P.º n.º R.P. 123/2009 SJC-CT

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1 P.º n.º R.P. 123/2009 SJC-CT - Aquisição. Usucapião. Justificação notarial para reatamento do trato sucessivo. Imposto de selo. Decreto-Lei n.º 116/2008, de 4 de Julho. Doação. Caducidade do ónus de eventual redução de dação sujeita a colação. DELIBERAÇÃO Em.../ / os ora recorrentes, representados por advogada, requisitaram na Conservatória recorrida três actos de registo, todos relativos ao prédio descrito em livro sob o nº : 1º acto: aquisição de ½ a favor de, viúvo, com base em justificação notarial titulada por escritura pública de / / ; 2º acto: aquisição da totalidade a favor de, com base em fotocópia de escritura pública de compra e venda de / ; 3º acto: aquisição da totalidade em comum e sem determinação de parte ou direito a favor dos ora recorrentes, com base em fotocópia da escritura pública de habilitação de herdeiros de / / A Conservatória recorrida, na data da apresentação ( / / ), apenas levou ao Livro Diário um pedido de registo de aquisição, e com base na respectiva apresentação (nº ) registou provisoriamente por dúvidas a aquisição do prédio em comum e sem determinação de parte ou direito a favor dos ora recorrentes, por usucapião, tendo para o efeito aberto a ficha nº, freguesia de, respeitante a um prédio misto situado em, inscrito na matriz urbana sob o artigo na matriz rústica sob parte do artigo, com inscrição de aquisição lavrada pela Ap. de / / (no livro tinha o nº ) de ½ a favor de e mulher e de ½ a favor de e mulher Já na pendência do presente recurso hierárquico, concretamente em / /, a Senhora Conservadora recorrida tomou a iniciativa de levar ao Livro Diário, sob as ditas apresentações nºs e reportadas a.../ /, os dois outros pedidos de registos de aquisição, que são, de acordo com a respectiva ficha ( ), os únicos registos pendentes. A recorrida informou o IRN, I.P. que dado o processo estar em apreciação de recurso os actos referidos [Aps. e de / / ] não serão qualificados. 1

2 Concretizemos agora os factos titulados nos documentos apresentados. Na escritura de justificação de / / os actuais proprietários e ora recorrentes, casado com na separação de bens, e, viúva, supriram a intervenção da contitular inscrita de ½ do prédio, declarando que esta faleceu e que este bem foi adjudicado ao viúvo na partilha do dissolvido casal titulada por escritura pública, mas que apesar das buscas efectuadas não lograram encontrar a escritura da partilha, ignorando o cartório onde foi outorgada. Na escritura de compra e venda de / / os contitulares inscritos de ½ do prédio e mulher e o contitular inscrito da outra ½ declararam vender a, c.c., e este declarou comprar àqueles, o prédio em causa, então inscrito na matriz sob o artigo urbano e sob os artigos e rústicos. Na escritura de / / os ora recorrentes foram habilitados como únicos e universais herdeiros do já falado, que foi casado com a em comunhão geral e faleceu em / /... No processo de registo dos autos foi proferido o despacho de qualificação do seguinte teor: Provisório por dúvidas. Não se apresenta documento comprovativo da instauração do processo de imposto de selo, do qual conste o prédio cujo registo se pretende; e Não é indicada a área do prédio a registar. Artigos 1º, nº 3, al. a), 27º, 28º e 63º, nº 2 do CIS, e 68º, 82º, nº 1, d), 70º e 71º CRP. Do despacho de qualificação vem interposto o presente recurso hierárquico, cujos termos se dão aqui por integralmente reproduzidos. A Senhora Conservadora sustentou a qualificação em despacho cujos termos também aqui damos por integralmente reproduzidos. Os Serviços Jurídicos do IRN, I.P. elaboraram detalhada informação cujos termos igualmente aqui damos por integralmente reproduzidos. Saneamento: 2

