N/Referência: Pº R.P.5/2015 STJ-CC Data de homologação:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "N/Referência: Pº R.P.5/2015 STJ-CC Data de homologação:"

Transcrição

1 DIVULGAÇÃO DE PARECER DO CONSELHO CONSULTIVO N.º 52/ CC /2015 N/Referência: Pº R.P.5/2015 STJ-CC Data de homologação: Banco, S.A.. Conservatória do Registo Predial de. Assunto: Descrição aberta com base em título e pedido que identificavam o prédio como não descrito pedido de retificação da descrição, no sentido de incluir a menção de que foi desanexada de uma outra descrição, sobre a qual incide uma hipoteca voluntária que, pela mesma via, se pretende passe a abranger essa descrição Mostra-se anotada a ambas as descrições a eventualidade de duplicação parcial. Palavras-chave: Duplicação Retificação - Relatório 1. Invocando que o prédio constante da descrição 1349/ devia ter sido desanexado 1 da descrição nº 188/ e, consequentemente, devia ter ficado abrangido pela inscrição de hipoteca 1 O prédio foi submetido a registo de forma totalmente autónoma de qualquer outro já descrito, ou seja, como prédio omisso na Conservatória do Registo Predial de., com a natureza urbana, sito no C, P., composto de rés de chão e 1º andar, com 160m2 de área coberta e 790m2 de área descoberta, inscrito na matriz sob o artigo 780, confrontando do Norte com Artur G, do Sul com caminho público, do Nascente com Maria de P. e do Poente com estrada. A descrição foi aberta na dependência de registo de penhora, em que era exequente O.. & M., Lda. e executado o Manuel. R.., casado com Florbela G.., a favor dos quais se encontrava ( e ainda encontra) definitivamente registada a aquisição do prédio já descrito sob o nº 188. Posteriormente foram registadas outras penhoras, figurando numa delas o Banco, S.A. como exequente. O prédio veio a ser comprado no processo executivo por Carlos M e mulher, Maria E.., que depois o venderam a Delfim. G., casado com Lucília S que, por sua vez o doaram a Fernando.. G., casado com Anabela G.., atual titular inscrito. Em 2009/10/09, ou seja, já depois de registada aquela aquisição por compra em processo executivo, foi anotado à descrição o seguinte: «Eventualmente duplicado parcialmente com o nº 188/ Esta descrição respeita desde a sua abertura a prédio rústico denominado L DE MONTE DO ALTO DO C., situado em Limites do C., com 1900m2, inscrito na matriz sob o artigo 861, com as mesmas confrontações supra indicadas para o prédio 1349 e à qual se mostra efetuada a supra mencionada anotação de eventualidade de duplicação parcial. Situação registral: - Ap... de 1992/03/31 Aquisição a favor de Manuel. R e mulher, Florbela G..; - Ap de 1994/11/30 Hipoteca voluntária a favor do Banco B.., S.A. ; - Ap de 2004/03/01 Penhora a favor do Banco., S.A.; 1/5

2 voluntária em vigor sobre a mesma descrição, o Banco.., S.A. requereu a respetiva retificação nos seguintes termos: «( ) se digne proceder à retificação do registo em apreço, devendo passar a constar no prédio descrito sob o nº 1349/ , que o mesmo foi desanexado do prédio descrito sob nº 188/ , inscrevendo igualmente a hipoteca a favor do Requerente, o que expressamente se requer». Refere o requerente que, na execução hipotecária movida contra o titular inscrito do prédio 188, se viu impedido de promover a venda do mesmo, «uma vez que o imóvel já não existe nos termos expostos» (conforme foi objeto de hipoteca e consta da descrição), pelo facto de uma sua parte ter sido autonomizada tanto na matriz como na Conservatória, neste caso desonerado da hipoteca e sem menção de que foi desanexado do nº Foi averbada a pendência da retificação em ambas as fichas (no campo destinado às Inscrições, seus averbamentos e anotações), embora sem qualquer referência ao registo objeto dessa pendência. 2. Efetuadas as notificações legalmente impostas e não tendo havido qualquer oposição à pretendida retificação, foi emitida decisão do se indeferimento, cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos, e da qual extraímos a seguinte síntese: a) Que estando fundamentalmente em causa «saber se a descrição nº 1349/ Fe (A ) teve ou não origem numa desanexação à descrição nº 1888/ Fe.. (A.)», a procedência do pedido de retificação depende da prova desse facto; b) Ora, não ficou provado que o prédio descrito sob o nº 188 tenha sido objeto de uma desanexação, da qual tenha resultado a constituição de um novo prédio, já que da respetiva ficha não consta qualquer averbamento de desanexação, como também não consta qualquer inscrição de ónus de não fracionamento, não constando da ficha 1349, correspondentemente, a menção de ter tido origem na 188, nem também qualquer inscrição de ónus de não fracionamento; c) Em ambas as descrições consta anotada apenas a eventualidade de duplicação parcial, da qual não pode retirar-se a conclusão de que existiu uma qualquer desanexação; d) «Não se vislumbra, pois, [ à descrição 188 corresponde o artigo rústico 861 e à descrição 1349 corresponde o artigo urbano 780, o qual proveio do artigo 779] qualquer relação de correspondência matricial que indicie a proveniência material de um prédio em relação ao outro» - Ap. 3 de 2012/05/11 Penhora a favor de Alfredo B.; - Ap. 2 de 2013/08/30 Penhora a favor da Fazenda Nacional. 2/5

3 3. Da dita decisão foi interposto o presente recurso hierárquico, a cujos fundamentos não houve oposição e cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos e no qual, para lá do que já se fizera constar do requerimento de retificação, se alega, em síntese, que: a) Comparando ambas as descrições não restam dúvidas de que o edifício constante da 1349 foi edificado no terreno da 188; b) Apesar de desanexado do 188, o prédio 1349 não se mostra onerado com a hipoteca do Recorrente; c) Não consta da descrição a menção da desanexação, mas apenas a anotação da eventual duplicação; d) Jamais poderia ser aberta a descrição 1349 sem se fazer acompanhar da hipoteca incidente sobre o prédio mãe; e) No decurso e por causa da omissão da hipoteca o prédio veio a ser vendido em processo de execução, sem que o aqui Recorrente tenha sido sequer citado para reclamar créditos nesse processo; f) Os factos traduzem uma situação em que o registo foi indevidamente lavrado, pelo que deverá ser retificado, passando a constar da descrição 1349 que foi desanexado do descrito sob o nº 188, e inscrevendo-se a hipoteca a favor do Recorrente; g) Se encontra provada a existência de uma duplicação parcial das descrições, nomeadamente pela leitura da composição e confrontações constantes e ambas, que são exatamente iguais. Saneamento: o processo é o próprio, as partes legítimas, o recurso tempestivo, e inexistem questões prévias ou prejudiciais que obstem ao conhecimento do mérito. Pronúncia: a posição deste Conselho vai expressa na seguinte Deliberação 1 Não estando ainda tabularmente traduzido o reconhecimento da duplicação entre uma descrição e parte de uma outra, mediante anotação dessa circunstância a ambas essas descrições, mas apenas anotada a eventualidade dessa duplicação 3, e tendo sido instaurado processo especial de 3 Como tem sido entendido por este Conselho (cfr., a título de exemplo, o Pº R.P.67/2010 SJC-CT, disponível em (Doutrina) já que, ao contrário do que se passa com a duplicação total ( art. 86º), o Código de Registo Predial não prevê a duplicação parcial e, portanto não a disciplina - verificada a duplicação parcial deve oficiosamente proceder-se de imediato à anotação dessa circunstância às respetivas descrições prediais; igual procedimento deve ser adotado no caso em que se verifique a mera eventualidade de duplicação, seja esta total ou parcial. 3/5

