Pº R.P. 182/2008 SJC-CT

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1 Pº R.P. 182/2008 SJC-CT- (i)legalidade de recusa de registo de aquisição pedido com base em inventário, com fundamento na sua manifesta nulidade, mediante invocação de que o prédio partilhado é alheio à herança - Incerteza resultante do título quanto à pertinência do prédio e quanto à causa da aquisição. Relatório DELIBERAÇÃO 1. Os prédios nºs 2991/ e 2992/ da freguesia de foram descritos na dependência de inscrição de aquisição a favor dos seis legatários instituídos por Manuel, entre os quais se encontra o ora recorrente, no testamento lavrado a fls. 15 vº do Livro -T do Cartório Notarial de no dia 22 de Maio de 19. Em acto seguido, com base em pedido efectuado na mesma requisição, foi inscrita a aquisição de 1/6 indiviso a favor dos titulares da herança indivisa aberta por óbito de um dos legatários inscritos. As descrições e inscrições foram efectuadas em suporte de papel ( G- 1, pela Ap. 3 e G-2 pela Ap. 4, ambas de 30 de Outubro de 1998), tendo sido entretanto integradas no sistema informático(sirp). 2. No dia 24 de Julho de 2008 (Ap. 1) o recorrente pediu o registo de aquisição dos mesmos prédios a seu favor, tendo apresentado para titular esse facto uma certidão do Inventário nº 81/2006, emitida pelo Tribunal Judicial de., para lá de ter feito prova do teor matricial dos prédios e da isenção (técnica art. 32º, nº 1 do CIMT) do Imposto Municipal de Transmissão Sobre Imóveis. O inventariado foi o referido Manuel, constam habilitados os respectivos herdeiros legítimos, entre os quais se contam os titulares inscritos das duas mencionadas inscrições, um dos quais é o recorrente, e encontram-se relacionados, para lá dos prédios remanescentes (verbas IX e seguintes), os prédios legados ( verbas I a VIII). Ao apresentante foram adjudicadas entre outras, as verbas V e VI, que correspondem às descrições 2991 e Com fundamento nos arts. 68, 69, nº 1 d) do Código do Registo Predial e 2068º, 2249º, 2168 (ad contrario), 2050º e ss e 2062º e ss (ad contrario) do Código Civil ( itálico nosso), foi recusado o registo, considerando, em síntese, que a partilha constitui alienação de bem alheio, sendo por isso manifesta a nulidade do - 1 -

2 facto, dado que os prédios tinham sido legados pelo inventariado, acrescendo que um dos legatários já faleceu, pertencendo assim 1/6 dos prédios a outra herança. 4. O apresentante impugnou hierarquicamente a decisão de recusa, mediante interposição do presente recurso - que remeteu directamente ao IRN,I.P., onde foi recebido no dia 28 de Agosto de 2008, que por seu lado o remeteu de seguida à Conservatória ( o ofício tem a data do dia seguinte), tendo-lhe vindo a caber a Ap. 5 de 8 de Setembro -, cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos, alegando em síntese: a) Que o inventário foi instaurado por não se ter conseguido o necessário acordo para que a partilha dos bens da herança e a divisão dos bens legados se tivessem efectuado extra-judicialmente; b) Que foi conseguido o acordo no inventário e que foi plenamente respeitada a vontade do autor dos legados para com os seus sobrinhos( legatários), já que cada um recebeu a sua parte, quer fosse dos bens do legado, quer fosse dos bens da herança de seu pai ; c) Que o acordo foi homologado por sentença judicial transitada em julgado, não havendo motivos que possam impedir o registo; d) Que A aquisição ou a modificação dos direitos de propriedade, segundo o artº 2º do C.R.P. estão sujeitos a registo, há legitimidade dos interessados, conforme artº 68º do mesmo diploma legal. 5. As alegações do recorrente não provocaram uma alteração da decisão da recorrida que em despacho, cujos termos igualmente se dão aqui por integralmente reproduzidos, sustentou a recusa, sinteticamente nos seguintes termos: a) Que a partilha é nula quanto aos prédios legados, por força do disposto no art. 2123º do Código Civil; b) Que os prédios só podiam ter regressado à herança por redução por inoficiosidade, se houvesse herdeiros legitimários ( art. 2168º do C.C. e art. 1366º do C.P.C.), que não é o caso; c) Que não decorre que tenha havido repúdio ( sendo que o mesmo vigoraria em termos de direito de representação ), verificando-se terem todos os legatários aceite tacitamente os legados, dado o pedido que todos fizeram do registo de aquisição; d) Que o que se pretendeu foi a divisão dos prédios legados, o que só pode ser conseguido por meio de divisão de coisa comum e que, ao misturar partilha de bens da - 2 -

