Programa de Formação Técnica Continuada. Proteção contra descargas Atmosféricas

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1 Programa de Formação Técnica Continuada Proteção contra decarga Atmoférica

2 1. Origem e formação da decarga atmoférica...2 Índice 2. O parâmetro do Raio Claificação da intalaçõe Técnica de aterramento Blindagem da intalaçõe Proteção do circuito de força e telefonia...8 1

3 PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS 1. Origem e formação da Decarga Atmoférica O termo decarga atmoférica deigna genericamente a decarga que ocorrem dentro da nuven (a intra-nuven) entre dua nuven próxima (a internuven), e a entre nuven e terra. Já e tentou na década de 50, normalizar uma nomenclatura braileira, chamando de relâmpago a decarga dentro ou entre nuven e de raio a decarga para terra. Como ito não foi coneguido o uo da expreão "decarga atmoférica" parece er uma olução razoável. Na literatura encontram-e a trê deignaçõe como equivalente. O termo "faica" parece ter ido reervado a pequena decarga imultânea com o raio e relâmpago ou parte dele. É intereante obervar que o aparelho ou dipoitivo uado para proteção contra o efeito da decarga atmoférica ão deignado por páraraio ugerindo que deveríamo uar o termo "raio" para a decarga entre nuvem e terra que ão aquela para a quai ão contruído ee aparelho e dipoitivo. Há vária repreentaçõe e teoria para repreentar e explicar a formação da carga e o modelo da nuven. A repreentação mai comum entre o eletricita é a repreentação bi-polar: a nuvem eria repreentada por um enorme bipolo com a carga poitiva na parte uperior e a negativa na inferior. Ee bipolo teria uma altura de 10 a 15 km e extenão de algun km 2. Por ee modelo a diferença de temperatura entre a bae e o teto da nuvem (65 a 70 grau Celiu) provoca a formação de corrente acendente no centro da nuvem e decendente na borda. Ea corrente de ar delocando a partícula provocaria o atrito e coneqüente carregamento, formando aim o bipolo. A diferença de velocidade entre o vento tranverai na bae e no teto da nuvem pode cauar uma deformação da nuvem que aume o apecto de "bigorna ". A exitência de uma bae carregada negativamente induz a eparação da carga na terra, formando-e uma área com carga poitiva ob a nuvem e com carga negativa em regiõe afatada. Quando há uma decarga terra - nuvem que neutraliza a bae da nuvem, a carga poitiva do topo da nuvem vão neutralizar a carga negativa da terra fechando o circuito elétrico. Enquanto a decarga acendente tem uma ecção muito pequena e alta denidade ( algun ka/cm 2 ) a corrente decendente ocupa uma ecção muito grande e a denidade é muito baixa ( fração de A/m 2 ). A decarga terra nuvem no modelo uado pelo eletricita é a decarga de retorno : inicialmente teme uma decarga dentro da nuvem e em eguida a ela uma decarga decendente nuvem - terra (é denominada líder) de intenidade baixa. Quando ea decarga e aproxima da terra, a carga deta vão e agrupando, aumentando o campo elétrico e dando origem a pequena decarga acendente (lidere acendente). O encontro de um ou mai dee lidere acendente com o líder decendente (que tem algun ramo ou braço) forma um caminho ionizado entre a nuvem e a terra pelo 2

4 qual ecoará uma corrente de alta intenidade denominada corrente de retorno. Ea decarga de retorno, endo de grande denidade caua aquecimento do ar e a ua expanão produzindo um ruído (trovão) ouvido a 20 ou mai km de ditância. A temperatura no centro do canal do raio atinge dezena de milhare de grau Celiu e a intenidade da corrente atinge dezena ou memo centena de kilo-ampere. A decarga que, como a decrita acima, e originam da parte da nuvem com carga negativa ão chamada raio negativo, acreditando-e que 90% da decarga à terra ão dee tipo. Quando a nuven ão mai baixa podem ocorrer decarga originada na parte uperior que contem a carga poitiva da nuven. Eta decarga ão, regra geral, de maior intenidade que a anteriore e ão denominado raio poitivo. Na