Fernando Ferreira Kelles MUDANÇAS DEMOGRÁFICAS NO BRASIL E SUSTENTABILIDADE DOS PLANOS DE SAÚDE

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1 Fernando Ferrera Kelles MUDANÇAS DEMOGRÁFICAS NO BRASIL E SUSTENTABILIDADE DOS PLANOS DE SAÚDE Belo Horzonte, MG UFMG / CEDEPLAR 2013

2 Fernando Ferrera Kelles Mudanças demográfcas no Brasl e Sustentaldade dos Planos de Saúde Tese apresentada ao curso de doutorado em Demografa do Centro de Desenvolvmento e Planejamento Regonal da Faculdade de Cêncas Econômcas da Unversdade Federal de Mnas Geras, como requsto parcal à otenção do Título de Doutor em Demografa. Orentador: Prof. Bernardo Lanza Queroz Co-Orentador: Dr. Rômulo Paes de Sousa Belo Horzonte, MG Centro de Desenvolvmento e Planejamento Regonal Faculdade de Cêncas Econômcas - UFMG 2013

3 Fcha Catalográfca K29m 2013 Kelles, Fernando Ferrera. Mudanças demográfcas no Brasl e sustentaldade dos planos de saúde [manuscrto] / Fernando Ferrera Kelles v, 189 f. : l., gráfs. e tas. Orentador: Bernardo Lanza Queroz. Coorentador: Rômulo Paes de Sousa. Tese (doutorado) - Unversdade Federal de Mnas Geras, Centro de Desenvolvmento e Planejamento Regonal. Inclu lografa (f ) e anexos. 1. Saúde Teses. 2. Assstênca médca Brasl Teses. 3. Servços de saúde Brasl Teses. 4. Envelhecmento Teses.I. Queroz, Bernardo Lanza. II. Sousa, Rômulo Paes de.iii. Unversdade Federal de Mnas Geras. Centro de Desenvolvmento e Planejamento Regonal. IV. Título. CDD: Elaorada pela Bloteca da FACE/UFMG. NMM074/2013

4 Folha de Aprovação v

5 v Lograr que as gerações futuras sejam mas felzes que a nossa é o prêmo maor a que se possa asprar. Não haverá valor comparável ao cumprmento dessa grande mssão, que consste em preparar para a humandade futura um mundo melhor. Da Saedora Logosófca Este traalho é dedcado às gerações futuras, às coortes que partndo da que pertenço, têm a grande oportundade de crar para a humandade futura um mundo melhor.

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7 AGRADECIMENTOS Fo um processo em espral. Fo necessáro retroceder mutas vezes nos camnhos que havam sdo eletos. Porém, cada vez que sso ocorra, hava um saldo de conhecmento para a próxma vez. Assm começar de novo não sgnfcava começar do zero, se hava aprenddo um pouco mas. Até que se chega a um resultado que se pensa adequado, útl e satsfatóro. Recordo-me que hava termnado o mestrado em Estatístca e a Prof a. Carla Machado, com quem hava tdo aulas de Prncípos Báscos de Demografa em um curso de Atuára, me ncentvava a fazer a prova de seleção para o Doutorado em Demografa. Nesse processo, uscando algum tema que pudesse apresentar como projeto ao doutorado, segundo ndcações da mnha esposa, que atuava na área da Saúde Suplementar, fu com ela e o Prof. Roerto Nascmento ter uma reunão com o então dretor da UNIMED/BH, Rômulo Paes que sugeru um Modelo Predtvo para planos de saúde, pelo qual se pudesse nferr sore a perspectva futura do plano. Não tnha a menor noção como podera começar, nem que ase de dados usar. Os dados que a agênca reguladora do setor de Saúde Suplementar dsponlzava eram anda muto defcentes. Acete o desafo magnando que podera cumprr o sugerdo em um par de anos. Aprovado no processo seletvo nce o cumprmento das dscplnas áscas que o programa exga e algumas outras que consderava lgadas ao que pretenda. O panorama da Demografa fo sendo aerto para mm. O meo acadêmco da FACE fo-me ensnando como soluconar o desafo proposto. Meus orentadores foram encamnhando mnhas nvestdas para uma postura mas acadêmca e cudadosa com os processos envolvdos no tema proposto. Aqulo que no níco estava neuloso fo fcando claro. Paralelamente a ANS fo melhorando sua ase de dados. Ao tentar soluconar o prolema de como as mudanças demográfcas mpactam no equlíro fnancero da Saúde Suplementar, verfque que os dados da ANS não eram sufcentes, pos faltavam dstruções de taxas de utlzação de servços de saúde por faxa etára. Isso sera fundamental, já que a população está envelhecendo e as pessoas ao mgrarem de faxa etára demandaram maores servços de saúde. Pude compreender sso ao assstr a defesa de algumas alunas do CEDEPLAR. Oserve que traalhos anterores, de váras pesqusadoras dessa nsttução apresentavam proxys que podera utlzar para suprr os dados faltantes da ANS. O desafo fo fcando vável. A colaoração acadêmca fo a chave para sso. Aprend a