3 herança com legados, misturaram-se tornas devidas por uma coisa e outra, devidas a pessoas diferentes, com as consequências fiscais que daí advêm. 6. O processo é o próprio e as partes legítimas, existindo contudo uma questão prévia que, apesar de determinar a rejeição do recurso, não constituirá obstáculo a que seguidamente seja emitida pronúncia sobre o mérito, como vem sendo prática deste Conselho. Questão prévia Em cumprimento do disposto no art. 71º, nº 3 do C.R.P., a recorrida anotou nas fichas que a notificação teve lugar no dia 1 de Agosto de 2008 (3º dia seguinte à data do registo postal, Sexta Feira), aplicando assim subsidiariamente o disposto no art. 254º, nº 3 do C.P.C., o que significa que não considerou essa subsidiariedade afastada pelo disposto no 147º-B do C.R.P., na redacção introduzida pelo D.L. nº 116/2008, de 4 de Julho, que passou a determinar que é o Código do Procedimento Administrativo que se aplica subsidiariamente ao recurso hierárquico. Deve referir-se que é de considerar adequada a prática da recorrida pois, como já houve oportunidade de afirmar no Pº R.Co.32/2006 DSJ-CT 1 - no âmbito de (igual) alteração de redacção do art. 109º-A do Código de Registo Comercial pelo D.L. nº 76-A/2006, de 29 de Março a não aplicação do C.P.A. não está prejudicada, mas antes reforçada, pelo inovador art. 109º-A do CRCom, porquanto esta norma manda aplicar o CPA ao recurso hierárquico( ) e não também ao processo de registo( ) e parece-nos líquido que a notificação da decisão registral se insere no processo de registo. Remetendo para a fundamentação constante daquele processo, aqui igualmente aplicável, o prazo de impugnação é o previsto no artº 141º, nº 1 do C.R.P. para a impugnação judicial ( 30 dias) e conta-se seguidamente, nela se incluindo também os sábados, domingos e dias feriados e não se suspendendo sequer durante as férias judiciais, por aplicação do disposto no art. 144º do C.P.C., o que significa por dizer que, in casu, o último dia em que podia ter sido interposto o recurso era o dia 1 de Setembro de 2008, já que o dia 31 de Agosto ( último dia do prazo ) foi domingo. Se o recurso tivesse sido remetido para a Conservatória recorrida, de acordo com o disposto no art. 142º, nº 2 do C.R.P., e nela tivesse sido recebido na mesma data 1 Acessível intranet