montanha e na etrutura alta (como torre de telecomunicaçõe) o líder que dá origem à decarga pode er acendente e a decarga de retorno erá então da nuvem à terra, podendo er negativa ou poitiva. O raio negativo terra - nuvem, pela ua maior freqüência, ão o mai etudado e o modelo exitente para proteção de etrutura ou linha de tranmião conideram omente ea decarga. Para e dimenionar o componente do itema de proteção contra decarga atmoférica (SPDA) da etrutura, no entanto, ão coniderado ambo o tipo de decarga (poitiva e negativa) de modo que e a ditribuição não for a coniderada acima (90 e 10%) não erá neceário alterar a norma quanto ao dimenionamento do componente. É poível que e coniga, algum dia, modelar também a decarga poitiva e nee cao poderia im, er neceário aumentar o número de captore (proteção pelo Modelo Eletro-Geométrico ou pelo método de Franklin) ou diminuir o epaçamento entre o condutore (método da malha ou gaiola). Como a etatítica de falha admitida para o SPDA têm concordado com a teoria em que foram baeada, não há, num futuro previível neceidade de alteração do dimenionamento da proteçõe. Quanto à intenidade e duração da corrente do raio ão coniderado doi tipo báico: alta intenidade (dezena de ka) e curta duração (dezena de n) e baixa intenidade (dezena de A) e longa duração (dezena ou centena de m). A decarga acendente não coneguem, na maioria do cao, neutralizar toda a carga da nuvem e podem ocorrer no memo canal (ou canai derivado dele) outra decarga formando o que e convencionou chamar de raio múltiplo que pode ter até 30 ou 40 decarga, ma têm uma média de 3 ou 4 decarga. Em língua inglea uma decarga à terra é denominada "troke" e um conjunto de troke da mema decarga é denominado "flah". Entre o troke e apó o último troke tem-e uma corrente de baixa intenidade e de longa duração. É intereante obervar que a primeira decarga de retorno (troke) tem maior intenidade que a egunda, ma eta tem uma taxa di/dt maior que aquela. 3

5 2. O parâmetro do raio Para o dimenionamento do componente do SPDA aim como da altura e afatamento de captore verticai e horizontai devem er coniderada ainda a carga total em coulomb ( de um flah) que o SPDA deve receber e conduzir para terra. Baeando-e em levantamento feito em vário laboratório epalhado pelo hemifério norte e um no hemifério ul (na África do Sul) foram contruído gráfico e tabela atravé do quai é poível exprimir cada parâmetro do raio em função da grandeza e da repectiva probabilidade. No projeto 81 (Secretariat) da IEC que deverá er dicutido pela comião 81.1 da ABNT foram adotado o eguinte valore para o parâmetro do primeiro troke E: a) Corrente (valor de crita) Para o Nível I: 200 ka Para o Nível II: 150 ka Para o Nívei III e IV: 100 ka b) Tempo de frente t1 e de cauda t2 válido para todo o nívei t1 = 10 m t2 = 350 m c) Carga em Coulomb de um "troke " de curta duração Para o nível I = 100 C Para o nível II = 75 C Para o nívei III e IV = 50 C d) Para a energia epecifica W/R total (do flah) dada em MJ/Ω Para o nível I = 10 MJ/Ω Para o nível II = 5,6 MJ/Ω Para o nívei III e IV = 2,5 MJ/Ω Para o troke ubequente foram adotado: a) Valor de crita da corrente Para o nível I : 50 ka Para o nível II : 37,5 ka Para o nívei III e IV : 25 ka b) Tempo de frente e de cauda t1 = 0,25 m e t2 = 100 m para todo o nívei c) inclinação média (entre 30% e 90%) Para o nível I : 200 ka/m Para o nível II : 150 ka/m Para o nívei III e IV : 100 ka/m Nota-e que por ee levantamento a corrente média é de 35kA e que no levantamento feito pela CEMIG é de 45kA, aproximadamente, ma o valore mai alto coincidem em toda a pequia. Só recentemente têm ido regitrado cao muito raro de corrente acima de 300kA que ão denominado uper-raio. É precio ainda verificar e a corrente ão memo tão elevada ou e ão erro de medição. Para a decarga de longa duração foram adotado: a) Carga Q1 Para o nível I : 200 C Para o nível II : 150 C Para o nívei III e IV : 100 C b) Duração (tempo durante o qual a corrente fica acima de 10% do valor de crita) Para todo o nívei: 0,5. 3. Claificação da Intalaçõe. 3.1 Segundo a norma ANSI C Inicialmente a referida norma divide o ambiente da intalaçõe em que podem etar o equipamento em Categoria de Localização: A, B e C com olicitaçõe crecente de A para C. Baicamente o ambiente A é do ramai, o B é do quadro de ditribuição e C é da entrada. 4

