Usos do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expressão de Subjetividade e de Identificação 1

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Usos do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expressão de Subjetividade e de Identificação 1"

Transcrição

1 Uo do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expreão de Subjetividade e de Identificação 1 Élida Fabiani Morai de CRISTO; Haroldo França REBOUÇAS Neto; Jacklene de Souza CARRÉRA; Keila Marina Fukuhima RODRIGUES; Renata Trindade PINTO 2 Roaly de Seixa BRITO 3 Univeridade Federal do Pará, PA Reumo Ete trabalho volta-e para um etudo da rede ociai online e de o eta nova forma de interação ocial modifica o contorno da relação entre viibilidade e ubjetividade. Pretende-e decobrir e, a partir de uma análie viual e etética de determinado perfi no Orkut, mai epecificamente do avatare BuddyPoke preente nete perfi, é poível relacionar um uuário a determinado grupo ocial. No ambiente virtual, a forma o o indivíduo e motra (o que etá viível) nem empre poui coerência o que ele é na vida real. Ito porque a internet acentua a plexidade da contruçõe identitária, e no Orkut a divera ferramenta diponibilizada poibilitam variada forma de expreão do eu. Palavra-chave: internet; Orkut; ubjetividade; viibilidade Introdução Com a crie do modelo político vigente e a falência da metanarrativa, dá-e o alerta à chegada de uma nova época hitórica: a contemporaneidade. Para apreendermo ua caracterítica é poível detacar a influência direta da nova tecnologia da unicação e informação que trazem, à atualidade, outro dipoitivo de repreentação imbólica e de relaçõe interpeoai, baeada na contrução de nova forma de identidade ocial. Com bae nio, bem o na mudança da concepção de tempo-epaço e na fragmentação e efemeridade da relaçõe, referimo-no aqui à internet, coniderando-a 1 Trabalho apreentado na Divião Temática Comunicação Multimídia, da Inter Júnior Jornada de Iniciação Científica em Comunicação, evento ponente do XXXII Congreo Braileiro de Ciência da Comunicação 2 Etudante de graduação do 8º emetre do curo de Comunicação Social da UFPA e 3 Orientadora do trabalho. Profeora do Curo de Comunicação Social da UFPA. 1

2 muito mai o uma rede ocial do que apena uma rede de putadore. Tornando poível falar, no dia atuai, na exitência de rede ociai online, ito é, em relaçõe interpeoai mediada pela unicação por putador, na quai é permitido não ó a troca de informaçõe, ma a interação e a contrução de laço ociai. A ociedade pó-moderna encontra no ciberepaço o meio ideal para eta interação em novo molde. Na página da web que operam mundialmente (alguma de unicação intantânea, outra não) ão proporcionada diferente forma de expreão entre o uuário, e a interação pode alcançar membro em divero locai do mundo. Tai mudança na relaçõe ociai emergem de um portamento cultural muito acentuado na ociedade contemporânea, o chamado neotribalimo. De acordo Maffeoli (2000), eta tendência e dá a partir de afinidade e identificaçõe pontuai mediada pela cultura de conumo. Fato que implica em um pertencimento dinâmico do indivíduo a um grupo, de modo que eta tribo e apropriam da internet, tanto para a adaptação da forma de expreão de ua interaçõe, o também, para a afirmação de ua identidade coletiva. No preente etudo, utiliza-e o ite de relacionamento Orkut para invetigar algun perfi de integrante da unidade virtual Heavy Metal Brail. Dentro dee perfi, buca-e analiar e a contrução individual do BuddyPoke 4 exprea identificação e pertencimento dee membro do Orkut ao grupo do headbanger 5. Rede ociai online O avanço da internet no último 20 ano, obretudo no ano 2000, trouxe ferramenta nova e aperfeiçoou a já exitente de tal forma que o epaço ante detinado para troca de informaçõe e aemelha cada vez mai ao epaço reai 6 de convivência ocial. Dea forma, diferentemente do que e obervava até a década de 90, quando a unidade identitária ainda etavam fortemente ligada à territorialidade, atualmente o que e pode perceber ão forma de interação que 4 BuddyPoke é um avatar virtual na forma de peronagem animado em 3D que manifeta entimento e humor e interage o avatare do amigo virtuai do Orkut. 5 Headbanger ão o adepto do movimento Heavy Metal. 6 Segundo Pierre Lévy, o real não e contrapõe ao virtual: O virtual, rigoroamente definido, tem omente uma pequena afinidade o falo, o iluório ou o imaginário. Trata-e, ao contrário, de um modo de er fecundo e poderoo, que põe em jogo proceo de criação, abre futuro, perfura poço de entido ob a platitude da preença fíica imediata. LÉVY, Pierre (p.12) 2

3 dependem muito mai do deejo e interee un dentro de determinado grupo do que do epaço fíico que o eu indivíduo ocupam. O chamado ciberepaço, o já e abe, não reconhece fronteira e ditância geográfica enquanto obtáculo para a unicação entre eu membro. Ea caracterítica contribui para uma intabilidade do entimento de pertença a determinado grupo: temo mai facilidade para migrar de um grupo para outro, e ea facilidade no atrai porque deejamo fazer parte de mai de um grupo, deejamo criar novo laço identitário. Um grupo apena já não é uficiente para agregar todo o noo goto, toda a noa preferência, tudo o que omo ou queremo er. Trata-e de um território imbólico (LEMOS apud CORRÊA, 2004), que permite uma imulação do epaço da vida real e é contruído em boa parte pela projeção que o indivíduo fazem de um lugar deejado por ele. A ea formação de um território a partir de contruçõe particulare, Catell (2006) chama de privatização da ociabilidade : A ociabilidade etá e tranformando atravé daquilo que algun chamam de privatização da ociabilidade, que é a ociabilidade entre peoa que controem laço eletivo, que não ão o que trabalham ou vivem em um memo lugar, que coincidem fiicamente. [...] Eta formação de rede peoai é o que a Internet permite deenvolver mai fortemente. (CASTELLS apud CORRÊA, 2004). Ea nova ociabilidade contituída no ciberepaço não precia etar neceariamente relacionada ao convívio preencial entre o indivíduo. Por outro lado, ela neceita que a ubjetividade e motrem para que o outro indivíduo a enxerguem e poam e identificar e formar rede peoai de relacionamento. O Orkut e o BuddyPoke O Orkut é um tipo de rede ocial online. Criado em janeiro de 2004 pelo engenheiro da Google Orkut Büyükkokten, que deu nome ao invento, é um epaço etruturado o grande banco de dado que e dipõe a relacionar eu membro em rede (Barro, 2008). Trata-e de um ite onde cada membro pode criar eu perfil, um epaço para ele decrever e motrar ua peronalidade e ua preferência, interagir outro membro e participar de diferente unidade eleita por ele para por eu eu. A partir dele é reforçada a idéia da rede peoai de relacionamento, na medida em que torna todo o eu membro viívei un ao olhare do outro e poibilita que ecolham quem deejam e relacionar: 3

