A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY

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1 27 A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY 1 RESUMO: A tecnologia da informação e comunicação - TIC ampliam o epaço para comunicação e interação na mema proporção em que modificam o uo da linguagem. Nee contexto, por ua natureza não-linear e aberta o hipertexto deafia o leitor na produção de entido ao longo de múltipla conexõe entre bloco de informaçõe e texto. Além dio, a intertextualidade e a convergência entre a linguagem verbal, viual e onora diferenciam a leitura no hipertexto da leitura em texto impreo. Palavra-chave: leitura, produção de entido, hipertexto, web. t r a v e i a e d. 1 0 i n ABSTRACT: The information and communication technologie pread the pace for communication and interaction in the ame way that change the ue of language. In thi context, becaue of non-linear and open nature the hypertext challenge the reader in the production of ene on web during the multiple connection between information pad and other text. Beide that, intertextuality and the convergence between verbal, viual and ound language differ reading in hypertext from reading pre text. Keyword: reading, production of ene, hypertext, web. Introdução O aprimoramento contante da chamada tecnologia da informação e comunicação TIC poibilitam entre outra mudança a criação de diferente epaço para a pequia, a ecrita e a leitura. Com a ampliação do uo da rede mundial de computadore Internet, para a comunicação, a informação e a interação, o uo da língua tende a e adaptar a fim de atender a uma comunicação dinâmica e interativa. Além dio, a rede permite que a relaçõe entre ecritor, leitor e texto também ejam alterada (SOARES, 2002; BRAGA, 2005). Diante dio, o preente trabalho objetiva dicutir a mudança ocaionada no uo da linguagem no contexto da web, em epecífico a atividade de leitura e a produção de entido no hipertexto. A Internet, rede mundial de computadore, poibilita que a criação de epaço para comunicação, interação e colaboração entre a peoa em diferente página da web. 1 Licenciada em Letra Portuguê e Inglê - UNIOESTE. Metre em Educação - UEM. 27

2 28 Na web, o texto verbal ainda permanece como o foco da produçõe, entretanto, o que e oberva é a convergência entre elemento viuai, onoro e verbai na contituição de novo gênero textuai caracterítico dete uporte. O fato incontete é que a Internet e todo o gênero a ela ligado ão evento textuai fundamentalmente baeado na ecrita. Na Internet, a ecrita continua eencial apear da integração de imagen e de om (MARCUSCHI, 2005, p.19). Ainda conforme Marcuchi (2005) na rede a poibilidade comunicativa provocam a criação de novo gênero e/ou a convergência entre ele, o que para o pequiador não altera a etrutura da língua porém, promova mudança ignificativa no uo deta. Tai mudança podem er obervada na contituição do texto, que nee uporte ão denominado hipertexto. Para Koch (2007), hipertexto refere-e a uma forma de ecrita que rompe com a linearidade e etrutura equencial de um texto impreo convencional. Além dio, para o hiperleitor, o aceo a outro texto e página é poível atravé do hiperlink (nó entre um bloco de informação e outro), diponívei na uperfície do texto. Do ponto de vita linguítico, oberva-e que no epaço comunicativo íncrono (em tempo real) como o bate-papo e o Meenger por exemplo, a língua ofre modificaçõe principalmente na grafia da palavra que tendem a er abreviada. Além dio, percebe-e a inerção de elemento gráfico como o emotion (elemento gráfico uado para exprear emoçõe). No que e refere à dimenão dicuriva, na página da web é poível encontrar o mai variado gênero e uo da língua em ituaçõe formai ou não. Leitura na web Em um contexto de divulgação e contante ampliação do uo da rede mundial de computadore em diferente etore da ociedade, o que e oberva é a criação de novo epaço para atividade de linguagem (MARCUSCHI, 2005; BRAGA, 2007). Na web, há diferente epaço para comunicação íncrona (tempo real) e aíncrona bem como epaço em que a produção e a divulgação de texto peoai. Eta realidade provoca a adaptação no uo da língua para efeito de comunicação online. O gênero que ão produzido e divulgado nee uporte tendem a contituir-e híbrido e volátei, uma vez que incorporam caracterítica de gênero já exitente memo em outro uporte. Diante dio, ler na web requer do leitor o etabelecimento de objetivo e a criação de critério a fim de que a produção de entido não eja prejudicada pela navegação em hyperlink de forma aleatória. A 28

