1 INTRODUÇÃO. 1.1 Introdução ao Concreto

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1 INTRODUÇÃO. 1.1 Introdução ao Concreto"

Transcrição

1 DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO

2 Índice : ii 1 INTRODUÇÃO Introdução ao Concreto Hitória do Concreto Vantagen e Devantagen do Concreto Armado Vantagen do Concreto Armado Devantagen do Concreto Armado Norma para Projeto Concepçõe de Projeto Carga de Projeto Elemento Componente da Etrutura Etapa do Projeto Etrutural Exemplo de Etrutura em Concreto armado Ponte Erneto Dornelle (Rio Grande do Sul, Brail) Etádio de Futebol Maracanã (Rio de Janeiro, Brail) Edifício Comercial Torre do Rio Sul (Rio de Janeiro, Brail) Edifício Petrona Tower (Kuala Lumpur, Maláia) Plataforma de Petróleo Troll (Mar do Norte, Noruega) Uina Hidrelétrica de Itaipu (Brail e Paraguai) Central Nuclear do Cattenom (Fança) CRITÉRIOS DE PROJETO Requiito Báico de Projeto Requiito Gerai de Qualidade da Etrutura e Avaliação da Conformidade do Projeto Segundo a NBR Requiito de Qualidade da Etrutura Requiito de Qualidade do Projeto Avaliação da Conformidade do Projeto Diretrize para Durabilidade da Etrutura de Concreto Segundo a NBR Exigência de durabilidade Vida útil de projeto Mecanimo de Envelhecimento e Deterioração Agreividade do Ambiente Critério de Projeto que Viam a Durabilidade Segundo a NBR Etado Limite (NBR 6118) Etado Limite Último (ELU) Etado Limite de Utilização (Serviço) Açõe (NBR 6118) Açõe Permanente Açõe Variávei (F q ) Açõe Excepcionai Solicitaçõe (NBR 6118) Valore Caracterítico e de Cálculo (NBR 6118) Valore Caracterítico Cálculo Segundo a NBR Etapa do Dimenionamento Etrutural HIPÓTESES BÁSICAS E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS Introdução Concreto Clae... 26

3 Índice : iii Maa Epecífica Coeficiente de Dilatação Térmica Reitência à Tração Reitência à Compreão Módulo de Elaticidade Diagrama Tenão-Deformação (NBR 6118) Diâmetro máximo do agregado e do vibrador Aço Categoria Tipo de Superfície Coeficiente de Dilatação Térmica Maa Epecífica Módulo de Elaticidade Diagrama Tenão-deformação, Reitência ao Ecoamento e à Tração Caracterítica de ductilidade Alongamento e Encurtamento Máximo Permitido para a Armadura Bitola Padronizada DIMENSIONAMENTO NO ESTADO LIMITE ÚLTIMO SOLICIAÇÕES NORMAIS Introdução Hipótee Báica Domínio de Deformaçõe Equaçõe de Compatibilidade Limite entre Domínio Tração Simple e Tração com Pequena Excentricidade Flexão Simple Seçõe Retangulare com Armadura Simple Seçõe Retangulare com Armadura Dupla Seçõe T Seçõe Simétrica com Zona Comprimida de Forma Qualquer... 50

4 1 INTRODUÇÃO 1.1 Introdução ao Concreto O concreto é o material mai uado na contrução civil. Sua utilização em larga ecala ocorreu apó a patente do cimento Portland por Joeph Apdin, em 1824, na Inglaterra. Naquela época, o primeiro concreto eram produzido utilizando cimento Portland, areia, brita e água, que era adicionada em abundância. A reitência à compreão dificilmente ultrapaava 10 MPa [1]. Hoje, com o avanço na tecnologia de doagem e com a adição de outro materiai, tai como aditivo minerai e químico em ua compoição, a reitência à compreão pode uperar 200 MPa [2]. Também, adiçõe de fibra minerai, metálica ou vegetai podem aumentar a tenacidade à fratura do concreto, diminuindo ua caracterítica de ruptura frágil. O concreto é empregado na contrução de edifício, ponte, etádio, túnei, parede de contenção, reervatório, barragen e em muito outro tipo de etrutura. O concreto é um material heterogêneo contituído por uma vata gama de partícula granulare. O tamanho deta partícula varia de dimenõe menore que 1 mícron (ílica ativa) até centímetro (agregado graúdo). De acordo com o nível macro-etrutural de ua compoição granulométrica, o concreto pode er dividido em dua fae: matriz e agregado. A matriz é compota pela pata de cimento Portland enquanto que, o agregado, materiai inerte e rígido, ervem como equeleto granular principal. O concreto apreenta boa reitência ao eforço de compreão, porém, baixa reitência ao eforço de tração. O concreto armado é reultado da união entre concreto imple e armadura de reforço em eu interior. A armadura de reforço contitui-e de barra de aço adicionada na zona onde o concreto é olicitado à tração. Dee modo, o concreto e o aço trabalham em conjunto, uma vez que, o concreto, reite ao eforço de compreão, e o aço, aborve o eforço à tração cujo concreto apreenta baixa reitência. No cao de uma viga de concreto em armadura de reforço ubmetida ao enaio de flexão, no intante que a tenão de tração no concreto atinge eu valor crítico de ruptura, irá urgir uma única fiura ocaionando ruptura bruca da viga. Por outro lado, e for coniderada uma viga imilar ubmetida ao enaio de flexão, porém com armadura de reforço na zona tracionada do elemento, quando a tenão limite de tração no concreto for alcançada, urgirão fiura, e o eforço de tração deixará de er uportado pelo

5 Contruçõe de Concreto Capíulo 1 - Introdução - 2 concreto e paará a er reitido pela armadura. A armadura de reforço no concreto deve er adicionada na região onde o elemento etrutural erá ubmetido a tenõe de tração para que poa uprir ua deficiência na reitência. No elemento etruturai ubmetido apena à compreão, a adição de armadura melhorará ua reitência à compreão. 1.2 Hitória do Concreto O primeiro uo de concreto produzido com cal hidráulica e cimento pozolânico datado pela literatura é atribuído ao Romano na contruçõe de monumento e aqueduto. Apó a utilização pelo Romano como material de contrução, o concreto ó voltou à tona em 1760 na Grã-Bretanha, quando John Smeaton o utilizou para aentar pedra na contrução de uma parede para conter a água do rio Calder. No ano de 1796, o inglê J. Parker reproduziu o cimento romano e 15 ano mai tarde Vicat produziu cimento atravé da queima de argila e cal. Em 1824, Joeph Apdin produziu cimento portland na cidade de Wakefield, Grã-Bretanha. Foi atribuída a denominação de cimento portland porque a pata de cimento, apó endurecer, aemelhava-e com a pedra oriunda da pedreira da Ilha de Portland [3]. Em 1832, o francê Françoi Marte Le Brun, na cidade de Moiac, contruiu uma caa uando concreto para moldar arco com 5,50m de vão. Também uou concreto na contrução de uma ecola em St. Aignan em 1834, e de uma igreja em Corbarièce em Em 1854, Joeph Loui Lambot contruiu um pequeno barco em concreto armado com barra de aço que foi apreentado numa expoição em Pari, e patenteado em No memo ano, o inglê W. B. Wilkinon obteve a patente do uo de laje em concreto armado com barra de ferro torcida. O pequiador francê Françoi Cignet em 1855, obteve a patente de um itema deenvolvido obre o uo de barra de ferro imera em laje de concreto, levando-a até o apoio. Um ano mai tarde, adicionou porca na extremidade da barra, e em 1969 publicou um livro decrevendo algun princípio báico do concreto armado e poívei aplicaçõe [3]. Outro pequiador francê, Joeph Monier, ganhou o crédito da invenção do concreto armado com a patente reconhecida 1867, em Pari, pela contrução de tubo e vao de jardin armado com malha de ferro. Em eguida, deu início a uma érie de patente como tubo e reervatório (1868), placa plana (1869), ponte (1873), ecada (1875), viga e coluna (1877). Entre o ano de 1880 e 1881, Monier recebeu patente alemã de amarraçõe de etrada de ferro, calha de alimentação da água, vao circular, placa plana, canaleta para irrigação, entre outra [3]. No Etado Unido, em 1873, Willian E. Ward contruiu em Nova Iorque, próximo ao porto de Cheter, uma caa em concreto armado que exite até o dia atuai. O concreto armado foi uado para contruir parede, viga, laje e ecada. A primeira pequia envolvendo o uo do concreto armado foram feita por Thaddeu Hyatt, um advogado, que conduziu experiência com 50 viga no ano de De uma maneira correta, a barra de ferro na viga de Hyatt foram poicionada na zona de tração, dobrada e ancorada na zona de compreão. Adicionalmente, o reforço tranveral (etribo verticai) foi uado próximo ao apoio. Entretanto, a experiência de Hyatt ficaram deconhecida até o ano de ua publicação, em Em 1890, E. L. Ranome contruiu o mueu Leland Stanford Jr. em São Francico, um edifício em concreto armado com doi pavimento e comprimento de 95 m. Apartir deta data, o deenvolvimento do concreto armado no Etado Unido foi rápido. Durante o período de 1891 e 1894, o vário pequiadore europeu publicaram teoria e reultado de

6 Contruçõe de Concreto Capíulo 1 - Introdução - 3 enaio; entre ele etavam Moeller (Alemanha), Wunch (Hungria), Melan (Áutria), Hennebique (França), e Emperger (Hungria), ma o uo prático era meno extenivo do que no Etado Unido [3]. Entre o ano de 1850 a 1900, pouca publicaçõe foram feita, porque o método conhecido obre o uo do concreto armado eram coniderado como egredo de comércio. A primeira publicação que pode er claificada como livro texto foi a do pequiador Conidère, em Pelo decorrer do éculo, havia uma multiplicidade do itema e do método com pouca uniformidade em procedimento de projeto, na tenõe permiívei e na técnica de detalhamento da armadura. Em 1903, contrutore formaram no Etado Unido um comitê comum com repreentante de toda a organizaçõe intereada no uo do concreto armado cujo objetivo era uniformizar o conhecimento e técnica para o dimenionamento etrutural. Emil Mörch, profeor emérito da Univeridade de Stuttgart, publicou em 1902, uma decrição com bae científica e fundamentada do enaio publicado até a época obre o comportamento do concreto armado. Deenvolveu ainda, a primeira teoria obre o dimenionamento de elemento em concreto armado. Em 1879 na Alemanha, G. A. Waya comprou a patente francea de Monier e publicou um livro com método de contrução de Monier, em Rudolph Schuter comprou o direito da patente na Áutria, e o nome de Monier e epalhou por toda a Europa, motivo pelo qual creditou-e a Monier o invento do concreto armado. Em 1900, o minitro do trabalho da França foi chamado para um comitê dirigido por Armand Conidère, engenheiro chefe do departamento de etrada e ponte, a fim de etabelecer epecificaçõe para o uo do concreto armado, que foram publicada em Vário enaio foram realizado no início do éculo XX (Arthur N. Talbot univeridade de Illinoi, Frederick E. Turneaure e Morton O. Withey, univeridade de Wiconin, e por Bach na Alemanha, entre outro), para etudar o comportamento de viga, reitência à compreão e à tração do concreto e módulo de elaticidade. Entre o ano de 1916 e 1940, a pequia concentraram-e no comportamento de coluna ubmetida a carga axiai e excêntrica. O concreto armado foi endo refinado cada vez mai até a introdução de uma pré-compreão na zona de tração cujo objetivo foi diminuir a fiuração exceiva. Ete refinamento deu-e pela introdução parcial ou completa de protenão, deenvolvida pelo pequiador francê Eugene Freyinet, em 1928, etabelecendo aim a prática do uo de concreto protendido. A partir de 1950, já era conhecido o comportamento de vário elemento em concreto armado, então, foram elaborada norma obre dimenionamento de etrutura em concreto armado, de acordo com retriçõe geográfica e climática de cada paí, e atualizada contantemente conforme neceidade de nova aplicaçõe e da redução de cuto obedecendo a critério de egurança. Por volta do ano 1960 na região de Chicago (EUA), começou-e uar concreto de alta reitência (30MPa) em etrutura de edifício alto. Aumentar a reitência do concreto era empre um deafio, fato que na primeira obra contruída com ee tipo de concreto, foram concretada apena alguma coluna, para provar que o concreto de alta reitência podia er feito, entregue, lançado e curado. A primeira obra em concreto de alta reitência foi o Edifício Lake Point Tower em 1965, cuja reitência à compreão do concreto foi de 53MPa ao 28 dia [5]. Com o deenvolvimento de aditivo diperante no início do ano 1970, no Japão e na Alemanha, e eu aperfeiçoamento no início do ano 1980 juntamente com a chegada da ílica ativa, foi que o concreto de alto deempenho teve eu grande impulo.