8 8 trar lete de pedra, ctação feta por mutos demógrafos ao terem de fazer análse de populações quando faltam mutos dados. Aprend que a falta de dados não nos deve molzar. Há uma realdade que nos cerca que amarra todas as nformações. Se uma nformação não pode ser otda de forma dreta, esse tecdo que permea tudo permte trar conclusões através de ndícos, de analogas, etc., são métodos ndretos, que aprend a conhecer e valorzar. Se a solução encontrada não é a deal, através dela se podem fazer mutas cosas e ncar um processo de aprmoramento das nformações. Sou grato a todos que dreta e ndretamente partcparam desse traalho. Em prmero lugar a Deus que me permtu ncá-lo e concluí-lo; A Raumsol, que ao arr-me as portas da evolução conscente, me ensnou a valorzar o esforço, o empenho e a constânca, fatores essencas ao cumprmento de todo propósto construtvo; A meus pas e rmãos, cujo exemplo de soredade e dedcação fo fundamental para não me perder com um sem número de cosas que estão contnuamente tentando-nos a mudar de dreção; À Prof a. Carla que com seu entusasmo me capturou para a Demografa; Ao Prof. Dr. Rômulo Paes que não somente propôs o tema da tese, como depos se dspôs a orentar-me na camnhada rumo ao Modelo Predtvo para planos de saúde; Ao Prof. Bernardo que me orentou durante a maor parte desse traalho. Soue tolerar meus erros, mpertnêncas e ncapacdades, ao mesmo tempo em que me acercava deas, mudanças de enfoque e a ndcação para aandonar posturas que saa ram levar a um ponto morto ou nadequado; À ex-aluna do CEDEPLAR e gestora da UNIMED/BH, Ana Paula Vegas e sua equpe que gentlmente se dspuseram a receer-me para uma entrevsta na qual pudemos elucdar mutos aspectos da Saúde Suplementar fundamentas para a execução deste traalho; À ex-aluna do CEDEPLAR e gestora da UNIMED/BH, Cláuda Berensten, que se dpôs a ter váras reunões comgo a fm de esclarecer o funconamento da ANS e a forma como essa agênca recee e dvulga as nformações;

9 9 Aos professores e colegas do CEDEPLAR com os quas tve a oportundade de convver e que ofereceram um meo cultural rco em experêncas que contruu para encontrar soluções para os prolemas que este traalho exgu soluconar; À mnha esposa, Slvana Márca, que fo quem prmero me nteressou no tema Saúde Suplementar, me ncentvou a conhecer melhor o menso unverso da saúde, e soue tolerar mnhas restrções de tempo que esse traalho mpôs; À mnha flha, Dorela, que com sua alegra e racocínos em humorados sempre fo um ncentvo para termnar este traalho. Recordo-me que ela sempre dza Papa, esse traalho tem que ser útl às pessoas. Não é para fcar arquvado. Espero que tenha cumprdo com sso tamém. Fnalmente um agradecmento especal às quatro pesqusadoras do CEDEPLAR, cujos traalhos anterores permtram oter dados que valzaram o presente traalho: Prof a. Mônca Vegas, Cláuda Berensten, Crstna Rodrgues e Beatrz da Mata. 9

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11 x LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS SIGLA ANS IBGE PNAD SUS UTI TFT CONSU SIGNIFICADO Agênca Naconal de Saúde Suplementar Insttuto Braslero de Geografa e Estatístca Pesqusa Naconal por Amostragem de Domcílos Sstema Únco de Saúde Undade de Tratamento Intensvo Taxa de Fecunddade Total Conselho da Saúde Suplementar