4 retificação visando a eliminação da duplicação, a prova da existência da duplicação constitui, naturalmente, condição do deferimento do pedido 4. Enquanto no caso de duplicação total, a mesma deve ser eliminada logo que seja reconhecida, passando a existir uma única descrição - com reprodução na ficha de uma delas dos registos em vigor nas restantes, independentemente da se verificar a mesma ou diversas linhas de trato sucessivo - no caso da duplicação parcial e por força do princípio da especialidade, o máximo que é possível fazer, no plano da duplicação descritiva, é publicitar a sua existência. Na situação em tabela, nem o confronto dos elementos de identificação do prédio descrito sob o nº 188 e os do submetido a registo como omisso, nem a situação registral, foram suficientes sequer para provocar qualquer dúvida quanto à possibilidade de o novo prédio poder ser parte daquela descrição. Essa eventualidade não foi questionada e o registo foi desde logo efetuado como foi pedido, qualificação que não cabe aqui apreciar. Só aproximadamente 2 anos mais tarde e depois de efetuados vários outros registos sobre esse prédio, é que, supomos que em razão da coincidência das confrontações de um e de outro, foi anotada a ambas as descrições a eventualidade da duplicação parcial. Tivesse a penhora que determinou a abertura da descrição 1349 respeitado à parte urbana do prédio já descrito sob o nº 188, e tivesse o pedido sido efetuado em conformidade, o registo, de acordo com a doutrina constante do Pº R.P.260/2006 DSJ-CT (disponível em (Doutrina), teria sido efetuado na descrição 188 com precisa identificação da parte do prédio afetada pela penhora, a qual teria sido posteriormente desanexada na dependência do registo da aquisição por compra executiva, momento em que seria irrelevante averiguar se a desconexão, que teria resultado de um processo dirigido por um juiz, ia ou não contra normas imperativas sobre loteamentos urbanos. O recorrente parece considerar que foi naqueles termos que foi pedido o registo de penhora (parte urbana da descrição 188) e que - dando por assente que aquelas normas sobre loteamentos urbanos não constituiriam obstáculo ao registo definitivo da penhora, ou que foi assegurado o seu cumprimento - terá havido lapso do serviço de registo, na omissão do registo de desanexação (averbamento à descrição 188 e menção na descrição 1349) e na ausência de transposição do registo de hipoteca voluntária existente sobre o prédio 188. Não se percebe qual a razão pela qual não invocou também a ausência de transposição da inscrição de penhora igualmente já existente sobre o prédio 188. Ora, tal situação não corresponde à realidade e, caso exista duplicação, esta não foi da responsabilidade do serviço de registo, já que título e pedido de registo davam o prédio como omisso e não como parte da descrição 188, à qual não se mostrava averbada a construção (como ainda não mostra). 4 Condição que in casu se não verifica, pois que o reconhecimento da duplicação não pode resultar do simples confronto dos elementos constantes de ambas as descrições: para lá da diversidade de natureza e de situação matricial, apenas existe coincidência quanto às respetivas confrontações, as quais, aliás, apontariam para uma duplicação total que, no entanto, logo se mostraria contrariada pela divergência de área, que apenas se adequaria a uma duplicação parcial. Esse reconhecimento já se mostraria assegurado se tivesse sido obtida a atualização da descrição 188, no sentido de que, dada a construção posteriormente efetuada, o prédio tinha adquirido entretanto natureza mista, e em que a parte urbana correspondia ao prédio descrito sob o nº Essa atualização não poderia ser impedida pela circunstância de existir já (mas aberta depois da 188) a descrição 1349, já que não seria a atualização a provocar a duplicação, que já existiria, mas apenas a permitir reconhece-la, manifestando-a. Ora, não deixa de ser curioso que, mesmo relativamente às penhoras registadas depois de anotada a eventualidade da duplicação, o prédio tenha continuado a ser identificado como foi inicialmente descrito. Caso tivesse acontecido o contrário, a atualização não teria sido ainda definitivamente registada, mas já lhe teria sido dada a publicidade por meio da anotação prevista no art. 90º/2 do Código de Registo Predial. O recorrente instruiu o pedido de retificação com certidão do pedido de inscrição na matriz do prédio urbano, no qual, apesar de traçada, é visível a indicação do artigo rústico constante da descrição 188, na totalidade. 4/5

5 2. Mas, ainda que provando-se a duplicação parcial em sede de processo de retificação, a respetiva eliminação, nomeadamente pela feitura do registo de desanexação da descrição que, tendo sido aberta em segundo lugar, constitua parte de outra já existente, dependeria neste caso, ao contrário do que sucede com a duplicação total (art. 86º do C.R.P.), da resolução do conflito existente quanto à situação tabular da parte duplicada e de que ela pudesse ter lugar no âmbito do processo de retificação 5. Nos termos expostos, propomos a improcedência da presente impugnação. Deliberação aprovada em sessão do Conselho Consultivo de 26 de março de Luís Manuel Nunes Martins, relator. Esta deliberação foi homologada pelo Senhor Presidente do Conselho Diretivo, em Mesmo a dar essa menção por escrita, por não estar ressalvado o traço que sobre a mesma se efetuou, não pode apenas com base nela dar-se por provado que o prédio urbano descrito sob o nº 1349 foi implantado em parte do terreno do prédio descrito sob o nº 188, dada aquela menção da totalidade do artigo rústico e a coincidência das confrontações, que antes apontariam para uma duplicação total, e em que o artigo urbano e a descrição 1349 estariam errados quanto à área. 5 O reconhecimento da duplicação (abertura da descrição 1349, cujo prédio, sendo parte da descrição 188, nela continuou incluído) determinaria a constatação de que o mesmo prédio urbano, duplamente descrito, está livre de qualquer ónus ou encargo numa das descrições e está, na outra descrição, constituído como objeto de inscrição de hipoteca voluntária a favor do aqui recorrente e de diversas inscrições de penhora. Dado que o titular inscrito da descrição 188 era o executado na penhora que determinou a abertura da descrição 1349 ou seja, a duplicação não impediu, no plano aquisitivo, o cumprimento do trato sucessivo - o recorrente não põe em causa o registo de aquisição em vigor na descrição 1349, pretendendo apenas que por via do processo de retificação se faça incidir sobre a descrição 1349 a hipoteca voluntária que havia sido previamente registada na descrição /5