7 Contruçõe de Concreto Capíulo 1 - Introdução - 4 Dede então, muita pequia foram deenvolvida e ua aceitação tem ido muito boa no ramo de etrutura, devido a ua propriedade jamai alcançada pelo concreto comum. Avançando ainda mai no etudo obre o concreto, no final do ano 1990, foi deenvolvido no Canadá uma nova concepção de concreto, produzido com Pó Reativo (Powder Reactive Concrete). A reitência dete concreto aplicando moderna técnica de cura atingir a reitência à compreão na faixa de 800MPa [2]. 1.3 Vantagen e Devantagen do Concreto Armado O concreto armado, quando comparado ao aço, apreenta vantagen e devantagen em relação a eu uo na contrução de etrutura de edifício, ponte, plataforma de petróleo, reervatório, barragen, entre outro Vantagen do Concreto Armado A principai vantagen no uo do concreto como material etrutural ão: Apreenta alta reitência a compreão; É facilmente moldável adaptando-e ao mai variado tipo de forma, e a armadura de aço podem er dipota de acordo com o fluxo do eforço interno; É reitente à influência atmoférica e ao degate mecânico; Apreenta melhor reitência ao fogo do que o aço; Reitem a grande ciclo de carga com baixo cuto de manutenção; Na maior parte da etrutura tai como: barragen, obra portuária, fundaçõe, é o material etrutural mai econômico Devantagen do Concreto Armado A principai devantagen no uo do concreto como material etrutural ão: Tem baixa reitência à tração, aproximadamente um décimo de ua reitência à compreão; Elevado peo próprio na etrutura; É neceário mitura, lançamento e cura, a fim de garantir a reitência deejada; O cuto da forma uada para moldar o elemento de concreto é relativamente cara. Em algun cao, o cuto do material e a mão de obra para contruir a forma tornam-e igual ao cuto do concreto. Apreenta reitência à compreão inferior a do aço; Surgimento de fiura no concreto devido à relaxação e a aplicação de carga móvei.

8 Contruçõe de Concreto Capíulo 1 - Introdução Norma para Projeto Todo e qualquer dimenionamento etrutural deverá er feito de acordo com a normalização vigente na região onde a contrução erá efetuada. Cada paí ou comunidade apreenta ua repectiva norma, que leva em conta condiçõe ambientai tai como a exitência ou não de abalo ímico, furacõe, grande variaçõe de temperatura, qualidade do materiai, tipo de contruçõe, entre outro fatore. A norma ão deenvolvida para padronização do critério de dimenionamento, oferecendo condiçõe mínima de utilização e egurança da etrutura. Ela ão elaborada a partir de inúmero reultado de enaio experimentai, oferecendo margem de egurança precavendo-e de poívei falha no materiai, na doagen do concreto, poívei imperfeiçõe geométrica durante a execução da etrutura ou, até memo, compenar pequeno erro de projeto. No Brail, a norma vigente para dimenionamento de etrutura em concreto armado é a NBR 6118/2003, Projeto de Etrutura de Concreto. Dentre a norma etrangeira, a mai importante de acordo com eu repectivo paíe de origem ão: Intituto Americano do Concreto, ACI-318 (EUA); Aociation of State Highway and Tranportation Official, AASHTO (EUA); American Society for Teting and Material, ASTM (EUA); Código Modelo para Concreto Armado, BS-8110 e CP-110 (Inglaterra); Código Nacional de Contrução do Canadá, CAN (Canadá); Código Modelo Alemão para Concreto Armado, DIM 1045 (Alemanha); Epecificaçõe para Reforço em Aço (Rúia); Epecificaçõe Técnica para a Teoria e Projeto da Etrutura em Concreto Armado, CC-BA (France); O código do CEB (Comitè Europeu Du Beton), EuroCode, ão norma deenvolvida abrangendo epecificaçõe válida a todo o paíe membro da União Européia. 1.5 Concepçõe de Projeto O projeto etrutural deve atender a requiito de egurança, funcionalidade, economia, etabilidade global e local do elemento etruturai, trabalhabilidade e todo aquele que e referem à vida útil da etrutura. Para que ete requiito ejam atifeito, primeiro é neceário conhecer a condiçõe ambientai e o meio pelo qual a obra erá executada. Em egundo lugar, elecionar o materiai adequado ao tipo de contrução. A ecolha do tipo de etrutura a er empregada pode er coniderada tarefa fácil quando o projetita tem uma vata experiência de projeto. A funcionalidade da etrutura dependerá da forma que ela for elaborada, da quantidade e da dimenõe do elemento etruturai, tai como pilare e viga. O método de cálculo deverá er bem interpretado, poi a diferença no reultado do projeto de um edifício de múltiplo andare calculado entre um programa precio de computador e técnica manuai poderão er

9 Contruçõe de Concreto Capíulo 1 - Introdução - 6 ignificativa. Eta diferença, e deve ao uo de vário método de análie e teoria matemática complexa, a quai eriam impoívei de erem analiada manualmente. A etabilidade global da etrutura é requiito mínimo de um projeto etrutural, principalmente quando a contrução é ubmetida à condiçõe de imo, vento, recalque do olo, impacto laterai, entre outra olicitaçõe. A norma braileira (NBR 6118) claifica a qualidade de uma etrutura em concreto armado de acordo com trê requiito báico: relativo a ua capacidade reitente de eu elemento componente: egurança a ruptura e etabilidade; relativo a um bom deempenho em erviço: fiuração exceiva, deformaçõe inconveniente e vibraçõe indeejávei; referente a ua durabilidade, ob a influência ambientai previta: conervação da etrutura. 1.6 Carga de Projeto A carga atuante em uma etrutura podem er de vária forma: Carga permanente: peo próprio da etrutura (revetimento, materiai permanente colocado obre a etrutura), empuxo de terra em contençõe; Carga móvei: fluxo de peoa e materiai que não permanecem fixo obre a etrutura; Carga ocaionai: vento, imo, variação da temperatura, peo da neve em paíe frio. Carga dinâmica: impacto, veículo. Todo dimenionamento etrutural deverá er elaborado para a mai defavorávei combinaçõe de carregamento que podem atuar na etrutura, em proporcionar deformaçõe exceiva, ocilaçõe, e colapo da etrutura. Em etrutura de edifício, apó analiar a combinaçõe do carregamento vertical atuante (carga móvei, permanente ou ocaionai), é neceário realizar uma análie deta combinaçõe de carregamento com a condiçõe de vento precrita pela norma de vento (NBR 6123). O efeito dinâmico da carga de vento, normalmente começa a exercer influência no elemento etruturai em edifício maiore que 16 a 18 pavimento, onde o controle da ocilaçõe e do delocamento horizontal paa a er fundamental para a etabilidade global da etrutura. Sobre eta condiçõe, economia ignificativa poderão er atingida pela ecolha adequada do itema etrutural, que deverá er contraventado de maneira a garantir rigidez à etrutura impedindo exceiva ocilaçõe e delocamento. A NBR 6120 fornece valore de carga padronizada para o cálculo de etrutura de edificaçõe relacionada a divero tipo de ocupaçõe, aim como a maa epecífica do materiai mai uado na contrução civil.

10 Contruçõe de Concreto Capíulo 1 - Introdução Elemento Componente da Etrutura Toda a etrutura de edifício ejam ela compota com um pavimento ou múltiplo pavimento, ão formado baicamente por: Fundaçõe: recebem todo o carregamento do edifício e podem er bloco obre etaca, apata iolada ou aociada, laje radier, tubulõe, etc. Parede: ão elemento etruturai ebelto (placa) e ervem para tranferir tanto o eforço horizontai como o eforço verticai à fundaçõe. A parede podem er de contenção, contraventamento, caixa de água; Pilare ou coluna: ão o elemento etruturai que uportam a carga da viga, laje, caixa de água, vento, tranferindo-a a fundaçõe; Viga: São elemento etrutura que dão utentação a laje, tranferindo o eforço para o pilare. A viga podem e horizontai, inclinada, curva ou até memo em forma de arco. São geralmente apoiada no pilare; Laje: A laje ão placa plana e ebelta que ervem de pio para o edifício. Podem uportar carga verticai tão bem como carga horizontai. A laje podem er maciça, nervurada, plana, mita, pré-moldada, alveolare, protendida; Ecada: São elo de ligação entre o pavimento. Pórtico: o pórtico epaciai conitem em elemento etruturai trabalhando em conjunto entre o pilare, parede, viga ou laje. Podem e etaticamente determinado ou etaticamente indeterminado. 1.8 Etapa do Projeto Etrutural A primeira etapa do projeto etrutural compreende a interpretação do projeto arquitetônico, para efetuar o lançamento da etrutura em cada pavimento. Muita veze o arquiteto deenvolvem eu projeto arquitetônico em conjunto com o projetita etrutural, gerando aim uma etrutura com egurança e cuto reduzido. Diferente concepçõe etruturai poderão er elaborada, baeando-e em diferente materiai ou para a diferente condiçõe de uo que a etrutura erá ubmetida. Dentre a etapa do projeto etrutural etão: Concepção do projeto arquitetônico; Ecolha da etrutura mai adequada ao meio em quetão; Etudo e lançamento da planta de forma; Etimativa do diferente tipo de carregamento atuante na etrutura; Análie prévia da etrutura por meio de método computacionai, levando em conideraçõe a etabilidade global, limite de fiuração e deformaçõe exceiva do elemento etruturai tai como viga, laje, pilare, recalque na fundaçõe; Análie final e cálculo da armadura de todo o elemento etruturai; Detalhamento da armação de todo o elemento etruturai, aim como o deenho final da planta de forma. Entrega do projeto etrutural e acompanhamento durante a execução da obra.

