Pº R. Co. 25/2006 DSJ-CT. Recorrente: Caixa de Crédito Agrícola Mútuo. Recorrida: Conservatória do Registo Comercial de.

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1 Pº R. Co. 25/2006 DSJ-CT. Recorrente: Caixa de Crédito Agrícola Mútuo. Recorrida: Conservatória do Registo Comercial de. Registo a qualificar: Transmissão de dívida com hipoteca a favor de P Sociedade de Pesca, Ldª sobre a embarcação denominada Príncipe, matriculada na Conservatória recorrida sob o nº 198, requisitado pela Ap. 1, de 10 de Abril de Relatório: Na Conservatória recorrida encontra-se matriculado sob o nº 198 o navio Príncipe, com registo de aquisição [cfr. art. 4º, a), do D.L. nº , de , e art.s 68º, l), e 76ºdo Decreto nº , da mesma data] nº 7111 a favor de António, c.c. Maria, na comunhão de adquiridos, com registo de hipoteca voluntária provisória por natureza [cfr. art. 4º, d), do citado D.L. nº , e art. 68º, l), do citado Decreto ], já convertida, nº 7112, a favor da Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo., constituída pelos proprietários inscritos para garantia de todas e quaisquer responsabilidades assumidas ou a assumir pelos devedores perante o credor, até ao montante de $00, ao juro anual de 7,625%, acrescido de 4% em caso de mora, e despesas de $00, sendo o montante máximo do crédito e acessórios de $00, tendo a esta inscrição sido averbada (Av 2 Ap. 66, de 03.12?) a transmissão do crédito a favor da ora recorrente, por cessão, e, finalmente, com inscrição de aquisição nº 7113 a favor de P Sociedade, Lª, tendo como causa a incorporação no capital social desta sociedade pelos proprietários inscritos António e Maria. (resulta do averbamento lavrado no título de propriedade emitido pela Capitania do Porto de que a embarcação passou a ser propriedade de P. por despacho de e que a escritura de constituição da sociedade é de ). Por escritura pública de 22 de Março de 2006, os já falados António e Maria, como 1ºs outorgantes, ambos na qualidade de únicos sócios e ele ainda na qualidade de gerente da também já falada P., e a ora recorrente, representada pelos segundos outorgantes, declararam, além do mais, que: A sociedade P. é dona e legítima possuidora do Príncipe ; A sociedade P. tem justificado interesse próprio na assunção das obrigações infra (art. 6º, nº 3, CSC); Sobre o Príncipe incide a hipoteca registada sob o nº 7112, constituída em 20 de Abril de 2001 perante a Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo até ao montante de ,32; A referida hipoteca foi transmitida pela Caixa Central à ora recorrente em 30 de Outubro de 2003, que se encontra registada; Ao abrigo da referida hipoteca, em 9 de Dezembro de 2003, por meio de escrito particular, a ora recorrente concedeu aos primeiros um empréstimo no montante de ,00, que se encontra em dívida; Pela presente escritura, os primeiros transmitem a sua dívida, supra enunciada, incluindo todos os encargos e obrigações acessórias, bem como as respectivas 1

