Pº R. P. 270/2004 DSJ-CT. Trato sucessivo e compropriedade Facto jurídico uno Transformação da comunhão hereditária em compropriedade.

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1 Pº R. P. 270/2004 DSJ-CT. Trato sucessivo e compropriedade Facto jurídico uno Transformação da comunhão hereditária em compropriedade. DELIBERAÇÃO Registo a qualificar: Aquisição de 1/8 do prédio da ficha nº 00221/, da freguesia de, a favor de José, requisitado pela ap.13, de 26 de Julho de Relatório: Pela Ap. 01/ foi registada a aquisição do prédio agora descrito na ficha nº 221 (prédio misto, inscrito na matriz urbana sob o artigo 583 e na matriz rústica sob o artigo 3, Secção A) a favor de Joaquim, Maria Luísa, Maria Carlota e Sofia Maria, solteira, sendo ½ em comum e na proporção de ¼ para cada por partilha da herança de Custódio, e ½ em comum e sem determinação de parte ou direito por sucessão na herança de Maria (insc. G-1). Pela inscrição G-2 (Ap. 01/270764) foi registada a aquisição de ¼ a favor de Maria Luísa, viúva, e de outros, por partilha da herança do marido daquela. Pela inscrição G-3 (Ap. 05/170568) foi registada a aquisição de 1/4, do Joaquim, por partilha da herança deste, a favor de Alice e outros. Pela inscrição G-4 (Ap. 01/260570) foi registada a aquisição de ¼, da Maria Carlota, por partilha da herança desta, a favor de Carlos e outros. Sobre a referida descrição predial encontram-se ainda em vigor as inscrições G-5 e G-6, cada uma delas de aquisição de 1/24, que resultaram do desdobramento da quota de ¼ objecto da inscrição G-3. Pela Ap. 13, de 26 de Julho de 2004, a ora recorrente requisitou a aquisição de 1/8 a favor de José ( ) por partilha da herança de Sofia, com base em certidão do inventário orfanológico nº 46/ instaurado no Tribunal Judicial de, a que se procedeu por falecimento (em 6 de Junho de 1922) de Sofia, casada que foi em primeiras núpcias de ambos com Emídio. Do termo de descrição de bens deste inventário consta (verba nº 106) A quarta parte de um prédio indiviso ( ). O registo foi recusado, porque o que está titulado não corresponde ao que foi requerido. Acresce ainda que os registos lavrados pelas inscrições G-2 a G-6 estão inquinados de nulidade por violação do princípio do trato sucessivo e carecem de ser rectificados pelos interessados Art.s 68º, 69º, nº 1. al. b), 16º, al. e) e 120º, nº 2, todos do Código do Registo Predial. Da qualificação deste registo foi interposto o presente recurso hierárquico, nos termos que aqui se dão por integralmente reproduzidos. Mas a recorrida sustentou a decisão, nos termos que também aqui se dão por integralmente reproduzidos. 1

2 O processo é o próprio, as partes legítimas, o recurso tempestivo, a recorrente está devidamente representada e inexistem questões prévias ou prejudiciais que obstem ao conhecimento do mérito. A posição deste Conselho vai expressa na seguinte Deliberação 1- Ainda que haja impossibilidade ou dificuldade no reatamento do trato sucessivo quanto à restante parte, a inscrição de determinado facto jurídico não pode ficar limitada a parte da participação do consorte em prédio em regime de compropriedade cujo efeito aquisitivo deriva desse facto; decorrentemente, o registo de aquisição de parte da participação, requisitado pelo interessado, deverá ser recusado nos termos do disposto no art. 69º, nº 1, b), do C.R.P Tem sido entendimento pacífico que os interessados podem limitar o pedido de inscrição a algum ou alguns dos prédios a que o facto respeita, se não quiserem estender o registo a todos eles (cfr. art. 187º, nº 2, do Código de 1967). O que não podem, porém, é limitar o pedido a parte do prédio ou a parte da participação do consorte a que o facto respeita. Reproduzimos o que a propósito vem anotado no Código do Registo Predial de 1967, ed. da D.G.R.N., 1970, pág. 208: «O artigo 183º do Código de 1959 (hoje artigo 187º) concede expressamente aos interessados a faculdade de limitarem o pedido de inscrição a algum ou alguns dos prédios a que o facto a registar respeita. Porém, nenhuma disposição legal permite que a inscrição de determinado negócio jurídico que tem por objecto um só prédio, considerado na sua totalidade, possa limitarse, a pedido do respectivo sujeito activo, a uma quota-parte desse prédio. Um facto jurídico uno, cujo objecto é também uno, não pode ser parcelado para fins de registo predial. ( )». Não cremos que tal entendimento possa ou deva ser alterado. Seja qual for o objecto do registo o facto jurídico, o efeito jurídico ou o direito -, parece-nos líquido que o interessado não pode limitar o pedido a parte do prédio ou a parte da quota do prédio a que o facto respeita. Assim como o conservador não poderá deferir o pedido só em parte, se este abranger a totalidade do prédio ou da quota do prédio a que o facto respeita mas não seja possível efectuar o registo definitivo quanto a todo o objecto. É que, a nosso ver, no caso o objecto é indivisível. O facto, o efeito jurídico e o direito (de compropriedade) que o título (documento) apresentado a registo comprova não são desfibráveis para fins de registo. No caso dos autos, o documento comprova a aquisição de ¼, e o pedido limita o registo a 1/8. Pelo que se nos afigura ajustada a recusa do registo com fundamento no art. 69º, nº 1, b), do C.R.P. Reconhecemos que o entendimento exposto pode dificultar o cumprimento do ónus de registar. Ou melhor, não permitirá o cumprimento parcial desse ónus (relativamente à quota do prédio cuja situação tabular não inviabilizaria o registo). Mas isso não nos 2