4 em que o foi no IRN, I.P. ( 28 de Agosto de 2008), seria pacífico que estaríamos perante uma impugnação tempestiva. Porém, como deixámos relatado supra, do procedimento adoptado pelo recorrente resultou uma recepção na Conservatória apenas no dia 8 de Setembro de Ora, como já no caso do Pº R.P. 33/97 DSJ-CT 2 se defendeu, é esse o dia em que deve considerar-se como efectuada a interposição do recurso, devendo assim ter-se por irrelevante o facto de ter sido remetido ao IRN, IP - e nele recebido, dentro do prazo legal e, consequentemente, dar-se a impugnação por intempestiva e propor-se a sua rejeição( art. 173º, d) do C.P.A.). É certo que à data do indicado processo não existia no C.R.P. disposição com o teor do actual art. 147º-B, mas ainda assim é manifesto não ser hoje aplicável subsidiariamente o disposto no art. 169º, nº 3 do C.P.A., que permite a apresentação do requerimento de recurso indiferentemente ao autor do acto ou a quem é dirigido, porque continua a não existir lacuna de regulamentação, já que o art. 142º, nº 2 determina apresentação na entidade a quo. Pronúncia De acordo com o que deixámos dito supra, a anterior proposta de rejeição do recurso não constitui impedimento a que este Conselho se pronuncie sobre a questão de mérito, nos termos que vão constar da seguinte Deliberação 1. Do juízo que baseia a decisão registral - formado em respeito pelo princípio da legalidade( art. 68º do C.R.P.), na parte em que se refere aos documentos apresentados, como um dos elementos em face dos quais se deve apreciar a viabilidade do pedido de registo e mais concretamente se deve verificar a validade dos actos dispositivos neles contidos - fica excluído um julgamento do mérito de decisão judicial que tenha sido apresentada como título para registo 3, como é o caso da decisão judicial de homologação de partilha nos termos do art. 1382, nº 1 do Código de Processo Civil. 2 In BRN nº 11/97 (II). 3 Julgamos poder dar por pacífica esta afirmação, em face do que este Conselho vem defendendo desde há muito tempo e por diversas vezes( cfr. a título de exemplo o Pº nº 85/90 R.P.4, também invocado por Mouteira Guerreiro, in Noções de Direito Registral, 1993, pág. 85 e nota de rodapé)

5 2. Independentemente dessa limitação da função qualificadora, só poderia dar-se por manifesta a nulidade da aquisição titulada em partilha de herança - judicial, como o é in casu, ou extra-judicial - se pudesse dar-se igualmente por manifesta a natureza alheia dos prédios, o que pressuporia que no âmbito da mesma função coubesse a competência para averiguação da pertinência dos prédios partilhados Afastada como está da função qualificadora essa averiguação, está naturalmente também afastada a possibilidade de formação desse juízo, já que a evidência da natureza alheia dos bens não é revelável por elementos de sentido divergente Assim, também não é legítimo que o conservador duvide da pertinência declarada pelos titulares da herança e que foi aceite pela entidade tituladora - que traduziria, aliás, claramente, uma duplicação de controle -, isto sem prejuízo de dever opor ao registo pedido a presunção de sentido contrário que resulte de registo definitivo em vigor e, em obediência ao Isto é: logo em razão da força da decisão judicial in casu apresentada, prejudicada estaria a invocação da nulidade manifesta da partilha, a qual, independentemente desta limitação no plano da qualificação, só pode ser decretada no caso previsto no art. 1388º do C.P.C.. 4 Tal competência significaria atribuir à legalidade substantiva sujeita a controle no âmbito da função qualificadora uma amplitude desajustada ao facto de o registo constituir uma simples presunção iuris tantum de que o direito definitivamente inscrito existe e pertence ao titular inscrito, nos precisos termos em que o registo o define( Art. 7º do C.R. P.). - como não houve uma averiguação intensiva, com audiência de todos os interessados, é sempre possível provar a inexistência do direito, devendo assim concluir-se que o registo não garante que este último exista, mas apenas que o direito a existir realmente tem, em face de terceiros, como sujeito aquela pessoa ( Orlando de Carvalho, in Direito das Coisas, pág 303). 5 In casu a recorrida extraiu a natureza manifesta essencialmente do facto de os prédios se mostrarem registados definitivamente a favor dos legatários(por coincidência igualmente herdeiros legítimos). Ora, só se esse registo constituísse uma presunção absoluta( iuris et de iure ) da existência dos direitos inscritos, tal como definidos pelo registo, é que estaria admitida a formação de um juízo de nulidade igualmente absoluta, no sentido de evidente ou manifesta