N/Referência: PROC.: C. Bm. 18/2014 STJ-CC Data de homologação: 19-09-2014. Relatório

N/Referência: PROC.: C. Bm. 18/2014 STJ-CC Data de homologação: 19-09-2014. Relatório N.º 49/ CC /2014 N/Referência: PROC.: C. Bm. 18/2014 STJ-CC Data de homologação: 19-09-2014 Consulente: Conservatória do Registo Automóvel de. Recorrido: Assunto: Registo de propriedade adquirida por via

Leia mais

Pº R.P. 7/2010 SJC-CT

Pº R.P. 7/2010 SJC-CT Pº R.P. 7/2010 SJC-CT Coisas que se encontram no domínio público (fora do comércio jurídico). Insusceptibilidade da sua aquisição por usucapião. Recusa. Imposto de selo. DELIBERAÇÃO 1., advogado, apresentou

Leia mais

Regime fiscal das fundações. Guilherme W. d Oliveira Martins FDL

Regime fiscal das fundações. Guilherme W. d Oliveira Martins FDL Regime fiscal das fundações Guilherme W. d Oliveira Martins FDL DUP e benefícios fiscais O regime fiscal das Fundações/IPSS depende da atribuição da declaração de utilidade pública a essas pessoas coletivas.

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 1649.001607/0-84 Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Órgão ou entidade recorrido (a): Recorrente: Recurso interposto pelo cidadão

Leia mais

ÁGUAS DO CENTRO ALENTEJO, S.A. PROGRAMA DE PROCEDIMENTO

ÁGUAS DO CENTRO ALENTEJO, S.A. PROGRAMA DE PROCEDIMENTO ÁGUAS DO CENTRO ALENTEJO, S.A. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA E DESOBSTRUÇÃO DE INFRAESTRUTURAS DA AdCA PROGRAMA DE PROCEDIMENTO Página 1 de 11 ÁGUAS DO CENTRO ALENTEJO, S.A. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE

Leia mais

Despacho n.º /2015. Regulamento Académico dos Cursos de Pós-Graduação não Conferentes de Grau Académico do Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria)

Despacho n.º /2015. Regulamento Académico dos Cursos de Pós-Graduação não Conferentes de Grau Académico do Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria) Despacho n.º /2015 Regulamento Académico dos Cursos de Pós-Graduação não Conferentes de Grau Académico do Instituto (IPLeiria) Preâmbulo Nos termos do n.º 1 do artigo 15.º da Lei n.º 46/86, de 14.10 1,

Leia mais

DECRETO N.º 238/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.

DECRETO N.º 238/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1. DECRETO N.º 238/XII Estabelece o regime de acesso e de exercício da profissão de auditor de segurança rodoviária, de emissão dos respetivos títulos profissionais e de acesso e exercício da atividade de

Leia mais

N/Referência: P.º C.P. 17/2015 STJ-CC Data de homologação: 25-06-2015

N/Referência: P.º C.P. 17/2015 STJ-CC Data de homologação: 25-06-2015 DIVULGAÇÃO DE PARECER DO CONSELHO CONSULTIVO N.º 49/ CC /2015 N/Referência: P.º C.P. 17/2015 STJ-CC Data de homologação: 25-06-2015 Consulente: Setor Técnico-Jurídico dos Serviços de Registo (STJSR) do

Leia mais

REGULAMENTO DAS SOCIEDADES PROFISSIONAIS DE CONTABILISTAS CERTIFICADOS E SOCIEDADES DE CONTABILIDADE

REGULAMENTO DAS SOCIEDADES PROFISSIONAIS DE CONTABILISTAS CERTIFICADOS E SOCIEDADES DE CONTABILIDADE REGULAMENTO DAS SOCIEDADES PROFISSIONAIS DE CONTABILISTAS CERTIFICADOS E SOCIEDADES DE CONTABILIDADE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento estabelece as regras de constituição

Leia mais

DELIBERAÇÃO. Relatório

DELIBERAÇÃO. Relatório Pº R.P. 241/2007 DSJ-CT- Consentimento do credor como título para cancelamento de hipoteca (artigo 56º do C.R.P.) Forma legal Reconhecimento de assinatura por advogado ou solicitador - Registo informático

Leia mais

EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO, OBRAS DE URBANIZAÇÃO OU TRABALHOS DE REMODELAÇÃO DE TERRENOS

EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO, OBRAS DE URBANIZAÇÃO OU TRABALHOS DE REMODELAÇÃO DE TERRENOS Registo n.º Data / / O Funcionário EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO, OBRAS DE URBANIZAÇÃO OU TRABALHOS DE REMODELAÇÃO DE TERRENOS Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Cascais

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA O Tribunal de Relação de Lisboa, remeteu a este Conselho uma cópia do ofício n.º 48486, de 20-04-04, da ADSE, referente à deliberação da Junta Médica, a que tinha sido submetido o DR. (...). É do seguinte

Leia mais

formalizada por escritura pública de compra e venda, de 28 de Novembro de, entre a 1.ª Ré e os 2ºs Réus;

formalizada por escritura pública de compra e venda, de 28 de Novembro de, entre a 1.ª Ré e os 2ºs Réus; 1 Pº R. P. 170/2008 SJC-CT: Registo de acção de preferência pedido de cancelamento do registo de aquisição a favor do comprador e do registo de aquisição a favor de terceiro adquirente. DELIBERAÇÃO 1.

Leia mais

CADERNO DE ENCARGOS. Aquisição de serviços de formação comportamental e motivação de equipas espap

CADERNO DE ENCARGOS. Aquisição de serviços de formação comportamental e motivação de equipas espap CADERNO DE ENCARGOS Aquisição de serviços de formação comportamental e motivação de equipas espap ÍNDICE CLÁUSULAS JURÍDICAS... 3 Cláusula 1.ª Objeto... 3 Cláusula 2.ª Local da prestação de serviços...

