P.º n.º R.P. 212/2010 SJC-CT Penhora. Registo de aquisição de imóvel penhorado. Averbamento à descrição. Recusa. DELIBERAÇÃO

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1 P.º n.º R.P. 212/2010 SJC-CT Penhora. Registo de aquisição de imóvel penhorado. Averbamento à descrição. Recusa. DELIBERAÇÃO A ficha... descreve um terreno para construção com a área de 2 080m2, inscrito na matriz urbana sob o artigo... (anteriormente, como prédio rústico, sob o artigo...). Nesta ficha foram efectuados os seguintes registos: 1. Pela Ap. de / / a aquisição a favor de e, Ldª; 2. Pela Ap. de.../ / a penhora a favor de..., Ldª, em que é executada a titular inscrita..., Ldª; 3. Pela Ap.... de / / a aquisição a favor do ora recorrente, por compra à titular inscrita e executada..., Ldª. Pela Ap. de / / o ora recorrente pediu na Conservatória recorrida o averbamento à descrição predial da construção de edifício de rés do chão, destinado a habitação, com a área coberta de 167m2 e área descoberta de 1 913m2, inscrito na matriz urbana sob o artigo... Juntou caderneta predial do artigo urbano NIP e comprovativo da declaração para inscrição do prédio urbano com o artigo provisório... O registo peticionado foi recusado, nos termos da 2ª parte do nº 2 do art. 69º, em conjugação com os art.s 68º e 101º, nº 3, a contrario, todos do C.R.P., em virtude de sobre o prédio objecto de registo incidir um registo de penhora e, assim sendo, não poderá ser efectuado o averbamento à descrição pedido, porque se o fosse a composição do prédio objecto da penhora ficaria alterada, não podendo o mesmo pela sua própria natureza ser lavrado provisoriamente. A decisão registal que recusou o pedido de registo foi impugnada através do presente recurso hierárquico, onde basicamente se alega o seguinte: a) O prédio objecto da penhora não é alterado, sendo certo que mesmo com a construção a realidade predial continua a ser sempre a mesma; b) A penhora abrange todas as benfeitorias, no que se inclui a construção que se pretende levar a registo, com vista a que a descrição possa reflectir a situação física, económica e fiscal do prédio; 1

2 c) O nº 3 do art. 101º do C.R.P. dispõe em relação aos averbamentos às inscrições, sendo certo que estamos na presença de um averbamento a uma descrição, situação esta que é regulada, de forma especial, pelos art.s 88º, 89º e 90º, do mesmo Código; d) O pedido de registo está subscrito pelo titular inscrito, com absoluto respeito pelo disposto nos art.s 38º e 45º do C.R.P. A decisão registal foi mantida pela Senhora Conservadora recorrida, com base na seguinte argumentação: a) A prevalência do registo da penhora, decorrente da prioridade do registo (art. 6º do C.R.P.) implica que a eventual aquisição decorrente da venda executiva dos bens penhorados, objecto daquele registo prioritário, não venha a estar impedida ou em situação mais onerosa de ingressar no registo predial pelo facto de entretanto ter sido registado outro facto praticado pelo titular inscrito ; b) Ao pretender averbar a construção de uma casa e por conseguinte alterar a composição do prédio objecto da penhora, o titular inscrito estaria a comprometer a eventual aquisição do prédio no processo executivo. Saneamento: O processo é o próprio, as partes legítimas, o recurso tempestivo, o recorrente está devidamente representado, e inexistem questões prévias ou prejudiciais que obstem ao conhecimento do mérito. Pronúncia: A posição deste Conselho vai expressa na seguinte Deliberação 1- Um dos efeitos jurídicos que decorre da função da penhora é a transferência para o tribunal dos poderes de gozo que integram o direito do executado sobre os bens 2