3 O processo é o próprio, as partes legítimas, o recurso tempestivo, os recorrentes estão devidamente representados, e inexistem questões prévias ou prejudiciais que obstem ao conhecimento do mérito. Pronúncia: A posição deste Conselho vai expressa na seguinte Deliberação 1- Em sede de recurso hierárquico da decisão tomada em procedimento registal em que foram formulados três pedidos de registo sobre o mesmo prédio para reatar o trato sucessivo a partir do titular inscrito, mas em que apenas foi efectuada uma só apresentação e lavrado um só acto de registo, tendo já na pendência do recurso sido efectuadas as duas apresentações em falta - reportadas à data da primeira apresentação (data da entrega efectiva da requisição de registo), e concluindo-se que a qualificação contemplou o conjunto dos pedidos formulados, deverá ser este conjunto de pedidos o objecto do recurso a apreciar Com excepção dos casos previstos no art. 99º do C.R.P. sob a epígrafe Unidade da inscrição, por cada facto é feita uma anotação distinta no diário, segundo a ordem que no pedido (requisição) lhe couber (cfr. art. 60º, nº 5, do C.R.P.). Dentro das possibilidades oferecidas por um modelo de requisição de registo pré-impresso, no caso dos autos foram formulados, aliás por forma clara, três pedidos de registo de aquisição sobre o mesmo prédio [e se os documentos apresentados não estão explicitamente referenciados em relação a cada pedido de registo, em cumprimento do disposto no art. 61º, nº 1, e), do C.R.P., não podemos disso responsabilizar o «apresentante»]. Desconhecemos as circunstâncias que levaram o funcionário da Conservatória recorrida que recebeu (presencialmente) a requisição de registo a efectuar uma só apresentação, mas o certo é que já na pendência do recurso hierárquico foram efectuadas as apresentações dos documentos relativos aos outros dois factos, não tendo entretanto sido efectuadas outras apresentações relativamente ao mesmo prédio. Também não descortinamos, porque não está explícita nem no despacho de qualificação nem no despacho de sustentação, a construção que levou a Senhora Conservadora a mandar efectuar o registo tal como foi feito, com a inscrição de aquisição do prédio em comum e sem determinação de parte ou direito a favor dos ora recorrentes por usucapião. O que podemos e devemos afirmar, e julgamos que tanto bastará na economia da presente deliberação, é que tal facto (aquisição por usucapião) não está titulado nos documentos apresentados. 3