12 x Sumáro 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DA LITERATURA A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA A TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA IDADE E GASTOS COM SAÚDE A PROXIMIDADE À MORTE E OS GASTOS COM SAÚDE OS GASTOS COM SAÚDE E AS MORBIDADES NÍVEL SOCIOECONÔMICO DA POPULAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE USUÁRIOS DE ALTO GASTO IMPACTO DA LONGEVIDADE NOS GASTOS COM SAÚDE VISÃO GERAL DOS PLANOS DE SAÚDE A SAÚDE SUPLEMENTAR PLANOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS COMPOSIÇÃO DE DESPESAS E RECEITAS DAS OPERADORAS TIPOS DE PLANOS REAJUSTES DOS PLANOS METODOLOGIA DADOS MÉTODO POPULAÇÃO DO MODELO DE REFERÊNCIA RECEITAS E DESPESAS DESPESAS ASSISTENCIAIS COM CONSULTAS DESPESAS ASSISTENCIAIS COM EXAMES DESPESAS ASSISTENCIAIS COM TERAPIAS DESPESAS ASSISTENCIAIS COM INTERNAÇÕES TAXAS ESPECÍFICAS DE UTILIZAÇÃO DE INTERNAÇÕES BENEFICIÁRIOS INTERNADOS TAXA DE MORTALIDADE DE INTERNADOS... 98

13 x INTERNADOS QUE MORREM E QUE SOBREVIVEM ESTIMATIVA DE GASTOS COM INTERNAÇÃO DESPESAS COM OUTROS PROCEDIMENTOS AMBULATORIAIS DEMAIS DESPESAS ASSISTENCIAIS DESPESAS ADMINISTRATIVAS RECEITA PROJEÇÃO DE GASTOS E RECEITA PARA AS DÉCADAS FUTURAS PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA DE 2010 A PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO DO MODELO DE REFERÊNCIA PROJEÇÃO DAS DESPESAS COM CONSULTAS PROJEÇÃO DAS DESPESAS COM EXAMES PROJEÇÃO DAS DESPESAS COM TERAPIAS PROJEÇÃO DAS DESPESAS COM INTERNAÇÕES PROJEÇÃO DAS DESPESAS COM OUTROS PROCEDIMENTOS AMBULATORIAIS PROJEÇÃO DAS DESPESAS COM DEMAIS DESPESAS ASSISTENCIAIS PROJEÇÃO DA DESPESA ASSISTENCIAL TOTAL PROJEÇÃO DA DESPESA ADMINISTRATIVA E DESPESA OPERACIONAL TOTAL PROJEÇÃO DA RECEITA OPERACIONAL TOTAL PROJEÇÃO DE RECEITA E INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE BRUTOS E ESPECÍFICOS PROJEÇÃO DO ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR PERFIL DE DESPESAS ASSISTENCIAIS INDIVIDUAIS CONCLUSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS ANEXO A ANEXO B ANEXO C

14 xv 8.4 ANEXO D ANEXO E ANEXO F ANEXO G

15 xv LISTA DE ILUSTRAÇÕES Capítulo 2: GRÁFICO 2.1 Percentual de detentores de planos de saúde em função da classe de renda Capítulo 3: GRÁFICO 3.1 Estrutura etára da população raslera Censo jun. 2010/ 23 Estrutura etára da população da saúde suplementar jun GRÁFICO 3.2 Percentual de coertura da população raslera por sexo e 24 faxa etára jun GRÁFICO 3.3 Evolução do percentual geral de coertura da população 25 raslera através de planos de saúde padronzada pela estrutura etára de 2010 GRÁFICO 3.4 Planos de saúde coletvos. Estrutura etára de jun./2010 / 27 Planos de saúde ndvduas. Estrutura etára de jun./2010. TABELA 3.1 Saúde Suplementar. Informações ncas dsponlzadas pela 29 ANS. TABELA 3.2 Saúde Suplementar. Compatlzação de gastos entre 30 dferentes nformações da ANS sore GRÁFICO 3.5 Despesas e recetas das operadoras de 2005 a GRÁFICO 3.6 Despesas e recetas da operadoras por modaldade de 2003 a GRÁFICO 3.7 Razão entre despesa total e receta por modaldade da 34 operadora de 2003 a GRÁFICO 3.8 Mensaldades médas coradas em função da modaldade da 35 Operadora entre 2005 e GRÁFICO 3.9 Partcpação de cada modaldade de planos de saúde por faxa 36 etára em junho de Capítulo 4: TABELA 4.1 Composção da população do Modelo de Referênca. Planos 46 coletvos e ndvduas. TABELA 4.2 Composção da população do Modelo de Referênca. Planos 47 Coletvos. TABELA 4.3 Composção da população do Modelo de Referênca. Planos 47 Indvduas. TABELA 4.4 Saúde Suplementar. Despesas anuas por grupo de despesas e 48 receta. TABELA 4.5 Modelo de Referênca. Receta e Despesas anuas por grupo de 49 17

