Pº R.Bm.1/2013 SJC-CT

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1 Pº R.Bm.1/2013 SJC-CT Recorrente:. Banque Sucursal Portugal. Sumário: Registo de penhora de veículo provisório por natureza (art. 92º/2/a) do Código do Registo Predial) Certificação pelo Tribunal de que o nome do titular inscrito é falso, sendo o nome verdadeiro o que consta do processo executivo como nome do executado Registo de reserva de propriedade a favor do exequente. Relatório 1. Pela Ap.. de 3 de setembro de 2012 foi registada a penhora do veículo com a matrícula , com base em título em que figura como exequente o Banque Sucursal Portugal e como executado Elio.. 1. O registo foi efetuado provisoriamente por natureza, por se mostrar registada reserva de propriedade a favor do dito. Banque Sucursal Portugal e a propriedade a favor de José Inicialmente constava do processo executivo que o nome do executado era José... Promovida a citação do executado no estabelecimento prisional onde se encontrava preso, o mesmo recusou receber a citação, alegando que o seu verdadeiro nome é Elio.. A requerimento do exequente e em face de certidão do Acórdão do 1º Juízo Criminal do Tribunal Judicial de Póvoa de Varzim (Pº /08.OJAPRT), veio ulteriormente a ser determinado o prosseguimento dos autos nos seguintes termos: Resulta da certidão que antecede, de onde consta o acórdão já transitado em julgado mais precisamente do ponto 7) da factualidade provada que A Confeções Lurdes Unipessoal, Lda iniciou a sua atividade em 21 de novembro de 2002 e, em 2008, o arguido Élio, utilizando a identidade de José.., tornouse sócio e sediou-a num seu imóvel sito na Avenida Cidade de M.,., na Póvoa, nunca aí tendo laborado. Mais daí consta (nomeadamente do Ponto 71) que o stand C. contactou a aqui exequente que deu início ao processo de contratação com o arguido Élio, sendo que em tal documentação constava sempre o nome de José.., assim identificado nos presentes autos de execução. É assim manifesto que a exequente indicou este [José ] como sendo o nome do executado porque este consta do título executivo e era este o único nome do seu conhecimento pelo que nessa medida indicou o executado José. como sendo na sua perspetiva parte legítima. Ora, decorrendo da certidão junta que a verdadeira identidade do executado é não José.. mas Elio.., facto de que só agora se tem conhecimento (repare-se que o acórdão transitou em julgado em agosto de 2011), por forma a aproveitar os atos e porque o lapso na indicação do nome do executado não pode ser imputado ao exequente, determino o prosseguimento dos autos contra o executado Elio.., sendo esta a sua verdadeira identidade, e retificando-se os autos em conformidade.

2 2. Pela Ap.. de 5 de novembro de 2012 foi pedida na Conservatória do Registo de Veículos. a conversão daquele registo de penhora. Em sede de suprimento de deficiências o serviço de registo invocou, num primeiro momento, a falta de citação do titular inscrito José, nos termos do art. 119º/3 do Código do Registo Predial e, num segundo momento, a falta de citação do Élio., igualmente nos termos do indicado art.119º/3. Documentos principais juntos com o pedido de conversão: a) Despacho referido na nota 1; b) Teor do despacho judicial ordenando que a conservatória fosse informada de que o titular inscrito não pode ser citado, por corresponder a nome falso utilizado pelo executado e esclarecida de que o executado foi citado; c) Prova da citação de Élio, enquanto executado; d) Prova da citação da titular inscrita da reserva de propriedade (exequente), acompanhada de certificação pelo tribunal de que, decorrido o prazo, a mesma não prestou qualquer declaração; e) Certidão do Acórdão do 1º Juízo Criminal do Tribunal Judicial de Póvoa de Varzim referido na nota 1, no qual foi dado como provado que José é um nome falso, utilizado pelo arguido (ora executado), nomeadamente na aquisição do veículo a que respeita a presente impugnação. A conversão foi recusada por despacho de 19 de novembro de 2012, do seguinte teor: Recusado, (o)s pedidos de conversão em definitivo de registo de penhora, ao abrigo do disposto nos art.ºs 49º do RRA, 68º e 119º nº 3 do Código do Registo Predial, aplicável ex vi do artº 19 do Decreto-Lei 54/75 de 12 de fevereiro, porquanto o agente de execução confirmou ao Tribunal, em suprimento de deficiências ocorrido em e , não ter citado «Elio.» nos termos do supra citado artigo 119º, essencial para converter em definitivo o registo de penhora, após o trânsito em julgado do acórdão proferido pelo Tribunal Criminal, segundo o qual o nome do titular inscrito «José Eduardo Teixeira Camacho» constitui um nome falso utilizado pelo executado «Elio Daquela decisão de recusa interpôs. Banque Sucursal Portugal o presente recurso, pela Ap.. de 28 de dezembro de 2012, cujos termos aqui se dão por 2 Menção constante do registo: Registo provisório EXISTE RESERVA E PASSIVO NÃO É TITULAR.

