Pº R.P. 241/2004 DSJ-CT. - Distrate de justificação notarial Intervenientes Cancelamento de registo de aquisição. DELIBERAÇÃO

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1 Pº R.P. 241/2004 DSJ-CT. - Distrate de justificação notarial Intervenientes Cancelamento de registo de aquisição. DELIBERAÇÃO Recorrente: Olinda. Recorrida: Conservatória do Registo Predial de. Registos a qualificar: Cancelamento da inscrição G-1 do prédio da ficha nº 02040/, da freguesia de, requisitado pela Ap. 3, de 22 de Junho de 2004; cancelamento da inscrição G-1 do prédio da ficha nº 02041/, da freguesia de, requisitado pela Ap. 4, da mesma data; cancelamento da inscrição G-1 do prédio da ficha nº 02058/, da freguesia de, requisitado pela Ap. 5, da mesma data. Relatório: A. Por escritura de 11 de Janeiro de 2002, lavrada no Cartório Notarial de, a ora recorrente Olinda e seu marido Abeilardo, casados na comunhão geral, declararam que eram, com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores dos três prédios urbanos que vieram a ser descritos na Conservatória recorrida nas fichas nºs 2040, 2041 e 2058, tendo, depois de especificarem os factos reveladores de uma posse pública, pacífica, contínua e de boa fé, invocado a usucapião como causa de aquisição do direito de propriedade a seu favor, o que tudo foi confirmado por três declarantes. Com base em cópia desta escritura, foi registada na Conservatória recorrida a aquisição dos três prédios a favor da Olinda e do Abeilardo, casados na comunhão geral. B. Em 07 de Novembro de 2003, a Olinda (pelos vistos já no estado de viúva cfr. escritura de , adiante referida, donde consta que o marido faleceu em ) requereu na Conservatória a rectificação dos registos no sentido de que o regime de bens do seu casamento era o da comunhão de adquiridos. Mas a Senhora Conservadora, por despacho de , recusou o acto, tendo inter alia afirmado: Assim, não é só o regime de bens a rectificar. As declarações do título não estão correctas e é todo um outro processo a ser feito art. 122º, nº 1 (quereria certamente dizer art. 121º, nº 1) do Código do Registo Predial. C. No dia 16 de Junho de 2004, no mesmo Cartório Notarial, a ora recorrente Olinda, no estado de viúva, e três declarantes (dois deles pessoas diversas dos declarantes da escritura de ) outorgaram escritura de Distrate de Justificação, tendo declarado que a Olinda à data da escritura de justificação era casada em segundas núpcias de ambos e sob o regime de comunhão de adquiridos com o Abeilardo, falecido em , e que pela presente escritura, Distratam, a contar de hoje, a primitiva escritura de onze de Janeiro de dois mil e dois, para todos os efeitos legais, nomeadamente o cancelamento de qualquer inscrição de aquisição a seu favor na Conservatória do Registo Predial de. E mais não disseram. D. Com base em cópias desta escritura e da escritura distratada foram pedidos os cancelamentos dos registos de aquisição já referidos. Os registos foram recusados, porque: 1) A Justificação não pode ser objecto de Distrate a revogação de um negócio jurídico só é possível quando o mesmo exista, o que não é o caso; a usucapião não é um contrato, mas o reconhecimento de um direito de propriedade (art.s 1287º e 397º do CC;- 2) Mas mesmo que fosse possível existiria 1