16 xv despesas. TABELA 4.6 IGPM Varação anual acumulada 50 GRÁFICO 4.1 Modelo de Referênca. Reta de regressão para determnar o 51 número de consultas em TABELA 4.7 Despesas com consultas de enefcáros de planos prvados de 52 assstênca médca de 2007 a GRÁFICO 4.2 Saúde Suplementar. Dferentes regressões para determnar o 51 número de enefcáros que fzeram consultas em TABELA 4.8 Modelo de Referênca. Consultas em TABELA 4.9 Taxas de utlzação de consultas otdas na PNAD/ TABELA 4.10 Padronzação e ajuste das taxas de consultas otdas va 59 PNAD/2008. Planos coletvos e ndvduas. TABELA 4.11 Padronzação e ajuste das taxas específcas de consultas 60 otdas va cooperatvas médcas em MG/2009. Planos coletvos e ndvduas. TABELA 4.12 Padronzação e ajuste das taxas específcas de consultas 61 otdas va Cooperatvas Médcas em MG/2009. Planos coletvos e ndvduas. GRÁFICO 4.3 Saúde Suplementar. Taxas específcas de utlzação de 62 consultas. Planos ndvduas e coletvos em GRÁFICO 4.4 Taxas de utlzação de consultas totas. Méda e desvo padrão. 63 Planos coletvos e ndvduas. GRÁFICO 4.5 Saúde Suplementar. Taxas específcas de utlzação de 64 consultas em TABELA 4.13 Modelo de Referênca. PCPI. Gasto total com consultas com 65 ase nos gastos ndvduas da SABESPREV/2008. TABELA 4.14 Modelo de Referênca. PCPI. Gastos totas com ase nos 66 gastos totas com consultas da SS/2010. GRÁFICO 4.6 Modelo de Referênca. Gasto Indvdual com consultas em TABELA 4.15 Padronzação e ajuste de taxas de utlzação de exames otdas 70 va SABESPREV/2008. Planos coletvos e ndvduas. TABELA 4.16 Modelo de Referênca. Padronzação e ajuste de taxas de 71 exames otdas va cooperatvas médcas de MG/2009. Planos coletvos e ndvduas. GRÁFICO 4.7 Saúde Suplementar. Taxas específcas de utlzação de exames 72 ajustadas para a estrutura etára da saúde suplementar. Planos coletvos e ndvduas em GRÁFICO 4.8 Saúde Suplementar. Taxas específcas de utlzação de exames. Méda e desvo padrão. Planos coletvos e ndvduas. 72

17 xv GRÁFICO 4.9 Saúde Suplementar. Taxas específcas de utlzação de exames. 73 Planos coletvos e planos ndvduas. TABELA 4.17 Modelo de Referênca. Exames (2010) 74 TABELA 4.18 Modelo de Referênca. Gasto total com exames com ase nos 75 gastos ndvduas da SABESPREV/2008. TABELA 4.19 Modelo de Referênca. Gastos totas com exames com ase 76 nos gastos totas da SS/2010. GRÁFICO 4.10 Modelo de Referênca. Gasto Indvdual anual com exames 77 (2010). TABELA 4.20 Modelo de Referênca. Gastos ndvduas anuas com terapas 78 (2010). TABELA 4.21 Saúde Suplementar. Internações de enefcáros de planos 79 prvados de assstênca médca. TABELA 4.22 Modelo de Referênca. Internações (2010). 81 TABELA 4.23 Taxas de Internação otdas na PNAD/2008 para MG. 82 TABELA 4.24 Padronzação das taxas de nternação otdas va PNAD/ (MG). Planos coletvos e ndvduas. TABELA 4.26 Padronzação das taxas de nternação otdas va PNAD/ (MG). Planos coletvos e ndvduas. TABELA 4.27 Internações. SUS/MG 2004/ TABELA 4.28 População resdente. Mnas Geras (dez/2004). 87 TABELA 4.29 Padronzação e ajuste das taxas de nternação otdas va 88 SUS/MG 2004/2005. Planos coletvos e ndvduas. TABELA 4.30 Internações. Mnas Geras (2007). 88 TABELA 4.31 População resdente. Mnas Geras (2007) 89 TABELA 4.32 Padronzação e ajuste das taxas de nternação otdas va 89 SUS/MG Planos coletvos e ndvduas. TABELA 4.33 Padronzação e ajuste para taxas de nternação otdas va 90 SABESPREV/2008. Planos coletvos e ndvduas. TABELA 4.34 Padronzação e ajuste de taxas de nternação otdas va 91 cooperatvas médcas de MG/2009. Planos coletvos e ndvduas. GRÁFICO 4.11 Taxas específcas de nternação padronzadas pela estrutura 92 etára da saúde suplementar em 2010 e ajustadas ao nível da taxa ruta de nternação do mesmo período. Planos coletvos e ndvduas. GRÁFICO 4.12 Taxas de nternação totas. Médas e desvo padrão. Planos 94 coletvos e ndvduas. TABELA 4.35 Modelo de Referênca. Taxas específcas de nternação a serem utlzadas. 95

