R.P. 140, /2006 DSJ-CT-

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1 P.ºs R.P. 140, 141 e 142/2006 DSJ-CT- Averbamento de alteração da inscrição de aquisição Modificação subjectiva Alteração da firma ou denominação de sociedade estrangeira (no âmbito de transferência de sede para Portugal) Aquisição da nacionalidade portuguesa - Prova. DELIBERAÇÃO 1 O recorrente requisitou na Conservatória do Registo Predial de a alteração das inscrições G-2, G-5 e G-6, respectivamente respeitantes às descrições supra referidas, quanto à denominação e sede das respectivas titulares inscritas, pela apresentação, em relação a cada uma delas, dos seguintes documentos: Escritura pública intitulada de Redomiciliação de Sociedade, procuração, certificado de admissibilidade, certidão de teor matricial, cartão de pessoa colectiva e acta da assembleia geral. 2 Os pedidos foram todos recusados pelo mesmo motivo e com a mesma fundamentação: a falta de prova do registo da sociedade na Conservatória do Registo Comercial e o disposto nos artigos 68º, 69º, nº 2 e 101º, nº 3 (a contrário) do C.R.P.. 3- De cada um dos despachos foi interposto recurso hierárquico Ap. 85/ , Ap. 82/ e Ap. 81/ , respectivamente - cujos termos se dão aqui por integralmente reproduzidos, alegando-se em todos eles, sumariamente, que a sociedade em causa não está sujeita a registo comercial, por ter adoptado a forma de sociedade civil - e não de sociedade civil sob a forma comercial ou sociedade comercial, do que dependeria a aplicação do disposto no art.º 3º do Código do Registo Comercial - e ter ficado a reger-se pelos art.ºs 980º e seguintes do Código Civil, não podendo assim a alteração pedida ficar dependente da prova do referido registo. 4- A recorrida manteve em cada um dos processos de registo a decisão de recusar a alteração da inscrição, sustentação que se apresenta em longos despachos, se comparados com os lacónicos despachos de recusa. Em todos eles e em síntese, alega o seguinte: a) Que o motivo da recusa foi a falta de certidão comercial donde resultasse a alteração da sede... para Portugal... ; b)que constando da escritura que a sociedade manteve a personalidade jurídica e adoptou a forma de sociedade civil, caberia demonstrar os registos comerciais correspondentes, designadamente, a constituição de sociedade civil sob forma comercial ou sociedade comercial em Portugal art.º 3º, nº 2 do Código das Sociedades Comerciais - e a transformação em sociedade civil, sendo certo que caberia ao conservador do Registo Comercial sindicar da simultaneidade dos actos ; c)que, porém, o nosso ordenamento jurídico não permite a transformação de sociedade comercial em sociedade civil, tendo sido por isso recusado o registo peticionado... ; d) Que, ainda que fosse admissível a transformação, caberia sempre questionar o facto a registar porquanto os bens da sociedade passariam para os sócios em propriedade comum ou colectiva, o que não se afigura poder ingressar por simples averbamento de actualização. I

2 5 Foi superiormente determinada a apensação dos três processos de recurso hierárquico - em razão da mesma causa de pedir e da dependência da apreciação dos mesmos factos e da aplicação das mesmas regras do Direito com base no disposto no art.º 275º do Código do Processo Civil. Os processos são os próprios, as partes legítimas, os recursos tempestivos e não existem questões prévias ou prejudiciais que obstem ao conhecimento do mérito. A posição deste Conselho vai expressa na seguinte Deliberação I- Não é possível, mediante averbamento de alteração da inscrição de aquisição, adequar a situação jurídica do prédio publicitada pelo registo à realidade substantiva, quando nesta não tenha ocorrido uma mera alteração superveniente de elemento de identificação do sujeito activo, mas antes uma modificação subjectiva, a publicitar pelo registo do facto aquisitivo a favor do novo sujeito, por inscrição ou por subinscrição, cumprindo o princípio do trato sucessivo(cfr. art.ºs 34º, nº 2, 68º, 91º, nº 1, 100º, nº 1 e 101º, nº 1 do C.R.P.) 1. II- Que nos encontramos perante uma mera actualização de firma ou denominação de sociedade comercial ou civil sob forma comercial, que 1 Quanto a pessoas singulares, é no elemento de identificação estado civil (cfr. art.º 93º, nº1 e) do C.R.P.) que em concreto se pode jogar ou equacionar a (in)existência de uma mera actualização, dado que o direito substantivo admite, por uma lado, a presença de bens integrados na comunhão conjugal e, por outro, o fim dessa integração, ou por efeito de decisão de separação judicial dos mesmos bens ou por efeito de partilha consequente à dissolução das relações patrimoniais entre os cônjuges. Se a comunicabilidade não é, para efeitos de registo, um facto aquisitivo, já o mesmo não acontece com os factos separação e partilha dos bens dela objecto (cfr. art.ºs 2º, nº 1, a) e nº 2 do C.R.P.). Veja-se o tratamento dado a esta alternativa averbamento/inscrição, numa perspectiva marcadamente quantitativa ( se traduzir ampliação do conteúdo do direito inscrito está impedido o averbamento da actualização cfr. art.º 100º, nº 2 do C.R.P.), por Mouteira Guerreiro in Noções de Direito Registral, pág. 228, onde é referida doutrina deste Conselho. No que respeita às pessoas colectivas, é no elemento de identificação firma ou denominação (cfr. o dito art.º 93º, nº 1, e)) que poe jogar-se a alternativa, ou enquadrando o caso em simples averbamento de actualização da inscrição ou tratando-o como facto aquisitivo, a registar por sub-inscrição. Tudo está em saber, concretamente quanto a sociedades, se estamos perante uma mesma sociedade ou se, por efeito de transformação, fusão ou cisão da que consta da inscrição, ao averbar nova firma ou denominação estamos a incluir no facto registado uma outra sociedade. A título exemplificativo( de aparente situação de mera actualização de firma ou denominação, mas com presença real de sociedade diferente), veja-se o caso da transformação extintiva de sociedade comercial previsto no art.º 130º, nºs 3 e 5 do Código das Sociedades Comerciais. II