11 Contruçõe de Concreto Capíulo 1 - Introdução Exemplo de Etrutura em Concreto armado O concreto armado foi conagrado com êxito no mai diferente tipo de etrutura, como erá motrado a eguir atravé de exemplo de contruçõe no Brail e no mundo Ponte Erneto Dornelle (Rio Grande do Sul, Brail) A ponte itua-e na Rodovia Buarque de Macedo entre o município de Bento Gonçalve e Veranópoli, erra gaúcha. Sua contrução foi iniciada em 1942 e inaugurada em Eta ponte foi contruída obre o Rio da Anta, na forma de arco com 186 metro de vão livre e 28 metro de flecha. Foi a primeira ponte do mundo em forma de arco paralelo, e a maior ponte contruída na época em toda o continente americano com comprimento de 297,5 metro. A obra conumiu 300 mil hora de trabalho, 41 mil aco de cimento e provocou a morte de 10 operário devido a um deabamento ocorrido durante a contrução de um do arco. Figura 1: Ponte obre o Rio da Anta, contruída na Serra Gaúcha, Brail. Etrutura em forma de Arco Etádio de Futebol Maracanã (Rio de Janeiro, Brail) O Etádio de Futebol Maracanã é o maior etádio de futebol do mundo. Foi contruído com etrutura em concreto armado e inaugurado à vépera da Copa do Mundo de Foi projetado por projetita braileiro para acomodar cerca de 200 mil torcedore.

12 Contruçõe de Concreto Capíulo 1 - Introdução - 9 Figura 2: Etádio de Futebol do Maracanã, Rio de Janeiro, Brail Edifício Comercial Torre do Rio Sul (Rio de Janeiro, Brail) Ete edifício comercial poui 44 andare e, atualmente, é o mai alto da cidade do Rio de Janeiro. Sua contrução ocorreu na década de 70. A etrutura é dotada de viga em forma de treliça contruída em concreto armado acoplada a cada doi pavimento. Sua torre poui um núcleo central que erve de contraventamento e dua coluna de pilare em cada face conforme é motrado na Figura 3. Figura 3: Edifício Comercial Rio Sul, Rio de Janeiro, Brail. Exemplo típico de viga em forma de treliça.

13 Contruçõe de Concreto Capíulo 1 - Introdução Edifício Petrona Tower (Kuala Lumpur, Maláia) É o maior edifício comercial do mundo, com 452m de altura, 88 andare. Etá ituado na cidade de Kuala Lampur, capital da Maláia. É compoto por dua torre gêmea, idêntica e ligada por uma paarela no 44 andar. A paarela etá apoiada obre apoio móvei cuja finalidade é permitindo tranlaçõe durante a ocilaçõe da dua torre provocada pela ação do vento e de imo. Foi contruída ao longo de cinco ano e inaugurado em Sua etrutura foi erguida em concreto de alto deempenho cuja reitência à compreão ao 28 dia atingiu o valor de 100MPa. Neta obra foram conumido cerca de 180 mil metro cúbico de concreto. Figura 4: Torre gêmea The Petrona Tower, Kuala Lumpur, Maláia Plataforma de Petróleo Troll (Mar do Norte, Noruega) A Plataforma flutuante Troll de Petróleo é a maior plataforma de Petróleo em operação no Mundo. Sua altura é de 472m, endo que 369m encontram-e abaixo do epelho de água (condição normal de erviço). A contrução da plataforma contituiu-e de uma mega operação ao longo de 4 ano, endo inaugurada em Durante a contrução foram gato cerca de 245 mil metro cúbico de concreto, cuja reitência à compreão ao 28 dia atingiu 82 MPa. O conumo de aço foi 15 veze uperior ao conumo da Torre Eifell de Pari, atingindo um montante de 100 mil tonelada.

14 Contruçõe de Concreto Capíulo 1 - Introdução - 11 (a) Etapa de Contrução da Fundaçõe. Figura 5: (b) Plataforma de Petróleo Troll, Mar do Norte, Noruega Uina Hidrelétrica de Itaipu (Brail e Paraguai) A hidrelétrica de Itaipu poui 180 metro de comprimento e foi contruída no leito do Rio Paraná, divia do Brail com o Paraguai, endo ua contrução concluída no ano de A obra teve um cuto de 18,5 bilhõe de dólare. Sua contrução conumiu 12,5 milhõe de metro cúbico de concreto cuja reitência à compreão ao 28 dia atingiu de 35MPa. É atualmente a maior hidrelétrica Braileira e deteve o recorde mundial por mai de uma década.

15 Contruçõe de Concreto Capíulo 1 - Introdução - 12 Figura 6: Hidrelétrica de Itaipu, contruída em 1982 no leito do Rio Paraná Central Nuclear do Cattenom (Fança) Por e tratar de uma obra epecial, ua etrutura foi contruída com concreto de pó-reativo (RPC Reactive Powder Concrete) cuja dimenão máxima do agregado foi de 600μm. A reitência à compreão do concreto ao 28 dia alcançou o valor de 200MPa. Ete tipo de concreto foi uado em função de ua propriedade de impermeabilidade durabilidade uma vez que poui poroidade cerca de 100 veze menor que a do concreto convencional. Figura 7: Torre de refriamento da Central Nuclear do Cattenom, França..

16 2 CRITÉRIOS DE PROJETO 2.1 Requiito Báico de Projeto Qualquer etrutura, eja parte dela ou em ua totalidade, deve reitir com margem de egurança a todo a olicitaçõe proveniente de carregamento aplicado, além de não apreentar deformaçõe exceiva ou fiuração indeejável que poa comprometer ua utilização e durabilidade. A egurança da etrutura envolve a verificação da capacidade de carga, da etabilidade e da capacidade de utilização e durabilidade durante a vida útil previta. 2.2 Requiito Gerai de Qualidade da Etrutura e Avaliação da Conformidade do Projeto Segundo a NBR Requiito de Qualidade da Etrutura Condiçõe gerai A etrutura de concreto devem atender ao requiito mínimo de qualidade, durante ua contrução e erviço, e ao requiito adicionai etabelecido em conjunto entre o autor do projeto etrutural e o contratante Claificação do requiito de qualidade da etrutura O requiito da qualidade de uma etrutura de concreto ão claificado, para efeito da NBR 6118, em trê grupo ditinto, relacionado em: Capacidade reitente: conite baicamente na egurança à ruptura; Deempenho em erviço: conite na capacidade de a etrutura manter-e em condiçõe plena de utilização, não devendo apreentar dano que comprometam em parte ou totalmente o uo para o qual foi projetada;

17 Contruçõe de Concreto Capítulo 2 Critério de Projeto - 14 Durabilidade: conite na capacidade que a etrutura reite à influência ambientai previta e definida em conjunto pelo autor do projeto etrutural e o contratante, no início do trabalho de elaboração do projeto Requiito de Qualidade do Projeto Qualidade da olução adotada A olução etrutural adotada em projeto deve atender ao requiito de qualidade etabelecida na norma técnica, relativo à capacidade reitente, ao deempenho em erviço e à durabilidade da etrutura. A qualidade da olução adotada deve ainda coniderar a condiçõe arquitetônica, funcionai, contrutiva (NBR 14931), etruturai, de integração com o demai projeto (elétrico, hidráulico, ar-condicionado e outro) explicitada pelo reponávei técnico de cada epecialidade com a anuência do contratante Condiçõe impota ao projeto Toda a condiçõe impota ao projeto, decrita a eguir, devem er etabelecida previamente e em comum acordo entre o autor do projeto etrutural e o contratante: Para atender ao requiito de qualidade impoto à etrutura de concreto, o projeto deve atender a todo o requiito etabelecido na NBR 6118 e em outra complementare e epecífica, conforme o cao; A exigência relativa à capacidade reitente e ao deempenho em erviço deixam de er atifeita, quando ão ultrapaado o repectivo etado limite definido na eção 2.5; A exigência de durabilidade deixam de er atendida quando não ão obervado o critério de projeto definido na eção 2.5; Para tipo epeciai de etrutura, devem er atendida exigência particulare etabelecida em Norma Braileira epecífica. (exigência particulare podem, por exemplo, conitir em reitência a exploõe, impacto, imo, ou ainda relativa à etanqueidade, iolamento térmico ou acútico); Exigência uplementare podem er fixada em projeto Documentação da olução adotada O produto final do projeto etrutural é contituído por deenho, epecificaçõe e critério de projeto; O documento relacionado acima devem conter informaçõe clara, correta, conitente entre i e com a exigência etabelecida pela NBR 6118; A epecificaçõe e o critério de projeto podem contar-no próprio deenho ou contituir documento eparado; O projeto etrutural deve proporcionar a informaçõe neceária para a execução da etrutura; Com o objetivo de garantir a qualidade da execução de uma obra, com bae em um determinado projeto, medida preventiva devem er tomada dede o início do trabalho. Ea medida devem englobar a dicuão e aprovação da deciõe tomada, a ditribuição dea e outra informaçõe pelo elemento

18 Contruçõe de Concreto Capítulo 2 Critério de Projeto - 15 pertinente da equipe multidiciplinar e a programação coerente da atividade, repeitando a regra lógica de precedência Avaliação da Conformidade do Projeto Dependendo do porte da obra, a avaliação da conformidade do projeto deve er requerida e contratada pelo contratante a um profiional habilitado, devendo er regitrada em documento epecífico que acompanha a documentação do projeto. A avaliação da conformidade do projeto deve er realizada ante da fae de contrução e, de preferência, imultaneamente com a fae de projeto, como condição eencial para que eu reultado e tornem efetivo e coneqüente. Ete critério de aceitação e o procedimento corretivo ão dado a eguir: Cabe ao contratante proceder ao recebimento do projeto, quando cumprida a exigência da NBR 6118, em particular aquela precrita na eção 2.2.2; Verificada a exitência de não-conformidade, deve er emitido termo de aceitação proviório do projeto, do qual devem contar toda a pendência; Na falta de habilitação técnica do contratante para a aceitação do projeto, ele deve deignar um prepoto legalmente habilitado para tal; Uma vez anada a pendência, deve er emitido o termo de aceitação definitiva do projeto. 2.3 Diretrize para Durabilidade da Etrutura de Concreto Segundo a NBR Exigência de durabilidade A etrutura de concreto devem er projetada e contruída de modo que ob a condiçõe ambientai previta na época do projeto e quando utilizada conforme preconizado em projeto conervem ua egurança, etabilidade e aptidão em erviço durante o período correpondente à ua vida útil Vida útil de projeto Por vida útil de projeto, entende-e o período de tempo durante o qual e mantêm a caracterítica da etrutura de concreto, dede que atendido o requiito de uo e manutenção precrito pelo projetita e pelo contrutor, bem como de execução do reparo neceário decorrente de dano acidentai. O conceito de vida útil aplica-e à etrutura como um todo ou à ua parte. Dea forma, determinada parte da etrutura podem merecer conideração epecial com valor de vida útil diferente do todo. A durabilidade da etrutura de concreto requer cooperação e eforço coordenado de todo o envolvido no proceo de projeto, contrução e utilização, devendo, como mínimo, er eguido o que etabelece a NBR 12655, endo também

19 Contruçõe de Concreto Capítulo 2 Critério de Projeto - 16 obedecida à dipoiçõe com relação à condiçõe de uo, inpeção e manutenção. Dependendo do porte da contrução e da agreividade do meio e de poe da informaçõe do projeto, do materiai e produto utilizado e da execução da obra, deve er produzido por profiional habilitado, devidamente contratado pelo contratante, um manual de utilização, inpeção e manutenção. Ee manual deve epecificar de forma clara e ucinta, o requiito báico para a utilização e a manutenção preventiva, neceária para garantir a vida útil previta para a etrutura, conforme indicado na NBR Mecanimo de Envelhecimento e Deterioração Generalidade Dentro dee enfoque devem er coniderado, ao meno, o mecanimo de envelhecimento e deterioração da etrutura de concreto, relacionado em Mecanimo preponderante de deterioração relativo ao concreto lixiviação por ação de água pura, carbônica agreiva ou ácida que diolvem e carregam o compoto hidratado da pata de cimento; expanão por ação de água e olo que contenham ou etejam contaminado com ulfato, dando origem a reaçõe expaniva e deletéria com a pata de cimento hidratado; expanão por ação da reaçõe entre o álcali do cimento e certo agregado reativo; reaçõe deletéria uperficiai de certo agregado decorrente de tranformaçõe de produto ferruginoo preente na ua contituição mineralógica Mecanimo preponderante de deterioração relativo à armadura depaivação por carbonatação, ou eja, por ação do gá carbônico da atmofera; depaivação por elevado teor de íon cloro (cloreto) Mecanimo de deterioração da etrutura propriamente dita São aquele relacionado à açõe mecânica, movimentaçõe de origem térmica, impacto, açõe cíclica, retração, fluência e relaxação Agreividade do Ambiente A agreividade do meio ambiente etá relacionada à açõe fíica e química que atuam obre a etrutura de concreto, independentemente da açõe mecânica, da variaçõe volumétrica de origem térmica, da retração hidráulica e outra previta no dimenionamento da etrutura de concreto.