3 integralmente reproduzidos, alegando, em síntese, que o processo executivo afinal corre contra o titular inscrito, devendo ser efetuada a conversão. Confundindo o RRA com o D.L. nº 54/75 (por vezes designado por Código de Registo Automóvel) alega que a recorrida incluiu na fundamentação de direito o art. 49º do RRA, quando este diploma comporta apenas 30 artigos 3. Certamente por lapso, alega que o Élio foi citado nos termos do art. 119º, o que, em face dos elementos constantes dos autos, não corresponde à verdade, já que foi citado na qualidade de executado. 4. A recusa foi sustentada pela recorrida, em despacho que aqui se dá por integralmente reproduzido, no qual se insiste que o Élio foi citado enquanto executado e deveria tê-lo sido nos termos do art. 119º/3 do Código do Registo Predial. Saneamento O processo é o próprio, as partes legítimas 4, o recurso tempestivo 5, e inexistem questões prévias ou prejudiciais que obstem ao conhecimento do mérito. Pronúncia A posição deste Conselho vai expressa na seguinte Deliberação 3 O D.L. nº 54/75 é que comporta apenas 30 artigos; o RRA (aprovado pelo Decreto nº 55/5, de 12 de fevereiro) é composto por 63 artigos. 4 Tendo sido o Tribunal a promover o registo, mediante a comunicação prevista no art.119º/3 do CRP, e não o agente de execução, é de dar por verificado o pressuposto da legitimidade para a presente impugnação ( cfr. o tratamento que desta matéria se fez no Pº R.P. 13/2012 SJC-CT, disponível em ). 5 Ao invés de ter notificado o exequente, como se impunha pelo facto de o registo ter sido promovido pelo Tribunal (cf. nota anterior e processo nela referido), o serviço de registo notificou o Tribunal, que por sua vez procedeu à notificação do exequente. Em função da data da notificação do Tribunal, o recurso seria intempestivo; já em razão da data de notificação do exequente está verificado o pressuposto da tempestividade (o ofício do Tribunal tem data de 28 de novembro de 2012 e o recurso é de 28 de dezembro de 2012). Note-se que o serviço de registo procedeu à notificação do Tribunal por meio de carta registada e deveria tê-lo feito por via eletrónica, como determina o art. 2º do Portaria 1536/2008, de 30 de dezembro: da comunicação do Tribunal consta o endereço de correio eletrónico.