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 14, DE 2014 (Senador Alfredo Nascimento - PR/AM)

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 14, DE 2014 (Senador Alfredo Nascimento - PR/AM) PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 14, DE 2014 (Senador Alfredo Nascimento - PR/AM) Altera o art. 5º da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, que dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do

Leia mais

FREGUESIA DE QUIAIOS NIPC 510 833 535

FREGUESIA DE QUIAIOS NIPC 510 833 535 PROGRAMA DE HASTA PÚBLICA Para atribuição do direito de ocupação efetiva de natureza precária da loja n.º 4 no Mercado de Quiaios Artigo 1.º Identificação A loja objeto de hasta pública localiza-se no

Leia mais

Modelo 2 (IMI) Instruções de preenchimento

Modelo 2 (IMI) Instruções de preenchimento Modelo 2 (IMI) Instruções de preenchimento CAMPO 1 NIF/NIPC da Entidade Declarante Neste campo deve ser inserido o Número de Identificação Fiscal (NIF) ou Número de Identificação de Pessoa Coletiva (NIPC)

Leia mais

N/Referência: PROC.: R. P. 10/2014 STJ-CC Data de homologação: 14-04-2014 DELIBERAÇÃO

N/Referência: PROC.: R. P. 10/2014 STJ-CC Data de homologação: 14-04-2014 DELIBERAÇÃO N.º 24/ CC /2014 N/Referência: PROC.: R. P. 10/2014 STJ-CC Data de homologação: 14-04-2014 Recorrente: P. Proença V.., solicitadora. Recorrido: Conservatória do Registo Predial de Assunto: Documento particular

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BENEFÍCIOS AOS MEMBROS DA ORDEM DOS ENFERMEIROS,

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BENEFÍCIOS AOS MEMBROS DA ORDEM DOS ENFERMEIROS, Preâmbulo Foi aprovado em Assembleia Geral da Ordem dos Enfermeiros de 25 de Maio de 2002, sob proposta do Conselho Diretivo, o Regulamento de Acesso a Benefícios aos Membros, em cumprimento do desígnio

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR PREÂMBULO A Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, diploma que estabelece, entre outros, o regime jurídico das autarquias locais, veio atribuir, no

Leia mais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO DOS LIONS DE PORTUGAL (Despacho da Presidência Conselho de Ministros de 23.10.2014)

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO DOS LIONS DE PORTUGAL (Despacho da Presidência Conselho de Ministros de 23.10.2014) ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO DOS LIONS DE PORTUGAL (Despacho da Presidência Conselho de Ministros de 23.10.2014) CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS Artigo Primeiro A Fundação dos Lions de Portugal é uma

Leia mais

DELIBERAÇÃO. Logo nesse mesmo dia (1/6/2012), por via eletrónica, e a coberto da ap. n.º...,

DELIBERAÇÃO. Logo nesse mesmo dia (1/6/2012), por via eletrónica, e a coberto da ap. n.º..., 1 P.º n.º R.P. 87/2012 SJC-CT Hipoteca voluntária. Constituição de hipoteca para ampliação de anterior hipoteca registada a favor de sujeito diverso do novo credor. Trato sucessivo. DELIBERAÇÃO Sobre a

Leia mais

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica Concordo. Remeta-se a presente Informação ao Sr. Director do DMPA, Eng.º António Rebelo. Cristina Guimarães Chefe da Divisão de Estudos e Assessoria Jurídica 2010.03.15 N/Ref.ª: (...) S/Ref.ª: ( ) Porto,

Leia mais

Programa Incentivo 2014. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento

Programa Incentivo 2014. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento Programa Incentivo 2014 Normas de execução financeira 1. Âmbito do financiamento As verbas atribuídas destinam-se a financiar o funcionamento da instituição de investigação científica e desenvolvimento

Leia mais

Decreto-Lei n.º 154/2003 de 15 de Julho

Decreto-Lei n.º 154/2003 de 15 de Julho Decreto-Lei n.º 154/2003 de 15 de Julho O Tratado de Amizade, Cooperação e Consulta entre a República Portuguesa e a República Federativa do Brasil, assinado em Porto Seguro em 22 de Abril de 2000, aprovado,

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA NONA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA NONA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0003763-53.2013.8.19.0000 1º CARTÓRIO UNIFICADO CÍVEL DA COMARCA DE NITERÓI AGRAVANTE: ESTADO DO RIO DE JANEIRO AGRAVADO: ESPÓLIO DE FRANKLIN CLARO JÚNIOR REP/P/S INVENTARIANTE

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO Entre, residente em com o número de contribuinte, adiante designado(a) abreviadamente por Produtor; e EDP Serviço Universal, S.A., com sede

Leia mais

N.º Identificação Civil. N.º Identificação Civil

N.º Identificação Civil. N.º Identificação Civil Requerimento n.º data / / Pago pela guia n.º valor EXMO. SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE FIGUEIRÓ DOS VINHOS O Funcionário, COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OBRA DE EDIFICAÇÃO ALTERAÇÃO À COMUNICAÇÃO PRÉVIA

Leia mais

Deliberação. 1 Em especial, no âmbito dos P.ºs CP 83/2008 SJC-CT e R.P. 227/2009 SJC-CT.

Deliberação. 1 Em especial, no âmbito dos P.ºs CP 83/2008 SJC-CT e R.P. 227/2009 SJC-CT. P.º n.º R.P. 60/2010 SJC-CT Penhora. Cancelamento não oficioso. Eventual conexão com o registo de aquisição, conjuntamente requerido. Tributação emolumentar DELIBERAÇÃO 1 Os presentes autos respeitam à

Leia mais

, S.A., do despedimento de uma trabalhadora lactante em processo de

, S.A., do despedimento de uma trabalhadora lactante em processo de RESPOSTA À RECLAMAÇÃO DO PARECER N.º 7/CITE/2013 Assunto: Resposta à reclamação do parecer n.º 7/CITE/2013, solicitado, nos termos do n.º 1 e da alínea c) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho,

Leia mais

Instruções para os trabalhadores a recibo verde da. Câmara Municipal de Lisboa

Instruções para os trabalhadores a recibo verde da. Câmara Municipal de Lisboa Instruções para os trabalhadores a recibo verde da Câmara Municipal de Lisboa Os trabalhadores a recibo verde que configuram verdadeiros contratos de trabalho deverão proceder da seguinte forma: 1- Elaborar

Leia mais

Pedido de Consulta de Processo/Fotocópias/2ª Vias Alvarás/Certidões

Pedido de Consulta de Processo/Fotocópias/2ª Vias Alvarás/Certidões Ex.mo(a) Senhor(a) Presidente da Câmara Municipal de Odivelas (A preencher pelos serviços) Processo n.º / / Pedido de Consulta de Processo/Fotocópias/2ª Vias Alvarás/Certidões Identificação do Requerente

Leia mais

DELIBERAÇÃO. Do despacho de recusa foi interposto recurso hierárquico, cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos.