6 princípio do trato sucessivo, qualificar o registo provisoriamente por dúvidas( artigos 34º, nº 4 e 70º do C.R.P.) O que acabou de dizer-se não invalida que a qualificação desfavorável ( ao abrigo do dito art. 70º), se imponha em função de contradição ou falta de clareza do próprio título apresentado, de que resulte incerteza quanto à situação jurídica do prédio, quanto à sua pertinência à herança e, decorrentemente, quanto à causa(título) da aquisição 7. 6 Indirectamente e apenas no plano registral - por via do controle do cumprimento do princípio formal do trato sucessivo, que não visa decidir definitivamente qual o melhor direito de entre os que são conflituantes, como se afirmou no Pº R.P. 85/2003 DSJ-CT, in BRN nº 2/2004(II) - a função \qualificadora acaba por actuar sobre manifestação da aparente impertinência dos bens à herança. Não negamos que o trato sucessivo, como pressuposto do processo registral que impõe a sequência linear e contínua dos factos inscritos é, de algum modo, o reflexo tabular do princípio nemo plus iuris in alium transfere potest quam ipse habet, que domina a aquisição derivada, afirmou-se no Pº nº 1/333 R.P. 96/DSJ-CT, in BRN nº 9/97(II). A violação do princípio do trato sucessivo pode ocorrer quer no caso limite de o titular inscrito não intervir de todo na partilha, por não cumular a qualidade de herdeiro, quer no caso em que, embora intervindo, não o faça na medida do seu direito inscrito, enquanto titular da posição jurídica de legatário. Imaginemos que no caso concreto em tabela não constava do inventário qualquer referência ao legado. Ainda que se mostrasse que todos os titulares tinham tido intervenção no inventário como herdeiros legítimos, não podia dar-se o trato sucessivo por cumprido. Como alhures este Conselho já por mais que uma vez teve oportunidade de defender, para poder dar-se por assegurada a intervenção do titular inscrito ela não pode ter ocorrido a qualquer título, mas na medida do direito registado. Registe-se que in casu não resulta da certidão judicial apresentada qualquer referência à Maria Amélia., titular inscrita da inscrição de 1/6 existente a favor dos titulares da herança indivisa aberta por óbito da legatário Manuel, o que, à partida constituiria obviamente obstáculo à feitura do registo como está pedido. 7 Afigura-se-nos ser o que acontece com a certidão judicial apresentada, pois da conjugação da forma como estão identificados os prédios( como tendo sido legados), com o facto de não ser possível perceber se houve consideração pela sua situação registral( ou pela identificação ou pela referência a qualquer certidão predial), com o facto de constar apenas parte do mapa de pagamentos - para mais com anotação manuscrita referindo-se a despacho rectificativo que não consta da certidão, com o teor da própria sentença, que refere a adjudicação das verbas conforme decidido na conferência de interessados, da qual não consta o teor na certidão, resulta incerteza quanto ao que foi efectivamente homologado. Ou seja: apesar da referência constante na identificação dos prédios, os legados foram de todo desconsiderados? Foram-no em tais termos que possa afirmar-se que os legatários apenas intervieram na qualidade de herdeiros legítimos e que está em falta o cumprimento do trato sucessivo? Ou foram considerados em termos que permitam interpretar a decisão de homologação como abrangendo eventual transacção que tenha ocorrido, nomeada e concretamente para pôr fim à compropriedade nos prédios legados? - 6 -

7 Concluímos dizendo que, não fora a intempestividade, a situação em tabela por um lado não permitiria suportar a invocação de nulidade manifesta e a recusa do registo ao abrigo do disposto no art. 69º, nº 1, d) do C.R.P. mas por outro não consentiria um registo definitivo, pelo que nos daríamos por colocados em condições de propor um provimento parcial da impugnação, admitindo o registo provisório por dúvidas, em razão dos motivos constantes da notas 6 e 7. Deliberação aprovada em sessão do Conselho Técnico de 25 de Março de Luís Manuel Nunes Martins, relator. Esta deliberação foi homologada pelo Exmo. Senhor Presidente em Só uma certidão judicial contendo o teor dos elementos em falta referidos permitirá interpretar a decisão de homologação e efectuar o registo em conformidade, quer quanto à natureza (provisória por dúvidas ou definitiva), quer quanto à causa

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