2 ilegitimidade para os intervenientes na segunda escritura não coincidem em absoluto com os da primeira nem sequer os herdeiros de Abeilardo, nem as testemunhas são as mesmas (art. 432º CC e art. 96º C.N.); e 3) E qual a credibilidade mesmo que as testemunhas coincidissem a dar a tais afirmações? (art. 97º C.N.). E. Do despacho de recusa foi interposto o presente recurso hierárquico, cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos. A Senhora Conservadora exarou despacho de sustentação da recusa, cujos termos também aqui se dão por integralmente reproduzidos. O Senhor Notário que lavrou as escrituras de Justificação e de Distrate de Justificação foi ouvido no processo, tendo manifestado a posição cujo conteúdo também aqui se dá por integralmente reproduzido. O processo é o próprio, as partes legítimas, o recurso tempestivo (a acreditar no que vem alegado na petição de recurso cabeçalho e art. 10º: o ofício de notificação do despacho de recusa foi enviado à recorrente no dia , que não foi contraditado pela recorrida) e inexistem questões prévias ou prejudiciais que obstem ao conhecimento do mérito. A posição deste Conselho vai expressa na seguinte Deliberação 1- O distrate de justificação notarial titulado por escritura pública em que os justificantes, com a confirmação de três declarantes, declararam destruir os efeitos do acto jurídico de invocação da usucapião da propriedade dos imóveis dela objecto, por não ser verdadeira a declaração de ciência sobre os factos passados integradores desta forma de aquisição originária, é título suficiente para o cancelamento do registo de aquisição a favor dos justificantes entretanto efectuado com base naquela escritura de justificação, desde que, naturalmente, não figurem nas tábuas terceiros inscritos A questão que está suscitada nos autos é a de saber se a justificação notarial é (ir)retractável. Achamos que não vale a pena embrenharmo-nos na discussão sobre o sentido da palavra distrate. Parece-nos líquido que o que os intervenientes na dita escritura de Distrate da Justificação quiseram foi destruir os efeitos da justificação notarial. É certo que utilizaram a expressão a contar de hoje, o que nos causa perplexidade, porquanto não concebemos in casu uma destruição não retroactiva. Mas, voltando à questão, a mesma coloca-se a nosso ver sob duas vertentes: 1ª. Revogação de justificação «válida», enquanto acto discricionário, não dependente de fundamento especial ;- 2ª. Revogação de justificação «inquinada», porque baseada em factos não verdadeiros ou, embora verdadeiros, não idóneos para preencher o fundamento aquisitivo. Aceita-se sem dificuldade que a justificação notarial é um acto jurídico (aliás já o defendemos cfr. parecer emitido no Pº R.P. nº 33/99 DSJ-CT, in BRN nº 9/99, pág. 29), concretamente um quase negócio jurídico (cfr. Acórdão da Relação de Coimbra de 14 de Abril de 1993, in CJ XVIII II, págs. 34/35). Integra uma declaração de ciência sobre os factos que preenchem o fundamento aquisitivo, e uma declaração de vontade de que ex-lege (no caso, com a concordância da vontade) deriva o efeito aquisitivo [não esqueçamos que a usucapião, para ser eficaz, necessita de ser invocada A posse ( ) 2

3 faculta ao possuidor ( ) a aquisição do direito ( ), art. 1287º CC e Pires de Lima e Antunes Varela, in Código Civil anotado, Vol. III, 1972, pág. 56]. Na primeira vertente da questão da (ir)retractabilidade da justificação notarial, a declaração de ciência é idónea e não sofre censura, só que os justificantes, discricionariamente e sem fundamento especial, pretendem destruir os efeitos do acto jurídico de invocação da usucapião. Será válida e eficaz tal revogação? A matéria é deveras delicada, e sobre ela não nos vamos pronunciar, porquanto não é, seguramente, a hipótese dos autos. Na segunda vertente da questão, os justificantes pretendem destruir os efeitos do acto jurídico naturalmente com retroactividade -, porque a declaração de ciência não é verdadeira e, tal como foi prestada, inquina o fundamento e o efeito aquisitivos. Julgamos que este é, claramente, o caso dos autos. Na tese da recorrente, os prédios não foram adquiridos por ambos os outorgantes (art. 6º p.r.), a Senhora Conservadora decidiu bem ao recusar a rectificação (art. 7º p.r.), porque as declarações do título ( ) não estão correctas ( ) é lavrada uma escritura de Distrate de Justificação (art. 8º p.r.). Pelo que é sobre esta vertente que nos vamos pronunciar. No nosso modo de ver, antes de apreciarmos a validade e eficácia da revogação da justificação notarial, deveríamos apreciar a validade e eficácia do acto jurídico da justificação notarial. Ora, de acordo com o disposto no art. 294º, ex vi do art 295º, ambos do CC, o acto jurídico de invocação da usucapião com violação das normas imperativas que regulam este modo de aquisição do direito de propriedade ou de outros direitos reais de gozo (cfr. art.s 1287º e segs., do CC) será nulo (segundo Heinrich Ewald Hörster, in A Parte Geral do Código Civil Português, 1992, pág. 208, «o recurso às regras do negócio jurídico é tanto mais necessário quanto mais decisivo for o alcance da vontade como elemento provocador do acto jurídico). Sendo nulo - como se nos afigura ser, se verdadeiros forem os novos factos agora alegados pela recorrente o acto jurídico da justificação notarial, então fará a nosso ver pouco sentido falar-se em revogação de um acto nulo. Se «a revogação consiste na livre destruição dos efeitos de um acto jurídico por vontade do seu ou seus autores, com ou sem retroactividade» (cfr. Inocêncio Galvão Telles, in Manual dos Contratos em Geral, 4ª ed., 2002, pág. 380), então parece-nos que a revogação pressupõe um acto válido e eficaz (se não erramos, em direito civil, diversamente do que se verifica em direito administrativo cfr. art. 141º, CPA -, não há revogação de actos inválidos). Assim sendo, a nossa posição não coincidirá com a posição assumida no douto Acórdão da Relação de Coimbra anteriormente citado, porquanto aqui admite-se expressamente a revogação do acto de justificação notarial dum direito por vontade das partes numa situação em que, a nosso ver, existirá manifesta nulidade do acto jurídico revogado. Assente, na nossa tese, que a justificação notarial (acto jurídico, não escritura pública, evidentemente) é nula, nulo será o registo de aquisição a favor dos justificantes [e não interessa agora averiguar se, para além desta causa de nulidade que aliás não está expressamente prevista no art. 16º do C.R.P. outras concorrerão no caso, designadamente as das alíneas a) e c) da citada norma]. Pergunta-se: a declaração de nulidade do registo terá que ser declarada por decisão judicial (art. 17º, nº 1, C.R.P.), ou em processo de rectificação quanto aos registos 3