3 29 leitura no hipertexto requer do leitor o deenvolvimento de habilidade para navegar pelo hipertexto elecionado o hyperlink de informaçõe ou texto que ejam relevante à contrução de conhecimento. Segundo a definição apreentada por Koch e Elia (2007) na perpectiva ociointeracionita, leitura é uma atividade complexa de interação e de produção de entido contante, haja vita que requer do leitor a articulação e a compreenão do apecto linguítico preente no texto bem como a mobilização do eu conhecimento enciclopédico. Ainda egundo a pequiadore no proceo de produção de entido de um texto ão neceário a mobilização de etratégia cognitiva e interacionai. Por ea razão, a produção de entido para um texto, eja ele verbal ou não-verbal contitui-e em uma atividade de natureza ociocognitiva. O hipertexto repreenta um modo de ecrita e de organização textual de natureza não-linear e fluída. Devido à ua caracterítica em rede, o hyperlink diponívei em cada trajetória de leitura do hipertexto fazem com que o leitor tenha aceo a múltiplo bloco de informaçõe e texto. Por ea razão, a intertextualidade é uma da caracterítica que compõem um hipertexto (MARCUSCHI, 2005; BRAGA, 2007; KOCH, 2007). O hipertexto não é feito para er lido do começo ao fim, ma por meio de buca, decoberta e ecolha, que irão levar à produção de UM entido poível, entre muito outro. Ou eja, no hipertexto a multiplicidade de leitura é a condição mema de ua exitência: ua etrutura flexível e não-linear favorece buca divergente e o trilhar de caminho divero (KOCH, 2007, p. 28). Para Braga (2007), a natureza multimodal de texto diponívei na web por aproximarem a fala da ecrita faz com que ea mídia poibilite o aceo de grupo meno favorecido, meno letrado, à variedade linguítica e dicuriva, o que para a pequiadora reflete o caráter democratizador da rede. Se por um lado a ecrita tende a adaptar-e na página da web, o proceo de leitura por ua vez ainda é norteado pela concepção de leitura convencional, que e realiza na página de material impreo. A dificuldade em produzir entido durante a leitura no hipertexto repoua no fato de ermo letrado para texto impreo, equenciai e lineare. Dea forma, a dipoição do texto em ua etrutura fragmentada, o tamanho e a cor da fonte, o inconveniente de ter que conectar-e à Internet ão apontada como uma da principai devantagen da leitura no hipertexto. Soma-e a io o fato de a [...] reolução atual de tela é pouco confortável para o proceo de recepção, uma vez que demanda movimento oculare mai amplo, que diminuem a velocidade de leitura. Ea dificuldade ão acentuada pelo canaço viual gerado pelo brilho da tela e pelo deconforto da poição fixa para a leitura. (BRAGA, 2005, p. 757). 29

4 30 Conforme Chartier (2002) o computador deempenha a função de integrar e ditribuir texto e dicuro, ante diponívei apena em material impreo. Diante do volume de texto e dicuro que veiculam na rede uma da preocupaçõe apontada diz repeito à habilidade de elecionar e ditinguir o dicuro e a fonte de informação diponívei nee uporte (CHARTIER, 2002). A leitura na página da web pode repreentar um deafio para um leitor com pouco conhecimento do funcionamento da ferramenta, io porque, diferente da leitura de texto convencionai impreo em que autor e leitor deempenham papéi ingulare, na leitura no hipertexto o leitor atua como co-autor do texto vito que o hipertexto é produzido no momento em que etá endo lido. A leitura realizada no hipertexto tende a er não-linear e decontínua haja vita que a informaçõe etão diponívei em fragmento que ão aceado conforme a ecolha realizada pelo leitor (CHARTIER, 2002; KOCH, 2007; BRAGA, 2004; 2007). Se por um lado, o hipertexto deafia o leitor à adaptar-e a compoição textual fluída e aberta, por outro, facilita que a atividade de conferência do conteúdo e/ou texto pequiado (CHARTIER, 2002; BRAGA, 2004). Tal poibilidade modifica profundamente a técnica cláica da prova (nota de rodapé, mençõe, referência), que preupunham a confiança do leitor no autor, na podendo aquele colocar-e no lugar dete diante do documento analiado e utilizado. Nee entido, a revolução da textualidade digital contitui também uma mutação epitemológica que tranforma a modalidade de contrução e crédito do dicuro do aber. (CHARTIER, 2002, p. 25) Conforme enfatiza Chartier (1999, 2002) a mudança no papel do leitor para co-autor faz com que ua colaboração eja imprecindível na produção do texto. No hipertexto aberto, aquele em que ao leitor modifica, inere ou exclui conteúdo, a quetão obre o direito autorai em materiai online é levantada. Para Chartier (2002), e por um lado a página da web ampliam a ação do leitor e o conduz a participar na produção texto, por outro, a poibilidade de colaboração aumenta o aceo da peoa à produçõe ecrita, ante retrita ao editore e reviore. Além dio, com o crecente proceo de digitalização de livro, o leitor não precia mai delocar-e até a biblioteca já que encontra diponível na rede um volume coniderável de obra de diferente área do conhecimento, ainda io, repreente um rico ao epaço público de leitura partilhada. 30