2 garantias, então constituídas, ou posteriormente aditadas, à sociedade P., em nome de quem aceitam a presente transmissão, e os segundos, em nome da sua representada, aceitam a referida transmissão de dívida, EXONERANDO os primeiros enquanto devedores principais, passando estes a garantes solidários ( ) ; Para garantia da dívida ora transmitida, se mantêm válidas todas as garantias anteriormente constituídas, nomeadamente, a hipoteca ( ) supra descrita ; Concordam em alterar as condições do mútuo ( ), e que ora se transmite, nos termos constantes do documento complementar ( ). No documento complementar a hipoteca está regulada na cláusula 7ª, donde se extrai que o bom, integral e pontual cumprimento das obrigações e responsabilidades decorrentes deste empréstimo fica garantido pela hipoteca sobre a embarcação, e que esta hipoteca destina-se a garantir, por tempo indeterminado, obrigações presentes e futuras ( ). Pela Ap. 1, de 10 de Abril de 2006, foi pedido o registo de transmissão de dívida com hipoteca a favor de P. ( ) sobre a embarcação denominada Príncipe, matriculada sob o nº 198, com base em cópia da escritura pública anteriormente referida (também foi junta cópia do título de propriedade do navio). Mas o registo foi recusado [art. 4º do D.L. nº e art. 48º, nº 1, c), do CRCom] porque a transmissão de dívida garantida por hipoteca não está sujeita a registo, considerando que nem consta do quadro legal de factos relevantes e que o negócio jurídico subjacente tem cariz meramente obrigacional pois não altera o crédito garantido por hipoteca no seu conteúdo mas tão somente o seu sujeito passivo. Do despacho de recusa foi interposto o presente recurso hierárquico, cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos. O Senhor Conservador recorrido sustentou a recusa em despacho cujos termos também aqui se dão por integralmente reproduzidos. O processo é o próprio, as partes legítimas, a recorrente está devidamente representada, o recurso é tempestivo, e inexistem questões prévias ou prejudiciais que obstem ao conhecimento do mérito. A posição deste Conselho vai expressa na seguinte Deliberação A transmissão de dívida, ainda que o lado activo do vínculo (o crédito) se encontre garantido por hipoteca, não é facto sujeito a registo Diz-nos o art. 4º, al. d), do D.L. nº , que estão sujeitos a registo, quando referentes a navios, as hipotecas, sua modificação ou extinção, bem como a cessão da hipoteca ou de grau de prioridade do respectivo registo. Quando referentes a prédios, estão igualmente sujeitos a registo a hipoteca, a sua cessão ou modificação e a cessão do grau de prioridade do respectivo registo [al. h) do nº 1 do art. 2º do C.R.P.], a transmissão de créditos garantidos por hipoteca, quando importe 2

3 transmissão de garantia [al. i) do nº 1 do citado art. 2º], e a extinção de hipoteca [al. x) do nº 1 do mesmo art. 2º]. Apesar de não serem exactamente iguais as formulações verbais das citadas normas, cremos que nesta matéria é a mesma a fattispecie da norma do registo de navios e das normas de registo predial, sendo ainda de ponderar que este é aplicável àquele (cfr. art. 19º do D.L. nº ) e que o art. 585º do C. Comercial manda aplicar às hipotecas sobre navios as disposições relativas às hipotecas sobre prédios. Basicamente, a questão está em que a norma de registo de navios apenas fala na modificação da hipoteca, enquanto as normas de registo predial falam em modificação da hipoteca e em transmissão de crédito garantido por hipoteca. Porém, afigura-se-nos líquido que a cessão ou transmissão de crédito garantido por hipoteca, quando importe transmissão de garantia (cfr. art.s 582º, nº 1, e 594º, ambos do C.C.), implica uma modificação subjectiva da hipoteca. Como, aliás, também implica uma modificação subjectiva a cessão de hipoteca e a cessão do grau de prioridade. Por isso, já Catarino Nunes, in Código do Registo Predial anotado, 1968, págs. 116 e segs., salientava que os casos principais (casos secundários seriam as providências judiciais sobre ela) de modificação da hipoteca eram: a substituição ou reforço, a redução, a cessão ou transmissão do crédito garantido, a cessão de hipoteca e a cessão do grau de prioridade. Mas uma coisa é a modificação da relação jurídica hipotecária, e coisa bem diferente são as vicissitudes da relação pessoal garantida. Como é consabido, a hipoteca é acessório de um crédito, o que vale por dizer que no nosso sistema jurídico existe uma ligação incindível entre a hipoteca e o crédito garantido, que se traduz na acessoriedade da hipoteca (cfr. Maria Isabel Menéres Campos, in Da Hipoteca, Caracterização, Constituição e Efeitos, 2003, págs. 86/94). Ora, ao Registo interessam as vicissitudes da relação jurídica hipotecária, ou seja, do direito real de garantia. O crédito e suas características interessam ao Registo com vista à tutela de terceiros e ao fomento da circulação dos bens, não constituindo o registo verdadeira condição de oponibilidade a terceiros das vicissitudes da respectiva relação jurídica. Assim sendo, como se nos afigura, as vicissitudes da relação jurídica pessoal garantida pela relação jurídica de hipoteca (relação de 2º grau), em si mesmas, só interessam ao Registo conquanto importem modificação ou extinção nesta última relação. Assim se compreende que a cessão ou a transmissão do crédito só quando importe transmissão da garantia esteja sujeita a registo. Ora, a transmissão singular da dívida correspondente ao crédito, do ponto de vista das garantias do crédito, está prevista no nº 2 do art. 599º do C.C. E como elucidativamente ensina Almeida Costa, in Direito das Obrigações, 7ª ed., pág. 739, «como consequência de se produzir uma simples transmissão do vínculo obrigacional pelo lado passivo ( ) se mantêm as garantias do crédito, apesar da mudança de devedor. Caducam, todavia, as que tiverem sido constituídas por terceiro ou pelo antigo devedor, que não haja consentido na transmissão da dívida (art. 599º, nº 2)». Portanto, e admitindo que no caso o garante é terceiro e consentiu na transmissão da dívida (aliás, ele é o transmissário), teremos de concluir que a garantia hipotecária se manterá e não sofreu qualquer modificação. Modificação sofreu a relação pessoal 3