3 penhorados, do que resulta que, sendo o bem penhorado um imóvel, aquele perde os poderes de detenção e fruição do mesmo Consequentemente, o titular inscrito que tenha adquirido o imóvel penhorado do executado e registado a aquisição após o registo da penhora, enquanto este perdure não tem legitimidade para pedir o averbamento à descrição do prédio penhorado de 1 - Como já ensinava Alberto dos Reis, in Processo de Execução, Volume 2º, Reimpressão, 1985, pág. 89, «a penhora consiste essencialmente numa apreensão judicial de bens: o tribunal penhora os bens, apreendendo-os, para realizar o fim a que visa a acção executiva». Sobre a função da penhora, Lebre de Freitas, in A Acção Executiva à Luz do Código Revisto, 2ª ed., 1997, pág. 213, ensina que a penhora é o acto fundamental do processo executivo «mas, acto fundamental embora, a penhora não esgota em si mesma essa finalidade: delimitando o objecto dos actos executivos subsequentes e assegurando a sua viabilidade, pela apreensão dos bens sobre os quais tais actos irão incidir, a penhora é dirigida aos actos ulteriores de transmissão dos direitos do executado para, através deles, directa ou indirectamente, ser satisfeito o interesse do exequente». Anselmo de Castro, in A Acção Executiva Singular, comum e Especial, 1970, págs. 150/151, ensinava: «A penhora não retira ao executado a propriedade dos bens, a qual só cessará pelos futuros actos executivos, como decorre do próprio princípio da livre disposição jurídica do direito, apenas sob a ineficácia da disposição para com a execução ( ). Em consequência da penhora perde, porém, o executado os seus poderes directos sobre os bens: O poder de detenção, que só pode subsistir nos imóveis, e tão-só a título meramente precário e findando logo que seja ordenado, ou ao título diverso de depositário, com as inerentes responsabilidades. E o da fruição dos bens, se a penhora a compreende. Essas restrições são, por sua vez, emanações dum princípio mais geral de que são simples meio de realização: o princípio da indisponibilidade material absoluta dos bens penhorados ( )». Como resulta do art. 839º do C.P.C., a penhora implica, em regra, um depositário. E, ainda que o depositário seja o próprio executado, este, embora continue a ser dono dos bens penhorados, perde a livre fruição e a livre disposição (material) desses bens. Alberto dos Reis, ob. cit., pág. 138, acentuava que «se [o executado] os detém a título de depositário, há-de guardá-los e administrá-los à ordem do tribunal, como faria qualquer outro depositário». Nos termos expostos, citando os Mestres, cremos ter fundamentado com o mínimo de densidade a afirmação do texto. 3