4 1. Lavrado registo de penhora provisoriamente por natureza ( art. 92º/2/a) do CRP, ex vi o disposto no art.19º do D.L. nº 54/75, de 12 de fevereiro) pelo facto de existir registo de propriedade a favor de pessoa diversa do executado, deve o mesmo ser convertido perante certidão judicial que comprove que o nome do titular inscrito da propriedade é falso e que o seu nome verdadeiro é o que consta do processo executivo como nome do executado 6. 6 Não conseguimos entender o porquê da exigência de citação do executado ao abrigo do mencionado art. 119º. É certo que, em face da certificação judicial, o nome do titular inscrito não é o que consta do registo mas, existindo identidade entre titular inscrito e executado, desaparece o fundamento para a exigência da dita citação. Diferente seria se não existisse tal identidade, caso em que, aí sim, estaria em falta a citação do titular inscrito pelo seu nome verdadeiro. Impõe-se a pergunta: -não deverá fazer-se depender a conversão da prévia sanação do vício do registo, qualquer que ele seja? Afigura-se-nos que não. Lançando mão do que escreveu no Pº R.P. 200/2008 SJC-CT( in quanto ao fundamento do regime do art. 119: Como se sabe, o mecanismo previsto no artigo 119º do CRP tem em vista conciliar os interesses legítimos dos credores e os interesses do titular registral não executado, permitindo àqueles executar os bens dos seus devedores, sem necessidade de previamente atualizar o registo e a este um meio barato e expedito de reagir, para além dos tradicionais embargos de terceiro e da tradicional ação de reivindicação. Em face do regime do art.119º, para que o registo de penhora possa ser convertido basta que o titular inscrito declare que o bem lhe não pertence ou não faça qualquer declaração, desinteressando-se o registo, de saber o que se passou a partir do titular inscrito. A intervenção do titular inscrito, para efeito do trato sucessivo, fica-se, neste especial regime, pela sua citação, quer ele declare que o bem não lhe pertence quer se fique pelo silêncio. Efetuada a venda executiva, o registo a favor do comprador fica de certa forma desligado do registo a favor do titular inscrito, se pensarmos nos termos em que normalmente se cumpre o trato sucessivo. Ora, assim sendo, como se nos afigura que é, parece-nos que se, para cumprimento do princípio do trato sucessivo a lei, em resultado da ponderação dos mencionados interesses, se basta com a citação do titular inscrito, desde que este não declare que o bem lhe pertence, se deve, em obediência à mesma ponderação, aceitar para a conversão do registo de penhora a prova resultante da certidão judiciai de que afinal existe identidade entre o titular inscrito e o executado. É certo que se nada se disser na inscrição de penhora, se publicita uma situação (registo definitivo ao abrigo do art. 119/3 do C.R.P.) diversa da real (penhora definitiva, porque o bem está inscrito em nome do executado), o que aconselha a que se mencione no averbamento de conversão, pela forma que se considere mais adequada, que existe a dita identidade. Em face do que acabou de ser dito e não fosse o que de seguida se dirá, impor-se-ia a procedência do recurso.

5 2. Encontrando-se o direito de propriedade de veículo automóvel inscrito em nome do executado mas com propriedade reservada em nome do próprio exequente, o registo de penhora deverá ser recusado nos termos do art. 7º/1 do D.L. nº 54/75, se previamente não for registada a extinção da reserva de propriedade, porquanto é inaceitável a execução da própria coisa do exequente (cfr. art.s 601º do C.C. e 821º do C.P.C.) Efetuado o registo de penhora provisoriamente por natureza nos termos do indicado art. 92º/2/a) do CRP, com fundamento, por um lado, na existência de registo de reserva de propriedade a favor do exequente e, por outro, na existência de registo de propriedade a favor de pessoa diversa do executado, e sendo impugnada a decisão que, dando por sanado apenas o primeiro daqueles fundamentos, tenha recusado a conversão do registo de penhora, não está a entidade ad quem impedida de, apesar de dar por sanado o 7 Transcrevemos a 3ª conclusão retirada no Pº C.Bm. 43/2007 SJC-CT( in para cuja fundamentação remetemos, o qual levou em conta o Acórdão nº 10/2008 do S.T.J., publicado no Diário da República, Iª Série, nº 222, de 14 de novembro de 2008, que uniformizou jurisprudência nos seguintes termos: A ação executiva na qual se penhorou um veículo automóvel, sobre o qual incide registo de reserva de propriedade a favor do exequente, não pode prosseguir para as fases de concurso de credores e da venda, sem que este promova e comprove a inscrição, no registo automóvel, da extinção da reserva de propriedade. Como deixámos relatado, a provisoriedade por natureza teve por fundamento, não só a existência de registo de propriedade a favor de pessoa diversa do executado, mas também a existência de registo de reserva de propriedade a favor do exequente. A recorrida não acompanhou o entendimento defendido no indicado processo, já que considerou a existência desse registo como fundamento da provisoriedade por natureza em vez de fundamento de recusa. Fez-se referência naquele processo à existência de uma prática de registar a penhora definitivamente, citando-se a propósito o que escreve Isabel Meneres Campos, in Cadernos de Direito Privado, nº 15, pág. 59: Ora, tem sido entendimento das conservatórias registar definitivamente as penhoras nestes casos, uma vez que, sendo o exequente o titular inscrito e sendo este que indica à penhora a viatura, então cumprese de forma indireta, com essa nomeação, a função do referido art. 119º. O próprio titular declara que pretende a penhora do bem inscrito a seu favor, pelo que não haverá que citá-lo para vir dizer se o bem lhe pertence. Isso seria um ato verdadeiramente inútil e dai que os registos das penhoras, nestes casos, sejam lavrados desde logo definitivamente. A recorrida não comungou de qualquer dos referidos entendimentos. Citada o titular da reserva de propriedade, o mesmo não prestou qualquer declaração, para efeito do disposto no art. 119º/3 do Código do Registo Predial, daí que o fundamento da recusa de conversão se tenha traduzido apenas na falta de citação do Élio.