20 Contruçõe de Concreto Capítulo 2 Critério de Projeto - 17 Clae de agreividade ambiente I Tabela 1: Clae de agreividade ambiental (NBR 6118). Agreividade Fraca Claificação geral do tipo de ambiente para efeito de projeto Rural Submera Rico de deterioração da etrutura Inignificante II Moderada Urbana 1), 2) Pequeno Marinha 1) III Forte 1), 2) Grande Indutrial 1), 3) Indutrial IV Muito Forte Elevado Repingo de Maré 1) Pode-e admitir um micro clima com uma clae de agreividade mai branda (um nível acima) para ambiente interno eco (ala, dormitório, banheiro, cozinha e área de erviço de apartamento reidenciai e conjunto comerciai ou ambiente com concreto revetido com argamaa e pintura). 2) Pode-e admitir uma clae de agreividade mai branda (um nível acima) em: obra de regiõe de clima eco, com umidade relativa do ar menor ou igual a 65%, parte da etrutura protegida de chuva em ambiente predominantemente eco, ou regiõe onde chove raramente. 3) Ambiente quimicamente agreivo, tanque indutriai, galvanoplatia, branqueamento em indútria de celuloe e papel, armazén de fertilizante, indútria química. No projeto da etrutura corrente, a agreividade ambiental deve er claificada de acordo com o apreentado na Tabela 1 e pode er avaliada, implificadamente, egundo a condiçõe de expoição da etrutura ou de ua parte. 2.4 Critério de Projeto que Viam a Durabilidade Segundo a NBR Simbologia epecífica deta eção De forma a implificar a compreenão e, portanto, a aplicação do conceito etabelecido neta eção, o ímbolo mai utilizado, ou que poderiam gerar dúvida, encontram-e definido: cmin - cobrimento mínimo c nom - cobrimento nominal (cobrimento mínimo acrecido da tolerância de execução) UR - umidade relativa do ar c - Tolerância de execução para o cobrimento Drenagem Deve er evitada a preença ou acumulação de água proveniente de chuva ou decorrente de água de limpeza e lavagem, obre a uperfície da etrutura de concreto; A uperfície expota que neceitem er horizontal, tai como cobertura, pátio, garagen, etacionamento e outra, devem er convenientemente drenada, com dipoição de ralo e condutore;

21 Contruçõe de Concreto Capítulo 2 Critério de Projeto - 18 Toda a junta de movimento ou de dilatação, em uperfície ujeita à ação de água, devem er convenientemente elada, de forma a torná-la etanque à paagem (percolação) de água; Todo o topo de platibanda e parede devem er protegido por chapin. Todo o beirai devem ter pingadeira e o encontro a diferente nívei devem er protegido por rufo Forma arquitetônica e etruturai Dipoiçõe arquitetônica ou contrutiva que poam reduzir a durabilidade da etrutura devem er evitada; Deve er previto em projeto o aceo para inpeção e manutenção de parte da etrutura com vida útil inferior ao todo, tai como aparelho de apoio, caixõe, inerto, impermeabilizaçõe e outro Qualidade do concreto de cobrimento da armadura Atendida a demai condiçõe etabelecida neta eção, a durabilidade da etrutura é altamente dependente da caracterítica, como epeura e qualidade do concreto e cobrimento da armadura; Enaio comprobatório de deempenho da durabilidade da etrutura frente ao tipo e nível de agreividade previto em projeto devem etabelecer o parâmetro mínimo a erem atendido. Na falta dete e devido à exitência de uma forte correpondência entre a relação água/cimento, a reitência à compreão do concreto e ua durabilidade, permite-e adotar o requiito mínimo expreo na Tabela 2. Tabela 2: Correpondência entre clae de agreividade e qualidade do concreto (NBR 6118). Concreto Tipo Clae de agreividade I II III IV Relação água/cimento CA 0,65 0,60 0,55 0,45 em maa CP 0,60 0,55 0,50 0,45 Clae de concreto CA C20 C25 C30 C40 (NBR 8953) CP C25 C30 C35 C40 NOTAS 1 O concreto empregado na execução da etrutura deve cumprir o requiito etabelecido na NBR CA correponde a componente e elemento etruturai de concreto armado. 3 CP correponde a componente e elemento etruturai de concreto protendido. Para edificaçõe, deverão er eguida recomendaçõe para a ecolha da epeura da camada de cobrimento da armadura de acordo com a Tabela 3 a erem exigido para diferente tipo de elemento etruturai, viando a garantir um grau adequado de durabilidade para a etrutura.

22 Contruçõe de Concreto Capítulo 2 Critério de Projeto - 19 Tabela 3: Correpondência entre clae de agreividade ambiental e cobrimento nominal para c = 10mm. Clae de Agreividade Tipo de Elemento I II III Etrutura Cobrimento Nominal (mm) IV 3) Concreto Laje 2) Armado Viga/Pilar Concreto Protendido 1) Todo ) Cobrimento nominal da armadura paiva que envolve a bainha ou o fio, cabo e cordoalha empre uperiore ao epecificado para o elemento de concreto armado, devido ao rico de corroão fragilizante ob tenão. 2) Para a face uperior de laje e viga que erão revetida com argamaa de contrapio, com revetimento finai eco tipo carpete e madeira, com argamaa de revetimento e acabamento tai como pio de elevado deempenho, pio cerâmico, pio afáltico e outro tanto, a exigência deta tabela podem er ubtituída por , repeitado um cobrimento nominal 15 mm. 3) Na face inferiore de laje e viga de reervatório, etaçõe de tratamento de água e egoto, conduto de egoto, canaleta de efluente e outra obra em ambiente químico ão intenamente agreivo, a armadura deve ter cobrimento nominal 45 mm. O requiito da tabela 2 e 3 ão válido para concreto executado com cimento Portland que atenda, conforme eu tipo e clae, à epecificaçõe da NBR 5732, NBR 5733, NBR 5735, NBR 5736, NBR 5737, NBR 11578, NBR ou NBR 13116, com conumo mínimo de cimento por metro cúbico de concreto de acordo com a NBR 12655; Não é permitido o uo de aditivo contendo cloreto na ua compoição em etrutura de concreto armado ou protendido; A proteção da armadura ativa externa deve er garantida pela bainha, completada por graute, calda de cimento Portland em adiçõe, ou graxa epecialmente formulada para ee fim; Atenção epecial deve er dedicada à proteção contra a corroão da ancoragen da armadura ativa; Para o cobrimento deve er obervado: o Para atender ao requiito etabelecido na NBR 6118, o cobrimento mínimo da armadura é o menor valor que deve er repeitado ao longo de todo o elemento coniderado e que e contitui num critério de aceitação; o Para garantir o cobrimento mínimo ( c min ) o projeto e a execução devem coniderar o cobrimento nominal ( c nom ), que é o cobrimento mínimo acrecido da tolerância de execução ( c). Aim, a dimenõe da armadura e o epaçadore devem repeitar o cobrimento nominai, etabelecido na Tabela 3, para c = 10 mm; o Na obra corrente o valor de c deve er maior ou igual a 10 mm; o Quando houver um adequado controle de qualidade e rígido limite de tolerância da variabilidade da medida durante a execução pode er adotado o valor c = 5 mm, ma a exigência de controle rigoroo deve er explicitada no deenho de projeto. Permite-e, então, a redução do cobrimento nominai precrito na Tabela 3 em 5 mm;

23 Contruçõe de Concreto Capítulo 2 Critério de Projeto - 20 o O cobrimento nominai e mínimo etão empre referido à uperfície da armadura externa, em geral à face externa do etribo. O cobrimento nominal de uma determinada barra deve empre er: a) c φ barra (armadura paiva); nom b) cnom φ feixe = φ n = φ n (feixe de armadura paiva); c) cnom 0,5φ bainha (armadura ativa). o A dimenão máxima caracterítica do agregado graúdo utilizado no concreto não pode uperar em 20% a epeura nominal do cobrimento, ou eja, dmáx 1,2 c nom ; o No cao de elemento etruturai pré-fabricado, o valore relativo ao cobrimento da armadura (Tabela 3) devem eguir o dipoto na NBR Detalhamento da armadura A barra devem er dipota dentro do componente ou elemento etrutural, de modo a permitir e facilitar a boa qualidade da operaçõe de lançamento e adenamento do concreto; Para garantir um bom adenamento é vital prever no detalhamento da dipoição da armadura epaço uficiente para entrada da agulha do vibrador Controle da fiuração O rico e a evolução da corroão do aço na região da fiura de flexão tranverai à armadura principal dependem eencialmente da qualidade e da epeura do concreto de cobrimento da armadura. Abertura caracterítica limite de fiura na uperfície do concreto dada pela eção da NBR 6118, em componente ou elemento de concreto armado, ão atifatória para a exigência de durabilidade; Devido à ua maior enibilidade à corroão ob tenão, o controle de fiura na uperfície do concreto na região da armadura ativa deve obedecer ao dipoto na eção da NBR Medida epeciai Em condiçõe de expoição advera devem er tomada medida epeciai de proteção e conervação do tipo: aplicação de revetimento hidrofugante e pintura impermeabilizante obre a uperfície do concreto, revetimento de argamaa, de cerâmica ou outro obre a uperfície do concreto, galvanização da armadura, proteção catódica da armadura e outro Inpeção e manutenção preventiva O conjunto de projeto relativo a uma obra deve orientar-e ob uma etratégia explícita que facilite procedimento de inpeção e manutenção preventiva da contrução; O manual de utilização, inpeção e manutenção deve er produzido conforme eção 25.4 da NBR 6118.