4 Ganha impulo a contituição de unidade virtuai, cuja principal peculiaridade é o fato de urgir de forma epontânea, quando e etabelecem agrupamento ociai bae em afinidade. O indivíduo não é obrigado a integrar determinada unidade, a motivação é individual, é eletiva, ubjetiva. (CORRÊA, 2004) Além dio, exite a facilidade do aceo ao meio de produção da menagem, a qual poibilita a conquita do olhar do outro na medida em que é o próprio indivíduo que contrói ua imagem. De acordo Fernanda Bruno, Uma 1ª hipótee é a de que o olhar do outro deixa de er dado pelo coletivo, pela ociedade e paa a er demandado, conquitado pelo próprio indivíduo. Em outro termo, o olhar do outro é privatizado, individualizado (Bruno, 2009). Se na vida real, perante o outro, ainda é poível deixar tranparecer alguma falha fíica ou da própria peronalidade, na vida virtual temo a chance de ermo quem quiermo, de exaltar noa qualidade e econder defeito de acordo o noo interee. O olhar do outro paa a er noo porque é contruído por nó memo. Sob diferente forma é poível contruir uma realidade de acordo noo deejo na internet. No Orkut, ão encontrado divero aplicativo (recuro extra) que poibilitam peronalizar ainda mai o perfil do uuário. No BuddyPoke, por exemplo, o aplicativo torna-e uma forma de auto-repreentação, que não neceariamente precia etar relacionada a realidade fíica ou portamental do uuário. Por meio dele, o uuário tem controle total obre a ua aparência, motrando-e da maneira o quer que o outro lhe vejam. Seu formato animado pode tanto reproduzir em deenho o que o indivíduo e propõe a er na vida real, quanto encorajá-lo a ir além de ua aparência e motrar-e totalmente diferente do que é fiicamente. O BuddyPoke, binado ao outro recuro do Orkut, é mai uma peça que põe um moaico da noa auto-repreentação dentro do ciberepaço. A unidade, o vídeo favorito, o perfil decritivo, entre outro, podem ou não ter relação entre i. E memo quando pouem uma coerência entre i, ua validade pode durar mee ou apena um dia: a qualquer momento podemo alterar a maneira o no apreentamo em noo perfil. No argumento de Bruno e Accioly, No âmbito da ubjetividade e identidade, o ambiente digitai têm por caracterítica a poibilidade de fragmentar a informação em unidade independente e utávei, o que permite arranjo divero. Dete modo, ão favorávei à concepção modular da identidade, contituída por módulo dicreto e 4

5 independente, montado de maneira a por um conjunto empre proviório. (BRUNO e ACCIOLY, 2007). Tribo urbana A interação decontínua entre indivíduo caracterítica e interee em um é uma particularidade marcante da contemporaneidade, o que o intelectual Michel Maffeoli denominou neotribalimo. A contituição dete grupo afinitário tem relação ua forma de ociabilidade e identidade atravé da contrução de uma ubjetividade um. Sendo aim, hábito, valore culturai, etilo muicai e/ou ideologia política emelhante ão ponto de convergência e união entre a peoa e ao memo tempo de fortalecimento de ua identidade. A falência da metanarrativa, valorização do conumo e a divera forma de interação ocial poibilitada pela nova tecnologia da unicação e informação propiciaram a formação deta tribo, uma vez que o indivíduo neceitam projetar ua auto-imagem por meio de elemento de identificação o outro. Nete cenário, emergem a tribo joven ou tribo urbana, que ão aim denominada poi a maioria dela é contituída no centro da grande cidade. Sua caracterítica ão a mema acima citada, porém e detacam entre ela o movimento de contracultura 7. Maffeoli (2000) define tribo urbana o divera rede, grupo de afinidade e de interee, laço de vizinhança que etruturam noa megalópole. Algun exemplo de tribo urbana ão o Punk, Gótico, Headbanger, Hippie, Skinhead etc. O preente etudo fará uma breve análie obre um grupo em epecifico: o headbanger. Heavy Metal Bateria forte e bem marcada, guitarra etridente e quae falante, ton grave e forte que variam abruptamente para agudo extremo e aveludado. Letra tema relacionado a proteto, que expream a obcuridade do er humano, 7 Surgida no Etado Unido na década de 1960, a contracultura pode er entendida o um movimento de contetação de caráter ocial e cultural. Naceu e ganhou força, principalmente entre o joven deta década, eguindo pela década poteriore até o dia atuai. Sua principai caracterítica ão valorização da natureza; vida unitária; luta pela paz (contra a guerra, conflito e qualquer tipo de repreão); vegetarianimo: buca de uma alimentação natural; repeito à minoria raciai e culturai; experiência droga picodélica, liberdade no relacionamento exuai e amoroo, anticonumimo; crítica ao meio de unicação de maa o, por exemplo, a televião;dicordância o princípio do capitalimo e economia de mercado. Fonte: 5

6 crítica ociai, picodelimo, fuga da realidade, ateímo, atanimo, triteza, medo e olidão. É neta ambientação muical que o apreciadore do Heavy Metal, ub-gênero do Rock, controem ua forma de ociabilidade entre i e o mundo de forma geral. Envolvido por eta etética onora, o apreciadore do Metal paaram a adquirir uma érie de caracterítica un, contituindo, a partir de então, uma relação de identificação entre i. Aim urgiram o headbanger, também conhecido o metaleiro. A contrução identitária do headbanger, no entanto, ultrapaa o etilo muical e engloba apecto etético que o ditinguem facilmente de outro grupo. Aim, caracterítica o cabelo prido, roupa ecura nome de banda, aceório chamativo o piercing, anéi, puleira e tatuagen, maquiagem ecura e acentuada, dentre outro, viam conolidar o pertencimento a eta tribo. Ete apecto que o caracterizam o integrante do grupo headbanger fortalecem o entimento de pertença por parte do indivíduo. Ele controem ua ubjetividade a partir da exteriorização dea caracterítica, o que jutifica a ecolha deta tribo para ete etudo. Pequia A fim de exemplificar a teoria até então expota, realizou-e uma pequia de campo dentro do ambiente virtual para verificar e, atravé da análie do apecto etético do avatar 8 BuddyPoke de um uuário do Orkut, é poível identificar caracterítica que o conecte a determinado grupo ocial. Para tanto, foram analiado 30 (trinta) perfi de integrante da unidade Heavy Metal Brail, no ite de relacionamento Orkut (ver tabela em anexo). Dentre ete, 15 (quinze) pouíam o aplicativo BuddyPoke. Ete avatare foram analiado egundo ua caracterítica viuai, levando em conta 6 (ei) apecto principai:,,, Calça, Sapato e Aceório. Como critério de análie, levou-e em conideração a caracterítica mai conhecida do headbanger, por pouírem um etilo peculiar: a cor predominante é o preto. Uam couro, e aceório rebite, corrente e gargantilha. Algun pouem 8 Avatar, egundo, Suely Fragoo, é: "(...) dede a mai imple repreentaçõe do uuário, tai o a eta que aparece na tela de acordo a movimentação do moue ou o apelido utilizado na interação atravé de texto até a repreentaçõe mai plexa, o a imagen gráfica refinada do peronagen em jogo de putador". 6

7 um viual mai neutro, poto por jaqueta jean, camieta de banda, calça jean e aceório (cinto, bracelete, puleira e têni alto ou coturno). Geralmente uam cabelo prido. Durante a análie, foram identificada trê categoria de auto-repreentação no BuddyPoke, que foram claificada de acordo o nível de afinidade etética o headbanger. São ele: o que pouem caracterítica explícita que o identificam o headbanger; o que pouem caracterítica pletamente diferente de headbanger e o neutro. Para ilutrar, utilizou-e uma imagem de avatar para cada categoria. Oito (08) do avatare BuddyPoke analiado pouem caracterítica explícita que o identificam o headbanger. Figura 1 No cao da figura 1, o avatar poui cabelo catanho e médio e pele bem pálida, que e aemelha ao corpe paint 9 utilizado por algun headbanger. Sua camia é preta e poui vária fivela em cinza. A calça é prida e preta, também fivela. A bota de cano alto e o cinto detalhe em metal pletam o viual. Podee notar claramente que o uuário, ao montar ete avatar BuddyPoke, tinha o objetivo não omente e auto-repreentar fiicamente, ma também enfatizar eu pertencimento à tribo urbana do headbanger. Apena trê (03) do BuddyPoke analiado pouem caracterítica pletamente diferente de headbanger. Sua roupa ão colorida. Veja o exemplo na figura 2. 9 Corpe paint (em Portuguê: pintura de cadáver) é um tipo de pintura facial em preto e branco hoje em dia muito utilizada por banda de black metal. Pode repreentar pintura de guerra, ou expreõe faciai que retratem entimento o ódio, agonia etc. Fonte: Wikipédia.org 7

