N/Referência: P.º R.P. 117/2016 STJSR-CC Data de homologação:

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1 DIVULGAÇÃO DE PARECER DO CONSELHO CONSULTIVO N.º 66/ CC /2016 N/Referência: P.º R.P. 117/2016 STJSR-CC Data de homologação: Recorrente:..-ALUGUER DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, LDA Recorrido: Conservatória do Registo Predial de. Assunto: Ação judicial registabilidade - pedido de extinção de facto jurídico não registado. Palavras-chave: ação judicial; pedido; facto não registado. Parecer Relatório - ALUGUER DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, LDA, vem, através de advogado, interpor recurso hierárquico da decisão de recusa do registo de ação judicial que versou sobre os prédios descritos sob os n.ºs 676, 678, 679, 684, 685, 687, 690, 815 e 1047, R. ( ), Em face do teor da petição inicial, a autora, ora recorrente, alegando que interpõe a ação contra os únicos herdeiros dos titulares inscritos (arts. 9.º e 10.º da petição inicial), pede, a título principal, a declaração de nulidade do testamento outorgado pelo titular inscrito marido, Manuel J., com o consentimento do cônjuge mulher, pelo qual foram deixados aos netos do testador (2.º, 3.º e 4.º réus) a nua propriedade de 2/5 do prédio descrito sob o n.º 690, de ½ do prédio descrito sob o n.º 815 e da totalidade dos demais prédios indicados no pedido de registo, pedindo-se ainda o cancelamento de quaisquer registos a favor dos ditos réus A fundamentar a pretensão de nulidade do testamento, na parte que respeita ao legado feito aos netos do testador (2.º, 3.º e 4.º réus), alegou-se, na aludida petição inicial, a existência de simulação, como forma de excluir os bens dos titulares inscritos da esfera patrimonial dos 1.ºs réus (a quem foi deixado o usufruto das mesmas verbas), por via sucessória, e da responsabilidade pelas dívidas por estes contraídas, pedindo-se, a título subsidiário e com referência ao prédio descrito sob o n.º 441, a declaração de que os proprietários do prédio são os 1.ºs réus, e não o testador, por o haverem adquirido por usucapião. 2. O registo foi feito como provisório por natureza (art. 92.º/1/a) e dúvidas quanto ao prédio n.º 441, mencionando-se, na inscrição respetiva, o pedido subsidiário atrás referido, e recusado quanto aos restantes, 1/5

2 por se entender que existe indeterminação do objeto, ou seja, se bem compreendemos o teor do despacho de qualificação, por não se encontrarem efetuados os registos que se pretende ver cancelados. 3. No requerimento de recurso, interposto da decisão de recusa que recaiu sobre os prédios n.ºs 676, 678, 679, 684, 685, 687, 690, 815 e 1047, R... ( ),., alega-se, em síntese, que a ação destinada a obter a declaração de nulidade do testamento, pelo qual se dispôs da nua propriedade de um conjunto de prédios, está sujeita a registo, por força do disposto no art. 3.º/1/a) do CRP; que a falta do registo de aquisição dos prédios a favor dos legatários não pode constituir óbice ao registo da ação judicial, sob pena de se comprometer a finalidade do registo; e que deve ser o serviço de registo a suprir a inércia dos réus, procedendo oficiosamente ao registo de aquisição em falta. 4. A recusa foi sustentada, no despacho a que se refere o art. 142.º-A/1 do CRP, com a explicitação de que o registo da ação que vise a extinção de um facto jurídico sujeito a registo depende da inscrição prévia desse facto, o que não se verifica no caso em apreço. Questões processuais 1. Antes de entrarmos na apreciação da questão de fundo, importa realçar dois aspetos de ordem processual que, a nosso ver, deverão ser corrigidos pelo serviço de registo logo que possível O primeiro aspeto processual respeita ao preparo cobrado pela interposição do recurso hierárquico (300,00 ), o qual não se coaduna com o valor previsto no art. 27.º/5.1. do RERN (175,00 ), na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 201/2015, de 17 de setembro, pelo que caberá considerar tal excesso aquando do tratamento emolumentar definitivo do recurso hierárquico, a efetuar na sequência da sua decisão O segundo aspeto processual a regularizar refere-se à anotação da interposição do recurso hierárquico, que não se mostra feita imediatamente nas fichas de registo, como impõe o art. 148.º do CRP, e à pendência da apresentação do recurso hierárquico sinalizada na ficha do prédio n.º n.º 441, sobre o qual não incide a impugnação, posto que, no requerimento de recurso, se declara expressamente que a impugnação recai apenas sobre a recusa do registo que incide sobre os prédios n.ºs 676, 678, 679, 684, 685, 687, 690, 815 e 1047, R... Apreciação 1. Postas estas considerações de ordem processual, passamos à análise da questão de fundo, começando por sublinhar que, no âmbito da qualificação do pedido de registo de uma ação judicial (art. 68.º do CRP), cabe ao conservador verificar desde logo, dentre os pedidos formulados pelo autor, aqueles que assumem relevância registal, por lograrem subsunção no art. 3.º do Código do Registo Predial (CRP) 1. 1 Neste sentido, por exemplo, parecer proferido no processo R.P. 138/98 DSJ-CT. 2/5

