL: 1.0 - OBJETIVO: Estabelecer procedimentos seguros para montagem, desmontagem e utilização de andaimes, em serviços de manutenção nas áreas da fábrica. 2.0 - APLICAÇÃO: Este procedimento se aplica à montagem,

Leia mais

ESCADAS USUAIS DOS EDIFÍCIOS

ESCADAS USUAIS DOS EDIFÍCIOS Volume 4 Capítulo 3 ESCDS USUIS DOS EDIFÍCIOS 1 3.1- INTRODUÇÃO patamar lance a b c d e Formas usuais das escadas dos edifícios armada transversalmente armada longitudinalmente armada em cruz V3 V4 Classificação

Leia mais

Estruturas mistas aço-concreto

Estruturas mistas aço-concreto Universidade Federal do Espírito Santo Estruturas mistas aço-concreto Pro. Fernanda Calenzani Universidade Federal do Espírito Santo Vigas mistas aço-concreto 1 Tipos de Vigas Mistas A transmissão parcial

Leia mais

www.inglesdojerry.com.br

www.inglesdojerry.com.br www.ingledojerry.com.br AGRADECIMENTOS Meu mai incero agradecimento, A Deu, que em ua incomenurável e infinita abedoria tem me dado aúde e força para atravé dete trabalho levar o enino do idioma a peoa

Leia mais