8 Figura 2 O outro quatro (04) avatare pouem caracterítica neutra, que poderiam er de headbanger, ma não ão etereotipada. Veja o exemplo na figura 3. Figura 3 Conideraçõe Finai A não-coerência entre a aparência do avatar e a tribo urbana da qual o uuário é membro (Heavy Metal) demontra uma heterogeneidade que não e retringe ao Orkut, ma que integra grande parte da contruçõe identitária contemporânea. Na internet, ea plexidade é acentuada devido ao grande fluxo de informaçõe e à capacidade de atingir o mai variado grupo ociai, permitindo empre a agregação de novo elemento ao perfi identitário do indivíduo. Além dio, a facilidade de produzir menagen e de e tornar viível no ambiente virtual é outro fator que contribui para que o indivíduo e intam mai livre para projetar ua imagem de acordo ua ubjetividade. Ea liberdade permite que ejam criado perfi que podem ou não etar relacionado o que o indivíduo é fora do ambiente virtual. 8

9 O avatar em animação 3D que o uuário do Orkut controem é uma demontração clara de que na rede ociai online é o próprio uuário que define a maneira o o outro lhe vêem. Aim o a internet poibilita a projeção de um ambiente ocial deejado por nó, ela também permite que criemo uma imagem de nó memo de acordo o noo deejo, endo que ea imagem não precia etar relacionada a realidade fíica ou portamental do uuário (incluindo a realidade do grupo ociai do qual ele faz parte). Coniderando a caracterítica da contemporaneidade (o a emergência do novo dipoitivo de ociabilidade proveniente da NTIC), a ubjetividade exteriorizada o uma de ua coneqüência e, obretudo, diante do reultado coneguido a pequia, podemo afirmar que é poível, atravé da análie do apecto etético do avatar BuddyPoke de um uuário, identificar apecto que o conecte a determinado grupo ocial. Entretanto, apear de a maioria do avatare e auto-repreentarem tal qual é viualmente um membro do headbanger, exite um número coniderável de avatare que não poui emelhança explícita que o identifiquem o pertencente a eta tribo urbana, memo endo integrante da unidade Heavy Metal Brail. Io no demontra que o BuddyPoke, binado ao outro recuro do Orkut, é mai um ponente da auto-repreentação do indivíduo, embora poa reforçar o eu entimento de pertença a um coletivo. Portanto, no uo do avatar BuddyPoke, no Orkut, a ubjetividade individual não é obrepota pelo coletivo, ma paa a er formada por ele. No Orkut, a divera ferramenta diponibilizada poibilitam variada forma de expreão do eu virtual. Io e deve, principalmente, à mudança na relação entre viibilidade e ubjetividade, face à nova tecnologia da unicação. Referência bibliográfica Site: (Aceo em: 28/05/2009) Site: (Aceo em: 28/05/2009) 9

10 BARROS, Gêiza Oliveira; OLIVEIRA, Rodrigo Bomfim. A repreentatividade do candomblé da Bahia em unidade do Orkut. Trabalho apreentado no XXXI Congreo Braileiro de Ciência da Comunicação Natal, RN 2 a 6 de etembro de BRUNO, Fernanda. Máquina de ver, modo de er: viibilidade e ubjetividade na nova tecnologia de informação. Diponível em: BRUNO, Fernanda; ACCIOLY, Maria Inê. Second Life: vida e ubjetividade em modo digital. In: FREIRE FILHO, João; HERSEHMANN, Micael (org.). Novo Rumo da Cultura da Mídia. São Paulo: Editora Mauad, 2007, p CORRÊA, Cynthia H. Watanabe. Comunidade Virtuai Gerando Identidade na Sociedade em Rede. Rio de Janeiro, Diponível em: < (Aceo em: 29/05/2008). FRAGOSO, Suely; ROSÁRIO, Niia Martin do. Melhor que eu: um etudo da repreentaçõe do corpo em ambiente gráfico multiuuário online de caráter multicultural Diponível em: < (Aceo em: 28/05/2009) LÉVY, Pierre. O que é virtual? São Paulo: Ed.34, LIMA, Higo da ilva; BURGOS, Taciana de Lima. Internet e a Contrução da Comunidade Virtuai de Sentido. Trabalho apreentado no XXXI Congreo Braileiro de Ciência da Comunicação Natal, RN 2 a 6 de etembro de MAFFESOLI, Michel. O Tribalimo. In: O tempo da tribo. Rio de Janeiro: Forene Univeritária, 2000, p

11 Anexo Nickname Link do perfil Calça Sapato Aceório 1 Fabinho 法 比 奥 2 Marco Karpinki 3 GαBяIєL GяємIσσσσσ ;D Reny Tigani Marcelo Fernande Foneca 6 B µnø RaFaeL 7 [APD]Bruno Borge 8 Marco Túlio L. R. 9 Bruno Ceare 10 Thiago Loano ofile.apx?uid= ofile.apx?uid= médio preto médio catanho bem curto longo catanho, franja médio catanho médio, epetado, preto detalhe em azul catanho, um pouco prido curto catanho médio preto prido morena pálida (corpe paint) etampada detalhe em azul preta detalhe em cinza Camieta preta etampa de caveira Blua vermelha detalhe em branco azul ímbolo do Anarquimo preta de manga prida e etampa de caveira litrada em vermelho e verde etampa de ET de manga prida preta Camieta etampada vária fivela Calça jean Saia vermelha e Calça cinza detalhe em vermelho Calça Bermuda preta vária Sapato preto e vermelho Bota de cano alto Nenhum Cinto preto detalhe em prateado Sapato cinza Cinto cinza Sapato preto Sandália preta Sapato preto Nenhum Óculo Nenhum Sapato preto Nenhum Sapato preto Nenhum Sapato preto Gravata azul, tapa olho Sapato preto Puleira preta, 11

12 Caneo 11 Alexandro 12 [AÐM] Ðracula Nøƒeralt ofile.apx?uid= ofile.apx?uid= ofile.apx?uid= JR.!!! Petrúcio firefox 15 Carlo Auguto catanho, preo em rabo de cavalo curto loiro um pouco prido, catanho detalhe vermelho preto, curto e epetado médio catanho um pouco prido, preto detalhe em roxo morena cinza azul vária fivela preta etampa de caveira vermelha preta etampa de caveira Camieta preta ímbolo de interrogação de manga prida, obrepota por uma camia preta ímbolo do Anarquimo fivela em cinza e vermelho Bermuda roxa vária fivela Calça cinza Calça verdeecura Sapato azui Bota preta de cano alto Sapato preto Sapato preto detalhe em azul Sapato preto-ebranco mácara preta Boné roxo ímbolo do Anarquimo Puleira preta, cinto preto detalhe em prateado, cavanhaque Nenhum Nenhum Cavanhaque 12

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY 27 A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY 1 RESUMO: A tecnologia da informação e comunicação - TIC ampliam o epaço para comunicação e interação na

Leia mais

Inclusão Social dos Jovens nos Assentamentos Rurais de Areia com ênfase no trabalho da Tutoria e recursos das novas TIC s