18 xv TABELA 4.36 Modelo de Referênca. Benefcáros expostos à nternação 97 (2010). TABELA 4.37 Modelo de Referênca. Internados (2010) 97 TABELA 4.38 Taxa de mortaldade de nternados otda va SUS/MG /2005. Planos coletvos e ndvduas. GRÁFICO 4.13 Saúde Suplementar. Taxas Específcas de mortaldade de 101 nternados. Va SUS/MG 2004/2005 GRÁFICO 4.14 Taxas de mortaldade na Saúde Suplementar, padronzadas 102 pela estrutura etára de TABELA 4.39 Modelo de Referênca. Internados que morrem (2010). 103 TABELA 4.40 Modelo de Referênca. Gastos ndvduas de nternados 104 mortos e sorevventes. Valores de gastos do SUS/MG 2004/2005. TABELA 4.41 Modelo de Referênca. Gastos totas com Internação. Valores 105 do SUS/MG 2004/2005. TABELA 4.42 Gasto médo por enefcáro nternado em Dstrução 106 e valores do SUS/MG 2004/2005. TABELA 4.43 Relação gasto de nternação na Saúde Suplementar em 2010 e 106 gasto de nternação no SUS/MG em 2004/2005. GRÁFICO 4.15 Modelo de Referênca. Gastos ndvduas dos nternados que 107 morrem (2010) GRÁFICO 4.16 Modelo de Referênca. Gastos ndvduas dos nternados que 108 sorevvem (2010). TABELA 4.44 Modelo de Referênca. Outros procedmentos amulatoras 109 anuas totas (2010). TABELA 4.45 Modelo de Referênca. Demas despesas assstencas (2010). 110 TABELA 4.46 Modelo de Referênca. Contrução ndvdual para as 110 despesas admnstratvas anuas (2010). TABELA 4.47 Modelo de Referênca. Contrução ndvdual para a receta 111 operaconal anual (2010). Capítulo 5: GRÁFICO 5.1 Projeção da população raslera ( ) 114 TABELA 5.1 Coertura da população raslera pela Saúde Suplementar 115 (2010). Planos coletvos e ndvduas. TABELA 5.2 Coertura da população raslera pela Saúde Suplementar 116 (2010). Planos coletvos e planos ndvduas. TABELA 5.3 Coertura da população raslera pela Saúde Suplementar 117 (2010). Todos os conjuntos de planos de saúde. GRÁFICO 5.2 Modelo de Referênca. Projeção da população por sexo e faxa etára. Planos coletvos e ndvduas. 118

19 xx GRÁFICO 5.3 Modelo de Referênca. Projeção da população por sexo e faxa 119 etára. Planos Coletvos. GRÁFICO 5.4 Modelo de Referênca. Projeção da população por sexo e faxa 120 etára. Planos Indvduas. GRÁFICO 5.5 Modelo de Referênca. Projeção dos gastos Assstencas 121 anuas totas com consultas. Planos coletvos e ndvduas. GRÁFICO 5.6 Modelo de Referênca. Projeção dos gastos assstencas anuas 122 totas com exames. Planos coletvos e ndvduas. GRÁFICO 5.7 Modelo de Referênca Projeção dos gastos assstencas 123 anuas totas com terapas. Planos coletvos e ndvduas. TABELA 5.4 Saúde Suplementar. Taxas rutas de nternação. 124 GRÁFICO 5.8 Modelo de Referênca. Projeção das taxas de nternação. 125 Planos coletvos e ndvduas. GRÁFICO 5.9 Modelo de Referênca, Projeção dos enefcáros nternados. 126 Planos coletvos e ndvduas. GRÁFICO 5.10 Modelo de Referênca. Projeção dos enefcáros nternados. 127 Planos ndvduas. GRÁFICO 5.11 Modelo de Referênca. Projeção dos enefcáros nternados 128 que morrem. Planos coletvos e ndvduas. TABELA 5.5 Modelo de Referênca. Despesas totas com nternação. Planos 130 coletvos e ndvduas. TABELA 5.6 Modelo de Referênca. Despesas assstencas anuas totas. 131 Planos coletvos e ndvduas. GRÁFICO 5.12 Modelo de Referênca. Projeção da despesa operaconal total. 133 TABELA 5.7 Saúde Suplementar. Resolução ANS no. 63/2003. Faxas 134 etáras para fns de corança dferencada de mensaldades TABELA 5.8 Confguração de parâmetros para planos de saúde ndvduas e 140 coletvos a examnar. TABELA 5.9 Modelo de Referênca. Mensaldades varáves por períodos 141 em função da mensaldade méda. GRÁFICO 5.13 Modelo de Referênca. Projeção dos ndcadores de 143 sustentaldade. Confguração paramétrca 1. GRÁFICO 5.14 Modelo de Referênca. Projeção da razão Desp. Oper. para 145 Rec. Oper. específca. Confguração paramétrca 1. GRÁFICO 5.15 Modelo de Referênca. Projeção da razão Desp. Oper. para 145 Rec. Oper. específca. Confguração paramétrca 2. GRÁFICO 5.16 Modelo de Referênca. Projeção da razão Desp. Oper. para 146 Rec. Oper. específca. Confguração paramétrca 3. GRÁFICO 5.17 Modelo de Referênca. Projeção dos ndcadores de 147 sustentaldade. Confguração paramétrca 4.