4 garantida (relação de 1º grau), pelo lado do sujeito passivo, mas tal vicissitude não é facto sujeito a registo a se, como condição da sua oponibilidade a terceiros. O sujeito passivo da relação jurídica hipotecária continua a ser o mesmo. Cremos, assim, que bem andou o Senhor Conservador recorrido ao recusar o registo peticionado com fundamento no 2º segmento da al. c) do nº 1 do art. 48º do CRCom. 2 - Já nos referimos à necessidade de mencionar no registo o crédito garantido e suas características. Trata-se do princípio da especialidade (cfr. art. 96º do C.R.P. e Maria Isabel Menéres Campos, ob. cit., págs. 76/84 e 101/103). A este propósito, aliás, Seabra de Magalhães, in Formulário do Registo Predial, 1972, pág. 99, alertava para a «necessidade de identificar determinado indivíduo estranho à própria relação de garantia». Neste contexto tão somente neste contexto, importa sublinhar admitimos que o registo que acolhe a relação jurídica de garantia possa ser actualizado, completado ou restringido por averbamento (cfr. art. 100º, nº 1, C.R.P.). Não foi isto, porém, que se pediu, como decorre exuberantemente da requisição do registo e da petição de recurso. Pelo que não vamos analisar a situação dos autos nesta perspectiva registral. Aliás, ainda que o quiséssemos fazer, defrontar-nos-íamos com muitos obstáculos. Sem preocupação de rigor e exaustão, alinharemos alguns: o averbamento nº 2 à inscrição de hipoteca nº 7112 regista a transmissão do crédito (qual crédito, se a hipoteca de máximo garante obrigações presentes e futuras, e a hipoteca passa a garantir apenas o crédito transmitido ou continua a garantir outras obrigações presentes e futuras, do cedente ou do cessionário?) enquanto que a escritura refere que a Caixa Central transmitiu à ora recorrente a hipoteca, o que é bem diferente e legitima a dúvida sobre a concretização das novas obrigações presentes ou futuras (para além, evidentemente, do vício de que padecerá o averbamento de transmissão do crédito ); há manifesta divergência na data do mútuo entre a ora recorrente e o António e mulher (2001, como se diz no art. 3º da petição, ou , como diz a escritura e que nos parece mais curial, considerando que a hipoteca foi transmitida em ?); também parece haver divergência entre a petição e o título de propriedade quanto à data da transmissão do navio para a P, porquanto naquela se diz (art. 4º) que foi depois do mútuo, enquanto do título resulta que foi em (logo, antes do mútuo, se este ocorreu em ); se, como consta da escritura, tiver havido transmissão de hipoteca e não de crédito, e se nessa data o navio já pertencia à P, então parece que a cessão da hipoteca exigia o consentimento do terceiro (cfr. art. 727º, nº 1, C.C.); o escrito particular que titulou o mútuo não está nos autos, pelo que não é possível analisar a transmissão desta dívida (aliás feita pelos 1ºs outorgantes por si, quando na escritura declararam intervir na qualidade de únicos sócios e gerente de P, invocando uma norma de direito societário que se refere a prestação de garantias, quando o acto é simplesmente uma transmissão de dívida); se o acto é uma transmissão de dívida, como se explica que a hipoteca continue a garantir obrigações presentes e futuras? De quem? Do proprietário/ novo devedor ou do antigo devedor? 4

5 Nos termos expostos, é entendimento deste Conselho que o recurso não merece provimento. de Deliberação aprovada em sessão do Conselho Técnico de 29 de Setembro João Guimarães Gomes Bastos (relator) Esta deliberação foi homologada pelo Exmo. Senhor Presidente em Como dissemos, não foi pedido o averbamento à inscrição hipotecária para concretizar e caracterizar o crédito. Mas, se tal tivesse sido pedido, cremos prima facie que não mudaria a sorte do recurso. 5

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