4 E também se nos afigura líquido que os títulos apresentados são bastantes para registar definitivamente os factos de acordo com os pedidos formulados. Ora, o dever de fundamentação só se justifica e se impõe ao qualificador quando a decisão registal é desfavorável ao pedido de registo. O ponto, se bem ajuizamos, está em saber que decisão registal foi proferida no processo de registo que estamos a apreciar e qual o objecto do recurso hierárquico interposto. A questão é complexa e não isenta de dificuldades. Naturalmente com dúvidas e hesitações, nós propendemos para sustentar que subjacente à decisão da ora recorrida esteve a consideração e ponderação de todos os pedidos formulados, que terão levado a Senhora Conservadora à sua convolação num único pedido e à anotação de uma só apresentação, de tal sorte que, não fossem as concretas dúvidas suscitadas, a ora recorrida, registando como registou, mas definitivamente, o facto, teria, no seu modo de pensar, satisfeito a pretensão do requisitante. E também propendemos para considerar que o recurso hierárquico tem por objecto a actuação da Senhora Conservadora no seu conjunto. Ou seja, embora os recorrentes não tenham expressamente impugnado a omissão da apresentação autónoma dos documentos relativos aos três factos, tal como havia sido pedido, mas apenas e concretamente o modo de aquisição do direito inscrito e as dúvidas que determinaram a provisoriedade do registo, o certo é que não deixaram de evidenciar na p.r. (cfr. art. 1º) que haviam pedido os três actos de registo. Entretanto, já na pendência do recurso, a recorrida tomou a iniciativa de apresentar autonomamente os documentos relativos aos dois outros factos objecto dos dois outros tantos pedidos de registo, declarando expressamente que não qualificaria estes pedidos. É neste contexto que convictamente defendemos a conclusão do texto, que a nosso ver realiza por forma célere e eficaz o direito registal aplicável sem prejuízo da segurança jurídica e da observância dos seus princípios enformadores. Reiteramos o entendimento de que é ao conservador que em primeira linha cabe a qualificação dos pedidos de registo (cfr. parecer emitido no Pº R.P. 257/2006 DSJ-CT). No caso dos autos, todos estaremos de acordo em que existem três pedidos de registo e os documentos relativos a cada um destes pedidos demandam apresentação autónoma. No que toca à qualificação do(s) pedido(s) subjacente à inscrição tal como foi efectuada, pergunta-se: qual a causa de aquisição do direito de propriedade pelos ora recorrentes? O prédio ingressou no casal de e mulher no ano de Este casal foi dissolvido no ano de 2004 por morte do A titular da meação e os herdeiros habilitados pretendem registar a aquisição a seu favor em comum e sem determinação de parte ou direito. A causa da aquisição é a dissolução por morte da comunhão conjugal e a sucessão na herança do A escritura de justificação notarial não foi apresentada para titular este facto, além de que, como exuberantemente demonstraram os recorrentes, a usucapião pura e simplesmente não foi invocada. Haverá, assim, que alterar o registo para dizer que a causa é a dissolução por morte da comunhão conjugal e a sucessão hereditária, completando-o com o nome e NIF do Henrique (sujeito passivo). Como já referimos, mas repisamos, a qualificação favorável dos pedidos de registo não carece de fundamentação expressa. Portanto, relativamente aos factos objecto dos pedidos de registo das Aps. e de / / reportados a / /, sem prejuízo da apreciação a que adiante procederemos das dúvidas suscitadas, limitamo-nos a afirmar que os documentos apresentados são bastantes para registar os factos de acordo com os pedidos formulados. 4

5 2- A justificação notarial para reatamento do trato sucessivo, em que não foi invocada a aquisição pelos justificantes do direito real inscrevendo por usucapião, não envolve uma transmissão gratuita do direito de propriedade ou de figuras parcelares desse direito causada por usucapião, pelo que não há lugar in casu à participação prevista no nº 1 do art. 26º do CIS e, consequentemente, à liquidação da verba 1.2 da Tabela Geral do Imposto de Selo Tendo o facto objecto de escritura de justificação notarial para reatamento do trato sucessivo ocorrido anteriormente a 21 de Julho de 2008, data da entrada em vigor do D.L. nº 116/2008, de 4 de Julho, ainda que aquela escritura tenha sido outorgada depois daquela data o registo daquele facto não é obrigatório, e será mesmo gratuito se for pedido antes de 2 de Dezembro de Cremos que a conclusão do texto não demanda explanação. Trata-se de justificação notarial para reatamento do trato sucessivo no registo predial, em que foram reconstituídas as sucessivas transmissões a partir dos titulares inscritos com especificação das respectivas causas (em nenhuma delas figurando, naturalmente, a usucapião), e tendo apenas sido afirmada a impossibilidade de obter o título relativamente a uma das transmissões reconstituídas (a transmissão de ½ do prédio da comunhão conjugal do e da para o, viúvo, causada pela partilha do casal). Assim sendo, o facto objecto do pedido de registo da Ap. de / / reportada a.../ / não é uma «aquisição por usucapião» que o Código do Imposto de Selo ficcionou como transmissão gratuita (cfr. art. 1º, nº 3, a)), pelo que não se justifica in casu a exigência de comprovação de que este imposto se encontra assegurado nos termos do disposto no nº 3 do art. 72º do C.R.P. E também não se justifica no caso, a nosso ver, a exigência de comprovação de que se encontra assegurado o imposto (sobre sucessões e doações) eventualmente incidente sobre a transmissão mortis causa justificada. Este ponto não foi suscitado na qualificação registal, mas prima facie afigura-se-nos que a norma do nº 2 do art. 117º não deve ser desligada da norma do nº 4 do art. 72º, ambos do C.R.P. Ora, atendendo à data do óbito da (anteriormente ao ano de 1961), no caso já há muito terão decorrido os prazos de caducidade da liquidação ou de prescrição previstos nas leis fiscais (cfr. art.s 45 e segs. e 48º e seg, todos da Lei Geral Tributária aprovada pelo D.L. nº 398/98, de 17.12, e art. 92º do CSISSD aprovado pelo D.L. nº , de ), pelo que não se justificará nesta fase a exigência ou de certificação da impossibilidade de comprovar o pagamento do imposto ou a sua isenção ou de comprovação da caducidade da liquidação ou da prescrição do imposto. 3 - Cremos também que a conclusão do texto não demanda explanação. Salvo o devido respeito, não concordamos com a posição da Senhora Notária que presidiu à justificação, de que estamos perante um facto sujeito a registo obrigatório. Na nossa opinião, o facto justificado ocorreu e foi titulado antes da entrada em vigor do D.L. nº 116/2008, como aliás resulta da escritura e por isso mesmo, porque o facto foi titulado, a justificação será válida (a 5

