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1 - 1 - Pº R.Co.27/2009 SJC-CT Recorrente: Joaquim. Recorrida: Conservatória do Registo Comercial do. Acto impugnado: Indeferimento liminar de pedidos de rectificação das inscrições 3 e 4 relativas à sociedade Faustino,, Lda, matriculada sob o nº 500, apresentados sob os nºs 1 e 2 de 29 de Maio de Relatório 1. Pelas inscrições 3 (de 19 de Março de 2008) e 4 (de 21 de Abril de 2008) foram registadas pela Conservatória do Registo Comercial de. e pela Conservatória do Registo Comercial de, em relação à sociedade Faustino,, Lda, matriculada sob o nº 500, a alteração parcial do pacto (art. 4º) e a designação de gerentes (para o ano de 2004),respectivamente. A esses registos serviu de base a acta da Assembleia Geral de 6 de Agosto de 2003, da qual consta que estiveram presentes todos os sócios e que as deliberações foram aprovadas por unanimidade. Quanto à deliberação de alteração do pacto consta ainda da acta que A escritura pública de alteração será marcada por qualquer dos sócios A e Faustino, que igualmente ficam mandatados pela sociedade para a outorgarem. A acta termina com a seguinte menção, aposta seguidamente às assinaturas: Não tendo assinado o sócio J por não o pretender fazer Na data da dita Assembleia Geral era exigida pelo art. 85º do Código das Sociedades Comerciais(CSC) a consignação da deliberação de alteração do pacto em escritura pública, mas na data dos registos já se encontrava em vigor a alteração introduzida a essa disposição legal pelo D.L. nº 76-A/2006, de 29 de

2 - 2 - Março, nos termos da qual a acta só não é suficiente se a lei, a própria deliberação ou o contrato de sociedade exigirem outro documento( v.g. a consignação em escritura pública ) No dia 29 de Maio de 2009 ( Ap.s 1 e 2) foi requerida pelo ora recorrente sócio, e um dos gerentes que constam de anterior designação registada( cfr. Inscrição nº 1, que é extracto condensado das inscrições nºs 1 e 2 da ficha 145) - a rectificação daquelas inscrições, no sentido de serem canceladas, invocando a sua nulidade, por terem sido efectuadas com base em título absolutamente insuficiente para prova legal do facto ( artigos 22º, nº 1, b), 82º, nº 2 do Código do Registo Comercial(CRC)) por faltar na acta a sua assinatura. Quanto à alteração do pacto alega ainda, por um lado, que não obstante ser referido na aludida acta que a alteração iria ser efectuada com base em escritura pública na verdade não foi pelo que aquela alteração foi sim efectuada unicamente com base naquela acta nº 3 e, por outro, que faltando a sua assinatura, contrariamente ao que é referido no texto ( ) a deliberação de alterações ao contrato de sociedade não foi aprovada por unanimidade. Quanto à designação de gerentes alega ainda que a mesma pressupunha a prévia renúncia àquela qualidade por parte do requerente ou a subsequente deliberação tomada em assembleia geral para a sua destituição e nenhum destes factos, renúncia ou destituição do requerente do cargo de gerente, se apresenta devidamente e suficientemente titulado naquele documento. A terminar alega que o único fim pretendido com aquelas alterações às inscrições foi afastar o requerente do cargo de gerente e que os gerentes ora nomeados(insc.4), já exerciam aquele cargo anteriormente à referida alteração de 1 A forma como a lei foi aplicada, não colocando a falta de apresentação da escritura pública como fundamento de qualificação desfavorável do registo da alteração do pacto, enquadra-se no entendimento defendido por este Conselho no Pº R.Co. 29/2006 DSJ-CT, disponível intranet, segundo o qual existe na lei uma lacuna não integrável por recurso à analogia, a impor que a situação seja resolvida segundo norma( transitória) que o próprio intérprete criaria se houvesse de legislar dentro do espírito do sistema( art. 10º, nº 3 do Código Civil), norma essa aplicável ao caso de deliberação de alteração do contrato que não tenha chegado( antes da alteração legal referida no texto), a ser consignada em escritura pública, determinando que essa deliberação adquira eficácia com o registo, a promover por qualquer membro da administração com a maior brevidade. No caso, passaram quase três anos entre a deliberação e a alteração legislativa que tornou facultativa a consignação daquela em escritura pública, sem que a mesma tenha sido celebrada, e o registo foi promovido passados quase dois anos após a entrada em vigor da alteração legislativa, que ocorreu em 30 de Junho de 2006.

3 - 3 - nomeação conjuntamente com o requerente, pelo que a rectificação não acarreta prejuízos para os titulares inscritos, estando assim dispensado o seu consentimento nos termos do art. 86º do CRC. 3. Os pedidos mereceram o seguinte despacho: Indefiro liminarmente o requerido (...), em virtude de se prefigurar como manifestamente improcedente, já que não se mostra comprovado, qualquer erro de registo, nos termos dos artigos 82,22,23, 127 do Código do Registo Comercial. Acrescentou-se que A entender-se a nulidade do registo, a mesma só poderá ser invocada depois de declarada por decisão judicial transitada em julgado, nos termos dos artigos 88, 22, 23, 9 al) e) e h) do Código do Registo Comercial e art. 372 do Código Civil. 4. Da decisão de indeferimento liminar interpôs o requerente o presente recurso hierárquico, cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos, defendendo basicamente e em síntese que a acta é título inválido e insuficiente, enquanto o mesmo não for assinado pelo aqui recorrente, de que resulta a nulidade dos registos, que pode ser atacada por meio do procedimento de rectificação. 5. A recorrida manteve o indeferimento liminar, em despacho cujos termos igualmente aqui se dão por integralmente reproduzidos. Sustenta a recorrida, em síntese, que: foi consensualmente deliberada a alteração do pacto e a nomeação de gerentes; não pode ser invocada a falta de titulação por não ser efectivamente manifesta; a eventual falsidade da acta só pode ser apreciada em sede judicial e em processo próprio; os registos foram efectuados com base em título válido; a falta de assinatura do recorrente não afecta a validade da acta, já que a lei considera necessárias e suficientes as assinaturas da maioria dos sócios, que é o que acontece no presente caso ; As deliberações sociais consideram-se tomadas se obtiverem a maioria dos votos emitidos, nos termos dos Art.ºs 246 e 250 do Código das Sociedades Comerciais. Questão prévia

