Pº R.P. 132/2008 SJC-CT

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1 Pº R.P. 132/2008 SJC-CT - Impugnação de decisão de recusa, consoante respeite a acto de registo nos termos requeridos ou rectificação de registos ( nºs 1 e 2, respectivamente, do art. 140º do C.R.P.) Interpretação do pedido. DELIBERAÇÃO Relatório 1. A inscrição C-1 (Ap.137/ ) da fracção autónoma BG do prédio nº 0./ da freguesia de tem por fundamento um empréstimo para habitação no Regime Bonificado, a favor do, S.A., e inclui a seguinte CLÁUSULA: A permanência no regime de crédito bonificado implica a impossibilidade de: a) contrair outros empréstimos no âmbito da habitação; b) no prazo de cinco anos, oferecer o prédio hipotecado em garantia de empréstimo para outras finalidades, proceder à sua alienação ou emitir procurações para o alienar ou onerar ( D.L. nº 349/98, artº 8º e 12º). Por escritura pública de 26 de Setembro de 2007 a mutuária e o S.A. contrataram um mútuo destinado a liquidar aqueloutro, agora sob o regime geral, em garantia do qual foi constituída a hipoteca voluntária da inscrição C-2 ( inicialmente efectuada provisoriamente por natureza( art. 92º, nº1 i) do C.R.P.) pela Ap. 22/1009 e posteriormente convertida em definitiva pela Ap. 34/0210 ). De seguida àquela conversão da inscrição C-2 e com base na Ap. 36 (já que de permeio (Ap. 35) ficou o pedido de conversão da inscrição C-3) foi cancelada a referida inscrição C-1, mas mencionou-se no averbamento que se mantém a cláusula constante da alínea a). 2. No dia 14 de Maio de 2008 (Ap. 30) a recorrente requisitou na Conservatória do Registo Predial de.o cancelamento oficioso da inscrição hipotecária C-1 Av.1- Ap.36/ uma vez que sendo o empréstimo concedido ao abrigo do Regime Geral a mesma deve ser totalmente cancelada. O pedido foi instruído com a mencionada escritura de mútuo com hipoteca que serviu de título à inscrição hipotecária C-2 e com declaração, emitida pela entidade mutuante (.,S.A. ), no sentido de que a mutuária lhe transferiu empréstimo habitação ao abrigo do Regime Geral. 3. O pedido mereceu uma lacónica fundamentação de facto - falta de título os documentos juntos não autorizam o levantamento da cláusula - e uma - 1 -

2 exígua fundamentação de direito, invocando o disposto art. 69º, nº 1, b) do C.R.P. para a decisão de recusa do cancelamento. 4. Inconformada, a apresentante interpôs o presente recurso hierárquico ( pela Ap. 24/ ), cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos e no qual essencialmente defende que o Regime Geral a que ficou sujeito o novo empréstimo é inconciliável com a manutenção das cláusulas constantes da inscrição C-1, cujo cancelamento foi autorizado pelo seu sujeito activo, sem reservas ou limitações. 5. A recorrida manteve a qualificação, em despacho cujos termos aqui se dão também por integramente reproduzidos, contra-argumentando, em síntese, que para poder ser levantada /eliminada a cláusula que figura na inscrição teria que ter-se apresentado declaração da entidade mutuante no regime bonificado ou da Direcção Geral do Tesouro, invocando para o efeito o entendimento que consta do parecer deste Conselho proferido no Pº C.P. 20/2001 DSJ-CT 1. Questão prévia 1. Importa desde logo tornar presente que a vigência do regime bonificado da operação de crédito garantida pela hipoteca voluntária da inscrição C-1 não saiu atingida pela revogação desse regime (e do regime jovem bonificado) levada a cabo pelo D.L. nº 305/2003, de 9 de Dezembro 2, já que este diploma ressalvou expressamente as operações de crédito anteriores a 1 de Janeiro de 2004, como foi o caso. 2. Antes de tentar saber se é possível publicitar a extinção do ónus em causa, há que apreciar uma outra questão, que pode mesmo assumir natureza prejudicial, e que é a de saber se estamos perante uma impugnação de uma decisão de recusa de um registo, se perante uma decisão de recusa de rectificação (usando a expressão do nº 2 do art. 140º do C.R.P.). 1 In BRN nº 9/2001(II caderno). 2 Como consta explicitado no respectivo preâmbulo, foi propósito deste diploma introduzir um dispositivo de aplicação permanente, por oposição a anteriores determinações legais que transitoriamente (anualmente) já vinham impedindo a contratação de novas operações em tais regimes ( cfr. art. 5º da Lei nº 16-A/2002, de 31 de Maio art. 7º da Lei nº 32-B/2002, de 30 de Dezembro)