Inclusão Social dos Jovens nos Assentamentos Rurais de Areia com ênfase no trabalho da Tutoria e recursos das novas TIC s Incluão Social do Joven no Aentamento Rurai de Areia com ênfae no trabalho da Tutoria e recuro da nova TIC MIRANDA 1, Márcia C.V.; SILVA 2, Fátima do S.; FÉLIX 3, Jânio 1 Profeora orientadora e coordenadora

Leia mais

SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS Reumo Luca Franco de Ai¹ Marcelo Semenato² ¹Intituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia/Campu Jataí/Engenharia Elétrica/PIBIT-CNPQ lucafranco_jty@hotmail.com

Leia mais

www.inglesdojerry.com.br

www.inglesdojerry.com.br www.ingledojerry.com.br AGRADECIMENTOS Meu mai incero agradecimento, A Deu, que em ua incomenurável e infinita abedoria tem me dado aúde e força para atravé dete trabalho levar o enino do idioma a peoa

Leia mais

CRECHE COMUNITARIA PINGO DE GENTE AV.Senador Levindo Coelho 130 Tirol CEP.30662-290 CNPJ: 21508312.0001/80

CRECHE COMUNITARIA PINGO DE GENTE AV.Senador Levindo Coelho 130 Tirol CEP.30662-290 CNPJ: 21508312.0001/80 ORGANIZAÇÃO PROPONENTE: CRECHE COMUNITARIA PINGO DE GENTE PROJETO : CUIDANDO EDUCANDO E CONSTRUINDO CIDADÃOS DO FUTURO. LINHA PROGRAMÁTICA DO PROJETO Creche, Educação Infantil, Socialização,Garantia de

Leia mais

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras Livro para a SBEA (material em contrução) Edmundo Rodrigue 9 4.1. Análie granulométrica Granulometria, graduação ou compoição granulométrica de um agregado é a ditribuição percentual do eu divero tamanho

Leia mais

COP Comunication on Progress EQÜIDADE DE GÊNERO

COP Comunication on Progress EQÜIDADE DE GÊNERO COP Comunication on Progre São Paulo, 28 de fevereiro de 2011 A Ferol Indútria e Comércio SA declara eu apoio contínuo ao Pacto Global. A Ferol acredita na diveridade e na pluralidade como ferramenta de

Leia mais

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação Confrontando Reultado Experimentai e de Simulação Jorge A. W. Gut Departamento de Engenharia Química Ecola Politécnica da Univeridade de São Paulo E mail: jorgewgut@up.br Um modelo de imulação é uma repreentação

Leia mais

Fotografando o Eclipse Total da Lua

Fotografando o Eclipse Total da Lua Fotografando o Eclipe Total da Lua (trabalho apreentado para o Mueu de Atronomia e Ciência Afin) http://atrourf.com/diniz/artigo.html Autor: Joé Carlo Diniz (REA-BRASIL) "Você pode e deve fotografar o

Leia mais

Palavras-chave:Algoritmo Genético; Carregamento de Contêiner; Otimização Combinatória.

Palavras-chave:Algoritmo Genético; Carregamento de Contêiner; Otimização Combinatória. Reolução do Problema de Carregamento e Decarregamento 3D de Contêinere em Terminai Portuário para Múltiplo Cenário via Repreentação por Regra e Algoritmo Genético Aníbal Tavare de Azevedo (UNICAMP) anibal.azevedo@fca.unicamp.br

Leia mais

O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES

O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES P A N Ó P T I C A O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES Daniel Pitzer Zippinotti Univeridade Federal do Epírito Santo - UFES 1. INTRODUÇÃO O preente trabalho procura apreentar

Leia mais

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos CAPÍTULO 10 Modelagem e repota de itema dicreto 10.1 Introdução O itema dicreto podem er repreentado, do memo modo que o itema contínuo, no domínio do tempo atravé de uma tranformação, nete cao a tranformada

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL EDITAL N.º 001/2007

CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL EDITAL N.º 001/2007 CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL EDITAL N.º 001/2007 A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE INHAMBUPE, Etado da Bahia, no uo de ua atribuiçõe legai, mediante a condiçõe etipulada nete Edital, repaldada no art. 37, II da

Leia mais

Observação: CURSOS MICROSOFT

Observação: CURSOS MICROSOFT Obervação: O material utilizado nete curo é de propriedade e ditribuição da emprea Microoft, podendo er utilizado por qualquer peoa no formato de ditribuição WEB e leitura em PDF conforme decrito na lei

Leia mais

Reconhece e aceita a diversidade de situações, gostos e preferências entre os seus colegas.

Reconhece e aceita a diversidade de situações, gostos e preferências entre os seus colegas. Ecola Báic a 2º º e 3º º Ciclo Tema 1 Viver com o outro Tema Conteúdo Competência Actividade Tema 1 Viver com o outro Valore Direito e Devere Noção de valor O valore como referenciai para a acção: - o

Leia mais

Lider. ança. para criar e gerir conhecimento. }A liderança é um fator essencial para se alcançar o sucesso também na gestão do conhecimento.

Lider. ança. para criar e gerir conhecimento. }A liderança é um fator essencial para se alcançar o sucesso também na gestão do conhecimento. Liderança para criar e gerir conhecimento Lider ança para criar e gerir conhecimento }A liderança é um fator eencial para e alcançar o uceo também na getão do conhecimento.~ 48 R e v i t a d a ES P M janeiro

Leia mais

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático coniderando o efeito do atrito dinâmico Antonio C. Valdiero, Carla S. Ritter, Luiz A. Raia Depto de Ciência Exata e Engenharia, DCEEng,

Leia mais

I Desafio Petzl Para Bombeiros Regulamento Campeonato Internacional de Técnicas Verticais e Resgate

I Desafio Petzl Para Bombeiros Regulamento Campeonato Internacional de Técnicas Verticais e Resgate ! I Deafio Petzl Para Bombeiro Regulamento Campeonato Internacional de Técnica Verticai e Regate A Spelaion, ditribuidor excluivo Petzl no Brail e o Corpo de Bombeiro de Goiá, etá organizando o Primeiro

Leia mais

EDUARDO VIDAL VIOLA PRONOMES PESSOAIS E MARCADORES DE PESSOAS NAS LÍNGUAS AMERÍNDIAS

EDUARDO VIDAL VIOLA PRONOMES PESSOAIS E MARCADORES DE PESSOAS NAS LÍNGUAS AMERÍNDIAS EDUARDO VIDAL VIOLA PRONOMES PESSOAIS E MARCADORES DE PESSOAS NAS LÍNGUAS AMERÍNDIAS CAMPINAS, 2015 i ii UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ESTUDOS DA LINGUAGEM EDUARDO VIDAL VIOLA PRONOMES

Leia mais

Pescando direitos. Medidas Provisórias nºs 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre as MP's 664 e 665 de 2014:

Pescando direitos. Medidas Provisórias nºs 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre as MP's 664 e 665 de 2014: Pecando direito Boletim Jurídico do CPP/ Abril de 2015. 1ª edição. Medida Proviória nº 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre a MP' 664 e 665 de 2014: Em 30 dezembro de 2014 foram promulgada a Medida

Leia mais

Digifort Standard Solução intermediária para instalação de até 32 câmeras

Digifort Standard Solução intermediária para instalação de até 32 câmeras Digifort Standard Solução intermediária para intalação de até 32 câmera A verão Standard fornece o recuro ideai para o monitoramento local e remoto de até 32 câmera por ervidor e por er a verão intermediária

Leia mais

P R O J E T O. Arte. Pneus

P R O J E T O. Arte. Pneus P R O J E T O Arte em C NSCIÊNCIA Promovendo a concientização ecológica utilizando como ferramenta a arte e o ecodeign, criando produto e artefato a partir de reíduo ólido de póconumo (pneu uado) como

Leia mais

O CORPO HUMANO E A FÍSICA

O CORPO HUMANO E A FÍSICA 1 a fae Prova para aluno do 9º e 1º ano LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Eta prova detina-e excluivamente a aluno do 9 o ano do enino fundamental e 1º ano do enino médio. Ela contém trinta quetõe.