5 31 Segundo Baladeli; Altoé (2009) a produção de entido na leitura de hipertexto pode repreentar um deafio, io porque, durante a navegação, a ecolha realizada pelo leitor podem conduzi-lo a diferente bloco de informaçõe e página divera. Nee entido, aber o que e onde procurar poibilita ao leitor uma navegação meno dipera e por coneguinte, uma leitura mai eficaz. Ainda na perpectiva da pequiadora, o diferencial entre a leitura realizada em material impreo e em hipertexto etá no fato de ete último poibilitar maior participação e interação do leitor com o texto. Devido à ecolha realizada pelo leitor ao longo da navegação cada percuro de leitura realiza-e único, a cada trajetória uma leitura e a cada leitura um novo texto e configura. Para Koch (2007) além da função coeiva o hiperlink poibilitam que o leitor acee informaçõe em buca de maiore explicaçõe obre o que etá lendo, o que favorece uma leitura mai ignificativa. No entanto, conforme Elia (2005), o hipertexto não pode er compreendido como uma compilação de texto e como um texto aberto que e materializa a partir da trajetória percorrida por cada leitor. Groo modo, podemo conceituar o hipertexto a partir de trê caracterítica báica: a nãolinearidade do texto fonte, que poibilita ao leitor o aceo a outro tanto texto; a intertextualidade, que é favorecida pela conexão entre gênero, dicuro, área de conhecimento ditinta; e o apecto multiemiótico, evidenciado pela convergência entre linguagem viual, verbal e onora. Letramento digital O papel da linguagem não-verbal na compoição do hipertexto também precia er compreendido vito que a habilidade de ler recuro viuai torna-e imprecindível para a produção de entido nee uporte. Sendo aim, leitura na web ignifica interagir com linguagem verbal e não-verbal por meio da contrução do hipertexto. Leitura em um nível mai complexo requer a uperação da decodificação, a mobilização do conhecimento de mundo e a articulação do que já abe com a informaçõe que encontra no hyperlink. Nee entido, leitura na web ignifica interagir cada vez mai com texto multiemiótico contruído na interface de elemento viuai, verbai e onoro (BRAGA, 2005; MARCUSCHI, 2005). 31

6 32 Na web, devido à dipoição fragmentada em que o texto ão armazenado e linkado e pela carga de intertextualidade que o memo apreentam, para o leitor habituado a ler texto impreo, produzir entido durante a leitura no hipertexto não é tarefa fácil. O hipertexto não tem propriamente um autor; em primeiro lugar, porque a intertextualidade, preente, no texto impreo, quae excluivamente por aluão, no hipertexto e materializa, na medida em que ete e contrói pela articulação de texto divero, de diferente autoria no hipertexto, não há uma autoria, ma uma multiautoria. (SOARES, 2002, p ) Diante do uo crecente do computador e da Internet como uporte para texto convencionai, Marcuchi (2005) levanta a quetão obre a neceidade de deenvolver habilidade epecífica que permitam a peoa interagirem com ee texto multimodai e produzam entido ao que leem por uma perpectiva ociointeracionita. É nee entido que o conceito de letramento digital ganha detaque. Conforme pequia de (SOARES, 2002; BRAGA, 2005) er letrado digitalmente ignifica etar familiarizado com prática de leitura no ambiente convencional e digital. Ainda que controvero, em linha gerai o termo letramento digital têm ido utilizado para decrever a neceidade de deenvolver habilidade para compreender a prática de leitura e de ecrita que e materializam na rede. Conforme Soare (2002) letramento digital pode er conceituado como um etado ou condição em que o leitor e apropria da prática de leitura e de ecrita no contexto da tecnologia digital. Embora a concepção de leitura e o preupoto para produção de entido poam ugerir a equivalência entre a leitura de material impreo e a que e realiza no hipertexto, é nete último porém, que o leitor participa ativamente na produção. Sendo aim, ua ecolha ao longo do hyperlink ão determinante para a produção do texto e do entido. Da mema forma que o hyperlink deempenham a função coeiva e conectam texto entre i, por outro a etrutura reticular com que o hipertexto ão criado fazem com que o leitor tenha uma vião fragmentada do texto. Koch (2007) argumenta que ea multiplicidade de caminho proporciona ao leitor mai aceo e condiçõe para que o leitor contrua conhecimento e aprofunde-e no tema que lê. Entretanto, a pequiadora enfatiza que o reultado da leitura depende da habilidade do leitor em elecionar o que realmente é relevante para a produção de entido. 32