3 2- Se determinado prédio foi objecto mediato de uma inscrição de aquisição a favor de A, B, C e D, metade em comum e na proporção de um quarto para cada, e metade em comum e sem determinação de parte ou direito, e se ulteriormente foram registadas a aquisição de um quarto, como sendo de A, a aquisição de um quarto, como sendo de B, e a aquisição de um quarto, como sendo de C, dever-seá entender que entre A, B, C e D foi convencionada a transformação da comunhão hereditária também em compropriedade quanto a metade do prédio, que não carecia de ser registada, pelo que actualmente aquela primeira inscrição publicita a aquisição a favor de D de um quarto do prédio 2. deve impressionar. O registo constitui presunção de que o direito existe e pertence ao titular inscrito, nos precisos termos em que o registo o define. No caso do direito de compropriedade, e seja qual for a natureza jurídica desta (sobre a inflação de teorias, cfr. L. Pinto Coelho, in Da Compropriedade no Direito Civil Português, I, 1939), afigura-se-nos líquido que o consorte só tem uma quota. No caso dos autos, e seguindo a posição de Orlando de Carvalho, in Direito das Coisas, 1977, pág. 218, segundo o qual não faz sentido a distinção entre quota como objecto de domínio e quota como medida de participação, o titular inscrevendo tem um quarto indeterminado do prédio. Pelo que o registo a seu favor de um oitavo indeterminado do prédio, tal como foi requisitado, constituiria uma presunção desconforme com a realidade substantiva. Claro está que bem diversa seria a situação se o documento apresentado comprovasse a aquisição de um oitavo indeterminado do prédio e a aquisição de um oitavo da herança de Maria Marciana Neste caso, nada obstaria a que se limitasse o pedido à compropriedade (não abrangendo a comunhão hereditária). 2 - Não é de ânimo leve que formulamos a conclusão do texto. Não ignoramos a distinção entre compropriedade e comunhão hereditária. Mas citamos L. Pinto Coelho, in Da Compropriedade (Comunhão) no Direito Português, Tomo II, pág. 11: Para que haja comunhão verdadeira e própria é necessário pôr termo à indeterminação dos direitos de cada um dos herdeiros, pela partilha «stricto sensu», ficando alguns bens em comum a dois ou mais deles, ou pela convenção celebrada entre todos, na qual manifestam o desejo de continuar a usufruir os bens em comum; em suma, é necessário um acto posterior à adquisição da qualidade de herdeiro (sublinhado nosso). Portanto, o Autor aceitava expressamente como fonte de compropriedade, para além da partilha propriamente dita, a convenção de indivisão enquanto meio de transformação da comunhão hereditária em compropriedade (cfr. ainda o Apêndice a pág. 301). Admitida a convenção de indivisão através da qual se podia converter a comunhão hereditária em compropriedade, coloca-se a questão da forma que na época deveria revestir tal convenção. Segundo o Autor (ob. cit., págs. 21 e 67/68), «a comunicação é uma forma de transmissão de direitos» e as transmissões de bens ou direitos imobiliários só poderiam provar-se por escritura pública (cfr. art. 180º, 4º, do Código do Registo Predial aprovado pelo Dec , de 4 de Julho de 1929, art. 949º, 4º, do Cód. Civil de 1867, na redacção do Decreto nº , de 16 de Dezembro de 1930, e art. 163º do Cód. do Notariado aprovado pelo Decreto-Lei nº , de 24 de Novembro de 1935). Porém, e se bem ajuizamos, o Autor que temos vindo a citar postulava a 3