Leia mais

EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO - UNICAMP EE-832 - LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA INDUSTRIAL EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS 7. Introdução A máquina de corrente

Leia mais

Rentabilidade das Instituições Financeiras no Brasil: Mito ou Realidade? Autores JOSÉ ALVES DANTAS Centro Universitário Unieuro

Rentabilidade das Instituições Financeiras no Brasil: Mito ou Realidade? Autores JOSÉ ALVES DANTAS Centro Universitário Unieuro Rentabilidade da Intituiçõe Financeira no Brail: Mito ou Realidade? Autore JOSÉ ALVES DANTAS Centro Univeritário Unieuro PAULO ROBERTO BARBOSA LUSTOSA PMIRPGCC - UNB/UFPB/UFPE/UFRN Reumo A dicuão obre

Leia mais

ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO E ANÁLISE PLÁSTICA DE VIGAS DE EDIFÍCIOS

ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO E ANÁLISE PLÁSTICA DE VIGAS DE EDIFÍCIOS Anai do 47º Congreo Braileiro do Concreto - CBC005 Setembro / 005 ISBN 85-98576-07-7 Volume XII - Projeto de Etrutura de Concreto Trabalho 47CBC06 - p. XII7-85 005 IBRACON. ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO

Leia mais

Quantas equações existem?

Quantas equações existem? www2.jatai.ufg.br/oj/index.php/matematica Quanta equaçõe exitem? Rogério Céar do Santo Profeor da UnB - FUP profeorrogeriocear@gmail.com Reumo O trabalho conite em denir a altura de uma equação polinomial

Leia mais

ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO

ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO Thale Cainã do Santo Barbalho 1 ; Álvaro Daniel Tele Pinheiro 2 ; Izabelly Laria Luna

Leia mais

Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada.

Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada. Compenadore 0.1 Introdução Controle 1 - DAELN - UTFPR Prof. Paulo Roberto Brero de Campo O compenadore ão utilizado para alterar alguma caracterítica do itema em malha fechada. 1. Avanço de fae (lead):

Leia mais

6.2.1 Prescrições gerais

6.2.1 Prescrições gerais CAPÍTULO 6.2 PRESCRIÇÕES RELATIVAS AO FABRICO E AOS ENSAIOS SOBRE OS RECIPIENTES SOB PRESSÃO, AEROSSÓIS, RECIPIENTES DE BAIXA CAPACIDADE CONTENDO GÁS (CARTUCHOS DE GÁS) E CARTUCHOS DE PILHAS DE COMBUSTÍVEL

Leia mais

A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA

A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA 329 A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS: OBSTÁCULOS E METAS DENTRO E FORA DA ESCOLA BRAZILIAN EDUCATION IN LAST DECADES: BARRIERS AND GOALS INSIDE AND OUTSIDE SCHOOL 1 t r a v e i a e d. 1 0 i n

Leia mais

Digifort Professional A solução ideal para empresas que necessitam o gerenciamento de até 64 câmeras

Digifort Professional A solução ideal para empresas que necessitam o gerenciamento de até 64 câmeras Digifort Profeional A olução ideal para emprea que neceitam o gerenciamento de até 64 câmera A verão Profeional fornece o melhore recuro para o monitoramento local e remoto de até 64 câmera por ervidor,

Leia mais

Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade

Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade Enterprie Quality Management [EQM] Excelência em Getão da Qualidade A Getão da Qualidade Total, do inglê Total Quality Management - TQM é uma etratégia de adminitração completa que tem como objetivo principal

Leia mais

PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Votos e Contribuição

PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Votos e Contribuição PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Voto e Contribuição Reponável pelo PM: Acompanhamento do Mercado CONTROLE DE ALTERAÇÕES Verão Data Decrição da Alteração Elaborada por Aprovada por PM AM.04 - Cálculo

Leia mais

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA Benjamin Mariotti Feldmann Mie Yu Hong Chiang Marco Antonio Brinati Univeridade de São Paulo Ecola Politécnica da

Leia mais

INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT

INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ESTUDANTES ERAMUS OUT INQUÉRITO - PROJECTO DE TUTORIA A ETUDANTE ERAMU OUT Dede já, agradecemo a ua participação neta nova etapa do Projecto de Tutoria a Etudante ERAMU verão OUT. Com ete inquérito, pretendemo dar a conhecer

Leia mais

Competências/ Objetivos Especifica(o)s

Competências/ Objetivos Especifica(o)s Tema B- Terra em Tranformação Nº previta Materiai Contituição do mundo material Relacionar apecto do quotidiano com a Química. Reconhecer que é enorme a variedade de materiai que no rodeiam. Identificar

Leia mais

UM NOVO EVENTO. Maior número de congressistas Maior visibilidade para sua marca Mais espaços para relacionamentos

UM NOVO EVENTO. Maior número de congressistas Maior visibilidade para sua marca Mais espaços para relacionamentos UM NOVO VNTO Maior número de congreita Maior viibilidade para ua marca Mai epaço para relacionamento imagn do 8º comrh MaiO/204 Um novo evento começa a er contruído. ua emprea pode fazer parte deta hitória.

Leia mais

Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias por Série de Potências e Transformada de Laplace

Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias por Série de Potências e Transformada de Laplace Reolução de Equaçõe Diferenciai Ordinária por Série de Potência e Tranformada de Laplace Roberto Tocano Couto rtocano@id.uff.br Departamento de Matemática Aplicada Univeridade Federal Fluminene Niterói,

Leia mais

operação. Determine qual o percentual de vezes que o servidor adicional será acionado.

operação. Determine qual o percentual de vezes que o servidor adicional será acionado. P r i m e i r o e m e t r e d e 2 4 Revião da Poion e da Exponencial. Suponha ue o aceo a um ervidor de web iga uma Poion com taxa de uatro aceo por minuto. (i) Encontre a probabilidade de ue ocorram aceo

Leia mais

Equações Diferenciais (GMA00112) Resolução de Equações Diferenciais por Séries e Transformada de Laplace

Equações Diferenciais (GMA00112) Resolução de Equações Diferenciais por Séries e Transformada de Laplace Equaçõe Diferenciai GMA Reolução de Equaçõe Diferenciai por Série e Tranformada de Laplace Roberto Tocano Couto tocano@im.uff.br Departamento de Matemática Aplicada Univeridade Federal Fluminene Niterói,

Leia mais

Digifort Enterprise A mais completa solução Digifort para monitoramento de câmeras e alarmes.

Digifort Enterprise A mais completa solução Digifort para monitoramento de câmeras e alarmes. Digifort Enterprie A mai completa olução Digifort para monitoramento de câmera e alarme. A verão Enterprie é o pacote que compreende todo o recuro diponívei para o Sitema Digifort, oferecendo total gerenciamento

Leia mais

CATÁLOGO DE CURSOS SELECIONADOS

CATÁLOGO DE CURSOS SELECIONADOS CATÁLOGO DE CURSOS SELECIONADOS Laureate Network Product & Service Copyright 2013 Laureate Education, Inc. ÍNDICE C A T Á L O G O L N P S ÍCONE Nome do Curo Língua Duração Deenvolvimento do Corpo Acadêmico

Leia mais

3 Fuga de cérebros e investimentos em capital humano na economia de origem uma investigação empírica do brain effect 3.1.