DELIBERAÇÃO. Do despacho de recusa foi interposto recurso hierárquico, cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos. Pº R.P. 16/2008 SJC-CT- Registo de hipoteca legal nos termos do artº 195º do CPPT Título Suficiência Despacho do Chefe de Serviço de Finanças competente que a requerimento do executado autorize a substituição

Leia mais

CALHETA D ESPERANÇAS

CALHETA D ESPERANÇAS CÂMARA MUNICIPAL DA CALHETA MADEIRA REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO À FAMILIA E INCENTIVO À NATALIDADE CALHETA D ESPERANÇAS Página 1 de 5 Nota Justificativa Considerando a crescente intervenção deste Município

Leia mais

P.º n.º R.P. 75/2011 SJC-CT Depósito electrónico de documento particular autenticado. Artigo 7.º da Portaria n.º 1535/2008 de 30 de Dezembro.

P.º n.º R.P. 75/2011 SJC-CT Depósito electrónico de documento particular autenticado. Artigo 7.º da Portaria n.º 1535/2008 de 30 de Dezembro. P.º n.º R.P. 75/2011 SJC-CT Depósito electrónico de documento particular autenticado. Artigo 7.º da Portaria n.º 1535/2008 de 30 de Dezembro. DELIBERAÇÃO A. O prédio da ficha nº...... prédio rústico inscrito

Leia mais

Adotada Total / Parcial. Fundamento da não adoção. Recomendação. Não adotada. 1. Princípios Gerais

Adotada Total / Parcial. Fundamento da não adoção. Recomendação. Não adotada. 1. Princípios Gerais / 1. Princípios Gerais As instituições devem adotar uma política de remuneração consistente com uma gestão e controlo de riscos eficaz que evite uma excessiva exposição ao risco, que evite potenciais conflitos

Leia mais

1. Sobre um determinado prédio pertencente ao município consulente foi

1. Sobre um determinado prédio pertencente ao município consulente foi Pº C.P.59/2013 STJ-CC Consulente: Município de.. Sumário: propriedade horizontal em direito de superfície Extinção do direito de superfície causada pela reunião do direito de propriedade do solo e dos

Leia mais

Vendas à Consignação Procedimentos e aspetos essenciais

Vendas à Consignação Procedimentos e aspetos essenciais www.finaccount.com Vendas à Consignação Procedimentos e aspetos essenciais Prestação de Serviços de Consultoria Empresarial e Formação Num contrato de consignação, relativo a mercadorias, o consignante

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 810

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 810 Directriz de Revisão/Auditoria 810 CERTIFICAÇÃO DE CRÉDITOS INCOBRÁVEIS E DE DEDUÇÃO DE IVA Nos termos do n.ºs 9 e 10 do art.º 71.º do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) Introdução Julho

Leia mais

NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS NORMATIVOS - NOR 101

NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS NORMATIVOS - NOR 101 ASSUNTO: Elaboração de Instrumentos Normativos MANUAL DE ORGANIZAÇÃO APROVAÇÃO: Deliberação DIREX nº 25, de 12/05/2016 COD. VIGÊNCIA: 100 12/05/2016 NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS 1/10 SUMÁRIO 1 FINALIDADE...

Leia mais

Ponto 10.1. Proposta das Normas do Orçamento Participativo de Pombal

Ponto 10.1. Proposta das Normas do Orçamento Participativo de Pombal Cópia de parte da ata da Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Pombal nº0014/cmp/15, celebrada em 25 de Junho de 2015 e aprovada em minuta para efeitos de imediata execução. Ponto 10.1. Proposta das

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBU NAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA Processo n 2015/00084854

PODER JUDICIÁRIO TRIBU NAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA Processo n 2015/00084854 PODER JUDICIÁRIO TRIBU NAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA Processo n 2015/00084854 (288/2015 E) o REGISTRO DE IMÓVEIS - Pedido de Providências que visa retificar ato de

Leia mais

P.ºn.º R.P. 89/2010 SJC-CT Anexação. Hipoteca. Indivisibilidade. Cancelamento. Arredondamento de estremas de prédio confinante.

P.ºn.º R.P. 89/2010 SJC-CT Anexação. Hipoteca. Indivisibilidade. Cancelamento. Arredondamento de estremas de prédio confinante. P.ºn.º R.P. 89/2010 SJC-CT Anexação. Hipoteca. Indivisibilidade. Cancelamento. Arredondamento de estremas de prédio confinante. DELIBERAÇÃO 1. É a seguinte a situação registral dos dois prédios abrangidos

Leia mais

Vossa Referência Vossa Comunicação Nossa Referência Proc. R-1387/11 (A4)

Vossa Referência Vossa Comunicação Nossa Referência Proc. R-1387/11 (A4) Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Valença Praça da República 4930-702 Valença Vossa Referência Vossa Comunicação Nossa Referência Proc. R-1387/11 (A4) Assunto: Reclamação apresentada pelo

Leia mais

MANUEL E JOÃO SOCIEDADE DE SOLICITADORES, RL,

MANUEL E JOÃO SOCIEDADE DE SOLICITADORES, RL, FAQ SOCIEDADES 1. A partir de quando se aplicam às sociedades as normas do Estatuto da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução? R.: As normas do EOSAE que não sejam necessárias à realização do

Leia mais

CGU Controladoria-Geral da União OGU Ouvidoria-Geral da União Coordenação-Geral de Recursos de Acesso à Informação

CGU Controladoria-Geral da União OGU Ouvidoria-Geral da União Coordenação-Geral de Recursos de Acesso à Informação Controladoria-Geral da União OGU Ouvidoria-Geral da União Coordenação-Geral de Recursos de Acesso à Informação Referência: 99905.0001/20-62 Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Órgão ou entidade recorrido

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO (ISCA)

INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO (ISCA) Aprovado em reunião do Conselho Directivo de 13 de Setembro de 2007, com alterações introduzidas em reunião do Conselho Directivo de 28-11-2007. Artigo 1.º (Âmbito de aplicação) O presente Regulamento

Leia mais

IVA - REGIME ESPECIAL DE ISENÇÃO PREVISTO NO ARTIGO 53.º DO CÓDIGO DO IVA

IVA - REGIME ESPECIAL DE ISENÇÃO PREVISTO NO ARTIGO 53.º DO CÓDIGO DO IVA Classificação: 020.01.10 Seg.: P úbli ca Proc.: 2012 004921 DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO IVA Of.Circulado N.º: 30138/2012 2012-12-27 Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF): 770 004 407 Sua Ref.ª: Técnico:

Leia mais

REGULAMENTO DO AUTOCARRO E CARRINHA

REGULAMENTO DO AUTOCARRO E CARRINHA REGULAMENTO DO AUTOCARRO E CARRINHA REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO AUTOCARRO E CARRINHA DE NOVE LUGARES Preâmbulo Tendo em conta a nova realidade politica administrativa existente no território da União

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 254 - Data 15 de setembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA - IRPJ LUCRO PRESUMIDO.