6 Além de localização é coniderada também a expoição ao urto: baixa, média e alta e a categoria paam a er denominada com um índice adicional. Exemplo: A1, A2, A3. A expoição é coniderada alta quando o índice cerâunico da região é elevado, a etrutura etá em ituação iolada e a linha ão expota (não correm entre prédio de concreto mai alto ou e ubterrânea etão em duto não metálico). É coniderada baixa e o índice cerâunico é baixo, a etrutura etá entre outra mai alta e a linha etão blindada pela etrutura vizinha. Um exemplo de alta expoição é o de um edifício iolado em zona rural ituado no alto de um morro em zona de índice cerâunico maior que 80. Para cada ituação, com bae em levantamento etatítico, ão dada etimativa da tenõe e corrente com forma de onda padronizada. A dua onda padronizada ão: 1. Onda amortecida (ring wave) 0,5 m khz: É uma onda enoidal exponencialmente amortecida que atinge o valor de crita em 0,5m e depoi ocila com a freqüência de 100 khz. 2. Onda combinada (combo wave): 1,2/50 m - 8/20 m: É a onda produzida por um gerador de impulo que em vazio fornece um impulo de tenão com a forma 1,2/50 e em curto circuito fornece uma onda de corrente da forma 8/20. No USA é denominado gerador Combo e na Europa é conhecido como gerador híbrido. Por ee motivo ela não é epecificada para a categoria C. Por outro lado, o impulo unidirecional não é epecificado para a categoria A porque ao paar pela fiação ofre modificação pela indutância e capacitância da fiação, tonando-e uma ring wave. A onda amortecida tem o eguinte valore definido para tenão, corrente e impedância efetiva (tabela 1). A onda combinada tem o eguinte valore epecificado:(tabela 2) O valore de tenão e corrente (de crita) ão o eperado em cada uma da localizaçõe. 3.2 Segundo a Norma IEC A IEC divide a intalaçõe em quatro categoria I, II, III e IV, dede a entrada (I), quadro de ditribuição (II) e ramai (III). A categoria IV é do equipamento que erão ligado apó a categoria III e que deverão ter uma proteção adicional, com redução da tenão por um dipoitivo de proteção contra urto. A IEC fornece tabela com o valore da tenõe mai comumente utilizada e a tenõe que deverão er uportada pelo equipamento na divera categoria. A tendência dentro do Comité 81 da IEC é introduzir o conceito de zona de proteção da compatibilidade eletromagnética ou também chamada proteção topológica Em cada interface entre a zona deverão er intalado dipoitivo de proteção contra urto (SPD, conervando a abreviação em inglê) a erem dimenionado de acordo com a tenão e corrente que podem chegar a ea interface. Para io, o fabricante de SPD' deverão fornecer não ó a tenão reidual (ou de grampeamento) ma também a corrente que poderá paar para o SPD eguinte ou para o equipamento protegido. A onda amortecida 0,5 u khz repreenta o delocamento ao longo da fiação de um impulo unidirecional de tenão aplicado na entrada da intalação. Na entrada da intalaçõe deverão, por ea filoofia, er intalado pára-raio de grande capacidade de ecoar corrente de impulo e que erão denominado pára-raio de corrente; o demai erão denominado pára-raio de tenão ou upreore de urto. Uma da dificuldade é a determinação da capacidade dee pára-raio de corrente: e compararmo a corrente do raio para o nível III (100 ka) com a capacidade atual pedida para o pára-raio de baixa tenão (5kA), vemo que é muito grande a diferença entre ee doi valore. Quando cai um raio em uma edificação conidera-e que 50% da corrente vai para o itema de aterramento e que o retante ai pela tubulaçõe metálica e fiaçõe que penetram na etrutura. Se a proteção for de acordo com o nível I ( a corrente de projeto ão de 200 ka) a tubulaçõe forem de plático e o circuito for monofáico, airão pelo condutore corrente da ordem de 100kA; ete é um cao extremo que algun conideram exagerado e impoível de acontecer enquanto outro conideram que o pior cao é que deve er coniderado. 5