3 Fuga de cérebros e investimentos em capital humano na economia de origem uma investigação empírica do brain effect 3.1. 3 Fuga de cérebro e invetimento em capital humano na economia de origem uma invetigação empírica do brain effect 3.1. Introdução Uma da vertente da literatura econômica que etuda imigração eteve empre

Leia mais

PROTEÇÕES COLETIVAS. Modelo de Dimensionamento de um Sistema de Guarda-Corpo

PROTEÇÕES COLETIVAS. Modelo de Dimensionamento de um Sistema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema

Leia mais

AULA 02 POTÊNCIA MECÂNICA. = τ. P ot

AULA 02 POTÊNCIA MECÂNICA. = τ. P ot AULA 0 POTÊNCIA MECÂNICA 1- POTÊNCIA Uma força pode realizar um memo trabalho em intervalo de tempo diferente. Quando colocamo um corpo de maa m obre uma mea de altura H num local onde a aceleração da

Leia mais

BA.02: Vírus e Reino Monera BIOLOGIA

BA.02: Vírus e Reino Monera BIOLOGIA BA.02: Víru e Reino Monera ATIVIDADES 1. (CEFET) O víru podem er incluído na categoria do ere vivo por: a) erem contituído por proteína. b) reproduzirem-e por ciiparidade. c) crecerem por jutapoição de

Leia mais

Projeto Crescer I e II

Projeto Crescer I e II Projeto Crecer I e II Motra Local de: Araponga Categoria do projeto: I Projeto em Andamento (projeto em execução atualmente) Nome da Intituição/Emprea: Paulo Hermínio Pennacchi, preidente da Caa do Bom

Leia mais

CAPÍTULO 6 - Testes de significância

CAPÍTULO 6 - Testes de significância INF 16 CAPÍTULO 6 - Tete de ignificância Introdução Tete de ignificância (também conhecido como Tete de Hipótee) correpondem a uma regra deciória que no permite rejeitar ou não rejeitar uma hipótee etatítica

Leia mais

a medicina de família e comunidade, a atenção primária à saúde e o ensino de graduação Recomendações & Potencialidades

a medicina de família e comunidade, a atenção primária à saúde e o ensino de graduação Recomendações & Potencialidades a medicina de família e comunidade, a atenção primária à aúde e o enino de graduação Recomendaçõe & Potencialidade organizadore e autore Maria Inez Padula Anderon 1, Marcelo Demarzo 2, Ricardo Donato Rodrigue

Leia mais

Projeto Visita Virtual e Videoconferência Judicial

Projeto Visita Virtual e Videoconferência Judicial Projeto Viita Virtual e Videoconferência Judicial Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) Minitério da Jutiça Ete projeto naceu de uma parceria entre o Departamento Penitenciário Nacional e a Defenoria

Leia mais

Artigos. Comunicação organizacional e relações públicas: caminhos que se cruzam, entrecruzam ou sobrepõem?

Artigos. Comunicação organizacional e relações públicas: caminhos que se cruzam, entrecruzam ou sobrepõem? E t u d o17 Artigo Comunicação organizacional e relaçõe pública: caminho que e cruzam, entrecruzam ou obrepõem? IVONE DE LOUDES OLIVEIRA Metre em Ciência da Comunicação pela ECA-USP e doutora em Comunicação

Leia mais

TESTEMUNHAS SILENCIOSAS

TESTEMUNHAS SILENCIOSAS TESTEMUNHAS SILENCIOSAS Dede o eu urgimento, em 1827, Pao Fundo paou por mudança que reultaram no deenvolvimento atual da cidade. Por detrá da parede, ainda que velha, exite muita hitória, ecrita por cimento,

Leia mais

PENSAMENTO SISTÊMICO APLICADO A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO. Leila Lage Humes lhumes@usp.br

PENSAMENTO SISTÊMICO APLICADO A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO. Leila Lage Humes lhumes@usp.br V I I S E M E A D E S T U D O D E C A S O M É T O D O S Q U A N T I T A T I V O S E I N F O R M Á T I C A PENSAMENTO SISTÊMICO APLICADO A SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO Leila Lage Hume lhume@up.br

Leia mais

Análise de Sensibilidade de Anemômetros a Temperatura Constante Baseados em Sensores Termo-resistivos

Análise de Sensibilidade de Anemômetros a Temperatura Constante Baseados em Sensores Termo-resistivos UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ELETRICIDADE Análie de Senibilidade de Anemômetro a Temperatura Contante Baeado em Senore Termo-reitivo

Leia mais

Curso de Análise Matricial de Estruturas 1 I - INTRODUÇÃO

Curso de Análise Matricial de Estruturas 1 I - INTRODUÇÃO Curo de Análie Matricial de Etrutura 1 I - INTRODUÇÃO I.1 - Introdução O proceo de um projeto etrutural envolve a determinação de força interna e de ligaçõe e de delocamento de uma etrutura. Eta fae do

Leia mais

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física etibular 203 2 a fae Gabarito Fíica Quetão 0 (alor: 5 ponto) Cálculo da variação da quantidade de movimento A velocidade inicial no momento do impacto erá a velocidade final da queda Aplicando conervação

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNCIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS COM VAZÃO VARIÁVEL. Renata Akemi Sassaki

DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNCIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS COM VAZÃO VARIÁVEL. Renata Akemi Sassaki DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS OM VAZÃO VARIÁVEL Renata Akemi Saaki TESE SUBMETIDA AO ORPO DOENTE DA OORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE

Leia mais

CREATING TOMORROW S SOLUTIONS

CREATING TOMORROW S SOLUTIONS CREATING TOMORROW S SOLUTIONS Contrução civil I Ligante Polimérico I América do Sul Vião Geral do Polímero em Pó VINNAPAS Como você quer otimizar ua argamaa? A argamaa percorreram um longo caminho dede

Leia mais

arxiv:1301.4910v1 [cs.lo] 21 Jan 2013

arxiv:1301.4910v1 [cs.lo] 21 Jan 2013 MÁRIO SÉRGIO FERREIRA ALVIM JÚNIOR arxiv:1301.4910v1 [c.lo] 21 Jan 2013 ASPECTOS COMPUTACIONAIS DO CÁLCULO DAS ESTRUTURAS Belo Horizonte, Mina Gerai 04 de abril de 2008 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

Leia mais

XLVI Pesquisa Operacional na Gestão da Segurança Pública

XLVI Pesquisa Operacional na Gestão da Segurança Pública PROBLEMA DE CORTE UNIDIMENSIONAL COM SOBRAS APROVEITÁVEIS: RESOLUÇÃO DE UM MODELO MATEMÁTICO Adriana Cherri Departamento de Matemática, Faculdade de Ciência, UNESP, Bauru adriana@fc.unep.br Karen Rocha

Leia mais

Mudança de paradigma. d a. M. Dueñas. maio / junho de

Mudança de paradigma. d a. M. Dueñas. maio / junho de Mudança de paradigma M. Dueña u M dança de 50 R e v i t a d a ES P M maio / junho de 2009 João Boaventura Branco de Mato ParadigMa, crie e oportunidade em trê onda e}o trê ciclo apreentado imbolizam período

Leia mais

Capítulo 5: Análise através de volume de controle

Capítulo 5: Análise através de volume de controle Capítulo 5: Análie atravé de volume de controle Volume de controle Conervação de maa Introdução Exite um fluxo de maa da ubtância de trabalho em cada equipamento deta uina, ou eja, na bomba, caldeira,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO 1 EDITAL CONVITE Nº 009/2011-CPL/GPDP Proceo Adminitrativo nº 0221/2011 -CPL/GDPG A, atravé da Comião Permanente de Licitação, intituída pela Portaria nº 383/2011-GDPG, datada de 08/07/2011, da Exma. Sra.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA LIMA

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA LIMA EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL: n 070/204 PROCESSO ADMINISTRATIVO: n 278/204 IMPORTANTE: AO RETIRAR ESTE EDITAL, FAVOR PREENCHER O RECIBO DE RETIRADA DE EDITAL E ENVIÁ-LO PARA O E-MAIL INFORMADO NO PROPRIO

Leia mais

Professora FLORENCE. Resolução:

Professora FLORENCE. Resolução: 1. (FEI-SP) Qual o valor, em newton, da reultante da força que agem obre uma maa de 10 kg, abendo-e que a mema poui aceleração de 5 m/? Reolução: F m. a F 10. 5 F 50N. Uma força contante F é aplicada num

Leia mais

Física 1 Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori.