Leia mais

RESOLUGÃO CFP N 002/98 de 19 de abril de 1998. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUGÃO CFP N 002/98 de 19 de abril de 1998. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUGÃO CFP N 002/98 de 19 de abril de 1998 "Altera a Consolidação das Resoluções do Conselho Federal de Psicologia, aprovada pela Resolução CFP N 004/86, de 19 de outubro de 1986." O CONSELHO FEDERAL

Leia mais

Informação oficial EDITAL N.º 92/2015 Nuno José Gonçalves Mascarenhas, Presidente da Câmara Municipal de Sines, ao abrigo do n.º 1 do art.º 56.º da Lei nº 75/2013 de 12 de setembro, torna público que,

Leia mais

REGIMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL. Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 2ª edição

REGIMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL. Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 2ª edição REGIMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 2ª edição Índice Preâmbulo 5 Artigo 1.º Escalões Etários, Dimensões do Campo, Bola, Tempo de Jogo e Variantes

Leia mais

Certidão Permanente. Código de acesso: PP-1023-87109-080101-003748 DESCRIÇÕES - AVERBAMENTOS - ANOTAÇÕES

Certidão Permanente. Código de acesso: PP-1023-87109-080101-003748 DESCRIÇÕES - AVERBAMENTOS - ANOTAÇÕES Certidão Permanente Código de acesso: PP-1023-87109-080101-003748 URBANO DENOMINAÇÃO: LOTE 6 SITUADO EM: AREIAS DE S. JOÃO ÁREA TOTAL: 4725 M2 ÁREA COBERTA: 2896 M2 ÁREA DESCOBERTA: 1829 M2 DESCRIÇÕES

Leia mais

Pº R.P. 71/2008 SJC-CT

Pº R.P. 71/2008 SJC-CT Pº R.P. 71/2008 SJC-CT Aditamento a alvará de loteamento Ampliação de área de lote por redução da área do domínio público municipal Título para registo. DELIBERAÇÃO Relatório: O Município de. requisitou

Leia mais

PARECER N.º 65/CITE/2014

PARECER N.º 65/CITE/2014 PARECER N.º 65/CITE/2014 Assunto: Parecer prévio ao despedimento de trabalhadora grávida por extinção de posto de trabalho, nos termos do n.º 1 e da alínea c) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho,

Leia mais

Sobre o objeto de consulta é preciso atentar para o que reza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996, art.

Sobre o objeto de consulta é preciso atentar para o que reza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996, art. COMISSÃO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR PROCEDÊNCIA OBJETO - Secretaria de Estado da Educação Diretoria de Educação Básica Profissional FLORIANÓPOLIS SC. - Consulta sobre Revalidação de diplomas e certificados estrangeiros

Leia mais

PARECER N.º 438/CITE/2015

PARECER N.º 438/CITE/2015 PARECER N.º 438/CITE/2015 Assunto: Parecer prévio ao despedimento de trabalhadora lactante, por extinção de posto de trabalho, nos termos do n.º 1 e da alínea c) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho,

Leia mais

CONVENÇÃO INTERNACIONAL PARA PROTEÇÃO AOS ARTISTAS INTÉRPRETES OU EXECUTANTES, AOS PRODUTORES DE FONOGRAMAS E AOS ORGANISMOS DE RADIODIFUSÃO

CONVENÇÃO INTERNACIONAL PARA PROTEÇÃO AOS ARTISTAS INTÉRPRETES OU EXECUTANTES, AOS PRODUTORES DE FONOGRAMAS E AOS ORGANISMOS DE RADIODIFUSÃO CONVENÇÃO INTERNACIONAL PARA PROTEÇÃO AOS ARTISTAS INTÉRPRETES OU EXECUTANTES, AOS PRODUTORES DE FONOGRAMAS E AOS ORGANISMOS DE RADIODIFUSÃO Os Estados contratantes, animados do desejo de proteger os direitos

Leia mais

Exposição de motivos

Exposição de motivos Exposição de motivos A diversidade e a complexidade dos tratamentos médico-dentários ampliaram a necessidade de habilitar a comunidade de doentes e a população em geral, com a informação segura sobre determinadas

Leia mais

GUIA PRÁTICO PESSOA SINGULAR ALTERAÇÃO DE DADOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PESSOA SINGULAR ALTERAÇÃO DE DADOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PESSOA SINGULAR ALTERAÇÃO DE DADOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pessoa Singular Alteração de Dados (1006 v4.27) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social,

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 693.014 RIO GRANDE DO SUL RELATORA RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S) PROC.(A/S)(ES) : MIN. CÁRMEN LÚCIA :VITOR ADALBERTO FRANÇA KESSLER : LUIS GUSTAVO SCHWENGBER E OUTRO(A/S)

Leia mais

Assunto: Enfiteuse. Domínio útil. Aforamento pelo Território de Macau. Artigo 7.º da

Assunto: Enfiteuse. Domínio útil. Aforamento pelo Território de Macau. Artigo 7.º da . Recurso jurisdicional em matéria cível. Recorrentes: A e B. Recorrido: Ministério Público. Assunto: Enfiteuse. Domínio útil. Aforamento pelo Território de Macau. Artigo 7.º da Lei Básica. Data do Acórdão:

Leia mais

REGULAMENTO DOS REGIMES DE REINGRESSO E DE MUDANÇA DE PAR INSTITUIÇÃO/CURSO DA ESCOLA SUPERIOR ARTÍSTICA DO PORTO (ESAP)

REGULAMENTO DOS REGIMES DE REINGRESSO E DE MUDANÇA DE PAR INSTITUIÇÃO/CURSO DA ESCOLA SUPERIOR ARTÍSTICA DO PORTO (ESAP) REGULAMENTO DOS REGIMES DE REINGRESSO E DE MUDANÇA DE PAR INSTITUIÇÃO/CURSO DA ESCOLA SUPERIOR ARTÍSTICA DO PORTO (ESAP) Conforme definido no nº 3 do Artigo 25º do Regulamento Geral dos Regimes de Reingresso

Leia mais

Conselho Local de Ação Social de Figueira de Castelo Rodrigo

Conselho Local de Ação Social de Figueira de Castelo Rodrigo REDE SOCIAL Conselho Local de Ação Social de Figueira de Castelo Rodrigo Regulamento Interno [9/04/2014] REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DO CONCELHO DE FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO

Leia mais

03-07-12 - Prospeto a publicar nas ofertas públicas de valores mobiliários

03-07-12 - Prospeto a publicar nas ofertas públicas de valores mobiliários 03-07-12 - Prospeto a publicar nas ofertas públicas de valores mobiliários A Comissão Europeia (CE) emitiu novas regras quanto ao formato e ao conteúdo do prospeto, do prospeto de base, do sumário, das

Leia mais

Regulamento de Funcionamento. da Junta de Freguesia de Arroios, 2015. Preâmbulo

Regulamento de Funcionamento. da Junta de Freguesia de Arroios, 2015. Preâmbulo Regulamento de Funcionamento do Orçamento da Junta de, 2015 Preâmbulo A promove o aprofundamento da democracia participativa, nomeadamente no que concerne na afetação de recursos às políticas públicas

Leia mais

REGULAMENTO SANCIONATÓRIO. (Normas Complementares às Previstas no Compromisso da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Santarém)

REGULAMENTO SANCIONATÓRIO. (Normas Complementares às Previstas no Compromisso da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Santarém) REGULAMENTO SANCIONATÓRIO (Normas Complementares às Previstas no Compromisso da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Santarém) Página 2 de 11 Índice Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º - Âmbito

Leia mais

Pº R.P. 154/2004 DSJ-CT.- Inscrição de servidão de gás Menções Efeitos Título para registo Trato sucessivo.