3 seja titular inscrita da aquisição, há-de resultar provado pela apresentação de certidão da sua situação em sede de registo comercial (art.ºs 43º, nº 1 do C.R.P.) 2. III- No caso de alteração da firma ou denominação de sociedade estrangeira (comercial ou civil sob a forma comercial) que tenha ocorrido no âmbito da transferência da sua sede para Portugal e da correspondente conformação do contrato social à lei portuguesa( cfr. arº 3º, nºs 2 e 3 do Código das Sociedades Comerciais e art.º 33º, nº 3 do Código Civil) 3 aquela prova, que também o é da aquisição da nacionalidade portuguesa, é feita mediante certidão emitida ao abrigo da nova lei pessoal 4. 2 Não existe, em todas as situações em tabela, divergência entre recorrida e recorrente quanto a este ponto, pois a recorrente apenas invoca a impossibilidade de efectuar a prova pelo referido meio, pelo facto de a sociedade final não estar sujeita a registo e não por entender que, caso o estivesse, a prova teria que dar-se por feita pelos documentos juntos com a requisição. Visando o registo comercial dar publicidade à situação jurídica das entidades a ele sujeitas e mesmo não tendo tal registo, em relação à generalidade dos factos a ele sujeitos, natureza constitutiva - mas sendo condição de oponibilidade a terceiros - é a situação jurídica publicitada que terá que ser suporte de prova a efectuar quanto a um elemento por ela abrangido(firma ou denominação) e quanto à manutenção da identidade. O que acabou de ser dito ainda sai mais reforçado no caso de a alteração de firma ou denominação ocorrer em conformação dos estatutos de sociedade estrangeira à legislação portuguesa, no âmbito de transferência de sede, pois a prova de tal elemento de identificação pressupõe ou é necessariamente acompanhada da prova da aquisição da nacionalidade portuguesa. Ou seja, embora o registo não seja constitutivo da sua existência jurídica, ele assume tal natureza quanto à sujeição ao domínio da lei portuguesa e, assim, quanto à firma ou denominação adoptada de acordo com a mesma lei pessoal. 3 Em tal caso, que podemos chamar de normal se comparado por exemplo com as situações subjacentes aos presentes recursos hierárquicos, a prova da actual firma ou denominação e, assim, da manutenção de identidade da titular inscrita será feita, sem qualquer discussão, com base na certidão do registo da sociedade em Portugal. Em momento anterior teria o Conservador do Registo Comercial qualificado o correspondente pedido de registo do contrato social, em função dos documentos apresentados, nomeadamente o da conformação do contrato com a lei portuguesa - fosse ele uma escritura pública ou fosse o próprio pedido de registo, consoante a conformação tivesse sido anterior ou posterior à entrada em vigor da alteração do nº 3 do art.º 3º do Código das Sociedades Comerciais, introduzida pelo D.L. 76-A/2006, de 29 de Março -, e no pressuposto da convergência das duas leis com a manutenção da personalidade jurídica. 4 Nos casos dos autos, é pedida a alteração da denominação da titular inscrita, não com base na certidão do registo comercial, mas pela apresentação dos documentos que, em abstracto poderiam mostrar-se os pertinentes ao(s) eventual(ais) pedido(s) de registo comercial. III