6 fundamento da recusa da conversão ( cfr. nº 2 da presente deliberação), obstar à feitura de registo nulo, alterando a qualificação para recusa 8. Em face do exposto, propõe-se não só a improcedência da impugnação, mas também a alteração da qualificação para recusa. Deliberação aprovada em sessão do Conselho Consultivo de 21 de março de Luís Manuel Nunes Martins, relator. Esta deliberação foi homologada pelo Exmo. Senhor Presidente do Conselho Diretivo em Perante o entendimento defendido no indicado parecer C.Bm.43/2007 SJC-CT( in o registo de penhora que se viesse a converter porque, quanto ao executado, afinal existe identidade com o titular inscrito e, quanto ao exequente, se cumpriu o mecanismo do art. 119º - ficaria ferido de nulidade, por estar em falta o prévio registo da extinção da reserva de propriedade. Ora, como por diversas ocasiões e de forma reiterada tem sido defendido por este Conselho, o facto de uma questão não ter sido suscitada pela entidade a quo não deve constituir obstáculo à sua apreciação pela entidade ad quem Cfr. a título de exemplo o Pº 2/96 R.P. 4( in BRN nº 5/1996) no qual, sob o nº1, se concluiu que: 1- O princípio segundo o qual a apreciação do mérito do recurso se deverá conter nos limites das questões suscitadas no despacho impugnado deverá ceder sempre que a omissão de pronúncia sobre questões não suscitadas possa conduzir à realização de registos nulos. E se assim deve ser, como se continua a entender que deve, a dita cedência ao princípio deve ter lugar também no caso, como o dos autos, em que a decisão objeto de impugnação não é a que qualificou o registo provisoriamente por natureza na qual a questão devia ter sido suscitada -, mas a de recusa de conversão desse registo. Importa ter presente o entendimento que tem sido defendido por este Conselho, no sentido de que, em sede de impugnação de decisão de recusa de conversão de registo provisório, é possível a apreciação dos fundamentos da decisão, não oportunamente impugnada, de qualificação do registo como provisório, mesmo no caso em que o pedido de conversão não tenha visado remover as dúvidas levantadas, mas antes provocar a reapreciação do respetivo fundamento [ cfr., v.g., os Pºs 110/96 R.P. 4, in BRN nº 7/97( Caderno II), R.P. 94/99 DSJ-CT, in BRN nº 11/99( Caderno II ) e R.P. 265/2009 SJC-CT (in Importa ter igualmente presente que o fundamento da recusa, como se entendeu no mencionado Pº C.Bm.43/2007 SJC-CT, está na conjugação da falta de prévio registo da extinção da reserva de propriedade com a impossibilidade legal de, em sede de registo automóvel, se efetuarem registos provisoriamente por dúvidas ( art. 7º/1 do D.L. nº 54/75, invocado no dito parecer).

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