6 4- Não é legítima a dúvida suscitada na qualificação de pedido de registo baseado em título omisso quanto à área do prédio, relativamente ao qual a respectiva descrição predial também é omissa quanto ao ponto, mormente se a área consta da nova inscrição matricial relativa ao prédio e é emitida declaração complementar confirmativa do facto por pessoa legítima para pedir averbamentos à descrição predial Os registos do ónus de eventual redução de doação sujeita a colação caducam decorridos 20 anos contados a partir da data da morte do doador, devendo a caducidade ser anotada no registo logo que verificada 5. Nos termos expostos, é entendimento deste Conselho que o recurso merece provimento, e consequentemente: a) Pela Ap. de / / reportada a.../ / deve ser registada a aquisição de ½ do prédio da ficha nº a favor de, viúvo, averbando-se à descrição predial que o prédio tem a área de 5 440m2, sendo de 280m2 a área da parte urbana (edifício e logradouro) e de 5 160m2 a área da parte rústica, e está inscrito na matriz sob o artigo urbano e sob o artigo Secção I rústico; b) Pela Ap. de.../ / reportada a / / deve ser registada a aquisição da totalidade daquele prédio a favor de, c.c...., na comunhão geral; c) Deve averbar-se ao registo efectuado pela Ap. de / /, em consequência da requalificação para que propendemos, que o mesmo é definitivo, bem como a causa (dissolução por morte da comunhão conjugal e sucessão hereditária) e sujeito passivo e respectivo NIF; d) Deve ser anotada a caducidade do registo do ónus de eventual redução de doação sujeita a colação efectuado pela Ap. de / / ; partilha verbal em si mesma não é justificável). Assim sendo, a escritura de justificação notarial não é o título do facto registado para efeitos do disposto no art. 8º-C, nº 1, do C.R.P. Além disso, o registo é gratuito nos termos do disposto no nº 2 do art. 33º do citado D.L. nº 116/2008, pelo que se impõe a restituição do emolumento cobrado. 4 - A conclusão do texto justifica-se, a nosso ver, sem mais explicações, mas confessamos não termos a certeza sobre se desta forma teremos respondido à dúvida suscitada pela recorrida. 5 - Cremos que em face da comprovação da data do óbito do doador, em (cfr. assento nº /, da Conservatória do Registo Civil de ) não sobram dúvidas de que o registo do ónus caducou, pelo que haverá que anotar a caducidade (cfr. art.s 11º, nº 4, e 12º, nº 3, ambos do C.R.P.). 6

7 e) Devem ser restituídos à representante dos ora recorrentes o emolumento do registo ( 250) e o emolumento do processo de recurso hierárquico ( 150). Deliberação aprovada em sessão do Conselho Técnico de 25 de Fevereiro de João Guimarães Gomes de Bastos, relator. Esta deliberação foi homologada pelo Exmo. Senhor Presidente em

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