20 xx GRÁFICO 5.18 Modelo de Referênca. Projeção da razão Desp. Oper. para 148 Rec. Oper. específca. Confguração paramétrca 4. GRÁFICO 5.19 Modelo de Referênca. Receta e despesa por enefcáro por 149 dade. Confguração paramétrca 4. GRÁFICO 5.20 Modelo de Referênca. Receta e despesa por enefcáro por 150 dade. Confguração paramétrca 5. GRÁFICO 5.21 Modelo de Referênca. Projeção dos ndcadores de 151 sustentaldade. Confguração paramétrca 15. GRÁFICO 5.22 Saúde Suplementar. Projeção do Índce de Envelhecmento 152 GRÁFICO 5.23 Modelo de Referênca. Perfl ndvdual de despesas 153 assstencas. Planos coletvos e ndvduas Anexo B: TABELA B.1 Taxa de mortaldade de nternados otda va SUS/MG /2005. Planos coletvos Anexo C: TABELA C.1 Projeção da população raslera resdente. 177 TABELA C.2 Modelo de Referênca. Despesas com consultas. PCPI 178 TABELA C.3 Modelo de Referênca. Despesas com consultas. PC 179 TABELA C.4 Modelo de Referênca. Despesas com consultas. PI 180 TABELA C.5 Modelo de Referênca. Despesas com exames. PCPI 181 TABELA C.6 Modelo de Referênca. Despesas com exames. PC 182 TABELA C.7 Modelo de Referênca. Despesas com exames. PI 183 TABELA C.8 Modelo de Referênca. Despesa Indvdual dos Internados que 184 Morrem. PCPI TABELA C.9 Modelo de Referênca. Despesa Indvdual dos Internados que 185 Morrem. PC TABELA C.10 Modelo de Referênca. Despesa Indvdual dos Internados que 186 Morrem. PI TABELA C.11 Modelo de Referênca. Despesa Indvdual dos Internados que 187 Sorevvem. PCPI TABELA C.12 Modelo de Referênca. Despesa Indvdual dos Internados que 188 Sorevvem. PC TABELA C.13 Modelo de Referênca. Despesa Indvdual dos Internados que 189 Sorevvem. PI TABELA C.14 Modelo de Referênca. Despesas Assstencas Anuas Totas. 189 PCPI TABELA C.15 Modelo de Referênca. Despesas Assstencas Anuas Totas. 190 PC TABELA C.16 Modelo de Referênca. Despesas Assstencas Anuas Totas. PI 191

21 xx Anexo F: TABELA F.1 Modelo de Referênca. Mensaldades varáves por períodos 194 em função da mensaldade méda. TABELA F.2 - Modelo de Referênca. Varação entre mensaldades de faxas etáras e planos TABELA F.2 - Modelo de Referênca. Varação entre mensaldades de faxas etáras e planos TABELA F.2 - Modelo de Referênca. Varação entre mensaldades de faxas etáras e planos TABELA F.2 - Modelo de Referênca. Varação entre mensaldades de faxas etáras e planos TABELA F.2 - Modelo de Referênca. Varação entre mensaldades de faxas etáras e planos TABELA F.3 Modelo de Referênca. Receta operaconal projetada (mlhões 196 PCPI de reas). TABELA F.3 Modelo de Referênca. Receta operaconal projetada (mlhões 196 PC de reas). TABELA F.3 PI Modelo de Referênca. Receta operaconal projetada (mlhões 197 de reas). Anexo G: TABELA G.1 Inflação Médca (2002 a 2004) 198