7 O equipamento, por ua vez deverão er epecificado pela tenõe e corrente uportávei e não ó pela tenõe como atualmente. O protetore erão coniderado quadripolo caixa preta, que recebendo uma tenão e uma corrente, deixarão paar uma tenão e uma corrente menore. Ete valore erão comparado com a caracterítica do SPD eguinte ou com a caracterítica uportávei do equipamento. Ea filoofia ainda demorará algum tempo para er implantada poi dependerá do de acordo de vária comiõe de diferente comité como o de proteção (81), coordenação de iolamento (28) intalaçõe (64) e para raio (37). Foi formado um grupo de etudo com repreentante do vário comité que deverá elaborar um documento a er aprovado independentemente por cada um dele. Etima-e em 2 a 3 ano o tempo neceário para e chegar a um coneno e elaborar um documento geral a er ubmetido à aprovação do diferente paíe o que não deverá acontecer ante do ano A ABNT tem adotado como procedimento báico eguir a norma da IEC ma nete cao, enquanto não for publicado o documento final da IEC poderia er elaborado um documento baeado na norma ANSI acima referida ob a forma de um guia para não ficarmo no vazio. Baeando-no neta norma apreentamo a eguir a recomendaçõe para proteção do circuito de força e de telefonia. 4. Técnica de Aterramento 4.1: A finalidade A finalidade do aterramento na intalaçõe de itema de proteção contra decarga atmoférica (SPDA) é diipar no olo a corrente do raio recebida pelo captore e conduzida pela decida. Quando da diipação devem er atifeita a eguinte condiçõe: n Não devem urgir diferença de potencial entre equipamento ou parte de um memo equipamento; n Não devem urgir no olo diferença de potencial que cauem tenõe de pao perigoa à peoa; n Não devem urgir entre a parte metálica e o olo diferença de potencial que cauem tenõe de toque ou decarga laterai à peoa. Para erem atifeita ea condiçõe procura-e, equalizar o referenciai de potencial da diferente entrada (força e telefone, por exemplo) de modo que não urjam diferença de potencial perigoa ao equipamento. É precio que a maa do equipamento ejam também mantida ao memo potencial da alimentaçõe e do prédio para que não urjam diferença de potencial perigoa à peoa que etiverem em contato com o equipamento. Local Expoição Tenão (kv) Corrente (ka) Impedância (ohm) A1 Baixa 2 0,07 30 A2 Média 4 0,13 30 A3 Alta 6 0,2 30 B1 Baixa 2 0,17 12 B2 Média 4 0,33 12 B3 Alta 6 0,5 12 Tabela 1- Valore uuai para onda amortecida. Local Expoição Tenão (kv) Corrente (ka) Impedância (ohm) B1 Baixa B2 Média B3 Alta C1 Baixa C2 Média C3 ALTA Tabela 2- Valore uuai para onda combinada. 6

8 n Fazer o aterramento em anel ou em anel com hate verticai para que a ditribuição do potencial no terreno eja mai "uave". n Um revetimento do terreno com uma camada de concreto ou afalto de pelo meno 5cm reduz a corrente que podem paar pelo corpo da peoa que etejam em área aberta durante a trovoada. n Afatar a peoa da decida, aumentar o número de decida, diminuir a indutância da decida e revetir o olo como indicado acima. Com ito o rico a que a peoa etão ujeita ão reduzido ao mínimo. n Aumentar o número de hate em paralelo, o que, muita veze não é prático. Com o tratamento conegue-e reduzir a reitência de 30,40 ou 50% do valor original endo melhore o reultado para o valore mai alto. 4.3 A medição da reitência de terra Quando e mede a reitência de terra de um itema de aterramento, intalando-e onda auxiliar de corrente a uma ditância grande (maior que de 10 a 20 veze a dimenão máxima da malha) e variando a poição da onda de tenão obtém-e uma curva cujo apecto típico é o eguinte: 4.2 O valor da reitência A norma NBR fixa em 10Ω o valor máximo de referência. Ete é o valor que e deve procurar atingir. Reconhece-e que em terreno de alta reitividade é difícil coneguir valore dea ordem. Para baixar a reitência, deve-e: nfazer um tratamento da hate verticai, intalando-a dentro de furo de 30cm de diâmetro, com a profundidade da hate, preenchido com bentonita. Não tem ignificado, poi, na medição a ditância pequena, etaremo no trecho inicial da curva e nunca aberemo o valor real da reitência de terra. Ete é o cao da medição da reitência de terra do anéi em torno do prédio. 7