24 Contruçõe de Concreto Capítulo 2 Critério de Projeto Etado Limite (NBR 6118) O etado limite é definido como aquele em que a etrutura e apreenta em condiçõe inadequada para eu uo. O etado limite e apreentam em doi grupo: Etado Limite Último e Etado Limite de Utilização Etado Limite Último (ELU) Etado Limite Último ão aquele relacionado ao colapo, ou a qualquer outra forma de ruína etrutural, que determine a paraliação do uo da etrutura. Como a ocorrência de um etado limite último, pode envolver perda de vida humana, portanto, ua probabilidade de ocorrência deve er muito baixa. A egurança da etrutura de concreto deve empre er verificada em relação ao eguinte etado limite último: Reitência: quando a reitência de uma ou mai regiõe da etrutura é atingida, reultando no colapo parcial ou total; Perda de Equilíbrio: etado limite último da perda do equilíbrio da etrutura, admitida como corpo rígido (ee etado limite não depende da reitência do materiai e correponde ao início da movimentação da etrutura, ou parte dela, como corpo rígido); Formação de um mecanimo: ocorre quando a etrutura e tranforma num mecanimo devido à formação de rótula plática em número uficiente de regiõe, tornando a etrutura intável; Flambagem: flambagem local ou parcial da etrutura cauada por deformaçõe; Fadiga: ocorre em etrutura ujeita a tenõe cíclica. Embora ocorra em ituaçõe de carga de erviço, a fadiga é coniderada como etado limite último porque ela caua a ruptura do material; outro etado limite último que eventualmente poam ocorrer em cao epeciai Etado Limite de Utilização (Serviço) Etado Limite de Serviço ão aquele relacionado à durabilidade da etrutura, aparência, conforto do uuário e da boa utilização funcional da mema, eja em relação ao uuário, eja a máquina e ao equipamento utilizado. A egurança da etrutura de concreto pode exigir a verificação de algun do eguinte etado limite de erviço: Etado de deformação exceiva: etado em que a deformaçõe ultrapaam o limite aceitávei para a utilização da etrutura. Eta deformaçõe podem cauar dano inaceitávei em elemento não etruturai ou uma aparência indeejável à etrutura. Etado de fiuração inaceitável: etado em que a fiura e apreentam com abertura prejudicial ao uo ou a durabilidade da etrutura. Vibraçõe exceiva: ocorre quando a vibraçõe atingem intenidade inaceitável, podendo cauar deconforto ou perda da utilidade da etrutura.

25 Contruçõe de Concreto Capítulo 2 Critério de Projeto Açõe (NBR 6118) A açõe (F) ão qualquer caua capaz de provocar eforço ou deformaçõe na etrutura. Na análie etrutural deve-e levar em conta toda a açõe que poam produzir efeito ignificativo para a egurança da etrutura em exame, levando-e em conta o poívei etado limite último e erviço. A açõe podem er : Direta: contituída por força; Indireta: oriunda de deformaçõe impota. Segundo a variabilidade no tempo, a açõe ão claificam de acordo com a NBR 8681 em permanente, variávei e excepcionai Açõe Permanente Açõe permanente ão aquela que ocorrem com valore praticamente contante durante toda a vida útil da contrução. Também ão coniderada como permanente a açõe que crecem no tempo, tendendo a um valor limite contante. A açõe permanente devem er coniderada com eu valore repreentativo mai defavorávei para a egurança Açõe permanente direta (F g ) A açõe permanente direta ão contituída pelo peo próprio do elemento contrutivo permanente, peo próprio da etrutura, equipamento fixo, empuxo devido ao peo próprio de terra e hidrotático em cao particulare Açõe permanente indireta (F ε ) A açõe permanente indireta ão contituída pela deformaçõe impota por retração e fluência do concreto, delocamento de apoio, imperfeiçõe geométrica e protenão Açõe Variávei (F q ) São a açõe que ocorrem com valore que apreentam variaçõe ignificativa em torno de ua média, durante a vida da contrução, tai como: Carga acidentai (peoa, mobiliário, veículo, etc.); Força de frenagem, de impacto e centrífuga; Variaçõe de temperatura; Atrito no aparelho de apoio; Preão do vento; Preõe hidrotática e aerodinâmica (em geral). Em função de ua probabilidade de ocorrência e claificam em:

26 Contruçõe de Concreto Capítulo 2 Critério de Projeto - 23 Açõe variávei normai: probabilidade de ocorrência uficientemente grande para que ejam obrigatoriamente coniderada no projeto da etrutura de um dado tipo de etrutura. Açõe variávei epeciai: açõe ímica ou carga acidentai de natureza ou intenidade epeciai Açõe Excepcionai A açõe decorrem de caua tai como: Exploõe; Choque de veículo; Incêndio; Enchente ou imo excepcionai. 2.7 Solicitaçõe (NBR 6118) O eforço que provocam olicitaçõe na etrutura ão: momento fletore, força cortante, força normai, momento torçore. Onde: S g ão provocada por F g (açõe permanente direta) S q ão provocada por F q (açõe variávei) S ε ão provocada por F ε (açõe permanente direta) 2.8 Valore Caracterítico e de Cálculo (NBR 6118) Valore Caracterítico O valore caracterítico da reitência do materiai ( R k ), da açõe ( F k ) e da olicitaçõe ( S k ) ão valore que apreentam uma probabilidade prefixada de não erem ultrapaado. R k é um valor que tem 95% de probabilidade de er ultrapaado no entido favorável (i.e., exite uma probabilidade de 95% do reultado individuai obtido no enaio de corpo de prova erem uperiore a R k ). F k é um valor que apreenta 5% de probabilidade de er ultrapaado durante a vida útil da etrutura. O valore nominai fixado para a açõe a erem coniderado no cálculo etão indicado na norma: NB-5: cálculo de edifício NB-6: ponte rodoviária NB-7: ponte ferroviária NB-599: ação do vento

27 Contruçõe de Concreto Capítulo 2 Critério de Projeto - 24 Logo, S k é efeito de F k Valore de γ f da NBR-6118 (11.7.1) Carga permanente: γ = 1, 4 em geral f γ = 0,9 quando a influência da carga permanente f for favorável Carga acidental: γ = 1, 4 acrecido de impacto quando houver Deformaçõe impota: γ = 1, 2 f f Valore de Cálculo da Reitência do Materiai Concreto: Aço: f f f f = γ compreão cd f ck td f tk c c = γ tração = γ tração f yk ycd yck = f γ compreão γ c e γ ão coeficiente de ponderação da reitência. Levam em conta: variação do materiai defeito de enaio correlação entre o corpo de prova e a realidade γ = 1,15 dede que ejam obedecida a exigência da EB-3. γ = 1,25 em obra de pequena importância quando a exigência da norma EB-3 não ão obedecida. γ c = 1,4 em geral. γ c = 1,3 no cao de peça pré-moldada em uina. γ = 1,5 no cao de peça em condiçõe defavorávei de execução. c 2.9 Cálculo Segundo a NBR 6118 A condição de egurança no etado limite último é dada pela expreão ( Rc γ c, R γ ) γ S k R A reitência interna de uma eção, onde R c e R ão a reitência oferecida pelo concreto e o aço, deve er maior ou igual a olicitação de cálculo nela atuante. O coeficiente γ c, γ e γ f tem o valore indicado no iten anteriore.

2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS

2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS 2.1 Condições gerais 1 2 2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS As estruturas de concreto devem atender aos requisitos mínimos de qualidade, durante sua construção e serviço, e aos requisitos adicionais estabelecidos

Leia mais

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras

Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras Livro para a SBEA (material em contrução) Edmundo Rodrigue 9 4.1. Análie granulométrica Granulometria, graduação ou compoição granulométrica de um agregado é a ditribuição percentual do eu divero tamanho

Leia mais

ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO E ANÁLISE PLÁSTICA DE VIGAS DE EDIFÍCIOS

ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO E ANÁLISE PLÁSTICA DE VIGAS DE EDIFÍCIOS Anai do 47º Congreo Braileiro do Concreto - CBC005 Setembro / 005 ISBN 85-98576-07-7 Volume XII - Projeto de Etrutura de Concreto Trabalho 47CBC06 - p. XII7-85 005 IBRACON. ANÁLISE LINEAR COM REDISTRIBUIÇÃO

Leia mais

6.2.1 Prescrições gerais

6.2.1 Prescrições gerais CAPÍTULO 6.2 PRESCRIÇÕES RELATIVAS AO FABRICO E AOS ENSAIOS SOBRE OS RECIPIENTES SOB PRESSÃO, AEROSSÓIS, RECIPIENTES DE BAIXA CAPACIDADE CONTENDO GÁS (CARTUCHOS DE GÁS) E CARTUCHOS DE PILHAS DE COMBUSTÍVEL

Leia mais

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação Confrontando Reultado Experimentai e de Simulação Jorge A. W. Gut Departamento de Engenharia Química Ecola Politécnica da Univeridade de São Paulo E mail: jorgewgut@up.br Um modelo de imulação é uma repreentação

Leia mais

Modelagem de Edificações com Multi-Pavimentos em Concreto Pré-Moldado. Joaquim E Mota

Modelagem de Edificações com Multi-Pavimentos em Concreto Pré-Moldado. Joaquim E Mota Modelagem de Edificações com Multi-Pavimentos em Concreto Pré-Moldado. Joaquim E Mota MOTIVAÇÃO A CRECENTE UTILIZAÇÃO DE ETRUTURA DO TIPO MULTI-PIO DE CONCRETO PRÉ-MOLDADO ETUTURA TIPO EQUELETO OU RETICULADA

Leia mais

Curso de Análise Matricial de Estruturas 1 I - INTRODUÇÃO

Curso de Análise Matricial de Estruturas 1 I - INTRODUÇÃO Curo de Análie Matricial de Etrutura 1 I - INTRODUÇÃO I.1 - Introdução O proceo de um projeto etrutural envolve a determinação de força interna e de ligaçõe e de delocamento de uma etrutura. Eta fae do

Leia mais

31.1 Treliça de Mörsch

31.1 Treliça de Mörsch Univeridade Católica de Goiá - Departamento de Engenharia Etrutura de Concreto Armado I - Nota de Aula conteúdo 31 cialhamento 31.1 Treliça de Mörch O comportamento de peça fletida (fiurada) de concreto

Leia mais

Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada.

Compensadores. Controle 1 - DAELN - UTFPR. Os compensadores são utilizados para alterar alguma característica do sistema em malha fechada. Compenadore 0.1 Introdução Controle 1 - DAELN - UTFPR Prof. Paulo Roberto Brero de Campo O compenadore ão utilizado para alterar alguma caracterítica do itema em malha fechada. 1. Avanço de fae (lead):

Leia mais

UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CCT CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CCT CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CCT CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL APOSTILA DE CONCRETO ARMADO I CAR1001 º emetre de 014 Verão baeada na NBR 6118/014

Leia mais

Simplified method for calculation of solid slabs supported on flexible beams: validation through the non-linear analysis

Simplified method for calculation of solid slabs supported on flexible beams: validation through the non-linear analysis Teoria e Prática na Engenharia Civil, n.14, p.71-81, Outubro, 2009 Método implificado para cálculo de laje maciça apoiada em viga fleívei: validação por meio da análie não linear Simplified method for

Leia mais

Palavras-chave:Algoritmo Genético; Carregamento de Contêiner; Otimização Combinatória.