22 xx RESUMO É feta uma avalação da Saúde Suplementar e sua mportânca na assstênca da saúde do raslero. A relevânca do tema deve-se a que hoje os planos de saúde são responsáves pelo atendmento de um quarto da população raslera, é uma atvdade econômca que movmenta mutos lhões, engloa cerca de ml e trezentas operadoras de planos, contrata um volume expressvo da força de traalho, está atrando o captal estrangero para o país e pesqusas demonstram que ter um plano de saúde é uma aspração de grande parte da população. Crou-se um Modelo de Referênca que permtsse estudar tal setor sore um em defndo conjunto de pressupostos. Avalou-se a Saúde Suplementar como um todo, nclundo-se a totaldade de planos de saúde exstentes no país nas cnco modaldades de operadoras: Autogestões, Cooperatvas Médcas, Flantropas, Medcnas de Grupo e Seguradoras de Saúde. Consderou-se nesse modelo, três conjuntos de planos de saúde médco prvados: planos coletvos e ndvduas, planos só coletvos e planos só ndvduas. Examnou-se os dversos tpos de despesa assstencal defndos pela ANS e sua projeção nas décadas até Tomou-se como ano ase o de Partu-se da coertura havda naquele ano sore a população raslera que fo consderada constante por faxa etára. Utlzando-se esse crtéro e a projeção da população do país feta pelo IBGE em 2008 até 2050, avalou-se o efeto demográfco puro, das mudanças demográfcas em curso. Inferu-se sore a sustentaldade fnancera que a Saúde Suplementar rá apresentar nas próxmas décadas para cada um dos conjuntos de planos tomados como referênca e sugerram-se possíves soluções para se evtar que o equlíro fnancero se perca. Quando não hava dados sufcentes fornecdos pela ANS ou pelo IBGE, uscaram-se dados ndretos através de outras populações, procurando-se a valdação dos mesmos através de dferentes fontes. Concluu-se que os planos ndvduas já não se sustentam e que os coletvos só conseguem susdá-los até Um novo modelo da Saúde Suplementar terá de ser crado. Palavras chave: planos de saúde, saúde suplementar, envelhecmento populaconal, sustentaldade fnancera, snstraldade.

23 xx ABSTRACT A valuaton of the Health Supplementary Sector n Brazl s undergone under ts mportance n the health of the Brazlan people. Ths sector represents an mportant economc actvty, manages llons of dollars, employs an mpressve part of the laor force, s attractng foregn captal to Brazl and s a general wsh of people havng a health plan. A Reference Model was constructed for makng possle studyng ths sector under a well defned set of assumptons. A whole valuaton of Health Supplementary System was done, ncludng the entre set of health plans today exstng n the fve modaltes of health operators 1 : Self-Management (Autogestões), Medcal Cooperatves, Phlanthropes, Group Medcne and Health Insurance Companes. Three sets of prvate medcal health plans were examned: collectve and ndvdual plans, collectve plans only and ndvdual plans only. The dfferent types of health assstance expendture, defned y ANS, were taken nto account, consderng ts projectons tll The year of 2010 was taken as ase lne. The startng pont was the Brazlan populaton coverage y the Health Supplementary System n the ase lne. Ths coverage was consdered as constant durng the projecton years. By usng ths assumpton and the estmaton of Brazlan populaton tll 2050 undertook y IBGE n 2008, the pure demographc effect of occurrng demographc changes was evaluated. An nference was done aout the fnancal sustanalty that Health Supplementary System wll present n the comng years and decades for each of the sets taken as reference and possle solutons were suggested for preventng that the fnancal equlrum e lost. When there were not suffcent data provded y ANS or IBGE, ndrect data were searched n other populatons, takng care for the valdaton of them through dfferent sources. The concluson s that the ndvdual plans can t already e mantaned y ts own, dependng on the collectve plans whch can do so tll For the tme ahead a new model of Supplementary Health System shall e created. 1 So defned y ANS

24 xxv Key words: health plans, health supplementary system, populaton ageng, fnancal sustanalty, health-care demandng rate.