9 5. A blindagem da intalaçõe Para reduzir o campo eletromagnético gerado pelo raio e que podem cauar obretenõe na fiaçõe ou diretamente no aparelho e equipamento, deve-e intalar o condutore dentro de canaleta ou leito de cabo metálico contínuo e aterrado; e ea canaleta ou leito forem fechada a blindagem erá maior; o memo reultado e obtém intalando a fiaçõe dentro de eletroduto metálico contínuo e aterrado. A ferragem da telha de concreto protendido ou da laje de concreto armado também oferecem uma certa blindagem, diminuindo a tenõe induzida na fiaçõe. No cao da alimentaçõe do EES (equipamento eletrônico enívei) ou de linha de dado é recomendável uar uma boa blindagem como recomendado acima. É recomendável, poi, aterrar toda a canaleta, calha, duto e eletroduto metálico, e fechar aquela com linha de dado, telefonia ou de alimentação de EES. 5.1 Influência da ferragem do concreto armado na blindagem da intalaçõe. Quando a ferragem do concreto armado é amarrada, conectada ou oldada de modo a e ter uma malha (gaiola) metálica envolvendo o edifício tem-e uma blindagem natural que vai reduzir o campo magnético e portanto a tenõe induzida no condutore. Se ea gaiola for uada como parte do itema de proteção contra decarga atmoférica (SPDA) como é a tendência atual, a corrente do raio paarão ao longo de eu condutore. Embora ainda não haja um procedimento de cálculo da atenuação obtida com ea Gaiola é poível fazer uma etimativa. O projeto 81/ da IEC dá uma indicação para ea etimativa, comparando a blindagem de uma etrutura de concreto armado com a obtida por uma proteção pelo nível I, na qual o condutore de decida de 8mm de diâmetro etão afatado de uma ditância de 10m. Aim, obtém-e uma melhoria de 55,8dB ou uma blindagem 615 veze melhor, e a parede tiverem barra de 12mm de diâmetro ditanciada de 10 cm. Se a ditância for aumentada para 20 cm e a barra para 18mm de diâmetro o ganho erá de 47,5dB ou 237 veze. Se a ditância entre a barra for aumentada para 1m uando-e barra de 50mm de diâmetro a melhoria erá de 24,2 db ou 16,2 veze. É intereante obervar que a norma de telefonia pedem que a proteção do edifício pronto que devam receber nova centrai telefônica eja feito no nível I incrementado (com ditância entre a decida de 2,5m ou meno ao invé do 10m, como pedem a IEC 1024 e a NBR para o nível I). Em um prédio que vá abrigar Equipamento Eletrônico Senívei (EES) é poível em cao epeciai intalar tela de fio oldado (TELCON) interligada à ferragem da viga, coluna e laje e com io obter reduçõe maiore que a indicada acima. Em um prédio pronto deve-e aumentar o número de decida. 5.2 Influência da topologia Quando e tem em uma intalação doi ou mai EES alimentado por linha de força e linha de dado (ou de inal) é poível, por uma melhoria da topologia reduzir a área envolvida e portanto a tenõe induzida. Aim, por exemplo, a fiaçõe de dado e de força de um computador deverão correr próxima uma da outra para reduzir a área entre ela; a proximidade não pode er muito grande poi poderá haver perturbação no inai pelo campo magnético gerado pela corrente do condutor de força. A letra no monitore ficariam " tremendo" e dificultando ou memo impoibilitando a leitura. Um afatamento de 30 cm é coniderado atifatório. O memo e pode dizer para uma intalação de um televior em que o cabo da antena dece muito afatado da linha de força. Nota: Chamamo a atenção para o fato de que a proteção pelo método da gaiola