4 A questão resume-se a saber se se impunha a recusa, como fez a recorrida, por não se ter feito prova do registo da sociedade ou se, verificando-se pelos documentos apresentados que a sociedade final não está sujeita a registo comercial, seria possível efectuar o registo, conforme foi pedido, apenas com base nos documentos apresentados, como defende o recorrente. E a questão surge pelo facto de constar da escritura pública, chamada de Redomiciliação, por um lado, que a sociedade mantém a personalidade jurídica e, por outro, que com o fim de adaptar os estatutos vigentes à lei portuguesa, adopta: a firma(...) e o contrato social constante do documento complementar que apresenta, de cujo artigo primeiro consta que é uma sociedade civil. O raciocínio da recorrida, parece-nos, foi o seguinte: se houve transferência de sede com manutenção da personalidade jurídica e se o resultado final foi uma sociedade civil, então não estamos apenas perante uma adaptação do contrato, mas também perante uma transformação, ou seja, dois factos sujeitos a registo, o do contrato enquanto sociedade comercial ou sociedade civil sob forma comercial e o da transformação, dos quais não se fez prova. Só que, continuando a seguir aquele raciocínio, esta transformação não é permitida pelo ordenamento jurídico português e, ainda que o fosse, o registo de actualização pedido estaria prejudicado pela falta de personalidade jurídica das sociedades civis sob forma civil. Muito sucintamente, porque no âmbito da questão de mérito não cabem questões cuja apreciação só em sede de registo comercial se poderia impor, parece-nos: a) Ser indiscutível que o resultado daquilo a que na escritura pública se chamou de adaptação dos estatutos à lei portuguesa não é nem uma sociedade comercial, nem uma sociedade civil sob forma comercial. b) Para se poder dar por verificado o pressuposto da concordância da lei portuguesa com a manutenção da personalidade jurídica( sendo certo que não pode, em face do teor da escritura e documentos apresentados, dar-se o mesmo por verificado em relação à anterior lei pessoal) e para que possamos situar-nos no âmbito de aplicação do disposto no art.º 3º, nºs 2 e 3 do C.S.C. sem necessidade de extinguir a anterior sociedade segundo a lei estrangeira e constituir nova entidade( pessoa colectiva ou não) segundo a lei portuguesa a conformação do contrato social terá que mostrar-se feita de acordo com a lei comercial portuguesa( maxime com o Código das Sociedades Comerciais), o que significa que o resultado de tal conformação terá que assumir um dos tipos de sociedade previsto no art.º 1º do Código das Sociedades Comerciais como incluídos no seu âmbito de aplicação. c) Dito de outra forma, não podem, no âmbito da lei comercial portuguesa, dar-se os estatutos por conformados e a sede por transferida, se foi atribuída à sociedade comercial estrangeira, sem mais, a natureza de sociedade civil sob forma civil. Para atingir tal resultado, sem passar pela extinção da anterior e pela constituição de uma nova, o caminho seguido teria que ter sido outro: primeiro a conformação como sociedade comercial ou como sociedade civil sob forma comercial e depois a transformação em sociedade civil, na condição de que esta fosse permitida pelo art.º 130º do Código das Sociedades Comerciais. d) Mesmo que se entendesse que a sociedade civil que a lei assim tivesse permitido obter (naqueles dois momentos) tinha personalidade jurídica é incontroversa a sua não sujeição a registo(cfr. art.º 1º, nº 1 do C.R.C.) o averbamento de actualização da inscrição só seria possível se a modalidade da transformação não tivesse implicado a IV

5 dissolução da transformada(cfr. dito art.º 130º do C.S.C.) e com base na prova da aquisição da nacionalidade portuguesa por parte da sociedade transformada, mediante certidão comprovativa do registo do contrato social conformado com a lei portuguesa. Assim, entendemos que é de manter a qualificação efectuada pela recorrida, pois não está efectivamente provada a situação jurídica da titular inscrita em sede de registo comercial, com base na qual se possa dar por provada a denominação que se pretende ver averbada à inscrição de aquisição, nem pode aquela prova dar-se por dispensada. Uma coisa é a eventual falta de personalidade jurídica da entidade a que se chegou. Outra, bem diferente, é a falta de prova de que tenham existido conformação e transformação, que tivessem levado a tal resultado. A (in)suficiência dos documentos apresentados para efeito do registo comercial só em tal sede pode ser apreciada e decidida. Ainda que o venha a ser positivamente, perante prova do registo feito não caberá ao conservador do Registo Predial pôr em causa a respectiva qualificação. Faltando aquela prova, esse facto é para já suficiente para fundamentar a recusa, porque sem ela e independentemente de tudo o resto, não será possível actualizar a situação registral do prédio, quanto ao elemento em causa. Se ela vier a ser feita o que se nos afigura improvável com base na escritura apresentada então sim, e só então, em função da situação que vier a constar do registo comercial, se poderá qualificar o pedido de actualização que venha a ser feito. Até lá, tudo o que pudesse ser dito não passaria de especulação. Em face do exposto, é entendimento deste Conselho de que os recursos não merecem provimento. Esta deliberação foi homologada pelo Exmo. Senhor Presidente em V

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