Palavras-chave:Algoritmo Genético; Carregamento de Contêiner; Otimização Combinatória. Reolução do Problema de Carregamento e Decarregamento 3D de Contêinere em Terminai Portuário para Múltiplo Cenário via Repreentação por Regra e Algoritmo Genético Aníbal Tavare de Azevedo (UNICAMP) anibal.azevedo@fca.unicamp.br

Leia mais

MATERIAIS PARA CONCRETO ARMADO

MATERIAIS PARA CONCRETO ARMADO CAPÍTULO 1 Volume 1 MATERIAIS PARA CONCRETO ARMADO 1 1.1- Introdução Concreto: agregados + cimento + água + aditivos. Sua resistência depende: do consumo de cimento, fator água-cimento, grau de adensamento,

Leia mais

PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Votos e Contribuição

PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Votos e Contribuição PROCEDIMENTO DE MERCADO AM.04 Cálculo de Voto e Contribuição Reponável pelo PM: Acompanhamento do Mercado CONTROLE DE ALTERAÇÕES Verão Data Decrição da Alteração Elaborada por Aprovada por PM AM.04 - Cálculo

Leia mais

ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO

ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO ESTUDO DINÂMICO DA PRESSÃO EM VASOS SEPARADORES VERTICAIS GÁS-LÍQUIDO UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO PRIMÁRIO DE PETRÓLEO Thale Cainã do Santo Barbalho 1 ; Álvaro Daniel Tele Pinheiro 2 ; Izabelly Laria Luna

Leia mais

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico

Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático considerando o efeito do atrito dinâmico Modelagem Matemática e Simulação computacional de um atuador pneumático coniderando o efeito do atrito dinâmico Antonio C. Valdiero, Carla S. Ritter, Luiz A. Raia Depto de Ciência Exata e Engenharia, DCEEng,

Leia mais

PROTEÇÕES COLETIVAS. Modelo de Dimensionamento de um Sistema de Guarda-Corpo

PROTEÇÕES COLETIVAS. Modelo de Dimensionamento de um Sistema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema de Guarda-Corpo PROTEÇÕES COLETIVAS Modelo de Dimenionamento de um Sitema

Leia mais

Resistência dos Materiais SUMÁRIO 1. TENSÕES DE CISALHAMENTO... 1 1.1 DIMENSIONAMENTO... 2 1.2 EXEMPLOS... 2

Resistência dos Materiais SUMÁRIO 1. TENSÕES DE CISALHAMENTO... 1 1.1 DIMENSIONAMENTO... 2 1.2 EXEMPLOS... 2 Reitência do Materiai SUMÁRIO 1. TESÕES DE CISLHMETO... 1 1.1 DIMESIOMETO... 1. EXEMPLOS... Cialhamento 0 Prof. Joé Carlo Morilla Reitência do Materiai 1. Tenõe de Cialhamento Quando dua força cortante

Leia mais

EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO - UNICAMP EE-832 - LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA INDUSTRIAL EXPERIÊNCIA 7 CONVERSORES PARA ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS 7. Introdução A máquina de corrente

Leia mais

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FORÇA CORTANTE

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FORÇA CORTANTE P U C R S PONTIFÍCI UNIERSIDDE CTÓLIC DO RIO GRNDE DO SUL FCULDDE DE ENGENHRI CURSO DE ENGENHRI CIIL CONCRETO RMDO II FORÇ CORTNTE Pro. lmir Schäer PORTO LEGRE MRÇO DE 006 1 FORÇ CORTNTE 1- Notaçõe principai

Leia mais

CREATING TOMORROW S SOLUTIONS

CREATING TOMORROW S SOLUTIONS CREATING TOMORROW S SOLUTIONS Contrução civil I Ligante Polimérico I América do Sul Vião Geral do Polímero em Pó VINNAPAS Como você quer otimizar ua argamaa? A argamaa percorreram um longo caminho dede

Leia mais

Concreto e Postes de Concreto Diego Augusto de Sá /Janaína Rodrigues Lenzi

Concreto e Postes de Concreto Diego Augusto de Sá /Janaína Rodrigues Lenzi Concreto e Postes de Concreto Diego Augusto de Sá /Janaína Rodrigues Lenzi INTRODUÇÃO: Neste trabalho será apresentado um apanhado sobre as diversas formas de concreto e agregados bem como o seu uso, dando

Leia mais

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque

Máquinas Eléctricas. Motores de indução. Motores assíncronos. Arranque Motore de indução Arranque São motore robuto e barato (fabricado em maa), embora tendo o inconveniente de não erem regulávei. Conequentemente, uma vez definido um binário e uma corrente, ete apena dependem

Leia mais

Capítulo I Tensões. Seja um corpo sob a ação de esforços externos em equilíbrio, como mostra a figura I-1:

Capítulo I Tensões. Seja um corpo sob a ação de esforços externos em equilíbrio, como mostra a figura I-1: apítuo I Seja um corpo ob a ação de eforço externo em equiíbrio, como motra a figura I-1: Figura I-3 Eforço que atuam na eção para equiibrar o corpo Tome-e, agora, uma pequena área que contém o ponto,

Leia mais

Nestas notas será analisado o comportamento deste motor em regime permanente.

Nestas notas será analisado o comportamento deste motor em regime permanente. MOTO DE INDUÇÃO TIFÁSICO 8/0/006 Ivan Camargo Introdução O motor de indução trifáico correponde a, aproximadamente, 5 % da carga elétrica do Brail, ou eja, 50 % da carga indutrial que, por ua vez, correponde

Leia mais

Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s).

Estrutura geral de um sistema com realimentação unitária negativa, com um compensador (G c (s) em série com a planta G p (s). 2 CONTROLADORES PID Introdução Etrutura geral de um itema com realimentação unitária negativa, com um compenador (G c () em érie com a planta G p (). 2 Controladore PID 2. Acção proporcional (P) G c ()

Leia mais

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY 27 A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NOS CAMINHOS DO HIPERTEXTO THE PRODUCTION OF SENSE IN THE HYPERTEXT WAY 1 RESUMO: A tecnologia da informação e comunicação - TIC ampliam o epaço para comunicação e interação na

Leia mais

Figura 3.1 - Curva granulométrica por peneiramento e sedimentação de uma amostra de solo residual (Minas de calcáreo Caçapava do Sul)

Figura 3.1 - Curva granulométrica por peneiramento e sedimentação de uma amostra de solo residual (Minas de calcáreo Caçapava do Sul) Nota de Aula - Mecânica do Solo 23 UNIDADE 3 GRANULOMETRIA DOS SOLOS 3.1 Introdução Todo o olo, em ua fae ólida, contêm partícula de diferente tamanho em proporçõe a mai variada. A determinação do tamanho

Leia mais

Professora FLORENCE. Resolução:

Professora FLORENCE. Resolução: 1. (FEI-SP) Qual o valor, em newton, da reultante da força que agem obre uma maa de 10 kg, abendo-e que a mema poui aceleração de 5 m/? Reolução: F m. a F 10. 5 F 50N. Uma força contante F é aplicada num

Leia mais

EFEITOS DO COEFICIENTE DE POISSON E ANÁLISE DE ERRO DE TENSÕES EM TECTÔNICA DE SAL

EFEITOS DO COEFICIENTE DE POISSON E ANÁLISE DE ERRO DE TENSÕES EM TECTÔNICA DE SAL Copright 004, Intituto Braileiro de Petróleo e Gá - IBP Ete Trabalho Técnico Científico foi preparado para apreentação no 3 Congreo Braileiro de P&D em Petróleo e Gá, a er realizado no período de a 5 de

Leia mais

Competências/ Objetivos Especifica(o)s

Competências/ Objetivos Especifica(o)s Tema B- Terra em Tranformação Nº previta Materiai Contituição do mundo material Relacionar apecto do quotidiano com a Química. Reconhecer que é enorme a variedade de materiai que no rodeiam. Identificar

Leia mais

1. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PARA A CONCEPÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DA SENSIBILIDADE ESTRUTURAL

1. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PARA A CONCEPÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DA SENSIBILIDADE ESTRUTURAL UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CCT CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL APOSTILA DE CONCRETO ARMADO I CAR I 2º emetre de 2011 Proa. Sandra Denie Kruger Alve

Leia mais

ESTUDOS EXPERIMENTAIS SOBRE A AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DE FLUIDOS DE PERFURAÇÃO EM MEIOS POROSOS ANISOTRÓPICOS

ESTUDOS EXPERIMENTAIS SOBRE A AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DE FLUIDOS DE PERFURAÇÃO EM MEIOS POROSOS ANISOTRÓPICOS 3 a 6 de outubro de 0 Univeridade Federal Rural do Rio de Janeiro Univeridade Severino Sombra aoura RJ ESTUDOS EXPERIMENTIS SOBRE LIÇÃO DS PROPRIEDDES DE FLUIDOS DE PERFURÇÃO EM MEIOS POROSOS NISOTRÓPICOS.

Leia mais

Análise de Sensibilidade de Anemômetros a Temperatura Constante Baseados em Sensores Termo-resistivos

Análise de Sensibilidade de Anemômetros a Temperatura Constante Baseados em Sensores Termo-resistivos UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ELETRICIDADE Análie de Senibilidade de Anemômetro a Temperatura Contante Baeado em Senore Termo-reitivo

Leia mais

Inclusão Social dos Jovens nos Assentamentos Rurais de Areia com ênfase no trabalho da Tutoria e recursos das novas TIC s

Inclusão Social dos Jovens nos Assentamentos Rurais de Areia com ênfase no trabalho da Tutoria e recursos das novas TIC s Incluão Social do Joven no Aentamento Rurai de Areia com ênfae no trabalho da Tutoria e recuro da nova TIC MIRANDA 1, Márcia C.V.; SILVA 2, Fátima do S.; FÉLIX 3, Jânio 1 Profeora orientadora e coordenadora

Leia mais

= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B

= T B. = T Bloco A: F = m. = P Btang. s P A. 3. b. P x. Bloco B: = 2T s T = P B 2 s. s T = m 10 B 2. De (I) e (II): 6,8 m A. s m B eolução Fíica FM.9 1. e Com bae na tabela, obervamo que o atleta etá com 5 kg acima do peo ideal. No gráfico, temo, para a meia maratona: 1 kg,7 min 5 kg x x,5 min. Na configuração apreentada, a força

Leia mais

I Desafio Petzl Para Bombeiros Regulamento Campeonato Internacional de Técnicas Verticais e Resgate

I Desafio Petzl Para Bombeiros Regulamento Campeonato Internacional de Técnicas Verticais e Resgate ! I Deafio Petzl Para Bombeiro Regulamento Campeonato Internacional de Técnica Verticai e Regate A Spelaion, ditribuidor excluivo Petzl no Brail e o Corpo de Bombeiro de Goiá, etá organizando o Primeiro

Leia mais

SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS SITE EM JAVA PARA A SIMULAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS Reumo Luca Franco de Ai¹ Marcelo Semenato² ¹Intituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia/Campu Jataí/Engenharia Elétrica/PIBIT-CNPQ lucafranco_jty@hotmail.com

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CEFET-SP ÁREA INDUSTRIAL Disciplina: Mecânica dos Fluidos Aplicada Exercícios Resolvidos 1 a lista.