4 exigência de forma para a convenção de comunhão, que considerava um título específico de transmissão de direitos, um contrato sui generis em que «o titular de direitos não os aliena totalmente, apenas os comunica, conservando-os como próprios embora em uma nova maneira de ser; apenas desdobra, desfibra o seu conteúdo, permitindo que sejam colhidas também por outrem as utilidades que até aí só por ele o podiam ser» (cfr. ob. cit., pág. 21). Mas já não formulava tal exigência de forma para a convenção de indivisão, através da qual os herdeiros contitulares de uma comunhão hereditária transformavam esta comunhão em compropriedade em relação a um ou vários bens que a integravam. Neste caso, julgamos não atraiçoar o pensamento do Autor se concluirmos que a convenção de indivisão nem era título de transmissão de direitos, nem estava sujeita a forma especial, ad susbstantiam ou ad probationem, nem carecia de ser registada para produzir efeitos em relação às partes. No caso dos autos, é indiscutível que não está publicitada nas tábuas, relativamente à metade do prédio integrada na comunhão hereditária de Maria Marciana, nem a partilha «stricto sensu» nem a convenção de indivisão entre os herdeiros. Mas estão registadas três aquisições de ¼ cada - em que figuram como sujeitos passivos três dos quatro herdeiros inscritos, um em cada inscrição -, que pressupõem aquela partilha ou convenção de indivisão. Desconhecemos os documentos que serviram de base a estas inscrições, mormente se dentre eles consta a convenção de indivisão. De qualquer modo, e salvo o devido respeito, cremos ser temerária a afirmação da recorrida de que as inscrições G-2 a G-6 são nulas por violação do princípio do trato sucessivo. Nas inscrições G-5 e G-6 inexiste seguramente violação do trato sucessivo. O registo lavrado, em 1964, pela inscrição G- 2, dando mesmo de barato que exista violação do trato sucessivo, nunca seria nulo por tal motivo, porquanto o Código então em vigor (aprovado pelo Decreto-Lei nº , de 8 de Outubro de 1959) não consagrava a nulidade (cfr. art. 82º e Gama Vieira, in Códigos dos Registos e do Notariado, II, 1960, pág. 82). A nulidade só foi estabelecida no Código aprovado pelo Decreto-Lei nº , de 28 de Março de 1967 (cfr. art. 83º, f)), no domínio do qual foram lavradas as inscrições G-3 e G-4. Ainda assim, a nulidade do registo só pode ser invocada depois de declarada por decisão judicial com trânsito em julgado (art. 17º, nº 1, do C.R.P. vigente, art. 83º do Código de 1959 e art. 84º do Código de 1967). Pelo que, para todos os efeitos, existe a presunção de compropriedade (cfr. art. 7º, C.R.P.). E da conjugação das quatro inscrições (G-1 a G-4) não se pode retirar outra conclusão que não seja a de que a quota (objecto de domínio e medida de participação) da contitular inscrita Sofia é de um quarto. Nesta conformidade, é nosso entendimento que em novo processo de registo onde eventualmente se venha a formular o pedido de aquisição de um quarto do prédio, da Sofia, este merece ser reapreciado em presença do título ora apresentado e das escrituras de declaração de sucessão e de rectificação da mesma que serviram de base à inscrição nº (de que a inscrição G-1 é extractação), sendo certo que estas escrituras permitirão confirmar se a herdeira de Maria Marciana, de nome Sofia, é a inventariada no inventário orfanológico objecto do registo ora peticionado. 4

5 Nos termos expostos, é entendimento deste Conselho que o recurso não merece provimento. Porém, o Conselho entendeu ainda, fora do âmbito do presente recurso, firmar a supra referida conclusão 2ª, a qual, eventualmente, poderá justificar a reapreciação da situação jurídica em novo processo de registo (de aquisição de um quarto do prédio, que pelos vistos já havia sido pedido pela Ap. 04/090597). Esta deliberação foi homologada por despacho do Director-Geral de

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