3 2.1. É flagrante, pelo teor das alegações e da conclusão do recurso e pela situação registral e teor do despacho de sustentação, que existe uma divergência de fundo entre recorrida e recorrente, quanto ao efeito da mudança do regime bonificado para o regime geral, levado a cabo ao abrigo do disposto no art. 28º, nº 1, b) do referido D.L. nº 349/98, sobre o pressuposto constante da alínea a) da cláusula da inscrição C-1( a impossibilidade de contrair empréstimos no âmbito da habitação) 3. A recorrida entende que tal pressuposto se mantém - invocando, como relatámos supra, o parecer proferido no dito Pº C.P. 20/2001 DSJ-CT - e por isso decidiu manter a cláusula quando do cancelamento da inscrição hipotecária C-1 e exige agora uma declaração de levantamento; já a recorrente, entende que esse pressuposto se extingue automaticamente, por efeito adopção de um regime a que o pressuposto é alheio, defendendo que o averbamento de cancelamento da inscrição C-1 não devia ter ressalvado a continuação em vigor do ónus, pois bastava que existisse o consentimento para o cancelamento da hipoteca, sem necessidade de qualquer declaração de levantamento do ónus. Daí o concluir o recurso pedindo a remoção oficiosa da inscrição C-1 ainda em vigor Afigura-se-nos que a posição da recorrente é coerente com a forma como formulou e instruiu o pedido de registo e que a recorrida não interpretou objectivamente esse pedido. De facto, um declaratário normal, colocado na posição de real declaratário ( cfr. art. 236, nº 1 do Código Civil) 4., confrontado com os elementos objectivos constantes do concreto pedido, concluirá que está a ser destinatário de um pedido de rectificação do Av. 1 à inscrição C-1. Este sentido é inequivocamente o que resulta do seguinte: a) Foi acrescentado o seguinte à palavra cancelamento: oficioso ( ) uma vez que sendo o empréstimo concedido ao abrigo do Regime Geral a mesma deve ser totalmente cancelada ; b) a escritura já fora apresentada com o pedido de conversão da inscrição C-2, efectuado simultaneamente com o pedido de cancelamento da inscrição C-1 (os números de apresentação apenas se mostram intercalados pela nº da apresentação do pedido de conversão da inscrição C-3), da qual já constava a transferência para o Regime Geral, nada lhe acrescentando, assim, a declaração bancária que agora a acompanha; c) a 3 A questão colocar-se-ia da mesma forma em relação aos ónus constantes da alínea b), também eles pressupostos de permanência no regime bonificado, não fora ter-se dado o caso de ter decorrido o respectivo termo final de 5 anos, razão pela qual no averbamento de cancelamento apenas se ressalvou a continuação da vigência do ónus da alínea a). 4 Cfr., sobre a prevalência que deve dar-se ao sentido objectivo do pedido, conforme disposto nos artigos 236º, nº 1 e 238º do Código Civil, o Pº R.P. 165/2005 DSJ-CT, acessível intranet