Pº R.P. 154/2004 DSJ-CT.- Inscrição de servidão de gás Menções Efeitos Título para registo Trato sucessivo. Pº R.P. 154/2004 DSJ-CT.- Inscrição de servidão de gás Menções Efeitos Título para registo Trato sucessivo. PARECER Recorrente:, S.A. Recorrida: 2ª Conservatória do Registo Predial de. Registo a qualificar:

Leia mais

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 04ª Junta de Recursos

Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 04ª Junta de Recursos Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 04ª Junta de Recursos Número do Processo: 44232.386064/2015-23 Unidade de Origem: AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SANTO ANTÔNIO

Leia mais

REGULAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PARA A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

REGULAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PARA A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MONDIM DE BASTO REGULAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA PARA A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR I Objeto e Âmbito O presente documento define e regula o funcionamento do Sistema de Gestão

Leia mais

TRIBUNAL ARBITRAL DE CONSUMO

TRIBUNAL ARBITRAL DE CONSUMO Proc. n.º 2825/2015 Requerente: Fernando Requerida: S.A. 1. Relatório 1.1. O Requerente, alegando que a Requerida lhe solicita o pagamento da factura n.º 10072130333, de 07.07.2015, respeitante a acertos

Leia mais

A LEI DE BASES DA ECONOMIA SOCIAL (LBES) PALAVRAS-CHAVE: Lei de Bases Economia Social Princípios estruturantes - CRP Princípios orientadores - LBES

A LEI DE BASES DA ECONOMIA SOCIAL (LBES) PALAVRAS-CHAVE: Lei de Bases Economia Social Princípios estruturantes - CRP Princípios orientadores - LBES A LEI DE BASES DA ECONOMIA SOCIAL (LBES) PALAVRAS-CHAVE: Lei de Bases Economia Social Princípios estruturantes - CRP Princípios orientadores - LBES 1. O QUE É UMA LEI DE BASES? Uma lei de bases é uma lei

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS. CIRCULAR N 016, de 4 de junho de 1973

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS. CIRCULAR N 016, de 4 de junho de 1973 MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR N 016, de 4 de junho de 1973 Altera dispositivos das Normas de Seguros Aeronáuticos Circular n 19/71, da SUSEP. O SUPERINTENDENTE

Leia mais

Programa Gulbenkian de Língua e Cultura Portuguesas REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A CONGRESSOS NOS DOMÍNIOS DA LÍNGUA E DA CULTURA PORTUGUESAS

Programa Gulbenkian de Língua e Cultura Portuguesas REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A CONGRESSOS NOS DOMÍNIOS DA LÍNGUA E DA CULTURA PORTUGUESAS REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A CONGRESSOS NOS DOMÍNIOS DA LÍNGUA E DA CULTURA PORTUGUESAS 2014 Enquadramento A Fundação Calouste Gulbenkian (Fundação), através de concurso, vai conceder apoio à organização

Leia mais

MUNICIPIO DE MESÃO FRIO

MUNICIPIO DE MESÃO FRIO MUNICIPIO DE MESÃO FRIO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA SOCIAL DE APOIO À HABITAÇÃO DO MUNICIPIO DE MESÃO FRIO A, em conformidade com as atribuições e competências consignadas aos Municípios, nomeadamente

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA IN Nº 011 Declaração de Isenção de Licenciamento Ambiental DILA

INSTRUÇÃO NORMATIVA IN Nº 011 Declaração de Isenção de Licenciamento Ambiental DILA INSTRUÇÃO NORMATIVA IN Nº 011 Declaração de Isenção de Licenciamento Ambiental DILA Disciplina o processo de dispensa de licenciamento ambiental das atividades localizadas no município de Blumenau, e passíveis

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.078.879 - RJ (2008/0170345-9) RELATOR : MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES RECORRENTE : AERÓLEO TÁXI AÉREO S/A ADVOGADO : ANDREA CHIEREGATTO E OUTRO(S) RECORRIDO : FAZENDA NACIONAL ADVOGADO

Leia mais

Minuta de Instrução Normativa

Minuta de Instrução Normativa Minuta de Instrução Normativa INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº [NÚMERO], DE Dispõe sobre o Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna (Paint), os aspectos relativos aos trabalhos de auditoria e o Relatório Anual

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: Art. 12º; D. L. 21/2007. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: Art. 12º; D. L. 21/2007. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA Art. 12º; D. L. 21/2007. Renuncia à Isenção Operações Imobiliárias - Leasing imobiliário. Processo: nº 655, por despacho do Director Geral dos Impostos,

Leia mais

PROGRAMA ERASMUS+ Ação-Chave 1: Mobilidade individual de estudos para estudantes do ensino superior. 2.º Ciclo. Regulamento

PROGRAMA ERASMUS+ Ação-Chave 1: Mobilidade individual de estudos para estudantes do ensino superior. 2.º Ciclo. Regulamento PROGRAMA ERASMUS+ Ação-Chave 1: Mobilidade individual de estudos para estudantes do ensino superior 2.º Ciclo Regulamento I. INDICAÇÕES GERAIS 1.1. A mobilidade Erasmus oferece aos alunos de mestrado a

Leia mais

Processo C-372/02. Roberto Adanez-Vega. contra. Bundesanstalt für Arbeit. (pedido de decisão prejudicial apresentado pelo Bundessozialgericht)

Processo C-372/02. Roberto Adanez-Vega. contra. Bundesanstalt für Arbeit. (pedido de decisão prejudicial apresentado pelo Bundessozialgericht) Processo C-372/02 Roberto Adanez-Vega contra Bundesanstalt für Arbeit (pedido de decisão prejudicial apresentado pelo Bundessozialgericht) «Regulamento (CEE) n. 1408/71 Determinação da legislação aplicável