não aegura que o campo erá nulo em todo o interior da etrutura como em geral e admite. De fato, quando a gaiola é atingida por um raio, o campo ó erá nulo e a corrente e ditribuir uniformemente por todo o condutore da gaiola e aim memo ó no centro da gaiola. Devemo no preocupar com a vizinhança do condutore da gaiola porque em torno dele haverá um campo magnético que poderá induzir tenõe em condutore paralelo a ele. Aim, a fiaçõe que correrem paralela ao condutore de decida ou ao condutore de uma malha intalada na cobertura devem er intalado dentro de tubulaçõe ou calha metálica aterrada como indicamo acima. De qualquer maneira, o rico à peoa é deprezível. 6. Proteção do circuito de força e de telefonia 6.1.Circuito em média tenão. Ete circuito etão normalmente protegido por pára-raio de 12kV, 5kA o quai eram até pouco tempo atrá do tipo válvula com centelhador ma atualmente etão endo trocado por outro do tipo em centelhador com varitor de ZnO. 8

10 Alguma conceionária, em algun circuito, utilizam pára-raio de 10kA que apreentam um melhor nível de proteção e uma maior durabilidade, ma na maioria do cao ele não apreentam muita vantagem em relação àquele de 5 ka. O pára-raio de media tenão deixam paar urto de tenão da ordem de 40 a 50kV o quai pela capacitância paraita entre o enrolamento do tranformador paam para o ecundário com valore da ordem de 4 a 6kV. Como tenõe deta ordem de grandeza não ão uportada por aparelho mai enívei, torna-e neceário intalar protetore também na B.T. do tranformadore. Há também o rico de erem induzido urto de tenão diretamente no circuito ecundário, quando ete ão longo e expoto ao campo gerado pelo raio (quer ejam circuito aéreo, quer ejam ubterrâneo e não etejam dentro de tubulaçõe metálica aterrada). 6.2.Circuito em Baixa Tenão. A condiçõe iniciai para uma adequada proteção interna ão: n A barra de Neutro (N) e proteção (PE ou T) devem etar interligada e aterrada, na origem da intalação n Deve haver um Terminal de Aterramento Principal (TAP ou LEP ou ainda BAP) no qual devem etar interligado o N e PE aim como toda tubulação metálica que entre na edificação e o terminai terra do protetore. Do TAP deve air uma ó ligação ao aterramento geral da intalação que na maioria do cao é o anel de aterramento. Se a tenõe forem muito mai alta é porque há algum erro de intalação e e forem nula é porque em algum ponto o N e o PE etão interligado. n Na entrada da intalação de telefonia deve haver um TAT (terminal de aterramento de telecomunicaçõe) aonde deve etar ligado a blindagem do cabo telefônico, o terra do protetore intalado no DG(Ditribuidor Geral), e a etrutura do quadro, painéi, leito e demai componente metálico. Ete TAT deverá etar ligado ao TAP. 6.3 A ecolha do protetore de força Uma vez decidido que e deva fazer a proteção do circuito ecundário, a ecolha da caracterítica nominai do vário dipoitivo à dipoição deve er feita de acordo com o grau de expoição da intalação, com o nível de trovoada da região (nível cerâunico), com a poição do componente no circuito e com a uportabilidade do equipamento que e deeja proteger. Aim é que o dipoitivo que etejam mai perto da fonte erão de maior capacidade que o eguinte e o mai próximo da carga deverão apreentar o melhor nível de proteção. É a proteção ecalonada. A norma americana e européia coincidem nete ponto, divergindo no modo de ecalonar o dipoitivo. A norma mai antiga é a ANSI C enquanto a da IEC etá em fae final de projeto. Será uma complementação da IEC 1024-I que erviu de bae para a NBR Na aída do tranformadore ão epecificado pára-raio de 40 ou 50 ka (que pelo projeto da IEC ão deignado pára-raio de corrente) no quadro de ditribuição ão uado protetore de 8 a 10kA e junto à carga mai enívei ão epecificado upreore de urto de 2 a 4 ka. É precio que entre doi dipoitivo de proteção exitam pelo meno 15 metro de condutor para que o intalado mai longe da fonte não atue ante e tenha que decarregar corrente acima de ua capacidade. Note-e que a corrente nominal do protetore de baixa tenão é a corrente que ele é capaz de ecoar uma única vez. Para outra corrente menore o fabricante fornece uma curva de durabilidade; cotuma-e ecolher a corrente que ele é capaz de ecoar um número elevado de veze em relação à probabilidade de ocorrência dea corrente. 