4 decisão de rectificação também é executada por meio de um averbamento de cancelamento, o que significa que o sentido rectificativo do pedido não é contrariado pelo texto (tem nele o mínimo de correspondência - art. 238º do Código Civil); d) não ser determinante do afastamento deste sentido a circunstância de se ter utilizado a requisição de registo em vez do requerimento Enquadrada assim a questão prévia, como nos parece dever ser em face do sentido objectivo do pedido, que não se mostra prejudicado, antes pelo contrário, pelo que consta das alegações e conclusão do recurso, afigura-se-nos que o que verdadeiramente está a ser objecto de impugnação é a decisão que recusou a requalificação da que foi proferida na Ap.36/0210 ( que cancelou a inscrição C-1( pelo Av.1) mas manteve em vigor o ónus em causa), embora chamando-lhe recusa de registo - se o entendimento da recorrida correspondia a prefigurar o pedido como manifestamente improcedente ( art. 127º, nº 1 do C.R.P.), a decisão deveria ter-se traduzido em indeferimento liminar, com averbamento da pendência da rectificação( art. 126º, nº 1 do C.R.P.) em vez da anotação de recusa do cancelamento. 4. O que acabou de ser dito obriga a ter presente e a decidir em conformidade com o disposto no referido art. 140º, nº 2 do C.R.P., que afasta as decisões de recusa de rectificação do âmbito do processo previsto no Título VII para a impugnação das decisões de recusa da prática do acto de registo nos termos requeridos e determina que só podem ser apreciadas no âmbito do processamento de rectificação de registo previsto no Capítulo II do Título VI, isto é no art. 120º e seguintes, no qual não cabe o recurso hierárquico. Assim, propõe-se o indeferimento liminar do presente recurso, a que não deixa de corresponder o efeito útil (podendo atribuir-se-lhe, nesta medida, uma procedência) de provocar que o pedido seja considerado como requerimento inicial de rectificação, cabendo à recorrida, depois desta decisão de indeferimento liminar se tornar definitiva, uma actuação conforme o disposto nos artigos 120º e seguintes do C.R.P., da qual não se deve à partida dar por excluída a possibilidade de deferimento imediato da rectificação, se vier e entender-se que o pedido reúne as devidas condições 6. 5 É o que por variadas vezes tem sido entendido por este Conselho Cfr. por exemplo o Pº R.P. 180/2003 DSJ-CT, in BRN nº 3/2004(II) e o Pº R.P. 167/2005 DSJ-CT, acessível intranet. 6 Foi mais ou menos este o sentido da proposta que, para caso com algumas semelhanças com este, ficou a constar do Pº R.P. 167/2005 DSJ-CT e que veio a ser superiormente homologada, valendo aqui o que constou das suas conclusões I,II e III, que aqui se dão por reproduzidas. Obviamente que nos está, assim, vedada a possibilidade de apreciar a questão em tabela

5 5. O que ficou dito permite-nos formular a seguinte Conclusão O sentido objectivo com que deva valer o pedido formulado é que determinará a natureza da decisão da sua recusa, ou como recusa de rectificação ou como recusa na prática do acto de registo nos termos requeridos, para efeito de saber do regime da sua impugnação, em função do disposto no art. 140º do C.R.P.. Deliberação aprovada em sessão do Conselho Técnico de 26 de Fevereiro de Luís Manuel Nunes Martins, relator. Esta deliberação foi homologada pelo Exmo. Senhor Presidente em Impõe-se-nos apenas referir que nos parece que no indicado Pº C.P. 20/2001 DSJ-CT não se tratou do regime previsto no art. 28º do dito D.L. nº 349/98, ao contrário do que pode transparecer da sua invocação pela recorrida. Se a recorrida vier a entender que nem estão reunidas as condições para o deferimento imediato nem que o pedido se configura manifestamente improcedente, deverá levar em conta, nomeadamente para efeitos emolumentares, que o pedido é anterior à entrada em vigor das alterações introduzidas ao Código do Registo Predial( revogação do artº 28º) e ao R.E.R.N.( ponto 5 do art. 21º) pelo D.L. nº 116/2008, de 4 de Julho

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