4 2- Se no distrate não interveio um dos justificantes e titulares inscritos no registo, por entretanto ter falecido, nem nele intervieram os seus herdeiros devidamente habilitados, o cancelamento do registo de aquisição terá que ser recusado por manifesta insuficiência do título e pela natureza do acto [cfr. art. 69º, nº 1, b), e nº 2, este ex vi do art. 101º, nº 3, a contrario (cfr. nº 2, f)), todos do C.R.P.] 2. indevidamente lavrados (cfr. art. 121º, nº 2, C.R..)? Não poderá o registo nulo ser cancelado com base em acordo das partes acerca da invalidade do acto jurídico? O registo deste acordo está expressamente previsto no art. 291º, nº 1, do CC, e parece-nos que esta norma é aplicável aos actos jurídicos, ex vi do citado art. 295º do CC. Para chegar à meta no caminho argumentativo percorrido, só nos faltaria demonstrar que o Distrate da Justificação podia valer Acordo acerca da invalidade da Justificação. Confessamos que no caso dos autos ser-nos-ia muito difícil fazer essa demonstração. Desde logo por causa da já citada expressão a contar de hoje, que para nós é um verdadeiro enigma. Depois, porque o distrate, valendo como acordo sobre a invalidade do negócio jurídico, é completamente omisso quanto aos fundamentos. O ponto não carece, porém, de ser aprofundado. Porque, como de seguida se tentará demonstrar, a escritura patenteia uma omissão que inviabiliza a sua função de título para os cancelamentos peticionados. Antes, um último comentário. O citado Acórdão da Relação de Coimbra coloca a questão nos seguintes termos: saber se o acto de justificação notarial pode ser revogado, mesmo depois de publicitado o seu teor e antes de inscrito o direito justificado no registo (sublinhados nossos). Portanto, o máximo (em defesa da recorrente e do Senhor Notário titulador) que se poderá extrair é que a Relação não se pronunciou sobre a possibilidade de revogação da justificação notarial estando esta já inscrita no Registo (é sempre uma confusão quando se pretende fixar o objecto imediato do Registo: os factos jurídicos, os efeitos jurídicos ou os direitos cfr. Oliveira Ascensão, in Direito Civil Reais, 5ª ed., págs. 340/341). Assim sendo, causa-nos perplexidade que a recorrente e o Senhor Notário citem este Aresto em defesa da sua tese. No nosso modo de ver, como tentámos demonstrar, a revogação da justificação notarial, entendida como Acordo das partes acerca da invalidade da justificação, é válida e eficaz mesmo depois de registado o facto, e será título suficiente para o cancelamento deste registo. 2 - Cremos que a conclusão do texto não demandará explanação. À face do título distratado e à face do registo que o teve por base, os prédios são bens comuns do casal. Existe uma presunção dessa comunhão derivada do registo (cfr. art. 7º, C.R.P.). Ora a extinção do facto que o cancelamento do registo publicitaria (cfr. art. 13º, C.R.P.) determinaria a destruição desta presunção que, obviamente, não poderá ocorrer à margem do titular inscrito ou dos seus herdeiros devidamente habilitados. Este é o verdadeiro fundamento de recusa de admissão do título a registo. A intervenção no Distrate de declarantes que não intervieram na Justificação não constituiria obstáculo, porquanto, como sustenta o Senhor Notário, inexiste e seria absurda norma que o exigisse lei que exija que os declarantes tenham que ser os mesmos numa e noutra escrituras. 4

5 Nos termos expostos, é entendimento deste Conselho que o recurso não merece provimento. Esta deliberação foi homologada por despacho do Director-Geral de Questão inteiramente diversa é a de saber se estaremos perante um registo viciado. Mas, como é evidente, tal questão não está em tabela. Sem embargo, não poderemos deixar de referir que a Senhora Conservadora no despacho de recusa da rectificação, e como já oportunamente relatámos, veio sustentar que as declarações do título não estão correctas e é todo um processo a ser feito ( ). Parece, assim, que a ora recorrida entende (ou entendia) que os vícios do registo não se limitavam ao regime de bens do casamento dos justificantes. Se assim pensava, competia-lhe então agir na realização da conformidade entre a realidade substantiva e a realidade tabular. Mas, a avaliar pelo que consta dos autos, nada fez. Nem tomou a iniciativa da instauração de processo de rectificação (se entendia que os registos eram rectificáveis) nem diligenciou pela propositura de acção de declaração de nulidade dos registos ( se entendia que os registos eram nulos). Já para não falar do conteúdo da norma do art. 153º do C.R.P., a cuja observância o conservador não deve ser alheio. 5

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