3 1.1. Pode acontecer que sejam formulados pedidos subsidiários, como aconteceu neste caso com o prédio descrito sob o n.º 441, em que a procedência de um deles afasta ou impede em absoluto a possibilidade de procedência do outro 2, e que ambos os pedidos (o principal e o subsidiário) mereçam enquadramento no art. 3.º do CRP, cabendo, nessa hipótese, inseri-los a ambos no extrato da inscrição da ação judicial com expressa referência à relação de subsidiariedade existente entre eles, de modo a que quem consulte o registo compreenda que a publicidade que se visa acautelar, na expectativa da procedência da ação, incidirá, a final, apenas sobre um deles E, estando em causa a impugnação judicial de factos registados, é também natural que ao pedido principal se junte o de cancelamento do registo dos factos impugnados (art. 8.º do CRP), ainda que tal pedido, por não ter autonomia na estrutura lógica da ação e se apresentar como mera consequência do pedido principal (de extinção dos factos jurídicos publicitados), não reclame uma ponderação própria de registabilidade à luz do disposto no art. 3.º do CRP De todo o modo, fora das hipóteses previstas na al. b) do n.º 1 do art. 3.º do CRP, que não faz falta à economia deste parecer considerar, a ação judicial só estará sujeita a registo, se tiver por fim, principal ou acessório, o reconhecimento, a constituição, a modificação ou a extinção de algum dos direitos referidos no art. 2.º do mesmo Código, ou estiver em causa uma ação de impugnação pauliana Logo, em face das disposições conjugadas dos arts. 3.º/1/a) e 2.º/1/a) do CRP, uma ação judicial que se destine a obter a nulidade de um testamento pelo qual se dispôs do direito de propriedade ou de compropriedade sobre determinados imóveis assumirá indiscutível registabilidade, por estar em causa a apreciação da validade de um negócio jurídico gerador de um efeito transmissivo sujeito a registo No entanto, não foi essa a interpretação que vingou no caso em apreço, porquanto, de acordo com a leitura da qualificação feita pela recorrente e com a explicitação que é oferecida no despacho de sustentação, se entende que uma ação cujo objeto seja a apreciação de eficácia (em sentido amplo) de atos ou negócios 2 Cfr. acórdão da RC, processo 267/11.9TBOFR.C1. 3 Neste sentido, parecer proferido no processo R.P. 70/2015 STJSR-CC, ponto 2., nota 4., do relatório, onde também se sublinhou que, em regra, o registo da ação judicial permite a reserva de prioridade da eficácia da sentença que julgue procedente um desses pedidos (que ainda não se sabe qual seja), mas apenas de um deles (ou o principal ou o subsidiário). Daí também que a improcedência (ou qualquer outra forma de extinção da instância, como, por exemplo, a desistência) do pedido principal, e a procedência do pedido subsidiário não deva lugar a uma conversão parcial (pedido subsidiário) e a um cancelamento parcial (pedido principal), mas apenas à conversão em definitivo com referência expressa ao pedido que prevaleceu. 4 Na verdade, não é o pedido de cancelamento dos registos que determina a registabilidade da ação, mas o pedido de extinção dos factos jurídicos a que respeitam tais registos (art. 3.º/1/a) do CRP), pelo que, normalmente, é este pedido, e não aquele, que deverá integrar o extrato da inscrição. Cfr., a este propósito, os pareceres proferidos no processo R.P. 30/98 DSJ-CT (ponto 9. e Conclusão V), no processo R.P. 106/99 (nota 6) e no processo R. P. 170/2008 SJC-CT (nota 3). 3/5