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CEFET-SP ÁREA INDUSTRIAL Disciplina: Mecânica dos Fluidos Aplicada Exercícios Resolvidos 1 a lista. ÁREA INDUSTRIAL Diciplina: Mecânica do Fluido Aplicada Exercício Reolvido 1 a lita Profeor: 1 de 7 Data: /03/008 Caruo Em todo o problema, ão upoto conhecido: água =1000kgm 3 e g= 9,80665m 1. Motrar que

Leia mais

COP Comunication on Progress EQÜIDADE DE GÊNERO

COP Comunication on Progress EQÜIDADE DE GÊNERO COP Comunication on Progre São Paulo, 28 de fevereiro de 2011 A Ferol Indútria e Comércio SA declara eu apoio contínuo ao Pacto Global. A Ferol acredita na diveridade e na pluralidade como ferramenta de

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ARMADURA PARA CONCRETO PROTENDIDO Grupo de Serviço OBRAS D ARTE ESPECIAIS Código DERBA-ES-OAE-18/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNCIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS COM VAZÃO VARIÁVEL. Renata Akemi Sassaki

DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNCIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS COM VAZÃO VARIÁVEL. Renata Akemi Sassaki DISTRIBUIÇÃO DE TEMPOS DE RESIDÊNIA EM SISTEMAS ALIMENTADOS OM VAZÃO VARIÁVEL Renata Akemi Saaki TESE SUBMETIDA AO ORPO DOENTE DA OORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA QUÍMICA ESTUDO DOS PARÂMETROS QUE INFLUENCIAM A FLOCULAÇÃO NA SEDIMENTAÇÃO CONTÍNUA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA QUÍMICA ESTUDO DOS PARÂMETROS QUE INFLUENCIAM A FLOCULAÇÃO NA SEDIMENTAÇÃO CONTÍNUA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA ESTUDO DOS PARÂMETROS QUE INFLUENCIAM A FLOCULAÇÃO NA SEDIMENTAÇÃO CONTÍNUA JULIANA RODRIGUES

Leia mais

CAPÍTULO 6 - Testes de significância

CAPÍTULO 6 - Testes de significância INF 16 CAPÍTULO 6 - Tete de ignificância Introdução Tete de ignificância (também conhecido como Tete de Hipótee) correpondem a uma regra deciória que no permite rejeitar ou não rejeitar uma hipótee etatítica

Leia mais

Cap. 8 - Controlador P-I-D

Cap. 8 - Controlador P-I-D CONTROLADOR ID Metrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Comptadore (MEEC) Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Comptadore (DEEC) CONTROLO º emetre 7/8 Tranparência de apoio à ala teórica

Leia mais

O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES

O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES P A N Ó P T I C A O URBANO E A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - ES Daniel Pitzer Zippinotti Univeridade Federal do Epírito Santo - UFES 1. INTRODUÇÃO O preente trabalho procura apreentar

Leia mais

Fotografando o Eclipse Total da Lua

Fotografando o Eclipse Total da Lua Fotografando o Eclipe Total da Lua (trabalho apreentado para o Mueu de Atronomia e Ciência Afin) http://atrourf.com/diniz/artigo.html Autor: Joé Carlo Diniz (REA-BRASIL) "Você pode e deve fotografar o

Leia mais

CONCRETO PROTENDIDO COM ADERENCIA POSTERIOR

CONCRETO PROTENDIDO COM ADERENCIA POSTERIOR CONCRETO PROTENDIDO COM ADERENCIA POSTERIOR EMPRESA VISITADA: SIS ENGENHARIA ENTREVISTADOS: AUGUSTO CARLOS DE VASCONCELOS e LUIZ AURÉLIO FORTES DA SILVA GRUPO: CLEVERSON AURELIO DE MELO CUNHA EDUARDO CARUBA

Leia mais

Estudo Experimental da Erosão Localizada na Proximidade de Pilares de Pontes. Maria Manuela C. Lemos Lima 1

Estudo Experimental da Erosão Localizada na Proximidade de Pilares de Pontes. Maria Manuela C. Lemos Lima 1 Etudo Experimental da Eroão Localizada na Proximidade de Pilare de Ponte Maria Manuela C. Lemo Lima 1 Univeridade do Minho, epartamento de Engenharia Civil Azurém, P 4800-058 Guimarãe, Portugal RESUMO

Leia mais

CONCRETO I HISTÓRICO DO CONCRETO 01/10/2011

CONCRETO I HISTÓRICO DO CONCRETO 01/10/2011 CONCRETO I HISTÓRICO DO CONCRETO As construções tiveram origem para proporcionar abrigo para o homem; 2,5 milhões de anos: abrigos naturais Materiais utilizados: Galhos, Cipó, Pele e osso de animais, Galhos

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física

Imposto de Renda Pessoa Física Impoto de Renda Peoa Fíica 2006 Manual de Preenchimento Declaração de Ajute Anual Modelo Completo - Ano-calendário de 2005 Receita Federal Minitério da Fazenda GOVERNO FEDERAL Índice PÁG. ENTREGA DA DECLARAÇÃO

Leia mais

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos CAPÍTULO 10 Modelagem e repota de itema dicreto 10.1 Introdução O itema dicreto podem er repreentado, do memo modo que o itema contínuo, no domínio do tempo atravé de uma tranformação, nete cao a tranformada

Leia mais

P R O J E T O. Arte. Pneus

P R O J E T O. Arte. Pneus P R O J E T O Arte em C NSCIÊNCIA Promovendo a concientização ecológica utilizando como ferramenta a arte e o ecodeign, criando produto e artefato a partir de reíduo ólido de póconumo (pneu uado) como

Leia mais

AULA 02 POTÊNCIA MECÂNICA. = τ. P ot

AULA 02 POTÊNCIA MECÂNICA. = τ. P ot AULA 0 POTÊNCIA MECÂNICA 1- POTÊNCIA Uma força pode realizar um memo trabalho em intervalo de tempo diferente. Quando colocamo um corpo de maa m obre uma mea de altura H num local onde a aceleração da

Leia mais

www.inglesdojerry.com.br

www.inglesdojerry.com.br www.ingledojerry.com.br AGRADECIMENTOS Meu mai incero agradecimento, A Deu, que em ua incomenurável e infinita abedoria tem me dado aúde e força para atravé dete trabalho levar o enino do idioma a peoa

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA LIMA

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA LIMA EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL: n 070/204 PROCESSO ADMINISTRATIVO: n 278/204 IMPORTANTE: AO RETIRAR ESTE EDITAL, FAVOR PREENCHER O RECIBO DE RETIRADA DE EDITAL E ENVIÁ-LO PARA O E-MAIL INFORMADO NO PROPRIO

Leia mais

O CORPO HUMANO E A FÍSICA

O CORPO HUMANO E A FÍSICA 1 a fae Prova para aluno do 9º e 1º ano LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Eta prova detina-e excluivamente a aluno do 9 o ano do enino fundamental e 1º ano do enino médio. Ela contém trinta quetõe.

Leia mais

Lider. ança. para criar e gerir conhecimento. }A liderança é um fator essencial para se alcançar o sucesso também na gestão do conhecimento.

Lider. ança. para criar e gerir conhecimento. }A liderança é um fator essencial para se alcançar o sucesso também na gestão do conhecimento. Liderança para criar e gerir conhecimento Lider ança para criar e gerir conhecimento }A liderança é um fator eencial para e alcançar o uceo também na getão do conhecimento.~ 48 R e v i t a d a ES P M janeiro

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Verão.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife PE GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC GAT

Leia mais

LISTA MESTRA DE DOCUMENTOS EXTERNOS DATA: 20/02/2015

LISTA MESTRA DE DOCUMENTOS EXTERNOS DATA: 20/02/2015 LISTA MESTRA DE DOCUMENTOS EXTERNOS DATA: 20/02/205 NBR-ISO- 900 NBR-ISO- 9000 NBR 333 Sitema de Getão da Qualidade - Requiito Sitema de Getão da Qualidade Fundamento e Vocabulário Execução de levantamento

Leia mais

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS 2 INTRODUÇÃO A água da chuva é um dos elementos

Leia mais

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA

UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA UMA ABORDAGEM GLOBAL PARA O PROBLEMA DE CARREGAMENTO NO TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA Benjamin Mariotti Feldmann Mie Yu Hong Chiang Marco Antonio Brinati Univeridade de São Paulo Ecola Politécnica da

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL EDITAL N.º 001/2007

CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL EDITAL N.º 001/2007 CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL EDITAL N.º 001/2007 A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE INHAMBUPE, Etado da Bahia, no uo de ua atribuiçõe legai, mediante a condiçõe etipulada nete Edital, repaldada no art. 37, II da

Leia mais

Capítulo 5: Análise através de volume de controle

Capítulo 5: Análise através de volume de controle Capítulo 5: Análie atravé de volume de controle Volume de controle Conervação de maa Introdução Exite um fluxo de maa da ubtância de trabalho em cada equipamento deta uina, ou eja, na bomba, caldeira,

Leia mais

Exercícios Resolvidos de Biofísica

Exercícios Resolvidos de Biofísica Exercício Reolvido de Biofíica Faculdade de Medicina da Univeridade de oimbra Exercício Reolvido de Biofíica Metrado ntegrado em Medicina MEMBRNS HOMOGÉNES Exercício 1. Numa experiência com uma membrana

Leia mais

Física 1 Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori.

Física 1 Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori. Fíica Capítulo 7 Dinâmica do Movimento de Rotação Prof. Dr. Cláudio Sérgio Sartori. Introdução: Ao uarmo uma chave de roda para retirar o parafuo para trocar o pneu de um automóvel, a roda inteira pode

Leia mais

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA

Experimento #4. Filtros analógicos ativos LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA UNIVESIDADE FEDEAL DE CAMPINA GANDE CENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA E INFOMÁTICA DEPATAMENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA LABOATÓIO DE ELETÔNICA Experimento #4 Filtro analógico ativo EXPEIMENTO #4 Objetivo Gerai Eta

Leia mais

Equações Diferenciais (GMA00112) Resolução de Equações Diferenciais por Séries e Transformada de Laplace

Equações Diferenciais (GMA00112) Resolução de Equações Diferenciais por Séries e Transformada de Laplace Equaçõe Diferenciai GMA Reolução de Equaçõe Diferenciai por Série e Tranformada de Laplace Roberto Tocano Couto tocano@im.uff.br Departamento de Matemática Aplicada Univeridade Federal Fluminene Niterói,

Leia mais

Programa de Formação Técnica Continuada. Categoria de Emprego para Motores CA / CC

Programa de Formação Técnica Continuada. Categoria de Emprego para Motores CA / CC Programa de Formação Técnica Continuada Categoria de Emprego para Motore CA / CC Índice.Introdução.... Chave manuai etrela triângulo.... O motore.... Motore de indução tipo gaiola.... Motore de indução

Leia mais

ESTRUTURAS METÁLICAS

ESTRUTURAS METÁLICAS 1 ESTRUTURAS METÁLICAS José Alberto Bittencourt Goulart e-mail: betogoulart@yahoo.com.br Maio/2014 Sorocaba/SP Desde o século XVIII, quando se iniciou a utilização de estruturas metálicas na construção

Leia mais

TRANSMISSÃO DE CALOR II. Prof. Eduardo C. M. Loureiro, DSc.