Física 1 Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori. Fíica Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori. Introdução: Ao uarmo uma chave de roda para retirar o parafuo para trocar o pneu de um automóvel, a roda inteira pode

Leia mais

Qualidade da gestão de medicamentos em hospitais públicos*

Qualidade da gestão de medicamentos em hospitais públicos* Qualidade da getão de medicamento em hopitai público* André Gutavo Gadelha Mavignier de Noronha** Djalma Freire Borge*** S UMÁRIO: 1. Introdução; 2. Metodologia; 3. Reultado; 4. Concluão. S UMMARY: 1.

Leia mais

Exercícios Resolvidos de Biofísica

Exercícios Resolvidos de Biofísica Exercício Reolvido de Biofíica Faculdade de Medicina da Univeridade de oimbra Exercício Reolvido de Biofíica Metrado ntegrado em Medicina MEMBRNS HOMOGÉNES Exercício 1. Numa experiência com uma membrana

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Verão.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife PE GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC GAT

Leia mais

ANÁLISE DOS RESULTADOS BIÓTICOS E ABIÓTICOS DA RESTAURAÇÃO DA MATA CILIAR DE NASCENTE UTILIZANDO TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO

ANÁLISE DOS RESULTADOS BIÓTICOS E ABIÓTICOS DA RESTAURAÇÃO DA MATA CILIAR DE NASCENTE UTILIZANDO TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO 164 ANÁLISE DOS RESULTADOS BIÓTICOS E ABIÓTICOS DA RESTAURAÇÃO DA MATA CILIAR DE NASCENTE UTILIZANDO TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO Carla Tiemi Fukumoto; Renata Ribeiro de Araújo. Engenharia Ambiental. Departamento

Leia mais

Estudo Experimental da Erosão Localizada na Proximidade de Pilares de Pontes. Maria Manuela C. Lemos Lima 1

Estudo Experimental da Erosão Localizada na Proximidade de Pilares de Pontes. Maria Manuela C. Lemos Lima 1 Etudo Experimental da Eroão Localizada na Proximidade de Pilare de Ponte Maria Manuela C. Lemo Lima 1 Univeridade do Minho, epartamento de Engenharia Civil Azurém, P 4800-058 Guimarãe, Portugal RESUMO

Leia mais

TRATAMENTO DE SEMENTES COM CLORETO DE MEPIQUAT PARA REDUÇÃO DO CRESCIMENTO DA MAMONEIRA

TRATAMENTO DE SEMENTES COM CLORETO DE MEPIQUAT PARA REDUÇÃO DO CRESCIMENTO DA MAMONEIRA TRATAMENTO DE SEMENTES COM CLORETO DE MEPIQUAT PARA REDUÇÃO DO CRESCIMENTO DA MAMONEIRA Diego de M. Rodrigue 1,2, Maria Iaura P. de Oliveira 1,2, Maria Aline de O. Freire 1,3, Lígia R. Sampaio 1,2, Walker

Leia mais

EFEITOS DO COEFICIENTE DE POISSON E ANÁLISE DE ERRO DE TENSÕES EM TECTÔNICA DE SAL

EFEITOS DO COEFICIENTE DE POISSON E ANÁLISE DE ERRO DE TENSÕES EM TECTÔNICA DE SAL Copright 004, Intituto Braileiro de Petróleo e Gá - IBP Ete Trabalho Técnico Científico foi preparado para apreentação no 3 Congreo Braileiro de P&D em Petróleo e Gá, a er realizado no período de a 5 de

Leia mais

ESTUDOS EXPERIMENTAIS SOBRE A AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DE FLUIDOS DE PERFURAÇÃO EM MEIOS POROSOS ANISOTRÓPICOS

ESTUDOS EXPERIMENTAIS SOBRE A AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DE FLUIDOS DE PERFURAÇÃO EM MEIOS POROSOS ANISOTRÓPICOS 3 a 6 de outubro de 0 Univeridade Federal Rural do Rio de Janeiro Univeridade Severino Sombra aoura RJ ESTUDOS EXPERIMENTIS SOBRE LIÇÃO DS PROPRIEDDES DE FLUIDOS DE PERFURÇÃO EM MEIOS POROSOS NISOTRÓPICOS.

Leia mais

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área;

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Reolução n 12/ 2013 Aprova a reformulação do Projeto Pedagógico do Curo de Graduação em Pedagogia

Leia mais

IX SIMPÓSIO DE ESPECIALISTAS EM PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO ELÉTRICA

IX SIMPÓSIO DE ESPECIALISTAS EM PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO ELÉTRICA IX SEPOPE 3 a 7 de maio de 4 May, 3 th to 7 rd 4 Rio de Janeiro (RJ) Brail IX SIMPÓSIO DE ESPECIALISTAS EM PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO ELÉTRICA IX SYMPOSIUM OF SPECIALISTS IN ELECTRIC OPERATIONAL

Leia mais

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA UNIVESIDADE FEDEAL DE CAMPINA GANDE CENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA E INFOMÁTICA DEPATAMENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA LABOATÓIO DE ELETÔNICA Experimento #4 Filtro analógico ativo EXPEIMENTO #4 Objetivo Gerai Eta

Leia mais

Os projetos realizados pelos Núcleos se encaixam em todas as áreas de enfoque do Rotary, sendo

Os projetos realizados pelos Núcleos se encaixam em todas as áreas de enfoque do Rotary, sendo Núcleo Rotary de Deenvolvimento Comunitário (NRDC) Reultado da pequia de 2013 e 2014 I. NRDC e eu projeto: 2014 2013 87% do NRDC e reuniram pelo meno uma vez por mê. 34% do NRDC dieram ter membro na faixa

Leia mais

ESTUDO DE GEOMARKETING

ESTUDO DE GEOMARKETING ESTUDO DE GEOMARKETING Aplicabilidade no egmento de Franquia O etudo de Geomarketing permite avaliar o ponto de venda exitente da rede em etudo e poibilita apontar nova oportunidade de negócio em comprometer

Leia mais

Projeto Pedagógico. Engenharia de Produção. Bacharelado

Projeto Pedagógico. Engenharia de Produção. Bacharelado Projeto Pedagógico Engenharia de Produção Bacharelado Americana 2015 LICEU CORAÇÃO DE JESUS Intituição Mantenedora Prof. M. P. Joé Adão Rodrigue da Silva Preidente CENTRO UNIVERSITÁRIO SALESIANO DE SÃO

Leia mais

Tensão Induzida por Fluxo Magnético Transformador

Tensão Induzida por Fluxo Magnético Transformador defi deartamento de fíica Laboratório de Fíica www.defi.ie.i.t Tenão Induzida or Fluxo Magnético Tranformador Intituto Suerior de Engenharia do Porto- Deartamento de Fíica Rua Dr. António Bernardino de