7 33 Conideraçõe finai A leitura e a produção de entido no hipertexto pode er mai complexa em relação a leitura realizada em material impreo, io porque, ao navegar por todo o hyperlink diponívei no texto fonte, além do rico de perder-e diante da conexõe poívei, o leitor tem pela frente a tarefa de tranformar a parte lida do texto em unidade ignificativa. Dea forma, vale realtar ainda o papel ativo do leitor na ecolha do hyperlink, primeiro elecionando o texto e/ou a informaçõe relevante à ampliação do conhecimento e em eguida decartando outro que não corroboram com a produção de entido. Nee entido, a reflexõe aqui expota proporcionaram a compreenão obre o caráter inovador que o hipertexto imprime à atividade de leitura bem como apontaram o deafio da produção de entido em um cenário em que a convergência entre linguagen torna-e contante. Além da compreenão do hipertexto como uma materialização dicuriva aberta e fluída, a leitura apontaram a emergência no deenvolvimento de habilidade epecífica para a leitura de texto na tela do computador e na web, a fim que o hyperlink efetivamente deempenhem a função de ampliar o conhecimento e corroborar com a produção de entido de um texto. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BALADELI, Ana P.D.; ALTOÉ, Anair. Preupoto para a compreenão do proceo de leitura na Internet: o hipertexto em foco. In: Congreo de Leitura do Brail. Campina. Anai do 17º COLE, Campina, SP,: ALB, Diponível em: Aceo em 03 mar BRAGA, Denie B. Hipertexto: quetõe de produção e de leitura. Revita Etudo Linguítico. Unicamp, Campina. XXXIV, p , BRAGA, Denie B. Linguagem pedagógica e materiai para aprendizagem independente de leitura na web. In: COLLINS, H.; FERREIRA, A. (org) Relato de experiência de enino e aprendizagem de língua na Internet. Campina, SP: Mercado de Letra, BRAGA, Denie B. Prática letrada digitai: conideraçõe obre poibilidade de enino e de reflexão ocial crítica. In: ARAÚJO, Júlio C. (org). Internet & enino: novo gênero, outro deafio. Rio de Janeiro: Lucerna,

8 34 CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. Tradução Reginaldo de Morae. São Paulo: Editora UNESP, CHARTIER, Roger. O deafio da ecrita. Tradução Fúlvia M.L. Moretto. São Paulo: Editora UNESP, ELIAS, Vanda M. da S. Hipertexto, leitura e entido. Revita de Linguítica Aplicada Calidocópio. Uniino, São Leopoldo. vol. 3, n.1, p jan/abr KOCH, Ingedore G. V. Hipertexto e contrução do entido. Alfa, vol. 51, n.1, p.23-38, 2007, São Paulo. KOCK, Ingedore G. V.; ELIAS, Vanda M. da S. Ler e compreender o entido do texto. 2 ed. São Paulo: Contexto, KOCH, Ingedore G. V. O texto e a contrução do entido. 9 ed. São Paulo: Contexto, MARCUSCHI, Luiz A. Gênero textuai emergente no contexto da tecnologia digital. In: MARCUSCHI, L.A; XAVIER, A.C. Hipertexto e gênero digitai. 2 ed. Rio de Janeiro: Lucerna, SOARES, Magda. Nova prática de leitura e ecrita: letramento na cibercultura. Educ. Soc., Campina, vol. 23, n. 81, p , dez

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