TRANSMISSÃO DE CALOR II. Prof. Eduardo C. M. Loureiro, DSc. TRANSMISSÃO DE CAOR II Prof. Eduardo C. M. oureiro, DSc. MECANISMOS FÍSICOS T T at A condenação ocorre quando a temperatura de um vapor é reduzida a vaore inferiore ao de ua temperatura de aturação. Em

Leia mais

s Rede Locais s Shielded Twisted Pair (STP); s Unshielded Twisted Pair (UTP); s Patch Panels; s Cabo Coaxial; s Fibra Óptica;

s Rede Locais s Shielded Twisted Pair (STP); s Unshielded Twisted Pair (UTP); s Patch Panels; s Cabo Coaxial; s Fibra Óptica; Rede de Computadore Rede Locai Shielded Twited Pair (STP); Unhielded Twited Pair (UTP); Patch Panel; Cabo Coaxial; Fibra Óptica; 2 2010 Airton Junior. All right reerved. Rede de Computadore É um conjunto

Leia mais

Rentabilidade das Instituições Financeiras no Brasil: Mito ou Realidade? Autores JOSÉ ALVES DANTAS Centro Universitário Unieuro

Rentabilidade das Instituições Financeiras no Brasil: Mito ou Realidade? Autores JOSÉ ALVES DANTAS Centro Universitário Unieuro Rentabilidade da Intituiçõe Financeira no Brail: Mito ou Realidade? Autore JOSÉ ALVES DANTAS Centro Univeritário Unieuro PAULO ROBERTO BARBOSA LUSTOSA PMIRPGCC - UNB/UFPB/UFPE/UFRN Reumo A dicuão obre

Leia mais

Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal

Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal 1) O cabo e a barra formam a estrutura ABC (ver a figura), que suporta uma carga vertical P= 12 kn. O cabo tem a área

Leia mais

XLVI Pesquisa Operacional na Gestão da Segurança Pública

XLVI Pesquisa Operacional na Gestão da Segurança Pública PROBLEMA DE CORTE UNIDIMENSIONAL COM SOBRAS APROVEITÁVEIS: RESOLUÇÃO DE UM MODELO MATEMÁTICO Adriana Cherri Departamento de Matemática, Faculdade de Ciência, UNESP, Bauru adriana@fc.unep.br Karen Rocha

Leia mais

O boi é quem manda. Acostume seus ouvidos o termo. Pastagens

O boi é quem manda. Acostume seus ouvidos o termo. Pastagens O boi é quem manda Patejo rotatínuo não abre mão da rotação de piquete, ma repeita comportamento natural do animai, que conomem apena porção mai nobre do pato. Maritela Franco maritela@revitadbo.com.br

Leia mais

ANÁLISE EXPERIMENTAL DA INFLUÊNCIA DOS DIFERENTES PROCEDIMENTOS DE CURA NAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE VIGAS DE CONCRETO ARMADO

ANÁLISE EXPERIMENTAL DA INFLUÊNCIA DOS DIFERENTES PROCEDIMENTOS DE CURA NAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE VIGAS DE CONCRETO ARMADO ANÁLISE EXPERIMENTAL DA INFLUÊNCIA DOS DIFERENTES PROCEDIMENTOS DE CURA NAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE VIGAS DE RESUMO CONCRETO ARMADO Douglas Trevelin Rabaiolli (1), Alexandre Vargas (2) UNESC Universidade

Leia mais

Facear Concreto Estrutural I

Facear Concreto Estrutural I 1. ASSUNTOS DA AULA Durabilidade das estruturas, estádios e domínios. 2. CONCEITOS As estruturas de concreto devem ser projetadas e construídas de modo que, quando utilizadas conforme as condições ambientais

Leia mais

FLEXÃO NORMAL SIMPLES - VIGAS

FLEXÃO NORMAL SIMPLES - VIGAS UNIVERSIDDE ESTDUL PULIST UNESP - Campu e Bauru/SP FCULDDE DE ENGENHRI Departamento e Engenharia Civil Diciplina: 117 - ESTRUTURS DE CONCRETO I NOTS DE UL FLEXÃO NORL SIPLES - VIGS Prof. Dr. PULO SÉRGIO

Leia mais

Materiais e sistemas para protensão DEFINIÇÕES

Materiais e sistemas para protensão DEFINIÇÕES 19 2 Materiais e sistemas para protensão DEFINIÇÕES 2.1 Definições (conforme a Norma NBR6118:2003 - Projeto de Estruturas de Concreto - Procedimento). 2.1.1. Elementos de concreto protendido. Aqueles nos

Leia mais

BOAS RECOMENDAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE EDIFÍCIOS. Eng. Luiz Aurélio Fortes da Silva

BOAS RECOMENDAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE EDIFÍCIOS. Eng. Luiz Aurélio Fortes da Silva 1 BOAS RECOMENDAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE EDIFÍCIOS Eng. Luiz Aurélio Fortes da Silva 1 2 TÓPICOS DA PALESTRA 2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS DE PROJETO CONCEPÇÃO ESTRUTURAL MATERIAIS E DURABILIDADE

Leia mais

Tensão Induzida por Fluxo Magnético Transformador

Tensão Induzida por Fluxo Magnético Transformador defi deartamento de fíica Laboratório de Fíica www.defi.ie.i.t Tenão Induzida or Fluxo Magnético Tranformador Intituto Suerior de Engenharia do Porto- Deartamento de Fíica Rua Dr. António Bernardino de

Leia mais

IX SIMPÓSIO DE ESPECIALISTAS EM PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO ELÉTRICA

IX SIMPÓSIO DE ESPECIALISTAS EM PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO ELÉTRICA IX SEPOPE 3 a 7 de maio de 4 May, 3 th to 7 rd 4 Rio de Janeiro (RJ) Brail IX SIMPÓSIO DE ESPECIALISTAS EM PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO ELÉTRICA IX SYMPOSIUM OF SPECIALISTS IN ELECTRIC OPERATIONAL

Leia mais

Usos do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expressão de Subjetividade e de Identificação 1

Usos do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expressão de Subjetividade e de Identificação 1 Uo do Orkut O Movimento Heavy Metal e o BuddyPoke Enquanto Expreão de Subjetividade e de Identificação 1 Élida Fabiani Morai de CRISTO; Haroldo França REBOUÇAS Neto; Jacklene de Souza CARRÉRA; Keila Marina

Leia mais

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física

Vestibular 2013 2 a fase Gabarito Física etibular 203 2 a fae Gabarito Fíica Quetão 0 (alor: 5 ponto) Cálculo da variação da quantidade de movimento A velocidade inicial no momento do impacto erá a velocidade final da queda Aplicando conervação

Leia mais

Prof. Eng. VICENTE BUDZINSKI UNIMAR CONCRETO ARMADO I CONCRETO

Prof. Eng. VICENTE BUDZINSKI UNIMAR CONCRETO ARMADO I CONCRETO CONCRETO Concreto é um material de construção proveniente da mistura, em proporção adequada, de: aglomerantes, agregados e água. Também é frequente o emprego de aditivos e adições. AGLOMERANTES Os aglomerantes

Leia mais

Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias por Série de Potências e Transformada de Laplace

Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias por Série de Potências e Transformada de Laplace Reolução de Equaçõe Diferenciai Ordinária por Série de Potência e Tranformada de Laplace Roberto Tocano Couto rtocano@id.uff.br Departamento de Matemática Aplicada Univeridade Federal Fluminene Niterói,

Leia mais

Programa de Formação Técnica Continuada. Proteção contra descargas Atmosféricas

Programa de Formação Técnica Continuada. Proteção contra descargas Atmosféricas Programa de Formação Técnica Continuada Proteção contra decarga Atmoférica 1. Origem e formação da decarga atmoférica...2 Índice 2. O parâmetro do Raio...4 3. Claificação da intalaçõe...4 4. Técnica de

Leia mais

Problemas de Injeção Os 10 Mais

Problemas de Injeção Os 10 Mais DuPont Perfomance Polymer Problema de Injeção O 10 Mai 0800-17-17-15 http://platico.dupont.com.br Problema de Injeção O 10 mai Por R.Wilkinon, E. A. Poppe, Karl Leidig, Karl Schirmer - Conultore Técnico

Leia mais

ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO I PROGRAMA

ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO I PROGRAMA PROGRAMA 1.Introdução ao betão armado 2.Bae de Projecto e Acçõe 3.Propriedade do materiai: betão e aço 4.Durabilidade 5.Etado limite último de reitência à tracção e à compreão 6.Etado limite último de

Leia mais

BA.02: Vírus e Reino Monera BIOLOGIA

BA.02: Vírus e Reino Monera BIOLOGIA BA.02: Víru e Reino Monera ATIVIDADES 1. (CEFET) O víru podem er incluído na categoria do ere vivo por: a) erem contituído por proteína. b) reproduzirem-e por ciiparidade. c) crecerem por jutapoição de

Leia mais

Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade

Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade Enterprie Quality Management [EQM] Excelência em Getão da Qualidade A Getão da Qualidade Total, do inglê Total Quality Management - TQM é uma etratégia de adminitração completa que tem como objetivo principal

Leia mais

Tuper LAJES MISTAS NERVURADAS Mais velocidade e economia em sua obra.

Tuper LAJES MISTAS NERVURADAS Mais velocidade e economia em sua obra. Tuper LAJES MISTAS NERVURADAS Mais velocidade e economia em sua obra. O sistema industrializado de Lajes Mistas Nervuradas da Tuper é composto por vigotas metálicas fabricadas com aço estrutural galvanizado

Leia mais

CURSO DE ENGENHARIA DO AMBIENTE FÍSICA E QUÍMICA DA ATMOSFERA

CURSO DE ENGENHARIA DO AMBIENTE FÍSICA E QUÍMICA DA ATMOSFERA CURSO DE ENGENHARIA DO AMBIENE FÍSICA E QUÍMICA DA AMOSFERA Ano Lectivo 2004/2005 Época Epecial: 17/10/2005 I (4.8 valore) Atribua a cada uma da afirmaçõe eguinte, em jutificar, uma da claificaçõe: Verdadeiro

Leia mais

Pescando direitos. Medidas Provisórias nºs 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre as MP's 664 e 665 de 2014:

Pescando direitos. Medidas Provisórias nºs 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre as MP's 664 e 665 de 2014: Pecando direito Boletim Jurídico do CPP/ Abril de 2015. 1ª edição. Medida Proviória nº 664 e 665 de 30 dezembro de 2014. Sobre a MP' 664 e 665 de 2014: Em 30 dezembro de 2014 foram promulgada a Medida

Leia mais

CRECHE COMUNITARIA PINGO DE GENTE AV.Senador Levindo Coelho 130 Tirol CEP.30662-290 CNPJ: 21508312.0001/80

CRECHE COMUNITARIA PINGO DE GENTE AV.Senador Levindo Coelho 130 Tirol CEP.30662-290 CNPJ: 21508312.0001/80 ORGANIZAÇÃO PROPONENTE: CRECHE COMUNITARIA PINGO DE GENTE PROJETO : CUIDANDO EDUCANDO E CONSTRUINDO CIDADÃOS DO FUTURO. LINHA PROGRAMÁTICA DO PROJETO Creche, Educação Infantil, Socialização,Garantia de

Leia mais

Quantas equações existem?

Quantas equações existem? www2.jatai.ufg.br/oj/index.php/matematica Quanta equaçõe exitem? Rogério Céar do Santo Profeor da UnB - FUP profeorrogeriocear@gmail.com Reumo O trabalho conite em denir a altura de uma equação polinomial

Leia mais

Calcular os pilares, a viga intermediária e a viga baldrame do muro de arrimo misto indicado na figura 40. Dados:

Calcular os pilares, a viga intermediária e a viga baldrame do muro de arrimo misto indicado na figura 40. Dados: 8.. uro e arrimo mito Calcular o pilare, a viga intermeiária e a viga balrame o muro e arrimo mito inicao na figura 4. Dao: Peo epecífico aparente o olo: 3 γ 18 kn/m ; Angulo e atrito natural o olo: j

Leia mais

Ensaios para Avaliação das Estruturas

Ensaios para Avaliação das Estruturas ENSAIOS PARA INSPEÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO Prof. Eliana Barreto Monteiro Ensaios para Avaliação das Estruturas Inspeção visual Ensaios não destrutivos Ensaios destrutivos Ensaios para Avaliação das

Leia mais