6.4 Proteção de telefonia e proteção de cabo de dado n A tenão entre o N e o PE no quadro de ditribuição deve er inferior a 1 (de preferência) ou 2 Volt e houverem EES ligado a ee quadro. Quando a tenõe ão alta é porque etá havendo um deequilíbrio muito grande entre a carga ou quando o condutor de Neutro não etá devidamente dimenionado. A coneqüência é o aparecimento de ruído no Computadore ou outro EES. A centrai telefônica eletrônica têm uma uportabilidade ao urto muito mai baixa que a antiga centrai eletromecânica. Por ee motivo não e pode uar para protegê-la o tradicionai módulo que contêm omente centelhadore a gá ou ete com bobina térmica, o quai reduzem o urto a valore da ordem de 700 a 800V. Para ete tipo de central ão uado protetore híbrido com um centelhador e um varitor ou centelhador e diodo de 9

11 proteção fina. Como o componente de informática trabalham com tenõe baixa (5 a 25Volt) conegue-e um nível muito bom de proteção fina, cerca de 10 % acima da tenão de operação. Ee protetore ão fabricado para cabo coaxiai ou pare de condutore telefônico em peça para doi ou quatro condutore ( um ou doi pare). 6.5 A proteção da câmera de TV para vigilância urto (Tranzorb ou TAZ ou ainda Tranzil). Mai recentemente urgiram no mercado módulo protetore totalmente de etado ólido, com um ou doi componente (tiritore). Com o híbrido ou com o de etado ólido a tenõe ão reduzida a valore da ordem de 200 a 300V ou ainda meno, dependendo da tenão de operação. O módulo MPH 160 padrão Telebrá atifazem à condiçõe de proteção da centrai eletrônica. É precio empre verificar o componente do módulo encontrado no repreentante e ditribuidore poi frequentemente encontram-e módulo de mema cor ma com componente muito diferente. É melhor comprar empre diretamente do fabricante, o qual reponde pelo produto. Ete módulo devem er intalado no DG, no tronco e no ramai que aiam para fora do prédio da adminitração. Quando a linha de pare telefônico vão para outro prédio deve-e intalar protetore análogo na entrada do prédio ou junto ao aparelho, com o terminai terra ligado ao TAP ou ao condutor PE mai próximo, no prédio. Se não houver um quadro com a bae para o módulo e forem pouca linha, exitem protetore com o memo componente para 2 a 6 ou 8 linha. Para a linha de dado a filoofia é a mema: uame protetore híbrido ma aqui, com trê componente, a aber: um centelhador para decarregar a maior parte da energia do urto, um varitor para abaixar a tenão que o centelhador deixou paar e um diodo de urto para dar a A câmera de TV ficam em poição muito expota à decarga atmoférica direta e ao efeito indireto da decarga que caem na proximidade, num raio de 1 a 2 quilômetro. Normalmente ão doi o ponto fraco que neceitam da intalação de protetore : n o cabo coaxiai de interligação entre a câmera e entre eta e a central; na alimentação de força do motore de movimentação, normalmente em 110V ou 220V. Quando o cabo de informação ão de fibra ótica, fica dipenada a proteção, já que ele ão imune à radiaçõe eletromagnética. Poderão er danificado o converore inal elétrico - inal luminoo e vice vera na ua alimentação. A alimentação de força da câmera precia er protegida por varitore de capacidade elevada (15 ka para cima) ou conjunto de varitore e centelhadore com a mema capacidade. Se forem uado ete último erá neceário prover a alimentação de fuívei que cortem a alimentação quando o centelhadore ficarem em "curto" como normalmente acontece, quando a tenão de alimentação é uperior a 20/30V. Para evitar a queda de raio diretamente obre a câmera ão intalado normalmente hate tipo Franklin. 10

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