Leia mais

RECOMENDAÇÃO nº 16/2016

RECOMENDAÇÃO nº 16/2016 Autos nº 1.14.012.000020/2012-42 Espécie: Inquérito Civil Público ICP Assunto: Recomenda ao Município de Irecê a adoção de medidas e a instalação de instrumentos que permitam o controle social do horário

Leia mais

CERT Exceptions ED 15 pt. Exceções. Documento Explicativo. Válido a partir de: 02/03/2016 Distribuição: Pública

CERT Exceptions ED 15 pt. Exceções. Documento Explicativo. Válido a partir de: 02/03/2016 Distribuição: Pública CERT Exceptions ED 15 pt Exceções Documento Explicativo Válido a partir de: 02/03/2016 Distribuição: Pública Índice 1 Objetivo... 3 2 Área de Aplicação... 3 3 Definições... 3 4 Processo... 3 5 Tipos de

Leia mais

Regulamento das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do Curso de Licenciatura em Enfermagem da ESEL dos

Regulamento das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do Curso de Licenciatura em Enfermagem da ESEL dos Regulamento das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do Curso de Licenciatura em Enfermagem da ESEL dos maiores de 23 anos e do Concurso Especial dos Estudantes

Leia mais

Regulamento das provas de avaliação do domínio oral e escrito da língua portuguesa e das regras essenciais da argumentação lógica e crítica

Regulamento das provas de avaliação do domínio oral e escrito da língua portuguesa e das regras essenciais da argumentação lógica e crítica Regulamento das provas de avaliação do domínio oral e escrito da língua portuguesa e das regras essenciais da argumentação lógica e crítica Para efeitos de ingresso nos ciclos de estudos conducentes ao

Leia mais

Parecer proferido no P.º R. P. 72/2013 STJ-CC. Sumário: doação - cláusula de reserva do direito de dispor de coisa determinada extinção.

Parecer proferido no P.º R. P. 72/2013 STJ-CC. Sumário: doação - cláusula de reserva do direito de dispor de coisa determinada extinção. Parecer proferido no P.º R. P. 72/2013 STJ-CC Recorrente: Carlos M. Recorrida: Conservatória do Registo Predial de.. Sumário: doação - cláusula de reserva do direito de dispor de coisa determinada extinção.

Leia mais

Ap. de 2010/06/08 Ap. de 2013/01/22: Ap. de 2013/01/22 Ap. de 2013/01/22

Ap. de 2010/06/08 Ap. de 2013/01/22: Ap. de 2013/01/22 Ap. de 2013/01/22 P.º n.º R.P. 23/2013 SJC-CT Cancelamento de inscrição de facto designado por apreensão em processo de insolvência, mas com menções legais de registo de declaração de insolvência, com base em decisão transitada

Leia mais

Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio Formulário de candidatura Boas Práticas

Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio Formulário de candidatura Boas Práticas Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio Formulário de candidatura Boas Práticas 1. Identificação do Candidato 1.1. Nome da pessoa/organização: 1.2. Número de identificação (BI ou CC): de / / ou

Leia mais

Principais medidas decorrentes do Decreto-Lei 197/2012, de 24 de Agosto:

Principais medidas decorrentes do Decreto-Lei 197/2012, de 24 de Agosto: Principais medidas decorrentes do Decreto-Lei 197/2012, de 24 de Agosto: Artigo 29.º do CIVA 1 -Para além da obrigação do pagamento do imposto, os sujeitos passivos referidos na alínea a) do n.º 1 do artigo

Leia mais

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ANEXO À INSTRUÇÃO N.º 12/2013 - (BO N.º 6, 17.06.2013) Temas SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ANEXO II FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES, EM CASO DE CONTRATAÇÃO

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE PARA AS EMPRESAS DISTRIBUIDORAS DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) SUMÁRIO & '!

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE PARA AS EMPRESAS DISTRIBUIDORAS DE GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP) SUMÁRIO & '! Página 1 de 11 SUMÁRIO! " #$ % & $! & '! $ " () % %% % ($)& $ Página 2 de 11 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS PÁGINA SUMÁRIO DE MUDANÇA DATA ELABORADO APROVADO Todas Liberação do documento 07/07/2001 Todas Todas

Leia mais

ACADEMIA DE INSTRUÇÃO E RECREIO FAMILIAR ALMADENSE

ACADEMIA DE INSTRUÇÃO E RECREIO FAMILIAR ALMADENSE ACADEMIA DE INSTRUÇÃO E RECREIO FAMILIAR ALMADENSE REGULAMENTO 2 Festival da Canção Infantil e Juvenil "Musicalmadense" REGULAMENTO Artigo 1 (Natureza e Fim) O Festival da Canção Infantil e Juvenil " MusicAlmadense"

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA GABINETE DO MINISTRO. PORTARIA n, de 08 de fevereiro de 2007

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA GABINETE DO MINISTRO. PORTARIA n, de 08 de fevereiro de 2007 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA n, de 08 de fevereiro de 2007 Regulamenta as disposições da Lei n 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA), da Lei

Leia mais

2.2 - São condições para nomeação:

2.2 - São condições para nomeação: A Prefeitura Municipal de Matão Estado de São Paulo, usando de suas atribuições legais nos termos do artigo 37, inciso IX, da Constituição Federal, sob a organização da empresa Instituto Excelência Ltda

Leia mais

Decreto Regulamentar n. º 10/2009, de 29 de Maio

Decreto Regulamentar n. º 10/2009, de 29 de Maio Decreto Regulamentar n. º 10/2009, de 29 de Maio 1 Decreto Regulamentar n.º 10/2009, de 29 de Maio Fixa a cartografia a utilizar nos instrumentos de gestão territorial, bem como na representação de quaisquer

Leia mais

COMUNICAÇÃO PRÉVIA OBRAS DE EDIFICAÇÃO

COMUNICAÇÃO PRÉVIA OBRAS DE EDIFICAÇÃO OBJETIVO Definir o modo de instrução da declaração de comunicação prévia de obras de edificação (obras de construção, reconstrução, alteração ou ampliação), nos termos das alíneas a), c), d), e), f) do

Leia mais

EM QUE CONSISTE? QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL?

EM QUE CONSISTE? QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL? EM QUE CONSISTE? As entidades devedoras de pensões, com exceção das de alimentos, são obrigadas a reter o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) no momento do seu pagamento ou colocação

Leia mais

SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG Nº 25, DE 16 DE JULHO DE 2008

SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG Nº 25, DE 16 DE JULHO DE 2008 SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG Nº 25, DE 16 DE JULHO DE 2008 Subitens 10.02, 15.01, 17.19 da Lista de Serviços da Lei nº 13.701/2003. Códigos de serviço 06157, 05835, 03654. Exportação de serviços. Observância

Leia mais

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ANEXO À INSTRUÇÃO N.º 12/2013 - (BO N.º 6, 17.06.2013) Temas SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ANEXO I FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL

Leia mais