25 1 1 INTRODUÇÃO As taxas de mortaldade e fecunddade estão em queda tanto nos países mas desenvolvdos quanto nos menos desenvolvdos. A Taxa de Fecunddade Total (TFT) aaxo de 2,1, oservada há astante tempo na Europa e desde a últma década no Brasl, vem ocasonando a redução da população nfantl ao mesmo tempo em que as faxas etáras superores receem aqueles que ntegraram o grande contngente de população jovem do passado, quando a fecunddade anda se encontrava muto acma do valor de reposção. No Brasl a TFT chegou a 1,9 (IBGE, 2010) após ter alcançado um valor de 6,3 em 1960 (IBGE, Censo de 1960). Com a redução da população nfantl, a população em dade atva (PIA) tamém sofre mudança e assume uma partcpação crescente no total populaconal, o que contru para reduzr a chamada razão de dependênca juvenl e tamém a razão de dependênca de dosos. Enquanto a população em dade atva se mantver alta, a população juvenl axa e a população dosa anda não houver crescdo muto teremos o chamado prmero dvdendo demográfco ou ônus demográfco, quando a população geradora de rqueza supera em volume aquela que apenas a consome (Masson e Feng, 2005 apud Turra e Queroz, 2005), ocasão em que a razão de dependênca total é menor que 1. Isso alva as dfculdades do país ao se ter uma população ocupada maor que a dependente. Os efetos desse ônus, resultante tanto do declíno da fecunddade como da mortaldade, permtem elevar os níves agregados de renda (Turra e Queroz, 2005), soretudo quando se nveste em educação (Lee, 2012). Se por um lado os anos de vgênca do dvdendo demográfco favorecem o desenvolvmento, ao contar com a maor parte da população nas dades produtvas, o envelhecmento populaconal faz contraponto ao caracterzar-se pelo crescmento na população do país do número de pessoas nas faxas etáras mas velhas e a redução relatva da população jovem devdo à redução da nataldade, o chamado envelhecmento pela ase (Morera, 2001; Carvalho, 2004). A queda da mortaldade, elevando a longevdade, é outro fator que contru para o crescmento desse contngente de dosos, ao permtr que vvam mas tempo, crando o chamado envelhecmento pelo topo (Morera, 2001). No que toca à

26 2 saúde aumenta uma população que ocasona maores gastos com saúde (Cutler e Meara, 2001) e sso onera todos os sstemas púlcos e prvados responsáves pelo atendmento médco no país. Além do crescmento, atualmente em número asoluto e relatvo de dosos, tem ocorrdo uma evolução tecnológca na medcna permtndo que os pacentes saídos da dade atva, passando a ntegrar o contngente de dosos, anterormente tratados em servços médcos comuns aos de outras dades, passassem a ter atendmentos especalzados ou em undades de realtação (Cutler e Meara, 2001). Todos esses processos, o de envelhecmento e aumento da longevdade populaconal como tamém o de avanços tecnológcos na saúde, elevam os gastos do atendmento médco e cram a necessdade de montorá-los para que se possa avalar quando e como tal atendmento possa tornar-se nsustentável economcamente. No Brasl, esse processo de envelhecmento pode ser oservado pela proporção na população geral dos dosos com dade gual ou superor a 65 anos que era 4,8% em 1991, 5,9% em 2000, atngndo 7,4% em 2010 (IBGE, 2010). Já o percentual de cranças de 0 a 4 anos era de 5,7%, para o sexo masculno em 1991 e 5,5% para o sexo femnno. Em 2000, esses percentuas caíram para 4,9% e 4,7% respectvamente, chegando a 3,7% e 3,6% em 2010 (IBGE, 2010). Os prolemas lgados às doenças na nfânca passaram a pesar menos enquanto aumentou a carga de doenças atrelada à população dosa, frequentemente doenças crôncas, e por sso mesmo com gastos nerentes a longos tratamentos (Wong e Carvalho, 2005). O processo descrto está levando o país a apresentar uma estrutura etára com o formato de uma prâmde nvertda, ou seja, com uma ase menor que o topo. Essa nversão da prâmde deverá mpor mutas adaptações na forma de tratar dversas necessdades e prolemas. Na prevdênca o país deverá uscar formas em que as pessoas permaneçam mas tempo empregadas, pos se camnha para um quadro onde poucos traalham para sustentar mutos aposentados. Uma das formas é a cração de ncentvos para as empresas que contratem dosos (Lee, 2012). Na saúde, como as taxas atuas de utlzação de servços de saúde aumentam com a dade, sso onera o atendmento. Todava, os avanços da medcna permtrão reduzr a pressão sore os sstemas de saúde (Lee, 2012) possvelmente alterando o formato das curvas que representam o perfl de utlzação desses servços, tornando-as mas unformes pelas faxas etáras ou com um crescmento em menor que o de hoje. As parceras

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