4 - 4 - O requerente foi notificado do despacho de indeferimento liminar, na pessoa do seu mandatário, no dia 3 de Agosto de 2009, terceiro dia seguinte à data do registo postal, data de notificação essa que é a que resulta da aplicação do disposto no art. 254º, nº 3 do Código de Processo Civil(CPC), já que estamos no âmbito do processo de registo, não abrangido pela subsidiariedade do Código de Procedimento Administrativo(CPA) prevista para o processo de impugnação hierárquica no art. 109º-A do CRC, aplicável à decisão de indeferimento liminar por força do disposto no art. 88º, nº 2 e 92º, nº 1 do mesmo CRC. Contando o prazo de trinta dias previsto no art. 101º, nº 2 do CRC aplicável por força do disposto no art 168º, nº 2 do CPA - de forma contínua, por aplicação do disposto no art. 144º, nº 1 do CPC, o último dia do prazo de interposição do recurso foi o dia 2 de Setembro, quarta feira, impondo-se assim concluir pela sua intempestividade, já que a interposição ocorreu só no dia 11 de Setembro, sexta feira, propondo-se a sua rejeição, nos termos do disposto no art. 173º, d) do CPA, ex vi do referido art. 109º-A do CRC 2. 2 Quanto ao regime aplicável à determinação da data da notificação, bem como ao prazo de interposição do recurso e respectiva contagem, cfr. Pº R.Co.32/2006 DSJ-CT, disponível intranet. Aí se afirmou, como em outras ocasiões já aconteceu, que apesar de a contagem contínua do prazo resultar da aplicação do disposto no art. 144º, nº 1 do CPC, o mesmo não se suspende durante as férias judiciais, já que o âmbito destas não abrange as Conservatórias. Pela mesma razão se nos afigura que também não existirá suspensão durante as férias judiciais no caso de impugnação judicial, já que a interposição do recurso se considera feita com a apresentação da respectiva petição na conservatória ( cfr. art. 101º, nº 2 do CRC). Tem sido prática deste Conselho, no âmbito da impugnação hierárquica de decisões desfavoráveis a pedidos de registo, não considerar a verificação da intempestividade da impugnação - com consequente proposta de rejeição - como obstáculo à apreciação do mérito, ainda que sem o efeito de interferir na qualificação do caso concreto. Ora, tal prática não deve ser seguida no caso de impugnação de decisão proferida no âmbito do Processo Especial de Rectificação, como é o caso da de indeferimento liminar previsto no art. 88º do CRC, posto que essa decisão não é já, ao contrário do que acontece com a decisão de qualificação de um pedido de registo, o resultado do exercício de uma jurisdição voluntária. Como se afirmou no Pº C.P. 145/2002 DSJ-CT ( in BRN nº 8/2003, II Caderno) a propósito das alterações introduzidas ao procedimento de rectificação pelo D.L. nº 273/2001, de 13 de Outubro, A decisão que venha a proferir sobre o mérito do pedido de rectificação sobre a rectificação, se a iniciativa processual lhe pertencer é uma verdadeira decisão jurisdicional, dotada de autoridade e da força vinculativa de que gozam as sentenças judiciais. Não deve assim a entidade ad quem emitir qualquer juízo, nem acerca do fundamento da decisão que deu o pedido por manifestamente improcedente nem sobre o fundamento da impugnação, sem que, por um lado, se mostre assegurada a inexistência de motivo de indeferimento liminar( rejeição)

5 Deliberação aprovada em sessão do Conselho Técnico de 24 de Março de Luís Manuel Nunes Martins, relator. Esta deliberação foi homologada pelo Exmo. Senhor Presidente em do próprio recurso e, por outro, se mostre cumprido o disposto no art. 88º, nº s 2 e 4 do art. 88º do CRC. In casu, mesmo que não fosse a intempestividade, impor-se-ia dar a instância por suspensa até que decorresse o prazo que a lei concede aos interessados não requerentes ( art. 90º, nº 1, ex vi o disposto no dito art. 88º, nº 4) - a própria sociedade e os gerentes designados na inscrição nº 4 - para impugnarem os fundamentos do recurso, que teriam que ser notificados pela recorrida.

6 - 6 - Pº R.Co.27/2009 SJC-CT (Ficha) Súmula das questões tratadas Pedido de rectificação de inscrição de alteração do contrato de sociedade e de inscrição de designação de gerentes, com fundamento em nulidade por insuficiência de título (art. 22. N 1, b) do Código do Registo Comercial). Indeferimento liminar desse pedido por prefiguração de manifesta improcedência. Prazo para interposição de recurso hierárquico da decisão de indeferimento e respectiva contagem. Notificação dos interessados não requerentes, caso não seja reparada a decisão. Apreciação do mérito apesar da rejeição por intempestividade?

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