4 implantação no solo de edifício, devendo tal registo (averbamento) ser recusado nos termos do disposto no art. 69º, nº 2, do C.R.P Se bem interpretamos a ficha do prédio, este, enquanto terreno para construção, foi adquirido pelo ora recorrente ao executado fora do processo executivo. Portanto, a aquisição registada em nome do ora recorrente é inoponível à execução (cfr. art. 819º do C.C.), e, ainda que o executado alienante assumisse a posição de depositário do bem penhorado no momento da compra e venda, o adquirente não detém poderes de gozo sobre o imóvel. Dos autos não logramos retirar qualquer conclusão segura sobre a autoria e a natureza do implante. Prima facie o autor do implante será o adquirente (ora recorrente), mas ignoramos com que fundamento jurídico. O ponto que para a qualificação registal se nos afigura decisivo é o de saber se o adquirente ao executado (fora da execução) com registo (definitivo) da aquisição tem legitimidade para pedir averbamentos de alteração da descrição predial. Sobre este ponto já este Conselho se pronunciou no parecer emitido no Pº R.P. 143/2000 DSJ-CT, in BRN nº 3/2001, em que aliás a recorrida se estribou para tomar a decisão registal ora impugnada. No essencial, o que neste parecer se sustentou é que, registada a penhora, que visa assegurar a viabilidade do acto executivo subsequente, o registo deste acto não pode ser dificultado por registos de factos incompatíveis que entretanto tenham sido efectuados sobre o prédio. Daqui decorre, no plano inscritivo, a ressalva do actual nº 4 do art. 34º do C.R.P., que determina um regime especial de caducidade daqueles registos incompatíveis com o registo da penhora e com o registo do acto executivo subsequente. E, no plano descritivo, «por isso necessário se torna que então se não realizem actos de alteração à descrição do prédio sobre o qual a penhora está registada ( )», porquanto tais actos «supõem a intervenção do proprietário inscrito (art.s 38º e 90º, nº 1, do CRP), que para tanto estará numa situação de indisponibilidade por efeito do próprio registo da penhora entretanto efectuado, por este constituir, como constitui, uma reserva nas tábuas para a realização do registo de aquisição que dela for consequência. A legitimidade do proprietário inscrito para provocar alterações à descrição como que fica assim (temporariamente) suspensa por todo o tempo em que perdure o registo da penhora e enquanto aquela posição não seja assumida pelo adquirente na venda executiva». Será a doutrina deste parecer aplicável à hipótese dos autos? Pela nossa parte, estamos convictos de que se aplica. Vejamos. A edificação urbana é concretização do exercício do poder de transformação que, segundo Oliveira Ascensão, O Urbanismo e o Direito de Propriedade, in Direito do Urbanismo, INA, 1989, pág. 320, integra o ius abutendi na categoria da disposição material. Ora, como anteriormente tentámos 4

5 Em face do exposto, é entendimento deste Conselho que o recurso não merece provimento. Deliberação aprovada em sessão do Conselho Técnico de 25 de Maio de João Guimarães Gomes de Bastos, relator. Esta deliberação foi homologada pelo Exmo. Senhor Presidente em demonstrar, o executado e, naturalmente, o adquirente ao executado fora do processo executivo, não detêm o poder de disposição material. Este foi «apreendido» pelo tribunal. Na qualificação do pedido de registo de alteração da descrição predial, em que se traduz o averbamento de construção, o conservador não tem que se pronunciar sobre se a edificação integra ou não os poderes de administração dos bens depositados (cfr. art. 843º do C.P.C. e Lebre de Freitas et ali, in Código de Processo civil anotado, 2003, Volume 3º, pág. 418). O que o conservador tem que averiguar é se a penhora registada se estende ou não ao implante (cfr. art. 842º do C.P.C.). Ora, a «certificação» de que a penhora se estende ao implante terá que ser feita pelo agente de execução, exigência esta de que o conservador não pode abdicar, porquanto é a sua satisfação, em sede de processo do registo da alteração da descrição predial, que lhe vai permitir amanhã, em sede de processo do registo da aquisição executiva, qualificar desfavoravelmente o pedido se o objecto mediato do registo peticionado for um terreno para construção e não um edifício com rossios. Finalmente, importa reflectir sobre se a qualificação do pedido de registo adequada à manifesta falta (temporária) de legitimidade do ora recorrente para pedir o averbamento de construção é a recusa deste averbamento. A alternativa à recusa só poderia ser a anotação do facto (edificação). É que o averbamento à descrição provisório por dúvidas não se compadece com a natureza do acto, porquanto não são legítimas dúvidas sobre se o facto material ocorreu ou não (cfr. Mouteira Guerreiro, in Noções de Direito Registal (Predial e Comercial), 2ª ed., 1994, pág. 153). Mas in casu a anotação está, a nosso ver, fora de causa, porquanto o art. 90º, nº 2, do C.R.P. prevê a anotação no contexto do registo (inscrição) de facto em que não tenha ocorrido a intervenção de pessoa com legitimidade para pedir a actualização da descrição (como era aliás a hipótese do citado parecer emitido no Pº R.P. 143/2000 DSJ-CT). Portanto, a decisão registal impugnada, salvo melhor opinião, merece o nosso apoio. 5

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