Leia mais

O boi é quem manda. Acostume seus ouvidos o termo. Pastagens

O boi é quem manda. Acostume seus ouvidos o termo. Pastagens O boi é quem manda Patejo rotatínuo não abre mão da rotação de piquete, ma repeita comportamento natural do animai, que conomem apena porção mai nobre do pato. Maritela Franco maritela@revitadbo.com.br

Leia mais

Laboratório de Sistemas e Sinais Equações Diferenciais

Laboratório de Sistemas e Sinais Equações Diferenciais Laboratório e Sitema e Sinai Equaçõe Diferenciai Luí Cala e Oliveira Abril 2009 O objectivo ete trabalho e laboratório é o e realizar experiência com moelo e itema em tempo contínuo ecrito por equaçõe

Leia mais

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque Motore de indução Arranque São motore robuto e barato (fabricado em maa), embora tendo o inconveniente de não erem regulávei. Conequentemente, uma vez definido um binário e uma corrente, ete apena dependem

Leia mais

Técnicas Econométricas para Avaliação de Impacto. Problemas de Contaminação na Validação Interna

Técnicas Econométricas para Avaliação de Impacto. Problemas de Contaminação na Validação Interna Técnica Econométrica para Avaliação e Impacto Problema e Contaminação na Valiação Interna Rafael Perez Riba Centro Internacional e Pobreza Braília, 18 e junho e 28 Introução Valiação Interna é quano um

Leia mais

s Rede Locais s Shielded Twisted Pair (STP); s Unshielded Twisted Pair (UTP); s Patch Panels; s Cabo Coaxial; s Fibra Óptica;

s Rede Locais s Shielded Twisted Pair (STP); s Unshielded Twisted Pair (UTP); s Patch Panels; s Cabo Coaxial; s Fibra Óptica; Rede de Computadore Rede Locai Shielded Twited Pair (STP); Unhielded Twited Pair (UTP); Patch Panel; Cabo Coaxial; Fibra Óptica; 2 2010 Airton Junior. All right reerved. Rede de Computadore É um conjunto

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física

Imposto de Renda Pessoa Física Impoto de Renda Peoa Fíica 2006 Manual de Preenchimento Declaração de Ajute Anual Modelo Completo - Ano-calendário de 2005 Receita Federal Minitério da Fazenda GOVERNO FEDERAL Índice PÁG. ENTREGA DA DECLARAÇÃO

Leia mais

Avaliação de Ações. Mercado de Capitais. Luiz Brandão. Ações. Mercado de Ações

Avaliação de Ações. Mercado de Capitais. Luiz Brandão. Ações. Mercado de Ações Mercado de Capitai Avaliação de Açõe Luiz Brandão O título negociado no mercado podem de renda fixa ou de renda variável. Título de Renda Fixa: Conhece-e de antemão qual a remuneração a er recebida. odem

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE AMOSTRAGEM CASUAL SIMPLES E AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE AMOSTRAGEM CASUAL SIMPLES E AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA Etudo comparativo entre o procedimento de amotragem... 67 ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE AMOSTRAGEM CASUAL SIMPLES E AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA EM INVENTÁRIOS DE ARBORIZAÇÃO URBANA Comparative

Leia mais

Aula 4 Modelagem de sistemas no domínio da frequência Prof. Marcio Kimpara

Aula 4 Modelagem de sistemas no domínio da frequência Prof. Marcio Kimpara FUDAMETOS DE COTROLE E AUTOMAÇÃO Aula 4 Modelagem de itema no domínio da requência Pro. Marcio impara Unieridade Federal de Mato Groo do Sul Sitema mecânico tranlação Elemento Força deloc. tempo Laplace

Leia mais

Vicente Leite (1), Henrique Teixeira (1), Rui Araújo (2), Diamantino Freitas (2) Resumo

Vicente Leite (1), Henrique Teixeira (1), Rui Araújo (2), Diamantino Freitas (2) Resumo Sitema Electrónico de Condicionamento e Proceamento, em Tempo Real, da Tenõe e Corrente do Motor de Indução Trifáico Alimentado por Converore de Frequência Vicente Leite (1), Henrique Teieira (1), Rui

Leia mais

= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B

= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B eolução Fíica FM.9 1. e Com bae na tabela, obervamo que o atleta etá com 5 kg acima do peo ideal. No gráfico, temo, para a meia maratona: 1 kg,7 min 5 kg x x,5 min. Na configuração apreentada, a força

Leia mais

Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s).

Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s). 2 CONTROLADORES PID Introdução Etrutura geral de um itema com realimentação unitária negativa, com um compenador (G c () em érie com a planta G p (). 2 Controladore PID 2. Acção proporcional (P) G c ()

Leia mais

CONTROLO DE SISTEMAS. APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox. Pedro Dinis Gaspar António Espírito Santo J. A. M.

CONTROLO DE SISTEMAS. APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox. Pedro Dinis Gaspar António Espírito Santo J. A. M. UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROMECÂNICA CONTROLO DE SISTEMAS APONTAMENTOS DE MATLAB CONTROL SYSTEM Toolbox Pedro Dini Gapar António Epírito Santo J. A. M. Felippe de Souza

Leia mais

GERAÇÃO DE SINAIS DE REFERÊNCIA PARA TRANSMISSORES DE TELEVISÃO RODRIGO OTÁVIO ROCHA CARDOSO

GERAÇÃO DE SINAIS DE REFERÊNCIA PARA TRANSMISSORES DE TELEVISÃO RODRIGO OTÁVIO ROCHA CARDOSO GERAÇÃO DE SINAIS DE REFERÊNCIA PARA TRANSMISSORES DE TELEVISÃO RODRIGO OTÁVIO ROCHA CARDOSO Diertação apreentada ao Intituto Nacional de Telecomunicaçõe, como parte do requiito para obtenção do Título

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS DE CONTROLADORIA EM ORGÃOS PÚBLICOS: UM ESTUDO NOS MUNICÍPIOS MATOGROSSENSES DA REGIÃO SUDOESTE

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS DE CONTROLADORIA EM ORGÃOS PÚBLICOS: UM ESTUDO NOS MUNICÍPIOS MATOGROSSENSES DA REGIÃO SUDOESTE SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS DE CONTROLADORIA EM ORGÃOS PÚBLICOS: UM ESTUDO NOS MUNICÍPIOS MATOGROSSENSES DA REGIÃO SUDOESTE Autoria: Marco Antonio de Souza, Aldo Céar da Silva Ortiz, Lauro Brito

Leia mais

POESIA E RELIGIOSIDADE EM HELENA KOLODY POETRY AND RELIGIOSITY IN HELENA KOLODY

POESIA E RELIGIOSIDADE EM HELENA KOLODY POETRY AND RELIGIOSITY IN HELENA KOLODY 96 POESIA E RELIGIOSIDADE EM HELENA KOLODY POETRY AND RELIGIOSITY IN HELENA KOLODY 1 2 t r a v e i a e d. 1 0 i n 1 9 8 2-5 9 3 5 RESUMO: Helena Kolody é em dúvida um expoente na literatura paranaene.

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.179, DE 7 DE MAIO DE 1996 Autoriza a abertura de crédito especial para os fins que especifica, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ETADO DO ACRE AÇO ABER que a Assembléia Legislativa decreta

Leia mais

Programa de Formação Técnica Continuada. Categoria de Emprego para Motores CA / CC

Programa de Formação Técnica Continuada. Categoria de Emprego para Motores CA / CC Programa de Formação Técnica Continuada Categoria de Emprego para Motore CA / CC Índice.Introdução.... Chave manuai etrela triângulo.... O motore.... Motore de indução tipo gaiola.... Motore de indução

Leia mais