4 jurídicos produtores de efeitos reais só estará sujeita a registo, se esses atos ou negócios jurídicos já se encontrarem registados Dito de outra forma, parece entender-se que o registo da ação judicial com tal conteúdo só surtirá efeito útil se o facto jurídico impugnado já se encontrar registado e a procedência dessa ação permitir, assim, o cancelamento a que alude o art. 101.º/4 do CRP Porém, para nós, a mais de tal interpretação não receber correspondência literal na letra do art. 3.º/1/a) do CRP, só um princípio de lógica histórica, que o sistema de registo não reclama, poderia justificar aqui a exigência da inscrição prévia do facto jurídico impugnado Diante do disposto no art. 3.º/1/a) do CRP, parece que a registabilidade da ação que vise a declaração de nulidade de um certo facto jurídico se basta efetivamente com registabilidade desse facto jurídico, posto que, com a reserva de lugar que o registo da ação garante (art. 6.º/3 do CRP), se antecipa a oponibilidade do efeito extintivo pretendido com a dita ação em relação a terceiros que queiram prevalecer-se do facto jurídico impugnado, obstaculizando ao registo deste facto com carácter definitivo (art. 92.º/2/b) do CRP), bem como se impede, em caso de procedência da mesma ação, o próprio ingresso desse facto no registo Assim sendo, como nos parece ser, não vemos como sufragar a recusa do registo da ação judicial ou declinar a sua registabilidade, à luz do disposto no art. 3.º do CRP. 2. Considerando que está em causa a apreciação da validade do testamento do titular inscrito, designadamente, a eficácia translativa das disposições testamentárias que têm por objeto os prédios indicados no pedido de registo, parece útil sublinhar que, independentemente da configuração da ação quanto às partes, para efeitos de cumprimento do princípio do trato sucessivo (art. 34.º/4 do CRP), se afigura bastante a habilitação legitimidade refletida nos arts. 9.º e 10.º da petição inicial, cuja alegação e prova competirá, naturalmente, ao juiz do processo sindicar 7. Pelo exposto, propomos a procedência do recurso e formulamos as seguintes CONCLUSÕES 5 Sobre as alegações da recorrente, a propósito do suprimento da falta de registo do facto jurídico impugnado pelo próprio serviço de registo, importará apenas recordar que, no nosso sistema de registo, vigora o princípio da instância (art. 41.º do CRP) e que a oficiosidade se guia por um critério de legalidade, e não de utilidade casuística, pelo que a feitura oficiosa do registo de aquisição em tabela exigiria uma habilitação legal, que aqui não existe. 6 Neste sentido, cfr. Deliberação do Conselho Técnico proferida no processo R.P. 82/2001 DSJ-CT, conclusão II, nota 13, e nota Cfr. parecer proferido no processo n.º R.P. 91/2012 SJC-CT. 4/5

5 I- Em face do disposto no art. 3.º/1/a) do Código do Registo Predial, o registo de ação judicial que tenha por objeto a declaração de nulidade do testamento, no qual se dispôs dos direitos de propriedade ou de compropriedade sobre determinados prédios inscritos a favor do testador, não depende do registo prévio desses direitos a favor dos legatários, mas apenas da registabilidade do facto jurídico impugnado. II- Para que o princípio do trato sucessivo (artigo 34.º/4 do Código do Registo Predial) se dê como observado, mostra-se suficiente a dedução processual da habilitação legitimidade, isto é, da habilitação preliminar ou inicial consubstanciada na alegação e prova, a sindicar pelo juiz do processo, dos factos respeitantes ao óbito do titular inscrito e à qualidade de únicos sucessíveis dos réus. Parecer aprovado em sessão do Conselho Consultivo de 15 de dezembro de Maria Madalena Rodrigues Teixeira, relatora, Blandina Maria da Silva Soares, António Manuel Fernandes Lopes, Luís Manuel Nunes Martins. Este parecer foi homologado em pelo Senhor Presidente do Conselho Diretivo, em /5

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